{"id":1332892,"date":"2024-01-10T01:49:07","date_gmt":"2024-01-10T04:49:07","guid":{"rendered":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/?p=1332892"},"modified":"2024-01-10T01:49:09","modified_gmt":"2024-01-10T04:49:09","slug":"informativo-stf-comentado-revisao-2023-3-civil-e-processo-civil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/informativo-stf-comentado-revisao-2023-3-civil-e-processo-civil\/","title":{"rendered":"Informativo STF Comentado &#8211; Revis\u00e3o 2023.3 Civil e Processo Civil"},"content":{"rendered":"\n<p>Informativo do STF\u00a0<strong>COMENTADO<\/strong>. N\u00e3o paramos nem nas f\u00e9rias! Bora revisar o que de mais importante apareceu em 2023, em nossa parte 3 rumando para Direito Civil e Processo Civil. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><strong><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2024\/01\/10014840\/stf-rev-23-iii-civil-processo.pdf\" rel=\"sponsored nofollow\">DOWNLOAD do PDF<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"lyte-wrapper\" style=\"width:853px;max-width:100%;margin:5px;\"><div class=\"lyMe\" id=\"WYL_16e6zVVFuiQ\"><div id=\"lyte_16e6zVVFuiQ\" data-src=\"\/\/i.ytimg.com\/vi\/16e6zVVFuiQ\/hqdefault.jpg\" class=\"pL\"><div class=\"tC\"><div class=\"tT\"><\/div><\/div><div class=\"play\"><\/div><div class=\"ctrl\"><div class=\"Lctrl\"><\/div><div class=\"Rctrl\"><\/div><\/div><\/div><noscript><a href=\"https:\/\/youtu.be\/16e6zVVFuiQ\" rel=\"nofollow\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i.ytimg.com\/vi\/16e6zVVFuiQ\/0.jpg\" alt=\"YouTube video thumbnail\" width=\"853\" height=\"460\" \/><br \/>Assista a este v\u00eddeo no YouTube<\/a><\/noscript><\/div><\/div><div class=\"lL\" style=\"max-width:100%;width:853px;margin:5px;\"><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<h1 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-direito-civil\"><a>DIREITO <\/a>CIVIL<\/h1>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-1-nbsp-nbsp-nbsp-responsabilidade-civil-do-estado-e-morte-de-cidadao-em-acao-policial-armada\"><a>1.&nbsp;&nbsp;&nbsp; Responsabilidade civil do Estado e morte de cidad\u00e3o em a\u00e7\u00e3o policial armada<\/a><\/h2>\n\n\n\n<p><a><strong>AGRAVO EM RECURSO EXTRAORDIN\u00c1RIO<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n<p>No caso de v\u00edtima atingida por proj\u00e9til de arma de fogo durante uma opera\u00e7\u00e3o policial, \u00e9 dever do Estado, em decorr\u00eancia de sua responsabilidade civil objetiva, provar a exclus\u00e3o do nexo causal entre o ato e o dano, pois ele \u00e9 presumido.<\/p>\n\n\n\n<p>ARE 1.382.159 AgR\/RJ, relator Ministro Nunes Marques, redator do ac\u00f3rd\u00e3o Ministro Gilmar Mendes (Info 1089)<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-1-1-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-situacao-fatica\"><a>1.1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Situa\u00e7\u00e3o F\u00c1TICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<p>Um menino dormia em sua casa quando foi atingido na cabe\u00e7a por uma bala perdida. A situa\u00e7\u00e3o ocorreu durante uma opera\u00e7\u00e3o na favela carioca. A fam\u00edlia ajuizou a\u00e7\u00e3o em face do estado carioca requerendo indeniza\u00e7\u00e3o. Ocorre que, de alguma forma, o proj\u00e9til n\u00e3o foi encontrado, raz\u00e3o pela qual o RJ sustenta que seria imposs\u00edvel atribuir a responsabilidade da morte ao estado, j\u00e1 que n\u00e3o haveria como provar que o tiro teria sido efetuado por policiais.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-1-2-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-analise-estrategica\"><a>1.2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-1-2-1-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-questao-juridica\"><a>1.2.1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Quest\u00e3o JUR\u00cdDICA.<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p>&nbsp;CPC\/2015: \u201cArt. 373. O \u00f4nus da prova incumbe: (&#8230;)<a><\/a>&nbsp;II &#8211; ao r\u00e9u, quanto \u00e0 exist\u00eancia de fato impeditivo, modificativo ou extintivo do direito do autor.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-1-2-2-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-ha-responsabilidade-estatal\"><a>1.2.2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; H\u00e1 responsabilidade estatal?<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> <strong>Yeaph!!!!<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>No contexto de incurs\u00f5es policiais, comprovado o confronto armado entre agentes estatais e criminosos (a\u00e7\u00e3o), e a les\u00e3o ou morte de cidad\u00e3o (dano) por disparo de arma de fogo (nexo), o Estado deve comprovar a ocorr\u00eancia de hip\u00f3teses interruptivas da rela\u00e7\u00e3o de causalidade.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>A a\u00e7\u00e3o de agentes estatais \u2014 munidos de armamento letal, em \u00e1rea urbana densamente povoada, deflagrando ou reagindo a confronto com criminosos \u2014 imp\u00f5e ao ente estatal a demonstra\u00e7\u00e3o da conformidade da interven\u00e7\u00e3o das for\u00e7as de seguran\u00e7a p\u00fablica<\/strong>, visto que possui condi\u00e7\u00f5es de elucidar as causas e circunst\u00e2ncias do evento danoso.