{"id":1540776,"date":"2025-03-05T22:49:04","date_gmt":"2025-03-06T01:49:04","guid":{"rendered":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/?p=1540776"},"modified":"2025-03-05T22:49:06","modified_gmt":"2025-03-06T01:49:06","slug":"informativo-stf-1166-comentado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/informativo-stf-1166-comentado\/","title":{"rendered":"Informativo STF 1166 Comentado"},"content":{"rendered":"\n<p>Pra voc\u00ea est\u00e1 ligad@ aqui\u00a0no Estrat\u00e9gia Carreiras Jur\u00eddicas, informativo n\u00ba 1166 do STF\u00a0<strong>COMENTADO<\/strong> na telinha!<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><strong><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2025\/03\/05224413\/stf-info-1166.pdf\">DOWNLOAD do PDF<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"lyte-wrapper\" style=\"width:853px;max-width:100%;margin:5px;\"><div class=\"lyMe\" id=\"WYL_hxjwFFtWEHY\"><div id=\"lyte_hxjwFFtWEHY\" data-src=\"\/\/i.ytimg.com\/vi\/hxjwFFtWEHY\/hqdefault.jpg\" class=\"pL\"><div class=\"tC\"><div class=\"tT\"><\/div><\/div><div class=\"play\"><\/div><div class=\"ctrl\"><div class=\"Lctrl\"><\/div><div class=\"Rctrl\"><\/div><\/div><\/div><noscript><a href=\"https:\/\/youtu.be\/hxjwFFtWEHY\" rel=\"nofollow\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i.ytimg.com\/vi\/hxjwFFtWEHY\/0.jpg\" alt=\"YouTube video thumbnail\" width=\"853\" height=\"460\" \/><br \/>Assista a este v\u00eddeo no YouTube<\/a><\/noscript><\/div><\/div><div class=\"lL\" style=\"max-width:100%;width:853px;margin:5px;\"><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-gratificacoes-e-regime-de-subsidio-no-ministerio-publico-estadual\">Gratifica\u00e7\u00f5es e Regime de Subs\u00eddio no Minist\u00e9rio P\u00fablico Estadual<\/h2>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-indexador\">Indexador<\/h3>\n\n\n\n<p>Disciplina: Direito Administrativo<\/p>\n\n\n\n<p>Cap\u00edtulo: Servidor P\u00fablico<\/p>\n\n\n\n<p>Item: Regime Remunerat\u00f3rio<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-area\">\u00c1rea<\/h3>\n\n\n\n<p>Magistratura<\/p>\n\n\n\n<p>Minist\u00e9rio P\u00fablico<\/p>\n\n\n\n<p>Procuradorias<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-destaque\">Destaque<\/h3>\n\n\n\n<p>\u00c9 inconstitucional a incorpora\u00e7\u00e3o de gratifica\u00e7\u00f5es pelo exerc\u00edcio de fun\u00e7\u00f5es de confian\u00e7a ao subs\u00eddio dos membros do Minist\u00e9rio P\u00fablico estadual, por violar o regime de parcela \u00fanica e os limites remunerat\u00f3rios constitucionais.<\/p>\n\n\n\n<p>ADI 3.228\/ES, Rel. Min. Edson Fachin, Red. p\/ ac\u00f3rd\u00e3o Min. Lu\u00eds Roberto Barroso, Plen\u00e1rio, julgado em 19\/02\/2025.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-conteudo-base\">Conte\u00fado-Base<\/h3>\n\n\n\n<p>???? O regime de subs\u00eddio \u00e9 incompat\u00edvel com a <strong>incorpora\u00e7\u00e3o<\/strong> de gratifica\u00e7\u00f5es por fun\u00e7\u00f5es de confian\u00e7a, mas permite seu pagamento enquanto durar o exerc\u00edcio da fun\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>???? A Constitui\u00e7\u00e3o Federal veda acr\u00e9scimos ao subs\u00eddio (art. 39, \u00a7 4\u00ba), permitindo gratifica\u00e7\u00f5es apenas quando vinculadas ao desempenho tempor\u00e1rio de fun\u00e7\u00e3o de confian\u00e7a ou cargo em comiss\u00e3o (art. 37, V).<\/p>\n\n\n\n<p>???? A norma estadual que previa a incorpora\u00e7\u00e3o dessas gratifica\u00e7\u00f5es aos vencimentos dos membros do Minist\u00e9rio P\u00fablico estadual foi declarada inconstitucional.<\/p>\n\n\n\n<p>???? O Supremo Tribunal Federal fixou que a emenda parlamentar que imp\u00f4s tal benef\u00edcio viola a autonomia administrativa e financeira do Minist\u00e9rio P\u00fablico.<\/p>\n\n\n\n<p>???? A decis\u00e3o modulou os efeitos para afastar a devolu\u00e7\u00e3o das parcelas j\u00e1 recebidas at\u00e9 a publica\u00e7\u00e3o da ata do julgamento.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-discussao-e-tese\">Discuss\u00e3o e Tese<\/h3>\n\n\n\n<p>???? O debate envolveu a compatibilidade do pagamento de gratifica\u00e7\u00f5es a membros do Minist\u00e9rio P\u00fablico estadual dentro do regime de subs\u00eddio, bem como a possibilidade de sua incorpora\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2696\ufe0f Para o STF:<\/p>\n\n\n\n<p>\u2022 O pagamento de gratifica\u00e7\u00f5es pelo desempenho de fun\u00e7\u00f5es de confian\u00e7a \u00e9 poss\u00edvel, desde que respeite o teto constitucional e n\u00e3o haja incorpora\u00e7\u00e3o ao subs\u00eddio.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2022 A inclus\u00e3o da gratifica\u00e7\u00e3o nos vencimentos viola o regime de parcela \u00fanica e gera aumento indevido de despesa p\u00fablica.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2022 Emenda parlamentar que cria despesa para o Minist\u00e9rio P\u00fablico sem iniciativa pr\u00f3pria da institui\u00e7\u00e3o afronta a autonomia administrativa e financeira garantida pela Constitui\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-como-sera-cobrado-em-prova\">Como ser\u00e1 Cobrado em Prova<\/h3>\n\n\n\n<p>???? Q1. \u00c9 poss\u00edvel a incorpora\u00e7\u00e3o de gratifica\u00e7\u00f5es ao subs\u00eddio de membros do Minist\u00e9rio P\u00fablico estadual, desde que respeitado o teto constitucional.<\/p>\n\n\n\n<p>\u274c Errado. O STF entendeu que o regime de parcela \u00fanica impede a incorpora\u00e7\u00e3o de gratifica\u00e7\u00f5es ao subs\u00eddio.<\/p>\n\n\n\n<p>???? Q2. O pagamento de gratifica\u00e7\u00f5es por exerc\u00edcio de fun\u00e7\u00e3o de confian\u00e7a \u00e9 compat\u00edvel com o regime de subs\u00eddio.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2705 Correto. O STF permitiu o pagamento dessas gratifica\u00e7\u00f5es, desde que vinculadas ao per\u00edodo de exerc\u00edcio da fun\u00e7\u00e3o, sem incorpora\u00e7\u00e3o ao subs\u00eddio.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-versao-esquematizada\">Vers\u00e3o Esquematizada<\/h3>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table class=\"has-fixed-layout\"><tbody><tr><td><strong>???? Gratifica\u00e7\u00f5es e Regime de Subs\u00eddio no Minist\u00e9rio P\u00fablico Estadual<\/strong><\/td><\/tr><tr><td>???? Subs\u00eddio \u00e9 parcela \u00fanica e n\u00e3o permite acr\u00e9scimos permanentes. ???? Gratifica\u00e7\u00f5es por fun\u00e7\u00e3o de confian\u00e7a s\u00e3o poss\u00edveis, desde que n\u00e3o incorporadas aos vencimentos. ???? Qualquer aumento de despesa imposta por emenda parlamentar sem iniciativa do Minist\u00e9rio P\u00fablico viola sua autonomia. ???? O STF modulou os efeitos da decis\u00e3o para afastar a devolu\u00e7\u00e3o de valores j\u00e1 recebidos.<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-inteiro-teor-com-destaques\">Inteiro Teor (com destaques)<\/h3>\n\n\n\n<p>Desde que respeitado o teto constitucional (CF\/1988, art. 37, XI), o regime remunerat\u00f3rio de subs\u00eddios (CF\/1988, art. 39, \u00a7 4o) \u00e9 compat\u00edvel com o pagamento de gratifica\u00e7\u00f5es pelo exerc\u00edcio de cargos em comiss\u00e3o ou fun\u00e7\u00f5es de confian\u00e7a (CF\/1988, art. 37, V). Contudo, veda-se a incorpora\u00e7\u00e3o dessas gratifica\u00e7\u00f5es a subs\u00eddio ou vencimentos.<\/p>\n\n\n\n<p>A institui\u00e7\u00e3o do regime de parcela \u00fanica <strong>n\u00e3o impede o pagamento de gratifica\u00e7\u00f5es ou de verbas adicionais pelo desempenho de cargo ou fun\u00e7\u00e3o de dire\u00e7\u00e3o, chefia ou assessoramento<\/strong>, contanto que seja observado o art. 37, XI, da CF\/1988 (2). O pagamento dessas gratifica\u00e7\u00f5es vincula-se estritamente ao efetivo per\u00edodo de desempenho da fun\u00e7\u00e3o de confian\u00e7a, de modo que tamb\u00e9m \u00e9 proibida a sua acumula\u00e7\u00e3o e incorpora\u00e7\u00e3o ao subs\u00eddio ap\u00f3s o exerc\u00edcio da atividade.<\/p>\n\n\n\n<p>Por outro lado, \u00e9 formalmente inconstitucional \u2014 devido ao <strong>v\u00edcio de iniciativa legislativa<\/strong> e \u00e0 viola\u00e7\u00e3o da <strong>autonomia financeira e administrativa<\/strong> da institui\u00e7\u00e3o \u2014 emenda parlamentar em projeto de lei de iniciativa privativa do Minist\u00e9rio P\u00fablico que implique aumento de despesa a ser suportado pelo or\u00e7amento destinado a esse \u00f3rg\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Na esp\u00e9cie, a norma estadual impugnada, fruto de emenda parlamentar, ao conceder gratifica\u00e7\u00f5es de fun\u00e7\u00e3o que se incorporam retroativamente aos subs\u00eddios dos membros do Parquet local, ocupantes de cargos e fun\u00e7\u00f5es de confian\u00e7a, resultou em aumento de despesa e violou a prerrogativa de iniciativa de lei para a fixa\u00e7\u00e3o da pol\u00edtica remunerat\u00f3ria do Minist\u00e9rio P\u00fablico.