{"id":143270,"date":"2018-09-25T21:41:54","date_gmt":"2018-09-26T00:41:54","guid":{"rendered":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/?p=143270"},"modified":"2018-09-25T22:02:50","modified_gmt":"2018-09-26T01:02:50","slug":"prova-comentada-fcc-para-cldf-cargo-arquiteto","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/prova-comentada-fcc-para-cldf-cargo-arquiteto\/","title":{"rendered":"Prova comentada da FCC para CLDF! (Cargo: Arquiteto)"},"content":{"rendered":"<p>Pessoal,<\/p>\n<p>Boa noite!!!<\/p>\n<p>Segue parte da prova comentada. Comecei pela quest\u00e3o 41, pois, as primeiras fotos que recebi da prova n\u00e3o estavam boas. Agora, j\u00e1 recebi a prova em pdf do site, inclusive com a justificativa das respostas pela banca, gra\u00e7as a uma aluna. Amanh\u00e3, pretendo postar o restante da prova comentada.<\/p>\n<p>Sou Moema Machado, professora de arquitetura para concursos do Estrat\u00e9gia.<\/p>\n<p><strong>41.<\/strong><\/p>\n<p>Considere o seguinte desenho de um Levantamento Topogr\u00e1fico:<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/09\/25213742\/2018-09-25-9.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-143298\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/09\/25213742\/2018-09-25-9.png\" alt=\"\" width=\"949\" height=\"626\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/09\/25213742\/2018-09-25-9.png 949w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/09\/25213742\/2018-09-25-9.png 300w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/09\/25213742\/2018-09-25-9.png 768w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/09\/25213742\/2018-09-25-9.png 610w\" sizes=\"auto, (max-width: 949px) 100vw, 949px\" \/><\/a><\/p>\n<p>O perfil do terreno representado pelo Corte AB \u00e9:<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/09\/25213821\/2018-09-25-10.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-143299\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/09\/25213821\/2018-09-25-10.png\" alt=\"\" width=\"597\" height=\"590\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/09\/25213821\/2018-09-25-10.png 597w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/09\/25213821\/2018-09-25-10.png 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 597px) 100vw, 597px\" \/><\/a><\/p>\n<table width=\"680\">\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"680\"><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p>Quest\u00e3o de interpreta\u00e7\u00e3o de levantamento topogr\u00e1fico.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"680\">Gabarito: alternativa C<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong>42.<\/strong><\/p>\n<p>A Lei no 13.089\/2015 \u2013 denominada Estatuto da Metr\u00f3pole \u2013 estabelece diretrizes gerais para o planejamento, a gest\u00e3o e a execu\u00e7\u00e3o das fun\u00e7\u00f5es p\u00fablicas de interesse comum em regi\u00f5es metropolitanas e em aglomera\u00e7\u00f5es urbanas institu\u00eddas pelos Estados. Entre os conceitos que recebem defini\u00e7\u00e3o legal e passam a ser institutos jur\u00eddicos, al\u00e9m de categorias t\u00e9cnicas, o instrumento que estabelece, com base em processo permanente de planejamento, viabiliza\u00e7\u00e3o econ\u00f4mico-financeira e gest\u00e3o, as diretrizes para o desenvolvimento territorial estrat\u00e9gico e os projetos estruturantes da regi\u00e3o metropolitana e aglomera\u00e7\u00e3o urbana \u00e9<\/p>\n<p>(A) a opera\u00e7\u00e3o urbana consorciada interfederativo.<\/p>\n<p>(B) a parceria p\u00fablico-privada interfederativa.<\/p>\n<p>(C) o plano setorial interfederativo.<\/p>\n<p>(D) a governan\u00e7a interfederativa.<\/p>\n<p>(E) o plano de desenvolvimento urbano integrado.<\/p>\n<table width=\"680\">\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"680\"><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p>Vamos \u00e0 Lei 13.089\/2015: (Lei Federal, 2015)<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/_Ato2015-2018\/2015\/Lei\/L13089.htm\">http:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/_Ato2015-2018\/2015\/Lei\/L13089.htm<\/a><\/p>\n<p><strong>CAP\u00cdTULO I<\/strong><\/p>\n<p><strong>DISPOSI\u00c7\u00d5ES PRELIMINARES<\/strong><\/p>\n<p>(&#8230;)<\/p>\n<p>Art. 2\u00ba Para os efeitos desta Lei, consideram-se:<\/p>\n<p>(&#8230;)<\/p>\n<p>VI &#8211; <strong>plano de desenvolvimento urbano integrado<\/strong>: instrumento que estabelece, com base em processo permanente de planejamento, viabiliza\u00e7\u00e3o econ\u00f4mico-financeira e gest\u00e3o, as diretrizes para o desenvolvimento territorial estrat\u00e9gico e os projetos estruturantes da regi\u00e3o metropolitana e aglomera\u00e7\u00e3o urbana; (Reda\u00e7\u00e3o dada pela Lei n\u00ba 13.683, de 2018)<\/p>\n<p>(&#8230;)<\/p>\n<p><strong>CAP\u00cdTULO IV<\/strong><\/p>\n<p><strong>DOS INSTRUMENTOS DE DESENVOLVIMENTO URBANO INTEGRADO<\/strong><\/p>\n<p><strong>Art. 9\u00ba<\/strong> Sem preju\u00edzo da lista apresentada no art. 4o da Lei no 10.257, de 10 de julho 2001, no desenvolvimento urbano integrado de regi\u00f5es metropolitanas e de aglomera\u00e7\u00f5es urbanas ser\u00e3o utilizados, entre outros, os seguintes instrumentos:<\/p>\n<p>I \u2013 plano de desenvolvimento urbano integrado;<\/p>\n<p>(&#8230;)<\/p>\n<p><strong>Art. 10.<\/strong> As regi\u00f5es metropolitanas e as aglomera\u00e7\u00f5es urbanas dever\u00e3o contar com plano de desenvolvimento urbano integrado, aprovado mediante lei estadual.<\/p>\n<p>(&#8230;)<\/p>\n<p><strong>Art. 11.<\/strong> A lei estadual que instituir o plano de desenvolvimento urbano integrado de regi\u00e3o metropolitana ou de aglomera\u00e7\u00e3o urbana dever\u00e1 ser revista, pelo menos, a cada 10 (dez) anos.<\/p>\n<p><strong>Art. 12.<\/strong> O plano de desenvolvimento urbano integrado de regi\u00e3o metropolitana ou de aglomera\u00e7\u00e3o urbana dever\u00e1 considerar o conjunto de Munic\u00edpios que comp\u00f5em a unidade territorial urbana e abranger \u00e1reas urbanas e rurais.<\/p>\n<p><strong>\u00a7 1\u00ba<\/strong> O plano previsto no caput deste artigo dever\u00e1 contemplar, no m\u00ednimo:<\/p>\n<p><strong>I \u2013<\/strong> as diretrizes para as fun\u00e7\u00f5es p\u00fablicas de interesse comum, incluindo projetos estrat\u00e9gicos e a\u00e7\u00f5es priorit\u00e1rias para investimentos;<\/p>\n<p><strong>II \u2013<\/strong> o macrozoneamento da unidade territorial urbana;<\/p>\n<p><strong>III \u2013<\/strong> as diretrizes quanto \u00e0 articula\u00e7\u00e3o dos Munic\u00edpios no parcelamento, uso e ocupa\u00e7\u00e3o no solo urbano;<\/p>\n<p><strong>IV \u2013<\/strong> as diretrizes quanto \u00e0 articula\u00e7\u00e3o intersetorial das pol\u00edticas p\u00fablicas afetas \u00e0 unidade territorial urbana;<\/p>\n<p><strong>V &#8211;<\/strong> a delimita\u00e7\u00e3o das \u00e1reas com restri\u00e7\u00f5es \u00e0 urbaniza\u00e7\u00e3o visando \u00e0 prote\u00e7\u00e3o do patrim\u00f4nio ambiental ou cultural, bem como das \u00e1reas sujeitas a controle especial pelo risco de desastres naturais, se existirem;<\/p>\n<p><strong>VI &#8211;<\/strong> o sistema de acompanhamento e controle de suas disposi\u00e7\u00f5es; e (Reda\u00e7\u00e3o dada pela Lei n\u00ba 13.683, de 2018)<\/p>\n<p><strong>VII &#8211;<\/strong> as diretrizes m\u00ednimas para implementa\u00e7\u00e3o de efetiva pol\u00edtica p\u00fablica de regulariza\u00e7\u00e3o fundi\u00e1ria urbana, nos termos da Lei n\u00ba 13.465, de 11 de julho de 2017.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"680\">Gabarito: alternativa E<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong>43.<\/strong><\/p>\n<p>Cota de soleira \u00e9 uma informa\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica que pode determinar v\u00e1rias caracter\u00edsticas do projeto arquitet\u00f4nico tais como a implanta\u00e7\u00e3o do edif\u00edcio no terreno e seus acessos, a altura m\u00e1xima da edifica\u00e7\u00e3o etc. O C\u00f3digo de Obras e Edifica\u00e7\u00f5es do Distrito Federal \u2212 COE, Lei no 6.138\/2018, define \u201ccota de soleira\u201d como \u201crefer\u00eancia altim\u00e9trica a partir da qual se mede a altura m\u00e1xima da edifica\u00e7\u00e3o\u201d. Segundo o COE, a cota de soleira \u00e9<\/p>\n<p>(A) o ponto m\u00e9dio da proje\u00e7\u00e3o do t\u00e9rreo da constru\u00e7\u00e3o sobre o terreno.<\/p>\n<p>(B) o ponto m\u00e9dio da proje\u00e7\u00e3o da cobertura da constru\u00e7\u00e3o sobre o terreno.<\/p>\n<p>(C) fornecida pelo \u00f3rg\u00e3o gestor de planejamento urbano e territorial.<\/p>\n<p>(D) a m\u00e9dia das cotas dos v\u00e9rtices do pol\u00edgono que define o lote.<\/p>\n<p>(E) a m\u00e9dia das cotas dos v\u00e9rtices do lote que define o alinhamento com a via de acesso.<\/p>\n<table width=\"680\">\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"680\"><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p>Vamos \u00e0 Lei 6.138\/2018: (Poder Executivo, 2018)<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.tc.df.gov.br\/sinj\/Norma\/94156cc83d524f1ba6d0c0555ec9cd9d\/Lei_6138_26_04_2018.html\">http:\/\/www.tc.df.gov.br\/sinj\/Norma\/94156cc83d524f1ba6d0c0555ec9cd9d\/Lei_6138_26_04_2018.html<\/a><\/p>\n<p>Art. 90. A cota de soleira, a ser fornecida pelo \u00f3rg\u00e3o gestor de planejamento urbano e territorial, pode ser determinada com uma varia\u00e7\u00e3o de 50 cent\u00edmetros, caso solicitado pelo interessado.