{"id":1679098,"date":"2025-12-03T00:48:23","date_gmt":"2025-12-03T03:48:23","guid":{"rendered":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/?p=1679098"},"modified":"2025-12-03T00:48:24","modified_gmt":"2025-12-03T03:48:24","slug":"informativo-stf-1198-comentado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/informativo-stf-1198-comentado\/","title":{"rendered":"Informativo STF 1198 Comentado"},"content":{"rendered":"\n<p><strong><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2025\/12\/03004753\/stf-info-1198.pdf\">DOWNLOAD do PDF<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"lyte-wrapper\" style=\"width:853px;max-width:100%;margin:5px;\"><div class=\"lyMe\" id=\"WYL_hlt9RpHQqIs\"><div id=\"lyte_hlt9RpHQqIs\" data-src=\"\/\/i.ytimg.com\/vi\/hlt9RpHQqIs\/hqdefault.jpg\" class=\"pL\"><div class=\"tC\"><div class=\"tT\"><\/div><\/div><div class=\"play\"><\/div><div class=\"ctrl\"><div class=\"Lctrl\"><\/div><div class=\"Rctrl\"><\/div><\/div><\/div><noscript><a href=\"https:\/\/youtu.be\/hlt9RpHQqIs\" rel=\"nofollow\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i.ytimg.com\/vi\/hlt9RpHQqIs\/0.jpg\" alt=\"YouTube video thumbnail\" width=\"853\" height=\"460\" \/><br \/>Assista a este v\u00eddeo no YouTube<\/a><\/noscript><\/div><\/div><div class=\"lL\" style=\"max-width:100%;width:853px;margin:5px;\"><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-1-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-transporte-individual-privado-por-motocicleta\">1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Transporte individual privado por motocicleta<\/h2>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-destaque\">Destaque<\/h3>\n\n\n\n<p>\u00c9 inconstitucional lei estadual que condiciona o transporte individual privado remunerado de passageiros por motocicletas \u00e0 autoriza\u00e7\u00e3o e regulamenta\u00e7\u00e3o municipal, por usurpar compet\u00eancia privativa da Uni\u00e3o e violar a livre iniciativa, livre concorr\u00eancia e prote\u00e7\u00e3o do consumidor.<\/p>\n\n\n\n<p>ADI 7.852 MC-Ref\/SP, Rel. Min. Alexandre de Moraes, Plen\u00e1rio, julgamento virtual finalizado em 10\/11\/2025.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-conteudo-base\">Conte\u00fado-Base<\/h3>\n\n\n\n<p>???? CF, art. 22 IX e XI (compet\u00eancia privativa da Uni\u00e3o em tr\u00e2nsito, transporte e diretrizes da pol\u00edtica nacional de transportes).<\/p>\n\n\n\n<p>???? CF, art. 170 caput e IV (livre iniciativa e livre concorr\u00eancia).<\/p>\n\n\n\n<p>???? Lei 12.587\/2012 (PNMU), arts. 3\u00ba e 11-A (compet\u00eancia municipal para transporte privado individual).<\/p>\n\n\n\n<p>???? Lei 13.640\/2018 (regulamenta o transporte privado individual via aplicativos).<\/p>\n\n\n\n<p>???? O modelo constitucional reserva \u00e0 Uni\u00e3o o poder de estabelecer normas gerais de tr\u00e2nsito e diretrizes de pol\u00edtica de transporte, vedando inova\u00e7\u00e3o normativa estadual.<\/p>\n\n\n\n<p>???? Transportes privados intermediados por plataformas n\u00e3o s\u00e3o servi\u00e7o p\u00fablico, o que impede subordina\u00e7\u00e3o a regime de autoriza\u00e7\u00e3o t\u00edpica de servi\u00e7o p\u00fablico.<\/p>\n\n\n\n<p>???? A lei paulista criou condi\u00e7\u00e3o suspensiva (aguardar regulamenta\u00e7\u00e3o municipal), restringindo oferta e encarecendo o servi\u00e7o.<\/p>\n\n\n\n<p>???? A jurisprud\u00eancia do STF repele leis estaduais que interfiram em servi\u00e7os urbanos regulados por legisla\u00e7\u00e3o federal (ADI 2.606, ADI 3.679, Tema 967 RG).<\/p>\n\n\n\n<p>???? Ao limitar a atividade econ\u00f4mica e reduzir op\u00e7\u00f5es do consumidor, a lei tamb\u00e9m violou princ\u00edpios da ordem econ\u00f4mica.