{"id":1614410,"date":"2025-07-29T01:01:06","date_gmt":"2025-07-29T04:01:06","guid":{"rendered":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/?p=1614410"},"modified":"2025-07-29T01:01:08","modified_gmt":"2025-07-29T04:01:08","slug":"informativo-stj-ed-extraordinaria-25-parte-2-comentado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/informativo-stj-ed-extraordinaria-25-parte-2-comentado\/","title":{"rendered":"Informativo STJ Ed Extraordin\u00e1ria 25 Parte 2 Comentado"},"content":{"rendered":"\n<p><\/p><p class=\"has-text-align-center\"><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2025\/07\/29010047\/stj-info-ed-extra-25-2.pdf\" rel=\"sponsored nofollow\">DOWNLOAD do PDF AQUI!<\/a><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"lyte-wrapper\" style=\"width:853px;max-width:100%;margin:5px;\"><div class=\"lyMe\" id=\"WYL_Ch_Z2lxNkrs\"><div id=\"lyte_Ch_Z2lxNkrs\" data-src=\"\/\/i.ytimg.com\/vi\/Ch_Z2lxNkrs\/hqdefault.jpg\" class=\"pL\"><div class=\"tC\"><div class=\"tT\"><\/div><\/div><div class=\"play\"><\/div><div class=\"ctrl\"><div class=\"Lctrl\"><\/div><div class=\"Rctrl\"><\/div><\/div><\/div><noscript><a href=\"https:\/\/youtu.be\/Ch_Z2lxNkrs\" rel=\"nofollow\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i.ytimg.com\/vi\/Ch_Z2lxNkrs\/0.jpg\" alt=\"YouTube video thumbnail\" width=\"853\" height=\"460\" \/><br \/>Assista a este v\u00eddeo no YouTube<\/a><\/noscript><\/div><\/div><div class=\"lL\" style=\"max-width:100%;width:853px;margin:5px;\"><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-1-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-inclusao-da-cprb-na-propria-base-de-calculo\">1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Inclus\u00e3o da CPRB na pr\u00f3pria base de c\u00e1lculo<\/h2>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-indexador\">Indexador<\/h3>\n\n\n\n<p>Disciplina: Direito Tribut\u00e1rio<\/p>\n\n\n\n<p>Cap\u00edtulo: Contribui\u00e7\u00f5es Previdenci\u00e1rias<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-area\">\u00c1rea<\/h3>\n\n\n\n<p>Magistratura<\/p>\n\n\n\n<p>Procuradorias<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-destaque\">Destaque<\/h3>\n\n\n\n<p>\u00c9 constitucional a inclus\u00e3o da Contribui\u00e7\u00e3o Previdenci\u00e1ria sobre a Receita Bruta (CPRB) em sua pr\u00f3pria base de c\u00e1lculo, conforme disposi\u00e7\u00e3o expressa do art. 8\u00ba da Lei n. 12.546\/2011.<\/p>\n\n\n\n<p>REsp 1.999.905-RS, Rel. Min. Gurgel de Faria, Primeira Turma, julgado em 11\/2\/2025, DJEN 19\/2\/2025.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-conteudo-base\">Conte\u00fado-Base<\/h3>\n\n\n\n<p>???? Lei n. 12.546\/2011, art. 8\u00ba; DL 1.598\/1977, art. 12, \u00a7 5\u00ba; Tema 1.048\/STF.<\/p>\n\n\n\n<p>???? A receita bruta inclui tributos incidentes sobre ela, excetuando apenas aqueles destacados como o ICMS.<\/p>\n\n\n\n<p>???? A CPRB n\u00e3o se enquadra na exce\u00e7\u00e3o, pois n\u00e3o \u00e9 tributo destacado ao comprador.<\/p>\n\n\n\n<p>???? O STF, no Tema 1.048, validou a inclus\u00e3o da CPRB em sua base de c\u00e1lculo.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-discussao-e-tese\">Discuss\u00e3o e Tese<\/h3>\n\n\n\n<p>???? O STJ examinou se a contribui\u00e7\u00e3o pode incidir \u201cpor dentro\u201d, ou seja, sobre valor que a inclui.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2696\ufe0f Para o STJ:<\/p>\n\n\n\n<p>\u2022 A legisla\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria prev\u00ea expressamente essa sistem\u00e1tica (DL 1.598\/1977, art. 12, \u00a7 5\u00ba).<\/p>\n\n\n\n<p>\u2022 O STF reconheceu a constitucionalidade da pr\u00e1tica no Tema 1.048.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2022 O racioc\u00ednio do Tema 69 (exclus\u00e3o do ICMS) n\u00e3o se aplica \u00e0 CPRB.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-como-sera-cobrado-em-prova\">Como ser\u00e1 Cobrado em Prova<\/h3>\n\n\n\n<p>???? A CPRB deve ser exclu\u00edda de sua pr\u00f3pria base de c\u00e1lculo, pois se trata de tributo \u201cpor fora\u201d, assim como ICMS, que \u00e9 destacado.<\/p>\n\n\n\n<p>\u274c Errado. O Tema 69 trata do ICMS destacado; a CPRB, por n\u00e3o ser destacada, segue regra diversa (DL 1.598\/1977, art. 12, \u00a7 5\u00ba; Tema 1.048\/STF).<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-versao-esquematizada\">Vers\u00e3o Esquematizada<\/h3>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table class=\"has-fixed-layout\"><tbody><tr><td>???? CPRB \u2013 Base de C\u00e1lculo<\/td><\/tr><tr><td>???? Lei 12.546\/2011, art. 8\u00ba ???? DL 1.598\/1977, art. 12, \u00a7 5\u00ba ???? Tema 1.048\/STF \u2192 inclus\u00e3o v\u00e1lida ???? ICMS \u2260 CPRB \u2192 regra distinta<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-inteiro-teor\">Inteiro Teor<\/h3>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A base de c\u00e1lculo da CPRB est\u00e1 prevista no art. 8\u00ba da Lei n. 12.546\/2011 (com reda\u00e7\u00e3o dada pela Lei n. 14.973\/2024). Por sua vez, o <strong>conceito legal de receita brut<\/strong>a est\u00e1 definido no art. 12 do Decreto-Lei n. 1.598\/1977 (com reda\u00e7\u00e3o dada pela Lei n. 12.973\/2014).<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Da literalidade do texto legal, observa-se que, <strong>na receita bruta, &#8220;incluem-se os tributos sobre ela incidentes&#8221; (\u00a7 5\u00ba)<\/strong>. Exce\u00e7\u00e3o feita aos &#8220;tributos n\u00e3o cumulativos cobrados, destacadamente, do comprador ou contratante pelo vendedor dos bens ou pelo prestador dos servi\u00e7os na condi\u00e7\u00e3o de mero deposit\u00e1rio&#8221; (\u00a7 4\u00ba). Nessa \u00faltima hip\u00f3tese, evidentemente, enquadra-se o ICMS, como decidiu o STF no Tema 69 da repercuss\u00e3o geral.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A regra geral, portanto, \u00e9 a tributa\u00e7\u00e3o da CPRB com a inclus\u00e3o, em sua base de c\u00e1lculo, dos tributos incidentes na opera\u00e7\u00e3o comercial &#8211; exclu\u00eddos aqueles cobrados de forma destacada na condi\u00e7\u00e3o de deposit\u00e1rio, o que n\u00e3o \u00e9 o caso da pr\u00f3pria CPRB.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Sem embargo, independentemente dessa disciplina legal expressa, a tese da contribuinte \u00e9 de que deveria ser estendida para o caso em tela a mesma ratio decidendi exposta pelo STF no Tema 69 da repercuss\u00e3o geral.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Argumenta que o valor repassado ao ente tributante a t\u00edtulo de pagamento de ICMS e de CPRB constituiria, enquanto na posse jur\u00eddica do contribuinte, mero ingresso financeiro provis\u00f3rio no caixa da empresa, n\u00e3o receita pass\u00edvel de incid\u00eancia tribut\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Ocorre que o pr\u00f3prio STF, no julgamento do Tema 1.048 da repercuss\u00e3o geral, entendeu pela impossibilidade da extens\u00e3o da ratio decidendi do Tema 69 para hip\u00f3tese em tudo semelhante \u00e0 dos presentes autos, na qual se discutia, precisamente, a inclus\u00e3o do valor de tributo (incid\u00eancia &#8220;<em>por dentro<\/em>&#8220;) na base de c\u00e1lculo da CPRB.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Naquele julgado, decidiu o STF que &#8220;\u00e9 constitucional a inclus\u00e3o do Imposto Sobre Circula\u00e7\u00e3o de Mercadorias e Servi\u00e7os &#8211; ICMS na base de c\u00e1lculo da Contribui\u00e7\u00e3o Previdenci\u00e1ria sobre a Receita Bruta &#8211; CPRB&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Portanto, seja de acordo com a disciplina legal expressa, seja de acordo com a posi\u00e7\u00e3o do STF acerca da mat\u00e9ria, n\u00e3o h\u00e1 como excluir o valor pago a t\u00edtulo de CPRB da sua pr\u00f3pria base de c\u00e1lculo.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-2-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-progressao-funcional-no-magisterio-superior-e-vinculo-com-outra-instituicao\">2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Progress\u00e3o funcional no magist\u00e9rio superior e v\u00ednculo com outra institui\u00e7\u00e3o<\/h2>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-indexador-0\">Indexador<\/h3>\n\n\n\n<p>Disciplina: Direito Administrativo<\/p>\n\n\n\n<p>Cap\u00edtulo: Servidores P\u00fablicos<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-area-0\">\u00c1rea<\/h3>\n\n\n\n<p>Procuradorias<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-destaque-0\">Destaque<\/h3>\n\n\n\n<p>N\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel o aproveitamento de tempo em institui\u00e7\u00e3o diversa para fins de progress\u00e3o funcional acelerada no cargo de magist\u00e9rio superior, quando o novo provimento for origin\u00e1rio e posterior ao marco legal.<\/p>\n\n\n\n<p>AgInt no REsp 2.158.784-RS, Rel. Min. Teodoro Silva Santos, Segunda Turma, julgado em 19\/2\/2025, DJEN 25\/2\/2025.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-conteudo-base-0\">Conte\u00fado-Base<\/h3>\n\n\n\n<p>???? Lei 12.772\/2012, art. 13, par\u00e1grafo \u00fanico; Lei 12.863\/2013.<\/p>\n\n\n\n<p>???? A progress\u00e3o acelerada depende de v\u00ednculo ininterrupto anterior ao marco legal.<\/p>\n\n\n\n<p>???? Cada ingresso por provimento origin\u00e1rio gera novo v\u00ednculo.<\/p>\n\n\n\n<p>???? A promo\u00e7\u00e3o acelerada n\u00e3o se transmite entre v\u00ednculos distintos.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-discussao-e-tese-0\">Discuss\u00e3o e Tese<\/h3>\n\n\n\n<p>???? O STJ examinou se servidor que ingressa em nova universidade pode aproveitar tempo de outra para promo\u00e7\u00e3o acelerada.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2696\ufe0f Para o STJ:<\/p>\n\n\n\n<p>\u2022 A regra \u00e9 excepcional e restrita a servidores em exerc\u00edcio na data da lei.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2022 O novo cargo exige novo enquadramento funcional.