{"id":154655,"date":"2018-12-07T00:39:13","date_gmt":"2018-12-07T03:39:13","guid":{"rendered":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/?p=154655"},"modified":"2023-05-23T09:30:48","modified_gmt":"2023-05-23T12:30:48","slug":"prova-comentada-da-fcc-cargo-arquiteto-do-mp-pe-parte-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/prova-comentada-da-fcc-cargo-arquiteto-do-mp-pe-parte-2\/","title":{"rendered":"Prova comentada da FCC! (Cargo arquiteto do MP PE) &#8211; parte 2"},"content":{"rendered":"<p>Oi pessoal!<\/p>\n<p>Meu nome \u00e9 Moema Machado e sou professora de arquitetura para concursos do Estrat\u00e9gia Concursos.<\/p>\n<p>Vou dar continuidade ao artigo postado ontem.<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 14pt;\"><strong>31<\/strong><\/span>.<\/p>\n<p>Com rela\u00e7\u00e3o a estruturas de a\u00e7o, para montagens consideradas mais complexas deve ser elaborado:<\/p>\n<p>(A)\u00a0 Programa Detalhado contendo a rela\u00e7\u00e3o de requisitos de seguran\u00e7a, de qualidade e a exig\u00eancia de atestados v\u00e1lidos.<\/p>\n<p>(B)\u00a0 Caderno de Execu\u00e7\u00e3o no Canteiro de obras indicando a forma de armazenamento, a identifica\u00e7\u00e3o, as quantidades e as especifica\u00e7\u00f5es das pe\u00e7as.<\/p>\n<p>(C)\u00a0 Estrat\u00e9gia de Montagem com detalhamento da sequ\u00eancia de montagem e os seus ciclos.<\/p>\n<p>(D)\u00a0 Plano detalhado de \u201crigging\u201d dos i\u00e7amentos cr\u00edticos que leve em conta os equipamentos necess\u00e1rios de acordo com o peso e a quantidade das pe\u00e7as a serem montadas em um mesmo momento.<\/p>\n<p>(E)\u00a0\u00a0 Memorial Descritivo Completo detalhando a descarga e a forma de estocagem das pe\u00e7as.<\/p>\n<table width=\"680\">\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"680\"><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p><em>A Montagem de Estruturas de A\u00e7o possui diferentes graus de complexidade.\u00a0 Entretanto, por mais simples e rotineira que seja a Montagem\u00a0 de\u00a0 determinada\u00a0 Estrutura,\u00a0 todas\u00a0 as\u00a0 opera\u00e7\u00f5es\u00a0 de\u00a0 i\u00e7amento\u00a0 de \u00a0pe\u00e7as representam\u00a0 algum\u00a0 risco,\u00a0 seja\u00a0 para\u00a0 o\u00a0 pessoal\u00a0 envolvido,\u00a0 seja\u00a0 para\u00a0 os\u00a0 equipamentos.\u00a0 Os riscos devem ser minimizados ao extremo, adotando-se\u00a0 procedimentos\u00a0 t\u00e9cnicos\u00a0 e\u00a0 m\u00e9todos\u00a0 adequados\u00a0 que\u00a0 garantam a\u00a0 seguran\u00e7a\u00a0 durante\u00a0 as\u00a0 opera\u00e7\u00f5es\u00a0 de\u00a0 campo.\u00a0 Para as opera\u00e7\u00f5es\u00a0 de\u00a0 Montagem\u00a0 menos\u00a0 complexas\u00a0 ser\u00e1 elaborado\u00a0 um\u00a0 Plano\u00a0 de\u00a0 Montagem\u00a0 simpli\ufb01cado.\u00a0 Para a Montagem de Estruturas mais complexas ser\u00e1 elaborado um Plano de Montagem detalhado com Plano de Rigging dos I\u00e7amentos Cr\u00edticos. A classi\ufb01ca\u00e7\u00e3o das Opera\u00e7\u00f5es\u00a0 de\u00a0 Montagem\u00a0 segundo\u00a0 sua\u00a0 complexidade\u00a0 ser\u00e1\u00a0 feita\u00a0 conforme\u00a0 as\u00a0 recomenda\u00e7\u00f5es\u00a0 deste Anexo, seguindo o crit\u00e9rio da Contratante e da Montadora.<\/em><\/p>\n<p>Algumas defini\u00e7\u00f5es:<\/p>\n<p><em><strong>I\u00e7amento Cr\u00edtico<\/strong> \u2013 Um i\u00e7amento poder\u00e1 ser classi\ufb01cado como cr\u00edtico pelo Contratante ou pela Montadora sempre\u00a0 que\u00a0 requeira\u00a0 maior\u00a0 cuidado\u00a0 e\u00a0 planejamento\u00a0 detalhado\u00a0 ou\u00a0 quando\u00a0 ocorrer\u00a0 qualquer\u00a0 uma\u00a0 das seguintes\u00a0 condi\u00e7\u00f5es:\u00a0 a\u00a0 Carga\u00a0 excede\u00a0 a\u00a0 10\u00a0 toneladas;\u00a0 a\u00a0 Carga\u00a0 excede\u00a0 a\u00a0 85\u00a0 por\u00a0 cento\u00a0 da\u00a0 capacidade\u00a0 do Equipamento;\u00a0 a\u00a0 opera\u00e7\u00e3o\u00a0 de\u00a0 i\u00e7amento\u00a0 exige\u00a0 dois\u00a0 ou\u00a0 mais\u00a0 guindastes;\u00a0 a\u00a0 Carga\u00a0 suspensa\u00a0 passar\u00e1\u00a0 sobre instala\u00e7\u00f5es ocupadas ou nas proximidades de cabos de eletricidade energizados.<\/em><\/p>\n<p><em><strong>Plano de \u201cRigging\u201d<\/strong> \u2013 Conjunto de documentos composto pelos Diagramas Vertical e Horizontal e Folha de Dados.<\/em><\/p>\n<p><em><strong>\u201cRigging\u201d<\/strong> \u2013 T\u00e9cnicas de I\u00e7amento ou movimenta\u00e7\u00e3o de Cargas e Pe\u00e7as de Estruturas.<\/em><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 10pt;\">(ABCEM; ABECE, 2010)<\/span><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"680\">Gabarito: alternativa D<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><span style=\"font-size: 14pt;\"><strong>32.<\/strong><\/span><\/p>\n<p>Venturi, Scott Brown e Izenour sustentam que a arquitetura depende, para sua percep\u00e7\u00e3o e cria\u00e7\u00e3o, de experi\u00eancias passadas e associa\u00e7\u00f5es emocionais, elementos estes que podem se contradizer em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 forma, \u00e0 estrutura, e ao programa do edif\u00edcio aos quais est\u00e3o associados. Para demonstrar este racioc\u00ednio, descrevem dois tipos de edif\u00edcios:<\/p>\n<ol>\n<li>aqueles que apresentam os sistemas arquitet\u00f4nicos de espa\u00e7o, estrutura e programa que s\u00e3o submersos e distorcidos por uma forma simb\u00f3lica global.<\/li>\n<li>aqueles cujos sistemas de espa\u00e7o e estrutura est\u00e3o diretamente a servi\u00e7o do programa, e o ornamento se aplica sobre estes com independ\u00eancia.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Os autores se referem a estes dois tipos de edif\u00edcios como, respectivamente,<\/p>\n<p>(A)\u00a0 pato e idiossincrasia.<\/p>\n<p>(B)\u00a0 falso ornamento e distor\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>(C)\u00a0 pato e galp\u00e3o decorado.<\/p>\n<p>(D)\u00a0 galp\u00e3o decorado e falso ornamento.<\/p>\n<p>(E)\u00a0\u00a0 distor\u00e7\u00e3o e idiossincrasia.<\/p>\n<table width=\"680\">\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"680\"><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p><em>&#8220;Enfatizaremos a imagem &#8211; a imagem acima do processo ou da forma &#8211; ao sustentar que a arquitetura depende, para sua percep\u00e7\u00e3o e cria\u00e7\u00e3o, de experi\u00eancias passadas e associa\u00e7\u00f5es emocionais e que esses elementos simb\u00f3licos e representacionais podem, com freq\u00fc\u00eancia, contradizer-se \u00e0 forma, \u00e0 estrutura e ao programa com os quais est\u00e3o associados no mesmo edif\u00edcio. Examinaremos essa contradi\u00e7\u00e3o em suas duas manifesta\u00e7\u00f5es principais:<\/em><\/p>\n<p><em>1.