<\/p>\n<p>\u00a7 1\u00ba Para o in\u00edcio das obras, \u00e9 necess\u00e1rio requerer ao Poder Executivo o certificado de demarca\u00e7\u00e3o do lote ou proje\u00e7\u00e3o, a certid\u00e3o de alinhamento e de cota de soleira.<\/p>\n<p>\u00a7 2\u00ba A altura m\u00e1xima ou cota de coroamento da edifica\u00e7\u00e3o \u00e9 medida a partir da cota de soleira indicada no projeto arquitet\u00f4nico.<\/p>\n<p>(&#8230;)<\/p>\n<p>Cota de soleira &#8211; Refer\u00eancia altim\u00e9trica a partir da qual se mede a altura m\u00e1xima da edifica\u00e7\u00e3o.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"680\">Gabarito: alternativa C<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong>44.<\/strong><\/p>\n<p>A ado\u00e7\u00e3o de pilotis libera o solo de obst\u00e1culos, tornando-o desimpedido e transpon\u00edvel \u2212 espa\u00e7o de concilia\u00e7\u00e3o de diversos dom\u00ednios. O C\u00f3digo de Obras e Edifica\u00e7\u00f5es do Distrito Federal \u2212 COE, Lei no 6.138\/2018, define \u201cpilotis\u201d como pavimento livre situado no n\u00edvel do solo que sustenta o edif\u00edcio por meio de pilares, permitindo maior integra\u00e7\u00e3o entre os espa\u00e7os p\u00fablico e privativo. Segundo o COE, os pilotis de habita\u00e7\u00f5es multifamiliares em proje\u00e7\u00f5es localizadas no Conjunto Urban\u00edstico de Bras\u00edlia \u2212 CUB,<\/p>\n<p>(A) podem ter elemento de prote\u00e7\u00e3o, quando necess\u00e1rio, que apresente, no m\u00ednimo, 75% de permeabilidade ou transpar\u00eancia visual e ter altura m\u00e1xima de 130 cent\u00edmetros, garantida a acessibilidade e a circula\u00e7\u00e3o de pedestres.<\/p>\n<p>(B) n\u00e3o podem ser cercados, salvo nos trechos onde a diferen\u00e7a de n\u00edvel entre a soleira do edif\u00edcio e o logradouro p\u00fablico seja maior ou igual a 60 cent\u00edmetros.<\/p>\n<p>(C) podem ser cercados com a autoriza\u00e7\u00e3o do \u00f3rg\u00e3o gestor de planejamento urbano e territorial.<\/p>\n<p>(D) n\u00e3o podem ser cercados, salvo nos trechos onde a diferen\u00e7a de n\u00edvel entre o plano do t\u00e9rreo do edif\u00edcio e o terreno seja maior ou igual a 50 cent\u00edmetros.<\/p>\n<p>(E) podem ter elemento de prote\u00e7\u00e3o, quando necess\u00e1rio, que apresente, no m\u00ednimo, 50% de permeabilidade ou transpar\u00eancia visual e ter altura m\u00e1xima de 110 cent\u00edmetros, garantida a acessibilidade e a circula\u00e7\u00e3o de pedestres.<\/p>\n<table width=\"680\">\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"680\"><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p>Vamos \u00e0 Lei 6.138\/2018: (Poder Executivo, 2018)<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.tc.df.gov.br\/sinj\/Norma\/94156cc83d524f1ba6d0c0555ec9cd9d\/Lei_6138_26_04_2018.html\">http:\/\/www.tc.df.gov.br\/sinj\/Norma\/94156cc83d524f1ba6d0c0555ec9cd9d\/Lei_6138_26_04_2018.html<\/a><\/p>\n<p><strong>CAP\u00cdTULO VII<\/strong><\/p>\n<p><strong>DAS DISPOSI\u00c7\u00d5ES FINAIS E TRANSIT\u00d3RIAS<\/strong><\/p>\n<p>Art. 149. Os pilotis de habita\u00e7\u00f5es multifamiliares em proje\u00e7\u00f5es localizadas no Conjunto Urban\u00edstico de Bras\u00edlia &#8211; CUB n\u00e3o podem ser cercados, salvo nos trechos onde a diferen\u00e7a de n\u00edvel entre a soleira do edif\u00edcio e o logradouro p\u00fablico seja maior ou igual a 60 cent\u00edmetros.<\/p>\n<p>Par\u00e1grafo \u00fanico. O elemento de prote\u00e7\u00e3o deve apresentar, no m\u00ednimo, 75% de permeabilidade ou transpar\u00eancia visual e ter altura m\u00e1xima de 110 cent\u00edmetros, garantida a acessibilidade e a circula\u00e7\u00e3o de pedestres.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"680\">Gabarito: alternativa B<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong>45.<\/strong><\/p>\n<p>Segundo a Lei no 8.666\/1993 \u2013 que instituiu normas para licita\u00e7\u00f5es e contratos da Administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica sem preju\u00edzo dos casos de inexigibilidade de licita\u00e7\u00e3o, na hip\u00f3tese da Administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica pretender selecionar projeto arquitet\u00f4nico para futura constru\u00e7\u00e3o de um museu de tecnologia e sustentabilidade, poder\u00e1 faz\u00ea-lo mediante a realiza\u00e7\u00e3o de<\/p>\n<p>(A) tomada de pre\u00e7os, estabelecendo-se como remunera\u00e7\u00e3o pr\u00eamio calculado com base na menor proposta apresentada, independentemente do valor.<\/p>\n<p>(B) concorr\u00eancia, no caso da licita\u00e7\u00e3o incluir a elabora\u00e7\u00e3o do projeto b\u00e1sico, executivo e seu acompanhamento.<\/p>\n<p>(C) concurso, com estipula\u00e7\u00e3o pr\u00e9via de pr\u00eamio ou remunera\u00e7\u00e3o, do qual poder\u00e3o participar todos que preencham os requisitos t\u00e9cnicos de habilita\u00e7\u00e3o para elabora\u00e7\u00e3o do trabalho.<\/p>\n<p>(D) convite, limitados a tr\u00eas os convocados do setor profissional, comprovada not\u00f3ria especializa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<table width=\"680\">\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"680\"><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p>Vamos \u00e0 Lei 8.666\/1993: (Lei Federal 8.666\/93)<\/p>\n<p>Art. 22. S\u00e3o modalidades de licita\u00e7\u00e3o:<\/p>\n<p>I &#8211; concorr\u00eancia;<\/p>\n<p>II &#8211; tomada de pre\u00e7os;<\/p>\n<p>III &#8211; convite;<\/p>\n<p>IV &#8211; concurso;<\/p>\n<p>V &#8211; leil\u00e3o.<\/p>\n<p>(&#8230;)<\/p>\n<p>\u00a7 4\u00ba Concurso \u00e9 a modalidade de licita\u00e7\u00e3o entre quaisquer interessados para escolha de trabalho t\u00e9cnico, cient\u00edfico ou art\u00edstico, mediante a institui\u00e7\u00e3o de pr\u00eamios ou remunera\u00e7\u00e3o aos vencedores, conforme crit\u00e9rios constantes de edital publicado na imprensa oficial com anteced\u00eancia m\u00ednima de 45 (quarenta e cinco) dias.<\/p>\n<p>(&#8230;)<\/p>\n<p>Art. 52. O concurso a que se refere o \u00a7 4o do art. 22 desta Lei deve ser precedido de regulamento pr\u00f3prio, a ser obtido pelos interessados no local indicado no edital.<\/p>\n<p>\u00a7 1\u00ba O regulamento dever\u00e1 indicar:<\/p>\n<p>I &#8211; a qualifica\u00e7\u00e3o exigida dos participantes;<\/p>\n<p>II &#8211; as diretrizes e a forma de apresenta\u00e7\u00e3o do trabalho;<\/p>\n<p>III &#8211; as condi\u00e7\u00f5es de realiza\u00e7\u00e3o do concurso e os pr\u00eamios a serem concedidos.<\/p>\n<p>\u00a7 2o Em se tratando de projeto, o vencedor dever\u00e1 autorizar a Administra\u00e7\u00e3o a execut\u00e1-lo quando julgar conveniente.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"680\">Gabarito: alternativa C<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong>46.<\/strong><\/p>\n<p>O direito de preemp\u00e7\u00e3o \u00e9 o instrumento da pol\u00edtica urbana previsto na Lei no 10.257\/2001 \u2013 denominada Estatuto da Cidade \u2013 que confere ao Poder P\u00fablico municipal prefer\u00eancia para aquisi\u00e7\u00e3o de im\u00f3vel urbano objeto de aliena\u00e7\u00e3o onerosa entre particulares.<\/p>\n<p>O direito de preemp\u00e7\u00e3o ser\u00e1 exercido sempre que o Poder P\u00fablico necessitar de \u00e1reas para:<\/p>\n<p>I. Regulariza\u00e7\u00e3o fundi\u00e1ria.<\/p>\n<p>II. Execu\u00e7\u00e3o de programas e projetos habitacionais de interesse social.<\/p>\n<p>III. Constitui\u00e7\u00e3o de reserva fundi\u00e1ria.<\/p>\n<p>IV. Ordenamento e direcionamento da expans\u00e3o urbana.<\/p>\n<p>Est\u00e1 correto o que se afirma em<\/p>\n<p>(A) I, apenas.<\/p>\n<p>(B) III, apenas.<\/p>\n<p>(C) I e III, apenas.<\/p>\n<p>(D) I, II, III e IV.<\/p>\n<p>(E) II e IV, apenas.<\/p>\n<table width=\"680\">\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"680\"><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p>Vamos \u00e0 Lei 10.257\/2001: (Lei Federal, 2001)<\/p>\n<p>Art. 26. O direito de preemp\u00e7\u00e3o ser\u00e1 exercido sempre que o Poder P\u00fablico necessitar de \u00e1reas para:<\/p>\n<p>I \u2013 regulariza\u00e7\u00e3o fundi\u00e1ria;<\/p>\n<p>II \u2013 execu\u00e7\u00e3o de programas e projetos habitacionais de interesse social;<\/p>\n<p>III \u2013 constitui\u00e7\u00e3o de reserva fundi\u00e1ria;<\/p>\n<p>IV \u2013 ordenamento e direcionamento da expans\u00e3o urbana;<\/p>\n<p>V \u2013 implanta\u00e7\u00e3o de equipamentos urbanos e comunit\u00e1rios;<\/p>\n<p>VI \u2013 cria\u00e7\u00e3o de espa\u00e7os p\u00fablicos de lazer e \u00e1reas verdes;<\/p>\n<p>VII \u2013 cria\u00e7\u00e3o de unidades de conserva\u00e7\u00e3o ou prote\u00e7\u00e3o de outras \u00e1reas de interesse ambiental;<\/p>\n<p>VIII \u2013 prote\u00e7\u00e3o de \u00e1reas de interesse hist\u00f3rico, cultural ou paisag\u00edstico;<\/p>\n<p>IX \u2013 (VETADO)<\/p>\n<p>Par\u00e1grafo \u00fanico. A lei municipal prevista no \u00a7 1\u00ba do art. 25 desta Lei dever\u00e1 enquadrar cada \u00e1rea em que incidir\u00e1 o direito de preemp\u00e7\u00e3o em uma ou mais das finalidades enumeradas por este artigo.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"680\">Gabarito: alternativa D<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong>47.<\/strong><\/p>\n<p>O per\u00edodo de tempo, contado ap\u00f3s a vida \u00fatil de projeto, em que o sistema apresenta decr\u00e9scimo continuado de desempenho em fun\u00e7\u00e3o do uso e\/ou do envelhecimento natural, denomina-se Vida \u00datil<\/p>\n<p>(A) Decrescente.