{"id":164513,"date":"2019-02-05T11:00:52","date_gmt":"2019-02-05T14:00:52","guid":{"rendered":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/?p=164513"},"modified":"2019-02-06T13:19:25","modified_gmt":"2019-02-06T16:19:25","slug":"tj-sp-2019-correcao-da-prova","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/tj-sp-2019-correcao-da-prova\/","title":{"rendered":"TJ\/SP 2019 Corre\u00e7\u00e3o da Prova"},"content":{"rendered":"\n<p>Caros concurseiros,<br \/><\/p>\n\n\n\n<p>Segue a corre\u00e7\u00e3o conferido com o gabarito do Concurso TJ\/2019 organizado pela Banca Vunesp.<\/p>\n\n\n\n<p>Capricha nos estudos!!!<\/p>\n\n\n\n<p><strong>TJ SP \/ Vunesp \/ 2019<\/strong><br \/><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Ao assumir o cargo, o enfermeiro constatou que, recentemente, havia sido implantado o prontu\u00e1rio eletr\u00f4nico no ambulat\u00f3rio onde desenvolveria suas fun\u00e7\u00f5es. Frente a essa situa\u00e7\u00e3o, de acordo com a nova reda\u00e7\u00e3o do C\u00f3digo de \u00c9tica dos Profissionais de Enfermagem (COFEN, 2017), o enfermeiro deve: <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>(A) copiar e colar a imagem digitalizada de sua assinatura ou rubrica ao final da descri\u00e7\u00e3o do cuidado de enfermagem prestado. <\/p>\n\n\n\n<p>(B) digitar seu nome completo ou social, categoria e n\u00famero de inscri\u00e7\u00e3o no Conselho Regional de Enfermagem do estado onde atua, ap\u00f3s a descri\u00e7\u00e3o do cuidado de enfermagem prestado. <\/p>\n\n\n\n<p>(C) copiar e colar a imagem digitalizada de seu carimbo onde deve constar seu nome social, n\u00famero e categoria de inscri\u00e7\u00e3o no Conselho Regional de Enfermagem do estado onde concluiu o curso. <\/p>\n\n\n\n<p>(D) solicitar a certifica\u00e7\u00e3o de sua assinatura, conforme legisla\u00e7\u00e3o vigente, para que possa utiliz\u00e1-la no prontu\u00e1rio eletr\u00f4nico ao registrar a assist\u00eancia prestada. <\/p>\n\n\n\n<p>(E) digitar seu nome completo e n\u00famero de inscri\u00e7\u00e3o no Conselho Regional de Enfermagem, ap\u00f3s a descri- \u00e7\u00e3o do cuidado prestado. <\/p>\n\n\n\n<p><strong>Resposta<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Conforme COFEN 564\/17, temos nos DEVERES:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Art. 35. Apor nome completo e\/ou nome social, ambos leg\u00edveis, n\u00famero e categoria de inscri\u00e7\u00e3o no Conselho Regional de Enfermagem, assinatura ou rubrica dos documentos, quando no exerc\u00edcio profissional.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>\u00a7 1\u00ba \u00c9 facultado o uso do carimbo, com nome completo, n\u00famero e categoria de inscri\u00e7\u00e3o no Coren, devendo constar a assinatura ou rubrica do profissional.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>\u00a7 2\u00ba Quando se tratar de prontu\u00e1rio eletr\u00f4nico, a assinatura dever\u00e1 ser certificada, conforme legisla\u00e7\u00e3o vigente.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Alternativa: D.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>A Constitui\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica Federativa do Brasil estabelece que as a\u00e7\u00f5es e servi\u00e7os p\u00fablicos de sa\u00fade integrem uma rede regionalizada e hierarquizada, constituindo um sistema \u00fanico, que deve ser organizado de acordo com diretrizes, entre elas, <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>(A) a descentraliza\u00e7\u00e3o, com dire\u00e7\u00e3o \u00fanica em cada esfera de governo. <\/p>\n\n\n\n<p>(B) o atendimento integral, com prioridade para as atividades curativas, sem preju\u00edzo dos servi\u00e7os de aten\u00e7\u00e3o prim\u00e1ria \u00e0 sa\u00fade. <\/p>\n\n\n\n<p>(C) a centraliza\u00e7\u00e3o, com protagonismo do munic\u00edpio, por meio das unidades b\u00e1sicas de sa\u00fade (UBS). <\/p>\n\n\n\n<p>(D) a implanta\u00e7\u00e3o do programa de Sa\u00fade da Fam\u00edlia como estrat\u00e9gia para a efetiva\u00e7\u00e3o da aten\u00e7\u00e3o b\u00e1sica \u00e0 sa\u00fade. <\/p>\n\n\n\n<p>(E) a centraliza\u00e7\u00e3o, com protagonismo da esfera federal representada pelo Minist\u00e9rio da Sa\u00fade. <\/p>\n\n\n\n<p><strong>Resposta<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>N\u00e3o h\u00e1 prioridade das atividades curativas e nem h\u00e1 centraliza\u00e7\u00e3o. As diretrizes constantes na Lei 8080\/90 s\u00e3o:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>I &#8211; universalidade de acesso aos servi\u00e7os de sa\u00fade em todos os n\u00edveis de assist\u00eancia;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>II &#8211; integralidade de assist\u00eancia, entendida como conjunto articulado e cont\u00ednuo das a\u00e7\u00f5es e servi\u00e7os preventivos e curativos, individuais e coletivos, exigidos para cada caso em todos os n\u00edveis de complexidade do sistema;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>III &#8211; preserva\u00e7\u00e3o da autonomia das pessoas na defesa de sua integridade f\u00edsica e moral;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>IV &#8211; igualdade da assist\u00eancia \u00e0 sa\u00fade, sem preconceitos ou privil\u00e9gios de qualquer esp\u00e9cie;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>V &#8211; direito \u00e0 informa\u00e7\u00e3o, \u00e0s pessoas assistidas, sobre sua sa\u00fade;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>VI &#8211; divulga\u00e7\u00e3o de informa\u00e7\u00f5es quanto ao potencial dos servi\u00e7os de sa\u00fade e a sua utiliza\u00e7\u00e3o pelo usu\u00e1rio;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>VII &#8211; utiliza\u00e7\u00e3o da epidemiologia para o estabelecimento de prioridades, a aloca\u00e7\u00e3o de recursos e a orienta\u00e7\u00e3o program\u00e1tica;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>VIII &#8211; participa\u00e7\u00e3o da comunidade;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>IX &#8211; descentraliza\u00e7\u00e3o pol\u00edtico-administrativa, com dire\u00e7\u00e3o \u00fanica em cada esfera de governo.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>X &#8211; integra\u00e7\u00e3o em n\u00edvel executivo das a\u00e7\u00f5es de sa\u00fade, meio ambiente e saneamento b\u00e1sico;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>XI &#8211; conjuga\u00e7\u00e3o dos recursos financeiros, tecnol\u00f3gicos, materiais e humanos da Uni\u00e3o, dos Estados, do Distrito Federal e dos Munic\u00edpios na presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os de assist\u00eancia \u00e0 sa\u00fade da popula\u00e7\u00e3o;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>XII &#8211; capacidade de resolu\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os em todos os n\u00edveis de assist\u00eancia; e<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>XIII &#8211; organiza\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os p\u00fablicos de modo a evitar duplicidade de meios para fins id\u00eanticos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>XIV \u2013 organiza\u00e7\u00e3o de atendimento p\u00fablico espec\u00edfico e especializado para mulheres e v\u00edtimas de viol\u00eancia dom\u00e9stica em geral.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Alterantiva: A.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>Para responder \u00e0 quest\u00e3o de n\u00famero 19, leia atentamente o texto a seguir. <br \/><\/p>\n\n\n\n<p><strong>DIU no SUS: 5 passos para conseguir colocar o dispositivo de gra\u00e7a <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>(Por Carolina Dantas, G1 26.10.2018) <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O dispositivo intrauterino (DIU) \u00e9 um dos m\u00e9todos dispon\u00edveis de gra\u00e7a no Brasil, com efic\u00e1cia superior a 99%. No Sistema \u00danico de Sa\u00fade (SUS), os m\u00e9dicos implementam nas Unidades B\u00e1sicas de Sa\u00fade (UBS) e em hospitais p\u00fablicos, sem nenhum tipo de custo. <\/p>\n\n\n\n<p>O DIU de cobre \u00e9 um m\u00e9todo contraceptivo n\u00e3o-hormonal. Ele \u00e9 disponibilizado em Unidades B\u00e1sicas de Sa\u00fade e hospitais com atendimento ginecol\u00f3gico. Pode ser colocado desde a adolesc\u00eancia at\u00e9 a menopausa. \u00c9 importante pesquisar na internet a UBS mais pr\u00f3xima da sua casa e ligar para descobrir se o procedimento est\u00e1 dispon\u00edvel. <\/p>\n\n\n\n<p>Ap\u00f3s encontrar a unidade mais pr\u00f3xima que coloca o dispositivo, a paciente precisa ir at\u00e9 o local. Os m\u00e9dicos recomendam a participa\u00e7\u00e3o em um grupo de planejamento familiar. Ele n\u00e3o \u00e9 obrigat\u00f3rio, mas \u00e9 importante para conhecer todos os m\u00e9todos anticoncepcionais dispon\u00edveis e entender se o perfil condiz com o DIU, por exemplo. <\/p>\n\n\n\n<p>\u201cA gente imagina que conhece os m\u00e9todos, mas a gente n\u00e3o conhece. Existem muitos mitos, fantasias relacionadas a v\u00e1rios m\u00e9todos anticoncepcionais. Ent\u00e3o \u00e9 importante a paciente ouvir e poder avaliar qual \u00e9 a melhor op\u00e7\u00e3o para o momento de vida dela\u201d, disse a ginecologista Cristina Guazzeli. <\/p>\n\n\n\n<p>Se a pessoa passou pelo grupo, ser\u00e1 encaminhada para uma consulta com o m\u00e9dico ginecologista dispon\u00edvel no local. Se n\u00e3o teve interesse em participar, a marca\u00e7\u00e3o poder\u00e1 ocorrer pessoalmente na UBS ou hospital. <\/p>\n\n\n\n<p>(https:\/\/g1.globo.com\/bemestar\/noticia\/2018\/10\/26\/diu-no-sus-5-passos-para-conseguir-colocar-o-dispositivo-de-graca.ghtml. Acesso em 17.11.2018. Adaptado) <br \/><\/p>\n\n\n\n<p><strong>De acordo com o estabelecido pela Lei n<\/strong><strong><sup>o <\/sup><\/strong><strong>8.080\/90, que disp\u00f5e sobre as condi\u00e7\u00f5es para a promo\u00e7\u00e3o, prote\u00e7\u00e3o e recupera\u00e7\u00e3o da sa\u00fade, a organiza\u00e7\u00e3o e o funcionamento dos servi\u00e7os correspondentes e d\u00e1 outras provid\u00eancias, o relato apresenta uma situa\u00e7\u00e3o em que, est\u00e1 sendo atendida, entre outros princ\u00edpios, a diretriz do SUS de:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>(A) individualidade. <\/p>\n\n\n\n<p>(B) participa\u00e7\u00e3o esclarecida. <\/p>\n\n\n\n<p>(C) universalidade. <\/p>\n\n\n\n<p>(D) benefic\u00eancia. <\/p>\n\n\n\n<p>(E) livre escolha. <\/p>\n\n\n\n<p><strong>Resposta<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>O texto demonstra o acesso universal ao dispositivo, conforme crit\u00e9rios e interesse da mulher.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Alternativa: C.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>A participa\u00e7\u00e3o da comunidade na gest\u00e3o do Sistema \u00danico de Sa\u00fade (SUS) se d\u00e1 por meio da atua\u00e7\u00e3o de representantes dos usu\u00e1rios <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>(A) no Conselho Nacional de Secret\u00e1rios Municipais de Sa\u00fade (Conasems). <\/p>\n\n\n\n<p>(B) no Conselho de Sa\u00fade. <\/p>\n\n\n\n<p>(C) na Secretaria Executiva do Minist\u00e9rio da Sa\u00fade. <\/p>\n\n\n\n<p>(D) na administra\u00e7\u00e3o do Fundo Nacional de Sa\u00fade (FNS). <\/p>\n\n\n\n<p>(E) no Conselho Nacional de Secret\u00e1rios de Sa\u00fade (Conass). <\/p>\n\n\n\n<p><strong>Resposta<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>O Art. 1\u00ba da Lei 8142\/90 menciona no <\/strong><strong>\u00a7 2\u00b0: O <\/strong><strong>Conselho de Sa\u00fade<\/strong><strong>, em car\u00e1ter permanente e deliberativo, \u00f3rg\u00e3o colegiado composto por representantes do governo, prestadores de servi\u00e7o, profissionais de sa\u00fade e <\/strong><strong>usu\u00e1rios<\/strong><strong>, atua na formula\u00e7\u00e3o de estrat\u00e9gias e no controle da execu\u00e7\u00e3o da pol\u00edtica de sa\u00fade na inst\u00e2ncia correspondente, inclusive nos aspectos econ\u00f4micos e financeiros, cujas decis\u00f5es ser\u00e3o homologadas pelo chefe do poder legalmente constitu\u00eddo em cada esfera do governo.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Alternativa: B.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Durante a campanha do \u201cOutubro Rosa\u201d, a equipe de sa\u00fade organizou uma s\u00e9rie de atividades com foco na conscientiza\u00e7\u00e3o dos funcion\u00e1rios a respeito do c\u00e2ncer de mama, cabendo ao enfermeiro a discuss\u00e3o a respeito de medidas de preven\u00e7\u00e3o prim\u00e1ria e de promo\u00e7\u00e3o da sa\u00fade relacionadas ao tema, tais como a:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>(A) realiza\u00e7\u00e3o do autoexame das mamas, uma vez por m\u00eas, para todas as mulheres a partir dos 20 anos de idade. <\/p>\n\n\n\n<p>(B) import\u00e2ncia do exame cl\u00ednico das mamas, realizado pelo m\u00e9dico ou enfermeiro, uma vez ao ano, para mulheres a partir dos 50 anos de idade. <\/p>\n\n\n\n<p>(C) realiza\u00e7\u00e3o do aconselhamento gen\u00e9tico e exame de mamografia anual, para mulheres a partir dos 35 anos de idade com hist\u00f3ria de c\u00e2ncer de mama na fam\u00edlia. <\/p>\n\n\n\n<p>(D) pr\u00e1tica regular de atividade f\u00edsica e alimenta\u00e7\u00e3o saud\u00e1vel. <\/p>\n\n\n\n<p>(E) pr\u00e1tica regular de atividade f\u00edsica e do autoexame das mamas, para todas as mulheres. <\/p>\n\n\n\n<p><strong>Resposta<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>A orienta\u00e7\u00e3o do Minist\u00e9rio da Sa\u00fade \u00e9 a seguinte: Toda mulher com 40 anos ou mais de idade deve procurar um ambulat\u00f3rio, centro ou posto de sa\u00fade para realizar o exame cl\u00ednico das mamas anualmente, al\u00e9m disso, toda mulher, entre 50 e 69 anos deve fazer pelo menos uma mamografia a cada dois anos, independentemente se sintomas. <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Por defini\u00e7\u00e3o, o Auto Exame das Mamas \u00e9 o procedimento em que a mulher observa e palpa as pr\u00f3prias mamas e as estruturas anat\u00f4micas acess\u00f3rias, visando a detectar mudan\u00e7as ou anormalidades que possam indicar a presen\u00e7a de um c\u00e2ncer. Em geral, recomenda-se que a periodicidade do AEM seja uma vez por m\u00eas e uma semana ap\u00f3s o t\u00e9rmino da menstrua\u00e7\u00e3o, caso a mulher esteja no per\u00edodo reprodutivo. No entanto, o Minist\u00e9rio da Sa\u00fade recomenda contra o ensino do AEM como m\u00e9todo de rastreamento do c\u00e2ncer de mama.