{"id":1655461,"date":"2025-10-15T09:11:05","date_gmt":"2025-10-15T12:11:05","guid":{"rendered":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/?p=1655461"},"modified":"2025-10-15T09:11:07","modified_gmt":"2025-10-15T12:11:07","slug":"informativo-stf-1191-comentado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/informativo-stf-1191-comentado\/","title":{"rendered":"Informativo STF 1191 Comentado"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-text-align-center\"><strong><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2025\/10\/15091041\/stf-info-1191.pdf\">DOWNLOAD do PDF<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"lyte-wrapper\" style=\"width:853px;max-width:100%;margin:5px;\"><div class=\"lyMe\" id=\"WYL_K7GwMeGrdbQ\"><div id=\"lyte_K7GwMeGrdbQ\" data-src=\"\/\/i.ytimg.com\/vi\/K7GwMeGrdbQ\/hqdefault.jpg\" class=\"pL\"><div class=\"tC\"><div class=\"tT\"><\/div><\/div><div class=\"play\"><\/div><div class=\"ctrl\"><div class=\"Lctrl\"><\/div><div class=\"Rctrl\"><\/div><\/div><\/div><noscript><a href=\"https:\/\/youtu.be\/K7GwMeGrdbQ\" rel=\"nofollow\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i.ytimg.com\/vi\/K7GwMeGrdbQ\/0.jpg\" alt=\"YouTube video thumbnail\" width=\"853\" height=\"460\" \/><br \/>Assista a este v\u00eddeo no YouTube<\/a><\/noscript><\/div><\/div><div class=\"lL\" style=\"max-width:100%;width:853px;margin:5px;\"><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-1-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-delegacao-ao-poder-executivo-para-fixar-e-alterar-valor-de-parcela-remuneratoria\">1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Delega\u00e7\u00e3o ao Poder Executivo para fixar e alterar valor de parcela remunerat\u00f3ria<\/h2>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-destaque\">Destaque<\/h3>\n\n\n\n<p>\u00c9 inconstitucional a delega\u00e7\u00e3o ao Poder Executivo para fixar e alterar o valor de parcela remunerat\u00f3ria de servidor p\u00fablico, devendo essa atribui\u00e7\u00e3o ser exercida exclusivamente por lei formal.<\/p>\n\n\n\n<p>ARE 1.524.795\/MG (Tema 1.427 RG), Rel. Min. Presidente, Plen\u00e1rio, julgamento finalizado em 19\/9\/2025.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-conteudo-base\">Conte\u00fado-Base<\/h3>\n\n\n\n<p>???? CF, arts. 37 X e 169 \u00a71\u00ba; Lei estadual 6.762\/1975; Decreto estadual 46.284\/2013.<\/p>\n\n\n\n<p>???? Fixa\u00e7\u00e3o e altera\u00e7\u00e3o de remunera\u00e7\u00e3o dependem de lei formal.<\/p>\n\n\n\n<p>???? A delega\u00e7\u00e3o \u00e0 administra\u00e7\u00e3o viola o princ\u00edpio da reserva legal.<\/p>\n\n\n\n<p>???? O reconhecimento da inconstitucionalidade n\u00e3o autoriza redu\u00e7\u00e3o remunerat\u00f3ria nem devolu\u00e7\u00e3o de valores recebidos.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-discussao-e-tese\">Discuss\u00e3o e Tese<\/h3>\n\n\n\n<p>???? O STF apreciou se a lei estadual mineira poderia permitir ao Executivo alterar o valor da Gratifica\u00e7\u00e3o de Est\u00edmulo \u00e0 Produ\u00e7\u00e3o (GEPI).<\/p>\n\n\n\n<p>\u2696\ufe0f Fixou que apenas o Legislativo pode fixar ou alterar valores remunerat\u00f3rios; a regulamenta\u00e7\u00e3o administrativa \u00e9 admiss\u00edvel apenas para definir crit\u00e9rios operacionais.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-como-sera-cobrado-em-prova\">Como ser\u00e1 Cobrado em Prova<\/h3>\n\n\n\n<p>???? O Poder Executivo pode receber delega\u00e7\u00e3o legislativa fixar e reajustar gratifica\u00e7\u00e3o de servidor por decreto regulamentar.<\/p>\n\n\n\n<p>\u274c Errado. A reserva legal abrange a fixa\u00e7\u00e3o e altera\u00e7\u00e3o de remunera\u00e7\u00e3o, sendo vedada a delega\u00e7\u00e3o ao Executivo (Tema 1.427 RG).<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-versao-esquematizada\">Vers\u00e3o Esquematizada<\/h3>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table class=\"has-fixed-layout\"><tbody><tr><td>???? Remunera\u00e7\u00e3o \u2013 reserva legal<\/td><\/tr><tr><td>???? CF, arts. 37 X e 169 \u00a71\u00ba ???? Fixa\u00e7\u00e3o depende de lei formal ???? Delega\u00e7\u00e3o ao Executivo = inconstitucional ???? Irredutibilidade preservada<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-inteiro-teor\">Inteiro Teor<\/h3>\n\n\n\n<p>Em observ\u00e2ncia ao princ\u00edpio da reserva legal, <strong>n\u00e3o compete ao Poder Executivo fixar e alterar o valor de parcela remunerat\u00f3ria de servidor p\u00fablico<\/strong>. Al\u00e9m disso, o reconhecimento de eventual inconstitucionalidade n\u00e3o autoriza o desconto na remunera\u00e7\u00e3o ou a repeti\u00e7\u00e3o de valores, em virtude da seguran\u00e7a jur\u00eddica e da garantia de irredutibilidade de vencimentos.<\/p>\n\n\n\n<p>Conforme a jurisprud\u00eancia desta Corte, a delega\u00e7\u00e3o ao Poder Executivo para a fixa\u00e7\u00e3o da quantia de parcela remunerat\u00f3ria assim como a altera\u00e7\u00e3o autom\u00e1tica de seu valor conforme a varia\u00e7\u00e3o da arrecada\u00e7\u00e3o violam a exig\u00eancia constitucional de lei em sentido formal para fixa\u00e7\u00e3o ou altera\u00e7\u00e3o de remunera\u00e7\u00e3o de servidores p\u00fablicos (CF\/1988, arts. 37, X; e 169, \u00a7 1\u00ba).