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-infracoes-administrativas-de-conselheiro-do-tribunal-de-contas-estadual-e-rito-de-julgamento\">Infra\u00e7\u00f5es Administrativas de Conselheiro do Tribunal de Contas Estadual e Rito de Julgamento<\/h2>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-indexador-0\">Indexador<\/h3>\n\n\n\n<p>Disciplina: Direito Administrativo<\/p>\n\n\n\n<p>Cap\u00edtulo: Infra\u00e7\u00f5es Pol\u00edtico-Administrativas<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-area-0\">\u00c1rea<\/h3>\n\n\n\n<p>Magistratura<\/p>\n\n\n\n<p>Minist\u00e9rio P\u00fablico<\/p>\n\n\n\n<p>Procuradorias<\/p>\n\n\n\n<p>Tribunais de Contas<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-destaque-0\">Destaque<\/h3>\n\n\n\n<p>Dispositivos de Constitui\u00e7\u00e3o estadual que preveem julgamento de conselheiros do Tribunal de Contas pela Assembleia Legislativa por infra\u00e7\u00f5es administrativas s\u00e3o inconstitucionais, pois violam a compet\u00eancia privativa da Uni\u00e3o para legislar sobre crimes de responsabilidade e a atribui\u00e7\u00e3o do STJ para processar esses agentes.<\/p>\n\n\n\n<p>ADI 4.190\/RJ, Rel. Min. Nunes Marques, Plen\u00e1rio, julgado em 21\/02\/2025.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-conteudo-base-0\">Conte\u00fado-Base<\/h3>\n\n\n\n<p>???? A compet\u00eancia para definir crimes de responsabilidade e disciplinar o processo e julgamento de agentes pol\u00edticos \u00e9 privativa da Uni\u00e3o (CF\/1988, art. 22, I).<\/p>\n\n\n\n<p>???? Conselheiros dos Tribunais de Contas estaduais possuem a garantia da vitaliciedade, sendo vedado o afastamento do cargo sem decis\u00e3o judicial transitada em julgado.<\/p>\n\n\n\n<p>???? A Constitui\u00e7\u00e3o Federal estabelece que compete ao STJ processar e julgar os conselheiros dos Tribunais de Contas nos crimes de responsabilidade (art. 105, I, \u201ca\u201d).<\/p>\n\n\n\n<p>???? Dispositivos estaduais que sujeitam conselheiros a julgamento pela Assembleia Legislativa e permitem seu afastamento administrativo violam essas normas e s\u00e3o inconstitucionais.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-discussao-e-tese-0\">Discuss\u00e3o e Tese<\/h3>\n\n\n\n<p>???? O debate girou em torno da constitucionalidade de normas estaduais que estabeleciam infra\u00e7\u00f5es pol\u00edtico-administrativas para conselheiros de Tribunais de Contas estaduais e seu julgamento pela Assembleia Legislativa.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2696\ufe0f Para o STF:<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; \u2022&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A defini\u00e7\u00e3o de crimes de responsabilidade e seu processo de julgamento \u00e9 mat\u00e9ria reservada \u00e0 Uni\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; \u2022&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O STJ det\u00e9m compet\u00eancia exclusiva para processar conselheiros dos Tribunais de Contas nos crimes de responsabilidade.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; \u2022&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A vitaliciedade dos membros das Cortes de Contas impede que sejam afastados por decis\u00e3o da Assembleia Legislativa sem processo judicial.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; \u2022&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Normas estaduais que contrariam esses princ\u00edpios s\u00e3o inconstitucionais.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-como-sera-cobrado-em-prova-0\">Como ser\u00e1 Cobrado em Prova<\/h3>\n\n\n\n<p>???? Q1. A Constitui\u00e7\u00e3o Estadual, pode prever que conselheiros dos Tribunais de Contas estaduais sejam afastados pela Assembleia Legislativa em caso de infra\u00e7\u00e3o administrativa.<\/p>\n\n\n\n<p>\u274c Errado. O STF entendeu que essa previs\u00e3o viola a compet\u00eancia privativa da Uni\u00e3o e a garantia da vitaliciedade dos conselheiros.<\/p>\n\n\n\n<p>???? Q2. O STJ tem compet\u00eancia para processar e julgar conselheiros de Tribunais de Contas estaduais em crimes de responsabilidade.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2705 Correto. O artigo 105, I, \u201ca\u201d, da Constitui\u00e7\u00e3o Federal atribui essa compet\u00eancia ao STJ.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-versao-esquematizada-0\">Vers\u00e3o Esquematizada<\/h3>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table class=\"has-fixed-layout\"><tbody><tr><td>???? Julgamento de Conselheiros de Tribunais de Contas Estaduais<\/td><\/tr><tr><td>???? Compet\u00eancia para definir crimes de responsabilidade \u00e9 privativa da Uni\u00e3o. ???? Processar e julgar conselheiros por crimes de responsabilidade cabe ao STJ. ???? Conselheiros possuem garantia da vitaliciedade, vedado afastamento sem decis\u00e3o judicial transitada em julgado. ???? Normas estaduais que permitem julgamento e afastamento pela Assembleia Legislativa s\u00e3o inconstitucionais.<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-inteiro-teor-com-destaques-0\">Inteiro Teor (com destaques)<\/h3>\n\n\n\n<p>S\u00e3o inconstitucionais \u2014 pois violam a compet\u00eancia privativa da Uni\u00e3o para legislar sobre direito penal e processual (CF\/1988, art. 22, I), a atribui\u00e7\u00e3o do STJ para processar e julgar crimes de responsabilidade cometidos por conselheiros dos Tribunais de Contas estaduais (CF\/1988, art. 105, I, \u201ca\u201d) e a garantia da vitaliciedade dos membros da Corte de Contas (CF\/1988, arts. 73, \u00a7 3o, e 95, I, c\/c o art. 75) \u2014 dispositivos de Constitui\u00e7\u00e3o estadual que disp\u00f5em sobre as infra\u00e7\u00f5es administrativas cometidas por esses agentes e as sujeitam a julgamento pela Assembleia Legislativa e \u00e0 san\u00e7\u00e3o de afastamento do cargo.<\/p>\n\n\n\n<p>Conforme jurisprud\u00eancia do STF, consolidada na S\u00famula Vinculante 46, a <strong>defini\u00e7\u00e3o das condutas t\u00edpicas configuradoras dos crimes de responsabilidade<\/strong> e o estabelecimento de regras que disciplinem o <strong>processo e julgamento<\/strong> dos agentes pol\u00edticos envolvidos s\u00e3o de compet\u00eancia legislativa privativa da Uni\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Por sua vez, compete ao <em>STJ processar e julgar os membros dos Tribunais de Contas estaduais nos crimes de responsabilidade e nos il\u00edcitos penais comuns<\/em>, assim definidos em legisla\u00e7\u00e3o da Uni\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Ademais, os conselheiros dos Tribunais de Contas disp\u00f5em da garantia constitucional da vitaliciedade, que, al\u00e9m de impedir a decreta\u00e7\u00e3o da perda do cargo sem decis\u00e3o judicial transitada em julgado, viabiliza o exerc\u00edcio das respectivas atribui\u00e7\u00f5es de modo independente e livre de interfer\u00eancias externas de qualquer ordem.<\/p>\n\n\n\n<p>Na esp\u00e9cie, os dispositivos da Constitui\u00e7\u00e3o estadual impugnados disciplinam il\u00edcitos pol\u00edtico-administrativos de conselheiro do Tribunal de Contas local a serem julgados pela Assembleia Legislativa e sancionados com o afastamento do cargo, al\u00e9m de fixarem o rito processual.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-pagamento-de-verbas-indenizatorias-a-agentes-publicos-no-ambito-estadual\">Pagamento de Verbas Indenizat\u00f3rias a Agentes P\u00fablicos no \u00c2mbito Estadual<\/h2>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-indexador-1\">Indexador<\/h3>\n\n\n\n<p>Disciplina: Direito Constitucional<\/p>\n\n\n\n<p>Cap\u00edtulo: Administra\u00e7\u00e3o P\u00fablica<\/p>\n\n\n\n<p>Item: Teto Constitucional e Limites Remunerat\u00f3rios<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-area-1\">\u00c1rea<\/h3>\n\n\n\n<p>Magistratura<\/p>\n\n\n\n<p>Minist\u00e9rio P\u00fablico<\/p>\n\n\n\n<p>Procuradorias<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-destaque-1\">Destaque<\/h3>\n\n\n\n<p>\u00c9 inconstitucional a inclus\u00e3o de verbas remunerat\u00f3rias como exce\u00e7\u00e3o ao teto constitucional, pois a natureza indenizat\u00f3ria de um valor deve ser definida com base no fato gerador que enseja sua percep\u00e7\u00e3o, n\u00e3o podendo servir para burlar o limite de subs\u00eddio estabelecido pela Constitui\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>ADI 7.402\/GO, Rel. Min. Andr\u00e9 Mendon\u00e7a, Plen\u00e1rio, julgado em 21\/02\/2025.