{"id":1639662,"date":"2025-09-16T08:18:32","date_gmt":"2025-09-16T11:18:32","guid":{"rendered":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/?p=1639662"},"modified":"2025-09-16T08:18:34","modified_gmt":"2025-09-16T11:18:34","slug":"informativo-stf-1187-comentado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/informativo-stf-1187-comentado\/","title":{"rendered":"Informativo STF 1187 Comentado"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-text-align-center\"><strong><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2025\/09\/16081754\/stf-info-1187.pdf\">DOWNLOAD do PDF<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"lyte-wrapper\" style=\"width:853px;max-width:100%;margin:5px;\"><div class=\"lyMe\" id=\"WYL_O2rv6FjZT90\"><div id=\"lyte_O2rv6FjZT90\" data-src=\"\/\/i.ytimg.com\/vi\/O2rv6FjZT90\/hqdefault.jpg\" class=\"pL\"><div class=\"tC\"><div class=\"tT\"><\/div><\/div><div class=\"play\"><\/div><div class=\"ctrl\"><div class=\"Lctrl\"><\/div><div class=\"Rctrl\"><\/div><\/div><\/div><noscript><a href=\"https:\/\/youtu.be\/O2rv6FjZT90\" rel=\"nofollow\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i.ytimg.com\/vi\/O2rv6FjZT90\/0.jpg\" alt=\"YouTube video thumbnail\" width=\"853\" height=\"460\" \/><br \/>Assista a este v\u00eddeo no YouTube<\/a><\/noscript><\/div><\/div><div class=\"lL\" style=\"max-width:100%;width:853px;margin:5px;\"><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-1-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-compensacoes-financeiras-pela-exploracao-de-recursos-minerais-e-hidricos\">1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Compensa\u00e7\u00f5es financeiras pela explora\u00e7\u00e3o de recursos minerais e h\u00eddricos<\/h2>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-destaque\">Destaque<\/h3>\n\n\n\n<p>S\u00e3o inconstitucionais normas estaduais que criam obriga\u00e7\u00f5es principais ligadas \u00e0 explora\u00e7\u00e3o de recursos minerais e h\u00eddricos, pois essa compet\u00eancia \u00e9 privativa da Uni\u00e3o; os Estados podem apenas prever obriga\u00e7\u00f5es acess\u00f3rias para fiscaliza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>ADI 5.335\/AM, Rel. Min. Nunes Marques, Plen\u00e1rio, julgamento virtual finalizado em 22\/8\/2025.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-conteudo-base\">Conte\u00fado-Base<\/h3>\n\n\n\n<p>???? CF, arts. 20, \u00a71\u00ba; 22, IV e XII; 23, XI; 177.<\/p>\n\n\n\n<p>???? Compete privativamente \u00e0 Uni\u00e3o legislar sobre \u00e1guas e recursos minerais, fixando valores de compensa\u00e7\u00f5es e participa\u00e7\u00f5es financeiras.<\/p>\n\n\n\n<p>???? Estados podem apenas editar normas acess\u00f3rias voltadas \u00e0 fiscaliza\u00e7\u00e3o e coleta de informa\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>???? O STF declarou a inconstitucionalidade de dispositivos da Lei 3.874\/2013 do AM, com efeitos ex nunc, para preservar seguran\u00e7a jur\u00eddica.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-discussao-e-tese\">Discuss\u00e3o e Tese<\/h3>\n\n\n\n<p>???? O STF analisou lei do Amazonas que tratava de arrecada\u00e7\u00e3o e lan\u00e7amento de compensa\u00e7\u00f5es financeiras pela explora\u00e7\u00e3o de recursos h\u00eddricos e minerais.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2696\ufe0f Concluiu que a lei estadual extrapolou compet\u00eancia, ao disciplinar obriga\u00e7\u00f5es principais, mat\u00e9ria reservada \u00e0 Uni\u00e3o. Apenas medidas acess\u00f3rias de fiscaliza\u00e7\u00e3o cabem aos Estados.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-como-sera-cobrado-em-prova\">Como ser\u00e1 Cobrado em Prova<\/h3>\n\n\n\n<p>???? Estados podem definir obriga\u00e7\u00f5es principais ligadas ao pagamento de compensa\u00e7\u00f5es financeiras pela explora\u00e7\u00e3o de recursos minerais.<\/p>\n\n\n\n<p>\u274c Errado. O STF decidiu que isso \u00e9 compet\u00eancia exclusiva da Uni\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>???? Estados podem prever obriga\u00e7\u00f5es acess\u00f3rias de fiscaliza\u00e7\u00e3o sobre explora\u00e7\u00e3o de recursos minerais em seu territ\u00f3rio.