<\/p>\n\n\n\n<p>A lei estadual objeto de an\u00e1lise atribui ao Poder Executivo a regulamenta\u00e7\u00e3o de condi\u00e7\u00f5es, crit\u00e9rios, formas e limites da parcela remunerat\u00f3ria Gratifica\u00e7\u00e3o de Est\u00edmulo \u00e0 Produ\u00e7\u00e3o (GEPI) aos ocupantes do cargo de Fiscal de Tributos Estaduais e de Agente Fiscal de Tributos Estaduais (1), motivo pelo qual o governador do estado editou decreto para regulamentar a parcela (2).<\/p>\n\n\n\n<p>O \u00edndice de corre\u00e7\u00e3o monet\u00e1ria da GEPI \u00e9 utilizado para atualiza\u00e7\u00e3o das bases de arrecada\u00e7\u00e3o em cada exerc\u00edcio, n\u00e3o havendo vincula\u00e7\u00e3o ao IPCA, de modo que inexiste desobedi\u00eancia \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o constitucional do art. 37, XIII (3), e ao teor da SV 42 (4).<\/p>\n\n\n\n<p>Na esp\u00e9cie, a Turma Recursal do Estado de Minas Gerais determinou o pagamento de diferen\u00e7as da GEPI, destacando ser incontroverso o atraso no adimplemento da verba, e que, por se tratar de direito j\u00e1 concedido aos servidores, sujeita a condena\u00e7\u00e3o do ente p\u00fablico \u00e0 quita\u00e7\u00e3o retroativa, sob pena de enriquecimento sem causa.<\/p>\n\n\n\n<p>Com base nesses entendimentos, o Plen\u00e1rio, por unanimidade, reconheceu a exist\u00eancia de repercuss\u00e3o geral da quest\u00e3o constitucional suscitada (Tema 1.427 da repercuss\u00e3o geral), bem como reafirmou a jurisprud\u00eancia dominante sobre a mat\u00e9ria (5), para conhecer parcialmente o recurso, e, nessa extens\u00e3o, dar-lhe provimento, a fim de reformar o ac\u00f3rd\u00e3o recorrido e julgar improcedente o pedido formulado. Por fim, fixou a tese citada.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Tese fixada<\/strong>: \u201c1. \u00c9 inconstitucional a delega\u00e7\u00e3o ao Poder Executivo de atribui\u00e7\u00e3o para fixar e alterar o valor de parcela remunerat\u00f3ria, prevista no \u00a7 2\u00ba do art. 20 da Lei estadual n\u00ba 6.762\/1975, com a reda\u00e7\u00e3o dada pela Lei n\u00ba 12.984\/1998, e no art. 3\u00ba do Decreto n\u00ba 46.284\/2013; 2. O reconhecimento da inconstitucionalidade n\u00e3o autoriza decr\u00e9scimo remunerat\u00f3rio nem a repeti\u00e7\u00e3o de valores.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>(1) Lei n\u00ba 6.762\/1975 do Estado de Minas Gerais: \u201cArt. 20 &#8211; As gratifica\u00e7\u00f5es s\u00e3o de: I &#8211; est\u00edmulo \u00e0 produ\u00e7\u00e3o individual; (&#8230;) \u00a7 1\u00ba &#8211; A gratifica\u00e7\u00e3o de est\u00edmulo \u00e0 produ\u00e7\u00e3o individual ser\u00e1 atribu\u00edda ao servidor ocupante de cargo das classes de Fiscal de Tributos Estaduais e de Agente Fiscal de Tributos Estaduais, quando no efetivo exerc\u00edcio do seu cargo, e ao ocupante de cargo do Quadro Espec\u00edfico de Provimento em Comiss\u00e3o de que trata esta Lei. \u00a7 2\u00ba &#8211; Fica o Poder Executivo autorizado a regulamentar as condi\u00e7\u00f5es, os crit\u00e9rios, as formas e os limites para atribui\u00e7\u00e3o e pagamento da gratifica\u00e7\u00e3o de que trata o \u00a7 1\u00ba, cujo valor mensal n\u00e3o poder\u00e1 ultrapassar 4 (quatro) vezes o valor do maior vencimento calculado na forma prevista no art. 18 desta lei.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>(2) Decreto n\u00ba 46.284\/2013 do Estado de Minas Gerais: \u201cArt. 3\u00ba. O valor unit\u00e1rio da cota-GEPI corresponde \u00e0 import\u00e2ncia equivalente a onze mil seiscentos e tr\u00eas cent\u00e9simos de mil\u00e9simos por cento do valor do vencimento b\u00e1sico do cargo de Gestor Fazend\u00e1rio, N\u00edvel I, Grau \u2018A\u2019. \u00a7 1\u00ba. O valor da cota-GEPI ser\u00e1 ajustado em primeiro de janeiro de cada ano em rela\u00e7\u00e3o ao valor vigente em dezembro do \u00faltimo ano, pela varia\u00e7\u00e3o positiva da arrecada\u00e7\u00e3o dos impostos estaduais apurada de janeiro a dezembro do \u00faltimo ano, em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 arrecada\u00e7\u00e3o do pen\u00faltimo ano, atualizada, m\u00eas a m\u00eas, at\u00e9 o m\u00eas de dezembro do \u00faltimo ano com base em cem por cento do \u00cdndice de Pre\u00e7os ao Consumidor Amplo \u2013 IPCA \u2013 verificado no per\u00edodo.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>(3) CF\/1988: \u201cArt. 37. A administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica direta e indireta de qualquer dos Poderes da Uni\u00e3o, dos Estados, do Distrito Federal e dos Munic\u00edpios obedecer\u00e1 aos princ\u00edpios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e efici\u00eancia e, tamb\u00e9m, ao seguinte: (&#8230;) XIII &#8211; \u00e9 vedada a vincula\u00e7\u00e3o ou equipara\u00e7\u00e3o de quaisquer esp\u00e9cies remunerat\u00f3rias para o efeito de remunera\u00e7\u00e3o de pessoal do servi\u00e7o p\u00fablico;\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>(4) Enunciado sumular citado: SV 42.<\/p>\n\n\n\n<p>(5) Precedentes citados: ADI 3.551, ADI 5.609, ADI 2.915 e RE 638.115 ED-ED (Tema 395 RG).<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-2-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-concursos-e-exames-vestibulares-e-respeito-aos-dias-de-guarda-religiosa\">2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Concursos e exames vestibulares e respeito aos dias de guarda religiosa<\/h2>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-destaque-0\">Destaque<\/h3>\n\n\n\n<p>\u00c9 constitucional lei estadual que prev\u00ea a realiza\u00e7\u00e3o de concursos e exames vestibulares em hor\u00e1rios compat\u00edveis com dias de guarda de determinados grupos religiosos.