{"id":143514,"date":"2018-09-26T17:40:45","date_gmt":"2018-09-26T20:40:45","guid":{"rendered":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/?p=143514"},"modified":"2018-09-26T17:40:46","modified_gmt":"2018-09-26T20:40:46","slug":"comentarios-prova-fcc-para-a-cldf-cargo-arquiteto","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/comentarios-prova-fcc-para-a-cldf-cargo-arquiteto\/","title":{"rendered":"Coment\u00e1rios prova FCC para a CLDF! (cargo: arquiteto)"},"content":{"rendered":"<p>Oi pessoal! Segue o restante da prova comentada! Boa sorte!<\/p>\n<p>Links para acesso \u00e0 prova e gabarito:<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/1drv.ms\/b\/s!AjQt5CCeULAdjqpdLU6EKOjKbmyRjg\">https:\/\/1drv.ms\/b\/s!AjQt5CCeULAdjqpdLU6EKOjKbmyRjg<\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/1drv.ms\/b\/s!AjQt5CCeULAdjqpct1hRFvwhPUbQvg\">https:\/\/1drv.ms\/b\/s!AjQt5CCeULAdjqpct1hRFvwhPUbQvg<\/a><\/p>\n<ol start=\"31\">\n<li><\/li>\n<\/ol>\n<p>Em 1958, Joaquim Cardozo \u2013 poeta, calculista e historiador pernambucano \u2212 escreveu o texto Forma Est\u00e1tica \u2212 Forma Est\u00e9tica no qual destaca que Oscar Niemeyer, em tr\u00eas edif\u00edcios projetados para Bras\u00edlia, utiliza os elementos externos de sustenta\u00e7\u00e3o da cobertura de uma maneira nova e original. Esses pilares externos se abrem em leque, procurando a laje do primeiro teto: no Pal\u00e1cio do Alvorada o contato com a laje se faz no sentido longitudinal, eliminando a viga de contorno; nos Pal\u00e1cios do Planalto e do Supremo Tribunal, \u00e9 feito transversalmente. Observe abaixo desenhos e imagens dos pilares dos tr\u00eas pal\u00e1cios.<\/p>\n<p>Do ponto de vista da avalia\u00e7\u00e3o dos projetos (arquitet\u00f4nica, t\u00e9cnica e econ\u00f4mica), constata-se que<\/p>\n<p>(A) os dois tipos de solu\u00e7\u00e3o reduzem a forma est\u00e9tica a uma consequ\u00eancia da forma est\u00e1tica.<\/p>\n<p>(B) a express\u00e3o modernamente aceita para a forma \u00e9 a que manteria o equil\u00edbrio com a menor quantidade de mat\u00e9ria, sendo o problema est\u00e9tico reduzido a um problema de economia.<\/p>\n<p>(C) ainda que a forma projetada pelo arquiteto seja uma forma estabelecida a priori, ela sempre ser\u00e1 condicionada e resultante a posteriori de uma quest\u00e3o de estabilidade.<\/p>\n<p>(D) as tr\u00eas obras consideram como formas mais puras da arquitetura moderna as que resultam exatamente da estabilidade das constru\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>(E) as duas solu\u00e7\u00f5es s\u00e3o conseguidas esteticamente com superabund\u00e2ncia de material construtivo.<\/p>\n<table width=\"680\">\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"680\"><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p><em>Foi a partir das obras de Bras\u00edlia que os edif\u00edcios de Niemeyer n\u00e3o mais se exprimiram \u201cpor seus elementos secund\u00e1rios, mas pela pr\u00f3pria estrutura, devidamente integrada na concep\u00e7\u00e3o pl\u00e1stica original\u201d. <\/em><a href=\"http:\/\/www.vitruvius.com.br\/revistas\/read\/resenhasonline\/14.160\/5486\">http:\/\/www.vitruvius.com.br\/revistas\/read\/resenhasonline\/14.160\/5486<\/a><\/p>\n<p><em>Com o in\u00edcio dos trabalhos de Bras\u00edlia, em 1956 (ano do projeto do Pal\u00e1cio da Alvorada, de Oscar Niemeyer), e seu desenvolvimento at\u00e9 1960, Cardozo busca explicar de modo mais direto os valores em jogo em seus projetos, em seu texto Forma est\u00e1tica \u2013 forma est\u00e9tica.<\/em><em>69 Descreve a prem\u00eancia dos valores estruturais como elementos definidores de valores est\u00e9ticos. Mencionando Adolf Platz<\/em><em>70 e Moisei Ginzburg,<\/em><em>71 Cardozo fala da inseguran\u00e7a de julgamento est\u00e9tico (&#8230;) pela descoberta de novos materiais,<\/em><em>72 o que justificaria ju\u00edzos como o de Curt Behrendt,<\/em><em>73 para quem a engenharia teria se mantido em estreito contato com seu tempo.<\/em><em>74 Cardozo, por\u00e9m \u2013 corroborando Wolfgang Paalen<\/em><em>75 \u2013, explica:<\/em><\/p>\n<p><em>Mas essa contribui\u00e7\u00e3o do engenheiro no conservar o esp\u00edrito real e intr\u00ednseco da arquitetura tem sido, muitas vezes, exagerada; tem-se mesmo, freq\u00fcentemente, considerado como formas as mais puras da arquitetura moderna as que resultam exatamente da estabilidade da constru\u00e7\u00e3o, ou, melhor dizendo, as dos perfis de igual resist\u00eancia, reduzindo assim a \u201cforma est\u00e9tica\u201d a uma conseq\u00fc\u00eancia da \u201cforma est\u00e1tica\u201d. E como esta \u00faltima, na sua express\u00e3o modernamente aceita, \u00e9 a que manteria o equil\u00edbrio com a menor quantidade de mat\u00e9ria, o problema est\u00e9tico se reduziria ainda a um problema de economia, o que \u00e9 absurdo. Pelo menos do ponto de vista est\u00e9tico-especulativo.<\/em><\/p>\n<p><em>O que existe de verdadeiro \u00e9 o ser a forma projetada pelo arquiteto uma forma estabelecida \u201ca priori\u201d, apenas \u201ccondicionada\u201d a uma quest\u00e3o de estabilidade, mas nunca resultante \u201ca posteriori\u201d desta \u00faltima.