{"id":1665692,"date":"2025-11-05T09:29:40","date_gmt":"2025-11-05T12:29:40","guid":{"rendered":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/?p=1665692"},"modified":"2025-11-05T09:29:42","modified_gmt":"2025-11-05T12:29:42","slug":"informativo-stf-1194-comentado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/informativo-stf-1194-comentado\/","title":{"rendered":"Informativo STF 1194 Comentado"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-text-align-center\"><strong><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2025\/11\/05092915\/stf-info-1194.pdf\">DOWNLOAD do PDF<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"lyte-wrapper\" style=\"width:853px;max-width:100%;margin:5px;\"><div class=\"lyMe\" id=\"WYL__b-3Yjy6WUQ\"><div id=\"lyte__b-3Yjy6WUQ\" data-src=\"\/\/i.ytimg.com\/vi\/_b-3Yjy6WUQ\/hqdefault.jpg\" class=\"pL\"><div class=\"tC\"><div class=\"tT\"><\/div><\/div><div class=\"play\"><\/div><div class=\"ctrl\"><div class=\"Lctrl\"><\/div><div class=\"Rctrl\"><\/div><\/div><\/div><noscript><a href=\"https:\/\/youtu.be\/_b-3Yjy6WUQ\" rel=\"nofollow\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i.ytimg.com\/vi\/_b-3Yjy6WUQ\/0.jpg\" alt=\"YouTube video thumbnail\" width=\"853\" height=\"460\" \/><br \/>Assista a este v\u00eddeo no YouTube<\/a><\/noscript><\/div><\/div><div class=\"lL\" style=\"max-width:100%;width:853px;margin:5px;\"><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Concurso p\u00fablico: direito subjetivo \u00e0 nomea\u00e7\u00e3o e possibilidade de afastamento<\/h2>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Destaque<\/h3>\n\n\n\n<p>O direito subjetivo \u00e0 nomea\u00e7\u00e3o de candidato aprovado dentro do n\u00famero de vagas pode ser afastado quando houver extin\u00e7\u00e3o superveniente dos cargos ou a extrapola\u00e7\u00e3o do limite prudencial de gastos com pessoal, desde que tais circunst\u00e2ncias sejam devidamente motivadas e ocorram antes do t\u00e9rmino do prazo de validade do concurso.<\/p>\n\n\n\n<p>RE 1.316.010\/PA (Tema 1.164 RG), Rel. Min. Fl\u00e1vio Dino, Plen\u00e1rio, julgamento virtual finalizado em 10\/10\/2025.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Conte\u00fado-Base<\/h3>\n\n\n\n<p>???? CF, art. 169; LC 101\/2000, arts. 19 e 20; S\u00famula 22\/STF.<\/p>\n\n\n\n<p>???? O direito \u00e0 nomea\u00e7\u00e3o \u00e9 regra, mas admite mitiga\u00e7\u00e3o em hip\u00f3teses excepcionais de grave restri\u00e7\u00e3o fiscal.<\/p>\n\n\n\n<p>???? Extin\u00e7\u00e3o de cargos e supera\u00e7\u00e3o do limite prudencial de despesas com pessoal s\u00e3o situa\u00e7\u00f5es excepcionais que justificam o afastamento.<\/p>\n\n\n\n<p>???? \u00c9 necess\u00e1rio que as raz\u00f5es sejam supervenientes, imprevis\u00edveis e devidamente motivadas.<\/p>\n\n\n\n<p>???? A medida deve ocorrer antes do t\u00e9rmino da validade do certame e submete-se a controle judicial.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Discuss\u00e3o e Tese<\/h3>\n\n\n\n<p>???? O STF fixou tese de repercuss\u00e3o geral definindo que o direito subjetivo \u00e0 nomea\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 absoluto e pode ser mitigado quando houver extin\u00e7\u00e3o dos cargos ou supera\u00e7\u00e3o do limite de gastos com pessoal, desde que motivada e dentro do prazo de validade do concurso.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2696\ufe0f No caso, o Estado do Par\u00e1 extinguiu o cargo ap\u00f3s o prazo de validade do concurso, configurando viola\u00e7\u00e3o ao direito adquirido \u00e0 nomea\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Como ser\u00e1 Cobrado em Prova<\/h3>\n\n\n\n<p>???? A supera\u00e7\u00e3o do limite prudencial de gastos com pessoal n\u00e3o afasta o dever de nomea\u00e7\u00e3o dos aprovados dentro das vagas.<\/p>\n\n\n\n<p>\u274c Errado. O STF admitiu afastamento motivado e anterior ao fim do prazo de validade.<\/p>\n\n\n\n<p>???? A extin\u00e7\u00e3o de cargo antes da nomea\u00e7\u00e3o, por motivo fiscal comprovado, pode justificar a n\u00e3o convoca\u00e7\u00e3o do candidato.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2705 Correto. Essa foi a tese fixada no Tema 1.164.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Vers\u00e3o Esquematizada<\/h3>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table class=\"has-fixed-layout\"><tbody><tr><td>???? Concurso p\u00fablico \u2013 direito \u00e0 nomea\u00e7\u00e3o<\/td><\/tr><tr><td>???? CF, art. 169; LRF, arts. 19-20 ???? Mitiga\u00e7\u00e3o excepcional ???? Extin\u00e7\u00e3o motivada + limita\u00e7\u00e3o fiscal ???? Tese do Tema 1.164 RG<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Inteiro Teor<\/h3>\n\n\n\n<p><strong>O direito subjetivo \u00e0 nomea\u00e7\u00e3o de candidato aprovado dentro do n\u00famero de vagas pode ser afastado quando houver posterior extin\u00e7\u00e3o dos cargos ofertados ou em virtude da extrapola\u00e7\u00e3o do limite prudencial de gastos com pessoal<\/strong> (LRF\/2000, arts. 19 e 20). A fim de impedir o exerc\u00edcio do referido direito, essas circunst\u00e2ncias, al\u00e9m de devidamente motivadas, devem ocorrer antes do t\u00e9rmino do prazo de validade do concurso, especialmente para que o corte de gastos n\u00e3o sirva de pretexto para a abertura de espa\u00e7o or\u00e7ament\u00e1rio visando a contrata\u00e7\u00e3o de pessoal tempor\u00e1rio, em afronta ao princ\u00edpio do concurso p\u00fablico.<\/p>\n\n\n\n<p>Conforme jurisprud\u00eancia desta Corte, o candidato aprovado dentro do n\u00famero de vagas possui direito subjetivo \u00e0 nomea\u00e7\u00e3o, impondo \u00e0 Administra\u00e7\u00e3o P\u00fablica, ap\u00f3s a homologa\u00e7\u00e3o do resultado final, o dever de efetivar a nomea\u00e7\u00e3o dentro do prazo de validade do certame. Contudo, esse direito pode ser relativizado em situa\u00e7\u00f5es excepcionais, quando presentes os requisitos da superveni\u00eancia, imprevisibilidade, gravidade e necessidade, submetendo-se ao controle jurisdicional (1).<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, esta Corte admite a possibilidade de extin\u00e7\u00e3o de cargo p\u00fablico quando j\u00e1 provido por servidor em est\u00e1gio probat\u00f3rio, motivo pelo qual a medida tamb\u00e9m \u00e9 leg\u00edtima antes do respectivo provimento, desde que fundamentada na preserva\u00e7\u00e3o do interesse p\u00fablico (2) (3).<\/p>\n\n\n\n<p>Na esp\u00e9cie, comprovou-se, nas inst\u00e2ncias ordin\u00e1rias, que a extin\u00e7\u00e3o do cargo para o qual o recorrido foi aprovado ocorreu somente ap\u00f3s o t\u00e9rmino do prazo de validade do concurso, em viola\u00e7\u00e3o ao direito adquirido, pois o direito \u00e0 nomea\u00e7\u00e3o j\u00e1 se encontrava consolidado.<\/p>\n\n\n\n<p>Com base nesses e em outros entendimentos, o Plen\u00e1rio, por maioria, ao apreciar o Tema 1.164 da repercuss\u00e3o geral, negou provimento ao recurso extraordin\u00e1rio, para manter o ac\u00f3rd\u00e3o do Tribunal de Justi\u00e7a do Estado do Par\u00e1, e fixou a tese citada.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Tese fixada<\/strong>: \u201cA superveniente extin\u00e7\u00e3o dos cargos oferecidos em edital de concurso p\u00fablico em raz\u00e3o da supera\u00e7\u00e3o do limite prudencial de gastos com pessoal, previsto em lei complementar regulamentadora do art. 169 da Constitui\u00e7\u00e3o Federal, desde que anterior ao t\u00e9rmino do prazo de validade do concurso e devidamente motivada, justifica a mitiga\u00e7\u00e3o do direito subjetivo \u00e0 nomea\u00e7\u00e3o de candidato aprovado dentro do n\u00famero de vagas.