{"id":1469981,"date":"2024-10-01T21:07:14","date_gmt":"2024-10-02T00:07:14","guid":{"rendered":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/?p=1469981"},"modified":"2024-10-01T21:07:16","modified_gmt":"2024-10-02T00:07:16","slug":"informativo-stf-1149-comentado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/informativo-stf-1149-comentado\/","title":{"rendered":"Informativo STF 1149 Comentado"},"content":{"rendered":"\n<p>Se voc\u00ea est\u00e1 ligad@ aqui\u00a0no Estrat\u00e9gia Carreiras Jur\u00eddicas, sabe a aprova\u00e7\u00e3o est\u00e1 no horizonte proximo! Para chegar l\u00e1, simbora conferir o Informativo n\u00ba 1149 do STF\u00a0<strong>COMENTADO.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><strong><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2024\/10\/01210637\/stf-informativo-1149.pdf\">DOWNLOAD do PDF<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"lyte-wrapper\" style=\"width:853px;max-width:100%;margin:5px;\"><div class=\"lyMe\" id=\"WYL_2p9FJ27LkFQ\"><div id=\"lyte_2p9FJ27LkFQ\" data-src=\"\/\/i.ytimg.com\/vi\/2p9FJ27LkFQ\/hqdefault.jpg\" class=\"pL\"><div class=\"tC\"><div class=\"tT\"><\/div><\/div><div class=\"play\"><\/div><div class=\"ctrl\"><div class=\"Lctrl\"><\/div><div class=\"Rctrl\"><\/div><\/div><\/div><noscript><a href=\"https:\/\/youtu.be\/2p9FJ27LkFQ\" rel=\"nofollow\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i.ytimg.com\/vi\/2p9FJ27LkFQ\/0.jpg\" alt=\"YouTube video thumbnail\" width=\"853\" height=\"460\" \/><br \/>Assista a este v\u00eddeo no YouTube<\/a><\/noscript><\/div><\/div><div class=\"lL\" style=\"max-width:100%;width:853px;margin:5px;\"><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<h1 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-direito-administrativo\"><a>DIREITO ADMINISTRATIVO<\/a><\/h1>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-1-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-recontratacao-de-empresa-anteriormente-contratada-com-dispensa-de-licitacao-em-virtude-de-emergencias-ou-calamidade-publica\"><a>1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Recontrata\u00e7\u00e3o de empresa anteriormente contratada com dispensa de licita\u00e7\u00e3o em virtude de emerg\u00eancias ou calamidade p\u00fablica<\/a><\/h2>\n\n\n\n<p><strong>A\u00c7\u00c3O DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>1. \u00c9 constitucional a veda\u00e7\u00e3o \u00e0 recontrata\u00e7\u00e3o de empresa contratada diretamente por dispensa de licita\u00e7\u00e3o nos casos de emerg\u00eancia ou calamidade p\u00fablica, prevista no inciso VIII do art. 75 da Lei n\u00ba 14.133\/2021. 2. A veda\u00e7\u00e3o incide na recontrata\u00e7\u00e3o fundada na mesma situa\u00e7\u00e3o emergencial ou calamitosa que extrapole o prazo m\u00e1ximo legal de 1 (um) ano, e n\u00e3o impede que a empresa participe de eventual licita\u00e7\u00e3o substitutiva \u00e0 dispensa de licita\u00e7\u00e3o e seja contratada diretamente por outro fundamento previsto em lei, incluindo uma nova emerg\u00eancia ou calamidade p\u00fablica, sem preju\u00edzo do controle de abusos ou ilegalidades na aplica\u00e7\u00e3o da norma.<\/p>\n\n\n\n<p>ADI 6.890\/DF, relator Ministro Cristiano Zanin, julgamento virtual finalizado em 06.09.2024 <a>(Info STF 1149)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-1-1-nbsp-situacao-fatica\"><a>1.1.&nbsp; Situa\u00e7\u00e3o F\u00c1TICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<p>Na ADI 6890, o partido Solidariedade questiona a validade da disposi\u00e7\u00e3o legal que veda a recontrata\u00e7\u00e3o de empresa que j\u00e1 tenha sido contratada com base na dispensa de licita\u00e7\u00e3o em raz\u00e3o de emerg\u00eancia ou calamidade p\u00fablica. Para a legenda, embora tenha pretendido coibir as contrata\u00e7\u00f5es emergenciais sucessivas, impondo \u00e0 administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica e a seus gestores o dever de gest\u00e3o e planejamento eficientes, o dispositivo resulta em puni\u00e7\u00e3o antecipada \u00e0s empresas que prestam ou fornecem bens ao Estado em regime de contrata\u00e7\u00e3o emergencial.<\/p>\n\n\n\n<p>Essa veda\u00e7\u00e3o, a seu ver, ofende os princ\u00edpios que devem nortear a administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica e gera discrimina\u00e7\u00e3o indevida, sobretudo em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 necessidade da busca do melhor pre\u00e7o.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-1-2-nbsp-analise-estrategica\"><a>1.2.&nbsp; An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-1-2-1-nbsp-nbsp-nbsp-questao-juridica\">1.2.1.&nbsp;&nbsp;&nbsp; Quest\u00e3o JUR\u00cdDICA.<\/h4>\n\n\n\n<p>&nbsp;CF\/1988: \u201cArt. 37. A administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica direta e indireta de qualquer dos Poderes da Uni\u00e3o, dos Estados, do Distrito Federal e dos Munic\u00edpios obedecer\u00e1 aos princ\u00edpios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e efici\u00eancia e, tamb\u00e9m, ao seguinte: (&#8230;) XXI \u2013 ressalvados os casos especificados na legisla\u00e7\u00e3o, as obras, servi\u00e7os, compras e aliena\u00e7\u00f5es ser\u00e3o contratados mediante processo de licita\u00e7\u00e3o p\u00fablica que assegure igualdade de condi\u00e7\u00f5es a todos os concorrentes, com cl\u00e1usulas que estabele\u00e7am obriga\u00e7\u00f5es de pagamento, mantidas as condi\u00e7\u00f5es efetivas da proposta, nos termos da lei, o qual somente permitir\u00e1 as exig\u00eancias de qualifica\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica e econ\u00f4mica indispens\u00e1veis \u00e0 garantia do cumprimento das obriga\u00e7\u00f5es.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Lei n\u00ba 14.133\/2021: \u201cArt. 75. \u00c9 dispens\u00e1vel a licita\u00e7\u00e3o: (&#8230;) VIII \u2013 nos casos de emerg\u00eancia ou de calamidade p\u00fablica, quando caracterizada urg\u00eancia de atendimento de situa\u00e7\u00e3o que possa ocasionar preju\u00edzo ou comprometer a continuidade dos servi\u00e7os p\u00fablicos ou a seguran\u00e7a de pessoas, obras, servi\u00e7os, equipamentos e outros bens, p\u00fablicos ou particulares, e somente para aquisi\u00e7\u00e3o dos bens necess\u00e1rios ao atendimento da situa\u00e7\u00e3o emergencial ou calamitosa e para as parcelas de obras e servi\u00e7os que possam ser conclu\u00eddas no prazo m\u00e1ximo de 1 (um) ano, contado da data de ocorr\u00eancia da emerg\u00eancia ou da calamidade, vedadas a prorroga\u00e7\u00e3o dos respectivos contratos e a recontrata\u00e7\u00e3o de empresa j\u00e1 contratada com base no disposto neste inciso;<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-1-2-2-nbsp-nbsp-nbsp-a-norma-encontra-amparo-na-cf\">1.2.2.&nbsp;&nbsp;&nbsp; A norma encontra amparo na CF?<\/h4>\n\n\n\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> <strong>Yeap!!!<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 constitucional<strong>\u2014 e est\u00e1 em conson\u00e2ncia com os princ\u00edpios da Administra\u00e7\u00e3o P\u00fablica (CF\/1988, art. 37, caput e XXI) \u2014 <\/strong>a proibi\u00e7\u00e3o \u00e0 recontrata\u00e7\u00e3o de empresa anteriormente contratada com dispensa de licita\u00e7\u00e3o no regime de contrata\u00e7\u00e3o emergencial (Lei n\u00ba 14.133\/2021, art. 75, VIII, parte final), quando a recontrata\u00e7\u00e3o se fundamente na mesma situa\u00e7\u00e3o emergencial ou calamitosa e o per\u00edodo total de vig\u00eancia das contrata\u00e7\u00f5es extrapole o prazo m\u00e1ximo de um ano<strong>.