{"id":1591358,"date":"2025-07-03T14:42:00","date_gmt":"2025-07-03T17:42:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/?p=1591358"},"modified":"2025-06-17T16:35:03","modified_gmt":"2025-06-17T19:35:03","slug":"responsabilidade-estatal-teorias","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/responsabilidade-estatal-teorias\/","title":{"rendered":"Responsabilidade estatal: teorias e evolu\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica"},"content":{"rendered":"\n<p>Ol\u00e1, estudantes do Direito! Preparados para mais uma sess\u00e3o de aprendizado? Neste artigo estudaremos as teorias da responsabilidade estatal e analisaremos sua evolu\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica no cen\u00e1rio global e nacional.<\/p>\n\n\n\n<p>Para melhor compreens\u00e3o, o assunto foi dividido nos seguintes t\u00f3picos:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Introdu\u00e7\u00e3o<\/strong><\/li>\n\n\n\n<li><strong>Teoria da <\/strong><strong>irresponsabilidade<\/strong><\/li>\n\n\n\n<li><strong>Teoria da <\/strong><strong>responsabilidade subjetiva<\/strong><\/li>\n\n\n\n<li><strong>Teoria da <\/strong><strong>responsabilidade objetiva<\/strong><\/li>\n\n\n\n<li><strong>Teoria adotado pelo ordenamento brasileiro<\/strong><\/li>\n\n\n\n<li><strong>Considera\u00e7\u00f5es finais<\/strong><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>Vamos l\u00e1!<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"512\" height=\"512\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2025\/06\/15145451\/responsabilidade-estatal-1.png\" alt=\"responsabilidade estatal\" class=\"wp-image-1591495\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2025\/06\/15145451\/responsabilidade-estatal-1.png 512w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2025\/06\/15145451\/responsabilidade-estatal-1-300x300.png 300w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2025\/06\/15145451\/responsabilidade-estatal-1-150x150.png 150w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2025\/06\/15145451\/responsabilidade-estatal-1-96x96.png 96w\" sizes=\"auto, (max-width: 512px) 100vw, 512px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<h1 class=\"wp-block-heading has-large-font-size\" id=\"h-introducao\">Introdu\u00e7\u00e3o<\/h1>\n\n\n\n<p>Ao longo da hist\u00f3ria fil\u00f3sofos, soci\u00f3logos e juristas estudaram a origem do Estado e desenvolveram teses sobre o modelo estatal ideal.<\/p>\n\n\n\n<p>Apesar de n\u00e3o haver consenso sobre a forma de constitui\u00e7\u00e3o das primeiras entidades estatais, a teoria mais aceita \u00e9 de que as primeiras formas de Estado decorreram de uma evolu\u00e7\u00e3o da sociedade patriarcal. \u00c0 medida em que as rela\u00e7\u00f5es familiares se tornavam mais complexas e as fam\u00edlias aumentavam de tamanho, tamb\u00e9m crescia a necessidade de se estabelecer regras mais transparentes de conviv\u00eancia. Nesse primeiro momento, a sociedade patriarcal ainda subsistia, mas os contornos da sociedade em comum j\u00e1 come\u00e7avam a se formar.<\/p>\n\n\n\n<p>Com o passar do tempo, as transforma\u00e7\u00f5es tecnol\u00f3gicas, as rela\u00e7\u00f5es interculturais, o aumento do tamanho da popula\u00e7\u00e3o, a expans\u00e3o territorial e as mudan\u00e7as sociais internas dos grupos que integravam o Estado refletiram-se nos ordenamentos jur\u00eddicos. A evolu\u00e7\u00e3o dos Estados foi acompanhada por evolu\u00e7\u00f5es no ordenamento jur\u00eddico, inclusive no que tange \u00e0 responsabiliza\u00e7\u00e3o desses entes.<\/p>\n\n\n\n<p>Inicialmente, predominou a tese de que o Estado n\u00e3o deveria ser responsabilizado por qualquer de seus atos. Em momento posterior, passou-se a aceitar a possibilidade de responsabiliza\u00e7\u00e3o do Estado pelos seus atos, mas essa responsabiliza\u00e7\u00e3o somente ocorreria nos casos de dolo ou culpa. Por fim, aceitou-se a responsabiliza\u00e7\u00e3o objetiva do Estado pelos seus atos e, em determinados casos, at\u00e9 mesmo pelos atos de terceiros.