{"id":120274,"date":"2018-05-09T22:15:47","date_gmt":"2018-05-10T01:15:47","guid":{"rendered":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/?p=120274"},"modified":"2018-05-10T14:48:01","modified_gmt":"2018-05-10T17:48:01","slug":"prova-resolvida-banestes-tecnico-portugues-fgv-com-recurso","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/prova-resolvida-banestes-tecnico-portugues-fgv-com-recurso\/","title":{"rendered":"Prova Resolvida Banestes (T\u00e9cnico) &#8211; Portugu\u00eas FGV (Com Recurso)"},"content":{"rendered":"<p>Ol\u00e1, Pessoal, boa noite!<\/p>\n<p>Segue um coment\u00e1rio detalhado da prova do Banestes, realizada no dia 06\/05. Prova muito emblem\u00e1tica da cobran\u00e7a FGV, muitos aspectos da nossa revis\u00e3o de v\u00e9spera foram cobrados e a banca repetiu assuntos recorrentes de 2018.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>PARTICIPEM DO NOSSO RANKING BANESTES e tenham uma ideia de como voc\u00eas est\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o aos concorrentes! Basta preencher aqui:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><a href=\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/gabarito-ranking-banestes-2018\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><strong>PARTICIPE DO RANKING BANESTES T\u00c9CNICO BANC\u00c1RIO<\/strong><\/a><\/p>\n<p>Como sempre, a FGV tamb\u00e9m elaborou quest\u00f5es pol\u00eamicas e entendo que cabe recurso contra duas quest\u00f5es, vejam abaixo.<\/p>\n<p>Vamos l\u00e1:<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-104237\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/01\/28150853\/M%C3%8DDIAS-SOCIAIS-FELIPE.png\" alt=\"\" width=\"724\" height=\"125\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/01\/28150853\/M%C3%8DDIAS-SOCIAIS-FELIPE.png 724w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/01\/28150853\/M%C3%8DDIAS-SOCIAIS-FELIPE.png 300w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/01\/28150853\/M%C3%8DDIAS-SOCIAIS-FELIPE.png 610w\" sizes=\"auto, (max-width: 724px) 100vw, 724px\" \/><\/p>\n<p>1- Observe a frase: \u201cTodas as paix\u00f5es nos fazem cometer erros, mas os mais rid\u00edculos nos faz cometer o amor\u201d.<\/p>\n<p>Sobre a escritura dessa frase, a observa\u00e7\u00e3o adequada \u00e9:<\/p>\n<p>(A) a conjun\u00e7\u00e3o \u201cmas\u201d deveria ser substitu\u00edda por \u201ce\u201d, j\u00e1 que n\u00e3o h\u00e1 oposi\u00e7\u00e3o entre as frases;<\/p>\n<p>(B) a forma verbal \u201cfaz cometer\u201d deveria ser substitu\u00edda por \u201cfazem cometer\u201d, pois o sujeito das duas frases \u00e9 o mesmo;<\/p>\n<p>(C) a forma \u201cmais rid\u00edculos\u201d deveria ser substitu\u00edda por \u201cmais rid\u00edculas\u201d, pois o adjetivo se refere ao substantivo \u201cpaix\u00f5es\u201d;<\/p>\n<p>(D) a frase \u201cos mais rid\u00edculos nos faz cometer o amor\u201d deveria ser substitu\u00edda por \u201co amor nos faz cometer os mais rid\u00edculos\u201d, em fun\u00e7\u00e3o de clareza;<\/p>\n<p>(E) o termo \u201cTodas as paix\u00f5es\u201d deveria ser substitu\u00eddo por \u201cAs paix\u00f5es\u201d j\u00e1 que o termo \u201ctodas\u201d \u00e9 perfeitamente dispens\u00e1vel.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p>(A) Incorreto. H\u00e1 sim oposi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>(B) Incorreto. O sujeito \u00e9 \u201co amor\u201d, por isso o verbo \u201cfaz\u201d fica no singular. A prop\u00f3sito, o sujeito de \u201ccometer\u201d \u00e9 o pronome obl\u00edquo \u201cnos\u201d: n\u00f3s cometemos.<\/p>\n<p>(C) Incorreto. A forma \u201cmais rid\u00edculos\u201d se refere a \u201cerros\u201d<\/p>\n<p>(D) Correto. A frase \u201cos mais rid\u00edculos nos faz cometer o amor\u201d deveria ser substitu\u00edda por \u201co amor nos faz cometer os mais rid\u00edculos\u201d, em fun\u00e7\u00e3o de clareza; isso porque a invers\u00e3o do sujeito \u201co amor\u201d d\u00e1 impress\u00e3o de que este termo \u00e9 objeto: cometer o amor. O amor, no entanto, n\u00e3o \u00e9 a coisa cometida, mas a coisa que nos faz cometer erros.<\/p>\n<p>(E) Incorreto. O \u201ctodas\u201d refor\u00e7a a ideia de totalidade, algo que o mero artigo n\u00e3o faz.<\/p>\n<p>Gabarito letra D.