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A referida veda\u00e7\u00e3o, introduzida pela Lei n\u00ba 14.133\/2021, <strong>busca impedir condutas verificadas na vig\u00eancia da Lei n\u00ba 8.666\/1993 (art. 24, IV), que resultavam na ofensa ao princ\u00edpio norteador da Administra\u00e7\u00e3o P\u00fablica (CF\/1988, art. 37, XXI), em que estabelecida a obrigatoriedade da licita\u00e7\u00e3o e a excepcionalidade da contrata\u00e7\u00e3o direta, exig\u00eancia do princ\u00edpio republicano<\/strong> (CF\/1988, art. 1\u00ba). Nesse contexto, a veda\u00e7\u00e3o legal objetiva impedir a contrata\u00e7\u00e3o, com dispensa de licita\u00e7\u00e3o, por prazo superior a um ano.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c0 luz dos princ\u00edpios da Administra\u00e7\u00e3o P\u00fablica, esse impedimento restringe-se \u00e0 recontrata\u00e7\u00e3o amparada na mesma situa\u00e7\u00e3o emergencial ou de calamidade p\u00fablica que motivou a primeira dispensa de licita\u00e7\u00e3o. Por outro lado, deve ser permitida a prorroga\u00e7\u00e3o do per\u00edodo de vig\u00eancia contratual ou ser autorizada a recontrata\u00e7\u00e3o da empresa se: (i) o prazo total da contrata\u00e7\u00e3o n\u00e3o superar um ano; e (ii) os demais requisitos legais aplic\u00e1veis forem observados.<\/p>\n\n\n\n<p>Assim, inexiste viola\u00e7\u00e3o aos princ\u00edpios da efici\u00eancia e da economicidade ou a ocorr\u00eancia de discrimina\u00e7\u00e3o indevida. A interpreta\u00e7\u00e3o dada por esta Corte n\u00e3o limita os instrumentos \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o da Administra\u00e7\u00e3o P\u00fablica para superar a situa\u00e7\u00e3o emergencial ou calamitosa que inicialmente motivou a dispensa de licita\u00e7\u00e3o. Ademais, n\u00e3o se restringe de modo excessivo o direito do particular, o qual poder\u00e1 participar de futura licita\u00e7\u00e3o para executar objeto contratual relacionado \u00e0 contrata\u00e7\u00e3o direta ou ser contratado diretamente por fundamento diverso.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-1-2-3-nbsp-nbsp-nbsp-resultado-final\">1.2.3.&nbsp;&nbsp;&nbsp; Resultado final.<\/h4>\n\n\n\n<p>Com base nesses e em outros entendimentos, o Plen\u00e1rio, por unanimidade, julgou parcialmente procedente a a\u00e7\u00e3o para dar interpreta\u00e7\u00e3o conforme a Constitui\u00e7\u00e3o Federal de 1988 ao&nbsp;art. 75, VIII, da Lei n\u00ba 14.133\/2021 e, desse modo, restringir a veda\u00e7\u00e3o prevista no dispositivo \u00e0 recontrata\u00e7\u00e3o, nos termos da tese anteriormente mencionada.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-2-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-habilitacao-em-licitacoes-publicas-exigencia-da-licenca-de-funcionamento-para-prestar-servicos-relacionados-a-saude-publica\"><a>2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Habilita\u00e7\u00e3o em licita\u00e7\u00f5es p\u00fablicas: exig\u00eancia da licen\u00e7a de funcionamento para prestar servi\u00e7os relacionados \u00e0 sa\u00fade p\u00fablica<\/a><\/h2>\n\n\n\n<p><strong>A\u00c7\u00c3O DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 constitucional \u2014 especialmente porque em harmonia com o sistema de reparti\u00e7\u00e3o de compet\u00eancias \u2014 norma distrital que exige licen\u00e7a para funcionamento, expedida pelo \u00f3rg\u00e3o local de vigil\u00e2ncia sanit\u00e1ria, como documento necess\u00e1rio \u00e0 habilita\u00e7\u00e3o em licita\u00e7\u00e3o cujo objeto seja a execu\u00e7\u00e3o de atividades dedicadas ao combate a insetos e roedores, \u00e0 limpeza e higieniza\u00e7\u00e3o de reservat\u00f3rios de \u00e1gua e \u00e0 manipula\u00e7\u00e3o de produtos qu\u00edmicos para limpeza e conserva\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>ADI 3.963\/DF, relator Ministro Nunes Marques, julgamento virtual finalizado em 06.09.2024 (Info STF 1149)<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-2-1-nbsp-situacao-fatica\"><a>2.1.&nbsp; Situa\u00e7\u00e3o F\u00c1TICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<p>O governador do Distrito Federal prop\u00f4s ao STF a ADI 3963 pretendendo a suspen\u00e7\u00e3o do par\u00e1grafo 2\u00ba do artigo 1 da Lei distrital 3.978\/07, o qual exige licen\u00e7a da da vigil\u00e2ncia sanit\u00e1ria para a habilita\u00e7\u00e3o em licita\u00e7\u00e3o cujo objeto seja o combate a insetos e roedores, a limpeza e higieniza\u00e7\u00e3o de reservat\u00f3rios de \u00e1gua, e a manipula\u00e7\u00e3o de produtos qu\u00edmicos.<\/p>\n\n\n\n<p>Alega que a disposi\u00e7\u00e3o ofende o inciso XXVII e par\u00e1grafo \u00fanico do artigo 22, da Constitui\u00e7\u00e3o Federal, tratando-se de mat\u00e9ria de compet\u00eancia exclusiva da Uni\u00e3o, e o caput do artigo 37, da Constitui\u00e7\u00e3o Federal, que trata dos princ\u00edpios da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e efici\u00eancia nas licita\u00e7\u00f5es p\u00fablicas.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-2-2-nbsp-analise-estrategica\"><a>2.2.&nbsp; An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-2-2-1-nbsp-nbsp-nbsp-tudo-certo\">2.2.1.&nbsp;&nbsp;&nbsp; Tudo certo?<\/h4>\n\n\n\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> <strong>Segueeeee o jogo!!<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Conforme a jurisprud\u00eancia do STF, as normas espec\u00edficas integram a compet\u00eancia dos entes subnacionais, nos limites que lhes foram autorizados, mostrando-se vi\u00e1vel a inova\u00e7\u00e3o quanto a uma classe de objetos ou circunst\u00e2ncias peculiares de interesse local (CF\/1988, art. 22, XXVII e arts. 25, \u00a7 1\u00ba, 30, I e II, e 32, \u00a7 1\u00ba).<\/p>\n\n\n\n<p>Na esp\u00e9cie, trata-se de <strong>norma espec\u00edfica editada com foco no interesse regional, relacionada a objeto determinado e atividade singular<\/strong>, sem discrep\u00e2ncias com a legisla\u00e7\u00e3o federal de reg\u00eancia (Leis n\u00ba 8.666\/1993 e n\u00ba 14.133\/2021).<\/p>\n\n\n\n<p>A exig\u00eancia da lei distrital impugnada configura um mecanismo de controle administrativo fundamentado no dever constitucional do poder p\u00fablico de prote\u00e7\u00e3o \u00e0 sa\u00fade (CF\/1988, art. 196), com o objetivo de demonstrar a qualifica\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica dos potenciais participantes e de mitigar os efeitos nocivos dos insumos por eles utilizados. Ademais, o conte\u00fado da lei n\u00e3o se correlaciona com a normatiza\u00e7\u00e3o de condi\u00e7\u00f5es para o exerc\u00edcio de profiss\u00f5es (CF\/1988, art. 22, XVI), pois a inten\u00e7\u00e3o <strong>\u00e9 proteger o interesse p\u00fablico, a vida e sa\u00fade humanas.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-2-2-2-nbsp-nbsp-nbsp-resultado-final\">2.2.2.&nbsp;&nbsp;&nbsp; Resultado final.