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>(1) Precedente citado: RE 598.099 (Tema 161 RG).<\/p>\n\n\n\n<p>(2) Precedentes citados: ARE 1.309.402 ED-AgR e RE 558.697 AgR.<\/p>\n\n\n\n<p>(3) Enunciado sumular citado: S\u00famula 22\/STF.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Cargo em comiss\u00e3o de assistente jur\u00eddico de desembargador: nomea\u00e7\u00e3o de parentes integrantes do Poder Judici\u00e1rio estadual<\/h2>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Destaque<\/h3>\n\n\n\n<p>\u00c9 constitucional a nomea\u00e7\u00e3o de servidor efetivo de carreira judici\u00e1ria para o cargo em comiss\u00e3o de assistente jur\u00eddico de desembargador, mesmo que c\u00f4njuge ou parente de magistrado, desde que o cargo n\u00e3o seja subordinado ao parente e que sejam observadas a qualifica\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica e a compatibilidade com o cargo de origem.<\/p>\n\n\n\n<p>ADI 3.496\/SP, Rel. Min. Nunes Marques, Red. p\/ o ac\u00f3rd\u00e3o Min. Fl\u00e1vio Dino, Plen\u00e1rio, julgamento virtual finalizado em 10\/10\/2025.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Conte\u00fado-Base<\/h3>\n\n\n\n<p>???? CF, art. 37 caput e V; SV 13; Resolu\u00e7\u00e3o CNJ 7\/2005.<\/p>\n\n\n\n<p>???? A veda\u00e7\u00e3o ao nepotismo n\u00e3o alcan\u00e7a servidores efetivos concursados, quando h\u00e1 compatibilidade t\u00e9cnica e aus\u00eancia de subordina\u00e7\u00e3o ao parente.<\/p>\n\n\n\n<p>???? O art. 4\u00ba, par\u00e1grafo \u00fanico, da Lei paulista 7.451\/1991 \u00e9 inconstitucional parcialmente, sem redu\u00e7\u00e3o de texto, para excluir tais servidores da proibi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>???? O servidor concursado goza de presun\u00e7\u00e3o de m\u00e9rito e qualifica\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Discuss\u00e3o e Tese<\/h3>\n\n\n\n<p>???? O STF <em>conciliou<\/em> o princ\u00edpio da moralidade administrativa com a acessibilidade a cargos p\u00fablicos, reconhecendo a validade da nomea\u00e7\u00e3o de servidores concursados em cargos comissionados, desde que atendidos os crit\u00e9rios de escolaridade e aus\u00eancia de subordina\u00e7\u00e3o ao magistrado parente.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Como ser\u00e1 Cobrado em Prova<\/h3>\n\n\n\n<p>???? \u00c9 inconstitucional a nomea\u00e7\u00e3o de servidor concursado parente de magistrado para cargo de assessor jur\u00eddico.<\/p>\n\n\n\n<p>\u274c Errado. O STF reconheceu a constitucionalidade com restri\u00e7\u00f5es. A exce\u00e7\u00e3o da SV 13 abrange servidores concursados, desde que n\u00e3o subordinados ao magistrado parente.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Vers\u00e3o Esquematizada<\/h3>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table class=\"has-fixed-layout\"><tbody><tr><td>???? Nepotismo \u2013 assistente jur\u00eddico<\/td><\/tr><tr><td>???? CF, art. 37 V ???? SV 13; Resolu\u00e7\u00e3o CNJ 7\/2005 ???? Exce\u00e7\u00e3o: servidor concursado e qualificado ???? Subordina\u00e7\u00e3o direta \u2192 vedada<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Inteiro Teor<\/h3>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>\u00c9 constitucional a nomea\u00e7\u00e3o de servidor p\u00fablico efetivo de carreira judici\u00e1ria, admitido via concurso p\u00fablico, para o cargo em comiss\u00e3o de assistente jur\u00eddico de desembargador \u2014 ainda que o servidor seja c\u00f4njuge, afim ou parente de algum integrante do \u00f3rg\u00e3o<\/strong> \u2014, desde que (i) inexista subordina\u00e7\u00e3o direta do servidor ao magistrado com quem possui la\u00e7os pr\u00e9vios; e (ii) sejam observadas a compatibilidade do grau de escolaridade do cargo de origem, a qualifica\u00e7\u00e3o profissional do servidor e a complexidade inerente ao cargo em comiss\u00e3o a ser exercido. Essas ressalvas visam prestigiar a efetividade do servi\u00e7o prestado e maximizar a acessibilidade a cargo p\u00fablico.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Conforme a jurisprud\u00eancia dessa Corte (1), a proibi\u00e7\u00e3o do preenchimento de cargo em comiss\u00e3o por c\u00f4njuge e parente de servidor p\u00fablico constitui medida que concretiza os <em>princ\u00edpios republicano, da moralidade e da impessoalidade, sendo que a veda\u00e7\u00e3o ao nepotismo decorre diretamente da Constitui\u00e7\u00e3o Federal (2) (3).<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Contudo, a veda\u00e7\u00e3o absoluta restringe indevidamente o acesso de profissionais qualificados a cargos comissionados e fun\u00e7\u00f5es de confian\u00e7a, mesmo quando aprovados em concurso p\u00fablico, ou seja, com capacita\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica adequada ao exerc\u00edcio das atribui\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A fim de <em>conciliar<\/em> a proibi\u00e7\u00e3o ao nepotismo e a acessibilidade ao cargo p\u00fablico, o Conselho Nacional de Justi\u00e7a (CNJ) editou a Resolu\u00e7\u00e3o n\u00ba 7\/2005, que pro\u00edbe o exerc\u00edcio de cargo de provimento em comiss\u00e3o ou de fun\u00e7\u00e3o gratificada, em cada Tribunal ou Ju\u00edzo, por c\u00f4njuge, companheiro ou parente, at\u00e9 o terceiro grau, inclusive, dos membros ou ju\u00edzes vinculados. Por outro lado, a norma prev\u00ea exce\u00e7\u00e3o aplic\u00e1vel aos servidores ocupantes de cargo efetivo das carreiras judici\u00e1rias, admitidos por concurso p\u00fablico (4).<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Na esp\u00e9cie, a norma estadual impugnada veda a nomea\u00e7\u00e3o de c\u00f4njuges, afins e parentes em linha reta ou colateral, at\u00e9 o 3\u00ba grau, de qualquer dos integrantes do Poder Judici\u00e1rio paulista.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Com base nesses entendimentos, o Plen\u00e1rio, por maioria, julgou procedente a a\u00e7\u00e3o para declarar a inconstitucionalidade parcial, sem redu\u00e7\u00e3o de texto, do art. 4\u00ba, par\u00e1grafo \u00fanico, da Lei n\u00ba 7.451\/1991 do Estado de S\u00e3o Paulo (5), de modo a excluir do seu \u00e2mbito normativo o servidor ocupante de cargo de provimento efetivo, admitido por concurso p\u00fablico, desde que observadas (i) a compatibilidade do grau de escolaridade do cargo de origem, (ii) a qualifica\u00e7\u00e3o profissional do servidor e (iii) a complexidade inerente ao cargo de assistente jur\u00eddico, sendo vedada, em todo caso, a nomea\u00e7\u00e3o quando o cargo for subordinado ao membro do Poder Judici\u00e1rio determinante da situa\u00e7\u00e3o de incompatibilidade.<\/p>\n\n\n\n<p>(1) Precedente citado: MS 23.780.<\/p>\n\n\n\n<p>(2) Precedente citado: ADI 3.094.<\/p>\n\n\n\n<p>(3) Enunciado sumular citado: SV 13.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">3.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Regulamenta\u00e7\u00e3o da prote\u00e7\u00e3o de trabalhadores em face da automa\u00e7\u00e3o<\/h2>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Destaque<\/h3>\n\n\n\n<p>O Congresso Nacional est\u00e1 em mora inconstitucional quanto \u00e0 edi\u00e7\u00e3o de lei que assegure prote\u00e7\u00e3o aos trabalhadores urbanos e rurais contra os impactos da automa\u00e7\u00e3o no emprego e na sa\u00fade laboral, devendo suprir a omiss\u00e3o em 24 meses.