<\/p>\n\n\n\n<p>ADI 3.901\/PA, Rel. Min. Edson Fachin, Plen\u00e1rio, julgamento finalizado em 19\/9\/2025.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-conteudo-base-0\">Conte\u00fado-Base<\/h3>\n\n\n\n<p>???? CF, arts. 5\u00ba VI e VIII; 19 I; 24 IX; Lei 13.796\/2019.<\/p>\n\n\n\n<p>???? A liberdade religiosa autoriza medidas compensat\u00f3rias para observ\u00e2ncia de dias de guarda.<\/p>\n\n\n\n<p>???? A norma n\u00e3o invade compet\u00eancia federal nem viola autonomia universit\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n<p>???? A superveni\u00eancia da Lei 13.796\/2019 suspende a efic\u00e1cia do art. 2\u00ba da lei estadual por sobreposi\u00e7\u00e3o normativa.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-discussao-e-tese-0\">Discuss\u00e3o e Tese<\/h3>\n\n\n\n<p>???? O STF examinou lei do Par\u00e1 que determinava a realiza\u00e7\u00e3o de provas entre 18h de s\u00e1bado e 18h de sexta-feira seguinte, respeitando cren\u00e7as sabatistas.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2696\ufe0f Concluiu pela constitucionalidade, reconhecendo a harmonia entre liberdade religiosa e gest\u00e3o administrativa.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-como-sera-cobrado-em-prova-0\">Como ser\u00e1 Cobrado em Prova<\/h3>\n\n\n\n<p>???? \u00c9 constitucional lei estadual que imp\u00f5e adequa\u00e7\u00e3o de provas a dias de guarda religiosa.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2705 Correto. O STF entendeu que a medida \u00e9 compat\u00edvel com a CF.<\/p>\n\n\n\n<p>???? A superveni\u00eancia de lei federal sobre o mesmo tema suspende a efic\u00e1cia da lei estadual, sem torn\u00e1-la inconstitucional.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2705 Correto. Essa \u00e9 a sistem\u00e1tica da compet\u00eancia concorrente e que foi ressaltada na decis\u00e3o da ADI 3.901\/PA.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-versao-esquematizada-0\">Vers\u00e3o Esquematizada<\/h3>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table class=\"has-fixed-layout\"><tbody><tr><td>???? Concursos \u2013 liberdade religiosa<\/td><\/tr><tr><td>???? CF, arts. 5\u00ba VI e VIII; 24 IX ???? Lei 13.796\/2019 ???? Compatibilidade federativa e de compet\u00eancia ???? Suspens\u00e3o parcial de efic\u00e1cia<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-inteiro-teor-0\">Inteiro Teor<\/h3>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; \u00c9 constitucional \u2014 e n\u00e3o viola o regime de reparti\u00e7\u00e3o de compet\u00eancias, a iniciativa privativa do chefe do Poder Executivo e autonomia universit\u00e1ria \u2014 lei estadual, de iniciativa parlamentar, que, para respeitar os adeptos de determinados segmentos religiosos, prev\u00ea a realiza\u00e7\u00e3o de provas de concursos e exames vestibulares no per\u00edodo compreendido entre \u00e0s 18h de s\u00e1bado e \u00e0s 18h da sexta-feira seguinte.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A defini\u00e7\u00e3o do per\u00edodo para a realiza\u00e7\u00e3o de concurso p\u00fablico n\u00e3o est\u00e1 inclusa nas atribui\u00e7\u00f5es do chefe do Executivo (CF\/1988, art. 61, \u00a7 1\u00ba, c), pois n\u00e3o se relaciona diretamente ao provimento de cargos p\u00fablicos (1). Nesse contexto, o abono de faltas de alunos e a reposi\u00e7\u00e3o da carga hor\u00e1ria dos estudantes que, por motivo religioso comprovado, n\u00e3o possam frequentar aulas e atividades acad\u00eamicas em determinado per\u00edodo, n\u00e3o s\u00e3o consideradas compet\u00eancias privativas do governador.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Tamb\u00e9m <strong>n\u00e3o h\u00e1 usurpa\u00e7\u00e3o da compet\u00eancia federal, pois a lei impugnada trata de quest\u00e3o espec\u00edfica, n\u00e3o abrangida pela compet\u00eancia exclusiva da Uni\u00e3o para legislar sobre diretrizes e bases da educa\u00e7\u00e3o<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Por outro lado, com o advento da Lei n\u00ba 13.796\/2019 (que fixa presta\u00e7\u00f5es alternativas \u00e0 aplica\u00e7\u00e3o de provas e \u00e0 frequ\u00eancia a aulas em virtude de escusa de consci\u00eancia), h\u00e1 superposi\u00e7\u00e3o de regulamenta\u00e7\u00f5es. Consequentemente, o art. 2\u00ba da lei estadual est\u00e1 com sua efic\u00e1cia suspensa, pois a superveni\u00eancia de lei federal sobre normas gerais suspende a efic\u00e1cia da lei estadual, no que lhe for contr\u00e1rio (CF\/1988, art. 24, \u00a7 4\u00ba). Portanto, n\u00e3o h\u00e1 perda de objeto, mas o reconhecimento da suspens\u00e3o, o que resulta na improced\u00eancia da a\u00e7\u00e3o (2).<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Por fim, como as universidades se submetem \u00e0s normas vigentes, ampliar o alcance da sua autonomia administrativa (CF\/1988, art. 207) n\u00e3o encontra amparo na jurisprud\u00eancia desta Corte nem se ajusta ao federalismo cooperativo previsto no texto constitucional (3).