<\/p>\n\n\n\n<p>A atribui\u00e7\u00e3o desse \u00f4nus probat\u00f3rio \u00e9 decorr\u00eancia l\u00f3gica do monop\u00f3lio estatal do uso da for\u00e7a e dos meios de investiga\u00e7\u00e3o. <strong>O Estado possui os meios para tanto<\/strong> \u2014 como c\u00e2meras corporais e peritos oficiais \u2014, <strong>cabendo-lhe averiguar as externalidades negativas de sua a\u00e7\u00e3o armada, coligindo evid\u00eancias e elaborando os laudos que permitam a identifica\u00e7\u00e3o das reais circunst\u00e2ncias da morte de civis<\/strong> desarmados dentro de sua pr\u00f3pria resid\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<p>Na esp\u00e9cie, a per\u00edcia foi inconclusiva sobre a origem do disparo. A v\u00edtima foi alvejada por proj\u00e9til de arma de fogo dentro de sua pr\u00f3pria casa, enquanto deitado na cama com sua m\u00e3e, quando ocorria incurs\u00e3o de agentes estatais armados, com disparos de armas de fogo. Assim, ausente a comprova\u00e7\u00e3o pelo Estado de caso fortuito, for\u00e7a maior, culpa exclusiva da v\u00edtima, fato de terceiro ou outra circunst\u00e2ncia interruptiva do nexo causal, mostra-se inafast\u00e1vel o dever de indenizar.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-1-2-3-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-resultado-final\"><a>1.2.3.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Resultado final.<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p>Com base nesse entendimento, a Segunda Turma, por maioria, deu provimento ao agravo interno e ao recurso extraordin\u00e1rio com agravo para julgar procedentes, em parte, os pedidos e condenar o Estado do Rio de Janeiro ao pagamento de compensa\u00e7\u00e3o por danos morais a parentes da v\u00edtima.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-2-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-contrato-de-transporte-aereo-internacional-de-passageiros-danos-morais\"><a>2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Contrato de transporte a\u00e9reo internacional de passageiros: danos morais<\/a><\/h2>\n\n\n\n<p><strong>AGRAVO EM RECURSO EXTRAORDIN\u00c1RIO<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Nos termos do art. 178 da Constitui\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica,&nbsp;as normas e os tratados internacionais limitadores da responsabilidade das transportadoras a\u00e9reas de passageiros,&nbsp;especialmente as&nbsp;Conven\u00e7\u00f5es de Vars\u00f3via e Montreal, t\u00eam preval\u00eancia em rela\u00e7\u00e3o ao C\u00f3digo de Defesa do Consumidor. O presente entendimento n\u00e3o se aplica \u00e0s hip\u00f3teses de danos extrapatrimoniais.<\/p>\n\n\n\n<p>ARE 766.618 ED\/SP, relator Ministro Lu\u00eds Roberto Barroso, julgamento finalizado em 30.11.2023 (Info 1119)<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-2-1-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-situacao-fatica\"><a>2.1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Situa\u00e7\u00e3o F\u00c1TICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<p>Em RE, o STF decidiu que os tratados internacionais sobre transporte a\u00e9reo de passageiros, ratificados pelo Brasil, t\u00eam preval\u00eancia sobre o C\u00f3digo de Defesa do Consumidor (CDC). Essa decis\u00e3o do Plen\u00e1rio reverteu ac\u00f3rd\u00e3o da Justi\u00e7a de S\u00e3o Paulo favor\u00e1vel \u00e0 passageira, que condenava a Air Canad\u00e1 ao pagamento de R$ 6 mil a t\u00edtulo de indeniza\u00e7\u00e3o por danos morais em raz\u00e3o de atraso de 12 horas em voo internacional.<\/p>\n\n\n\n<p>O STF entendeu no julgamento do Recurso Extraordin\u00e1rio com Agravo (ARE) 766618, de autoria da companhia a\u00e9rea, que o prazo de prescri\u00e7\u00e3o de a\u00e7\u00e3o de responsabilidade civil decorrente de atraso de voo internacional deveria seguir os par\u00e2metros da Conven\u00e7\u00e3o de Montreal, sucessora da Conven\u00e7\u00e3o de Vars\u00f3via, que \u00e9 de dois anos, e n\u00e3o do CDC, cuja prescri\u00e7\u00e3o \u00e9 de cinco anos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-2-2-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-analise-estrategica\"><a>2.2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-2-2-1-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-o-que-prevalece\"><a>2.2.1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O que prevalece<\/a>?<\/h4>\n\n\n\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> <strong>Depende! Danos morais ou materiais?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Nas hip\u00f3teses de danos morais decorrentes de contrato de transporte a\u00e9reo internacional de passageiros, o C\u00f3digo de Defesa do Consumidor prevalece sobre as normas e os tratados internacionais limitadores da responsabilidade das transportadoras a\u00e9reas<strong>(Conven\u00e7\u00f5es de Vars\u00f3via e Montreal).<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Posteriormente \u00e0 decis\u00e3o de m\u00e9rito do STF no presente caso, o STF consolidou orienta\u00e7\u00e3o no sentido de que n\u00e3o se aplicam as conven\u00e7\u00f5es de Vars\u00f3via e Montreal \u00e0s hip\u00f3teses de danos extrapatrimoniais decorrentes de contrato de transporte a\u00e9reo internacional.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-2-2-2-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-resultado-final\"><a>2.2.2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Resultado final.<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p>Com base nesse entendimento, o Plen\u00e1rio, por maioria, deu parcial provimento aos embargos de declara\u00e7\u00e3o, com efeitos infringentes, e negou provimento ao recurso extraordin\u00e1rio, reconhecendo a inaplicabilidade do prazo prescricional das Conven\u00e7\u00f5es de Vars\u00f3via e Montreal ao caso em julgamento, em que s\u00f3 houve condena\u00e7\u00e3o por danos morais. Em seguida, a tese do&nbsp;Tema 210 da repercuss\u00e3o geral&nbsp;foi reajustada para abranger o novo entendimento do Tribunal.<\/p>\n\n\n\n<h1 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-direito-processual-civil\">DIREITO PROCESSUAL CIVIL<\/h1>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-3-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-in-constitucionalidade-de-dispositivos-do-codigo-de-processo-civil-de-2015\"><a>3.