<\/h4>\n\n\n\n<p><a>Com base nesses e em outros entendimentos, o Plen\u00e1rio, por unanimidade, julgou improcedente a a\u00e7\u00e3o para assentar a constitucionalidade da&nbsp;<\/a>Lei n\u00ba 3.978\/2007 do Distrito Federal.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-3-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-desacumulacao-de-serventia-extrajudicial-exigencia-de-preenchimento-da-vaga-mediante-habilitacao-do-delegatario-em-concurso-publico\"><a>3.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Desacumula\u00e7\u00e3o de serventia extrajudicial: exig\u00eancia de preenchimento da vaga mediante habilita\u00e7\u00e3o do delegat\u00e1rio em concurso p\u00fablico<\/a><\/h2>\n\n\n\n<p><strong>A\u00c7\u00c3O DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 constitucional a acumula\u00e7\u00e3o de especialidade em serventia preexistente nos casos de distribui\u00e7\u00e3o de nova fun\u00e7\u00e3o notarial ou de registro a um cart\u00f3rio j\u00e1 existente e cuja fun\u00e7\u00e3o era antes exercida por outra serventia (\u201cdesacumula\u00e7\u00e3o\u201d), desde que o delegat\u00e1rio tenha sido habilitado, em concurso p\u00fablico, para uma das atividades notariais ou de registro.<\/p>\n\n\n\n<p>ADI 7.655\/SP, relator Ministro Alexandre de Moraes, julgamento virtual finalizado em 06.09.2024 (Info STF 1149)<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-3-1-nbsp-situacao-fatica\"><a>3.1.&nbsp; Situa\u00e7\u00e3o F\u00c1TICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<p>A Associa\u00e7\u00e3o dos Not\u00e1rios e Registradores do Brasil ajuizou a ADI 7655 que questionava a constitucionalidade do o art. 2\u00ba da Lei 17.939\/2024, do Estado de S\u00e3o Paulo, que estabelece a exig\u00eancia de concurso p\u00fablico para a serventia <em>desacumulada.<\/em><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-3-2-nbsp-analise-estrategica\"><a>3.2.&nbsp; An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-3-2-1-nbsp-nbsp-nbsp-questao-juridica\">3.2.1.&nbsp;&nbsp;&nbsp; Quest\u00e3o JUR\u00cdDICA.<\/h4>\n\n\n\n<p>CF\/1988: \u201cArt. 236. Os servi\u00e7os notariais e de registro s\u00e3o exercidos em car\u00e1ter privado, por delega\u00e7\u00e3o do Poder P\u00fablico. (&#8230;) \u00a7 3\u00ba O ingresso na atividade notarial e de registro depende de concurso p\u00fablico de provas e t\u00edtulos, n\u00e3o se permitindo que qualquer serventia fique vaga, sem abertura de concurso de provimento ou de remo\u00e7\u00e3o, por mais de seis meses.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Lei n\u00ba 8.935\/1994: \u201cArt. 26 N\u00e3o s\u00e3o acumul\u00e1veis os servi\u00e7os enumerados no art. 5\u00ba. Par\u00e1grafo \u00fanico. Poder\u00e3o, contudo, ser acumulados nos Munic\u00edpios que n\u00e3o comportarem, em raz\u00e3o do volume dos servi\u00e7os ou da receita, a instala\u00e7\u00e3o de mais de um dos servi\u00e7os<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-3-2-2-nbsp-nbsp-nbsp-quem-e-que-manda-na-parada\">3.2.2.&nbsp;&nbsp;&nbsp; Quem \u00e9 que manda na parada?<\/h4>\n\n\n\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> <strong>O TJ pode cindir ou unir serventias, desde que observada a regra do concurso!!!<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O texto constitucional disp\u00f5e que o ingresso nas atividades notariais e de registro deve ocorrer por meio de delega\u00e7\u00e3o a quem estiver habilitado em concurso p\u00fablico de provas e t\u00edtulos. Nesse contexto, <strong>o Poder Judici\u00e1rio local possui plena autonomia para reestruturar os servi\u00e7os objeto de delega\u00e7\u00e3o estatal, desde que assegure a habilita\u00e7\u00e3o do serventu\u00e1rio por concurso p\u00fablico, em qualquer de suas modalidades<\/strong> (ingresso ou remo\u00e7\u00e3o). A observ\u00e2ncia dessa regra n\u00e3o prejudica nem impede que os servi\u00e7os extrajudiciais sejam reorganizados em caso de vac\u00e2ncia de serventia economicamente invi\u00e1vel (Lei n\u00ba 8.935\/1994, art. 26, par\u00e1grafo \u00fanico).<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-3-2-3-nbsp-nbsp-nbsp-resultado-final\">3.2.3.&nbsp;&nbsp;&nbsp; Resultado final.<\/h4>\n\n\n\n<p>Com base nesse entendimento, o Plen\u00e1rio, por unanimidade, julgou parcialmente procedente a a\u00e7\u00e3o para atribuir interpreta\u00e7\u00e3o conforme ao&nbsp;art. 2\u00ba da Lei n\u00ba 17.939\/2024 do Estado de S\u00e3o Paulo e, por conseguinte, estabelecer a exig\u00eancia de preenchimento da vaga, mediante concurso p\u00fablico, da serventia desacumulada, reconhecendo inexistir qualquer viola\u00e7\u00e3o aos preceitos constitucionais pela acumula\u00e7\u00e3o de especialidade em serventia preexistente, caso o delegat\u00e1rio tenha sido habilitado, em concurso p\u00fablico, para uma das atividades, na hip\u00f3tese excepcional do&nbsp;art. 26, par\u00e1grafo \u00fanico, da Lei n\u00ba 8.935\/1994.<\/p>\n\n\n\n<h1 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-direito-constitucional\"><a>DIREITO CONSTITUCIONAL<\/a><\/h1>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-4-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-vedacao-da-cobranca-pela-instalacao-e-utilizacao-de-pontos-adicionais-de-tv-a-cabo\"><a>4.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Veda\u00e7\u00e3o da cobran\u00e7a pela instala\u00e7\u00e3o e utiliza\u00e7\u00e3o de pontos adicionais de TV a cabo<\/a><\/h2>\n\n\n\n<p><strong>A\u00c7\u00c3O DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 inconstitucional \u2014 por usurpar compet\u00eancia reservada \u00e0 Uni\u00e3o para legislar sobre telecomunica\u00e7\u00f5es e explorar seus servi\u00e7os com exclusividade (CF\/1988, art. 22, IV, e 21, XI) \u2014 lei distrital que pro\u00edbe a cobran\u00e7a pela instala\u00e7\u00e3o e utiliza\u00e7\u00e3o de pontos adicionais de televis\u00e3o a cabo nas resid\u00eancias situadas em seu territ\u00f3rio e imp\u00f5e penalidade em raz\u00e3o do descumprimento.<\/p>\n\n\n\n<p>ADI 3.877\/DF, relator Ministro Nunes Marques, julgamento virtual finalizado em 06.09.2024 (Info STF 1149)<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-4-1-nbsp-situacao-fatica\"><a>4.1.&nbsp; Situa\u00e7\u00e3o F\u00c1TICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<p>A Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Televis\u00e3o por Assinatura (ABTA)&nbsp;ajuizou a ADI 3877 por meio da qual questiona a Lei 3693\/2007, do Distrito Federal (DF), que veda a cobran\u00e7a pela instala\u00e7\u00e3o e utiliza\u00e7\u00e3o de pontos adicionais de TV a Cabo.<\/p>\n\n\n\n<p>Para a associa\u00e7\u00e3o, o poder legislativo do DF \u201cexorbitou suas atribui\u00e7\u00f5es, adentrando em tema de compet\u00eancia privativa da Uni\u00e3o\u201d por afrontar o artigo 22 da Constitui\u00e7\u00e3o Federal. Este artigo diz competir \u00e0 Uni\u00e3o legislar sobre \u00e1guas, energia, inform\u00e1tica, telecomunica\u00e7\u00f5es e radiodifus\u00e3o. Segundo ela, o setor de TV por assinatura insere-se no ramo das telecomunica\u00e7\u00f5es, conforme estabelece o artigo 1\u00ba da Lei 8977\/95.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-4-2-nbsp-analise-estrategica\"><a>4.2.&nbsp; An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-4-2-1-nbsp-nbsp-nbsp-usurpada-competencia-da-uniao\">4.2.1.