<\/p>\n\n\n\n<p>ADO 73\/DF, Rel. Min. Lu\u00eds Roberto Barroso, Plen\u00e1rio, julgamento finalizado em 9\/10\/2025.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Conte\u00fado-Base<\/h3>\n\n\n\n<p>???? CF, arts. 7\u00ba XXVII e 170 VIII.<\/p>\n\n\n\n<p>???? A automa\u00e7\u00e3o \u00e9 um fen\u00f4meno econ\u00f4mico que exige pol\u00edticas p\u00fablicas para mitigar seus efeitos sobre o trabalho.<\/p>\n\n\n\n<p>???? A omiss\u00e3o legislativa viola o dever constitucional de efetivar direitos sociais.<\/p>\n\n\n\n<p>???? O STF fixou prazo de 24 meses para edi\u00e7\u00e3o da lei regulamentadora.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Discuss\u00e3o e Tese<\/h3>\n\n\n\n<p>???? O STF reconheceu que a falta de regulamenta\u00e7\u00e3o do art. 7\u00ba XXVII da CF compromete o direito fundamental dos trabalhadores \u00e0 prote\u00e7\u00e3o contra a automa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2696\ufe0f Determinou prazo razo\u00e1vel para atua\u00e7\u00e3o legislativa, preservando a separa\u00e7\u00e3o dos Poderes e o m\u00ednimo existencial social.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Como ser\u00e1 Cobrado em Prova<\/h3>\n\n\n\n<p>???? O STF considerou inconstitucional a aus\u00eancia de lei que regule a prote\u00e7\u00e3o dos trabalhadores diante da automa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2705 Correto. Reconheceu a mora legislativa. O Congresso Nacional deve editar a lei em at\u00e9 24 meses.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Vers\u00e3o Esquematizada<\/h3>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table class=\"has-fixed-layout\"><tbody><tr><td>???? Prote\u00e7\u00e3o contra automa\u00e7\u00e3o \u2013 mora legislativa<\/td><\/tr><tr><td>???? CF, arts. 7\u00ba XXVII e 170 VIII ???? Direito social \u2192 efic\u00e1cia limitada ???? Omiss\u00e3o inconstitucional reconhecida ???? Prazo: 24 meses para regulamenta\u00e7\u00e3o<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Inteiro Teor<\/h3>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O Congresso Nacional est\u00e1 em mora quanto ao dever constitucional de regulamentar e tornar efetivo o dispositivo que confere aos trabalhadores urbanos e rurais o direito social \u00e0 prote\u00e7\u00e3o em face da automa\u00e7\u00e3o (CF\/1988, art. 7\u00ba, XXVII).<\/p>\n\n\n\n<p>A Constitui\u00e7\u00e3o de 1988, ao adotar um car\u00e1ter dirigente e compromiss\u00f3rio, imp\u00f4s ao legislador o dever de concretizar direitos fundamentais que exigem presta\u00e7\u00e3o normativa espec\u00edfica, como a prote\u00e7\u00e3o contra os impactos da automa\u00e7\u00e3o no mercado de trabalho (1).<\/p>\n\n\n\n<p>A aus\u00eancia de regulamenta\u00e7\u00e3o desse direito, ap\u00f3s mais de tr\u00eas d\u00e9cadas, configura omiss\u00e3o inconstitucional, pois o avan\u00e7o da automa\u00e7\u00e3o pode provocar desemprego estrutural, exigir requalifica\u00e7\u00e3o profissional e impactar a sa\u00fade e seguran\u00e7a no trabalho (CF\/1988, art. 7\u00ba, XXII).<\/p>\n\n\n\n<p>Diante desse cen\u00e1rio, a atua\u00e7\u00e3o normativa do Congresso Nacional \u00e9 indispens\u00e1vel para assegurar a adapta\u00e7\u00e3o dos trabalhadores \u00e0s transforma\u00e7\u00f5es tecnol\u00f3gicas, por meio da capacita\u00e7\u00e3o profissional, da negocia\u00e7\u00e3o coletiva e de medidas de preserva\u00e7\u00e3o do emprego (CF\/1988, art. 170, VIII), sem que isso represente obst\u00e1culo ao desenvolvimento cient\u00edfico e \u00e0 inova\u00e7\u00e3o (CF\/1988, art. 218, caput).<\/p>\n\n\n\n<p>Com base nesses entendimentos, o Plen\u00e1rio, por unanimidade, julgou procedente a a\u00e7\u00e3o, para reconhecer a mora inconstitucional na regulamenta\u00e7\u00e3o da prote\u00e7\u00e3o do trabalhador em face da automa\u00e7\u00e3o, e fixou o prazo de 24 meses para que o Congresso Nacional supra a omiss\u00e3o legislativa.<\/p>\n\n\n\n<p>(1) CF\/1988: \u201cArt. 7\u00ba S\u00e3o direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, al\u00e9m de outros que visem \u00e0 melhoria de sua condi\u00e7\u00e3o social: (&#8230;) XXVII &#8211; prote\u00e7\u00e3o em face da automa\u00e7\u00e3o, na forma da lei.\u201d<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">4.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Defensor P\u00fablico-Geral: prerrogativa de representar judicial e extrajudicialmente a DPU<\/h2>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Destaque<\/h3>\n\n\n\n<p>\u00c9 constitucional norma que confere ao Defensor P\u00fablico-Geral da Uni\u00e3o a prerrogativa de representar judicial e extrajudicialmente a Defensoria P\u00fablica da Uni\u00e3o, sem que isso viole a compet\u00eancia da Advocacia-Geral da Uni\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>ADI 5.603\/DF, Rel. Min. Nunes Marques, Red. p\/ o ac\u00f3rd\u00e3o Min. Alexandre de Moraes, Plen\u00e1rio, julgamento virtual finalizado em 10\/10\/2025.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Conte\u00fado-Base<\/h3>\n\n\n\n<p>???? CF, arts. 131 e 134; LC 80\/1994, art. 8\u00ba II.<\/p>\n\n\n\n<p>???? \u00d3rg\u00e3os p\u00fablicos despersonalizados podem atuar em ju\u00edzo em nome pr\u00f3prio na defesa de suas prerrogativas institucionais.<\/p>\n\n\n\n<p>???? A DPU possui personalidade judici\u00e1ria, podendo litigar autonomamente em causas que envolvam sua autonomia e compet\u00eancias.<\/p>\n\n\n\n<p>???? A prerrogativa do Defensor P\u00fablico-Geral n\u00e3o interfere nas fun\u00e7\u00f5es t\u00edpicas da AGU.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Discuss\u00e3o e Tese<\/h3>\n\n\n\n<p>???? O STF analisou a constitucionalidade do art. 8\u00ba II da LC 80\/1994, que autoriza o Defensor P\u00fablico-Geral a representar a DPU judicial e extrajudicialmente.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2696\ufe0f O Plen\u00e1rio julgou o dispositivo constitucional, reconhecendo que a DPU pode figurar como parte em ju\u00edzo na defesa de suas prerrogativas, sem viola\u00e7\u00e3o \u00e0 compet\u00eancia da AGU.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Como ser\u00e1 Cobrado em Prova<\/h3>\n\n\n\n<p>???? A representa\u00e7\u00e3o judicial da DPU \u00e9 exclusiva da AGU.<\/p>\n\n\n\n<p>\u274c Errado. A DPU tem personalidade judici\u00e1ria pr\u00f3pria para defesa institucional.<\/p>\n\n\n\n<p>???? O Defensor P\u00fablico-Geral pode representar a DPU judicial e extrajudicialmente.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2705 Correto. Esse foi o entendimento firmado na ADI 5.603\/DF, conforme o art. 8\u00ba II da LC 80\/1994.d<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Vers\u00e3o Esquematizada<\/h3>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table class=\"has-fixed-layout\"><tbody><tr><td>???? DPU \u2013 representa\u00e7\u00e3o judicial<\/td><\/tr><tr><td>???? CF, arts. 131 e 134 ???? LC 80\/1994, art. 8\u00ba II ???? Personalidade judici\u00e1ria reconhecida ???? Constitucionalidade confirmada<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Inteiro Teor<\/h3>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>\u00c9 constitucional \u2014 e n\u00e3o viola a compet\u00eancia da Advocacia-Geral da Uni\u00e3o (CF\/1988, art. 131) \u2014 norma federal que confere ao Defensor P\u00fablico-Geral da Uni\u00e3o a atribui\u00e7\u00e3o de representar judicial e extrajudicialmente a Defensoria P\u00fablica da Uni\u00e3o (DPU).