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-conteudo-base-1\">Conte\u00fado-Base<\/h3>\n\n\n\n<p>???? O teto constitucional de remunera\u00e7\u00e3o (CF\/1988, art. 37, XI) abrange todas as parcelas que comp\u00f5em a retribui\u00e7\u00e3o do agente p\u00fablico, salvo exce\u00e7\u00f5es expressamente previstas em lei.<\/p>\n\n\n\n<p>???? A classifica\u00e7\u00e3o de uma verba como indenizat\u00f3ria exige a demonstra\u00e7\u00e3o de que se destina a compensar um gasto real do servidor no exerc\u00edcio da fun\u00e7\u00e3o, n\u00e3o podendo ser utilizada para majorar remunera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>???? O Supremo Tribunal Federal declarou inconstitucionais normas estaduais que transformavam parcelas remunerat\u00f3rias em indenizat\u00f3rias para que ultrapassassem o teto constitucional.<\/p>\n\n\n\n<p>???? O pagamento de verbas indenizat\u00f3rias sem base legal espec\u00edfica fere o princ\u00edpio da moralidade administrativa e da impessoalidade, al\u00e9m de comprometer a transpar\u00eancia da remunera\u00e7\u00e3o p\u00fablica.<\/p>\n\n\n\n<p>???? A decis\u00e3o reafirma que a natureza jur\u00eddica das verbas pagas a servidores deve ser analisada a partir de sua finalidade e n\u00e3o do nome atribu\u00eddo pelo legislador local.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-discussao-e-tese-1\">Discuss\u00e3o e Tese<\/h3>\n\n\n\n<p>???? O debate envolveu a possibilidade de transformar verbas remunerat\u00f3rias em indenizat\u00f3rias para excluir sua incid\u00eancia no teto constitucional.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2696\ufe0f Para o STF:<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; \u2022&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O teto remunerat\u00f3rio constitucional abrange todas as parcelas de natureza salarial, independentemente da denomina\u00e7\u00e3o atribu\u00edda.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; \u2022&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Apenas parcelas expressamente reconhecidas como indenizat\u00f3rias pela Constitui\u00e7\u00e3o ou por lei de abrang\u00eancia nacional podem ser exclu\u00eddas desse limite.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; \u2022&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A convers\u00e3o artificial de parcelas remunerat\u00f3rias em indenizat\u00f3rias viola os princ\u00edpios da moralidade e da transpar\u00eancia na administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; \u2022&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Estados e Munic\u00edpios n\u00e3o podem editar normas que criem exce\u00e7\u00f5es ao teto remunerat\u00f3rio sem respaldo constitucional.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-como-sera-cobrado-em-prova-1\">Como ser\u00e1 Cobrado em Prova<\/h3>\n\n\n\n<p>???? A natureza jur\u00eddica das verbas pagas a servidores deve ser analisada finalisticamente e n\u00e3o a a partir do <em>nomen juris<\/em>.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2705 Correto. A natureza jur\u00eddica das verbas pagas a servidores deve ser analisada com base na sua finalidade e n\u00e3o do nome atribu\u00eddo pelo legislador local.<\/p>\n\n\n\n<p>???? O teto constitucional de remunera\u00e7\u00e3o abrange todas as parcelas recebidas pelo agente p\u00fablico.<\/p>\n\n\n\n<p>\u274c <strong>Errado<\/strong>. O STF ressaltou a exclus\u00e3o de verbas indenizat\u00f3rio do teto remunerat\u00f3rio.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-versao-esquematizada-1\">Vers\u00e3o Esquematizada<\/h3>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table class=\"has-fixed-layout\"><tbody><tr><td><strong>???? Verbas Indenizat\u00f3rias e Teto Constitucional<\/strong><\/td><\/tr><tr><td>???? O teto remunerat\u00f3rio da CF\/1988 abrange todas as parcelas salariais. ???? Apenas verbas indenizat\u00f3rias expressamente previstas em lei podem ser exclu\u00eddas desse limite. ???? A convers\u00e3o artificial de remunera\u00e7\u00e3o em indeniza\u00e7\u00e3o viola os princ\u00edpios da moralidade e da transpar\u00eancia. ???? Normas estaduais que permitem essa convers\u00e3o s\u00e3o inconstitucionais.<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-inteiro-teor-com-destaques-1\">Inteiro Teor (com destaques)<\/h3>\n\n\n\n<p>\u00c9 <strong>inconstitucional a inclus\u00e3o de verbas remunerat\u00f3rias como exce\u00e7\u00e3o ao teto constitucional<\/strong> (CF\/1988, art. 37, XI e \u00a7 11). Nesse contexto, a <em>natureza remunerat\u00f3ria ou indenizat\u00f3ria<\/em> de determinado valor auferido decorre da investiga\u00e7\u00e3o e da identifica\u00e7\u00e3o do fato gerador que enseja a sua percep\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>O teto constitucional de retribui\u00e7\u00e3o estabelecido pela EC no 41\/03 abrange a integralidade das parcelas que comp\u00f5em a remunera\u00e7\u00e3o do servidor p\u00fablico, pois o exerc\u00edcio ordin\u00e1rio de cargo ou fun\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 vantagem de car\u00e1ter individual, n\u00e3o tem natureza indenizat\u00f3ria e n\u00e3o diz respeito \u00e0 cumula\u00e7\u00e3o de cargos ou \u00e0 condi\u00e7\u00e3o extraordin\u00e1ria de trabalho. A \u00fanica exce\u00e7\u00e3o se refere \u00e0s parcelas de cunho indenizat\u00f3rio previstas em lei.<\/p>\n\n\n\n<p>A diferencia\u00e7\u00e3o dos conceitos \u201cverba remunerat\u00f3ria\u201d e \u201cparcela indenizat\u00f3ria\u201d adv\u00e9m da pr\u00f3pria natureza jur\u00eddica particular de cada um. Assim, n\u00e3o h\u00e1 raz\u00e3o jur\u00eddica que justifique a cambialidade de uma parcela a partir do atingimento de um determinado montante, isto \u00e9, a classifica\u00e7\u00e3o da verba como remunerat\u00f3ria at\u00e9 certo patamar pecuni\u00e1rio e como indenizat\u00f3ria em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 quantia que o excede.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-remocao-e-promocao-por-antiguidade-de-magistrados-estaduais\">Remo\u00e7\u00e3o e Promo\u00e7\u00e3o por Antiguidade de Magistrados Estaduais<\/h2>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-indexador-2\">Indexador<\/h3>\n\n\n\n<p>Disciplina: Direito Constitucional<\/p>\n\n\n\n<p>Cap\u00edtulo: Poder Judici\u00e1rio<\/p>\n\n\n\n<p>Item: Estatuto da Magistratura<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-area-2\">\u00c1rea<\/h3>\n\n\n\n<p>Magistratura<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-destaque-2\">Destaque<\/h3>\n\n\n\n<p>\u00c9 constitucional a preced\u00eancia da remo\u00e7\u00e3o sobre a promo\u00e7\u00e3o por antiguidade na magistratura estadual, desde que observadas as normas do art. 93 da Constitui\u00e7\u00e3o Federal.<\/p>\n\n\n\n<p>ADI 6.757\/RR, Rel. Min. Nunes Marques, Plen\u00e1rio, julgado em 20\/02\/2025.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-conteudo-base-2\">Conte\u00fado-Base<\/h3>\n\n\n\n<p>???? A remo\u00e7\u00e3o e a promo\u00e7\u00e3o por antiguidade devem seguir crit\u00e9rios objetivos e atender ao princ\u00edpio da isonomia entre magistrados.<\/p>\n\n\n\n<p>???? O art. 93, VIII-A, da Constitui\u00e7\u00e3o estabelece que a remo\u00e7\u00e3o obedece \u00e0s mesmas regras da promo\u00e7\u00e3o por antiguidade e merecimento.<\/p>\n\n\n\n<p>???? A regra da preced\u00eancia da remo\u00e7\u00e3o evita que ju\u00edzes mais novos ocupem vagas antes dos mais antigos da mesma entr\u00e2ncia.<\/p>\n\n\n\n<p>???? O Supremo Tribunal Federal reconheceu a validade da norma estadual que estabeleceu essa ordem, desde que compat\u00edvel com os crit\u00e9rios constitucionais.<\/p>\n\n\n\n<p>???? O Tema 964 da repercuss\u00e3o geral, que tratava da mat\u00e9ria, foi cancelado, e os tribunais estaduais ter\u00e3o 12 meses para se adequar \u00e0 decis\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-discussao-e-tese-2\">Discuss\u00e3o e Tese<\/h3>\n\n\n\n<p>???? A quest\u00e3o envolveu a compatibilidade entre normas estaduais sobre remo\u00e7\u00e3o e os princ\u00edpios gerais do Estatuto da Magistratura.