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Enquanto a\u00e7\u00f5es de preven\u00e7\u00e3o prim\u00e1ria incluem-se alimenta\u00e7\u00e3o saud\u00e1vel, pr\u00e1tica de atividades f\u00edsicas, manuten\u00e7\u00e3o do peso corporal, amamenta\u00e7\u00e3o, evitar bebidas alco\u00f3licas e tabagismo.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Alternativa: D.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>M.A., 32 anos, sexo masculino, auxiliar administrativo, compareceu ao ambulat\u00f3rio da empresa com queixa de tosse, coriza, conjuntivite e fotofobia. Relatou que ao se levantar pela manh\u00e3, percebeu a presen\u00e7a de \u201cmanchas vermelhas\u201d que come\u00e7aram por tr\u00e1s da orelha e \u201cforam se espalhando\u201d. Durante a anamnese, informou ter retornado de viagem por motivo de trabalho de Roraima h\u00e1 cinco dias, onde est\u00e1 ocorrendo um surto de sarampo, e desconhecer seu hist\u00f3rico vacinal. Ao exame f\u00edsico constatou-se temperatura axilar = 38,8 oC e presen\u00e7a de exantema cut\u00e2neo m\u00e1culo-papular de colora\u00e7\u00e3o vermelha, na regi\u00e3o retroauricular, pesco\u00e7o e t\u00f3rax. Suspeitando tratar-se de um caso de sarampo, o m\u00e9dico solicitou os exames complementares necess\u00e1rios e afastou M.A. do trabalho, encaminhando o caso ao enfermeiro para as demais provid\u00eancias necess\u00e1rias. <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Frente a essa situa\u00e7\u00e3o, entre outras a\u00e7\u00f5es, o enfermeiro deve <\/p>\n\n\n\n<p>(A) providenciar a aplica\u00e7\u00e3o da vacina tr\u00edplice bacteriana para todos os funcion\u00e1rios que trabalham na empresa, em at\u00e9 tr\u00eas dias, com o prop\u00f3sito de evitar a dissemina\u00e7\u00e3o da doen\u00e7a. <\/p>\n\n\n\n<p>(B) aguardar o resultado dos exames complementares e, se confirmado tratar-se de um caso de sarampo, preencher a Ficha de Notifica\u00e7\u00e3o Compuls\u00f3ria de Sarampo, encaminhando-a \u00e0 unidade b\u00e1sica de sa\u00fade respons\u00e1vel pela \u00e1rea onde a empresa est\u00e1 localizada, para as demais provid\u00eancias cab\u00edveis. <\/p>\n\n\n\n<p>(C) providenciar, imediatamente, a aplica\u00e7\u00e3o de uma dose de refor\u00e7o com a vacina pentavalente em todos os funcion\u00e1rios que trabalham no mesmo setor que M.A., com o objetivo de evitar a ocorr\u00eancia de novos casos da doen\u00e7a. <\/p>\n\n\n\n<p>(D) administrar, no mesmo dia do diagn\u00f3stico do sarampo, 2 g de vitamina C, via oral, para reduzir a possibilidade de ocorr\u00eancia de caso grave ou fatal. <\/p>\n\n\n\n<p>(E) comunicar o caso suspeito de sarampo, por telefone, \u00e0 Secretaria Municipal de Sa\u00fade, dentro das primeiras 24 horas ap\u00f3s o atendimento de M.A., e providenciar o preenchimento da Ficha de Investiga\u00e7\u00e3o de Doen\u00e7as Exantem\u00e1ticas Febris Sarampo\/Rub\u00e9ola. <\/p>\n\n\n\n<p><strong>Resposta<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>O Sarampo \u00e9 uma doen\u00e7a infecciosa grave, extremamente contagiosa, que pode evoluir com complica\u00e7\u00f5es e \u00f3bito. Devido a isso, a ficha SINAN j\u00e1 demonstra a necessidade de notifica\u00e7\u00e3o de casos de sarampo, mesmo em casos suspeito:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lh3.googleusercontent.com\/Dkxhuvn2iH826tso-F4xzUI6n0Jf6j3yhNtYLb2p1BpuIsGWych9FCEgWA-49QIRzkJnMqzuxCmXfch933NRIhEG7jiUgt0RY6kG1yR2M9RbDIMqN6ud2_L6b6U2w5ZkJDxkq8WK\" alt=\"\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Alternativa: E.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Diagnosticar e tratar correta e prontamente os casos de tuberculose pulmonar s\u00e3o as principais medidas para o controle da doen\u00e7a. Por meio da busca ativa de sintom\u00e1ticos respirat\u00f3rios (SR), esfor\u00e7os devem ser realizados no sentido de encontrar precocemente o paciente e oferecer o tratamento adequado, interrompendo a cadeia de transmiss\u00e3o da doen\u00e7a e reduzindo a incid\u00eancia da doen\u00e7a a longo prazo. (Minist\u00e9rio da Sa\u00fade). <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Para tal, considera-se como sintom\u00e1tico respirat\u00f3rio o indiv\u00edduo com tosse por tempo igual ou superior a <\/p>\n\n\n\n<p>(A) dez dias, na presen\u00e7a de expectora\u00e7\u00e3o de cor esverdeada. <\/p>\n\n\n\n<p>(B) tr\u00eas dias, com hist\u00f3rico de hipertermia igual ou maior que 39 oC. <\/p>\n\n\n\n<p>(C) tr\u00eas semanas. <\/p>\n\n\n\n<p>(D) cinco dias, com hist\u00f3rico de febre superior a 38 oC. <\/p>\n\n\n\n<p>(E) sete dias, com presen\u00e7a de expectora\u00e7\u00e3o. <\/p>\n\n\n\n<p><strong>Resposta<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Sintom\u00e1tico respirat\u00f3rio \u00e9 o indiv\u00edduo maior de 15 anos com tosse produtiva h\u00e1 mais de tr\u00eas semanas.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Alternativa: C.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Considere as Teorias de Enfermagem e relacione as duas colunas do quadro a seguir, de modo a tornar verdadeira a associa\u00e7\u00e3o entre o te\u00f3rico de enfermagem e o tema central da teoria que desenvolveu.<\/strong> <\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lh4.googleusercontent.com\/PFekoAennlWQGWCI1lG_vSdMPBmbnnS3Zdt352s958XI2yMqRSiGOQwtXMAimF4L_6PcjFfu8VcsZDagRnYTa1dY4XUW8Ux8He7owRiAwXPNleiKti2apISicIlBg9npUkrn4Zvn\" alt=\"\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>Assinale a alternativa que apresenta a associa\u00e7\u00e3o correta. <\/p>\n\n\n\n<p>(A) a-I; b-II; c-III. <\/p>\n\n\n\n<p>(B) a-III, b-II; c-I. <\/p>\n\n\n\n<p>(C) a-III; b-I; c-II. <\/p>\n\n\n\n<p>(D) a-I; b-III; c-II. <\/p>\n\n\n\n<p>(E) a-II; b-III; c-I. <\/p>\n\n\n\n<p><strong>Resposta<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>De cara, grave que Dorotea Orem aborda a Teoria do Auto Cuidado e que Florence inclu\u00eda o ambiente nas necessidades do cuidado do paciente. N\u00e3o se prenda com muitos detalhes para este tipo de quest\u00e3o, apenas nas palavras chaves. Logo, a quest\u00e3o j\u00e1 se encerrou!<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Alternativa: A.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Implementada a sistematiza\u00e7\u00e3o da assist\u00eancia de enfermagem (SAE), ao estabelecer os resultados esperados, o enfermeiro est\u00e1 executando a etapa do Processo de Enfermagem de: <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>(A) implementa\u00e7\u00e3o da assist\u00eancia de enfermagem. <\/p>\n\n\n\n<p>(B) avalia\u00e7\u00e3o. <\/p>\n\n\n\n<p>(C) planejamento. <\/p>\n\n\n\n<p>(D) diagn\u00f3stico de enfermagem. <\/p>\n\n\n\n<p>(E) investiga\u00e7\u00e3o. <\/p>\n\n\n\n<p><strong>Resposta<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Bem resumidamente:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>As etapas do Processo de Enfermagem s\u00e3o (COFEN 358)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>1. Investiga\u00e7\u00e3o (coleta de dados e exame f\u00edsico); <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>2. Diagn\u00f3stico de enfermagem; <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>3. Planejamento(resultados esperados); <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>4. Implementa\u00e7\u00e3o da assist\u00eancia de enfermagem (prescri\u00e7\u00e3o de enfermagem) e<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>5. Avalia\u00e7\u00e3o da assist\u00eancia de enfermagem<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Alternativa: C.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>Considere o relato a seguir. <br \/><\/p>\n\n\n\n<p>F.A., 34 anos, sexo feminino, compareceu ao ambulat\u00f3rio de sa\u00fade ocupacional para realizar o exame m\u00e9dico de retorno \u00e0 fun\u00e7\u00e3o devido ao t\u00e9rmino da licen\u00e7a maternidade, sendo considerada apta pelo m\u00e9dico. Durante a consulta de enfermagem, informou ao enfermeiro que, at\u00e9 o momento de reassumir seu trabalho, vinha praticando o aleitamento materno exclusivo, mostrando-se muito preocupada pelo fato de que o beb\u00ea, com quatro meses de idade, passaria a ficar em uma creche e a receber f\u00f3rmula l\u00e1ctea, prescrita pelo pediatra, enquanto estivesse no trabalho. Para essa situa\u00e7\u00e3o, utilizando a taxonomia NANDA 2015-2017, o enfermeiro estabeleceu como diagn\u00f3stico de enfermagem \u201cAmamenta\u00e7\u00e3o interrompida relacionada ao emprego materno e separa\u00e7\u00e3o m\u00e3e-lactente caracterizada por amamenta\u00e7\u00e3o n\u00e3o exclusiva\u201d. <br \/><\/p>\n\n\n\n<p><strong>O diagn\u00f3stico de enfermagem assinalado tem como caracter\u00edstica definidora <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>(A) emprego materno. <\/p>\n\n\n\n<p>(B) uso de f\u00f3rmula l\u00e1ctea. <\/p>\n\n\n\n<p>(C) amamenta\u00e7\u00e3o interrompida. <\/p>\n\n\n\n<p>(D) separa\u00e7\u00e3o m\u00e3e-lactente. <\/p>\n\n\n\n<p>(E) amamenta\u00e7\u00e3o n\u00e3o exclusiva. <\/p>\n\n\n\n<p><strong>Resposta<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Neste caso \u00e9 apenas uma caracter\u00edstica definidora. Conforme a NANDA 2015 &#8211; 2017, temos:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lh4.googleusercontent.com\/5Hyd-NNaRJvZ6BCHvbYYW-EBChTm7GqjxwVixG9osl-lc4NL3XaRHxcIeEcwNd33_SpW8pA4WsM4HrJ-NWznlFOt0VFXeo4DrCXUGhlAenGEt46aC6SQfu03M3Y2Qqzq71ObJqzw\" alt=\"\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Alternativa: E.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 Classifica\u00e7\u00e3o Internacional para a Pr\u00e1tica de Enfermagem (CIPE<\/strong><strong><sup>\u00ae<\/sup><\/strong><strong>) Vers\u00e3o 1.0, \u00e9 correto afirmar que <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>(A) para criar enunciados de diagn\u00f3sticos de enfermagem e resultados de enfermagem, devem ser inclu\u00eddos, obrigatoriamente, um termo do eixo foco e um termo do eixo a\u00e7\u00e3o, complementados, se necess\u00e1rio, por termos de outros eixos. <\/p>\n\n\n\n<p>(B) se destina, exclusivamente, \u00e0 elabora\u00e7\u00e3o de diagn\u00f3sticos de enfermagem para uso no \u00e2mbito da sa\u00fade coletiva. <\/p>\n\n\n\n<p>(C) o eixo foco compreende o sujeito a quem o diagn\u00f3stico se refere e que \u00e9 o benefici\u00e1rio de uma interven\u00e7\u00e3o de enfermagem. <\/p>\n\n\n\n<p>(D) consiste em uma classifica\u00e7\u00e3o multiaxial constitu\u00edda por sete eixos, a saber: foco, ju\u00edzo\/julgamento, meios\/recursos, a\u00e7\u00e3o, tempo, localiza\u00e7\u00e3o e cliente\/paciente. <\/p>\n\n\n\n<p>(E) sua utiliza\u00e7\u00e3o s\u00f3 \u00e9 v\u00e1lida se realizada de modo combinado com a Classifica\u00e7\u00e3o dos Resultados de Enfermagem (NOC). <\/p>\n\n\n\n<p><strong>Resposta<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Trata-se de um modelo multiaxial de sete eixos para composi\u00e7\u00e3o de diagn\u00f3sticos, resultados e interven\u00e7\u00f5es. As defini\u00e7\u00f5es dos sete eixos, segundo o CIE representar as a\u00e7\u00f5es de enfermagem; e s\u00e3o: <\/strong><\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><strong>Foco: a \u00e1rea de aten\u00e7\u00e3o que \u00e9 relevante para a Enfermagem. <\/strong><\/li><li><strong>Julgamento: opini\u00e3o cl\u00ednica ou determina\u00e7\u00e3o relacionada ao foco da pr\u00e1tica de enfermagem. <\/strong><\/li><li><strong>Cliente: sujeito ao qual o diagn\u00f3stico se refere e que \u00e9 o recipiente de uma interven\u00e7\u00e3o. <\/strong><\/li><li><strong>A\u00e7\u00e3o: um processo intencional aplicado a um cliente. <\/strong><\/li><li><strong>Meios: uma maneira ou um m\u00e9todo de desempenhar uma interven\u00e7\u00e3o de enfermagem. <\/strong><\/li><li><strong>Localiza\u00e7\u00e3o: orienta\u00e7\u00e3o anat\u00f4mica e espacial de um diagn\u00f3stico ou interven\u00e7\u00f5es. <\/strong><\/li><li><strong>Tempo: o momento, per\u00edodo, instante, intervalo ou dura\u00e7\u00e3o de uma ocorr\u00eancia<\/strong><\/li><\/ul>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lh3.googleusercontent.com\/s_yhrzyxnm9K5-Oj3CNfZF9Trbd1s7X1s6t3rHmcpcWhURRV2InMgULazTFoMw3nMjuksrYZVQsAB55Cx4AJHI1G_76wpo2XU9TqA7Gj2znoN0mnpYwnnnuKvNjBiqPsjAh4wb8y\" alt=\"\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Alternativa: D<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>A coordena\u00e7\u00e3o de sa\u00fade decidiu utilizar o m\u00e9todo \u201cplanejamento estrat\u00e9gico situacional\u201d como instrumento para o planejamento e gest\u00e3o dos ambulat\u00f3rios de sa\u00fade. Atualmente, os participantes est\u00e3o trabalhando na implementa\u00e7\u00e3o das a\u00e7\u00f5es propostas para a resolu\u00e7\u00e3o dos problemas priorizados, incluindo o cronograma e os recursos necess\u00e1rios, entre outros itens. Considerando as etapas que comp\u00f5em o m\u00e9todo, o grupo est\u00e1 vivenciando o momento <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>(A) cooperativo. <\/p>\n\n\n\n<p>(B) t\u00e1tico-operacional. <\/p>\n\n\n\n<p>(C) estrat\u00e9gico. <\/p>\n\n\n\n<p>(D) normativo. <\/p>\n\n\n\n<p>(E) explicativo. <\/p>\n\n\n\n<p><strong>Resposta<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Considerando o trecho que diz que est\u00e3o na \u201cimplementa\u00e7\u00e3o\u201d das a\u00e7\u00f5es, verifica-se que o momento \u00e9 o \u201ct\u00e1tico operacional\u201d, ou seja, o momento de execu\u00e7\u00e3o do plano sob uma determinada ger\u00eancia e organiza\u00e7\u00e3o do trabalho, com presta\u00e7\u00e3o de contas, supervis\u00e3o, acompanhamento e avalia\u00e7\u00e3o.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Alternativa: B.