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-como-sera-cobrado-em-prova-0\">Como ser\u00e1 Cobrado em Prova<\/h3>\n\n\n\n<p>???? O servidor que muda de institui\u00e7\u00e3o pode somar tempo anterior para progress\u00e3o acelerada, mesmo com novo concurso.<\/p>\n\n\n\n<p>\u274c Errado. A progress\u00e3o depende de v\u00ednculo anterior \u00e0 vig\u00eancia da Lei 12.863\/2013 (art. 13, par\u00e1grafo \u00fanico, da Lei 12.772\/2012).<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-versao-esquematizada-0\">Vers\u00e3o Esquematizada<\/h3>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table class=\"has-fixed-layout\"><tbody><tr><td>???? Progress\u00e3o no Magist\u00e9rio Superior<\/td><\/tr><tr><td>???? Lei 12.772\/2012, art. 13, par\u00e1grafo \u00fanico ???? Novo provimento \u2192 novo v\u00ednculo ???? Tempo anterior \u2260 aproveit\u00e1vel ???? STJ: veda\u00e7\u00e3o \u00e0 progress\u00e3o autom\u00e1tica<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-inteiro-teor-0\">Inteiro Teor<\/h3>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A discuss\u00e3o apresentada refere-se ao suposto direito da parte \u00e0 promo\u00e7\u00e3o acelerada no cargo de professor do adjunto com aproveitamento do tempo em institui\u00e7\u00e3o de ensino superior diversa.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A carreira de Magist\u00e9rio Superior, inicialmente reestruturada pela Lei n. 11.344\/2006, sofreu as altera\u00e7\u00f5es trazidas pela Lei n. 12.772\/2012 (tamb\u00e9m alterada pela Lei n. 12.863\/2013).<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Tem-se que, apesar de existir uma carreira nacional de Professor do Magist\u00e9rio Superior, tal fato n\u00e3o significa que os docentes a ela pertencentes possam transitar entre entidades de ensino superior diversas, mantendo, indistintamente, todos os benef\u00edcios e as progress\u00f5es conquistados no cargo de origem em outra institui\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; No caso em an\u00e1lise, o tr\u00e2nsito da parte autora por duas universidades diversas (a parte ingressou na carreira do magist\u00e9rio superior na UFFS em 2012, e em de 2017 ingressou da UFRGS) ocorreu sem solu\u00e7\u00e3o de continuidade de seu v\u00ednculo com a Administra\u00e7\u00e3o P\u00fablica Federal, pois cada nomea\u00e7\u00e3o subsequente teria sido precedida de correspondente pedido de vac\u00e2ncia no cargo anterior.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Contudo, isso n\u00e3o autoriza, por si s\u00f3, que possa a parte recorrida levar para o cargo atual os enquadramentos funcionais anteriormente obtidos no exerc\u00edcio da doc\u00eancia em universidade anterior.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; N\u00e3o h\u00e1 como acolher, portanto, o pedido de reconhecimento do direito \u00e0 acelera\u00e7\u00e3o da promo\u00e7\u00e3o a que se refere o par\u00e1grafo \u00fanico do art. 13 da Lei n. 12.772\/2012.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Tal regra aplica-se \u00e0queles servidores que, quando do in\u00edcio da vig\u00eancia da Lei n. 12.863\/2013, em 1\u00ba\/3\/2013, j\u00e1 ocupavam o cargo de Professor de Magist\u00e9rio Superior e que passaram pela necessidade de adapta\u00e7\u00e3o \u00e0s novas regras introduzidas pelo diploma legal, o que n\u00e3o \u00e9 o caso em an\u00e1lise, porque a posse do autor se deu em novembro de 2017.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Assim, <strong>o servidor, ao ser investido em novo cargo p\u00fablico, n\u00e3o pode aproveitar o benef\u00edcio temporal obtido quando ocupava outro cargo, ainda que na mesma carreira<\/strong>, para o seu posicionamento \u00e0 frente dos demais servidores do mesmo concurso, pois, em se tratando de provimento origin\u00e1rio, n\u00e3o pode alegar direito adquirido a regramento anterior.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Se prevalecesse o entendimento defendido pela parte, o docente que ingressasse antes do marco temporal poderia se mover entre diferentes cargos dentro da mesma carreira do magist\u00e9rio, independentemente de quantos provimentos origin\u00e1rios obtivesse, mantendo inc\u00f3lume o seu direito \u00e0 promo\u00e7\u00e3o acelerada em todos eles, o que n\u00e3o parece ser a inten\u00e7\u00e3o do legislador.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-3-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-prova-oral-refeita-nota-anterior-e-invalida\">3.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Prova oral refeita: nota anterior \u00e9 inv\u00e1lida<\/h2>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-indexador-1\">Indexador<\/h3>\n\n\n\n<p>Magistratura<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-area-1\">\u00c1rea<\/h3>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-destaque-1\">Destaque<\/h3>\n\n\n\n<p>O candidato que refaz prova oral anulada n\u00e3o tem direito \u00e0 nota anterior, mesmo que esta tenha sido superior, pois o ato anulado \u00e9 juridicamente inexistente.<\/p>\n\n\n\n<p>RMS 73.454-RS, Rel. Min. Afr\u00e2nio Vilela, Segunda Turma, julgado em 26\/3\/2025, DJEN 1\u00ba\/4\/2025.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-conteudo-base-1\">Conte\u00fado-Base<\/h3>\n\n\n\n<p>???? Princ\u00edpios da autotutela administrativa e do concurso p\u00fablico (legalidade, vincula\u00e7\u00e3o ao edital).<\/p>\n\n\n\n<p>???? A nulidade da primeira prova implica inexist\u00eancia de efeitos jur\u00eddicos.<\/p>\n\n\n\n<p>???? A nota obtida na nova prova substitui a anterior.<\/p>\n\n\n\n<p>???? O edital vincula a regra de avalia\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-discussao-e-tese-1\">Discuss\u00e3o e Tese<\/h3>\n\n\n\n<p>???? O STJ analisou se a nota anterior, obtida em prova anulada por ilegalidade, pode ser preservada.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2696\ufe0f Para o STJ:<\/p>\n\n\n\n<p>\u2022 A anula\u00e7\u00e3o torna o ato inexistente.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2022 A nova nota deve prevalecer, mesmo que inferior.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2022 Inexistindo previs\u00e3o edital\u00edcia em contr\u00e1rio, n\u00e3o h\u00e1 direito \u00e0 nota anulada.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-como-sera-cobrado-em-prova-1\">Como ser\u00e1 Cobrado em Prova<\/h3>\n\n\n\n<p>???? A nota obtida em prova oral anulada por erro deve ser preservada se mais ben\u00e9fica ao candidato.<\/p>\n\n\n\n<p>\u274c Errado. A nota de ato anulado \u00e9 juridicamente inexistente e n\u00e3o pode ser aproveitada.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-versao-esquematizada-1\">Vers\u00e3o Esquematizada<\/h3>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table class=\"has-fixed-layout\"><tbody><tr><td>???? Prova Oral Refeita \u2013 Concurso<\/td><\/tr><tr><td>???? Nulidade \u2192 ato sem efeitos ???? Nova nota = v\u00e1lida ???? Edital vincula ???? STJ: nota anterior \u2260 aproveit\u00e1vel<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-inteiro-teor-1\">Inteiro Teor<\/h3>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Cinge-se a controv\u00e9rsia a saber se, em concurso p\u00fablico, o candidato tem direito \u00e0 atribui\u00e7\u00e3o da nota m\u00e1xima originalmente obtida em bloco anulado, devido \u00e0 verifica\u00e7\u00e3o de ilegalidade em sua primeira aplica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Na hip\u00f3tese, o candidato foi <em>arguido sobre ponto tem\u00e1tico diverso do previamente sorteado<\/em>. Interposto recurso administrativo, requereu a majora\u00e7\u00e3o de sua nota ou a anula\u00e7\u00e3o da argui\u00e7\u00e3o quanto \u00e0quele ponto. A Administra\u00e7\u00e3o reconheceu o erro e anulou a prova oral referente ao bloco, determinando que o candidato fosse submetido \u00e0 nova prova oral sobre o grupo de mat\u00e9rias.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; No entanto, o candidato obteve nota inferior \u00e0 primeira, referente ao grupo que gerou a anula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>Tendo em vista a expressa anula\u00e7\u00e3o da primeira argui\u00e7\u00e3o oral, n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel que a primeira nota prevale\u00e7a sobre a segunda, uma vez que ato nulo n\u00e3o produz efeitos<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O edital de concurso p\u00fablico faz lei entre as partes, funcionando como instrumento que vincula tanto a Administra\u00e7\u00e3o, quanto o candidato que a ele se submete. Assim, inexistindo cl\u00e1usula expressa acerca da nota quando da anula\u00e7\u00e3o da prova oral, sua atribui\u00e7\u00e3o em pontua\u00e7\u00e3o m\u00e1xima n\u00e3o \u00e9 direito objetivo do candidato.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Dessa forma, o candidato que obteve decis\u00e3o administrativa anulat\u00f3ria de prova oral para refazimento do ato, ao obter nota inferior \u00e0quela objeto da anula\u00e7\u00e3o, n\u00e3o tem o direito de receber aquela ent\u00e3o fixada no procedimento anulado, porque do ato nulo n\u00e3o \u00e9 gerado nenhum efeito.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-4-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-improbidade-administrativa-causas-de-interrupcao-da-prescricao-nao-seguem-o-codigo-penal\">4.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Improbidade administrativa: causas de interrup\u00e7\u00e3o da prescri\u00e7\u00e3o n\u00e3o seguem o C\u00f3digo Penal<\/h2>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-indexador-2\">Indexador<\/h3>\n\n\n\n<p>Disciplina: Direito Administrativo<\/p>\n\n\n\n<p>Cap\u00edtulo: Improbidade e Prescri\u00e7\u00e3o<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-area-2\">\u00c1rea<\/h3>\n\n\n\n<p>Magistratura<\/p>\n\n\n\n<p>Minist\u00e9rio P\u00fablico<\/p>\n\n\n\n<p>Defensoria P\u00fablica<\/p>\n\n\n\n<p>Procuradorias<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-destaque-2\">Destaque<\/h3>\n\n\n\n<p>Embora a prescri\u00e7\u00e3o nas a\u00e7\u00f5es de improbidade administrativa possa seguir o prazo do art. 115 do C\u00f3digo Penal, suas causas interruptivas s\u00e3o regidas pelas normas civis e administrativas, diante da aus\u00eancia de remiss\u00e3o expressa \u00e0 legisla\u00e7\u00e3o penal.