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Quando os sistemas arquitet\u00f4nicos de espa\u00e7o, estrutura e programa s\u00e3o submersos e distorcidos por uma forma simb\u00f3lica global, chamamos esse tipo de edif\u00edcio, que se converte em escultura, de pato, em homenagem ao \u2018Patinho de Long Island&#8217;, av\u00edcola em forma de pato, ilustrado por Peter Blake em seu livro God&#8217;s Own Junkyard [&#8230;].<\/em><\/p>\n<p><em>2.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 E damos o nome de galp\u00e3o decorado ao tipo de edif\u00edcio cujos sistemas de espa\u00e7o e estrutura est\u00e3o diretamente a servi\u00e7o do programa, e o ornamento se aplica sobre estes com independ\u00eancia [&#8230;].<\/em><\/p>\n<p><em>O pato \u00e9 a edifica\u00e7\u00e3o especial que \u00e9 um s\u00edmbolo; o galp\u00e3o decorado \u00e9 o abrigo convencional a que se aplicam s\u00edmbolos [&#8230;]. Sustentamos que ambos os tipos de arquitetura s\u00e3o v\u00e1lidos &#8211; Chartres \u00e9 um pato (embora seja um galp\u00e3o decorado tamb\u00e9m), e o pal\u00e1cio Farnese \u00e9 um galp\u00e3o decorado &#8211; mas achamos que o pato \u00e9 raramente relevante hoje, embora permeie toda a arquitetura moderna.&#8221;<\/em><\/p>\n<p>Fonte(s):<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 10pt;\">VENTURI, Robert; SCOTT BROWN, Denise; IZENOUR, Steven. Aprendendo com Las Vegas: o simbolismo (esquecido) da forma arquitet\u00f4nica. S\u00e3o Paulo: Cosac Naify, 2003, grifos dos autores.<\/span><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.cronologiadourbanismo.ufba.br\/apresentacao.php?idVerbete=118\">http:\/\/www.cronologiadourbanismo.ufba.br\/apresentacao.php?idVerbete=118<\/a><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"680\"><em>&#8220;Aprendendo com Las Vegas&#8221;, publicado originalmente em 1972, foi um livro bastante influente e igualmente controverso para a teoria arquitet\u00f4nica e os estudos urbanos na segunda metade do s\u00e9culo XX. \u00c9 considerado por muitos autores &#8211; sejam eles arquitetos ou mesmo de outras \u00e1reas, favor\u00e1veis ou n\u00e3o aos seus posicionamentos &#8211; como uma das obras fundamentais para se entender o p\u00f3s-modernismo.<\/em><\/p>\n<p><em>O livro foi dividido, originalmente, em tr\u00eas partes. Na primeira, &#8220;Uma significa\u00e7\u00e3o para os estacionamentos da A&amp;P, ou Aprendendo com Las Vegas&#8221;, s\u00e3o apresentados os resultados do projeto de pesquisa desenvolvido em um ateli\u00ea na p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o da Universidade de Yale, em 1968 &#8211; onde Denise Scott Brown e Robert Venturi ensinavam na \u00e9poca -, e teve como base o artigo publicado por Scott Brown e Venturi na revista The Architectural Forum em mar\u00e7o daquele mesmo ano. Na segunda parte, &#8220;Arquitetura feia e banal, ou o galp\u00e3o decorado&#8221;, os autores d\u00e3o prosseguimento \u00e0 an\u00e1lise inicial e apontam possibilidades para a arquitetura, tirando partido do simbolismo e da iconografia da cidade contempor\u00e2nea. Na terceira parte do livro, &#8220;Ensaios sobre o feio e o banal: alguns galp\u00f5es decorados&#8221;, foram apresentados projetos do escrit\u00f3rio Venturi and Rauch, desenvolvidos entre 1965-71. Esta se\u00e7\u00e3o foi removida a partir da segunda edi\u00e7\u00e3o do livro &#8211; mesmo sua men\u00e7\u00e3o foi removida no Pref\u00e1cio revisado para a segunda edi\u00e7\u00e3o, em 1977.<\/em><\/p>\n<p><em>Ao longo da obra, especialmente na segunda parte, fazem uma cr\u00edtica \u00e0 produ\u00e7\u00e3o arquitet\u00f4nica da \u00e9poca nos Estados Unidos, especialmente a obras influenciadas pelo tema das megaestruturas. Os autores afirmam que seus interesses iam al\u00e9m de trabalhar especificamente com a cidade de Las Vegas. Eles pretendiam, em sentido amplo, compreender o fen\u00f4meno de uma nova forma urbana que estava surgindo naquele momento nos Estados Unidos e na Europa (a cidade como um corredor comercial), usando Las Vegas como a sua forma\u00e7\u00e3o arquet\u00edpica. E, sobretudo, ainda segundo os autores, o livro traz como tema principal a quest\u00e3o do simbolismo da forma arquitet\u00f4nica &#8211; da\u00ed terem acrescentado um subt\u00edtulo a partir da segunda edi\u00e7\u00e3o, de 1977.<\/em><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.cronologiadourbanismo.ufba.br\/apresentacao.php?idVerbete=118\">http:\/\/www.cronologiadourbanismo.ufba.br\/apresentacao.php?idVerbete=118<\/a><\/p>\n<p>Gabarito: alternativa C<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><span style=\"font-size: 14pt;\"><strong>33.<\/strong><\/span><\/p>\n<p>Em hipot\u00e9tica obra de adequa\u00e7\u00e3o \u00e0s normas e legisla\u00e7\u00e3o de acessibilidade para o ingresso da popula\u00e7\u00e3o a edif\u00edcio pertencente ao Minist\u00e9rio P\u00fablico, verifica-se a necessidade de se vencer um desn\u00edvel de 1 metro de altura por rampa. Para tanto, s\u00e3o elencadas tr\u00eas possibilidades:<\/p>\n<p>I. Rampa \u00fanica com 12 m de comprimento horizontal<\/p>\n<p>II. Rampa com dois segmentos de 5 m de comprimento horizontal cada, com patamar intermedi\u00e1rio.<\/p>\n<p>III.\u00a0\u00a0 Rampa com dois segmentos de 6 m de comprimento horizontal cada, com patamar intermedi\u00e1rio.<\/p>\n<p>Est\u00e1 de acordo com a Norma Brasileira para Acessibilidade a Edifica\u00e7\u00f5es, Mobili\u00e1rio, Espa\u00e7os e Equipamentos Urbanos o que se afirma em<\/p>\n<p>(A)\u00a0 I, II e III.<\/p>\n<p>(B)\u00a0 I e II, apenas.<\/p>\n<p>(C)\u00a0 III, apenas.<\/p>\n<p>(D)\u00a0 I e III, apenas.<\/p>\n<p>(E)\u00a0\u00a0 II, apenas.<\/p>\n<table width=\"680\">\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"680\"><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p>Vamos analisar cada afirmativa.<\/p>\n<p>Em primeiro lugar, apesar de ser uma obra de adequa\u00e7\u00e3o, a tabela 7 n\u00e3o nos vai ajudar e utilizaremos a tabela 6 da NBR 9050:2015.