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Ao utilizar o m\u00e9todo de dimensionamento de pessoal para unidades assistenciais especiais (UAE), o respons\u00e1vel t\u00e9cnico de enfermagem deve dispor para a cobertura de situa\u00e7\u00f5es relacionadas \u00e0 rotatividade de pessoal e participa\u00e7\u00e3o em programas de educa\u00e7\u00e3o permanente, o m\u00ednimo de:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>(A) 5% do quadro geral de profissionais de enfermagem da institui\u00e7\u00e3o. <\/p>\n\n\n\n<p>(B) 15% do total de pessoal de n\u00edvel t\u00e9cnico e 10% do total de enfermeiros. <\/p>\n\n\n\n<p>(C) 10% do quadro geral de profissionais de enfermagem da institui\u00e7\u00e3o. <\/p>\n\n\n\n<p>(D) 5% do total de pessoal de n\u00edvel t\u00e9cnico e 2% do total de enfermeiros. <\/p>\n\n\n\n<p>(E) 2% do quadro geral de profissionais de enfermagem da institui\u00e7\u00e3o. <\/p>\n\n\n\n<p><strong>Resposta<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Na COFEN 543\/17, consta que o \u00edndice de seguran\u00e7a t\u00e9cnica \u00e9 de 15% (geral), no entanto, quando se trata de cobertura de situa\u00e7\u00f5es relacionadas \u00e0 rotatividade de pessoal e participa\u00e7\u00e3o em programas de educa\u00e7\u00e3o permanente, deve-se acrescentar &nbsp;5% do quadro geral de profissionais de enfermagem da institui\u00e7\u00e3o. <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Alternativa: A.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>F.N., enfermeiro, foi designado pela chefia de enfermagem para compor a comiss\u00e3o de gerenciamento de recursos materiais da institui\u00e7\u00e3o. Finalizada a etapa de classifica\u00e7\u00e3o dos materiais, passou a trabalhar na padroniza\u00e7\u00e3o de materiais utilizados pela enfermagem. Essa etapa do trabalho consiste na:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>(A) descri\u00e7\u00e3o das indica\u00e7\u00f5es de uso, desempenho t\u00e9cnico e mat\u00e9ria-prima utilizada para fabrica\u00e7\u00e3o, dimens\u00f5es e tamanhos dos materiais de uso pela enfermagem. <\/p>\n\n\n\n<p>(B) descri\u00e7\u00e3o minuciosa do material, de modo a representar com precis\u00e3o o que \u00e9 necess\u00e1rio se adquirir. <\/p>\n\n\n\n<p>(C) estimativa das quantidades de material a serem compradas para atender \u00e0s necessidades das unidades de enfermagem que utilizam esses insumos, num per\u00edodo pr\u00e9-determinado. <\/p>\n\n\n\n<p>(D) determina\u00e7\u00e3o da quantidade m\u00ednima de cada item que deve ser mantida como reserva para garantir a continuidade do atendimento, caso ocorra atraso no suprimento. <\/p>\n\n\n\n<p>(E) determina\u00e7\u00e3o do produto espec\u00edfico para procedimentos espec\u00edficos, com o prop\u00f3sito de diminuir a diversidade desnecess\u00e1ria de alguns itens e normatizar o uso de produtos similares. <\/p>\n\n\n\n<p><strong>Resposta<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>A import\u00e2ncia da padroniza\u00e7\u00e3o consiste na especifica\u00e7\u00e3o de produto para cada procedimento, diminui\u00e7\u00e3o da diversidade desnecess\u00e1ria, normatiza\u00e7\u00e3o do uso de determinados produtos, dentre outros. <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Alternativa: E.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>Considere o relato a seguir. <\/p>\n\n\n\n<p>A equipe de enfermagem do setor de ambulat\u00f3rios, composta por dez funcion\u00e1rios, procurou o enfermeiro para conversar a respeito da escala de folgas para o m\u00eas de novembro, pois, devido \u00e0 exist\u00eancia de dois feriados no per\u00edodo, um em uma quinta-feira e o outro em uma sexta-feira, havia a possibilidade de emenda totalizando, em um dos casos, um total de quatro dias. Tal situa\u00e7\u00e3o estava gerando conflito, porque, n\u00e3o havendo mais possibilidade de emenda para o ano, a totalidade dos funcion\u00e1rios desejava ter a oportunidade de descansar por um per\u00edodo mais longo. Face \u00e0 dificuldade para resolver a quest\u00e3o, o enfermeiro decidiu que os cinco funcion\u00e1rios mais jovens n\u00e3o poderiam folgar na emenda do feriado, para cobrir o servi\u00e7o.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Face \u00e0 situa\u00e7\u00e3o apresentada, \u00e9 correto afirmar que, para administrar o conflito, o enfermeiro adotou a estrat\u00e9gia de <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>(A) acomoda\u00e7\u00e3o. <\/p>\n\n\n\n<p>(B) domina\u00e7\u00e3o. <\/p>\n\n\n\n<p>(C) solu\u00e7\u00e3o integrativa de problemas. <\/p>\n\n\n\n<p>(D) n\u00e3o compromisso. <\/p>\n\n\n\n<p>(E) barganha. <\/p>\n\n\n\n<p><strong>Resposta<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Foi impositivo, claro e sem possibilidade de alternativas, aparentemente. &nbsp;A domina\u00e7\u00e3o \u00e9 a disputa pelo poder, prevalece a decis\u00e3o de quem tem mais representatividade, esse processo n\u00e3o d\u00e1 margens a negocia\u00e7\u00f5es e sempre um perde para que o outro possa vencer.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Alternativa: B.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Em aten\u00e7\u00e3o ao Dia Nacional de Combate e Preven\u00e7\u00e3o da Hansen\u00edase, a equipe de sa\u00fade de uma institui\u00e7\u00e3o decidiu elaborar material educativo, para distribui\u00e7\u00e3o entre funcion\u00e1rios e clientes, sobre a import\u00e2ncia da preven\u00e7\u00e3o e do tratamento adequado da doen\u00e7a, esclarecendo, entre outros itens, que:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>(A) os sinais e sintomas da hansen\u00edase compreendem, entre outros itens, p\u00e1pulas, tub\u00e9rculos e n\u00f3dulos, normalmente sem sintomas, e diminui\u00e7\u00e3o ou queda de pelos, localizada ou difusa, especialmente nas sobrancelhas (madarose). <\/p>\n\n\n\n<p>(B) a hansen\u00edase \u00e9 uma doen\u00e7a aguda, infectocontagiosa, cujo agente etiol\u00f3gico, o <em>Mycobacterium leprae<\/em>, \u00e9 transmitido por via fecal-oral. <\/p>\n\n\n\n<p>(C) se trata de uma doen\u00e7a que acomete apenas adultos, de ambos os sexos, a partir dos 40 anos de idade. <\/p>\n\n\n\n<p>(D) todo indiv\u00edduo adulto, caracterizado como contato social, ou seja, que conviva ou tenha convivido com um indiv\u00edduo com diagn\u00f3stico de hansen\u00edase, tratado ou n\u00e3o, incluindo-se vizinhos, colegas de trabalho e de escola, entre outros, devem receber a vacina BCG e ser acompanhado, por pelo menos cinco anos. <\/p>\n\n\n\n<p>(E) cerca de 90 dias ap\u00f3s o in\u00edcio do tratamento, se realizado de forma regular, a doen\u00e7a deixa de ser contagiosa. <\/p>\n\n\n\n<p><strong>Resposta<\/strong><\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\"><li><strong>CERTA.<\/strong><\/li><li><strong>ERRADA. Transmitido por got\u00edculas de vias a\u00e9reas em contato prolongado.<\/strong><\/li><li><strong>ERRADA. N\u00e3o acomete apenas adultos.<\/strong><\/li><li><strong>ERRADA. Receber\u00e1 BCG se n\u00e3o tiver cicatriz vacinal ou tiver apenas uma.<\/strong><\/li><li><strong>ERRADA. Quando a pessoa doente inicia o tratamento quimioter\u00e1pico, ela deixa de ser transmissora da doen\u00e7a, pois as primeiras doses da medica\u00e7\u00e3o matam os bacilos, torna-os incapazes de infectar outras pessoas.<\/strong><\/li><\/ol>\n\n\n\n<p><strong>Alternativa: A.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Face a uma realidade global de \u00edndices elevados de infec\u00e7\u00f5es transmiss\u00edveis por via sexual (IST), torna-se fundamental que os profissionais de sa\u00fade aproveitem todas as oportunidades para orientar sobre a import\u00e2ncia de se pensar em op\u00e7\u00e3o contraceptiva que proporcione uma dupla prote\u00e7\u00e3o exemplificada pelo uso combinado:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>(A) da camisinha masculina e da camisinha feminina. <\/p>\n\n\n\n<p>(B) do anticoncepcional injet\u00e1vel e do diafragma. <\/p>\n\n\n\n<p>(C) do gel espermicida e do anticoncepcional oral. <\/p>\n\n\n\n<p>(D) do diafragma e do dispositivo intrauterino. <\/p>\n\n\n\n<p>(E) da camisinha feminina e do anticoncepcional oral. <\/p>\n\n\n\n<p><strong>Resposta<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>A dupla prote\u00e7\u00e3o consiste no uso do preservativo (masculino ou feminino) associado a outro m\u00e9todo. Neste caso, camisinha feminina e anticoncepcional oral.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lh3.googleusercontent.com\/8ZIyTCUd2U-7bsyQ80NuYhaXevXn3nFlmfDqjqGitj-CKTOVR0KfUvzf37iRa374SYkvfBh5nSUv1bikYxRpEM9Ywa4KxOVJYfCWjnAD0uEB0rabY5nwH7gTdPsoEmjBCyt11Jfl\" alt=\"\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Alternativa: E.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Com a proximidade do ver\u00e3o, quando ocorrem, com maior frequ\u00eancia, as chuvas e o aumento do n\u00famero de casos de dengue, zika e febre Chikungunya, decidiu-se elaborar mat\u00e9ria a respeito do assunto para publica\u00e7\u00e3o no boletim mensal de sa\u00fade da institui\u00e7\u00e3o, esclarecendo, entre outros aspectos, sobre as medidas de prote\u00e7\u00e3o individual que devem ser adotadas, tais como <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>(A) usar roupas que minimizem a exposi\u00e7\u00e3o da pele durante a noite, quando os mosquitos s\u00e3o mais ativos. <\/p>\n\n\n\n<p>(B) lavar, diariamente, com \u00e1gua e detergente, vasilhas de \u00e1gua para animais. <\/p>\n\n\n\n<p>(C) usar repelentes compostos por DEET, IR3535 ou Icaridin, estritamente de acordo com as instru\u00e7\u00f5es do r\u00f3tulo, que podem ser aplicados na pele exposta ou nas roupas. <\/p>\n\n\n\n<p>(D) lavar uma vez por semana as bandejas coletoras de \u00e1gua de geladeiras e aparelhos de ar condicionado. <\/p>\n\n\n\n<p>(E) evitar co\u00e7ar o local da picada do inseto, reduzindo a possibilidade de introdu\u00e7\u00e3o dos v\u00edrus na corrente sangu\u00ednea. <\/p>\n\n\n\n<p><strong>Resposta<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Pra in\u00edcio, sabe-se que nem todos os mosquitos tem h\u00e1bitos preferencialmente noturnos. Est\u00e3o sendo solicitadas medidas de prote\u00e7\u00e3o individual para vetor. Logo, lavar vasilhas, bandejas e outros recipientes s\u00e3o medidas coletivas. Logo, dentre as alternativas, as medidas recomendadas s\u00e3o: usar repelentes compostos por DEET, IR3535 ou Icaridin, estritamente de acordo com as instru\u00e7\u00f5es do r\u00f3tulo, que podem ser aplicados na pele exposta ou nas roupas.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Alternativa: C.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Em 31.01.2019, M.T., 30 anos, compareceu ao ambulat\u00f3rio de sa\u00fade ocupacional a fim de realizar o exame admissional para ocupar o cargo de assistente judici\u00e1rio. Ao solicitar a carteira de vacina\u00e7\u00e3o, o enfermeiro observou os seguintes registros: <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Diante dessa situa\u00e7\u00e3o, de acordo com o calend\u00e1rio nacional de vacina\u00e7\u00e3o vigente, o enfermeiro deve <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>(A) aplicar a terceira dose da vacina hepatite B, a segunda dose da vacina febre amarela e a vacina HPV, em dose \u00fanica. (B) aplicar a terceira dose da vacina hepatite B, uma dose de refor\u00e7o da vacina dupla adulto e a segunda dose da vacina tr\u00edplice viral. <\/p>\n\n\n\n<p>(C) considerar que, para o momento, o esquema vacinal de M.T. est\u00e1 completo e correto. <\/p>\n\n\n\n<p>(D) aplicar a terceira dose da vacina hepatite B. <\/p>\n\n\n\n<p>(E) reiniciar o esquema das vacinas dupla adulto e hepatite B, considerando inv\u00e1lidas as doses aplicadas devido ao espa\u00e7amento entre elas.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Resposta<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Veja o calend\u00e1rio preconizado para o adulto.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lh6.googleusercontent.com\/KS7D6rhlc5DMwvgy5P3KqXRcL0opT1Zm18mnvEzpN21zx03y7c7J6ft_xTCjhmyBZzisM8gqjujeTPRyOGYSt21t2gvBWUkld9f7JVyZo_L4tadu4iWTax3pASUyKJ98gE1rpVDP\" alt=\"\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Compare os calend\u00e1rios. Falta apenas a terceira dose da hepatite B.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Alternativa: D.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Conforme planejamento anual, na primeira semana de abril, ser\u00e1 disponibilizada a vacina contra gripe para todos os funcion\u00e1rios. Para garantir sua qualidade, esse imunobiol\u00f3gico dever\u00e1 ser mantido, em n\u00edvel local, na temperatura de <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>(A) +2 oC a +8 oC. <\/p>\n\n\n\n<p>(B) +5 oC a +10 oC. <\/p>\n\n\n\n<p>(C) \u20132 oC a +2 oC. <\/p>\n\n\n\n<p>(D) +2 oC a +10 oC. <\/p>\n\n\n\n<p>(E) \u20138 oC a \u20132 oC. <\/p>\n\n\n\n<p><strong>Resposta<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Grave bem! Vacinas em n\u00edvel local devem ser mantidas entre 2 e 8oC., preferencialmente, aos 5oC.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Alternativa: A.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Com o objetivo de identificar e orientar os funcion\u00e1rios sobre o glaucoma, uma institui\u00e7\u00e3o promove, anualmente, a \u201cCampanha de preven\u00e7\u00e3o do glaucoma\u201d. Ao que diz respeito a essa doen\u00e7a, com o prop\u00f3sito de esclarecer e orientar adequadamente os interessados, os enfermeiros que atuam na institui\u00e7\u00e3o devem saber que <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>(A) os sinais e sintomas do glaucoma, tais como: diplopia, aus\u00eancia de l\u00e1grimas e dor orbital surgem precocemente, propiciando o r\u00e1pido in\u00edcio do tratamento para a doen\u00e7a. <\/p>\n\n\n\n<p>(B) devido a sua a\u00e7\u00e3o antioxidante, a ingest\u00e3o di\u00e1ria de 200 000 UI de vitamina A constitui importante medida de preven\u00e7\u00e3o para a ocorr\u00eancia do glaucoma. <\/p>\n\n\n\n<p>(C) o glaucoma pode se desenvolver em um ou em ambos os olhos e \u00e9 resultante da opacifica\u00e7\u00e3o do cristalino. <\/p>\n\n\n\n<p>(D) a hist\u00f3ria familiar de glaucoma, o uso prolongado de corticoster\u00f3ides t\u00f3picos ou sist\u00eamicos, a diabete e o traumatismo ocular constituem-se em alguns dos fatores de risco para o glaucoma. <\/p>\n\n\n\n<p>(E) o manejo cir\u00fargico do glaucoma cura a doen\u00e7a em 95% dos casos. <\/p>\n\n\n\n<p><strong>Resposta<\/strong><\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\"><li><strong>ERRADA. O glaucoma \u00e9 uma neuropatia \u00f3ptica com repercuss\u00e3o caracter\u00edstica no campo visual, cujo principal fator de risco \u00e9 aumento da press\u00e3o intraocular (PIO) e cujo desfecho principal \u00e9 cegueira irrevers\u00edvel. Exceto no glaucoma de in\u00edcio s\u00fabito, chamado glaucoma agudo, a evolu\u00e7\u00e3o \u00e9 lenta e principalmente assintom\u00e1tica.