<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Com base nesses e em outros entendimentos, o Plen\u00e1rio, por maioria, conheceu e julgou improcedente a a\u00e7\u00e3o para assentar a constitucionalidade da Lei n\u00ba 6.140\/1998 do Estado do Par\u00e1 (4).<\/p>\n\n\n\n<p>(1) Precedente citado: ADI 2.672.<\/p>\n\n\n\n<p>(2) Precedente citado: ADI 2.030.<\/p>\n\n\n\n<p>(3) Precedente citado: ADI 5.356 MC, RE 194.704 e RE 730.721 (decis\u00e3o monocr\u00e1tica).<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-3-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-planos-de-saude-e-cobertura-fora-do-rol-da-ans\">3.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Planos de sa\u00fade e cobertura fora do rol da ANS<\/h2>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-destaque-1\">Destaque<\/h3>\n\n\n\n<p>\u00c9 constitucional a cobertura de tratamento fora do rol da ANS, desde que preenchidos requisitos t\u00e9cnicos e jur\u00eddicos fixados pelo STF para garantir seguran\u00e7a, sustentabilidade e prote\u00e7\u00e3o do consumidor.<\/p>\n\n\n\n<p>ADI 7.265\/DF, Rel. Min. Lu\u00eds Roberto Barroso, Plen\u00e1rio, julgamento finalizado em 18\/9\/2025.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-conteudo-base-1\">Conte\u00fado-Base<\/h3>\n\n\n\n<p>???? CF, arts. 5\u00ba XXXII, 6\u00ba, 174, 196, 197 e 199 \u00a71\u00ba; Lei 9.656\/1998, art. 10 \u00a713.<\/p>\n\n\n\n<p>???? O direito \u00e0 sa\u00fade \u00e9 fundamental e permite regula\u00e7\u00e3o estatal sobre sa\u00fade suplementar.<\/p>\n\n\n\n<p>???? A cobertura fora do rol \u00e9 excepcional (o rol \u00e9 taxativo) e depende de cinco requisitos cumulativos:<\/p>\n\n\n\n<p>(i) prescri\u00e7\u00e3o m\u00e9dica;<\/p>\n\n\n\n<p>(ii) aus\u00eancia de negativa ou an\u00e1lise pendente na ANS;<\/p>\n\n\n\n<p>(iii) inexist\u00eancia de alternativa terap\u00eautica eficaz no rol;<\/p>\n\n\n\n<p>(iv) comprova\u00e7\u00e3o cient\u00edfica robusta de efic\u00e1cia e seguran\u00e7a;<\/p>\n\n\n\n<p>(v) registro na Anvisa.<\/p>\n\n\n\n<p>???? A aus\u00eancia de inclus\u00e3o no rol impede, como regra geral, a concess\u00e3o judicial sem esses crit\u00e9rios.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-discussao-e-tese-1\">Discuss\u00e3o e Tese<\/h3>\n\n\n\n<p>???? O STF examinou a constitucionalidade do \u00a713 do art. 10 da Lei 9.656\/1998, inclu\u00eddo pela Lei 14.454\/2022.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2696\ufe0f Fixou que a cobertura fora do rol \u00e9 poss\u00edvel apenas se atendidos os requisitos t\u00e9cnicos, evitando judicializa\u00e7\u00e3o excessiva e garantindo seguran\u00e7a cient\u00edfica e jur\u00eddica.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-como-sera-cobrado-em-prova-1\">Como ser\u00e1 Cobrado em Prova<\/h3>\n\n\n\n<p>???? As operadoras s\u00e3o obrigadas a custear qualquer tratamento prescrito, ainda que fora do rol da ANS.<\/p>\n\n\n\n<p>\u274c Errado. A cobertura \u00e9 excepcional e condicionada.<\/p>\n\n\n\n<p>???? O rol da ANS \u00e9 regra geral taxativa, podendo ser flexibilizado apenas nos casos previstos nas teses fixadas.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2705 Correto. Foi a tese da ADI 7.265\/DF.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-versao-esquematizada-1\">Vers\u00e3o Esquematizada<\/h3>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table class=\"has-fixed-layout\"><tbody><tr><td>???? Planos de sa\u00fade \u2013 rol da ANS<\/td><\/tr><tr><td>???? CF, arts. 6\u00ba, 196 e 197 ???? Lei 9.656\/1998, art. 10 \u00a713 ???? Excepcionalidade da cobertura ???? 5 requisitos cumulativos<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-inteiro-teor-1\">Inteiro Teor<\/h3>\n\n\n\n<p>Desde que observados os par\u00e2metros jur\u00eddicos e t\u00e9cnicos fixados pelo Supremo Tribunal Federal, a lei pode determinar cobertura de tratamentos ou procedimentos n\u00e3o previstos pela Ag\u00eancia Nacional de Sa\u00fade Suplementar (ANS).<\/p>\n\n\n\n<p>O texto constitucional conferiu \u00e0 sa\u00fade a natureza de direito fundamental, impondo ao Estado o dever de assegurar sua prote\u00e7\u00e3o, promo\u00e7\u00e3o e recupera\u00e7\u00e3o (CF\/1988, arts. 6\u00ba, caput, e 196). Em complementariedade ao sistema p\u00fablico, a Constitui\u00e7\u00e3o facultou a participa\u00e7\u00e3o da iniciativa privada na presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os de sa\u00fade, condicionando-a \u00e0 atua\u00e7\u00e3o regulat\u00f3ria, fiscalizat\u00f3ria e de controle do poder p\u00fablico, por interm\u00e9dio da ANS, em raz\u00e3o do car\u00e1ter p\u00fablico dessas atividades e da indisponibilidade do direito \u00e0 sa\u00fade (CF\/1988, art. 197).<\/p>\n\n\n\n<p>Por meio de um rol regulado e tecnicamente fundamentado, a ANS visa equilibrar o acesso a tratamentos eficazes com a sustentabilidade do sistema. A atua\u00e7\u00e3o regulat\u00f3ria baseada em evid\u00eancias, com regras claras e est\u00e1veis, \u00e9 indispens\u00e1vel para garantir a viabilidade econ\u00f4mica das operadoras e a prote\u00e7\u00e3o dos benefici\u00e1rios. Nesse contexto, a obrigatoriedade de cobertura de procedimentos n\u00e3o previstos no rol da ANS n\u00e3o viola o car\u00e1ter complementar da sa\u00fade suplementar (CF\/1988, art. 199, \u00a7 1\u00ba) nem compromete a fun\u00e7\u00e3o reguladora da ag\u00eancia (CF\/1988, arts. 174, 196 e 197), desde que observados crit\u00e9rios objetivos que assegurem a seguran\u00e7a jur\u00eddica (CF\/1988, art. 5\u00ba, XXXVI), a sustentabilidade do sistema e a prote\u00e7\u00e3o dos benefici\u00e1rios (CF\/1988, art. 5\u00ba, XXXII).