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/12\/07001940\/Tabela-6.bmp\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-154656\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/12\/07001940\/Tabela-6.bmp\" alt=\"\" width=\"1010\" height=\"294\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/12\/07001940\/Tabela-6.bmp 1010w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/12\/07001940\/Tabela-6.bmp 300w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/12\/07001940\/Tabela-6.bmp 768w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/12\/07001940\/Tabela-6.bmp 610w\" sizes=\"auto, (max-width: 1010px) 100vw, 1010px\" \/><\/a><\/p>\n<p>I.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Como o desn\u00edvel \u00e9 de 1,00 m, para termos uma rampa \u00fanica, sem patamares intermedi\u00e1rios, nossa inclina\u00e7\u00e3o m\u00e1xima ser\u00e1 de 6,25 %.<\/p>\n<p>Fazendo regra de 3, temos:<\/p>\n<p>Em 1,00 m subimos \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a00,0625<\/p>\n<p>Em x m subimos \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a01,00 m<\/p>\n<p>Logo, o comprimento da rampa seria de 16,00 m e, n\u00e3o de 12,00 m.<\/p>\n<p>II.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Para se utilizar a inclina\u00e7\u00e3o m\u00e1xima, permitida pela NBR 9050, de 8,33 %, precisaremos de 1 patamar intermedi\u00e1rio, vamos calcular o comprimento da rampa nesse caso:<\/p>\n<p>Em 1,00 m subimos\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 \u00a0\u00a0\u00a00,0833<\/p>\n<p>Em x m subimos \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a01,00 m<\/p>\n<p>Logo, o comprimento da rampa, sem a inclus\u00e3o do patamar intermedi\u00e1rio, seria de 12,00 \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0m e, n\u00e3o de 10,00 m. Assim, poder\u00edamos ter 2 segmentos de 6 m de comprimento horizontal cada.<\/p>\n<p>III.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Correta, conforme explica\u00e7\u00e3o acima.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"680\">Gabarito: alternativa C<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><span style=\"font-size: 14pt;\"><strong>34.<\/strong><\/span><\/p>\n<p>Considere as afirma\u00e7\u00f5es abaixo, relativas a sistemas de certifica\u00e7\u00e3o de edif\u00edcios.<\/p>\n<p>I. O sistema BREEAM foi desenvolvido inicialmente para a realidade do Reino Unido, por\u00e9m foi criado posteriormente um referencial internacional padr\u00e3o que pode ser aplicado globalmente.<\/p>\n<p>II. O selo AQUA foi desenvolvido para ser aplicado em edifica\u00e7\u00f5es brasileiras e possui 6 categorias para avaliar o desempenho ambiental dos empreendimentos, sendo estes Qualidade Urbana, Projeto e Conforto, Efici\u00eancia Energ\u00e9tica, Conserva\u00e7\u00e3o de Recursos Materiais, Gest\u00e3o da \u00c1gua, e Pr\u00e1ticas Sociais.<\/p>\n<p>III.\u00a0\u00a0 No sistema LEED, o processo de certifica\u00e7\u00e3o se d\u00e1 por meio de check list de todas as fases do projeto do edif\u00edcio, desde o projeto b\u00e1sico, executivo, execu\u00e7\u00e3o do projeto e p\u00f3s-ocupa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Est\u00e1 correto o que se afirma em<\/p>\n<p>(A)\u00a0 I e III, apenas.<\/p>\n<p>(B)\u00a0 III, apenas.<\/p>\n<p>(C)\u00a0 I, II e III.<\/p>\n<p>(D)\u00a0 II e III, apenas.<\/p>\n<p>(E)\u00a0\u00a0 II, apenas.<\/p>\n<table width=\"680\">\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"680\"><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p>Vamos analisar cada afirmativa.<\/p>\n<p>I.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Correta.<\/p>\n<p><em>Sendo o sistema de certifica\u00e7\u00e3o de edif\u00edcios sustent\u00e1veis mais antigo existente (CICLOVIVO, 2011), o BREEAM foi lan\u00e7ado em 1990 na Inglaterra pelo BRE, grupo brit\u00e2nico de pesquisa, consultoria e testes para os setores da constru\u00e7\u00e3o civil e do meio ambiente no Reino Unido (PROSPECT, s.d.). \u00c9 um dos sistemas mais utilizados no mundo, contando com 425 mil edifica\u00e7\u00f5es certificadas e outras 2 milh\u00f5es registradas para certifica\u00e7\u00e3o desde o ano de seu lan\u00e7amento, e pode ser aplicado em qualquer parte do mundo para qualquer tipo de edif\u00edcio, esteja ele apenas em fase de elabora\u00e7\u00e3o de projeto ou j\u00e1 tendo sido constru\u00eddo (BREEAM, 2015).<\/em><\/p>\n<p><em>O UKAS \u00e9 o \u00fanico organismo de acredita\u00e7\u00e3o brit\u00e2nico reconhecido pelo governo do Reino Unido para avaliar, de acordo com par\u00e2metros reconhecidos internacionalmente, organiza\u00e7\u00f5es que realizam servi\u00e7os de certifica\u00e7\u00e3o, testes e inspe\u00e7\u00e3o (UKAS, s.d.). \u00c9 de acordo com o esquema de credenciamento deste organismo que os assessores do BREEAM s\u00e3o treinados para fazer o acompanhamento e avalia\u00e7\u00e3o certificada do programa em v\u00e1rias fases do ciclo de vida de uma edifica\u00e7\u00e3o, como seu projeto, constru\u00e7\u00e3o e uso (INOVATECH, s.d.).<\/em><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 10pt;\">(Nascimento &amp; Piazer, 2015)<\/span><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/12\/07002213\/2018-12-06-4.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-154657\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/12\/07002213\/2018-12-06-4.png\" alt=\"\" width=\"1633\" height=\"783\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/12\/07002213\/2018-12-06-4.png 1633w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/12\/07002213\/2018-12-06-4.png 300w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/12\/07002213\/2018-12-06-4.png 768w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/12\/07002213\/2018-12-06-4.png 1024w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/12\/07002213\/2018-12-06-4.png 610w\" sizes=\"auto, (max-width: 1633px) 100vw, 1633px\" \/><\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.breeam.com\/discover\/how-breeam-certification-works\/\">https:\/\/www.breeam.com\/discover\/how-breeam-certification-works\/<\/a><\/p>\n<p>O melhor lugar para se pesquisar sobre o selo \u00e9 no site, pois os selos est\u00e3o sempre sendo revisados e aprimorados.<\/p>\n<p>II.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Incorreta.