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-discussao-e-tese\">Discuss\u00e3o e Tese<\/h3>\n\n\n\n<p>???? O STF avaliou se o estado poderia estabelecer requisitos adicionais para uma atividade cujo regime jur\u00eddico j\u00e1 \u00e9 disciplinado por legisla\u00e7\u00e3o federal recente (Lei 12.587\/2012 e Lei 13.640\/2018). Como tais normas atribuem aos munic\u00edpios apenas a regulamenta\u00e7\u00e3o operacional e \u00e0 Uni\u00e3o a defini\u00e7\u00e3o das diretrizes gerais, a nova lei estadual introduziu um n\u00edvel intermedi\u00e1rio de regula\u00e7\u00e3o que n\u00e3o existe na Constitui\u00e7\u00e3o. O Tribunal identificou uma tentativa de \u201cdelegar compet\u00eancia\u201d para os munic\u00edpios, o que caracteriza invas\u00e3o direta da compet\u00eancia privativa da Uni\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2696\ufe0f O Plen\u00e1rio destacou ainda os impactos concorrenciais da norma: ao condicionar a atividade a regulamenta\u00e7\u00f5es municipais futuras, cria-se um cen\u00e1rio de incerteza, eleva\u00e7\u00e3o de custos, redu\u00e7\u00e3o da oferta e est\u00edmulo \u00e0 clandestinidade, tudo incompat\u00edvel com os princ\u00edpios da livre iniciativa e da livre concorr\u00eancia. Al\u00e9m disso, ao interferir no modelo de transporte privado individual \u2014 reconhecidamente n\u00e3o submetido ao regime jur\u00eddico de servi\u00e7o p\u00fablico \u2014 a lei estadual criava entraves desproporcionais ao exerc\u00edcio profissional.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-como-sera-cobrado-em-prova\">Como ser\u00e1 Cobrado em Prova<\/h3>\n\n\n\n<p>???? A lei estadual pode estabelecer condi\u00e7\u00f5es e requisitos para transporte individual privado remunerado de passageiros por motocicleta.<\/p>\n\n\n\n<p>\u274c Errado. O STF afirmou que a mat\u00e9ria integra a compet\u00eancia privativa da Uni\u00e3o (CF 22 IX e XI) e j\u00e1 est\u00e1 normatizada pela legisla\u00e7\u00e3o federal de mobilidade urbana.<\/p>\n\n\n\n<p>???? O transporte individual de passageiros intermediado por aplicativos n\u00e3o \u00e9 servi\u00e7o p\u00fablico, raz\u00e3o pela qual n\u00e3o pode ser submetido a regime de autoriza\u00e7\u00e3o ou delega\u00e7\u00e3o e deve observar os princ\u00edpios da livre iniciativa e livre concorr\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2705 Correto. Esse foi o fundamento secund\u00e1rio da decis\u00e3o, decorrente da ADPF 449 e reafirmado no caso.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-versao-esquematizada\">Vers\u00e3o Esquematizada<\/h3>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table class=\"has-fixed-layout\"><tbody><tr><td>???? Transporte privado por motocicleta<\/td><\/tr><tr><td>???? Compet\u00eancia privativa da Uni\u00e3o (CF 22 IX e XI) ???? Lei estadual \u2192 interfer\u00eancia inconstitucional ???? Atividade n\u00e3o \u00e9 servi\u00e7o p\u00fablico \u2192 n\u00e3o exige autoriza\u00e7\u00e3o ???? Viola\u00e7\u00e3o \u00e0 livre iniciativa e concorr\u00eancia<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-inteiro-teor\">Inteiro Teor<\/h3>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>\u00c9 inconstitucional \u2014 por usurpar a compet\u00eancia privativa da Uni\u00e3o para legislar sobre<\/strong> <strong>diretrizes da pol\u00edtica nacional de transportes e sobre tr\u00e2nsito e transporte (CF\/1988, art. 22, IX e XI), bem como por afrontar os princ\u00edpios da livre iniciativa, da livre concorr\u00eancia e da prote\u00e7\u00e3o ao consumidor (CF\/1988, art. 170, <em>caput<\/em> e IV) \u2014 norma estadual que fixa crit\u00e9rios para o exerc\u00edcio de atividade de transporte individual privado remunerado de passageiros por meio de motocicletas, exigindo a pr\u00e9via autoriza\u00e7\u00e3o e regulamenta\u00e7\u00e3o pelos munic\u00edpios.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Conforme jurisprud\u00eancia desta Corte, violam o regime constitucional de reparti\u00e7\u00e3o de compet\u00eancias as legisla\u00e7\u00f5es locais editadas com o objetivo de regulamentar servi\u00e7os de transporte urbano em contrariedade ou sem o respaldo da legisla\u00e7\u00e3o federal (1).