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; (In)constitucionalidade de dispositivos do C\u00f3digo de Processo Civil de 2015<\/a><\/h2>\n\n\n\n<p><a><strong>A\u00c7\u00c3O DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n<p>(I) A edi\u00e7\u00e3o da Lei 13.105\/2015, conhecida como C\u00f3digo de Processo Civil de 2015 (CPC\/2015), consagrou o entendimento de que o processo n\u00e3o deve ser um fim em si mesmo, devendo-se buscar uma adequada media\u00e7\u00e3o entre o direito nele previsto e a sua realiza\u00e7\u00e3o pr\u00e1tica, a fim de torn\u00e1-lo efetivo, exigindo-se postura interpretativa orientada a reafirmar e refor\u00e7ar esse objetivo. (II) \u00c9 inconstitucional a regra de compet\u00eancia que autoriza que entes subnacionais sejam demandados em qualquer comarca do Pa\u00eds, pois a fixa\u00e7\u00e3o do foro deve se RESTRINGIR aos seus respectivos limites territoriais. (III) \u00c9 inconstitucional a obrigatoriedade de os dep\u00f3sitos judiciais e de valores de RPVs serem realizados somente em bancos oficiais (CPC\/2015, arts. 535, \u00a7 3\u00ba, II; e 840, I).<\/p>\n\n\n\n<p>ADI 5.492\/DF, relator Ministro Dias Toffoli, julgamento virtual finalizado em 24.4.2023 (Info 1092)<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-3-1-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-situacao-fatica\"><a>3.1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Situa\u00e7\u00e3o F\u00c1TICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<p>O governador do Rio de Janeiro ajuizou no STF a ADI 5492 contra dispositivos da Lei Federal 13.105\/2015, que instituiu o novo C\u00f3digo de Processo Civil. Para o estado, as inconstitucionalidades apontadas agridem valores fundamentais albergados pela Constitui\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica. Alega que foram claramente transgredidos os limites em que cabia ao legislador ordin\u00e1rio atuar.<\/p>\n\n\n\n<p>O governo estadual questiona, entre outras coisitas, a aplica\u00e7\u00e3o do CPC aos processos administrativos estaduais (artigo 15), a submiss\u00e3o dos estados-membros e o Distrito Federal ao foro de domic\u00edlio do autor da demanda jur\u00eddica, pela mera vontade deste. Isso, segundo a ADI, comprometeria a efetividade da garantia do contradit\u00f3rio, esvaziaria a Justi\u00e7a estadual como componente da auto-organiza\u00e7\u00e3o federativa e daria margem ao abuso de direito no processo.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-3-2-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-analise-estrategica\"><a>3.2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-3-2-1-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-questao-juridica\"><a>3.2.1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Quest\u00e3o JUR\u00cdDICA.<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p>CPC\/2015: \u201cArt. 46. A a\u00e7\u00e3o fundada em direito pessoal ou em direito real sobre bens m\u00f3veis ser\u00e1 proposta, em regra, no foro de domic\u00edlio do r\u00e9u. (&#8230;) \u00a7 5\u00ba A execu\u00e7\u00e3o fiscal ser\u00e1 proposta no foro de domic\u00edlio do r\u00e9u, no de sua resid\u00eancia ou no do lugar onde for encontrado. (&#8230;) Art. 52. \u00c9 competente o foro de domic\u00edlio do r\u00e9u para as causas em que seja autor Estado ou o Distrito Federal.<a><\/a>&nbsp;Par\u00e1grafo \u00fanico. Se Estado ou o Distrito Federal for o demandado, a a\u00e7\u00e3o poder\u00e1 ser proposta no foro de domic\u00edlio do autor, no de ocorr\u00eancia do ato ou fato que originou a demanda, no de situa\u00e7\u00e3o da coisa ou na capital do respectivo ente federado.\u201d<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-3-2-2-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-tratamento-uniforme\"><a>3.2.2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Tratamento uniforme?<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> <strong>Em federalismo tupiniquim, com certeza!<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O car\u00e1ter nacional e cogente do CPC\/2015 imp\u00f5e conferir tratamento uniforme a todos os jurisdicionados submetidos a processo no territ\u00f3rio brasileiro, n\u00e3o se permitindo que ele seja diverso em mat\u00e9ria processual conforme a unidade federada na qual ocorre o lit\u00edgio.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-3-2-3-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-e-a-regra-que-autoriza-os-estados-e-municipios-a-serem-demandados-onde-deus-quiser\">3.2.3.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; E a regra que autoriza os Estados e munic\u00edpios a serem demandados onde Deus quiser?<\/h4>\n\n\n\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> <strong>J\u00e1 era!<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><a>\u00c9 inconstitucional a regra de compet\u00eancia que autoriza que entes subnacionais sejam demandados em qualquer comarca do Pa\u00eds, <\/a>pois a fixa\u00e7\u00e3o do foro deve se RESTRINGIR aos seus respectivos limites territoriais.<\/p>\n\n\n\n<p>Deve ser conferida interpreta\u00e7\u00e3o conforme a Constitui\u00e7\u00e3o aos artigos 46, \u00a7 5\u00ba, e 52, par\u00e1grafo \u00fanico, ambos do CPC\/2015, no sentido de que <strong>a compet\u00eancia seja definida nos limites territoriais do respectivo estado ou do Distrito Federal, nos casos de promo\u00e7\u00e3o de execu\u00e7\u00e3o fiscal e de ajuizamento de a\u00e7\u00e3o em que qualquer deles seja demandado<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>A possibilidade de litigar em face da Uni\u00e3o em qualquer parte do Pa\u00eds (CF\/1988, art. 109, \u00a7\u00a7 1\u00ba e 2\u00ba) \u00e9 compat\u00edvel com a estrutura\u00e7\u00e3o nacional da Advocacia P\u00fablica federal. Contudo, estender essa previs\u00e3o aos entes subnacionais resulta na desconsidera\u00e7\u00e3o de sua prerrogativa constitucional de auto-organiza\u00e7\u00e3o (CF\/1988, arts. 18, 25 e 125) e da circunst\u00e2ncia de que sua atua\u00e7\u00e3o se desenvolve dentro dos seus limites territoriais.