<\/p>\n\n\n\n<p>AgInt no REsp 1.934.320-PR, Rel. Min. Afr\u00e2nio Vilela, Segunda Turma, julgado em 30\/4\/2025, DJEN 7\/5\/2025.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-conteudo-base-2\">Conte\u00fado-Base<\/h3>\n\n\n\n<p>???? Lei 8.429\/1992 (reda\u00e7\u00e3o original); Lei 8.112\/1990; CP, art. 115.<\/p>\n\n\n\n<p>???? A norma regente admite o uso subsidi\u00e1rio do CP apenas para prazos prescricionais, e n\u00e3o para causas de interrup\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>???? Aplicar causas interruptivas penais sem autoriza\u00e7\u00e3o legal viola a independ\u00eancia das esferas.<\/p>\n\n\n\n<p>???? Marcos interruptivos seguem as normas do processo civil.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-discussao-e-tese-2\">Discuss\u00e3o e Tese<\/h3>\n\n\n\n<p>???? O STJ analisou se atos que interrompem a prescri\u00e7\u00e3o penal tamb\u00e9m se aplicam \u00e0 improbidade administrativa.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2696\ufe0f Para o STJ:<\/p>\n\n\n\n<p>\u2022 A prescri\u00e7\u00e3o segue o art. 115 do CP por remiss\u00e3o indireta via Lei 8.112.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2022 As causas de interrup\u00e7\u00e3o exigem previs\u00e3o legal pr\u00f3pria, inexistente na LIA antiga.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-como-sera-cobrado-em-prova-2\">Como ser\u00e1 Cobrado em Prova<\/h3>\n\n\n\n<p>???? As causas de interrup\u00e7\u00e3o da prescri\u00e7\u00e3o em a\u00e7\u00f5es de improbidade administrativa s\u00e3o regidas por normas civis e administrativas.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2705 Correto. O STJ entende que, ausente remiss\u00e3o legal \u00e0 lei penal, aplicam-se as regras civis.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-versao-esquematizada-2\">Vers\u00e3o Esquematizada<\/h3>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table class=\"has-fixed-layout\"><tbody><tr><td>???? Prescri\u00e7\u00e3o \u2013 Improbidade Administrativa<\/td><\/tr><tr><td>???? Lei 8.429\/1992 \u2192 remiss\u00e3o parcial ???? CP, art. 115 \u2192 apenas prazos ???? Causas interruptivas = civis\/administrativas ???? STJ: inaplicabilidade da regra penal sem remiss\u00e3o<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-inteiro-teor-2\">Inteiro Teor<\/h3>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A controv\u00e9rsia cinge-se a saber se \u00e9 aplic\u00e1vel o prazo prescricional penal \u00e0s a\u00e7\u00f5es de improbidade, em sua reda\u00e7\u00e3o original.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; No caso, a quest\u00e3o se origina de a\u00e7\u00e3o civil p\u00fablica por ato de improbidade administrativa contra m\u00e9dico que, no exerc\u00edcio da fun\u00e7\u00e3o p\u00fablica, exigiu de pacientes atendidos pelo Sistema \u00danico de Sa\u00fade (SUS) o pagamento de honor\u00e1rios para realizar procedimentos cir\u00fargicos.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A aplica\u00e7\u00e3o do art. 115 do C\u00f3digo Penal \u00e0s a\u00e7\u00f5es de improbidade \u00e9 causada pela pr\u00f3pria norma civil de reg\u00eancia. <strong>No que tange \u00e0s causas de interrup\u00e7\u00e3o da prescri\u00e7\u00e3o, a ado\u00e7\u00e3o do CP sem previs\u00e3o normativa violaria a separa\u00e7\u00e3o das inst\u00e2ncias<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Conquanto a Lei de Improbidade Administrativa, na reda\u00e7\u00e3o vigente \u00e0 \u00e9poca, remetesse expressamente \u00e0 Lei n. 8.112\/1990 para aferi\u00e7\u00e3o dos prazos de prescri\u00e7\u00e3o, e esta, a seu turno, remetesse aos prazos do C\u00f3digo Penal, da\u00ed atraindo a incid\u00eancia do art. 115 dessa norma, inexiste previs\u00e3o similar acerca das causas de interrup\u00e7\u00e3o desse prazo.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Assim, embora os prazos prescricionais da a\u00e7\u00e3o de improbidade, na reda\u00e7\u00e3o anterior da lei, possam ser regidos pelo art. 115 do CP, o mesmo n\u00e3o se pode dizer dos marcos de interrup\u00e7\u00e3o desse prazo, que seguem regidos pelas leis civis e administrativas, ante a falta de remessa destas \u00e0quela.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-5-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-desapropriacao-para-reforma-agraria-e-juros-compensatorios\">5.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Desapropria\u00e7\u00e3o para reforma agr\u00e1ria e juros compensat\u00f3rios<\/h2>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-indexador-3\">Indexador<\/h3>\n\n\n\n<p>Disciplina: Direito Administrativo \/ Direito Processual Civil<\/p>\n\n\n\n<p>Cap\u00edtulo: Desapropria\u00e7\u00e3o<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-area-3\">\u00c1rea<\/h3>\n\n\n\n<p>Magistratura<\/p>\n\n\n\n<p>Procuradorias<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-destaque-3\">Destaque<\/h3>\n\n\n\n<p>\u00c9 inexequ\u00edvel a senten\u00e7a que fixa juros compensat\u00f3rios em desapropria\u00e7\u00e3o para fins de reforma agr\u00e1ria sobre im\u00f3vel com grau de produtividade zero e posse posterior a 5\/5\/2000.<\/p>\n\n\n\n<p>REsp 2.147.748-PB, Rel. Min. Maria Thereza de Assis Moura, Segunda Turma, julgado em 10\/6\/2025.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-conteudo-base-3\">Conte\u00fado-Base<\/h3>\n\n\n\n<p>???? Decreto-Lei 3.365\/1941, art. 15-A, \u00a7 2\u00ba; ADI 2.332; CPC, art. 535, \u00a7 5\u00ba.<\/p>\n\n\n\n<p>???? STF declarou constitucionais os dispositivos que restringem os juros compensat\u00f3rios nessas hip\u00f3teses.<\/p>\n\n\n\n<p>???? O im\u00f3vel improdutivo n\u00e3o gera direito a indeniza\u00e7\u00e3o por perda de uso.<\/p>\n\n\n\n<p>???? A imiss\u00e3o na posse em 2007 atrai a veda\u00e7\u00e3o expressa da MP 2.183-56\/2001.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-discussao-e-tese-3\">Discuss\u00e3o e Tese<\/h3>\n\n\n\n<p>???? O STJ analisou se \u00e9 exig\u00edvel o cap\u00edtulo da senten\u00e7a que concede juros compensat\u00f3rios em hip\u00f3tese vedada por norma validada pelo STF.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2696\ufe0f Para o STJ:<\/p>\n\n\n\n<p>\u2022 O art. 15-A, \u00a7 2\u00ba, impede a incid\u00eancia de juros em im\u00f3veis improdutivos.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2022 O cap\u00edtulo \u00e9 inexequ\u00edvel por contrariar entendimento vinculante do STF (Tema 360).<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-como-sera-cobrado-em-prova-3\">Como ser\u00e1 Cobrado em Prova<\/h3>\n\n\n\n<p>???? S\u00e3o devidos juros compensat\u00f3rios em desapropria\u00e7\u00f5es fundi\u00e1rias mesmo quando o im\u00f3vel for improdutivo, sob pena de enriquecimento il\u00edcito.<\/p>\n\n\n\n<p>\u274c Errado. O art. 15-A, \u00a7 2\u00ba, do DL 3.365\/1941 veda juros compensat\u00f3rios nesse caso.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-versao-esquematizada-3\">Vers\u00e3o Esquematizada<\/h3>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table class=\"has-fixed-layout\"><tbody><tr><td>???? Juros Compensat\u00f3rios \u2013 Reforma Agr\u00e1ria<\/td><\/tr><tr><td>???? DL 3.365\/1941, art. 15-A, \u00a7 2\u00ba ???? Im\u00f3vel improdutivo = sem indeniza\u00e7\u00e3o ???? STF: constitucionalidade (ADI 2.332) ???? STJ: t\u00edtulo inexequ\u00edvel (CPC, art. 535)<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-inteiro-teor-3\">Inteiro Teor<\/h3>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;A controv\u00e9rsia reside em definir se \u00e9 admiss\u00edvel a alega\u00e7\u00e3o de inexequibilidade do cap\u00edtulo da senten\u00e7a de desapropria\u00e7\u00e3o que deixou de aplicar o \u00a7 2\u00ba do art. 15-A do Decreto-Lei n. 3.365\/1941, com reda\u00e7\u00e3o pela MP n. 2.183-56\/2001, julgado constitucional pelo Supremo Tribunal Federal anteriormente (ADI 2.332, Rel. Min. Roberto Barroso, julgado em 17\/5\/2018).<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Tem-se que a argui\u00e7\u00e3o de inexigibilidade da decis\u00e3o exequenda \u00e9 cab\u00edvel quando o fundamento da decis\u00e3o exequenda estiver em confronto com paradigma do STF, aplicando dispositivo julgado inconstitucional ou interpreta\u00e7\u00e3o reputada desconforme a constitui\u00e7\u00e3o, ou afastando, por inconstitucionalidade, dispositivo julgado constitucional.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A tese da parte recorrente \u00e9 de viola\u00e7\u00e3o ao art. 535, III, \u00a7\u00a7 5\u00ba e 7\u00ba, do C\u00f3digo de Processo Civil, na medida em que, quanto aos juros compensat\u00f3rios, o t\u00edtulo em execu\u00e7\u00e3o seria inexig\u00edvel, ressaltando que a decis\u00e3o \u00e9 posterior ao ac\u00f3rd\u00e3o do STF na ADI 2.332. De acordo com o art. 535, III, \u00a7\u00a7 5\u00ba e 7\u00ba, do CPC, \u00e9 inexequ\u00edvel o t\u00edtulo executivo judicial que deixa de aplicar ato normativo anteriormente pronunciado constitucional pelo Supremo Tribunal Federal.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Muito embora o \u00a7 5\u00ba fale apenas em t\u00edtulo fundado em lei considerada inconstitucional, o mesmo racioc\u00ednio tamb\u00e9m vale para a decis\u00e3o que deixa de aplicar lei julgada constitucional pelo STF (Tema 360, RE 611.503, Rel. Min. Teori Zavascki, julgado em 20\/9\/2018).