{"id":1486759,"date":"2024-11-05T21:42:41","date_gmt":"2024-11-06T00:42:41","guid":{"rendered":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/?p=1486759"},"modified":"2024-11-05T21:42:42","modified_gmt":"2024-11-06T00:42:42","slug":"informativo-stf-1154-comentado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/informativo-stf-1154-comentado\/","title":{"rendered":"Informativo STF 1154 Comentado"},"content":{"rendered":"\n<p>Se voc\u00ea est\u00e1 ligad@ aqui\u00a0no Estrat\u00e9gia Carreiras Jur\u00eddicas, sabe a aprova\u00e7\u00e3o est\u00e1 no horizonte proximo! Para chegar l\u00e1, simbora conferir o Informativo n\u00ba 1154 do STF\u00a0<strong>COMENTADO.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><strong><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2024\/11\/05214224\/stf-informativo-1154.pdf\">DOWNLOAD do PDF<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"lyte-wrapper\" style=\"width:853px;max-width:100%;margin:5px;\"><div class=\"lyMe\" id=\"WYL_n6Rk2GVHtpE\"><div id=\"lyte_n6Rk2GVHtpE\" data-src=\"\/\/i.ytimg.com\/vi\/n6Rk2GVHtpE\/hqdefault.jpg\" class=\"pL\"><div class=\"tC\"><div class=\"tT\"><\/div><\/div><div class=\"play\"><\/div><div class=\"ctrl\"><div class=\"Lctrl\"><\/div><div class=\"Rctrl\"><\/div><\/div><\/div><noscript><a href=\"https:\/\/youtu.be\/n6Rk2GVHtpE\" rel=\"nofollow\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i.ytimg.com\/vi\/n6Rk2GVHtpE\/0.jpg\" alt=\"YouTube video thumbnail\" width=\"853\" height=\"460\" \/><br \/>Assista a este v\u00eddeo no YouTube<\/a><\/noscript><\/div><\/div><div class=\"lL\" style=\"max-width:100%;width:853px;margin:5px;\"><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<h1 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-direito-constitucional\"><a>DIREITO CONSTITUCIONAL<\/a><\/h1>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-1-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-precatorios-nao-incidencia-da-taxa-selic-durante-o-periodo-de-graca\"><a>1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Precat\u00f3rios: n\u00e3o incid\u00eancia da taxa SELIC durante o \u201cper\u00edodo de gra\u00e7a\u201d<\/a><\/h2>\n\n\n\n<p>1. N\u00e3o incide a taxa SELIC, prevista no art. 3\u00ba da EC n\u00ba 113\/2021, no prazo constitucional de pagamento de precat\u00f3rios do \u00a7 5\u00ba do art. 100 da Constitui\u00e7\u00e3o. 2. Durante o denominado \u2018per\u00edodo de gra\u00e7a\u2019, os valores inscritos em precat\u00f3rio ter\u00e3o exclusivamente corre\u00e7\u00e3o monet\u00e1ria, nos termos decididos na ADI 4.357-QO\/DF e na ADI 4.425-QO\/DF<\/p>\n\n\n\n<p>RE 1.515.163\/RS, relator Ministro Presidente, julgamento finalizado no Plen\u00e1rio Virtual em 11.10.2024 (Info STF 1154)<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-1-1-nbsp-dos-fatos\"><a>1.1.&nbsp; Dos FATOS.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<p>Crementino moveu a\u00e7\u00e3o previdenci\u00e1ria contra o INSS, em que alegava que o valor do precat\u00f3rio a que teria direito tinha sido atualizado por outro \u00edndice, e n\u00e3o pela taxa Selic. Teria direito a pagamento do saldo complementar.<\/p>\n\n\n\n<p>O TRF-4 n\u00e3o foi na onda do rapaz, por entender que, no prazo constitucional para pagamento de precat\u00f3rio, n\u00e3o h\u00e1 atraso da Fazenda P\u00fablica. Por isso, o valor n\u00e3o deve ser atualizado pela Selic, que engloba juros de mora, mas apenas pela corre\u00e7\u00e3o monet\u00e1ria pelo \u00cdndice de Pre\u00e7os ao Consumidor Amplo Especial (IPCA-E).