<\/p>\n<p>(B) Residual.<\/p>\n<p>(C) Alongada.<\/p>\n<p>(D) Requerida.<\/p>\n<p>(E) Total.<\/p>\n<table width=\"680\">\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"680\"><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p>Vida \u00fatil residual<\/p>\n<p>Per\u00edodo de tempo, ap\u00f3s a vida \u00fatil de projeto, em que o produto apresenta decr\u00e9scimo continuado do desempenho em fun\u00e7\u00e3o do uso e ou do envelhecimento natural. Para retornar a n\u00edveis adequados de conforto, seguran\u00e7a, sa\u00fade e higiene, s\u00e3o necess\u00e1rias manuten\u00e7\u00f5es e reformas mais dispendiosas.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.fau.usp.br\/arquivos\/disciplinas\/au\/aut0188\/Aut188_desempenho.pdf\">http:\/\/www.fau.usp.br\/arquivos\/disciplinas\/au\/aut0188\/Aut188_desempenho.pdf<\/a><\/p>\n<p>NBR 15575-1:2013: (ABNT, 2013)<\/p>\n<p><strong>3.43 Vida \u00datil de Projeto (VUP)<\/strong><\/p>\n<p>Per\u00edodo estimado de tempo para o qual um sistema \u00e9 projetado a fim de atender aos requisitos de desempenho estabelecidos nesta norma, considerando o atendimento aos requisitos das normas aplic\u00e1veis, o est\u00e1gio do conhecimento no momento do projeto e supondo o cumprimento da periodicidade e correta execu\u00e7\u00e3o dos processos de manuten\u00e7\u00e3o especificados no respectivo Manual de Uso, Opera\u00e7\u00e3o e Manuten\u00e7\u00e3o (a VUP n\u00e3o deve ser confundida com tempo de vida \u00fatil, durabilidade, prazo de garantia legal e certificada).<\/p>\n<p>Nota: A VUP \u00e9 uma estimativa te\u00f3rica de tempo que comp\u00f5e o tempo de vida \u00fatil. O tempo de VU pode ou n\u00e3o ser confirmado em fun\u00e7\u00e3o da efici\u00eancia e registro das manuten\u00e7\u00f5es, de altera\u00e7\u00f5es no entorno da obra, fatores clim\u00e1ticos, etc.<\/p>\n<p>JUSTIFICATIVA DA RESPOSTA CORRETA (BANCA)<\/p>\n<p>Denomina\u00e7\u00e3o correta quanto a defini\u00e7\u00e3o apresentada. Conforme: DEL MAR, Carlos Pinto. Falhas, responsabilidades e garantias na Constru\u00e7\u00e3o Civil. 1.ed. S\u00e3o Paulo. Editora Pini. 2007. 366 p.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"680\">Gabarito: alternativa B<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong>48.<\/strong><\/p>\n<p>A Lei no 12.587\/2012 \u2013 que disp\u00f5e sobre a Pol\u00edtica Nacional de Mobilidade Urbana \u2013 est\u00e1 fundamentada nos seguintes princ\u00edpios:<\/p>\n<p>I. Acessibilidade universal; desenvolvimento sustent\u00e1vel das cidades, nas dimens\u00f5es socioecon\u00f4micas e ambientais; equidade no acesso dos cidad\u00e3os ao transporte p\u00fablico coletivo.<\/p>\n<p>II. Efici\u00eancia, efic\u00e1cia e efetividade na presta\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os de transporte urbano; gest\u00e3o democr\u00e1tica e controle social do planejamento e avalia\u00e7\u00e3o da Pol\u00edtica Nacional de Mobilidade Urbana.<\/p>\n<p>III. Prioridade dos modos de transportes n\u00e3o motorizados sobre os motorizados e dos servi\u00e7os de transporte p\u00fablico coletivo sobre o transporte individual motorizado.<\/p>\n<p>IV. Reduzir as desigualdades e promover a inclus\u00e3o social; promover o acesso aos servi\u00e7os b\u00e1sicos e equipamentos sociais.<\/p>\n<p>Est\u00e1 correto o que se afirma em<\/p>\n<p>(A) III e IV, apenas.<\/p>\n<p>(B) I, II e III, apenas.<\/p>\n<p>(C) I e II, apenas.<\/p>\n<p>(D) I, II, III e IV.<\/p>\n<p>(E) II e III, apenas.<\/p>\n<table width=\"680\">\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"680\"><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p>Essa quest\u00e3o \u201cpegou pesado\u201d, pois, aparentemente, f\u00e1cil, nos cobra quais s\u00e3o os princ\u00edpios da Pol\u00edtica Nacional de Mobilidade Urbana, misturando princ\u00edpios, diretrizes e objetivos da Pol\u00edtica Nacional de Mobilidade Urbana.<\/p>\n<p>Lei n\u00ba 12.587:2012: (Poder executivo, 2012)<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/_ato2011-2014\/2012\/lei\/l12587.htm\">http:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/_ato2011-2014\/2012\/lei\/l12587.htm<\/a><\/p>\n<p><strong>Se\u00e7\u00e3o II<\/strong><\/p>\n<p>Dos Princ\u00edpios, Diretrizes e Objetivos da Pol\u00edtica Nacional de Mobilidade Urbana<\/p>\n<p><strong>Art. 5\u00ba<\/strong>\u00a0 A Pol\u00edtica Nacional de Mobilidade Urbana est\u00e1 fundamentada nos seguintes princ\u00edpios:<\/p>\n<p>I &#8211; acessibilidade universal;<\/p>\n<p>II &#8211; desenvolvimento sustent\u00e1vel das cidades, nas dimens\u00f5es socioecon\u00f4micas e ambientais;<\/p>\n<p>III &#8211; equidade no acesso dos cidad\u00e3os ao transporte p\u00fablico coletivo;<\/p>\n<p>IV &#8211; efici\u00eancia, efic\u00e1cia e efetividade na presta\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os de transporte urbano;<\/p>\n<p>V &#8211; gest\u00e3o democr\u00e1tica e controle social do planejamento e avalia\u00e7\u00e3o da Pol\u00edtica Nacional de Mobilidade Urbana;<\/p>\n<p>VI &#8211; seguran\u00e7a nos deslocamentos das pessoas;<\/p>\n<p>VII &#8211; justa distribui\u00e7\u00e3o dos benef\u00edcios e \u00f4nus decorrentes do uso dos diferentes modos e servi\u00e7os;<\/p>\n<p>VIII &#8211; equidade no uso do espa\u00e7o p\u00fablico de circula\u00e7\u00e3o, vias e logradouros; e<\/p>\n<p>IX &#8211; efici\u00eancia, efic\u00e1cia e efetividade na circula\u00e7\u00e3o urbana.<\/p>\n<p><strong>Art. 6\u00ba<\/strong>\u00a0 A Pol\u00edtica Nacional de Mobilidade Urbana \u00e9 orientada pelas seguintes diretrizes:<\/p>\n<p>I &#8211; integra\u00e7\u00e3o com a pol\u00edtica de desenvolvimento urbano e respectivas pol\u00edticas setoriais de habita\u00e7\u00e3o, saneamento b\u00e1sico, planejamento e gest\u00e3o do uso do solo no \u00e2mbito dos entes federativos;<\/p>\n<p>II &#8211; prioridade dos modos de transportes n\u00e3o motorizados sobre os motorizados e dos servi\u00e7os de transporte p\u00fablico coletivo sobre o transporte individual motorizado;<\/p>\n<p>III &#8211; integra\u00e7\u00e3o entre os modos e servi\u00e7os de transporte urbano;<\/p>\n<p>IV &#8211; mitiga\u00e7\u00e3o dos custos ambientais, sociais e econ\u00f4micos dos deslocamentos de pessoas e cargas na cidade;<\/p>\n<p>V &#8211; incentivo ao desenvolvimento cient\u00edfico-tecnol\u00f3gico e ao uso de energias renov\u00e1veis e menos poluentes;<\/p>\n<p>VI &#8211; prioriza\u00e7\u00e3o de projetos de transporte p\u00fablico coletivo estruturadores do territ\u00f3rio e indutores do desenvolvimento urbano integrado; e<\/p>\n<p>VII &#8211; integra\u00e7\u00e3o entre as cidades g\u00eameas localizadas na faixa de fronteira com outros pa\u00edses sobre a linha divis\u00f3ria internacional.<\/p>\n<p>VIII &#8211; garantia de sustentabilidade econ\u00f4mica das redes de transporte p\u00fablico coletivo de passageiros, de modo a preservar a continuidade, a universalidade e a modicidade tarif\u00e1ria do servi\u00e7o.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 (Inclu\u00eddo pela Lei n\u00ba 13.683, de 2018)<\/p>\n<p><strong>Art. 7\u00ba<\/strong>\u00a0 A Pol\u00edtica Nacional de Mobilidade Urbana possui os seguintes objetivos:<\/p>\n<p>I &#8211; reduzir as desigualdades e promover a inclus\u00e3o social;<\/p>\n<p>II &#8211; promover o acesso aos servi\u00e7os b\u00e1sicos e equipamentos sociais;<\/p>\n<p>III &#8211; proporcionar melhoria nas condi\u00e7\u00f5es urbanas da popula\u00e7\u00e3o no que se refere \u00e0 acessibilidade e \u00e0 mobilidade;<\/p>\n<p>IV &#8211; promover o desenvolvimento sustent\u00e1vel com a mitiga\u00e7\u00e3o dos custos ambientais e socioecon\u00f4micos dos deslocamentos de pessoas e cargas nas cidades; e<\/p>\n<p>V &#8211; consolidar a gest\u00e3o democr\u00e1tica como instrumento e garantia da constru\u00e7\u00e3o cont\u00ednua do aprimoramento da mobilidade urbana.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"680\">Gabarito: alternativa C<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong>49.<\/strong><\/p>\n<p>De acordo com a NBR 9.050\/2015 \u2013 que trata da \u201cAcessibilidade a edifica\u00e7\u00f5es, mobili\u00e1rio, espa\u00e7os e equipamentos urbanos\u201d \u2013 as instala\u00e7\u00f5es sanit\u00e1rias acess\u00edveis nas edifica\u00e7\u00f5es e espa\u00e7os de uso p\u00fablico e coletivo devem estar distribu\u00eddas em determinadas propor\u00e7\u00f5es e especificidades construtivas. Considerando uma edifica\u00e7\u00e3o existente, de uso p\u00fablico, o n\u00famero m\u00ednimo de sanit\u00e1rios acess\u00edveis com entradas independentes \u00e9<\/p>\n<p>(A) um por pavimento, onde houver ou onde a legisla\u00e7\u00e3o obrigar a ter sanit\u00e1rios.<\/p>\n<p>(B) uma instala\u00e7\u00e3o sanit\u00e1ria, onde houver sanit\u00e1rios.<\/p>\n<p>(C) 5% do total de cada pe\u00e7a sanit\u00e1ria, com no m\u00ednimo um, onde houver sanit\u00e1rios.<\/p>\n<p>(D) 5% do total de cada pe\u00e7a sanit\u00e1ria, com no m\u00ednimo um para cada sexo em cada pavimento, onde houver sanit\u00e1rios.<\/p>\n<p>(E) 5% do total de cada pe\u00e7a sanit\u00e1ria, com no m\u00ednimo um em cada pavimento acess\u00edvel, onde houver sanit\u00e1rio.