<\/em><em>76<\/em><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.anparq.org.br\/dvd-enanparq\/simposios\/158\/158-670-1-SP.pdf\">https:\/\/www.anparq.org.br\/dvd-enanparq\/simposios\/158\/158-670-1-SP.pdf<\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>\u00c9 essa ades\u00e3o irrestrita de Cardozo \u00e0 arquitetura moderna que, talvez, justificasse todo e qualquer empenho seu em realizar estruturas de exce\u00e7\u00e3o, sem receio das cr\u00edticas que disso pudessem advir. O excesso de material em suas se\u00e7\u00f5es resistentes, duramente questionado em pareceres t\u00e9cnicos emitidos por outros profissionais, como Aderson Moreira da Rocha, contratado para examinar os c\u00e1lculos do Tribunal de Contas e do Iate Clube de Bras\u00edlia, n\u00e3o parecia ao calculista uma quest\u00e3o de m\u00e9rito frente aos resultados pl\u00e1sticos alcan\u00e7ados. <strong>Ao comentar, por exemplo, a riqueza arquitet\u00f4nica dos elementos externos de sustenta\u00e7\u00e3o, da cobertura propostos por Niemeyer para os Pal\u00e1cios da Alvorada e do Planalto, e para o Supremo Tribunal, declara, sem constrangimento, que as solu\u00e7\u00f5es estruturais &#8220;s\u00e3o conseguidas esteticamente com superabund\u00e2ncia de material construtivo&#8221;.<\/strong><\/em><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/au17.pini.com.br\/arquitetura-urbanismo\/165\/artigo67588-3.aspx\">http:\/\/au17.pini.com.br\/arquitetura-urbanismo\/165\/artigo67588-3.aspx<\/a><\/p>\n<p>JUSTIFICATIVA DA RESPOSTA CORRETA (BANCA)<\/p>\n<p>MATOSO, Danilo e SOBREIRA, Fabiano (org.). Forma Est\u00e1tica \u2013 Forma Est\u00e9tica: ensaios de Joaquim Cardozo sobre arquitetura e engenharia. Bras\u00edlia: Edi\u00e7\u00f5es C\u00e2mara, 2009.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"680\">Gabarito: alternativa E<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<ol start=\"32\">\n<li><\/li>\n<\/ol>\n<p>Observe os diagramas e a imagem abaixo e considere o partido urban\u00edstico de Bras\u00edlia resumido nas palavras de L\u00facio Costa: o monumental e o dom\u00e9stico entrosam-se num todo harm\u00f4nico e integrado.<\/p>\n<p>Para articular os dom\u00ednios p\u00fablico e privado, o partido adota diversos fatores de conectividade, entre eles o seguinte: o conjunto das propor\u00e7\u00f5es das partes entre si, e com rela\u00e7\u00e3o ao todo, \u00e9 engendrado pelo m\u00f3dulo \u201cSuperquadra\u201d, que, multiplicado, estrutura e ordena a trama urbana harmonicamente conferindo-lhe car\u00e1ter sist\u00eamico. A faixa arborizada configura a \u00e1rea de vizinhan\u00e7a como entidade pl\u00e1stica que visa \u201cgarantir a ordena\u00e7\u00e3o urban\u00edstica\u201d pela modula\u00e7\u00e3o e pela proporcionalidade que resulta das dimens\u00f5es, \u201cgrandes quadril\u00e1teros\u201d. Esse fator de estrutura\u00e7\u00e3o pl\u00e1stica chama-se<\/p>\n<p>(A) Eurritmia.<\/p>\n<p>(B) Ubiquidade.<\/p>\n<p>(C) Modenatura.<\/p>\n<p>(D) Comodula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>(E) Axialidade.<\/p>\n<table width=\"680\">\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"680\"><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p>Vamos \u00e0 Cartilha do IPHAN, citada na aula sobre Patrim\u00f4nio, \u201cA Inven\u00e7\u00e3o da superquadra\u201d: (Ferreira &amp; Gorovitz, 2008)<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/portal.iphan.gov.br\/uploads\/publicacao\/PubDivCol_InvencaoDaSuperquadra_m.pdf\">http:\/\/portal.iphan.gov.br\/uploads\/publicacao\/PubDivCol_InvencaoDaSuperquadra_m.pdf<\/a><\/p>\n<p><strong><em>3.1.3 Fatores de estrutura\u00e7\u00e3o pl\u00e1stica<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>\u2022 Partido<\/em><\/strong><\/p>\n<p><em>Lucio Costa resume o partido urban\u00edstico: \u201cO monumental e o dom\u00e9stico entrosam-se num todo harm\u00f4nico e integrado\u201d (COSTA, 1995, p. 308). O sentido geral que prevalece nas disposi\u00e7\u00f5es pl\u00e1sticas adotadas se objetiva na coes\u00e3o das partes, pelo que s\u00e3o apreendidas como um todo ordenado. O uno no diverso qualifica esteticamente o objeto e aprimora o olhar do sujeito. Para articular os dom\u00ednios p\u00fablico e privado, o partido adota os seguintes fatores de conectividade: axialidade, eurritmia, simetria e comodula\u00e7\u00e3o.<\/em><\/p>\n<p><strong><em>\u2022 Axialidade<\/em><\/strong><\/p>\n<p><em>Pelo princ\u00edpio da axialidade, as UVs s\u00e3o apreendidas como conjunto ao longo do eixo residencial arqueado. O risco alternativo no processo de elabora\u00e7\u00e3o prev\u00ea habita\u00e7\u00f5es envolvendo o centro c\u00edvico (fig. 10). O confronto com a solu\u00e7\u00e3o definitiva evidencia as raz\u00f5es da linearidade adotada: faculta identificar, pela cria\u00e7\u00e3o dos eixos, as diferen\u00e7as de car\u00e1ter do setor habitacional em rela\u00e7\u00e3o ao setor c\u00edvico e evidenciar o modo como s\u00e3o articulados.<\/em><\/p>\n<p><strong><em>\u2022 Eurritmia<\/em><\/strong><\/p>\n<p><em>Alinhadas, as UVs combinam-se numa seq\u00fc\u00eancia regular que as harmoniza num ritmo cadenciado \u2013 de modo eurr\u00edtmico. Esclarece o autor: \u201cEmbora aut\u00f4nomas, se encadeiam umas \u00e0s outras, permitindo \u00e0s pessoas encontrarse, \u00a0conversar, conviver e compreender-se\u201d (COSTA, 1962, p. 306).