{"id":1264865,"date":"2023-08-15T09:00:16","date_gmt":"2023-08-15T12:00:16","guid":{"rendered":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/?p=1264865"},"modified":"2023-08-15T09:27:45","modified_gmt":"2023-08-15T12:27:45","slug":"informativo-stj-781-comentado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/informativo-stj-781-comentado\/","title":{"rendered":"Informativo STJ 781 Comentado"},"content":{"rendered":"\n<p>De volta do recesso, Informativo n\u00ba 781 do STJ&nbsp;<strong>COMENTADO<\/strong>&nbsp;saindo do forno (quentinho) para quem est\u00e1 ligado aqui conosco no Estrat\u00e9gia Carreiras Jur\u00eddicas!<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2023\/08\/15092717\/stj-informativo-781.pdf\" rel=\"sponsored nofollow\">DOWNLOAD do PDF AQUI!<\/a><\/p>\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"lyte-wrapper\" style=\"width:853px;max-width:100%;margin:5px;\"><div class=\"lyMe\" id=\"WYL_R30L7YLiyrA\"><div id=\"lyte_R30L7YLiyrA\" data-src=\"\/\/i.ytimg.com\/vi\/R30L7YLiyrA\/hqdefault.jpg\" class=\"pL\"><div class=\"tC\"><div class=\"tT\"><\/div><\/div><div class=\"play\"><\/div><div class=\"ctrl\"><div class=\"Lctrl\"><\/div><div class=\"Rctrl\"><\/div><\/div><\/div><noscript><a href=\"https:\/\/youtu.be\/R30L7YLiyrA\" rel=\"nofollow\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i.ytimg.com\/vi\/R30L7YLiyrA\/0.jpg\" alt=\"YouTube video thumbnail\" width=\"853\" height=\"460\" \/><br \/>Assista a este v\u00eddeo no YouTube<\/a><\/noscript><\/div><\/div><div class=\"lL\" style=\"max-width:100%;width:853px;margin:5px;\"><\/div><figcaption><\/figcaption><\/figure>\n\n\n<h1 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-direito-administrativo\"><a>DIREITO ADMINISTRATIVO<\/a><\/h1>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-1-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-gratificacao-de-atividade-tributaria-e-transmutacao-em-vencimento-basico\"><a>1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Gratifica\u00e7\u00e3o de Atividade Tribut\u00e1ria e transmuta\u00e7\u00e3o em vencimento b\u00e1sico<\/a><\/h2>\n\n\n\n<p><strong>A\u00c7\u00c3O RESCIS\u00d3RIA<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O fato de a <a>Gratifica\u00e7\u00e3o de Atividade Tribut\u00e1ria &#8211; <\/a>GAT ser paga a todos os integrantes da carreira, constituindo-se em gratifica\u00e7\u00e3o gen\u00e9rica calculada sobre o vencimento b\u00e1sico, n\u00e3o implica a sua transmuta\u00e7\u00e3o em vencimento b\u00e1sico, categoria expressamente referida na legisla\u00e7\u00e3o, que n\u00e3o se confunde com as vantagens permanentes do cargo.<\/p>\n\n\n\n<p>AR 6.436-DF, Rel. Ministro Francisco Falc\u00e3o, Primeira Se\u00e7\u00e3o, por unanimidade, julgado em 12\/4\/2023, DJe 22\/6\/2023. (info 781)<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-1-1-nbsp-situacao-fatica\"><a>1.1.&nbsp; Situa\u00e7\u00e3o F\u00c1TICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<p>A Uni\u00e3o ajuizou a\u00e7\u00e3o rescis\u00f3ria em face de julgado do STJ. A tese da a\u00e7\u00e3o de que n\u00e3o seria poss\u00edvel reconhecer que a GAT \u00e9 inerente ao cargo, e, ao mesmo tempo, negar-lhe o car\u00e1ter de vencimento.<\/p>\n\n\n\n<p>No feito origin\u00e1rio, trata-se de a\u00e7\u00e3o ordin\u00e1ria na qual Auditores Fiscais da Receita Federal buscavam a incorpora\u00e7\u00e3o da Gratifica\u00e7\u00e3o de Atividade Tribut\u00e1ria \u00e0s suas remunera\u00e7\u00f5es b\u00e1sicas.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-1-2-nbsp-analise-estrategica\"><a>1.2.&nbsp; An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-1-2-1-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-possivel-a-transmutacao-em-vencimento-basico\"><a>1.2.1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Poss\u00edvel a transmuta\u00e7\u00e3o em vencimento b\u00e1sico?<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> <strong>Nooops!!!<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A Gratifica\u00e7\u00e3o de Atividade Tribut\u00e1ria &#8211; GAT, criada pela Lei n. 10.910\/2004, bem como suas antecessoras, n\u00e3o se transmuda em sua natureza para se tornar vencimento b\u00e1sico, apenas por sua forma gen\u00e9rica, que a difere daquelas que exigem determinado desempenho ou atividade espec\u00edfica para sua percep\u00e7\u00e3o, como as denominadas gratifica\u00e7\u00f5es de desempenho que integram o conceito de gratifica\u00e7\u00f5es&nbsp;<em>propter laborem<\/em>.<\/p>\n\n\n\n<p>O legislador expressamente <strong>distinguiu as parcelas remunerat\u00f3rias em vencimento b\u00e1sico, vencimentos e remunera\u00e7\u00e3o<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>A gratifica\u00e7\u00e3o em tela nada mais \u00e9 que uma vantagem permanente relativa ao cargo, criada pelo legislador, e que integra os vencimentos (soma do vencimento b\u00e1sico com as vantagens permanentes relativas ao cargo) do titular do cargo, n\u00e3o se confundindo com o vencimento b\u00e1sico.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Desponta flagrante a viola\u00e7\u00e3o de literal disposi\u00e7\u00e3o de lei ao se transmudar a natureza de gratifica\u00e7\u00e3o da parcela remunerat\u00f3ria, de vantagem permanente \u00e0 de vencimento b\u00e1sico, que comp\u00f5e a pr\u00f3pria base de c\u00e1lculo da gratifica\u00e7\u00e3o em tela, em evidente superposi\u00e7\u00e3o de valores<\/strong>, o que, al\u00e9m de afrontar a literal disposi\u00e7\u00e3o de lei, implica inadmiss\u00edvel&nbsp;<em>bis in idem<\/em>, consagrado pela norma jur\u00eddica, a constituir odioso efeito cascata na remunera\u00e7\u00e3o dos servidores p\u00fablicos.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-1-2-2-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-resultado-final\"><a>1.2.2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Resultado final.<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p>O fato de a Gratifica\u00e7\u00e3o de Atividade Tribut\u00e1ria &#8211; GAT ser paga a todos os integrantes da carreira, constituindo-se em gratifica\u00e7\u00e3o gen\u00e9rica calculada sobre o vencimento b\u00e1sico, n\u00e3o implica a sua transmuta\u00e7\u00e3o em vencimento b\u00e1sico, categoria expressamente referida na legisla\u00e7\u00e3o, que n\u00e3o se confunde com as vantagens permanentes do cargo.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-2-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-im-possibilidade-da-inclusao-do-adicional-de-gestao-educacional-na-base-de-calculo-da-vpni\"><a>2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; (Im)Possibilidade da inclus\u00e3o do Adicional de Gest\u00e3o Educacional na base de c\u00e1lculo da VPNI<\/a><\/h2>\n\n\n\n<p><strong>AGRAVO INTERNO NO AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O <a>Adicional de Gest\u00e3o Educacional<\/a>, institu\u00eddo pela Lei n. 9.640\/1998, para o servidor investido em cargo de dire\u00e7\u00e3o ou fun\u00e7\u00e3o gratificada das Institui\u00e7\u00f5es Federais de Ensino, n\u00e3o pode ser inclu\u00eddo na base de c\u00e1lculo da Vantagem Pessoal Nominalmente Identific\u00e1vel &#8211; VPNI, sob pena de&nbsp;bis in idem.<\/p>\n\n\n\n<p>AgInt no AREsp 2.233.221-RS, Rel. Ministro Benedito Gon\u00e7alves, Primeira Turma, por unanimidade, julgado em 19\/6\/2023, DJe 21\/6\/2023. (info 781)<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-2-1-nbsp-situacao-fatica\"><a>2.1.&nbsp; Situa\u00e7\u00e3o F\u00c1TICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<p>Craudete, servidora p\u00fablica federal atuante na \u00e1rea da educa\u00e7\u00e3o, ajuizou a\u00e7\u00e3o por meio da qual requereu que o Adicional de Gest\u00e3o Educacional, institu\u00eddo pela Lei n. 9.640\/1998, para o servidor investido em cargo de dire\u00e7\u00e3o ou fun\u00e7\u00e3o gratificada das Institui\u00e7\u00f5es Federais de Ensino, fosse inclu\u00eddo na base de c\u00e1lculo da Vantagem Pessoal Nominalmente Identific\u00e1vel \u2013 VPNI.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-2-2-nbsp-analise-estrategica\"><a>2.2.&nbsp; An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-2-2-1-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-bis-in-idem\"><a>2.2.1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Bis in idem?<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> <strong>Aparentemente, SIM!!!<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O STJ possui entendimento no sentido de n\u00e3o ser poss\u00edvel a inclus\u00e3o do Adicional de Gest\u00e3o Educacional (AGE), institu\u00eddo pela Lei 9.640\/1998 e adicionado \u00e0 remunera\u00e7\u00e3o dos servidores p\u00fablicos detentores de cargo em comiss\u00e3o ou fun\u00e7\u00e3o gratificada, na base de c\u00e1lculo para incorpora\u00e7\u00e3o dos denominados &#8220;quintos&#8221; (AgRg no REsp n. 1.515.313\/RS, relator Ministro Mauro Campbell Marques, Segunda Turma, DJe 12\/8\/2015).<\/p>\n\n\n\n<p>No caso, o Tribunal de origem n\u00e3o fez refer\u00eancia alguma ao teor do t\u00edtulo executivo. Notadamente ateve-se apenas \u00e0s disposi\u00e7\u00f5es legais para concluir que &#8220;a Medida Provis\u00f3ria n. 2.245-45\/2001, ao referir-se aos arts. 3\u00ba e 10 da Lei n. 8.911\/1994, autorizou a incorpora\u00e7\u00e3o dos quintos ou d\u00e9cimos decorrentes do exerc\u00edcio de fun\u00e7\u00f5es de confian\u00e7a no per\u00edodo de 8\/4\/1998 a 4\/9\/2001. E <strong>a Lei n\u00e3o faz expressa distin\u00e7\u00e3o \u00e0s parcelas, componentes da remunera\u00e7\u00e3o do cargo em comiss\u00e3o, que seriam pass\u00edveis de incorpora\u00e7\u00e3o<\/strong>. Desse modo, sendo o Adicional de Gest\u00e3o Educacional &#8211; AGE parcela integrante da remunera\u00e7\u00e3o dos ocupantes de cargos de dire\u00e7\u00e3o e de fun\u00e7\u00f5es gratificadas das Institui\u00e7\u00f5es Federais de Ensino, deve ser considerado para fins de atualiza\u00e7\u00e3o do valor da parcela&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>Ocorre, por\u00e9m, que dita conclus\u00e3o encontra-se em DESCOMPASSO com a jurisprud\u00eancia do STJ no sentido de que<strong> o Adicional de Gest\u00e3o Educacional, institu\u00eddo pela Lei n. 9.640\/1998, para o servidor investido em cargo de dire\u00e7\u00e3o ou fun\u00e7\u00e3o gratificada das Institui\u00e7\u00f5es Federais de Ensino, n\u00e3o pode ser inclu\u00eddo na base de c\u00e1lculo da VPNI, sob pena de&nbsp;<em>bis in idem<\/em><\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-2-2-2-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-resultado-final\"><a>2.2.2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Resultado final.