<\/p>\n\n\n\n<p>Crementino sustenta que, de acordo com a Emenda Constitucional (EC) 113\/2021, a Selic seria o \u00edndice a ser aplicado para corre\u00e7\u00e3o dos precat\u00f3rios, inclusive no per\u00edodo de gra\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-1-2-nbsp-analise-estrategica\"><a>1.2.&nbsp; An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-1-2-1-nbsp-nbsp-nbsp-do-direito\">1.2.1.&nbsp;&nbsp;&nbsp; Do DIREITO.<\/h4>\n\n\n\n<p>CF\/1988: \u201cArt. 100. Os pagamentos devidos pelas Fazendas P\u00fablicas Federal, Estaduais, Distrital e Municipais, em virtude de senten\u00e7a judici\u00e1ria, far-se-\u00e3o exclusivamente na ordem cronol\u00f3gica de apresenta\u00e7\u00e3o dos precat\u00f3rios e \u00e0 conta dos cr\u00e9ditos respectivos, proibida a designa\u00e7\u00e3o de casos ou de pessoas nas dota\u00e7\u00f5es or\u00e7ament\u00e1rias e nos cr\u00e9ditos adicionais abertos para este fim. (&#8230;) \u00a7 5\u00ba \u00c9 obrigat\u00f3ria a inclus\u00e3o no or\u00e7amento das entidades de direito p\u00fablico de verba necess\u00e1ria ao pagamento de seus d\u00e9bitos oriundos de senten\u00e7as transitadas em julgado constantes de precat\u00f3rios judici\u00e1rios apresentados at\u00e9 2 de abril, fazendo-se o pagamento at\u00e9 o final do exerc\u00edcio seguinte, quando ter\u00e3o seus valores atualizados monetariamente.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-1-2-2-nbsp-nbsp-nbsp-dos-fundamentos\">1.2.2.&nbsp;&nbsp;&nbsp; Dos FUNDAMENTOS.<\/h4>\n\n\n\n<p>Durante o \u201cper\u00edodo de gra\u00e7a\u201d (CF\/1988, art. 100, \u00a7 5\u00ba), <strong>n\u00e3o incide a taxa SELIC aos valores inscritos em precat\u00f3rios<\/strong> (EC n\u00ba 113\/2021, art. 3\u00ba), de modo que o montante devido pela Fazenda P\u00fablica ter\u00e1 exclusivamente corre\u00e7\u00e3o monet\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n<p>A taxa SELIC engloba juros e corre\u00e7\u00e3o monet\u00e1ria, raz\u00e3o pela qual sua incid\u00eancia no denominado \u201cper\u00edodo de gra\u00e7a\u201d significaria a admiss\u00e3o de mora da Fazenda quanto ao pagamento do d\u00e9bito, medida que contrariaria o entendimento do STF e levaria ao completo esvaziamento da parte final do \u00a7 5\u00ba do art. 100 da CF\/1988, <strong>violando-se o princ\u00edpio da unidade da Constitui\u00e7\u00e3o, o qual veda solu\u00e7\u00f5es interpretativas que esvaziem por completo um dispositivo constitucional.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Ademais, a regra geral de utiliza\u00e7\u00e3o da taxa SELIC para atualiza\u00e7\u00e3o dos d\u00e9bitos da Fazenda P\u00fablica, inclusive de precat\u00f3rios, n\u00e3o prevalece sobre a regra constitucional espec\u00edfica de crit\u00e9rio de atualiza\u00e7\u00e3o exclusivamente por corre\u00e7\u00e3o monet\u00e1ria durante o prazo constitucional de pagamento.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-1-2-3-nbsp-nbsp-nbsp-da-decisao\">1.2.3.&nbsp;&nbsp;&nbsp; Da DECIS\u00c3O.<\/h4>\n\n\n\n<p>Com base nesses entendimentos, o Plen\u00e1rio, por unanimidade, reconheceu a exist\u00eancia de repercuss\u00e3o geral da quest\u00e3o constitucional suscitada (Tema 1.335 da repercuss\u00e3o geral), bem como (i)&nbsp;reafirmou&nbsp;a jurisprud\u00eancia dominante sobre a mat\u00e9ria para negar provimento ao recurso; e (ii) fixou a tese anteriormente citada.