{"id":1534534,"date":"2025-02-19T01:12:40","date_gmt":"2025-02-19T04:12:40","guid":{"rendered":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/?p=1534534"},"modified":"2025-02-19T01:12:46","modified_gmt":"2025-02-19T04:12:46","slug":"informativo-stf-1164-comentado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/informativo-stf-1164-comentado\/","title":{"rendered":"Informativo STF 1164 Comentado"},"content":{"rendered":"\n<p>Pra voc\u00ea est\u00e1 ligad@ aqui\u00a0no Estrat\u00e9gia Carreiras Jur\u00eddicas, informativo n\u00ba 1164 do STF\u00a0<strong>COMENTADO<\/strong> na telinha!<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><strong><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2025\/02\/19011209\/stf-info-1164.pdf\">DOWNLOAD do PDF<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"lyte-wrapper\" style=\"width:853px;max-width:100%;margin:5px;\"><div class=\"lyMe\" id=\"WYL_B0Dokw8ft4Q\"><div id=\"lyte_B0Dokw8ft4Q\" data-src=\"\/\/i.ytimg.com\/vi\/B0Dokw8ft4Q\/hqdefault.jpg\" class=\"pL\"><div class=\"tC\"><div class=\"tT\"><\/div><\/div><div class=\"play\"><\/div><div class=\"ctrl\"><div class=\"Lctrl\"><\/div><div class=\"Rctrl\"><\/div><\/div><\/div><noscript><a href=\"https:\/\/youtu.be\/B0Dokw8ft4Q\" rel=\"nofollow\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i.ytimg.com\/vi\/B0Dokw8ft4Q\/0.jpg\" alt=\"YouTube video thumbnail\" width=\"853\" height=\"460\" \/><br \/>Assista a este v\u00eddeo no YouTube<\/a><\/noscript><\/div><\/div><div class=\"lL\" style=\"max-width:100%;width:853px;margin:5px;\"><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<h1 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-direito-administrativo\"><a><\/a><a>DIREITO<\/a> ADMINISTRATIVO<\/h1>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-1-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-servico-auxiliar-voluntario-na-policia-militar\"><a>1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Servi\u00e7o Auxiliar Volunt\u00e1rio na Pol\u00edcia Militar<\/a><\/h2>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-1-1-nbsp-dos-fatos\"><a><\/a><a>1.1.&nbsp; Dos FATOS.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<p>O Estado do Par\u00e1 resolveu inovar e criou um servi\u00e7o volunt\u00e1rio dentro da Pol\u00edcia Militar para refor\u00e7ar a seguran\u00e7a de pr\u00e9dios p\u00fablicos, quart\u00e9is e at\u00e9 pres\u00eddios. O governo argumentava que, se empresas privadas podem fazer vigil\u00e2ncia patrimonial, volunt\u00e1rios treinados poderiam fazer o mesmo, aliviando a carga da PM sem criar gastos extras.<\/p>\n\n\n\n<p>S\u00f3 que a ideia n\u00e3o agradou todo mundo. Entidades representativas da seguran\u00e7a p\u00fablica apontaram que a iniciativa criava uma esp\u00e9cie de \u201cpol\u00edcia informal\u201d, sem os mesmos requisitos e garantias dos policiais militares. Al\u00e9m disso, a fun\u00e7\u00e3o de cuidar dos pres\u00eddios, em espec\u00edfico, deveria ser exclusiva das pol\u00edcias penais, criadas pela Constitui\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Para completar a pol\u00eamica, a lei impunha um limite de idade: s\u00f3 poderiam participar volunt\u00e1rios com menos de 23 anos. Para os cr\u00edticos, isso era uma restri\u00e7\u00e3o arbitr\u00e1ria e sem justificativa razo\u00e1vel.<\/p>\n\n\n\n<p>A discuss\u00e3o estava lan\u00e7ada! Um Estado pode criar um servi\u00e7o volunt\u00e1rio de seguran\u00e7a? Podem essas for\u00e7as cuidar de pres\u00eddios? E pode limitar a idade para o ingresso nesse servi\u00e7o?<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-1-2-nbsp-analise-estrategica\"><a><\/a><a>1.2.&nbsp; An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-1-2-1-nbsp-nbsp-nbsp-do-direito\">1.2.1.&nbsp;&nbsp;&nbsp; Do DIREITO.<\/h4>\n\n\n\n<p>(1) Precedentes citados: ADI 4.173, ADI 3.608 e ARE 678.112 (Tema 646 RG).<\/p>\n\n\n\n<p>(2) Enunciado sumular citado: S\u00famula n\u00ba 683.