<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p>O Adicional de Gest\u00e3o Educacional, institu\u00eddo pela Lei n. 9.640\/1998, para o servidor investido em cargo de dire\u00e7\u00e3o ou fun\u00e7\u00e3o gratificada das Institui\u00e7\u00f5es Federais de Ensino, n\u00e3o pode ser inclu\u00eddo na base de c\u00e1lculo da Vantagem Pessoal Nominalmente Identific\u00e1vel &#8211; VPNI, sob pena de&nbsp;<em>bis in idem<\/em>.<\/p>\n\n\n\n<h1 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-direito-civil\"><a>DIREITO CIVIL<\/a><\/h1>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-3-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-in-viabilidade-da-imposicao-de-obrigacao-de-indenizacao-de-danos-morais-sem-demonstracao-do-prejuizo-no-contesto-de-propaganda-comparativa-ofensiva\"><a>3.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; (In)Viabilidade da imposi\u00e7\u00e3o de obriga\u00e7\u00e3o de indeniza\u00e7\u00e3o de danos morais sem demonstra\u00e7\u00e3o do preju\u00edzo no contesto de propaganda comparativa ofensiva.<\/a><\/h2>\n\n\n\n<p><strong>AGRAVO INTERNO NOS EMBARGOS DECLARAT\u00d3RIOS NO RECURSO ESPECIAL<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>No contexto de propaganda comparativa ofensiva, n\u00e3o \u00e9 vi\u00e1vel impor a obriga\u00e7\u00e3o de indeniza\u00e7\u00e3o por danos materiais sem a devida demonstra\u00e7\u00e3o de preju\u00edzo.<\/p>\n\n\n\n<p>AgInt nos EDcl no REsp 1.770.411-RJ, Rel. Ministro Jo\u00e3o Ot\u00e1vio de Noronha, Rel. para ac\u00f3rd\u00e3o Ministro Raul Ara\u00fajo, Quarta Turma, por maioria, julgado em 14\/2\/2023, DJe 5\/7\/2023(info 781)<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-3-1-nbsp-situacao-fatica\"><a>3.1.&nbsp; Situa\u00e7\u00e3o F\u00c1TICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<p>Lada do Brasil, fabricante de autom\u00f3veis, veiculou um filme publicit\u00e1rio no qual comparava o desempenho de picape de sua fabrica\u00e7\u00e3o com o da picape da concorr\u00eancia. Ocorre que o v\u00eddeo fez isso de forma ofensiva, ridicularizando e denegrindo o ve\u00edculo da montadora rival.<\/p>\n\n\n\n<p>Inconformada, Seat Brasil ajuizou a\u00e7\u00e3o por meio da qual requereu a condena\u00e7\u00e3o de Lada ao pagamento de danos morais e materiais.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-3-2-nbsp-analise-estrategica\"><a>3.2.&nbsp; An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-3-2-1-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-para-a-condenacao-em-danos-materiais-necessario-demonstrar-o-efetivo-prejuizo\"><a>3.2.1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Para a condena\u00e7\u00e3o em danos materiais, necess\u00e1rio demonstrar o efetivo preju\u00edzo?<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> <strong>Com certeza!!!<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Em Direito de Marcas, <strong>o dano material \u00e9 reconhecido por lei, que estabelece os crit\u00e9rios de como objetivamente realizar-se-\u00e1 a indeniza\u00e7\u00e3o desse dano.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>No entanto, na presente hip\u00f3tese, trata-se de propaganda comparativa ofensiva, n\u00e3o h\u00e1 confus\u00e3o entre marcas, nem falsifica\u00e7\u00e3o de s\u00edmbolo ou indu\u00e7\u00e3o do consumidor a confundir uma marca por outra. Ao contr\u00e1rio, n\u00e3o se faz confus\u00e3o entre as marcas, a propaganda as distingue bem, at\u00e9 para enaltecer uma marca em face das outras marcas comparadas, que s\u00e3o il\u00edcita e indevidamente apontadas e identificadas como marcas de produtos de qualidade inferior ou deficiente.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Tem-se, portanto, propaganda comparativa, claramente ofensiva, e o dano moral&nbsp;<em>in re ipsa<\/em>&nbsp;foi acertadamente reconhecido<\/strong>. Por\u00e9m, \u00e9 invi\u00e1vel a condena\u00e7\u00e3o ao pagamento de indeniza\u00e7\u00e3o por danos materiais sem a efetiva comprova\u00e7\u00e3o de preju\u00edzo.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 equivocado o reconhecimento de um dano material&nbsp;<em>in re ipsa<\/em>&nbsp;sem expressa previs\u00e3o legal, a partir da utiliza\u00e7\u00e3o comparativa, por mera analogia, de viola\u00e7\u00e3o de direito marc\u00e1rio, esta sim com indicativos objetivos na Lei de Propriedade Industrial.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>O reconhecimento de dano material&nbsp;<em>in re ipsa<\/em>, sem expressa previs\u00e3o legal, a dispensar a comprova\u00e7\u00e3o m\u00ednima de exist\u00eancia desse dano, \u00e9 indevida, invi\u00e1vel<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-3-2-2-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-resultado-final\"><a>3.2.2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Resultado final.<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p>No contexto de propaganda comparativa ofensiva, n\u00e3o \u00e9 vi\u00e1vel impor a obriga\u00e7\u00e3o de indeniza\u00e7\u00e3o por danos materiais sem a devida demonstra\u00e7\u00e3o de preju\u00edzo.<\/p>\n\n\n\n<h1 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-direito-processual-civil\"><a>DIREITO PROCESSUAL CIVIL<\/a><\/h1>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-4-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-cabimento-dos-honorarios-de-sucumbencia-na-fase-de-cumprimento-quando-a-liquidacao-ostentar-carater-litigioso\"><a>4.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Cabimento dos honor\u00e1rios de sucumb\u00eancia na fase de cumprimento quando a liquida\u00e7\u00e3o ostentar car\u00e1ter litigioso<\/a><\/h2>\n\n\n\n<p><strong>AGRAVO INTERNO NO AGRAVO INTERNO NO RECURSO ESPECIAL<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Incide a regra geral do art. 85, \u00a7 1\u00ba, do CPC, que autoriza o cabimento dos honor\u00e1rios de sucumb\u00eancia na fase de cumprimento, quando a liquida\u00e7\u00e3o ostentar car\u00e1ter litigioso.<\/p>\n\n\n\n<p>AgInt no AgInt no REsp 1.955.594-MG, Rel. Ministro Paulo S\u00e9rgio Domingues, Primeira Turma, por unanimidade, julgado em 29\/5\/2023, DJe 6\/6\/2023. (info 781)<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-4-1-nbsp-situacao-fatica\"><a>4.1.&nbsp; Situa\u00e7\u00e3o F\u00c1TICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<p>Em uma execu\u00e7\u00e3o individual de senten\u00e7a proferida em mandado de seguran\u00e7a, o ju\u00edzo arbitrou honor\u00e1rios de sucumb\u00eancia, ante o car\u00e1ter litigioso da liquida\u00e7\u00e3o. Inconformado, o Estado de Minas Gerais interp\u00f4s sucessivos recursos nos quais sustenta n\u00e3o serem devidos honor\u00e1rios advocat\u00edcios em fase de liquida\u00e7\u00e3o de senten\u00e7a proferida em mandado de seguran\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-4-2-nbsp-analise-estrategica\"><a>4.2.&nbsp; An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-4-2-1-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-questao-juridica\"><a>4.2.1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Quest\u00e3o JUR\u00cdDICA.<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p>CPC\/2015:<\/p>\n\n\n\n<p>Art. 85. A senten\u00e7a condenar\u00e1 o vencido a pagar honor\u00e1rios ao advogado do vencedor.<\/p>\n\n\n\n<p><a><\/a>\u00a7 1\u00ba S\u00e3o devidos honor\u00e1rios advocat\u00edcios na reconven\u00e7\u00e3o, no cumprimento de senten\u00e7a, provis\u00f3rio ou definitivo, na execu\u00e7\u00e3o, resistida ou n\u00e3o, e nos recursos interpostos, cumulativamente.<\/p>\n\n\n\n<p><a><\/a>\u00a7 2\u00ba Os honor\u00e1rios ser\u00e3o fixados entre o m\u00ednimo de dez e o m\u00e1ximo de vinte por cento sobre o valor da condena\u00e7\u00e3o, do proveito econ\u00f4mico obtido ou, n\u00e3o sendo poss\u00edvel mensur\u00e1-lo, sobre o valor atualizado da causa, atendidos:<\/p>\n\n\n\n<p><a><\/a>I &#8211; o grau de zelo do profissional;<\/p>\n\n\n\n<p><a><\/a>II &#8211; o lugar de presta\u00e7\u00e3o do servi\u00e7o;<\/p>\n\n\n\n<p><a><\/a>III &#8211; a natureza e a import\u00e2ncia da causa;<\/p>\n\n\n\n<p><a><\/a>IV &#8211; o trabalho realizado pelo advogado e o tempo exigido para o seu servi\u00e7o.<\/p>\n\n\n\n<p><a><\/a>\u00a7 3\u00ba Nas causas em que a Fazenda P\u00fablica for parte, a fixa\u00e7\u00e3o dos honor\u00e1rios observar\u00e1 os crit\u00e9rios estabelecidos nos incisos I a IV do \u00a7 2\u00ba e os seguintes percentuais:<\/p>\n\n\n\n<p><a><\/a>I &#8211; m\u00ednimo de dez e m\u00e1ximo de vinte por cento sobre o valor da condena\u00e7\u00e3o ou do proveito econ\u00f4mico obtido at\u00e9 200 (duzentos) sal\u00e1rios-m\u00ednimos;<\/p>\n\n\n\n<p><a><\/a>II &#8211; m\u00ednimo de oito e m\u00e1ximo de dez por cento sobre o valor da condena\u00e7\u00e3o ou do proveito econ\u00f4mico obtido acima de 200 (duzentos) sal\u00e1rios-m\u00ednimos at\u00e9 2.000 (dois mil) sal\u00e1rios-m\u00ednimos;<\/p>\n\n\n\n<p><a><\/a>III &#8211; m\u00ednimo de cinco e m\u00e1ximo de oito por cento sobre o valor da condena\u00e7\u00e3o ou do proveito econ\u00f4mico obtido acima de 2.000 (dois mil) sal\u00e1rios-m\u00ednimos at\u00e9 20.000 (vinte mil) sal\u00e1rios-m\u00ednimos;<\/p>\n\n\n\n<p><a><\/a>IV &#8211; m\u00ednimo de tr\u00eas e m\u00e1ximo de cinco por cento sobre o valor da condena\u00e7\u00e3o ou do proveito econ\u00f4mico obtido acima de 20.000 (vinte mil) sal\u00e1rios-m\u00ednimos at\u00e9 100.000 (cem mil) sal\u00e1rios-m\u00ednimos;<\/p>\n\n\n\n<p><a><\/a>V &#8211; m\u00ednimo de um e m\u00e1ximo de tr\u00eas por cento sobre o valor da condena\u00e7\u00e3o ou do proveito econ\u00f4mico obtido acima de 100.000 (cem mil) sal\u00e1rios-m\u00ednimos.<\/p>\n\n\n\n<p>S\u00famula n. 345\/STJ:<\/p>\n\n\n\n<p>S\u00e3o devidos honor\u00e1rios advocat\u00edcios pela Fazenda P\u00fablica nas execu\u00e7\u00f5es individuais de senten\u00e7a proferida em a\u00e7\u00f5es coletivas, ainda que n\u00e3o embargadas.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-4-2-2-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-cabe-a-condenacao-em-honorarios\"><a>4.2.2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Cabe a condena\u00e7\u00e3o em honor\u00e1rios?