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>Outra certifica\u00e7\u00e3o nacional origin\u00e1ria de um sistema internacional \u00e9 o selo Aqua, adaptado em 2007 pela Funda\u00e7\u00e3o Carlos Alberto Vanzolini (FCAV), vinculada \u00e0 Escola Polit\u00e9cnica da Universidade de S\u00e3o Paulo, com base na certifica\u00e7\u00e3o HQE, desenvolvida pelo Comit\u00ea Cient\u00edfico da Tecnologia da Constru\u00e7\u00e3o (CSTB), da Fran\u00e7a. O selo Aqua se baseia na avalia\u00e7\u00e3o do desempenho de um edif\u00edcio.<\/em><\/p>\n<p>(&#8230;)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>A certifica\u00e7\u00e3o Aqua tem uma peculiaridade dentro das certifica\u00e7\u00f5es verdes existentes no mercado brasileiro: possui uma aplica\u00e7\u00e3o mais exigente, comparativamente, porque requer o atendimento a todas as 14 categorias ( Fig. 21.1 ) e a verifica\u00e7\u00e3o por meio de auditorias presenciais ao longo de tr\u00eas etapas do programa: concep\u00e7\u00e3o (projeto), realiza\u00e7\u00e3o (constru\u00e7\u00e3o) e uso dos empreendimentos (obra conclu\u00edda).<\/em><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/12\/07002415\/oi.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-154658\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/12\/07002415\/oi.png\" alt=\"\" width=\"718\" height=\"377\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/12\/07002415\/oi.png 718w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/12\/07002415\/oi.png 300w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/12\/07002415\/oi.png 610w\" sizes=\"auto, (max-width: 718px) 100vw, 718px\" \/><\/a><\/p>\n<p><em>Fig. 21.1 As 14 categorias da certifica\u00e7\u00e3o Aqua Fonte: Aqua (2013).<\/em><\/p>\n<p><em>Por exigir desempenho m\u00ednimo em todos os crit\u00e9rios, permite maior flexibilidade \u00e0s solu\u00e7\u00f5es de projeto, que podem ser adotadas de acordo com o contexto, considerando fatores como clima, vegeta\u00e7\u00e3o, cultura e aspectos particulares do ambiente constru\u00eddo e das comunidades locais. Os n\u00edveis de desempenho variam de excelente, para as melhores pr\u00e1ticas (tr\u00eas pontos com classifica\u00e7\u00e3o excelente, no m\u00ednimo), superior, para as boas pr\u00e1ticas (quatro pontos com classifica\u00e7\u00e3o superior), e bom, para as pr\u00e1ticas correntes e legisla\u00e7\u00e3o (sete pontos no m\u00e1ximo), totalizando 14 itens.<\/em><\/p>\n<p>(<span style=\"font-size: 10pt;\">Organizadores: Gon\u00e7alves &amp; Bode, 2015)<\/span><\/p>\n<p>Site oficial:<\/p>\n<p><em>A avalia\u00e7\u00e3o da Qualidade Ambiental do Edif\u00edcio \u00e9 feita para cada uma das 14 categorias de preocupa\u00e7\u00e3o ambiental e as classifica nos n\u00edveis BASE, BOAS PRATICAS ou MELHORES PRATICAS, conforme perfil ambiental definido pelo empreendedor na fase pr\u00e9-projeto.<\/em><\/p>\n<p><em>Para um empreendimento ser certificado AQUA-HQE, o empreendedor deve alcan\u00e7ar no m\u00ednimo um perfil de desempenho com 3 categorias no n\u00edvel MELHORES PRATICAS, 4 categorias no n\u00edvel BOAS PRATICAS e 7 categorias no n\u00edvel BASE.<\/em><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/12\/07002506\/2018-12-06-5.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-154659\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/12\/07002506\/2018-12-06-5.png\" alt=\"\" width=\"821\" height=\"605\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/12\/07002506\/2018-12-06-5.png 821w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/12\/07002506\/2018-12-06-5.png 300w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/12\/07002506\/2018-12-06-5.png 768w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/12\/07002506\/2018-12-06-5.png 610w\" sizes=\"auto, (max-width: 821px) 100vw, 821px\" \/><\/a><\/p>\n<p><em>As evid\u00eancias de gest\u00e3o e desempenho s\u00e3o submetidas \u00e0 auditoria da Funda\u00e7\u00e3o Vanzolini ao final de cada uma destas fases.<\/em><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/12\/07002530\/2018-12-06-6.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-154660\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/12\/07002530\/2018-12-06-6.png\" alt=\"\" width=\"1171\" height=\"733\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/12\/07002530\/2018-12-06-6.png 1171w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/12\/07002530\/2018-12-06-6.png 300w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/12\/07002530\/2018-12-06-6.png 768w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/12\/07002530\/2018-12-06-6.png 1024w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/12\/07002530\/2018-12-06-6.png 610w\" sizes=\"auto, (max-width: 1171px) 100vw, 1171px\" \/><\/a><\/p>\n<p><em>As auditorias da Funda\u00e7\u00e3o Vanzolini s\u00e3o presenciais e independentes. Elas asseguram e atestam a conformidade do empreendimento \u00e0s exig\u00eancias de gest\u00e3o e desempenho definidas nos referenciais t\u00e9cnicos.<\/em><\/p>\n<p><em>Para obter a certifica\u00e7\u00e3o da constru\u00e7\u00e3o nova o empreendedor deve planejar e garantir o controle total do desenvolvimento do empreendimento nas fases Pr\u00e9-projeto, projeto e Execu\u00e7\u00e3o.<\/em><\/p>\n<p><em>Para obter a certifica\u00e7\u00e3o do empreendimento em uso e opera\u00e7\u00e3o, as rotinas de gest\u00e3o predial devem ser planejadas e monitoradas periodicamente.<\/em><\/p>\n<p><em>O empreendimento ser\u00e1 certificado, com emiss\u00f5es dos certificados ap\u00f3s as auditorias, uma vez constatado atendimento aos crit\u00e9rios dos Referenciais T\u00e9cnicos de Certifica\u00e7\u00e3o e comprovado o alcance do perfil m\u00ednimo.<\/em><\/p>\n<p><em>Com o Processo AQUA-HQE o empreendedor passar\u00e1 a receber 02 certificados: um da Funda\u00e7\u00e3o Vanzolini Processo AQUATM e outro do Cerway HQETM, com todos os elementos padronizados internacionalmente, fundamentado na certifica\u00e7\u00e3o Processo AQUATM\u00a0 da Funda\u00e7\u00e3o Vanzolini.<\/em><\/p>\n<p><em>As evid\u00eancias de gest\u00e3o e desempenho s\u00e3o submetidas \u00e0 auditoria da Funda\u00e7\u00e3o Vanzolini ao final de cada uma destas fases.<\/em><\/p>\n<p>III.