<\/p>\n\n\n\n<p>(3) Lei n\u00ba 7.103\/2008 do Estado do Par\u00e1: \u201cArt. 1\u00ba Fica institu\u00edda na Pol\u00edcia Militar do Par\u00e1, nos termos do art. 5\u00ba da Lei Federal n\u00b0 10.029, de 20 de outubro de 2000, a presta\u00e7\u00e3o volunt\u00e1ria de servi\u00e7os de guarda de im\u00f3veis estaduais e de estabelecimentos prisionais, e de servi\u00e7os de guarda de quart\u00e9is da corpora\u00e7\u00e3o,\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>(4) Lei n\u00ba 7.103\/2008 do Estado do Par\u00e1: \u201cArt. 9\u00ba No desenvolvimento de suas atividades o Soldado Tempor\u00e1rio ficar\u00e1 sujeito, no que couber, \u00e0s normas administrativas aplic\u00e1veis aos integrantes efetivos da Pol\u00edcia Militar que desenvolvam atividades semelhantes. (&#8230;) \u00a7 3\u00ba O Soldado Tempor\u00e1rio, ainda que empregado no servi\u00e7o de guarda de quartel, de delegacias de pol\u00edcia civil ou de outras instala\u00e7\u00f5es estaduais, n\u00e3o poder\u00e1 ser designado como encarregado do armamento ali existente.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>(5) Lei n\u00ba 7.103\/2008 do Estado do Par\u00e1: \u201cArt. 3\u00ba Observadas as condi\u00e7\u00f5es estabelecidas no art. 3\u00ba da Lei Federal n\u00ba 10.029, de 20 de outubro de 2000, o interessado em ingressar no Servi\u00e7o Auxiliar Volunt\u00e1rio Policial Militar dever\u00e1 preencher os seguintes requisitos, quando da sua inscri\u00e7\u00e3o ao Concurso a policial militar tempor\u00e1rio: (&#8230;) II \u2013 maior de dezoito e menor de vinte e tr\u00eas anos, que exceda \u00e0s necessidades de incorpora\u00e7\u00e3o das For\u00e7as Armadas;\u201d<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-1-2-2-nbsp-nbsp-nbsp-dos-fundamentos\">1.2.2.&nbsp;&nbsp;&nbsp; Dos FUNDAMENTOS.<\/h4>\n\n\n\n<p>Na esp\u00e9cie, as disposi\u00e7\u00f5es da lei estadual impugnada s\u00e3o compat\u00edveis com aquelas contidas na Lei n\u00ba 10.029\/2000. Elas, inclusive, respeitam os limites impostos nesta norma geral como o da proibi\u00e7\u00e3o, em vias p\u00fablicas, do porte ou do uso de armas de fogo e do exerc\u00edcio de poder de pol\u00edcia pelos volunt\u00e1rios.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Os servi\u00e7os de guarda de im\u00f3veis estaduais e de quart\u00e9is da corpora\u00e7\u00e3o s\u00e3o atividades que podem ser classificadas como auxiliares e administrativas<\/strong>, de modo que n\u00e3o se confundem com as fun\u00e7\u00f5es de policiamento ostensivo e de preserva\u00e7\u00e3o da ordem p\u00fablica, cuja atribui\u00e7\u00e3o exclusiva \u00e9 das pol\u00edcias militares. Assim, se membros de empresas privadas podem executar a guarda patrimonial, com mais raz\u00e3o podem faz\u00ea-lo volunt\u00e1rios treinados e investidos de fun\u00e7\u00e3o p\u00fablica tempor\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n<p>Por outro lado, a compet\u00eancia atribu\u00edda ao servi\u00e7o volunt\u00e1rio para a guarda de estabelecimentos prisionais n\u00e3o foi recepcionada pela mudan\u00e7a promovida pela EC n\u00ba 104\/2019, que criou as pol\u00edcias penais (federal, estaduais e distrital) e lhes atribuiu expressamente a seguran\u00e7a daqueles estabelecimentos.<\/p>\n\n\n\n<p>Por fim, diante da <em>aus\u00eancia de razoabilidade<\/em>, viola o texto constitucional a fixa\u00e7\u00e3o do limite de 23 anos como <em>idade m\u00e1xima<\/em> para a admiss\u00e3o como volunt\u00e1rio \u00e0 presta\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os auxiliares (1) (2).<\/p>\n\n\n\n<p>Com base nesses e em outros entendimentos, o Plen\u00e1rio, por maioria, julgou parcialmente procedente a a\u00e7\u00e3o para declarar: (i) a n\u00e3o-recep\u00e7\u00e3o da express\u00e3o \u201ce de estabelecimentos prisionais\u201d disposta no art. 1\u00ba, caput, da Lei n\u00ba 7.103\/2008 do Estado do Par\u00e1 (3), por ocasi\u00e3o da promulga\u00e7\u00e3o da EC n\u00ba 104\/2019; (ii) a parcial inconstitucionalidade sem redu\u00e7\u00e3o de texto da express\u00e3o \u201cde outras instala\u00e7\u00f5es estaduais\u201d constante do \u00a7 3\u00ba do art. 9\u00ba da norma impugnada (4), a fim de que o alcance do seu sentido exclua a guarda de estabelecimentos penais; (iii) a inconstitucionalidade da express\u00e3o \u201ce menor de vinte e tr\u00eas anos\u201d contida no inciso II do art. 3\u00ba da Lei n\u00ba 7.103\/2008 do Estado do Par\u00e1 (5); e (iv) a constitucionalidade dos demais dispositivos da Lei n\u00ba 7.103\/2008 do Estado do Par\u00e1.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-1-3-nbsp-nbsp-nbsp-da-decisao\"><a><\/a><a>1.3.&nbsp;&nbsp;&nbsp; Da DECIS\u00c3O.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<p>\u00c9 constitucional \u2014 e n\u00e3o usurpa a compet\u00eancia legislativa privativa da Uni\u00e3o (CF\/1988, art. 22, XXI) nem atribui compet\u00eancias t\u00edpicas das pol\u00edcias militares \u2014 lei estadual que regula, na respectiva pol\u00edcia militar, a presta\u00e7\u00e3o volunt\u00e1ria de servi\u00e7os de guarda de im\u00f3veis locais e de guarda de quart\u00e9is da corpora\u00e7\u00e3o, desde que respeitadas as balizas dispostas na lei federal de reg\u00eancia, excluindo a guarda de estabelecimentos penais.