<\/em><\/p>\n<p><strong><em>\u2022 Comodula\u00e7\u00e3o e Propor\u00e7\u00e3o<\/em><\/strong><\/p>\n<p><em>O conjunto das propor\u00e7\u00f5es das partes entre si, e com rela\u00e7\u00e3o ao todo, \u00e9 engendrado pelo m\u00f3dulo \u201cSuperquadra\u201d, que, multiplicado, estrutura e ordena a trama urbana harmonicamente conferindo-lhe car\u00e1ter sist\u00eamico (fig. 11). A faixa arborizada configura a UV como entidade pl\u00e1stica que visa \u201cgarantir a ordena\u00e7\u00e3o urban\u00edstica\u201d pela modula\u00e7\u00e3o e pela proporcionalidade que resulta das dimens\u00f5es, \u201cgrandes quadril\u00e1teros\u201d; o duplo sentido est\u00e9tico e utilit\u00e1rio \u00e9 lembrado por Lucio Costa no relat\u00f3rio do plano piloto:<\/em><\/p>\n<p><em>A cria\u00e7\u00e3o destas quadras, ou seja, contorno de alamedas de<\/em><\/p>\n<p><em>\u00e1rvores alinhadas em grandes quadril\u00e1teros, teve de in\u00edcio por finalidade primeira articular a escala residencial com a escala monumental e garantir deste modo a disposi\u00e7\u00e3o geral da estrutura urbana [\u2026] A import\u00e2ncia atribu\u00edda a esses grandes quadril\u00e1teros verdes resulta de que, al\u00e9m de contribuir para o resguardo das quadras, eles garantem, por sua massa e dimens\u00e3o, a integra\u00e7\u00e3o da escala residencial na escala monumental (COSTA, 1991, p. 23-24).<\/em><\/p>\n<p><em>Disposi\u00e7\u00e3o que apresenta a dupla vantagem de garantir a ordena\u00e7\u00e3o urban\u00edstica mesmo quando varie a densidade, categoria, padr\u00e3o ou qualidade arquitet\u00f4nica dos edif\u00edcios, e de oferecer aos moradores extensas faixas sombreadas para passeio e lazer, independentemente das \u00e1reas livres previstas no interior das pr\u00f3prias quadras (COSTA, 1991, p. 28).<\/em><\/p>\n<p><em>fig 11 \u2013 Tra\u00e7ado regulador<\/em><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/09\/26173805\/2018-09-26-3.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter  wp-image-143515\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/09\/26173805\/2018-09-26-3.png\" alt=\"\" width=\"433\" height=\"427\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/09\/26173805\/2018-09-26-3.png 644w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/09\/26173805\/2018-09-26-3.png 300w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/09\/26173805\/2018-09-26-3.png 610w\" sizes=\"auto, (max-width: 433px) 100vw, 433px\" \/><\/a><\/p>\n<p><strong>JUSTIFICATIVA DA RESPOSTA CORRETA (BANCA)<\/strong><\/p>\n<p>FERREIRA, Marc\u00edlio Mendes; GOROVITZ, Matheus. A inven\u00e7\u00e3o da superquadra: o conceito de Unidade de Vizinhan\u00e7a em Bras\u00edlia. Bras\u00edlia, DF: Iphan \/ Superintend\u00eancia do Iphan no Distrito Federal, 2009.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"680\">Gabarito: alternativa D<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<ol start=\"33\">\n<li><\/li>\n<\/ol>\n<p>Observe abaixo desenhos e imagens da C\u00e2mara Legislativa do Distrito Federal (1989-2011), em Bras\u00edlia, DF, projeto do escrit\u00f3rio Projeto Paulista de Arquitetura.<\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o aos princ\u00edpios e caracter\u00edsticas dessa arquitetura, constata-se que<\/p>\n<p>(A) a complexidade do programa \u00e9 resolvida configurando duas pra\u00e7as em diferentes cotas que refor\u00e7am o car\u00e1ter p\u00fablico do conjunto e amarram as edifica\u00e7\u00f5es que comp\u00f5em a obra.<\/p>\n<p>(B) a pra\u00e7a rebaixada apresenta o plen\u00e1rio como edif\u00edcio simb\u00f3lico, criando um espa\u00e7o de encontro e conv\u00edvio das pessoas nas suas atividades cotidianas.<\/p>\n<p>(C) audit\u00f3rio e outros volumes secund\u00e1rios localizam-se no n\u00edvel do Eixo Monumental, relacionando-se diretamente com o p\u00fablico e funcion\u00e1rios da C\u00e2mara.<\/p>\n<p>(D) a simplicidade volum\u00e9trica resultante confirma a unidade modernista, caracter\u00edstica marcante de Bras\u00edlia, n\u00e3o permitindo muita aten\u00e7\u00e3o \u00e0 situa\u00e7\u00e3o urbana espec\u00edfica.<\/p>\n<p>(E) a l\u00f3gica arquitet\u00f4nica moderna, simb\u00f3lica e de grande aten\u00e7\u00e3o \u00e0s fun\u00e7\u00f5es de cada bloco, prevalece sobre a l\u00f3gica urban\u00edstica orientada a partir da cria\u00e7\u00e3o de pra\u00e7as p\u00fablicas.<\/p>\n<table width=\"680\">\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"680\"><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p><em>A \u00e1rea definida para a implanta\u00e7\u00e3o da nova C\u00e2mara se encontra ao longo do Eixo Monumental junto \u00e0 Pra\u00e7a do Burit\u00ed, ao Pal\u00e1cio do Burit\u00ed (Poder Executivo) e ao Pal\u00e1cio da Justi\u00e7a (Poder Judici\u00e1rio) configurando a Pra\u00e7a dos Tr\u00eas Poderes no \u00e2mbito distrital.<\/em><\/p>\n<p><em>Trata-se, portanto, de uma situa\u00e7\u00e3o urbana muito espec\u00edfica, onde \u00e9 onipresente uma l\u00f3gica urban\u00edstica e arquitet\u00f4nica modernista e simb\u00f3lica.<\/em><\/p>\n<p><em>A implanta\u00e7\u00e3o geral da C\u00e2mara Legislativa do Distrito Federal se d\u00e1 segundo a cria\u00e7\u00e3o de duas pra\u00e7as p\u00fablicas separadas por um muro diagonal. Uma de car\u00e1ter c\u00edvico, aberta para o Eixo Monumental, apresentando o plen\u00e1rio como edif\u00edcio simb\u00f3lico. A outra rebaixada e preservada, cria um espa\u00e7o de encontro e conv\u00edvio das pessoas nas suas atividades cotidianas, abrigadas da linha do horizonte da extensa paisagem da capital.<\/em><\/p>\n<p><em>O edif\u00edcio organiza-se em diferentes volumes que expressam os diferentes conjuntos do programa. O plen\u00e1rio acomoda-se em um volume semi-circular implantado na cota mais alta da pra\u00e7a de acesso, dominando o conjunto. Os escrit\u00f3rios e gabinetes dos deputados localizam-se em uma l\u00e2mina longa e horizontal que se relaciona volumetricamente com a estrutura urbana do entorno e funciona como suporte visual para o volume do plen\u00e1rio, interligado por uma galeria transparente. A galeria estabelece a liga\u00e7\u00e3o dos acessos de p\u00fablico (pela pra\u00e7a c\u00edvica) e de deputados (pela rua posterior) para o plen\u00e1rio, e as circula\u00e7\u00f5es, diferenciadas, s\u00e3o resolvidas em diferentes n\u00edveis.