<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> <strong>Se a liquida\u00e7\u00e3o tiver car\u00e1ter litigioso, SIM!!!<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Segundo orienta\u00e7\u00e3o consolidada no STJ firmada sob o rito dos recursos repetitivos, no julgamento dos Recursos Especiais n. 1.850.512\/SP, 1.877.883\/SP, 1.906.623\/SP e 1.906.618\/SP &#8211; (Tema n. 1.076), <strong>a fixa\u00e7\u00e3o de honor\u00e1rios sucumbenciais por aprecia\u00e7\u00e3o equitativa somente \u00e9 admitida em casos excepcionais, notadamente quando o proveito econ\u00f4mico obtido pelo vencedor for inestim\u00e1vel ou irris\u00f3rio, ou, ainda, quando o valor da causa for muito baixo<\/strong>. Sendo assim, nas causas de elevada monta em que for vencida a Fazenda P\u00fablica, o julgador deve observar os percentuais previstos nos \u00a7\u00a7 2\u00ba e 3\u00ba do art. 85 do CPC\/2015.<\/p>\n\n\n\n<p>O art. 85, \u00a7 1\u00ba, do CPC regulou as exatas hip\u00f3teses de fixa\u00e7\u00e3o da verba honor\u00e1ria, n\u00e3o contemplando a fase de liquida\u00e7\u00e3o de senten\u00e7a por se tratar de procedimento que tem por finalidade a defini\u00e7\u00e3o do montante devido para possibilitar a satisfa\u00e7\u00e3o do t\u00edtulo judicial. Todavia, a jurisprud\u00eancia consolidou o entendimento de que, constatada a litigiosidade na liquida\u00e7\u00e3o, a efetiva sucumb\u00eancia da parte implicar\u00e1 sua condena\u00e7\u00e3o nas verbas sucumbenciais.<\/p>\n\n\n\n<p>No caso, <strong>o Tribunal de origem consignou expressamente que a fase de liquida\u00e7\u00e3o de senten\u00e7a se revestiu de car\u00e1ter litigioso, o que autoriza a fixa\u00e7\u00e3o da verba sucumbencial<\/strong>, nos termos do entendimento jurisprudencial do STJ.<\/p>\n\n\n\n<p>A Primeira Se\u00e7\u00e3o do Superior Tribunal de Justi\u00e7a j\u00e1 consolidou a orienta\u00e7\u00e3o de que &#8220;a aplica\u00e7\u00e3o do art. 25 da Lei n. 12.016\/2009 restringe-se \u00e0 fase de conhecimento, n\u00e3o sendo cab\u00edvel na fase de cumprimento de senten\u00e7a, ocasi\u00e3o em que a legitimidade passiva deixa de ser da autoridade impetrada e passa ser do ente p\u00fablico ao qual aquela encontra-se vinculada. Mostra-se incidente a regra geral do art. 85, \u00a7 1\u00ba, do CPC, que autoriza o cabimento dos honor\u00e1rios de sucumb\u00eancia na fase de cumprimento, ainda que derivada de mandado de seguran\u00e7a&#8221; (AgInt na ImpExe na ExeMS n. 15.254\/DF, relator Ministro S\u00e9rgio Kukina, Primeira Se\u00e7\u00e3o, julgado em 29\/3\/2022, DJe 1\u00ba\/4\/2022).<\/p>\n\n\n\n<p>Portanto, <strong>tratando-se de liquida\u00e7\u00e3o individual de senten\u00e7a decorrente de a\u00e7\u00e3o coletiva, \u00e9 devida a verba honor\u00e1ria, ainda que proveniente de a\u00e7\u00e3o mandamental, a teor do disposto na S\u00famula n. 345\/STJ<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-4-2-3-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-resultado-final\"><a>4.2.3.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Resultado final.<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p>Incide a regra geral do art. 85, \u00a7 1\u00ba, do CPC, que autoriza o cabimento dos honor\u00e1rios de sucumb\u00eancia na fase de cumprimento, quando a liquida\u00e7\u00e3o ostentar car\u00e1ter litigioso.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-5-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-limites-da-coisa-julgada-e-sumula-07-do-stj\"><a>5.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Limites da coisa julgada e S\u00famula 07 do STJ<\/a><\/h2>\n\n\n\n<p><strong>RECURSO ESPECIAL<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Os limites subjetivos e objetivos da coisa julgada n\u00e3o podem ser analisados pelo STJ na via do recurso especial, por infringir o disposto no enunciado da S\u00famula n. 7\/STJ.<\/p>\n\n\n\n<p>REsp 2.035.667-RJ, Rel. Ministro Francisco Falc\u00e3o, Rel. para ac\u00f3rd\u00e3o Ministra Assusete Magalh\u00e3es, Segunda Turma, por maioria, julgado em 9\/5\/2023, DJe 22\/6\/2023. (info 781)<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-5-1-nbsp-situacao-fatica\"><a>5.1.&nbsp; Situa\u00e7\u00e3o F\u00c1TICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<p>Gertrudes interp\u00f4s recurso especial questionando a declara\u00e7\u00e3o de inexigibilidade de t\u00edtulo executivo com base na coisa julgada. Alega que que o ac\u00f3rd\u00e3o teria violado o disposto nos arts. 10, 933 e 1.022, todos do CPC\/2015.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-5-2-nbsp-analise-estrategica\"><a>5.2.&nbsp; An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-5-2-1-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-questao-juridica\"><a>5.2.1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Quest\u00e3o JUR\u00cdDICA.<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p>S\u00famula n. 7 do STJ:<\/p>\n\n\n\n<p>A pretens\u00e3o de simples reexame de prova n\u00e3o enseja recurso especial.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-5-2-2-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-possivel-a-analise-dos-limites-da-coisa-julgada-pela-via-do-resp\"><a>5.2.2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Poss\u00edvel a an\u00e1lise dos limites da coisa julgada pela via do RESP?<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> <strong>Nooops!!!!<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Trata-se, em suma, de recurso especial em que se pretende, entre outros pontos, afastar o entendimento firmado em ac\u00f3rd\u00e3o que declarou a inexigibilidade de t\u00edtulo executivo com fundamento central na prote\u00e7\u00e3o dos efeitos da coisa julgada referente ao t\u00edtulo executivo ora em discuss\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>No entanto, n\u00e3o se pode verificar a proced\u00eancia das alega\u00e7\u00f5es feitas no recurso especial, de que o ac\u00f3rd\u00e3o recorrido estaria em confronto com a coisa julgada formada em a\u00e7\u00e3o rescis\u00f3ria e embargos \u00e0 execu\u00e7\u00e3o, sem o pr\u00e9vio reexame de mat\u00e9ria f\u00e1tica.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 consolidada a jurisprud\u00eancia do STJ no sentido de que, &#8220;quanto aos limites subjetivos e objetivos da coisa julgada, tamb\u00e9m a sua aprecia\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 permitida pelo STJ na via do recurso especial, pois infringe o disposto no enunciado da S\u00famula n. 7 do STJ&#8221; (STJ, EDcl no REsp n. 1.776.656\/RS, Rel. Ministro Herman Benjamin, DJe de 9\/6\/2020).<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-5-2-3-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-resultado-final\"><a>5.2.3.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Resultado final.<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p>Os limites subjetivos e objetivos da coisa julgada n\u00e3o podem ser analisados pelo STJ na via do recurso especial, por infringir o disposto no enunciado da S\u00famula n. 7\/STJ.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-6-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-cabimento-do-agravo-interno-contra-decisao-que-ao-reconhecer-que-houve-em-agravo-em-recurso-especial-a-integral-refutacao-dos-fundamentos-adotados-no-juizo-de-admissibilidade-feito-na-origem-determina-a-sua-reautuacao-como-recurso-especial\"><a>6.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Cabimento do agravo interno contra decis\u00e3o que, ao reconhecer que houve em agravo em recurso especial a integral refuta\u00e7\u00e3o dos fundamentos adotados no ju\u00edzo de admissibilidade feito na origem, determina a sua reautua\u00e7\u00e3o como recurso especial<\/a><\/h2>\n\n\n\n<p><strong>AGRAVO INTERNO NO AGRAVO INTERNO NO AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o cabe agravo interno contra decis\u00e3o que, ao reconhecer que houve em agravo em recurso especial a integral refuta\u00e7\u00e3o dos fundamentos adotados no ju\u00edzo de admissibilidade feito na origem, determina a sua reautua\u00e7\u00e3o como recurso especial.<\/p>\n\n\n\n<p>AgInt no AgInt no AREsp 2.119.020-CE, Rel. Ministro Mauro Campbell Marques, Segunda Turma, por unanimidade, julgado em 22\/5\/2023, DJe 24\/5\/2023. (info 781)<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-6-1-nbsp-situacao-fatica\"><a>6.1.&nbsp; Situa\u00e7\u00e3o F\u00c1TICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<p>O Estado do Cear\u00e1 interp\u00f4s agravo interno contra a decis\u00e3o que, ao reconhecer que houve, em agravo em recurso especial, a integral refuta\u00e7\u00e3o dos fundamentos adotados no ju\u00edzo de admissibilidade feito na origem, determinou a sua reautua\u00e7\u00e3o como recurso especial. Defende o Estado que os fundamentos adotados na origem n\u00e3o foram impugnados corretamente.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-6-2-nbsp-analise-estrategica\"><a>6.2.&nbsp; An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-6-2-1-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-cabivel-o-agravo-interno\"><a>6.2.1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Cab\u00edvel o agravo interno?<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> <strong>Nooops!!!<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A decis\u00e3o que, ao reconhecer que houve, em agravo em recurso especial, a integral refuta\u00e7\u00e3o dos fundamentos adotados no ju\u00edzo de admissibilidade feito na origem, determina a sua reautua\u00e7\u00e3o como recurso especial n\u00e3o importa preju\u00edzo \u00e0 parte contr\u00e1ria na medida em que se circunscreve a determinar, em \u00faltima an\u00e1lise, o processamento regular do apelo raro, certo de que esse processamento pode resultar, inclusive, em nova an\u00e1lise da admissibilidade e, com isso, em novo ju\u00edzo denegat\u00f3rio.<\/p>\n\n\n\n<p>Assim, ante a inexist\u00eancia de lesividade da decis\u00e3o n\u00e3o se conhece do consequente agravo interno: &#8220;(&#8230;) 3. <strong>Nos termos do art. 258, \u00a7 2\u00ba, do RISTJ, n\u00e3o cabe &#8216;agravo regimental da decis\u00e3o do relator que der provimento a agravo de instrumento, para determinar a subida de recurso n\u00e3o admitido&#8217;<\/strong>. A disposi\u00e7\u00e3o se aplica, por analogia, aos casos em que determinada a convers\u00e3o de agravo em recurso especial. 