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2705 Correto. Essa foi a ressalva fixada pelo STF.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-versao-esquematizada\">Vers\u00e3o Esquematizada<\/h3>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table class=\"has-fixed-layout\"><tbody><tr><td>???? Compensa\u00e7\u00f5es minerais\/h\u00eddricas<\/td><\/tr><tr><td>???? CF, arts. 20 \u00a71\u00ba; 22 IV, XII; 23 XI ???? Uni\u00e3o: compet\u00eancia privativa (obriga\u00e7\u00f5es principais) ???? Estados: s\u00f3 obriga\u00e7\u00f5es acess\u00f3rias (fiscaliza\u00e7\u00e3o) ???? Efeitos ex nunc \u2013 preserva\u00e7\u00e3o seguran\u00e7a jur\u00eddica<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-inteiro-teor\">Inteiro Teor<\/h3>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; S\u00e3o inconstitucionais \u2014 por violarem a compet\u00eancia privativa da Uni\u00e3o para legislar sobre \u00e1guas e recursos minerais (CF\/1988, art. 22, IV e XII) e por extrapolarem a compet\u00eancia comum dos entes federativos (CF\/1988, art. 23, XI) \u2014 normas estaduais que definam obriga\u00e7\u00f5es tribut\u00e1rias principais relacionadas \u00e0 explora\u00e7\u00e3o de recursos minerais e h\u00eddricos.<\/p>\n\n\n\n<p>Conforme a jurisprud\u00eancia desta Corte (1), comp<strong>ete privativamente \u00e0 Uni\u00e3o estabelecer a sistem\u00e1tica das obriga\u00e7\u00f5es principais <\/strong>e de defini\u00e7\u00e3o dos valores das compensa\u00e7\u00f5es e participa\u00e7\u00f5es financeiras, bem como as condi\u00e7\u00f5es de recolhimento e respectivo procedimento administrativo de lan\u00e7amento, arrecada\u00e7\u00e3o, julgamento e aplica\u00e7\u00e3o de penalidades. Os demais entes federados podem estipular obriga\u00e7\u00f5es acess\u00f3rias vinculadas \u00e0 fiscaliza\u00e7\u00e3o das atividades das concession\u00e1rias, com \u00eanfase na coleta de informa\u00e7\u00f5es que possibilitem o controle das quotas-partes repassadas pelos \u00f3rg\u00e3os federais (2).<\/p>\n\n\n\n<p>Nesse contexto, legitimar aos demais entes pol\u00edticos a edi\u00e7\u00e3o de normas aut\u00f4nomas sobre pagamento de compensa\u00e7\u00f5es financeiras pela explora\u00e7\u00e3o de recursos minerais resultaria em grave risco ao pacto federativo.<\/p>\n\n\n\n<p>Na esp\u00e9cie, \u00e9 pertinente conferir efic\u00e1cia prospectiva \u00e0 decis\u00e3o do STF, no intuito de proteger o interesse p\u00fablico e a seguran\u00e7a jur\u00eddica das rela\u00e7\u00f5es j\u00e1 consolidadas entre o ente subnacional e as pessoas jur\u00eddicas abrangidas pelas normas estaduais impugnadas, em especial diante do risco de grave impacto financeiro-or\u00e7ament\u00e1rio ao Estado do Amazonas.<\/p>\n\n\n\n<p>Com base nesses entendimentos, o Plen\u00e1rio, por unanimidade, julgou parcialmente procedente a a\u00e7\u00e3o para declarar a inconstitucionalidade, com efic\u00e1cia ex nunc, das seguintes normas da Lei n\u00ba 3.874\/2013 do Estado do Amazonas: (i) express\u00f5es \u201carrecada\u00e7\u00e3o e lan\u00e7amento\u201d e \u201clan\u00e7amento\u201d, contidas no caput e no \u00a7 1\u00ba do art. 1\u00ba; bem como (ii) integralidade do \u00a7 2\u00ba do art. 1\u00ba e dos arts. 3\u00ba; 4\u00ba; 5\u00ba; 6\u00ba; 9\u00ba a 23; e 24, I. Al\u00e9m disso, o Tribunal ressalvou as a\u00e7\u00f5es individualmente ajuizadas at\u00e9 a publica\u00e7\u00e3o da ata do julgamento de m\u00e9rito da presente a\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>(1) Precedentes citados: ADI 4.606, ADI 6.233 e ADI 6.226.