<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Conforme jurisprud\u00eancia desta Corte, \u00f3rg\u00e3o p\u00fablico despersonalizado de estatura constitucional pode figurar como parte em uma rela\u00e7\u00e3o jur\u00eddica processual, agindo em nome pr\u00f3prio na defesa de suas prerrogativas institucionais ou de sua compet\u00eancia (1).<\/p>\n\n\n\n<p>Nesse contexto, reconhecer a personalidade judici\u00e1ria da DPU configura medida que visa prevenir conflitos de interesse, aproximando-a de solu\u00e7\u00f5es an\u00e1logas que orientam as defensorias estaduais e outros \u00f3rg\u00e3os estatais.<\/p>\n\n\n\n<p>Na esp\u00e9cie, a norma federal impugnada n\u00e3o possibilita qualquer interpreta\u00e7\u00e3o que amplie as prerrogativas da defensoria p\u00fablica al\u00e9m do que j\u00e1 \u00e9 reconhecido pelo STF.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Com base nesse entendimento, o Plen\u00e1rio, por maioria, julgou improcedente a a\u00e7\u00e3o para assentar a constitucionalidade do art. 8\u00ba, II, da Lei Complementar n\u00ba 80\/1994 (2).<\/p>\n\n\n\n<p>(1) Precedentes citados: SL 866 AgR e STP 933 MC-Ref.<\/p>\n\n\n\n<p>(2) Lei Complementar n\u00ba 80\/1994: \u201cArt. 8\u00ba S\u00e3o atribui\u00e7\u00f5es do Defensor P\u00fablico-Geral, dentre outras: I &#8211; dirigir a Defensoria P\u00fablica da Uni\u00e3o, superintender e coordenar suas atividades e orientar-lhe a atua\u00e7\u00e3o; II &#8211; representar a Defensoria P\u00fablica da Uni\u00e3o judicial e extrajudicialmente;\u201d<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">5.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Defensoria P\u00fablica: regime fiscal e limita\u00e7\u00e3o de despesas<\/h2>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Destaque<\/h3>\n\n\n\n<p>\u00c9 constitucional a emenda estadual que institui regime fiscal de controle de despesas aplic\u00e1vel a todos os Poderes e \u00f3rg\u00e3os aut\u00f4nomos, inclusive \u00e0 Defensoria P\u00fablica, desde que respeitada sua autonomia administrativa e funcional.<\/p>\n\n\n\n<p>ADI 6.061\/CE, Rel. Min. Nunes Marques, Plen\u00e1rio, julgamento virtual finalizado em 10\/10\/2025.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Conte\u00fado-Base<\/h3>\n\n\n\n<p>???? CF, arts. 60, 134 \u00a72\u00ba e 169; EC 88\/2016\/CE.<\/p>\n\n\n\n<p>???? O equil\u00edbrio fiscal \u00e9 condi\u00e7\u00e3o de sustentabilidade das pol\u00edticas p\u00fablicas, inclusive as desenvolvidas pela Defensoria.<\/p>\n\n\n\n<p>???? A autonomia funcional e administrativa da Defensoria n\u00e3o a exime dos limites or\u00e7ament\u00e1rios fixados pela Constitui\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>???? A emenda estadual respeitou o devido processo legislativo e o princ\u00edpio da separa\u00e7\u00e3o dos Poderes.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Discuss\u00e3o e Tese<\/h3>\n\n\n\n<p>???? O STF analisou emenda \u00e0 Constitui\u00e7\u00e3o do Cear\u00e1 que fixou novo regime fiscal com limites de despesas para todos os Poderes, incluindo a Defensoria.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2696\ufe0f O Tribunal considerou que a submiss\u00e3o da Defensoria a limites fiscais n\u00e3o compromete sua autonomia, desde que preservadas suas fun\u00e7\u00f5es institucionais e sua capacidade de gest\u00e3o interna.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Como ser\u00e1 Cobrado em Prova<\/h3>\n\n\n\n<p>???? A institui\u00e7\u00e3o de teto de despesas para a Defensoria \u00e9 leg\u00edtima, desde que respeitada sua autonomia administrativa.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2705 Correto. Esse foi o entendimento aplicado na ADI 6.061\/CE.<\/p>\n\n\n\n<p>???? A autonomia da Defensoria impede sua sujei\u00e7\u00e3o a limites fiscais estaduais.<\/p>\n\n\n\n<p>\u274c Errado. O STF entendeu que a limita\u00e7\u00e3o \u00e9 compat\u00edvel com a CF.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Vers\u00e3o Esquematizada<\/h3>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table class=\"has-fixed-layout\"><tbody><tr><td>???? Defensoria P\u00fablica \u2013 regime fiscal<\/td><\/tr><tr><td>???? CF, arts. 60, 134 \u00a72\u00ba, 169 ???? Equil\u00edbrio fiscal e separa\u00e7\u00e3o dos Poderes ???? Autonomia preservada ???? Constitucionalidade reconhecida<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Inteiro Teor<\/h3>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; \u00c9 constitucional \u2014 e n\u00e3o viola o devido processo legislativo (CF\/1988, art. 60) nem compromete a autonomia funcional e administrativa da Defensoria P\u00fablica (CF\/1988, 134, \u00a7 2\u00ba) e o princ\u00edpio da veda\u00e7\u00e3o ao retrocesso social \u2014 emenda \u00e0 Constitui\u00e7\u00e3o estadual que institui Novo Regime Fiscal no \u00e2mbito dos or\u00e7amentos fiscal e da seguridade social do estado.<\/p>\n\n\n\n<p>Na esp\u00e9cie, a EC cearense n\u00ba 88\/2016 instituiu o Novo Regime Fiscal destinado ao equil\u00edbrio das contas p\u00fablicas, com aplica\u00e7\u00e3o a todos os Poderes e \u00f3rg\u00e3os aut\u00f4nomos. O processo legislativo que resultou na referida emenda observou os requisitos formais previstos na Constitui\u00e7\u00e3o Federal de 1988, dispensando-se participa\u00e7\u00e3o da Defensoria P\u00fablica em sua elabora\u00e7\u00e3o, visto que a autonomia funcional da institui\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 absoluta e, por isso, n\u00e3o limita a atua\u00e7\u00e3o dos Poderes Legislativo e Executivo na ado\u00e7\u00e3o de medidas de ajuste fiscal.<\/p>\n\n\n\n<p>O equil\u00edbrio fiscal \u00e9 condi\u00e7\u00e3o essencial para a manuten\u00e7\u00e3o e o aprimoramento das pol\u00edticas p\u00fablicas, inclusive das a\u00e7\u00f5es desenvolvidas pela Defensoria P\u00fablica, a qual n\u00e3o possui legitimidade para interferir nas medidas de ajuste das contas estaduais, sob o argumento de evitar retrocessos sociais. Nesse contexto, a Defensoria P\u00fablica mant\u00e9m plena autonomia para, dentro dos limites de seu or\u00e7amento, definir prioridades em suas \u00e1reas de atua\u00e7\u00e3o, inexistindo, na esp\u00e9cie, qualquer interfer\u00eancia indevida em sua gest\u00e3o administrativa ou funcional.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">6.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Projeto de iniciativa do Executivo estadual: emenda parlamentar e aumento de despesa<\/h2>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Destaque<\/h3>\n\n\n\n<p>\u00c9 inconstitucional emenda parlamentar que aumenta despesa em projeto de lei de iniciativa privativa do chefe do Poder Executivo, sem estimativa de impacto or\u00e7ament\u00e1rio e financeiro.<\/p>\n\n\n\n<p>ADI 7.145\/MG, Rel. Min. Lu\u00eds Roberto Barroso, Plen\u00e1rio, julgamento virtual finalizado em 10\/10\/2025.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Conte\u00fado-Base<\/h3>\n\n\n\n<p>???? CF, arts. 61 \u00a71\u00ba II a e c; 63 I; ADCT, art. 113.