{"id":138274,"date":"2018-08-29T02:34:20","date_gmt":"2018-08-29T05:34:20","guid":{"rendered":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/?p=138274"},"modified":"2023-05-23T09:59:14","modified_gmt":"2023-05-23T12:59:14","slug":"prova-do-iphan-comentada-conhecimentos-especificos-arquitetura","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/prova-do-iphan-comentada-conhecimentos-especificos-arquitetura\/","title":{"rendered":"Prova do IPHAN comentada: conhecimentos espec\u00edficos arquitetura"},"content":{"rendered":"<p>Pessoal, trago parte da prova do IPHAN comentada, depois, a postarei na \u00edntegra na \u00e1rea do aluno.<\/p>\n<p>Vamos l\u00e1!<\/p>\n<h2>Conhecimentos Espec\u00edficos<\/h2>\n<p>Arquitetura \u00e9, antes de mais nada, constru\u00e7\u00e3o; mas, constru\u00e7\u00e3o concebida com o prop\u00f3sito primordial de ordenar e organizar o espa\u00e7o para determinada finalidade e com determinada inten\u00e7\u00e3o. [&#8230;] A inten\u00e7\u00e3o pl\u00e1stica \u00e9 precisamente o que distingue a arquitetura da simples constru\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>L\u00facio Costa. Registro de uma viv\u00eancia. S\u00e3o Paulo:<\/p>\n<p>Empresa das Artes, 1995, p. 246 (com adapta\u00e7\u00f5es).<\/p>\n<p>\u00c9 razo\u00e1vel pensar que as cria\u00e7\u00f5es do homem se realizam em fun\u00e7\u00e3o de seu corpo, e a\u00ed est\u00e1 o princ\u00edpio a que chamamos utilidade, ou tendo em vista sua alma, e a\u00ed est\u00e1 o que ele persegue sob o nome de beleza. Mas, por outro lado, aquele que constr\u00f3i ou cria, atento ao resto do mundo e ao movimento da natureza, deve reconhecer um terceiro princ\u00edpio: este o obriga a tentar comunicar \u00e0s suas obras a resist\u00eancia que ele quer que elas oponham ao seu destino de perecer. Procura ent\u00e3o a solidez ou a dura\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Paul Val\u00e9ry. Eupalinos ou o arquiteto. S\u00e3o Paulo: Editora 34, p. 137-9 (com adapta\u00e7\u00f5es).<\/p>\n<ol start=\"51\">\n<li><\/li>\n<\/ol>\n<p>Os dois textos apresentados abordam aspectos que remetem \u00e0 tr\u00edade enunciada pelo arquiteto romano Marcus Vitruvius: utilitas, venustas e firmitas.<\/p>\n<table width=\"680\">\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"680\"><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p>Correta!<\/p>\n<p>Para Vitruvio, a arquitetura teria que ser resposta a tr\u00eas categorias:<\/p>\n<p>\u00d8\u00a0 Firmitas (solidez):\u00a0 que abrange os campos da est\u00e1tica, os problemas construtivos e a teoria dos materiais.<\/p>\n<p>\u00d8\u00a0 Utilitas (utilidade):\u00a0 refere-se ao aproveitamento espacial dos edif\u00edcios e o cumprimento de suas fun\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>\u00d8\u00a0 Venustas (beleza):\u00a0 os postulados est\u00e9ticos amparados em seis conceitos b\u00e1sicos: ordinatio,\u00a0 dispositio,\u00a0 eurythmia,\u00a0 sy mmetria,\u00a0 decor\u00a0\u00a0 e\u00a0 distributio,\u00a0 agrupados\u00a0 em\u00a0 tr\u00eas conjuntos:<\/p>\n<p>o\u00a0\u00a0 1. Ordinatio, eurythmia e symmetria abordam os aspectos de proporcionalidade dos edif\u00edcios.<\/p>\n<p>o\u00a0\u00a0 2. Dispositio faz refer\u00eancia \u00e0 composi\u00e7\u00e3o art\u00edstica.<\/p>\n<p>o\u00a0\u00a0 3. Decor e distributio aludem \u00e0 justa adequa\u00e7\u00e3o e utiliza\u00e7\u00e3o das ordens arquitet\u00f4nicas e rela\u00e7\u00e3o dos espa\u00e7os com seus habitantes.<\/p>\n<p>Hoje em dia, esses 3 pilares est\u00e3o associados a muitas outras premissas para uma boa arquitetura.<\/p>\n<p>Abaixo, lembrando a figura do livro: \u201cEfici\u00eancia Energ\u00e9tica na Arquitetura\u201d (Lamberts &amp; al., 2012)<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/08\/29022907\/cc.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-138275\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/08\/29022907\/cc.png\" alt=\"\" width=\"697\" height=\"530\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/08\/29022907\/cc.png 697w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/08\/29022907\/cc.png 300w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/08\/29022907\/cc.png 610w\" sizes=\"auto, (max-width: 697px) 100vw, 697px\" \/><\/a><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"680\"><strong>Gabarito: alternativa CERTA<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>Al\u00e9m de outras fontes de inspira\u00e7\u00e3o, o projeto do Plano Piloto de Bras\u00edlia sofreu influ\u00eancias dos princ\u00edpios da Carta de Atenas (1933), que, resultante das reflex\u00f5es do IV Congresso Internacional de Arquitetura Moderna (CIAM), definiu quatro fun\u00e7\u00f5es-chave para o espa\u00e7o urbano: habitar, trabalhar, divertir-se e circular. O documento prop\u00f5e ainda a separa\u00e7\u00e3o radical, nas \u00e1reas congestionadas, entre o caminho dos pedestres e o dos ve\u00edculos mec\u00e2nicos.<\/p>\n<p>Tendo como refer\u00eancia as informa\u00e7\u00f5es apresentadas no texto precedente, julgue os itens a seguir.<\/p>\n<ol start=\"52\">\n<li><\/li>\n<\/ol>\n<p>As quatro escalas do Plano Piloto de Bras\u00edlia \u2014 habitacional, greg\u00e1ria, buc\u00f3lica e monumental \u2014, por suas caracter\u00edsticas singulares que propiciam diferentes intera\u00e7\u00f5es humanas, correspondem \u00e0s quatro fun\u00e7\u00f5es-chave propostas na Carta de Atenas.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p>As escalas de Bras\u00edlia v\u00e3o al\u00e9m das fun\u00e7\u00f5es expressas na Carta de Atenas, retratando uma rela\u00e7\u00e3o entre forma, fun\u00e7\u00e3o e simbologia.<\/p>\n<p>As 2 principais escalas, a residencial e a monumental, interagem com o homem de modo diferente.\u00a0 O eixo residencial representa o homem no n\u00edvel individual de sua exist\u00eancia, onde ele possa viver com boa qualidade, possibilitando-o de usufruir, na forma plena, dos momentos de descanso e do conv\u00edvio social mais \u00edntimo. J\u00e1 o eixo da chamada escala monumental, que abriga os marcos e os principais edif\u00edcios institucionais, \u00e9 a espinha do dorsal da malha e representa a dimens\u00e3o coletiva. Nessa escala, a amplid\u00e3o dos espa\u00e7os visa a comunicar que os valores civis e coletivos se sobrep\u00f5em \u00e0 individualidade.<\/p>\n<p>Vou trazer, abaixo, alguns trechos de cartilhas que indiquei para meus alunos lerem. Tendo em vista que n\u00e3o lancei um curso espec\u00edfico, inseri um anexo sobre Bras\u00edlia nos cursos regulares.<\/p>\n<p>\u201cSuperquadra de Bras\u00edlia preservando um lugar de viver\u201d: (IPHAN, 2015)<\/p>\n<p><em>O Plano Urban\u00edstico de Bras\u00edlia baseia-se no Relat\u00f3rio do Plano Piloto, elaborado em 1957 por Lucio Costa. A defini\u00e7\u00e3o das escalas foi apresentada por Lucio Costa no relat\u00f3rio \u201cBras\u00edlia Revisitada\u201d.<\/em><\/p>\n<p><em>(&#8230;)<\/em><\/p>\n<p><em>Nesse relat\u00f3rio, Lucio Costa, definiu as denominadas escalas urbanas nas quais se baseia o tombamento de Bras\u00edlia:<\/em><\/p>\n<ul>\n<li><em>Escala Monumental<\/em><\/li>\n<li><em>Escala Residencial<\/em><\/li>\n<li><em>Escala Greg\u00e1ria<\/em><\/li>\n<li><em>Escala Buc\u00f3lica<\/em><\/li>\n<\/ul>\n<p><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/08\/29023007\/s.