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Correta. Uma das caracter\u00edsticas principais da certifica\u00e7\u00e3o LEED \u00e9 o preenchimento de um Check-list. \u00c9 poss\u00edvel baixar o Check-list no site.<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 10pt;\"><a href=\"https:\/\/1drv.ms\/x\/s!AjQt5CCeULAdjZpTeBesXRY92oZkwg\">https:\/\/1drv.ms\/x\/s!AjQt5CCeULAdjZpTeBesXRY92oZkwg<\/a><\/span><\/p>\n<p><em>Esta certifica\u00e7\u00e3o funciona para todos os edif\u00edcios e pode ser aplicado a qualquer momento no empreendimento. Os Projetos que buscam a certifica\u00e7\u00e3o LEED ser\u00e3o analisados por 8 dimens\u00f5es. Todas possuem pr\u00e9-requisitos (pr\u00e1ticas obrigat\u00f3rias) e cr\u00e9ditos (recomenda\u00e7\u00f5es) que a medida que atendidos, garantem pontos \u00e0 edifica\u00e7\u00e3o. O n\u00edvel da certifica\u00e7\u00e3o \u00e9 definido, conforme a quantidade de pontos adquiridos, podendo variar de 40 pontos a 110 pontos. Os n\u00edveis s\u00e3o: Certificado, Silver, Gold e Platinum.<\/em><\/p>\n<p><em>O LEED para Projeto e Constru\u00e7\u00e3o de Edif\u00edcios (LEED BD+C) fornece par\u00e2metros para construir um edif\u00edcio que considere a sustentabilidade de maneira hol\u00edstica, dando a chance de acertar em cheio cada aspecto sustent\u00e1vel, maximizando seus benef\u00edcios.<\/em><\/p>\n<p>Etapas para a certifica\u00e7\u00e3o:<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/12\/07002714\/2018-12-06-7.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-154661\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/12\/07002714\/2018-12-06-7.png\" alt=\"\" width=\"831\" height=\"568\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/12\/07002714\/2018-12-06-7.png 831w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/12\/07002714\/2018-12-06-7.png 300w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/12\/07002714\/2018-12-06-7.png 768w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/12\/07002714\/2018-12-06-7.png 610w\" sizes=\"auto, (max-width: 831px) 100vw, 831px\" \/><\/a><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"680\">Gabarito: alternativa A<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong><span style=\"font-size: 14pt;\">35.<\/span><\/strong><\/p>\n<p>O fen\u00f4meno ac\u00fastico que compreende a mudan\u00e7a de dire\u00e7\u00e3o que uma onda sonora sofre quando passa de um meio de propaga\u00e7\u00e3o para outro \u00e9 denominado<\/p>\n<p>(A)\u00a0 reverbera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>(B)\u00a0 difra\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>(C)\u00a0 resson\u00e2ncia.<\/p>\n<p>(D)\u00a0 reflex\u00e3o.<\/p>\n<p>(E)\u00a0\u00a0 refra\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<table width=\"680\">\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"680\"><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p>O fen\u00f4meno ac\u00fastico em quest\u00e3o \u00e9 o da refra\u00e7\u00e3o que acontece devido \u00e0 natureza ondulat\u00f3ria do som.<\/p>\n<p>A refra\u00e7\u00e3o em uma onda ocorre quando ela passa de um meio para outro com \u00edndice de refra\u00e7\u00e3o diferente, ocorrendo, dessa forma, a varia\u00e7\u00e3o da velocidade de propaga\u00e7\u00e3o e a varia\u00e7\u00e3o do comprimento de onda, mas nunca a varia\u00e7\u00e3o da frequ\u00eancia, pois se trata de uma caracter\u00edstica da fonte que est\u00e1 emitindo a onda.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/12\/07002825\/hh.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-154662\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/12\/07002825\/hh.png\" alt=\"\" width=\"671\" height=\"376\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/12\/07002825\/hh.png 671w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/12\/07002825\/hh.png 300w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/12\/07002825\/hh.png 610w\" sizes=\"auto, (max-width: 671px) 100vw, 671px\" \/><\/a><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"680\">Gabarito: alternativa E<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong><span style=\"font-size: 14pt;\">36.<\/span><\/strong><\/p>\n<p>Com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 efici\u00eancia energ\u00e9tica em edifica\u00e7\u00f5es, s\u00e3o indicadores de consumo energ\u00e9tico e de intensidade energ\u00e9tica, respectivamente,<\/p>\n<p>(A)\u00a0 pot\u00eancia instalada em W por m2 e consumo final de energia por habitante.<\/p>\n<p>(B)\u00a0 consumo total de energia por habitante e demanda retirada em kW por ano.<\/p>\n<p>(C)\u00a0 consumo final de energia por habitante e pot\u00eancia instalada em W por m2.<\/p>\n<p>(D)\u00a0 energia economizada em MWh por ano e demanda retirada em kW por ano.<\/p>\n<p>(E)\u00a0\u00a0 demanda retirada em kW por ano e energia economizada em MWh por ano.<\/p>\n<table width=\"680\">\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"680\"><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p>Pode-se entender efici\u00eancia energ\u00e9tica como a caracter\u00edstica de um equipamento ou processo produtivo de entregar a mesma quantidade de produto final ou servi\u00e7o a partir de uma menor quantidade de energia.<\/p>\n<p>De forma simples, vamos a alguns conceitos:<\/p>\n<p><strong>Efici\u00eancia energ\u00e9tica<\/strong> = reduzir o consumo de energia provendo o mesmo n\u00edvel de servi\u00e7o energ\u00e9tico ou manter o consumo e aumentar o oferecimento do servi\u00e7o energ\u00e9tico.<\/p>\n<p><strong>Uso racional de energia<\/strong> = Utiliza\u00e7\u00e3o da menor quantidade t\u00e9cnica e economicamente poss\u00edvel para a obten\u00e7\u00e3o dos diversos produtos e servi\u00e7os atrav\u00e9s da elimina\u00e7\u00e3o dos desperd\u00edcios, do uso de equipamentos eficientes e do aprimoramento de processos produtivos.<\/p>\n<p><strong>Intensidade energ\u00e9tica<\/strong> = \u00a0\u00a0quantidade de energia necess\u00e1ria para produzir uma unidade de produto final ou servi\u00e7o, dada em unidades de [energia]\/[unidade de produto ou servi\u00e7o]<\/p>\n<p>Exemplos: \u00a0\u00a0kWh\/(tonelada de produto), litro de combust\u00edvel\/km rodado, MWh\/ton de alum\u00ednio.<\/p>\n<p><strong>Intensidade Energ\u00e9tica da Economia<\/strong> = Raz\u00e3o entre consumo de energia (E) \/ PIB ou PNB. Exemplos: Ind\u00fastria no Brasil: 5,41 Btu \/ US$, Ind\u00fastria na Austr\u00e1lia: 1,35 Btu \/ US$, Edifica\u00e7\u00e3o residencial no Brasil: 49 KJ \/ m2, Edifica\u00e7\u00e3o comercial no Brasil: 193 KJ \/ m2.