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-2-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-instituicao-do-crime-de-incendio-no-ambito-estadual\"><a>2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Institui\u00e7\u00e3o do crime de inc\u00eandio no \u00e2mbito estadual<\/a><\/h2>\n\n\n\n<p>\u00c9 inconstitucional \u2014 por violar a compet\u00eancia privativa da Uni\u00e3o para legislar sobre direito penal e processual penal (CF\/1988, art. 22, I) \u2014 norma estadual que cria responsabiliza\u00e7\u00e3o penal para a conduta de causar inc\u00eandio em florestas, matas e demais formas de vegeta\u00e7\u00e3o no \u00e2mbito local e fixa hip\u00f3tese de inafian\u00e7abilidade ao delito.<\/p>\n\n\n\n<p>ADI 7.712 MC-Ref\/GO, relator Ministro Gilmar Mendes, julgamento virtual finalizado em 11.10.2024(Info 1154 STF)<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-2-1-nbsp-dos-fatos\"><a>2.1.&nbsp; Dos FATOS.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<p>A PGR acionou o STF contra dispositivo da Lei estadual 22.978\/2024 de Goi\u00e1s, o qual estabelece o crime de provocar inc\u00eandio em florestas, matas, demais formas de vegeta\u00e7\u00e3o, pastagens, lavouras ou outras culturas, durante situa\u00e7\u00e3o de emerg\u00eancia ambiental ou calamidade. A pena fixada \u00e9 de quatro a sete anos de pris\u00e3o, mas pode ser elevada a 10 anos caso o inc\u00eandio resulte em morte ou les\u00e3o corporal ou comprometa servi\u00e7os p\u00fablicos. O crime tamb\u00e9m \u00e9 considerado inafian\u00e7\u00e1vel.<\/p>\n\n\n\n<p>Para a PGR, embora os estados possam instituir pol\u00edticas p\u00fablicas para prevenir e combater inc\u00eandios criminosos, a lei goiana invadiu compet\u00eancia privativa da Uni\u00e3o ao instituir um tipo penal. Hoje, a Lei de Crimes Ambientais (Lei 9.605\/1998) j\u00e1 penaliza o inc\u00eandio criminoso com penas de tr\u00eas a seis anos de pris\u00e3o e multa.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-2-2-nbsp-analise-estrategica\"><a>2.2.&nbsp; An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-2-2-1-nbsp-nbsp-nbsp-dos-fundamentos\">2.2.1.&nbsp;&nbsp;&nbsp; Dos FUNDAMENTOS.<\/h4>\n\n\n\n<p>A lei estadual impugnada, conforme sua ementa, \u201cInstitui a Pol\u00edtica Estadual de Seguran\u00e7a P\u00fablica de Preven\u00e7\u00e3o e Combate ao Inc\u00eandio Criminoso no Estado de Goi\u00e1s e cria o tipo penal que especifica\u201d. Na esp\u00e9cie, <strong>a tipifica\u00e7\u00e3o da conduta de provocar inc\u00eandios e a fixa\u00e7\u00e3o da san\u00e7\u00e3o de car\u00e1ter penal como consequ\u00eancia pela infring\u00eancia da norma proibitiva evidenciam o car\u00e1ter penal de suas disposi\u00e7\u00f5es<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>Ademais, a compet\u00eancia comum para proteger e preservar o meio ambiente (CF\/1988, art. 23, VI e VII) se mostra gen\u00e9rica quando comparada com a disposi\u00e7\u00e3o constitucional que prev\u00ea a compet\u00eancia privativa da Uni\u00e3o para legislar sobre direito penal (CF\/1988, art. 22, I).<\/p>\n\n\n\n<p>No que se refere \u00e0 inafian\u00e7abilidade do crime de inc\u00eandio, <strong>a compet\u00eancia legislativa quanto ao tema tamb\u00e9m \u00e9 privativa da Uni\u00e3o<\/strong>, independentemente se considerado o preceito como norma processual penal ou norma de direito penal material.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-2-2-2-nbsp-nbsp-nbsp-da-decisao\">2.2.2.&nbsp;&nbsp;&nbsp; Da DECIS\u00c3O.<\/h4>\n\n\n\n<p>Com base nesses entendimentos,&nbsp;o Plen\u00e1rio, por unanimidade, converteu o referendo da medida cautelar em julgamento de m\u00e9rito e julgou procedente a a\u00e7\u00e3o direta para declarar a inconstitucionalidade dos arts. 16, caput e par\u00e1grafo \u00fanico, e 17, ambos da&nbsp;Lei n\u00ba 22.978\/2024 do Estado de Goi\u00e1s.