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-138276\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/08\/29023007\/s.jpg\" alt=\"\" width=\"858\" height=\"816\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/08\/29023007\/s.jpg 858w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/08\/29023007\/s.jpg 300w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/08\/29023007\/s.jpg 768w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/08\/29023007\/s.jpg 610w\" sizes=\"auto, (max-width: 858px) 100vw, 858px\" \/><\/a><\/p>\n<p><em>\u201cA presen\u00e7a da escala monumental &#8211; n\u00e3o no sentido da ostenta\u00e7\u00e3o, mas no sentido da express\u00e3o palp\u00e1vel, por assim dizer, consciente daquilo que vale e significa &#8211; conferiu \u00e0 cidade nascente, desde seus prim\u00f3rdios, a marca inelut\u00e1vel de efetiva Capital do Pa\u00eds.\u201d(L.C. &#8211; Bras\u00edlia Revisitada, 1985\/87).<\/em><\/p>\n<p><em>\u201cA escala residencial, com a proposta inovadora da Superquadra, a serenidade urbana assegurada pelo gabarito uniforme de seis pavimentos, o ch\u00e3o livre e acess\u00edvel a todos atrav\u00e9s do uso generalizado dos pilotis e o franco predom\u00ednio do verde, trouxe consigo o embri\u00e3o de uma nova maneira de viver, pr\u00f3pria de Bras\u00edlia e inteiramente diversa das demais cidades brasileiras\u201d. (L.C. &#8211; Bras\u00edlia Revisitada, 1985\/87).<\/em><\/p>\n<p><em>\u201cA escala greg\u00e1ria, prevista para o centro da cidade &#8211; at\u00e9 hoje ainda em grande parte desocupado &#8211; teve a inten\u00e7\u00e3o de criar um espa\u00e7o urbano mais densamente utilizado e prop\u00edcio ao encontro.\u201d (L.C. &#8211; Bras\u00edlia Revisitada, 1985\/87).<\/em><\/p>\n<p><em>\u201cAs extensas \u00e1reas livres, a serem densamente arborizadas ou guardando a cobertura vegetal nativa, diretamente cont\u00edgua a \u00e1reas edificadas, marcam a presen\u00e7a da escala buc\u00f3lica.\u201d (L.C. &#8211; Bras\u00edlia Revisitada, 1985\/87)<\/em><\/p>\n<p>Gabarito: ERRADA<\/p>\n<ol start=\"53\">\n<li><\/li>\n<\/ol>\n<p>Com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 circula\u00e7\u00e3o vi\u00e1ria, o projeto urban\u00edstico de Bras\u00edlia n\u00e3o seguiu fielmente os ditames da Carta de Atenas: embora haja uma hierarquiza\u00e7\u00e3o das vias e dos caminhos para pedestres, n\u00e3o h\u00e1 no Plano Piloto uma separa\u00e7\u00e3o radical entre estes e os ve\u00edculos, pois L\u00facio Costa considerou que o autom\u00f3vel n\u00e3o seria mais um inimigo inconcili\u00e1vel do homem.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p>No relat\u00f3rio do Plano Piloto de Bras\u00edlia, L\u00facio Costa descreve como planejou Bras\u00edlia:<\/p>\n<p><em>Dito isto, vejamos como nasceu, se definiu e resolveu a presente solu\u00e7\u00e3o:<\/em><\/p>\n<p><em>1 \u2013 Nasceu do gesto prim\u00e1rio de quem assinala um lugar ou dele toma posse: dois eixos cruzando-se em \u00e2ngulo reto, ou seja, o pr\u00f3prio sinal da cruz (fig. 1).<\/em><\/p>\n<p><em>(&#8230;)<\/em><\/p>\n<p><em>8 \u2013 Fixada assim a rede geral do tr\u00e1fego autom\u00f3vel, estabeleceram-se, tanto nos setores centrais como nos residenciais, tramas aut\u00f4nomas para o tr\u00e2nsito local dos pedestres a fim de garantir-lhes o uso livre do ch\u00e3o, (fig. 8) sem contudo levar tal separa\u00e7\u00e3o a extremos sistem\u00e1ticos e anti-naturais pois n\u00e3o se deve esquecer que o autom\u00f3vel, hoje em dia, deixou de ser o inimigo inconcili\u00e1vel do homem, domesticou-se, j\u00e1 faz, por assim dizer, parte da fam\u00edlia. Ele s\u00f3 se &#8220;desumaniza&#8221;, readquirindo vis-\u00e0-vis do pedestre fei\u00e7\u00e3o amea\u00e7adora e hostil quando incorporado \u00e0 massa an\u00f4nima do tr\u00e1fego. H\u00e1 ent\u00e3o que separ\u00e1-los, mas sem perder de vista que em determinadas condi\u00e7\u00f5es e para comodidade rec\u00edproca, a coexist\u00eancia se imp\u00f5e.<\/em><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/08\/29023039\/a.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-138277\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/08\/29023039\/a.png\" alt=\"\" width=\"927\" height=\"675\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/08\/29023039\/a.png 927w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/08\/29023039\/a.png 300w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/08\/29023039\/a.png 768w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/08\/29023039\/a.png 610w\" sizes=\"auto, (max-width: 927px) 100vw, 927px\" \/><\/a><\/p>\n<p>(Governo do Distrito Federal, 1991)<\/p>\n<p>Gabarito: CERTA<\/p>\n<p>Restaurar um edif\u00edcio n\u00e3o \u00e9 mant\u00ea-lo, repar\u00e1-lo ou refaz\u00ea-lo; \u00e9 restabelec\u00ea-lo em um estado completo que pode n\u00e3o ter existido nunca em um dado momento.<\/p>\n<p>Eug\u00e8ne Emmanuel Viollet-le-Duc apud Beatriz K\u00fchl.<\/p>\n<p>Restaura\u00e7\u00e3o: Eug\u00e8ne Emmanuel Viollet-le-Duc. 3.\u00aa ed.<\/p>\n<p>S\u00e3o Paulo: Ateli\u00ea Editorial, 2000, p. 29 (com adapta\u00e7\u00f5es).<\/p>\n<p>[&#8230;] a restaura\u00e7\u00e3o \u00e9 imposs\u00edvel e absurda, pois seria como ressuscitar os mortos. [&#8230;] n\u00e3o se tem o direito de tocar nos monumentos antigos, que pertencem, em parte, \u00e0queles que os edificaram e, tamb\u00e9m, \u00e0s gera\u00e7\u00f5es futuras.<\/p>\n<p>John Ruskin apud Fran\u00e7oise Choay. A alegoria do patrim\u00f4nio.<\/p>\n<p>3.\u00aa ed. S\u00e3o Paulo: Editora Unesp, 2001, p. 155 (com adapta\u00e7\u00f5es).<\/p>\n<p>Com base nessas cita\u00e7\u00f5es, que se referem \u00e0 hist\u00f3ria e \u00e0 teoria da preserva\u00e7\u00e3o e da restaura\u00e7\u00e3o, julgue o item seguinte.<\/p>\n<ol start=\"54\">\n<li><\/li>\n<\/ol>\n<p>Respeitadas suas diferen\u00e7as de estilo, tanto Viollet-le-Duc quanto Ruskin fizeram parte da corrente intervencionista, que prevaleceu na Europa do s\u00e9culo XIX.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p>Errada. (Verificar p\u00e1gina 115 da aula sobre \u201cPatrim\u00f4nio Hist\u00f3rico Cultural e Art\u00edstico\u201d)<\/p>\n<p><em>Entre os te\u00f3ricos que refletiam sobre a prote\u00e7\u00e3o do patrim\u00f4nio hist\u00f3rico cultural incluem-se Violet-le-duc, John Ruskin e Camillo Boito. O primeiro, arquiteto e te\u00f3rico, estabeleceu a restaura\u00e7\u00e3o estil\u00edstica. O segundo, um cr\u00edtico ingl\u00eas, defendeu, distintamente da restaura\u00e7\u00e3o em grande estilo, a autenticidade hist\u00f3rica. O terceiro prop\u00f4s a coexist\u00eancia de v\u00e1rios estilos presentes nos monumentos e n\u00e3o a unidade de estilos, diferenciando claramente o antigo do moderno.