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-3-2-4-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-deposito-de-rpvs-somente-em-bancos-oficiais\">3.2.4.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Dep\u00f3sito de RPVs somente em bancos oficiais?<\/h4>\n\n\n\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong><strong> Limitou demais!<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><a>\u00c9 inconstitucional a obrigatoriedade de os dep\u00f3sitos judiciais e de valores de RPVs serem realizados somente em bancos oficiais <\/a>(CPC\/2015, arts. 535, \u00a7 3\u00ba, II; e 840, I).<\/p>\n\n\n\n<p>Essa determina\u00e7\u00e3o <strong>viola os princ\u00edpios da efici\u00eancia administrativa, da livre concorr\u00eancia e da livre iniciativa<\/strong>, assim como cerceia os entes federados, notadamente as justi\u00e7as estaduais, quanto ao exerc\u00edcio de suas autonomias.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-3-2-5-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-vale-deferir-tutela-de-evidencia\">3.2.5.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Vale deferir tutela de evid\u00eancia?<\/h4>\n\n\n\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong><strong> L\u00f3gico!<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>S\u00e3o constitucionais os dispositivos legais (CPC\/2015, arts. 9\u00ba, par\u00e1grafo \u00fanico, III; e 311, par\u00e1grafo \u00fanico) que, sem pr\u00e9via cita\u00e7\u00e3o do r\u00e9u, admitem a concess\u00e3o de tutela de evid\u00eancia quando os fatos alegados possam ser demonstrados documentalmente e a tese jur\u00eddica estiver consolidada em julgamento de casos repetitivos ou em s\u00famula vinculante.<\/p>\n\n\n\n<p>Assim, <strong>inexiste qualquer ofensa ao princ\u00edpio do contradit\u00f3rio caso haja justificativa razo\u00e1vel e proporcional para a posterga\u00e7\u00e3o do contradit\u00f3rio e desde que se abra a possibilidade de a parte se manifestar posteriormente<\/strong> acerca da decis\u00e3o que a afetou, ou sobre o ato do qual n\u00e3o participou.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-3-2-6-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-presume-se-a-repercussao-geral-de-re-que-impugna-declaracao-de-inconstitucionalidade\">3.2.6.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Presume-se a repercuss\u00e3o geral de RE que impugna declara\u00e7\u00e3o de inconstitucionalidade?<\/h4>\n\n\n\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong><strong> A\u00ed vale!<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 constitucional presun\u00e7\u00e3o de repercuss\u00e3o geral de recurso extraordin\u00e1rio que impugna ac\u00f3rd\u00e3o que tenha declarado inconstitucionalidade de tratado ou lei federal (CPC\/2015, art. 1.035, \u00a7 3\u00ba, III).<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Essa previs\u00e3o se fundamenta, em especial, na necessidade de uniformizar a aplica\u00e7\u00e3o de lei federal em todo o territ\u00f3rio nacional<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-3-2-7-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-por-fim-amarra-a-administracao-publica-as-teses-firmadas-em-casos-repetitivos-relacionados-a-prestacao-de-servicos-delegados\">3.2.7.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Por fim, amarra a Administra\u00e7\u00e3o P\u00fablica \u00e0s teses firmadas em casos repetitivos relacionados \u00e0 presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os delegados?<\/h4>\n\n\n\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong><strong> Amarrou geral!<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 constitucional a determina\u00e7\u00e3o de vincular a Administra\u00e7\u00e3o P\u00fablica \u00e0 efetiva aplica\u00e7\u00e3o de tese firmada no julgamento de casos repetitivos relacionados \u00e0 presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7o delegado (CPC\/2015, arts. 985, \u00a7 2\u00ba; e 1.040, IV).<\/p>\n\n\n\n<p>Ao ampliar os di\u00e1logos institucionais entre as entidades p\u00fablicas, <strong>essa medida assegura maior efetividade no cumprimento de decis\u00e3o judicial ao mesmo tempo em que densifica direitos garantidos constitucionalmente.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-3-2-8-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-resultado-final\"><a>3.2.8.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Resultado final.<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p>Com base nesses e em outros entendimentos, o Plen\u00e1rio, em aprecia\u00e7\u00e3o conjunta, por maioria, julgou parcialmente procedentes as a\u00e7\u00f5es para:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>i)&nbsp;declarar constitucionais a express\u00e3o \u201cadministrativos\u201d do art. 15; a express\u00e3o \u201cdos Estados, do Distrito Federal e dos Munic\u00edpios\u201d do art. 242, \u00a7 3\u00ba; a refer\u00eancia ao inciso II do art. 311 constante do art. 9\u00ba, par\u00e1grafo \u00fanico, II, e do art. 311, par\u00e1grafo \u00fanico; o art. 985, \u00a7 2\u00ba; e o art. 1.040, IV, todos do CPC\/2015;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Ii)&nbsp;atribuir interpreta\u00e7\u00e3o conforme a Constitui\u00e7\u00e3o ao art. 46, \u00a7 5\u00ba, do CPC\/2015, para restringir sua aplica\u00e7\u00e3o aos limites do territ\u00f3rio de cada ente subnacional ou ao local de ocorr\u00eancia do fato gerador;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>iii)&nbsp;atribuir interpreta\u00e7\u00e3o conforme a Constitui\u00e7\u00e3o ao art. 52, par\u00e1grafo \u00fanico, do CPC\/2015, para restringir