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-3-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-ocupantes-ilegais-e-invasores-de-propriedade-privadas-rurais-e-urbanas-aplicacao-de-sancoes-no-ambito-estadual\"><a>3.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Ocupantes ilegais e invasores de propriedade privadas rurais e urbanas: aplica\u00e7\u00e3o de san\u00e7\u00f5es no \u00e2mbito estadual<\/a><\/h2>\n\n\n\n<p>Encontram-se presentes os requisitos para a concess\u00e3o da medida cautelar, pois: (i) h\u00e1 plausibilidade jur\u00eddica no que se refere \u00e0 alegada usurpa\u00e7\u00e3o da compet\u00eancia privativa da Uni\u00e3o para legislar sobre direito penal e normas gerais de licita\u00e7\u00e3o e contrata\u00e7\u00e3o (CF\/1988, art. 22, I e XXVII); e (ii) h\u00e1 perigo da demora na presta\u00e7\u00e3o jurisdicional, consubstanciado no estabelecimento de san\u00e7\u00f5es com potencial de causar dano irrepar\u00e1vel ou de dif\u00edcil repara\u00e7\u00e3o e, consequentemente, gerar grave inseguran\u00e7a jur\u00eddica.<\/p>\n\n\n\n<p>ADI 7.715 MC-Ref\/MT, relator Ministro Fl\u00e1vio Dino, julgamento virtual finalizado em 11.10.2024 (Info 1154 STF)<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-3-1-nbsp-dos-fatos\"><a>3.1.&nbsp; Dos FATOS.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<p>A PGR questiona no STF lei de Mato Grosso que instituiu san\u00e7\u00f5es a invasores de propriedades urbanas e rurais no territ\u00f3rio do estado. Entre as penas previstas est\u00e3o a restri\u00e7\u00e3o a benef\u00edcios sociais, veto \u00e0 posse em concurso p\u00fablico e a impossibilidade de contratar com o poder p\u00fablico estadual.<\/p>\n\n\n\n<p>Na ADI 7715<strong>,<\/strong> o PGR argumenta que a Lei estadual 12.430\/2024 viola a Constitui\u00e7\u00e3o ao invadir compet\u00eancia privativa da Uni\u00e3o, respons\u00e1vel por legislar sobre direito penal. Al\u00e9m disso, ao impedir a participa\u00e7\u00e3o em processos de licita\u00e7\u00e3o, tamb\u00e9m entra em conflito com uma lei federal sobre o tema. A Lei federal 14.133\/2021 prev\u00ea as hip\u00f3teses que levam uma pessoa ou empresa a ser proibida de participar de licita\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-3-2-nbsp-analise-estrategica\"><a>3.2.&nbsp; An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-3-2-1-nbsp-nbsp-nbsp-dos-fundamentos\">3.2.1.&nbsp;&nbsp;&nbsp; Dos FUNDAMENTOS.<\/h4>\n\n\n\n<p>Na esp\u00e9cie, a lei estadual impugnada fixa,&nbsp;aos ocupantes comprovadamente ilegais e invasores de propriedades privadas rurais e urbanas no \u00e2mbito de seu territ\u00f3rio,&nbsp;as seguintes veda\u00e7\u00f5es: (i) receber aux\u00edlio e benef\u00edcios de programas sociais do estado; (ii) tomar posse em cargo p\u00fablico de confian\u00e7a; e (iii) contratar com o Poder P\u00fablico estadual.<\/p>\n\n\n\n<p>Nesse contexto, a norma amplia&nbsp;san\u00e7\u00f5es para delitos j\u00e1 previstos no C\u00f3digo Penal (viola\u00e7\u00e3o de domic\u00edlio e esbulho possess\u00f3rio), o que viola a compet\u00eancia privativa da Uni\u00e3o para legislar sobre direito penal, bem como <strong>normas gerais de licita\u00e7\u00e3o e contrata\u00e7\u00e3o p\u00fablica.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-3-2-2-nbsp-nbsp-nbsp-da-decisao\">3.2.2.&nbsp;&nbsp;&nbsp; Da DECIS\u00c3O.<\/h4>\n\n\n\n<p>Com base nesses e em outros entendimentos, o Plen\u00e1rio, por unanimidade, referendou a&nbsp;decis\u00e3o&nbsp;que concedeu a medida cautelar postulada&nbsp;para suspender a efic\u00e1cia da&nbsp;Lei n\u00ba 12.430\/2024 do Estado de Mato Grosso.