<\/p>\n\n\n\n<p>Nos t\u00f3picos a seguir analisaremos as principais teorias acerca da responsabilidade estatal, apontado fatos hist\u00f3ricos, julgados e legisla\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading has-large-font-size\" id=\"h-teoria-da-irresponsabilidade\">Teoria da irresponsabilidade<\/h2>\n\n\n\n<p>A teoria da irresponsabilidade foi a que predominou na hist\u00f3ria humana. Caracter\u00edstica marcante dos <strong>Estados absolutistas<\/strong>, essa corrente designa o pensamento segundo o qual os entes estatais n\u00e3o podem ser responsabilizados pelos seus atos.<\/p>\n\n\n\n<p>O absolutismo foi o sistema pol\u00edtico adotado pelos primeiros Estados. Fosse na figura do rei, do fara\u00f3 ou do imperador, existia uma ideia enraizada no imagin\u00e1rio das pessoas de que os governantes detinham uma <strong>autoridade sobrenatural<\/strong>. Ainda que essa concep\u00e7\u00e3o n\u00e3o fosse absoluta, os governantes faziam parecer com que fosse, <strong>afastando de si e do Estado (cujas figuras se confundiam) a possibilidade de serem responsabilizados<\/strong> por suas condutas.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading has-large-font-size\" id=\"h-teoria-da-responsabilidade-subjetiva\">Teoria da responsabilidade subjetiva<\/h2>\n\n\n\n<p>Os fundamentos sobrenaturais da autoridade dos governantes acabou cedendo a novas maneiras de pensar e interpretar o mundo. Nos s\u00e9culos XVII e XVIII ocorreram v\u00e1rias revolu\u00e7\u00f5es na Europa que visaram \u00e0 extin\u00e7\u00e3o dos Estados absolutistas. Todavia, mesmo quando o respaldo divino da atua\u00e7\u00e3o dos agentes pol\u00edticos teve sua import\u00e2ncia mitigada, a teoria da irresponsabilidade persistiu.<\/p>\n\n\n\n<p>Somente no s\u00e9culo XIX, na Europa, que passou a ser aceita a possibilidade de responsabiliza\u00e7\u00e3o estatal. Apesar de j\u00e1 existirem legisla\u00e7\u00f5es francesas que permitiam a responsabiliza\u00e7\u00e3o do Estado em situa\u00e7\u00f5es espec\u00edficas, o grande marco na teoria da responsabilidade estatal foi o acidente de <strong>Agn\u00e8s Blanco<\/strong>, uma menina que foi atropelada por um vagonete de uma f\u00e1brica de tabaco de uma empresa francesa, em 1871.<\/p>\n\n\n\n<p>O caso mencionado impactou significativamente o Direito Administrativo das sociedades ocidentais. Em 1873 foi proferida senten\u00e7a em que se reconheceu o dever de o Estado indenizar a garota pela <strong>falta cometida por seus funcion\u00e1rios<\/strong>. Com essa decis\u00e3o, outros pa\u00edses tamb\u00e9m passaram a aceitar a <strong>possibilidade de responsabiliza\u00e7\u00e3o do Estado<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>Os efeitos do caso mencionado acima n\u00e3o se limitaram ao desenvolvimento da teoria da respsonsabilidade subjetiva do Estado. Muitos juristas tamb\u00e9m atribuem ao acidente de Agn\u00e8s Blanco o in\u00edcio das discuss\u00f5es que fomentaram o surgimento da teoria objetiva de responsabiliza\u00e7\u00e3o estatal.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading has-large-font-size\" id=\"h-teoria-da-responsabilidade-objetiva\">Teoria da responsabilidade objetiva<\/h2>\n\n\n\n<p>O avan\u00e7o das discuss\u00f5es acerca da responsabilidade estatal culminou na aceita\u00e7\u00e3o da teoria de que o <strong>Estado pode responder objetivamente pelos danos causados<\/strong> aos administrados. No Brasil, esse posicionamento foi positivado pela primeira vez na Constitui\u00e7\u00e3o Federal de 1946.