<\/p>\n\n\n\n<p>A Uni\u00e3o, por meio da Lei n\u00ba 12.587\/2012, instituiu diretrizes da Pol\u00edtica Nacional de Mobilidade Urbana. Essa lei, posteriormente alterada pela Lei n\u00ba 13.640\/2018, trata expressamente da regulamenta\u00e7\u00e3o e da fiscaliza\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os de transporte remunerado privado individual de passageiros, consolidando-as como de compet\u00eancia exclusiva dos munic\u00edpios e do Distrito Federal. Nesse contexto, os estados n\u00e3o possuem compet\u00eancia para tratar da mat\u00e9ria nem para delegar ou condicionar a atua\u00e7\u00e3o municipal.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A norma estadual impugnada insere inova\u00e7\u00f5es sobre mat\u00e9ria de compet\u00eancia legislativa privativa da Uni\u00e3o e, a um s\u00f3 tempo, diminui a oferta de servi\u00e7os de mobilidade urbana, eleva os seus custos, favorece a clandestinidade e limita o direito de escolha dos usu\u00e1rios. As restri\u00e7\u00f5es por ela impostas, ao fixar condi\u00e7\u00e3o suspensiva, ofendem princ\u00edpios constitucionais que tutelam a ordem econ\u00f4mica, configurando obst\u00e1culo desarrazoado ao exerc\u00edcio laboral. Al\u00e9m disso, o transporte individual de passageiros, intermediado por plataformas digitais, n\u00e3o \u00e9 definido como servi\u00e7o p\u00fablico pela legisla\u00e7\u00e3o federal, motivo pelo qual n\u00e3o se sujeita a regime jur\u00eddico de direito administrativo (2).<\/p>\n\n\n\n<p>Com base nesses e em outros entendimentos, o Plen\u00e1rio, por unanimidade, converteu o julgamento de referendo de medida cautelar em julgamento definitivo de m\u00e9rito, e, confirmando a <a href=\"https:\/\/portal.stf.jus.br\/processos\/downloadPeca.asp?id=15380470936&amp;ext=.pdf\">medida cautelar<\/a>, julgou procedente a a\u00e7\u00e3o para declarar a inconstitucionalidade da <a href=\"https:\/\/www.al.sp.gov.br\/repositorio\/legislacao\/lei\/2025\/lei-18156-23.06.2025.html\">Lei n\u00ba 18.156\/2025 do Estado de S\u00e3o Paulo<\/a> (3).<\/p>\n\n\n\n<p>(1) Precedentes citados: <a href=\"https:\/\/redir.stf.jus.br\/paginadorpub\/paginador.jsp?docTP=AC&amp;docID=266860\">ADI 2.606<\/a>, <a href=\"https:\/\/redir.stf.jus.br\/paginadorpub\/paginador.jsp?docTP=AC&amp;docID=363319\">ADI 3.135<\/a>, <a href=\"https:\/\/redir.stf.jus.br\/paginadorpub\/paginador.jsp?docTP=TP&amp;docID=749350684\">ADI 4.961<\/a>, <a href=\"https:\/\/redir.stf.jus.br\/paginadorpub\/paginador.jsp?docTP=AC&amp;docID=390698\">ADI 3.136<\/a>, <a href=\"https:\/\/redir.stf.jus.br\/paginadorpub\/paginador.jsp?docTP=AC&amp;docID=627776\">ADI 3.610<\/a>, <a href=\"https:\/\/redir.stf.jus.br\/paginadorpub\/paginador.jsp?docTP=AC&amp;docID=474626\">ADI 3.679<\/a>, <a href=\"https:\/\/redir.stf.jus.br\/paginadorpub\/paginador.jsp?docTP=TP&amp;docID=752755069\">ADI 4.530<\/a>, <a href=\"https:\/\/redir.stf.jus.br\/paginadorpub\/paginador.jsp?docTP=TP&amp;docID=784980938\">ADI 4.293<\/a> e <a href=\"https:\/\/redir.stf.jus.br\/paginadorpub\/paginador.jsp?docTP=TP&amp;docID=750765676\">RE 1.054.110<\/a> (<a href=\"https:\/\/portal.stf.jus.br\/jurisprudenciaRepercussao\/verAndamentoProcesso.asp?incidente=5206938&amp;numeroProcesso=1054110&amp;classeProcesso=RE&amp;numeroTema=967\">Tema 967 RG<\/a>).