<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Diga-se que o \u00a7 7\u00ba do art. 535 foi declarado incidentalmente inconstitucional pelo Supremo Tribunal Federal. A raz\u00e3o de ser dessa pron\u00fancia foi ampliar, e n\u00e3o limitar, a incompatibilidade com a jurisprud\u00eancia da Corte Suprema como fundamento da impugna\u00e7\u00e3o ao cumprimento de senten\u00e7a. Assentou-se que, seja a decis\u00e3o do STF anterior ou posterior \u00e0 decis\u00e3o exequenda, a impugna\u00e7\u00e3o \u00e9 meio adequado para impedir a execu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Al\u00e9m disso, a jurisprud\u00eancia do Supremo Tribunal Federal firmou-se no sentido de que o direito \u00e0 justa e pr\u00e9via indeniza\u00e7\u00e3o (art. 5\u00ba, XXIV, da Constitui\u00e7\u00e3o Federal) n\u00e3o impede restri\u00e7\u00f5es aos juros compensat\u00f3rios na desapropria\u00e7\u00e3o quando n\u00e3o h\u00e1 perda ao propriet\u00e1rio imposta pela imiss\u00e3o na posse (ADI 2.332, Rel. Min. Roberto Barroso, julgado em 17\/5\/2018).<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; No caso em testilha, o julgamento do STF \u00e9 anterior \u00e0 decis\u00e3o da a\u00e7\u00e3o de conhecimento. Tanto \u00e9 assim que o ac\u00f3rd\u00e3o recorrido reconheceu a inexequibilidade do t\u00edtulo judicial, quanto ao percentual de juros compensat\u00f3rios, afirmando que, muito embora posterior \u00e0 decis\u00e3o em controle concentrado de constitucionalidade (ADI 2.332, Rel. Min. Roberto Barroso, julgado em 17\/5\/2018), a decis\u00e3o afastou indevidamente o percentual de juros de 6% ao ano, previsto no art. 15-A do Decreto-Lei n. 3.365\/1941, introduzidos pelo art. 1\u00ba da Medida Provis\u00f3ria n\u00ba 2.027-38\/2000.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Ocorre que havia dois dispositivos legais na mesma situa\u00e7\u00e3o, ambos pronunciados constitucionais pelo STF e afastados pela decis\u00e3o exequenda: o caput e o \u00a7 2\u00ba do art. 15-A do Decreto-Lei n. 3.365\/1941, ambos decorrentes da modifica\u00e7\u00e3o promovida pelo art. 1\u00ba da Medida Provis\u00f3ria n. 2.027-38, de 4 de maio de 2000, e mantida em uma sucess\u00e3o de diplomas normativos da mesma esp\u00e9cie, chegando na MP n. 2.183-56\/2001.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Entretanto, por for\u00e7a do art. 535, III, \u00a7\u00a7 5\u00ba e 7\u00ba, CPC, e na forma do entendimento do STF em repercuss\u00e3o geral (Tema 360, RE 611.503, Rel. Min. Teori Zavascki, julgado em 20\/9\/2018), o \u00a7 2\u00ba do art. 15-A do Decreto-Lei n. 3.365\/1941, com reda\u00e7\u00e3o pela MP n. 2.183-56\/2001 \u00e9, em tese, aplic\u00e1vel.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Esse dispositivo afasta a aplica\u00e7\u00e3o dos juros compensat\u00f3rios quando o &#8220;im\u00f3vel possuir graus de utiliza\u00e7\u00e3o da terra e de efici\u00eancia na explora\u00e7\u00e3o iguais a zero&#8221;. O caso em an\u00e1lise \u00e9 uma desapropria\u00e7\u00e3o para fins de reforma agr\u00e1ria, que tem por objeto im\u00f3vel &#8220;classificado como improdutivo&#8221; e que &#8220;possui \u00edndices de produtividade iguais a zero&#8221;, com imiss\u00e3o na posse em 15\/3\/2007. Logo, incide o \u00a7 2\u00ba do art. 15-A Decreto-Lei n. 3.365\/1941, com reda\u00e7\u00e3o pela MP n. 2.183-56\/2001.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Em adequa\u00e7\u00e3o \u00e0 tese no tema 282, o Superior Tribunal de Justi\u00e7a passou a entender que n\u00e3o incidem juros compensat\u00f3rios nas desapropria\u00e7\u00f5es de im\u00f3veis com \u00edndice de produtividade zero: &#8220;ii) Desde 5.5.2000, data de publica\u00e7\u00e3o da MP 2027-38\/00, veda-se a incid\u00eancia dos juros em im\u00f3veis com \u00edndice de produtividade zero (art. 15-A, \u00a7 2\u00ba, do Decreto-Lei 3365\/41) (Pet 12.344, Rel. Min. Og Fernandes, Primeira Se\u00e7\u00e3o, julgado em 28\/10\/2020).<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O art. 5\u00ba, \u00a7 9\u00ba, da Lei n. 8.629\/1993, introduzido pela Lei n. 13.465\/2017, em vigor a partir de 12\/7\/2017, limitou os juros compensat\u00f3rios ao &#8220;percentual correspondente ao fixado para os t\u00edtulos da d\u00edvida agr\u00e1ria depositados como oferta inicial para a terra nua&#8221;. Trata-se de uma norma geral sobre os juros compensat\u00f3rios em desapropria\u00e7\u00f5es para fins de reforma agr\u00e1ria. O \u00a7 2\u00ba do art. 15-A Decreto-Lei n. 3.365\/1941, com reda\u00e7\u00e3o dada pela MP n. 2.183-56\/2001, prevalece em rela\u00e7\u00e3o a ele, por ser norma especial, voltada para os casos em que &#8220;o im\u00f3vel possuir graus de utiliza\u00e7\u00e3o da terra e de efici\u00eancia na explora\u00e7\u00e3o iguais a zero&#8221;. A partir da vig\u00eancia do art. 15-A, \u00a7 1\u00ba, do Decreto-Lei n. 3.365\/1941, com reda\u00e7\u00e3o dada pela Lei n. 14.620\/2023, o art. 5\u00ba, \u00a7 9\u00ba, da Lei n. 8.629\/1993 foi tacitamente revogado.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Destarte, para fins de fixa\u00e7\u00e3o de tese de julgamento, \u00e9 inexequ\u00edvel, na forma do art. 535, III, \u00a7 5\u00ba, CPC, o cap\u00edtulo da senten\u00e7a de a\u00e7\u00e3o de desapropria\u00e7\u00e3o que condena ao pagamento de juros compensat\u00f3rios se o im\u00f3vel possuir graus de utiliza\u00e7\u00e3o da terra e de efici\u00eancia na explora\u00e7\u00e3o iguais a zero, com imiss\u00e3o na posse posterior a 5\/5\/2000.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-6-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-veiculo-apreendido-em-infracao-ambiental-vedacao-a-teoria-do-fato-consumado\">6.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Ve\u00edculo apreendido em infra\u00e7\u00e3o ambiental: veda\u00e7\u00e3o \u00e0 teoria do fato consumado<\/h2>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-indexador-4\">Indexador<\/h3>\n\n\n\n<p>Disciplina: Direito Ambiental<\/p>\n\n\n\n<p>Cap\u00edtulo: San\u00e7\u00f5es Administrativas Ambientais<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-area-4\">\u00c1rea<\/h3>\n\n\n\n<p>Magistratura<\/p>\n\n\n\n<p>Minist\u00e9rio P\u00fablico<\/p>\n\n\n\n<p>Defensoria P\u00fablica<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-destaque-4\">Destaque<\/h3>\n\n\n\n<p>As normas previstas na legisla\u00e7\u00e3o ambiental n\u00e3o encontram \u00f3bice \u00e0 aplica\u00e7\u00e3o nas situa\u00e7\u00f5es f\u00e1ticas que eventualmente se consolidaram, pela in\u00e9rcia ou morosidade das autoridades, com a passagem do tempo (teoria do fato consumado), porquanto o dano ambiental renova-se constantemente.<\/p>\n\n\n\n<p>AgInt no AREsp 2.628.131-MT, Rel. Min. Teodoro Silva Santos, Segunda Turma, julgado em 9\/4\/2025.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-conteudo-base-4\">Conte\u00fado-Base<\/h3>\n\n\n\n<p>???? CF, art. 225; S\u00famula 613\/STJ; Temas 1.036 e 1.043\/STJ.<\/p>\n\n\n\n<p>???? O direito ambiental rege-se pelos princ\u00edpios da precau\u00e7\u00e3o, preven\u00e7\u00e3o e repara\u00e7\u00e3o integral.<\/p>\n\n\n\n<p>???? A seguran\u00e7a jur\u00eddica n\u00e3o justifica a consolida\u00e7\u00e3o de situa\u00e7\u00e3o lesiva ao meio ambiente.<\/p>\n\n\n\n<p>???? O decurso do tempo n\u00e3o impede a aplica\u00e7\u00e3o de san\u00e7\u00f5es ambientais.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-discussao-e-tese-4\">Discuss\u00e3o e Tese<\/h3>\n\n\n\n<p>???? O STJ avaliou se a longa demora no julgamento impede a retomada de ve\u00edculo apreendido por crime ambiental.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2696\ufe0f Para o STJ:<\/p>\n\n\n\n<p>\u2022 A apreens\u00e3o \u00e9 v\u00e1lida mesmo ap\u00f3s libera\u00e7\u00e3o indevida.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2022 A teoria do fato consumado \u00e9 inaplic\u00e1vel no direito ambiental (S\u00famula 613).<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-como-sera-cobrado-em-prova-4\">Como ser\u00e1 Cobrado em Prova<\/h3>\n\n\n\n<p>???? \u00c9 aplic\u00e1vel a teoria do fato consumado para impedir a retomada de san\u00e7\u00e3o ambiental ap\u00f3s longa demora judicial.<\/p>\n\n\n\n<p>\u274c Errado. O STJ e a S\u00famula 613 vedam expressamente sua aplica\u00e7\u00e3o no direito ambiental.<\/p>\n\n\n\n<p>???? A apreens\u00e3o de ve\u00edculo utilizado em infra\u00e7\u00e3o ambiental pode ser restabelecida mesmo ap\u00f3s libera\u00e7\u00e3o indevida.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2705 Correto. O dano ambiental \u00e9 cont\u00ednuo, e o decurso do tempo n\u00e3o afasta a san\u00e7\u00e3o (Tema 1.036\/STJ).<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-versao-esquematizada-4\">Vers\u00e3o Esquematizada<\/h3>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table class=\"has-fixed-layout\"><tbody><tr><td>???? San\u00e7\u00f5es Ambientais \u2013 Apreens\u00e3o<\/td><\/tr><tr><td>???? CF, art. 225 ???? S\u00famula 613\/STJ ???? Teoria do fato consumado \u2192 inaplic\u00e1vel ???? STJ: dano ambiental = renov\u00e1vel<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-inteiro-teor-4\">Inteiro Teor<\/h3>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Na origem, a controv\u00e9rsia diz respeito \u00e0 legalidade ou n\u00e3o da apreens\u00e3o do caminh\u00e3o utilizado no cometimento de infra\u00e7\u00e3o ambiental por transporte irregular de madeira. A parte argumentou que o <em>ve\u00edculo foi liberado liminarmente em 2011 e por meio de senten\u00e7a em 2013<\/em>, antes dos Temas Repetitivos n. 1.036 e n. 1.043 do STJ, sendo a <em>apela\u00e7\u00e3o julgada apenas no ano de 2022<\/em>, de modo que a libera\u00e7\u00e3o do bem perfaz coisa jur\u00eddica consolidada pelo decurso do tempo. Aduz que a seguran\u00e7a jur\u00eddica garante a prote\u00e7\u00e3o dos direitos fundamentais e que a decis\u00e3o desrespeita essa tutela ao n\u00e3o considerar a consolida\u00e7\u00e3o da situa\u00e7\u00e3o jur\u00eddica.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A an\u00e1lise das raz\u00f5es apresentadas revela uma tentativa de aplica\u00e7\u00e3o do princ\u00edpio da <em>seguran\u00e7a jur\u00eddica<\/em> para justificar a libera\u00e7\u00e3o de um ve\u00edculo apreendido por infra\u00e7\u00e3o ambiental. No entanto, \u00e9 preciso esclarecer que, no contexto do direito ambiental, o princ\u00edpio da seguran\u00e7a jur\u00eddica tem uma aplica\u00e7\u00e3o distinta, voltada para a prote\u00e7\u00e3o do meio ambiente ecologicamente equilibrado, conforme preceitua o art. 225 da Constitui\u00e7\u00e3o Federal.