<\/p>\n\n\n\n<p>Atualmente, a teoria da responsabilidade objetiva do Estado pode ser dividida em duas vertentes: a da <strong>responsabilidade pelo risco administrativo<\/strong> e a da<strong> responsabilidade integral<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>A vertente da <strong>responsabilidade objetiva pelo risco administrativo<\/strong> difunde a ideia de que o Estado, uma vez que assumiu para si o dever de perseguir os interesses p\u00fablicos, tamb\u00e9m assumiu o dever de reparar os danos causados em raz\u00e3o de sua conduta. Assim, o Estado deve zelar para que sua atua\u00e7\u00e3o n\u00e3o cause les\u00f5es aos administrados e para que, na hip\u00f3tese de ocorr\u00eancia de algum dano, independentemente de culpa, os preju\u00edzos causados sejam dilu\u00eddos e arcados por toda a sociedade, na figura do pr\u00f3prio ente estatal. Apesar de existir a possibilidade de se responsabilizar o Estado objetivamente por suas a\u00e7\u00f5es e omiss\u00f5es, essa <strong>responsabilidade poderia ser afastada se comprovada a ocorr\u00eancia de alguma excludente<\/strong>: caso fortuito, for\u00e7a maior, culpa exclusiva do lesado ou fato de terceiro (<a href=\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/excludentes-responsabilidade-civil\/\">o assunto pode ser aprofundado neste artigo<\/a>).<\/p>\n\n\n\n<p>Por sua vez, a <strong>vertente da responsabilidade objetiva pelo risco integral<\/strong> adota alguns preceitos do risco administrativo, mas de maneira exacerbada. Segundo essa teoria, o Estado teria o dever de indenizar os administrados por quaisquer danos que sofressem e <strong>n\u00e3o poderia se valer de nenhuma excludente de responsabilidade<\/strong>. Caso fosse adotada essa vertente, haveria um \u00f4nus excessivo para o Estado, que se tornaria um indenizador universal de qualquer tipo de dano.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading has-large-font-size\" id=\"h-teoria-adotado-pelo-ordenamento-brasileiro\">Teoria adotado pelo ordenamento brasileiro<\/h2>\n\n\n\n<p>No Brasil adota-se todas as teorias apontadas acima, exceto a da irresponsabilidade.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>A teoria da responsabilidade objetiva \u00e9 a regra<\/strong>. Ela se aplica aos danos decorrentes de <strong>atos comissivos do Estado<\/strong>:<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p><em>art. 37, \u00a7 6\u00ba, da CF de 88: As pessoas jur\u00eddicas de direito p\u00fablico e as de direito privado prestadoras de servi\u00e7os p\u00fablicos responder\u00e3o pelos danos que seus agentes, nessa qualidade, causarem a terceiros, assegurado o direito de regresso contra o respons\u00e1vel nos casos de dolo ou culpa.<\/em><\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p>Nos casos em que o dano decorrer de uma <strong>conduta omissiva<\/strong>, em regra a responsabilidade ser\u00e1 <strong>subjetiva<\/strong>:<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p><em>PROCESSUAL CIVIL E ADMINISTRATIVO. AGRAVO INTERNO NO AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL. RESPONSABILIDADE CIVIL DO ESTADO. ATO OMISSIVO. RESPONSABILIDADE SUBJETIVA. INEXIST\u00caNCIA DE NEXO CAUSAL E CULPA DA ADMINISTRA\u00c7\u00c3O. REVIS\u00c3O. IMPOSSIBILIDADE. S\u00daMULA 7\/STJ.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>1. A<strong> jurisprud\u00eancia do STJ \u00e9 firme no sentido de que a responsabilidade civil do Estado por condutas omissivas \u00e9 subjetiva, sendo necess\u00e1rio, dessa forma, comprovar a neglig\u00eancia na atua\u00e7\u00e3o estatal, o dano e o nexo causal entre ambos<\/strong>.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>2. No caso dos autos, o Tribunal de origem, com base nos elementos f\u00e1ticos e nas provas constantes no processo, concluiu pela inexist\u00eancia de comprova\u00e7\u00e3o tanto do nexo de causalidade entre o il\u00edcito civil e os danos experimentados, quanto da m\u00e1 presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7o p\u00fablico, por atua\u00e7\u00e3o culposa da Administra\u00e7\u00e3o P\u00fablica. A revis\u00e3o da quest\u00e3o demanda o reexame dos fatos e provas constantes nos autos, o que \u00e9 vedado no \u00e2mbito do recurso especial, nos termos da S\u00famula 7\/STJ. Precedentes: AgInt no REsp 1.628.608\/PB, Rel. Min. Francisco Falc\u00e3o, Segunda Turma, DJe 26\/6\/2017; AgRg no REsp 1.345.620\/RS, Rel. Min. Assusete Magalh\u00e3es, Segunda Turma, DJe 2\/12\/2015; AgRg no AREsp 718.476\/SP, Rel. Min, Herman Benjamin, Segunda Turmam, DJe 8\/9\/2015; AgInt no AREsp 1.000.816\/SP, Rel. Min. Napole\u00e3o Nunes Maia Filho, Primeira Turma, DJe 13\/03\/2018.