<\/p>\n\n\n\n<p>???? Emenda parlamentar \u00e9 admiss\u00edvel em projeto de iniciativa privativa do Executivo apenas se houver pertin\u00eancia tem\u00e1tica e aus\u00eancia de aumento de despesa sem o respectivo estudo pr\u00e9vio.<\/p>\n\n\n\n<p>???? O art. 113 do ADCT aplica-se a todos os entes federativos e exige estimativa de impacto financeiro.<\/p>\n\n\n\n<p>???? O descumprimento dessas exig\u00eancias gera inconstitucionalidade formal.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Discuss\u00e3o e Tese<\/h3>\n\n\n\n<p>???? O STF examinou normas de Minas Gerais que, por emendas parlamentares, institu\u00edram reajuste salarial, aux\u00edlio social e anistia administrativa sem estudo de impacto or\u00e7ament\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2696\ufe0f O Tribunal julgou inconstitucionais tais dispositivos, por viola\u00e7\u00e3o \u00e0 iniciativa privativa do Executivo e \u00e0 regra do art. 113 do ADCT, fixando duas teses de controle formal.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Como ser\u00e1 Cobrado em Prova<\/h3>\n\n\n\n<p>???? O Legislativo n\u00e3o pode emendar projeto do Executivo se houver aumento de despesa.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2705 Correto. Aumentar despesa exige estimativa pr\u00e9via de impacto.<\/p>\n\n\n\n<p>???? O STF fixou que o art. 113 do ADCT se aplica a todos os entes federados.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2705 Correto. Essa foi a tese firmada na ADI 7.145\/MG.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Vers\u00e3o Esquematizada<\/h3>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table class=\"has-fixed-layout\"><tbody><tr><td>???? Emenda parlamentar \u2013 aumento de despesa<\/td><\/tr><tr><td>???? CF, arts. 61 \u00a71\u00ba II a e c; 63 I ???? ADCT, art. 113 ???? Inconstitucionalidade formal ???? Tese do STF: estimativa pr\u00e9via obrigat\u00f3ria<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Inteiro Teor<\/h3>\n\n\n\n<p>S\u00e3o inconstitucionais \u2014 pois violam a compet\u00eancia legislativa privativa do chefe do Poder Executivo (CF\/1988, art. 61, \u00a7 1\u00ba, II, a e c), bem como resultam em aumento de despesa para a Administra\u00e7\u00e3o P\u00fablica sem estimativa do seu impacto or\u00e7ament\u00e1rio e financeiro (art. 63, I, da CF\/1988 c\/c o art. 113 do ADCT) \u2014 normas estaduais provenientes de emenda parlamentar que, sem pertin\u00eancia tem\u00e1tica com o projeto de lei originalmente encaminhado e desacompanhadas do mencionado estudo de impacto, disp\u00f5em sobre padr\u00e3o remunerat\u00f3rio de seus servidores p\u00fablicos, do aux\u00edlio social e da anistia por infra\u00e7\u00f5es administrativas.<\/p>\n\n\n\n<p>Conforme jurisprud\u00eancia desta Corte, admite-se emenda parlamentar em projeto de iniciativa privativa do chefe do Poder Executivo, desde que n\u00e3o haja aumento de despesa e seja observada a estreita pertin\u00eancia da emenda com o objeto do projeto encaminhado ao Poder Legislativo (1).<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, ao reconhecer a aplicabilidade do art. 113 do ADCT a todos os entes federados, o STF tem declarado a inconstitucionalidade formal de normas que criam ou alteram despesa sem pr\u00e9via estimativa do seu impacto or\u00e7ament\u00e1rio e financeiro (2) (3).<\/p>\n\n\n\n<p>Na esp\u00e9cie, o objeto da proposi\u00e7\u00e3o inicial do governador era aplicar aos vencimentos \u201cde forma equ\u00e2nime e linear, o \u00edndice de 10,06%, correspondente ao IPCA, apurado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica &#8211; IBGE referente ao ano de 2021\u201d. Ocorre que, os dispositivos estaduais impugnados, oriundos de emendas parlamentares, institu\u00edram reajuste remunerat\u00f3rio aos servidores p\u00fablicos civis e militares do Poder Executivo local, asseguraram o recebimento de aux\u00edlio social e anistiaram infra\u00e7\u00f5es administrativas. Al\u00e9m da falta de pertin\u00eancia tem\u00e1tica com a proposi\u00e7\u00e3o original, essas normas, em sua maior parte, configuram aumento de despesa para a Administra\u00e7\u00e3o P\u00fablica, sem que exista na documenta\u00e7\u00e3o do processo legislativo a avalia\u00e7\u00e3o das consequ\u00eancias or\u00e7ament\u00e1rias e financeiras dos gastos.<\/p>\n\n\n\n<p>Com base nesses e em outros entendimentos, o Plen\u00e1rio, por unanimidade, julgou procedente a a\u00e7\u00e3o, para declarar a inconstitucionalidade dos arts. 10 e 11 da Lei n\u00ba 24.035\/2022 do Estado de Minas Gerais, e fixou as teses citadas.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Teses fixadas<\/strong>: \u201c1. \u00c9 inconstitucional dispositivo de lei decorrente de emenda parlamentar que trata de mat\u00e9ria reservada ao Chefe do Poder Executivo. 2. \u00c9 inconstitucional dispositivo de lei que importe em aumento de despesa sem que tenha sido realizada a estimativa de impacto or\u00e7ament\u00e1rio no processo legislativo.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>(1) Precedentes citados: ADI 546, ADI 973 MC, ADI 2.305, ADI 1.333, ADI 3.655, RE 745.811&nbsp; (Tema 686 RG) e ADI 4.884.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>(2) Precedente citado: ADI 6.303.<\/p>\n\n\n\n<p>(3) ADCT: \u201cArt. 113. A proposi\u00e7\u00e3o legislativa que crie ou altere despesa obrigat\u00f3ria ou ren\u00fancia de receita dever\u00e1 ser acompanhada da estimativa do seu impacto or\u00e7ament\u00e1rio e financeiro.\u201d<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">7.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Forma\u00e7\u00e3o m\u00ednima para o exerc\u00edcio do magist\u00e9rio: compet\u00eancia legislativa<\/h2>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Destaque<\/h3>\n\n\n\n<p>\u00c9 inconstitucional lei estadual que exige forma\u00e7\u00e3o m\u00ednima em n\u00edvel superior para o exerc\u00edcio do magist\u00e9rio na educa\u00e7\u00e3o infantil e nas s\u00e9ries iniciais do ensino fundamental, por violar a compet\u00eancia privativa da Uni\u00e3o para legislar sobre diretrizes e bases da educa\u00e7\u00e3o nacional.<\/p>\n\n\n\n<p>ADI 4.871\/SE, Rel. Min. Nunes Marques, Red. p\/ o ac\u00f3rd\u00e3o Min. Cristiano Zanin, Plen\u00e1rio, julgamento virtual finalizado em 10\/10\/2025.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Conte\u00fado-Base<\/h3>\n\n\n\n<p>???? CF, arts. 22 XXIV e 24 IX; Lei 9.394\/1996, art. 62.<\/p>\n\n\n\n<p>???? Compete \u00e0 Uni\u00e3o estabelecer as normas gerais de diretrizes e bases da educa\u00e7\u00e3o nacional.<\/p>\n\n\n\n<p>???? Estados e Distrito Federal podem suplementar a legisla\u00e7\u00e3o federal, mas sem contrariar as normas gerais.<\/p>\n\n\n\n<p>???? A exig\u00eancia estadual de titula\u00e7\u00e3o superior viola a reparti\u00e7\u00e3o de compet\u00eancias e cria tratamento desigual entre os profissionais da educa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Discuss\u00e3o e Tese<\/h3>\n\n\n\n<p>???? O STF avaliou se lei estadual poderia elevar o n\u00edvel de forma\u00e7\u00e3o exigido pela Lei de Diretrizes e Bases (LDB) para professores da educa\u00e7\u00e3o b\u00e1sica.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2696\ufe0f A Corte entendeu que a norma estadual invadiu compet\u00eancia privativa da Uni\u00e3o, que j\u00e1 define o n\u00edvel m\u00e9dio, na modalidade normal, como forma\u00e7\u00e3o m\u00ednima admiss\u00edvel para essas etapas de ensino.