<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, <strong>a aus\u00eancia de inclus\u00e3o do procedimento no rol da ANS impede, como regra geral, sua concess\u00e3o judicial, salvo quando preenchidos, de forma cumulativa, os cinco requisitos objetivos elencados nas teses ora fixadas pelo ST<\/strong>F, cujo \u00f4nus probat\u00f3rio dever\u00e1 ser demonstrado (CPC\/2015, art. 373). Nessas hip\u00f3teses, o Poder Judici\u00e1rio, ao apreciar pedido de cobertura, dever\u00e1, obrigatoriamente, seguir condi\u00e7\u00f5es espec\u00edficas fixadas nas teses do STF.<\/p>\n\n\n\n<p>Na esp\u00e9cie, o \u00a7 13 do art. 10 da Lei n\u00ba 9.656\/1998 (com as inclus\u00f5es promovidas pela Lei n\u00ba 14.454\/2022) configura um mecanismo excessivamente aberto de flexibiliza\u00e7\u00e3o do rol, pois (i) sua reda\u00e7\u00e3o n\u00e3o apresenta crit\u00e9rios t\u00e9cnicos objetivos e verific\u00e1veis; (ii) possibilita a cobertura fora do rol sem qualquer media\u00e7\u00e3o ou avalia\u00e7\u00e3o pr\u00e9via da ANS; e (ii) exige o preenchimento alternativo de um dos crit\u00e9rios fixados em seus dois incisos, reduzindo a capacidade de gest\u00e3o do risco pelas operadoras e ampliando, potencialmente, a judicializa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Com base nesses e em outros entendimentos, o Plen\u00e1rio, por maioria, julgou parcialmente procedente a a\u00e7\u00e3o para conferir interpreta\u00e7\u00e3o conforme a Constitui\u00e7\u00e3o ao \u00a7 13 do art. 10 da Lei n\u00ba 9.656\/1998, inclu\u00eddo pela Lei n\u00ba 14.454\/2022 (1), de modo a adequar os crit\u00e9rios que geram a obriga\u00e7\u00e3o de cobertura de tratamento n\u00e3o listado no rol da ANS, nos termos das teses citadas.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Teses fixadas<\/strong>:<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 1. \u00c9 constitucional a imposi\u00e7\u00e3o legal de cobertura de tratamentos ou procedimentos fora do rol da ANS, desde que preenchidos os par\u00e2metros t\u00e9cnicos e jur\u00eddicos fixados nesta decis\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>2. Em caso de tratamento ou procedimento n\u00e3o previsto no rol da ANS, a cobertura dever\u00e1 ser autorizada pela operadora de planos de assist\u00eancia \u00e0 sa\u00fade, desde que preenchidos, cumulativamente, os seguintes requisitos: (i) prescri\u00e7\u00e3o por m\u00e9dico ou odont\u00f3logo assistente habilitado; (ii) inexist\u00eancia de negativa expressa da ANS ou de pend\u00eancia de an\u00e1lise em proposta de atualiza\u00e7\u00e3o do rol (PAR); (iii) aus\u00eancia de alternativa terap\u00eautica adequada para a condi\u00e7\u00e3o do paciente no rol de procedimentos da ANS; (iv) comprova\u00e7\u00e3o de efic\u00e1cia e seguran\u00e7a do tratamento \u00e0 luz da medicina baseada em evid\u00eancias de alto grau ou ATS, necessariamente respaldadas por evid\u00eancias cient\u00edficas de alto n\u00edvel; e (v) exist\u00eancia de registro na Anvisa.<\/p>\n\n\n\n<p>3. A aus\u00eancia de inclus\u00e3o de procedimento ou tratamento no rol da ANS impede, como regra geral, a sua concess\u00e3o judicial, salvo quando preenchidos os requisitos previstos no item 2, demonstrados na forma do art. 373 do CPC. Sob pena de nulidade da decis\u00e3o judicial, nos termos do art. 489, \u00a71\u00ba, V e VI, e art. 927, III, \u00a71\u00ba, do CPC, o Poder Judici\u00e1rio, ao apreciar pedido de cobertura de procedimento ou tratamento n\u00e3o inclu\u00eddo no rol, dever\u00e1 obrigatoriamente: (a) verificar se h\u00e1 prova do pr\u00e9vio requerimento \u00e0 operadora de sa\u00fade, com a negativa, mora irrazo\u00e1vel ou omiss\u00e3o da operadora na autoriza\u00e7\u00e3o do tratamento n\u00e3o incorporado ao rol da ANS; (b) analisar o ato administrativo de n\u00e3o incorpora\u00e7\u00e3o pela ANS \u00e0 luz das circunst\u00e2ncias do caso concreto e da legisla\u00e7\u00e3o de reg\u00eancia, sem incurs\u00e3o no m\u00e9rito t\u00e9cnico-administrativo; (c) aferir a presen\u00e7a dos requisitos previstos no item 2, a partir de consulta pr\u00e9via ao N\u00facleo de Apoio T\u00e9cnico do Poder Judici\u00e1rio (NATJUS), sempre que dispon\u00edvel, ou a entes ou pessoas com expertise t\u00e9cnica, n\u00e3o podendo fundamentar sua decis\u00e3o apenas em prescri\u00e7\u00e3o, relat\u00f3rio ou laudo m\u00e9dico apresentado pela parte; e (d) em caso de deferimento judicial do pedido, oficiar a ANS para avaliar a possibilidade de inclus\u00e3o do tratamento no rol de cobertura obrigat\u00f3ria\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>(1) Lei n\u00ba 9.656\/1998: \u201cArt. 10. \u00c9 institu\u00eddo o plano-refer\u00eancia de assist\u00eancia \u00e0 sa\u00fade, com cobertura assistencial m\u00e9dico-ambulatorial e hospitalar, compreendendo partos e tratamentos, realizados exclusivamente no Brasil, com padr\u00e3o de enfermaria, centro de terapia intensiva, ou similar, quando necess\u00e1ria a interna\u00e7\u00e3o hospitalar, das doen\u00e7as listadas na Classifica\u00e7\u00e3o