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-4-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-fundo-de-apoio-ao-registro-civil-de-pessoas-naturais-funarpen-destinacao-de-emolumentos-e-composicao-de-conselhos-diretor-e-fiscal\"><a>4.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Fundo de Apoio ao Registro Civil de Pessoas Naturais (FUNARPEN): destina\u00e7\u00e3o de emolumentos e composi\u00e7\u00e3o de Conselhos Diretor e Fiscal<\/a><\/h2>\n\n\n\n<p>\u00c9 constitucional norma estadual que prev\u00ea a participa\u00e7\u00e3o conjunta de agentes p\u00fablicos e pessoas jur\u00eddicas de direito privado na gest\u00e3o administrativa do Fundo de Apoio ao Registro Civil de Pessoas Naturais (FUNARPEN), composto por recursos p\u00fablicos.<\/p>\n\n\n\n<p>ADI 7.474\/PR, relator Ministro Gilmar Mendes, julgamento virtual finalizado em 11.10.2024 (Info 1154 STF)<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-4-1-nbsp-dos-fatos\"><a>4.1.&nbsp; Dos FATOS.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<p>A PGR ajuizou a ADI 7474 por meio da qual questiona lei do Paran\u00e1 que criou o Fundo de Apoio ao Registro Civil de Pessoas Naturais (Funarpen). O Funarpen foi criado pela Lei estadual 13.228\/2001 com o fim de custear os atos praticados gratuitamente pelos cart\u00f3rios e complementar a receita daqueles considerados deficit\u00e1rios. A lei prev\u00ea o repasse de 2% dos recursos do fundo para o Instituto dos Escriv\u00e3es Not\u00e1rios e Registradores do Estado do Paran\u00e1 (Inoreg), de 1,5% para a Associa\u00e7\u00e3o dos Not\u00e1rios e Registradores do Estado do Paran\u00e1 (Anoreg\/PR) e de 1,5% para o Instituto do Registro Civil das Pessoas Naturais do Paran\u00e1 (Irpen).<\/p>\n\n\n\n<p>Na a\u00e7\u00e3o, a Procuradoria-Geral da Rep\u00fablica argumentava que esses recursos vinham do pagamento de taxas judiciais e n\u00e3o poderiam ser usados para outras atividades nem repassados a entidades privadas<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-4-2-nbsp-analise-estrategica\"><a>4.2.&nbsp; An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-4-2-1-nbsp-nbsp-nbsp-dos-fundamentos\">4.2.1.&nbsp;&nbsp;&nbsp; Dos FUNDAMENTOS.<\/h4>\n\n\n\n<p>Os servi\u00e7os notariais e de registro s\u00e3o exercidos em car\u00e1ter privado, por delega\u00e7\u00e3o do Poder P\u00fablico, mediante&nbsp;remunera\u00e7\u00e3o que decorre do pagamento de emolumentos,&nbsp;e destinam-se a garantir a publicidade, a autenticidade, a seguran\u00e7a e a efic\u00e1cia dos atos jur\u00eddicos (CF\/1988, art. 236, caput).<\/p>\n\n\n\n<p>Conforme jurisprud\u00eancia do STF, \u00e9 v\u00e1lida a administra\u00e7\u00e3o, por associa\u00e7\u00e3o privada representativa da categoria, de fundo de natureza p\u00fablica com evidente finalidade social e criado por lei estadual para viabilizar a realiza\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os cartor\u00e1rios e o aperfei\u00e7oamento da presta\u00e7\u00e3o jurisdicional, quando submetida <strong>\u00e0 supervis\u00e3o e \u00e0 fiscaliza\u00e7\u00e3o permanente por \u00f3rg\u00e3o do Tribunal de Justi\u00e7a competente.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Na esp\u00e9cie, a lei estadual impugnada criou o FUNARPEN com o intuito de ressarcir os registradores que praticam atos gratuitos ao cidad\u00e3o, principalmente o registro de nascimento e o assento de \u00f3bito (CF\/1988, art. 5\u00ba, LXXVI e LXXVII; e Lei n\u00ba 9.534\/1997). Para viabilizar esse objetivo, a norma confere \u00e0s entidades privadas representativas da categoria profissional dos not\u00e1rios e registradores a prerrogativa de participar na gest\u00e3o administrativa do fundo.