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>O princ\u00edpio da seguran\u00e7a jur\u00eddica, no direito ambiental, n\u00e3o se destina a proteger situa\u00e7\u00f5es consolidadas pelo decurso do tempo que possam perpetuar danos ao meio ambiente<\/strong>. Pelo contr\u00e1rio, ele visa garantir que as normas ambientais sejam aplicadas de forma eficaz para prevenir e reparar danos ambientais, assegurando que o meio ambiente seja preservado para as presentes e futuras gera\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A jurisprud\u00eancia do Superior Tribunal de Justi\u00e7a, consolidada nos Temas n. 1.036 e 1.043, refor\u00e7a essa perspectiva ao estabelecer que a apreens\u00e3o de instrumentos utilizados em infra\u00e7\u00f5es ambientais independe do uso espec\u00edfico, exclusivo ou habitual para a empreitada infracional.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A aplica\u00e7\u00e3o da teoria do fato consumado, que a agravante tenta invocar, \u00e9 expressamente vedada em mat\u00e9ria ambiental, conforme a <strong>S\u00famula n. 613 do STJ<\/strong>: &#8220;[n]\u00e3o se admite a aplica\u00e7\u00e3o da teoria do fato consumado em tema de Direito Ambiental&#8221;. Isso se deve ao car\u00e1ter cont\u00ednuo e renov\u00e1vel do dano ambiental, que exige uma resposta eficaz e imediata para evitar a perpetua\u00e7\u00e3o de situa\u00e7\u00f5es prejudiciais ao equil\u00edbrio ecol\u00f3gico.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Portanto, a argumenta\u00e7\u00e3o que busca a prote\u00e7\u00e3o de uma situa\u00e7\u00e3o consolidada pelo tempo n\u00e3o encontra respaldo no direito ambiental. A libera\u00e7\u00e3o do ve\u00edculo apreendido, sem considerar os princ\u00edpios de preven\u00e7\u00e3o e precau\u00e7\u00e3o, contraria a finalidade das normas ambientais e compromete a efic\u00e1cia das san\u00e7\u00f5es destinadas a desestimular pr\u00e1ticas lesivas ao meio ambiente.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-7-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-base-de-calculo-do-itcmd-deve-refletir-o-valor-de-mercado-dos-bens-imoveis\">7.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Base de c\u00e1lculo do ITCMD deve refletir o valor de mercado dos bens im\u00f3veis<\/h2>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-indexador-5\">Indexador<\/h3>\n\n\n\n<p>Disciplina: Direito Tribut\u00e1rio<\/p>\n\n\n\n<p>Cap\u00edtulo: ITCMD<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-area-5\">\u00c1rea<\/h3>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-magistratura\">Magistratura<\/h3>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-procuradorias\">Procuradorias<\/h3>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-nbsp\">&nbsp;<\/h3>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-destaque-5\">Destaque<\/h3>\n\n\n\n<p>Na apura\u00e7\u00e3o do ITCMD incidente sobre cotas sociais formadas por bens im\u00f3veis, \u00e9 leg\u00edtimo ao Fisco desconsiderar o valor patrimonial declarado quando ausente a apura\u00e7\u00e3o individualizada dos valores de mercado dos im\u00f3veis.<\/p>\n\n\n\n<p>REsp 2.139.412-MT, Rel. Min. Francisco Falc\u00e3o, Segunda Turma, julgado em 18\/2\/2025, DJEN 21\/2\/2025.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-conteudo-base-5\">Conte\u00fado-Base<\/h3>\n\n\n\n<p>???? CTN, arts. 38 e 148.<\/p>\n\n\n\n<p>???? A base de c\u00e1lculo do ITCMD \u00e9 o valor venal dos bens transmitidos, entendido como valor de mercado.<\/p>\n\n\n\n<p>???? O valor patrimonial das cotas sociais n\u00e3o substitui a avalia\u00e7\u00e3o direta dos im\u00f3veis integrados ao capital.<\/p>\n\n\n\n<p>???? O Fisco pode aplicar arbitramento se os dados declarados n\u00e3o refletem o valor real (CTN, art. 148).<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-discussao-e-tese-5\">Discuss\u00e3o e Tese<\/h3>\n\n\n\n<p>???? O STJ examinou a validade da base de c\u00e1lculo do ITCD quando o contribuinte utilizou valor patrimonial e n\u00e3o os valores individualizados dos im\u00f3veis.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2696\ufe0f Para o STJ:<\/p>\n\n\n\n<p>\u2022 A regra do art. 38 do CTN exige apura\u00e7\u00e3o pelo valor de mercado.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2022 A aus\u00eancia de avalia\u00e7\u00e3o aut\u00f4noma dos im\u00f3veis autoriza o arbitramento.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-como-sera-cobrado-em-prova-5\">Como ser\u00e1 Cobrado em Prova<\/h3>\n\n\n\n<p>???? O Fisco pode desconsiderar o valor declarado no ITCMD se os bens im\u00f3veis integralizados em cotas sociais n\u00e3o tiverem valor de mercado apurado individualmente.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2705 Correto. Essa \u00e9 a aplica\u00e7\u00e3o dos arts. 38 e 148 do CTN.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-versao-esquematizada-5\">Vers\u00e3o Esquematizada<\/h3>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table class=\"has-fixed-layout\"><tbody><tr><td>???? ITCD \u2013 Base de C\u00e1lculo<\/td><\/tr><tr><td>???? CTN, arts. 38 (valor venal) e 148 (arbitramento) ???? Valor patrimonial \u2260 valor de mercado ???? Arbitramento \u2192 aus\u00eancia de avalia\u00e7\u00e3o espec\u00edfica dos im\u00f3veis ???? STJ: legitimidade do Fisco<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-inteiro-teor-5\">Inteiro Teor<\/h3>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O art. 38 do C\u00f3digo Tribut\u00e1rio Nacional (CTN) disp\u00f5e expressamente que <strong>a base de c\u00e1lculo do ITCMD \u00e9 o valor venal dos bens ou direitos transmitidos<\/strong>. Nesse diapas\u00e3o, a jurisprud\u00eancia do Superior Tribunal de Justi\u00e7a entende que a base de c\u00e1lculo do ITCMD \u00e9 o valor venal dos bens e direitos transmitidos, assim compreendido como aquele que corresponde ao valor de mercado.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O fisco poder\u00e1 afastar o montante declarado pelo contribuinte, apurado com base no valor patrimonial, obtido com a divis\u00e3o do patrim\u00f4nio l\u00edquido da sociedade pela quantidade de quotas representativas do capital integralizado, quando verificar que n\u00e3o foram apurados isoladamente os valores de mercado dos bens im\u00f3veis que integralizaram esse capital, na forma do art. 148 do CTN.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Apurar a exa\u00e7\u00e3o tendo como base unicamente o valor patrimonial das quotas sociais atribu\u00eddas pelos s\u00f3cios, sem a avalia\u00e7\u00e3o de mercado dos bens que integralizaram esse capital, acabaria por mitigar o valor real de mercado da sociedade. Dessa forma, a jurisprud\u00eancia do STJ entende que a base de c\u00e1lculo do ITCD corresponde ao valor de mercado do patrim\u00f4nio integral que serviu de base para a apura\u00e7\u00e3o do imposto.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-8-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-iptu-imunidade-do-possuidor-nao-exclui-legitimidade-do-lancamento-em-nome-do-proprietario-registral\">8.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; IPTU: imunidade do possuidor n\u00e3o exclui legitimidade do lan\u00e7amento em nome do propriet\u00e1rio registral<\/h2>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-indexador-6\">Indexador<\/h3>\n\n\n\n<p>Disciplina: Direito Tribut\u00e1rio<\/p>\n\n\n\n<p>Cap\u00edtulo: Tributos sobre a Propriedade<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-area-6\">\u00c1rea<\/h3>\n\n\n\n<p>Magistratura<\/p>\n\n\n\n<p>Procuradorias<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-destaque-6\">Destaque<\/h3>\n\n\n\n<p>O Munic\u00edpio pode lan\u00e7ar o IPTU em nome do propriet\u00e1rio registral do im\u00f3vel, mesmo que o possuidor goze de imunidade tribut\u00e1ria, pois a titularidade formal consta na matr\u00edcula.<\/p>\n\n\n\n<p>AgInt no REsp 2.193.134-PR, Rel. Min. Francisco Falc\u00e3o, Segunda Turma, julgado em 14\/5\/2025, DJEN 19\/5\/2025.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-conteudo-base-6\">Conte\u00fado-Base<\/h3>\n\n\n\n<p>???? Tema 122\/STJ; CTN, art. 34.<\/p>\n\n\n\n<p>???? O contribuinte do IPTU \u00e9 o propriet\u00e1rio, o titular do dom\u00ednio \u00fatil ou o possuidor a qualquer t\u00edtulo.<\/p>\n\n\n\n<p>???? A imunidade subjetiva do possuidor n\u00e3o impede o lan\u00e7amento contra o propriet\u00e1rio registral.<\/p>\n\n\n\n<p>???? O Munic\u00edpio pode escolher o respons\u00e1vel conforme consta na matr\u00edcula.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-discussao-e-tese-6\">Discuss\u00e3o e Tese<\/h3>\n\n\n\n<p>???? O STJ avaliou se a imunidade tribut\u00e1ria da entidade possuidora do im\u00f3vel afasta a legitimidade do lan\u00e7amento contra o propriet\u00e1rio registral.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2696\ufe0f Para o STJ:<\/p>\n\n\n\n<p>\u2022 O art. 34 do CTN autoriza a responsabiliza\u00e7\u00e3o do titular do dom\u00ednio.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2022 O Tema 122\/STJ admite a cobran\u00e7a de IPTU de qualquer um dos sujeitos passivos alternativos.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-como-sera-cobrado-em-prova-6\">Como ser\u00e1 Cobrado em Prova<\/h3>\n\n\n\n<p>???? O Munic\u00edpio pode realizar o lan\u00e7amento do IPTU contra qualquer um dos sujeitos passivos alternativos.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2705 Correto. O Tema 122\/STJ reconhece que o Munic\u00edpio pode lan\u00e7ar contra qualquer sujeito passivo legal.<\/p>\n\n\n\n<p>???? A imunidade tribut\u00e1ria do possuidor do im\u00f3vel impede o lan\u00e7amento do IPTU em nome do propriet\u00e1rio registral.