<\/p>\n\n\n\n<p>(2) Precedente citado: <a href=\"https:\/\/redir.stf.jus.br\/paginadorpub\/paginador.jsp?docTP=AC&amp;docID=266358\">ADPF 449<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p>(3) <a href=\"https:\/\/www.al.sp.gov.br\/repositorio\/legislacao\/lei\/2025\/lei-18156-23.06.2025.html\">Lei n\u00ba 18.156\/2025 do Estado de S\u00e3o Paulo<\/a>:<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-2-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-imposto-sobre-grandes-fortunas-igf-e-mora-legislativa\">2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Imposto sobre Grandes Fortunas (IGF) e mora legislativa<\/h2>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-destaque-0\">Destaque<\/h3>\n\n\n\n<p>O Congresso Nacional est\u00e1 em mora inconstitucional quanto \u00e0 edi\u00e7\u00e3o de lei complementar que institua o Imposto sobre Grandes Fortunas (IGF), previsto no art. 153, VII, da CF. N\u00e3o cabe ao STF fixar prazo para sua edi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>ADO 55\/DF, Rel. Min. Marco Aur\u00e9lio, Red. p\/ ac\u00f3rd\u00e3o Min. Cristiano Zanin, Plen\u00e1rio, julgamento finalizado em 06\/11\/2025.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-conteudo-base-0\">Conte\u00fado-Base<\/h3>\n\n\n\n<p>???? CF, art. 153 VII (compet\u00eancia da Uni\u00e3o para instituir IGF mediante lei complementar).<\/p>\n\n\n\n<p>???? ADCT, arts. 79 e 80 III (IGF como fonte do Fundo de Combate \u00e0 Pobreza).<\/p>\n\n\n\n<p>???? CF, art. 3\u00ba I e III (redu\u00e7\u00e3o da pobreza e desigualdades).<\/p>\n\n\n\n<p>???? A institui\u00e7\u00e3o do IGF demanda lei complementar, cuja aus\u00eancia compromete pol\u00edticas constitucionais vinculadas ao combate \u00e0 pobreza.<\/p>\n\n\n\n<p>???? A EC 31\/2000 vinculou a arrecada\u00e7\u00e3o do IGF ao Fundo de Combate e Erradica\u00e7\u00e3o da Pobreza.<\/p>\n\n\n\n<p>???? A aus\u00eancia normativa impede a concretiza\u00e7\u00e3o de objetivos fundamentais e de matriz redistributiva.<\/p>\n\n\n\n<p>???? O STF reconhece a omiss\u00e3o, mas n\u00e3o pode substituir o Legislativo em mat\u00e9ria tribut\u00e1ria estrutural.<\/p>\n\n\n\n<p>???? A Corte considerou relevante o contexto internacional (debates no G-20 sobre tributa\u00e7\u00e3o global de grandes fortunas).<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-discussao-e-tese-0\">Discuss\u00e3o e Tese<\/h3>\n\n\n\n<p>???? O STF analisou se a omiss\u00e3o legislativa na regulamenta\u00e7\u00e3o do IGF teria passado do ponto da \u201cmora toler\u00e1vel\u201d para uma \u201cmora inconstitucional\u201d. A Corte destacou que, como a Constitui\u00e7\u00e3o atribuiu finalidade espec\u00edfica ao IGF (financiamento do Fundo de Combate \u00e0 Pobreza), sua aus\u00eancia causa efeitos diretos sobre direitos fundamentais de car\u00e1ter social, especialmente no cen\u00e1rio de desigualdade fiscal.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2696\ufe0f Apesar de reconhecer o dever constitucional do Congresso, o Tribunal enfatizou que o IGF \u00e9 tributo estruturalmente complexo, envolvendo riscos macroecon\u00f4micos, competi\u00e7\u00e3o fiscal entre pa\u00edses e poss\u00edvel fuga de capitais. Por isso, n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel ao Judici\u00e1rio impor prazo ou ditar conte\u00fado m\u00ednimo da lei complementar, sob pena de viola\u00e7\u00e3o \u00e0 separa\u00e7\u00e3o de Poderes. Assim, limitou-se a declarar a mora legislativa.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-como-sera-cobrado-em-prova-0\">Como ser\u00e1 Cobrado em Prova<\/h3>\n\n\n\n<p>???? A EC 31\/2000 vinculou expressamente o IGF ao financiamento do Fundo de Combate \u00e0 Pobreza, raz\u00e3o pela qual a aus\u00eancia de regulamenta\u00e7\u00e3o compromete direitos fundamentais de cunho social.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2705 Correto. Este \u00e9 o ponto secund\u00e1rio mais importante do ac\u00f3rd\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>???? O STF deve determinar ao Congresso prazo para edi\u00e7\u00e3o da lei complementar que institui o IGF, sob pena de coadunar com a omiss\u00e3o inconstitucional.<\/p>\n\n\n\n<p>\u274c Errado. O STF reconheceu a mora, mas n\u00e3o pode atuar como legislador positivo, em respeito ao art. 2\u00ba da CF.