<\/p>\n\n\n\n<p>ADI 4.059\/PA, relator Ministro Nunes Marques, redator do ac\u00f3rd\u00e3o Ministro Fl\u00e1vio Dino, julgamento virtual finalizado em 03.02.2025 &nbsp;(Info 1164)<\/p>\n\n\n\n<h1 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-direito-constitucional\"><a><\/a><a>DIREITO<\/a> CONSTITUCIONAL<\/h1>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-2-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-plano-pena-justa-e-o-sistema-carcerario\"><a>2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Plano \u201cPena Justa\u201d e o Sistema Carcer\u00e1rio<\/a><\/h2>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-2-1-nbsp-dos-fatos\"><a><\/a><a>2.1.&nbsp; Dos FATOS.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<p>O Brasil sempre teve um sistema prisional problem\u00e1tico, mas a situa\u00e7\u00e3o chegou a um ponto em que o pr\u00f3prio STF declarou um \u201cestado de coisas inconstitucional\u201d nas cadeias (ADPF 347). Nesse julgamento, o STF fixou o prazo de seis meses para que a Uni\u00e3o e o CNJ elaborassem um plano nacional para garantir melhorias sobre infraestrutura, alimenta\u00e7\u00e3o, higiene, atendimento \u00e0 sa\u00fade, combater excessos cometidos contra detentos e conter a superlota\u00e7\u00e3o dos pres\u00eddios.<\/p>\n\n\n\n<p>Pois bem. O plano \u201cPena Justa\u201d, foi apresentado. Alguns pontos geraram debate. A proibi\u00e7\u00e3o de internar pessoas com transtorno mental em hospitais de cust\u00f3dia foi vista como um avan\u00e7o, mas questionada pelos ministros que temem um v\u00e1cuo no tratamento desses internos. A instala\u00e7\u00e3o obrigat\u00f3ria de c\u00e2meras corporais em policiais penais foi outro ponto controverso, assim como a proposta de \u201cremi\u00e7\u00e3o ficta\u201d \u2014 a redu\u00e7\u00e3o da pena para presos que n\u00e3o tivessem acesso a trabalho ou estudo.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-2-2-nbsp-analise-estrategica\"><a><\/a><a>2.2.&nbsp; An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-2-2-1-nbsp-nbsp-nbsp-dos-fundamentos\">2.2.1.&nbsp;&nbsp;&nbsp; Dos FUNDAMENTOS.<\/h4>\n\n\n\n<p>O plano \u201cPena Justa\u201d tem como IMPACTOS ESPERADOS (i) o enfrentamento do racismo institucional e o respeito \u00e0 legalidade no sistema penal; (ii) o fortalecimento de alternativas penais e a revers\u00e3o do hiperencarceramento; (iii) a melhoria da gest\u00e3o e da vida das pessoas no sistema prisional, assegurando seus direitos e condi\u00e7\u00f5es de trabalho dignas para os servidores; (iv) a constru\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas p\u00fablicas sustent\u00e1veis que garantam a execu\u00e7\u00e3o da pena; (v) a adequada prote\u00e7\u00e3o dos bens jur\u00eddicos; e (vi) a redu\u00e7\u00e3o da influ\u00eancia de organiza\u00e7\u00f5es criminosas nas pris\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>Para alcan\u00e7ar esses objetivos, o plano foi estruturado em quatro EIXOS PRINCIPAIS: (i) o <strong>controle da entrada<\/strong> e das vagas do sistema prisional; (ii) a <em>qualidade da ambi\u00eancia<\/em>, dos servi\u00e7os prestados e da estrutura prisional; (iii) o processo de sa\u00edda da pris\u00e3o e da <strong>reintegra\u00e7\u00e3o social<\/strong>; e (iv) as pol\u00edticas de n\u00e3o repeti\u00e7\u00e3o do estado de coisas inconstitucional no sistema prisional. Cada um deles cont\u00e9m medidas, metas e indicadores de monitoramento e avalia\u00e7\u00e3o, al\u00e9m de detalhamento dos atores estrat\u00e9gicos para a implementa\u00e7\u00e3o. Isso, porque a homologa\u00e7\u00e3o do plano nacional \u00e9 apenas o ponto de partida, e a implementa\u00e7\u00e3o e o monitoramento cont\u00ednuo ser\u00e3o essenciais para a efetividade das medidas.