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Como ser\u00e1 Cobrado em Prova<\/h3>\n\n\n\n<p>???? Estados n\u00e3o podem exigir titula\u00e7\u00e3o superior para o exerc\u00edcio do magist\u00e9rio nas s\u00e9ries iniciais.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2705 Correto. A compet\u00eancia \u00e9 da Uni\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>???? A LDB admite, como forma\u00e7\u00e3o m\u00ednima, o n\u00edvel m\u00e9dio na modalidade normal para a educa\u00e7\u00e3o infantil e o ensino fundamental.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2705 Correto. Esse foi o entendimento aplicado.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Vers\u00e3o Esquematizada<\/h3>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table class=\"has-fixed-layout\"><tbody><tr><td>???? Magist\u00e9rio \u2013 forma\u00e7\u00e3o m\u00ednima<\/td><\/tr><tr><td>???? CF, arts. 22 XXIV e 24 IX ???? LDB, art. 62 ???? Compet\u00eancia privativa da Uni\u00e3o ???? Norma estadual inconstitucional<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Inteiro Teor<\/h3>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; \u00c9 <em>inconstitucional<\/em> \u2014 por extrapolar a compet\u00eancia suplementar dos estados-membros para legislar sobre educa\u00e7\u00e3o (CF\/1988, art. 24, IX, \u00a7\u00a7 1\u00ba ao 3\u00ba) \u2014 lei estadual que exige forma\u00e7\u00e3o m\u00ednima em n\u00edvel superior para o exerc\u00edcio do magist\u00e9rio na educa\u00e7\u00e3o infantil e nas primeiras s\u00e9ries do ensino fundamental.<\/p>\n\n\n\n<p>Conforme a jurisprud\u00eancia desta Corte, a Uni\u00e3o possui compet\u00eancia privativa para legislar sobre diretrizes e bases da educa\u00e7\u00e3o nacional (CF\/1988, art. 22, XXIV). Por outro lado, em decorr\u00eancia da compet\u00eancia concorrente para legislar sobre educa\u00e7\u00e3o, os estados e o Distrito Federal possuem a prerrogativa de suplementar a legisla\u00e7\u00e3o federal pertinente ao tema, sendo-lhes vedado contrariar as normas gerais estabelecidas pela Uni\u00e3o (1).<\/p>\n\n\n\n<p>Na esp\u00e9cie, a lei estadual impugnada exigiu um patamar mais elevado do que o m\u00ednimo admitido pela Lei de Diretrizes e Bases da Educa\u00e7\u00e3o Nacional &#8211; LDB (Lei n\u00ba 9.394\/1996) para a forma\u00e7\u00e3o dos professores da educa\u00e7\u00e3o infantil e das primeiras s\u00e9ries do ensino fundamental (2), em desrespeito ao regime constitucional de reparti\u00e7\u00e3o de compet\u00eancias.<\/p>\n\n\n\n<p>Com base nesse entendimento, o Plen\u00e1rio, por maioria, julgou procedente a a\u00e7\u00e3o para declarar a inconstitucionalidade formal da Lei Complementar n\u00ba 213\/2011 do Estado de Sergipe (3).<\/p>\n\n\n\n<p>(1) Precedente citado: ADI 2.965 (ac\u00f3rd\u00e3o pendente de publica\u00e7\u00e3o) &#8211; vide Info 1172.<\/p>\n\n\n\n<p>(2) LDB\/1996: \u201cArt. 62. A forma\u00e7\u00e3o de docentes para atuar na educa\u00e7\u00e3o b\u00e1sica far-se-\u00e1 em n\u00edvel superior, em curso de licenciatura plena, admitida, como forma\u00e7\u00e3o m\u00ednima para o exerc\u00edcio do magist\u00e9rio na educa\u00e7\u00e3o infantil e nos cinco primeiros anos do ensino fundamental, a oferecida em n\u00edvel m\u00e9dio, na modalidade normal.\u201d<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">8.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Execu\u00e7\u00e3o trabalhista e inclus\u00e3o de empresa n\u00e3o participante da fase de conhecimento<\/h2>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Destaque<\/h3>\n\n\n\n<p>A execu\u00e7\u00e3o trabalhista n\u00e3o pode ser direcionada contra empresa que n\u00e3o integrou o polo passivo da fase de conhecimento, salvo nas hip\u00f3teses excepcionais de sucess\u00e3o empresarial ou de abuso da personalidade jur\u00eddica, com observ\u00e2ncia do incidente de desconsidera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>RE 1.387.795\/MG (Tema 1.232 RG), Rel. Min. Dias Toffoli, Plen\u00e1rio, julgamento virtual finalizado em 10\/10\/2025.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Conte\u00fado-Base<\/h3>\n\n\n\n<p>???? CF, art. 5\u00ba LIV e LV; CLT, arts. 2\u00ba \u00a7\u00a72\u00ba-3\u00ba, 448-A e 855-A; CPC, arts. 133-137.<\/p>\n\n\n\n<p>???? O redirecionamento da execu\u00e7\u00e3o trabalhista exige pr\u00e9via participa\u00e7\u00e3o da empresa na fase de conhecimento, salvo exce\u00e7\u00f5es legais.<\/p>\n\n\n\n<p>???? O incidente de desconsidera\u00e7\u00e3o da personalidade jur\u00eddica deve ser instaurado sempre que se busque atingir patrim\u00f4nio de terceiros.<\/p>\n\n\n\n<p>???? As garantias do contradit\u00f3rio e da ampla defesa aplicam-se integralmente na execu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Discuss\u00e3o e Tese<\/h3>\n\n\n\n<p>???? O STF decidiu que o cumprimento de senten\u00e7a trabalhista s\u00f3 pode atingir empresas que participaram da fase de conhecimento, ressalvadas as hip\u00f3teses excepcionais de sucess\u00e3o empresarial e abuso da personalidade jur\u00eddica.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2696\ufe0f O Plen\u00e1rio fixou tese em repercuss\u00e3o geral (Tema 1.232), assegurando a observ\u00e2ncia do devido processo legal tamb\u00e9m na execu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Como ser\u00e1 Cobrado em Prova<\/h3>\n\n\n\n<p>???? \u00c9 poss\u00edvel direcionar a execu\u00e7\u00e3o trabalhista contra qualquer empresa do grupo econ\u00f4mico, ainda que n\u00e3o tenha participado do processo de conhecimento.<\/p>\n\n\n\n<p>\u274c Errado. O STF restringiu a possibilidade. O redirecionamento da execu\u00e7\u00e3o \u00e9 admitido apenas nos casos de sucess\u00e3o empresarial ou abuso de personalidade, mediante o incidente espec\u00edfico.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Vers\u00e3o Esquematizada<\/h3>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table class=\"has-fixed-layout\"><tbody><tr><td>???? Execu\u00e7\u00e3o trabalhista \u2013 grupo econ\u00f4mico<\/td><\/tr><tr><td>???? CLT, arts. 2\u00ba \u00a7\u00a72\u00ba-3\u00ba, 448-A, 855-A ???? CPC, arts. 133-137 ???? Garantia do contradit\u00f3rio e devido processo ???? Tema 1.232 RG<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Inteiro Teor<\/h3>\n\n\n\n<p>O cumprimento de senten\u00e7a trabalhista pode ser promovido somente contra empresa do grupo econ\u00f4mico que participou da fase de conhecimento do processo, exceto nas hip\u00f3teses de sucess\u00e3o empresarial (CLT\/1943, art. 448-A) ou de abuso de personalidade jur\u00eddica (CC\/2002, art. 50), situa\u00e7\u00f5es excepcionais em que dever\u00e1 ser observado o procedimento de desconsidera\u00e7\u00e3o da personalidade jur\u00eddica (CLT\/1943, art. 855-A e CPC\/2015, arts. 133 a 137).<\/p>\n\n\n\n<p>Como regra geral, <strong>a execu\u00e7\u00e3o trabalhista n\u00e3o pode ser direcionada contra uma empresa que n\u00e3o integrou o polo passivo na fase de conhecimento<\/strong>. A inclus\u00e3o de correspons\u00e1veis solid\u00e1rios, inclusive em casos de grupo econ\u00f4mico, deve ser solicitada e comprovada pelo reclamante ainda na peti\u00e7\u00e3o inicial.<\/p>\n\n\n\n<p>A inclus\u00e3o tardia de uma parte na execu\u00e7\u00e3o desrespeita o n\u00facleo das garantias constitucionais do devido processo legal, do contradit\u00f3rio e da ampla defesa (CF\/1988, art. 5 \u00ba, LIV e LV), uma vez que nesta fase as alega\u00e7\u00f5es s\u00e3o restritas (1) e a possibilidade de interpor recurso de revista \u00e9 limitada \u00e0 ofensa direta da Constitui\u00e7\u00e3o (2).