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>2. Agravo interno n\u00e3o provido.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>(AgInt no AREsp n. 1.249.851\/SP, relator Ministro Benedito Gon\u00e7alves, Primeira Turma, julgado em 20\/9\/2018, DJe de 26\/9\/2018.)<\/em><\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p>Apesar disso, em alguns casos em que h\u00e1 um <strong>dever de cautela espec\u00edfico<\/strong> do Estado, a responsabiliza\u00e7\u00e3o pelas <strong>les\u00f5es decorrentes de omiss\u00e3o ser\u00e1 auferida de maneira objetiva<\/strong>:<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p><em>ADMINISTRATIVO. RESPONSABILIDADE CIVIL DO ESTADO. DANO MORAL. INDENIZA\u00c7\u00c3O POR MORTE DE DETENTO EM ESTABELECIMENTO PRISIONAL. MAJORA\u00c7\u00c3O DO QUANTUM INDENIZAT\u00d3RIO. VALOR IRRIS\u00d3RIO. POSSIBILIDADE.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>1.<strong> \u00c9 objetiva a responsabilidade do Estado (art. 37, \u00a7 6\u00ba, da CF) em indenizar a fam\u00edlia do detento que estava sob sua cust\u00f3dia e foi assassinado dentro da carceragem, visto que n\u00e3o cumpriu o dever constitucional de assegurar a integridade f\u00edsica do preso, conforme disposto no art. 5\u00ba, XLIX, da Constitui\u00e7\u00e3o Federal<\/strong>.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>(&#8230;)<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>8. Agravo Interno n\u00e3o provido.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>(AgInt no AREsp n. 1.888.695\/MG, relator Ministro Herman Benjamin, Segunda Turma, julgado em 15\/3\/2022, DJe de 30\/6\/2022.)3<\/em><\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p>Existem ainda hip\u00f3teses de <strong>responsabiliza\u00e7\u00e3o objetiva do Estado pela aplica\u00e7\u00e3o da teoria do risco integral<\/strong>. Essas hip\u00f3teses s\u00e3o raras, a exemplo da responsabiliza\u00e7\u00e3o por danos nucleares (art. 21, XXIII, d, da CF de 88), danos ambientais (AREsp n. 1.756.656\/SP) e danos decorrentes de atentados terroristas em aeronaves (Lei 10.744\/2003, art. 1\u00ba).<\/p>\n\n\n\n<p>Gostou do texto? Deixe um coment\u00e1rio abaixo.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/gabrielssantos96\">https:\/\/www.instagram.com\/gabrielssantos96<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-white-color has-vivid-cyan-blue-background-color has-text-color has-background has-link-color wp-elements-934bee992b67b6144e8b666952a903fb\"><strong><a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/@EstrategiaConcursosBrasil\">Canal do Estrat\u00e9gia Concursos no Youtube<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-white-color has-vivid-cyan-blue-background-color has-text-color has-background has-link-color wp-elements-4ee3858d78f8e73e6a059835bfd98e6f\"><a href=\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/concursos-abertos\/\"><strong>Concursos Abertos<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-white-color has-vivid-cyan-blue-background-color has-text-color has-background has-link-color wp-elements-1aca1c51fe870dad71059b988ff0425d\"><a href=\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/concursos-2025\/\"><strong>Concursos 2025<\/strong><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ol\u00e1, estudantes do Direito! 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