<\/em><\/p>\n<p><em>Comiss\u00f5es, audit\u00f3rios e outros volumes secund\u00e1rios localizam-se no n\u00edvel dos pilotis ou da pra\u00e7a rebaixada, relacionando-se diretamente com o p\u00fablico e funcion\u00e1rios da C\u00e2mara.<\/em><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.vitruvius.com.br\/revistas\/read\/projetos\/11.125\/3602\">http:\/\/www.vitruvius.com.br\/revistas\/read\/projetos\/11.125\/3602<\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>JUSTIFICATIVA DA RESPOSTA CORRETA (BANCA)<\/strong><\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o da concep\u00e7\u00e3o do projeto, que pode ser consultado em: PORTAL VITRUVIUS. C\u00e2mara Legislativa do Distrito Federal. Projetos, S\u00e3o Paulo, ano 11, no 125.04, Vitruvius, maio 2011 &lt;http:\/\/www.vitruvius.com.br\/revistas\/read\/projetos\/11.125\/3602&gt;.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"680\">Gabarito: alternativa A<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<ol start=\"34\">\n<li><\/li>\n<\/ol>\n<p>Observe abaixo imagens e desenhos da Transforma\u00e7\u00e3o da Torre Bois-le-Pr\u00eate (2005-11) em Paris, Fran\u00e7a, projeto do escrit\u00f3rio Lacaton &amp; Vassal.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A cr\u00edtica frequentemente destaca que antes de se transformar em objeto ou monumento, cada uma das realiza\u00e7\u00f5es de Lacaton &amp; Vassal cria um \u201cevento\u201d; e observa que sua obra oferece rara oportunidade de se considerar a apreens\u00e3o sens\u00edvel da arquitetura como inseparavelmente ligada \u00e0 sua concep\u00e7\u00e3o. Em rela\u00e7\u00e3o aos princ\u00edpios e caracter\u00edsticas dessa arquitetura, constata-<\/p>\n<p>se que<\/p>\n<p>(A) o que se busca \u00e9 uma monumentalidade onde o tempo se fixa em termos de espacialidade, evitando que o projeto expresse a vida do espa\u00e7o: a dimens\u00e3o temporal do espa\u00e7o.<\/p>\n<p>(B) o espa\u00e7o \u00e9 considerado mat\u00e9ria pl\u00e1stica e sua modelagem \u00e9 o objeto central do projeto.<\/p>\n<p>(C) um novo corpo di\u00e1fano \u2212 esp\u00e9cie de edif\u00edcio estreito onde varanda e jardim de inverno coexistem \u2013 substitui a antiga fachada e, justapondo-se ao edif\u00edcio existente, transforma-o na sua totalidade.<\/p>\n<p>(D) o enfoque estrutural, com liberdade simb\u00f3lica fora das limita\u00e7\u00f5es funcionalistas, define a espacialidade do edif\u00edcio.<\/p>\n<p>(E) a particular submiss\u00e3o da forma da envolvente em rela\u00e7\u00e3o ao protagonismo do que \u00e9 envolto aparece como um dispositivo fundamental.<\/p>\n<table width=\"680\">\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"680\"><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p>A FCC gosta muito dessas quest\u00f5es interpretativas.<\/p>\n<p>\u00c9 imposs\u00edvel se prever o que pode ser cobrado, a dica que dou \u00e9 procurar, entre as alternativas, alguma que voc\u00ea consiga visualizar, nas imagens da quest\u00e3o, ser verdadeira.<\/p>\n<p>A alternativa (C) \u00e9 a \u00fanica que a quest\u00e3o nos d\u00e1 subs\u00eddios para sabermos que \u00e9 verdadeira.<\/p>\n<p>Note, nas imagens abaixo, varandas e jardins de inverno justapostos nas fachadas existentes, transformando o edif\u00edcio:<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/09\/26173843\/2018-09-25-29.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-143516\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/09\/26173843\/2018-09-25-29.png\" alt=\"\" width=\"415\" height=\"390\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/09\/26173843\/2018-09-25-29.png 415w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/09\/26173843\/2018-09-25-29.png 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 415px) 100vw, 415px\" \/><\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/09\/26173857\/2018-09-25-21.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-143517\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/09\/26173857\/2018-09-25-21.png\" alt=\"\" width=\"875\" height=\"638\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/09\/26173857\/2018-09-25-21.png 875w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/09\/26173857\/2018-09-25-21.png 300w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/09\/26173857\/2018-09-25-21.png 768w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/09\/26173857\/2018-09-25-21.png 610w\" sizes=\"auto, (max-width: 875px) 100vw, 875px\" \/><\/a><\/p>\n<p><strong>JUSTIFICATIVA DA RESPOSTA CORRETA (BANCA)<\/strong><\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o da concep\u00e7\u00e3o do projeto, que pode ser consultado em: El Croquis 177\/178. Lacaton &amp; Vassal, 1993 \u2212 2015: horizonte post-medi\u00e1tico. Madri: El Croquis Editorial, 2015. Item Cuerpos Di\u00e1fanos: Los personajes del proyecto.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"680\">Gabarito: alternativa C<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<ol start=\"35\">\n<li><\/li>\n<\/ol>\n<p>Divis\u00f3rias de ambiente s\u00e3o componentes importantes na configura\u00e7\u00e3o de um projeto de arquitetura para ambientes de escrit\u00f3rios.