<\/strong><\/li><li><strong>ERRADA. N\u00e3o h\u00e1 esta recomenda\u00e7\u00e3o.<\/strong><\/li><li><strong>ERRADA. Opacifica\u00e7\u00e3o do cristalino \u00e9 catarata.<\/strong><\/li><li><strong>CERTA.<\/strong><\/li><li><strong>ERRADA. Glaucoma n\u00e3o tem cura, mas controle.<\/strong><\/li><\/ol>\n\n\n\n<p><strong>Alternativa: D<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>Para responder \u00e0 quest\u00e3o de n\u00famero <strong>38<\/strong>, considere o relato a seguir. <\/p>\n\n\n\n<p>Durante consulta de enfermagem, A.T., 46 anos, sexo feminino, escrevente t\u00e9cnico judici\u00e1rio, contou ao enfermeiro que \u201cvinha se sentindo esquisita\u201d. Informou perceber que apresentava nervosismo e irritabilidade, sem motivo aparente; cansa\u00e7o, intoler\u00e2ncia ao calor, sudorese incomum, epis\u00f3dios de palpita\u00e7\u00f5es em repouso, perda de peso e que, recentemente, passou a observar que seus olhos pareciam mais saltados. Al\u00e9m disso, disse que estava preocupada porque n\u00e3o menstruava h\u00e1 dois meses, mas os resultados de exames para diagn\u00f3stico de gravidez estavam todos negativos. Ao realizar o exame f\u00edsico, o enfermeiro constatou, entre outros itens, temperatura axilar = 36,9 oC; pulso = 98 batimentos por minuto; press\u00e3o arterial = 140 x 90 mmHg, IMC = 18,4 Kg\/m<sup>2<\/sup>, pele facial ruborizada. <br \/><\/p>\n\n\n\n<p>Frente ao quadro apresentado, o enfermeiro deve encaminhar A.T. para avalia\u00e7\u00e3o m\u00e9dica, porque a funcion\u00e1ria apresenta sinais e sintomas caracter\u00edsticos de <\/p>\n\n\n\n<p>(A) hipotireoidismo. <\/p>\n\n\n\n<p>(B) s\u00edndrome de Cushing. <\/p>\n\n\n\n<p>(C) hipertireoidismo. <\/p>\n\n\n\n<p>(D) anemia falciforme. <\/p>\n\n\n\n<p>(E) endometriose. <\/p>\n\n\n\n<p><strong>Resposta<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>A dica foi \u201colhos saltados\u201d, mas os demais sinais e sintomas constam a seguir:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><strong>Perda de peso repentina, mesmo alimentando-se da mesma forma de sempre<\/strong><\/li><li><a href=\"https:\/\/www.minhavida.com.br\/temas\/taquicardia\"><strong>Taquicardia <\/strong><\/a><strong>(mais de 100 batimentos card\u00edacos por minuto), arritmia e palpita\u00e7\u00f5es<\/strong><\/li><li><strong>Aumento no apetite<\/strong><\/li><li><strong>Ansiedade, irritabilidade e nervosismo<\/strong><\/li><li><strong>Tremor nas m\u00e3os e nos dedos<\/strong><\/li><li><strong>Suor excessivo (sudorese)<\/strong><\/li><li><strong>Mudan\u00e7as na menstrua\u00e7\u00e3o<\/strong><\/li><li><strong>Intoler\u00e2ncia ao calor<\/strong><\/li><li><strong>Mudan\u00e7as no funcionamento do intestino, com evacua\u00e7\u00f5es frequentes<\/strong><\/li><li><strong>B\u00f3cio (gl\u00e2ndula tireoide visivelmente aumentada) ou n\u00f3dulos na tireoide<\/strong><\/li><li><a href=\"https:\/\/www.minhavida.com.br\/saude\/temas\/fadiga\"><strong>Fadiga <\/strong><\/a><strong>e fraqueza muscular<\/strong><\/li><li><strong>Dificuldade para dormir<\/strong><\/li><li><strong>Afilamento da pele<\/strong><\/li><li><strong>Cabelo quebradi\u00e7o (perda de cabelo)<\/strong><\/li><li><strong>Inquieta\u00e7\u00e3o<\/strong><strong>.<\/strong><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p><strong>Alternativa: C.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Devido ao fato de que, na institui\u00e7\u00e3o onde atua, um percentual expressivo de funcion\u00e1rios se concentra na faixa et\u00e1ria de 50 a 59 anos, o enfermeiro desenvolve a\u00e7\u00f5es de educa\u00e7\u00e3o em sa\u00fade sobre a osteoporose, orientando a respeito das medidas de preven\u00e7\u00e3o que devem incluir, entre outros itens, a import\u00e2ncia de:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>(A) evitar o consumo de bebidas alco\u00f3licas e cigarros e ingerir suplemento alimentar com alta concentra\u00e7\u00e3o de vitamina A. <\/p>\n\n\n\n<p>(B) ingerir dieta rica em prote\u00edna animal, c\u00e1lcio e vitamina D e evitar a exposi\u00e7\u00e3o \u00e0 luz solar. <\/p>\n\n\n\n<p>(C) evitar a automedica\u00e7\u00e3o e ingerir, diariamente, suplemento alimentar com alta concentra\u00e7\u00e3o de vitamina A. <\/p>\n\n\n\n<p>(D) evitar o consumo de cafe\u00edna e a import\u00e2ncia da exposi\u00e7\u00e3o \u00e0 luz solar, em hor\u00e1rios recomendados e adequadamente protegidos. <\/p>\n\n\n\n<p>(E) evitar o consumo de vegetais com folhas de cor verde escuro e realizar exerc\u00edcios f\u00edsicos aer\u00f3bicos. <\/p>\n\n\n\n<p><strong>Resposta<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Risque tudo que diz que \u00e9 pra evitar a luz solar, a ingest\u00e3o de vegetais de folha escura e vitamina A (pois \u00e9 D). <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Alternativa: D.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>No ambulat\u00f3rio, o enfermeiro foi procurado por um funcion\u00e1rio interessado em participar do programa de combate ao tabagismo existente na empresa. Durante a consulta de enfermagem, deixou claro para o enfermeiro que estava \u201cse organizando\u201d para abandonar o cigarro e desejava parar de fumar a partir do dia de seu anivers\u00e1rio de 40 anos, que ocorreria em duas semanas. <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Considerando que a identifica\u00e7\u00e3o do est\u00e1gio motivacional em que o indiv\u00edduo se encontra \u00e9 de extrema import\u00e2ncia \u00e0 elabora\u00e7\u00e3o de estrat\u00e9gias para interven\u00e7\u00f5es, ao utilizar o Modelo de Avalia\u00e7\u00e3o do Grau de Motiva\u00e7\u00e3o para a Mudan\u00e7a, desenvolvido por Prochaska, DiClemente e Norcross (1992), o enfermeiro deve reconhecer que o funcion\u00e1rio se encontra na fase de <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>(A) pr\u00e9-contempla\u00e7\u00e3o. <\/p>\n\n\n\n<p>(B) prepara\u00e7\u00e3o. <\/p>\n\n\n\n<p>(C) contempla\u00e7\u00e3o. <\/p>\n\n\n\n<p>(D) a\u00e7\u00e3o. <\/p>\n\n\n\n<p>(E) motiva\u00e7\u00e3o. <\/p>\n\n\n\n<p><strong>Resposta<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p> * Pr\u00e9-contempla\u00e7\u00e3o (\u201c I won\u2019t\u201d) &#8211; N\u00e3o considera a possibilidade de mudar, nem se preocupa com a quest\u00e3o; <\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>* Contempla\u00e7\u00e3o (\u201cI might\u201d) &#8211; Admite o problema, \u00e9 ambivalente e considera adotar mudan\u00e7as eventualmente; <\/p>\n\n\n\n<p><strong>* Prepara\u00e7\u00e3o (\u201cI will\u201d) &#8211; Inicia algumas mudan\u00e7as, planeja, cria condi\u00e7\u00f5es para mudar, revisa tentativas passadas;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p> * A\u00e7\u00e3o (\u201cI am\u201d) &#8211; Implementa mudan\u00e7as ambientais e comportamentais, investe tempo e energia na execu\u00e7\u00e3o da mudan\u00e7a; <\/p>\n\n\n\n<p>* Manuten\u00e7\u00e3o (\u201cI have\u201d) &#8211; Processo de continuidade do trabalho iniciado com a\u00e7\u00e3o, para manter os ganhos e prevenir a reca\u00edda; <\/p>\n\n\n\n<p>* Reca\u00edda &#8211; Falha na manuten\u00e7\u00e3o e retomada do h\u00e1bito ou comportamento anterior \u2013 retorno a qualquer dos est\u00e1gios anteriores. <\/p>\n\n\n\n<p><strong>Alternativa: B.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Devido aos sintomas f\u00edsicos e emocionais apresentados ap\u00f3s ter sido v\u00edtima de estupro, P.C., 34 anos, sexo feminino, recebeu o diagn\u00f3stico de transtorno do estresse p\u00f3s-traum\u00e1tico e foi afastada, temporariamente, do trabalho. Ao retornar da licen\u00e7a, compareceu \u00e0 consulta de enfermagem para acompanhamento de sua sa\u00fade. Ap\u00f3s realizar a coleta de dados, utilizando a classifica\u00e7\u00e3o NANDA 2015-2017, o enfermeiro estabeleceu como um dos diagn\u00f3sticos de enfermagem \u201cs\u00edndrome p\u00f3s-traum\u00e1tica relacionada a evento desconfort\u00e1vel, considerado fora da gama de experi\u00eancias habituais, evidenciado por flashbacks e pesadelos\u201d. Para esse diagn\u00f3stico, a interven\u00e7\u00e3o de enfermagem adequada \u00e9 <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>(A) frequentar atividades de grupo com a paciente se isso for assustador para ela. <\/p>\n\n\n\n<p>(B) discutir com a paciente os estressores identificados e a conex\u00e3o de cada um deles com a ansiedade quando o n\u00edvel dela estiver elevado. <\/p>\n\n\n\n<p>(C) apoiar a paciente e tranquiliz\u00e1-la quanto ao fato de esses sintomas serem comuns ap\u00f3s um trauma da magnitude que vivenciou. <\/p>\n\n\n\n<p>(D) desestimular a tomada de decis\u00e3o quando evidenciado um baixo n\u00edvel de ansiedade por parte da paciente. <\/p>\n\n\n\n<p>(E) dar refor\u00e7o positivo a comportamentos ritual\u00edsticos, ajudando a paciente a aprender maneiras de interromper os pensamentos obsessivos. <\/p>\n\n\n\n<p><strong>Resposta<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>O n\u00edvel de estresse mais baixo facilitar\u00e1 o di\u00e1logo e as interven\u00e7\u00f5es e comportamentos ritual\u00edsticos s\u00e3o encarados como obsess\u00f5es, o que n\u00e3o colabora na interven\u00e7\u00e3o. Assim, ajud\u00e1-la a compreender que esses sintomas s\u00e3o frequentes para quem enfrenta traumas semelhantes \u00e9 o conte\u00fado a se buscar nas alternativas.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Alternativa: C. <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Frente a um indiv\u00edduo em uso de antidepressivo \u00e0 base de fluoxetina, o enfermeiro deve alertar o usu\u00e1rio e, quando poss\u00edvel, seus familiares sobre os potenciais efeitos colaterais do medicamento que incluem <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>(A) inibi\u00e7\u00e3o do apetite, perda de peso, sonol\u00eancia e disfun\u00e7\u00e3o sexual. <\/p>\n\n\n\n<p>(B) obstipa\u00e7\u00e3o intestinal, reten\u00e7\u00e3o urin\u00e1ria, boca seca e rigidez muscular. <\/p>\n\n\n\n<p>(C) ganho de peso, solu\u00e7os, diarreia e disfun\u00e7\u00e3o sexual. <\/p>\n\n\n\n<p>(D) saliva\u00e7\u00e3o excessiva, poli\u00faria, hipertens\u00e3o e polidipsia. <\/p>\n\n\n\n<p><strong>Resposta<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Os efeitos colaterais mais comuns no uso da fluoxetina s\u00e3o: dor de cabe\u00e7a, ins\u00f4nia, sonol\u00eancia, nervosismo, ansiedade, cansa\u00e7o (fadiga), tremor, diminui\u00e7\u00e3o da libido (desejo sexual), diarreia, n\u00e1usea, boca seca, diminui\u00e7\u00e3o do apetite.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Alternativa: A.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Os exerc\u00edcios de fortalecimento do assoalho p\u00e9lvico de Kegel constituem-se em uma das medidas n\u00e3o farmacol\u00f3gicas que contribuem para o melhor controle da incontin\u00eancia urin\u00e1ria que acomete cerca de 30% das pessoas idosas n\u00e3o institucionalizadas, sendo que, entre as mulheres, encontram-se as maiores preval\u00eancias. Ao orientar sobre como realizar esses exerc\u00edcios, o enfermeiro deve explicar que <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>(A) consistem na introdu\u00e7\u00e3o vaginal de cones com diferentes pesos, que devem ser retidos por um determinado tempo, utilizando-se para tal a contra\u00e7\u00e3o da musculatura do assoalho p\u00e9lvico. <\/p>\n\n\n\n<p>(B) para um treinamento eficaz, recomenda-se de 8 a 12 contra\u00e7\u00f5es lentas e pr\u00f3ximas da for\u00e7a m\u00e1xima de contra\u00e7\u00e3o dos m\u00fasculos p\u00e9lvicos, por pelo menos 6 segundos, em tr\u00eas s\u00e9ries, 3 a 4 vezes por semana. <\/p>\n\n\n\n<p>(C) para obten\u00e7\u00e3o dos resultados esperados, s\u00f3 devem ser realizados com a pessoa na posi\u00e7\u00e3o sentada. <\/p>\n\n\n\n<p>(D) sua realiza\u00e7\u00e3o na posi\u00e7\u00e3o deitada produz resultado mais r\u00e1pido do que quando executados na posi\u00e7\u00e3o em p\u00e9. <\/p>\n\n\n\n<p>(E) a pessoa deve contrair os m\u00fasculos das n\u00e1degas ou os m\u00fasculos abdominais ao mesmo tempo que os m\u00fasculos do assoalho p\u00e9lvico. <\/p>\n\n\n\n<p><strong>Resposta<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Tanto os homens como as mulheres podem aprender a fazer os exerc\u00edcios de Kegel ao parar e reiniciar o fluxo de urina. Esse exerc\u00edcio permite conhecer quais s\u00e3o os m\u00fasculos corretos que devem ser contra\u00eddos, por\u00e9m o exerc\u00edcio n\u00e3o deve ser realizado continuamente em todas as mic\u00e7\u00f5es. As mulheres tamb\u00e9m podem aprender a fazer os exerc\u00edcios de Kegel: <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>\u25cf colocando um dedo dentro do canal vaginal, apertando os m\u00fasculos ao redor do dedo; ou <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>\u25cf simulando estar sentada sobre um objeto e tentar \u201cpegar\u201d o objeto utilizando a vagina. <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Os homens podem aprender a fazer exerc\u00edcios de Kegel apertando os gl\u00fateos, como se estivessem segurando flatos. Como deve ser feito o exerc\u00edcio de Kegel O paciente pode fazer os exerc\u00edcios em qualquer posi\u00e7\u00e3o (sentado em uma cadeira ou deitado), n\u00e3o necessita realiz\u00e1-los somente quando estiver no banheiro.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong> Orientar o paciente a realizar 8 a 12 exerc\u00edcios de contra\u00e7\u00e3o dos m\u00fasculos do assoalho p\u00e9lvico 3 vezes ao dia em 3-4 dias da semana (idealmente, todos os dias). Durante a contra\u00e7\u00e3o dos m\u00fasculos do assoalho p\u00e9lvico, mant\u00ea-los contra\u00eddos por 6 a 10 segundos. Os resultados podem ser observados a partir do primeiro m\u00eas, por\u00e9m recomenda-se continuar o exerc\u00edcio por pelo menos por 3 meses para avaliar a resposta. <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Alternativa: B.