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-versao-esquematizada-0\">Vers\u00e3o Esquematizada<\/h3>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table class=\"has-fixed-layout\"><tbody><tr><td>???? IGF \u2013 mora legislativa<\/td><\/tr><tr><td>???? CF 153 VII \u2192 depende de LC ???? IGF financia Fundo de Combate \u00e0 Pobreza ???? Omiss\u00e3o reconhecida, mas sem fixa\u00e7\u00e3o de prazo ???? STF n\u00e3o \u00e9 legislador positivo<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-inteiro-teor-0\">Inteiro Teor<\/h3>\n\n\n\n<p><strong>O Congresso Nacional est\u00e1 em mora na edi\u00e7\u00e3o da lei complementar que regulamenta o imposto sobre grandes fortunas &#8211; IGF (CF\/1988, art. 153, VII).<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Existe previs\u00e3o constitucional espec\u00edfica para destinar o montante arrecadado atrav\u00e9s do IGF para fundo constitucional que objetiva combater e erradicar a pobreza. Isso, porque a EC n\u00ba 31\/2000 criou o Fundo de Combate e Erradica\u00e7\u00e3o da Pobreza (previsto no art. 79 do ADCT), que, por expressa previs\u00e3o do art. 80, III, do ADCT, \u00e9 composto pelo produto da arrecada\u00e7\u00e3o no imposto previsto no art. 153, VII, da CF\/1988.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table class=\"has-fixed-layout\"><tbody><tr><td>A omiss\u00e3o legislativa, em um contexto de equil\u00edbrio fiscal sens\u00edvel, com constantes press\u00f5es por corte de gastos e redu\u00e7\u00e3o das despesas da Uni\u00e3o, compromete n\u00e3o apenas a arrecada\u00e7\u00e3o potencial, mas a pr\u00f3pria efic\u00e1cia dos direitos fundamentais assegurados pelo texto constitucional (art. 3\u00ba).<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<p>Contudo, N\u00c3O \u00e9 poss\u00edvel estipular prazo para que o Poder Legislativo elabore a mencionada norma, em especial porque a <em>complexidade do tema demanda intenso debate sobre os reflexos positivos e negativos acerca da institui\u00e7\u00e3o do tributo<\/em>. Al\u00e9m disso, \u00e9 vedada a atua\u00e7\u00e3o do Poder Judici\u00e1rio como legislador positivo.<\/p>\n\n\n\n<p>Nesse contexto, o Brasil apresentou perante o G-20 um trabalho para discutir a implementa\u00e7\u00e3o desse imposto no \u00e2mbito desse grupo de pa\u00edses, visando evitar a fuga de capital e de patrim\u00f4nio. O objetivo \u00e9 reunir esfor\u00e7os perante \u00f3rg\u00e3os multilaterais e internacionais para discutir com maior cautela o modelo mais adequado para o IGF.<\/p>\n\n\n\n<p>Com base nesses e em outros entendimentos, o Plen\u00e1rio, por maioria, julgou procedente a a\u00e7\u00e3o para declarar a omiss\u00e3o do Congresso Nacional na elabora\u00e7\u00e3o da lei prevista no <a href=\"https:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/constituicao\/constituicao.htm#:~:text=VII%20%2D%20grandes%20fortunas%2C%20nos%20termos%20de%20lei%20complementar.\">art. 153, VII, da CF\/1988<\/a> (1), que prev\u00ea a compet\u00eancia da Uni\u00e3o para instituir impostos sobre grandes fortunas, nos termos de lei complementar.<\/p>\n\n\n\n<p>(1) <a href=\"https:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/constituicao\/constituicao.htm#:~:text=VII%20%2D%20grandes%20fortunas%2C%20nos%20termos%20de%20lei%20complementar.\">CF\/1988<\/a>: \u201cArt. 153. Compete \u00e0 Uni\u00e3o instituir impostos sobre: (&#8230;) VII &#8211; grandes fortunas, nos termos de lei complementar.\u201d<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-3-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-regime-de-previdencia-complementar-dos-servidores\">3.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Regime de previd\u00eancia complementar dos servidores<\/h2>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-destaque-1\">Destaque<\/h3>\n\n\n\n<p>\u00c9 constitucional o regime de previd\u00eancia complementar dos servidores federais institu\u00eddo pela EC 41\/2003 e pela Lei 12.618\/2012 \u2014 incluindo magistrados \u2014 por meio de funda\u00e7\u00f5es p\u00fablicas de direito privado (Funpresp).