&nbsp;&nbsp;&nbsp; Usurpada compet\u00eancia da Uni\u00e3o?<\/h4>\n\n\n\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> <strong>Pra variar&#8230;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A pretexto de proteger direitos do consumidor, o ente federado atingiu o n\u00facleo regulat\u00f3rio das telecomunica\u00e7\u00f5es, violando compet\u00eancias da Uni\u00e3o (ente central). A atua\u00e7\u00e3o do legislador distrital tamb\u00e9m <strong>implica interfer\u00eancia na rela\u00e7\u00e3o contratual entre o poder p\u00fablico e as concession\u00e1rias de telecomunica\u00e7\u00f5es<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>A compet\u00eancia concorrente dos estados e do Distrito Federal para legislar sobre mat\u00e9ria consumerista n\u00e3o alcan\u00e7a a disciplina da rela\u00e7\u00e3o jur\u00eddica entre concession\u00e1rios e usu\u00e1rios de servi\u00e7os de telecomunica\u00e7\u00f5es, cuja atribui\u00e7\u00e3o \u00e9 exclusiva da Uni\u00e3o. Nesse sentido, a Lei federal n\u00ba 8.977\/1995 contempla a possibilidade de ser cobrada remunera\u00e7\u00e3o pelos servi\u00e7os prestados pelas operadoras de TV a cabo (art. 30, II).<\/p>\n\n\n\n<p>Ademais, conforme jurisprud\u00eancia do STF, s\u00e3o inconstitucionais as normas estaduais que criam obriga\u00e7\u00f5es, proibi\u00e7\u00f5es e san\u00e7\u00f5es para prestadores de servi\u00e7os p\u00fablicos de telecomunica\u00e7\u00f5es, inclu\u00eddos os de TV por assinatura.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-4-2-2-nbsp-nbsp-nbsp-resultado-final\">4.2.2.&nbsp;&nbsp;&nbsp; Resultado final.<\/h4>\n\n\n\n<p>Com base nesses e em outros entendimentos, o Plen\u00e1rio, por maioria, julgou procedente a a\u00e7\u00e3o para declarar a inconstitucionalidade da&nbsp;<a><\/a>Lei n\u00ba 3.963\/2007 do Distrito Federal.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-5-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-tribunal-de-contas-estadual-hipotese-de-vedacao-aos-seus-membros\"><a>5.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Tribunal de Contas estadual: hip\u00f3tese de veda\u00e7\u00e3o aos seus membros<\/a><\/h2>\n\n\n\n<p><strong>A\u00c7\u00c3O DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 constitucional norma de Lei Org\u00e2nica de Tribunal de Contas estadual que veda a seus membros o exerc\u00edcio do com\u00e9rcio ou a participa\u00e7\u00e3o em sociedade comercial, inclusive de economia mista, exceto como acionista ou quotista sem poder de voto ou participa\u00e7\u00e3o majorit\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n<p>ADI 3.815\/PR, relator Ministro Dias Toffoli, redator do ac\u00f3rd\u00e3o Ministro Edson Fachin, julgamento virtual finalizado em 06.09.2024 (Info STF 1149)<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-5-1-nbsp-situacao-fatica\"><a>5.1.&nbsp; Situa\u00e7\u00e3o F\u00c1TICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<p>A ATRICON- Associa\u00e7\u00e3o dos Membros dos Tribunais de Consta do Brasil ajuizou a ADI 3815 por meio da qual questiona a constitucionalidade do&nbsp;art. 138, I, da Lei Complementar n\u00ba 113\/2005 do Estado do Paran\u00e1&nbsp;&#8211; Lei Org\u00e2nica do Tribunal de Contas do Estado do Paran\u00e1.<\/p>\n\n\n\n<p>A norma em quest\u00e3o veda a seus membros o exerc\u00edcio do com\u00e9rcio ou a participa\u00e7\u00e3o em sociedade comercial, inclusive de economia mista, exceto como acionista ou quotista sem poder de voto ou participa\u00e7\u00e3o majorit\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-5-2-nbsp-analise-estrategica\"><a>5.2.&nbsp; An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-5-2-1-nbsp-nbsp-nbsp-correta-a-vedacao-de-acumulacao\">5.2.1.&nbsp;&nbsp;&nbsp; Correta a veda\u00e7\u00e3o de acumula\u00e7\u00e3o?<\/h4>\n\n\n\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> <strong>De fato!!!!<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A norma estadual impugnada aplicou aos membros do Tribunal de Contas local <strong>uma previs\u00e3o j\u00e1 existente para os ministros do Tribunal de Contas da Uni\u00e3o &#8211; TCU<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>Nesse contexto, dada a simetria \u00e0 veda\u00e7\u00e3o aplic\u00e1vel aos membros do TCU, inexiste inconstitucionalidade na express\u00e3o \u201c<em>sem poder de voto ou participa\u00e7\u00e3o majorit\u00e1ria<\/em>\u201d, contida no preceito da referida lei.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-5-2-2-nbsp-nbsp-nbsp-resultado-final\">5.2.2.&nbsp;&nbsp;&nbsp; Resultado final.<\/h4>\n\n\n\n<p>Com base nesses e em outros entendimentos, o Plen\u00e1rio, por maioria, conheceu em parte da a\u00e7\u00e3o e, nessa extens\u00e3o, a julgou improcedente para assentar a constitucionalidade do&nbsp;art. 138, I, da Lei Complementar n\u00ba 113\/2005 do Estado do Paran\u00e1&nbsp;&#8211; Lei Org\u00e2nica do Tribunal de Contas do Estado do Paran\u00e1.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-6-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-repasse-de-recursos-orcamentarios-as-universidades-publicas-no-ambito-estadual\"><a>6.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Repasse de recursos or\u00e7ament\u00e1rios \u00e0s universidades p\u00fablicas no \u00e2mbito estadual<\/a><\/h2>\n\n\n\n<p><strong>ARGUI\u00c7\u00c3O DE DESCUMPRIMENTO DE PRECEITO FUNDAMENTAL<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O art. 207 da Constitui\u00e7\u00e3o exige que o regime financeiro-or\u00e7ament\u00e1rio aplic\u00e1vel \u00e0s universidades p\u00fablicas lhes assegure um espa\u00e7o m\u00ednimo de autogest\u00e3o. Tal diretriz pode ser concretizada inclusive, mas n\u00e3o obrigatoriamente, pelo repasse or\u00e7ament\u00e1rio na forma de duod\u00e9cimos.<\/p>\n\n\n\n<p>ADPF 474\/RJ, relatora Ministra Rosa Weber, redator do ac\u00f3rd\u00e3o Ministro Lu\u00eds Roberto Barroso, julgamento virtual finalizado em 06.09.2024 (Info STF 1149)<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-6-1-nbsp-situacao-fatica\"><a>6.1.&nbsp; Situa\u00e7\u00e3o F\u00c1TICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<p>O partido Rede Sustentabilidade ajuizou a ADPF 474 na qual pede que o STF reconhe\u00e7a que a concentra\u00e7\u00e3o no governo do estado da gest\u00e3o financeira e or\u00e7ament\u00e1ria das universidades p\u00fablicas fluminenses \u2013 Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro (Uenf) e Funda\u00e7\u00e3o Centro Universit\u00e1rio Estadual Zona Oeste (Uezo) \u2013 viola preceitos da Constitui\u00e7\u00e3o Federal de 1988.<\/p>\n\n\n\n<p>O partido argumenta que a concentra\u00e7\u00e3o da gest\u00e3o financeira e or\u00e7ament\u00e1ria pelo governo vem sendo promovida de forma progressiva, desde a implanta\u00e7\u00e3o, no estado, do Caixa \u00danico do Tesouro, que passou a abarcar tamb\u00e9m as entidades da administra\u00e7\u00e3o indireta, entre elas as universidades p\u00fablicas. A medida, segundo a Rede, retirou das universidades estaduais o poder de pagar suas pr\u00f3prias despesas.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-6-2-nbsp-analise-estrategica\"><a>6.2.&nbsp; An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-6-2-1-nbsp-nbsp-nbsp-questao-juridica\">6.2.1.