{"id":120081,"date":"2018-05-08T20:59:45","date_gmt":"2018-05-08T23:59:45","guid":{"rendered":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/?p=120081"},"modified":"2018-05-10T16:01:06","modified_gmt":"2018-05-10T19:01:06","slug":"prova-comentada-sabesp-fcc-portugues","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/prova-comentada-sabesp-fcc-portugues\/","title":{"rendered":"PROVA COMENTADA SABESP (FCC) &#8211; PORTUGU\u00caS"},"content":{"rendered":"<p><!--more--><\/p>\n<p><!--more-->Ol\u00e1, pessoal, tudo bem? Professor Felipe na \u00e1rea trazendo uma prova comentada recent\u00edssima da FCC, fundamental para quem vai fazer os pr\u00f3ximos TRTs (S\u00e3o Paulo, Campinas, Goi\u00e1s&#8230;).<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-104237\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/01\/28150853\/M%C3%8DDIAS-SOCIAIS-FELIPE.png\" alt=\"\" width=\"724\" height=\"125\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/01\/28150853\/M%C3%8DDIAS-SOCIAIS-FELIPE.png 724w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/01\/28150853\/M%C3%8DDIAS-SOCIAIS-FELIPE.png 300w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/01\/28150853\/M%C3%8DDIAS-SOCIAIS-FELIPE.png 610w\" sizes=\"auto, (max-width: 724px) 100vw, 724px\" \/><\/p>\n<p>Segue o coment\u00e1rio da prova SABESP 2018, a \u00faltima prova da FCC, realizada no domingo.<\/p>\n<p>Muitas quest\u00f5es eram absoluta c\u00f3pia do que a FCC sempre cobra, quest\u00f5es cl\u00e1ssicas, de voz passiva, correla\u00e7\u00e3o verbal, pontua\u00e7\u00e3o, concord\u00e2ncia, conectivos. Algumas outras estavam bem pesadas, na parte de interpreta\u00e7\u00e3o. Contudo, n\u00e3o vejo possibilidade realista de nenhum recurso, pois a FCC n\u00e3o costuma errar em suas provas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Vejamos:<\/p>\n<p><u>Aten\u00e7\u00e3o<\/u>: Considere o texto abaixo para responder \u00e0s quest\u00f5es de n\u00fameros 1 a 8.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>1 \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 A partir de que momento uma obra \u00e9, de fato, arte? Mona Suhrbier, etn\u00f3loga e especialista em quest\u00f5es ligadas \u00e0 Amaz\u00f4nia do Museu de Culturas do Mundo de Frankfurt, explica em entrevista por que trabalhos de mulheres ind\u00edgenas que vivem em zonas n\u00e3o urbanas t\u00eam dificuldade de achar um lugar nos museus.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>2 \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <strong>Qual tipo de arte pode ser classificado como \u201carte indigena\u201d?<\/strong> Devo mencionar, de in\u00edcio, que aqui no Museu das Culturas do Mundo n\u00e3o usamos o termo \u201carte ind\u00edgena\u201d. O Museu coleciona desde 1975 arte n\u00e3o europeia. Em cada exposi\u00e7\u00e3o, indicamos o nome da regi\u00e3o de que a arte em quest\u00e3o vem. Mas para responder a sua pergunta com uma pequena provoca\u00e7\u00e3o: arte ind\u00edgena \u00e9 sempre aquela que n\u00e3o \u00e9 nacional. \u00c9 o tipo de arte que os pa\u00edses n\u00e3o querem usar para represent\u00e1-los no exterior. \u00c9 o \u201cfolclore\u201d, o \u201cartesanato\u201d. Para este tipo de arte foi criado no s\u00e9culo 21 um espa\u00e7o especial: o Museu do Folclore. J\u00e1 me perguntei: por que \u00e9 que se precisa desse museu? Por que aquilo que \u00e9 exibido nele n\u00e3o \u00e9 considerado simplesmente arte?