{"id":138574,"date":"2018-08-30T12:01:25","date_gmt":"2018-08-30T15:01:25","guid":{"rendered":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/?p=138574"},"modified":"2018-08-30T12:01:25","modified_gmt":"2018-08-30T15:01:25","slug":"prova-comentada-da-fgv-para-ale-ro-arquiteto","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/prova-comentada-da-fgv-para-ale-ro-arquiteto\/","title":{"rendered":"Prova comentada da FGV para ALE-RO &#8211; arquiteto"},"content":{"rendered":"<p>Bom dia pessoal!<\/p>\n<p>Segue parte da prova comentada:<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 14pt\"><strong>53.<\/strong><\/span><\/p>\n<p>Em fun\u00e7\u00e3o da necessidade de uso de cada compartimento, o arquiteto dever\u00e1 utilizar diferentes dispositivos de comando dos circuitos (interruptores manuais). Relacione cada dispositivo apresentado a seguir, \u00e0 sua respectiva especificidade.<\/p>\n<ol>\n<li>de v\u00e1rias se\u00e7\u00f5es.<\/li>\n<li>three-way ou paralelo.<\/li>\n<li>four-way ou intermedi\u00e1rio.<\/li>\n<li>de minuteria.<\/li>\n<\/ol>\n<p>( ) apagar ou acender o circuito de dois pontos diferentes.<\/p>\n<p>( ) comandar o circuito em v\u00e1rios pontos.<\/p>\n<p>( ) apagar automaticamente o circuito de servi\u00e7o.<\/p>\n<p>( ) comandar diversas l\u00e2mpadas do mesmo ponto de luz.<\/p>\n<p>Assinale a op\u00e7\u00e3o que apresenta a sequ\u00eancia correta, segundo a ordem apresentada.<\/p>\n<p>(A) 1, 2, 3 e 4.<\/p>\n<p>(B) 2, 3, 4 e 1.<\/p>\n<p>(C) 3, 2, 1 e 4.<\/p>\n<p>(D) 3, 1, 4 e 2.<\/p>\n<p>(E) 4, 1, 3 e 2.<\/p>\n<table width=\"680\">\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"680\"><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p>De acordo com H\u00e9lio Creder, temos: (Creder, 2016)<\/p>\n<p>\u00d8\u00a0 <strong>Interruptor de v\u00e1rias se\u00e7\u00f5es:<\/strong> quando desejamos comandar diversas l\u00e2mpadas do mesmo ponto de luz, como no caso de abajures, ou diversos pontos de luz, usamos interruptores de v\u00e1rias se\u00e7\u00f5es. (S\u00f3 precisar\u00edamos saber isso para acertarmos a quest\u00e3o, pois s\u00f3 a alternativa \u201cB\u201d contempla o \u201c1\u201d na \u00faltima lacuna.<\/p>\n<p>\u00d8\u00a0 <strong>Interruptor Three-way ou paralelo<\/strong>: \u00e9 usado em escadas ou depend\u00eancias cujas luzes, pela extens\u00e3o ou comodidade, deseja-se apagar ou acender de pontos diferentes.<\/p>\n<p>\u00d8\u00a0 <strong>Interruptor Four<\/strong>&#8211;<strong>way ou intermedi\u00e1rio:<\/strong> \u00e0s vezes, h\u00e1 necessidade de se comandar a(s) l\u00e2mpada(s) em v\u00e1rios pontos diferentes.<\/p>\n<p>\u00d8\u00a0 <strong>Minuteria<\/strong>: Em edif\u00edcios residenciais \u00e9 usual o emprego de um interruptor que apaga automaticamente o circuito de servi\u00e7o, visando \u00e0 maior economia para o condom\u00ednio.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"680\"><strong>Gabarito: alternativa B<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><span style=\"font-size: 14pt\"><strong>54.<\/strong><\/span><\/p>\n<p>Para representar o detalhe do puxador de madeira de um arm\u00e1rio, o arquiteto empregou a escala num\u00e9rica de 1:20 que, em rela\u00e7\u00e3o ao objeto em verdadeira grandeza (VG), corresponde a<\/p>\n<p>(A) reduzir 200 vezes.<\/p>\n<p>(B) reduzir 20 vezes.<\/p>\n<p>(C) desenhar em tamanho real.<\/p>\n<p>(D) ampliar 20 vezes.<\/p>\n<p>(E) ampliar 200 vezes.<\/p>\n<table width=\"680\">\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"680\"><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p>Pessoal, segundo a NBR 6492:1994, escala \u00e9 a rela\u00e7\u00e3o dimensional entre a representa\u00e7\u00e3o de um objeto no desenho e suas dimens\u00f5es reais.<\/p>\n<p>Temos, assim, a escala natural, ou seja, na qual desenhamos em tamanho real e as escalas de amplia\u00e7\u00e3o e redu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\u00d8\u00a0 ESCALA 1:1, para escala natural;<\/p>\n<p>\u00d8\u00a0 ESCALA X:1, para escala de amplia\u00e7\u00e3o (X &gt; 1);<\/p>\n<p>\u00d8\u00a0 ESCALA 1:X, para escala de redu\u00e7\u00e3o (X &gt; 1).<\/p>\n<p>Normalmente, em nossa profiss\u00e3o, usamos a escala de redu\u00e7\u00e3o, e o n\u00famero depois do \u201c1\u201d \u00e9 a raz\u00e3o pela qual s\u00e3o divididas as dimens\u00f5es reais do objeto para o mesmo ser representado.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"680\"><strong>Gabarito: alternativa B<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><span style=\"font-size: 14pt\"><strong>55.<\/strong><\/span><\/p>\n<p>Assinale a op\u00e7\u00e3o que indica o tipo de linha que o arquiteto dever\u00e1 utilizar na representa\u00e7\u00e3o gr\u00e1fica dos eixos ou das coordenadas de uma planta baixa.<\/p>\n<p>(A) Pontilhada.<\/p>\n<p>(B) Tracejada.<\/p>\n<p>(C) Tra\u00e7o e ponto.<\/p>\n<p>(D) Tra\u00e7o e dois pontos.<\/p>\n<p>(E) Cont\u00ednua.<\/p>\n<table width=\"680\">\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"680\"><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p>NBR 6492:1994:<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/08\/30114454\/Anexo-Representa%C3%A7%C3%A3o-gr%C3%A1fica-1-17.bmp\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-138576\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/08\/30114454\/Anexo-Representa%C3%A7%C3%A3o-gr%C3%A1fica-1-17.bmp\" alt=\"\" width=\"565\" height=\"857\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/08\/30114454\/Anexo-Representa%C3%A7%C3%A3o-gr%C3%A1fica-1-17.bmp 565w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/08\/30114454\/Anexo-Representa%C3%A7%C3%A3o-gr%C3%A1fica-1-17.bmp 198w\" sizes=\"auto, (max-width: 565px) 100vw, 565px\" \/><\/a><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"680\"><strong>Gabarito: alternativa C<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><span style=\"font-size: 14pt\"><strong>56.