<\/p>\n\n\n\n<p>O redirecionamento da execu\u00e7\u00e3o \u00e9 admitido apenas em car\u00e1ter excepcional, quando se tratar de sucess\u00e3o empresarial (3) ou de abuso da personalidade jur\u00eddica (4), e sempre mediante o procedimento de desconsidera\u00e7\u00e3o da personalidade jur\u00eddica (5) (6).<\/p>\n\n\n\n<p>Na esp\u00e9cie, o Tribunal Superior do Trabalho negou provimento ao recurso de revista referente a um caso no qual a recorrente foi inclu\u00edda no polo passivo da lide na fase de execu\u00e7\u00e3o trabalhista, embora n\u00e3o tenha participado da fase de conhecimento e sem a instaura\u00e7\u00e3o do incidente de desconsidera\u00e7\u00e3o de personalidade jur\u00eddica, s\u00f3 tendo a oportunidade de apresentar suas raz\u00f5es por ocasi\u00e3o dos embargos \u00e0 execu\u00e7\u00e3o, com as restri\u00e7\u00f5es pr\u00f3prias dessa via.<\/p>\n\n\n\n<p>Com base nesses e em outros entendimentos, o Plen\u00e1rio, por maioria, ao apreciar o Tema 1.232 da repercuss\u00e3o geral, deu provimento ao recurso extraordin\u00e1rio, para excluir a recorrente do polo passivo da execu\u00e7\u00e3o, e fixou a tese citada.<\/p>\n\n\n\n<p><br \/><strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Teses fixadas<\/strong>: \u201c1 &#8211; O cumprimento da senten\u00e7a trabalhista n\u00e3o poder\u00e1 ser promovido em face de empresa que n\u00e3o tiver participado da fase de conhecimento do processo, devendo o reclamante indicar na peti\u00e7\u00e3o inicial as pessoas jur\u00eddicas correspons\u00e1veis solid\u00e1rias contra as quais pretende direcionar a execu\u00e7\u00e3o de eventual t\u00edtulo judicial, inclusive nas hip\u00f3teses de grupo econ\u00f4mico (art. 2\u00b0, \u00a7\u00a7 2\u00b0 e 3\u00b0, da CLT), demonstrando concretamente, nesta hip\u00f3tese, a presen\u00e7a dos requisitos legais; 2 &#8211; Admite-se, excepcionalmente, o redirecionamento da execu\u00e7\u00e3o trabalhista ao terceiro que n\u00e3o participou do processo de conhecimento nas hip\u00f3teses de sucess\u00e3o empresarial (art. 448-A da CLT) e abuso da personalidade jur\u00eddica (art. 50 do CC), observado o procedimento previsto no art. 855-A da CLT e nos arts. 133 a 137 do CPC; 3 &#8211; Aplica-se tal procedimento mesmo aos redirecionamentos operados antes da Reforma Trabalhista de 2017, ressalvada a indiscutibilidade relativa aos casos j\u00e1 transitados em julgado, aos cr\u00e9ditos j\u00e1 satisfeitos e \u00e0s execu\u00e7\u00f5es findas ou definitivamente arquivadas.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>(1) CLT\/1943: \u201cArt. 884 &#8211; Garantida a execu\u00e7\u00e3o ou penhorados os bens, ter\u00e1 o executado 5 (cinco) dias para apresentar embargos, cabendo igual prazo ao exeq\u00fcente para impugna\u00e7\u00e3o.&nbsp; \u00a7 1\u00ba &#8211; A mat\u00e9ria de defesa ser\u00e1 restrita \u00e0s alega\u00e7\u00f5es de cumprimento da decis\u00e3o ou do acordo, quita\u00e7\u00e3o ou prescri\u00e7\u00e3o da d\u00edvida.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>(2) CLT\/1943: \u201cArt. 896 &#8211; Cabe Recurso de Revista para Turma do Tribunal Superior do Trabalho das decis\u00f5es proferidas em grau de recurso ordin\u00e1rio, em diss\u00eddio individual, pelos Tribunais Regionais do Trabalho, quando: (&#8230;) \u00a7 2\u00ba Das decis\u00f5es proferidas pelos Tribunais Regionais do Trabalho ou por suas Turmas, em execu\u00e7\u00e3o de senten\u00e7a, inclusive em processo incidente de embargos de terceiro, n\u00e3o caber\u00e1 Recurso de Revista, salvo na hip\u00f3tese de ofensa direta e literal de norma da Constitui\u00e7\u00e3o Federal.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>(3) CLT\/1943: \u201cArt. 448-A.&nbsp; Caracterizada a sucess\u00e3o empresarial ou de empregadores prevista nos arts. 10 e 448 desta Consolida\u00e7\u00e3o, as obriga\u00e7\u00f5es trabalhistas, inclusive as contra\u00eddas \u00e0 \u00e9poca em que os empregados trabalhavam para a empresa sucedida, s\u00e3o de responsabilidade do sucessor.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>(4) CC\/2002: \u201cArt. 50.&nbsp; Em caso de abuso da personalidade jur\u00eddica, caracterizado pelo desvio de finalidade ou pela confus\u00e3o patrimonial, pode o juiz, a requerimento da parte, ou do Minist\u00e9rio P\u00fablico quando lhe couber intervir no processo, desconsider\u00e1-la para que os efeitos de certas e determinadas rela\u00e7\u00f5es de obriga\u00e7\u00f5es sejam estendidos aos bens particulares de administradores ou de s\u00f3cios da pessoa jur\u00eddica beneficiados direta ou indiretamente pelo abuso.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>(5) CLT\/1943: \u201cArt. 855-A.&nbsp; Aplica-se ao processo do trabalho o incidente de desconsidera\u00e7\u00e3o da personalidade jur\u00eddica previsto nos arts. 133 a 137 da Lei n\u00ba 13.105, de 16 de mar\u00e7o de 2015 &#8211; C\u00f3digo de Processo Civil.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>(6) CPC\/2015: \u201cArt. 133. O incidente de desconsidera\u00e7\u00e3o da personalidade jur\u00eddica ser\u00e1 instaurado a pedido da parte ou do Minist\u00e9rio P\u00fablico, quando lhe couber intervir no processo. \u00a7 1\u00ba O pedido de desconsidera\u00e7\u00e3o da personalidade jur\u00eddica observar\u00e1 os pressupostos previstos em lei. \u00a7 2\u00ba Aplica-se o disposto neste Cap\u00edtulo \u00e0 hip\u00f3tese de desconsidera\u00e7\u00e3o inversa da personalidade jur\u00eddica.&nbsp;&nbsp; Art. 134. O incidente de desconsidera\u00e7\u00e3o \u00e9 cab\u00edvel em todas as fases do processo de conhecimento, no cumprimento de senten\u00e7a e na execu\u00e7\u00e3o fundada em t\u00edtulo executivo extrajudicial. \u00a7 1\u00ba A instaura\u00e7\u00e3o do incidente ser\u00e1 imediatamente comunicada ao distribuidor para as anota\u00e7\u00f5es devidas. \u00a7 2\u00ba Dispensa-se a instaura\u00e7\u00e3o do incidente se a desconsidera\u00e7\u00e3o da personalidade jur\u00eddica for requerida na peti\u00e7\u00e3o inicial, hip\u00f3tese em que ser\u00e1 citado o s\u00f3cio ou a pessoa jur\u00eddica. \u00a7 3\u00ba A instaura\u00e7\u00e3o do incidente suspender\u00e1 o processo, salvo na hip\u00f3tese do \u00a7 2\u00ba. \u00a7 4\u00ba O requerimento deve demonstrar o preenchimento dos pressupostos legais espec\u00edficos para desconsidera\u00e7\u00e3o da personalidade jur\u00eddica.&nbsp; Art. 135. Instaurado o incidente, o s\u00f3cio ou a pessoa jur\u00eddica ser\u00e1 citado para manifestar-se e requerer as provas cab\u00edveis no prazo de 15 (quinze) dias. Art. 136. Conclu\u00edda a instru\u00e7\u00e3o, se necess\u00e1ria, o incidente ser\u00e1 resolvido por decis\u00e3o interlocut\u00f3ria. Par\u00e1grafo \u00fanico. Se a decis\u00e3o for proferida pelo relator, cabe agravo interno. Art. 137. Acolhido o pedido de desconsidera\u00e7\u00e3o, a aliena\u00e7\u00e3o ou a onera\u00e7\u00e3o de bens, havida em fraude de execu\u00e7\u00e3o, ser\u00e1 ineficaz em rela\u00e7\u00e3o ao requerente.\u201d<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">9.