<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>3 \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <strong>E voc\u00ea encontrou uma resposta a essa pergunta?<\/strong> Quando uma produ\u00e7\u00e3o deriva de formas de express\u00e3o rurais, coloca-se a obra no Museu do Folclore, sobretudo se for feita por mulheres. Mas se a obra for de autoria de um artista urbano, cujo curr\u00edculo seja adequado, ou seja, se tiver estudado com \u201cas pessoas certas\u201d, a\u00ed sim ele pode iniciar o caminho para que se torne um artista reconhecido. Na minha opini\u00e3o, o problema est\u00e1 nesses crit\u00e9rios \u201cocidentais\u201d. Muitas vezes o pr\u00f3prio material j\u00e1 define: o mundo da arte aceita com prazer a cer\u00e2mica (\u201csim, poderia ser arte\u201d), enquanto um cesto tran\u00e7ado j\u00e1 \u00e9 mais dif\u00edcil.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>4 \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <strong>At\u00e9 que ponto especialistas em arte, socializados em culturas ocidentais, refletem a respeito do fato de que talvez n\u00e3o possam julgar tradi\u00e7\u00f5es art\u00edsticas que n\u00e3o conhecem?<\/strong> Acredito que as pessoas, inclusive os especialistas em arte, tendem a julgar como bom aquilo que j\u00e1 conhecem. As pessoas, em sua maioria, n\u00e3o pensam que cresceram em um mundo visual espec\u00edfico. Esse mundo serve como uma esp\u00e9cie de norma. \u00c9 mais uma quest\u00e3o sensorial que intelectual. Acho que, entre n\u00f3s, h\u00e1 muito pouco autoquestionamento no que concerne ao que nos marcou esteticamente.<\/p>\n<p>(Adaptado de: REKER, Judith. \u201cArte n\u00e3o europeia: \u2018n\u00e3o queremos ser como voc\u00eas\u2019\u201d. Dispon\u00edvel em: https:\/\/www.goethe.de)<\/p>\n<p><em>\u00a0<\/em><\/p>\n<ol>\n<li><strong>(FCC \/ SABESP \/ T\u00c9CNICO EM GEST\u00c3O \/ 2018) <\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p>As frases abaixo referem-se \u00e0 pontua\u00e7\u00e3o do segundo par\u00e1grafo do texto.<\/p>\n<ol>\n<li>Em Mas para responder a sua pergunta com uma pequena provoca\u00e7\u00e3o: arte ind\u00edgena&#8230;, pode-se acrescentar uma v\u00edrgula logo ap\u00f3s \u201cMas\u201d e substituir os dois-pontos por v\u00edrgula, sem preju\u00edzo da corre\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<li>Em &#8230; arte ind\u00edgena \u00e9 sempre aquela que n\u00e3o \u00e9 nacional. \u00c9 o tipo de arte que&#8230;, pode-se substituir o ponto final por dois-pontos, uma vez que se segue uma explica\u00e7\u00e3o, fazendo-se as devidas altera\u00e7\u00f5es entre mai\u00fasculas e min\u00fasculas.<\/li>\n<\/ol>\n<p>III. Em \u00c9 o \u201cfolclore\u201d, o \u201cartesanato\u201d, a v\u00edrgula deve-se \u00e0 invers\u00e3o da ordem direta dos elementos da frase, que pode assim ser reescrita: O \u201cfolclore\u201d \u00e9 o \u201cartesanato\u201d.