&nbsp;&nbsp;&nbsp; Quest\u00e3o JUR\u00cdDICA.<\/h4>\n\n\n\n<p>&nbsp;CF\/1988: \u201cArt. 207. As universidades gozam de autonomia did\u00e1tico-cient\u00edfica, administrativa e de gest\u00e3o financeira e patrimonial, e obedecer\u00e3o ao princ\u00edpio de indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extens\u00e3o. \u00a7 1\u00ba \u00c9 facultado \u00e0s universidades admitir professores, t\u00e9cnicos e cientistas estrangeiros, na forma da lei. \u00a7 2\u00ba O disposto neste artigo aplica-se \u00e0s institui\u00e7\u00f5es de pesquisa cient\u00edfica e tecnol\u00f3gica.<\/p>\n\n\n\n<p>Lei Complementar n\u00ba 101\/2000: \u201cArt. 9\u00ba Se verificado, ao final de um bimestre, que a realiza\u00e7\u00e3o da receita poder\u00e1 n\u00e3o comportar o cumprimento das metas de resultado prim\u00e1rio ou nominal estabelecidas no Anexo de Metas Fiscais, os Poderes e o Minist\u00e9rio P\u00fablico promover\u00e3o, por ato pr\u00f3prio e nos montantes necess\u00e1rios, nos trinta dias subseq\u00fcentes, limita\u00e7\u00e3o de empenho e movimenta\u00e7\u00e3o financeira, segundo os crit\u00e9rios fixados pela lei de diretrizes or\u00e7ament\u00e1rias. \u00a7 1o No caso de restabelecimento da receita prevista, ainda que parcial, a recomposi\u00e7\u00e3o das dota\u00e7\u00f5es cujos empenhos foram limitados dar-se-\u00e1 de forma proporcional \u00e0s redu\u00e7\u00f5es efetivadas. \u00a7 2\u00ba N\u00e3o ser\u00e3o objeto de limita\u00e7\u00e3o as despesas que constituam obriga\u00e7\u00f5es constitucionais e legais do ente, inclusive aquelas destinadas ao pagamento do servi\u00e7o da d\u00edvida, as relativas \u00e0 inova\u00e7\u00e3o e ao desenvolvimento cient\u00edfico e tecnol\u00f3gico custeadas por fundo criado para tal finalidade e as ressalvadas pela lei de diretrizes or\u00e7ament\u00e1rias. \u00a7 3\u00ba No caso de os Poderes Legislativo e Judici\u00e1rio e o Minist\u00e9rio P\u00fablico n\u00e3o promoverem a limita\u00e7\u00e3o no prazo estabelecido no caput, \u00e9 o Poder Executivo autorizado a limitar os valores financeiros segundo os crit\u00e9rios fixados pela lei de diretrizes or\u00e7ament\u00e1rias.\u00a7 4\u00ba At\u00e9 o final dos meses de maio, setembro e fevereiro, o Ministro ou Secret\u00e1rio de Estado da Fazenda demonstrar\u00e1 e avaliar\u00e1 o cumprimento das metas fiscais de cada quadrimestre e a trajet\u00f3ria da d\u00edvida, em audi\u00eancia p\u00fablica na comiss\u00e3o referida no \u00a7 1\u00ba do art. 166 da Constitui\u00e7\u00e3o Federal ou conjunta com as comiss\u00f5es tem\u00e1ticas do Congresso Nacional ou equivalente nas Casas Legislativas estaduais e municipais. \u00a7 5\u00ba No prazo de noventa dias ap\u00f3s o encerramento de cada semestre, o Banco Central do Brasil apresentar\u00e1, em reuni\u00e3o conjunta das comiss\u00f5es tem\u00e1ticas pertinentes do Congresso Nacional, avalia\u00e7\u00e3o do cumprimento dos objetivos e metas das pol\u00edticas monet\u00e1ria, credit\u00edcia e cambial, evidenciando o impacto e o custo fiscal de suas opera\u00e7\u00f5es e os resultados demonstrados nos balan\u00e7os.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-6-2-2-nbsp-nbsp-nbsp-concentra-ou-desconcentra\">6.2.2.&nbsp;&nbsp;&nbsp; Concentra ou desconcentra?<\/h4>\n\n\n\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> <strong>Pode concentrar, mas tem de liberar o <em>Money$$<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A fim de assegurar o aporte de patrim\u00f4nio e recursos necess\u00e1rios ao adequado cumprimento das fun\u00e7\u00f5es institucionais das universidades p\u00fablicas, o texto constitucional lhes garantiu autonomia financeira e patrimonial, al\u00e9m de um espa\u00e7o m\u00ednimo de autogest\u00e3o (CF\/1988, art. 207). N\u00e3o se preestabeleceu um modelo espec\u00edfico para o repasse financeiro, mas este deve ser compat\u00edvel com a referida autonomia<strong>.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Conforme a jurisprud\u00eancia do STF, <strong>h\u00e1 diferentes modelos que os entes federados podem validamente adotar para concretizar a autonomia universit\u00e1ria, entre eles o do duod\u00e9cimo e o do caixa \u00fanico<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>A submiss\u00e3o das institui\u00e7\u00f5es de ensino superior \u00e0 ampla discricionariedade do governador ou da secretaria de fazenda para a realiza\u00e7\u00e3o de despesas b\u00e1sicas configura medida desarrazoada \u2014 notadamente quando se rejeitam os pagamentos primordiais ao funcionamento dessas entidades \u2014, de modo que a centraliza\u00e7\u00e3o dos recursos financeiros representa uma forma de esvaziar a autonomia exigida no texto constitucional.<\/p>\n\n\n\n<p>Na esp\u00e9cie, o governo do Estado do Rio de Janeiro imp\u00f4s, de modo gradual, dificuldades \u00e0 ordena\u00e7\u00e3o de despesas das universidades p\u00fablicas estaduais e recusou, reiteradamente, os seus pagamentos, mesmo quando regularmente empenhadas e liquidadas. Nesse contexto, a Constitui\u00e7\u00e3o do Estado do Rio de Janeiro, por meio da&nbsp;EC n\u00ba 71\/2017, elegeu o repasse or\u00e7ament\u00e1rio na forma de duod\u00e9cimos como mecanismo de concretiza\u00e7\u00e3o da autonomia de gest\u00e3o financeira e patrimonial das universidades estaduais. Assim, uma vez considerado o modelo eleito pelo estado, incumbe ao chefe do Poder Executivo repassar os recursos mensalmente e \u00e0 institui\u00e7\u00e3o de ensino superior, gerir diretamente o montante transferido.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-6-2-3-nbsp-nbsp-nbsp-resultado-final\">6.2.3.&nbsp;&nbsp;&nbsp; Resultado final.<\/h4>\n\n\n\n<p>Com base nesses e em outros entendimentos,&nbsp;o Plen\u00e1rio, por maioria, conheceu da argui\u00e7\u00e3o e a julgou parcialmente procedente para assegurar \u00e0s universidades fluminenses a aplica\u00e7\u00e3o de regime financeiro-or\u00e7ament\u00e1rio compat\u00edvel com a sua autonomia, conforme o modelo eleito na Constitui\u00e7\u00e3o estadual. Por conseguinte, o Tribunal (i) determinou que as dota\u00e7\u00f5es or\u00e7ament\u00e1rias destinadas a essas institui\u00e7\u00f5es sejam transferidas na forma de duod\u00e9cimos mensais, com observ\u00e2ncia de todas as regras or\u00e7ament\u00e1rias e de responsabilidade fiscal; (ii) reconheceu a possibilidade de contingenciamento dos recursos financeiros a serem repassados a t\u00edtulo de duod\u00e9cimos pelo chefe do Poder Executivo, na hip\u00f3tese do&nbsp;art. 9\u00ba da Lei Complementar n\u00ba 101\/2000, refor\u00e7ando que essa limita\u00e7\u00e3o deve ser proporcional \u00e0 redu\u00e7\u00e3o na arrecada\u00e7\u00e3o esperada e deve ressalvar as despesas que constituam obriga\u00e7\u00f5es constitucionais e legais; e (iii) fixou a tese anteriormente citada.<\/p>\n\n\n\n<h1 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-direito-previdenciario\"><a>DIREITO PREVIDENCI\u00c1RIO<\/a><\/h1>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-7-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-seguridade-social-e-ec-n\u00ba-103-2019-adesao-ao-plano-de-seguridade-social-dos-congressistas-pssc-por-deputado-federal-que-e-servidor-publico-vinculado-ao-rpps\"><a>7.