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>No processo de avalia\u00e7\u00e3o de idosos, o Index de Independ\u00eancia nas Atividades B\u00e1sicas de Vida Di\u00e1ria de Sidney Katz \u00e9 um dos instrumentos mais utilizados para avaliar a independ\u00eancia funcional no desempenho das atividades de vida di\u00e1ria. Esse instrumento avalia a independ\u00eancia no desempenho das seguintes fun\u00e7\u00f5es: <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>(A) higiene pessoal, uso do vaso sanit\u00e1rio, vestir-se acima da cintura e alimenta\u00e7\u00e3o. <\/p>\n\n\n\n<p>(B) controle financeiro, autocuidado, sexualidade, locomo\u00e7\u00e3o e comunica\u00e7\u00e3o. <\/p>\n\n\n\n<p>(C) autocuidado, controle de esf\u00edncteres, transfer\u00eancia, locomo\u00e7\u00e3o, comunica\u00e7\u00e3o e cogni\u00e7\u00e3o social. <\/p>\n\n\n\n<p>(D) banho, vestir-se, ir ao banheiro, transfer\u00eancia, contin\u00eancia e alimenta\u00e7\u00e3o. <\/p>\n\n\n\n<p>(E) controle dos esf\u00edncteres, alimenta\u00e7\u00e3o, locomo\u00e7\u00e3o, libido, comunica\u00e7\u00e3o e alimenta\u00e7\u00e3o. <\/p>\n\n\n\n<p><strong>Resposta<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>O instrumento Independ\u00eancia nas Atividades B\u00e1sicas de Vida Di\u00e1ria de Sidney Katz aborda os seguintes quesitos: a avalia\u00e7\u00e3o da atividade &#8220;banhar-se&#8221;, vestir-se, ir ao banheiro, transfer\u00eancia, contin\u00eancia, alimenta\u00e7\u00e3o.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Alternativa: D.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>Leia atentamente o relato a seguir. <br \/><\/p>\n\n\n\n<p>M.T., 63 anos, sexo masculino, assistente jur\u00eddico, hipertenso, portador de diabete tipo 2 h\u00e1 cinco anos, tabagista, compareceu ao ambulat\u00f3rio para consulta de enfermagem de acompanhamento. Informou que vinha fazendo uso regular da medica\u00e7\u00e3o para hipertens\u00e3o e diabete, seguindo corretamente as orienta\u00e7\u00f5es sobre a alimenta\u00e7\u00e3o e conseguindo fazer cerca de 20 minutos de caminhada, aos domingos. Queixou-se que, nas \u00faltimas semanas, apresentou epis\u00f3dios de tonturas ao se levantar bruscamente, que cessavam rapidamente. Ao exame f\u00edsico, o enfermeiro obteve temperatura axilar = 36,7 oC, pulso = 72 batimentos por minuto, press\u00e3o arterial = 138 x 88 mm Hg, peso = 84 200 g, altura = 175 cm, circunfer\u00eancia abdominal = 93 cm. Ao analisar os resultados de exames recentes apresentados pelo funcion\u00e1rio, contatou glicemia de jejum = 105 mg\/dL, hemoglobina glicada = 5,8%. <br \/><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Ao aferir a press\u00e3o arterial de M.T., o enfermeiro deve, entre outros cuidados, <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>(A) certificar-se de que o paciente n\u00e3o fumou nos \u00faltimos 15 minutos. <\/p>\n\n\n\n<p>(B) determinar a press\u00e3o arterial sist\u00f3lica no desaparecimento dos sons (fase V de Korotkoff). <\/p>\n\n\n\n<p>(C) medir a press\u00e3o em ambos os bra\u00e7os na primeira consulta e usar o valor do bra\u00e7o em que foi obtida a menor press\u00e3o como refer\u00eancia. <\/p>\n\n\n\n<p>(D) determinar a press\u00e3o arterial diast\u00f3lica pela ausculta do primeiro som (fase I de Korotkoff). <\/p>\n\n\n\n<p>(E) deixar M.T. em repouso de 3 a 5 minutos em ambiente calmo e medir sua press\u00e3o arterial na posi\u00e7\u00e3o de p\u00e9, ap\u00f3s 3 minutos. <\/p>\n\n\n\n<p><strong>Resposta<\/strong><\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\"><li><strong>ERRADO. N\u00e3o fumou em 30min &#8211; 1h<\/strong><\/li><li><strong>ERRADO. Essa \u00e9 a diast\u00f3lica.<\/strong><\/li><li><strong>ERRADO. O bra\u00e7o com a maior press\u00e3o<\/strong><\/li><li><strong>ERRADA. Essa \u00e9 a sist\u00f3lica.<\/strong><\/li><li><strong>CERTA.<\/strong><\/li><\/ol>\n\n\n\n<p><strong>Alternativa: E.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>O \u00edndice de massa corporal (IMC) de M.T. e sua interpreta\u00e7\u00e3o (I) s\u00e3o, respectivamente:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>(A) IMC = 27,5; I = sobrepeso. <\/p>\n\n\n\n<p>(B) IMC = 27,5; I = obesidade. <\/p>\n\n\n\n<p>(C) IMC = 27,5; I = normal. <\/p>\n\n\n\n<p>(D) IMC = 24,7; I = sobrepeso. <\/p>\n\n\n\n<p>(E) IMC = 24,7; I = normal. <\/p>\n\n\n\n<p><strong>Resposta<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Peso: 84.200 e Alt: 1,75<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>IMC = Peso\/Alt x Alt = &nbsp;27,5.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lh4.googleusercontent.com\/NQ5_KBDgybUEKHLSdaka4mvr4ei8bKY8NUeJwzjiiumpLIXner1gC_4QRMe172NvaahTTlHR5KAXx32Ghjs3AkNi8WctFDvUcm6P_v0iwwev6G93Rp9V4ncyKRLk-ltIYyvKQUZW\" alt=\"\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Alternativa: A.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>No que diz respeito \u00e0 pr\u00e1tica de atividade f\u00edsica, o enfermeiro deve explicar a M.T. que <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>(A) o treinamento resistido est\u00e1tico ou isom\u00e9trico, que envolve a contra\u00e7\u00e3o de segmentos corporais localizados sem movimento articular, est\u00e1 contraindicado para hipertensos. <\/p>\n\n\n\n<p>(B) continue fazendo as caminhadas em intensidade leve, ou seja, mantendo sua frequ\u00eancia card\u00edaca e respira\u00e7\u00e3o constantes, de forma normal, sem se sentir cansado. <\/p>\n\n\n\n<p>(C) para se obter o efeito de redu\u00e7\u00e3o da press\u00e3o arterial, M.T. necessita fazer, no m\u00ednimo, 30 min\/dia de atividade f\u00edsica moderada, de forma cont\u00ednua (1 x 30 min) ou acumulada (2 x 15 min ou 3 x 10 min), em 5 a 7 dias da semana. <\/p>\n\n\n\n<p>(D) se considerando os valores press\u00f3ricos obtidos na consulta, a atividade f\u00edsica, na forma como tem sido praticada, est\u00e1 sendo eficaz e deve ser continuada. <\/p>\n\n\n\n<p>(E) o treinamento resistido din\u00e2mico ou isot\u00f4nico, que envolve a contra\u00e7\u00e3o de segmentos corporais localizados com movimento articular, \u00e9 o mais indicado para hipertensos devido ao seu elevado potencial para redu\u00e7\u00e3o dos n\u00edveis press\u00f3ricos, se praticado regularmente. <\/p>\n\n\n\n<p><strong>Resposta<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>O treinamento resistido din\u00e2mico ou isot\u00f4nico (contra\u00e7\u00e3o de segmentos corporais localizados com movimento articular) reduz a PA de pr\u00e9-hipertensos, mas n\u00e3o tem efeito em hipertensos. O treinamento resistido est\u00e1tico ou isom\u00e9trico (contra\u00e7\u00e3o de segmentos corporais localizados sem movimento articular) reduz a PA de hipertensos, mas os estudos utilizam massas musculares pequenas, havendo necessidade de mais informa\u00e7\u00e3o antes de sua recomenda\u00e7\u00e3o.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>A recomenda\u00e7\u00e3o para hipertensos \u00e9 fazer, no m\u00ednimo, 30 min\/dia de atividade f\u00edsica moderada, de forma cont\u00ednua (1 x 30 min) ou acumulada (2 x 15 min ou 3 x 10 min) em 5 a 7 dias da semana.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Alternativa: C.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>A an\u00e1lise dos resultados obtidos para a glicemia de jejum &nbsp;e a hemoglobina glicada sugerem que <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>(A) embora a glicemia de jejum se apresente adequada, os valores obtidos para a hemoglobina glicada demonstram que M.T. vem ingerindo alimentos com alto valor glic\u00eamico. <\/p>\n\n\n\n<p>(B) pode ter ocorrido erro laboratorial, pois os valores da glicemia de jejum e da hemoglobina glicada n\u00e3o s\u00e3o compat\u00edveis. <\/p>\n\n\n\n<p>(C) a diabete n\u00e3o est\u00e1 controlada e M.T. deve ser encaminhado ao endocrinologista para avalia\u00e7\u00e3o e controle. <\/p>\n\n\n\n<p>(D) o tratamento medicamentoso est\u00e1 sendo efetivo e M.T., no que diz respeito \u00e0 diabete, vem fazendo uso regular da medica\u00e7\u00e3o e seguindo adequadamente as orienta\u00e7\u00f5es sobre a dieta. <\/p>\n\n\n\n<p>(E) a dosagem da medica\u00e7\u00e3o hipoglicemiante \u00e9 excessiva e deve ser ajustada de acordo com as necessidades de M.T. <\/p>\n\n\n\n<p><strong>Resposta<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Lembrando do trecho: \u201cAo analisar os resultados de exames recentes apresentados pelo funcion\u00e1rio, constatou glicemia de jejum = 105 mg\/dL, hemoglobina glicada = 5,8%\u201d.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Veja o que consta nas Diretrizes da SBD 2017\/2018:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lh3.googleusercontent.com\/4ilL2ZUyGapigr02BUM0BesssHXhfdWDYXwxAtfkU63go41bhOd3ZY5UgUDw74UqmW-ptAxaio5531Rn9brlzL7c4IEISuAp7dTTV2oMzvyvKFZZg_t7DDHUlBQZnVPFdwYOip9i\" alt=\"\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Nota-se com uma pequena varia\u00e7\u00e3o de literatura, que o paciente vem aderindo ao tratamento.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Alternativa: D.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Recentemente C.V., 58 anos, sexo masculino, passou a utilizar a insulina como tratamento para diabete tipo 2. Com d\u00favidas sobre o transporte e conserva\u00e7\u00e3o da insu- lina, procurou o enfermeiro para orienta\u00e7\u00f5es. Frente a essa situa\u00e7\u00e3o, o enfermeiro deve esclarecer que, para que a pot\u00eancia e estabilidade da insulina sejam mantidas, deve <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>(A) manter o medicamento em temperatura ambiente, desde a compra at\u00e9 o momento da aplica\u00e7\u00e3o. <\/p>\n\n\n\n<p>(B) quando se tratar do frasco lacrado, manter a insulina em sua embalagem original, no congelador dom\u00e9stico, em temperatura de \u2013 4 oC a 0 oC, transferindo-a para a geladeira 24 horas antes de iniciar seu uso. <\/p>\n\n\n\n<p>(C) para transporte, colocar a insulina sobre gelo comum, em saco pl\u00e1stico e acondicion\u00e1-la em embalagem t\u00e9rmica ou isopor at\u00e9 30 minutos antes de seu uso. <\/p>\n\n\n\n<p>(D) em geladeira dom\u00e9stica, conservar a insulina na primeira prateleira da porta da geladeira, at\u00e9 o momento de sua aplica\u00e7\u00e3o. <\/p>\n\n\n\n<p>(E) em deslocamentos, independentemente da forma e do tempo, transportar o medicamento na bagagem de m\u00e3o, tomando precau\u00e7\u00f5es para que a insulina n\u00e3o entre em contato direto com gelo ou similar, quando utilizado. <\/p>\n\n\n\n<p><strong>Resposta<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Em geladeira dom\u00e9stica, a insulina deve ser conservada entre 2 e 8\u00baC; para isso, precisa ser armazenada nas prateleiras do meio, nas da parte inferior ou na gaveta de verduras, longe das paredes, em sua embalagem original e acondicionada em recipiente pl\u00e1stico ou de metal com tampa. N\u00e3o deve ser congelada; se isso acontecer, precisa ser descartada. Quando sob refrigera\u00e7\u00e3o, a insulina em uso deve ser retirada da geladeira entre 15 e 30 minutos antes da aplica\u00e7\u00e3o, para evitar dor e irrita\u00e7\u00e3o no local em que ser\u00e1 injetada. &nbsp;O transporte dom\u00e9stico pode ser feito em embalagem comum. Se for utilizada embalagem t\u00e9rmica ou isopor, devem-se tomar precau\u00e7\u00f5es para que a insulina n\u00e3o entre em contato direto com gelo ou similar, quando usado.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lh4.googleusercontent.com\/jXQJHpq7CZpqag-3ADivKhk96OkiKRJSe44T52dz4FCoLbxwlLOePC8BX7LfeZHIF56KwMM-0yJmjb7k2tnLqMNC_v8WaX21DMRFuTxVHXB5zt3dPD0Vo11I-NgKpIEomQ-YhWNd\" alt=\"\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Alternativa: E.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>O exame peri\u00f3dico dos p\u00e9s do indiv\u00edduo diab\u00e9tico propicia a identifica\u00e7\u00e3o precoce e o tratamento oportuno das altera\u00e7\u00f5es encontradas, possibilitando assim a preven\u00e7\u00e3o de um n\u00famero expressivo de complica\u00e7\u00f5es. Considere as figuras a seguir e assinale a alternativa que apresenta de forma correta o local onde deve ser aplicado o monofilamento de 10 g de Semmes-Weinstem utilizado para a avalia\u00e7\u00e3o da sensibilidade t\u00e1til. <\/strong><br \/><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lh6.googleusercontent.com\/nLiHvsXI0ALBdKG55wMvsXcPmSjBhSB4ASoikVg4DOkkGx1w4BXVlYINfj91QpPW3z3ilDlGw-GUbNBR5cIO8I3oQTC-xmJoOmT0k2mamBHwFUpR-g4YQiIaGa9nqYHJPeQATPuS\" alt=\"\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>(A) III. <\/p>\n\n\n\n<p>(B) II. <\/p>\n\n\n\n<p>(C) I. <\/p>\n\n\n\n<p>(D) V. <\/p>\n\n\n\n<p>(E) IV. <\/p>\n\n\n\n<p><strong>Resposta<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Conforme a SBD, o modo correto da aplica\u00e7\u00e3o consta na figura abaixo:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lh5.googleusercontent.com\/JO9kVVK5P1OwWw_KnTGPiRPkgPT0fdg1HuH6x0LcQT5U7xLX7ab8_629kjq3olnTQMMTHtfMY9tDRazK3ZkIWLgeCvbvyrWxOhQMej6HG3YPSJmGTMgCXHmEQHoUV6q4lsfE81LS\" alt=\"\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Alternativa: B.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Ao orientar um indiv\u00edduo com hist\u00f3rico de elimina\u00e7\u00e3o urin\u00e1ria de c\u00e1lculos de oxalato, o enfermeiro deve enfatizar que para prevenir sua forma\u00e7\u00e3o, torna-se importante:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>(A) a ingest\u00e3o de oito a dez copos de \u00e1gua por dia para manter a urina dilu\u00edda. <\/p>\n\n\n\n<p>(B) consumir uma dieta rica em prote\u00ednas. <\/p>\n\n\n\n<p>(C) introduzir na dieta o consumo de alimentos como o espinafre, morango, amendoim e farelo de trigo, entre outros, porque eles facilitam a excre\u00e7\u00e3o de oxalatos na urina. <\/p>\n\n\n\n<p>(D) evitar consumir alimentos ricos em c\u00e1lcio, tais como leite e queijos brancos. <\/p>\n\n\n\n<p>(E) dar prefer\u00eancia \u00e0 ingest\u00e3o de ch\u00e1s para hidrata\u00e7\u00e3o devido a seu efeito diur\u00e9tico.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Resposta<\/strong><\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\"><li><strong>CERTA<\/strong><\/li><li><strong>ERRADA. Consumir dieta POBRE em prote\u00edna.<\/strong><\/li><li><strong>ERRADA. Esses alimentos devem ser evitados em caso de c\u00e1lculos de oxalato<\/strong><\/li><li><strong>ERRADA. O leite reduz a absor\u00e7\u00e3o de oxalato, tornando-o menos absorv\u00edvel.<\/strong><\/li><li><strong>ERRADA. Exatamente pelo efeito diur\u00e9tico, n\u00e3o hidratam.