<\/p>\n\n\n\n<p>(2) CF\/1988: \u201cArt. 20. S\u00e3o bens da Uni\u00e3o: (&#8230;) \u00a7 1\u00ba \u00c9 assegurada, nos termos da lei, \u00e0 Uni\u00e3o, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Munic\u00edpios a participa\u00e7\u00e3o no resultado da explora\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo ou g\u00e1s natural, de recursos h\u00eddricos para fins de gera\u00e7\u00e3o de energia el\u00e9trica e de outros recursos minerais no respectivo territ\u00f3rio, plataforma continental, mar territorial ou zona econ\u00f4mica exclusiva, ou compensa\u00e7\u00e3o financeira por essa explora\u00e7\u00e3o. (&#8230;) Art. 22. Compete privativamente \u00e0 Uni\u00e3o legislar sobre: (&#8230;) IV &#8211; \u00e1guas, energia, inform\u00e1tica, telecomunica\u00e7\u00f5es e radiodifus\u00e3o; (&#8230;) XII &#8211; jazidas, minas, outros recursos minerais e metalurgia; (&#8230;) Art. 23. \u00c9 compet\u00eancia comum da Uni\u00e3o, dos Estados, do Distrito Federal e dos Munic\u00edpios: (&#8230;) XI &#8211; registrar, acompanhar e fiscalizar as concess\u00f5es de direitos de pesquisa e explora\u00e7\u00e3o de recursos h\u00eddricos e minerais em seus territ\u00f3rios; (&#8230;) Art. 177. Constituem monop\u00f3lio da Uni\u00e3o: I &#8211; a pesquisa e a lavra das jazidas de petr\u00f3leo e g\u00e1s natural e outros hidrocarbonetos fluidos; &#8211; a refina\u00e7\u00e3o do petr\u00f3leo nacional ou estrangeiro; III &#8211; a importa\u00e7\u00e3o e exporta\u00e7\u00e3o dos produtos e derivados b\u00e1sicos resultantes das atividades previstas nos incisos anteriores; IV &#8211; o transporte mar\u00edtimo do petr\u00f3leo bruto de origem nacional ou de derivados b\u00e1sicos de petr\u00f3leo produzidos no Pa\u00eds, bem assim o transporte, por meio de conduto, de petr\u00f3leo bruto, seus derivados e g\u00e1s natural de qualquer origem; V &#8211; a pesquisa, a lavra, o enriquecimento, o reprocessamento, a industrializa\u00e7\u00e3o e o com\u00e9rcio de min\u00e9rios e minerais nucleares e seus derivados, com exce\u00e7\u00e3o dos radiois\u00f3topos cuja produ\u00e7\u00e3o, comercializa\u00e7\u00e3o e utiliza\u00e7\u00e3o poder\u00e3o ser autorizadas sob regime de permiss\u00e3o, conforme as al\u00edneas b e c do inciso XXIII do caput do art. 21 desta Constitui\u00e7\u00e3o Federal.\u201d<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-2-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-formacao-de-blocos-parlamentares-e-autonomia-partidaria\">2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Forma\u00e7\u00e3o de blocos parlamentares e autonomia partid\u00e1ria<\/h2>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-destaque-0\">Destaque<\/h3>\n\n\n\n<p>\u00c9 constitucional norma regimental de Assembleia Legislativa que estabelece crit\u00e9rio de representatividade m\u00ednima para escolha de l\u00edderes e forma\u00e7\u00e3o de blocos parlamentares, por se tratar de mat\u00e9ria interna corporis.<\/p>\n\n\n\n<p>ADI 7.649\/MA, Rel. Min. Edson Fachin, Plen\u00e1rio, julgamento virtual finalizado em 22\/8\/2025.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-conteudo-base-0\">Conte\u00fado-Base<\/h3>\n\n\n\n<p>???? CF, art. 17, IV; Lei 9.096\/1995, art. 12; Regimentos internos.<\/p>\n\n\n\n<p>???? A organiza\u00e7\u00e3o parlamentar dos partidos e blocos \u00e9 mat\u00e9ria interna corporis.<\/p>\n\n\n\n<p>???? Crit\u00e9rios de desempenho n\u00e3o violam autonomia nem razoabilidade.<\/p>\n\n\n\n<p>???? O STF confirmou a constitucionalidade do regimento da ALE-MA que exige quociente partid\u00e1rio m\u00ednimo para lideran\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-discussao-e-tese-0\">Discuss\u00e3o e Tese<\/h3>\n\n\n\n<p>???? O STF discutiu se cl\u00e1usula regimental que limita forma\u00e7\u00e3o de blocos viola autonomia partid\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2696\ufe0f A Corte entendeu que n\u00e3o: a fixa\u00e7\u00e3o de crit\u00e9rios m\u00ednimos \u00e9 leg\u00edtima, encontra paralelo em normas do Congresso e n\u00e3o inviabiliza representa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-como-sera-cobrado-em-prova-0\">Como ser\u00e1 Cobrado em Prova<\/h3>\n\n\n\n<p>???? A escolha de l\u00edderes e a forma\u00e7\u00e3o de blocos podem ser disciplinadas pelos regimentos internos das Assembleias Legislativas.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2705 Correto. Trata-se de mat\u00e9ria interna corporis.