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Seguridade Social e EC n\u00ba 103\/2019: ades\u00e3o ao Plano de Seguridade Social dos Congressistas (PSSC) por deputado federal que \u00e9 servidor p\u00fablico vinculado ao RPPS<\/a><\/h2>\n\n\n\n<p><strong>ARGUI\u00c7\u00c3O DE DESCUMPRIMENTO DE PRECEITO FUNDAMENTAL<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>S\u00e3o inconstitucionais \u2014 por violarem os preceitos fundamentais atinentes \u00e0 separa\u00e7\u00e3o dos Poderes, \u00e0 isonomia e ao pacto federativo \u2014 atos normativos que, em interpreta\u00e7\u00e3o ao art. 2\u00ba, caput, da Lei n\u00ba 9.506\/1997, (i) estabeleceram a impossibilidade de um deputado federal, ocupante de cargo p\u00fablico efetivo e vinculado ao Regime Pr\u00f3prio de Previd\u00eancia Social de seu ente federativo (RPPS), aderir ao Plano de Seguridade Social dos Congressistas (PSSC); e (ii) tornaram obrigat\u00f3ria a manuten\u00e7\u00e3o do recolhimento das contribui\u00e7\u00f5es previdenci\u00e1rias para o regime de origem durante o per\u00edodo do mandato.<\/p>\n\n\n\n<p>ADPF 853\/DF, relator Ministro Edson Fachin, julgamento virtual finalizado em 06.09.2024 (Info STF 1149)<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-7-1-nbsp-situacao-fatica\"><a>7.1.&nbsp; Situa\u00e7\u00e3o F\u00c1TICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<p>Na ADPF 853, a C\u00e2mara dos Deputados questiona a validade de um parecer da Secretaria de Previd\u00eancia do Minist\u00e9rio da Economia, editado em 2020, que vedou a op\u00e7\u00e3o pelo PSSC e tornou obrigat\u00f3rias as contribui\u00e7\u00f5es ao regime pr\u00f3prio a que o servidor estivesse vinculado.<\/p>\n\n\n\n<p>O parecer foi motivado por notifica\u00e7\u00f5es emitidas pelo Munic\u00edpio de Porto Alegre para que a C\u00e2mara dos Deputados repassasse a seu regime pr\u00f3prio de previd\u00eancia as contribui\u00e7\u00f5es previdenci\u00e1rias de dois servidores municipais licenciados dos cargos para exercer mandato de deputado federal. Segundo a Secretaria de Previd\u00eancia, a partir da reforma da previd\u00eancia (Emenda Constitucional 103\/2019) os eleitos para cargo parlamentar em qualquer inst\u00e2ncia deveriam permanecer no regime previdenci\u00e1rio ao qual j\u00e1 estivessem vinculados, a n\u00e3o ser que optassem pela sa\u00edda em at\u00e9 180 dias da vig\u00eancia da reforma.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-7-2-nbsp-analise-estrategica\"><a>7.2.&nbsp; An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-7-2-1-nbsp-nbsp-nbsp-questao-juridica\">7.2.1.&nbsp;&nbsp;&nbsp; Quest\u00e3o JUR\u00cdDICA.<\/h4>\n\n\n\n<p>EC n\u00ba 103\/2019: \u201cArt. 14. Vedadas a ades\u00e3o de novos segurados e a institui\u00e7\u00e3o de novos regimes dessa natureza, os atuais segurados de regime de previd\u00eancia aplic\u00e1vel a titulares de mandato eletivo da Uni\u00e3o, dos Estados, do Distrito Federal e dos Munic\u00edpios poder\u00e3o, por meio de op\u00e7\u00e3o expressa formalizada no prazo de 180 (cento e oitenta) dias, contado da data de entrada em vigor desta Emenda Constitucional, retirar-se dos regimes previdenci\u00e1rios aos quais se encontrem vinculados. \u00a7 1\u00ba Os segurados, atuais e anteriores, do regime de previd\u00eancia de que trata a&nbsp;Lei n\u00ba 9.506, de 30 de outubro de 1997, que fizerem a op\u00e7\u00e3o de permanecer nesse regime previdenci\u00e1rio dever\u00e3o cumprir per\u00edodo adicional correspondente a 30% (trinta por cento) do tempo de contribui\u00e7\u00e3o que faltaria para aquisi\u00e7\u00e3o do direito \u00e0 aposentadoria na data de entrada em vigor desta Emenda Constitucional e somente poder\u00e3o aposentar-se a partir dos 62 (sessenta e dois) anos de idade, se mulher, e 65 (sessenta e cinco) anos de idade, se homem. \u00a7 2\u00ba Se for exercida a op\u00e7\u00e3o prevista no&nbsp;caput, ser\u00e1 assegurada a contagem do tempo de contribui\u00e7\u00e3o vertido para o regime de previd\u00eancia ao qual o segurado se encontrava vinculado, nos termos do disposto no&nbsp;\u00a7 9\u00ba do art. 201 da Constitui\u00e7\u00e3o Federal. \u00a7 3\u00ba A concess\u00e3o de aposentadoria aos titulares de mandato eletivo e de pens\u00e3o por morte aos dependentes de titular de mandato eletivo falecido ser\u00e1 assegurada, a qualquer tempo, desde que cumpridos os requisitos para obten\u00e7\u00e3o desses benef\u00edcios at\u00e9 a data de entrada em vigor desta Emenda Constitucional, observados os crit\u00e9rios da legisla\u00e7\u00e3o vigente na data em que foram atendidos os requisitos para a concess\u00e3o da aposentadoria ou da pens\u00e3o por morte. \u00a7 4\u00ba Observado o disposto nos&nbsp;\u00a7\u00a7 9\u00ba&nbsp;e&nbsp;9\u00ba-A do art. 201 da Constitui\u00e7\u00e3o Federal, o tempo de contribui\u00e7\u00e3o a regime pr\u00f3prio de previd\u00eancia social e ao Regime Geral de Previd\u00eancia Social, assim como o tempo de contribui\u00e7\u00e3o decorrente das atividades militares de que tratam os arts. 42 e 142 da Constitui\u00e7\u00e3o Federal, que tenha sido considerado para a concess\u00e3o de benef\u00edcio pelos regimes a que se refere o&nbsp;caputn\u00e3o poder\u00e1 ser utilizado para obten\u00e7\u00e3o de benef\u00edcio naqueles regimes. \u00a7 5\u00ba Lei espec\u00edfica do Estado, do Distrito Federal ou do Munic\u00edpio dever\u00e1 disciplinar a regra de transi\u00e7\u00e3o a ser aplicada aos segurados que, na forma do&nbsp;caput, fizerem a op\u00e7\u00e3o de permanecer no regime previdenci\u00e1rio de que trata este artigo.<\/p>\n\n\n\n<p>CF\/1988: \u201cArt. 38. Ao servidor p\u00fablico da administra\u00e7\u00e3o direta, aut\u00e1rquica e fundacional, no exerc\u00edcio de mandato eletivo, aplicam-se as seguintes disposi\u00e7\u00f5es: (&#8230;) V &#8211; na hip\u00f3tese de ser segurado de regime pr\u00f3prio de previd\u00eancia social, permanecer\u00e1 filiado a esse regime, no ente federativo de origem.&nbsp;(Reda\u00e7\u00e3o dada pela Emenda Constitucional n\u00ba 103, de 2019)\u201d<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-7-2-2-nbsp-nbsp-nbsp-correta-a-vedacao\">7.2.2.&nbsp;&nbsp;&nbsp; Correta a veda\u00e7\u00e3o?<\/h4>\n\n\n\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> <strong>Negativo!!!!<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;O art. 14 da EC n\u00ba 103\/2019 <strong>autorizou a op\u00e7\u00e3o pela filia\u00e7\u00e3o ao PSSC, o qual n\u00e3o \u00e9 cumul\u00e1vel com os regimes pr\u00f3prios de previd\u00eancia social<\/strong> (Lei n\u00ba 9.506\/1997, art. 11). Por outro lado, o seu art. 1\u00ba alterou dispositivo do texto constitucional (CF\/1988, art. 38, V), a fim de impedir que servidores eleitos para mandato eletivo se afastassem do regime previdenci\u00e1rio pr\u00f3prio para se filiarem a regime diverso, destinado aos detentores de mandato eletivo.<\/p>\n\n\n\n<p>Tratando-se de duas normas de id\u00eantica hierarquia e que ingressaram simultaneamente no mundo jur\u00eddico, o crit\u00e9rio da especialidade \u00e9 determinante para solucionar a antinomia aparente entre as disposi\u00e7\u00f5es. Nesse contexto<strong>, <\/strong>a disposi\u00e7\u00e3o mais espec\u00edfica \u00e9 o caput do art. 14, o qual institui o direito espec\u00edfico para os parlamentares.