<\/p>\n\n\n\n<p>Nesse contexto, <strong><u>embora N\u00c3O seja papel do Judici\u00e1rio elaborar a pol\u00edtica destinada a corrigir a situa\u00e7\u00e3o f\u00e1tica contestada em um processo estrutural<\/u><\/strong>, \u00e9 leg\u00edtimo que, ao homologar o plano apresentado, o magistrado leve em considera\u00e7\u00e3o eventuais riscos decorrentes da sua implementa\u00e7\u00e3o e busque mitig\u00e1-los, ou, ainda, identifique pontos de omiss\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Com base nesses e em outros entendimentos, o Plen\u00e1rio, por unanimidade, homologou \u2014 no bojo da presente ADPF, cujo m\u00e9rito foi julgado em 04.10.2023 (vide Informativo 1.111) \u2014 o plano \u201cPena Justa\u201d, que deve ter sua implementa\u00e7\u00e3o iniciada, e determinou, entre outras medidas, que os estados e o Distrito Federal, em di\u00e1logo cooperativo com as autoridades respons\u00e1veis pelo plano nacional, comecem a elabora\u00e7\u00e3o de seus planos de a\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Por fim, em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s medidas espec\u00edficas, o Plen\u00e1rio, por maioria:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>HOMOLOGOU a medida relativa \u00e0 <strong>veda\u00e7\u00e3o do ingresso de pessoas com transtorno mental em hospital de cust\u00f3dia<\/strong>;<\/li>\n\n\n\n<li>DEIXOU de homologar a medida referente \u00e0 <strong>obriga\u00e7\u00e3o de instala\u00e7\u00e3o de c\u00e2meras corporais em policiais penais<\/strong>; e<\/li>\n\n\n\n<li>DEIXOU de homologar as medidas relativas \u00e0 \u201ccompensa\u00e7\u00e3o penal\u201d por condi\u00e7\u00f5es degradantes e \u00e0 \u201c<strong>remi\u00e7\u00e3o ficta<\/strong>\u201d por aus\u00eancia de oferta de trabalho e estudo.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-2-3-nbsp-nbsp-nbsp-da-decisao\"><a><\/a><a>2.3.&nbsp;&nbsp;&nbsp; Da DECIS\u00c3O.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<p>O plano \u201cPena Justa\u201d, que busca enfrentar as viola\u00e7\u00f5es sistem\u00e1ticas de direitos fundamentais nas pris\u00f5es do Pa\u00eds, foi homologado pelo STF com algumas ressalvas que visam ao seu aprimoramento.<\/p>\n\n\n\n<p>ADPF 347 HomologProcEstrutural\/DF, relator Ministro Lu\u00eds Roberto Barroso, julgamento virtual finalizado em 18.12.2024 (Info 1164)<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-3-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-linguagem-neutra-nas-escolas-e-a-competencia-dos-municipios\"><a>3.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Linguagem Neutra nas Escolas e a Compet\u00eancia dos Munic\u00edpios<\/a><\/h2>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-3-1-nbsp-dos-fatos\"><a><\/a><a>3.1.&nbsp; Dos FATOS.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<p>Um munic\u00edpio mineiro resolveu proibir o uso e o ensino da chamada linguagem neutra em suas escolas e em documentos oficiais. Para o governo municipal, o objetivo era preservar a norma culta da l\u00edngua portuguesa e evitar mudan\u00e7as no ensino que n\u00e3o tivessem respaldo nacional.<\/p>\n\n\n\n<p>Educadores e grupos de direitos civis criticam a lei, alegando que ela restringe a liberdade de express\u00e3o e cria barreiras \u00e0 inclus\u00e3o de pessoas n\u00e3o-bin\u00e1rias. Al\u00e9m disso, argumenta que a compet\u00eancia para definir regras sobre educa\u00e7\u00e3o b\u00e1sica \u00e9 da Uni\u00e3o, e n\u00e3o dos munic\u00edpios.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-3-2-nbsp-analise-estrategica\"><a><\/a><a>3.2.&nbsp; An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-3-2-1-nbsp-nbsp-nbsp-do-direito\">3.2.1.&nbsp;&nbsp;&nbsp; Do DIREITO.<\/h4>\n\n\n\n<p>(1) Precedentes citados: ADPF 1.155 MC-Ref, ADPF 1.159 MC-Ref, ADI 7.644 MC-Ref, ADPF 1.150 MC-Ref, ADPF 1.163 MC-Ref e ADI 7.019.<\/p>\n\n\n\n<p>(2) Precedentes citados: ADPF 457, ADPF 526, ADPF 460, ADPF 467 e ADPF 461.<\/p>\n\n\n\n<p>(3) Lei n\u00ba 13.904\/2022 do Munic\u00edpio de Uberl\u00e2ndia\/MG: \u201cArt. 1\u00ba Fica vedado a linguagem neutra e o dialeto n\u00e3o bin\u00e1rio, nas escolas, bem como em todos os documentos oficiais dos entes municipais, editais de concursos p\u00fablicos, a\u00e7\u00f5es culturais, esportivas, sociais ou publicit\u00e1rias. Art. 2\u00ba Esta Lei entra em vigor na data de sua publica\u00e7\u00e3o.\u201d<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-3-2-2-nbsp-nbsp-nbsp-dos-fundamentos\">3.2.2.&nbsp;&nbsp;&nbsp; Dos FUNDAMENTOS.<\/h4>\n\n\n\n<p>A lei municipal impugnada, a pretexto de regulamentar mat\u00e9ria de interesse local, interveio de forma indevida no curr\u00edculo pedag\u00f3gico ministrado por institui\u00e7\u00f5es de ensino vinculadas ao Sistema Nacional de Educa\u00e7\u00e3o previsto na Lei n\u00ba 13.005\/2014 e submetidas \u00e0 disciplina da Lei n\u00ba 9.394\/1996 (\u201cLei de Diretrizes e Bases da Educa\u00e7\u00e3o Nacional\u201d). Nesse contexto, o legislador municipal criou norma espec\u00edfica e em descompasso com a norma nacional, alterando o modo de ensino do idioma oficial do Pa\u00eds no seu munic\u00edpio.