<\/p>\n<p>Est\u00e1 correto o que se afirma em<\/p>\n<p>(A) I e III, apenas.<\/p>\n<p>(B) I e II, apenas.<\/p>\n<p>(C) I, II e III.<\/p>\n<p>(D) II, apenas.<\/p>\n<p>(E) III, apenas.<\/p>\n<p>Coment\u00e1rios:<\/p>\n<p>I Correto. A ora\u00e7\u00e3o \u201cpara responder sua pergunta com uma pequena provoca\u00e7\u00e3o\u201d \u00e9 uma ora\u00e7\u00e3o adverbial final, ent\u00e3o poderia vir entre v\u00edrgulas.<\/p>\n<p>Mas<strong>, para responder a sua pergunta com uma pequena provoca\u00e7\u00e3o,<\/strong> arte ind\u00edgena&#8230;<\/p>\n<p>II Correto. Entre as ora\u00e7\u00f5es h\u00e1 evidente rela\u00e7\u00e3o sem\u00e2ntica de explica\u00e7\u00e3o, j\u00e1 que a segunda ora\u00e7\u00e3o explica o que \u00e9 \u201carte ind\u00edgena\u201d. Para deixar expl\u00edcita essa rela\u00e7\u00e3o explicativa, \u00e9 adequado usar o sinal de dois-pontos, fazendo-se os ajustes na letra mai\u00fascula.<\/p>\n<p>III Incorreto. A v\u00edrgula apenas enumera, coordena termos. N\u00e3o tem rela\u00e7\u00e3o alguma com invers\u00e3o, at\u00e9 porque o sujeito est\u00e1 antes do verbo e apareceu na ora\u00e7\u00e3o anterior.<\/p>\n<p>Gabarito letra B.<\/p>\n<ol start=\"2\">\n<li><strong>(FCC \/ SABESP \/ T\u00c9CNICO EM GEST\u00c3O \/ 2018) <\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p>Na entrevista, Mona Suhrbier defende o argumento de que<\/p>\n<p>(A) o artesanato feito por mulheres, em regi\u00f5es como a Amaz\u00f4nia, deve ser exibido em centros urbanos, para servir de inspira\u00e7\u00e3o a artistas que se dedicam \u00e0s t\u00e9cnicas universalmente aceitas.<\/p>\n<p>(B) as pessoas, quando desenvolvem crit\u00e9rios de aprecia\u00e7\u00e3o de acordo com a cultura em que est\u00e3o inseridas, podem apreciar a arte sem opini\u00f5es preconcebidas.<\/p>\n<p>(C) a arte nacional costuma ser marcada pelo folclore, ainda que tal identifica\u00e7\u00e3o n\u00e3o seja aceita pelos que desejam se pautar em paradigmas europeus.<\/p>\n<p>(D) a arte ind\u00edgena, ainda que n\u00e3o seja identificada como arte nacional, deve ter seu lugar de aprecia\u00e7\u00e3o salvaguardado em institui\u00e7\u00f5es como o Museu do Folclore.<\/p>\n<p>(E) as no\u00e7\u00f5es do que seja arte devem libertar-se do modelo europeu, marcado por crit\u00e9rios ditos \u201cocidentais\u201d, que consideram as outras modalidades art\u00edsticas como inferiores.<\/p>\n<p>Coment\u00e1rios:<\/p>\n<ol>\n<li>a) Incorreto. A autora apenas disse que obras de express\u00e3o rural v\u00e3o para o Museu do Folclore, especialmente se feitas por mulheres.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Quando uma produ\u00e7\u00e3o deriva de formas de express\u00e3o rurais, coloca-se a obra no Museu do Folclore, sobretudo se for feita por mulheres.<\/p>\n<ol>\n<li>b) Incorreto. Pelo contr\u00e1rio, por terem crit\u00e9rios de aprecia\u00e7\u00e3o da arte de acordo com a cultura em que est\u00e3o inseridas, <strong>tendem a n\u00e3o conseguir<\/strong> apreciar a arte sem opini\u00f5es preconcebidas.