<\/em><\/p>\n<p><em>Em meados do s\u00e9culo XIX convivem simultaneamente duas linhas de conduta, ou pensamentos te\u00f3ricos, totalmente divergentes. Na Fran\u00e7a o arquiteto-restaurador Eug\u00e8ne Viollet-le-Duc (1814-1879)1, defende a restaura\u00e7\u00e3o de estilo, ou restaura\u00e7\u00e3o estil\u00edstica, pela qual o profissional deveria refazer a edifica\u00e7\u00e3o procurando a perfei\u00e7\u00e3o formal, respeitando as caracter\u00edsticas estil\u00edsticas e desconsiderando os aspectos hist\u00f3ricos. A busca pela perfei\u00e7\u00e3o permitia que as partes desaparecidas fossem reconstru\u00eddas a partir daquelas existentes. Defende a necessidade da restaura\u00e7\u00e3o, interpretando a arquitetura a partir de uma postura racionalista e n\u00e3o sensitiva.<\/em><\/p>\n<p><em>Contempor\u00e2neo a Viollet-le-Duc, mas com ideias totalmente antag\u00f4nicas, encontramos o ingl\u00eas John Ruskin (1819-1900) \u2013 escritor, poeta e cr\u00edtico \u2013 representante da teoria rom\u00e2ntica, ou da restaura\u00e7\u00e3o rom\u00e2ntica, que defende a intocabilidade do monumento degradado.<\/em><\/p>\n<p><em>Camilo Boito (1836-1914) tenta uma uni\u00e3o entre a teoria de Ruskin e a necessidade do restauro. Para Maria Jos\u00e9 Mart\u00ednez Justicia \u201cBoito aceita a cr\u00edtica radical do te\u00f3rico ingl\u00eas, mas evita participar de sua vis\u00e3o fatalista, quanto \u00e0 condena\u00e7\u00e3o a que est\u00e1 submetida a obra de arte com o passar do tempo, n\u00e3o permitindo sua ru\u00edna mediante a aplica\u00e7\u00e3o de diferentes instrumentos t\u00e9cnicos\u201d. Defende, entre outros pontos, a consolida\u00e7\u00e3o das partes existentes e n\u00e3o sua reconstru\u00e7\u00e3o. Considera que as partes incorporadas em restaura\u00e7\u00f5es anteriores n\u00e3o devam ser removidas ou substitu\u00eddas, mesmo quando est\u00e3o em estilo diferente do original, por tratar da autenticidade hist\u00f3rica do monumento.<\/em><\/p>\n<p><em>Para Boito \u00e9 necess\u00e1rio \u201cconsolidar antes que reparar, reparar antes que restaurar, evitando adi\u00e7\u00f5es e renova\u00e7\u00f5es\u201d. Os princ\u00edpios defendidos por Boito s\u00e3o amplamente utilizados, nos dias de hoje, nas interven\u00e7\u00f5es de restauro, como quando diz \u201cquando as adi\u00e7\u00f5es s\u00e3o indispens\u00e1veis, por raz\u00f5es est\u00e9ticas ou outros motivos de absoluta necessidade, devem ser realizadas sobre informa\u00e7\u00f5es absolutamente certas e com caracter\u00edsticas e materiais diferentes.\u201d<\/em><\/p>\n<p>Gabarito: ERRADA<\/p>\n<p>O Decreto n.\u00ba 25\/1937 disp\u00f5e, em seu art. 1.\u00ba, que \u201cConstitui o patrim\u00f4nio hist\u00f3rico e art\u00edstico nacional o conjunto dos bens m\u00f3veis e im\u00f3veis existentes no pa\u00eds e cuja conserva\u00e7\u00e3o seja de interesse p\u00fablico, quer por sua vincula\u00e7\u00e3o a fatos memor\u00e1veis da hist\u00f3ria do Brasil, quer por seu excepcional valor arqueol\u00f3gico ou etnogr\u00e1fico, bibliogr\u00e1fico ou art\u00edstico\u201d.<\/p>\n<p>Internet: &lt;http:\/\/portal.iphan.gov.br&gt; (com adapta\u00e7\u00f5es).<\/p>\n<p>A Constitui\u00e7\u00e3o Federal de 1988, em seu art. 216, estabelece que \u201cConstituem patrim\u00f4nio cultural brasileiro os bens de natureza material e imaterial [&#8230;] nos quais se incluem: as formas de express\u00e3o, os modos de criar, fazer e viver; as cria\u00e7\u00f5es cient\u00edficas, art\u00edsticas e tecnol\u00f3gicas; as obras, objetos, documentos, edifica\u00e7\u00f5es e demais espa\u00e7os destinados \u00e0s manifesta\u00e7\u00f5es art\u00edstico-culturais; os conjuntos urbanos e s\u00edtios de valor hist\u00f3rico, paisag\u00edstico, art\u00edstico, arqueol\u00f3gico, paleontol\u00f3gico, ecol\u00f3gico e cient\u00edfico\u201d.<\/p>\n<p>Internet: &lt;http:\/\/portal.iphan.gov.br&gt; (com adapta\u00e7\u00f5es).<\/p>\n<p>Tendo os textos antecedentes como refer\u00eancia e a respeito do papel do Estado na preserva\u00e7\u00e3o do patrim\u00f4nio cultural do Brasil, julgue os pr\u00f3ximos itens.<\/p>\n<ol start=\"55\">\n<li><\/li>\n<\/ol>\n<p>Infere-se dos textos apresentados que a Constitui\u00e7\u00e3o Federal de 1988 ampliou o conceito de patrim\u00f4nio cultural, tornando sem efeito os instrumentos legais que, at\u00e9 sua promulga\u00e7\u00e3o, regiam a organiza\u00e7\u00e3o da prote\u00e7\u00e3o do patrim\u00f4nio hist\u00f3rico e art\u00edstico nacional.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p>Errada. A CF\/88 n\u00e3o tornou sem efeito os instrumentos legais anteriores a sua promulga\u00e7\u00e3o, inclusive o Decreto n\u00ba 25\/1937 ainda est\u00e1 vigente.<\/p>\n<p>Gabarito: ERRADA<\/p>\n<ol start=\"56\">\n<li><\/li>\n<\/ol>\n<p>O reconhecimento e a prote\u00e7\u00e3o de um bem de natureza imaterial que constitua patrim\u00f4nio cultural brasileiro dar-se-\u00e3o, conforme sua natureza, por meio da inscri\u00e7\u00e3o do bem em um dos seguintes livros de tombo: Hist\u00f3rico, das Belas Artes ou das Artes Aplicadas.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p>Errada. Primeiramente, s\u00e3o quatro Livros do Tombo: (Governo Federal, 1937)<\/p>\n<ul>\n<li>Livro do Tombo Arqueol\u00f3gico, Etnogr\u00e1fico e Paisag\u00edstico<\/li>\n<li>Livro do Tombo Hist\u00f3rico<\/li>\n<li>Livro do Tombo das Belas Artes<\/li>\n<li>Livro do Tombo das Artes Aplicadas<\/li>\n<\/ul>\n<p>O Decreto n\u00ba 25\/1937 trata de bens materiais, por\u00e9m, a Constitui\u00e7\u00e3o Federal de 1988 reconhece a exist\u00eancia de bens culturais de natureza material e imaterial, al\u00e9m de estabelecer as formas de preserva\u00e7\u00e3o desse patrim\u00f4nio: o registro, o invent\u00e1rio e o tombamento.<\/p>\n<p>O Decreto n\u00ba 3.551\/2000 institui o Registro de Bens Culturais de Natureza Imaterial que constituem patrim\u00f4nio cultural brasileiro: (Presidente da Rep\u00fablica, 2000)<\/p>\n<p>Art. 1\u00ba\u00a0 Fica institu\u00eddo o Registro de Bens Culturais de Natureza Imaterial que constituem patrim\u00f4nio cultural brasileiro.<\/p>\n<ul>\n<li>1\u00ba Esse registro se far\u00e1 em um dos seguintes livros:<\/li>\n<\/ul>\n<p>I &#8211; Livro de Registro dos Saberes, onde ser\u00e3o inscritos conhecimentos e modos de fazer enraizados no cotidiano das comunidades;<\/p>\n<p>II &#8211; Livro de Registro das Celebra\u00e7\u00f5es, onde ser\u00e3o inscritos rituais e festas que marcam a viv\u00eancia coletiva do trabalho, da religiosidade, do entretenimento e de outras pr\u00e1ticas da vida social;<\/p>\n<p>III &#8211; Livro de Registro das Formas de Express\u00e3o, onde ser\u00e3o inscritas manifesta\u00e7\u00f5es liter\u00e1rias, musicais, pl\u00e1sticas, c\u00eanicas e l\u00fadicas;<\/p>\n<p>IV &#8211; Livro de Registro dos Lugares, onde ser\u00e3o inscritos mercados, feiras, santu\u00e1rios, pra\u00e7as e demais espa\u00e7os onde se concentram e reproduzem pr\u00e1ticas culturais coletivas.<\/p>\n<ul>\n<li>2\u00ba A inscri\u00e7\u00e3o num dos livros de registro ter\u00e1 sempre como refer\u00eancia a continuidade hist\u00f3rica do bem e sua relev\u00e2ncia nacional para a mem\u00f3ria, a identidade e a forma\u00e7\u00e3o da sociedade brasileira.<\/li>\n<li>3\u00ba Outros livros de registro poder\u00e3o ser abertos para a inscri\u00e7\u00e3o de bens culturais de natureza imaterial que constituam patrim\u00f4nio cultural brasileiro e n\u00e3o se enquadrem nos livros definidos no par\u00e1grafo primeiro deste artigo.