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-versao-esquematizada-0\">Vers\u00e3o Esquematizada<\/h3>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table class=\"has-fixed-layout\"><tbody><tr><td>???? Blocos parlamentares \u2013 autonomia partid\u00e1ria<\/td><\/tr><tr><td>???? CF, art. 17 IV ???? Lei 9.096\/1995, art. 12 ???? Crit\u00e9rios m\u00ednimos v\u00e1lidos ???? Mat\u00e9ria interna corporis<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-inteiro-teor-0\">Inteiro Teor<\/h3>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; \u00c9 constitucional \u2014 e possui natureza <em>interna corporis<\/em> \u2014 norma regimental de Assembleia Legislativa que estabelece crit\u00e9rio de representatividade m\u00ednima para a escolha de lideran\u00e7a e forma\u00e7\u00e3o de bloco parlamentar.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>As Casas Legislativas e os partidos pol\u00edticos possuem autonomia para dispor sobre sua organiza\u00e7\u00e3o e funcionamento<\/strong>. O texto constitucional atribuiu \u00e0 lei a regulamenta\u00e7\u00e3o do funcionamento parlamentar (1) e a \u201cLei dos Partidos Pol\u00edticos\u201d delegou ao estatuto partid\u00e1rio e ao regimento interno das Casas Legislativas a delibera\u00e7\u00e3o sobre a organiza\u00e7\u00e3o e funcionamento dos partidos pol\u00edticos (2). Portanto, cabe exclusivamente ao Poder Legislativo o ju\u00edzo acerca do n\u00famero de parlamentares para a constitui\u00e7\u00e3o de lideran\u00e7as e blocos (3).<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Na esp\u00e9cie, o conte\u00fado dos dispositivos impugnados n\u00e3o implica em restri\u00e7\u00e3o ao funcionamento parlamentar dos partidos pol\u00edticos representados na Assembleia Legislativa. O crit\u00e9rio adotado, conhecido como \u201ccl\u00e1usula de desempenho\u201d, n\u00e3o viola a razoabilidade nem inviabiliza a representa\u00e7\u00e3o partid\u00e1ria, al\u00e9m de encontrar correspond\u00eancia em normas regimentais da C\u00e2mara dos Deputados (4) e do Senado Federal (5).&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Com base nesses entendimentos, o Plen\u00e1rio, por unanimidade, julgou improcedente a a\u00e7\u00e3o para assentar a constitucionalidade (i) do art. 87, caput, I a III, e \u00a7\u00a7 5\u00ba e 6\u00ba, e do art. 90, \u00a7\u00a7 3\u00ba e 7\u00ba, do Regimento Interno da Assembleia Legislativa do Estado do Maranh\u00e3o (6) com a reda\u00e7\u00e3o dada pela Resolu\u00e7\u00e3o Legislativa n\u00ba 1.161\/2023; e (ii) das seguintes express\u00f5es do mesmo normativo: \u201cem documento subscrito pela maioria absoluta dos integrantes da agremia\u00e7\u00e3o partid\u00e1ria ou bloco\u201d (art. 87, \u00a7 2\u00ba), e \u201cpor delibera\u00e7\u00e3o das respectivas Bancadas\u201d (art. 90).<\/p>\n\n\n\n<p>(1) CF\/1988: \u201cArt. 17 \u00c9 livre a cria\u00e7\u00e3o, fus\u00e3o, incorpora\u00e7\u00e3o e extin\u00e7\u00e3o de partidos pol\u00edticos, resguardados a soberania nacional, o regime democr\u00e1tico, o pluripartidarismo, os direitos fundamentais da pessoa humana e observados os seguintes preceitos: (&#8230;) IV &#8211; funcionamento parlamentar de acordo com a lei.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>(2) Lei n\u00ba 9.096\/1995: \u201cArt. 12. O partido pol\u00edtico funciona, nas Casas Legislativas, por interm\u00e9dio de uma bancada, que deve constituir suas lideran\u00e7as de acordo com o estatuto do partido, as disposi\u00e7\u00f5es regimentais das respectivas Casas e as normas desta Lei.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>(3) Precedente citado: ADI 6.968.<\/p>\n\n\n\n<p>(4) Regimento Interno da C\u00e2mara dos Deputados: \u201cArt. 9\u00ba Os Deputados s\u00e3o agrupados por representa\u00e7\u00f5es partid\u00e1rias ou de Blocos Parlamentares, cabendo-lhes escolher o L\u00edder quando a representa\u00e7\u00e3o atender os requisitos estabelecidos no \u00a7 3\u00ba do art. 17 da Constitui\u00e7\u00e3o Federal.