<\/p>\n<table width=\"680\">\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"680\"><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p>Tr\u00eas pontos importantes:<\/p>\n<ul>\n<li>\u00a0 Edifica\u00e7\u00e3o existente<\/li>\n<li>\u00a0 Uso: p\u00fablico<\/li>\n<li>\u00a0 Qual o n\u00ba m\u00ednimo de sanit\u00e1rios acess\u00edveis com entradas independentes?<\/li>\n<\/ul>\n<p>Lei n\u00ba 9.050:2015: (ABNT, 2015)<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/09\/25213509\/Sem-t%C3%ADtulo.bmp\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-143297\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/09\/25213509\/Sem-t%C3%ADtulo.bmp\" alt=\"\" width=\"662\" height=\"467\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/09\/25213509\/Sem-t%C3%ADtulo.bmp 662w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/09\/25213509\/Sem-t%C3%ADtulo.bmp 300w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/09\/25213509\/Sem-t%C3%ADtulo.bmp 610w\" sizes=\"auto, (max-width: 662px) 100vw, 662px\" \/><\/a><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"680\">Gabarito: alternativa A<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong>50.<\/strong><\/p>\n<p>N\u00edvel de Desenvolvimento do Modelo ou Level of Development (LOD) \u00e9 um termo da plataforma BIM (Building Information Modeling) elaborado com vistas \u00e0 cria\u00e7\u00e3o de uma estrutura conceitual para nortear de maneira coordenada o processo de desenvolvimento de projeto e a evolu\u00e7\u00e3o do detalhamento de suas informa\u00e7\u00f5es. Em rela\u00e7\u00e3o aos n\u00edveis de desenvolvimento, representados em uma escala que varia em cinco graus, \u00e9 correto afirmar:<\/p>\n<p>(A) 400 \u2212 Os elementos s\u00e3o modelados conforme constru\u00eddos com informa\u00e7\u00f5es precisas e exatas das dimens\u00f5es, peso, quantidades, orienta\u00e7\u00e3o e localiza\u00e7\u00e3o. Informa\u00e7\u00f5es n\u00e3o geom\u00e9tricas podem ser anexadas ao modelo.<\/p>\n<p>(B) 500 \u2212 Os elementos s\u00e3o modelados com o objetivo de montagem, de forma precisa e exata de suas dimens\u00f5es, peso, quantidades, orienta\u00e7\u00e3o e localiza\u00e7\u00e3o contendo detalhamento completo de fabrica\u00e7\u00e3o e montagem. Informa\u00e7\u00f5es n\u00e3o geom\u00e9tricas podem ser anexadas ao modelo.<\/p>\n<p>(C) 300 \u2212 Os elementos s\u00e3o modelados de forma precisa e exata de suas dimens\u00f5es, peso, quantidades, orienta\u00e7\u00e3o e localiza\u00e7\u00e3o. Informa\u00e7\u00f5es n\u00e3o geom\u00e9tricas podem ser anexadas ao modelo.<\/p>\n<p>(D) 100 \u2212 Os elementos s\u00e3o modelados de forma gen\u00e9rica e aproximadas de suas dimens\u00f5es, peso, quantidades, orienta\u00e7\u00e3o e localiza\u00e7\u00e3o. Informa\u00e7\u00f5es n\u00e3o geom\u00e9tricas podem ser anexadas ao modelo.<\/p>\n<p>(E) 200 \u2212 Estudos de massa, volumes, zonas, modeladas em 3 dimens\u00f5es ou representados por outros lados.<\/p>\n<table width=\"680\">\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"680\"><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p><em>No conceito BIM, o modelo \u00e9 constru\u00eddo num espa\u00e7o virtual, compartilhado entre v\u00e1rios profissionais, e \u00e9 desenvolvido atrav\u00e9s de informa\u00e7\u00f5es gr\u00e1ficas e n\u00e3o gr\u00e1ficas, vinculadas com precis\u00e3o e claramente estruturadas.<\/em><\/p>\n<p><em>Ao iniciarem os projetos na metodologia BIM, \u00e9 necess\u00e1rio que seja identificado o objetivo para com o modelo, pois isto ir\u00e1 definir o n\u00edvel de defini\u00e7\u00e3o dos dados que ir\u00e3o aliment\u00e1-los. Tais n\u00edveis se diferem pelas quantidades de dados que estar\u00e3o dispon\u00edveis em cada fase do projeto. E \u00e9 muito importante que todos os envolvidos estejam cientes desta necessidade, pois estes n\u00edveis definir\u00e3o o produto final. \u00c9 a partir destas informa\u00e7\u00f5es que se obter\u00e1 um projeto detalhado e, bem resolvido entre todas as disciplinas, al\u00e9m do que estas informa\u00e7\u00f5es ser\u00e3o utilizadas para an\u00e1lises do modelo at\u00e9 mesmo com rela\u00e7\u00e3o a planejamento, or\u00e7amento e manuten\u00e7\u00e3o da constru\u00e7\u00e3o.<\/em><\/p>\n<p><em>O LOD de um modelo \u00e9 caracterizado pela combina\u00e7\u00e3o do Level of Model Information (LMI), n\u00edvel de informa\u00e7\u00e3o do modelo, e do Level of Model Detail (LMD) n\u00edvel de detalhe do modelo.<\/em><\/p>\n<p><em>LMI \u2013 \u00e9 a quantidade de informa\u00e7\u00e3o n\u00e3o gr\u00e1fica desenvolvida em uma determinada etapa do projeto.<\/em><\/p>\n<p><em>LMD \u2013 \u00e9 a quantidade de informa\u00e7\u00e3o gr\u00e1fica desenvolvida em uma determinada etapa do projeto.<\/em><\/p>\n<p><em>Observa-se, por\u00e9m, que n\u00e3o h\u00e1 uma defini\u00e7\u00e3o padronizada sobre estes n\u00edveis. Analisando-se publica\u00e7\u00f5es de refer\u00eancia de v\u00e1rios pa\u00edses, verifica-se que as classifica\u00e7\u00f5es podem variar bastante.<\/em><\/p>\n<p><em>Compara\u00e7\u00f5es das Refer\u00eancias<\/em><\/p>\n<p><em>Na tabela abaixo pode-se verificar as classifica\u00e7\u00f5es das principais refer\u00eancias:<\/em><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/biminformation.blog\/2017\/03\/16\/lodmodelobim\/\">https:\/\/biminformation.blog\/2017\/03\/16\/lodmodelobim\/<\/a><\/p>\n<p>JUSTIFICATIVA DA RESPOSTA CORRETA (BANCA)<\/p>\n<p>MANZIONE, Leonardo. Proposi\u00e7\u00e3o de uma estrutura conceitual de gest\u00e3o do processo de projeto colaborativo com o uso de BIM. Tese de Doutorado apresentada \u00e0 Escola Polit\u00e9cnica da Universidade de S\u00e3o Paulo, 2013.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"680\">Gabarito: alternativa C<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong>51.<\/strong><\/p>\n<p>Arquivos de refer\u00eancia externa ou External Reference (Xref) e Blocos s\u00e3o recursos do programa AutoCAD\u00ae que permitem dividir o projeto em diferentes partes para melhor organiza\u00e7\u00e3o do trabalho. Em rela\u00e7\u00e3o a essas ferramentas,<\/p>\n<p>(A) \u00e9 poss\u00edvel usar arquivos inteiros existentes como Xref, mas n\u00e3o como Blocos.<\/p>\n<p>(B) assim como Blocos, arquivos Xref podem ser explodidos para serem usados na cria\u00e7\u00e3o de outros arquivos base.<\/p>\n<p>(C) arquivos Xref tornam-se parte do banco de dados do desenho, ampliando seu tamanho e deixando-o mais pesado.<\/p>\n<p>(D) \u00e9 poss\u00edvel editar Blocos e Xrefs diretamente no interior do arquivo que os cont\u00e9m, sem necessidade de explodir blocos ou abrir arquivos externos.<\/p>\n<p>(E) quaisquer novas camadas, estilos de texto ou tipos de linha trazidos com arquivos Xref tornam-se parte do arquivo corrente.<\/p>\n<table width=\"680\">\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"680\"><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p>\u201cDe cara\u201d, podemos eliminar as alternativas (A) e (C), pois, tanto uso de blocos, quanto o de xrefs, deixam o desenho mais leve, e podem ser usados com arquivos inteiros.<\/p>\n<p>Vamos analisar as outras:<\/p>\n<p>(B)\u00a0 Incorreta. Os arquivos Xref n\u00e3o podem ser explodidos como os blocos.<\/p>\n<p>(D)\u00a0 Correta. Sim, \u00e9 poss\u00edvel! Guia insert, painel refer\u00eancia, editar refer\u00eancia, conforme prints abaixo.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/09\/25213247\/2018-09-25-1.bmp\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-143292\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/09\/25213247\/2018-09-25-1.bmp\" alt=\"\" width=\"1913\" height=\"330\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/09\/25213247\/2018-09-25-1.bmp 1913w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/09\/25213247\/2018-09-25-1.bmp 300w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/09\/25213247\/2018-09-25-1.bmp 768w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/09\/25213247\/2018-09-25-1.bmp 1024w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/09\/25213247\/2018-09-25-1.bmp 610w\" sizes=\"auto, (max-width: 1913px) 100vw, 1913px\" \/><\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/09\/25213314\/2018-09-25-2.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-143293\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/09\/25213314\/2018-09-25-2.png\" alt=\"\" width=\"1916\" height=\"399\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/09\/25213314\/2018-09-25-2.png 1916w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/09\/25213314\/2018-09-25-2.png 300w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/09\/25213314\/2018-09-25-2.png 768w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/09\/25213314\/2018-09-25-2.png 1024w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/09\/25213314\/2018-09-25-2.png 610w\" sizes=\"auto, (max-width: 1916px) 100vw, 1916px\" \/><\/a><\/p>\n<p><strong><em>Para editar uma Refex ou refer\u00eancias de bloco no local<\/em><\/strong><\/p>\n<p><em>1.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/em><em>Clique na guia Inserir\u00a0 painel Refer\u00eancia\u00a0 Editar refer\u00eancia. <\/em><\/p>\n<p><em>2.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/em><em>No desenho atual, selecione a refer\u00eancia que voc\u00ea deseja editar.<\/em><\/p>\n<p><em>Se o objeto selecionado na refer\u00eancia pertencer a refer\u00eancias aninhadas, todas as refer\u00eancias dispon\u00edveis para sele\u00e7\u00e3o ser\u00e3o exibidas na caixa de di\u00e1logo Editar refer\u00eancia.