Estat\u00edstica Internacional de Doen\u00e7as e Problemas Relacionados com a Sa\u00fade, da Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Sa\u00fade, respeitadas as exig\u00eancias m\u00ednimas estabelecidas no art. 12 desta Lei, exceto: (Reda\u00e7\u00e3o dada pela Medida Provis\u00f3ria n\u00ba 2.177-44, de 2001) (&#8230;) \u00a7 13. Em caso de tratamento ou procedimento prescrito por m\u00e9dico ou odont\u00f3logo assistente que n\u00e3o estejam previstos no rol referido no \u00a7 12 deste artigo, a cobertura dever\u00e1 ser autorizada pela operadora de planos de assist\u00eancia \u00e0 sa\u00fade, desde que: I &#8211; exista comprova\u00e7\u00e3o da efic\u00e1cia, \u00e0 luz das ci\u00eancias da sa\u00fade, baseada em evid\u00eancias cient\u00edficas e plano terap\u00eautico; ou II &#8211; existam recomenda\u00e7\u00f5es pela Comiss\u00e3o Nacional de Incorpora\u00e7\u00e3o de Tecnologias no Sistema \u00danico de Sa\u00fade (Conitec), ou exista recomenda\u00e7\u00e3o de, no m\u00ednimo, 1 (um) \u00f3rg\u00e3o de avalia\u00e7\u00e3o de tecnologias em sa\u00fade que tenha renome internacional, desde que sejam aprovadas tamb\u00e9m para seus nacionais. (Inclu\u00eddo dada pela Lei n\u00ba 14.454, de 2022)\u201d.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-4-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-extincao-de-execucao-fiscal-e-competencia-do-cnj-para-gestao-judiciaria\">4.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Extin\u00e7\u00e3o de execu\u00e7\u00e3o fiscal e compet\u00eancia do CNJ para gest\u00e3o judici\u00e1ria<\/h2>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-destaque-2\">Destaque<\/h3>\n\n\n\n<p>As provid\u00eancias da Resolu\u00e7\u00e3o CNJ n\u00ba 547\/2024 n\u00e3o interferem na compet\u00eancia tribut\u00e1ria dos entes federativos e devem ser observadas para o processamento e a extin\u00e7\u00e3o de execu\u00e7\u00f5es fiscais, com base no princ\u00edpio da efici\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<p>ARE 1.553.607\/RS (Tema 1.428 RG), Rel. Min. Presidente, Plen\u00e1rio, julgamento finalizado em 19\/9\/2025.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-conteudo-base-2\">Conte\u00fado-Base<\/h3>\n\n\n\n<p>???? CF, arts. 37 caput, 103-B \u00a74\u00ba e 145; Res. CNJ 547\/2024.<\/p>\n\n\n\n<p>???? O CNJ pode editar normas que racionalizem a tramita\u00e7\u00e3o das execu\u00e7\u00f5es fiscais.<\/p>\n\n\n\n<p>???? A resolu\u00e7\u00e3o n\u00e3o invade compet\u00eancia tribut\u00e1ria nem viola a separa\u00e7\u00e3o de Poderes.<\/p>\n\n\n\n<p>???? Extin\u00e7\u00e3o de execu\u00e7\u00f5es de baixo valor por aus\u00eancia de interesse de agir \u00e9 compat\u00edvel com o princ\u00edpio da efici\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-discussao-e-tese-2\">Discuss\u00e3o e Tese<\/h3>\n\n\n\n<p>???? O STF analisou a compatibilidade da Res. CNJ 547\/2024 com a compet\u00eancia tribut\u00e1ria e a autonomia federativa.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2696\ufe0f Concluiu que o CNJ pode, no exerc\u00edcio de seu poder regulamentar, disciplinar medidas de gest\u00e3o judici\u00e1ria sem interferir na atividade arrecadat\u00f3ria dos entes.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-como-sera-cobrado-em-prova-2\">Como ser\u00e1 Cobrado em Prova<\/h3>\n\n\n\n<p>???? A extin\u00e7\u00e3o de execu\u00e7\u00f5es fiscais de baixo valor por aus\u00eancia de interesse de agir \u00e9 compat\u00edvel com o princ\u00edpio da efici\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2705 Correto. Essa foi a tese fixada no Tema 1.428.<\/p>\n\n\n\n<p>???? O CNJ n\u00e3o pode editar normas sobre extin\u00e7\u00e3o de execu\u00e7\u00f5es fiscais, por interferir na compet\u00eancia tribut\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n<p>\u274c Errado. O STF reconheceu a validade da Resolu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-versao-esquematizada-2\">Vers\u00e3o Esquematizada<\/h3>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table class=\"has-fixed-layout\"><tbody><tr><td>???? Execu\u00e7\u00e3o fiscal \u2013 Res. CNJ 547\/2024<\/td><\/tr><tr><td>???? CF, arts. 37 e 103-B \u00a74\u00ba ???? Princ\u00edpio da efici\u00eancia administrativa ???? CNJ tem compet\u00eancia normativa para gest\u00e3o judici\u00e1ria ???? Tema 1.428 RG \u2013 constitucionalidade reconhecida<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-inteiro-teor-2\">Inteiro Teor<\/h3>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Ainda que exista lei local fixando crit\u00e9rios diversos para o ajuizamento de cobran\u00e7a de cr\u00e9dito, o processamento e a extin\u00e7\u00e3o de execu\u00e7\u00f5es fiscais devem observar os ditames da Resolu\u00e7\u00e3o CNJ n\u00ba 547\/2024, na medida em que essa norma n\u00e3o usurpa a compet\u00eancia tribut\u00e1ria dos entes federativos nem ofende o princ\u00edpio da separa\u00e7\u00e3o de Poderes.