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>(5) Regimento Interno do Senado Federal: \u201cArt. 61. As representa\u00e7\u00f5es partid\u00e1rias poder\u00e3o constituir bloco parlamentar. 59 Par\u00e1grafo \u00fanico. Somente ser\u00e1 admitida a forma\u00e7\u00e3o de bloco parlamentar que represente, no m\u00ednimo, um d\u00e9cimo da composi\u00e7\u00e3o do Senado. (&#8230;) Art. 65. A Maioria, a Minoria e as representa\u00e7\u00f5es partid\u00e1rias ter\u00e3o l\u00edderes e vice-l\u00edderes (&#8230;) \u00a7 4\u00ba-A. As vantagens administrativas adicionais estabelecidas para os gabinetes das lideran\u00e7as somente ser\u00e3o admitidas \u00e0s representa\u00e7\u00f5es partid\u00e1rias que tiverem, no m\u00ednimo, um vinte e sete avos da composi\u00e7\u00e3o do Senado Federal.\u201d<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-3-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-juizado-especial-federal-e-competencia-absoluta\">3.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Juizado Especial Federal e compet\u00eancia absoluta<\/h2>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-destaque-1\">Destaque<\/h3>\n\n\n\n<p>O art. 3\u00ba, \u00a73\u00ba, da Lei 10.259\/2001 deve ser interpretado conforme a CF: a compet\u00eancia absoluta do JEF restringe-se ao valor da causa; o autor mant\u00e9m a faculdade de escolha do foro nos termos do art. 109, \u00a72\u00ba, da CF.<\/p>\n\n\n\n<p>RE 1.426.083\/PI (Tema 1277 RG), Rel. Min. Alexandre de Moraes, Plen\u00e1rio, julgamento virtual finalizado em 22\/8\/2025.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-conteudo-base-1\">Conte\u00fado-Base<\/h3>\n\n\n\n<p>???? CF, art. 109, \u00a72\u00ba; Lei 10.259\/2001, art. 3\u00ba, \u00a73\u00ba.<\/p>\n\n\n\n<p>???? A\u00e7\u00f5es contra a Uni\u00e3o podem ser propostas no domic\u00edlio do autor, no local do fato, do bem ou no DF.<\/p>\n\n\n\n<p>???? Se houver JEF no foro escolhido, causas at\u00e9 60 SM devem tramitar nele.<\/p>\n\n\n\n<p>???? A compet\u00eancia absoluta se limita ao crit\u00e9rio do valor, n\u00e3o ao territorial.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-discussao-e-tese-1\">Discuss\u00e3o e Tese<\/h3>\n\n\n\n<p>???? O STF examinou se o JEF teria compet\u00eancia exclusiva para todas as a\u00e7\u00f5es at\u00e9 60 sal\u00e1rios-m\u00ednimos contra a Uni\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2696\ufe0f Fixou que sim, mas apenas no crit\u00e9rio do valor, n\u00e3o restringindo a escolha territorial do autor prevista na CF.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-como-sera-cobrado-em-prova-1\">Como ser\u00e1 Cobrado em Prova<\/h3>\n\n\n\n<p>???? A compet\u00eancia do JEF \u00e9 absoluta em raz\u00e3o do valor.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2705 Correto. O STF afirmou que a compet\u00eancia absoluta com rela\u00e7\u00e3o ao valor.<\/p>\n\n\n\n<p>???? A parte pode escolher foro nos termos do art. 109, \u00a72\u00ba, CF, mesmo em causas de at\u00e9 60 SM contra a Uni\u00e3o, desde que haja JEF nesse foro.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2705 Correto. Foi a tese fixada no Tema 1277.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-versao-esquematizada-1\">Vers\u00e3o Esquematizada<\/h3>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table class=\"has-fixed-layout\"><tbody><tr><td>???? JEF \u2013 compet\u00eancia<\/td><\/tr><tr><td>???? CF, art. 109 \u00a72\u00ba ???? Lei 10.259\/2001, art. 3\u00ba \u00a73\u00ba ???? Compet\u00eancia absoluta = s\u00f3 valor da causa ???? Territorial = op\u00e7\u00e3o do autor<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-inteiro-teor-1\">Inteiro Teor<\/h3>\n\n\n\n<p>Nas causas em que a Uni\u00e3o figure como demandada, \u00e9 facultado ao autor eleger o foro com base no crit\u00e9rio territorial (CF\/1988, art. 109, \u00a7 2\u00ba). Contudo, se existir Juizado Especial Federal (JEF) no foro escolhido, as causas de at\u00e9 60 (sessenta) sal\u00e1rios-m\u00ednimos n\u00e3o abrangidas pelas exce\u00e7\u00f5es da Lei n\u00ba 10.259\/2001 (art. 3\u00ba, \u00a7 1\u00ba) dever\u00e3o ser propostas obrigatoriamente no JEF, em raz\u00e3o da compet\u00eancia absoluta.