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>2- Reescrevendo as frases abaixo, mantido o sentido original, com a elimina\u00e7\u00e3o das formas negativas sublinhadas, a forma INADEQUADA da nova frase \u00e9:<\/p>\n<p>(A) <strong><u>Nada<\/u><\/strong> \u00e9 mais revolucion\u00e1rio que dinheiro sobrando \/ Tudo \u00e9 menos revolucion\u00e1rio que dinheiro sobrando;<\/p>\n<p>(B) A \u00fanica certeza do planejamento \u00e9 que as coisas <strong><u>nunca<\/u><\/strong> ocorrem como foram planejadas \/ A \u00fanica certeza do planejamento \u00e9 que as coisas sempre ocorrem diferente do que foram planejadas;<\/p>\n<p>(C) Tudo o que o dinheiro resolve <strong><u>n\u00e3o<\/u><\/strong> \u00e9 problema \/ Tudo o que o dinheiro resolve \u00e9 solu\u00e7\u00e3o;<\/p>\n<p>(D) <strong><u>N\u00e3o<\/u><\/strong> emprestes a teu irm\u00e3o com juros \/ Empresta a teu irm\u00e3o sem juros;<\/p>\n<p>(E) \u00c9 raro algu\u00e9m ouvir aquilo que <strong><u>n\u00e3o<\/u><\/strong> quer ouvir \/ \u00c9 frequente algu\u00e9m ouvir aquilo que quer ouvir.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A inadequa\u00e7\u00e3o est\u00e1 em:<\/p>\n<p>(C) Tudo o que o dinheiro resolve <strong><u>n\u00e3o<\/u><\/strong> \u00e9 problema \/ Tudo o que o dinheiro resolve \u00e9 solu\u00e7\u00e3o;<\/p>\n<p>Isso porque a primeira senten\u00e7a quer significa \u201calgo s\u00f3 \u00e9 problema de verdade\u201d se voc\u00ea n\u00e3o conseguir resolver com dinheiro.<\/p>\n<p>A segunda \u00e9 que o dinheiro s\u00f3 resolve solu\u00e7\u00f5es, o que traz ideia bem diferente e n\u00e3o faz tamb\u00e9m muito sentido.<\/p>\n<p>Gabarito letra C.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>3- Todas as frases abaixo apresentam dois componentes separados por um sinal de pontua\u00e7\u00e3o. Desconsiderando a pontua\u00e7\u00e3o, indique a frase em que esse sinal foi substitu\u00eddo de forma adequada por um conectivo:<\/p>\n<p>(A) Sabedoria \u00e9 saber o que fazer; virtude \u00e9 fazer \/ pois;<\/p>\n<p>(B) N\u00e3o \u00e9 preciso muito para ser um produtor de coelhos. Voc\u00ea coloca um casal numa gaiola e \u00e9 tudo \/ ent\u00e3o;<\/p>\n<p>(C) O capital \u00e9 como \u00e1gua. Sempre flui por onde encontra menos obst\u00e1culos \/ logo;<\/p>\n<p>(D) Dinheiro \u00e9 igual a t\u00e1xi: quando mais voc\u00ea precisa, ele n\u00e3o aparece \/ por\u00e9m;<\/p>\n<p>(E) Chega de homenagens. Eu quero o dinheiro \/ que.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<ol>\n<li>a) Incorreto. A rela\u00e7\u00e3o \u00e9 de adi\u00e7\u00e3o e \u201cpois\u201d indica explica\u00e7\u00e3o ou conclus\u00e3o.<\/li>\n<li>b) Incorreto. A rela\u00e7\u00e3o \u00e9 de explica\u00e7\u00e3o e \u201cent\u00e3o\u201d indica conclus\u00e3o.<\/li>\n<li>c) Incorreto. A rela\u00e7\u00e3o \u00e9 de explica\u00e7\u00e3o e \u201clogo\u201d indica conclus\u00e3o.<\/li>\n<li>d) Incorreto. A rela\u00e7\u00e3o \u00e9 de explica\u00e7\u00e3o e \u201cpor\u00e9m\u201d indica oposi\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<li>e) Correto. A rela\u00e7\u00e3o \u00e9 de explica\u00e7\u00e3o e \u201cque\u201d indica exatamente isso. Parem as homenagens, porque eu quero mesmo \u00e9 o dinheiro.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Gabarito letra E.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>4- A frase em que a substitui\u00e7\u00e3o dos termos sublinhados por um adjetivo \u00e9 feita de forma adequada \u00e9:<\/p>\n<p>(A) Um beijo <u>de minha m\u00e3e<\/u> fez de mim um pintor \/ maternal;<\/p>\n<p>(B) O importante na obra <u>de arte<\/u>: o espanto \/ arteira;<\/p>\n<p>(C) Toda arte \u00e9 imita\u00e7\u00e3o <u>da natureza<\/u> \/ naturalista;<\/p>\n<p>(D) Apreciar os defeitos <u>do pr\u00f3ximo<\/u> \u00e9 ter talento? \/ alheios;<\/p>\n<p>(E) Avalia-se a intelig\u00eancia <u>de um indiv\u00edduo<\/u> pela quantidade de incertezas que ele \u00e9 capaz de suportar \/ individualista.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<ol>\n<li>a) Quest\u00e3o muito maldosa, uma covardia. De fato, a locu\u00e7\u00e3o \u201cde m\u00e3e\u201d equivale a \u201cmaternal\u201d; contudo, a locu\u00e7\u00e3o \u00e9 \u201cde minha m\u00e3e\u201d, o que restringe o sentido, at\u00e9 porque \u201cmaternal\u201d n\u00e3o significa que seja exatamente da sua pr\u00f3pria m\u00e3e.<\/li>\n<li>b) <strong>De arte <\/strong>equivale a \u201cart\u00edstico\u201d; \u201carteiro\u201d tem sentido de \u201clevado\u201d.<\/li>\n<li>c) \u201cDa natureza\u201d equivale em alguns caso a \u201cNatural\u201d, mas nesse caso nem caberia a substitui\u00e7\u00e3o por um adjetivo, j\u00e1 que \u201cDa natureza\u201d \u00e9 um complemento nominal de \u201cimita\u00e7\u00e3o\u201d, ent\u00e3o n\u00e3o equivale a locu\u00e7\u00e3o adjetiva.<\/li>\n<li>d) Aqui, \u201cdo pr\u00f3ximo\u201d equivale a \u201cdo outro\u201d, das outras pessoas, ent\u00e3o podemos trocar por \u201calheios\u201d.<\/li>\n<li>e) \u201cde um indiv\u00edduo\u201d d\u00e1 ideia de posse; \u201cindividualista\u201d d\u00e1 ideia de \u201cego\u00edsta, focado em si mesmo, no pr\u00f3prio indiv\u00edduo\u201d.