<\/p>\n<p><strong>Indicadores de consumo de energia<\/strong> = Consumo mensal: kWh\/m\u00eas, kWh\/m2, kW\/m2, kWh\/hab, autom\u00f3veis: km \/l, Caminh\u00f5es: km\/l\/ton, L\u00e2mpadas: l\u00famen\/W, Refrigeradores: kWh\/ano\/l.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/edisciplinas.usp.br\/pluginfile.php\/4008334\/mod_resource\/content\/1\/Conceitos%20em%20Efici%C3%AAncia%20Energ%C3%A9tica%20-%20partes%201%20e%202.pdf\">https:\/\/edisciplinas.usp.br\/pluginfile.php\/4008334\/mod_resource\/content\/1\/Conceitos%20em%20Efici%C3%AAncia%20Energ%C3%A9tica%20-%20partes%201%20e%202.pdf<\/a><\/p>\n<p>Os indicadores energ\u00e9ticos s\u00e3o ferramentas uteis de avalia\u00e7\u00e3o do progresso da efici\u00eancia energ\u00e9tica como um todo ou em setores espec\u00edficos.<\/p>\n<p>A <em>sele\u00e7\u00e3o de indicadores a serem utilizados para avaliar o progresso da efici\u00eancia energ\u00e9tica nas proje\u00e7\u00f5es decenais \u00e9 uma atividade importante, devendo a sele\u00e7\u00e3o ser convergente com este objetivo. A partir disso, procedeu-se \u00e0 avalia\u00e7\u00e3o do conjunto de indicadores que poderiam ser utilizados com este objetivo como, por exemplo, a lista de indicadores propostos pela International Atomic Energy Agency (IAEA, 2005), apresentada na Tabela 3.<\/em><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/12\/07003010\/2018-12-06-9.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-154663\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/12\/07003010\/2018-12-06-9.png\" alt=\"\" width=\"1126\" height=\"708\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/12\/07003010\/2018-12-06-9.png 1126w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/12\/07003010\/2018-12-06-9.png 300w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/12\/07003010\/2018-12-06-9.png 768w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/12\/07003010\/2018-12-06-9.png 1024w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/12\/07003010\/2018-12-06-9.png 610w\" sizes=\"auto, (max-width: 1126px) 100vw, 1126px\" \/><\/a><\/p>\n<p><em>A sele\u00e7\u00e3o do conjunto de indicadores globais aplicado \u00e0 avalia\u00e7\u00e3o dos ganhos de efici\u00eancia energ\u00e9tica no horizonte decenal \u00e9 apresentada na Tabela 4. Tais indicadores s\u00e3o aderentes ao banco de indicadores de efici\u00eancia energ\u00e9tica, desenvolvido pela EPE, criado como uma ferramenta com fins de monitoramento do desempenho de efici\u00eancia energ\u00e9tica no Brasil.<\/em><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/12\/07003103\/2018-12-06-8.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-154664\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/12\/07003103\/2018-12-06-8.png\" alt=\"\" width=\"1128\" height=\"511\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/12\/07003103\/2018-12-06-8.png 1128w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/12\/07003103\/2018-12-06-8.png 300w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/12\/07003103\/2018-12-06-8.png 768w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/12\/07003103\/2018-12-06-8.png 1024w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/12\/07003103\/2018-12-06-8.png 610w\" sizes=\"auto, (max-width: 1128px) 100vw, 1128px\" \/><\/a><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"680\"><a href=\"http:\/\/www.epe.gov.br\/sites-pt\/publicacoes-dados-abertos\/publicacoes\/PublicacoesArquivos\/publicacao-251\/topico-311\/DEA%2026%20Efici%C3%AAncia%20Energ%C3%A9tica%20e%20Gera%C3%A7%C3%A3o%20Distribu%C3%ADda%20para%20os%20pr%C3%B3ximos%2010%20anos%5b1%5d.pdf\">http:\/\/www.epe.gov.br\/sites-pt\/publicacoes-dados-abertos\/publicacoes\/PublicacoesArquivos\/publicacao-251\/topico-311\/DEA%2026%20Efici%C3%AAncia%20Energ%C3%A9tica%20e%20Gera%C3%A7%C3%A3o%20Distribu%C3%ADda%20para%20os%20pr%C3%B3ximos%2010%20anos[1].pdf<\/a><\/p>\n<p><em>A efici\u00eancia no uso da energia entrou na agenda mundial a partir dos choques no pre\u00e7o do petr\u00f3leo dos anos 1970, quando ficou claro que o uso das reservas de recursos f\u00f3sseis teria custos crescentes, seja do ponto de vista econ\u00f4mico, seja do ponto de vista ambiental. Logo se reconheceu que um mesmo servi\u00e7o poderia ser obtido com menor gasto de energia e, consequentemente com menores impactos econ\u00f4micos, ambientais, sociais e culturais. Equipamentos e h\u00e1bitos de consumo passaram a ser analisados em termos da conserva\u00e7\u00e3o da energia tendo sido demonstrado que, de fato, muitas iniciativas que resultam em maior efici\u00eancia energ\u00e9tica s\u00e3o economicamente vi\u00e1veis, ou seja, o custo de sua implanta\u00e7\u00e3o \u00e9 menor do que o custo de produzir ou adquirir a energia cujo consumo \u00e9 evitado.<\/em><\/p>\n<p>(&#8230;)<\/p>\n<p><em>No Brasil, diversas iniciativas sistematizadas v\u00eam sendo empreendidas h\u00e1 mais de 20 anos. Destacam-se o Programa Brasileiro de Etiquetagem (PBE), coordenado pelo Instituto Nacional de Metrologia, Normaliza\u00e7\u00e3o e Qualidade Industrial (INMETRO), o Programa Nacional de Conserva\u00e7\u00e3o de Energia El\u00e9trica (PROCEL), cuja coordena\u00e7\u00e3o executiva est\u00e1 a cargo da Centrais El\u00e9tricas Brasileiras S.A. (ELETROBRAS), e o Programa Nacional de Racionaliza\u00e7\u00e3o do Uso dos Derivados do Petr\u00f3leo e do G\u00e1s Natural (CONPET), cuja coordena\u00e7\u00e3o executiva \u00e9 de responsabilidade da Petr\u00f3leo Brasileiro S.A. (Petrobras), o Programa de apoio a Projetos de Efici\u00eancia Energ\u00e9tica (PROESCO), cuja coordena\u00e7\u00e3o executiva pertence ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econ\u00f4mico e Social (BNDES). O PBE \u00e9 vinculado ao minist\u00e9rio do Desenvolvimento, da Ind\u00fastria e do Com\u00e9rcio Exterior (MDIC). O PROCEL e o CONPET s\u00e3o vinculados o Minist\u00e9rio de Minas e Energia (MME).