<\/p>\n\n\n\n<p>Conforme jurisprud\u00eancia desta Corte (1), a parte autora pode optar em ajuizar a\u00e7\u00e3o contra a Uni\u00e3o na capital do estado, mesmo se houver Vara da Justi\u00e7a Federal no munic\u00edpio do seu domic\u00edlio. Isso, porque a finalidade do texto constitucional (2) \u00e9 facilitar o acesso ao Poder Judici\u00e1rio, o que permite a escolha entre os diversos foros previstos: o da Justi\u00e7a Federal no seu domic\u00edlio, o do local onde ocorreu o ato ou fato que originou a demanda, o do local onde se encontra o bem objeto do lit\u00edgio, ou, ainda, o do Distrito Federal.<\/p>\n\n\n\n<p>Por outro lado, a compet\u00eancia absoluta prevista na Lei n\u00ba 10.259\/2001 (3) est\u00e1 limitada ao crit\u00e9rio do valor da causa. A extens\u00e3o de seus efeitos \u00e0 compet\u00eancia territorial contraria o disposto no art. 109, \u00a7 2\u00ba, da CF\/1988, al\u00e9m de violar o direito de acesso \u00e0 justi\u00e7a, ao estabelecer um foro \u00fanico para o julgamento de a\u00e7\u00f5es contra a Uni\u00e3o, as entidades aut\u00e1rquicas e as empresas p\u00fablicas federais.<\/p>\n\n\n\n<p>Com base nesses e em outros entendimentos, o Plen\u00e1rio, por unanimidade, ao apreciar o Tema 1.277 da repercuss\u00e3o geral, (i) deu provimento ao recurso extraordin\u00e1rio para reconhecer a compet\u00eancia do Ju\u00edzo da 6\u00aa Vara dos Juizados Especiais Federais da Se\u00e7\u00e3o Judici\u00e1ria do Estado do Piau\u00ed, situada em Teresina, determinando-se o regular prosseguimento da a\u00e7\u00e3o naquele ju\u00edzo; e (ii) fixou a tese citada.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>Tese fixada<\/strong>: \u201cO art. 3\u00ba, \u00a7 3\u00ba, da Lei 10.259\/2001, \u00e9 compat\u00edvel com a Constitui\u00e7\u00e3o Federal, devendo ser interpretado no sentido de que a compet\u00eancia absoluta dos juizados especiais federais se restringe ao valor da causa, havendo a faculdade de escolha do foro pelo demandante na forma do art. 109, \u00a72\u00ba, da CF\/88.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>(1) Precedentes citados: RE 233.990, RE 641.449 AgR, RE 451.907 EDv-AgR, RE 463.101 AgR-AgR, AI 644.655 AgR, ARE 1.151.612 AgR e RE 627.709 (Tema 374 RG).<\/p>\n\n\n\n<p>(2) CF\/1988: \u201cArt. 109. Aos ju\u00edzes federais compete processar e julgar: (&#8230;) \u00a7 2\u00ba As causas intentadas contra a Uni\u00e3o poder\u00e3o ser aforadas na se\u00e7\u00e3o judici\u00e1ria em que for domiciliado o autor, naquela onde houver ocorrido o ato ou fato que deu origem \u00e0 demanda ou onde esteja situada a coisa, ou, ainda, no Distrito Federal.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>(3) Lei n\u00ba 10.259\/2001: \u201cArt. 3\u00ba Compete ao Juizado Especial Federal C\u00edvel processar, conciliar e julgar causas de compet\u00eancia da Justi\u00e7a Federal at\u00e9 o valor de sessenta sal\u00e1rios m\u00ednimos, bem como executar as suas senten\u00e7as. (&#8230;) \u00a7 3\u00ba No foro onde estiver instalada Vara do Juizado Especial, a sua compet\u00eancia \u00e9 absoluta.\u201d<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-4-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-regime-especial-de-fiscalizacao-do-icms-e-devedor-contumaz\">4.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Regime especial de fiscaliza\u00e7\u00e3o do ICMS e devedor contumaz<\/h2>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-destaque-2\">Destaque<\/h3>\n\n\n\n<p>\u00c9 constitucional norma estadual que institui regime especial de fiscaliza\u00e7\u00e3o para contribuintes devedores contumazes de ICMS, desde que n\u00e3o inviabilize a atividade econ\u00f4mica nem configure san\u00e7\u00e3o pol\u00edtica.<\/p>\n\n\n\n<p>ADI 4.854\/RS, Rel. Min. Nunes Marques, Plen\u00e1rio, julgamento virtual finalizado em 22\/8\/2025.