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2696\ufe0f Para o STF:<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; \u2022&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A remo\u00e7\u00e3o pode ter prioridade sobre a promo\u00e7\u00e3o, desde que observados os crit\u00e9rios do art. 93 da CF.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; \u2022&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A regra refor\u00e7a a isonomia e evita distor\u00e7\u00f5es na progress\u00e3o da carreira.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; \u2022&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A remo\u00e7\u00e3o precede a promo\u00e7\u00e3o de magistrados, independentemente desta ocorrer por antiguidade ou por merecimento.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-como-sera-cobrado-em-prova-2\">Como ser\u00e1 Cobrado em Prova<\/h3>\n\n\n\n<p>???? A remo\u00e7\u00e3o precede a promo\u00e7\u00e3o na magistratura estadual, independentemente de previs\u00e3o legal.<\/p>\n\n\n\n<p>\u274c Errado. O STF entendeu que a preced\u00eancia da remo\u00e7\u00e3o deve estar prevista em lei e respeitar os crit\u00e9rios constitucionais.<\/p>\n\n\n\n<p>???? A remo\u00e7\u00e3o e a promo\u00e7\u00e3o seguem as mesmas diretrizes de antiguidade e merecimento.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2705 Correto. O art. 93 da Constitui\u00e7\u00e3o exige que ambos os institutos sejam regidos pelos mesmos par\u00e2metros.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-versao-esquematizada-2\">Vers\u00e3o Esquematizada<\/h3>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table class=\"has-fixed-layout\"><tbody><tr><td><strong>???? Remo\u00e7\u00e3o e Promo\u00e7\u00e3o de Magistrados<\/strong><\/td><\/tr><tr><td>???? A remo\u00e7\u00e3o pode preceder a promo\u00e7\u00e3o, desde que prevista em lei. ???? Deve observar os crit\u00e9rios de antiguidade e merecimento. ???? Medida evita distor\u00e7\u00f5es na progress\u00e3o na carreira. ???? Prazo de 12 meses para adequa\u00e7\u00e3o dos tribunais, evitando inseguran\u00e7a jur\u00eddica.<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-inteiro-teor-com-destaques-2\">Inteiro Teor (com destaques)<\/h3>\n\n\n\n<p>\u00c9 constitucional \u2014 \u00e0 luz do art. 93, VIII-A, da Constitui\u00e7\u00e3o Federal de 1988 \u2014 lei estadual que estabelece a preced\u00eancia da remo\u00e7\u00e3o sobre a promo\u00e7\u00e3o por antiguidade na carreira da magistratura.<\/p>\n\n\n\n<p>Houve a supera\u00e7\u00e3o de precedentes desta Corte, pois a EC no 45\/2004, ao inserir o inciso VIII-A no art. 93 da CF\/1988, modificou o par\u00e2metro de controle dos atos infraconstitucionais.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Agora, a remo\u00e7\u00e3o precede a promo\u00e7\u00e3o de magistrados, independentemente desta ocorrer por antiguidade ou por merecimento<\/strong>, de modo que n\u00e3o subsiste a diferencia\u00e7\u00e3o relativa \u00e0 promo\u00e7\u00e3o por antiguidade diante do sil\u00eancio da Loman (art. 81). Essa compreens\u00e3o densifica o princ\u00edpio da isonomia e evita que o juiz de entr\u00e2ncia inferior assuma vaga de entr\u00e2ncia superior em detrimento de colega mais antigo na entr\u00e2ncia superior, ao qual n\u00e3o tenha sido oportunizada a remo\u00e7\u00e3o para a unidade jurisdicional vaga.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-guardas-municipais-competencia-legislativa-e-exercicio-de-policiamento-ostensivo-e-comunitario\">Guardas Municipais: Compet\u00eancia Legislativa e Exerc\u00edcio de Policiamento Ostensivo e Comunit\u00e1rio<\/h2>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-indexador-3\">Indexador<\/h3>\n\n\n\n<p>Disciplina: Direito Constitucional<\/p>\n\n\n\n<p>Cap\u00edtulo: Seguran\u00e7a P\u00fablica<\/p>\n\n\n\n<p>Item: Organiza\u00e7\u00e3o Pol\u00edtico-Administrativa<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-area-3\">\u00c1rea<\/h3>\n\n\n\n<p>Magistratura<\/p>\n\n\n\n<p>Minist\u00e9rio P\u00fablico<\/p>\n\n\n\n<p>Carreiras Policiais<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-destaque-3\">Destaque<\/h3>\n\n\n\n<p>\u00c9 constitucional o exerc\u00edcio de policiamento ostensivo e comunit\u00e1rio pelas guardas municipais, desde que respeitadas as atribui\u00e7\u00f5es dos demais \u00f3rg\u00e3os de seguran\u00e7a p\u00fablica e observadas as normas gerais estabelecidas pelo Congresso Nacional.<\/p>\n\n\n\n<p>RE 608.588\/SP (Tema 656 RG), Rel. Min. Luiz Fux, Plen\u00e1rio, julgado em 20\/02\/2025.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-conteudo-base-3\">Conte\u00fado-Base<\/h3>\n\n\n\n<p>???? O art. 144, \u00a7 8\u00ba, da Constitui\u00e7\u00e3o permite que os munic\u00edpios constituam guardas municipais para a prote\u00e7\u00e3o de seus bens, servi\u00e7os e instala\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>???? A atua\u00e7\u00e3o das guardas pode incluir policiamento preventivo e comunit\u00e1rio, desde que n\u00e3o interfira nas fun\u00e7\u00f5es exclusivas das pol\u00edcias civil e militar.<\/p>\n\n\n\n<p>???? O Estatuto Geral das Guardas Municipais (Lei 13.022\/2014) foi reconhecido como constitucional e compat\u00edvel com o modelo federativo de seguran\u00e7a p\u00fablica.<\/p>\n\n\n\n<p>???? As guardas municipais integram o Sistema \u00danico de Seguran\u00e7a P\u00fablica (SUSP) e devem atuar em colabora\u00e7\u00e3o com os demais entes federativos.<\/p>\n\n\n\n<p>???? A decis\u00e3o reformou ac\u00f3rd\u00e3o do TJ-SP que havia declarado inconstitucional a atribui\u00e7\u00e3o de policiamento ostensivo \u00e0s guardas municipais.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-discussao-e-tese-3\">Discuss\u00e3o e Tese<\/h3>\n\n\n\n<p>???? O tema discutiu a compatibilidade da amplia\u00e7\u00e3o das fun\u00e7\u00f5es das guardas municipais com a Constitui\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2696\ufe0f Para o STF:<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; \u2022&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Os munic\u00edpios podem organizar suas guardas para exercer policiamento preventivo e comunit\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; \u2022&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A atua\u00e7\u00e3o das guardas n\u00e3o pode incluir atividades de pol\u00edcia judici\u00e1ria, exclusivas das pol\u00edcias civil e federal.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; \u2022&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A fiscaliza\u00e7\u00e3o das atividades das guardas cabe ao Minist\u00e9rio P\u00fablico, conforme o controle externo da atividade policial.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-como-sera-cobrado-em-prova-3\">Como ser\u00e1 Cobrado em Prova<\/h3>\n\n\n\n<p>???? As guardas municipais devem apensar cuidar de bens e servi\u00e7os municipais, em sentido estrito, n\u00e3o podendo realizar policiamento ostensivo e comunit\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<p>\u274c Errado. A Constitui\u00e7\u00e3o e a legisla\u00e7\u00e3o federal autorizam essa atua\u00e7\u00e3o, respeitadas as compet\u00eancias dos demais \u00f3rg\u00e3os de seguran\u00e7a, conforme decidido pelo STF.<\/p>\n\n\n\n<p>???? As guardas municipais possuem as mesmas atribui\u00e7\u00f5es das pol\u00edcias militares.<\/p>\n\n\n\n<p>\u274c Errado. O STF destacou que as guardas n\u00e3o podem exercer fun\u00e7\u00f5es exclusivas das for\u00e7as policiais estaduais.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-versao-esquematizada-3\">Vers\u00e3o Esquematizada<\/h3>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table class=\"has-fixed-layout\"><tbody><tr><td><strong>???? Guardas Municipais e Seguran\u00e7a P\u00fablica<\/strong><\/td><\/tr><tr><td>???? Atua\u00e7\u00e3o autorizada pelo art. 144, \u00a7 8\u00ba, da CF. ???? Policiamento comunit\u00e1rio e preventivo permitido. ???? Veda\u00e7\u00e3o a atividades de pol\u00edcia judici\u00e1ria. ???? Controle externo pelo Minist\u00e9rio P\u00fablico. ???? Compatibilidade com o Estatuto Geral das Guardas Municipais.