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Gabarito letra D.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>5- A frase em que se deveria usar a forma EU em lugar de MIM \u00e9:<\/p>\n<p>(A) Um desejo de minha av\u00f3 fez de mim um artista;<\/p>\n<p>(B) H\u00e1 muitas diferen\u00e7as entre mim e a minha futura mulher;<\/p>\n<p>(C) Para mim, ver filmes antigos \u00e9 a maior divers\u00e3o;<\/p>\n<p>(D) Entre mim viajar ou descansar, prefiro o descanso;<\/p>\n<p>(E) Separamo-nos, mas sempre de mim se lembra.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p>\u201cMim\u201d n\u00e3o pode ser sujeito, ent\u00e3o devemos usar o pronome reto nessa fun\u00e7\u00e3o:<\/p>\n<p>Entre EU viajar ou descansar, EU prefiro o descanso (QUEM VIAJA? EU)<\/p>\n<p>Nas demais op\u00e7\u00f5es, usamos \u201cmim\u201d porque termos preposicionados em que \u201cmim\u201d n\u00e3o \u00e9 sujeito. Gabarito letra D.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>6- O per\u00edodo abaixo em que os dois termos sublinhados N\u00c3O podem trocar de posi\u00e7\u00e3o \u00e9:<\/p>\n<p>(A) <u>A arte<\/u> \u00e9 <u>a mais bela das mentiras<\/u>;<\/p>\n<p>(B) <u>O importante na obra de arte<\/u> \u00e9 <u>o espanto<\/u>;<\/p>\n<p>(C) <u>A forma<\/u> segue <u>a emo\u00e7\u00e3o<\/u>;<\/p>\n<p>(D) <u>A obra de arte<\/u>: <u>uma interrup\u00e7\u00e3o do tempo<\/u>;<\/p>\n<p>(E) Na arte n\u00e3o existe <u>passado<\/u> nem <u>futuro<\/u>.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p>Aqui, a banca queria que o candidato entendesse que existe uma \u201csequ\u00eancia\u201d em \u201cA forma segue a emo\u00e7\u00e3o\u201d. A emo\u00e7\u00e3o vem primeiro e a forma, posteriormente, segue, constr\u00f3i-se de acordo com a emo\u00e7\u00e3o. Ent\u00e3o a emo\u00e7\u00e3o \u00e9 o modelo, o paradigma da forma. Se inverter, passamos a ter sentido de que \u00e9 a forma que determina a emo\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Gabarito letra C.<\/p>\n<p>Obs: Rigorosamente, n\u00e3o poder\u00edamos inverter tamb\u00e9m as letras A, B e D, pois temos letra mai\u00fascula em in\u00edcio de ora\u00e7\u00e3o. Em termos sem\u00e2nticos, contudo, n\u00e3o faria diferen\u00e7a.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>7- \u201cTalvez um dia seja bom <u>relembrar este dia<\/u>\u201d. (Virg\u00edlio)<\/p>\n<p>A forma de ora\u00e7\u00e3o desenvolvida adequada correspondente \u00e0 ora\u00e7\u00e3o sublinhada acima \u00e9:<\/p>\n<p>(A) relembrarmos este dia;<\/p>\n<p>(B) a relembran\u00e7a deste dia;<\/p>\n<p>(C) que relembremos este dia;<\/p>\n<p>(D) que relembr\u00e1ssemos este dia;<\/p>\n<p>(E) uma nova lembran\u00e7a deste dia.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p>Para desenvolver a ora\u00e7\u00e3o, temos que usar um conectivo e tamb\u00e9m usar uma forma conjugada do verbo. Ent\u00e3o, est\u00e3o descartadas as alternativas que tragam formas nominais (ger\u00fandio, partic\u00edpio, ou infinitivo) ou substantivos. Por isso, eliminamos A, B e E.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m temos que manter a ideia temporal original, ent\u00e3o, mesmo com verbo conjugado e com conectivo, \u201cque relembr\u00e1ssemos\u201d n\u00e3o poderia ser a resposta, pois o verbo est\u00e1 em tem pret\u00e9rito. Assim, ficamos com a equival\u00eancia:<\/p>\n<p>\u201cTalvez um dia seja bom <u>relembrar este dia<\/u>\u201d. (Virg\u00edlio)<\/p>\n<p>\u201cTalvez um dia seja bom <u>que relembremos este dia<\/u>\u201d. (Virg\u00edlio)<\/p>\n<p>Gabarito letra C.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>8- Evandro Lins e Silva \u00e9 autor da seguinte frase:<\/p>\n<p>\u201cA pris\u00e3o \u00e9 uma incubadora cara, eficaz e prol\u00edfica para a gera\u00e7\u00e3o e crescimento de marginais, aperfei\u00e7oados pelo conv\u00edvio com outros marginais j\u00e1 reincidentes\u201d.<\/p>\n<p>A cr\u00edtica na frase se dirige essencialmente para:<\/p>\n<p>(A) o sistema prisional;<\/p>\n<p>(B) o C\u00f3digo Penal brasileiro;<\/p>\n<p>(C) a estrutura policial;<\/p>\n<p>(D) os marginais reincidentes;<\/p>\n<p>(E) as injusti\u00e7as sociais.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p>Estamos falando da \u201cpris\u00e3o\u201d, das cadeias, que s\u00e3o verdadeira escolas do crime. Ent\u00e3o, a cr\u00edtica \u00e9 ao sistema prisional. Cuidado, o assunto tem rela\u00e7\u00e3o com as demais alternativas, especialmente com o C\u00f3digo Penal e os marginais reincidentes, mas a banca diz \u201cse dirige ESSENCIALMENTE\u201d, o que limita a resposta a \u201cPris\u00e3o=Sistema Prisional\u201d. Gabarito letra A.