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Gabarito: ERRADA<\/p>\n<ol start=\"57\">\n<li><\/li>\n<\/ol>\n<p>Assim como o conjunto urban\u00edstico-arquitet\u00f4nico do Plano Piloto de Bras\u00edlia, a roda de capoeira foi inscrita no Livro de Tombo Hist\u00f3rico pelo IPHAN, por expressar a hist\u00f3ria da resist\u00eancia negra no Brasil, durante e ap\u00f3s o per\u00edodo de escravid\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p>Errada. Conforme vimos nos coment\u00e1rios acima, as inscri\u00e7\u00f5es s\u00e3o em livros diferentes.<\/p>\n<p><em>O conjunto urban\u00edstico-arquitet\u00f4nico de Bras\u00edlia, constru\u00eddo a partir do Plano Piloto, um projeto de Lucio Costa, foi inscrito no Livro de Tombo Hist\u00f3rico pelo Iphan em 14 de mar\u00e7o de 1990. Primeiro conjunto urbano do s\u00e9culo XX a ser reconhecida pela Unesco, em 1987, como Patrim\u00f4nio Mundial. Sua principal caracter\u00edstica \u00e9 a monumentalidade, determinada por suas quatro escalas: monumental, residencial, buc\u00f3lica e greg\u00e1ria e por sua arquitetura inovadora.<\/em><\/p>\n<p><em>A Roda de Capoeira &#8211; inscrita no Livro de Registro das Formas de Express\u00e3o, em 2008 &#8211; \u00e9 um elemento estruturante de uma manifesta\u00e7\u00e3o cultural, espa\u00e7o e tempo, onde se expressam simultaneamente o canto, o toque dos instrumentos, a dan\u00e7a, os golpes, o jogo, a brincadeira, os s\u00edmbolos e rituais de heran\u00e7a africana &#8211; notadamente banto &#8211; recriados no Brasil. Profundamente ritualizada, a roda de capoeira congrega cantigas e movimentos que expressam uma vis\u00e3o de mundo, uma hierarquia e um c\u00f3digo de \u00e9tica que s\u00e3o compartilhados pelo grupo. Na roda de capoeira se batizam os iniciantes, se formam e se consagram os grandes mestres, se transmitem e se reiteram pr\u00e1ticas e valores afro-brasileiros.<\/em><\/p>\n<p>A capoeira \u00e9 a quinta manifesta\u00e7\u00e3o cultural brasileira reconhecida pela Unesco como Patrim\u00f4nio Cultural Imaterial da Humanidade.<\/p>\n<p>A pr\u00e1tica cultural afro-brasileira entrou na lista que j\u00e1 inclui o samba de roda do Rec\u00f4ncavo Baiano, a Arte Kusiwa (pintura corporal realizada por \u00edndios do Amap\u00e1), o frevo pernambucano e o C\u00edrio de Nazar\u00e9 como Patrim\u00f4nios Culturais Imateriais da Humanidade.<\/p>\n<p>Gabarito: ERRADA<\/p>\n<p>\u00c0 luz das recomenda\u00e7\u00f5es internacionais de preserva\u00e7\u00e3o, julgue os itens subsequentes.<\/p>\n<ol start=\"58\">\n<li><\/li>\n<\/ol>\n<p>De acordo com a Carta de Veneza, a restaura\u00e7\u00e3o \u00e9 uma a\u00e7\u00e3o de car\u00e1ter ordin\u00e1rio e que tem por objetivo a conserva\u00e7\u00e3o e a revela\u00e7\u00e3o dos valores est\u00e9ticos e hist\u00f3ricos do monumento; assim, para que a restaura\u00e7\u00e3o seja feita de forma harm\u00f4nica, os elementos colocados em lugar de partes faltantes devem ser integrados ao monumento, de forma a n\u00e3o se destacarem das partes originais.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p>Vamos \u00e0 Carta de Veneza:<\/p>\n<p><strong><em>Restaura\u00e7\u00e3o<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Artigo 9\u00ba<\/em><\/strong><\/p>\n<p><em>A restaura\u00e7\u00e3o \u00e9 uma opera\u00e7\u00e3o que deve ter car\u00e1ter excepcional. Tem por objetivo conservar e revelar os valores est\u00e9ticos e hist\u00f3ricos do monumento e fundamenta-se no respeito ao material original e aos documentos aut\u00eanticos. Termina onde come\u00e7a a hip\u00f3tese; no plano das reconstitui\u00e7\u00f5es conjeturais, todo trabalho complementar reconhecido como indispens\u00e1vel por raz\u00f5es est\u00e9ticas ou t\u00e9cnicas destacar-se-\u00e1 da composi\u00e7\u00e3o arquitet\u00f4nica e dever\u00e1 ostentar a marca do nosso tempo. A restaura\u00e7\u00e3o ser\u00e1 sempre precedida e acompanhada de um estudo arqueol\u00f3gico e hist\u00f3rico do monumento.<\/em><\/p>\n<p>Gabarito: ERRADA<\/p>\n<ol start=\"59\">\n<li><\/li>\n<\/ol>\n<p>A Declara\u00e7\u00e3o de Estocolmo, que estabelece crit\u00e9rios para preserva\u00e7\u00e3o e melhoria do meio ambiente, prop\u00f5e o uso preferencial de materiais recicl\u00e1veis nas a\u00e7\u00f5es de conserva\u00e7\u00e3o e preserva\u00e7\u00e3o do patrim\u00f4nio hist\u00f3rico.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p><strong><em>A Declara\u00e7\u00e3o de Estocolmo \u2013 1972<\/em><\/strong><\/p>\n<p><em>Foi realizada a Confer\u00eancia das Na\u00e7\u00f5es Unidas sobre o Meio Ambiente Humano, em Estocolmo, no ano de 1972, o documento divulgado chamado Declara\u00e7\u00e3o sobre o Ambiente Humano, tamb\u00e9m conhecido como Declara\u00e7\u00e3o de Estocolmo, atentou para a car\u00eancia de crit\u00e9rios comuns para preserva\u00e7\u00e3o e melhoria do meio ambiente.<\/em><\/p>\n<p><em>A Declara\u00e7\u00e3o evidencia itens como a necessidade de utiliza\u00e7\u00e3o consciente dos recursos n\u00e3o renov\u00e1veis; a import\u00e2ncia de n\u00e3o descartar subst\u00e2ncias que sejam prejudiciais aos ecossistemas; desenvolvimento econ\u00f4mico e social; atenua\u00e7\u00e3o das consequ\u00eancias dos graves problemas de subdesenvolvimento e desastres naturais; estabilidade econ\u00f4mica; pol\u00edticas ambientais; utiliza\u00e7\u00e3o de recursos para a preserva\u00e7\u00e3o ambiental; planejamento urbano; educa\u00e7\u00e3o ambiental; etc. (IPHAN \u2013 Declara\u00e7\u00e3o de Estocolmo, 1972).<\/em><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.portaleducacao.com.br\/conteudo\/artigos\/cotidiano\/cartas-patrimoniais\/61157\">https:\/\/www.portaleducacao.com.br\/conteudo\/artigos\/cotidiano\/cartas-patrimoniais\/61157<\/a><\/p>\n<p>A Declara\u00e7\u00e3o de Estocolmo traz 23 princ\u00edpios, entres os quais n\u00e3o temos a afirmativa do enunciado.<\/p>\n<p>Gabarito: ERRADA<\/p>\n<ol start=\"60\">\n<li><\/li>\n<\/ol>\n<p>De acordo com a Carta de Washington, todo acr\u00e9scimo de im\u00f3veis dever\u00e1 respeitar a organiza\u00e7\u00e3o espacial existente, devendo-se evitar a introdu\u00e7\u00e3o de elementos de car\u00e1ter contempor\u00e2neo, para n\u00e3o comprometer a harmonia do conjunto.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p>N\u00e3o faz muito sentido, n\u00e3o \u00e9 mesmo? \u00c9, totalmente, poss\u00edvel a conviv\u00eancia harm\u00f4nica do novo com o antigo. Na p\u00e1gina 7 da aula sobre Patrim\u00f4nio temos:<\/p>\n<ul>\n<li><em> <strong>\u00c9 poss\u00edvel a conviv\u00eancia do novo com o antigo?<\/strong><\/em><\/li>\n<\/ul>\n<p><em>N\u00e3o s\u00f3 \u00e9 poss\u00edvel como desej\u00e1vel, pois a arquitetura antiga e contempor\u00e2nea deve conviver harmoniosamente. Nos pa\u00edses europeus, por exemplo, isto acontece com vantagens at\u00e9 de ordem econ\u00f4mica.<\/em><\/p>\n<p>Mas, vamos a um resuminho da Carta de Washington:<\/p>\n<p><strong><em>CARTA DE WASHINGTON &#8211; 1986<\/em><\/strong><\/p>\n<p><em>A Carta de Washington foi criada pelo Conselho Internacional dos Monumentos e dos S\u00edtios (ICOMOS), no ano de 1986, em Washington (EUA), \u00e9 a Carta Internacional para a Salvaguarda das Cidades Hist\u00f3ricas. Este documento diz respeito \u00e0s grandes ou pequenas cidades, centros ou bairros hist\u00f3ricos, com seu ambiente natural ou edificado, que expressam valores pr\u00f3prios das civiliza\u00e7\u00f5es urbanas tradicionais.