<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-inteiro-teor-com-destaques-3\">Inteiro Teor (com destaques)<\/h3>\n\n\n\n<p>A atua\u00e7\u00e3o legislativa local para disciplinar as <strong>atribui\u00e7\u00f5es das guardas municipais destinadas \u00e0 prote\u00e7\u00e3o de bens, servi\u00e7os e instala\u00e7\u00f5es do munic\u00edpio<\/strong> deve estar adequada \u00e0s especificidades locais e \u00e0 finalidade constitucional de promo\u00e7\u00e3o da seguran\u00e7a p\u00fablica no \u00e2mbito da respectiva compet\u00eancia e em coopera\u00e7\u00e3o com os demais \u00f3rg\u00e3os de seguran\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<p>O poder normativo conferido ao legislador municipal tem de se compatibilizar com a reparti\u00e7\u00e3o constitucional de compet\u00eancias. Para tanto, as leis municipais que instituem suas respectivas guardas devem se adequar \u00e0s especificidades locais, que restringem o poder legiferante, e \u00e0 finalidade constitucional de promo\u00e7\u00e3o da seguran\u00e7a p\u00fablica, al\u00e9m de observar as normas gerais fixadas pelo Congresso Nacional (CF\/1988, art. 144, \u00a7 8o). <strong>O texto constitucional n\u00e3o realizou uma escolha categ\u00f3rica sobre a forma de atua\u00e7\u00e3o das guardas municipais<\/strong>, apenas estabeleceu as balizas norteadoras e atribuiu sua concretiza\u00e7\u00e3o ao legislador local.<\/p>\n\n\n\n<p>Nesse contexto, o Estatuto Geral das Guardas Municipais (Lei no 13.022\/2014) foi julgado constitucional por esta Corte. Ele contribui para delimitar o espa\u00e7o normativo dado pela Constitui\u00e7\u00e3o em respeito ao pacto federativo e evidencia o car\u00e1ter colaborativo entre os entes que atuam na seguran\u00e7a p\u00fablica e devem <em>atuar de forma conjunta e harm\u00f4nica<\/em>.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>\u00c9 constitucional \u2014 e n\u00e3o afronta o pacto federativo \u2014 o exerc\u00edcio do policiamento ostensivo e comunit\u00e1rio pela guarda municipal no \u00e2mbito local correspondente, desde que respeitadas as atribui\u00e7\u00f5es dos outros entes federativos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>As guardas municipais podem exercer a\u00e7\u00f5es de seguran\u00e7a urbana e a atribui\u00e7\u00e3o do policiamento ostensivo e comunit\u00e1rio se insere no desenho normativo do federalismo de coopera\u00e7\u00e3o em prol da seguran\u00e7a p\u00fablica, que \u00e9 um dever do Estado e direito e responsabilidade de todos. Ademais, o policiamento ostensivo n\u00e3o \u00e9 exclusivo da pol\u00edcia militar. As guardas municipais integram o Sistema \u00danico de Seguran\u00e7a P\u00fablica \u2013 Susp (Lei no 13.675\/2018) e, por for\u00e7a do art. 144 da CF\/1988, atuam diretamente na \u00e1rea de seguran\u00e7a p\u00fablica, naquilo que tem pertin\u00eancia com a esfera da municipalidade.<\/p>\n\n\n\n<p>Por fim, al\u00e9m de a atividade policial exercida pelas guardas municipais se submeter ao controle externo do Minist\u00e9rio P\u00fablico, cuja fiscaliza\u00e7\u00e3o objetiva evitar eventuais abusos (CF\/1988, art. 129, VII), elas n\u00e3o podem realizar atividade de pol\u00edcia judici\u00e1ria, pois exclusiva da pol\u00edcia civil e da Pol\u00edcia Federal, respons\u00e1veis por investigar e apurar infra\u00e7\u00f5es penais.<\/p>\n\n\n\n<p>Na esp\u00e9cie, trata-se de recurso extraordin\u00e1rio interposto contra ac\u00f3rd\u00e3o do Tribunal de Justi\u00e7a do Estado de S\u00e3o Paulo que, em a\u00e7\u00e3o direta, declarou a <em>inconstitucionalidade do dispositivo de lei municipal em que atribu\u00eddo \u00e0 guarda local o exerc\u00edcio de a\u00e7\u00f5es de seguran\u00e7a urbana<\/em>, inclusive policiamento preventivo e comunit\u00e1rio, promovendo a media\u00e7\u00e3o de conflitos. A decis\u00e3o recorrida, em suma, considerou que o mencionado preceito invadiu compet\u00eancia da pol\u00edcia militar para a realiza\u00e7\u00e3o do policiamento ostensivo, em afronta \u00e0 norma da Constitui\u00e7\u00e3o estadual que reproduz o disposto no art. 144, \u00a7 8o, da CF\/1988.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Tema 656 RG<\/strong>: \u201c\u00c9 constitucional, no \u00e2mbito dos munic\u00edpios, o exerc\u00edcio de a\u00e7\u00f5es de seguran\u00e7a urbana pelas Guardas Municipais, inclusive policiamento ostensivo e comunit\u00e1rio, respeitadas as atribui\u00e7\u00f5es dos demais \u00f3rg\u00e3os de seguran\u00e7a p\u00fablica previstos no art. 144 da Constitui\u00e7\u00e3o Federal e exclu\u00edda qualquer atividade de pol\u00edcia judici\u00e1ria, sendo submetidas ao controle externo da atividade policial pelo Minist\u00e9rio P\u00fablico, nos termos do artigo 129, inciso VII, da CF. Conforme o art. 144, \u00a7 8o, da Constitui\u00e7\u00e3o Federal, as leis municipais devem observar as normas gerais fixadas pelo Congresso Nacional.\u201d<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-competencia-do-tribunal-de-contas-local-para-julgar-as-contas-de-prefeitos\">Compet\u00eancia do Tribunal de Contas Local para Julgar as Contas de Prefeitos<\/h2>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-indexador-4\">Indexador<\/h3>\n\n\n\n<p>Disciplina: Direito Constitucional<\/p>\n\n\n\n<p>Cap\u00edtulo: Controle Externo<\/p>\n\n\n\n<p>Item: Compet\u00eancia dos Tribunais de Contas<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-area-4\">\u00c1rea<\/h3>\n\n\n\n<p>Magistratura<\/p>\n\n\n\n<p>Minist\u00e9rio P\u00fablico<\/p>\n\n\n\n<p>Procuradorias<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-destaque-4\">Destaque<\/h3>\n\n\n\n<p>Os Tribunais de Contas t\u00eam compet\u00eancia para julgar as contas de gest\u00e3o dos prefeitos que atuem como ordenadores de despesas, cabendo \u00e0s C\u00e2maras Municipais apenas a aprecia\u00e7\u00e3o das contas de governo.<\/p>\n\n\n\n<p>ADPF 982\/PR, Rel. Min. Fl\u00e1vio Dino, Plen\u00e1rio, julgado em 21\/02\/2025.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-conteudo-base-4\">Conte\u00fado-Base<\/h3>\n\n\n\n<p>???? O controle externo exercido pelos Tribunais de Contas inclui o julgamento das contas dos administradores p\u00fablicos respons\u00e1veis por dinheiros, bens e valores da administra\u00e7\u00e3o (CF\/1988, art. 71, II).<\/p>\n\n\n\n<p>???? A distin\u00e7\u00e3o entre contas de <strong>governo<\/strong> e contas de <strong>gest\u00e3o<\/strong> define a compet\u00eancia para julgamento: as primeiras s\u00e3o apreciadas pelo Legislativo com parecer pr\u00e9vio do Tribunal de Contas, enquanto as segundas s\u00e3o julgadas diretamente pelo \u00f3rg\u00e3o de controle externo.<\/p>\n\n\n\n<p>???? O Supremo Tribunal Federal reafirmou que prefeitos que desempenham fun\u00e7\u00e3o de ordenador de despesas devem ter suas contas de gest\u00e3o analisadas pelos Tribunais de Contas, sem necessidade de ratifica\u00e7\u00e3o pela C\u00e2mara Municipal.<\/p>\n\n\n\n<p>???? A decis\u00e3o invalida entendimentos que condicionavam a imputa\u00e7\u00e3o de d\u00e9bito ou a aplica\u00e7\u00e3o de san\u00e7\u00f5es \u00e0 confirma\u00e7\u00e3o do Legislativo local.<\/p>\n\n\n\n<p>???? A compet\u00eancia da C\u00e2mara Municipal permanece exclusiva para fins de inelegibilidade decorrente da rejei\u00e7\u00e3o das contas de governo.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-discussao-e-tese-4\">Discuss\u00e3o e Tese<\/h3>\n\n\n\n<p>???? A controv\u00e9rsia envolveu a possibilidade de os Tribunais de Contas julgarem contas de gest\u00e3o de prefeitos que atuam como ordenadores de despesas, sem necessidade de aprova\u00e7\u00e3o pelo Legislativo.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2696\ufe0f Para o STF:<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; \u2022&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Prefeitos que ordenam despesas devem prestar contas ao Tribunal de Contas, nos termos do art. 71, II, da CF.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; \u2022&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A an\u00e1lise das contas de governo, que avalia a execu\u00e7\u00e3o or\u00e7ament\u00e1ria global, permanece de compet\u00eancia das C\u00e2maras Municipais.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; \u2022&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A imputa\u00e7\u00e3o de d\u00e9bito e a aplica\u00e7\u00e3o de san\u00e7\u00f5es por irregularidades em contas de gest\u00e3o s\u00e3o atribui\u00e7\u00f5es diretas dos Tribunais de Contas.