<\/p>\n<p>De acordo com a NBR 15.141\/2008 \u2013 que especifica as caracter\u00edsticas f\u00edsicas e dimensionais e classifica as divis\u00f3rias modulares remov\u00edveis tipo piso-teto para escrit\u00f3rio \u2013 a \u201cdivis\u00f3ria em que a opera\u00e7\u00e3o de montagem e desmontagem, independentemente de uma face do m\u00f3dulo, n\u00e3o interfere na outra face e\/ou m\u00f3dulos adjacentes\u201d \u00e9 classificada como divis\u00f3ria<\/p>\n<p>(A) com placas independentes.<\/p>\n<p>(B) modular dupla.<\/p>\n<p>(C) totalmente reutiliz\u00e1vel.<\/p>\n<p>(D) parcialmente reutiliz\u00e1vel.<\/p>\n<p>(E) com saque frontal.<\/p>\n<table style=\"height: 539px\" width=\"798\">\n<tbody>\n<tr>\n<td style=\"width: 791.016px\"><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p>NBR 15.141\/2008:<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/09\/26173917\/2018-09-26-4.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-143518\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/09\/26173917\/2018-09-26-4.png\" alt=\"\" width=\"669\" height=\"434\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/09\/26173917\/2018-09-26-4.png 669w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/09\/26173917\/2018-09-26-4.png 300w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/09\/26173917\/2018-09-26-4.png 610w\" sizes=\"auto, (max-width: 669px) 100vw, 669px\" \/><\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/09\/26173938\/2018-09-26-5.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-143519\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/09\/26173938\/2018-09-26-5.png\" alt=\"\" width=\"668\" height=\"176\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/09\/26173938\/2018-09-26-5.png 668w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/09\/26173938\/2018-09-26-5.png 300w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/09\/26173938\/2018-09-26-5.png 610w\" sizes=\"auto, (max-width: 668px) 100vw, 668px\" \/><\/a><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 791.016px\"><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 791.016px\">Gabarito: alternativa E<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<ol start=\"36\">\n<li><\/li>\n<\/ol>\n<p>Eug\u00e8ne Emmanuel Viollet-le-Duc (1814-1879) \u00e9 um autor sempre presente quando se aborda o tema do restauro. Entre suas mais conhecidas formula\u00e7\u00f5es sobre restaura\u00e7\u00e3o, pode ser citada a seguinte, de grande atualidade: agir somente em fun\u00e7\u00e3o das circunst\u00e2ncias, pois princ\u00edpios absolutos podem levar ao absurdo. A respeito de suas ideias, \u00e9 correto afirmar:<\/p>\n<p>(A) O respeito pela mat\u00e9ria original deve ser absoluto, levando em considera\u00e7\u00e3o as transforma\u00e7\u00f5es feitas em uma obra no decorrer do tempo, sendo a atitude a tomar a de simples trabalhos de conserva\u00e7\u00e3o, para evitar degrada\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>(B) Restaurar um edif\u00edcio n\u00e3o \u00e9 mant\u00ea-lo, repar\u00e1-lo ou refaz\u00ea-lo, \u00e9 restabelec\u00ea-lo em um estado completo que pode n\u00e3o ter existido nunca em um dado momento.<\/p>\n<p>(C) As edifica\u00e7\u00f5es deveriam atravessar os s\u00e9culos de maneira intocada envelhecendo segundo seu destino, lhe admitindo a morte se fosse o caso. Pequenos trabalhos de interven\u00e7\u00e3o s\u00e3o permitidos para que se evitem quedas prematuras das edifica\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>(D) \u00c9 necess\u00e1rio fazer o imposs\u00edvel, \u00e9 necess\u00e1rio fazer milagres para conservar no monumento seu velho aspecto art\u00edstico e pitoresco.<\/p>\n<p>(E) \u00c9 necess\u00e1rio que os complementos, se indispens\u00e1veis, e as edi\u00e7\u00f5es, se n\u00e3o podem ser evitadas, demonstrem n\u00e3o ser obras antigas, mas obras de hoje.<\/p>\n<table width=\"680\">\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"680\"><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p>Frase famosa.<\/p>\n<p>Vamos \u00e0 \u201cCartas de Restauro\u201d \u2013 Fundamenta\u00e7\u00e3o Te\u00f3rica do Restauro<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/5cidade.files.wordpress.com\/2008\/04\/fundamentacao-teorica-do-restauro.pdf\">https:\/\/5cidade.files.wordpress.com\/2008\/04\/fundamentacao-teorica-do-restauro.pdf<\/a><\/p>\n<p><strong><em>TEND\u00caNCIAS ROM\u00c2NTICAS<\/em><\/strong><\/p>\n<p><em>Segue-se, ent\u00e3o, um per\u00edodo que vai desde a primeira metade do s\u00e9culo XIX at\u00e9 ao primeiro dec\u00e9nio do s\u00e9culo XX, dominado por dois te\u00f3ricos de tend\u00eancias rom\u00e2nticas opostas, Eug\u00e9ne Viollet-Le-Duc e John Ruskin. Com Viollet-Le-Duc chega-se ao considerado restauro estil\u00edstico, em que se convida o restaurador a penetrar na mentalidade do arquitecto original e a executar projectos que, talvez, o construtor medieval nunca tivesse concebido. Viollet-Le-Duc desenvolve desenvolvidamente as suas ideias em 1858 no seu Dictionnaire raisonn\u00e8 d\u2019architecture em que se exprime dizendo <\/em><em>\u201cRestaurar um edif<\/em><em>\u00edcio n<\/em><em>\u00e3o <\/em><em>\u00e9, de facto, mant\u00ea-lo, repar\u00e1-lo o refaz\u00ea-lo, \u00e9 o seu restabelecimento num estado completo que pode mesmo nunca ter existido num dado momento<\/em><em>\u201d. Tais princ<\/em><em>\u00edpios levaram frequentemente a opera<\/em><em>\u00e7\u00f5es de restauro totalmente arbitr\u00e1rias e \u00e0 falsifica\u00e7\u00e3o de numerosas obras de arte em que os seus elementos originais foram, por vezes, sacrificados sem quaisquer escr\u00fapulos.