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>9- \u201cN\u00e3o sei ver nada do que vejo; vejo bem apenas o que relembro e tenho intelig\u00eancia apenas nas minhas lembran\u00e7as\u201d. (Rousseau)<\/p>\n<p>A rela\u00e7\u00e3o ver\/vejo s\u00f3 N\u00c3O se repete de forma correta no seguinte par:<\/p>\n<p>(A) rir \/ rio;<\/p>\n<p>(B) trazer \/ trago;<\/p>\n<p>(C) requerer \/ requeiro;<\/p>\n<p>(D) deter \/ detenho;<\/p>\n<p>(E) reaver \/ reavejo.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p>A rela\u00e7\u00e3o Ver\/Vejo \u00e9 Verbo no infinitivo\/Verbo na 1\u00aaP.Singular do presente do indicativo.<\/p>\n<p>Isso apenas n\u00e3o ocorre em Reaver\/Reavejo, porque \u201cReaver\u201d \u00e9 verbo defectivo e n\u00e3o possui a primeira pessoa do singular. Reavejo n\u00e3o existe. No presente do indicativo, s\u00f3 temos as formas da 1\u00aa e 2\u00aa pessoas do plural: (n\u00f3s) reavemos e (v\u00f3s) reaveis.<\/p>\n<p>Gabarito letra E.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>10- A frase abaixo que apresenta seus termos em ordem direta \u00e9:<\/p>\n<p>(A) O medo tem muitos olhos e enxerga coisas nos subterr\u00e2neos;<\/p>\n<p>(B) Sai mais barato para a na\u00e7\u00e3o sustentar a fam\u00edlia imperial;<\/p>\n<p>(C) O grande inimigo da ra\u00e7a humana \u00e9 o nacionalismo;<\/p>\n<p>(D) On\u00e7a, quando d\u00e1 o bote, \u00e9 porque j\u00e1 olhou tudo que tinha de olhar;<\/p>\n<p>(E) Nasce um ot\u00e1rio por minuto.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p>A ordem direta \u00e9 <strong>Sujeito<\/strong> &gt; Verbo &gt; <u>Complemento<\/u> &gt; (adjuntos, se houver)<\/p>\n<p>Evidentemente, nem sempre temos todos os termos, pois h\u00e1 ora\u00e7\u00f5es sem sujeito e verbos que n\u00e3o pedem complemento, como os intransitivos e os de liga\u00e7\u00e3o. De qualquer forma, teremos Sujeito&gt;Verbo.<\/p>\n<p>Temos essa ordem em:<\/p>\n<p><strong>O medo<\/strong> tem <u>muitos olhos<\/u> e enxerga <u>coisas<\/u> (nos subterr\u00e2neos)<\/p>\n<p>Gabarito letra A.<\/p>\n<ol>\n<li>b) O sujeito est\u00e1 posposto, \u00e9 a ora\u00e7\u00e3o \u201csustentar a fam\u00edlia imperial\u201d<\/li>\n<li>c) RECURSO!<\/li>\n<\/ol>\n<p>Estamos na ordem direta, temos:<\/p>\n<p><strong>O grande inimigo da ra\u00e7a humana (sujeito)<\/strong> \u00e9 o nacionalismo (predicativo)<\/p>\n<p>A banca pode argumentar que o sujeito est\u00e1 invertido; mas, sendo ambos substantivos, n\u00e3o h\u00e1 como provar que \u201cnacionalismo\u201d seja o sujeito. Ali\u00e1s, havendo d\u00favida, devemos considerar o termo inicial como sujeito.<\/p>\n<p>Ent\u00e3o, essa alternativa tamb\u00e9m est\u00e1 na ordem direta. No m\u00ednimo \u00e9 um caso de ambiguidade e n\u00e3o poderia ser uma alternativa v\u00e1lida.<\/p>\n<ol>\n<li>d) O adjunto adverbial \u201cquando d\u00e1 o bote\u201d est\u00e1 deslocado.<\/li>\n<li>e) O sujeito est\u00e1 depois do verbo.<\/li>\n<\/ol>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-104237\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/01\/28150853\/M%C3%8DDIAS-SOCIAIS-FELIPE.png\" alt=\"\" width=\"724\" height=\"125\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/01\/28150853\/M%C3%8DDIAS-SOCIAIS-FELIPE.png 724w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/01\/28150853\/M%C3%8DDIAS-SOCIAIS-FELIPE.png 300w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/01\/28150853\/M%C3%8DDIAS-SOCIAIS-FELIPE.png 610w\" sizes=\"auto, (max-width: 724px) 100vw, 724px\" \/><\/p>\n<p>11- A frase que N\u00c3O apresenta qualquer forma de superlativa\u00e7\u00e3o de um adjetivo \u00e9:<\/p>\n<p>(A) Sou extraordinariamente paciente desde que as coisas sejam feitas do meu jeito;<\/p>\n<p>(B) A lealdade a um partido reduz o maior dos homens ao n\u00edvel mesquinho das massas;<\/p>\n<p>(C) O ouro \u00e9 um metal amarelo ultra-apreciado;<\/p>\n<p>(D) Uma besteira menor, consciente, pode impedir uma besteira grande pra cachorro, inconsciente;<\/p>\n<p>(E) Veja o meu caso: sa\u00ed do nada e cheguei \u00e0 extrema pobreza.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p>Superlativar \u00e9 usar o adjetivo em grau superlativo, que pode ser anal\u00edtico (com palavras intensificadoras) ou sufixos (\u00edssimo&#8230;). Maior e menor s\u00e3o formas irregulares, pois o OR tem sentido de \u201cmais\u201d.<\/p>\n<ol>\n<li>a) Temos superlativa\u00e7\u00e3o pelo uso do adv\u00e9rbio \u201cextraordinariamente\u201d.<\/li>\n<li>b) Temos superlativa\u00e7\u00e3o pelo uso da forma \u201co maior dos homens\u201d.<\/li>\n<li>c) Temos superlativa\u00e7\u00e3o pelo uso do prefixo \u201cultra\u201d.