<\/em><\/p>\n<p><em>Salvaguardar as cidades hist\u00f3ricas significa adotar medidas para prote\u00e7\u00e3o, conserva\u00e7\u00e3o e restauro, assim como ao seu desenvolvimento coerente e \u00e0 sua adapta\u00e7\u00e3o harmoniosa \u00e0 vida contempor\u00e2nea.<\/em><\/p>\n<p><em>Os valores a preservar s\u00e3o:<\/em><\/p>\n<ul>\n<li><em> Forma urbana definida pela malha fundi\u00e1ria e pela rede vi\u00e1ria;<\/em><\/li>\n<li><em> As rela\u00e7\u00f5es entre edif\u00edcios, espa\u00e7os verdes e espa\u00e7os livres;<\/em><\/li>\n<li><em> A forma e o aspecto dos edif\u00edcios (interior e exterior) definidos pela sua estrutura, volume, estilo, escala, materiais, cor e decora\u00e7\u00e3o;<\/em><\/li>\n<li><em> As rela\u00e7\u00f5es da cidade com o seu ambiente natural ou criado pelo homem;<\/em><\/li>\n<li><em> As voca\u00e7\u00f5es diversas da cidade adquiridas ao longo da sua hist\u00f3ria.<\/em><\/li>\n<\/ul>\n<p><em>Segundo esta Carta, qualquer ataque a estes valores comprometeria a autenticidade da cidade hist\u00f3rica (IPHAN \u2013 Carta de Washington, 1986).<\/em><\/p>\n<p><strong><em>CARTA DE WASHINGTON &#8211; 1987<\/em><\/strong><\/p>\n<p><em>A Carta de Washington, de 1987, \u00e9 conhecida como a Carta Internacional para a Salvaguarda das Cidades Hist\u00f3ricas e descreve sobre cidades e centros\/bairros hist\u00f3ricos que expressam valores hist\u00f3ricos amea\u00e7ados, seja por degrada\u00e7\u00e3o, desestrutura\u00e7\u00e3o ou destrui\u00e7\u00e3o.<\/em><\/p>\n<p><em>Como um complemento \u00e0 Carta de Veneza, de 1964, este documento tra\u00e7a princ\u00edpios, objetivos, m\u00e9todos e instrumentos que visam \u00e0 prote\u00e7\u00e3o da qualidade das cidades hist\u00f3ricas (IPHAN \u2013 Carta de Washington, 1987).<\/em><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.portaleducacao.com.br\/conteudo\/artigos\/cotidiano\/cartas-patrimoniais\/61157\">https:\/\/www.portaleducacao.com.br\/conteudo\/artigos\/cotidiano\/cartas-patrimoniais\/61157<\/a><\/p>\n<p>Gabarito: ERRADA<\/p>\n<ol start=\"61\">\n<li><\/li>\n<\/ol>\n<p>Conforme a Carta de Burra, a reconstru\u00e7\u00e3o consiste na revers\u00e3o de um s\u00edtio (lugar, \u00e1rea, terreno, paisagem, edif\u00edcio, grupo de edif\u00edcios) a um estado anterior conhecido e distingue-se do restauro pela introdu\u00e7\u00e3o de material novo na f\u00e1brica (que corresponde a todo o material f\u00edsico do s\u00edtio).<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p>No artigo 1\u00ba da Carta de Burra, temos v\u00e1rias defini\u00e7\u00f5es e a seguinte para reconstru\u00e7\u00e3o:<\/p>\n<p><em>A reconstru\u00e7\u00e3o ser\u00e1 o restabelecimento, com o m\u00e1ximo de exatid\u00e3o, de um estado anterior conhecido; ela se distingue pela introdu\u00e7\u00e3o na subst\u00e2ncia existente de materiais diferentes, sejam novos ou antigos. A reconstru\u00e7\u00e3o n\u00e3o deve ser confundida, nem com recria\u00e7\u00e3o, nem com a reconstitui\u00e7\u00e3o hipot\u00e9tica, ambas exclu\u00eddas do dom\u00ednio regulamentado pelas presentes orienta\u00e7\u00f5es.<\/em><\/p>\n<p>(ICOMOS, 1980)<\/p>\n<p>Vers\u00e3o revisada da Carta de Burra: (Est\u00e1 em ingl\u00eas no site do IPHAN).<\/p>\n<p><strong><em>Reconstru\u00e7\u00e3o<\/em><\/strong><em> significa a revers\u00e3o de um s\u00edtio a um estado anterior conhecido e distingue-se do restauro pela introdu\u00e7\u00e3o de material novo na f\u00e1brica<\/em>.<\/p>\n<p><em>(O material novo pode incluir materiais reciclados recuperados de outros s\u00edtios. Isto n\u00e3o deve ser feito com preju\u00edzo para qualquer s\u00edtio com significado cultural.)<\/em><\/p>\n<p><strong><em>S\u00edtio<\/em><\/strong><em> significa lugar, \u00e1rea, terreno, paisagem, edif\u00edcio e outras obras, grupo de edif\u00edcios ou de outras obras, e pode incluir componentes, conte\u00fados, espa\u00e7os e vistas.<\/em><\/p>\n<p><em>(O conceito de s\u00edtio deve ser amplamente interpretado. Os elementos descritos no Artigo 1.1 incluem memoriais, \u00e1rvores, jardins, parques, lugares de acontecimentos hist\u00f3ricos, \u00e1reas urbanas, cidades, lugares industriais, s\u00edtios arqueol\u00f3gicos, religiosos e espirituais.)<\/em><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/5cidade.files.wordpress.com\/2008\/03\/carta-de-burra.pdf\">https:\/\/5cidade.files.wordpress.com\/2008\/03\/carta-de-burra.pdf<\/a><\/p>\n<p>Gabarito: CERTA<\/p>\n<ol start=\"62\">\n<li><\/li>\n<\/ol>\n<p>Tanto a Carta de Nara quanto a Carta de Bras\u00edlia tratam da quest\u00e3o da autenticidade: a primeira sob uma \u00f3tica abrangente, e a segunda com enfoque na realidade latino-americana, sobretudo a do Cone Sul, caracterizado por uma identidade fortemente marcada por uma heran\u00e7a multicultural.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p>Parte do esquema-resumo da p\u00e1gina 7 da nossa aula sobre Patrim\u00f4nio:<\/p>\n<table width=\"604\">\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"51\"><strong>1994<\/strong><\/td>\n<td width=\"76\"><strong>Nara<\/strong><\/td>\n<td width=\"206\"><strong>Confer\u00eancia de Nara<\/strong><\/p>\n<p><strong>Confer\u00eancia sobre autenticidade em rela\u00e7\u00e3o a conven\u00e7\u00e3o do Patrim\u00f4nio Mundial<\/strong><\/td>\n<td width=\"271\"><strong>Considera a diversidade cultural e de patrim\u00f4nio.<\/strong> <strong>Discuss\u00e3o sobre &#8220;valores e autenticidade&#8221;, amparados na Carta de Veneza.<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"51\">1995<\/td>\n<td width=\"76\">Bras\u00edlia<\/td>\n<td width=\"206\">Carta de Bras\u00edlia<\/p>\n<p>Documento regional do Cone Sul sobre autenticidade<\/td>\n<td width=\"271\">A necessidade de discutir a quest\u00e3o da &#8220;autenticidade&#8221;, diante da realidade regional &#8220;de uma cultura sincretista e de uma cultura de resist\u00eancia&#8221;. Autenticidade e identidade; Autenticidade e mensagem; Autenticidade e contexto; Autenticidade e materialidade; Gradua\u00e7\u00e3o da autenticidade; Conserva\u00e7\u00e3o da autenticidade.<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong><em>CONFER\u00caNCIA DE NARA &#8211; 1994<\/em><\/strong><\/p>\n<p><em>A Confer\u00eancia de Nara, realizada em 1994 no Jap\u00e3o, trata sobre Autenticidade em rela\u00e7\u00e3o a Conven\u00e7\u00e3o do Patrim\u00f4nio Mundial. Este documento traz o reconhecimento do valor da autenticidade do patrim\u00f4nio, assunto j\u00e1 comentado em 1964 na Carta de Veneza, por\u00e9m, visando estudos cient\u00edficos, planos de conserva\u00e7\u00e3o e restaura\u00e7\u00e3o, etc. (IPHAN \u2013 Confer\u00eancia de Nara, 1994).