<\/em><\/p>\n<p><strong>JUSTIFICATIVA DA RESPOSTA CORRETA (BANCA)<\/strong><\/p>\n<p>VIOLLET-LE-DUC, Eug\u00e8ne Emmanuel. Restaura\u00e7\u00e3o. Cotia, SP: Ateli\u00ea Editorial, 2006.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"680\">Gabarito: alternativa B<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<ol start=\"37\">\n<li><\/li>\n<\/ol>\n<p>Segundo a NBR 13.133\/1997 \u2013 que fixa as condi\u00e7\u00f5es exig\u00edveis para a execu\u00e7\u00e3o de levantamento topogr\u00e1fico \u2013, todo levantamento topogr\u00e1fico, em qualquer de suas finalidades, deve obedecer \u00e0 regra b\u00e1sica da geod\u00e9sia, que estabelece que cada ponto novo determinado deve ser amarrado ou relacionado a todos os pontos j\u00e1 determinados, para que haja uma otimiza\u00e7\u00e3o da distribui\u00e7\u00e3o dos erros. \u00c9 importante a hierarquiza\u00e7\u00e3o, em termos de exatid\u00e3o dos pontos nos levantamentos topogr\u00e1ficos, pois cada ponto novo determinado tem exatid\u00e3o sempre inferior \u00e0 dos que serviram de base a sua determina\u00e7\u00e3o, n\u00e3o importando o grau de precis\u00e3o desta determina\u00e7\u00e3o. Essa no\u00e7\u00e3o ou fundamento topogr\u00e1fico denomina-se:<\/p>\n<p>(A) nivelamento trigonom\u00e9trico.<\/p>\n<p>(B) rede de refer\u00eancia cadastral.<\/p>\n<p>(C) poligonal principal (ou poligonal b\u00e1sica).<\/p>\n<p>(D) princ\u00edpio da vizinhan\u00e7a.<\/p>\n<p>(E) apoio topogr\u00e1fico planim\u00e9trico.<\/p>\n<table width=\"680\">\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"680\"><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p>H\u00e1 um erro material no enunciado, a NBR \u00e9 de 1994.<\/p>\n<p>Fizemos uma quest\u00e3o igual a essa na nossa aula sobre No\u00e7\u00f5es de Topografia. (p\u00e1gina 189\/240)<\/p>\n<p>NBR 13.133\/1994: (ABNT, 1994)<\/p>\n<p><strong>3 Defini\u00e7\u00f5es<\/strong><\/p>\n<p>Para os efeitos desta Norma s\u00e3o adotadas as defini\u00e7\u00f5es de 3.1 a 3.41.<\/p>\n<p><strong>3.35 Princ\u00edpio da vizinhan\u00e7a<\/strong><\/p>\n<p>Regra b\u00e1sica da geod\u00e9sia, que deve ser tamb\u00e9m aplicada \u00e0 topografia. Esta regra estabelece que cada ponto novo determinado deve ser amarrado ou relacionado a todos os pontos j\u00e1 determinados, para que haja uma otimiza\u00e7\u00e3o da distribui\u00e7\u00e3o dos erros. \u00c9 importante a hierarquiza\u00e7\u00e3o, em termos de exatid\u00e3o dos pontos nos levantamentos topogr\u00e1ficos, pois cada ponto novo determinado tem exatid\u00e3o sempre inferior \u00e0 dos que serviram de base a sua determina\u00e7\u00e3o, n\u00e3o importando o grau de precis\u00e3o desta determina\u00e7\u00e3o.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"680\">Gabarito: alternativa D<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<ol start=\"38\">\n<li><\/li>\n<\/ol>\n<p>Arquitetura de Interiores \u00e9 a interven\u00e7\u00e3o detalhada nos ambientes internos e externos que lhe s\u00e3o correlatos, definindo uma forma de uso do espa\u00e7o para adequa\u00e7\u00e3o \u00e0s necessidades de utiliza\u00e7\u00e3o. A respeito desse tipo de interven\u00e7\u00e3o, considere as informa\u00e7\u00f5es a seguir:<\/p>\n<p>I \u00c9 um arranjo do espa\u00e7o interno sem altera\u00e7\u00e3o do espa\u00e7o arquitet\u00f4nico original, sem modifica\u00e7\u00e3o nas instala\u00e7\u00f5es hidr\u00e1ulicas e el\u00e9tricas ou ar condicionado.<\/p>\n<p>II \u00c9 um arranjo do espa\u00e7o interno criado pela disposi\u00e7\u00e3o de mobili\u00e1rio n\u00e3o fixo, obras de arte, cortinas e outros objetos de pequenas dimens\u00f5es.<\/p>\n<p>III. Implica em altera\u00e7\u00f5es como modifica\u00e7\u00e3o na estrutura.<\/p>\n<p>IV Implica em altera\u00e7\u00f5es como modifica\u00e7\u00e3o na divis\u00e3o interna com adi\u00e7\u00e3o e retirada de paredes.<\/p>\n<p>Est\u00e1 correto o que se afirma APENAS em<\/p>\n<p>(A) I e II.<\/p>\n<p>(B) IV.<\/p>\n<p>(C) II e IV.<\/p>\n<p>(D) I, II e III.<\/p>\n<p>(E) III e IV.<\/p>\n<table width=\"680\">\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"680\"><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p>NBR 16636-1:2017: (ABNT, 2017)<\/p>\n<p><strong>3.102<\/strong><\/p>\n<p><strong>projeto de arquitetura de interiores<\/strong><\/p>\n<p>atividade de interven\u00e7\u00e3o em projetos em ambientes internos ou externos de edifica\u00e7\u00e3o, definindo a forma de uso do espa\u00e7o em fun\u00e7\u00e3o de acabamentos, mobili\u00e1rio e equipamentos, al\u00e9m das interfaces com o espa\u00e7o constru\u00eddo, mantendo ou n\u00e3o a concep\u00e7\u00e3o arquitet\u00f4nica original, para adequa\u00e7\u00e3o as novas necessidades de utiliza\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>NOTA Esta interven\u00e7\u00e3o arquitet\u00f4nica acontece nos \u00e2mbitos da comunica\u00e7\u00e3o visual; estrutural; das instala\u00e7\u00f5es; do condicionamento t\u00e9rmico, ac\u00fastico e luminoso; dos materiais, texturas e cores; e do mobili\u00e1rio; n\u00e3o interferindo na diminui\u00e7\u00e3o de desempenho dos sistemas.<\/p>\n<p>JUSTIFICATIVA DA RESPOSTA CORRETA (BANCA)<\/p>\n<p>Tabelas de Honor\u00e1rios de Servi\u00e7os de Arquitetura e Urbanismo no Brasil. M\u00f3dulo II: Remunera\u00e7\u00e3o de Projetos e Servi\u00e7os Diversos. CAU\/BR \u2212 Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil. Item 4.1. Projeto de Arquitetura de Interiores.