<\/em><\/p>\n<p><em>3.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/em><em>Na caixa de di\u00e1logo Editar refer\u00eancia, selecione a refer\u00eancia espec\u00edfica que deseja editar.<\/em><\/p>\n<p><em>O arquivo de refer\u00eancia \u00e9 bloqueado para prevenir usu\u00e1rios m\u00faltiplos de abrir o arquivo ao mesmo tempo. N\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel editar uma refer\u00eancia no local se o arquivo de desenho estiver sendo utilizado por outro usu\u00e1rio.<\/em><\/p>\n<p><em>4.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/em><em>Clique em OK.<\/em><\/p>\n<p><em>5.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/em><em>Selecione os objetos que voc\u00ea gostaria de editar na refer\u00eancia e pressione Enter.<\/em><\/p>\n<p><em>6.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/em><em>Os objetos selecionados se tornam o conjunto de trabalho. Por padr\u00e3o, todos os outros objetos est\u00e3o bloqueados e esmaecidos.<\/em><\/p>\n<p><em>Edite os objetos no conjunto de trabalho. Clique em Salvar altera\u00e7\u00f5es de volta para a refer\u00eancia.<\/em><\/p>\n<p><em>Os objetos no conjunto de trabalho s\u00e3o salvos para a refer\u00eancia e a refex ou o bloco \u00e9 atualizado.<\/em><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/help.autodesk.com\/view\/ACD\/2016\/PTB\/?guid=GUID-B4C77039-395A-4F5A-82D9-B6C7F69E4898\">http:\/\/help.autodesk.com\/view\/ACD\/2016\/PTB\/?guid=GUID-B4C77039-395A-4F5A-82D9-B6C7F69E4898<\/a><\/p>\n<p>(E)\u00a0\u00a0 Incorreta. Os blocos trazem camadas em definitivo, mas quando inserimos o arquivo como refer\u00eancia externa, quando esta refer\u00eancia for removida todas suas camadas v\u00e3o embora junto, sem deixar vest\u00edgio. Curiosidade: as layers do arquivo base s\u00e3o carregadas com a designa\u00e7\u00e3o do arquivo no in\u00edcio do nome de cada layer.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/qualificad.com.br\/trabalhar-com-referencias-externas-xref\/\">https:\/\/qualificad.com.br\/trabalhar-com-referencias-externas-xref\/<\/a><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"680\">JUSTIFICATIVA DA RESPOSTA CORRETA (BANCA)<\/p>\n<p>OMURA, George. Dominando o Autocad 2000. Rio de Janeiro: LTC, 2000.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"680\">Gabarito: alternativa D<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong>52.<\/strong><\/p>\n<p>Os materiais que por si n\u00e3o possuem propriedades cimentantes mas que, quando finamente divididos na presen\u00e7a de umidade, reagem quimicamente com a cal, formando compostos que t\u00eam propriedades cimentantes, denomina-se<\/p>\n<p>(A) inertes.<\/p>\n<p>(B) polimirizantes.<\/p>\n<p>(C) cimentantes.<\/p>\n<p>(D) pozolanas.<\/p>\n<p>(E) agentes de cristaliza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<table width=\"680\">\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"680\"><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p><em>\u00c9 um composto que possui s\u00edlica reativa, que quando finamente mo\u00eddo e em contato com cal atua como ligante hidr\u00e1ulico, confere ao cimento uma maior impermeabilidade, possibilitando a sua aplica\u00e7\u00e3o e melhorando a sua performance em ambientes \u00famidos e subterr\u00e2neos.<\/em><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.colegiodearquitetos.com.br\/dicionario\/2013\/02\/o-que-e-pozolana\/\">http:\/\/www.colegiodearquitetos.com.br\/dicionario\/2013\/02\/o-que-e-pozolana\/<\/a><\/p>\n<p>JUSTIFICATIVA DA RESPOSTA CORRETA (BANCA)<\/p>\n<p>Materiais pulverulentos, defini\u00e7\u00e3o de pozolanas. CONFORME: BAUER, L. A. Falc\u00e3o. Materiais de Constru\u00e7\u00e3o. 5. ed. Revisada. Rio de Janeiro. LTC. 2016. 488 p.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"680\">Gabarito: alternativa D<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong>53.<\/strong><\/p>\n<p>A organiza\u00e7\u00e3o e administra\u00e7\u00e3o do sistema de manuten\u00e7\u00e3o predial deve levar em considera\u00e7\u00e3o as caracter\u00edsticas do universo de edifica\u00e7\u00f5es objeto de aten\u00e7\u00e3o, tais como:<\/p>\n<p>I Tipo e uso das edifica\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>II Tamanho e complexidade funcional das edifica\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>III N\u00famero e dispers\u00e3o geogr\u00e1fica das edifica\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>IV Rela\u00e7\u00f5es espaciais de vizinhan\u00e7a e implica\u00e7\u00f5es no entorno.<\/p>\n<p>Est\u00e1 correto o que se afirma em<\/p>\n<p>(A) I, apenas.<\/p>\n<p>(B) IV, apenas.<\/p>\n<p>(C) II e III, apenas.<\/p>\n<p>(D) I, II, III, apenas.<\/p>\n<p>(E) I, II, III e IV.<\/p>\n<table width=\"680\">\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"680\"><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p>No Edital, n\u00e3o veio o conte\u00fado de manuten\u00e7\u00e3o predial de forma expl\u00edcita, mas, ainda bem que mantive esse tema na aula sobre Patologias. Atualmente, a manuten\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m est\u00e1 muito ligada \u00e0 sustentabilidade nas edifica\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>NBR 5674:2012: (NBR 5674:2012 \u2013 Manuten\u00e7\u00e3o de Edifica\u00e7\u00f5es \u2013 Requisitos para o sistema de gest\u00e3o de manuten\u00e7\u00e3o, 2012)<\/p>\n<p><strong>4 Requisitos para a manuten\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>4.1 Organiza\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>4.1.1 A gest\u00e3o do sistema de manuten\u00e7\u00e3o deve considerar as caracter\u00edsticas das edifica\u00e7\u00f5es, como:<\/p>\n<p>a) tipologia da edifica\u00e7\u00e3o;<\/p>\n<p>b) uso efetivo da edifica\u00e7\u00e3o;<\/p>\n<p>c) tamanho e complexidade da edifica\u00e7\u00e3o e seus sistemas;<\/p>\n<p>d) localiza\u00e7\u00e3o e implica\u00e7\u00f5es do entorno da edifica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>JUSTIFICATIVA DA RESPOSTA CORRETA (BANCA)<\/p>\n<p>Os itens I, II, III e IV s\u00e3o corretos. CONFORME: GOMIDE, Tito L\u00edvio Ferreira. T\u00e9cnicas de Inspe\u00e7\u00e3o e Manuten\u00e7\u00e3o Predial. 1.ed. S\u00e3o Paulo. Editora Pini. 2006. 227 p.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"680\">Gabarito: alternativa E<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong>54.<\/strong><\/p>\n<p>Quanto ao planejamento estrat\u00e9gico, na administra\u00e7\u00e3o de projetos e obras, considere:<\/p>\n<p>I. Lida com ideias, convertidas em objetivos<\/p>\n<p>II. Regula e controla resultados, mais do que objetivos.<\/p>\n<p>III. \u00c9 incremental, como dar um passo depois do outro.<\/p>\n<p>IV. Adota o m\u00e9todo indutivo, para promover a s\u00edntese.<\/p>\n<p>Est\u00e1 correto o que se afirma em<\/p>\n<p>(A) I e IV, apenas.<\/p>\n<p>(B) IV, apenas.<\/p>\n<p>(C) III, apenas.<\/p>\n<p>(D) I, II, III e IV.<\/p>\n<p>(E) II e III, apenas.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p>Livro \u201cA T\u00e9cnica de Edificar\u201d: (Yazigi, 2009)<\/p>\n<p><strong><em>3.1.8.9 &#8211; ANTAGONISMO ENTRE PLANEJAMENTOS<\/em><\/strong><\/p>\n<p><em>O quadro a seguir re\u00fane diversos antagonismos entre o plano estrat\u00e9gico e o t\u00e1tico. Essas diverg\u00eancias s\u00e3o mais s\u00e9rias quando esses planos s\u00e3o atribu\u00eddos a diferentes entidades, como ocorre na gest\u00e3o de um empreendimento.<\/em><\/p>\n<table>\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"348\"><strong>P L A N E J A M E N T O ESTRAT\u00c9GICO<\/strong><\/td>\n<td width=\"348\"><strong>P L A N E J A M E N T O E X E C U T I VO<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"348\">Lida com ideias, convertidas em objetos<\/td>\n<td width=\"348\">Lida e gera n\u00fameros<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"348\">Corresponde \u00e0 estrat\u00e9gia de desejo; \u00e9 mais vis\u00e3o do que raz\u00e3o; estimula a intui\u00e7\u00e3o e a percep\u00e7\u00e3o<\/td>\n<td width=\"348\">Pretende ser racional, r\u00edgido: a racionalidade \u00e9 ditada pela t\u00e9cnica, \u00e9 um esfor\u00e7o calculado<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"348\">Longo prazo e abrang\u00eancia global, nos aspectos t\u00e9cnicos, pol\u00edticos e sociais<\/td>\n<td width=\"348\">Devido \u00e0 instabilidade reinante, torna-se eficaz s\u00f3 em curto prazo<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"348\">Visa interferir sobre o futuro: conviver com a imprevisibilidade<\/td>\n<td width=\"348\">Visa a controlar o futuro: n\u00e3o existe sem controle<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"348\">N\u00e3o \u00e9 t\u00e9cnica de previs\u00e3o: quem acredita em previs\u00e3o, acredita no fatalismo, n\u00e3o deseja atuar sobre o futuro<\/td>\n<td width=\"348\">0 planejamento como decreto s\u00f3 funciona em sistemas fechados<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"348\">Pouco est\u00e1vel, adapta-se \u00e0s circunst\u00e2ncias pol\u00edticas, depende do grau de governabilidade em cada instante<\/td>\n<td width=\"348\">Deye ser est\u00e1vel, para que seja eficaz<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"348\">Tamb\u00e9m os objetivos podem mudar, o que aumenta a incerteza sempre presente<\/td>\n<td width=\"348\">Regula e controla