<\/strong><\/li><\/ol>\n\n\n\n<p><strong>Alternativa: A.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Portadores de veias varicosas devem ser alertados sobre a import\u00e2ncia em usar de modo correto as meias de compress\u00e3o graduada prescritas pelo m\u00e9dico, porque, al\u00e9m do al\u00edvio que proporcionam, constituem uma das medidas de preven\u00e7\u00e3o para: <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>(A) o tromboembolismo venoso. <\/p>\n\n\n\n<p>(B) a doen\u00e7a oclusiva arterial perif\u00e9rica. <\/p>\n\n\n\n<p>(C) a arterioesclerose. <\/p>\n\n\n\n<p>(D) o aneurisma a\u00f3rtico-abdominal. <\/p>\n\n\n\n<p>(E) o fen\u00f4meno de Raynaud. <\/p>\n\n\n\n<p><strong>Resposta<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>O uso de meias el\u00e1sticas ou meias \u201canti-trombo\u201d reduzem o risco de TVP e favorecem o retorno venoso.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Alterantiva: A.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Entre outras a\u00e7\u00f5es, durante a Semana de Preven\u00e7\u00e3o da Hipertens\u00e3o Arterial e Diabete, o enfermeiro realiza a estratifica\u00e7\u00e3o do risco cardiovascular, utilizando o escore de Framingham. Para tal, inicialmente, s\u00e3o coletadas informa\u00e7\u00f5es sobre <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>(A) peso, estatura, glicemia, LDL-Colesterol e tabagismo. <\/p>\n\n\n\n<p>(B) idade, sexo, peso, press\u00e3o arterial e HDL-Colesterol. <\/p>\n\n\n\n<p>(C) press\u00e3o arterial, idade, glicemia, peso e circunfer\u00eancia abdominal. <\/p>\n\n\n\n<p>(D) \u00edndice de massa corporal (IMC), press\u00e3o arterial, tabagismo, LDL-Colesterol e HDL-Colesterol. <\/p>\n\n\n\n<p>(E) idade, LDL-Colesterol, HDL-Colesterol, press\u00e3o arterial, diabete e tabagismo. <\/p>\n\n\n\n<p><strong>Resposta<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>O Escore de Framingham inclui: idade, LDL, HDL e Tabagismo.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Alternativa: E.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>No ambulat\u00f3rio, M.J., 42 anos, sexo masculino, escrevente t\u00e9cnico judici\u00e1rio, procurou o enfermeiro para esclarecer d\u00favidas a respeito da vasectomia, pois ele e a esposa desejavam adotar esse m\u00e9todo anticoncepcional. Frente a essa situa\u00e7\u00e3o, o enfermeiro deve esclarecer que <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>(A) entre as complica\u00e7\u00f5es cr\u00f4nicas, destacam-se: a persist\u00eancia de espermatozoides no ejaculado e a possibilidade de ocorrer impot\u00eancia sexual nas primeiras quatro semanas ap\u00f3s a cirurgia. <\/p>\n\n\n\n<p>(B) pode ser realizada em ambiente ambulatorial, com anestesia local, sem necessidade de interna\u00e7\u00e3o e consiste na retirada da ves\u00edcula seminal. <\/p>\n\n\n\n<p>(C) \u00e9 necess\u00e1rio o uso de condons ou outro m\u00e9todo de planejamento familiar eficaz pelo menos nas primeiras 20 ejacula\u00e7\u00f5es ou por tr\u00eas meses ap\u00f3s o procedimento. <\/p>\n\n\n\n<p>(D) se trata de um procedimento cir\u00fargico simples, de pequeno porte, seguro e r\u00e1pido, que consiste na ligadura dos ductos deferentes. <\/p>\n\n\n\n<p>(E) em caso de arrependimento, a revers\u00e3o da vasectomia \u00e9 poss\u00edvel e o sucesso do procedimento est\u00e1 assegurado em 95% dos casos. <\/p>\n\n\n\n<p><strong>Resposta<\/strong><\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\"><li><strong>ERRADA. Pode ocorrer dor cr\u00f4nica mas n\u00e3o \u00e9 comum.<\/strong><\/li><li><strong>ERRADA. N\u00e3o \u00e9 a retirada da ves\u00edcula seminal, mas sim \u00e9 realizada nos canais deferentes que se encontram dentro da bolsa escrotal, com o objetivo de impedir a presen\u00e7a de espermatoz\u00f3ides no l\u00edquido ejaculado.<\/strong><\/li><li><strong>CERTA.<\/strong><\/li><li><strong>ERRADA. Na verdade, \u00e9 a sec\u00e7\u00e3o e, posteriormente, a ligadura.<\/strong><\/li><li><strong>ERRADA. A revers\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel, mas o percentual de sucesso \u00e9 bem menor.<\/strong><\/li><\/ol>\n\n\n\n<p><strong>Alternativa: C.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Durante consulta de enfermagem, A.A., 59 anos, sexo feminino, divorciada, informou, entre outros itens, que entrar\u00e1 na menopausa h\u00e1 cinco anos e que, desde a separa\u00e7\u00e3o de seu ex-marido, n\u00e3o mais havia mantido rela\u00e7\u00f5es sexuais. Ao analisar resultados dos exames que constavam no prontu\u00e1rio, o enfermeiro constatou que os \u00faltimos exames citopatol\u00f3gicos para a preven\u00e7\u00e3o do c\u00e2ncer de colo do \u00fatero haviam sido realizados, respectivamente, h\u00e1 dois anos e tr\u00eas anos e apresentavam resultados considerados normais. Nesse caso, de acordo com o preconizado pelo Minist\u00e9rio da Sa\u00fade, o enfermeiro deve <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>(A) solicitar o exame, orientando a funcion\u00e1ria que, para obten\u00e7\u00e3o de uma amostra de material com boa qualidade, deve realizar ducha vaginal quatro horas antes do procedimento. <\/p>\n\n\n\n<p>(B) explicar para A.A. que, por ter entrado na menopausa h\u00e1 mais de dois anos, n\u00e3o necessita mais realizar esse exame. <\/p>\n\n\n\n<p>(C) explicar para a funcion\u00e1ria que mulheres com mais de 50 anos, sem vida sexual ativa, est\u00e3o dispensadas de realizar esse exame. <\/p>\n\n\n\n<p>(D) orientar A.A. que s\u00f3 dever\u00e1 repetir o exame em um ano, pois os dois exames anteriores apresentavam resultado normal. <\/p>\n\n\n\n<p>(E) aproveitar a oportunidade e proceder \u00e0 coleta de material para a realiza\u00e7\u00e3o do exame preventivo do c\u00e2ncer de colo. <\/p>\n\n\n\n<p>Resposta<\/p>\n\n\n\n<p>Toda mulher que tem ou j\u00e1 teve vida sexual e que est\u00e3o entre 25 e 64 anos de idade devem realizar o papanicolau. Devido \u00e0 longa evolu\u00e7\u00e3o da doen\u00e7a, o exame pode ser realizado a cada tr\u00eas anos. Para maior seguran\u00e7a do diagn\u00f3stico, os dois primeiros exames devem ser anuais. Se os resultados estiverem normais, sua repeti\u00e7\u00e3o s\u00f3 ser\u00e1 necess\u00e1ria ap\u00f3s tr\u00eas anos.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Resposta<\/strong><\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\"><li><strong>ERRADA. Para garantir um resultado correto, a mulher n\u00e3o deve ter rela\u00e7\u00f5es sexuais (mesmo com camisinha) no dia anterior ao exame; evitar tamb\u00e9m o uso de duchas, medicamentos vaginais e anticoncepcionais locais nas 48 horas anteriores \u00e0 realiza\u00e7\u00e3o do exame.<\/strong><\/li><li><strong>ERRADA. Menopausa n\u00e3o \u00e9 contra indicativo para a realiza\u00e7\u00e3o do exame.<\/strong><\/li><li><strong>ERRADA. A indica\u00e7\u00e3o \u00e9 para toda mulher que tem ou j\u00e1 teve vida sexual e que est\u00e3o entre 25 e 64 anos de idade. Devido \u00e0 longa evolu\u00e7\u00e3o da doen\u00e7a, o exame pode ser realizado a cada tr\u00eas anos.<\/strong><\/li><li><strong>CERTA.<\/strong><\/li><li><strong>ERRADA. Se o \u00faltimo exame foi h\u00e1 2 anos e 3 anos e foram normais, ainda falta 1 ano para a realiza\u00e7\u00e3o do exame.<\/strong><\/li><\/ol>\n\n\n\n<p><strong>Alternativa: D.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Ao analisar os resultados do exame de sorologia para hepatite B de um indiv\u00edduo considerado anteriormente como suscet\u00edvel, que refere ter recebido a terceira dose da vacina hepatite B h\u00e1 seis meses, espera-se encontrar positivo(s) o(s) anticorpo(s)\/ant\u00edgeno(s) <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>(A) apenas HBsAg. <\/p>\n\n\n\n<p>(B) anti-HBe e HBsAg. <\/p>\n\n\n\n<p>(C) HBs-Ag, AntiHBc total e AntiHBc IGM. <\/p>\n\n\n\n<p>(D) HBs-Ag, AntiHBc total e AntiHBc IGG. <\/p>\n\n\n\n<p>(E) apenas anti-HBs (10 UI\/mL). <\/p>\n\n\n\n<p><strong>Resposta<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Olha esse resumo:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lh4.googleusercontent.com\/p_zt6-eFmBKF2MRn-bF0rtj89--IpcU08KMUk_M5wsi5NzNt1jnewK8AcM9VjN-xsWVVt6nLHfkQgQixHS8LjVw4BarGwTMeeqe8xrqdbLzSNvWs4Q3Kuob_w5CfkV65lcltjuIO\" alt=\"\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>O paciente est\u00e1 imune por vacina e n\u00e3o por contato, logo, ser\u00e1 encontrado apenas o AntiHbs.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Alternativa: E.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>Considere o relato a seguir. <br \/><\/p>\n\n\n\n<p>O enfermeiro observou que O.O., 32 anos, sexo feminino, casada, procurava o ambulat\u00f3rio com frequ\u00eancia, em busca de medica\u00e7\u00e3o para al\u00edvio de <strong>c\u00f3licas menstruais<\/strong>. Ao conversar com a funcion\u00e1ria, foi informado que, ap\u00f3s a suspens\u00e3o do uso de anticoncepcional oral, seus ciclos menstruais passaram a ter a dura\u00e7\u00e3o de 25 dias e que suas menstrua\u00e7\u00f5es, com dura\u00e7\u00e3o de 6 a 8 dias, vinham acompanhadas por c\u00f3licas intensas, que algumas vezes a levavam a faltar ao servi\u00e7o. Relatou ainda que sentia desconforto e, eventualmente, dores na regi\u00e3o p\u00e9lvica. O.O. mostrou-se preocupada, porque, apesar de ter suspendido o uso de anticoncepcionais h\u00e1 cerca de um ano, ainda n\u00e3o havia conseguido engravidar, mas n\u00e3o havia procurado o m\u00e9dico, pois achava isso natural. <br \/><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Frente a essa situa\u00e7\u00e3o, o enfermeiro deve <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>(A) prescrever anti-inflamat\u00f3rios para suprimir a dismenorreia e estimular a pr\u00e1tica de atividade f\u00edsica para al\u00edvio dos sintomas. <\/p>\n\n\n\n<p>(B) orientar e encaminhar O.O. ao m\u00e9dico ginecologista para avalia\u00e7\u00e3o e tratamento, uma vez que a funcion\u00e1ria apresenta sinais e sintomas sugestivos de um quadro de endometriose. <\/p>\n\n\n\n<p>(C) orientar a ingest\u00e3o de alimentos ricos em vitaminas A, E e D para al\u00edvio dos sintomas apresentados e o uso de compressas quentes no abdome para al\u00edvio da dor p\u00e9lvica, quando houver. <\/p>\n\n\n\n<p>(D) orientar O.O. sobre a import\u00e2ncia e necessidade de avalia\u00e7\u00e3o m\u00e9dica e encaminh\u00e1-la ao ginecologista, pois apresenta sinais e sintomas compat\u00edveis com um quadro de mioma uterino. <\/p>\n\n\n\n<p>(E) explicar que a demora para engravidar \u00e9 considerada normal, at\u00e9 dois anos ap\u00f3s a suspens\u00e3o do uso de anticoncepcionais orais, e que caso n\u00e3o ocorra a gravidez, O.O. deve procurar o ginecologista para avalia\u00e7\u00e3o e tratamento. <\/p>\n\n\n\n<p><strong>Resposta<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>As principais manifesta\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas da endometriose s\u00e3o a dor p\u00e9lvica, a dificuldade em engravidar e a presen\u00e7a de massa p\u00e9lvica em mulheres na fase reprodutiva, de forma isolada ou em associa\u00e7\u00f5es. Na presen\u00e7a destas condi\u00e7\u00f5es \u00e9 recomend\u00e1vel a investiga\u00e7\u00e3o da endometriose. <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Alternativa: B.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>De acordo com o estabelecido pelo Minist\u00e9rio da Sa\u00fade, na Portaria n<\/strong><strong><sup>o <\/sup><\/strong><strong>2.048\/2002, que aprova o Regulamento T\u00e9cnico dos Sistemas Estaduais de Urg\u00eancia e Emerg\u00eancia, entre outras a\u00e7\u00f5es, \u00e9 atribui\u00e7\u00e3o do enfermeiro que atua nos Servi\u00e7os de Atendimento Pr\u00e9-hospitalar M\u00f3vel:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>(A) manter contato di\u00e1rio com os servi\u00e7os m\u00e9dicos de emerg\u00eancia integrados ao sistema. <\/p>\n\n\n\n<p>(B) exercer, em conjunto com o m\u00e9dico, a regula\u00e7\u00e3o do sistema e realizar a sele\u00e7\u00e3o de meios para atendimento de urg\u00eancia solicitado. <\/p>\n\n\n\n<p>(C) realizar o acompanhamento do atendimento local e determinar o local de destino do paciente. <\/p>\n\n\n\n<p>(D) realizar manobras de extra\u00e7\u00e3o manual de v\u00edtimas. <\/p>\n\n\n\n<p>(E) receber os chamados de aux\u00edlio, analisar a demanda e classificar em prioridades os atendimentos. <\/p>\n\n\n\n<p><strong>Resposta<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>S\u00e3o Compet\u00eancias\/Atribui\u00e7\u00f5es do Enfermeiro: supervisionar e avaliar as a\u00e7\u00f5es de enfermagem da equipe no Atendimento Pr\u00e9-Hospitalar M\u00f3vel; executar prescri\u00e7\u00f5es m\u00e9dicas por telemedicina; prestar cuidados de enfermagem de maior complexidade t\u00e9cnica a pacientes graves e com risco de vida, que exijam conhecimentos cient\u00edficos adequados e capacidade de tomar decis\u00f5es imediatas; prestar a assist\u00eancia de enfermagem \u00e0 gestante, \u00e0 parturiente e ao rec\u00e9m nato; realizar partos sem dist\u00f3cia; participar nos programas de treinamento e aprimoramento de pessoal de sa\u00fade em urg\u00eancias, particularmente nos programas de educa\u00e7\u00e3o continuada; fazer controle de qualidade do servi\u00e7o nos aspectos inerentes \u00e0 sua profiss\u00e3o; subsidiar os respons\u00e1veis pelo desenvolvimento de recursos humanos para as necessidades de educa\u00e7\u00e3o continuada da equipe; obedecer a Lei do Exerc\u00edcio Profissional e o C\u00f3digo de \u00c9tica de Enfermagem; conhecer equipamentos e realizar manobras de extra\u00e7\u00e3o manual de v\u00edtimas.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>ERRADA. \u00c9 compet\u00eancia m\u00e9dica.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>ERRADA. A segunda parte \u00e9 compet\u00eancia m\u00e9dica.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>ERRADA. \u00c9 compet\u00eancia m\u00e9dica.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>CERTA.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>ERRADA. \u00c9 compet\u00eancia m\u00e9dica.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Alternativa: D.