<\/li>\n<li>d) Temos superlativa\u00e7\u00e3o pelo uso da forma \u201cmenor\u201d.<\/li>\n<li>e) Temos apenas o adjetivo \u201cextrema\u201d em sua forma normal, sem nenhum tipo de varia\u00e7\u00e3o de grau. Gabarito letra E.<\/li>\n<\/ol>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>12- Em frases como <em>Quanto <u>\u00e9 que<\/u> custa este livro?<\/em> a express\u00e3o sublinhada (verbo ser + que) tem valor enf\u00e1tico, podendo ser retirada da frase sem preju\u00edzo do conte\u00fado.<\/p>\n<p>A frase abaixo em que isso N\u00c3O ocorre \u00e9:<\/p>\n<p>(A) \u00c9 o cargo que permite conhecer o homem;<\/p>\n<p>(B) Foram os disc\u00edpulos que deram autoridade a Arist\u00f3teles;<\/p>\n<p>(C) A verdade \u00e9 que at\u00e9 mesmo os poderosos podem precisar dos fracos;<\/p>\n<p>(D) Quem toma conta da bolsa \u00e9 que tem o poder;<\/p>\n<p>(E) Onde existem muitos no comando \u00e9 que nasce a confus\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p>N\u00e3o podemos retirar o \u201cque\u201d na letra C, pois temos ali uma conjun\u00e7\u00e3o integrante, introduzindo uma ora\u00e7\u00e3o subordinada substantiva predicativa:<\/p>\n<p>A verdade \u00e9 <strong>[que at\u00e9 mesmo os poderosos podem precisar dos fracos]<\/strong><\/p>\n<p>A verdade \u00e9 <strong>[ISTO]<\/strong><\/p>\n<p>Portanto, o \u201cque\u201d n\u00e3o \u00e9 expletivo e verbo \u2018ser\u2019 n\u00e3o faz parte da express\u00e3o \u201c\u00e9 que\u201d como nos demais casos.<\/p>\n<p>Veja que podemos retirar o \u201cser+que\u201d, sem preju\u00edzo:<\/p>\n<p>(A) O cargo permite conhecer o homem;<\/p>\n<p>(B) Os disc\u00edpulos deram autoridade a Arist\u00f3teles;<\/p>\n<p>(D) Quem toma conta da bolsa tem o poder;<\/p>\n<p>(E) Onde existem muitos no comando nasce a confus\u00e3o.<\/p>\n<p>Gabarito letra C.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>13- Na escrita, pode-se optar frequentemente entre uma constru\u00e7\u00e3o de substantivo + locu\u00e7\u00e3o adjetiva ou substantivo + adjetivo (coragem de her\u00f3i = coragem heroica).<\/p>\n<p>O termo abaixo sublinhado que N\u00c3O pode ser substitu\u00eddo por um adjetivo \u00e9:<\/p>\n<p>(A) A maior preocupa\u00e7\u00e3o <u>do homem<\/u> \u00e9 a morte;<\/p>\n<p>(B) A cria\u00e7\u00e3o <u>do homem<\/u> \u00e9 ideia de Deus;<\/p>\n<p>(C) A intelig\u00eancia <u>do homem<\/u> \u00e9 infinita;<\/p>\n<p>(D) Os amores <u>do homem<\/u> s\u00e3o passageiros;<\/p>\n<p>(E) \u00c9 ef\u00eamera a mem\u00f3ria <u>do homem<\/u>.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p>Quest\u00e3o cl\u00e1ssica da FGV. Quando a express\u00e3o \u201cde+substantivo\u201d for ligada a um substantivo abstrato derivado de a\u00e7\u00e3o e tiver rela\u00e7\u00e3o passiva, teremos um complemento nominal e n\u00e3o uma express\u00e3o de natureza adjetiva:<\/p>\n<p>Isso corre em: cria\u00e7\u00e3o do homem, em que \u201cdo homem\u201d \u00e9 complemento de \u201ccria\u00e7\u00e3o\u201d ( o homem \u00e9 criado, sentido passivo).<\/p>\n<p>Nos demais casos, temos uma locu\u00e7\u00e3o adjetiva, com sentido de posse.<\/p>\n<p>Gabarito letra B.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>14- \u201cO poder n\u00e3o satisfaz, <u>ou melhor<\/u>, \u00e9 como a droga e sempre exige doses maiores\u201d. Nessa frase a fun\u00e7\u00e3o da express\u00e3o sublinhada \u00e9:<\/p>\n<p>(A) ratificar uma afirma\u00e7\u00e3o errada;<\/p>\n<p>(B) ampliar uma informa\u00e7\u00e3o com nova informa\u00e7\u00e3o;<\/p>\n<p>(C) explicar melhor algo escrito antes;<\/p>\n<p>(D) exemplificar o fato comunicado anteriormente;<\/p>\n<p>(E) corrigir um erro anterior.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p>\u201cOu melhor\u201d \u00e9 uma express\u00e3o \u201cretificativa\u201d, que reformula o que foi dito antes, \u201cexplicando melhor\u201d. Cuidado, o fato de o nome ser \u201cretificativa\u201d n\u00e3o significa que tenha havido um \u201cerro\u201d, mas sim que haver\u00e1 uma reformula\u00e7\u00e3o do que foi dito de forma a ficar mais claro.<\/p>\n<p>Gabarito letra C.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>15- O adjetivo <em>ilimitado<\/em> corresponde \u00e0 locu\u00e7\u00e3o \u201csem limites\u201d; a locu\u00e7\u00e3o com igual estrutura que N\u00c3O corresponde ao adjetivo abaixo destacado \u00e9:<\/p>\n<p>(A) Os turistas ficaram <u>inertes<\/u> durante a a\u00e7\u00e3o policial \/ sem a\u00e7\u00e3o;<\/p>\n<p>(B) O turista <u>incauto<\/u> ficou assustado com a a\u00e7\u00e3o policial \/ sem cautela;<\/p>\n<p>(C) O vocalista da banda saiu <u>ileso<\/u> do acidente \/ sem ferimento;<\/p>\n<p>(D) O presidente da Coreia passou <u>inc\u00f3gnito<\/u> pela Fran\u00e7a \/ sem ser percebido;<\/p>\n<p>(E) O novo livro do autor estava ainda <u>in\u00e9dito<\/u> \/ sem editor.