resultados, mais do que objetivos<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"348\">Equivale a um sistema flex\u00edvel para a tomada de decis\u00f5es complexas<\/td>\n<td width=\"348\">Se \u00e9 o oposto de improvisar, tira a liberdade de agir, limita e imp\u00f5e regras<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"348\">\u00c9 uma aposta relativamente fundamentada; admite a improvisa\u00e7\u00e3o t\u00e1tica, nunca a estrat\u00e9gica<\/td>\n<td width=\"348\">\u00c9 determin\u00edstico; serve para racionalizar o uso de recursos, evitar desperd\u00edcios (tempo e recurso) e organizar a a\u00e7\u00e3o de cada interveniente<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"348\">Adota o m\u00e9todo indutivo, para promover a s\u00edntese<\/td>\n<td width=\"348\">Adota o m\u00e9todo dedutivo, efetuando an\u00e1lise<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"348\">\u00c9 sint\u00e9tico, pouco detalhado e pouco projetivo; \u00e9 probabil\u00edstico<\/td>\n<td width=\"348\">\u00c9 anal\u00edtico, detalhado e prescritivo (parte integrante do contrato)<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"348\">Pode ocorrer de modo discreto, n\u00e3o sistem\u00e1tico<\/td>\n<td width=\"348\">Deve ser cont\u00ednuo e sistem\u00e1tico<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"348\">Procura n\u00e3o ser incremental, modificando a tend\u00eancia de rumo<\/td>\n<td width=\"348\">\u00c9 incremental, como dar <em>um passo depois do outro<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"348\">Absorve a diversidade, busca o consenso sobre estrat\u00e9gias<\/td>\n<td width=\"348\">Pretende ser <em>the best way to act<\/em>, visa \u00a0racionalizar e maximizar<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"348\"><em>Soft <\/em>enquanto m\u00e9todo, apresenta maior grau de liberdade<\/td>\n<td width=\"348\"><em>Hard<\/em>, depende de c\u00e1lculos precisos, de nivelamento dos recursos, administra\u00e7\u00e3o de folgas<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"348\">Sist\u00eamico ou log\u00edstico, como lei de forma\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>Visa, principalmente, a motivar e orientar<\/td>\n<td width=\"348\">Taylorista, essencialmente<\/p>\n<p>Visa comandar e medir<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>JUSTIFICATIVA DA RESPOSTA CORRETA (BANCA)<\/p>\n<p>Os itens I e IV s\u00e3o corretos. CONFORME: WALID, Yazigi. A T\u00e9cnica de Edificar. 3.ed. S\u00e3o Paulo. Editora Pini: Sinduscon SP 2000. 648 p.<\/p>\n<p>Gabarito: alternativa A<\/p>\n<p><strong>55.<\/strong><\/p>\n<p>Embora as express\u00f5es sejam frequentemente utilizadas como sin\u00f4nimo, o C\u00f3digo de Defesa do Consumidor (CDC), faz clara distin\u00e7\u00e3o entre v\u00edcio e defeito, decorrentes da execu\u00e7\u00e3o e especifica\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os e materiais nos projetos e obras:<\/p>\n<p>I O produto ou servi\u00e7o viciado \u00e9 aquele que se mostra perigoso, colocando em risco a seguran\u00e7a do consumidor.<\/p>\n<p>II No defeito h\u00e1 responsabilidade pelo fato do produto e do servi\u00e7o.<\/p>\n<p>III No v\u00edcio h\u00e1 responsabilidade pelo fato do produto, do servi\u00e7o e da extens\u00e3o da garantia.<\/p>\n<p>IV No defeito a responsabilidade do fornecedor \u00e9 restrita \u00e0 substitui\u00e7\u00e3o do produto, reexecu\u00e7\u00e3o do servi\u00e7o, rescis\u00e3o do contrato, abatimento no pre\u00e7o e ressarcimento de perdas e danos.<\/p>\n<p>Est\u00e1 correto o que se afirma APENAS em<\/p>\n<p>(A) I, III e IV.<\/p>\n<p>(B) III.<\/p>\n<p>(C) I e II.<\/p>\n<p>(D) II.<\/p>\n<p>(E) II, III e IV.<\/p>\n<table width=\"680\">\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"680\"><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p>Creio que essa quest\u00e3o deveria ser anulada, pois, no meu ponto de vista, n\u00e3o faz parte do conte\u00fado program\u00e1tico do edital&#8230;<\/p>\n<p>JUSTIFICATIVA DA RESPOSTA CORRETA (BANCA)<\/p>\n<p>Conceito correto quanto a defeito, devendo ser aplicados os artigos 12 a 17 do CDC. Conforme: DEL MAR, Carlos Pinto. Falhas, responsabilidades e garantias na Constru\u00e7\u00e3o Civil. 1.ed. S\u00e3o Paulo. Editora Pini. 2007. 366 p.<\/p>\n<p>Abaixo, vou passar o que t\u00ednhamos no nosso material.<\/p>\n<p>NBR 13752:1996: Per\u00edcias De Engenharia Na Constru\u00e7\u00e3o Civil<\/p>\n<p><strong>3.28 Defeitos<\/strong><\/p>\n<p>Anomalias que podem causar danos efetivos ou representar amea\u00e7a potencial de afetar a sa\u00fade ou seguran\u00e7a do dono ou consumidor, decorrentes de falhas do projeto ou execu\u00e7\u00e3o de um produto ou servi\u00e7o, ou ainda de informa\u00e7\u00e3o incorreta ou inadequada de sua utiliza\u00e7\u00e3o ou manuten\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>3.75 V\u00edcios<\/strong><\/p>\n<p>Anomalias que afetam o desempenho de produtos ou servi\u00e7os, ou os tornam inadequados aos fins a que se destinam, causando transtornos ou preju\u00edzos materiais ao consumidor. Podem decorrer de falha de projeto ou de execu\u00e7\u00e3o, ou ainda da informa\u00e7\u00e3o defeituosa sobre sua utiliza\u00e7\u00e3o ou manuten\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>3.76 V\u00edcios redibit\u00f3rios<\/strong><\/p>\n<p>V\u00edcios ocultos que diminuem o valor da coisa ou a tornam impr\u00f3pria ao uso a que se destina, e que, se fossem do conhecimento pr\u00e9vio do adquirente, ensejariam pedido de abatimento do pre\u00e7o pago, ou inviabilizariam a compra.<\/p>\n<p><em>De acordo com o C\u00f3digo de Defesa do Consumidor (CDC), \u00e9 obrigat\u00f3rio o respeito \u00e0s normas t\u00e9cnicas brasileiras elaboradas pela ABNT, e sua desobedi\u00eancia corresponde a uma infra\u00e7\u00e3o, ensejando as san\u00e7\u00f5es cab\u00edveis.<\/em><\/p>\n<p><em>A falta de observa\u00e7\u00e3o das normas, bem como defici\u00eancias no material e na m\u00e3o-de-obra, aliadas \u00e0 eventual neglig\u00eancia dos construtores, podem ocasionar v\u00edcios e defeitos construtivos.<\/em><\/p>\n<p><em>V\u00edcios construtivos s\u00e3o anomalias da constru\u00e7\u00e3o; v\u00edcios por inadequa\u00e7\u00e3o de qualidade prometida ou esperada, ou de quantidade, s\u00e3o falhas que tornam o im\u00f3vel impr\u00f3prio para o uso ou lhe diminuem o valor. Isso acontece em casos espec\u00edficos. Por exemplo, um pequeno defeito na pintura, alguma pequena falha no rejuntamento de azulejos, uma esquadria mal regulada, entre muitos outros, nem tornam o im\u00f3vel impr\u00f3prio para uso e nem lhe diminuem o valor.<\/em><\/p>\n<p><em>Defeitos s\u00e3o falhas que fazem com que o fornecimento de produtos ou servi\u00e7os afetem ou possam afetar a sa\u00fade e a seguran\u00e7a do consumidor. Os v\u00edcios e os defeitos podem ser aparentes ou ocultos. V\u00edcios ou defeitos aparentes s\u00e3o os de f\u00e1cil constata\u00e7\u00e3o, que podem ser notados quando da entrega do im\u00f3vel. Os demais s\u00e3o os v\u00edcios ocultos que diminuem, ao longo do tempo, o valor da coisa ou a tornam impr\u00f3pria ao uso a que se destina. Se o consumidor, na aquisi\u00e7\u00e3o do servi\u00e7o ou produto, tivesse conhecimento do v\u00edcio oculto, poderia pleitear abatimento no pre\u00e7o ou desistir da compra. Vale ressaltar que, de acordo com o Artigo 18 do C\u00f3digo de Defesa do Consumidor, somente \u00e9 poss\u00edvel ao consumidor pleitear abatimento do pre\u00e7o ou desistir da compra no caso da exist\u00eancia de v\u00edcios que tornem o im\u00f3vel impr\u00f3prio para o uso ou diminuam o valor, respeitadas as varia\u00e7\u00f5es decorrentes da natureza do produto, no caso, im\u00f3vel constru\u00eddo, e desde que o consumidor tenha exigido a repara\u00e7\u00e3o do v\u00edcio e o mesmo n\u00e3o tenha sido sanado no prazo entre 7 e 180 dias, conforme pactuado entre as partes.<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"680\">Gabarito: alternativa D<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong>56.<\/strong><\/p>\n<p>O Regimento Geral do Conjunto Aut\u00e1rquico formado pelos Conselhos de Arquitetura e Urbanismo dos Estados e do Distrito Federal (CAU\/UF) e pelo Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil (CAU\/BR) e o Regimento Interno do CAU\/BR, na forma aprovada pelo Plen\u00e1rio do CAU\/BR na Reuni\u00e3o Plen\u00e1ria Ordin\u00e1ria n\u00ba 65, foi institu\u00eddo pela resolu\u00e7\u00e3o CAU\/BR n\u00famero<\/p>\n<p>(A) 141, de 26\/04\/2017.<\/p>\n<p>(B) 65, de 24\/11\/2017.<\/p>\n<p>(C) 139, de 28\/04\/2017.<\/p>\n<p>(D) 157, de 14\/08\/2017.<\/p>\n<p>(E) 152, de 02\/06\/2017.<\/p>\n<table width=\"680\">\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"680\"><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p>JUSTIFICATIVA DA RESPOSTA CORRETA (BANCA)<\/p>\n<p>O texto refere-se \u00e0 Resolu\u00e7\u00e3o 139, de 28\/04\/2017. Conforme: http:\/\/www.caubr.gov.br\/resolucao139\/. Acessado em: 05\/07\/2018.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"680\">Gabarito: alternativa C<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong>57.<\/strong><\/p>\n<p>O recebimento dos materiais numa obra, em geral feito pelo apontador, assistido pelo mestre de obras ou mesmo pelo engenheiro fiscal, consiste em:<\/p>\n<p>I. Medi\u00e7\u00e3o (ou contagem) e verifica\u00e7\u00e3o da qualidade (antes da descarga, se poss\u00edvel) com as quantidades e discrimina\u00e7\u00f5es constantes na nota fiscal.