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-como-sera-cobrado-em-prova-4\">Como ser\u00e1 Cobrado em Prova<\/h3>\n\n\n\n<p>???? O julgamento das contas de gest\u00e3o dos prefeitos cabe ao Tribunal de Contas, mas com a necessidade de ratifica\u00e7\u00e3o pelo Legislativo.<\/p>\n\n\n\n<p>\u274c Errado. O STF decidiu que os Tribunais de Contas possuem essa compet\u00eancia nos termos do art. 71, II, da CF, sem necessidade de ratifica\u00e7\u00e3o pelo Legislativo.<\/p>\n\n\n\n<p>???? Todas as contas dos prefeitos devem ser aprovadas pela C\u00e2mara Municipal, incluindo as contas de gest\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>\u274c Errado. Apenas as contas de governo exigem aprecia\u00e7\u00e3o pelo Legislativo, enquanto as contas de gest\u00e3o s\u00e3o julgadas pelo Tribunal de Contas.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-versao-esquematizada-4\">Vers\u00e3o Esquematizada<\/h3>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table class=\"has-fixed-layout\"><tbody><tr><td><strong>???? Compet\u00eancia dos Tribunais de Contas sobre Contas de Prefeitos<\/strong><\/td><\/tr><tr><td>???? Contas de <strong>governo<\/strong> \u2192 parecer pr\u00e9vio do Tribunal de Contas \u2192 julgamento pela C\u00e2mara Municipal. ???? Contas de <strong>gest\u00e3o<\/strong> \u2192 julgamento direto pelo Tribunal de Contas. ???? Prefeitos que atuam como ordenadores de despesas devem prestar contas ao \u00f3rg\u00e3o de controle externo. ???? C\u00e2maras Municipais mant\u00eam compet\u00eancia exclusiva para inelegibilidade decorrente da rejei\u00e7\u00e3o de contas de governo.<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-inteiro-teor-com-destaques-4\">Inteiro Teor (com destaques)<\/h3>\n\n\n\n<p>Os Tribunais de Contas possuem compet\u00eancia constitucional para julgar as contas de gest\u00e3o de prefeitos que ordenam despesas, imputando d\u00e9bitos e san\u00e7\u00f5es fora da esfera eleitoral, independentemente de ratifica\u00e7\u00e3o pelas C\u00e2maras Municipais.<\/p>\n\n\n\n<p>A atribui\u00e7\u00e3o dos Tribunais de Contas se <em>altera em raz\u00e3o da natureza das contas em an\u00e1lise<\/em>, e n\u00e3o dos sujeitos que as prestam. Conforme o texto constitucional, as Cortes de Contas possuem compet\u00eancia para exercer o julgamento t\u00e9cnico das contas de ordenadores de despesa, remanescendo a titularidade do julgamento <strong>pol\u00edtico<\/strong> das contas de governo, que \u00e9 prestada pelos chefes do Poder Executivo aos \u00f3rg\u00e3os do Poder Legislativo.<\/p>\n\n\n\n<p>A natureza de t\u00edtulo executivo conferida \u00e0s decis\u00f5es do Tribunal de Contas que imputem multa ou condenem ao ressarcimento ao er\u00e1rio evidencia a inten\u00e7\u00e3o do constituinte de (i) acelerar a repara\u00e7\u00e3o decorrente de desvios do dinheiro p\u00fablico, (ii) dar efic\u00e1cia aos atos decis\u00f3rios do referido \u00f3rg\u00e3o e (iii) evitar a prescri\u00e7\u00e3o da pretens\u00e3o de ressarcimento ao er\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<p>Nesse contexto, a atribui\u00e7\u00e3o da compet\u00eancia para julgar as contas de gest\u00e3o de prefeitos na qualidade de ordenadores de despesa \u00e9 essencial para garantir a efic\u00e1cia do controle externo, a responsabiliza\u00e7\u00e3o dos gestores p\u00fablicos e a preserva\u00e7\u00e3o do er\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>TESE<\/strong> <strong>firmada<\/strong>: \u201c(I) Prefeitos que ordenam despesas t\u00eam o dever de prestar contas, seja por atuarem como respons\u00e1veis por dinheiros, bens e valores p\u00fablicos da administra\u00e7\u00e3o, seja na eventualidade de darem causa a perda, extravio ou outra irregularidade que resulte em preju\u00edzo ao er\u00e1rio; (II) Compete aos Tribunais de Contas, nos termos do art. 71, II, da Constitui\u00e7\u00e3o Federal de 1988, o julgamento das contas de Prefeitos que atuem na qualidade de ordenadores de despesas; (III) A compet\u00eancia dos Tribunais de Contas, quando atestada a irregularidade de contas de gest\u00e3o prestadas por Prefeitos ordenadores de despesa, se restringe \u00e0 imputa\u00e7\u00e3o de d\u00e9bito e \u00e0 aplica\u00e7\u00e3o de san\u00e7\u00f5es fora da esfera eleitoral, independentemente de ratifica\u00e7\u00e3o pelas C\u00e2maras Municipais, preservada a compet\u00eancia exclusiva destas para os fins do art. 1o, inciso I, al\u00ednea g, da Lei Complementar no 64\/1990.\u201d<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-apreciacao-das-contas-anuais-do-chefe-do-poder-executivo-apos-o-exaurimento-do-prazo-constitucional\">Aprecia\u00e7\u00e3o das Contas Anuais do Chefe do Poder Executivo Ap\u00f3s o Exaurimento do Prazo Constitucional<\/h2>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-indexador-5\">Indexador<\/h3>\n\n\n\n<p>Disciplina: Direito Constitucional<\/p>\n\n\n\n<p>Cap\u00edtulo: Controle Externo<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-area-5\">\u00c1rea<\/h3>\n\n\n\n<p>Magistratura<\/p>\n\n\n\n<p>Minist\u00e9rio P\u00fablico<\/p>\n\n\n\n<p>Procuradorias<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-destaque-5\">Destaque<\/h3>\n\n\n\n<p>A in\u00e9rcia do Tribunal de Contas estadual em emitir parecer pr\u00e9vio dentro do prazo constitucional n\u00e3o impede o Poder Legislativo de julgar as contas do chefe do Executivo.<\/p>\n\n\n\n<p>ADPF 366\/AL, Rel. Min. Gilmar Mendes, Plen\u00e1rio, julgado em 21\/02\/2025.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-conteudo-base-5\">Conte\u00fado-Base<\/h3>\n\n\n\n<p>???? O parecer pr\u00e9vio elaborado pelos Tribunais de Contas tem car\u00e1ter t\u00e9cnico e serve para subsidiar a aprecia\u00e7\u00e3o final das contas pelo Legislativo (CF\/1988, art. 71, I).<\/p>\n\n\n\n<p>???? A aus\u00eancia do parecer no prazo estipulado n\u00e3o pode obstruir a delibera\u00e7\u00e3o parlamentar, sob pena de comprometer a separa\u00e7\u00e3o dos Poderes e a fun\u00e7\u00e3o fiscalizadora do Legislativo.<\/p>\n\n\n\n<p>???? O STF considerou que a demora excessiva do Tribunal de Contas frustra a fun\u00e7\u00e3o do controle externo e viola o princ\u00edpio republicano.<\/p>\n\n\n\n<p>???? No caso concreto, os decretos legislativos que aprovaram as contas do governador, mesmo sem o parecer do Tribunal de Contas, foram declarados constitucionais.<\/p>\n\n\n\n<p>???? O Tribunal refor\u00e7ou que a fun\u00e7\u00e3o do parecer pr\u00e9vio \u00e9 auxiliar o julgamento parlamentar, mas sua aus\u00eancia n\u00e3o impede a an\u00e1lise legislativa das contas.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-discussao-e-tese-5\">Discuss\u00e3o e Tese<\/h3>\n\n\n\n<p>???? A controv\u00e9rsia envolveu a validade da aprecia\u00e7\u00e3o das contas pelo Legislativo quando o Tribunal de Contas n\u00e3o emite parecer pr\u00e9vio no prazo constitucional.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2696\ufe0f Para o STF:<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; \u2022&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O Tribunal de Contas deve emitir parecer pr\u00e9vio no prazo legal, mas sua omiss\u00e3o n\u00e3o impede o julgamento das contas pelo Legislativo.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; \u2022&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A separa\u00e7\u00e3o dos Poderes exige que o Legislativo n\u00e3o dependa da atua\u00e7\u00e3o do Tribunal de Contas para exercer sua compet\u00eancia fiscalizat\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; \u2022&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A demora excessiva dos Tribunais de Contas n\u00e3o pode ser utilizada como estrat\u00e9gia para esvaziar a responsabilidade pol\u00edtica dos chefes do Executivo.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-como-sera-cobrado-em-prova-5\">Como ser\u00e1 Cobrado em Prova<\/h3>\n\n\n\n<p>???? Antes de julgar as contas do chefe do Executivo, o Legislativo deve sempre contar com o parecer pr\u00e9vio do Tribunal de Contas.<\/p>\n\n\n\n<p>\u274c Errado. O STF entendeu que a aus\u00eancia do parecer n\u00e3o impede o julgamento parlamentar.<\/p>\n\n\n\n<p>???? Diante da demora do Tribunal de Contas na emiss\u00e3o do parecer sobre as contas do chefe do Poder Executivo, o Legislativo deve notificar o Tribunal de Contas, considerando a natureza mandamental do parecer.