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-conteudo-base-2\">Conte\u00fado-Base<\/h3>\n\n\n\n<p>???? CF, arts. 5\u00ba, caput e XIII; 150, I e II; 170, par. \u00fanico; 146, III, b. CTN\/1966, art. 113 \u00a72\u00ba e 96. S\u00famulas STF 70, 323 e 547.<\/p>\n\n\n\n<p>???? Regime Especial de Fiscaliza\u00e7\u00e3o (REF) \u00e9 leg\u00edtimo se voltado a induzir comportamento regular e preservar arrecada\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>???? N\u00e3o configura san\u00e7\u00e3o pol\u00edtica, pois n\u00e3o impede exerc\u00edcio da atividade empresarial.<\/p>\n\n\n\n<p>???? Norma estadual pode disciplinar obriga\u00e7\u00f5es acess\u00f3rias sem reserva de lei complementar federal.<\/p>\n\n\n\n<p>???? Crit\u00e9rios objetivos para caracterizar devedor contumaz s\u00e3o v\u00e1lidos e proporcionais.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-discussao-e-tese-2\">Discuss\u00e3o e Tese<\/h3>\n\n\n\n<p>???? O STF discutiu se o REF criado pelo RS para devedores contumazes de ICMS violava legalidade tribut\u00e1ria e liberdade econ\u00f4mica.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2696\ufe0f Concluiu que n\u00e3o: trata-se de instrumento de controle tribut\u00e1rio leg\u00edtimo, compat\u00edvel com a compet\u00eancia estadual para obriga\u00e7\u00f5es acess\u00f3rias. O tratamento diferenciado a titulares origin\u00e1rios de precat\u00f3rios inadimplidos tamb\u00e9m foi considerado v\u00e1lido.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-como-sera-cobrado-em-prova-2\">Como ser\u00e1 Cobrado em Prova<\/h3>\n\n\n\n<p>???? O regime especial fiscal institu\u00eddo por lei estadual para devedores contumazes configura san\u00e7\u00e3o pol\u00edtica e \u00e9 inconstitucional.<\/p>\n\n\n\n<p>\u274c Errado. O STF entendeu que n\u00e3o h\u00e1 san\u00e7\u00e3o pol\u00edtica se a medida \u00e9 proporcional e n\u00e3o inviabiliza a atividade econ\u00f4mica.<\/p>\n\n\n\n<p>???? Estados podem criar regime especial fiscal para devedores contumazes como mecanismo excepcional de fiscaliza\u00e7\u00e3o, sem violar a legalidade tribut\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2705 Correto. Essa foi a decis\u00e3o na ADI 4.854\/RS.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-versao-esquematizada-2\">Vers\u00e3o Esquematizada<\/h3>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table class=\"has-fixed-layout\"><tbody><tr><td>???? REF \u2013 devedor contumaz<\/td><\/tr><tr><td>???? CF: arts. 5\u00ba, 150, 170, 146 ???? CTN, art. 113 \u00a72\u00ba ???? N\u00e3o \u00e9 san\u00e7\u00e3o pol\u00edtica ???? Crit\u00e9rios objetivos v\u00e1lidos ???? STF confirmou constitucionalidade<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-inteiro-teor-2\">Inteiro Teor<\/h3>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; \u00c9 constitucional \u2014 e n\u00e3o configura san\u00e7\u00e3o pol\u00edtica nem viola os princ\u00edpios constitucionais da legalidade tribut\u00e1ria (CF\/1988, art. 150, I), da liberdade de trabalho e com\u00e9rcio (CF\/1988, art. 5\u00ba, XIII; e 170, par\u00e1grafo \u00fanico), bem como o da igualdade tribut\u00e1ria (CF\/1988, arts. 5\u00ba, caput; e 150, II) \u2014 <em>norma estadual que institui Regime Especial de Fiscaliza\u00e7\u00e3o (REF), aplic\u00e1vel aos contribuintes considerados devedores contumazes de ICMS<\/em>.<\/p>\n\n\n\n<p>Conforme jurisprud\u00eancia desta Corte (1), <strong>a submiss\u00e3o de contribuinte inadimplente a regime fiscal diferenciado n\u00e3o configura san\u00e7\u00e3o pol\u00edtica<\/strong>, desde que a medida n\u00e3o inviabilize o exerc\u00edcio da atividade empresarial e observe crit\u00e9rios de proporcionalidade e razoabilidade.