<\/em><\/p>\n<p><em>Al\u00e9m destes, a Lei n\u00ba 10.295\/2001 determina a institui\u00e7\u00e3o de \u201cn\u00edveis m\u00e1ximos de consumo espec\u00edfico de energia, ou m\u00ednimos de efici\u00eancia energ\u00e9tica, de m\u00e1quinas e aparelhos consumidores de energia fabricados e comercializados no pa\u00eds\u201d e o Decreto n\u00b0 4.059\/2001 regulamenta a mesma. Neste \u00e2mbito insere-se, por exemplo, a pol\u00edtica de banimento gradativo das l\u00e2mpadas incandescentes por faixa de pot\u00eancia atrav\u00e9s da Portaria Interministerial MME\/MCTI e MDIC, n\u00ba 1.007\/2010.<\/em><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 10pt;\">(EPE; MME, 2014)<\/span><\/p>\n<p>Gabarito: alternativa A<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong><span style=\"font-size: 14pt;\">37.<\/span><\/strong><\/p>\n<p>Considere a figura abaixo.<\/p>\n<p>Com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 determina\u00e7\u00e3o gr\u00e1fica dos dispositivos de prote\u00e7\u00e3o solar em edifica\u00e7\u00f5es, a figura ilustra uma m\u00e1scara produzida por um dispositivo de prote\u00e7\u00e3o solar<\/p>\n<p>(A)\u00a0 semicircular.<\/p>\n<p>(B)\u00a0 vertical e infinito.<\/p>\n<p>(C)\u00a0 horizontal e finito.<\/p>\n<p>(D)\u00a0 horizontal e infinito.<\/p>\n<p>(E)\u00a0\u00a0 vertical e finito.<\/p>\n<table width=\"680\">\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"680\"><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/12\/07003315\/mascara.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-154665\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/12\/07003315\/mascara.jpg\" alt=\"\" width=\"1152\" height=\"704\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/12\/07003315\/mascara.jpg 1152w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/12\/07003315\/mascara.jpg 300w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/12\/07003315\/mascara.jpg 768w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/12\/07003315\/mascara.jpg 1024w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/12\/07003315\/mascara.jpg 610w\" sizes=\"auto, (max-width: 1152px) 100vw, 1152px\" \/><\/a><\/p>\n<p>(Frota &amp; Schiffer, 2007)<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/12\/07003329\/mascaras.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-154666\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/12\/07003329\/mascaras.png\" alt=\"\" width=\"1431\" height=\"807\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/12\/07003329\/mascaras.png 1431w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/12\/07003329\/mascaras.png 300w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/12\/07003329\/mascaras.png 768w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/12\/07003329\/mascaras.png 1024w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/12\/07003329\/mascaras.png 610w\" sizes=\"auto, (max-width: 1431px) 100vw, 1431px\" \/><\/a><\/p>\n<p>(Olgyay, 2015)<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"680\">Gabarito: alternativa D<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong><span style=\"font-size: 14pt;\">38.<\/span><\/strong><\/p>\n<p>A ilustra\u00e7\u00e3o abaixo demonstra possibilidades para o posicionamento de elementos como quadros e aberturas nas paredes de uma edifica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/12\/07003507\/qq.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-154667\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/12\/07003507\/qq.png\" alt=\"\" width=\"530\" height=\"734\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/12\/07003507\/qq.png 530w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/12\/07003507\/qq.png 217w\" sizes=\"auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px\" \/><\/a><\/p>\n<p>Para Bruno Zevi, a respeito de simetria, assimetria e disson\u00e2ncias na linguagem moderna da arquitetura,<\/p>\n<p>(A)\u00a0 simetria \u00e9 um conceito subjetivo e ref\u00e9m das prefer\u00eancias hist\u00f3ricas de cada sociedade, devendo ser adotado quando aspectos culturais assim demandem.<\/p>\n<p>(B)\u00a0 simetria \u00e9 desperd\u00edcio econ\u00f4mico, mais cinismo intelectual. Portanto, deve-se situar tais elementos em quaisquer pontos que n\u00e3o sejam sim\u00e9tricos ou centralizados.<\/p>\n<p>(C)\u00a0 assimetria \u00e9 desperd\u00edcio econ\u00f4mico, mais cinismo intelectual. Portanto, deve-se situar tais elementos em quaisquer pontos que n\u00e3o sejam sim\u00e9tricos ou centralizados.<\/p>\n<p>(D)\u00a0 simetria \u00e9 desperd\u00edcio econ\u00f4mico, mais cinismo intelectual. Portanto, deve-se situar tais elementos sempre que poss\u00edvel centralizados e simetricamente dispostos.<\/p>\n<p>(E)\u00a0\u00a0 assimetria \u00e9 desperd\u00edcio econ\u00f4mico, mais cinismo intelectual. Portanto, deve-se situar tais elementos sempre que poss\u00edvel centralizados e simetricamente dispostos.<\/p>\n<table width=\"680\">\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"680\"><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p>Quest\u00e3o embasada no livro de Bruno Zevi \u201cA Linguagem Moderna da arquitetura\u201d.<\/p>\n<p>Em seu livro \u201cLinguagem Moderna da Arquitetura\u201d, o arquiteto e te\u00f3rico Bruno Zevi procurou preencher a lacuna deixada pelo seu predecessor \u201cLinguagem Cl\u00e1ssica da Arquitetura\u201d do ingl\u00eas John Summerson. Segundo Zevi, durante s\u00e9culos, a \u00fanica l\u00edngua arquitet\u00f4nica foi a do classicismo. Todas as outras eram, ent\u00e3o, consideradas exce\u00e7\u00f5es \u00e0 regra e, por isso, n\u00e3o possu\u00edam vida aut\u00f4noma. Deste modo, tendo a arquitetura moderna nascida como uma ant\u00edtese \u00e0 pol\u00eamica do neoclassicismo, se ela n\u00e3o se estruturar em l\u00edngua, corre o risco de se tornar instransmiss\u00edvel.<\/p>\n<p>A assimetria apresenta-se como invari\u00e1vel da linguagem moderna por se contrapor a uma invari\u00e1vel do classicismo: a simetria. De acordo com Zevi, a simetria est\u00e1 relacionada a um desperd\u00edcio econ\u00f4mico, a uma necessidade de seguran\u00e7a, ao medo da flexibilidade, ao tempo vivido e \u00e0 passividade, \u00e9 sin\u00f4nimo de poder e domina\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O autor relaciona ainda a simetria \u00e0 fachada de um poder fict\u00edcio. Afirma que nem todos edif\u00edcios sim\u00e9tricos s\u00e3o ret\u00f3ricos, mas todos os edif\u00edcios ret\u00f3ricos s\u00e3o sim\u00e9tricos. Nesse sentido, na hora de projetar, sempre que pensarmos em que posi\u00e7\u00e3o colocar algo, devemos colocar \u201cem outro lugar\u201d. Desta maneira, estar\u00edamos fugindo do \u00f3bvio, das no\u00e7\u00f5es pr\u00e9-concebidas.