<\/strong><\/span><\/p>\n<p>Na representa\u00e7\u00e3o gr\u00e1fica de projetos de arquitetura, as plantas de edifica\u00e7\u00e3o constituem a vista superior do plano secante horizontal.<\/p>\n<p>A altura deste plano, em rela\u00e7\u00e3o ao piso de refer\u00eancia \u00e9, aproximadamente, de<\/p>\n<p>(A) 0,50 m.<\/p>\n<p>(B) 1,00 m.<\/p>\n<p>(C) 1,20 m.<\/p>\n<p>(D) 1,50 m.<\/p>\n<p>(E) 1,80 m.<\/p>\n<table width=\"680\">\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"680\"><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p>NBR 6492:1994:<\/p>\n<p><em><strong>3.3 Planta de edifica\u00e7\u00e3o<\/strong><\/em><\/p>\n<p><em>Vista superior do plano secante horizontal, localizado a, aproximadamente, 1,50 m do piso em refer\u00eancia. A altura desse plano pode ser vari\u00e1vel para cada projeto de maneira a representar todos os elementos considerados necess\u00e1rios.<\/em><\/p>\n<p><em>Nota: As plantas de edifica\u00e7\u00e3o podem ser do t\u00e9rreo, subsolo, jirau, andar-tipo, s\u00f3t\u00e3o, cobertura, entre outros.<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"680\"><strong>Gabarito: alternativa D<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><span style=\"font-size: 14pt\"><strong>57.<\/strong><\/span><\/p>\n<p>Com o objetivo de \u201cotimizar\u201d a loca\u00e7\u00e3o dos pilares de uma estrutura em concreto armado, o arquiteto dever\u00e1, sempre que poss\u00edvel, localiz\u00e1-los de forma que<\/p>\n<p>(A) as vigas resultem com v\u00e3os de diferentes ordens de grandeza.<\/p>\n<p>(B) sejam descont\u00ednuos com o uso de vigas de transi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>(C) fiquem fora do encontro das vigas.<\/p>\n<p>(D) se encontrem em uma mesma linha.<\/p>\n<p>(E) evitem formar balan\u00e7os que aliviem v\u00e3os centrais.<\/p>\n<table width=\"680\">\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"680\"><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p>Pilares s\u00e3o barras verticais que recebem as a\u00e7\u00f5es das vigas ou das lajes e dos andares superiores e as transmitem para os elementos inferiores ou para a funda\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Deve-se, sempre que poss\u00edvel, dispor os pilares alinhados, a fim de formar p\u00f3rticos com as vigas que os unem. Os p\u00f3rticos, assim formados, contribuem significativamente na estabilidade global do edif\u00edcio.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"680\"><strong>Gabarito: alternativa D<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><span style=\"font-size: 14pt\"><strong>58.<\/strong><\/span><\/p>\n<p>Na execu\u00e7\u00e3o de um concreto para a estrutura de um edif\u00edcio, o arquiteto utilizar\u00e1 como tra\u00e7o, em volume, 1:3:5, de modo que para cada 2,00 m3 de cimento, os consumos de areia e de brita ser\u00e3o, respectivamente, de<\/p>\n<p>(A) 1,50 m3 e 2,50 m3.<\/p>\n<p>(B) 3,00 m3 e 5,00 m3.<\/p>\n<p>(C) 5,00 m3 e 3,00 m3.<\/p>\n<p>(D) 6,00 m3 e 10,00 m3.<\/p>\n<p>(E) 10,00 m3 e 6,00 m3.<\/p>\n<table width=\"680\">\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"680\"><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p>O tra\u00e7o indica as propor\u00e7\u00f5es entre os elementos do concreto. Logo, tendo-se o tra\u00e7o de 1:3:5 (cimento:areia:brita), e, sabendo-se que ser\u00e3o utilizados 2,00 m\u00b3 de cimento, a nossa propor\u00e7\u00e3o ficar\u00e1 2:6:10.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"680\"><strong>Gabarito: alternativa D<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><span style=\"font-size: 14pt\"><strong>59.<\/strong><\/span><\/p>\n<p>Para minimizar o desconforto do usu\u00e1rio em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 ilumin\u00e2ncia excessiva, proveniente da ab\u00f3boda celeste, da luz solar direta e dos aspectos clim\u00e1ticos da regi\u00e3o tropical, existem recursos como os elementos controladores de luz.<\/p>\n<p>A esse respeito, analise as afirmativas a seguir.<\/p>\n<ol>\n<li>Brise-soleil \u00e9 o elemento exterior que controla a luz e contribui para a ilumina\u00e7\u00e3o interior, ao permitir que a luz solar seja levada para um ponto de incid\u00eancia mais adequado.<\/li>\n<li>Elementos interiores de controle de luz devem ser de material fosco ou de cores fortes que t\u00eam alta difus\u00e3o.<\/li>\n<\/ol>\n<p>III. Elementos acess\u00f3rios de controle de luz s\u00e3o, convenientemente colocados, quando afetam a qualidade da ilumina\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Est\u00e1 correto o que se afirma em<\/p>\n<p>(A) I, somente.<\/p>\n<p>(B) II, somente.<\/p>\n<p>(C) III, somente.<\/p>\n<p>(D) I e II, somente.<\/p>\n<p>(E) I, II e III.<\/p>\n<table width=\"680\">\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"680\"><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p>Vamos analisar as alternativas.<\/p>\n<p>I.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Certa.<\/p>\n<p>II.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Elementos interiores de controle de luz devem ser de material transl\u00facido ou de cores claras que t\u00eam alta difus\u00e3o.<\/p>\n<p>III.