<\/em><\/p>\n<p><strong><em>CARTA BRAS\u00cdLIA &#8211; 1995<\/em><\/strong><\/p>\n<p><em>Novamente o tema de Autenticidade \u00e9 abordado, dessa vez em Bras\u00edlia, no ano de 1995. Representantes do Cone Sul discutem a quest\u00e3o diante da situa\u00e7\u00e3o regional de uma cultura \u201csincretista\u201d e de resist\u00eancia, no qual relaciona a autenticidade e a identidade; autenticidade e a mensagem; autenticidade e o contexto; a autenticidade e a materialidade. Outros pontos s\u00e3o levantados como a gradua\u00e7\u00e3o e a conserva\u00e7\u00e3o da autenticidade (IPHAN \u2013 Carta Bras\u00edlia, 1995).<\/em><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.portaleducacao.com.br\/conteudo\/artigos\/cotidiano\/cartas-patrimoniais\/61157\">https:\/\/www.portaleducacao.com.br\/conteudo\/artigos\/cotidiano\/cartas-patrimoniais\/61157<\/a><\/p>\n<p>Gabarito: CERTA<\/p>\n<p>Com base nas disposi\u00e7\u00f5es da Lei n.\u00ba 6.766\/1979 (Lei de Parcelamento do Solo Urbano) e da Lei n.\u00ba 10.257\/2001 (Estatuto da Cidade), julgue os seguintes itens.<\/p>\n<ol start=\"63\">\n<li><\/li>\n<\/ol>\n<p>A ocupa\u00e7\u00e3o de im\u00f3vel urbano com \u00e1rea total de at\u00e9 250 m2 por cinco anos ininterruptos, sem que tenha havido contesta\u00e7\u00f5es, dar\u00e1 ao ocupante o direito \u00e0 usucapi\u00e3o desse im\u00f3vel, ainda que ele seja propriet\u00e1rio de outro im\u00f3vel urbano.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p>Vamos ao Estatuto da Cidade:<\/p>\n<p><strong>Se\u00e7\u00e3o V<\/strong><\/p>\n<p><strong>Da usucapi\u00e3o especial de im\u00f3vel urbano<\/strong><\/p>\n<p>Art. 9\u00ba Aquele que possuir como sua \u00e1rea ou edifica\u00e7\u00e3o urbana de at\u00e9 duzentos e cinquenta metros quadrados, por cinco anos, ininterruptamente e sem oposi\u00e7\u00e3o, utilizando-a para sua moradia ou de sua fam\u00edlia, adquirir-lhe-\u00e1 o dom\u00ednio, desde que n\u00e3o seja propriet\u00e1rio de outro im\u00f3vel urbano ou rural.<\/p>\n<p>(Lei Federal, 2001)<\/p>\n<p>Gabarito: ERRADA<\/p>\n<ol start=\"64\">\n<li><\/li>\n<\/ol>\n<p>Situa\u00e7\u00e3o hipot\u00e9tica: Um terreno urbano com cerca de 300 m\u00b2 \u00e9 ocupado, h\u00e1 seis anos consecutivos, por uma dezena de fam\u00edlias de baixa renda, para sua moradia. No terreno, contudo, n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel identificar as \u00e1reas ocupadas por cada fam\u00edlia. Assertiva: Nessa condi\u00e7\u00e3o, o terreno poder\u00e1 ser usucapiado coletivamente.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p>Correta! Bem interessante essa quest\u00e3o.<\/p>\n<p>Vamos, de novo, ao nosso querido Estatuto da Cidade:<\/p>\n<p>Art. 10.\u00a0 Os n\u00facleos urbanos informais existentes sem oposi\u00e7\u00e3o h\u00e1 mais de cinco anos e cuja \u00e1rea total dividida pelo n\u00famero de possuidores seja inferior a duzentos e cinquenta metros quadrados por possuidor s\u00e3o suscet\u00edveis de serem usucapidos coletivamente, desde que os possuidores n\u00e3o sejam propriet\u00e1rios de outro im\u00f3vel urbano ou rural.\u00a0\u00a0\u00a0 (Reda\u00e7\u00e3o dada pela lei n\u00ba 13.465, de 2017)<\/p>\n<p>Gabarito: CERTA<\/p>\n<ol start=\"65\">\n<li><\/li>\n<\/ol>\n<p>De acordo com a Lei n.\u00ba 6.766\/1979, o interessado em executar um projeto de loteamento em determinado munic\u00edpio da Federa\u00e7\u00e3o dever\u00e1 solicitar \u00e0 prefeitura municipal, mediante requerimento e apresenta\u00e7\u00e3o da planta elucidativa dos im\u00f3veis, a defini\u00e7\u00e3o das diretrizes para o uso do solo e para o tra\u00e7ado dos lotes, do sistema vi\u00e1rio, dos espa\u00e7os livres e das \u00e1reas reservadas para equipamento urbano e comunit\u00e1rio, antes da elabora\u00e7\u00e3o do projeto.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p>Correta! Vamos \u00e0 Lei 6.766\/79:<\/p>\n<p><strong>CAP\u00cdTULO III<\/strong><\/p>\n<p><strong>Do Projeto de Loteamento<\/strong><\/p>\n<p><strong>Art. 6\u00ba.<\/strong> Antes da elabora\u00e7\u00e3o do projeto de loteamento, o interessado dever\u00e1 solicitar \u00e0 Prefeitura Municipal, ou ao Distrito Federal quando for o caso, que defina as diretrizes para o uso do solo, tra\u00e7ado dos lotes, do sistema vi\u00e1rio, dos espa\u00e7os livres e das \u00e1reas reservadas para equipamento urbano e comunit\u00e1rio, apresentando, para este fim, requerimento e planta do im\u00f3vel contendo, pelo menos:<\/p>\n<p>I &#8211; as divisas da gleba a ser loteada;<\/p>\n<p>II &#8211; as curvas de n\u00edvel \u00e0 dist\u00e2ncia adequada, quando exigidas por lei estadual ou municipal;<\/p>\n<p>III &#8211; a localiza\u00e7\u00e3o dos cursos d\u2019\u00e1gua, bosques e constru\u00e7\u00f5es existentes;<\/p>\n<p>IV &#8211; a indica\u00e7\u00e3o dos arruamentos cont\u00edguos a todo o per\u00edmetro, a localiza\u00e7\u00e3o das vias de comunica\u00e7\u00e3o, das \u00e1reas livres, dos equipamentos urbanos e comunit\u00e1rios existentes no local ou em suas adjac\u00eancias, com as respectivas dist\u00e2ncias da \u00e1rea a ser loteada;<\/p>\n<p>V &#8211; o tipo de uso predominante a que o loteamento se destina;<\/p>\n<p>VI &#8211; as caracter\u00edsticas, dimens\u00f5es e localiza\u00e7\u00e3o das zonas de uso cont\u00edguas.<\/p>\n<p><em>(Brasil, 1979)<\/em><\/p>\n<p>Gabarito: CERTA<\/p>\n<p>Quanto \u00e0 regulariza\u00e7\u00e3o fundi\u00e1ria, julgue os itens subsecutivos.<\/p>\n<ol start=\"66\">\n<li><\/li>\n<\/ol>\n<p>Uma propriedade n\u00e3o regularizada e ocupada simplesmente para moradia cumpre uma fun\u00e7\u00e3o social.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p>A dica que dou para resolvermos as quest\u00f5es do CESPE e transformarmos o enunciado em pergunta:<\/p>\n<p>Uma propriedade n\u00e3o regularizada e ocupada simplesmente para moradia cumpre uma fun\u00e7\u00e3o social?<\/p>\n<p>Sim, cumpre <strong>uma<\/strong> fun\u00e7\u00e3o social, embora n\u00e3o possamos afirmar se essa propriedade cumpre sua fun\u00e7\u00e3o social, a qual depende de outros fatores.<\/p>\n<p>De acordo com o Estatuto da Cidade, temos:<\/p>\n<p><strong>CAP\u00cdTULO III<\/strong><\/p>\n<p><strong>DO PLANO DIRETOR<\/strong><\/p>\n<p><strong>Art. 39.<\/strong> A propriedade urbana cumpre sua fun\u00e7\u00e3o social quando atende \u00e0s exig\u00eancias fundamentais de ordena\u00e7\u00e3o da cidade expressas no plano diretor, assegurando o atendimento das necessidades dos cidad\u00e3os quanto \u00e0 qualidade de vida, \u00e0 justi\u00e7a social e ao desenvolvimento das atividades econ\u00f4micas, respeitadas as diretrizes previstas no art. 2\u00b0 desta Lei.<\/p>\n<p>A fun\u00e7\u00e3o social da propriedade resulta na observ\u00e2ncia, por parte do propriet\u00e1rio, do \u201cpapel produtivo a ser desempenhado pela propriedade, passando pelo respeito \u00e0 ecologia, ao cumprimento \u00e0 legisla\u00e7\u00e3o social, trabalhista e urban\u00edstica\u201d.<\/p>\n<p>Gabarito: CERTA<\/p>\n<ol start=\"67\">\n<li><\/li>\n<\/ol>\n<p>Os procedimentos de regulariza\u00e7\u00e3o fundi\u00e1ria de quilombos, aldeias ind\u00edgenas e outras comunidades tradicionais, como ribeirinhos ou cai\u00e7aras, s\u00e3o os mesmos empregados nas a\u00e7\u00f5es de regulariza\u00e7\u00e3o de terrenos urbanos em geral, pois todas essas formas de ocupa\u00e7\u00e3o s\u00e3o consideradas invas\u00f5es a serem integradas ao contexto legal das cidades.