<\/p>\n\n\n\n<p>\u274c Errado. A imunidade tribut\u00e1ria da entidade possuidora do im\u00f3vel N\u00c3O afasta a legitimidade do lan\u00e7amento contra o propriet\u00e1rio registral.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-versao-esquematizada-6\">Vers\u00e3o Esquematizada<\/h3>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table class=\"has-fixed-layout\"><tbody><tr><td>???? IPTU \u2013 Sujeito Passivo<\/td><\/tr><tr><td>???? CTN, art. 34 ???? Tema 122\/STJ ???? Possuidor imune \u2260 impede lan\u00e7amento ao propriet\u00e1rio ???? Responsabilidade alternativa \u2192 legitimidade do lan\u00e7amento<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-inteiro-teor-6\">Inteiro Teor<\/h3>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Na origem, trata-se de a\u00e7\u00e3o ajuizada por institui\u00e7\u00e3o de ensino contra o Munic\u00edpio objetivando a anula\u00e7\u00e3o de lan\u00e7amentos de IPTU de im\u00f3vel, em raz\u00e3o de suposta imunidade. O lan\u00e7amento foi realizado em nome do propriet\u00e1rio registral, sendo a institui\u00e7\u00e3o de ensino possuidora do im\u00f3vel.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A jurisprud\u00eancia do Superior Tribunal de Justi\u00e7a, inclusive, com julgado sob o rito dos recursos repetitivos no Tema 122\/STJ, \u00e9 pac\u00edfica no sentido de que tanto o promitente comprador do im\u00f3vel (possuidor do im\u00f3vel a qualquer t\u00edtulo) quanto seu promitente vendedor s\u00e3o contribuintes respons\u00e1veis pelo pagamento do IPTU, mesmo que o contrato de aliena\u00e7\u00e3o do bem tenha sido registrado em cart\u00f3rio antes do fato gerador do mencionado tributo.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>N\u00e3o se afasta a eventual imunidade tribut\u00e1ria do possuidor do im\u00f3vel; contudo, essa condi\u00e7\u00e3o n\u00e3o impede o Munic\u00edpio de realizar o lan\u00e7amento do IPTU em nome do propriet\u00e1rio registral<\/strong>, conforme consta na matr\u00edcula do im\u00f3vel.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Nesse contexto, a jurisprud\u00eancia do STJ tamb\u00e9m entende que a responsabilidade pelo pagamento do IPTU pode ser eleita pelo Munic\u00edpio, tanto ao possuidor a qualquer t\u00edtulo, quanto ao titular da propriedade no registro de im\u00f3veis.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-9-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-indenizacao-securitaria-por-sinistro-exclusao-da-base-de-irpj-csll-pis-e-cofins\">9.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Indeniza\u00e7\u00e3o securit\u00e1ria por sinistro: exclus\u00e3o da base de IRPJ, CSLL, PIS e Cofins<\/h2>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-indexador-7\">Indexador<\/h3>\n\n\n\n<p>Disciplina: Direito Tribut\u00e1rio<\/p>\n\n\n\n<p>Cap\u00edtulo: Receitas e Indeniza\u00e7\u00f5es<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-area-7\">\u00c1rea<\/h3>\n\n\n\n<p>Magistratura<\/p>\n\n\n\n<p>Procuradorias<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-destaque-7\">Destaque<\/h3>\n\n\n\n<p>A indeniza\u00e7\u00e3o securit\u00e1ria recebida por sinistro de bem do ativo imobilizado n\u00e3o constitui receita ou lucro tribut\u00e1vel, por ser mera recomposi\u00e7\u00e3o patrimonial.<\/p>\n\n\n\n<p>AgInt no REsp 2.140.074-SP, Rel. Min. Maria Thereza de Assis Moura, Segunda Turma, julgado em 28\/5\/2025, DJEN 3\/6\/2025.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-conteudo-base-7\">Conte\u00fado-Base<\/h3>\n\n\n\n<p>???? CTN, art. 43; Leis 10.637\/2002 e 10.833\/2003.<\/p>\n\n\n\n<p>???? A indeniza\u00e7\u00e3o por dano n\u00e3o configura acr\u00e9scimo patrimonial.<\/p>\n\n\n\n<p>???? A contabilidade pode registrar como receita, mas o conceito jur\u00eddico de renda prevalece.<\/p>\n\n\n\n<p>???? N\u00e3o incidem IRPJ, CSLL, PIS e Cofins sobre verbas de natureza indenizat\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-discussao-e-tese-7\">Discuss\u00e3o e Tese<\/h3>\n\n\n\n<p>???? O STJ analisou se indeniza\u00e7\u00e3o paga por seguradora a locadora de ve\u00edculos por sinistro integra base de c\u00e1lculo de tributos.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2696\ufe0f Para o STJ:<\/p>\n\n\n\n<p>\u2022 O art. 43 do CTN exige acr\u00e9scimo patrimonial para IRPJ\/CSLL.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2022 O valor indenizat\u00f3rio n\u00e3o \u00e9 receita nem faturamento para PIS\/Cofins.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-como-sera-cobrado-em-prova-7\">Como ser\u00e1 Cobrado em Prova<\/h3>\n\n\n\n<p>???? Indeniza\u00e7\u00f5es securit\u00e1rias por sinistro de bem do ativo n\u00e3o integram base de IRPJ, CSLL, PIS e Cofins.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2705 Correto. O STJ reconhece a natureza indenizat\u00f3ria da verba, alheia ao conceito de receita. O art. 43 do CTN exige disponibilidade de renda, que n\u00e3o se verifica na recomposi\u00e7\u00e3o patrimonial.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-versao-esquematizada-7\">Vers\u00e3o Esquematizada<\/h3>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table class=\"has-fixed-layout\"><tbody><tr><td>???? Indeniza\u00e7\u00e3o Securit\u00e1ria \u2013 Tributa\u00e7\u00e3o<\/td><\/tr><tr><td>???? CTN, art. 43 \u2192 exige acr\u00e9scimo patrimonial ???? PIS\/Cofins: receita bruta \u2260 indeniza\u00e7\u00e3o ???? Valor \u2260 disponibilidade econ\u00f4mica ???? STJ: n\u00e3o incide IRPJ, CSLL, PIS, Cofins<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-inteiro-teor-7\">Inteiro Teor<\/h3>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;A controv\u00e9rsia cinge-se \u00e0 natureza jur\u00eddica das indeniza\u00e7\u00f5es securit\u00e1rias pagas em virtude de sinistros ocorridos com bens do ativo imobilizado de pessoa jur\u00eddica (locadora de ve\u00edculos) e sua consequente sujei\u00e7\u00e3o ou n\u00e3o \u00e0 tributa\u00e7\u00e3o pelo IRPJ, CSLL, PIS e COFINS.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A an\u00e1lise da regra matriz de incid\u00eancia das contribui\u00e7\u00f5es sociais precede o exame das hip\u00f3teses legais de exclus\u00e3o, tornando dispens\u00e1vel a an\u00e1lise pormenorizada destas quando a verba n\u00e3o se qualifica como receita.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>A indeniza\u00e7\u00e3o securit\u00e1ria, no \u00e2mbito dos contratos de seguro de dano, deve ser entendida como recomposi\u00e7\u00e3o de patrim\u00f4nio (danos emergentes)<\/strong>, ressarcindo preju\u00edzos diretos e imediatos que resultam em diminui\u00e7\u00e3o efetiva do patrim\u00f4nio do segurado. Embora, contabilmente, possa ser representada como receita, tal parametriza\u00e7\u00e3o n\u00e3o necessariamente deve ser replicada em mat\u00e9ria de Direito Tribut\u00e1rio, regido por princ\u00edpios e regras pr\u00f3prias. Neste particular, a defini\u00e7\u00e3o conferida pela ci\u00eancia cont\u00e1bil &#8211; embora sirva como ponto de partida para interpreta\u00e7\u00e3o -, deve curvar-se \u00e0 ci\u00eancia tribut\u00e1ria no tocante \u00e0 conceitua\u00e7\u00e3o dos elementos da regra matriz de incid\u00eancia, no exerc\u00edcio das compet\u00eancias tribut\u00e1rias.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A incid\u00eancia do Imposto de Renda Pessoa Jur\u00eddica (IRPJ) e da Contribui\u00e7\u00e3o Social sobre o Lucro L\u00edquido (CSLL) exige a ocorr\u00eancia de acr\u00e9scimo patrimonial, nos termos do art. 43 do CTN. A indeniza\u00e7\u00e3o securit\u00e1ria, por sua natureza compensat\u00f3ria, n\u00e3o se enquadra nesse conceito, n\u00e3o gerando disponibilidade econ\u00f4mica ou jur\u00eddica de renda. Logo, deve ser expurgada da base de c\u00e1lculo dos referidos tributos.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Os valores recebidos a t\u00edtulo de indeniza\u00e7\u00e3o securit\u00e1ria por sinistros ocorridos com bens do ativo imobilizado da empresa n\u00e3o se enquadram no conceito de receita bruta ou faturamento, para fins de incid\u00eancia da Contribui\u00e7\u00e3o para o PIS e da COFINS, por representarem mera recomposi\u00e7\u00e3o patrimonial.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-10-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-isencao-de-afrmm-para-empresas-optantes-pelo-simples-nacional\">10.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Isen\u00e7\u00e3o de AFRMM para empresas optantes pelo Simples Nacional<\/h2>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-indexador-8\">Indexador<\/h3>\n\n\n\n<p>Disciplina: Direito Tribut\u00e1rio<\/p>\n\n\n\n<p>Cap\u00edtulo: Contribui\u00e7\u00f5es de Interven\u00e7\u00e3o no Dom\u00ednio Econ\u00f4mico<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-area-8\">\u00c1rea<\/h3>\n\n\n\n<p>Magistratura<\/p>\n\n\n\n<p>Procuradorias<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-destaque-8\">Destaque<\/h3>\n\n\n\n<p>As microempresas e empresas de pequeno porte optantes pelo Simples Nacional s\u00e3o isentas do pagamento do Adicional ao Frete para Renova\u00e7\u00e3o da Marinha Mercante (AFRMM), nos termos do art. 13, \u00a7 3\u00ba, da LC 123\/2006.<\/p>\n\n\n\n<p>REsp 1.988.618-SC, Rel. Min. Marco Aur\u00e9lio Bellizze, Segunda Turma, julgado em 20\/3\/2025<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-conteudo-base-8\">Conte\u00fado-Base<\/h3>\n\n\n\n<p>???? LC 123\/2006, art. 13, \u00a7 3\u00ba; Lei 10.893\/2004; CF, art. 240.<\/p>\n\n\n\n<p>???? O \u00a7 3\u00ba isenta as optantes do Simples das \u201cdemais contribui\u00e7\u00f5es\u201d da Uni\u00e3o que n\u00e3o constem do caput ou \u00a7 1\u00ba do art. 13.<\/p>\n\n\n\n<p>???? A cl\u00e1usula geral do \u00a7 1\u00ba, XV, n\u00e3o revoga a isen\u00e7\u00e3o do \u00a7 3\u00ba.<\/p>\n\n\n\n<p>???? O AFRMM n\u00e3o \u00e9 tributo listado no regime unificado, sendo alcan\u00e7ado pela isen\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-discussao-e-tese-8\">Discuss\u00e3o e Tese<\/h3>\n\n\n\n<p>???? O STJ avaliou se o AFRMM pode ser exigido de empresas optantes do Simples.