<\/p>\n\n\n\n<p>Na esp\u00e9cie, o ato administrativo da Secretaria da Previd\u00eancia do Minist\u00e9rio da Economia, ao inviabilizar o exerc\u00edcio do direito de deputados federais de integrarem o regime do PSSC em data anterior \u00e0 EC n\u00ba 103\/2019, al\u00e9m de impedir a efetividade da norma previdenci\u00e1ria pr\u00f3pria de parlamentares, criou distin\u00e7\u00e3o dentro da pr\u00f3pria classe.<\/p>\n\n\n\n<p>Ademais, a cobran\u00e7a por parte dos entes subnacionais de contribui\u00e7\u00f5es previdenci\u00e1rias vencidas viola as disposi\u00e7\u00f5es da referida EC e, indiretamente, o pacto federativo, na medida em que fomenta, sem respaldo na Constitui\u00e7\u00e3o Federal, a cobran\u00e7a do ente subnacional em face do ente federal.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-7-2-3-nbsp-nbsp-nbsp-resultado-final\">7.2.3.&nbsp;&nbsp;&nbsp; Resultado final.<\/h4>\n\n\n\n<p>Com base nesses e em outros entendimentos, o Plen\u00e1rio, por unanimidade, julgou procedente a argui\u00e7\u00e3o para declarar a inconstitucionalidade dos atos impugnados \u2014 descritos na ata de julgamento \u2014 e assegurar aos parlamentares, que estavam licenciados do exerc\u00edcio de cargo p\u00fablico efetivo e que tenham aderido ao PSSC antes da edi\u00e7\u00e3o da EC n\u00ba 103\/2019, o direito de se manterem no regime previdenci\u00e1rio parlamentar, com a suspens\u00e3o das contribui\u00e7\u00f5es previdenci\u00e1rias (cota patronal e cota servidor) para o RPPS de origem pelo per\u00edodo em que perdurar o mandato eletivo federal.<\/p>\n\n\n\n<h1 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-direito-tributario\"><a>DIREITO TRIBUT\u00c1RIO<\/a><\/h1>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-8-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-imunidade-tributaria-e-obras-musicais-de-artistas-brasileiros-nao-incidencia-em-relacao-as-importacoes-de-suportes-materiais\"><a>8.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Imunidade tribut\u00e1ria e obras musicais de artistas brasileiros: n\u00e3o incid\u00eancia em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s importa\u00e7\u00f5es de suportes materiais<\/a><\/h2>\n\n\n\n<p><strong>AGRAVO EM RECURSO EXTRAORDIN\u00c1RIO<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A imunidade tribut\u00e1ria prevista no art. 150, inciso VI, al\u00ednea e, da Constitui\u00e7\u00e3o Federal n\u00e3o se aplica \u00e0s importa\u00e7\u00f5es de suportes materiais produzidos fora do Brasil, ainda que contenham obra musical de artista brasileiro.<\/p>\n\n\n\n<p>ARE 1.244.302\/SP, relator Ministro Gilmar Mendes, julgamento virtual finalizado em 06.09.2024 (Info STF 1149)<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-8-1-nbsp-situacao-fatica\"><a>8.1.&nbsp; Situa\u00e7\u00e3o F\u00c1TICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<p>O TJ-SP negou a libera\u00e7\u00e3o na alf\u00e2ndega, sem recolhimento de ICMS, de discos de vinil importados da Argentina com m\u00fasicas de artistas brasileiros. Segundo o Tribunal Bandeirante, a imunidade para produtos importados seria descabida, pois a chamada \u201cPEC da M\u00fasica\u201d (Emenda Constitucional 75\/2013), que introduziu a imunidade tribut\u00e1ria, teve como objetivo regular o mercado de venda de fonogramas e videofonogramas (CDs e DVDs, por exemplo) produzidos no Brasil.<\/p>\n\n\n\n<p>No recurso ao STF, a Novodisc Midia Digital Ltda sustentava que, a partir da altera\u00e7\u00e3o constitucional, a isen\u00e7\u00e3o se aplicaria a qualquer suporte material de obras musicais de artistas brasileiros, pois os discos seriam apenas um meio f\u00edsico para os fonogramas.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-8-2-nbsp-analise-estrategica\"><a>8.2.&nbsp; An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-8-2-1-nbsp-nbsp-nbsp-questao-juridica\">8.2.1.&nbsp;&nbsp;&nbsp; Quest\u00e3o JUR\u00cdDICA.<\/h4>\n\n\n\n<p>CF\/1988: \u201cArt. 150. Sem preju\u00edzo de outras garantias asseguradas ao contribuinte, \u00e9 vedado \u00e0 Uni\u00e3o, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Munic\u00edpios: (&#8230;) VI &#8211; instituir impostos sobre: (&#8230;) e) fonogramas e videofonogramas musicais produzidos no Brasil contendo obras musicais ou literomusicais de autores brasileiros e\/ou obras em geral interpretadas por artistas brasileiros bem como os suportes materiais ou arquivos digitais que os contenham, salvo na etapa de replica\u00e7\u00e3o industrial de m\u00eddias \u00f3pticas de leitura a laser.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-8-2-2-nbsp-nbsp-nbsp-aplicavel-a-imunidade-tributaria\">8.2.2.&nbsp;&nbsp;&nbsp; Aplic\u00e1vel a imunidade tribut\u00e1ria?<\/h4>\n\n\n\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> <strong>Nooopsss!!!!<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o se estende a imunidade tribut\u00e1ria do art. 150, VI, \u201ce\u201d, da CF\/1988 <strong>\u00e0 importa\u00e7\u00e3o de suportes materiais produzidos fora do territ\u00f3rio nacional gravados com obras musicais de artistas brasileiros.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Ao analisar o alcance de outra regra constitucional de imunidade tribut\u00e1ria, o STF concluiu <strong>pela necessidade de uma interpreta\u00e7\u00e3o teleol\u00f3gica de seus termos e disposi\u00e7\u00f5es, considerando os fins que lhe s\u00e3o subjacentes.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Nesse contexto, a justificativa da \u201cPEC da M\u00fasica\u201d (PEC n\u00ba 98\/2007) \u2014 que deu origem \u00e0 EC n\u00ba 75\/2013 e implementou a imunidade tribut\u00e1ria do mencionado dispositivo constitucional\u2014 foi a de equilibrar, em rela\u00e7\u00e3o aos produtos piratas, as etapas de comercializa\u00e7\u00e3o de obras musicais e de produ\u00e7\u00e3o, a fim de combater o com\u00e9rcio ilegal e tornar o produto brasileiro original mais atrativo. Trata-se de imunidade voltada \u00e0 prote\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria de fonogramas e videogramas musicais, bem como aos suportes materiais e arquivos digitais que os cont\u00eam.<\/p>\n\n\n\n<p>A utiliza\u00e7\u00e3o da express\u00e3o \u201c<em>produzidos no Brasil<\/em>\u201d <strong>objetivou instituir um limite espacial\/geogr\u00e1fico para proteger a cultura nacional e salvaguardar a ind\u00fastria musical interna, ou seja, a norma foi direcionada t\u00e3o somente para o contexto da produ\u00e7\u00e3o nacional<\/strong>. Ampliar a regra para suportes materiais importados e produzidos fora do Pa\u00eds que contenham obras musicais de artistas brasileiros criaria, indevidamente, uma imunidade por analogia.<\/p>\n\n\n\n<p>Na esp\u00e9cie, discute-se a incid\u00eancia da norma imunizante para importa\u00e7\u00f5es de discos de vinil que cont\u00eam obras de artistas brasileiros e s\u00e3o produzidos na Argentina.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-8-2-3-nbsp-nbsp-nbsp-resultado-final\">8.2.3.&nbsp;&nbsp;&nbsp; Resultado final.<\/h4>\n\n\n\n<p>Com base nesse entendimento, o Plen\u00e1rio, por unanimidade, ao apreciar o&nbsp;Tema 1.083 da repercuss\u00e3o geral, negou provimento ao recurso extraordin\u00e1rio e fixou a tese anteriormente citada.