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Recurso de revista e requisito da transcend\u00eancia<\/h2>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Destaque<\/h3>\n\n\n\n<p>\u00c9 constitucional a exig\u00eancia do requisito da transcend\u00eancia para a admissibilidade do recurso de revista na Justi\u00e7a do Trabalho, mantida a vig\u00eancia do art. 1\u00ba da MP 2.226\/2001, que introduziu o art. 896-A na CLT.<\/p>\n\n\n\n<p>ADI 2.527\/DF, Rel. Min. C\u00e1rmen L\u00facia, Plen\u00e1rio, julgamento finalizado em 9\/10\/2025.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Conte\u00fado-Base<\/h3>\n\n\n\n<p>???? CF, art. 62; MP 2.226\/2001, art. 1\u00ba; CLT, art. 896-A; Lei 13.467\/2017.<\/p>\n\n\n\n<p>???? A MP 2.226\/2001 permanece em vigor, conforme art. 2\u00ba da EC 32\/2001.<\/p>\n\n\n\n<p>???? O requisito da transcend\u00eancia objetiva filtrar recursos com maior relev\u00e2ncia econ\u00f4mica, pol\u00edtica, social ou jur\u00eddica.<\/p>\n\n\n\n<p>???? A medida visa \u00e0 racionaliza\u00e7\u00e3o do sistema recursal e n\u00e3o viola o acesso \u00e0 justi\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Discuss\u00e3o e Tese<\/h3>\n\n\n\n<p>???? O STF reafirmou a validade do requisito da transcend\u00eancia no recurso de revista, institu\u00eddo por medida provis\u00f3ria anterior \u00e0 EC 32\/2001 e posteriormente incorporado pela Reforma Trabalhista.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2696\ufe0f O Tribunal entendeu que o instituto \u00e9 compat\u00edvel com a CF e promove celeridade e seguran\u00e7a jur\u00eddica, evitando sobrecarga do TST.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Como ser\u00e1 Cobrado em Prova<\/h3>\n\n\n\n<p>???? O requisito da transcend\u00eancia \u00e9 constitucional e compat\u00edvel com o princ\u00edpio do acesso \u00e0 justi\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2705 Correto. Esse foi o entendimento aplicado na ADI 2.527\/DF.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Vers\u00e3o Esquematizada<\/h3>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table class=\"has-fixed-layout\"><tbody><tr><td>???? Recurso de revista \u2013 transcend\u00eancia<\/td><\/tr><tr><td>???? CF, art. 62; MP 2.226\/2001; CLT, art. 896-A ???? EC 32\/2001, art. 2\u00ba ???? Constitucionalidade reconhecida ???? Reforma Trabalhista confirmou o modelo<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Inteiro Teor<\/h3>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp; \u00c9 constitucional \u2014 diante da preval\u00eancia do princ\u00edpio do interesse p\u00fablico e da seguran\u00e7a jur\u00eddica, do atendimento aos pressupostos de relev\u00e2ncia e urg\u00eancia das medidas provis\u00f3rias (CF\/1988, art. 62), bem como para garantir a estabilidade do modelo vigente \u2014 a manuten\u00e7\u00e3o da efic\u00e1cia do art. 1\u00ba da MP n\u00ba 2.226\/2001, que instituiu o requisito da transcend\u00eancia para o recurso de revista no \u00e2mbito da Justi\u00e7a do Trabalho, mesmo ap\u00f3s mais de duas d\u00e9cadas de sua edi\u00e7\u00e3o sem convers\u00e3o em lei.<\/p>\n\n\n\n<p>Esta Corte admite, em car\u00e1ter excepcional, o controle judicial dos requisitos constitucionais formais para a edi\u00e7\u00e3o de medidas provis\u00f3rias, especialmente quanto \u00e0 relev\u00e2ncia e \u00e0 urg\u00eancia (1).<\/p>\n\n\n\n<p>Na esp\u00e9cie, a MP n\u00ba 2.226\/2001 foi editada antes da EC n\u00ba 32\/2001 e, por for\u00e7a do art. 2\u00ba dessa emenda (2), permanece vigente, pois n\u00e3o foi revogada por medida provis\u00f3ria posterior nem por delibera\u00e7\u00e3o definitiva do Congresso Nacional. Ao analisar os preceitos constitucionais para sua edi\u00e7\u00e3o, o STF, no exame da medida cautelar pleiteada na presente a\u00e7\u00e3o, reconheceu a presen\u00e7a da relev\u00e2ncia e da urg\u00eancia em virtude do cen\u00e1rio de sobrecarga do Tribunal Superior do Trabalho e da necessidade de aprimorar e racionalizar o sistema recursal trabalhista.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, o requisito da transcend\u00eancia, incorporado ao modelo processual pela mencionada MP e posteriormente regulamentado pela \u201cReforma Trabalhista\u201d (Lei n\u00ba 13.467\/2017), <strong>objetiva filtrar recursos com maior relev\u00e2ncia econ\u00f4mica, pol\u00edtica, social ou jur\u00eddica<\/strong>. Ele constitui mecanismo leg\u00edtimo de sele\u00e7\u00e3o dos recursos de revista, pois promove o acesso \u00e0 jurisdi\u00e7\u00e3o e a efetividade do <em>princ\u00edpio da celeridade<\/em>, sem comprometer o direito de defesa ou a seguran\u00e7a jur\u00eddica.<\/p>\n\n\n\n<p>Nesse contexto, eventual declara\u00e7\u00e3o de inconstitucionalidade da norma, ap\u00f3s mais de vinte anos de vig\u00eancia e milhares de decis\u00f5es fundamentadas em seu conte\u00fado, acarretaria grave inseguran\u00e7a e desorganiza\u00e7\u00e3o do sistema recursal trabalhista.<\/p>\n\n\n\n<p>Com base nesses e em outros entendimentos, o Plen\u00e1rio, por unanimidade, (i) julgou parcialmente prejudicada a a\u00e7\u00e3o com rela\u00e7\u00e3o aos arts. 2\u00ba e 3\u00ba da MP n\u00ba 2.226\/2001, diante da perda superveniente do objeto; (ii) no m\u00e9rito, julgou improcedente a a\u00e7\u00e3o para manter a efic\u00e1cia do art. 1\u00ba da MP n\u00ba 2.226\/2001 (3), que instituiu o requisito da transcend\u00eancia para o recurso de revista na Justi\u00e7a do Trabalho; e, por fim, (iii) formulou apelo ao legislador nacional para que discipline a mat\u00e9ria de forma pormenorizada.<\/p>\n\n\n\n<p>(1) Precedentes citados: ADI 4.717, ADI 7.232 MC-Ref, RE 592.377 (Tema 33 RG) e ADI 7.093.<\/p>\n\n\n\n<p>(2) EC n\u00ba 32\/2001: \u201cArt. 2\u00ba As medidas provis\u00f3rias editadas em data anterior \u00e0 da publica\u00e7\u00e3o desta emenda continuam em vigor at\u00e9 que medida provis\u00f3ria ulterior as revogue explicitamente ou at\u00e9 delibera\u00e7\u00e3o definitiva do Congresso Nacional.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>(3) MP n\u00ba 2.226\/2001: \u201cArt. 1\u00ba&nbsp; A Consolida\u00e7\u00e3o das Leis do Trabalho, aprovada pelo Decreto-Lei n\u00ba 5.452, de 1\u00ba de maio de 1943, passa a vigorar acrescida do seguinte dispositivo: \u2018Art. 896-A.&nbsp; O Tribunal Superior do Trabalho, no recurso de revista, examinar\u00e1 previamente se a causa oferece transcend\u00eancia com rela\u00e7\u00e3o aos reflexos gerais de natureza econ\u00f4mica, pol\u00edtica, social ou jur\u00eddica.\u2019 (NR)\u201d&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>***<\/p>\n\n\n\n<div data-wp-interactive=\"core\/file\" class=\"wp-block-file\"><object aria-label=\"Incorporar PDF\" data-wp-bind--hidden=\"!state.hasPdfPreview\" hidden><\/object><a id=\"wp-block-file--media-bed42fe2-47d3-48b3-be3d-8169a9b830db\" href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2025\/11\/05092915\/stf-info-1194.pdf\">STF &#8211; Info 1194<\/a><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2025\/11\/05092915\/stf-info-1194.pdf\" class=\"wp-block-file__button wp-element-button\" download aria-describedby=\"wp-block-file--media-bed42fe2-47d3-48b3-be3d-8169a9b830db\">Baixar<\/a><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>DOWNLOAD do PDF 1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Concurso p\u00fablico: direito subjetivo \u00e0 nomea\u00e7\u00e3o e possibilidade de afastamento Destaque O direito 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