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p>Errada. As formas de ocupa\u00e7\u00e3o e regulariza\u00e7\u00e3o s\u00e3o diferentes.<\/p>\n<p>De acordo com o Decreto 6.040, de 7 de fevereiro de 2007, que institui a Pol\u00edtica Nacional de Desenvolvimento Sustent\u00e1vel dos Povos e Comunidades Tradicionais, temos:<\/p>\n<p>Art. 3\u00b0 Para os fins deste Decreto e do seu Anexo compreende-se por:<\/p>\n<p>I &#8211; Povos e Comunidades Tradicionais: grupos culturalmente diferenciados e que se reconhecem como tais, que possuem formas pr\u00f3prias de organiza\u00e7\u00e3o social, que ocupam e usam territ\u00f3rios e recursos naturais como condi\u00e7\u00e3o para sua reprodu\u00e7\u00e3o cultural, social, religiosa, ancestral e econ\u00f4mica, utilizando conhecimentos, inova\u00e7\u00f5es e pr\u00e1ticas gerados e transmitidos pela tradi\u00e7\u00e3o;<\/p>\n<p><strong>ANEXO <\/strong><\/p>\n<p><strong>POL\u00cdTICA NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO SUSTENT\u00c1VEL DOS POVOS E COMUNIDADES TRADICIONAIS<\/strong><\/p>\n<p><strong>(&#8230;)<\/strong><\/p>\n<p><strong>OBJETIVOS ESPEC\u00cdFICOS<\/strong><\/p>\n<p>Art. 3\u00ba S\u00e3o objetivos espec\u00edficos da PNPCT:<\/p>\n<p>I &#8211; garantir aos povos e comunidades tradicionais seus territ\u00f3rios, e o acesso aos recursos naturais que tradicionalmente utilizam para sua reprodu\u00e7\u00e3o f\u00edsica, cultural e econ\u00f4mica;<\/p>\n<p>A Constitui\u00e7\u00e3o Federal, por meio do artigo 215, determina que o Estado proteja as manifesta\u00e7\u00f5es culturais populares, ind\u00edgenas e afro-brasileiras, e as de outros grupos participantes do processo civilizat\u00f3rio nacional.<\/p>\n<p>No artigo 216, a Constitui\u00e7\u00e3o Federal determina que deve ser promovido e protegido pelo Poder P\u00fablico o patrim\u00f4nio cultural brasileiro, considerando tanto os bens de natureza material quanto imaterial \u2013 o jeito de se expressar, ser e viver \u2013 dos diferentes grupos formadores da sociedade brasileira.<\/p>\n<p>Entre esses diferentes grupos formadores da sociedade brasileira est\u00e3o os povos ind\u00edgenas, as comunidades quilombolas, os extrativistas, os pescadores artesanais, os geraizeiros, os veredeiros, os vazanteiros, os apanhadores de flores sempre-vivas, os faiscadores.<\/p>\n<p>A CF\/88 traz um cap\u00edtulo sobre os \u00edndios: (Presid\u00eancia da Rep\u00fablica, 1988)<\/p>\n<p><strong>CAP\u00cdTULO VIII<\/strong><\/p>\n<p><strong>DOS \u00cdNDIOS<\/strong><\/p>\n<p>Art. 231. S\u00e3o reconhecidos aos \u00edndios sua organiza\u00e7\u00e3o social, costumes, l\u00ednguas, cren\u00e7as e tradi\u00e7\u00f5es, e os direitos origin\u00e1rios sobre as terras que tradicionalmente ocupam, competindo \u00e0 Uni\u00e3o demarca-las, proteger e fazer respeitar todos os seus bens.<\/p>\n<ul>\n<li>1\u00ba S\u00e3o terras tradicionalmente ocupadas pelos \u00edndios as por eles habitadas em car\u00e1ter permanente, as utilizadas para suas atividades produtivas, as imprescind\u00edveis \u00e0 preserva\u00e7\u00e3o dos recursos ambientais necess\u00e1rios a seu bem-estar e as necess\u00e1rias a sua reprodu\u00e7\u00e3o f\u00edsica e cultural, segundo seus usos, costumes e tradi\u00e7\u00f5es.<\/li>\n<li>2\u00ba As terras tradicionalmente ocupadas pelos \u00edndios destinam-se a sua posse permanente, cabendo-lhes o usufruto exclusivo das riquezas do solo, dos rios e dos lagos nelas existentes.<\/li>\n<li>3\u00ba O aproveitamento dos recursos h\u00eddricos, inclu\u00eddos os potenciais energ\u00e9ticos, a pesquisa e a lavra das riquezas minerais em terras ind\u00edgenas s\u00f3 podem ser efetivados com autoriza\u00e7\u00e3o do Congresso Nacional, ouvidas as comunidades afetadas, ficando-lhes assegurada participa\u00e7\u00e3o nos resultados da lavra, na forma da lei.<\/li>\n<li>4\u00ba As terras de que trata este artigo s\u00e3o inalien\u00e1veis e indispon\u00edveis, e os direitos sobre elas, imprescrit\u00edveis.<\/li>\n<li>5\u00ba \u00c9 vedada a remo\u00e7\u00e3o dos grupos ind\u00edgenas de suas terras, salvo, &#8220;ad referendum&#8221; do Congresso Nacional, em caso de cat\u00e1strofe ou epidemia que ponha em risco sua popula\u00e7\u00e3o, ou no interesse da soberania do Pa\u00eds, ap\u00f3s delibera\u00e7\u00e3o do Congresso Nacional, garantido, em qualquer hip\u00f3tese, o retorno imediato logo que cesse o risco.<\/li>\n<li>6\u00ba S\u00e3o nulos e extintos, n\u00e3o produzindo efeitos jur\u00eddicos, os atos que tenham por objeto a ocupa\u00e7\u00e3o, o dom\u00ednio e a posse das terras a que se refere este artigo, ou a explora\u00e7\u00e3o das riquezas naturais do solo, dos rios e dos lagos nelas existentes, ressalvado relevante interesse p\u00fablico da Uni\u00e3o, segundo o que dispuser lei complementar, n\u00e3o gerando a nulidade e a extin\u00e7\u00e3o direito a indeniza\u00e7\u00e3o ou a a\u00e7\u00f5es contra a Uni\u00e3o, salvo, na forma da lei, quanto \u00e0s benfeitorias derivadas da ocupa\u00e7\u00e3o de boa f\u00e9.<\/li>\n<li>7\u00ba N\u00e3o se aplica \u00e0s terras ind\u00edgenas o disposto no art. 174, \u00a7 3\u00ba e \u00a7 4\u00ba.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Art. 232. Os \u00edndios, suas comunidades e organiza\u00e7\u00f5es s\u00e3o partes leg\u00edtimas para ingressar em ju\u00edzo em defesa de seus direitos e interesses, intervindo o Minist\u00e9rio P\u00fablico em todos os atos do processo.<\/p>\n<p>A Lei n\u00ba 13.465\/2017 trata sobre a regulariza\u00e7\u00e3o fundi\u00e1ria rural e urbana:<\/p>\n<p>Art. 1\u00b0\u00a0 Esta Lei disp\u00f5e sobre a regulariza\u00e7\u00e3o fundi\u00e1ria rural e urbana, sobre a liquida\u00e7\u00e3o de cr\u00e9ditos concedidos aos assentados da reforma agr\u00e1ria e sobre a regulariza\u00e7\u00e3o fundi\u00e1ria no \u00e2mbito da Amaz\u00f4nia Legal; institui mecanismos para aprimorar a efici\u00eancia dos procedimentos de aliena\u00e7\u00e3o de im\u00f3veis da Uni\u00e3o; e d\u00e1 outras provid\u00eancias.<\/p>\n<p>O t\u00edtulo I trata da regulariza\u00e7\u00e3o fundi\u00e1ria rural e o t\u00edtulo II trata da regulariza\u00e7\u00e3o fundi\u00e1ria urbana.<\/p>\n<p>Gabarito: ERRADA<\/p>\n<p>A respeito da defini\u00e7\u00e3o de desenho universal e dos princ\u00edpios do desenho universal, julgue os itens a seguir.<\/p>\n<ol start=\"68\">\n<li><\/li>\n<\/ol>\n<p>Possui um desenho universal o objeto ou a edifica\u00e7\u00e3o cujas propor\u00e7\u00f5es sejam pass\u00edveis de adapta\u00e7\u00f5es, mas estejam nos padr\u00f5es formais contempor\u00e2neos.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p>Nada a ver. O conceito de Desenho Universal segundo a NBR 9050:2015 \u00e9:<\/p>\n<p><strong>3.1.16<\/strong><\/p>\n<p><strong>desenho universal<\/strong><\/p>\n<p>concep\u00e7\u00e3o de produtos, ambientes, programas e servi\u00e7os a serem utilizados por todas as pessoas, sem necessidade de adapta\u00e7\u00e3o ou projeto espec\u00edfico, incluindo os recursos de tecnologia assistiva<\/p>\n<p>NOTA O conceito de desenho universal tem como pressupostos: equipara\u00e7\u00e3o das possibilidades de uso, flexibilidade no uso, uso simples e intuitivo, capta\u00e7\u00e3o da informa\u00e7\u00e3o, toler\u00e2ncia ao erro, m\u00ednimo esfor\u00e7o f\u00edsico, dimensionamento de espa\u00e7os para acesso, uso e intera\u00e7\u00e3o de todos os usu\u00e1rios. \u00c9 composto por sete princ\u00edpios, descritos no Anexo A.