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>A avalia\u00e7\u00e3o prim\u00e1ria de um paciente que apresenta agravo cl\u00ednico compreende os seguintes passos:<\/strong> <\/p>\n\n\n\n<p>I. Avaliar ventila\u00e7\u00e3o. <\/p>\n\n\n\n<p>II. Avaliar permeabilidade de via a\u00e9rea (VA). <\/p>\n\n\n\n<p>III. Avaliar estado circulat\u00f3rio. <\/p>\n\n\n\n<p>IV. Avaliar a responsividade (chamar o paciente) e a expans\u00e3o tor\u00e1cica. <\/p>\n\n\n\n<p>V. Avaliar estado neurol\u00f3gico. <\/p>\n\n\n\n<p>Assinale a alternativa que apresenta a sequ\u00eancia correta a ser adotada. <\/p>\n\n\n\n<p>(A) IV, I, II, V, III. <\/p>\n\n\n\n<p>(B) IV, II, I, III, V. <\/p>\n\n\n\n<p>(C) I, II, III, IV, V. <\/p>\n\n\n\n<p>(D) III, II, IV, V, I. <\/p>\n\n\n\n<p>(E) V, IV, III, II, I. <\/p>\n\n\n\n<p><strong>Resposta<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Primeiramente, \u00e9 necess\u00e1rio a detec\u00e7\u00e3o &nbsp;da <\/strong><strong>responsividade <\/strong><strong>para saber se inicia ou n\u00e3o o protocolo de PCR. Na sequ\u00eancia, deve-se avaliar <\/strong><strong>permeabilidade de via a\u00e9rea (VA<\/strong><strong>) e corrigir situa\u00e7\u00f5es de risco com: hiperextens\u00e3o da cabe\u00e7a e eleva\u00e7\u00e3o do queixo, c\u00e2nula orofar\u00edngea, aspira\u00e7\u00e3o e retirada de pr\u00f3teses, se necess\u00e1rio. <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Na sequ\u00eancia, Avaliar ventila\u00e7\u00e3o: <\/strong><strong>padr\u00e3o ventilat\u00f3rio;<\/strong><strong> simetria tor\u00e1cica; frequ\u00eancia respirat\u00f3ria; e considerar a administra\u00e7\u00e3o de O2. Ent\u00e3o, avaliar <\/strong><strong>estado circulat\u00f3rio<\/strong><strong>: presen\u00e7a de hemorragias externas de natureza n\u00e3o traum\u00e1tica; pulsos perif\u00e9ricos ou centrais: frequ\u00eancia, ritmo, amplitude, simetria; tempo de enchimento capilar; pele: colora\u00e7\u00e3o e temperatura; e na presen\u00e7a de sangramento ativo, considerar compress\u00e3o direta, se poss\u00edvel.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Por \u00faltimo, avaliar <\/strong><strong>estado neurol\u00f3gico:<\/strong><strong> Escala de Coma de Glasgow; e avalia\u00e7\u00e3o pupilar: foto-reatividade e simetria.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Alternativa: B<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>V\u00edtima de ferimento por arma branca em hemit\u00f3rax direito apresenta dispneia. Ao inspecionar o local, o enfermeiro observa presen\u00e7a de les\u00e3o aberta, com franca comunica\u00e7\u00e3o entre o ar ambiente e a cavidade pleural, evidenciada pela vis\u00edvel passagem do ar atrav\u00e9s do ferimento. Nessa situa\u00e7\u00e3o, o cuidado imediato a ser prestado pelo enfermeiro consiste em <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>(A) cobrir o ferimento com curativo oclusivo com pl\u00e1stico ou papel met\u00e1lico com 3 pontos\/lados de fixa\u00e7\u00e3o. <\/p>\n\n\n\n<p>(B) puncionar veia perif\u00e9rica e coletar uma amostra de sangue para tipagem sangu\u00ednea e prova cruzada, se necess\u00e1rio. <\/p>\n\n\n\n<p>(C) colocar a v\u00edtima em posi\u00e7\u00e3o de Fowler. <\/p>\n\n\n\n<p>(D) promover a hidrata\u00e7\u00e3o da v\u00edtima por meio de acesso central. <\/p>\n\n\n\n<p>(E) realizar curativo oclusivo do ferimento, com gazes est\u00e9reis e esparadrapo, fixando-o \u00e0 pele em seus quatro lados. <\/p>\n\n\n\n<p><strong>Resposta<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Seu tratamento baseia-se no tamponamento imediato da les\u00e3o atrav\u00e9s de curativo quadrangular feito com gazes esterilizadas (vaselinada ou outro curativo pouco perme\u00e1vel ao ar) de tamanho suficiente para encobrir todas as bordas do ferimento, e fixado com fita adesiva (esparadrapo, etc) em tr\u00eas de seus lados. A fixa\u00e7\u00e3o do curativo oclusivo em apenas tr\u00eas lados produz um efeito de v\u00e1lvula; desse modo, na expira\u00e7\u00e3o, tem-se a sa\u00edda de ar que \u00e9 impedido de retornar na inspira\u00e7\u00e3o, evitando, assim, formar um pneumot\u00f3rax hipertensivo.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Alternativa: A.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>Entre outras a\u00e7\u00f5es, ao prestar os cuidados imediatos a um politraumatizado com traumatismo craniano, o enfermeiro realizou a repeti\u00e7\u00e3o seriada da Escala de Coma de Glasgow com resposta pupilar (ECG-P). Ao realizar essa avalia\u00e7\u00e3o, deve considerar a <\/p>\n\n\n\n<p>(A) reatividade pupilar, a melhor resposta motora, a melhor resposta verbal e a press\u00e3o arterial. <\/p>\n\n\n\n<p>(B) abertura ocular, a postura corporal, a resposta verbal e a resposta ao exame dos reflexos profundos. <\/p>\n\n\n\n<p>(C) reatividade pupilar, a abertura ocular, o n\u00edvel de alerta e a melhor resposta motora. <\/p>\n\n\n\n<p>(D) abertura ocular, a resposta verbal, a melhor resposta motora e a reatividade pupilar. <\/p>\n\n\n\n<p>(E) resposta a est\u00edmulos externos, o n\u00edvel de alerta a abertura ocular e a melhor resposta verbal. <\/p>\n\n\n\n<p><strong>Resposta<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Com a atualiza\u00e7\u00e3o da escala, os par\u00e2metros a serem avaliados s\u00e3o: Abertura ocular, Resposta verbal, Melhor resposta motora e Reatividade pupilar.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Alternativa: D.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>Considere o relato a seguir. <\/p>\n\n\n\n<p>C.H., 54 anos, sexo feminino, obesa, hipertensa, chegou ao ambulat\u00f3rio relatando dor precordial irradiada para o bra\u00e7o e desconforto g\u00e1strico. Durante o atendimento inicial, rapidamente evoluiu apresentando confus\u00e3o mental e parada cardiorrespirat\u00f3ria. Ap\u00f3s solicitar o desfibrilador autom\u00e1tico externo (DEA), o enfermeiro iniciou os procedimentos de reanima\u00e7\u00e3o cardiopulmonar, aplicando compress\u00f5es tor\u00e1cicas. <\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>A frequ\u00eancia (F) e profundidade (P) das compress\u00f5es tor\u00e1cicas aplicadas em C.H. devem ser, respectivamente, de:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>(A) F = 80 a 120 compress\u00f5es por minuto; P = cerca de um ter\u00e7o do di\u00e2metro anteroposterior do t\u00f3rax. <\/p>\n\n\n\n<p>(B) F = 70 a 100 compress\u00f5es por minuto; P = 8 a 10 cm. <\/p>\n\n\n\n<p>(C) F = 100 a 120 compress\u00f5es por minuto; P = 5 a 6 cm. <\/p>\n\n\n\n<p>(D) F = 80 a 100 compress\u00f5es por minuto; P = 5 a 6 cm. <\/p>\n\n\n\n<p>(E) F = 60 a 80 compress\u00f5es por minuto; P = cerca de um ter\u00e7o do di\u00e2metro anteroposterior do t\u00f3rax. <\/p>\n\n\n\n<p><strong>Resposta<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Considerando que \u00e9 uma adulta, o correto preconizado pela AHA\/2015 \u00e9 &nbsp;F = 80 a 100 compress\u00f5es por minuto; P = 5 a 6 cm. <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Alternativa: C.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong> Ao utilizar o DEA, o enfermeiro deve <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>(A) suspender seu uso se o paciente estiver em fibrila\u00e7\u00e3o ventricular. <\/p>\n\n\n\n<p>(B) aplicar um choque apenas, imediatamente. <\/p>\n\n\n\n<p>(C) aplicar tr\u00eas choques, com intervalo m\u00ednimo de 1 minuto entre eles, caso o paciente\/cliente n\u00e3o apresente sinais de recupera\u00e7\u00e3o. <\/p>\n\n\n\n<p>(D) certificar-se de que ningu\u00e9m esteja tocando o paciente\/cliente ou o leito. <\/p>\n\n\n\n<p>(E) posicionar as p\u00e1s do desfibrilador na base lateral do t\u00f3rax, uma \u00e0 direita e a outra \u00e0 esquerda. <\/p>\n\n\n\n<p><strong>Resposta<\/strong><\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\"><li><strong>ERRADA. Os ritmos choc\u00e1veis s\u00e3o: FV e TV.<\/strong><\/li><li><strong>ERRADA. Ap\u00f3s o primeiro choque, o aparelho avaliar\u00e1 a necessidade do segundo.<\/strong><\/li><li><strong>ERRADA. Aplica-se um choque, retorna para a RCP e aguarda a reavalia\u00e7\u00e3o do DEA.<\/strong><\/li><li><strong>CERTA.<\/strong><\/li><li><strong>ERRADA. Os eletrodo do lado direito do paciente precisam ser colocado abaixo da clav\u00edcula, na &nbsp;linha hemiclavicular. J\u00e1 os eletrodo do lado esquerdo do paciente devem ser posicionado nas \u00faltimas costelas, na linha hemiaxilar (abaixo do mamilo esquerdo).<\/strong><\/li><\/ol>\n\n\n\n<p><strong>Alternativa: D.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>Leia atentamente o relato a seguir. <\/p>\n\n\n\n<p>E.O., 33 anos, sexo masculino, com hist\u00f3ria de asma, compareceu ao ambulat\u00f3rio da empresa queixando-se de dificuldade para respirar. O enfermeiro observou que, para se comunicar, o funcion\u00e1rio demonstrava incapacidade de falar mais de algumas palavras antes de parar para respirar. Ao exame f\u00edsico, o enfermeiro constatou que E.O. apresentava, entre outros sinais, dispneia e retra\u00e7\u00e3o subcostal moderadas, frequ\u00eancia respirat\u00f3ria aumentada, frequ\u00eancia card\u00edaca = 112 batimentos por minuto. Considerando tratar-se de uma crise de asma, o enfermeiro solicitou a presen\u00e7a do m\u00e9dico, para avalia\u00e7\u00e3o cl\u00ednica e tratamento, enquanto prestava os cuidados de enfermagem iniciais adequados para o caso. <\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Frente a essa situa\u00e7\u00e3o, a assist\u00eancia de enfermagem deve compreender, entre outros cuidados imediatos, <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>(A) puncionar veia perif\u00e9rica e administrar medica\u00e7\u00e3o com efeito broncodilatador, em bolus. <\/p>\n\n\n\n<p>(B) instalar cateter nasal e administrar oxig\u00eanio \u00famido, com fluxo de 10 litros por minuto. <\/p>\n\n\n\n<p>(C) manter o paciente em posi\u00e7\u00e3o supina e administrar oxig\u00eanio suplementar por m\u00e1scara com reservat\u00f3rio. <\/p>\n\n\n\n<p>(D) puncionar veia perif\u00e9rica e coletar amostra de sangue arterial para gasometria. <\/p>\n\n\n\n<p>(E) manter o paciente sentado e\/ou em posi\u00e7\u00e3o confort\u00e1vel e instalar o ox\u00edmetro de pulso. <\/p>\n\n\n\n<p><strong>Resposta<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>De in\u00edcio, \u00e9 necess\u00e1rio saber a Satura\u00e7\u00e3o, para tal, utiliza-se o ox\u00edmetro e acomoda-se o paciente sentado para melhorar a ventila\u00e7\u00e3o.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Alternativa: E.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Nesse caso, ao realizar a ausculta pulmonar de E.O., o enfermeiro deve constatar a presen\u00e7a de <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>(A) maciez, em base. <\/p>\n\n\n\n<p>(B) submaciez, em \u00e1pice. <\/p>\n\n\n\n<p>(C) roncos. <\/p>\n\n\n\n<p>(D) murm\u00fario vesicular aumentado. <\/p>\n\n\n\n<p>(E) sibilos. <\/p>\n\n\n\n<p><strong>Resposta<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Ausculta pulmonar cl\u00e1ssica de asma = sibilo que representa vias estreitadas.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Alternativa: E.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Como medida de preven\u00e7\u00e3o da lombalgia relacionada ao trabalho, o enfermeiro deve orientar os indiv\u00edduos cuja atividade exige longos per\u00edodos na posi\u00e7\u00e3o sentado, a <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>(A) ajustar a altura da \u00e1rea de trabalho, evitando for\u00e7ar as costas. <\/p>\n\n\n\n<p>(B) evitar o uso de cadeira de espaldar reto, com apoio para os bra\u00e7os. <\/p>\n\n\n\n<p>(C) ajustar a altura da cadeira, de modo a manter os joelhos mais baixos do que o quadril. <\/p>\n\n\n\n<p>(D) realizar exerc\u00edcios ativos, contraindo os m\u00fasculos gl\u00fateos por 20 a 30 segundos, por dez vezes, a cada duas horas na posi\u00e7\u00e3o sentado. <\/p>\n\n\n\n<p>(E) puxar os objetos ao inv\u00e9s de empurr\u00e1-los. <\/p>\n\n\n\n<p><strong>Resposta<\/strong><\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\"><li><strong>CERTO.<\/strong><\/li><li><strong>ERRADO. O apoio para os bra\u00e7os \u00e9 recomendado.<\/strong><\/li><li><strong>ERRADO. Rela\u00e7\u00e3o perna e tronco formando 90 graus, logo, quadril mais alto que o joelho.<\/strong><\/li><li><strong>ERRADO. N\u00e3o tem rela\u00e7\u00e3o com a prote\u00e7\u00e3o lombar.<\/strong><\/li><li><strong>ERRADO. Puxar demanda esfor\u00e7o lombar mais que empurrar.<\/strong><\/li><\/ol>\n\n\n\n<p><strong>Alternativa: A.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 s\u00edndrome de esgotamento profissional ou s\u00edndrome de burnout, \u00e9 correto afirmar que <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>(A) \u00e9 composta por tr\u00eas elementos: sentimentos de desgaste emocional, esvaziamento afetivo e afastamento excessivo do p\u00fablico que deveria receber os servi\u00e7os prestados pelo indiv\u00edduo acometido pela s\u00edndrome. <\/p>\n\n\n\n<p>(B) sua preven\u00e7\u00e3o envolve, entre outras a\u00e7\u00f5es, mudan\u00e7as na cultura da organiza\u00e7\u00e3o do trabalho, estabelecimento de restri\u00e7\u00f5es \u00e0 explora\u00e7\u00e3o do desempenho individual, diminui\u00e7\u00e3o da competitividade e diminui\u00e7\u00e3o da intensidade do trabalho. <\/p>\n\n\n\n<p>(C) por ter o afastamento afetivo como caracter\u00edstica central, o trabalhador com o diagn\u00f3stico comprovado da s\u00edndrome n\u00e3o deve ser afastado do trabalho, mas sim receber tratamento psicoter\u00e1pico concomitante e dentro da jornada de trabalho. <\/p>\n\n\n\n<p>(D) o trabalho em turnos, a m\u00e1 adapta\u00e7\u00e3o ao trabalho e a necessidade de lidar com valores constituem os principais fatores de risco ocupacionais para o desencadeamento da s\u00edndrome entre os trabalhadores. <\/p>\n\n\n\n<p>(E) crise depressiva, anorexia\/bulimia, hipersonia, abuso de subst\u00e2ncias l\u00edcitas e\/ou il\u00edcitas e irritabilidade s\u00e3o alguns dos sinais e sintomas caracter\u00edsticos da doen\u00e7a. <\/p>\n\n\n\n<p><strong>Resposta<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Primeiro, lembre das 3 principais caracter\u00edsticas: exaust\u00e3o emocional (<\/strong><strong>sentimentos de desgaste emocional <\/strong><strong>e <\/strong><strong>esvaziamento afetivo)<\/strong><strong>; despersonaliza\u00e7\u00e3o (rea\u00e7\u00e3o negativa, insensibilidade ou <\/strong><strong>afastamento excessivo do p\u00fablico <\/strong><strong>que deveria receber os servi\u00e7os ou cuidados do paciente); &nbsp;diminui\u00e7\u00e3o do envolvimento pessoal no trabalho (sentimento de diminui\u00e7\u00e3o de compet\u00eancia e de sucesso no trabalho).