a compet\u00eancia do foro de domic\u00edlio do autor \u00e0s comarcas inseridas nos limites territoriais do estado-membro ou do Distrito Federal que figure como r\u00e9u;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>iv)&nbsp;declarar a inconstitucionalidade da express\u00e3o \u201cde banco oficial\u201d, constante do art. 535, \u00a7 3\u00ba, II, do CPC\/2015, e conferir interpreta\u00e7\u00e3o conforme ao dispositivo para que se entenda que a \u201cag\u00eancia\u201d nele referida pode ser de institui\u00e7\u00e3o financeira p\u00fablica ou privada. Para dar cumprimento ao disposto na norma, poder\u00e1 a administra\u00e7\u00e3o do tribunal contratar banco oficial ou, caso assim opte, banco privado, hip\u00f3tese em que ser\u00e3o observadas a realidade do caso concreto, os regramentos legais e princ\u00edpios constitucionais aplic\u00e1veis e as normas do procedimento licitat\u00f3rio, visando \u00e0 escolha da proposta mais adequada para a administra\u00e7\u00e3o de tais recursos; e<\/p>\n\n\n\n<p>v)&nbsp;declarar a inconstitucionalidade da express\u00e3o \u201cna falta desses estabelecimentos\u201d do art. 840, I, do CPC\/2015, e conferir interpreta\u00e7\u00e3o conforme ao preceito para que se entenda que poder\u00e1 a administra\u00e7\u00e3o do tribunal efetuar os dep\u00f3sitos judiciais (a) no Banco do Brasil, na Caixa Econ\u00f4mica Federal ou em banco do qual o estado ou o Distrito Federal possua mais da metade do capital social integralizado, ou, (b) n\u00e3o aceitando o crit\u00e9rio preferencial proposto pelo legislador e observada a realidade do caso concreto, os regramentos legais e os princ\u00edpios constitucionais aplic\u00e1veis, realizar procedimento licitat\u00f3rio visando \u00e0 escolha da proposta mais adequada para a administra\u00e7\u00e3o dos recursos dos particulares.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-4-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-competencia-nbsp-para-julgar-acao-em-que-servidor-celetista-pleiteia-parcela-de-natureza-administrativa\"><a>4.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Compet\u00eancia&nbsp;para julgar a\u00e7\u00e3o em que servidor celetista pleiteia parcela de natureza administrativa<\/a><\/h2>\n\n\n\n<p><a><strong>RECURSO EXTRAORDIN\u00c1RIO<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>&nbsp;<\/strong>A Justi\u00e7a Comum \u00e9 competente para julgar a\u00e7\u00e3o ajuizada por servidor celetista contra o Poder P\u00fablico, em que se pleiteia parcela de natureza administrativa, modulando-se os efeitos da decis\u00e3o para manter na Justi\u00e7a do Trabalho, at\u00e9 o tr\u00e2nsito em julgado e correspondente execu\u00e7\u00e3o, os processos em que houver sido proferida senten\u00e7a de m\u00e9rito at\u00e9 a data de publica\u00e7\u00e3o da presente ata de julgamento.<\/p>\n\n\n\n<p>RE 1.288.440\/SP, relator Ministro Roberto Barroso, julgamento virtual finalizado em 30.6.2023 (Info 1102)<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-4-1-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-situacao-fatica\"><a>4.1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Situa\u00e7\u00e3o F\u00c1TICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<p>Craudete, servidora do Hospital das Cl\u00ednicas da USP e regida pelo regime celetista, ajuizou a\u00e7\u00e3o por meio da qual pleiteava que os c\u00e1lculos dos adicionais por tempo de servi\u00e7o (quinqu\u00eanios) incidissem sobre os vencimentos integrais. O Tribunal de Justi\u00e7a do Estado de S\u00e3o Paulo (TJ-SP) julgou a demanda ao entender que, ainda que subordinada \u00e0 CLT, Craudete se equipara a servidor p\u00fablico estadual e, est\u00e1 vinculada ao regime jur\u00eddico de direito administrativo, pelo que compete \u00e0 Justi\u00e7a Comum julgar a demanda.<\/p>\n\n\n\n<p>No STF, o Hospital das Cl\u00ednicas argumenta que a decis\u00e3o da Justi\u00e7a estadual contraria a jurisprud\u00eancia dominante da Corte (Tema 853) de que \u00e9 da Justi\u00e7a do Trabalho a compet\u00eancia para processar e julgar demandas sobre presta\u00e7\u00f5es de natureza trabalhista ajuizadas contra \u00f3rg\u00e3os da administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica por servidores p\u00fablicos que ingressaram em seus quadros, sem concurso p\u00fablico, antes da Constitui\u00e7\u00e3o Federal de 1988, sob regime da CLT.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-4-2-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-analise-estrategica\"><a>4.2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-4-2-1-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-a-quem-compete-julgar\">4.2.1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A quem compete julgar?<\/h4>\n\n\n\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> <strong>Justi\u00e7a COMUM!!!<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Compete \u00e0 Justi\u00e7a Comum o julgamento de a\u00e7\u00e3o na qual servidor celetista demanda parcela de natureza administrativa contra o Poder P\u00fablico<strong>.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Por se tratar de <strong>parcela administrativa, a causa de pedir e o pedido da a\u00e7\u00e3o fundamentam-se em norma estatut\u00e1ria<\/strong>. Assim, embora o v\u00ednculo do servidor seja de natureza celetista, a aprecia\u00e7\u00e3o do lit\u00edgio n\u00e3o comp\u00f5e a esfera de compet\u00eancia da Justi\u00e7a do Trabalho, conforme&nbsp;entendimento fixado pelo STF ao interpretar o art. 114, I, da Constitui\u00e7\u00e3o Federal de 1988.<\/p>\n\n\n\n<p>Ademais, <strong>por raz\u00f5es de seguran\u00e7a jur\u00eddica, os efeitos da decis\u00e3o devem ser modulados,&nbsp;a fim de manter na Justi\u00e7a trabalhista, at\u00e9 o tr\u00e2nsito em julgado e correspondente execu\u00e7\u00e3o<\/strong>, os processos em que proferida senten\u00e7a de m\u00e9rito at\u00e9 a data de publica\u00e7\u00e3o da ata do presente julgamento.