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Elementos acess\u00f3rios de controle de luz s\u00e3o, convenientemente colocados, quando n\u00e3o afetam a qualidade da ilumina\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong><em>CONTROLE DA LUZ NATURAL<\/em><\/strong><\/p>\n<p><em>A ilumina\u00e7\u00e3o excessiva que prov\u00e9m da ab\u00f3boda celeste e da luz solar direta, assim como outros aspectos clim\u00e1ticos (calor, chuva, etc) s\u00e3o motivos de desconforto. Tais efeitos podem ser controlados e\/ou regulados por meio de elementos fixos ou m\u00f3veis, exteriores e interiores \u00e0s aberturas. Chamados de Fatores de Sombra (F.S.).<\/em><\/p>\n<p><em>Os elementos exteriores de controle mais frequentemente usados s\u00e3o os brises (brise-soleil), as venezianas, os toldos, etc. S\u00e3o utilizados como defesa da luz direta e no caso dos brises para contribuir na ilumina\u00e7\u00e3o interior, refletindo, pela sua posi\u00e7\u00e3o, a luz do sol que \u00e9 levada, ent\u00e3o, para um ponto de incid\u00eancia mais adequado (especialmente os brises horizontais). A tabela 6.6 dos Anexos demonstra a porcentagem de radia\u00e7\u00e3o luminosa obstru\u00edda por diferentes fatores de sombra, F.S..<\/em><\/p>\n<p><em>Os elementos interiores de controle de luz devem ser de materiais transl\u00facidos ou de cores claras de alta difus\u00e3o (cortinas, persianas, etc). Tendo presente que a luz que entra pela parte superior da janela \u00e9 a que proporciona a melhor ilumina\u00e7\u00e3o, tanto do ponto de vista da uniformidade, quanto da distribui\u00e7\u00e3o, mesmo nas zonas mais distantes das janelas, \u00e9 conveniente colocar elementos acess\u00f3rios que n\u00e3o afetem a qualidade da ilumina\u00e7\u00e3o.<\/em><\/p>\n<p>(Mascar\u00f3 L. R., 1985)<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"680\"><strong>Gabarito: alternativa A<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><span style=\"font-size: 14pt\"><strong>60.<\/strong><\/span><\/p>\n<p>Com vistas \u00e0 quest\u00e3o de efici\u00eancia energ\u00e9tica, assinale a op\u00e7\u00e3o que indica a melhor orienta\u00e7\u00e3o para as fachadas de menor superf\u00edcie, de casas rurais implantadas em uma regi\u00e3o de clima tropical.<\/p>\n<p>(A) norte e leste.<\/p>\n<p>(B) sul e leste<\/p>\n<p>(C) leste e oeste.<\/p>\n<p>(D) oeste e norte<\/p>\n<p>(E) oeste e sul.<\/p>\n<table width=\"680\">\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"680\"><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p>Ainda com base no livro \u201cEnergia na Edifica\u00e7\u00e3o\u201d de L\u00facia Macar\u00f3: (conforme j\u00e1 falei, vale a pena ler esse livro)<\/p>\n<p><strong><em>Orienta\u00e7\u00e3o em fun\u00e7\u00e3o da radia\u00e7\u00e3o solar<\/em><\/strong><\/p>\n<p><em>A orienta\u00e7\u00e3o do edif\u00edcio influi sensivelmente na quantidade de calor por ele recebida. Com suas fachadas maiores orientadas favoravelmente, o edif\u00edcio recebe, na latitude 30<\/em><em>\u00b0 S (correspondente a Porto Alegre), 1,7 milh\u00e3o de quilocalorias\/dia, ao passo que, orientado desfavoravelmente, a carga t\u00e9rmica recebida \u00e9 da ordem de 4,2 milh\u00f5es de quilocalorias\/dia. Ou seja, o aumento da carga t\u00e9rmica recebida por um edif\u00edcio mal orientado \u00e9 de quase 150%.<\/em><\/p>\n<p><strong><em>Forma e orienta\u00e7\u00e3o<\/em><\/strong><\/p>\n<p><em>Al\u00e9m da orienta\u00e7\u00e3o, a forma do edif\u00edcio tamb\u00e9m influi na carga t\u00e9rmica recebida por ele.<\/em><\/p>\n<p><em>Assim, por exemplo, em Porto Alegre, um edif\u00edcio de dez andares e 2.000 m2 de superf\u00edcie recebe menor carga t\u00e9rmica quando se apresenta alongado e com as fachadas principais na orienta\u00e7\u00e3o N-S. \u00c0 medida que a forma se torna mais compacta, a carga t\u00e9rmica recebida pelo edif\u00edcio aumenta, sendo m\u00e1xima quando a orienta\u00e7\u00e3o das fachadas principais \u00e9 L-O e o edif\u00edcio \u00e9, novamente, alongado.<\/em><\/p>\n<p><em>A forma deve ser escolhida, ent\u00e3o, em fun\u00e7\u00e3o da orienta\u00e7\u00e3o dispon\u00edvel, de maneira a minimizar a carga t\u00e9rmica recebida e, consequentemente, o consumo de energia operante.<\/em><\/p>\n<p><em>(&#8230;)<\/em><\/p>\n<p><em>Baseando no conhecimento do clima (meso e micro) e nos m\u00e9todos de redu\u00e7\u00e3o do consumo de energia (localizar, orientar, plantar, proteger, abrir e fechar) pode-se esbo\u00e7ar o projeto do edif\u00edcio e estabelecer as caracter\u00edsticas do entorno, da forma e minimizar as perdas e os ganhos t\u00e9rmicos e, consequentemente, a energia consumida no uso do edif\u00edcio.<\/em><\/p>\n<p>Na nossa aula 10, parte 2, temos, tamb\u00e9m, um estudo de Olgyay que aborda o impacto do clima sobre a forma das plantas. As conclus\u00f5es s\u00e3o as seguintes:<\/p>\n<p>1.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 O edif\u00edcio (ou casa) quadrado n\u00e3o \u00e9 a forma ideal em nenhum lugar.<\/p>\n<p>2.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Todas as formas alongadas no eixo norte-sul s\u00e3o menos eficientes do que a forma quadrada.<\/p>\n<p>3.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 A forma mais eficiente em todos os casos foi a alongada no eixo leste-oeste.<\/p>\n<p>Olgyay estudou 4 cidades, cada uma representando um tipo de clima diferente, frio, temperado, quente-seco e quente-\u00famido.<\/p>\n<p>A forma ideal foi definida como aquela que tem o menor ganho de calor no ver\u00e3o e a menor perda de calor no inverno.