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"680\">Gabarito: alternativa E<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<ol start=\"39\">\n<li><\/li>\n<\/ol>\n<p>Observe abaixo desenhos e imagens do Museu do P\u00e3o (2005-07) em Il\u00f3polis, RS, projeto do escrit\u00f3rio Brasil Arquitetura.<\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s quest\u00f5es do patrim\u00f4nio hist\u00f3rico, ambiental e arquitet\u00f4nico, aos princ\u00edpios e \u00e0s caracter\u00edsticas dessa arquitetura, constata-se que<\/p>\n<p>(A) na interven\u00e7\u00e3o museol\u00f3gica, o objeto expositivo \u00e9 independente da estrutura dos edif\u00edcios, preservando os fechamentos arquitet\u00f4nicos intactos na solu\u00e7\u00e3o de nichos para exposi\u00e7\u00e3o e controle de luz.<\/p>\n<p>(B) os dois volumes novos, abrigando o museu do p\u00e3o e a escola de confeiteiros, proporcionam ao moinho um contexto atual e o afirmam como documento arquitet\u00f4nico, t\u00e9cnico e cultural do passado.<\/p>\n<p>(C) a contraposi\u00e7\u00e3o entre uma arquitetura espetacular, t\u00edpica da cultura da imagem, e a cidade vernacular aparece como \u00faltimo recurso de um planejamento urbano de borda.<\/p>\n<p>(D) n\u00e3o s\u00e3o utilizadas t\u00e9cnicas consagradas, materiais da regi\u00e3o ou refer\u00eancias da cultura imigrante que pudessem \u201calimentar\u201d e dar forma ao novo conjunto.<\/p>\n<p>(E) uma clara separa\u00e7\u00e3o entre tradi\u00e7\u00e3o e inven\u00e7\u00e3o, bem como entre museografia e arquitetura, evitando que a presen\u00e7a f\u00edsica e simb\u00f3lica da constru\u00e7\u00e3o centen\u00e1ria \u201ccontaminasse\u201d o museu e a escola.<\/p>\n<table width=\"680\">\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"680\"><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p>Fizemos muitas quest\u00f5es desse tipo na aula sobre patrim\u00f4nio e nas provas comentadas, ali\u00e1s, a FCC gosta muito de explorar os projetos do escrit\u00f3rio Brasil Arquitetura nas suas provas.<\/p>\n<p>Com essa pr\u00e1tica, j\u00e1 t\u00ednhamos ideia de que o referido escrit\u00f3rio tem como marca misturar o novo com o antigo de forma harm\u00f4nica.<\/p>\n<p><strong><em>descri\u00e7\u00e3o <\/em><\/strong><\/p>\n<p><em>o moinho colognese data do come\u00e7o do s\u00e9culo passado e foi constru\u00eddo inteiramente em madeira (arauc\u00e1ria angustifolia) por uma fam\u00edlia de imigrantes italianos do v\u00eaneto. ap\u00f3s a morte do moleiro no final da d\u00e9cada de 1990, o moinho foi abandonado. em 2004 fundou-se num ato prim\u00e1rio a associa\u00e7\u00e3o dos amigos dos moinhos do alto taquari. foram comprados o moinho e o seu terreno e iniciou-se o projeto do moinho de il\u00f3polis com patroc\u00ednio da nestl\u00e9 brasil. ele foi ent\u00e3o restaurado em conv\u00eanio com o iila (istituto \u00cdtalo latino americano), recuperando seus elementos e fun\u00e7\u00f5es originais a fim de reincorpor\u00e1-lo \u00e0 vida cotidiana desta pequena cidade.<\/em><\/p>\n<p><em>os dois volumes novos, abrigando o museu do p\u00e3o e a escola de confeiteiros, proporcionam ao moinho um contexto atual e o afirmam como documento arquitet\u00f4nico, t\u00e9cnico e cultural do passado. serviu como serena refer\u00eancia o antigo moinho: sua arquitetura, seus materiais, sua maquinaria, a produ\u00e7\u00e3o, a transforma\u00e7\u00e3o.<\/em><\/p>\n<p><em>nesta uni\u00e3o de tradi\u00e7\u00e3o e inven\u00e7\u00e3o, a museografia nasce junto \u00e0 arquitetura. as primeiras \u201cpe\u00e7as\u201d do museu: o velho moinho colognese que voltou a funcionar, o museu e a escola, \u201ccontaminados\u201d pela presen\u00e7a f\u00edsica e simb\u00f3lica da constru\u00e7\u00e3o centen\u00e1ria. tudo contribuir\u00e1 como objeto expositivo: a estrutura dos edif\u00edcios, os fechamentos, o controle de luz, os passadi\u00e7os, os materiais empregados, os suportes para exposi\u00e7\u00e3o, as pe\u00e7as expostas (ferramentas da culin\u00e1ria, documentos, fotografias coletadas na regi\u00e3o).<\/em><\/p>\n<p><em>a partir desta primeira iniciativa, o projeto ganhou nova for\u00e7a visando a valoriza\u00e7\u00e3o da riqueza cultural e hist\u00f3rica da regi\u00e3o e ampliando seu circuito: anta gorda, arvorezinha, putinga e outras cidades vizinhas dever\u00e3o ser \u201ccontagiadas\u201d e juntamente formar o \u201ccaminho dos moinhos\u201d.<\/em><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/brasilarquitetura.com\/\">http:\/\/brasilarquitetura.com\/#<\/a><\/p>\n<p><strong>JUSTIFICATIVA DA RESPOSTA CORRETA (BANCA)<\/strong><\/p>\n<p>FERRAZ, Jo\u00e3o Grinspum (coord.); KON, Nelson (fot). Museu do p\u00e3o: caminho dos moinhos. Il\u00f3polis, RS: Associa\u00e7\u00e3o dos Amigos dos Moinhos do Vale do Taquari, 2008.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"680\">Gabarito: alternativa B<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<ol start=\"40\">\n<li><\/li>\n<\/ol>\n<p>Denomina-se recalque a deforma\u00e7\u00e3o que ocorre no solo quando submetido a cargas. Essa deforma\u00e7\u00e3o provoca movimenta\u00e7\u00e3o na funda\u00e7\u00e3o que, dependendo da intensidade, pode resultar em s\u00e9rios danos \u00e0 superestrutura. Existem solos de grande porosidade, formados tanto por areias como por argilas e que apresentam a caracter\u00edstica de ter suas part\u00edculas unidas por uma esp\u00e9cie de cimenta\u00e7\u00e3o, proporcionada por materiais como o calc\u00e1rio. Esses solos, ao entrarem em contato com a \u00e1gua, t\u00eam rompida a liga\u00e7\u00e3o entre suas part\u00edculas, sofrendo perda imediata da sua estrutura, o que ocasiona recalque bastante dr\u00e1stico e perigoso. Esse tipo de deforma\u00e7\u00e3o \u00e9 conhecido como recalque<\/p>\n<p>(A) por efeito de termo-osmose.