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-4-2-2-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-resultado-final\">4.2.2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Resultado final.<\/h4>\n\n\n\n<p><a>Com base nesse entendimento, o Plen\u00e1rio, por maioria, ao apreciar o&nbsp;<\/a>Tema 1.143 da repercuss\u00e3o geral, negou provimento ao recurso extraordin\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-5-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-codigo-nbsp-de-processo-civil-regra-sobre-impedimentos-de-juizes\"><a><\/a><a>5.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <em>C\u00f3digo<\/em><\/a><em>&nbsp;de Processo Civil: regra sobre impedimentos de ju\u00edzes<\/em><\/h2>\n\n\n\n<p><a><strong>A\u00c7\u00c3O DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 inconstitucional \u2014 por violar os princ\u00edpios do juiz natural, da razoabilidade e da proporcionalidade \u2014 o inciso VIII do art. 114 do C\u00f3digo de Processo Civil&nbsp;(CPC\/2015), que estabelece que o magistrado est\u00e1 impedido de atuar nos processos em que a parte seja cliente do escrit\u00f3rio de advocacia de seu c\u00f4njuge, companheiro ou parente consangu\u00edneo ou afim, em linha reta ou colateral, at\u00e9 o terceiro grau, inclusive, ainda que essa mesma parte seja representada por advogado de escrit\u00f3rio diverso.<\/p>\n\n\n\n<p>ADI 5.953\/DF, relator Ministro Edson Fachin, redator do ac\u00f3rd\u00e3o Ministro Gilmar Mendes, julgamento virtual finalizado em 21.8.2023 (Info 1104)<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-5-1-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-situacao-fatica\"><a>5.1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Situa\u00e7\u00e3o F\u00c1TICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<p>A Associa\u00e7\u00e3o dos Magistrados Brasileiros (AMB) ajuizou no STF a ADI 5953 contra regra do C\u00f3digo de Processo Civil (CPC) que trata do impedimento de ju\u00edzes. Segundo o artigo 144, inciso VIII, do CPC, h\u00e1 impedimento do juiz nos processos em que figure como parte cliente do escrit\u00f3rio de advocacia de seu c\u00f4njuge, companheiro ou parente, consangu\u00edneo, mesmo que patrocinado por advogado de outro escrit\u00f3rio.<\/p>\n\n\n\n<p>A associa\u00e7\u00e3o afirma que a lei exige uma conduta imposs\u00edvel de ser observada por parte do magistrado e, por este motivo, a regra fere o princ\u00edpio constitucional da proporcionalidade.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo a entidade, o juiz n\u00e3o tem como saber que uma das partes \u00e9 cliente de advogado que se enquadre na regra de impedimento porque n\u00e3o h\u00e1 no processo nenhuma informa\u00e7\u00e3o quanto a esse fato objetivo. \u201c\u00c9 um impedimento que o juiz n\u00e3o pode, sozinho, verificar quando o processo lhe \u00e9 submetido \u00e0 conclus\u00e3o para exame e julgamento\u201d, argumenta.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-5-2-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-analise-estrategica\"><a>5.2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-5-2-1-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-questao-juridica\"><a>5.2.1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Quest\u00e3o JUR\u00cdDICA.<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p>CPC\/2015:&nbsp;<a><\/a>\u201cArt. 144. H\u00e1 impedimento do juiz, sendo-lhe vedado exercer suas fun\u00e7\u00f5es no processo:<a><\/a>&nbsp;(&#8230;)<a><\/a>&nbsp;VIII &#8211; em que figure como parte cliente do escrit\u00f3rio de advocacia de seu c\u00f4njuge, companheiro ou parente, consangu\u00edneo ou afim, em linha reta ou colateral, at\u00e9 o terceiro grau, inclusive, mesmo que patrocinado por advogado de outro escrit\u00f3rio;\u201d<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-5-2-2-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-norma-pouco-razoavel\"><a>5.2.2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Norma pouco razo\u00e1vel?<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> <strong>Aparentemente&#8230;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>As hip\u00f3teses de exce\u00e7\u00e3o de impedimento devem ser aferidas objetivamente pelo magistrado, de forma a viabilizar uma atua\u00e7\u00e3o imparcial e desinteressada.<\/p>\n\n\n\n<p>Nesse contexto, uma cl\u00e1usula aberta e excessivamente abrangente, como a prevista no dispositivo impugnado, \u00e9 irrazo\u00e1vel e inviabiliza, sobremaneira, a efetividade da jurisdi\u00e7\u00e3o, pois define causa de impedimento sem dar ao juiz o poder ou os meios para pesquisar a carteira de clientes do escrit\u00f3rio de seu familiar, limitando a sua averigua\u00e7\u00e3o \u00e0s informa\u00e7\u00f5es apresentadas por terceiros.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Ademais, a regra prevista pelo dispositivo impugnado gera uma presun\u00e7\u00e3o absoluta de impedimento, em contrariedade ao princ\u00edpio do juiz natural<\/strong> (CF\/1988, art. 5\u00ba, XXXVII e LIII).<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-5-2-3-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-resultado-final\"><a>5.2.3.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Resultado final.<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p>Com base nesse entendimento, o Plen\u00e1rio, por maioria, julgou procedente a a\u00e7\u00e3o para declarar a inconstitucionalidade do inciso VIII do art. 144 do&nbsp;CPC (Lei 13.105\/2015)<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-6-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-resolucao-nbsp-do-cnmp-utilizacao-das-interceptacoes-telefonicas-no-ambito-do-ministerio-publico\"><a><\/a><a>6.