4. A jurisprud\u00eancia do STJ apenas admite que a regra seja mitigada quando restar comprovada a exist\u00eancia de v\u00edcios relativos \u00e0 admissibilidade do pr\u00f3prio agravo, hip\u00f3tese n\u00e3o configurada no caso dos autos. 5. Agravo interno n\u00e3o conhecido&#8221; (AgInt no AREsp n. 2.190.540\/RS, relator Ministro Mauro Campbell Marques, Segunda Turma, julgado em 20\/3\/2023, DJe de 23\/3\/2023).<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-6-2-2-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-resultado-final\"><a>6.2.2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Resultado final.<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p>N\u00e3o cabe agravo interno contra decis\u00e3o que, ao reconhecer que houve em agravo em recurso especial a integral refuta\u00e7\u00e3o dos fundamentos adotados no ju\u00edzo de admissibilidade feito na origem, determina a sua reautua\u00e7\u00e3o como recurso especial.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-7-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-exame-do-direito-a-gratuidade-com-base-na-situacao-financeira-dos-pais\"><a>7.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Exame do direito \u00e0 gratuidade com base na situa\u00e7\u00e3o financeira dos pais.<\/a><\/h2>\n\n\n\n<p><strong>RECURSO ESPECIAL<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A representa\u00e7\u00e3o da crian\u00e7a ou adolescente por seus pais vincula-se \u00e0 incapacidade civil e econ\u00f4mica do pr\u00f3prio menor, sobre o qual incide a regra do art. 99, \u00a7 3\u00ba, do CPC\/2015, mas isso n\u00e3o implica automaticamente o exame do direito \u00e0 gratuidade com base na situa\u00e7\u00e3o financeira dos pais.<\/p>\n\n\n\n<p>REsp 2.055.363-MG, Rel. Ministra Nancy Andrighi, Terceira Turma, por maioria, julgado em 13\/6\/2023, DJe 23\/6\/2023. (info 781)<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-7-1-nbsp-situacao-fatica\"><a>7.1.&nbsp; Situa\u00e7\u00e3o F\u00c1TICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<p>Craudinha, representada por sua m\u00e3e Creide, ajuizou a\u00e7\u00e3o em face do Supermercado Caro, por meio da qual pretende indeniza\u00e7\u00e3o por danos morais em raz\u00e3o de ter sido atacada por um cachorro dentro do supermercado, tendo experimentado diversos ferimentos em raz\u00e3o desse fato. Ocorre que o ju\u00edzo indeferiu o pedido de concess\u00e3o de gratuidade judici\u00e1ria formulado sob o fundamento de que n\u00e3o foi demonstrada a impossibilidade econ\u00f4mica de arcar com as despesas processuais e, consequentemente, determinou o recolhimento das custas e taxas.<\/p>\n\n\n\n<p>Ocorre que o ju\u00edzo indeferiu o pedido de concess\u00e3o de gratuidade judici\u00e1ria formulado pelo recorrente sob o fundamento de que n\u00e3o foi demonstrada a impossibilidade econ\u00f4mica de arcar com as despesas processuais e, consequentemente, determinou o recolhimento das custas e taxas.<\/p>\n\n\n\n<p>A decis\u00e3o foi mantida pelo tribunal local, sob o fundamento de que para fins de apura\u00e7\u00e3o da capacidade econ\u00f4mica do menor, afigura-se indispens\u00e1vel investigar a capacidade financeira dos provedores dos recursos da fam\u00edlia.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-7-2-nbsp-analise-estrategica\"><a>7.2.&nbsp; An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-7-2-1-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-questao-juridica\"><a>7.2.1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Quest\u00e3o JUR\u00cdDICA.<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p>CPC\/2015:<\/p>\n\n\n\n<p><a><\/a>Art. 98. A pessoa natural ou jur\u00eddica, brasileira ou estrangeira, com insufici\u00eancia de recursos para pagar as custas, as despesas processuais e os honor\u00e1rios advocat\u00edcios tem direito \u00e0 gratuidade da justi\u00e7a, na forma da lei.<\/p>\n\n\n\n<p>Art. 99. O pedido de gratuidade da justi\u00e7a pode ser formulado na peti\u00e7\u00e3o inicial, na contesta\u00e7\u00e3o, na peti\u00e7\u00e3o para ingresso de terceiro no processo ou em recurso.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00a7 2\u00ba O juiz somente poder\u00e1 indeferir o pedido se houver nos autos elementos que evidenciem a falta dos pressupostos legais para a concess\u00e3o de gratuidade, devendo, antes de indeferir o pedido, determinar \u00e0 parte a comprova\u00e7\u00e3o do preenchimento dos referidos pressupostos.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00a7 3\u00ba Presume-se verdadeira a alega\u00e7\u00e3o de insufici\u00eancia deduzida exclusivamente por pessoa natural.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00a7 6\u00ba O direito \u00e0 gratuidade da justi\u00e7a \u00e9 pessoal, n\u00e3o se estendendo a litisconsorte ou a sucessor do benefici\u00e1rio, salvo requerimento e deferimento expressos.<\/p>\n\n\n\n<p>Constitui\u00e7\u00e3o Federal:<\/p>\n\n\n\n<p>Art. 5\u00ba Todos s\u00e3o iguais perante a lei, sem distin\u00e7\u00e3o de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no Pa\u00eds a inviolabilidade do direito \u00e0 vida, \u00e0 liberdade, \u00e0 igualdade, \u00e0 seguran\u00e7a e \u00e0 propriedade, nos termos seguintes:<\/p>\n\n\n\n<p>XXXV &#8211; a lei n\u00e3o excluir\u00e1 da aprecia\u00e7\u00e3o do Poder Judici\u00e1rio les\u00e3o ou amea\u00e7a a direito;<\/p>\n\n\n\n<p>LV &#8211; aos litigantes, em processo judicial ou administrativo, e aos acusados em geral s\u00e3o assegurados o contradit\u00f3rio e ampla defesa, com os meios e recursos a ela inerentes;<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-7-2-2-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-a-situacao-financeira-dos-pais-pode-por-si-so-justificar-o-indeferimento-do-bjg-ao-menor-representado\"><a>7.2.2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A situa\u00e7\u00e3o financeira dos pais pode, por si s\u00f3, justificar o indeferimento do BJG ao menor representado?<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> <strong>N\u00e3o \u00e9 bem assim!!!<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O prop\u00f3sito recursal consiste em definir se \u00e9 admiss\u00edvel condicionar a concess\u00e3o da gratuidade de justi\u00e7a a menor \u00e0 demonstra\u00e7\u00e3o de insufici\u00eancia de recursos de seu representante legal.<\/p>\n\n\n\n<p>O CPC\/2015, ao tratar do tema, estabelece que &#8220;a pessoa natural ou jur\u00eddica, brasileira ou estrangeira, com insufici\u00eancia de recursos para pagar as custas, as despesas processuais e os honor\u00e1rios advocat\u00edcios tem direito \u00e0 gratuidade da justi\u00e7a, na forma da lei&#8221; (art. 98). Isto \u00e9, o direito \u00e0 gratuidade de justi\u00e7a \u00e9 previsto em termos amplos e abrangentes.<\/p>\n\n\n\n<p>Embora a regra do art. 99, \u00a7 6\u00ba, do CPC\/2015 limite-se a enunciar que <strong>o benef\u00edcio n\u00e3o \u00e9 automaticamente extens\u00edvel ao litisconsorte, tampouco \u00e9 automaticamente transmiss\u00edvel ao sucessor, \u00e9 da natureza personal\u00edssima do direito \u00e0 gratuidade que os pressupostos legais para a sua concess\u00e3o dever\u00e3o ser preenchidos<\/strong>, em regra, pela pr\u00f3pria parte, n\u00e3o por seu representante legal.<\/p>\n\n\n\n<p>Em se tratando de direito \u00e0 gratuidade de justi\u00e7a pleiteado por menor, \u00e9 apropriado que, inicialmente, incida a regra do art. 99, \u00a7 3\u00ba, do CPC\/2015, deferindo-se o benef\u00edcio ao menor em raz\u00e3o da presun\u00e7\u00e3o de insufici\u00eancia de recursos decorrente de sua alega\u00e7\u00e3o. <strong>Fica ressalvada, entretanto, a possibilidade de o r\u00e9u demonstrar, com base no art. 99, \u00a7 2\u00ba, do CPC\/2015, a aus\u00eancia dos pressupostos legais que justificam a concess\u00e3o da gratuidade, pleiteando, em raz\u00e3o disso, a revoga\u00e7\u00e3o do benef\u00edcio<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>Essa forma de encadeamento dos atos processuais privilegia, a um s\u00f3 tempo, o princ\u00edpio da inafastabilidade da jurisdi\u00e7\u00e3o (art. 5\u00ba, XXXV, da Constitui\u00e7\u00e3o Federal), pois n\u00e3o impede o imediato ajuizamento da a\u00e7\u00e3o e a pr\u00e1tica de atos processuais eventualmente indispens\u00e1veis \u00e0 tutela do direito vindicado, e o princ\u00edpio do contradit\u00f3rio (art. 5\u00ba, LV, da CF), pois permite ao r\u00e9u que produza prova, ainda que indici\u00e1ria, de que n\u00e3o se trata de hip\u00f3tese de concess\u00e3o do benef\u00edcio.<\/p>\n\n\n\n<p>Mais recentemente, com amparo, tamb\u00e9m, no car\u00e1ter PERSONAL\u00cdSSIMO do benef\u00edcio da gratuidade de justi\u00e7a, o STJ decidiu que a condi\u00e7\u00e3o financeira do c\u00f4njuge n\u00e3o obsta, por si s\u00f3 e necessariamente, o deferimento do benef\u00edcio da gratuidade da justi\u00e7a, sendo necess\u00e1rio verificar se a pr\u00f3pria parte que o requer preenche os pressupostos espec\u00edficos para a sua concess\u00e3o (REsp 1.998.486\/SP, Terceira Turma, julgado em 16\/8\/2022, DJe 18\/8\/2022).<\/p>\n\n\n\n<p>Assim, \u00e9 imperioso concluir que <strong>o fato de o representante legal da parte auferir renda n\u00e3o pode, por si s\u00f3, servir de empecilho \u00e0 concess\u00e3o da gratuidade de justi\u00e7a ao menor, que figura como parte no processo<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-7-2-3-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-resultado-final\"><a>7.2.3.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Resultado final.<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p>A representa\u00e7\u00e3o da crian\u00e7a ou adolescente por seus pais vincula-se \u00e0 incapacidade civil e econ\u00f4mica do pr\u00f3prio menor, sobre o qual incide a regra do art. 99, \u00a7 3\u00ba, do CPC\/2015, mas isso n\u00e3o implica automaticamente o exame do direito \u00e0 gratuidade com base na situa\u00e7\u00e3o financeira dos pais.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-8-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-limitacao-e-excecao-na-indenizacao-por-destruicao-perda-avaria-ou-atraso-de-carga-em-transporte-aereo-internacional\"><a>8.