<\/p>\n<p>(B) progressivo e autoacelerante.<\/p>\n<p>(C) por solapamento em consequ\u00eancia de infiltra\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>(D) em solos colaps\u00edveis.<\/p>\n<p>(E) provocados por rebaixamento do len\u00e7ol fre\u00e1tico.<\/p>\n<table width=\"680\">\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"680\"><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p><em>Segundo\u00a0 Rebello\u00a0 (2008 ),\u00a0 os\u00a0 recalques\u00a0 naturais,\u00a0 causados\u00a0 devido\u00a0 \u00e0s\u00a0\u00a0 caracter\u00edsticas naturais do solo, s\u00e3o de tr\u00eas tipos:<\/em><\/p>\n<p>\u00d8\u00a0 <em>Recalque\u00a0 el\u00e1stico\u00a0 que\u00a0 \u00e9\u00a0 a\u00a0 deforma\u00e7\u00e3o\u00a0 apresentada\u00a0 pelo\u00a0 solo\u00a0 quando\u00a0 submetido\u00a0 a uma carga, sendo maior em solos n\u00e3o coesivos;<\/em><\/p>\n<p>\u00d8\u00a0 <em>Recalque\u00a0 por\u00a0 escoamento\u00a0 lateral,\u00a0 quando\u00a0 ocorre\u00a0 a\u00a0 migra\u00e7\u00e3o\u00a0 de\u00a0 solo\u00a0 da\u00a0 regi\u00e3o mais solicitada, para a menos solicitada; e<\/em><\/p>\n<p>\u00d8\u00a0 <em>Recalque\u00a0 por\u00a0 adensamento\u00a0 que\u00a0 \u00e9\u00a0 a\u00a0 diminui\u00e7\u00e3o\u00a0 do\u00a0 volume\u00a0 aparente,\u00a0 devido\u00a0 \u00e0 redu\u00e7\u00e3o dos vazios existentes no solo.<\/em><\/p>\n<p><em>De\u00a0 acordo\u00a0 com\u00a0 Hachich\u00a0 et\u00a0 al.\u00a0 (1998), existem\u00a0 outras\u00a0 causas\u00a0 que\u00a0 conduzem\u00a0 a recalques, que s\u00e3o devidas as a\u00e7\u00f5es externas e devem ser consideradas. S\u00e3o elas:<\/em><\/p>\n<p>\u00d8\u00a0 <em>Recalque\u00a0 devido\u00a0 ao\u00a0 rebaixamento\u00a0 do\u00a0 len\u00e7ol\u00a0 fre\u00e1tico,\u00a0 que\u00a0 ocorre\u00a0 na\u00a0 execu\u00e7\u00e3o\u00a0 de infraestrutura\u00a0 de\u00a0 um\u00a0 edif\u00edcio,\u00a0 ou\u00a0 mesmo\u00a0 da\u00a0 funda\u00e7\u00e3o.\u00a0 Esse\u00a0 procedimento,\u00a0 caso\u00a0 haja\u00a0 a presen\u00e7a\u00a0 da\u00a0 camada\u00a0 de\u00a0 solo\u00a0 compress\u00edvel\u00a0 no\u00a0 subsolo,\u00a0 ocorre\u00a0 o\u00a0 aumento\u00a0 das\u00a0 press\u00f5es geost\u00e1ticas nessa camada que provoca o recalque sem o aumento de carga na funda\u00e7\u00e3o.<\/em><\/p>\n<p>\u00d8\u00a0 <em>Recalque\u00a0 em\u00a0 solos\u00a0 colaps\u00edveis,\u00a0 que\u00a0 s\u00e3o\u00a0 os\u00a0 solos\u00a0 que\u00a0 apresentam\u00a0 grande porosidade,\u00a0 formado\u00a0 pelas\u00a0 areias\u00a0 ou\u00a0 argilas,\u00a0 que\u00a0 tem\u00a0 suas\u00a0 part\u00edculas\u00a0 cimentadas\u00a0 entre\u00a0 si por\u00a0 materiais\u00a0 ligantes.\u00a0 Este\u00a0 solo\u00a0 ao\u00a0 entrar\u00a0 em\u00a0 contato\u00a0 com\u00a0 a\u00a0 \u00e1gua, seja\u00a0 por\u00a0 penetra\u00e7\u00e3o\u00a0 pela superf\u00edcie\u00a0 ou\u00a0 pela\u00a0 eleva\u00e7\u00e3o\u00a0 do\u00a0 len\u00e7ol\u00a0 fre\u00e1tico,\u00a0 rompe\u00a0 a\u00a0 liga\u00e7\u00e3o\u00a0 das\u00a0 suas\u00a0 part\u00edculas\u00a0 e\u00a0 sofre perda imediata da sua estrutura, o que ocasiona um recalque bastante dr\u00e1stico e perigoso. <\/em><\/p>\n<p>\u00d8\u00a0 <em>Recalque\u00a0 devido\u00a0 \u00e0s\u00a0 escava\u00e7\u00f5es\u00a0 adjacentes\u00a0 \u00e0s\u00a0 funda\u00e7\u00f5es,\u00a0 onde\u00a0 as\u00a0 escava\u00e7\u00f5es tendem a desestabilizar o maci\u00e7o, pois\u00a0 o solo que sustenta a\u00a0 funda\u00e7\u00e3o tende a migrar para a regi\u00e3o escavada, fazendo com que ocorra o recalque.<\/em><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.passeidireto.com\/arquivo\/36542546\/revista-de-patologias-nas-fundacoes\">https:\/\/www.passeidireto.com\/arquivo\/36542546\/revista-de-patologias-nas-fundacoes<\/a><\/p>\n<p><strong>JUSTIFICATIVA DA RESPOSTA CORRETA (BANCA)<\/strong><\/p>\n<p>REBELLO, Yopanan Conrado Pereira. Funda\u00e7\u00f5es: guia pr\u00e1tico de projeto, execu\u00e7\u00e3o e dimensionamento. S\u00e3o Paulo: Zigurate Editora, 2008.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"680\">Gabarito: alternativa D<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Abra\u00e7os, Moema Machado<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Oi pessoal! Segue o restante da prova comentada! Boa sorte! Links para acesso \u00e0 prova e gabarito: https:\/\/1drv.ms\/b\/s!AjQt5CCeULAdjqpdLU6EKOjKbmyRjg https:\/\/1drv.ms\/b\/s!AjQt5CCeULAdjqpct1hRFvwhPUbQvg Em 1958, Joaquim Cardozo \u2013 poeta, calculista e historiador pernambucano \u2212 escreveu o texto Forma Est\u00e1tica \u2212 Forma Est\u00e9tica no qual destaca que Oscar Niemeyer, em tr\u00eas edif\u00edcios projetados para Bras\u00edlia, utiliza os elementos externos de [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":524,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"post_tipo":"article","footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"tax_estado":[],"class_list":["post-143514","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-cursos-e-concursos"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO Premium plugin v27.2 (Yoast SEO v27.2) - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-premium-wordpress\/ -->\n<title>Coment\u00e1rios prova FCC para a CLDF! 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