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <em>Resolu\u00e7\u00e3o<\/em><\/a><em>&nbsp;do CNMP: utiliza\u00e7\u00e3o das intercepta\u00e7\u00f5es telef\u00f4nicas no \u00e2mbito do Minist\u00e9rio P\u00fablico<\/em><\/h2>\n\n\n\n<p><strong>A\u00c7\u00c3O DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 constitucional o estabelecimento, por resolu\u00e7\u00e3o do CNPM, de cautelas procedimentais para prote\u00e7\u00e3o de dados sigilosos e garantia da efetividade dos elementos de prova colhidos via intercepta\u00e7\u00e3o telef\u00f4nica.<\/p>\n\n\n\n<p>ADI 5.315\/DF, relator Ministro Roberto Barroso, julgamento virtual finalizado em 1\u00ba.9.2023 (Info 1106)<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-6-1-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-situacao-fatica\"><a>6.1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Situa\u00e7\u00e3o F\u00c1TICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<p>A Associa\u00e7\u00e3o dos Delegados de Pol\u00edcia do Brasil (Adepol\/Brasil) a ADI 5315 no STF, contra a Resolu\u00e7\u00e3o n\u00ba 36, de 6 de abril de 2009, do Conselho Nacional do Minist\u00e9rio P\u00fablico (CNMP), que disp\u00f5e sobre o pedido e a utiliza\u00e7\u00e3o de intercepta\u00e7\u00f5es telef\u00f4nicas no \u00e2mbito do MP.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo a Adepol\/Brasil, a resolu\u00e7\u00e3o que instituiu \u201ca controvertida Central de Grampos\u201d (Sistema Guardi\u00e3o) viola a Constitui\u00e7\u00e3o Federal sob dois aspectos. No primeiro, por ofender a compet\u00eancia federal para legislar sobre direito processual (artigo 22, inciso I),&nbsp;e o princ\u00edpio da legalidade (artigo 5\u00ba, incisos II e XII), ao editar norma de conte\u00fado processual sem estatura legal. Em segundo lugar, por afrontar as fun\u00e7\u00f5es exclusivas de pol\u00edcia judici\u00e1ria (artigo 144, par\u00e1grafo 1\u00ba, inciso IV e par\u00e1grafo 4\u00ba).<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-6-2-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-analise-estrategica\"><a>6.2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-6-2-1-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-extrapola-a-competencia-do-cnmp\"><a>6.2.1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Extrapola a compet\u00eancia do CNMP?<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> <strong>Aparentemente, N\u00c3O!!!!<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 constitucional<strong>\u2014 por n\u00e3o extrapolar as compet\u00eancias do Conselho Nacional do Minist\u00e9rio P\u00fablico &#8211; CNMP (CF\/1988, art. 130-A, caput, \u00a7 2\u00ba, II), bem como n\u00e3o violar a compet\u00eancia privativa da Uni\u00e3o para legislar sobre direito processual (CF\/1988, art. 22, I), o princ\u00edpio da legalidade (CF\/1988, art. 5\u00ba, II) e a compet\u00eancia da Pol\u00edcia Judici\u00e1ria (CF\/1988, art. 144, \u00a7 1\u00ba, IV e \u00a7 4\u00ba) \u2014 <\/strong>a&nbsp;Resolu\u00e7\u00e3o 51\/2010 do CNMP,&nbsp;que disp\u00f5e sobre o pedido e a utiliza\u00e7\u00e3o das intercepta\u00e7\u00f5es telef\u00f4nicas no \u00e2mbito do Minist\u00e9rio P\u00fablico<strong>.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>O conte\u00fado dessa resolu\u00e7\u00e3o se insere na compet\u00eancia do CNMP para disciplinar os deveres funcionais dos membros do&nbsp;Parquet<\/strong>, entre os quais o dever de sigilo e o de zelar pela observ\u00e2ncia dos princ\u00edpios previstos no art. 37 da CF\/1988.<\/p>\n\n\n\n<p>O ato normativo impugnado versa sobre quest\u00f5es procedimentais, restringindo-se a uniformizar pr\u00e1ticas formais necess\u00e1rias a assegurar a lisura e a efici\u00eancia da atua\u00e7\u00e3o ministerial, sem as quais a investiga\u00e7\u00e3o poderia ser comprometida. Assim, ele d\u00e1 concretude ao princ\u00edpio da efici\u00eancia e se compatibiliza com os limites das atribui\u00e7\u00f5es do Conselho, al\u00e9m de regulamentar, de modo leg\u00edtimo, a Lei 9.296\/1996, dispondo sobre a atua\u00e7\u00e3o do Minist\u00e9rio P\u00fablico no seu cumprimento.<\/p>\n\n\n\n<p>Ademais, inexiste interfer\u00eancia nas atribui\u00e7\u00f5es legais e constitucionais da autoridade policial na condu\u00e7\u00e3o dos procedimentos de intercepta\u00e7\u00e3o telef\u00f4nica, em especial porque a resolu\u00e7\u00e3o n\u00e3o autoriza grava\u00e7\u00f5es&nbsp;<strong>intra murus<\/strong>&nbsp;nem confere ao&nbsp;<strong>Parquet&nbsp;<\/strong>legitimidade investigat\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-6-2-2-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-resultado-final\"><a>6.2.2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Resultado final.<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p>Com base nesses entendimentos, o Plen\u00e1rio, por maioria, julgou improcedente a a\u00e7\u00e3o, para declarar a constitucionalidade da&nbsp;Resolu\u00e7\u00e3o 51\/2010 do Conselho Nacional do Minist\u00e9rio P\u00fablico.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-7-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-condenacoes-da-fazenda-publica-transitadas-em-julgado-relacoes-juridicas-nao-tributarias-e-indice-de-juros-de-mora-aplicavel\"><a>7.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Condena\u00e7\u00f5es da Fazenda P\u00fablica transitadas em julgado: rela\u00e7\u00f5es jur\u00eddicas n\u00e3o tribut\u00e1rias e \u00edndice de juros de mora aplic\u00e1vel &#8211;<\/a><\/h2>\n\n\n\n<p><a><strong>RECURSO EXTRAORDIN\u00c1RIO<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 aplic\u00e1vel \u00e0s condena\u00e7\u00f5es da Fazenda P\u00fablica envolvendo rela\u00e7\u00f5es jur\u00eddicas n\u00e3o tribut\u00e1rias o \u00edndice de juros morat\u00f3rios estabelecido no art. 1\u00ba-F da Lei n. 9.494\/1997, na reda\u00e7\u00e3o dada pela Lei n. 11.960\/2009, a partir da vig\u00eancia da referida legisla\u00e7\u00e3o, mesmo havendo previs\u00e3o diversa em t\u00edtulo executivo judicial transitado em julgado.