<\/p>\n\n\n\n<p>\u274c Errado. Tendo em vista a compet\u00eancia do Legislativo para julgar as contas do Executivo \u00e9 independente da atua\u00e7\u00e3o do Tribunal de Contas, o legislador deve prosseguir com seu julgamento.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-versao-esquematizada-5\">Vers\u00e3o Esquematizada<\/h3>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table class=\"has-fixed-layout\"><tbody><tr><td><strong>???? Parecer Pr\u00e9vio do Tribunal de Contas sobre Contas do Executivo<\/strong><\/td><\/tr><tr><td>???? O parecer tem car\u00e1ter t\u00e9cnico e subsidia o julgamento parlamentar. ???? A aus\u00eancia do parecer no prazo n\u00e3o impede a an\u00e1lise pelo Legislativo. ???? A in\u00e9rcia do Tribunal de Contas n\u00e3o pode inviabilizar a fiscaliza\u00e7\u00e3o parlamentar. ???? O julgamento das contas pelo Legislativo \u00e9 exerc\u00edcio da separa\u00e7\u00e3o dos Poderes.<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-inteiro-teor-com-destaques-5\">Inteiro Teor (com destaques)<\/h3>\n\n\n\n<p>A in\u00e9rcia do Tribunal de Contas estadual em emitir parecer pr\u00e9vio dentro do prazo constitucionalmente estipulado (CF\/1988, art. 71, I) n\u00e3o impede o Poder Legislativo de julgar as contas do chefe do Poder Executivo local.<\/p>\n\n\n\n<p>O parecer pr\u00e9vio elaborado pelo Tribunal de Contas \u00e9 um documento pautado por crit\u00e9rios estritamente t\u00e9cnicos e consiste em elemento fundamental para subsidiar a aprecia\u00e7\u00e3o final das contas anuais do chefe do Poder Executivo pelo Poder Legislativo.<\/p>\n\n\n\n<p>Uma vez ultrapassado o prazo de <em>sessenta dias<\/em> para a produ\u00e7\u00e3o do parecer pr\u00e9vio, n\u00e3o se pode admitir que a compet\u00eancia conferida ao Poder Legislativo estadual seja impedida, sob pena de menosprez\u00e1-lo, de diminuir o seu \u00e2mbito de atua\u00e7\u00e3o e de afetar a sua pr\u00f3pria dignidade ao submet\u00ea-lo a \u00f3rg\u00e3o que, relativamente ao julgamento das contas anuais do chefe do Poder Executivo, tem fun\u00e7\u00e3o meramente auxiliadora.<\/p>\n\n\n\n<p>Na esp\u00e9cie, ultrapassados mais de 12 meses da presta\u00e7\u00e3o de contas anuais pelo governador do Estado de Alagoas, o Tribunal de Contas local ainda n\u00e3o havia elaborado os pareceres pr\u00e9vios pertinentes, o que revela descumprimento desproporcional e deliberado do prazo constitucionalmente estipulado, apto a frustrar as compet\u00eancias pr\u00f3prias do respectivo Poder Legislativo, devido ao elevado potencial de causar danos irrepar\u00e1veis ao sistema de freios e contrapesos e, consequentemente, transgredir o princ\u00edpio da separa\u00e7\u00e3o dos Poderes (CF\/1988, art. 2o).<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-lei-das-eleicoes-e-interpretacao-conforme-a-constituicao\">Lei das Elei\u00e7\u00f5es e Interpreta\u00e7\u00e3o Conforme a Constitui\u00e7\u00e3o<\/h2>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-indexador-6\">Indexador<\/h3>\n\n\n\n<p>Disciplina: Direito Eleitoral e Constitucional<\/p>\n\n\n\n<p>Cap\u00edtulo: Propaganda Eleitoral e Hermen\u00eautica<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-area-6\">\u00c1rea<\/h3>\n\n\n\n<p>Magistratura<\/p>\n\n\n\n<p>Minist\u00e9rio P\u00fablico<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-destaque-6\">Destaque<\/h3>\n\n\n\n<p>\u00c9 inadequada a tentativa de interpretar a \u201cLei das Elei\u00e7\u00f5es\u201d para fixar um marco temporal espec\u00edfico para a aferi\u00e7\u00e3o do n\u00famero de parlamentares com representa\u00e7\u00e3o no Congresso Nacional, pois essa exig\u00eancia n\u00e3o est\u00e1 prevista no texto legal.<\/p>\n\n\n\n<p>ADI 7.698\/DF, Rel. Min. Gilmar Mendes, Plen\u00e1rio, julgado em 21\/02\/2025.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-conteudo-base-6\">Conte\u00fado-Base<\/h3>\n\n\n\n<p>???? O art. 46 da Lei n\u00ba 9.504\/1997 permite a participa\u00e7\u00e3o de candidatos em debates eleitorais com base na representatividade dos partidos no Congresso Nacional.<\/p>\n\n\n\n<p>???? O texto legal n\u00e3o fixa um momento espec\u00edfico para a aferi\u00e7\u00e3o dessa representatividade, o que impede a atua\u00e7\u00e3o do Judici\u00e1rio como legislador positivo.<\/p>\n\n\n\n<p>???? O STF reafirmou que a interpreta\u00e7\u00e3o conforme a Constitui\u00e7\u00e3o s\u00f3 \u00e9 aplic\u00e1vel quando h\u00e1 mais de uma exegese poss\u00edvel dentro dos limites do texto normativo.<\/p>\n\n\n\n<p>???? A tentativa de fixar um marco temporal espec\u00edfico para a aferi\u00e7\u00e3o do n\u00famero de parlamentares ultrapassa os limites da interpreta\u00e7\u00e3o e exige atua\u00e7\u00e3o do legislador.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-discussao-e-tese-6\">Discuss\u00e3o e Tese<\/h3>\n\n\n\n<p>???? A controv\u00e9rsia envolveu a possibilidade de o Judici\u00e1rio interpretar a \u201cLei das Elei\u00e7\u00f5es\u201d para definir o momento exato de aferi\u00e7\u00e3o do n\u00famero de parlamentares com representa\u00e7\u00e3o no Congresso Nacional.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2696\ufe0f Para o STF:<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; \u2022&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A norma n\u00e3o prev\u00ea um marco temporal espec\u00edfico, e a interpreta\u00e7\u00e3o judicial n\u00e3o pode criar regras ausentes no texto legal.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; \u2022&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O princ\u00edpio da separa\u00e7\u00e3o dos Poderes impede que o Judici\u00e1rio atue como legislador positivo.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; \u2022&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A exig\u00eancia de um momento fixo para aferi\u00e7\u00e3o do n\u00famero de parlamentares deve ser estabelecida pelo Congresso Nacional, n\u00e3o pelo STF.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-como-sera-cobrado-em-prova-6\">Como ser\u00e1 Cobrado em Prova<\/h3>\n\n\n\n<p>???? A interpreta\u00e7\u00e3o conforme a Constitui\u00e7\u00e3o \u00e9 aplic\u00e1vel quando h\u00e1 uma ou mais exegeses poss\u00edveis com suporte no texto normativo.<\/p>\n\n\n\n<p>\u274c Errado. O STF decidiu que a interpreta\u00e7\u00e3o conforme a Constitui\u00e7\u00e3o s\u00f3 \u00e9 aplic\u00e1vel quando h\u00e1 mais de uma exegese poss\u00edvel dentro dos limites do texto normativo.<\/p>\n\n\n\n<p>???? A Lei das Elei\u00e7\u00f5es n\u00e3o estabelece um marco temporal exato para a aferi\u00e7\u00e3o do n\u00famero de parlamentares com representa\u00e7\u00e3o no Congresso Nacional.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2705 Correto. O texto legal n\u00e3o prev\u00ea essa exig\u00eancia, e o STF considerou inconstitucional qualquer tentativa de cria\u00e7\u00e3o desse requisito por via interpretativa.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-versao-esquematizada-6\">Vers\u00e3o Esquematizada<\/h3>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table class=\"has-fixed-layout\"><tbody><tr><td><strong>???? Crit\u00e9rio de Representatividade para Debates Eleitorais<\/strong><\/td><\/tr><tr><td>???? O art. 46 da Lei das Elei\u00e7\u00f5es exige representatividade no Congresso, mas n\u00e3o fixa um marco temporal. ???? O Judici\u00e1rio n\u00e3o pode criar requisitos n\u00e3o previstos no texto legal. ???? A separa\u00e7\u00e3o dos Poderes impede a atua\u00e7\u00e3o do STF como legislador positivo. ???? Mudan\u00e7as nesse crit\u00e9rio devem ser feitas pelo Congresso Nacional.<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-inteiro-teor-com-destaques-6\">Inteiro Teor (com destaques)<\/h3>\n\n\n\n<p>\u00c9 inadequada e esbarra na <strong>veda\u00e7\u00e3o de o Poder Judici\u00e1rio atuar como legislador positivo<\/strong> a pretens\u00e3o de se conferir interpreta\u00e7\u00e3o conforme a Constitui\u00e7\u00e3o ao caput do art. 46 da Lei 9.504\/1997, no sentido de que o momento de aferi\u00e7\u00e3o do n\u00famero de parlamentares, para fins de debates eleitorais transmitidos por emissoras de r\u00e1dio ou de televis\u00e3o, passe a ser a data final do per\u00edodo das conven\u00e7\u00f5es partid\u00e1rias.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>O STF n\u00e3o aplica a t\u00e9cnica de atribui\u00e7\u00e3o de interpreta\u00e7\u00e3o conforme a Constitui\u00e7\u00e3o quando o dispositivo impugnado n\u00e3o comporte mais de uma exegese.