<\/p>\n\n\n\n<p>Ademais, conforme a jurisprud\u00eancia desta Corte, a proibi\u00e7\u00e3o do uso da denominada linguagem neutra DESATENDE: (i) a garantia da <strong>liberdade de express\u00e3o<\/strong>, manifestada pela proibi\u00e7\u00e3o da censura (CF\/1988, art. 5\u00ba, IX); (ii) <em>a promo\u00e7\u00e3o do \u201cbem de todos, sem preconceitos de origem, ra\u00e7a, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discrimina\u00e7\u00e3o<\/em>\u201d (CF\/1988, art. 3\u00ba, IV); e (iii) o princ\u00edpio da isonomia (CF\/1988, art. 5\u00ba, caput), pelo qual se estabelece que \u201ctodos s\u00e3o iguais perante a lei, sem distin\u00e7\u00e3o de qualquer natureza\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Com base nesses entendimentos, o Plen\u00e1rio, por unanimidade, converteu o exame da medida cautelar em julgamento de m\u00e9rito para conhecer parcialmente da argui\u00e7\u00e3o e, nessa extens\u00e3o, julg\u00e1-la procedente para declarar a inconstitucionalidade da Lei n\u00ba 13.904\/2022 do Munic\u00edpio de Uberl\u00e2ndia\/MG.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-3-3-nbsp-nbsp-nbsp-da-decisao\"><a><\/a><a>3.3.&nbsp;&nbsp;&nbsp; Da DECIS\u00c3O.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<p>\u00c9 inconstitucional \u2014 por usurpar a compet\u00eancia privativa da Uni\u00e3o para legislar sobre as diretrizes e bases da educa\u00e7\u00e3o nacional (CF\/1988, art. 22, XXIV) \u2014 lei municipal que pro\u00edbe o uso da denominada linguagem neutra na grade curricular e no material did\u00e1tico das suas institui\u00e7\u00f5es de ensino p\u00fablicas ou privadas.<\/p>\n\n\n\n<p>ADPF 1.165\/MG, relatora Ministra C\u00e1rmen L\u00facia, julgamento virtual finalizado em 03.02.2025 (Info 1164)<\/p>\n\n\n\n<h1 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-direito-tributario\"><a>DIREITO TRIBUT\u00c1RIO<\/a><\/h1>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-4-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-o-impasse-do-afrmm-frete-e-tributacao\"><a>4.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O Impasse do AFRMM: Frete e Tributa\u00e7\u00e3o<\/a><\/h2>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-4-1-nbsp-dos-fatos\"><a><\/a><a>4.1.&nbsp; Dos FATOS.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<p>No apagar das luzes, o governo Bolsonaro baixou um decreto que reduzia pela metade a al\u00edquota do Adicional ao Frete para Renova\u00e7\u00e3o da Marinha Mercante (AFRMM). Quando Lula assumiu a gest\u00e3o, revogou o ato sem cerim\u00f4nia. Empresas de transporte mar\u00edtimo, que j\u00e1 estavam comemorando a redu\u00e7\u00e3o, argumentam que a volta da al\u00edquota original \u00e9, na pr\u00e1tica, um aumento de tributo que deve respeitar os princ\u00edpios da anterioridade \u2014 esperar pelo menos 90 dias e o pr\u00f3ximo exerc\u00edcio financeiro para come\u00e7ar a valer.<\/p>\n\n\n\n<p>O governo Lula, por sua vez, retruca que a al\u00edquota nunca chegou a ser efetivamente reduzida, porque o decreto foi revogado antes de produzir efeitos. Assim, n\u00e3o haveria aumento real de tributo, apenas a manuten\u00e7\u00e3o do que j\u00e1 existia.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-4-2-nbsp-analise-estrategica\"><a><\/a><a>4.2.&nbsp; An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-4-2-1-nbsp-nbsp-nbsp-do-direito\">4.2.1.&nbsp;&nbsp;&nbsp; Do DIREITO.<\/h4>\n\n\n\n<p>(1) Precedente citado: ADC 84.<\/p>\n\n\n\n<p>(2) Precedentes citados: RE 1.512.227 AgR, ARE 1.517.942 ED, ARE 1.510.098 AgR e ARE 1.499.144 AgR.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-4-2-2-nbsp-nbsp-nbsp-dos-fundamentos\">4.2.2.&nbsp;&nbsp;&nbsp; Dos FUNDAMENTOS.<\/h4>\n\n\n\n<p>O Decreto n\u00ba 11.321\/2022, que previa a redu\u00e7\u00e3o pela metade das al\u00edquotas do AFRMM, com efeitos financeiros a partir de 1\u00ba de janeiro de 2023, sequer chegou a produzir efeitos no \u00e2mbito jur\u00eddico e econ\u00f4mico dos contribuintes, em face da revoga\u00e7\u00e3o operada pelo Decreto n\u00ba 11.374\/2023 (1).