<\/p>\n\n\n\n<p>ADI 4.946\/DF, ADI 4.893\/DF, ADI 4.885\/DF, ADI 4.863\/DF, Rel. Min. Andr\u00e9 Mendon\u00e7a, Plen\u00e1rio, julgamento virtual finalizado em 10\/11\/2025.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-conteudo-base-1\">Conte\u00fado-Base<\/h3>\n\n\n\n<p>???? CF, art. 40 \u00a715 (institui\u00e7\u00e3o obrigat\u00f3ria por lei do Executivo; modelo de contribui\u00e7\u00e3o definida).<\/p>\n\n\n\n<p>???? Lei 12.618\/2012, art. 4\u00ba \u00a71\u00ba (Funpresp como funda\u00e7\u00e3o p\u00fablica de direito privado).<\/p>\n\n\n\n<p>???? CF, art. 93 (iniciativa reservada do STF para Estatuto da Magistratura).<\/p>\n\n\n\n<p>???? N\u00e3o h\u00e1 reserva de lei complementar para instituir regime complementar dos servidores \u2014 a lei ordin\u00e1ria \u00e9 suficiente.<\/p>\n\n\n\n<p>???? A natureza jur\u00eddica \u201cfunda\u00e7\u00e3o p\u00fablica de direito privado\u201d \u00e9 compat\u00edvel com o modelo constitucional: gest\u00e3o flex\u00edvel, mas com sujei\u00e7\u00f5es de direito p\u00fablico.<\/p>\n\n\n\n<p>???? N\u00e3o h\u00e1 viola\u00e7\u00e3o \u00e0 iniciativa privativa do STF, pois previd\u00eancia complementar n\u00e3o integra o Estatuto da Magistratura.<\/p>\n\n\n\n<p>???? Objetivo da EC 41\/2003 \u2192 limitar aposentadorias ao teto do RGPS e criar regime adicional facultativo.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-discussao-e-tese-1\">Discuss\u00e3o e Tese<\/h3>\n\n\n\n<p>???? O STF examinou alega\u00e7\u00f5es de que a previd\u00eancia complementar dos servidores violaria tanto reserva de lei complementar quanto reserva de iniciativa do STF para normas da magistratura. O Tribunal observou que a Constitui\u00e7\u00e3o n\u00e3o exige lei complementar para essa mat\u00e9ria e que a cria\u00e7\u00e3o de regime previdenci\u00e1rio n\u00e3o se confunde com normas estatut\u00e1rias da magistratura.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2696\ufe0f Quanto \u00e0 natureza das entidades Funpresp, o STF destacou que as funda\u00e7\u00f5es p\u00fablicas de direito privado permitem gest\u00e3o t\u00e9cnico-atuarial mais eficiente sem afastar controles p\u00fablicos essenciais. Diante disso, concluiu que o modelo institu\u00eddo pela EC 41\/2003 e regulamentado pela Lei 12.618\/2012 \u00e9 constitucional.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-como-sera-cobrado-em-prova-1\">Como ser\u00e1 Cobrado em Prova<\/h3>\n\n\n\n<p>???? O regime de previd\u00eancia complementar dos servidores dispensa lei complementar e pode at\u00e9 mesmo abranger magistrados sem violar a iniciativa de lei do STF.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2705 Correto. A Constitui\u00e7\u00e3o autoriza lei ordin\u00e1ria e a mat\u00e9ria n\u00e3o integra o Estatuto da Magistratura (CF 93).<\/p>\n\n\n\n<p>???? As entidades Funpresp, embora de direito privado, s\u00e3o funda\u00e7\u00f5es p\u00fablicas sujeitas a controles e princ\u00edpios de direito p\u00fablico, compat\u00edveis com o regime constitucional da previd\u00eancia complementar.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2705 Correto. Este \u00e9 ponto secund\u00e1rio da decis\u00e3o e frequentemente cobrado em provas.