<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Importante atuar em fatores que previnam o transtorno como mudan\u00e7as na cultura da organiza\u00e7\u00e3o do trabalho, estabelecimento de restri\u00e7\u00f5es \u00e0 explora\u00e7\u00e3o do desempenho individual, diminui\u00e7\u00e3o da competitividade e diminui\u00e7\u00e3o da intensidade do trabalho. <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Alternativa: B.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Constitui uma das causas da hipertens\u00e3o arterial secund\u00e1ria relacionada ao trabalho, a exposi\u00e7\u00e3o ocupacional <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>(A) ao calor\/temperaturas elevadas. <\/p>\n\n\n\n<p>(B) a campos eletromagn\u00e9ticos. <\/p>\n\n\n\n<p>(C) ao ru\u00eddo. <\/p>\n\n\n\n<p>(D) \u00e0 umidade. <\/p>\n\n\n\n<p>(E) ao frio. <\/p>\n\n\n\n<p><strong>Resposta<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p> A rela\u00e7\u00e3o entre hipertens\u00e3o arterial e ru\u00eddo pode ser explicada pela bioqu\u00edmica relacionada aos mecanismos do estresse. Resumidamente, o ru\u00eddo provoca rea\u00e7\u00f5es do sistema circulat\u00f3rio ao estresse atrav\u00e9s do aumento das secre\u00e7\u00f5es de subst\u00e2ncias qu\u00edmicas como cortisol, adrenalina e noradrenalina. Tais rea\u00e7\u00f5es levam \u00e0 vasoconstri\u00e7\u00e3o perif\u00e9rica, aumento da frequ\u00eancia card\u00edaca e conseq\u00fcente eleva\u00e7\u00e3o da press\u00e3o arterial .<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Alternativa: C.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>O t\u00e9cnico de enfermagem (TE) informou ao enfermeiro que, h\u00e1 poucos minutos, ap\u00f3s administrar medica\u00e7\u00e3o anticoncepcional por via intramuscular em uma funcion\u00e1ria, picou-se, acidentalmente, na polpa digital do polegar direito ao tentar retirar da seringa, com as m\u00e3os, a agulha hipod\u00e9rmica usada. Comunicou ainda que, estava com o esquema vacinal para hepatite B completo, mas que nunca havia realizado os exames para a comprova\u00e7\u00e3o da imunidade. <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Para esse tipo de acidente, a conduta do enfermeiro deve compreender, entre outras a\u00e7\u00f5es, <\/p>\n\n\n\n<p>(A) solicitar o consentimento do TE para a realiza\u00e7\u00e3o de exames de comprova\u00e7\u00e3o de sua imunidade em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 hepatite B, bem como a sorologia para HIV e hepatites B e C. <\/p>\n\n\n\n<p>(B) conversar com o funcion\u00e1rio-fonte, orientando-o sobre a import\u00e2ncia de informar a equipe de sa\u00fade caso adoe\u00e7a ou se torne positivo para HIV, hepatite B ou hepatite C nos pr\u00f3ximos seis meses, para que o TE possa iniciar a quimioprofilaxia para essas doen\u00e7as. <\/p>\n\n\n\n<p>(C) considerando que o <em>status <\/em>sorol\u00f3gico da fonte \u00e9 desconhecido, afastar o TE das suas atividades e prescrever, para in\u00edcio imediato, a quimioprofilaxia para HIV e hepatites B e C com AZT (zidovudina) associado \u00e0 3TC (lamivudina), at\u00e9 que se obtenha informa\u00e7\u00f5es sobre o <em>status <\/em>sorol\u00f3gico do funcion\u00e1rio-fonte. <\/p>\n\n\n\n<p>(D) orientar o TE a realizar a express\u00e3o do local at\u00e9 obter a sa\u00edda de uma gota de sangue do ferimento. <\/p>\n\n\n\n<p>(E) lavar com \u00e1gua e sab\u00e3o e irrigar o ferimento com solu\u00e7\u00e3o de hipoclorito de s\u00f3dio a 1%, por pelo menos cinco minutos. <\/p>\n\n\n\n<p><strong>Resposta<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>O local deve ser exaustivamente lavado em \u00e1gua corrente e sab\u00e3o e n\u00e3o \u00e9 necess\u00e1rio fazer a express\u00e3o local. Nas situa\u00e7\u00f5es em que n\u00e3o haja imunidade comprovada para hepatite B e nos profissionais n\u00e3o-vacinados, recomenda-se a solicita\u00e7\u00e3o dos marcadores virais anti-HIV, HBsAg, anti-HBs e anti HBc total no momento do acidente e 6 meses ap\u00f3s a exposi\u00e7\u00e3o. O esquema recomendado \u00e9 o seguinte:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lh4.googleusercontent.com\/8NQAQPItUHyKc9UVZheE7PpfGp7qn9DnLJKYuYo3x6J6hLogC9L53ITd4b4GFXHeTQseyFBhFO5ol7aU9R3-TLAtvJkpzTagUUSBsEmMq93R8kAFDzPF2Jef1bzBVHv7vuUF_4EI\" alt=\"\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Recomenda-se que o prazo m\u00e1ximo, para in\u00edcio de PEP, seja de at\u00e9 72h ap\u00f3s o acidente. A dura\u00e7\u00e3o da quimioprofilaxia \u00e9 de 28 dias. <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Alternativa: A.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>A prescri\u00e7\u00e3o m\u00e9dica \u00e9: Penicilina cristalina 1.750.000 UI Diluir em 100 mL de SF 0,9% Correr em 30 minutos. Para a administra\u00e7\u00e3o dessa medica\u00e7\u00e3o est\u00e3o dispon\u00edveis: bomba de infus\u00e3o, com velocidade programada em microgotas por minuto (mcg\/min) e frascos de penicilina cristalina, com 5.000.000 UI. Considerando que foram utilizados 8 mL de diluente para o preparo do medicamento, o volume (V) a ser aspirado do frasco do medicamento e a velocidade de infus\u00e3o (I) ser\u00e3o de <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>(A) V = 0,35 mL; I = 67 mcg\/min. <\/p>\n\n\n\n<p>(B) V = 3,5 mL; I = 67 mcg\/min. <\/p>\n\n\n\n<p>(C) V = 2,8 mL; I = 207 mcg\/min. <\/p>\n\n\n\n<p>(D) V = 3,5 mL; I = 207 mcg\/min. <\/p>\n\n\n\n<p>(E) V = 2,8 mL; I = 67 mcg\/min. <\/p>\n\n\n\n<p><strong>Resposta<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Valor a ser aspirado:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>5000000 &nbsp;&#8212;  10mL<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>1750000 &nbsp;&#8211;  x<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>x = 3,5 (valor a ser aspirado)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Solu\u00e7\u00e3o final 103,5mL p\/ gotas &gt;&gt;&gt; &nbsp;2070 gt &gt;&gt;&gt; para microgota &gt;&gt;&gt; 6210 microgotas.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Para correr em 30 min, \u00e9 s\u00f3 dividir por 60 = 207 microgotas por minuto. <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Alternativa: D.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Ao realizar um curativo, o enfermeiro deve considerar os v\u00e1rios tipos de coberturas que podem ser utilizadas para promover ambientes adequados e facilitar o processo de cicatriza\u00e7\u00e3o. Assim sendo, relacione as duas colunas do quadro a seguir de modo a tornar verdadeira a associa\u00e7\u00e3o entre o tipo de cobertura e sua indica\u00e7\u00e3o de uso.<\/strong> <\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lh4.googleusercontent.com\/bHxiB34xRDMKW6BIZXRbQcbgbUqsB6JgNsYZmPogwsPHcTcNwcMloVVWuGnquuSJ3IDVS-EACiFJzGOrytgbBYOcF9JbawwbhjAbIZBI4ETxw4FdU8YasFmuSX03GmbCzZik5Kj9\" alt=\"\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>Assinale a alternativa que apresenta a associa\u00e7\u00e3o correta. <\/p>\n\n\n\n<p>(A) a-II; b-I; c-III. <\/p>\n\n\n\n<p>(B) a-III; b-II; c-I. <\/p>\n\n\n\n<p>(C) a-I; b-III; c-II. <\/p>\n\n\n\n<p>(D) a-I; b-II; c-III. <\/p>\n\n\n\n<p>(E) a-II; b-III; c-I. <\/p>\n\n\n\n<p><strong>Resposta<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Sempre aposto em palavras chaves: carv\u00e3o ativado = feridas infectadas, filme transparente = prote\u00e7\u00e3o da pele e hidrocol\u00f3ide, feridas com pouco exsudato.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Alternativa: A.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Ao elaborar o procedimento operacional padr\u00e3o (POP) para uma determinada atividade de enfermagem, os enfermeiros elaboradores estabeleceram a necessidade de utiliza\u00e7\u00e3o de \u201cprecau\u00e7\u00f5es de contato\u201d, ou seja, para realiz\u00e1-la \u00e9 necess\u00e1rio que o executante higienize suas m\u00e3os e use: <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>(A) \u00f3culos de prote\u00e7\u00e3o, m\u00e1scara cir\u00fargica e caixa para material perfurocortante no descarte de material. <\/p>\n\n\n\n<p>(B) m\u00e1scara\/respirador PFF2 (N95), \u00f3culos de prote\u00e7\u00e3o e avental. <\/p>\n\n\n\n<p>(C) m\u00e1scara\/respirador PFF2 (N95), apenas. <\/p>\n\n\n\n<p>(D) m\u00e1scara cir\u00fargica, avental, luvas, gorro e prop\u00e9s. <\/p>\n\n\n\n<p>(E) avental e luvas. <\/p>\n\n\n\n<p><strong>Resposta<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>M\u00e1scara cir\u00fargica \u00e9 para isolamento por got\u00edculas, M\u00e1scara N95 \u00e9 para isolamento por aerossol. Logo, para isolamento por contato, utiliza-se avental e luvas.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Alternativa: E.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Ao realizar o treinamento do pessoal de enfermagem que participar\u00e1 de campanha anual de vacina\u00e7\u00e3o contra a gripe para os funcion\u00e1rios da institui\u00e7\u00e3o em que atua, o enfermeiro deve orient\u00e1-los que os frascos de vacina vazios ou com sobras de vacina devem ser:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>(A) acondicionados, ao final da jornada de trabalho, em saco branco leitoso. <\/p>\n\n\n\n<p>(B) acondicionados em caixas coletoras de material perfurocortante. <\/p>\n\n\n\n<p>(C) expostos ao calor seco, em estufa, por 5 minutos, a 60 oC, antes de serem descartados no lixo comum. <\/p>\n\n\n\n<p>(D) submetidos \u00e0 autoclavagem por cinco minutos, em temperatura de 121 oC, antes de serem descartados no lixo comum. <\/p>\n\n\n\n<p>(E) descartados, diretamente, junto com os demais res\u00edduos classificados como classe D. <\/p>\n\n\n\n<p><strong>Resposta<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Diariamente s\u00e3o gerados dois tipos de res\u00edduos na sala de vacina\u00e7\u00e3o: <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>\u2022<\/strong><strong>\t<\/strong><strong> Res\u00edduos infectantes, classificados como res\u00edduos do Grupo A1, que cont\u00eam na sua formula\u00e7\u00e3o micro-organismos vivos ou atenuados, incluindo frascos de vacinas com prazo de validade expirado, vazios ou com sobras de vacinas e, ainda, agulhas e seringas utilizadas. <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>\u2022<\/strong><strong>\t<\/strong><strong> Res\u00edduos comuns, tamb\u00e9m classificados como res\u00edduos do Grupo D, que s\u00e3o caracterizados por n\u00e3o apresentarem risco biol\u00f3gico, qu\u00edmico ou radiol\u00f3gico \u00e0 sa\u00fade ou ao meio ambiente, podendo ser equiparados aos res\u00edduos domiciliares (papel, embalagens de seringas e agulhas). <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Para este tipo de res\u00edduo, o trabalhador da sala de vacina\u00e7\u00e3o deve: <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>\u2022<\/strong><strong>\t<\/strong><strong> Acondicionar em caixas coletoras de material perfurocortante os frascos vazios de imunobiol\u00f3gicos, assim como aqueles que devem ser descartados por perda f\u00edsica e\/ou t\u00e9cnica, al\u00e9m dos outros res\u00edduos perfurantes e infectantes (seringas e agulhas usadas).<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>\u2022<\/strong><strong>\t<\/strong><strong> Acondicionar as caixas coletoras em saco branco leitoso. <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>\u2022<\/strong><strong>\t<\/strong><strong> Encaminhar o saco com as caixas coletoras para a Central de Material e Esteriliza\u00e7\u00e3o (CME) na pr\u00f3pria unidade de sa\u00fade ou em outro servi\u00e7o de refer\u00eancia. A inativa\u00e7\u00e3o dos res\u00edduos infectantes ocorre por autoclavagem, durante 15 minutos, a uma temperatura entre 121\u00b0C e 127\u00b0C. Ap\u00f3s a autoclavagem, tais res\u00edduos podem ser acondicionados segundo a classifica\u00e7\u00e3o do Grupo D e desprezados com o lixo hospitalar.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Alternativa: B.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Nas unidades de ambulat\u00f3rio da institui\u00e7\u00e3o, a \u201cIncid\u00eancia de Quase Falha Relacionada \u00e0 Administra\u00e7\u00e3o de Medica\u00e7\u00e3o\u201d constitui um dos indicadores utilizados na avalia\u00e7\u00e3o da qualidade nos processos de trabalho de enfermagem. Para sua constru\u00e7\u00e3o, entende-se como quase falha a a\u00e7\u00e3o que:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>(A) atinge o usu\u00e1rio\/cliente\/paciente, mas \u00e9 detectada rapidamente e s\u00e3o tomadas as provid\u00eancias necess\u00e1rias para sua neutraliza\u00e7\u00e3o. <\/p>\n\n\n\n<p>(B) n\u00e3o atinge o usu\u00e1rio\/cliente\/paciente, pois foi detectada antes que o medicamento fosse administrado. <\/p>\n\n\n\n<p>(C) atinge o usu\u00e1rio\/cliente\/paciente, mas n\u00e3o traz consequ\u00eancias para sua sa\u00fade. <\/p>\n\n\n\n<p>(D) est\u00e1 relacionada apenas com o uso\/aplica\u00e7\u00e3o de medicamento vencido ou medicamento deteriorado. <\/p>\n\n\n\n<p>(E) inclui apenas a administra\u00e7\u00e3o de medicamento em via correta, por\u00e9m em lateralidade incorreta e o tempo de infus\u00e3o divergente do prescrito. <\/p>\n\n\n\n<p><strong>Resposta<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quase falha \u00e9 todo incidente relacionado \u00e0 seguran\u00e7a do paciente, envolvendo o processo de medica\u00e7\u00e3o, no qual ocorreu um erro nas etapas de prescri\u00e7\u00e3o, dispensa\u00e7\u00e3o, prepara\u00e7\u00e3o, administra\u00e7\u00e3o ou monitoramento. \u00c9 considerado quando o evento n\u00e3o atinge o paciente, ou seja, quase ocorreu o erro, por\u00e9m foi detectado antes que o medicamento fosse administrado ao paciente.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Alternativa: B.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Abra\u00e7o!<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>Prof. L\u00edgia Carvalheiro<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Caros concurseiros, Segue a corre\u00e7\u00e3o conferido com o gabarito do Concurso TJ\/2019 organizado pela Banca Vunesp. 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