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Conforme a jurisprud\u00eancia desta Corte (1), \u00e9 leg\u00edtima a extin\u00e7\u00e3o de execu\u00e7\u00e3o fiscal de baixo valor pela aus\u00eancia de interesse de agir, tendo em vista o princ\u00edpio constitucional da efici\u00eancia administrativa, respeitada a compet\u00eancia constitucional de cada ente da Federa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>O Conselho Nacional de Justi\u00e7a (CNJ), no exerc\u00edcio de sua compet\u00eancia constitucional de formular pol\u00edticas p\u00fablicas para o aprimoramento da gest\u00e3o do Poder Judici\u00e1rio<\/strong>, editou a resolu\u00e7\u00e3o mencionada. Ela instituiu medidas de tratamento racional e eficiente na tramita\u00e7\u00e3o das execu\u00e7\u00f5es fiscais que n\u00e3o se confundem com o exerc\u00edcio de compet\u00eancia do ente federativo para a defini\u00e7\u00e3o de valor m\u00ednimo para o ajuizamento da execu\u00e7\u00e3o fiscal.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Na esp\u00e9cie, o ac\u00f3rd\u00e3o recorrido, em conformidade com os Temas 1.184 e 109 da repercuss\u00e3o geral, extinguiu a execu\u00e7\u00e3o fiscal por aus\u00eancia de interesse de agir sem utilizar, para a aferi\u00e7\u00e3o, de lei de ente federativo diverso e fundamentou-se justamente na mencionada resolu\u00e7\u00e3o do CNJ, que orienta a magistratura nacional sobre os crit\u00e9rios para processamento e extin\u00e7\u00e3o de executivos fiscais com base no princ\u00edpio constitucional da efici\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Por outro lado, o questionamento quanto ao atendimento das exig\u00eancias da resolu\u00e7\u00e3o demanda a reinterpreta\u00e7\u00e3o de norma infraconstitucional e a an\u00e1lise do quadro f\u00e1tico-probat\u00f3rio, o que \u00e9 vedado pela S\u00famula 279 do STF.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Teses fixadas<\/strong>: \u201c1. As provid\u00eancias da Resolu\u00e7\u00e3o CNJ n\u00ba 547\/2024 n\u00e3o usurpam nem interferem na compet\u00eancia tribut\u00e1ria dos entes federativos e devem ser observadas para o processamento e a extin\u00e7\u00e3o de execu\u00e7\u00f5es fiscais com base no princ\u00edpio constitucional da efici\u00eancia; 2. \u00c9 infraconstitucional e f\u00e1tica a controv\u00e9rsia sobre o atendimento das exig\u00eancias da Resolu\u00e7\u00e3o CNJ n\u00ba 547\/2024 para extin\u00e7\u00e3o da execu\u00e7\u00e3o fiscal por falta de interesse de agir.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>(1) Precedentes citados: RE 1.355.208 (Tema 1.184 RG) e RE 591.533 (Tema 109 RG).<\/p>\n\n\n\n<p>(2) Precedentes citados: RE 1.479.233 ED-AgR; bem como RE 1.543.713, RE 1.549.450, RE 1.552.108, RE 1.539.845, ARE 1.553.035 e RE 1.551.817 (decis\u00f5es monocr\u00e1ticas).<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-5-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-beneficio-fiscal-estadual-e-competencia-concorrente-em-materia-tributaria\">5.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Benef\u00edcio fiscal estadual e compet\u00eancia concorrente em mat\u00e9ria tribut\u00e1ria<\/h2>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-destaque-3\">Destaque<\/h3>\n\n\n\n<p>\u00c9 constitucional lei estadual que condiciona a frui\u00e7\u00e3o de benef\u00edcio fiscal \u00e0 observ\u00e2ncia de crit\u00e9rios de precifica\u00e7\u00e3o, desde que a ades\u00e3o ao regime seja facultativa e inserida na compet\u00eancia concorrente do ente federativo.<\/p>\n\n\n\n<p>ADI 7.379\/SC, Rel. Min. Gilmar Mendes, Plen\u00e1rio, julgamento finalizado em 19\/9\/2025.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-conteudo-base-3\">Conte\u00fado-Base<\/h3>\n\n\n\n<p>???? CF, arts. 24 I, 145 e 170; Lei 17.649\/2018-SC, art. 1\u00ba \u00a77\u00ba.<\/p>\n\n\n\n<p>???? Estados podem legislar concorrentemente sobre direito tribut\u00e1rio e conceder benef\u00edcios fiscais condicionados.<\/p>\n\n\n\n<p>???? A norma estadual n\u00e3o regula telecomunica\u00e7\u00f5es, apenas o c\u00e1lculo do ICMS.<\/p>\n\n\n\n<p>???? A ades\u00e3o ao benef\u00edcio \u00e9 opcional, sem violar livre iniciativa.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-discussao-e-tese-3\">Discuss\u00e3o e Tese<\/h3>\n\n\n\n<p>???? O STF examinou se lei catarinense que condicionava benef\u00edcio de ICMS a regras de precifica\u00e7\u00e3o violava a compet\u00eancia federal em telecomunica\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2696\ufe0f Decidiu que a norma \u00e9 leg\u00edtima, pois trata de pol\u00edtica fiscal e n\u00e3o de regula\u00e7\u00e3o de setor econ\u00f4mico.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-como-sera-cobrado-em-prova-3\">Como ser\u00e1 Cobrado em Prova<\/h3>\n\n\n\n<p>???? Estados n\u00e3o podem criar condi\u00e7\u00f5es para frui\u00e7\u00e3o de benef\u00edcio fiscal por interferir na livre iniciativa.<\/p>\n\n\n\n<p>\u274c Errado. O STF reconheceu a constitucionalidade da norma.<\/p>\n\n\n\n<p>???? \u00c9 leg\u00edtima a institui\u00e7\u00e3o de contrapartidas fiscais em regimes facultativos de tributa\u00e7\u00e3o, no exerc\u00edcio da compet\u00eancia concorrente.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2705 Correto. Essa foi a tese da ADI 7.379\/SC.