<\/p>\n<p>Al\u00e9m de tudo que foi exposto, tamb\u00e9m vimos que a fachada norte \u00e9 mais f\u00e1cil de se proteger do sol porque o seu posicionamento \u00e9 mais alto<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"680\"><strong>Gabarito: alternativa C<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><span style=\"font-size: 14pt\"><strong>61.<\/strong><\/span><\/p>\n<p>Na rampa para pedestre, que permite o acesso da \u00e1rea de estacionamento at\u00e9 o novo edif\u00edcio da Assembleia Legislativa, o arquiteto utilizar\u00e1 a inclina\u00e7\u00e3o de 5%, em respeito \u00e0 NBR 9050:2015.<\/p>\n<p>Considerando-se que o desn\u00edvel entre o estacionamento e a edifica\u00e7\u00e3o \u00e9 de 1,50m, a largura da rampa de 1,20m e que haver\u00e1 apenas uma mudan\u00e7a de dire\u00e7\u00e3o na rampa, calcule o comprimento da proje\u00e7\u00e3o horizontal da rampa.<\/p>\n<p>(A) 30,00 m.<\/p>\n<p>(B) 31,20 m.<\/p>\n<p>(C) 75,00 m.<\/p>\n<p>(D) 75,60 m.<\/p>\n<p>(E) 76,20 m.<\/p>\n<table width=\"680\">\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"680\"><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p>Primeiro, vamos calcular a proje\u00e7\u00e3o horizontal da rampa sem os patamares.<\/p>\n<p>Sabendo-se que a inclina\u00e7\u00e3o da rampa \u00e9 de 5% e que a mesma tem que vencer um desn\u00edvel de 1,50 m, temos:<\/p>\n<p>Em 1,00 de rampa, subimos 0,05 m, logo, precisaremos de 30,00 m para subirmos 1,50 m. (regra de 3)<\/p>\n<p>Como temos uma mudan\u00e7a de dire\u00e7\u00e3o, teremos que acrescentar um patamar da largura da rampa, ou seja, 1,20 m.<\/p>\n<p>Logo, a proje\u00e7\u00e3o horizontal da rampa ser\u00e1 de 31,20 m.<\/p>\n<p>Nota: Pela tabela 6 da Norma, uma rampa com inclina\u00e7\u00e3o de 5% pode subir um desn\u00edvel m\u00e1ximo de 1,50 m sem patamar intermedi\u00e1rio.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"680\"><strong>Gabarito: alternativa B<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><span style=\"font-size: 14pt\"><strong>62.<\/strong><\/span><\/p>\n<p>Na impossibilidade de adequa\u00e7\u00e3o dos corredores de um edif\u00edcio existente para os portadores de necessidades especiais, o arquiteto optou por implantar bols\u00f5es de retorno com dimens\u00f5es que permitam a manobra completa de uma cadeira de rodas, de acordo com a NBR 9050:2015.<\/p>\n<p>Estes bols\u00f5es dever\u00e3o permitir, no m\u00ednimo, um giro de<\/p>\n<p>(A) 90\u00b0.<\/p>\n<p>(B) 135\u00b0.<\/p>\n<p>(C) 180\u00b0.<\/p>\n<p>(D) 270\u00b0.<\/p>\n<p>(E) 360\u00b0.<\/p>\n<table width=\"680\">\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"680\"><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p><strong>6.11.1.1<\/strong> Em edifica\u00e7\u00f5es e equipamentos urbanos existentes, onde a adequa\u00e7\u00e3o dos corredores seja impratic\u00e1vel, devem ser implantados bols\u00f5es de retorno com dimens\u00f5es que permitam a manobra completa de uma cadeira de rodas (180\u00b0), sendo no m\u00ednimo um bols\u00e3o a cada 15,00 m. Neste caso, a largura m\u00ednima de corredor deve ser de 0,90 m. (ABNT, 2015)<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"680\"><strong>Gabarito: alternativa C<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><span style=\"font-size: 14pt\"><strong>63.<\/strong><\/span><\/p>\n<p>Para um local destinado \u00e0 pr\u00e1tica esportiva e terap\u00eautica, o arquiteto projetou vesti\u00e1rios acess\u00edveis, conforme estabelecido pela NBR 9050:2015, que recomenda que os vesti\u00e1rios excedentes ao n\u00famero m\u00ednimo exigido, dever\u00e3o<\/p>\n<p>(A) possuir entrada independente \u00e0s bacias sanit\u00e1rias e aos chuveiros e comum aos lavat\u00f3rios e bancos dos demais vesti\u00e1rios.<\/p>\n<p>(B) ser instalados nos banheiros coletivos, integrando-se \u00e0s pe\u00e7as acess\u00edveis \u00e0s demais.<\/p>\n<p>(C) ter uso independente das pe\u00e7as sanit\u00e1rias em rela\u00e7\u00e3o aos demais banheiros coletivos.<\/p>\n<p>(D) compartilhar as bacias sanit\u00e1rias e os lavat\u00f3rios, mas n\u00e3o os chuveiros, com os demais banheiros e vesti\u00e1rios.<\/p>\n<p>(E) estar situados na circula\u00e7\u00e3o secund\u00e1ria e oposta \u00e0 dos demais banheiros coletivos.<\/p>\n<table width=\"680\">\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"680\"><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p><strong>7.4.2.1<\/strong> Recomenda-se, para locais de pr\u00e1tica esportiva, terap\u00eautica e demais usos (10.11 e 10.12), que os vesti\u00e1rios acess\u00edveis excedentes sejam instalados nos banheiros coletivos, ou seja, que as pe\u00e7as acess\u00edveis, como chuveiros, bacias sanit\u00e1rias, lavat\u00f3rios e bancos, estejam integrados aos demais. (ABNT, 2015)<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"680\"><strong>Gabarito: alternativa B<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><span style=\"font-size: 14pt\"><strong>64.<\/strong><\/span><\/p>\n<p>Uma das caracter\u00edsticas que o arquiteto dever\u00e1 atender, em conson\u00e2ncia com a NBR 9050:2015, para instalar as bacias de um sanit\u00e1rio coletivo para adultos, consiste em utilizar<\/p>\n<p>(A) abertura frontal nas bacias e nos assentos sanit\u00e1rios.<\/p>\n<p>(B) cantos vivos, bem definidos, no s\u00f3culo sob a base da bacia.<\/p>\n<p>(C) altura entre 0,50m e 0,55m, do piso acabado at\u00e9 a borda superior do assento.<\/p>\n<p>(D) s\u00f3culo com posi\u00e7\u00e3o de, no m\u00e1ximo, 0,10m avan\u00e7ando sobre a base da bacia.