<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table class=\"has-fixed-layout\"><tbody><tr><td>Essa revoga\u00e7\u00e3o N\u00c3O representa uma majora\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria apta a atrair a aplicabilidade dos princ\u00edpios da anterioridade do exerc\u00edcio e nonagesimal nem configura ofensa aos princ\u00edpios da seguran\u00e7a jur\u00eddica dos contribuintes e da n\u00e3o surpresa em mat\u00e9ria tribut\u00e1ria, pois as al\u00edquotas originais j\u00e1 eram conhecidas pelos contribuintes e o ato normativo que as reduziu foi revogado no mesmo dia em que entrou em vigor.<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<p>Na esp\u00e9cie, o ac\u00f3rd\u00e3o do Tribunal Regional Federal da 2\u00aa Regi\u00e3o confirmou a senten\u00e7a que julgou improcedente o pedido de contribuinte para recolher o AFRMM com base nas al\u00edquotas reduzidas do Decreto n\u00ba 11.321\/2022, sob o fundamento de que a minora\u00e7\u00e3o da al\u00edquota \u00e9 nula desde sua publica\u00e7\u00e3o, pois configura ren\u00fancia fiscal sem a devida estimativa de impacto or\u00e7ament\u00e1rio-financeiro (ADCT, art. 113; e Lei Complementar n\u00ba 101\/2000, arts. 14, I; 15 e 16).<\/p>\n\n\n\n<p>Com base nesses entendimentos, o Plen\u00e1rio, por unanimidade, reconheceu a exist\u00eancia de repercuss\u00e3o geral da quest\u00e3o constitucional suscitada (Tema 1.368 da repercuss\u00e3o geral), bem como (i) reafirmou a jurisprud\u00eancia dominante sobre a mat\u00e9ria (2) para negar provimento ao recurso extraordin\u00e1rio; e (ii) fixou a tese anteriormente citada.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Tese fixada<\/strong>: \u201cA aplica\u00e7\u00e3o das al\u00edquotas integrais do AFRMM, a partir da revoga\u00e7\u00e3o do Decreto n\u00ba 11.321\/2022 pelo Decreto n\u00ba 11.374\/2023, n\u00e3o est\u00e1 submetida \u00e0 anterioridade tribut\u00e1ria (exerc\u00edcio e nonagesimal).\u201d<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-4-3-nbsp-nbsp-nbsp-da-decisao\"><a><\/a><a>4.3.&nbsp;&nbsp;&nbsp; Da DECIS\u00c3O.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<p>O Decreto n\u00ba 11.374\/2023 n\u00e3o implicou majora\u00e7\u00e3o de tributos ao manter as al\u00edquotas do Adicional ao Frete para Renova\u00e7\u00e3o da Marinha Mercante (AFRMM), na medida em que elas n\u00e3o foram efetivamente reduzidas devido \u00e0 revoga\u00e7\u00e3o do Decreto n\u00ba 11.321\/2022, o que afasta, portanto, a observ\u00e2ncia dos princ\u00edpios da anterioridade do exerc\u00edcio e nonagesimal (CF\/1988, arts. 150, III, \u201cc\u201d; e 195, \u00a7 6\u00ba).<\/p>\n\n\n\n<p>ARE 1.527.985\/ES, relator Ministro Presidente, julgamento finalizado no Plen\u00e1rio Virtual em 03.02.2025 (Info 1164)<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-5-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-icms-na-transferencia-de-mercadorias-entre-filiais\"><a>5.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; ICMS na Transfer\u00eancia de Mercadorias entre Filiais<\/a><\/h2>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-5-1-nbsp-dos-fatos\"><a><\/a><a>5.1.&nbsp; Dos FATOS.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<p>Uma rede varejista nacional movimentava constantemente estoques entre suas filiais em diferentes estados. Para ela, essa opera\u00e7\u00e3o \u00e9 apenas um deslocamento interno de mercadorias e, portanto, n\u00e3o deveria gerar cobran\u00e7a de ICMS. No entanto, alguns estados insistem em tributar essas opera\u00e7\u00f5es, argumentando que, mesmo sem venda direta, h\u00e1 circula\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica dos produtos.<\/p>\n\n\n\n<p>O embate n\u00e3o \u00e9 novo, mas o problema veio quando a decis\u00e3o que afastava a cobran\u00e7a do imposto foi modulada, ou seja, seus efeitos s\u00f3 passariam a valer a partir de 2024. Com isso, os estados continuaram cobrando o ICMS at\u00e9 essa data, deixando as empresas em um limbo tribut\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<p>A rede varejista alega que, como a inconstitucionalidade da cobran\u00e7a j\u00e1 estava reconhecida, ela n\u00e3o deveria mais ser aplicada, independentemente da modula\u00e7\u00e3o. Os estados, por outro lado, sustentam que a modula\u00e7\u00e3o \u00e9 necess\u00e1ria para evitar um colapso na arrecada\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-5-2-nbsp-analise-estrategica\"><a><\/a><a>5.2.&nbsp; An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-5-2-1-nbsp-nbsp-nbsp-do-direito\">5.2.1.&nbsp;&nbsp;&nbsp; Do DIREITO.