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"680\">Gabarito: alternativa B<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><span style=\"font-size: 14pt;\"><strong>39.<\/strong><\/span><\/p>\n<p>A respeito da significativa produ\u00e7\u00e3o arquitet\u00f4nica das \u00faltimas duas d\u00e9cadas, o arquiteto e cr\u00edtico Josep Maria Montaner identifica que a import\u00e2ncia outorgada aos sentidos, \u00e0 percep\u00e7\u00e3o e \u00e0 experi\u00eancia humana associa-se a uma vis\u00edvel aproxima\u00e7\u00e3o da arquitetura \u00e0 corrente filos\u00f3fica da fenomenologia, e que se reflete sobretudo nas obras de<\/p>\n<p>(A)\u00a0 \u00c1lvaro Siza e MRDV.<\/p>\n<p>(B)\u00a0 Steven Holl e Peter Zumthor.<\/p>\n<p>(C)\u00a0 Rafael Moneo e Lacaton &amp; Vassal.<\/p>\n<p>(D)\u00a0 BIG e Giancarlo Mazzanti.<\/p>\n<p>(E)\u00a0\u00a0 Zaha Hadid e Frank Gehry.<\/p>\n<table width=\"680\">\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"680\"><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p>Quest\u00e3o embasada no livro de Josep Maria Montaner \u201cDo diagrama \u00e0s experi\u00eancias, rumo a uma arquitetura de a\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p><strong>Arquiteturas da experi\u00eancia, da percep\u00e7\u00e3o e dos sentidos<\/strong><\/p>\n<p>Nesta se\u00e7\u00e3o ser\u00e1 analisada a obra de arquitetos contempor\u00e2neos para quem a experi\u00eancia, os processos de percep\u00e7\u00e3o e a satisfa\u00e7\u00e3o dos sentidos s\u00e3o fundamentais. Tudo isso est\u00e1 em sintonia com os argumentos do cr\u00edtico Juhani Pallasmaa em sua defesa de uma arquitetura dos sentidos. Em Os olhos da pele,1 Pallasmaa sustenta que os arquitetos fenomen\u00f3logos s\u00e3o Steven Holl, Glenn Murcutt e Peter Zumthor, que ser\u00e1 discutido neste cap\u00edtulo.<\/p>\n<p>Com suas aquarelas e maquetes, Steven Holl (1947) prev\u00ea os efeitos da luz natural, de maneira que os espa\u00e7os interiores possam ser percebidos, sentidos, apalpados, cheirados e tenham temperatura e cor. Usando esses instrumentos, ele demonstra possuir uma concep\u00e7\u00e3o sensorial do diagrama.<\/p>\n<p>E Glenn Murcut (1936) constr\u00f3i sozinho uma obra minuciosa e lenta, casas que se elevam acima do terreno \u2013 para se proteger do calor e dos animais \u2013 com coberturas inclinadas para favorecer a ventila\u00e7\u00e3o natural e o aproveitamento da luz solar.<\/p>\n<p>Nessa linha, h\u00e1 arquitetos que conferem uma import\u00e2ncia especial \u00e0 felicidade das pessoas por meio dos processos de percep\u00e7\u00e3o, como Billie Tsien e Tod Williams, Laura Spinadel ou Mauricio Rocha, que ser\u00e3o analisados mais adiante. Come\u00e7aremos pela obra de Carlo Scarpa, compreendida sob essa \u00f3ptica e n\u00e3o a partir da vis\u00e3o convencional da intensidade no detalhe.<\/p>\n<p>(Montaner<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 10pt;\">Montaner, Josep Maria. Do diagrama \u00e0s experi\u00eancias, rumo a uma arquitetura de a\u00e7\u00e3o (Locais do Kindle 2206-2219). GG. Edi\u00e7\u00e3o do Kindle.<\/span><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"680\">Gabarito: alternativa B<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong><span style=\"font-size: 14pt;\">30.<\/span><\/strong><\/p>\n<p>Considere a figura abaixo.<\/p>\n<p>A figura ilustra uma instala\u00e7\u00e3o predial de esgoto. Os itens I, II, III e IV correspondem, respectivamente, a<\/p>\n<p>(A)\u00a0 coletor residencial,\u00a0\u00a0 esgoto secund\u00e1rio,\u00a0\u00a0\u00a0 tubo de queda\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 e\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 coletor privado.<\/p>\n<p>(B)\u00a0 esgoto secund\u00e1rio,\u00a0\u00a0 esgoto prim\u00e1rio,\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 tubo de ventila\u00e7\u00e3o\u00a0\u00a0 e\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 coletor predial.<\/p>\n<p>(C)\u00a0 esgoto prim\u00e1rio,\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 esgoto secund\u00e1rio,\u00a0\u00a0\u00a0 tubo de ventila\u00e7\u00e3o e\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 esgoto terci\u00e1rio.<\/p>\n<p>(D)\u00a0 esgoto terci\u00e1rio,\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 esgoto secund\u00e1rio,\u00a0\u00a0\u00a0 tubo de queda\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 e\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 esgoto prim\u00e1rio.<\/p>\n<p>(E)\u00a0\u00a0 esgoto secund\u00e1rio,\u00a0\u00a0 esgoto prim\u00e1rio,\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 tubo de ventila\u00e7\u00e3o\u00a0\u00a0 e\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 tubo de queda.<\/p>\n<table width=\"680\">\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"680\"><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p>Quest\u00e3o embasada no livro de Roberto de Carvalho J\u00fanior \u201cInstala\u00e7\u00f5es Hidr\u00e1ulicas e o Projeto de Arquitetura\u201d.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/12\/07003720\/2018-12-07-00.22.57.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-154668\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/12\/07003720\/2018-12-07-00.22.57.jpg\" alt=\"\" width=\"2979\" height=\"3120\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/12\/07003720\/2018-12-07-00.22.57.jpg 2979w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/12\/07003720\/2018-12-07-00.22.57.jpg 286w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/12\/07003720\/2018-12-07-00.22.57.jpg 768w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/12\/07003720\/2018-12-07-00.22.57.jpg 978w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/12\/07003720\/2018-12-07-00.22.57.jpg 610w\" sizes=\"auto, (max-width: 2979px) 100vw, 2979px\" \/><\/a><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"680\"><strong>(J\u00fanior, 2017)<\/strong><\/p>\n<p>Gabarito: alternativa B<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>Abra\u00e7os, Moema<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Oi pessoal! 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