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2696\ufe0f Para o STJ:<\/p>\n\n\n\n<p>\u2022 O AFRMM \u00e9 contribui\u00e7\u00e3o da Uni\u00e3o n\u00e3o inclu\u00edda no caput ou \u00a7 1\u00ba.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2022 A isen\u00e7\u00e3o do \u00a7 3\u00ba alcan\u00e7a a exa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-como-sera-cobrado-em-prova-8\">Como ser\u00e1 Cobrado em Prova<\/h3>\n\n\n\n<p>???? As empresas optantes do Simples Nacional est\u00e3o isentas das demais contribui\u00e7\u00f5es n\u00e3o listadas no regime unificado.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2705 Correto. Essa \u00e9 a interpreta\u00e7\u00e3o dada pelo STJ ao aplicar a norma de isen\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-versao-esquematizada-8\">Vers\u00e3o Esquematizada<\/h3>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table class=\"has-fixed-layout\"><tbody><tr><td>???? AFRMM e Simples Nacional<\/td><\/tr><tr><td>???? LC 123\/2006, art. 13, \u00a7 3\u00ba ???? AFRMM \u2260 contribui\u00e7\u00e3o inclu\u00edda no regime unificado ???? Cl\u00e1usula geral (XV) \u2260 revoga isen\u00e7\u00e3o ???? STJ: isen\u00e7\u00e3o reconhecida<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-inteiro-teor-8\">Inteiro Teor<\/h3>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A controv\u00e9rsia centra-se em saber se a empresa de pequeno porte que opta pelo Simples Nacional estaria ou n\u00e3o dispensada do pagamento do <em>Adicional ao Frete para Renova\u00e7\u00e3o da Marinha Mercante (AFRMM)<\/em>, compreendido como contribui\u00e7\u00e3o de interven\u00e7\u00e3o no dom\u00ednio econ\u00f4mico &#8211; institu\u00edda pela Uni\u00e3o e regulada pela Lei n. 10.893\/2004 &#8211; segundo disp\u00f5e o art. 13, \u00a7 3\u00ba, da Lei Complementar n. 123\/2006.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A Fazenda Nacional defende, em resumo, que a cl\u00e1usula geral contida no inciso XV do \u00a7 1\u00ba do art. 13 da LC n. 123\/2006 obsta que a isen\u00e7\u00e3o estabelecida no \u00a7 3\u00ba do mesmo dispositivo legal alcance toda e qualquer contribui\u00e7\u00e3o institu\u00edda pela Uni\u00e3o, devendo-se limitar \u00e0s contribui\u00e7\u00f5es de que trata o art. 240 da Constitui\u00e7\u00e3o Federal.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O Tribunal de origem, por sua vez, reconheceu que o \u00a7 3\u00ba do art. 13 da LC 123\/2006 estabelece isen\u00e7\u00e3o de todas as demais contribui\u00e7\u00f5es institu\u00eddas pela Uni\u00e3o que n\u00e3o aquelas mencionadas no caput e no \u00a7 1\u00ba do art. 13, e n\u00e3o apenas em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s contribui\u00e7\u00f5es referidas no art. 240 da CF.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Com efeito, <strong>o Simples Nacional constitui um regime tribut\u00e1rio diferenciado<\/strong> &#8211; em car\u00e1ter parcialmente substitutivo ao regime geral e compuls\u00f3rio, o qual confere tratamento favorecido \u00e0s microempresas e empresas de pequeno porte que livremente optem por nele ingressar, permitindo o recolhimento unificado de determinados impostos e contribui\u00e7\u00f5es especificados na lei de reg\u00eancia, no valor correspondente a um determinado percentual sobre a sua receita bruta. Diz-se parcialmente substitutivo ao regime geral e compuls\u00f3rio, pois o recolhimento unificado &#8211; e em condi\u00e7\u00f5es favorecidas &#8211; de determinados impostos e contribui\u00e7\u00f5es expressamente especificados na lei de reg\u00eancia (caput do art. 13) n\u00e3o exclui a incid\u00eancia de outros tributos devidos pela empresa optante do Simples Nacional na qualidade de contribuinte ou respons\u00e1vel (mencionados no \u00a7 1\u00ba do art. 13), em rela\u00e7\u00e3o aos quais ser\u00e1 observada regularmente a legisla\u00e7\u00e3o aplic\u00e1vel \u00e0s demais pessoas jur\u00eddicas, ressalvadas, naturalmente, as isen\u00e7\u00f5es estabelecidas na pr\u00f3pria lei em quest\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O \u00a7 3\u00ba do art. 13, por sua vez, veicula norma de exonera\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria, destinada a isentar as microempresas e empresas de pequeno porte optantes do Simples Nacional do pagamento das demais contribui\u00e7\u00f5es institu\u00eddas pela Uni\u00e3o, inclusive as contribui\u00e7\u00f5es para entidades privadas do servi\u00e7o social e de forma\u00e7\u00e3o profissional vinculadas ao sistema sindical, de que trata o art. 240 da CF, e demais entidades de servi\u00e7o social aut\u00f4nomo. A lei, ao assim dispor, n\u00e3o incorreu &#8211; por qualquer m\u00e9todo interpretativo de que se valha &#8211; em nenhuma incongru\u00eancia com o teor do \u00a7 1\u00ba do art. 13, inclusive no tocante \u00e0 cl\u00e1usula geral contida no inciso XV, os quais tiveram o prop\u00f3sito \u00fanico de explicitar a subsist\u00eancia do regime tribut\u00e1rio geral e obrigat\u00f3rio para as empresas optantes do Simples Nacional em rela\u00e7\u00e3o aos demais tributos n\u00e3o relacionados no caput do art. 13.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Assim, <strong>as ME e EPP, optantes do Simples Nacional, est\u00e3o dispensadas do pagamento &#8220;das demais contribui\u00e7\u00f5es institu\u00eddas pela Uni\u00e3o&#8221; que n\u00e3o aquelas mencionadas no caput (regime tribut\u00e1rio favorecido, com recolhimento unificado) e no \u00a7 1\u00ba do art. 13 (regime geral),<\/strong> como \u00e9 o caso do AFRMM, n\u00e3o se afigurando poss\u00edvel valer-se da cl\u00e1usula geral (contida no inciso XV do \u00a7 1\u00ba) para reduzir o alcance da exonera\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria prevista no \u00a7 3\u00ba do mesmo dispositivo legal.<\/p>\n\n\n\n<p>***<\/p>\n\n\n\n<div data-wp-interactive=\"core\/file\" class=\"wp-block-file\"><object aria-label=\"Incorporar PDF\" data-wp-bind--hidden=\"!state.hasPdfPreview\" hidden><\/object><a id=\"wp-block-file--media-1d7866b9-7f78-4113-b7ac-e2b73c9e2f17\" href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2025\/07\/29010047\/stj-info-ed-extra-25-2.pdf\">STJ &#8211; Info Ed Extra 25.2<\/a><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2025\/07\/29010047\/stj-info-ed-extra-25-2.pdf\" class=\"wp-block-file__button wp-element-button\" download aria-describedby=\"wp-block-file--media-1d7866b9-7f78-4113-b7ac-e2b73c9e2f17\">Baixar<\/a><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>DOWNLOAD do PDF AQUI! 1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Inclus\u00e3o da CPRB na pr\u00f3pria base de c\u00e1lculo Indexador Disciplina: Direito Tribut\u00e1rio Cap\u00edtulo: Contribui\u00e7\u00f5es Previdenci\u00e1rias \u00c1rea Magistratura Procuradorias Destaque \u00c9 constitucional a inclus\u00e3o da Contribui\u00e7\u00e3o Previdenci\u00e1ria sobre a Receita Bruta (CPRB) em sua pr\u00f3pria base de c\u00e1lculo, conforme disposi\u00e7\u00e3o expressa do art. 8\u00ba da Lei n. 12.546\/2011. REsp 1.999.905-RS, Rel. [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":833,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"post_tipo":"article","footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"tax_estado":[],"class_list":["post-1614410","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-cursos-e-concursos"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO Premium plugin v27.2 (Yoast SEO v27.2) - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-premium-wordpress\/ -->\n<title>Informativo STJ Ed Extraordin\u00e1ria 25 Parte 2 Comentado<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/informativo-stj-ed-extraordinaria-25-parte-2-comentado\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Informativo STJ Ed Extraordin\u00e1ria 25 Parte 2 Comentado\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"DOWNLOAD do PDF AQUI! 1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Inclus\u00e3o da CPRB na pr\u00f3pria base de c\u00e1lculo Indexador Disciplina: Direito Tribut\u00e1rio Cap\u00edtulo: Contribui\u00e7\u00f5es Previdenci\u00e1rias \u00c1rea Magistratura Procuradorias Destaque \u00c9 constitucional a inclus\u00e3o da Contribui\u00e7\u00e3o Previdenci\u00e1ria sobre a Receita Bruta (CPRB) em sua pr\u00f3pria base de c\u00e1lculo, conforme disposi\u00e7\u00e3o expressa do art. 8\u00ba da Lei n. 12.546\/2011. REsp 1.999.905-RS, Rel. [&hellip;]\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/informativo-stj-ed-extraordinaria-25-parte-2-comentado\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Estrat\u00e9gia Concursos\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2025-07-29T04:01:06+00:00\" \/>\n<meta property=\"article:modified_time\" content=\"2025-07-29T04:01:08+00:00\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"Jean Vilbert\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:creator\" content=\"@EstratConcursos\" \/>\n<meta name=\"twitter:site\" content=\"@EstratConcursos\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"Jean Vilbert\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"35 minutos\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\/\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"NewsArticle\",\"@id\":\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/informativo-stj-ed-extraordinaria-25-parte-2-comentado\/#article\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/informativo-stj-ed-extraordinaria-25-parte-2-comentado\/\"},\"author\":{\"name\":\"Jean Vilbert\",\"@id\":\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/#\/schema\/person\/475a0922f10cff0d1bc8bfecde05f999\"},\"headline\":\"Informativo STJ Ed Extraordin\u00e1ria 25 Parte 2 Comentado\",\"datePublished\":\"2025-07-29T04:01:06+00:00\",\"dateModified\":\"2025-07-29T04:01:08+00:00\",\"mainEntityOfPage\":{\"@id\":\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/informativo-stj-ed-extraordinaria-25-parte-2-comentado\/\"},\"wordCount\":6949,\"commentCount\":0,\"publisher\":{\"@id\":\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/#organization\"},\"articleSection\":[\"Concursos