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-versao-esquematizada-1\">Vers\u00e3o Esquematizada<\/h3>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table class=\"has-fixed-layout\"><tbody><tr><td>???? Previd\u00eancia complementar \u2013 servidores<\/td><\/tr><tr><td>???? CF 40 \u00a715 \u2192 contribui\u00e7\u00e3o definida ???? Lei ordin\u00e1ria basta; sem reserva de LC ???? N\u00e3o invade iniciativa do STF ???? Funpresp = funda\u00e7\u00e3o p\u00fablica de direito privado<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-inteiro-teor-1\">Inteiro Teor<\/h3>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>\u00c9 constitucional \u2014 na medida em que n\u00e3o viola a reserva de lei complementar, a iniciativa reservada ao Supremo Tribunal Federal para dispor sobre o Estatuto da Magistratura (CF\/1988, art. 93) e o princ\u00edpio da separa\u00e7\u00e3o dos Poderes (CF\/1988, art. 2\u00ba) \u2014 a institui\u00e7\u00e3o, por lei federal e por emenda \u00e0 Constitui\u00e7\u00e3o, do regime de previd\u00eancia complementar dos servidores p\u00fablicos federais, inclusive para membros da magistratura, por meio de entidades fechadas de previd\u00eancia complementar estruturadas como funda\u00e7\u00f5es de natureza p\u00fablica, com personalidade jur\u00eddica de direito privado.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A EC n\u00ba 41\/2003 e a Lei n\u00ba 12.618\/2012 institu\u00edram o regime de previd\u00eancia complementar para os servidores p\u00fablicos titulares de cargo efetivo da Uni\u00e3o, incluindo-se membros da magistratura, por meio de <em>entidades fechadas de previd\u00eancia complementar<\/em> organizadas sob a forma de funda\u00e7\u00f5es p\u00fablicas, mas com personalidade jur\u00eddica de direito privado (Funpresp). O objetivo dessas normas foi limitar o valor das aposentadorias do Regime Pr\u00f3prio de Previd\u00eancia Social (RPPS) ao teto do Regime Geral de Previd\u00eancia Social (RGPS), facultando ao servidor a ades\u00e3o ao regime complementar.<\/p>\n\n\n\n<p>Na esp\u00e9cie, impugnou-se: (i) a constitucionalidade da Lei n\u00ba 12.618\/2012 e do Decreto n\u00ba 7.808\/2012, por suposta afronta \u00e0 reserva de lei complementar e \u00e0 iniciativa privativa do STF para propor normas sobre a magistratura; (ii) a possibilidade de entidades de previd\u00eancia complementar de servidores p\u00fablicos possu\u00edrem natureza jur\u00eddica de direito privado; e (iii) a validade da EC n\u00ba 41\/2003 quanto \u00e0 cria\u00e7\u00e3o do regime de previd\u00eancia complementar.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>A lei ordin\u00e1ria, sob o aspecto formal, \u00e9 o instrumento normativo adequado, pois n\u00e3o existe exig\u00eancia constitucional de edi\u00e7\u00e3o de lei complementar para disciplinar a mat\u00e9ria.<\/strong> No aspecto material, a natureza jur\u00eddica das entidades \u2014 funda\u00e7\u00f5es p\u00fablicas de direito privado (Lei n\u00ba 12.618\/2012, art. 4\u00ba, \u00a7 1\u00ba) (1) \u2014 est\u00e1 em conformidade com o modelo constitucional. Isso, porque, embora submetidas ao regime de direito privado, essas entidades devem observar diversas normas de direito p\u00fablico, especialmente no que se refere ao regime jur\u00eddico de seus servidores, \u00e0s contrata\u00e7\u00f5es, ao patrim\u00f4nio, bem como aos regimes fiscal e cont\u00e1bil.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, as normas constitucionais que reservam iniciativa legislativa ao Poder Judici\u00e1rio contemplam um rol taxativo, o qual n\u00e3o inclui a institui\u00e7\u00e3o de regime previdenci\u00e1rio exclusivo para a magistratura (2).<\/p>\n\n\n\n<p>Com base nesses e em outros entendimentos, o Plen\u00e1rio, em aprecia\u00e7\u00e3o conjunta e por unanimidade, conheceu parcialmente da ADI 4.885\/DF e integralmente das ADIs 4.863\/DF, 4.893\/DF e 4.946\/DF, e, nessas extens\u00f5es, julgou improcedentes as a\u00e7\u00f5es para assentar a constitucionalidade do <a href=\"https:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/constituicao\/Constituicao.htm#art40%C2%A715.:~:text=n%C2%BA%2041%2C%2019.12.2003)-,%C2%A7%2015.,-O%20regime%20de\">art. 40, \u00a7 15, da Constitui\u00e7\u00e3o Federal<\/a>, com a reda\u00e7\u00e3o dada pela <a href=\"https:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/constituicao\/emendas\/emc\/emc41.htm\">EC n\u00ba 