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-versao-esquematizada-3\">Vers\u00e3o Esquematizada<\/h3>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table class=\"has-fixed-layout\"><tbody><tr><td>???? Benef\u00edcio fiscal \u2013 compet\u00eancia estadual<\/td><\/tr><tr><td>???? CF, art. 24 I ???? Lei 17.649\/2018-SC ???? Condi\u00e7\u00e3o fiscal leg\u00edtima ???? Regime opcional = constitucional<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-inteiro-teor-3\">Inteiro Teor<\/h3>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; \u00c9 constitucional \u2014 porquanto inserida na compet\u00eancia concorrente para legislar sobre direito tribut\u00e1rio (CF\/1988, art. 24, I), no contexto de um regime fiscal diferenciado e facultativo \u2014 norma estadual que estabelece condi\u00e7\u00e3o para usufruir de benef\u00edcio fiscal.<\/p>\n\n\n\n<p>Conforme jurisprud\u00eancia desta Corte (1), no regime de reparti\u00e7\u00e3o de compet\u00eancias, fixa-se restri\u00e7\u00e3o aos entes federativos apenas quando existir norma federal expressa e inequ\u00edvoca proibindo determinada conduta, sob pena de esvaziar a compet\u00eancia concorrente. Nesse contexto, \u00e9 leg\u00edtimo estipular condi\u00e7\u00e3o como contrapartida para a ades\u00e3o a benef\u00edcio fiscal, cuja aceita\u00e7\u00e3o \u00e9 opcional.<\/p>\n\n\n\n<p>Na esp\u00e9cie, a norma estadual impugnada, com a finalidade de incentivar empresas prestadoras de Servi\u00e7o de Comunica\u00e7\u00e3o Multim\u00eddia (SCM) a migrarem do regime do Simples Nacional para o regime normal de apura\u00e7\u00e3o, mediante redu\u00e7\u00e3o da base de c\u00e1lculo do ICMS, definiu que o benef\u00edcio seria aplicado <em>caso o pre\u00e7o do SCM, no combo<\/em>, fosse igual ou superior ao valor ofertado de forma avulsa.<\/p>\n\n\n\n<p>A referida norma atua no \u00e2mbito fiscal, condicionando o benef\u00edcio tribut\u00e1rio \u00e0 observ\u00e2ncia de regra de precifica\u00e7\u00e3o para fins de c\u00e1lculo do ICMS. Tratando-se de medida que n\u00e3o se volta \u00e0 regula\u00e7\u00e3o do setor de telecomunica\u00e7\u00f5es ou \u00e0 organiza\u00e7\u00e3o de suas pol\u00edticas tarif\u00e1rias \u2014 mat\u00e9rias regidas pela Lei Geral de Telecomunica\u00e7\u00f5es e pela regulamenta\u00e7\u00e3o da ANATEL \u2014, inexiste viola\u00e7\u00e3o \u00e0 compet\u00eancia privativa da Uni\u00e3o (CF\/1988, art. 22, IV).<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, a contrapartida exigida configura express\u00e3o de pol\u00edtica fiscal leg\u00edtima, direcionada \u00e0 arrecada\u00e7\u00e3o e \u00e0 equaliza\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria do setor, sem representar qualquer interven\u00e7\u00e3o na livre iniciativa (CF\/1988, art. 170, caput). Inclusive, o contribuinte pode optar por n\u00e3o aderir ao regime diferenciado e continuar exercendo suas atividades econ\u00f4micas sem qualquer restri\u00e7\u00e3o, aplicando a pol\u00edtica tarif\u00e1ria que entender adequada, desde que respeitadas as regras federais e setoriais.<\/p>\n\n\n\n<p>Com base nesses e em outros entendimentos, o Plen\u00e1rio, por unanimidade, julgou improcedente a a\u00e7\u00e3o para assentar a constitucionalidade do art. 1\u00ba, \u00a7 7\u00ba, da Lei n\u00ba 17.649\/2018 do Estado de Santa Catarina (2), por n\u00e3o configurar v\u00edcio formal de iniciativa nem ofensa material \u00e0 Constitui\u00e7\u00e3o Federal.<\/p>\n\n\n\n<p>(1) Precedente citado: ADI 4.092.<\/p>\n\n\n\n<p>(2) Lei n\u00ba 17.649\/2018 do Estado de Santa Catarina: \u201cArt. 1\u00ba Por autoriza\u00e7\u00e3o do Conv\u00eanio ICMS 3, de 30 de janeiro de 2017, do Conselho Nacional de Pol\u00edtica Fazend\u00e1ria (CONFAZ), fica institu\u00eddo o Programa de Fomento \u00e0s Empresas Prestadoras de Servi\u00e7o de Comunica\u00e7\u00e3o Multim\u00eddia (PSCM), destinado a promover o crescimento das empresas que migrarem do Simples Nacional para o regime normal de apura\u00e7\u00e3o, observadas as condi\u00e7\u00f5es e os limites estabelecidos nesta Lei. (&#8230;) \u00a7 7\u00ba O benef\u00edcio de que trata este artigo somente se aplica na hip\u00f3tese de o pre\u00e7o do servi\u00e7o de telecomunica\u00e7\u00e3o, quando ofertado para contrata\u00e7\u00e3o em conjunto com servi\u00e7os n\u00e3o sujeitos ao ICMS, ser igual ou superior ao pre\u00e7o do mesmo servi\u00e7o ofertado para contrata\u00e7\u00e3o de forma avulsa. (NR) (Reda\u00e7\u00e3o do \u00a7 7\u00ba, inclu\u00edda pela Lei 18.045, de 2020)\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>***<\/p>\n\n\n\n<div data-wp-interactive=\"core\/file\" class=\"wp-block-file\"><object aria-label=\"Incorporar PDF\" data-wp-bind--hidden=\"!state.hasPdfPreview\" hidden><\/object><a id=\"wp-block-file--media-87e0746b-d524-485c-bfd2-89b639e0e168\" href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2025\/10\/15091041\/stf-info-1191.pdf\">STF &#8211; Info 1191<\/a><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2025\/10\/15091041\/stf-info-1191.pdf\" class=\"wp-block-file__button wp-element-button\" download aria-describedby=\"wp-block-file--media-87e0746b-d524-485c-bfd2-89b639e0e168\">Baixar<\/a><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>DOWNLOAD do PDF 1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Delega\u00e7\u00e3o ao Poder Executivo para fixar e alterar valor de parcela remunerat\u00f3ria Destaque \u00c9 inconstitucional a delega\u00e7\u00e3o ao Poder Executivo para fixar e alterar o valor de parcela remunerat\u00f3ria de servidor p\u00fablico, devendo essa atribui\u00e7\u00e3o ser exercida exclusivamente por lei formal. 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