<\/p>\n<p>(E) bacia suspensa que dispensa o uso do s\u00f3culo, desde que respeite a altura necess\u00e1ria.<\/p>\n<table width=\"680\">\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"680\"><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p>Vamos comentar todas as alternativas:<\/p>\n<p>(A)\u00a0 As bacias e assentos em sanit\u00e1rios acess\u00edveis n\u00e3o podem ter abertura frontal.<\/p>\n<p>(B)\u00a0 Se a altura da bacia a ser atingida for feita atrav\u00e9s de s\u00f3culo, esse deve ser isento de cantos vivos.<\/p>\n<p>(C)\u00a0 A altura deve ser de 0,43 a 0,45 m do piso acabado at\u00e9 a altura da bacia sem assento.<\/p>\n<p>(D)\u00a0 O s\u00f3culo, se houver, s\u00f3 pode avan\u00e7ar 0,05 m.<\/p>\n<p>(E)\u00a0\u00a0 Essa \u00e9 uma hip\u00f3tese vi\u00e1vel.<\/p>\n<p><em><strong>7.7.2 Instala\u00e7\u00e3o de bacias convencionais, com caixas acopladas ou suspensas e barras de apoio<\/strong><\/em><\/p>\n<p><em>(&#8230;)<\/em><\/p>\n<p><em>Essa altura pode ser obtida pela pe\u00e7a sanit\u00e1ria com altura necess\u00e1ria, ou pelo posicionamento das bacias suspensas ou pela execu\u00e7\u00e3o de um s\u00f3culo sob a base da bacia, convencional ou com caixa acoplada, isento de cantos vivos e com a sua proje\u00e7\u00e3o avan\u00e7ando no m\u00e1ximo 0,05 m, acompanhando a base da bacia, conforme Figura 104.<\/em><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/08\/30115357\/Figura-104.bmp\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-138583\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/08\/30115357\/Figura-104.bmp\" alt=\"\" width=\"784\" height=\"494\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/08\/30115357\/Figura-104.bmp 784w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/08\/30115357\/Figura-104.bmp 300w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/08\/30115357\/Figura-104.bmp 768w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/08\/30115357\/Figura-104.bmp 610w\" sizes=\"auto, (max-width: 784px) 100vw, 784px\" \/><\/a><\/p>\n<p>(ABNT, 2015)<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"680\"><strong>Gabarito: alternativa E<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><span style=\"font-size: 14pt\"><strong>65.<\/strong><\/span><\/p>\n<p>Uma das condi\u00e7\u00f5es, estabelecida pela NBR 9050:2015, a respeito dos espa\u00e7os reservados para pessoa com defici\u00eancia ou mobilidade reduzida em um audit\u00f3rio, \u00e9 que estes espa\u00e7os dever\u00e3o<\/p>\n<p>(A) disponibilizar dispositivos de tecnologia assistiva para atender \u00e0s pessoas com defici\u00eancia visual ou auditiva.<\/p>\n<p>(B) ter garantido 1 assento companheiro ao lado de um dos lados do espa\u00e7o individual reservado.<\/p>\n<p>(C) estar situados em rota acess\u00edvel independente, desvinculada a rotas de fuga.<\/p>\n<p>(D) ser implantados em espa\u00e7os com piso levemente inclinado para garantir a visibilidade total do ambiente.<\/p>\n<p>(E) ser reunidos num \u00fanico setor do audit\u00f3rio para facilitar a identifica\u00e7\u00e3o e seguran\u00e7a.<\/p>\n<table width=\"680\">\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"680\"><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p>NBR 9050:2015: (ABNT, 2015)<\/p>\n<p><strong>10.3 Cinemas, teatros, audit\u00f3rios e similares<\/strong><\/p>\n<p><strong>10.3.1 Gerais<\/strong><\/p>\n<p>Os cinemas, teatros, audit\u00f3rios e similares, incluindo locais de eventos tempor\u00e1rios, mesmo que para p\u00fablico em p\u00e9, devem possuir, na \u00e1rea destinada ao p\u00fablico, espa\u00e7os reservados para pessoa com defici\u00eancia ou com mobilidade reduzida, atendendo \u00e0s seguintes condi\u00e7\u00f5es:<\/p>\n<p>a) estar localizados em uma rota acess\u00edvel vinculada a uma rota de fuga;<\/p>\n<p>b) estar distribu\u00eddos pelo recinto, recomendando-se que seja nos diferentes setores e com as mesmas condi\u00e7\u00f5es de servi\u00e7os, conforto, seguran\u00e7a, boa visibilidade e ac\u00fastica;<\/p>\n<p>c) ter garantido no m\u00ednimo um assento companheiro ao lado de cada espa\u00e7o reservado para pessoa com defici\u00eancia e dos assentos destinados \u00e0s P.M.R. e P.O.;<\/p>\n<p>d) estar instalados em local de piso plano horizontal;<\/p>\n<p>e) ser identificados no mapa de assentos localizados junto \u00e0 bilheteria e sites de divulga\u00e7\u00e3o; nas cadeiras para P.D.V., P.M.R. e P.O. e no piso do espa\u00e7o reservado para P.C.R, nos padr\u00f5es definidos em 5.3.1 e 5.5.2.2;<\/p>\n<p>f) devem ser disponibilizados dispositivos de tecnologia assistiva para atender \u00e0s pessoas com defici\u00eancia visual e pessoas com defici\u00eancia auditiva;<\/p>\n<p>g) devem ser garantidas disposi\u00e7\u00f5es especiais para a presen\u00e7a f\u00edsica de int\u00e9rprete de Libras e de guias-int\u00e9rpretes, com proje\u00e7\u00e3o em tela da imagem do interprete sempre que a dist\u00e2ncia n\u00e3o permitir sua visualiza\u00e7\u00e3o direta;<\/p>\n<p>h) atender \u00e0 ABNT NBR 15599.<\/p>\n<p>NOTA A quantidade dos espa\u00e7os para P.C.R e assento para P.D.V., P.M.R e P.O \u00e9 determinada em legisla\u00e7\u00e3o espec\u00edfica (ver [3] da Bibliografia).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"680\"><strong>Gabarito: alternativa A<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><span style=\"font-size: 14pt\"><strong>66.<\/strong><\/span><\/p>\n<p>Assinale a op\u00e7\u00e3o que indica uma medida de controle e preven\u00e7\u00e3o de seguran\u00e7a, estabelecida pela NB 18, que se refere \u00e0s condi\u00e7\u00f5es e meio ambiente de trabalho na ind\u00fastria da constru\u00e7\u00e3o, no que diz respeito aos andaimes.