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p>Quest\u00e3o direta: \u201cin\u00e9dito\u201d significa \u201cn\u00e3o publicado, n\u00e3o visto, n\u00e3o apresentado\u201d. N\u00e3o tem rela\u00e7\u00e3o alguma com \u201caus\u00eancia de editor\u201d. Nas demais op\u00e7\u00f5es, a locu\u00e7\u00e3o substitui adequadamente o adjetivo.<\/p>\n<p>Gabarito letra E.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>16- \u201cSe no Brasil a \u00e9tica chegou a esse ponto, imagine a <u>etiqueta<\/u>, que \u00e9 a pequena \u00e9tica\u201d. A autora da frase, Danuza Le\u00e3o, se refere \u00e0 forma (etiqueta) que perdeu o valor diminutivo e passou a designar uma outra realidade.<\/p>\n<p>A frase abaixo em que o voc\u00e1bulo sublinhado conservou o valor diminutivo \u00e9:<\/p>\n<p>(A) Ao ser perguntado sobre em que dia da semana estava, teve que consultar a <u>folhinha<\/u> na parede da sala;<\/p>\n<p>(B) Sa\u00eda sempre \u00e0s sextas para tomar uma <u>cervejinha<\/u> com os amigos;<\/p>\n<p>(C) A propaganda aconselhava o uso de <u>camisinha<\/u>;<\/p>\n<p>(D) Alguns espectadores visitam os atores no <u>camarim<\/u>;<\/p>\n<p>(E) Ap\u00f3s a chuva, havia <u>got\u00edculas<\/u> de \u00e1gua no vidro dos carros.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p>Para quem n\u00e3o reparou, a termina\u00e7\u00e3o \u201ceta\u201d \u00e9 sim um sufixo de diminutivo: \u00f3pera x opereta; placa x plaqueta&#8230;<\/p>\n<p>No entanto, a forma do diminutivo muitas vezes vira uma palavra nova, n\u00e3o mais relacionada \u00e0 ideia dimensional, de tamanho. Veja:<\/p>\n<p>Folhinha \u2013 calend\u00e1rio<\/p>\n<p>Cervejinha \u2013 N\u00e3o \u00e9 uma cerveja pequena, mas uma forma afetiva de cerveja, a cerveja querida, entre amigos.<\/p>\n<p>Camisinha &#8211; preservativo<\/p>\n<p>Camarim \u2013 n\u00e3o \u00e9 uma cama pequena, mas sim o c\u00f4modo onde fica o artista antes do espet\u00e1culo.<\/p>\n<p>Got\u00edculas \u2013 gotas pequenas. Aqui, o sentido n\u00e3o mudou, temos o diminutivo puro, usado literalmente para indicar gotas bem pequenas.<\/p>\n<p>Gabarito letra E.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>17- Um ex-governador do estado do Amazonas disse o seguinte: \u201cDefenda a <u>ecologia<\/u>, mas n\u00e3o encha o saco\u201d. (Gilberto Mestrinho)<\/p>\n<p>O voc\u00e1bulo sublinhado, composto do radical-logia (\u201cestudo\u201d), se refere aos estudos de defesa do meio ambiente; o voc\u00e1bulo abaixo, com esse mesmo radical, que tem seu significado corretamente indicado \u00e9:<\/p>\n<p>(A) Antropologia: estudo do homem como representante do sexo masculino;<\/p>\n<p>(B) Etimologia: estudo das ra\u00e7as humanas;<\/p>\n<p>(C) Meteorologia: estudo dos impactos de meteoros sobre a Terra;<\/p>\n<p>(D) Ginecologia: estudo das doen\u00e7as privativas das mulheres;<\/p>\n<p>(E) Fisiologia: estudo das for\u00e7as atuantes na natureza.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p>Uma quest\u00e3o de vocabul\u00e1rio bem pesada. A ginecologia \u00e9 realmente a \u201cparte da medicina que estuda a fisiologia e a patologia do corpo feminino e trata das doen\u00e7as espec\u00edficas das mulheres, esp. as do aparelho genital.\u201d<\/p>\n<p>Entendo que essa alternativa limita demais o escopo da Ginecologia, quando o sentido tamb\u00e9m inclui a fisiologia feminina, o funcionamento do corpo feminino, n\u00e3o s\u00f3 ligado a doen\u00e7as, mas tamb\u00e9m est\u00e1 cada vez mais ligado \u00e0 aspectos de reprodu\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m. Contudo, a banca quer o sentido literal e, sinceramente, as demais op\u00e7\u00f5es eram visivelmente equivocadas. Gabarito letra D.<\/p>\n<p>Vejamos as demais:<\/p>\n<p>(A) Antropologia: estudo do homem como ra\u00e7a humana, homens e mulheres.<\/p>\n<p>(B) Etimologia: estudo da origem das palavras.<\/p>\n<p>(C) Meteorologia: estudo dos fen\u00f4menos atmosf\u00e9ricos<\/p>\n<p>(E) Fisiologia: estudo das fun\u00e7\u00f5es org\u00e2nicas e os processos vitais dos seres vivos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>18- A frase abaixo em que houve troca <u>indevida<\/u> entre par\u00f4nimos ou hom\u00f4nimos \u00e9:<\/p>\n<p>(A) \u201cA evolu\u00e7\u00e3o da t\u00e9cnica chegou ao ponto de tornar-nos <u>inermes<\/u> diante da t\u00e9cnica\u201d \/ inertes;<\/p>\n<p>(B) \u201cQuem <u>aspira<\/u> a grandes coisas tamb\u00e9m deve sofrer muito\u201d \/ expira;<\/p>\n<p>(C) \u201cAquele que n\u00e3o deixa nada ao <u>acaso<\/u> raramente far\u00e1 coisas de modo errado, mas far\u00e1 pouqu\u00edssimas coisas\u201d \/ ocaso;<\/p>\n<p>(D) \u201cFala como s\u00e1bio a um ignorante e este te dir\u00e1 que tens pouco bom <u>senso<\/u>\u201d \/ censo;<\/p>\n<p>(E) \u201cAo entrar em um restaurante, todo cliente espera satisfazer desejos de ordem f\u00edsica e emocional. Os card\u00e1pios devem vir <u>de encontro a<\/u> essas necessidades\u201d \/ ao encontro de.