<\/p>\n\n\n\n<p>Na esp\u00e9cie, a norma estadual impugnada estabelece crit\u00e9rios objetivos para a qualifica\u00e7\u00e3o de contribuintes como devedores contumazes e institui o REF. O seu conte\u00fado n\u00e3o se sujeita \u00e0 reserva de lei complementar federal, na medida em que (i) n\u00e3o trata de elementos essenciais do tributo, como fato gerador, lan\u00e7amento ou cr\u00e9dito tribut\u00e1rio (CF\/1988, art. 146, III, b); e (ii) n\u00e3o institui mecanismos coercitivos de cobran\u00e7a, como os vedados pelas S\u00famulas 70, 323 e 547 do STF (2). Portanto, inexiste viola\u00e7\u00e3o ao princ\u00edpio da legalidade tribut\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n<p>Diante disso, o REF representa instrumento leg\u00edtimo de controle tribut\u00e1rio e sua validade decorre da pr\u00f3pria legisla\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria (CTN\/1966, art. 96), de modo que \u00e9 compat\u00edvel com a compet\u00eancia do ente federado para disciplinar obriga\u00e7\u00f5es acess\u00f3rias (3). As medidas previstas, como a altera\u00e7\u00e3o de prazos de recolhimento e a intensifica\u00e7\u00e3o da fiscaliza\u00e7\u00e3o, n\u00e3o impedem o exerc\u00edcio da atividade econ\u00f4mica, pois se aplicam somente aos casos graves e reiterados de inadimpl\u00eancia. Trata-se, portanto, de mecanismo excepcional e proporcional, voltado \u00e0 indu\u00e7\u00e3o de condutas regulares e \u00e0 preserva\u00e7\u00e3o da arrecada\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, a previs\u00e3o de exclus\u00e3o do REF pelos titulares origin\u00e1rios de cr\u00e9ditos decorrentes de precat\u00f3rios inadimplidos n\u00e3o infringe o princ\u00edpio da igualdade tribut\u00e1ria. Como n\u00e3o h\u00e1 identidade de situa\u00e7\u00f5es entre credores origin\u00e1rios e cession\u00e1rios de precat\u00f3rios, \u00e9 legitimo conferir tratamento diferenciado aos que possuem rela\u00e7\u00e3o direta e reconhecida com o poder p\u00fablico, especialmente em cen\u00e1rios voltados para a simplifica\u00e7\u00e3o da fiscaliza\u00e7\u00e3o e prote\u00e7\u00e3o do patrim\u00f4nio p\u00fablico.<\/p>\n\n\n\n<p>Com base nesses e em outros entendimentos, o Plen\u00e1rio, por unanimidade, conheceu parcialmente da a\u00e7\u00e3o e, nessa extens\u00e3o, a julgou improcedente para confirmar a presun\u00e7\u00e3o de constitucionalidade dos arts. 2\u00ba, \u00a7\u00a7 1\u00ba, 2\u00ba e 3\u00ba, e art. 3\u00ba, ambos da Lei n\u00ba 13.711\/2011 do Estado do Rio Grande do Sul (4), na reda\u00e7\u00e3o dada pela Lei ga\u00facha n\u00ba 14.180\/2012.<\/p>\n\n\n\n<p>(1) Precedentes citados: RE 486.175 AgR-EDv, ARE 1.349.448 AgR e ADI 3.952.<\/p>\n\n\n\n<p>(2) Enunciados sumulares citados: S\u00famula 70\/STF, S\u00famula 323\/STF e S\u00famula 547\/STF.<\/p>\n\n\n\n<p>(3) CTN\/1966: \u201cArt. 113. A obriga\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria \u00e9 principal ou acess\u00f3ria. (&#8230;) \u00a7 2\u00ba A obriga\u00e7\u00e3o acess\u00f3ria decorre da legisla\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria e tem por objeto as presta\u00e7\u00f5es, positivas ou negativas, nela previstas no interesse da arrecada\u00e7\u00e3o ou da fiscaliza\u00e7\u00e3o dos tributos.\u201d&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>***<\/p>\n\n\n\n<div data-wp-interactive=\"core\/file\" class=\"wp-block-file\"><object aria-label=\"Incorporar PDF\" data-wp-bind--hidden=\"!state.hasPdfPreview\" hidden><\/object><a id=\"wp-block-file--media-8e7e4853-d87e-47a6-b189-d9d7d43cb803\" href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2025\/09\/16081754\/stf-info-1187.pdf\">STF &#8211; Info 1187<\/a><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2025\/09\/16081754\/stf-info-1187.pdf\" class=\"wp-block-file__button wp-element-button\" download aria-describedby=\"wp-block-file--media-8e7e4853-d87e-47a6-b189-d9d7d43cb803\">Baixar<\/a><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>DOWNLOAD do PDF 1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Compensa\u00e7\u00f5es financeiras pela explora\u00e7\u00e3o de recursos minerais e h\u00eddricos Destaque S\u00e3o inconstitucionais normas estaduais que criam obriga\u00e7\u00f5es principais ligadas \u00e0 explora\u00e7\u00e3o de recursos minerais e h\u00eddricos, pois essa compet\u00eancia \u00e9 privativa da Uni\u00e3o; os Estados podem apenas prever obriga\u00e7\u00f5es acess\u00f3rias para fiscaliza\u00e7\u00e3o. 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