<\/p>\n<p>(A) Devem ser dimensionados de modo a suportar com seguran\u00e7a o dobro das cargas a que estar\u00e3o sujeitos.<\/p>\n<p>(B) O piso de trabalho pode ter forra\u00e7\u00e3o incompleta desde que nivelada e fixada de modo seguro.<\/p>\n<p>(C) Devem dispor de sistema de guarda corpo e rodap\u00e9 em todo o per\u00edmetro, inclusive do lado da face de trabalho.<\/p>\n<p>(D) O piso de trabalho deve ser met\u00e1lico para ser resistente, sendo vetado o uso de madeira.<\/p>\n<p>(E) A utiliza\u00e7\u00e3o de escadas sobre o piso de trabalho \u00e9 proibida.<\/p>\n<table width=\"680\">\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"680\"><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p>NR 18: (Minist\u00e9rio do Trabalho, 1978)<\/p>\n<p><em><strong>18.15. Andaimes<\/strong><\/em><\/p>\n<p><em>(&#8230;)<\/em><\/p>\n<p><em><strong>18.15.2<\/strong>. Os andaimes devem ser dimensionados e constru\u00eddos de modo a suportar, com seguran\u00e7a, as cargas de trabalho a que estar\u00e3o sujeitos.<\/em><\/p>\n<p><em>(&#8230;)<\/em><\/p>\n<p><em><strong>18.15.3<\/strong> O piso de trabalho dos andaimes deve ter forra\u00e7\u00e3o completa, ser antiderrapante, nivelado e fixado ou travado de modo seguro e resistente.<\/em><\/p>\n<p><em><strong>18.15.3.1<\/strong> O piso de trabalho dos andaimes pode ser totalmente met\u00e1lico ou misto, com estrutura met\u00e1lica e forra\u00e7\u00e3o do piso em material<\/em><\/p>\n<p><em>sint\u00e9tico ou em madeira, ou totalmente de madeira.<\/em><\/p>\n<p><em>(&#8230;)<\/em><\/p>\n<p><em><strong>18.15.6<\/strong>. Os andaimes devem dispor de sistema guarda-corpo e rodap\u00e9, inclusive nas cabeceiras, em todo o per\u00edmetro, conforme subitem 18.13.5, com exce\u00e7\u00e3o do lado da face de trabalho.<\/em><\/p>\n<p><em>(&#8230;)<\/em><\/p>\n<p><em><strong>18.15.8.<\/strong> \u00c9 proibida, sobre o piso de trabalho de andaimes, a utiliza\u00e7\u00e3o de escadas e outros meios para se atingirem lugares mais altos.<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"680\"><strong>Gabarito: alternativa E<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><span style=\"font-size: 14pt\"><strong>67.<\/strong><\/span><\/p>\n<p>Em uma obra ser\u00e3o demolidas 4 paredes de alvenaria de tijolo comum em obras, com dimens\u00f5es de 4,00m x 3,00m x 0,05m (largura, altura e espessura) cada.<\/p>\n<p>De acordo com o c\u00e1lculo recomendado para fins de or\u00e7amento, o volume total de remo\u00e7\u00e3o do entulho gerado com a demoli\u00e7\u00e3o destas paredes ser\u00e1 de<\/p>\n<p>(A) 3,60 m3.<\/p>\n<p>(B) 7,20 m3.<\/p>\n<p>(C) 14,40 m3.<\/p>\n<p>(D) 18,00 m3.<\/p>\n<p>(E) 21,60 m3.<\/p>\n<table width=\"680\">\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"680\"><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000\"><strong>Cabe recurso!<\/strong> <\/span>Creio que a banca errou e, ao inv\u00e9s de colocar que a alvenaria tinha 0,15 m de espessura, colocou 0,05 m.<\/p>\n<p>Primeiro, vamos calcular o volume total das 4 paredes (de acordo com as informa\u00e7\u00f5es passadas): (4 x 3 x 0,05) x 4= 2,40 m\u00b3. Multiplicando-se o volume por 2, temos <strong>4,80 m<\/strong><strong>\u00b3<\/strong><strong>.<\/strong><\/p>\n<p>Vamos ao livro \u201cComo preparar or\u00e7amentos de obra\u201d, S\u00e3o Paulo, PINI, Aldo Mattos: (Mattos)<\/p>\n<p><strong><em>Demoli\u00e7\u00e3o<\/em><\/strong><\/p>\n<p><em>O volume da estrutura a ser demolida &#8220;cresce&#8221; quando passa da constru\u00e7\u00e3o ao entulho. Isso porque o arranjo da massa se desfaz e aumenta de volume. Esse &#8220;inchamento&#8221;, bem semelhante a um empolamento, varia de material para material, e de acordo com o m\u00e9todo de demoli\u00e7\u00e3o.<\/em><\/p>\n<p><em>Para demoli\u00e7\u00e3o de alvenaria de blocos, comum em obras e reformas, recomenda-se multiplicar o volume por 2. Em outras palavras, 1 m3 de alvenaria gera cerca de 2 m3 de entulho quando demolida.<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"680\"><strong>Gabarito: alternativa C<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><span style=\"font-size: 14pt\"><strong>68.<\/strong><\/span><\/p>\n<p>Assinale a op\u00e7\u00e3o que indica um dos casos em que a licita\u00e7\u00e3o \u00e9 dispens\u00e1vel e a Administra\u00e7\u00e3o est\u00e1 autorizada a promover a contrata\u00e7\u00e3o direta.<\/p>\n<p>(A) Quando as propostas apresentadas consignarem pre\u00e7os manifestadamente inferiores aos praticados no mercado ou forem compat\u00edveis com os fixados pelos \u00f3rg\u00e3os oficiais.<\/p>\n<p>(B) Para obras e servi\u00e7os de engenharia de valor at\u00e9 25% do limite previsto na modalidade de licita\u00e7\u00e3o convite, desde que se refiram a parcelas de um mesmo servi\u00e7o.<\/p>\n<p>(C) Para aquisi\u00e7\u00e3o de origem nacional, necess\u00e1ria \u00e0 manuten\u00e7\u00e3o de equipamento, ap\u00f3s a expira\u00e7\u00e3o da garantia t\u00e9cnica, quando tal condi\u00e7\u00e3o de exclusividade for dispens\u00e1vel.<\/p>\n<p>(D) Na contrata\u00e7\u00e3o de remanescente de servi\u00e7o, devido \u00e0 rescis\u00e3o contratual, desde que atendidas a ordem de classifica\u00e7\u00e3o e aceitas as condi\u00e7\u00f5es anteriores.<\/p>\n<p>(E) Para a constru\u00e7\u00e3o e reforma de estabelecimentos penais, desde que n\u00e3o se configure situa\u00e7\u00e3o de grave e iminente risco \u00e0 seguran\u00e7a p\u00fablica.