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p>Essa quest\u00e3o tem s\u00e9rios problemas de elabora\u00e7\u00e3o na minha opini\u00e3o. Entendo que a banca queria saber em que op\u00e7\u00e3o o termo usado est\u00e1 equivocado e deveria ser trocado pela express\u00e3o que est\u00e1 sublinhada.<\/p>\n<p>No entanto, as express\u00f5es \u201cde encontro A\u201d ou \u201cao encontro DE\u201d, nosso gabarito, n\u00e3o s\u00e3o par\u00f4nimos, n\u00e3o se encaixam na defini\u00e7\u00e3o de par\u00f4nimo:<\/p>\n<p>Veja a defini\u00e7\u00e3o:<\/p>\n<p><strong>(pa.<\/strong><em><strong>r\u00f4<\/strong><\/em><strong>.ni.mo)<\/strong><\/p>\n<p>a.<\/p>\n<ol>\n<li>Gram. Ling.Diz-se da palavra que tem pron\u00fancia e\/ou grafia semelhante \u00e0 de outra palavra (p.ex.: recriar e recrear).\u00a0[Us. tb. como adj.]<\/li>\n<\/ol>\n<p>Ent\u00e3o, um par\u00f4nimo \u00e9 uma palavra parecida com outra, como os exemplos cl\u00e1ssicos que menciono abaixo e constam em quase todas as gram\u00e1ticas:<\/p>\n<table width=\"100%\">\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"49%\">avaleiro (que cavalga)<\/td>\n<td width=\"51%\">cavalheiro (homem gentil)<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"49%\">comprimento (extens\u00e3o)<\/td>\n<td width=\"51%\">cumprimento (sauda\u00e7\u00e3o)<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"49%\">deferir (atender)<\/td>\n<td width=\"51%\">diferir (distinguir-se, divergir)<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"49%\">delatar (denunciar)<\/td>\n<td width=\"51%\">dilatar (alargar)<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"49%\">descri\u00e7\u00e3o (ato de descrever)<\/td>\n<td width=\"51%\">discri\u00e7\u00e3o (reserva, prud\u00eancia)<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"49%\">descriminar (tirar a culpa)<\/td>\n<td width=\"51%\">discriminar (distinguir)<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"49%\">despensa (local onde se guardam mantimentos)<\/td>\n<td width=\"51%\">dispensa (ato de dispensar)<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"49%\">docente (relativo a professores)<\/td>\n<td width=\"51%\">discente (relativo a alunos)<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"49%\">emigrar (deixar um pa\u00eds)<\/td>\n<td width=\"51%\">imigrar (entrar num pa\u00eds)<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"49%\">emin\u00eancia (elevado)<\/td>\n<td width=\"51%\">imin\u00eancia (qualidade do que est\u00e1 iminente)<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"49%\">eminente (elevado)<\/td>\n<td width=\"51%\">iminente (prestes a ocorrer)<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Vejam a defini\u00e7\u00e3o de Cegalla:<\/p>\n<p><em>Par\u00f4nimos<\/em><\/p>\n<p><em>Registramos alguns par\u00f4nimos (<strong>palavras parecidas na pron\u00fancia e na escrita) que se diferenciam <\/strong>pela oposi\u00e7\u00e3o das vogais \/e\/ e li\/, \/oi e \/ui.<\/em><\/p>\n<p>As express\u00f5es \u201cde encontro A\u201d (ideia de choque, oposi\u00e7\u00e3o, ir contra, discordar) e \u201cAo encontro DE\u201d (ideia de ir no mesmo sentido, concordar) s\u00e3o apenas combina\u00e7\u00f5es diferentes de palavras, cujo n\u00facleo \u00e9 uma mesma palavra (encontro). N\u00e3o se encaixa na defini\u00e7\u00e3o de par\u00f4nimo que vejo nas gram\u00e1ticas. A FGV n\u00e3o vai anular por causa disso, mas n\u00e3o deixa de ser um defeito da quest\u00e3o. Gabarito letra E.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>19- A frase abaixo em que o termo sublinhado tem um sin\u00f4nimo indicado corretamente \u00e9:<\/p>\n<p>(A) \u201cA raz\u00e3o nos \u00e9 dada para <u>discernir<\/u> o bem e o mal\u201d \/ julgar;<\/p>\n<p>(B) \u201cQuem decide praticar o mal, encontra sempre um <u>pretexto<\/u>\u201d \/ castigo;<\/p>\n<p>(C) \u201cPoucas vezes falta <u>engenho<\/u> \u00e0 maldade\u201d \/ trabalho;<\/p>\n<p>(D) \u201cA educa\u00e7\u00e3o seria a arte de parecer <u>inofensivo<\/u>\u201d \/ inocente;<\/p>\n<p>(E) \u201cN\u00e3o pode haver educa\u00e7\u00e3o onde n\u00e3o h\u00e1 <u>discri\u00e7\u00e3o<\/u>\u201d \/ reserva.