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Limita\u00e7\u00e3o e exce\u00e7\u00e3o na indeniza\u00e7\u00e3o por destrui\u00e7\u00e3o, perda, avaria ou atraso de carga em transporte a\u00e9reo internacional<\/a><\/h2>\n\n\n\n<p><strong>RECURSO ESPECIAL<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A indeniza\u00e7\u00e3o por destrui\u00e7\u00e3o, perda, avaria ou atraso de carga em transporte a\u00e9reo internacional ser\u00e1 limitada a 17 Direitos Especiais de Saque, a menos que tenha sido feita a Declara\u00e7\u00e3o Especial de Valor ou tenha ocorrido qualquer uma das demais hip\u00f3teses previstas em lei para afastar o limite de responsabilidade previsto no art. 22, III, da Conven\u00e7\u00e3o de Montreal.<\/p>\n\n\n\n<p>REsp 2.052.769-RJ, Rel. Ministra Nancy Andrighi, Terceira Turma, por unanimidade, julgado em 20\/6\/2023, DJe 26\/6\/2023. (info 781)<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-8-1-nbsp-situacao-fatica\"><a>8.1.&nbsp; Situa\u00e7\u00e3o F\u00c1TICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<p>Mitsui Seguros ajuizou a\u00e7\u00e3o de indeniza\u00e7\u00e3o em face de Delta Airlines por meio da qual requereu indeniza\u00e7\u00e3o por perda de carga em transporte a\u00e9reo internacional. A senten\u00e7a tenha sido favor\u00e1vel \u00e0 Seguradora. A Companhia A\u00e9rea interp\u00f4s recurso no qual sustenta que n\u00e3o haveria que se falar em sub-roga\u00e7\u00e3o da seguradora, porquanto n\u00e3o houve <em>protesto<\/em> no prazo decadencial previsto na Conven\u00e7\u00e3o de Montreal, bem como que o dever indenizat\u00f3rio se limita a 17 Direitos Especiais de Saque por quilograma.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-8-2-nbsp-analise-estrategica\"><a>8.2.&nbsp; An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-8-2-1-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-questao-juridica\"><a>8.2.1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Quest\u00e3o JUR\u00cdDICA.<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p>C\u00f3digo Brasileiro Aeron\u00e1utico:<\/p>\n\n\n\n<p>Art. 317. Prescreve em 2 (dois) anos a a\u00e7\u00e3o:<\/p>\n\n\n\n<p>I &#8211; por danos causados a passageiros, bagagem ou carga transportada, a contar da data em que se verificou o dano, da data da chegada ou do dia em que devia chegar a aeronave ao ponto de destino, ou da interrup\u00e7\u00e3o do transporte;<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-8-2-2-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-necessidade-de-protesto-e-limitacao-da-indenizacao-a-direitos-especiais-de-saque\"><a>8.2.2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Necessidade de Protesto e limita\u00e7\u00e3o da indeniza\u00e7\u00e3o a direitos especiais de saque<\/a>?<\/h4>\n\n\n\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> <strong>SIM, mas com ressalvas!!!<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>A Conven\u00e7\u00e3o de Montreal, internalizada no ordenamento jur\u00eddico brasileiro pelo Decreto-Lei 5.910\/2006, aplica-se a todo transporte internacional de pessoas, bagagem ou carga, efetuado em aeronaves, mediante remunera\u00e7\u00e3o.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>No art. 31, II, a Conven\u00e7\u00e3o disp\u00f5e que, em caso de avaria, o destinat\u00e1rio dever\u00e1 apresentar ao transportador um protesto, imediatamente ap\u00f3s haver sido notada tal avaria e, o mais tardar, dentro do prazo de sete dias para a bagagem registrada e de quatorze dias para a carga, a partir da data de seu recebimento. Em caso de atraso, o protesto dever\u00e1 ser feito, o mais tardar, dentro de vinte e um dias, a contar do dia em que a bagagem ou a carga haja sido posta \u00e0 sua disposi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Nos termos da jurisprud\u00eancia do STJ, <strong>a seguradora sub-rogada pode buscar o ressarcimento do que despendeu com a indeniza\u00e7\u00e3o securit\u00e1ria, no mesmo prazo prescricional, termos e limites que assistiam ao segurado quando recebeu a indeniza\u00e7\u00e3o<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o se adota diretamente a Conven\u00e7\u00e3o de Montreal nas rela\u00e7\u00f5es de seguro, at\u00e9 mesmo porque ela disciplina somente o transporte a\u00e9reo internacional. Com efeito, aplica-se a regra geral da rela\u00e7\u00e3o securit\u00e1ria \u00e0s peculiaridades da rela\u00e7\u00e3o origin\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n<p>O prazo decadencial previsto no art. 31, II, da Conven\u00e7\u00e3o de Montreal n\u00e3o se aplica ao extravio, uma vez que o referido dispositivo trata da necessidade de protesto e do respectivo prazo apenas nos casos de avaria ou atraso no recebimento da mercadoria.<\/p>\n\n\n\n<p>As reclama\u00e7\u00f5es relativas \u00e0s avarias ou \u00e0s perdas n\u00e3o exigem forma especial para efetiva\u00e7\u00e3o, que podem ser feitas, inclusive, no pr\u00f3prio conhecimento, bastando sua documenta\u00e7\u00e3o para ilidir a presun\u00e7\u00e3o de regularidade do transporte.<\/p>\n\n\n\n<p>O prazo decadencial para apresenta\u00e7\u00e3o de protesto n\u00e3o tem efic\u00e1cia contra a seguradora sub-rogada, todavia, se aquele a quem competia realizar o protesto, na forma e no prazo previstos na Conven\u00e7\u00e3o de Montreal, n\u00e3o o fizer, deixar\u00e1 de merecer posterior indeniza\u00e7\u00e3o. Por conseguinte, a seguradora n\u00e3o poder\u00e1 buscar ressarcimento pelo que eventualmente tenha pago ao segurado.<\/p>\n\n\n\n<p>O termo inicial do prazo prescricional para a seguradora sub-rogada ajuizar a\u00e7\u00e3o de regresso \u00e9 a data em que ela pagou o valor da indeniza\u00e7\u00e3o e o prazo prescricional deve ser aquele aplic\u00e1vel \u00e0 rela\u00e7\u00e3o jur\u00eddica origin\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n<p>O C\u00f3digo Brasileiro Aeron\u00e1utico determina, no art. 317, I, que prescreve em dois anos a a\u00e7\u00e3o por danos causados a passageiros, bagagem ou carga transportada, a contar da data em que se verificou o dano, da data da chegada ou do dia em que devia chegar a aeronave ao ponto de destino, ou da interrup\u00e7\u00e3o do transporte.<\/p>\n\n\n\n<p>Havendo destrui\u00e7\u00e3o, perda, avaria ou atraso de carga em transporte a\u00e9reo internacional, a indeniza\u00e7\u00e3o ser\u00e1 limitada a 17 Direitos Especiais de Saque, a menos que tenha sido feita a Declara\u00e7\u00e3o Especial de Valor ou tenha ocorrido qualquer uma das demais hip\u00f3teses previstas em lei para que seja afastado o limite de responsabilidade previsto no art. 22, III, da Conven\u00e7\u00e3o de Montreal.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table><tbody><tr><td><strong>Direito Especial de Saque (DES)<\/strong><strong><\/strong><\/td><\/tr><tr><td>O DES \u00e9 composto por uma cesta de moedas que inclui o d\u00f3lar, o euro, a libra e o iene. Logo, trata-se de uma <strong>moeda de convers\u00e3o<\/strong>.<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-8-2-3-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-resultado-final\"><a>8.2.3.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Resultado final.<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p>A indeniza\u00e7\u00e3o por destrui\u00e7\u00e3o, perda, avaria ou atraso de carga em transporte a\u00e9reo internacional ser\u00e1 limitada a 17 Direitos Especiais de Saque, a menos que tenha sido feita a Declara\u00e7\u00e3o Especial de Valor ou tenha ocorrido qualquer uma das demais hip\u00f3teses previstas em lei para afastar o limite de responsabilidade previsto no art. 22, III, da Conven\u00e7\u00e3o de Montreal.<\/p>\n\n\n\n<h1 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-direito-penal\"><a>DIREITO PENAL<\/a><\/h1>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-9-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-melhor-interpretacao-sistemica-da-leitura-dos-arts-5\u00ba-e-11-do-decreto-11-302-2022\"><a>9.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Melhor interpreta\u00e7\u00e3o sist\u00eamica da leitura dos arts. 5\u00ba e 11 do Decreto 11.302\/2022.<\/a><\/h2>\n\n\n\n<p><strong>AGRAVO REGIMENTAL NO HABEAS CORPUS<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A melhor interpreta\u00e7\u00e3o sist\u00eamica da leitura conjunta dos arts. 5\u00ba e 11 do Decreto n. 11.302\/2022 \u00e9 a que entende que <a>o resultado da soma ou da unifica\u00e7\u00e3o de penas efetuada at\u00e9 25\/12\/2022 n\u00e3o constitui \u00f3bice \u00e0 concess\u00e3o do indulto \u00e0queles condenados por delitos com pena em abstrato n\u00e3o superior a 5 (cinco) anos<\/a>, desde que (1) cumprida integralmente a pena por crime impeditivo do benef\u00edcio; (2) o crime indultado corresponda a condena\u00e7\u00e3o prim\u00e1ria (art. 12 do Decreto); e (3) o beneficiado n\u00e3o seja integrante de fac\u00e7\u00e3o criminosa (par\u00e1grafo 1\u00ba do art. 7\u00ba do Decreto).<\/p>\n\n\n\n<p>AgRg no HC 824.625-SP, Rel. Ministro Reynaldo Soares da Fonseca, Quinta Turma, por unanimidade, julgado em 20\/6\/2023, DJe 26\/6\/2023. (info 781)<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-9-1-nbsp-situacao-fatica\"><a>9.1.&nbsp; Situa\u00e7\u00e3o F\u00c1TICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<p>Creiton, apenado, foi beneficiado pelo indulto do decreto presidencial n. 11.302\/2022. O MP n\u00e3o concordou com a concess\u00e3o e interp\u00f4s recurso da decis\u00e3o que concedeu o indulto. Para o MP, o artigo 5\u00ba do Decreto n\u00ba 11.302\/2022 seria inconstitucional, pois deixou de exigir lapso temporal m\u00ednimo de cumprimento de pena, bem como excluiu os requisitos de ordem pessoal usualmente exigidos para a concess\u00e3o da benesse.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, dever-se-ia observar o que estabelece o artigo 11 do Decreto: \u201cPara fins do disposto neste Decreto, as penas correspondentes a infra\u00e7\u00f5es diversas ser\u00e3o unificadas ou somadas at\u00e9 25 de dezembro de 2022, nos termos do disposto no art. 111 da Lei n\u00ba 7.210, de 11 de julho de 1984\u201d. Assim, para os casos em que se operando a citada unifica\u00e7\u00e3o, ultrapassado o limite de 5 anos previsto no artigo 5\u00ba do Decreto, o requisito objetivo para a concess\u00e3o do indulto n\u00e3o seria preenchido.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-9-2-nbsp-analise-estrategica\"><a>9.2.&nbsp; An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-9-2-1-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-questao-juridica\"><a>9.2.1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Quest\u00e3o JUR\u00cdDICA.