P\u00fablicos\"],\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"CommentAction\",\"name\":\"Comment\",\"target\":[\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/informativo-stj-ed-extraordinaria-25-parte-2-comentado\/#respond\"]}],\"copyrightYear\":\"2025\",\"copyrightHolder\":{\"@id\":\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/#organization\"}},{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/informativo-stj-ed-extraordinaria-25-parte-2-comentado\/\",\"url\":\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/informativo-stj-ed-extraordinaria-25-parte-2-comentado\/\",\"name\":\"Informativo STJ Ed Extraordin\u00e1ria 25 Parte 2 Comentado\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/#website\"},\"datePublished\":\"2025-07-29T04:01:06+00:00\",\"dateModified\":\"2025-07-29T04:01:08+00:00\",\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/informativo-stj-ed-extraordinaria-25-parte-2-comentado\/#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/informativo-stj-ed-extraordinaria-25-parte-2-comentado\/\"]}]},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/informativo-stj-ed-extraordinaria-25-parte-2-comentado\/#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"In\u00edcio\",\"item\":\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"Informativo STJ Ed Extraordin\u00e1ria 25 Parte 2 Comentado\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/#website\",\"url\":\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/\",\"name\":\"Estrat\u00e9gia Concursos\",\"description\":\"O blog da Estrat\u00e9gia Concursos traz not\u00edcias sobre concursos e artigos de professores oferecendo cursos para concursos (pdf + videaulas) no site.\",\"publisher\":{\"@id\":\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/#organization\"},\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":{\"@type\":\"PropertyValueSpecification\",\"valueRequired\":true,\"valueName\":\"search_term_string\"}}],\"inLanguage\":\"pt-BR\"},{\"@type\":\"Organization\",\"@id\":\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/#organization\",\"name\":\"Estrat\u00e9gia Concursos\",\"url\":\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/\",\"logo\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/#\/schema\/logo\/image\/\",\"url\":\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2025\/06\/03203428\/logo_concursos-1.jpg\",\"contentUrl\":\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2025\/06\/03203428\/logo_concursos-1.jpg\",\"width\":230,\"height\":60,\"caption\":\"Estrat\u00e9gia Concursos\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/#\/schema\/logo\/image\/\"},\"sameAs\":[\"https:\/\/x.com\/EstratConcursos\"]},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/#\/schema\/person\/475a0922f10cff0d1bc8bfecde05f999\",\"name\":\"Jean Vilbert\",\"image\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/1667694e4ebdd32feeac9ea2794de3f0470b5c55c6198181ab0b0c333b121921?s=96&d=mm&r=g\",\"url\":\"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/1667694e4ebdd32feeac9ea2794de3f0470b5c55c6198181ab0b0c333b121921?s=96&d=mm&r=g\",\"contentUrl\":\"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/1667694e4ebdd32feeac9ea2794de3f0470b5c55c6198181ab0b0c333b121921?s=96&d=mm&r=g\",\"caption\":\"Jean Vilbert\"},\"url\":\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/author\/jeanvilbertgmail-com\/\"}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO Premium plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"Informativo STJ Ed Extraordin\u00e1ria 25 Parte 2 Comentado","robots":{"index":"index","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"canonical":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/informativo-stj-ed-extraordinaria-25-parte-2-comentado\/","og_locale":"pt_BR","og_type":"article","og_title":"Informativo STJ Ed Extraordin\u00e1ria 25 Parte 2 Comentado","og_description":"DOWNLOAD do PDF AQUI! 1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Inclus\u00e3o da CPRB na pr\u00f3pria base de c\u00e1lculo Indexador Disciplina: Direito Tribut\u00e1rio Cap\u00edtulo: Contribui\u00e7\u00f5es Previdenci\u00e1rias \u00c1rea Magistratura Procuradorias Destaque \u00c9 constitucional a inclus\u00e3o da Contribui\u00e7\u00e3o Previdenci\u00e1ria sobre a Receita Bruta (CPRB) em sua pr\u00f3pria base de c\u00e1lculo, conforme disposi\u00e7\u00e3o expressa do art. 8\u00ba da Lei n. 12.546\/2011. REsp 1.999.905-RS, Rel. [&hellip;]","og_url":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/informativo-stj-ed-extraordinaria-25-parte-2-comentado\/","og_site_name":"Estrat\u00e9gia Concursos","article_published_time":"2025-07-29T04:01:06+00:00","article_modified_time":"2025-07-29T04:01:08+00:00","author":"Jean Vilbert","twitter_card":"summary_large_image","twitter_creator":"@EstratConcursos","twitter_site":"@EstratConcursos","twitter_misc":{"Escrito por":"Jean Vilbert","Est. tempo de leitura":"35 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"NewsArticle","@id":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/informativo-stj-ed-extraordinaria-25-parte-2-comentado\/#article","isPartOf":{"@id":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/informativo-stj-ed-extraordinaria-25-parte-2-comentado\/"},"author":{"name":"Jean Vilbert","@id":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/#\/schema\/person\/475a0922f10cff0d1bc8bfecde05f999"},"headline":"Informativo STJ Ed Extraordin\u00e1ria 25 Parte 2 Comentado","datePublished":"2025-07-29T04:01:06+00:00","dateModified":"2025-07-29T04:01:08+00:00","mainEntityOfPage":{"@id":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/informativo-stj-ed-extraordinaria-25-parte-2-comentado\/"},"wordCount":6949,"commentCount":0,"publisher":{"@id":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/#organization"},"articleSection":["Concursos P\u00fablicos"],"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"CommentAction","name":"Comment","target":["https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/informativo-stj-ed-extraordinaria-25-parte-2-comentado\/#respond"]}],"copyrightYear":"2025","copyrightHolder":{"@id":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/#organization"}},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/informativo-stj-ed-extraordinaria-25-parte-2-comentado\/","url":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/informativo-stj-ed-extraordinaria-25-parte-2-comentado\/","name":"Informativo STJ Ed Extraordin\u00e1ria 25 Parte 2 Comentado","isPartOf":{"@id":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/#website"},"datePublished":"2025-07-29T04:01:06+00:00","dateModified":"2025-07-29T04:01:08+00:00","breadcrumb":{"@id":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/informativo-stj-ed-extraordinaria-25-parte-2-comentado\/#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/informativo-stj-ed-extraordinaria-25-parte-2-comentado\/"]}]},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/informativo-stj-ed-extraordinaria-25-parte-2-comentado\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"In\u00edcio","item":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"Informativo STJ Ed Extraordin\u00e1ria 25 Parte 2 Comentado"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/#website","url":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/","name":"Estrat\u00e9gia Concursos","description":"O blog da Estrat\u00e9gia Concursos traz not\u00edcias sobre concursos e artigos de professores oferecendo cursos para concursos (pdf + videaulas) no site.","publisher":{"@id":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/#organization"},"potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"Organization","@id":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/#organization","name":"Estrat\u00e9gia Concursos","url":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/","logo":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/#\/schema\/logo\/image\/","url":"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2025\/06\/03203428\/logo_concursos-1.jpg","contentUrl":"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2025\/06\/03203428\/logo_concursos-1.jpg","width":230,"height":60,"caption":"Estrat\u00e9gia Concursos"},"image":{"@id":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/#\/schema\/logo\/image\/"},"sameAs":["https:\/\/x.com\/EstratConcursos"]},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/#\/schema\/person\/475a0922f10cff0d1bc8bfecde05f999","name":"Jean Vilbert","image":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/1667694e4ebdd32feeac9ea2794de3f0470b5c55c6198181ab0b0c333b121921?s=96&d=mm&r=g","url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/1667694e4ebdd32feeac9ea2794de3f0470b5c55c6198181ab0b0c333b121921?s=96&d=mm&r=g","contentUrl":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/1667694e4ebdd32feeac9ea2794de3f0470b5c55c6198181ab0b0c333b121921?s=96&d=mm&r=g","caption":"Jean Vilbert"},"url":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/author\/jeanvilbertgmail-com\/"}]}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1614410","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/833"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1614410"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1614410\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1614412,"href":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1614410\/revisions\/1614412"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1614410"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1614410"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1614410"},{"taxonomy":"tax_estado","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tax_estado?post=1614410"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}