<\/p>\n<p>Gabarito: ERRADA<\/p>\n<ol start=\"69\">\n<li><\/li>\n<\/ol>\n<p>O desenho universal atende ao princ\u00edpio do uso equitativo quando os elementos representados proporcionam seguran\u00e7a e s\u00e3o \u00fateis e seguros para diferentes pessoas, sem segregar nenhum usu\u00e1rio.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p>Ainda segundo a NBR 9050:2015, temos:<\/p>\n<p><strong>Anexo A<\/strong><\/p>\n<p><strong>(informativo)<\/strong><\/p>\n<p><strong>Desenho universal e seus princ\u00edpios<\/strong><\/p>\n<p>1) uso equitativo: \u00e9 a caracter\u00edstica do ambiente ou elemento espacial que faz com que ele possa ser usado por diversas pessoas, independentemente de idade ou habilidade. Para ter o uso equitativo deve-se: propiciar o mesmo significado de uso para todos; eliminar uma poss\u00edvel segrega\u00e7\u00e3o e estigmatiza\u00e7\u00e3o; promover o uso com privacidade, seguran\u00e7a e conforto, sem deixar de ser um ambiente atraente ao usu\u00e1rio;<\/p>\n<p>Gabarito: CERTA<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/08\/29023152\/v.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-138278\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/08\/29023152\/v.png\" alt=\"\" width=\"858\" height=\"742\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/08\/29023152\/v.png 858w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/08\/29023152\/v.png 300w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/08\/29023152\/v.png 768w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/08\/29023152\/v.png 610w\" sizes=\"auto, (max-width: 858px) 100vw, 858px\" \/><\/a><\/p>\n<p>A NBR 9050 apresenta as figuras precedentes para abordar a prote\u00e7\u00e3o contra queda ao longo de rotas acess\u00edveis: segmento A, segmento B e segmento C, em que h1 \u2264 60 cm e h2 &gt; 60 cm.<\/p>\n<p>Considerando a figura apresentada, as informa\u00e7\u00f5es a ela correspondentes e outros aspectos relacionados \u00e0 acessibilidade, julgue os pr\u00f3ximos itens, com base nas normas e na legisla\u00e7\u00e3o brasileira sobre acessibilidade.<\/p>\n<ol start=\"70\">\n<li><\/li>\n<\/ol>\n<p>De acordo com o Decreto n.\u00ba 5.296\/2004, um \u00f4nibus com plataforma elevat\u00f3ria veicular, com \u00e1reas reservadas para acomoda\u00e7\u00e3o de cadeira de rodas com ocupante e equipado com sistema de comunica\u00e7\u00e3o para informa\u00e7\u00e3o adaptado a usu\u00e1rios com defici\u00eancia visual ou auditiva \u00e9 considerado acess\u00edvel.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p>Certa.<\/p>\n<p><em><strong>Art. 34<\/strong>. Os sistemas de transporte coletivo s\u00e3o considerados acess\u00edveis quando todos os seus elementos s\u00e3o concebidos, organizados, implantados e adaptados segundo o conceito de desenho universal, garantindo o uso pleno com seguran\u00e7a e autonomia por todas as pessoas.<\/em><\/p>\n<p>Gabarito: CERTA<\/p>\n<ol start=\"71\">\n<li><\/li>\n<\/ol>\n<p>No segmento A da figura apresentada, n\u00e3o h\u00e1 nenhuma prote\u00e7\u00e3o contra queda.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/08\/29023238\/b.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-138279\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/08\/29023238\/b.png\" alt=\"\" width=\"792\" height=\"863\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/08\/29023238\/b.png 792w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/08\/29023238\/b.png 275w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/08\/29023238\/b.png 768w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/08\/29023238\/b.png 610w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/08\/29023238\/b.png 120w\" sizes=\"auto, (max-width: 792px) 100vw, 792px\" \/><\/a><\/p>\n<p>No segmento A, h\u00e1 uma lateral em n\u00edvel com, pelo menos, 0,60 m, conforme figura acima, sendo uma prote\u00e7\u00e3o contra queda.<\/p>\n<p>Gabarito: ERRADA<\/p>\n<ol start=\"72\">\n<li><\/li>\n<\/ol>\n<p>Os segmentos B e C da figura protegem o usu\u00e1rio na rota acess\u00edvel; os recursos utilizados no segmento C s\u00e3o recomendados para desn\u00edveis maiores que 60 cm.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p>Correta, conforme a figura anterior e o pr\u00f3prio enunciado.<\/p>\n<p>Gabarito: CERTA<\/p>\n<p>Julgue os itens que se seguem, relativos \u00e0 acessibilidade em s\u00edtios tombados e em edif\u00edcios p\u00fablicos e privados.<\/p>\n<ol start=\"73\">\n<li><\/li>\n<\/ol>\n<p>O equacionamento das solu\u00e7\u00f5es de acessibilidade em s\u00edtios tombados \u00e9 condicionado \u00e0 avalia\u00e7\u00e3o do risco de comprometimento do valor hist\u00f3rico do s\u00edtio em raz\u00e3o da incorpora\u00e7\u00e3o dos equipamentos de acessibilidade, de modo que a imposi\u00e7\u00e3o de um limite espec\u00edfico para cada s\u00edtio deve ser estudada caso a caso.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p>Instru\u00e7\u00e3o Normativa IPHAN n\u00ba 01\/2003: (IPHAN, 2003)<\/p>\n<p>Gabarito: CERTA<\/p>\n<ol start=\"74\">\n<li><\/li>\n<\/ol>\n<p>Caso seja imposs\u00edvel adaptar \u00e1reas ou elementos de um im\u00f3vel p\u00fablico para torn\u00e1-los acess\u00edveis e visit\u00e1veis, as condi\u00e7\u00f5es de acessibilidade podem ser garantidas por meio de informa\u00e7\u00e3o visual, auditiva e t\u00e1til.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p>NBR 9050:2015:<\/p>\n<p><strong>10.2 Bens tombados<\/strong><\/p>\n<p><strong>10.2.1<\/strong> Todos os projetos de adapta\u00e7\u00e3o para acessibilidade de bens tombados devem obedecer \u00e0s condi\u00e7\u00f5es descritas nesta Norma, compatibilizando solu\u00e7\u00f5es com os crit\u00e9rios estabelecidos por \u00f3rg\u00e3os legisladores, e sempre garantindo os conceitos de acessibilidade.<\/p>\n<p><strong>10.2.2<\/strong> No caso de s\u00edtios, \u00e1reas ou elementos considerados inacess\u00edveis ou com visita\u00e7\u00e3o restrita, deve-se garantir o acesso por meio de informa\u00e7\u00e3o visual, auditiva ou t\u00e1til das \u00e1reas ou dos elementos cuja adapta\u00e7\u00e3o seja impratic\u00e1vel, com divulga\u00e7\u00e3o das condi\u00e7\u00f5es de acessibilidade do bem patrimonial informadas com anteced\u00eancia ao visitante e vinculadas a todo material publicit\u00e1rio.<\/p>\n<p>Gabarito: CERTA<\/p>\n<p>Por hoje, \u00e9 s\u00f3!<\/p>\n<p>Abra\u00e7os! Boa sorte!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pessoal, trago parte da prova do IPHAN comentada, depois, a postarei na \u00edntegra na \u00e1rea do aluno. Vamos l\u00e1! Conhecimentos Espec\u00edficos Arquitetura \u00e9, antes de mais nada, constru\u00e7\u00e3o; mas, constru\u00e7\u00e3o concebida com o prop\u00f3sito primordial de ordenar e organizar o espa\u00e7o para determinada finalidade e com determinada inten\u00e7\u00e3o. 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