<\/p>\n\n\n\n<p>Ademais<strong>, inexiste qualquer ofensa aos princ\u00edpios da isonomia, da moralidade e da impessoalidade (CF\/1988, art. 5\u00ba, caput e 37, caput), na medida em que h\u00e1 mecanismos de supervis\u00e3o do Fundo pelo Poder Judici\u00e1rio estadual<\/strong>. Apesar de parte dos gestores ser proveniente de entidades privadas, existem diversos m\u00e9todos e ferramentas para o adequado controle da administra\u00e7\u00e3o do FUNARPEN.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-4-2-2-nbsp-nbsp-nbsp-da-decisao\">4.2.2.&nbsp;&nbsp;&nbsp; Da DECIS\u00c3O.<\/h4>\n\n\n\n<p>Com base nesses e em outros entendimentos, o Plen\u00e1rio,&nbsp;por unanimidade, conheceu em parte da a\u00e7\u00e3o e, nessa extens\u00e3o, a julgou improcedente para assentar a constitucionalidade dos arts. 3\u00ba, \u00a7 3\u00ba; 4\u00ba, I a III; 5\u00ba, \u00a7 1\u00ba; e 6\u00ba, I, II e V, todos da&nbsp;Lei n\u00ba 13.228\/2001 do Estado do Paran\u00e1.<\/p>\n\n\n\n<h1 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-direito-tributario\"><a>DIREITO TRIBUT\u00c1RIO<\/a><\/h1>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-5-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-pis-pasep-e-cofins-incidentes-sobre-receitas-financeiras-repristinacao-de-aliquotas-mediante-decreto-presidencial-e-inaplicabilidade-do-principio-da-anterioridade-nonagesimal\"><a>5.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; PIS\/Pasep e Cofins incidentes sobre receitas financeiras: repristina\u00e7\u00e3o de al\u00edquotas mediante decreto presidencial e inaplicabilidade do princ\u00edpio da anterioridade nonagesimal<\/a><\/h2>\n\n\n\n<p>A incid\u00eancia das al\u00edquotas de 0,65% e 4% da contribui\u00e7\u00e3o ao PIS e da Cofins previstas no art. 1\u00ba do Decreto n\u00ba 8.426\/2015, repristinado pelo Decreto n\u00ba 11.374\/2023, n\u00e3o est\u00e1 sujeita a anterioridade nonagesimal.<\/p>\n\n\n\n<p>ADI 7.342\/DF, relator Ministro Cristiano Zanin, julgamento virtual finalizado em 11.10.2024 (Info 1154 STF)<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-5-1-nbsp-dos-fatos\"><a>5.1.&nbsp; Dos FATOS.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<p>Em 30\/12\/2022, o ent\u00e3o vice-presidente da Rep\u00fablica, no exerc\u00edcio da Presid\u00eancia, promulgou o Decreto 11.322\/2022, que reduziu pela metade as al\u00edquotas do PIS\/Pasep e da Cofins sobre receitas em quest\u00e3o (de 0,65% para 0,33% e de 4% para 2%, respectivamente).<\/p>\n\n\n\n<p>Em 1\u00ba de janeiro de 2023, contudo, o presidente editou o Decreto 11.374\/2023, com vig\u00eancia imediata, que revogou o anterior e manteve os \u00edndices que vinham sendo pagos pelo contribuinte desde 2015 (0,65% e 4%), previstos no Decreto 8.426\/2015.<\/p>\n\n\n\n<p>Na ADI 7342, a Associa\u00e7\u00e3o Brasileira da Ind\u00fastria de M\u00e1quinas e Equipamentos (Abimaq) sustentava que as altera\u00e7\u00f5es violaram o princ\u00edpio constitucional que estabelece prazo de 90 dias para que a altera\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria passe a fazer efeito (anterioridade nonagesimal).<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-5-2-nbsp-analise-estrategica\"><a>5.2.&nbsp; An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-5-2-1-nbsp-nbsp-nbsp-do-direito\">5.2.1.&nbsp;&nbsp;&nbsp; Do DIREITO.