<\/p>\n<table width=\"680\">\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"680\"><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p>Lei 8.666\/93: (Brasil, 1993)<\/p>\n<p><em>Art. 24. \u00c9 dispens\u00e1vel a licita\u00e7\u00e3o:<\/em><\/p>\n<p><em>I &#8211; para obras e servi\u00e7os de engenharia de valor at\u00e9 10% (dez por cento) do limite previsto na al\u00ednea &#8220;a&#8221;, do inciso I do artigo anterior, desde que n\u00e3o se refiram a parcelas de uma mesma obra ou servi\u00e7o ou ainda para obras e servi\u00e7os da mesma natureza e no mesmo local que possam ser realizadas conjunta e concomitantemente;<\/em><\/p>\n<p><em>VII &#8211; quando as propostas apresentadas consignarem pre\u00e7os manifestamente superiores aos praticados no mercado nacional, ou forem incompat\u00edveis com os fixados pelos \u00f3rg\u00e3os oficiais competentes, casos em que, observado o par\u00e1grafo \u00fanico do art. 48 desta Lei e, persistindo a situa\u00e7\u00e3o, ser\u00e1 admitida a adjudica\u00e7\u00e3o direta dos bens ou servi\u00e7os, por valor n\u00e3o superior ao constante do registro de pre\u00e7os, ou dos servi\u00e7os; (Vide \u00a7 3\u00ba do art. 48)<\/em><\/p>\n<p><em>XI &#8211; na contrata\u00e7\u00e3o de remanescente de obra, servi\u00e7o ou fornecimento, em conseq\u00fc\u00eancia de rescis\u00e3o contratual, desde que atendida a ordem de classifica\u00e7\u00e3o da licita\u00e7\u00e3o anterior e aceitas as mesmas condi\u00e7\u00f5es oferecidas pelo licitante vencedor, inclusive quanto ao pre\u00e7o, devidamente corrigido;<\/em><\/p>\n<p><em>XVII &#8211; para a aquisi\u00e7\u00e3o de componentes ou pe\u00e7as de origem nacional ou estrangeira, necess\u00e1rios \u00e0 manuten\u00e7\u00e3o de equipamentos durante o per\u00edodo de garantia t\u00e9cnica, junto ao fornecedor original desses equipamentos, quando tal condi\u00e7\u00e3o de exclusividade for indispens\u00e1vel para a vig\u00eancia da garantia;<\/em><\/p>\n<p><em>XXXV &#8211; para a constru\u00e7\u00e3o, a amplia\u00e7\u00e3o, a reforma e o aprimoramento de estabelecimentos penais, desde que configurada situa\u00e7\u00e3o de grave e iminente risco \u00e0 seguran\u00e7a p\u00fablica.<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"680\"><strong>Gabarito: alternativa D<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><span style=\"font-size: 14pt\"><strong>69.<\/strong><\/span><\/p>\n<p>Os tipos de licita\u00e7\u00e3o exclusivos, utilizados para realizar a licita\u00e7\u00e3o para a contrata\u00e7\u00e3o do servi\u00e7o de elabora\u00e7\u00e3o de projetos, dever\u00e3o ser<\/p>\n<p>(A) menor pre\u00e7o ou melhor t\u00e9cnica.<\/p>\n<p>(B) melhor t\u00e9cnica ou t\u00e9cnica e pre\u00e7o.<\/p>\n<p>(C) t\u00e9cnica e pre\u00e7o ou lance ou oferta.<\/p>\n<p>(D) lance ou oferta ou melhor t\u00e9cnica.<\/p>\n<p>(E) menor pre\u00e7o ou t\u00e9cnica e pre\u00e7o.<\/p>\n<table width=\"680\">\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"680\"><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p>Lei 8.666\/93:<\/p>\n<p><em><strong>Art. 46.<\/strong> Os tipos de licita\u00e7\u00e3o &#8220;melhor t\u00e9cnica&#8221; ou &#8220;t\u00e9cnica e pre\u00e7o&#8221; ser\u00e3o utilizados exclusivamente para servi\u00e7os de natureza predominantemente intelectual, em especial na elabora\u00e7\u00e3o de projetos, c\u00e1lculos, fiscaliza\u00e7\u00e3o, supervis\u00e3o e gerenciamento e de engenharia consultiva em geral e, em particular, para a elabora\u00e7\u00e3o de estudos t\u00e9cnicos preliminares e projetos b\u00e1sicos e executivos, ressalvado o disposto no \u00a7 4\u00b0 do artigo anterior. (Reda\u00e7\u00e3o dada pela Lei n\u00ba 8.883, de 1994)<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"680\"><strong>Gabarito: alternativa B<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong style=\"font-size: 14pt\">70.<\/strong><\/p>\n<p>Para realizar a Inspe\u00e7\u00e3o predial de uma edifica\u00e7\u00e3o, o arquiteto constatou defici\u00eancias que podem ser classificadas como \u201canomalia\u201d ou \u201cfalha\u201d.<\/p>\n<p>Considerando-se as diferen\u00e7as entre esses tipos de defici\u00eancias, assinale a op\u00e7\u00e3o que apresenta um exemplo de \u201canomalia\u201d, que pode ser encontrada nas esquadrias.<\/p>\n<p>(A) Inadequa\u00e7\u00e3o da ergonomia para portadores de necessidades especiais devido ao emprego equivocado das normas de acessibilidade.<\/p>\n<p>(B) Aparecimento de corros\u00e3o provocada por dano intencional na pintura.<\/p>\n<p>(C) Perda da mobilidade devido ao desgaste natural das escovas.<\/p>\n<p>(D) Degenera\u00e7\u00e3o do cord\u00e3o de veda\u00e7\u00e3o em silicone pela a\u00e7\u00e3o inapropriada de limpeza.<\/p>\n<p>(E) Deterioriza\u00e7\u00e3o dos componentes de fixa\u00e7\u00e3o dos vidros pelo manuseio incorreto.<\/p>\n<table width=\"680\">\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"680\"><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p>A anomalia trata-se de v\u00edcio construtivo e a falha trata-se de v\u00edcio da manuten\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>As anomalias podem ser classificadas como:<\/p>\n<p>\u2013 end\u00f3genas \u2013 provenientes de v\u00edcios de projeto, materiais e execu\u00e7\u00e3o;<\/p>\n<p>\u2013 ex\u00f3genas \u2013 decorrentes de danos causados por terceiros;<\/p>\n<p>\u2013 naturais \u2013 oriundas de danos causados pela natureza;<\/p>\n<p>\u2013 funcionais \u2013 provenientes do uso inadequado e da degrada\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>As falhas de manuten\u00e7\u00e3o podem ser classificadas como:<\/p>\n<p>\u2013 de planejamento \u2013 decorrentes de falhas do plano e programa (manuais);<\/p>\n<p>\u2013 de execu\u00e7\u00e3o \u2013 oriundas dos procedimentos e insumos;<\/p>\n<p>\u2013 operacionais \u2013 provenientes dos registros e controles t\u00e9cnicos;<\/p>\n<p>\u2013 gerenciais \u2013 devido a desvios de qualidade e custos.