<\/h4>\n\n\n\n<p>(1) Precedentes citados: ARE 1.255.885 (Tema 1.099 RG) e ADC 49 ED.<\/p>\n\n\n\n<p>(2) Precedentes citados: Rcl 71.833, Rcl 68.290, Rcl 62.451, RE 1.521.147 e RE 1.522.814 (decis\u00f5es monocr\u00e1ticas), e RE 1.476.885 ED-AgR.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-5-2-2-nbsp-nbsp-nbsp-dos-fundamentos\">5.2.2.&nbsp;&nbsp;&nbsp; Dos FUNDAMENTOS.<\/h4>\n\n\n\n<p>Conforme jurisprud\u00eancia desta Corte, n\u00e3o incide ICMS no deslocamento de bens de um estabelecimento para outro do mesmo contribuinte localizados em estados diferentes, por n\u00e3o haver a transfer\u00eancia da titularidade ou a realiza\u00e7\u00e3o de ato de mercancia.<\/p>\n\n\n\n<p>Ocorre que a declara\u00e7\u00e3o de inconstitucionalidade da cobran\u00e7a prevista na Lei Complementar n\u00ba 87\/1996 foi modulada, a fim de <em>produzir efeitos somente a partir do exerc\u00edcio de 2024<\/em>, ressalvados apenas os processos administrativos e judiciais pendentes de conclus\u00e3o at\u00e9 a data de publica\u00e7\u00e3o da ata de julgamento da decis\u00e3o de m\u00e9rito da ADC 49\/RN (29.04.2021).<\/p>\n\n\n\n<p>A modula\u00e7\u00e3o de efeitos objetivou <strong>preservar a seguran\u00e7a jur\u00eddica na tributa\u00e7\u00e3o e o equil\u00edbrio do federalismo fiscal<\/strong>, raz\u00e3o pela qual o termo inicial do afastamento da cobran\u00e7a deve ser rigorosamente observado pelas inst\u00e2ncias ordin\u00e1rias.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Tese fixada<\/strong>: \u201cA n\u00e3o incid\u00eancia de ICMS no deslocamento de bens de um estabelecimento para outro do mesmo contribuinte localizados em estados distintos, estabelecida no Tema 1.099\/RG e na ADC 49, tem efeitos a partir do exerc\u00edcio financeiro de 2024, ressalvados os processos administrativos e judiciais pendentes de conclus\u00e3o at\u00e9 a data de publica\u00e7\u00e3o da ata de julgamento da decis\u00e3o de m\u00e9rito da ADC 49 (29.04.2021).\u201d<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-5-3-nbsp-nbsp-nbsp-da-decisao\"><a><\/a><a>5.3.&nbsp;&nbsp;&nbsp; Da DECIS\u00c3O.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<p>Incide ICMS na transfer\u00eancia de mercadorias entre estabelecimentos da mesma pessoa jur\u00eddica nas hip\u00f3teses n\u00e3o ressalvadas na modula\u00e7\u00e3o de efeitos (atribui\u00e7\u00e3o de efic\u00e1cia prospectiva) da declara\u00e7\u00e3o de inconstitucionalidade da Lei Complementar n\u00ba 87\/1996 na ADC 49\/RN.<\/p>\n\n\n\n<p>RE 1.490.708\/SP, relator Ministro Presidente, julgamento finalizado no Plen\u00e1rio Virtual em 03.02.2025 (Info 1164)<\/p>\n\n\n\n<h1 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-direito-do-consumidor\"><a>DIREITO DO CONSUMIDOR<\/a><\/h1>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-6-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-transporte-aereo-internacional-e-a-briga-pelas-indenizacoes\"><a>6.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Transporte A\u00e9reo Internacional e a Briga pelas Indeniza\u00e7\u00f5es<\/a><\/h2>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-6-1-nbsp-dos-fatos\"><a><\/a><a>6.1.&nbsp; Dos FATOS.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<p>Uma empresa importadora teve um grande preju\u00edzo quando uma carga de eletr\u00f4nicos de alto valor foi extraviada durante um voo internacional. Indignada, exigiu indeniza\u00e7\u00e3o integral pelo preju\u00edzo. Mas a companhia a\u00e9rea bateu o p\u00e9 e alegou que, segundo tratados internacionais assinados pelo Brasil \u2014 como as Conven\u00e7\u00f5es de Vars\u00f3via e Montreal \u2014, havia um limite fixo para indeniza\u00e7\u00f5es, salvo nos casos em que o transportador tivesse agido com dolo ou culpa grave.<\/p>\n\n\n\n<p>A importadora argumenta que as normas brasileiras de defesa do consumidor deveriam prevalecer, garantindo uma repara\u00e7\u00e3o integral do dano. Para a companhia a\u00e9rea, por\u00e9m, permitir indeniza\u00e7\u00f5es ilimitadas violaria os tratados internacionais, que fixam tetos justamente para dar previsibilidade ao setor.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-6-2-nbsp-analise-estrategica\"><a><\/a><a>6.2.&nbsp; An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-6-2-1-nbsp-nbsp-nbsp-do-direito\">6.2.1.&nbsp;&nbsp;&nbsp; Do DIREITO.