41\/2003<\/a> (3), bem como da <a href=\"https:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/_ato2011-2014\/2012\/lei\/l12618.htm\">Lei n\u00ba 12.618\/2012<\/a> e do <a href=\"https:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/_ato2011-2014\/2012\/decreto\/d7808.htm\">Decreto n\u00ba 7.808\/2012<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;(1)&nbsp; <a href=\"https:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/_ato2011-2014\/2012\/lei\/l12618.htm#:~:text=I%20%2D%20ser%C3%A3o%20estruturadas%20na%20forma%20de%20funda%C3%A7%C3%A3o%2C%20com%20personalidade%20jur%C3%ADdica%20de%20direito%20privado%3B%C2%A0%C2%A0%20(Inclu%C3%ADdo%20pela%20Lei%20n%C2%BA%2014.463%2C%20de%202022)\">Lei n\u00ba 12.618\/2012<\/a>: \u201cArt. 4\u00ba \u00c9 a Uni\u00e3o autorizada a criar, observado o disposto no art. 26 e no art. 31, as seguintes entidades fechadas de previd\u00eancia complementar, com a finalidade de administrar e executar planos de benef\u00edcios de car\u00e1ter previdenci\u00e1rio nos termos das Leis Complementares n\u00bas 108 e 109, de 29 de maio de 2001: (&#8230;) \u00a7 1\u00ba A Funpresp-Exe, a Funpresp-Leg e a Funpresp-Jud: I &#8211; ser\u00e3o estruturadas na forma de funda\u00e7\u00e3o, com personalidade jur\u00eddica de direito privado;\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>(2) Precedente citado: <a href=\"https:\/\/redir.stf.jus.br\/paginadorpub\/paginador.jsp?docTP=TP&amp;docID=751243586\">ADI 3.297<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p>(3)&nbsp; <a href=\"https:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/constituicao\/Constituicao.htm#art40%C2%A715.:~:text=n%C2%BA%2041%2C%2019.12.2003)-,%C2%A7%2015.,-O%20regime%20de\">CF\/1988<\/a>: \u201cArt. 40. O regime pr\u00f3prio de previd\u00eancia social dos servidores titulares de cargos efetivos ter\u00e1 car\u00e1ter contributivo e solid\u00e1rio, mediante contribui\u00e7\u00e3o do respectivo ente federativo, de servidores ativos, de aposentados e de pensionistas, observados crit\u00e9rios que preservem o equil\u00edbrio financeiro e atuarial. (&#8230;) \u00a7 15. O regime de previd\u00eancia complementar de que trata o \u00a7 14 ser\u00e1 institu\u00eddo por lei de iniciativa do respectivo Poder Executivo, observado o disposto no art. 202 e seus par\u00e1grafos, no que couber, por interm\u00e9dio de entidades fechadas de previd\u00eancia complementar, de natureza p\u00fablica, que oferecer\u00e3o aos respectivos participantes planos de benef\u00edcios somente na modalidade de contribui\u00e7\u00e3o definida. (Reda\u00e7\u00e3o dada pela Emenda Constitucional n\u00ba 41, 19.12.2003)\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>***<\/p>\n\n\n\n<div data-wp-interactive=\"core\/file\" class=\"wp-block-file\"><object aria-label=\"Incorporar PDF\" data-wp-bind--hidden=\"!state.hasPdfPreview\" hidden><\/object><a id=\"wp-block-file--media-47ad4c42-ad52-4f2d-8097-70947477c4e1\" href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2025\/12\/03004753\/stf-info-1198.pdf\">STF &#8211; Info 1198<\/a><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2025\/12\/03004753\/stf-info-1198.pdf\" class=\"wp-block-file__button wp-element-button\" download aria-describedby=\"wp-block-file--media-47ad4c42-ad52-4f2d-8097-70947477c4e1\">Baixar<\/a><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>DOWNLOAD do PDF 1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Transporte individual privado por motocicleta Destaque \u00c9 inconstitucional lei estadual que condiciona o transporte individual privado remunerado de passageiros por motocicletas \u00e0 autoriza\u00e7\u00e3o e regulamenta\u00e7\u00e3o municipal, por usurpar compet\u00eancia privativa da Uni\u00e3o e violar a livre iniciativa, livre concorr\u00eancia e prote\u00e7\u00e3o do consumidor. 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