<\/h4>\n\n\n\n<p>Decreto n\u00ba 11.322\/2022: \u201cArt. 1\u00ba O Decreto n\u00ba 8.426, de 1\u00ba de abril de 2015, passa a vigorar com as seguintes altera\u00e7\u00f5es: \u2018Art. 1\u00ba Ficam estabelecidas em 0,33% (trinta e tr\u00eas cent\u00e9simos por cento) e 2% (dois por cento), respectivamente, as al\u00edquotas da Contribui\u00e7\u00e3o para os Programas de Integra\u00e7\u00e3o Social e de Forma\u00e7\u00e3o do Patrim\u00f4nio do Servidor P\u00fablico &#8211; PIS\/PASEP e da Contribui\u00e7\u00e3o para o Financiamento da Seguridade Social &#8211; COFINS incidentes sobre receitas financeiras, inclusive decorrentes de opera\u00e7\u00f5es realizadas para fins de hedge, auferidas pelas pessoas jur\u00eddicas sujeitas ao regime de apura\u00e7\u00e3o n\u00e3o-cumulativa das referidas contribui\u00e7\u00f5es. &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;\u2019 (NR) Art. 2\u00ba Este Decreto entra em vigor na data de sua publica\u00e7\u00e3o e produz efeitos a partir de 1\u00ba de janeiro de 2023.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Decreto n\u00ba 11.374\/2023: \u201cArt. 1\u00ba Ficam revogados: (&#8230;) II \u2013 o Decreto n\u00ba 11.322, de 30 de dezembro de 2022; e (&#8230;) Art. 3\u00ba Ficam repristinadas as reda\u00e7\u00f5es: I \u2013 do Decreto n\u00ba 8.426, de 1\u00ba de abril de 2015, anteriormente \u00e0 altera\u00e7\u00e3o promovida pelo Decreto n\u00ba 11.322, de 2022; e (&#8230;) Art. 4\u00ba Este Decreto entra em vigor na data de sua publica\u00e7\u00e3o.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Decreto n\u00ba 8.426\/2015: \u201cArt. 1\u00ba Ficam restabelecidas para 0,65% (sessenta e cinco cent\u00e9simos por cento) e 4% (quatro por cento), respectivamente, as al\u00edquotas da Contribui\u00e7\u00e3o para os Programas de Integra\u00e7\u00e3o Social e de Forma\u00e7\u00e3o do Patrim\u00f4nio do Servidor P\u00fablico \u2013 PIS\/PASEP e da Contribui\u00e7\u00e3o para o Financiamento da Seguridade Social \u2013 COFINS incidentes sobre receitas financeiras, inclusive decorrentes de opera\u00e7\u00f5es realizadas para fins de hedge, auferidas pelas pessoas jur\u00eddicas sujeitas ao regime de apura\u00e7\u00e3o n\u00e3o cumulativa das referidas contribui\u00e7\u00f5es.\u201d<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-5-2-2-nbsp-nbsp-nbsp-dos-fundamentos\">5.2.2.&nbsp;&nbsp;&nbsp; Dos FUNDAMENTOS.<\/h4>\n\n\n\n<p>\u00c9 constitucional<strong>\u2014 na medida em que n\u00e3o se sujeita ao princ\u00edpio da anterioridade nonagesimal nem h\u00e1 desobedi\u00eancia aos princ\u00edpios da seguran\u00e7a jur\u00eddica e da n\u00e3o surpresa \u2014 <\/strong>a repristina\u00e7\u00e3o da reda\u00e7\u00e3o do art. 1\u00ba do Decreto n\u00ba 8.426\/2015, realizada pelo Decreto n\u00ba 11.374\/2023 (arts. 1\u00ba, II; 3\u00ba, I; e 4\u00ba), que resultou na manuten\u00e7\u00e3o dos percentuais, vigentes desde 2015, da contribui\u00e7\u00e3o para os Programas de Integra\u00e7\u00e3o Social e de Forma\u00e7\u00e3o do Patrim\u00f4nio do Servidor P\u00fablico (PIS\/Pasep) e da Contribui\u00e7\u00e3o para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), incidentes sobre as receitas financeiras auferidas pelas pessoas jur\u00eddicas sujeitas ao regime de apura\u00e7\u00e3o n\u00e3o cumulativa.<\/p>\n\n\n\n<p><a><u>O princ\u00edpio da anterioridade nonagesimal n\u00e3o se aplica ao Decreto n\u00ba 11.374\/2023 (CF\/1988, arts. 150, III, \u201cc\u201d; e 195, \u00a7 6\u00ba), pois a repristina\u00e7\u00e3o ocorrida n\u00e3o pode ser equiparada a institui\u00e7\u00e3o ou a aumento de tributo).