<\/h4>\n\n\n\n<p>(1) CF\/1988: \u201cArt. 178. A lei dispor\u00e1 sobre a ordena\u00e7\u00e3o dos transportes a\u00e9reo, aqu\u00e1tico e terrestre, devendo, quanto \u00e0 ordena\u00e7\u00e3o do transporte internacional, observar os acordos firmados pela Uni\u00e3o, atendido o princ\u00edpio da reciprocidade.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>(2) Precedentes citados: RE 636.331 (Tema 210 RG), ARE 1.372.360 ED-AgR-EDv-AgR, RE 1.447.140 AgR, ARE 1.404.932 AgR-ED e RE 1.499.859 AgR.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-6-2-2-nbsp-nbsp-nbsp-dos-fundamentos\">6.2.2.&nbsp;&nbsp;&nbsp; Dos FUNDAMENTOS.<\/h4>\n\n\n\n<p>O artigo 178 da Constitui\u00e7\u00e3o Federal, ao dispor sobre a ordena\u00e7\u00e3o do transporte internacional, determina HIERARQUIA espec\u00edfica aos tratados, acordos e conven\u00e7\u00f5es internacionais dos quais o Brasil seja signat\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<p>Nesse contexto, a pretens\u00e3o de indeniza\u00e7\u00e3o por danos <strong>MATERIAIS<\/strong> em transporte a\u00e9reo internacional de pessoas, bagagens, cargas e mercadorias sujeita-se aos limites previstos em normas e tratados internacionais firmados pelo Brasil \u2014 notadamente as Conven\u00e7\u00f5es de Vars\u00f3via e de Montreal \u2014, na medida em que prevalecem em rela\u00e7\u00e3o ao C\u00f3digo Civil e ao C\u00f3digo de Defesa do Consumidor.<\/p>\n\n\n\n<p>Por outro lado, a discuss\u00e3o a respeito de eventual afastamento da limita\u00e7\u00e3o \u00e0 pretens\u00e3o indenizat\u00f3ria quando a transportadora tem conhecimento do valor da carga ou quando ela age com dolo ou culpa grave pressup\u00f5e o revolvimento do acervo f\u00e1tico-probat\u00f3rio, o que \u00e9 invi\u00e1vel no \u00e2mbito do recurso extraordin\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Na esp\u00e9cie, o Tribunal de Justi\u00e7a do Estado de S\u00e3o Paulo afirmou a preval\u00eancia de normas internacionais com a finalidade de limitar a indeniza\u00e7\u00e3o por dano material em transporte a\u00e9reo internacional de carga e concluiu pela incid\u00eancia do art. 22.3 da Conven\u00e7\u00e3o de Montreal.<\/p>\n\n\n\n<p>Com base nesses entendimentos, o Plen\u00e1rio, por unanimidade, reconheceu a exist\u00eancia de repercuss\u00e3o geral da quest\u00e3o constitucional suscitada (Tema 1.366 da repercuss\u00e3o geral), bem como (i) reafirmou a jurisprud\u00eancia dominante sobre a mat\u00e9ria (2) para conhecer em parte do recurso extraordin\u00e1rio e, nessa extens\u00e3o, negar-lhe provimento; e (ii) fixou a tese anteriormente citada.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Tese fixada<\/strong>: \u201c1. A pretens\u00e3o indenizat\u00f3ria por danos materiais em transporte a\u00e9reo internacional est\u00e1 sujeita aos limites previstos em normas e tratados internacionais firmados pelo Brasil, em especial as Conven\u00e7\u00f5es de Vars\u00f3via e de Montreal; 2. \u00c9 infraconstitucional e f\u00e1tica a controv\u00e9rsia sobre o afastamento da limita\u00e7\u00e3o \u00e0 pretens\u00e3o indenizat\u00f3ria quando a transportadora tem conhecimento do valor da carga ou age com dolo ou culpa grave\u201d.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-6-3-nbsp-nbsp-nbsp-da-decisao\"><a><\/a><a>6.3.&nbsp;&nbsp;&nbsp; Da DECIS\u00c3O.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<p>As Conven\u00e7\u00f5es de Vars\u00f3via e Montreal s\u00e3o aplicadas \u00e0s hip\u00f3teses de danos materiais decorrentes de contrato de transporte a\u00e9reo internacional de cargas e mercadorias.<\/p>\n\n\n\n<p>RE 1.520.841\/SP, relator Ministro Presidente, julgamento finalizado no Plen\u00e1rio Virtual em 03.02.2025 (Info 1164)<\/p>\n\n\n\n<p>***<\/p>\n\n\n\n<div data-wp-interactive=\"core\/file\" class=\"wp-block-file\"><object aria-label=\"Incorporar PDF\" data-wp-bind--hidden=\"!state.hasPdfPreview\" hidden><\/object><a id=\"wp-block-file--media-1abc2efc-9204-4611-9da8-9567f1fa7189\" href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2025\/02\/19011209\/stf-info-1164.pdf\">STF &#8211; Info 1164<\/a><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2025\/02\/19011209\/stf-info-1164.pdf\" class=\"wp-block-file__button wp-element-button\" download aria-describedby=\"wp-block-file--media-1abc2efc-9204-4611-9da8-9567f1fa7189\">Baixar<\/a><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pra voc\u00ea est\u00e1 ligad@ aqui\u00a0no Estrat\u00e9gia Carreiras Jur\u00eddicas, informativo n\u00ba 1164 do STF\u00a0COMENTADO na telinha! 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