<\/p>\n<p>II.Confronta\u00e7\u00e3o das quantidades, qualidades e discrimina\u00e7\u00f5es, prazo de entrega, pre\u00e7os unit\u00e1rios e condi\u00e7\u00f5es de pagamento com as do pedido de fornecimento.<\/p>\n<p>III. Verifica\u00e7\u00e3o dos c\u00e1lculos da nota fiscal.<\/p>\n<p>IV. Lan\u00e7amento no RDO (registro de despesas da obra).<\/p>\n<p>Est\u00e1 correto o que se afirma em<\/p>\n<p>(A) III e IV, apenas.<\/p>\n<p>(B) I, apenas.<\/p>\n<p>(C) I, II, III e IV.<\/p>\n<p>(D) I, II, III, apenas.<\/p>\n<p>(E) I e II apenas.<\/p>\n<table width=\"680\">\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"680\"><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p>Livro \u201cA T\u00e9cnica de Edificar\u201d: (Yazigi, 2009)<\/p>\n<p><strong><em>3.1.3 &#8211; NORMAS PARA O CONTROLE ADMINISTRATIVO DA OURA<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>3.1.3.1 &#8211; RECEBIMENTO DOS MATERIAIS<\/em><\/strong><\/p>\n<p><em>Feito pelo apontador, assistido pelo mestre-de-obras ou mesmo at\u00e9 pelo engenheiro fiscal. Consiste em:<\/em><\/p>\n<p><em>3.1.3.1.1 &#8211; Medi\u00e7\u00e3o (ou contagem) e verifica\u00e7\u00e3o da qualidade (antes da descarga, se poss\u00edvel) com as quantidades e discrimina\u00e7\u00f5es constantes da nota fiscal;<\/em><\/p>\n<p><em>3.1.3.1.2 &#8211; Confronta\u00e7\u00e3o das quantidades, qualidades e discrimina\u00e7\u00f5es (inclusive o nome da obra), prazo de entrega, pre\u00e7os unit\u00e1rios e condi\u00e7\u00f5es de pagamento com as do pedido de fornecimento.<\/em><\/p>\n<p><em>Nota: Ser\u00e3o responsabilizados o apontador e o mestre-de-obras por qualquer diverg\u00eancia que houver entre as notas fiscais e os materiais entregues;<\/em><\/p>\n<p><em>3.1.3.1.3 &#8211; Verifica\u00e7\u00e3o dos c\u00e1lculos da nota fiscal;<\/em><\/p>\n<p><em>3.1.3.1.4 &#8211; Lan\u00e7amentos, com caneta, no RDO (Registro de Despesas da Obra), di\u00e1ria e diretamente, dos materiais recebidos at\u00e9 o \u00faltimo dia do m\u00eas, o qual \u00e9 preenchido em duas vias com carbono;<\/em><\/p>\n<p>JUSTIFICATIVA DA RESPOSTA CORRETA (BANCA)<\/p>\n<p>Todos os procedimentos est\u00e3o corretos. CONFORME: WALID, Yazigi. A T\u00e9cnica de Edificar. 3.ed. S\u00e3o Paulo. Editora Pini: Sinduscon SP. 2000. 648 p.<\/p>\n<p>Esse livro \u00e9 muito cobrado pela FGV.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"680\">Gabarito: alternativa C<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong>58.<\/strong><\/p>\n<p>O sistema de certifica\u00e7\u00e3o ambiental de edif\u00edcios usado no Brasil, origin\u00e1rio de um sistema internacional e adaptado em 2007 pela Funda\u00e7\u00e3o Carlos Alberto Vanzolini (FCAV), vinculada \u00e0 Escola Polit\u00e9cnica da Universidade de S\u00e3o Paulo, com base na certifica\u00e7\u00e3o HQE, desenvolvida pelo Comit\u00ea Cient\u00edfico da Tecnologia da Constru\u00e7\u00e3o da Fran\u00e7a (CSTB), denomina-se<\/p>\n<p>(A) CASBEE.<\/p>\n<p>(B) DGNB.<\/p>\n<p>(C) BREEAM.<\/p>\n<p>(D) LEED.<\/p>\n<p>(E) AQUA.<\/p>\n<table width=\"680\">\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"680\"><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p>Livro \u201cEdif\u00edcio Ambiental\u201d: (Organizadores: Gon\u00e7alves &amp; Bode, 2015)<\/p>\n<p><strong><em>Alta Qualidade Ambiental (Aqua)<\/em><\/strong><\/p>\n<p><em>Outra certifica\u00e7\u00e3o nacional origin\u00e1ria de um sistema internacional \u00e9 o selo Aqua, adaptado em 2007 pela Funda\u00e7\u00e3o Carlos Alberto Vanzolini (FCAV), vinculada \u00e0 Escola Polit\u00e9cnica da Universidade de S\u00e3o Paulo, com base na certifica\u00e7\u00e3o HQE, desenvolvida pelo Comit\u00ea Cient\u00edfico da Tecnologia da Constru\u00e7\u00e3o (CSTB), da Fran\u00e7a. O selo Aqua se baseia na avalia\u00e7\u00e3o do desempenho de um edif\u00edcio, At\u00e9 junho de 2013 existiam 80 edif\u00edcios com essa certifica\u00e7\u00e3o no Brasil, com outros em processo de auditoria para a obten\u00e7\u00e3o do selo.<\/em><\/p>\n<p><em>Em 2008, a FCAV participou como membro fundador da organiza\u00e7\u00e3o internacional Sustainable Building Alliance (alian\u00e7a para edif\u00edcios sustent\u00e1veis), juntamente com representantes da Fran\u00e7a, Inglaterra, Alemanha, It\u00e1lia e Finl\u00e2ndia, com o objetivo de encontrar indicadores comuns para quest\u00f5es-chave da avalia\u00e7\u00e3o e da certifica\u00e7\u00e3o da constru\u00e7\u00e3o sustent\u00e1vel, a fim de promover a adequa\u00e7\u00e3o ambiental local.<\/em><\/p>\n<p><em>A certifica\u00e7\u00e3o Aqua tem uma peculiaridade dentro das certifica\u00e7\u00f5es verdes existentes no mercado brasileiro: possui uma aplica\u00e7\u00e3o mais exigente, comparativamente, porque requer o atendimento a todas as 14 categorias ( Fig. 21.1 ) e a verifica\u00e7\u00e3o por meio de auditorias presenciais ao longo de tr\u00eas etapas do programa: concep\u00e7\u00e3o (projeto), realiza\u00e7\u00e3o (constru\u00e7\u00e3o) e uso dos empreendimentos (obra conclu\u00edda).<\/em><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/09\/25213022\/2018-09-25-5.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-143284\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/09\/25213022\/2018-09-25-5.png\" alt=\"\" width=\"718\" height=\"377\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/09\/25213022\/2018-09-25-5.png 718w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/09\/25213022\/2018-09-25-5.png 300w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/09\/25213022\/2018-09-25-5.png 610w\" sizes=\"auto, (max-width: 718px) 100vw, 718px\" \/><\/a><\/p>\n<p><em>Fig. 21.1 As 14 categorias da certifica\u00e7\u00e3o Aqua Fonte: Aqua (2013).<\/em><\/p>\n<p><em>Por exigir desempenho m\u00ednimo em todos os crit\u00e9rios, permite maior flexibilidade \u00e0s solu\u00e7\u00f5es de projeto, que podem ser adotadas de acordo com o contexto, considerando fatores como clima, vegeta\u00e7\u00e3o, cultura e aspectos particulares do ambiente constru\u00eddo e das comunidades locais. Os n\u00edveis de desempenho variam de excelente, para as melhores pr\u00e1ticas (tr\u00eas pontos com classifica\u00e7\u00e3o excelente, no m\u00ednimo), superior, para as boas pr\u00e1ticas (quatro pontos com classifica\u00e7\u00e3o superior), e bom , para as pr\u00e1ticas correntes e legisla\u00e7\u00e3o (sete pontos no m\u00e1ximo), totalizando 14 itens. A certifica\u00e7\u00e3o Aqua \u00e9 definida como um processo de gest\u00e3o de projeto que tem o objetivo de obter a qualidade ambiental de um empreendimento novo ou reabilitado e, para tanto, baseia-se em duas refer\u00eancias de desempenho (Aqua, 2013):<\/em><\/p>\n<ul>\n<li>\u00a0\u00a0<em>referencial do Sistema de Gest\u00e3o do Empreendimento (SGE), que avalia o sistema de gest\u00e3o ambiental implementado pelo empreendedor;<\/em><\/li>\n<li>\u00a0\u00a0<em>referencial da Qualidade Ambiental do Edif\u00edcio (QAE), que avalia o desempenho t\u00e9cnico e arquitet\u00f4nico da edifica\u00e7\u00e3o.<\/em><\/li>\n<\/ul>\n<p><em>Segundo esse sistema, a conquista da qualidade ambiental desejada para edifica\u00e7\u00e3o pode ser alcan\u00e7ada por meio da implementa\u00e7\u00e3o do Sistema de Gest\u00e3o do Empreendimento (SGE), que tamb\u00e9m permite controlar o conjunto de processos operacionais relacionados \u00e0s fases de elabora\u00e7\u00e3o do programa, concep\u00e7\u00e3o e realiza\u00e7\u00e3o da constru\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m disso, durante a fase de projeto, s\u00e3o consideradas solu\u00e7\u00f5es passivas e ativas para a obten\u00e7\u00e3o de conforto e sa\u00fade e para a redu\u00e7\u00e3o de impactos ambientais e custos operacionais da constru\u00e7\u00e3o. Ao longo de toda sua vida \u00fatil, espera-se que essas solu\u00e7\u00f5es consumam menos recursos naturais e gerem menos res\u00edduos, al\u00e9m de proporcionarem melhores condi\u00e7\u00f5es de conforto e sa\u00fade aos usu\u00e1rios. Isso abrange as fases de programa, concep\u00e7\u00e3o (projeto), realiza\u00e7\u00e3o (constru\u00e7\u00e3o) e uso dos empreendimentos, quando ocorrem as auditorias da Aqua, conforme indicado na Fig. 21.2 .<\/em><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/09\/25213044\/2018-09-25-7.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-143285\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/09\/25213044\/2018-09-25-7.png\" alt=\"\" width=\"1160\" height=\"610\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/09\/25213044\/2018-09-25-7.png 1160w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/09\/25213044\/2018-09-25-7.png 300w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/09\/25213044\/2018-09-25-7.png 768w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/09\/25213044\/2018-09-25-7.png 1024w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/09\/25213044\/2018-09-25-7.png 610w\" sizes=\"auto, (max-width: 1160px) 100vw, 1160px\" \/><\/a><\/p>\n<p><em>Fig. 21.2 Representa\u00e7\u00e3o de modelo de sistema de gest\u00e3o do empreendimento Aqua indicando quando ocorrem as auditorias Fonte: Silva (2007).<\/em><\/p>\n<p><strong>JUSTIFICATIVA DA RESPOSTA CORRETA (BANCA)<\/strong><\/p>\n<p>Denomina\u00e7\u00e3o conforme com o descrito. GON\u00c7ALVES, Joana Carla Soares. Edif\u00edcio Ambiental. 