<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p>Decreto n. 11.302\/2022:<\/p>\n\n\n\n<p>Art. 5\u00ba &nbsp;Ser\u00e1 concedido indulto natalino \u00e0s pessoas condenadas por crime cuja pena privativa de liberdade m\u00e1xima em abstrato n\u00e3o seja superior a cinco anos.<\/p>\n\n\n\n<p>Par\u00e1grafo \u00fanico. &nbsp;Para fins do disposto no&nbsp;<strong>caput<\/strong>, na hip\u00f3tese de concurso de crimes, ser\u00e1 considerada, individualmente, a pena privativa de liberdade m\u00e1xima em abstrato relativa a cada infra\u00e7\u00e3o penal.<\/p>\n\n\n\n<p>Art. 7\u00ba &nbsp;O indulto natalino concedido nos termos do disposto neste Decreto n\u00e3o abrange os crimes:<\/p>\n\n\n\n<p>\u00a7 1\u00ba &nbsp;O indulto natalino tamb\u00e9m n\u00e3o ser\u00e1 concedido aos integrantes de fac\u00e7\u00f5es criminosas, ainda que sejam reconhecidas somente no julgamento do pedido de indulto.<\/p>\n\n\n\n<p>Art. 11. &nbsp;Para fins do disposto neste Decreto, as penas correspondentes a infra\u00e7\u00f5es diversas ser\u00e3o unificadas ou somadas at\u00e9 25 de dezembro de 2022, nos termos do disposto no&nbsp;art. 111 da Lei n\u00ba 7.210, de 11 de julho de 1984.<\/p>\n\n\n\n<p>Par\u00e1grafo \u00fanico. &nbsp;N\u00e3o ser\u00e1 concedido indulto natalino correspondente a crime n\u00e3o impeditivo enquanto a pessoa condenada n\u00e3o cumprir a pena pelo crime impeditivo do benef\u00edcio, na hip\u00f3tese de haver concurso com os crimes a que se refere o art. 7\u00ba, ressalvada a concess\u00e3o fundamentada no inciso III do&nbsp;<strong>caput<\/strong>&nbsp;do art. 1\u00ba.<\/p>\n\n\n\n<p>Art. 12. &nbsp;O indulto natalino de que trata este Decreto ser\u00e1 concedido pelo ju\u00edzo do processo de conhecimento, quando se tratar de condena\u00e7\u00e3o prim\u00e1ria, desde que n\u00e3o haja recurso da senten\u00e7a interposto pela acusa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-9-2-2-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-a-unificacao-de-penas-efetuada-constitui-obice-a-concessao-do-indulto\"><a>9.2.2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A unifica\u00e7\u00e3o de penas efetuada constitui \u00f3bice \u00e0 concess\u00e3o do indulto<\/a>?<\/h4>\n\n\n\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> <strong>Nooops, desde que cumpridos alguns requisitos&#8230;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A controv\u00e9rsia consiste em definir se seria necess\u00e1rio combinar o limite temporal de 5 anos previsto no art. 5\u00ba do Decreto n. 11.302\/2022 com a unifica\u00e7\u00e3o de penas estabelecida no art. 11, de forma que &#8220;verificando-se o caso concreto, a pena m\u00e1xima em abstrato, operando-se a citada unifica\u00e7\u00e3o, ultrapassou o limite de 5 anos previsto no artigo 5\u00ba do Decreto, faltando, assim, requisito objetivo para a concess\u00e3o do indulto&#8221;, conforme sustentou o Minist\u00e9rio P\u00fablico, no caso.<\/p>\n\n\n\n<p>Todavia, consoante a jurisprud\u00eancia do Superior Tribunal de Justi\u00e7a, <strong>a interpreta\u00e7\u00e3o extensiva das restri\u00e7\u00f5es contidas no decreto concessivo de comuta\u00e7\u00e3o\/indulto de penas consiste, nos termos do art. 84, XII, da Constitui\u00e7\u00e3o Federal, em invas\u00e3o \u00e0 compet\u00eancia exclusiva do Presidente da Rep\u00fablica, motivo pelo qual, preenchidos os requisitos estabelecidos na norma legal, o benef\u00edcio deve ser concedido por meio de senten\u00e7a &#8211; a qual possui natureza meramente declarat\u00f3ria -, sob pena de ofensa ao princ\u00edpio da legalidade<\/strong>&#8221; (AgRg no REsp 1.902.850\/GO, relator Ministro Messod Azulay Neto, Quinta Turma, julgado em 17\/4\/2023, DJe 20\/4\/2023).<\/p>\n\n\n\n<p>Nesse sentido, a correta interpreta\u00e7\u00e3o sist\u00eamica a se dar aos arts. 5\u00ba e 11 do Decreto n. 11.302\/2022 exsurge a partir da leitura do texto do par\u00e1grafo \u00fanico do art. 11. Nele expressamente se veda a concess\u00e3o de indulto a crime n\u00e3o impeditivo, enquanto n\u00e3o tiver sido cumprida a pena integral do crime impeditivo. A&nbsp;<em>contrario sensu<\/em>, tem-se que o apenado que tiver cometido um crime impeditivo e outro n\u00e3o impeditivo poder\u00e1, sim, receber o indulto.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>O mesmo racioc\u00ednio deve ser transposto para a hip\u00f3tese de unifica\u00e7\u00e3o de penas &#8211; na qual se tem delitos impeditivos e n\u00e3o impeditivos objeto de condena\u00e7\u00e3o em a\u00e7\u00f5es penais diversas<\/strong> &#8211; sob pena de se concluir que um apenado que tem contra si uma \u00fanica condena\u00e7\u00e3o dever\u00e1 aguardar o cumprimento da totalidade da pena do delito impeditivo para fazer jus ao indulto do delito n\u00e3o impeditivo, enquanto que o apenado condenado a delito impeditivo em a\u00e7\u00e3o penal diversa, poderia fazer jus \u00e0 concess\u00e3o do indulto imediatamente.<\/p>\n\n\n\n<p>Ademais, ressalta-se que se fosse poss\u00edvel considerar um requisito temporal para a unifica\u00e7\u00e3o de penas, remanesceria o fato de que, a par de o art. 11 do Decreto n\u00e3o ter feito alus\u00e3o a um limite m\u00e1ximo de penas para a concess\u00e3o do indulto, tamb\u00e9m n\u00e3o disp\u00f4s sobre se deveriam ser consideradas as penas em concreto remanescentes ou totais.<\/p>\n\n\n\n<p>Isso posto, a melhor interpreta\u00e7\u00e3o sist\u00eamica oriunda da leitura conjunta do art. 5\u00ba e do art. 11 do Decreto n. 11.302\/2022 \u00e9 a que entende que o resultado da soma ou da unifica\u00e7\u00e3o de penas efetuada at\u00e9 25\/12\/2022 n\u00e3o constitui \u00f3bice \u00e0 concess\u00e3o do indulto \u00e0queles condenados por delitos com pena em abstrato n\u00e3o superior a 5 anos, desde que cumprida integralmente a pena por crime impeditivo do benef\u00edcio, <strong>que o crime indultado corresponda a condena\u00e7\u00e3o prim\u00e1ria (art. 12 do Decreto)<\/strong> e que o beneficiado n\u00e3o seja integrante de fac\u00e7\u00e3o criminosa (par\u00e1grafo 1\u00ba do art. 7\u00ba do Decreto).<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-9-2-3-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-resultado-final\"><a>9.2.3.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Resultado final.<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p>A melhor interpreta\u00e7\u00e3o sist\u00eamica da leitura conjunta dos arts. 5\u00ba e 11 do Decreto n. 11.302\/2022 \u00e9 a que entende que o resultado da soma ou da unifica\u00e7\u00e3o de penas efetuada at\u00e9 25\/12\/2022 n\u00e3o constitui \u00f3bice \u00e0 concess\u00e3o do indulto \u00e0queles condenados por delitos com pena em abstrato n\u00e3o superior a 5 (cinco) anos, desde que (1) cumprida integralmente a pena por crime impeditivo do benef\u00edcio; (2) o crime indultado corresponda a condena\u00e7\u00e3o prim\u00e1ria (art. 12 do Decreto); e (3) o beneficiado n\u00e3o seja integrante de fac\u00e7\u00e3o criminosa (par\u00e1grafo 1\u00ba do art. 7\u00ba do Decreto).<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-10-nbsp-revisao-criminal-e-reducao-da-pena-quando-afastado-o-desvalor-atribuido-as-circunstancias-judiciais-ou-as-agravantes\"><a>10.&nbsp; Revis\u00e3o criminal e redu\u00e7\u00e3o da pena quando afastado o desvalor atribu\u00eddo \u00e0s circunst\u00e2ncias judiciais ou \u00e0s agravantes<\/a><\/h2>\n\n\n\n<p><strong>AGRAVO REGIMENTAL NO RECURSO ESPECIAL<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Na revis\u00e3o criminal, por se tratar de a\u00e7\u00e3o exclusivamente defensiva, <a>afastado o desvalor atribu\u00eddo \u00e0s circunst\u00e2ncias judiciais ou \u00e0s agravantes<\/a>, a pena dever\u00e1 ser reduzida.<\/p>\n\n\n\n<p>AgRg no REsp 2.037.387-SC, Rel. Ministro Ribeiro Dantas, por unanimidade, Quinta Turma, julgado em 12\/6\/2023, DJe 16\/6\/2023. (info 781)<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-10-1-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-situacao-fatica\"><a>10.1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Situa\u00e7\u00e3o F\u00c1TICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<p>Craudi\u00e3o ajuizou revis\u00e3o criminal. Ao julgar a a\u00e7\u00e3o, o TJ local procedeu a uma nova pondera\u00e7\u00e3o das circunst\u00e2ncias, entendendo n\u00e3o incorrer em reformatio <em>in pejus<\/em>, uma vez que n\u00e3o houve aumento da pena, mas sim sua manuten\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Neste mesmo sentido se manifestou o MP, que entende que o Tribunal de Justi\u00e7a, quando instado a se manifestar sobre a dosimetria, quer no bojo da apela\u00e7\u00e3o quer no bojo de revis\u00e3o criminal, pode examinar as circunst\u00e2ncias judiciais e rever os aspectos da individualiza\u00e7\u00e3o da pena deliberados no \u00e9dito condenat\u00f3rio.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-10-2-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-analise-estrategica\"><a>10.2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-10-2-1-questao-juridica\"><a>10.2.1. Quest\u00e3o JUR\u00cdDICA.<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p>CP:<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Fixa\u00e7\u00e3o da pena<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Art. 59 &#8211; O juiz, atendendo \u00e0 culpabilidade, aos antecedentes, \u00e0 conduta social, \u00e0 personalidade do agente, aos motivos, \u00e0s circunst\u00e2ncias e conseq\u00fc\u00eancias do crime, bem como ao comportamento da v\u00edtima, estabelecer\u00e1, conforme seja necess\u00e1rio e suficiente para reprova\u00e7\u00e3o e preven\u00e7\u00e3o do crime:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>I &#8211; as penas aplic\u00e1veis dentre as cominadas;<\/p>\n\n\n\n<p>II &#8211; a quantidade de pena aplic\u00e1vel, dentro dos limites previstos;<\/p>\n\n\n\n<p>III &#8211; o regime inicial de cumprimento da pena privativa de liberdade;<a href=\"https:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/LEIS\/1980-1988\/L7209.htm#art59\">(<\/a><\/p>\n\n\n\n<p>IV &#8211; a substitui\u00e7\u00e3o da pena privativa da liberdade aplicada, por outra esp\u00e9cie de pena, se cab\u00edvel.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-10-2-2-afastados-os-desvalores-e-necessaria-a-reducao-da-pena\"><a>10.2.2. Afastados os desvalores, \u00e9 necess\u00e1ria a redu\u00e7\u00e3o da pena?