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Embora a Lei no 13.488\/2017 tenha reduzido o quantitativo m\u00ednimo de parlamentares (de 9 para 5), o STF j\u00e1 assentou a constitucionalidade do dispositivo impugnado em sua reda\u00e7\u00e3o anterior (dada pela Lei no 13.165\/2015), isto \u00e9, de regra mais restritiva do que a vigente atualmente.<\/p>\n\n\n\n<p>Na esp\u00e9cie, o conte\u00fado atual n\u00e3o revela qualquer marco temporal espec\u00edfico para efeito de aferi\u00e7\u00e3o da quantidade m\u00ednima de parlamentares federais, motivo pelo qual a almejada interpreta\u00e7\u00e3o n\u00e3o se insere no \u00e2mbito hermen\u00eautico poss\u00edvel, sob pena de representar medida incompat\u00edvel com a literalidade do artigo.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-indulto-natalino-ato-discricionario-do-presidente\">Indulto Natalino: Ato Discricion\u00e1rio do Presidente<\/h2>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-indexador-7\">Indexador<\/h3>\n\n\n\n<p>Disciplina: Direito Penal e Constitucional<\/p>\n\n\n\n<p>Cap\u00edtulo: Extin\u00e7\u00e3o da Punibilidade e Prerrogativas do Presidente<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-area-7\">\u00c1rea<\/h3>\n\n\n\n<p>Magistratura<\/p>\n\n\n\n<p>Minist\u00e9rio P\u00fablico<\/p>\n\n\n\n<p>Carreiras Policiais<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-destaque-7\">Destaque<\/h3>\n\n\n\n<p>\u00c9 constitucional o decreto presidencial que concede indulto natalino a condenados por crimes com pena m\u00e1xima em abstrato inferior a cinco anos, desde que respeitados os limites formais e materiais da Constitui\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>ADI 7.390\/DF, Rel. Min. Fl\u00e1vio Dino, Plen\u00e1rio, julgado em 21\/02\/2025.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-conteudo-base-7\">Conte\u00fado-Base<\/h3>\n\n\n\n<p>???? O indulto \u00e9 ato privativo e discricion\u00e1rio do presidente da Rep\u00fablica, previsto no art. 84, XII, da Constitui\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>???? O benef\u00edcio pode ser concedido com base em crit\u00e9rios de <strong>pol\u00edtica criminal<\/strong> e n\u00e3o exige justificativa individual para cada condenado.<\/p>\n\n\n\n<p>???? O STF reafirmou que o presidente pode estabelecer os crit\u00e9rios do indulto, desde que respeite os limites constitucionais, como a veda\u00e7\u00e3o para crimes hediondos, tortura, tr\u00e1fico de drogas e terrorismo.<\/p>\n\n\n\n<p>???? A decis\u00e3o refor\u00e7ou que o controle jurisdicional do indulto deve se limitar \u00e0 verifica\u00e7\u00e3o da legalidade e <strong>n\u00e3o pode interferir no m\u00e9rito<\/strong> da decis\u00e3o presidencial.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-discussao-e-tese-7\">Discuss\u00e3o e Tese<\/h3>\n\n\n\n<p>???? A controv\u00e9rsia envolveu a possibilidade de o presidente da Rep\u00fablica conceder indulto com base na pena m\u00e1xima em abstrato, sem avaliar circunst\u00e2ncias individuais dos condenados.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2696\ufe0f Para o STF:<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; \u2022&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O indulto \u00e9 uma prerrogativa presidencial e integra a pol\u00edtica criminal do Estado.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; \u2022&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A concess\u00e3o com base na pena m\u00e1xima em abstrato n\u00e3o viola a Constitui\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; \u2022&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O controle judicial sobre o indulto deve se restringir aos limites formais e materiais da norma constitucional.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-como-sera-cobrado-em-prova-7\">Como ser\u00e1 Cobrado em Prova<\/h3>\n\n\n\n<p>???? O indulto presidencial pode ser concedido com base em crit\u00e9rios gerais, sem an\u00e1lise individual de cada condenado.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2705 Correto. O STF entendeu que a decis\u00e3o presidencial pode considerar a pena m\u00e1xima em abstrato como crit\u00e9rio objetivo.<\/p>\n\n\n\n<p>???? O Judici\u00e1rio pode rever o m\u00e9rito da concess\u00e3o do indulto, determinando sua anula\u00e7\u00e3o caso discorde dos crit\u00e9rios adotados pelo presidente.<\/p>\n\n\n\n<p>\u274c Errado. O controle judicial se limita \u00e0 verifica\u00e7\u00e3o da legalidade, sem interfer\u00eancia no m\u00e9rito da decis\u00e3o presidencial.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-versao-esquematizada-7\">Vers\u00e3o Esquematizada<\/h3>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table class=\"has-fixed-layout\"><tbody><tr><td><strong>???? Indulto Natalino e Compet\u00eancia Presidencial<\/strong><\/td><\/tr><tr><td>???? O indulto \u00e9 ato discricion\u00e1rio do presidente (art. 84, XII, CF). ???? Pode ser concedido com base em crit\u00e9rios gerais de pol\u00edtica criminal. ???? O controle judicial se restringe \u00e0 legalidade, sem interferir no m\u00e9rito. ???? A concess\u00e3o com base na pena m\u00e1xima em abstrato \u00e9 constitucional.<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-inteiro-teor-com-destaques-7\">Inteiro Teor (com destaques)<\/h3>\n\n\n\n<p>\u00c9 constitucional \u2014 por <strong>n\u00e3o configurar desvio de finalidade<\/strong> e por respeitar os limites formais e materiais, expressos e impl\u00edcitos, da Constitui\u00e7\u00e3o Federal de 1988 \u2014 o decreto presidencial que concede indulto natalino \u00e0s pessoas condenadas por crime cuja pena privativa de liberdade m\u00e1xima em abstrato n\u00e3o supere cinco anos e que considera, para fins da concess\u00e3o do benef\u00edcio, na hip\u00f3tese de <em>concurso de crimes, a pena m\u00e1xima em abstrato relativa a cada infra\u00e7\u00e3o penal individualmente<\/em>.<\/p>\n\n\n\n<p>O indulto natalino consiste em ato privativo e discricion\u00e1rio do presidente da Rep\u00fablica (CF\/1988, art. 84, XII), com amparo no princ\u00edpio da separa\u00e7\u00e3o de Poderes e no sistema de freios e contrapesos. Ele \u00e9 editado de forma coletiva, acarretando a extin\u00e7\u00e3o da punibilidade do r\u00e9u ou investigado, e sua utiliza\u00e7\u00e3o \u00e9 vedada para crimes espec\u00edficos: tortura, tr\u00e1fico il\u00edcito de entorpecentes, terrorismo e crimes hediondos (CF\/1988, art. 5o, XLIII).<\/p>\n\n\n\n<p>Conforme jurisprud\u00eancia do STF, o referido instituto jur\u00eddico \u00e9 um <strong>instrumento constitucional de pol\u00edtica criminal voltado a atenuar poss\u00edveis incorre\u00e7\u00f5es legislativas ou judici\u00e1rias em prol da redu\u00e7\u00e3o da superlota\u00e7\u00e3o carcer\u00e1ria e da reinser\u00e7\u00e3o e ressocializa\u00e7\u00e3o de condenados<\/strong> que a ele fa\u00e7am jus e, como regra geral, n\u00e3o pode ser questionado. Contudo, permite-se o seu controle jurisdicional para verificar o cumprimento das balizas restritivas elencadas pelo legislador constituinte e avaliar uma poss\u00edvel ocorr\u00eancia de desvio de finalidade.<\/p>\n\n\n\n<p>Dada a inexist\u00eancia de uma sistem\u00e1tica predeterminada para a concess\u00e3o da indulg\u00eancia soberana, o presidente da Rep\u00fablica pode exercer esse poder exclusivo sem a necessidade de seguir par\u00e2metros espec\u00edficos, como a pena m\u00e1xima, seja em concreto ou abstrato, e os percentuais ou tempos m\u00ednimos de cumprimento da pena.<\/p>\n\n\n\n<div data-wp-interactive=\"core\/file\" class=\"wp-block-file\"><object aria-label=\"Incorporar PDF\" data-wp-bind--hidden=\"!state.hasPdfPreview\" hidden><\/object><a id=\"wp-block-file--media-e6d2206d-7dc9-4912-9c94-e4f12c3f3200\" href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2025\/03\/05224413\/stf-info-1166.pdf\">STF &#8211; Info 1166<\/a><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2025\/03\/05224413\/stf-info-1166.pdf\" class=\"wp-block-file__button wp-element-button\" download aria-describedby=\"wp-block-file--media-e6d2206d-7dc9-4912-9c94-e4f12c3f3200\">Baixar<\/a><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pra voc\u00ea est\u00e1 ligad@ aqui\u00a0no Estrat\u00e9gia Carreiras Jur\u00eddicas, informativo n\u00ba 1166 do STF\u00a0COMENTADO na telinha! 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