1.ed. S\u00e3o Paulo. Oficina de Textos. 2015. 591 p.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"680\">Gabarito: alternativa E<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong>59.<\/strong><\/p>\n<p>O conceito fundamental de ac\u00fastica para concep\u00e7\u00e3o, projeto, organiza\u00e7\u00e3o e constru\u00e7\u00e3o de espa\u00e7os, configurado como uma vibra\u00e7\u00e3o senoidal num meio el\u00e1stico qualquer, considerado em fun\u00e7\u00e3o do tempo, denomina-se<\/p>\n<p>(A) Tom.<\/p>\n<p>(B) Barulho.<\/p>\n<p>(C) Gama.<\/p>\n<p>(D) Escala.<\/p>\n<p>(E) Ru\u00eddo.<\/p>\n<table width=\"680\">\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"680\"><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p><strong>NBR 12179 \u2013 TRATAMENTO AC\u00daSTICO EM RECINTOS FECHADOS:<\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Som<\/em><\/strong><em> &#8211; Toda e qualquer vibra\u00e7\u00e3o ou onda mec\u00e2nica que se propaga num meio dotado de for\u00e7as internas (P.ex.: el\u00e1stico, viscoso, etc.), capaz de produzir no homem uma sensa\u00e7\u00e3o auditiva.<\/em><\/p>\n<p><strong><em>Tom puro<\/em><\/strong><em> &#8211; Energia vibrat\u00f3ria sonora, cuja propaga\u00e7\u00e3o no meio el\u00e1stico, obedece a uma varia\u00e7\u00e3o senoidal no tempo.<\/em><\/p>\n<p><strong><em>Tom<\/em><\/strong><em> &#8211; Atributo de sensa\u00e7\u00e3o auditiva, fun\u00e7\u00e3o da frequ\u00eancia dos sons.<\/em><\/p>\n<p><em>Notas: a) Para uma mesma frequ\u00eancia, o tom \u00e9 suscet\u00edvel de apresentar ligeiras varia\u00e7\u00f5es com a press\u00e3o ac\u00fastica.<\/em><\/p>\n<p><em>b) O tom pode ser caracterizado pela compara\u00e7\u00e3o a um tom puro de determinada frequ\u00eancia e press\u00e3o ac\u00fastica, que ocasionem ao ouvinte normal m\u00e9dio a mesma sensa\u00e7\u00e3o de altura (frequ\u00eancia).<\/em><\/p>\n<p><strong><em>Ru\u00eddo<\/em><\/strong><em> &#8211; Mistura de sons cujas frequ\u00eancias n\u00e3o seguem nenhuma lei precisa, e que diferem entre si por valores impercept\u00edveis ao ouvido humano. Todo som indesej\u00e1vel.<\/em><\/p>\n<p>JUSTIFICATIVA DA RESPOSTA CORRETA (BANCA)<\/p>\n<p>Conforme a defini\u00e7\u00e3o. SILVA, P\u00e9rides. Ac\u00fastica arquitet\u00f4nica e condicionamento de ar. 6.ed. Belo Horizonte. EDTAL. 2011. 347 p.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"680\">Gabarito: alternativa A<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong>60.<\/strong><\/p>\n<p>As Normas Regulamentadoras (NR), relativas \u00e0 seguran\u00e7a e medicina do trabalho, s\u00e3o de observ\u00e2ncia obrigat\u00f3ria pelas empresas privadas e p\u00fablicas e pelos \u00f3rg\u00e3os p\u00fablicos da Administra\u00e7\u00e3o direta e indireta, bem como pelos \u00f3rg\u00e3os dos Poderes Legislativo e Judici\u00e1rio, que possuam empregados regidos pela Consolida\u00e7\u00e3o das Leis do Trabalho (CLT). A Norma que estabelece requisitos t\u00e9cnicos m\u00ednimos que devem ser observados nas edifica\u00e7\u00f5es, para garantir seguran\u00e7a e conforto aos que nelas trabalhem, denomina-se NR<\/p>\n<p>(A) 7.<\/p>\n<p>(B) 8.<\/p>\n<p>(C) 10.<\/p>\n<p>(D) 3.<\/p>\n<p>(E) 4.<\/p>\n<table width=\"680\">\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"680\"><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p><strong>NR 4<\/strong><\/p>\n<p>Trata do SESMT (Servi\u00e7os Especializados em Engenharia de Seguran\u00e7a e em Medicina do Trabalho), cuja finalidade \u00e9 promover a sa\u00fade e proteger a integridade do trabalhador no local onde executa suas atividades.<\/p>\n<p>Uma das exig\u00eancias da norma na hora de estabelecer o SESMT diz respeito \u00e0 habilita\u00e7\u00e3o e ao registro dos profissionais que ir\u00e3o compor esse servi\u00e7o (M\u00e9dico do Trabalho, Engenheiros e Arquiteto, Enfermeiro do Trabalho, T\u00e9cnico em Seguran\u00e7a do Trabalho e Auxiliar de Enfermagem do Trabalho).<\/p>\n<p><strong>NR 5<\/strong><\/p>\n<p>Discorre sobre a CIPA (Comiss\u00e3o Interna de Preven\u00e7\u00e3o de Acidentes), que objetiva prevenir acidentes e doen\u00e7as decorrentes do trabalho, zelando pela vida e promovendo a sa\u00fade dos trabalhadores.<\/p>\n<p>A norma trata, entre outros aspectos, da elei\u00e7\u00e3o de representantes para a comiss\u00e3o tanto por parte dos empregados quanto dos empregadores.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>NR 6<\/strong><\/p>\n<p>Disp\u00f5e sobre os equipamentos de prote\u00e7\u00e3o individual (EPIs) que as empresas s\u00e3o obrigadas a fornecer a seus empregados. O intuito desse tipo de prote\u00e7\u00e3o, segundo a norma, \u00e9 resguardar a sa\u00fade e a integridade f\u00edsica dos trabalhadores.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>NR 7<\/strong><\/p>\n<p>Estabelece a obrigatoriedade, por parte das empresas, da elabora\u00e7\u00e3o e implementa\u00e7\u00e3o do PCMSO (Programa de Controle M\u00e9dico de Sa\u00fade Ocupacional).<\/p>\n<p>O objetivo do programa, segundo a norma regulamentadora 7, \u00e9 promover e preservar a sa\u00fade do conjunto dos trabalhadores da constru\u00e7\u00e3o civil.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>NR 8<\/strong><\/p>\n<p>Exige padr\u00f5es em edifica\u00e7\u00f5es e obras da constru\u00e7\u00e3o civil e estabelece requisitos t\u00e9cnicos m\u00ednimos que devem ser observados nesses locais. O intuito, de acordo com a NR 8, \u00e9 garantir a seguran\u00e7a e o conforto aos colaboradores da constru\u00e7\u00e3o civil envolvidos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>NR 9<\/strong><\/p>\n<p>Trata da obrigatoriedade da elabora\u00e7\u00e3o e da implementa\u00e7\u00e3o do Programa de Preven\u00e7\u00e3o de Riscos Ambientais (PPRA).<\/p>\n<p>A NR 9 visa a preserva\u00e7\u00e3o da sa\u00fade e da integridade dos trabalhadores, por meio de alguns aspectos, entre eles o reconhecimento e o controle da ocorr\u00eancia de riscos ambientais.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>NR 10<\/strong><\/p>\n<p>Disp\u00f5e sobre instala\u00e7\u00f5es e servi\u00e7os em eletricidade na constru\u00e7\u00e3o civil. A norma regulamentadora fixa as condi\u00e7\u00f5es m\u00ednimas exig\u00edveis para garantia da seguran\u00e7a dos empregados que realizam esse tipo de trabalho.<\/p>\n<p>Ela diz que toda e qualquer instala\u00e7\u00e3o el\u00e9trica deve sempre ser executada e fiscalizada por um profissional capacitado e habilitado na \u00e1rea.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>NR 12<\/strong><\/p>\n<p>Trata sobre a utiliza\u00e7\u00e3o de m\u00e1quinas e equipamentos de todos os tipos. Diz a NR 12 que o empregador deve adotar medidas de prote\u00e7\u00e3o para o trabalho em m\u00e1quinas e equipamentos capazes de garantir a sa\u00fade e a integridade f\u00edsica dos trabalhadores, entre outras diretrizes.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>NR 17<\/strong><\/p>\n<p>Discorre sobre ergonomia, o estudo das rela\u00e7\u00f5es entre homem e m\u00e1quina no ambiente de trabalho.<\/p>\n<p>A norma regulamentadora 17 \u00e9 importante no sentido de tentar combater v\u00e1rias doen\u00e7as do trabalho desenvolvidas a partir de exposi\u00e7\u00e3o de colaboradores a riscos ergon\u00f4micos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>NR 18<\/strong><\/p>\n<p>Estabelece diretrizes de ordem administrativa, de planejamento e de organiza\u00e7\u00e3o para implementa\u00e7\u00e3o e controle de medidas de seguran\u00e7a na constru\u00e7\u00e3o civil.<\/p>\n<p>A NR 18 \u00e9 uma das mais importantes normas do setor e aborda, entre outros assuntos, quest\u00f5es espec\u00edficas de uma obra, como escava\u00e7\u00f5es, demoli\u00e7\u00f5es, alojamentos de trabalhadores e prote\u00e7\u00e3o contra inc\u00eandios.<\/p>\n<p><strong>NR 33<\/strong><\/p>\n<p>Determina diretrizes para o trabalho em espa\u00e7os confinados. O intuito da norma regulamentadora \u00e9 garantir a seguran\u00e7a e a sa\u00fade dos trabalhadores que interagem direta ou indiretamente nesses locais de trabalho.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>NR 35<\/strong><\/p>\n<p>Norma regulamentadora que estabelece requisitos m\u00ednimos para prote\u00e7\u00e3o de trabalhos em altura, ou seja, atividade executada acima de dois metros do n\u00edvel inferior, onde haja risco de queda.<\/p>\n<p>Lembremos que as quedas s\u00e3o uma das causas mais comuns de acidentes mortais nos locais de trabalho da constru\u00e7\u00e3o civil.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"680\">Gabarito: alternativa B<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>Abra\u00e7os e boa sorte! Moema<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/curso\/arquitetura-para-concursos-curso-regular-2018\/\">https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/curso\/arquitetura-para-concursos-curso-regular-2018\/<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pessoal, Boa noite!!! Segue parte da prova comentada. Comecei pela quest\u00e3o 41, pois, as primeiras fotos que recebi da prova n\u00e3o estavam boas. Agora, j\u00e1 recebi a prova em pdf do site, inclusive com a justificativa das respostas pela banca, gra\u00e7as a uma aluna. Amanh\u00e3, pretendo postar o restante da prova comentada. 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