<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> <strong>Com certeza!!!<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Acerca do tema, prevalecia no STJ o entendimento no sentido de que o efeito devolutivo pleno do recurso de apela\u00e7\u00e3o tornava poss\u00edvel \u00e0 Corte de origem, mesmo na an\u00e1lise de recurso exclusivo da defesa, revisar as circunst\u00e2ncias judiciais do art. 59 do CP, bem como alterar ou mesmo inovar os fundamentos para justificar a manuten\u00e7\u00e3o ou redu\u00e7\u00e3o da reprimenda e do regime inicial, sem que se configurasse caso de&nbsp;<em>reformatio in pejus<\/em>, isso porque a situa\u00e7\u00e3o do r\u00e9u n\u00e3o seria agravada.<\/p>\n\n\n\n<p>Todavia, a Terceira Se\u00e7\u00e3o, ao julgar os Embargos de Diverg\u00eancia em REsp 1.826.799\/RS, <strong>alterou a jurisprud\u00eancia sobre a mat\u00e9ria, passando a entender que, quando o Tribunal de origem, em recurso exclusivo da defesa, afasta a valora\u00e7\u00e3o negativa de algum elemento da dosimetria da pena, deve reduzir a san\u00e7\u00e3o proporcionalmente, e n\u00e3o realoc\u00e1-lo<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>Nesse novo panorama, n\u00e3o mais se admite que o Tribunal estadual, em julgamento exclusivo da defesa, altere ou inove os fundamentos utilizados na dosimetria, com vistas a manter a mesma pena fixada na senten\u00e7a ou a reduzi-la em patamar inferior ao que resultaria da simples exclus\u00e3o da circunst\u00e2ncia negativa, agravante ou majorante.<\/p>\n\n\n\n<p>De igual modo, acrescente-se que, mesmo nas hip\u00f3teses de revis\u00e3o criminal, por se tratar de a\u00e7\u00e3o exclusivamente defensiva, uma vez afastado o desvalor atribu\u00eddo \u00e0s circunst\u00e2ncias judiciais, ou mesmo no tocante \u00e0s circunst\u00e2ncias agravantes, a pena dever\u00e1 necessariamente ser reduzida.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-10-2-3-resultado-final\"><a><\/a><a><\/a><a><\/a><a><\/a><a>10.2.3. Resultado final.<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p>Na revis\u00e3o criminal, por se tratar de a\u00e7\u00e3o exclusivamente defensiva, afastado o desvalor atribu\u00eddo \u00e0s circunst\u00e2ncias judiciais ou \u00e0s agravantes, a pena dever\u00e1 ser reduzida.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-11-nbsp-computo-na-pena-efetivamente-cumprida-do-tempo-em-que-o-apenado-esteve-afastado-das-suas-obrigacoes-no-regime-aberto-sob-atestado-medico\"><a>11.&nbsp; C\u00f4mputo na pena efetivamente cumprida do tempo em que o apenado esteve afastado das suas obriga\u00e7\u00f5es no regime aberto, sob atestado m\u00e9dico<\/a><\/h2>\n\n\n\n<p><strong>AGRAVO REGIMENTAL NO HABEAS CORPUS<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O tempo em que o apenado esteve afastado das suas obriga\u00e7\u00f5es no regime aberto, sob atestado m\u00e9dico, pode ser computado como pena efetivamente cumprida.<\/p>\n\n\n\n<p>AgRg no HC 703.002-GO, Rel. Ministro Messod Azulay Neto, Quinta Turma, por unanimidade, julgado em 12\/6\/2023, DJe 15\/6\/2023. (info 781)<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-11-1-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-situacao-fatica\"><a>11.1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Situa\u00e7\u00e3o F\u00c1TICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<p>Crementino, apenado, foi diagnosticado com doen\u00e7a que impediu o cumprimento das suas obriga\u00e7\u00f5es no regime aberto. O MP se posicionou contra o c\u00f4mputo dos dias afastados da pena, por entender que, no m\u00e1ximo, os atestados apresentados por Crementino estariam aptos a evitar a regress\u00e3o de regime, mas n\u00e3o serviriam como cumprimento da pena.<\/p>\n\n\n\n<p>Inconformado, Crementino impetrou HC para que o tempo em que esteve afastado das suas obriga\u00e7\u00f5es no regime aberto, sob atestado m\u00e9dico, seja computado como pena efetivamente cumprida.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-11-2-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-analise-estrategica\"><a>11.2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-11-2-1-questao-juridica\"><a>11.2.1. Quest\u00e3o JUR\u00cdDICA.<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p>Lei de Execu\u00e7\u00e3o Penal:<\/p>\n\n\n\n<p>Art. 126.&nbsp; O condenado que cumpre a pena em regime fechado ou semiaberto poder\u00e1 remir, por trabalho ou por estudo, parte do tempo de execu\u00e7\u00e3o da pena.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00a7 4<sup>o<\/sup>&nbsp; O preso impossibilitado, por acidente, de prosseguir no trabalho ou nos estudos continuar\u00e1 a beneficiar-se com a remi\u00e7\u00e3o<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-11-2-2-os-dias-de-atestado-medico-devem-ser-computados-como-pena-cumprida\"><a>11.2.2. Os dias de atestado m\u00e9dico devem ser computados como pena cumprida?<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> <strong>Exatamente!!!<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Em per\u00edodo que ANTECEDIA a pandemia de coronav\u00edrus, <strong>entendia-se que o mero decurso de prazo das penas n\u00e3o poderia ser considerado para o seu cumprimento, de forma ficta, nem mesmo sob a aprecia\u00e7\u00e3o de peculiaridades no caso concreto<\/strong> (AgRg no REsp 1.934.076\/GO, Quinta Turma, Rel. Ministro Reynaldo Soares da Fonseca, DJe 16\/8\/2021).<\/p>\n\n\n\n<p>Recentemente, a Terceira Se\u00e7\u00e3o do STJ, ao analisar o&nbsp;Tema 1120, <strong>modificou o entendimento para dar primazia aos princ\u00edpios da dignidade da pessoa humana, da isonomia e da fraternidade, n\u00e3o permitindo negar aos indiv\u00edduos que tiveram seus trabalhos ou estudos interrompidos pela superveni\u00eancia da pandemia de Covid-19 o direito de remitir parte da sua pena, t\u00e3o somente por estarem privados de liberdade<\/strong>, pois n\u00e3o se observava nenhum&nbsp;<em>discr\u00edmen<\/em>&nbsp;leg\u00edtimo que autorizasse negar \u00e0queles presos que j\u00e1 trabalhavam ou estudavam o direito de remitir a pena durante as medidas sanit\u00e1rias restritivas.<\/p>\n\n\n\n<p>Nesses casos, foi fixada a seguinte tese: &#8220;Nada obstante a interpreta\u00e7\u00e3o restritiva que deve ser conferida ao art. 126, \u00a7 4\u00ba, da Lei de Execu\u00e7\u00e3o Penal, os princ\u00edpios da individualiza\u00e7\u00e3o da pena, da dignidade da pessoa humana, da isonomia e da fraternidade, ao lado da teoria da derrotabilidade da norma e da situa\u00e7\u00e3o excepcional\u00edssima da pandemia de covid-19, imp\u00f5em o c\u00f4mputo do per\u00edodo de restri\u00e7\u00f5es sanit\u00e1rias como de efetivo estudo ou trabalho em favor dos presos que j\u00e1 estavam trabalhando ou estudando e se viram impossibilitados de continuar seus afazeres unicamente em raz\u00e3o do estado pand\u00eamico&#8221; (REsp 1.953.607\/SC, Terceira Se\u00e7\u00e3o, Rel. Ministro Ribeiro Dantas, DJe de 20\/9\/2022).<\/p>\n\n\n\n<p>Desse modo, no caso, por analogia ao referido entendimento, o tempo em que o apenado esteve afastado das suas obriga\u00e7\u00f5es no regime aberto, sob atestado m\u00e9dico, deve ser computado como pena efetivamente cumprida.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-11-2-3-resultado-final\"><a>11.2.3. Resultado final.<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p>O tempo em que o apenado esteve afastado das suas obriga\u00e7\u00f5es no regime aberto, sob atestado m\u00e9dico, pode ser computado como pena efetivamente cumprida.<\/p>\n\n\n\n<div data-wp-interactive=\"core\/file\" class=\"wp-block-file\"><object aria-label=\"Incorporar PDF\" data-wp-bind--hidden=\"!state.hasPdfPreview\" hidden><\/object><a id=\"wp-block-file--media-b493023f-9877-4d3e-ab1a-15e96637984f\" href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2023\/08\/15092717\/stj-informativo-781.pdf\">stj-informativo-781<\/a><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2023\/08\/15092717\/stj-informativo-781.pdf\" class=\"wp-block-file__button wp-element-button\" download aria-describedby=\"wp-block-file--media-b493023f-9877-4d3e-ab1a-15e96637984f\">Baixar<\/a><\/div>\n\n\n\n\n\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>De volta do recesso, Informativo n\u00ba 781 do STJ&nbsp;COMENTADO&nbsp;saindo do forno (quentinho) para quem est\u00e1 ligado aqui conosco no Estrat\u00e9gia Carreiras Jur\u00eddicas! DOWNLOAD do PDF AQUI! DIREITO ADMINISTRATIVO 1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Gratifica\u00e7\u00e3o de Atividade Tribut\u00e1ria e transmuta\u00e7\u00e3o em vencimento b\u00e1sico A\u00c7\u00c3O RESCIS\u00d3RIA O fato de a Gratifica\u00e7\u00e3o de Atividade Tribut\u00e1ria &#8211; GAT ser paga a todos os [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":833,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"post_tipo":"article","footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"tax_estado":[],"class_list":["post-1264865","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-cursos-e-concursos"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO Premium plugin v27.2 (Yoast SEO v27.2) - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-premium-wordpress\/ -->\n<title>Informativo STJ 781 Comentado<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/informativo-stj-781-comentado\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Informativo STJ 781 Comentado\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"De volta do recesso, Informativo n\u00ba 781 do STJ&nbsp;COMENTADO&nbsp;saindo do forno (quentinho) para quem est\u00e1 ligado aqui conosco no Estrat\u00e9gia Carreiras Jur\u00eddicas! DOWNLOAD do PDF AQUI! DIREITO ADMINISTRATIVO 1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Gratifica\u00e7\u00e3o de Atividade Tribut\u00e1ria e transmuta\u00e7\u00e3o em vencimento b\u00e1sico A\u00c7\u00c3O RESCIS\u00d3RIA O fato de a Gratifica\u00e7\u00e3o de Atividade Tribut\u00e1ria &#8211; GAT ser paga a todos os [&hellip;]\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/informativo-stj-781-comentado\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Estrat\u00e9gia Concursos\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2023-08-15T12:00:16+00:00\" \/>\n<meta property=\"article:modified_time\" content=\"2023-08-15T12:27:45+00:00\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"Jean