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-9-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-operacoes-eletronicas-sujeitas-ao-recolhimento-do-icms-transferencia-do-sigilo-dos-dados-bancarios-para-as-autoridades-fiscais-do-ente-federativo\"><a>9.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Opera\u00e7\u00f5es eletr\u00f4nicas sujeitas ao recolhimento do ICMS: transfer\u00eancia do sigilo dos dados banc\u00e1rios para as autoridades fiscais do ente federativo<\/a><\/h2>\n\n\n\n<p><strong>A\u00c7\u00c3O DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>S\u00e3o constitucionais \u2014 pois n\u00e3o violam o princ\u00edpio da reserva legal nem os direitos fundamentais \u00e0 intimidade, \u00e0 privacidade e ao sigilo de dados pessoais (CF\/1988, art. 5\u00ba, X e XII) \u2014 normas editadas pelo Conselho Nacional de Pol\u00edtica Fazend\u00e1ria (Confaz) que obrigam institui\u00e7\u00f5es financeiras a fornecerem aos estados informa\u00e7\u00f5es relacionadas \u00e0s transfer\u00eancias e aos pagamentos realizados por clientes em opera\u00e7\u00f5es eletr\u00f4nicas com recolhimento do ICMS (como \u201cpix\u201d e cart\u00f5es de d\u00e9bito e cr\u00e9dito).<\/p>\n\n\n\n<p>ADI 7.276\/DF, relatora Ministra C\u00e1rmen L\u00facia, julgamento virtual finalizado em 06.09.2024 (Info STF 1149)<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-9-1-nbsp-situacao-fatica\"><a>9.1.&nbsp; Situa\u00e7\u00e3o F\u00c1TICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<p>O Conselho Nacional do Sistema Financeiro (Consif) ajuizou a ADI 7276 contra dispositivos de conv\u00eanio do Conselho Nacional de Pol\u00edtica Fazend\u00e1ria (Confaz) que disp\u00f5e sobre o fornecimento de informa\u00e7\u00f5es pelos agentes financeiros aos fiscos estaduais nas opera\u00e7\u00f5es de recolhimento do ICMS por meios eletr\u00f4nicos.<\/p>\n\n\n\n<p>O conv\u00eanio Confaz\u2013ICMS 134\/16, firmado entre os governos estaduais, integrantes do Confaz, estabelece que as institui\u00e7\u00f5es banc\u00e1rias passam a ter obriga\u00e7\u00e3o de informar todas as opera\u00e7\u00f5es realizadas por pessoas f\u00edsicas e jur\u00eddicas via Pix, cart\u00f5es de d\u00e9bito e de cr\u00e9dito e demais realizadas no pagamento do tributo por meio eletr\u00f4nico.<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com o Consif, a norma estaria, sob o pretexto de estabelecer obriga\u00e7\u00f5es acess\u00f3rias no processo de recolhimento do ICMS, exigindo que as institui\u00e7\u00f5es financeiras forne\u00e7am informa\u00e7\u00f5es de seus clientes protegidas pelo sigilo banc\u00e1rio. Na ADI, o conselho pede medida cautelar para suspender os efeitos do conv\u00eanio at\u00e9 o julgamento do m\u00e9rito.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-9-2-nbsp-analise-estrategica\"><a>9.2.&nbsp; An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-9-2-1-nbsp-nbsp-nbsp-questao-juridica\">9.2.1.&nbsp;&nbsp;&nbsp; Quest\u00e3o JUR\u00cdDICA.<\/h4>\n\n\n\n<p>CTN\/1966: \u201cArt. 113. A obriga\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria \u00e9 principal ou acess\u00f3ria. (&#8230;) \u00a7 2\u00ba A obriga\u00e7\u00e3o acess\u00f3ria decorre da legisla\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria e tem por objeto as presta\u00e7\u00f5es, positivas ou negativas, nela previstas no interesse da arrecada\u00e7\u00e3o ou da fiscaliza\u00e7\u00e3o dos tributos.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>CTN\/1966: \u201cArt. 96. A express\u00e3o \u2018legisla\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria\u2019 compreende as leis, os tratados e as conven\u00e7\u00f5es internacionais, os decretos e as normas complementares que versem, no todo ou em parte, s\u00f4bre tributos e rela\u00e7\u00f5es jur\u00eddicas a eles pertinentes.\u201d<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-9-2-2-nbsp-nbsp-nbsp-libera-ou-segura\">9.2.2.&nbsp;&nbsp;&nbsp; Libera ou segura?<\/h4>\n\n\n\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> <strong>Liberouuuu!!!!<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>As normas impugnadas do Conv\u00eanio ICMS n\u00ba 134\/2016 do <strong>Confaz instituem obriga\u00e7\u00f5es acess\u00f3rias no interesse da arrecada\u00e7\u00e3o e da fiscaliza\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria, as quais n\u00e3o se sujeitam ao princ\u00edpio da reserva legal<\/strong>, podendo ter previs\u00e3o na \u201clegisla\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria\u201d e nas normas complementares que disponham sobre tributos e rela\u00e7\u00f5es jur\u00eddicas a eles pertinentes. Elas se limitam a disciplinar quest\u00f5es instrumentais relativas \u00e0 fiscaliza\u00e7\u00e3o das opera\u00e7\u00f5es que atraem a incid\u00eancia do ICMS em regime de coopera\u00e7\u00e3o entre \u00f3rg\u00e3os da administra\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria dos estados e do Distrito Federal e as institui\u00e7\u00f5es financeiras, a fim de uniformizar procedimentos.<\/p>\n\n\n\n<p>Ademais, as referidas normas obrigam as institui\u00e7\u00f5es financeiras e intermediadores a informar \u00e0 administra\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria as opera\u00e7\u00f5es de pagamento realizadas por pessoas f\u00edsicas e jur\u00eddicas por meio eletr\u00f4nico. Esses deveres instrumentais n\u00e3o constituem quebra de sigilo banc\u00e1rio \u2014 constitucionalmente proibida \u2014, mas transfer\u00eancia do sigilo das institui\u00e7\u00f5es financeiras e banc\u00e1rias \u00e0 administra\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria estadual ou distrital, permanecendo a obriga\u00e7\u00e3o legal de preserva\u00e7\u00e3o da inviolabilidade dos dados compartilhados.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-9-2-3-nbsp-nbsp-nbsp-resultado-final\">9.2.3.&nbsp;&nbsp;&nbsp; Resultado final.<\/h4>\n\n\n\n<p>Com base nesses e em outros entendimentos, o Plen\u00e1rio, por maioria, converteu a aprecia\u00e7\u00e3o da medida cautelar em julgamento de m\u00e9rito, conheceu parcialmente da a\u00e7\u00e3o e, nesta extens\u00e3o, a julgou improcedente para assentar a constitucionalidade das cl\u00e1usulas segunda, terceira, quarta e do par\u00e1grafo \u00fanico da cl\u00e1usula sexta, todas do&nbsp;Conv\u00eanio ICMS n\u00ba 134\/2016 do Confaz.<\/p>\n\n\n\n<div data-wp-interactive=\"core\/file\" class=\"wp-block-file\"><object aria-label=\"Incorporar PDF\" data-wp-bind--hidden=\"!state.hasPdfPreview\" hidden><\/object><a id=\"wp-block-file--media-42346df7-755f-4ee4-bacd-dac1d89686b2\" href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2024\/10\/01210637\/stf-informativo-1149.pdf\">STF &#8211; informativo 1149<\/a><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2024\/10\/01210637\/stf-informativo-1149.pdf\" class=\"wp-block-file__button wp-element-button\" download aria-describedby=\"wp-block-file--media-42346df7-755f-4ee4-bacd-dac1d89686b2\">Baixar<\/a><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Se voc\u00ea est\u00e1 ligad@ aqui\u00a0no Estrat\u00e9gia Carreiras Jur\u00eddicas, sabe a aprova\u00e7\u00e3o est\u00e1 no horizonte proximo! 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