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p>Outra quest\u00e3o problem\u00e1tica. Podemos sim dizer que \u201cser discreto\u201d pode equivaler a \u201cser reservado\u201d, mas no contexto da letra E, com a frase solta, n\u00e3o parece haver essa equival\u00eancia, porque \u201creserva\u201d pode ter outros sentidos. Contudo, novamente dever\u00edamos tentar fazer por elimina\u00e7\u00e3o. Vou ent\u00e3o marcar um poss\u00edvel sin\u00f4nimo correto para as demais alternativas:<\/p>\n<p>Discernir \u2013 diferenciar, distinguir<\/p>\n<p>Pretexto \u2013 motivo, alega\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>Engenho \u2013 cria\u00e7\u00e3o, inventividade<\/p>\n<p>A\u00ed, na letra D, temos \u201cinofensivo\u201d e \u201cinocente\u201d, que s\u00e3o palavras muito mais pr\u00f3ximas do que \u201creserva\u201d e \u201cdiscri\u00e7\u00e3o\u201d:<\/p>\n<p>Inclusive, segundo o consagrado dicion\u00e1rio Aulete, s\u00e3o sin\u00f4nimas:<\/p>\n<h2>inofensivo<\/h2>\n<h5><\/h5>\n<p><strong>(i.no.fen.<\/strong><em><strong>si<\/strong><\/em><strong>.vo)<\/strong><\/p>\n<ol>\n<li>Que n\u00e3o ofende, que n\u00e3o escandaliza<em>: Parece uma pessoa<\/em><em><u>inofensiva<\/u><\/em><em>.<\/em><\/li>\n<li>Que n\u00e3o produz mau resultado, que n\u00e3o prejudica; <strong>INOCENTE<\/strong>; IN\u00d3CUO<em>: A \u00e1gua \u00e9 uma bebida<\/em><em><u>inofensiva<\/u><\/em><em>.<\/em><\/li>\n<li>Que n\u00e3o faz mal, que n\u00e3o tem qualquer fim mal\u00e9volo<em>: A chupeta \u00e9<\/em><em><u>inofensiva<\/u><\/em><em>\u00a0<\/em><em>quando usada s\u00f3 para dormir.<\/em><\/li>\n<\/ol>\n<p>Ent\u00e3o, a banca se equivocou, o gabarito tem que ser letra D. Pe\u00e7am a mudan\u00e7a de gabarito ou a anula\u00e7\u00e3o, conforme for mais ben\u00e9fico.<\/p>\n<p>Gabarito preliminar letra E.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>20- Todas as frases abaixo apresentam elementos sublinhados que estabelecem coes\u00e3o com elementos anteriores (an\u00e1fora); a frase em que o elemento sublinhado se refere a um elemento futuro do texto (cat\u00e1fora) \u00e9:<\/p>\n<p>(A) \u201cA civiliza\u00e7\u00e3o converteu a solid\u00e3o num dos bens mais preciosos <u>que<\/u> a alma humana pode desejar\u201d;<\/p>\n<p>(B) \u201cTodo o problema da vida \u00e9 <u>este<\/u>: como romper a pr\u00f3pria solid\u00e3o\u201d;<\/p>\n<p>(C) \u201c\u00c9 sobretudo na solid\u00e3o que se sente a vantagem de viver com algu\u00e9m <u>que<\/u> saiba pensar\u201d;<\/p>\n<p>(D) \u201cO homem ama a companhia, mesmo que seja apenas <u>a<\/u> de uma vela que queima\u201d;<\/p>\n<p>(E) \u201cAs pessoas que nunca t\u00eam tempo s\u00e3o <u>aquelas<\/u> que produzem menos\u201d.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p>Aqui a banca cobrou uma regra b\u00e1sica dos pronomes demonstrativos: usar o Este para anunciar informa\u00e7\u00e3o ainda n\u00e3o mencionada, informa\u00e7\u00e3o \u2018futura\u2019, que ainda vir\u00e1 no texto:<\/p>\n<p>\u201cTodo o problema da vida \u00e9 <u>este<\/u>: como romper a pr\u00f3pria solid\u00e3o\u201d<\/p>\n<p>Nos demais casos, os termos sublinhados retomam informa\u00e7\u00f5es anteriores:<\/p>\n<p>(A) \u201cA civiliza\u00e7\u00e3o converteu a solid\u00e3o num dos bens mais preciosos <u>que<\/u> a alma humana pode desejar\u201d (\u201cque\u201d retoma \u201cbens\u201d)<\/p>\n<p>(C) \u201c\u00c9 sobretudo na solid\u00e3o que se sente a vantagem de viver com algu\u00e9m <u>que<\/u> saiba pensar\u201d (\u201cque\u201d retoma \u201calgu\u00e9m\u201d)<\/p>\n<p>(D) \u201cO homem ama a companhia, mesmo que seja apenas <u>a<\/u> de uma vela que queima\u201d (\u201ca\u201d retoma \u201ccompanhia\u201d)<\/p>\n<p>(E) \u201cAs pessoas que nunca t\u00eam tempo s\u00e3o <u>aquelas<\/u> que produzem menos\u201d. (\u201caquelas\u201d retoma \u201cpessoas\u201d)<\/p>\n<p>Gabarito letra B.<\/p>\n<p>Ent\u00e3o \u00e9 isso, pessoal! Prova bem longa e complexa, mas dentro do perfil FGV que vimos no curso!<\/p>\n<p>Quem quiser, elabore recursos com suas pr\u00f3prias palavras, usando os argumentos que sugeri!<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-104237\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/01\/28150853\/M%C3%8DDIAS-SOCIAIS-FELIPE.png\" alt=\"\" width=\"724\" height=\"125\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/01\/28150853\/M%C3%8DDIAS-SOCIAIS-FELIPE.png 724w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/01\/28150853\/M%C3%8DDIAS-SOCIAIS-FELIPE.png 300w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/01\/28150853\/M%C3%8DDIAS-SOCIAIS-FELIPE.png 610w\" sizes=\"auto, (max-width: 724px) 100vw, 724px\" \/><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ol\u00e1, Pessoal, boa noite! 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