Vilbert\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:creator\" content=\"@EstratConcursos\" \/>\n<meta name=\"twitter:site\" content=\"@EstratConcursos\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"Jean Vilbert\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"38 minutos\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\/\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"NewsArticle\",\"@id\":\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/informativo-stj-781-comentado\/#article\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/informativo-stj-781-comentado\/\"},\"author\":{\"name\":\"Jean Vilbert\",\"@id\":\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/#\/schema\/person\/475a0922f10cff0d1bc8bfecde05f999\"},\"headline\":\"Informativo STJ 781 Comentado\",\"datePublished\":\"2023-08-15T12:00:16+00:00\",\"dateModified\":\"2023-08-15T12:27:45+00:00\",\"mainEntityOfPage\":{\"@id\":\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/informativo-stj-781-comentado\/\"},\"wordCount\":7684,\"commentCount\":0,\"publisher\":{\"@id\":\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/#organization\"},\"articleSection\":[\"Concursos P\u00fablicos\"],\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"CommentAction\",\"name\":\"Comment\",\"target\":[\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/informativo-stj-781-comentado\/#respond\"]}],\"copyrightYear\":\"2023\",\"copyrightHolder\":{\"@id\":\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/#organization\"}},{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/informativo-stj-781-comentado\/\",\"url\":\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/informativo-stj-781-comentado\/\",\"name\":\"Informativo STJ 781 Comentado\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/#website\"},\"datePublished\":\"2023-08-15T12:00:16+00:00\",\"dateModified\":\"2023-08-15T12:27:45+00:00\",\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/informativo-stj-781-comentado\/#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/informativo-stj-781-comentado\/\"]}]},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/informativo-stj-781-comentado\/#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"In\u00edcio\",\"item\":\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"Informativo STJ 781 Comentado\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/#website\",\"url\":\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/\",\"name\":\"Estrat\u00e9gia Concursos\",\"description\":\"O blog da Estrat\u00e9gia Concursos traz not\u00edcias sobre concursos e artigos de professores oferecendo cursos para concursos (pdf + videaulas) no site.\",\"publisher\":{\"@id\":\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/#organization\"},\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":{\"@type\":\"PropertyValueSpecification\",\"valueRequired\":true,\"valueName\":\"search_term_string\"}}],\"inLanguage\":\"pt-BR\"},{\"@type\":\"Organization\",\"@id\":\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/#organization\",\"name\":\"Estrat\u00e9gia Concursos\",\"url\":\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/\",\"logo\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/#\/schema\/logo\/image\/\",\"url\":\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2025\/06\/03203428\/logo_concursos-1.jpg\",\"contentUrl\":\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2025\/06\/03203428\/logo_concursos-1.jpg\",\"width\":230,\"height\":60,\"caption\":\"Estrat\u00e9gia Concursos\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/#\/schema\/logo\/image\/\"},\"sameAs\":[\"https:\/\/x.com\/EstratConcursos\"]},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/#\/schema\/person\/475a0922f10cff0d1bc8bfecde05f999\",\"name\":\"Jean Vilbert\",\"image\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/1667694e4ebdd32feeac9ea2794de3f0470b5c55c6198181ab0b0c333b121921?s=96&d=mm&r=g\",\"url\":\"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/1667694e4ebdd32feeac9ea2794de3f0470b5c55c6198181ab0b0c333b121921?s=96&d=mm&r=g\",\"contentUrl\":\"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/1667694e4ebdd32feeac9ea2794de3f0470b5c55c6198181ab0b0c333b121921?s=96&d=mm&r=g\",\"caption\":\"Jean Vilbert\"},\"url\":\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/author\/jeanvilbertgmail-com\/\"}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO Premium plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"Informativo STJ 781 Comentado","robots":{"index":"index","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"canonical":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/informativo-stj-781-comentado\/","og_locale":"pt_BR","og_type":"article","og_title":"Informativo STJ 781 Comentado","og_description":"De volta do recesso, Informativo n\u00ba 781 do STJ&nbsp;COMENTADO&nbsp;saindo do forno (quentinho) para quem est\u00e1 ligado aqui conosco no Estrat\u00e9gia Carreiras Jur\u00eddicas! DOWNLOAD do PDF AQUI! DIREITO ADMINISTRATIVO 1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Gratifica\u00e7\u00e3o de Atividade Tribut\u00e1ria e transmuta\u00e7\u00e3o em vencimento b\u00e1sico A\u00c7\u00c3O RESCIS\u00d3RIA O fato de a Gratifica\u00e7\u00e3o de Atividade Tribut\u00e1ria &#8211; GAT ser paga a todos os [&hellip;]","og_url":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/informativo-stj-781-comentado\/","og_site_name":"Estrat\u00e9gia Concursos","article_published_time":"2023-08-15T12:00:16+00:00","article_modified_time":"2023-08-15T12:27:45+00:00","author":"Jean Vilbert","twitter_card":"summary_large_image","twitter_creator":"@EstratConcursos","twitter_site":"@EstratConcursos","twitter_misc":{"Escrito por":"Jean Vilbert","Est. tempo de leitura":"38 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"NewsArticle","@id":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/informativo-stj-781-comentado\/#article","isPartOf":{"@id":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/informativo-stj-781-comentado\/"},"author":{"name":"Jean Vilbert","@id":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/#\/schema\/person\/475a0922f10cff0d1bc8bfecde05f999"},"headline":"Informativo STJ 781 Comentado","datePublished":"2023-08-15T12:00:16+00:00","dateModified":"2023-08-15T12:27:45+00:00","mainEntityOfPage":{"@id":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/informativo-stj-781-comentado\/"},"wordCount":7684,"commentCount":0,"publisher":{"@id":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/#organization"},"articleSection":["Concursos P\u00fablicos"],"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"CommentAction","name":"Comment","target":["https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/informativo-stj-781-comentado\/#respond"]}],"copyrightYear":"2023","copyrightHolder":{"@id":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/#organization"}},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/informativo-stj-781-comentado\/","url":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/informativo-stj-781-comentado\/","name":"Informativo STJ 781 Comentado","isPartOf":{"@id":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/#website"},"datePublished":"2023-08-15T12:00:16+00:00","dateModified":"2023-08-15T12:27:45+00:00","breadcrumb":{"@id":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/informativo-stj-781-comentado\/#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/informativo-stj-781-comentado\/"]}]},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/informativo-stj-781-comentado\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"In\u00edcio","item":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"Informativo STJ 781 Comentado"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/#website","url":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/","name":"Estrat\u00e9gia Concursos","description":"O blog da Estrat\u00e9gia Concursos traz not\u00edcias sobre concursos e artigos de professores oferecendo cursos para concursos (pdf + videaulas) no site.","publisher":{"@id":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/#organization"},"potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"Organization","@id":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/#organization","name":"Estrat\u00e9gia Concursos","url":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/","logo":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/#\/schema\/logo\/image\/","url":"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2025\/06\/03203428\/logo_concursos-1.jpg","contentUrl":"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2025\/06\/03203428\/logo_concursos-1.jpg","width":230,"height":60,"caption":"Estrat\u00e9gia Concursos"},"image":{"@id":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/#\/schema\/logo\/image\/"},"sameAs":["https:\/\/x.com\/EstratConcursos"]},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/#\/schema\/person\/475a0922f10cff0d1bc8bfecde05f999","name":"Jean Vilbert","image":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/1667694e4ebdd32feeac9ea2794de3f0470b5c55c6198181ab0b0c333b121921?s=96&d=mm&r=g","url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/1667694e4ebdd32feeac9ea2794de3f0470b5c55c6198181ab0b0c333b121921?s=96&d=mm&r=g","contentUrl":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/1667694e4ebdd32feeac9ea2794de3f0470b5c55c6198181ab0b0c333b121921?s=96&d=mm&r=g","caption":"Jean Vilbert"},"url":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/author\/jeanvilbertgmail-com\/"}]}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1264865","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/833"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1264865"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1264865\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1264895,"href":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1264865\/revisions\/1264895"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1264865"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1264865"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1264865"},{"taxonomy":"tax_estado","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tax_estado?post=1264865"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}