<\/p>\n\n\n\n<p>RE 1.317.982\/ES, relator Ministro Nunes Marques, julgamento virtual finalizado em 11.12.2023 (Info 1120)<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-7-1-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-situacao-fatica\"><a>7.1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Situa\u00e7\u00e3o F\u00c1TICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<p>O RE foi interposto pelo Instituto Nacional de Coloniza\u00e7\u00e3o e Reforma Agr\u00e1ria (Incra) contra decis\u00e3o do TRF-2, em disputa com o Sindicato de Servidores P\u00fablicos Federais do Esp\u00edrito Santo (Sindsep\/ES), que o condenou a reajustar os vencimentos dos servidores. A quest\u00e3o a ser discutida \u00e9 a validade dos juros morat\u00f3rios aplic\u00e1veis, em raz\u00e3o da tese firmada no RE 870947 (Tema 810), na execu\u00e7\u00e3o de t\u00edtulo judicial que tenha fixado expressamente \u00edndice diverso, como no caso.<\/p>\n\n\n\n<p>Nesse precedente, o Supremo fixou que o \u00edndice de corre\u00e7\u00e3o monet\u00e1ria dos d\u00e9bitos judiciais da Fazenda P\u00fablica deve ser o \u00cdndice de Pre\u00e7os ao Consumidor Amplo Especial (IPCA-E), e n\u00e3o mais a Taxa Referencial (TR). Para o TRF-2, o caso do Incra n\u00e3o se enquadra na tese fixada pelo STF no RE 870947, uma vez que n\u00e3o se trata de t\u00edtulo executivo omisso quanto ao \u00edndice a ser aplicado para compensa\u00e7\u00e3o da mora, mas de senten\u00e7a que determina, de forma expressa, a incid\u00eancia de juros de mora em 1%.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-7-2-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-analise-estrategica\"><a>7.2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-7-2-1-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-questao-juridica\"><a>7.2.1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Quest\u00e3o JUR\u00cdDICA.<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p>&nbsp;Lei 9.494\/1997, na reda\u00e7\u00e3o dada pela Lei 11.960\/2009: \u201cArt. 1\u00ba-F Nas condena\u00e7\u00f5es impostas \u00e0 Fazenda P\u00fablica, independentemente de sua natureza e para fins de atualiza\u00e7\u00e3o monet\u00e1ria, remunera\u00e7\u00e3o do capital e compensa\u00e7\u00e3o da mora, haver\u00e1 a incid\u00eancia uma \u00fanica vez, at\u00e9 o efetivo pagamento, dos \u00edndices oficiais de remunera\u00e7\u00e3o b\u00e1sica e juros aplicados \u00e0 caderneta de poupan\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-7-2-2-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-aplicavel-mesmo-se-houver-previsao-diversa-no-titulo-executivo\"><a>7.2.2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Aplic\u00e1vel mesmo se houver previs\u00e3o diversa no t\u00edtulo executivo?<\/a>?<\/h4>\n\n\n\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> <strong>Yeap!!!<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A partir da vig\u00eancia da Lei 9.494\/1997, na reda\u00e7\u00e3o dada pela Lei 11.960\/2009,&nbsp;o&nbsp;\u00edndice de juros morat\u00f3rios previsto em seu art. 1\u00ba-F \u00e9 o que deve incidir para as condena\u00e7\u00f5es da Fazenda P\u00fablica que envolvam rela\u00e7\u00f5es jur\u00eddicas n\u00e3o tribut\u00e1rias.<\/p>\n\n\n\n<p>O STF, <strong>ao julgar o&nbsp;RE 870.947\/SE&nbsp;(Tema 810 RG), declarou a constitucionalidade do referido dispositivo, especificamente quanto \u00e0 fixa\u00e7\u00e3o de juros morat\u00f3rios em condena\u00e7\u00f5es oriundas de rela\u00e7\u00e3o jur\u00eddica n\u00e3o tribut\u00e1ria, cuja incid\u00eancia deve se dar de forma imediata relativamente aos processos em andamento, inclusive aqueles em fase de execu\u00e7\u00e3o<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>Em virtude de os juros morat\u00f3rios constitu\u00edrem efeitos continuados do ato, a pretens\u00e3o de recebimento se renova todo m\u00eas, de modo que inexiste ofensa \u00e0 coisa julgada, pois n\u00e3o h\u00e1 desconstitui\u00e7\u00e3o do t\u00edtulo judicial exequendo, mas apenas aplica\u00e7\u00e3o de normas supervenientes cujos efeitos imediatos alcan\u00e7am situa\u00e7\u00f5es jur\u00eddicas pendentes, por for\u00e7a do princ\u00edpio&nbsp;<strong>tempus regit actum<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-7-2-3-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-resultado-final\"><a>7.2.3.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Resultado final.<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p>Com base nesse entendimento, o Plen\u00e1rio, por unanimidade, deu provimento ao recurso extraordin\u00e1rio para reformar o ac\u00f3rd\u00e3o recorrido, a fim de que seja aplicado o \u00edndice de juros morat\u00f3rios estabelecido pelo art. 1\u00ba-F da\u00a0Lei 9.494\/1997, na reda\u00e7\u00e3o dada pela\u00a0Lei 11.960\/2009, e fixou a tese supracitada.<\/p>\n\n\n\n<div data-wp-interactive=\"core\/file\" class=\"wp-block-file\"><object aria-label=\"Incorporar PDF\" data-wp-bind--hidden=\"!state.hasPdfPreview\" hidden><\/object><a id=\"wp-block-file--media-ea13804a-7123-4bdb-95d1-1c16e443a63e\" href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2024\/01\/10014840\/stf-rev-23-iii-civil-processo.pdf\">stf-rev-23-iii-civil-processo<\/a><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2024\/01\/10014840\/stf-rev-23-iii-civil-processo.pdf\" class=\"wp-block-file__button wp-element-button\" download aria-describedby=\"wp-block-file--media-ea13804a-7123-4bdb-95d1-1c16e443a63e\">Baixar<\/a><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Informativo do STF\u00a0COMENTADO. 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