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"680\"><strong>Gabarito: alternativa A<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><span style=\"font-size: 14pt\"><strong>71.<\/strong><\/span><\/p>\n<p>O Projeto de Burle Marx para os jardins do Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o e Sa\u00fade, no Rio de Janeiro, considerados marcos modernistas do paisagismo brasileiro, caracterizavam-se pela valoriza\u00e7\u00e3o da(s)<\/p>\n<p>(A) linguagem org\u00e2nica.<\/p>\n<p>(B) linhas ecl\u00e9ticas.<\/p>\n<p>(C) composi\u00e7\u00e3o cl\u00e1ssica.<\/p>\n<p>(D) formas ortogonais<\/p>\n<p>(E) rigidez formal.<\/p>\n<table width=\"680\">\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"680\"><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p>Claramente a alternativa A, n\u00e3o \u00e9 mesmo?<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/08\/30115928\/xx.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-138584\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/08\/30115928\/xx.png\" alt=\"\" width=\"1023\" height=\"845\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/08\/30115928\/xx.png 1023w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/08\/30115928\/xx.png 300w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/08\/30115928\/xx.png 768w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/08\/30115928\/xx.png 610w\" sizes=\"auto, (max-width: 1023px) 100vw, 1023px\" \/><\/a><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"680\"><strong>Gabarito: alternativa A<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><span style=\"font-size: 14pt\"><strong>72.<\/strong><\/span><\/p>\n<p>O jardim residencial contempor\u00e2neo brasileiro \u00e9 sin\u00f4nimo de diversidade formal, havendo uma mistura de gostos, que leva a uma constru\u00e7\u00e3o e concep\u00e7\u00e3o alinhadas, basicamente, de tr\u00eas correntes.<\/p>\n<p>Correlacione as correntes, listadas a seguir, \u00e0s suas respectivas caracter\u00edsticas.<\/p>\n<p>1 &#8211; P\u00f3s-moderna.<\/p>\n<p>2 &#8211; Neoecl\u00e9tica.<\/p>\n<p>3 &#8211; Neomoderna<\/p>\n<p>( ) uso exclusivo da vegeta\u00e7\u00e3o nativa e tropical utilizada para a constitui\u00e7\u00e3o de diferentes subespa\u00e7os, caracterizados por certo despojamento formal .<\/p>\n<p>( ) mistura formal e de elementos construtivos, em elementos subdivididos em ambientes diversos, quase \u201ccolagens\u201d, podendo se encontrar ao lado de elementos cl\u00e1ssicos.<\/p>\n<p>( ) car\u00e1ter nitidamente cenogr\u00e1fico, se baseia na constru\u00e7\u00e3o idealizada de um espa\u00e7o tem\u00e1tico, onde a vegeta\u00e7\u00e3o tropical fica relegada a segundo plano.<\/p>\n<p>Assinale a op\u00e7\u00e3o que apresenta a sequ\u00eancia correta, segundo a ordem apresentada.<\/p>\n<p>(A) 1, 2 e 3.<\/p>\n<p>(B) 1, 3 e 2.<\/p>\n<p>(C) 2, 1 e 3.<\/p>\n<p>(D) 3, 1 e 2.<\/p>\n<p>(E) 3, 2 e 1.<\/p>\n<table width=\"680\">\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"680\"><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p>O paisagismo brasileiro \u00e9 divido em tr\u00eas per\u00edodos: (FUNDA\u00c7\u00c3O CASA DE RUI BARBOSA, 2015)<\/p>\n<p>1. Ecletismo \u2013 de 1783, com a inaugura\u00e7\u00e3o do Passeio P\u00fablico do Rio de Janeiro, at\u00e9 1938, com o projeto dos jardins do Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o e Sa\u00fade (MES), no Rio de Janeiro, por Roberto Burle Marx.<\/p>\n<p>2. Moderno \u2013 de 1938 at\u00e9 os anos 1990, com os projetos do Jardim Bot\u00e2nico de Curitiba (1991) e o projeto da pra\u00e7a It\u00e1lia em Porto Alegre (1992).<\/p>\n<p>3. Contempor\u00e2neo \u2013 1992 em diante.<\/p>\n<p>O per\u00edodo contempor\u00e2neo \u00e9 caracterizado pela pluralidade e diversidade, o abandono completo de padr\u00f5es est\u00e9ticos definidos, de regras acad\u00eamicas, tanto do passado recente como dos padr\u00f5es rom\u00e2nticos e cl\u00e1ssicos do passado distante.<\/p>\n<p>Macedo, em seu livro \u201cPaisagismo Brasileiro na Virada do S\u00e9culo 1990-2010\u201d identifica 4 correntes no paisagismo contempor\u00e2neo brasileiro:<\/p>\n<p>\u00d8\u00a0 Formalismo geometrizante<\/p>\n<p>\u00d8\u00a0 Neomodernismo<\/p>\n<p>\u00d8\u00a0 Neoecletismo ou p\u00f3s-modernismo (da irrever\u00eancia \u00e0 colagem)<\/p>\n<p>\u00d8\u00a0 Ambientalismo<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"680\"><strong>Gabarito: alternativa D<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>Abra\u00e7os! Moema<\/p>\n<p>https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/curso\/arquitetura-para-concursos-curso-regular-2018\/<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Bom dia pessoal! Segue parte da prova comentada: 53. Em fun\u00e7\u00e3o da necessidade de uso de cada compartimento, o arquiteto dever\u00e1 utilizar diferentes dispositivos de comando dos circuitos (interruptores manuais). Relacione cada dispositivo apresentado a seguir, \u00e0 sua respectiva especificidade. de v\u00e1rias se\u00e7\u00f5es. three-way ou paralelo. four-way ou intermedi\u00e1rio. de minuteria. 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