<\/u><\/a> Com a repristina\u00e7\u00e3o, houve apenas a manuten\u00e7\u00e3o dos mencionados \u00edndices, porque o Decreto n\u00ba 11.322\/2022 \u2014 em que prevista a diminui\u00e7\u00e3o das al\u00edquotas e a revoga\u00e7\u00e3o do art. 1\u00ba do Decreto n\u00ba 8.426\/2015 \u2014 n\u00e3o teve efetiva vig\u00eancia. Nenhuma das contribui\u00e7\u00f5es foi paga em percentual menor, pois o fato gerador delas \u00e9 o faturamento mensal e o Decreto de 2022 foi revogado no mesmo dia estipulado para o in\u00edcio da produ\u00e7\u00e3o de seus efeitos. Diante disso, n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel sustentar que o Decreto n\u00ba 11.322\/2022 gerou algum tipo de expectativa leg\u00edtima para os contribuintes relativa \u00e0 redu\u00e7\u00e3o das al\u00edquotas.<\/p>\n\n\n\n<p>Nesse contexto, <strong>inexiste quebra da previsibilidade, em suposta ofensa aos princ\u00edpios da seguran\u00e7a jur\u00eddica e da n\u00e3o surpresa, uma vez que o contribuinte j\u00e1 experimentava, desde 2015, a incid\u00eancia dos percentuais alegados<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>Ademais, a redu\u00e7\u00e3o significativa das al\u00edquotas dos tributos federais no \u00faltimo dia \u00fatil de 2022, logo antes do t\u00e9rmino da transi\u00e7\u00e3o governamental, representou ato atentat\u00f3rio \u00e0 seguran\u00e7a or\u00e7ament\u00e1ria do Estado, em viola\u00e7\u00e3o ao princ\u00edpio da seguran\u00e7a jur\u00eddica, o qual tamb\u00e9m deve ser interpretado para proteger a pr\u00f3pria atividade financeira estatal. Por conseguinte, o Decreto n\u00ba 11.322\/2022 compromete o dever de responsabilidade dos agentes p\u00fablicos, afronta os princ\u00edpios republicano e democr\u00e1tico (CF\/1988, art. 1\u00ba), os deveres de coopera\u00e7\u00e3o que devem reger as rela\u00e7\u00f5es institucionais de transi\u00e7\u00e3o em um Estado Democr\u00e1tico de Direito e os princ\u00edpios que regem a Administra\u00e7\u00e3o P\u00fablica (CF\/1988, art. 37).<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-5-2-3-nbsp-nbsp-nbsp-da-decisao\">5.2.3.&nbsp;&nbsp;&nbsp; Da DECIS\u00c3O.<\/h4>\n\n\n\n<p>Com base nesses e em outros entendimentos, o Plen\u00e1rio, por unanimidade e em aprecia\u00e7\u00e3o conjunta, (i) julgou procedente a ADC, confirmando a&nbsp;medida cautelar referendada&nbsp;(vide informativo 1093), e improcedente a ADI; (ii) declarou a constitucionalidade do&nbsp;Decreto n\u00ba 11.374\/2023, que repristinou as al\u00edquotas de 0,65% e 4% previstas no art. 1\u00ba do&nbsp;Decreto n\u00ba 8.426\/2015; e (iii) fixou a tese anteriormente mencionada.<\/p>\n\n\n\n<p>***<\/p>\n\n\n\n<div data-wp-interactive=\"core\/file\" class=\"wp-block-file\"><object aria-label=\"Incorporar PDF\" data-wp-bind--hidden=\"!state.hasPdfPreview\" hidden><\/object><a id=\"wp-block-file--media-1a5ced7c-0118-44ff-a92c-ba8a63417243\" href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2024\/11\/05214224\/stf-informativo-1154.pdf\">STF &#8211; informativo 1154<\/a><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2024\/11\/05214224\/stf-informativo-1154.pdf\" class=\"wp-block-file__button wp-element-button\" download aria-describedby=\"wp-block-file--media-1a5ced7c-0118-44ff-a92c-ba8a63417243\">Baixar<\/a><\/div>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Se voc\u00ea est\u00e1 ligad@ aqui\u00a0no Estrat\u00e9gia Carreiras Jur\u00eddicas, sabe a aprova\u00e7\u00e3o est\u00e1 no horizonte proximo! Para chegar l\u00e1, simbora conferir o Informativo n\u00ba 1154 do STF\u00a0COMENTADO. DOWNLOAD do PDF DIREITO CONSTITUCIONAL 1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Precat\u00f3rios: n\u00e3o incid\u00eancia da taxa SELIC durante o \u201cper\u00edodo de gra\u00e7a\u201d 1. 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