<\/li>\n<li>c) Incorreto. Pelo contr\u00e1rio, a arte \u201cfolcl\u00f3rica\u201d \u00e9 relacionada no texto \u00e0 arte \u201cn\u00e3o nacional\u201d. Veja:<\/li>\n<\/ol>\n<p>arte ind\u00edgena \u00e9 sempre aquela que n\u00e3o \u00e9 nacional. \u00c9 o tipo de arte que os pa\u00edses n\u00e3o querem usar para represent\u00e1-los no exterior. \u00c9 o \u201cfolclore\u201d, o \u201cartesanato\u201d.<\/p>\n<ol>\n<li>d) Incorreto. Alternativa perigos\u00edssima. Na verdade, a autora critica essa ideia e defende o contr\u00e1rio: essa arte n\u00e3o deveria estar apenas em museu de Folclore, mas sim estar qualquer museu, tratada simplesmente como \u201carte\u201d.<\/li>\n<li>e) Correto. De fato, a autora critica essa \u201csegrega\u00e7\u00e3o\u201d da arte ind\u00edgena, como se fosse uma arte menor, rural, inferior, segregada a museus de \u2018Folclore\u2019, como algo que n\u00e3o \u00e9 representativo dos povos ocidentais. Em outras palavras, a autora ataca esse preconceito que diz que aquilo que n\u00e3o \u00e9 tipicamente \u201cocidental\u201d n\u00e3o \u00e9 uma arte considerada \u201carte\u201d propriamente dita.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Gabarito letra E.<\/p>\n<ol start=\"3\">\n<li><strong>(FCC \/ SABESP \/ T\u00c9CNICO EM GEST\u00c3O \/ 2018) <\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p>Est\u00e1 correto o que se afirma em:<\/p>\n<p>(A) Em por que <u>\u00e9 que<\/u> se precisa desse museu? (2\u00ba par\u00e1grafo), a supress\u00e3o do segmento sublinhado, por ser expletivo, acarreta erro de sintaxe \u00e0 frase.<\/p>\n<p>(B) O acr\u00e9scimo de uma v\u00edrgula imediatamente ap\u00f3s &#8220;Mas&#8221; em Mas se a obra for de autoria de um artista urbano (3\u00ba par\u00e1grafo) separaria a conjun\u00e7\u00e3o da ora\u00e7\u00e3o por ela introduzida, tornando a frase incorreta.<\/p>\n<p>(C) A frase iniciada por Muitas vezes o pr\u00f3prio material j\u00e1 define (3\u00ba par\u00e1grafo) introduz um exemplo contr\u00e1rio aos crit\u00e9rios aventados na frase anterior, de modo a sugerir outro ponto de vista.<\/p>\n<p>(D) Em J\u00e1 me perguntei: por que \u00e9 que se precisa desse museu? (2\u00ba par\u00e1grafo), caso se suprimam os dois-pontos e o ponto de interroga\u00e7\u00e3o, dever\u00e1 tamb\u00e9m se alterar a grafia de \u201cpor que\u201d para \u201cporque\u201d.<\/p>\n<p>(E) No 3\u00ba par\u00e1grafo, se as aspas, por um lado, relativizam express\u00f5es como \u201cpessoas certas\u201d e \u201cocidentais\u201d, por outro, destacam uma fala hipot\u00e9tica do mundo da arte em \u201csim, poderia ser arte\u201d.<\/p>\n<p>Coment\u00e1rios:<\/p>\n<ol>\n<li>a) Incorreto. Justamente o contr\u00e1rio: <em>por ser expletivo, N\u00c3O acarreta erro de sintaxe \u00e0 frase.<\/em><\/li>\n<li>b) Incorreto. Veja que a banca cobrou duas vezes a mesma regra na mesma situa\u00e7\u00e3o da quest\u00e3o 1. A v\u00edrgula serviria para separar uma ora\u00e7\u00e3o condicional (introduzida pelo SE condicional). A v\u00edrgula que separa a ora\u00e7\u00e3o adversativa viria antes do MAS, n\u00e3o depois. No caso em tela, a ora\u00e7\u00e3o come\u00e7ou ap\u00f3s ponto final.<\/li>\n<li>c) Incorreto. A frase traz mais um exemplo na mesma linha de racioc\u00ednio, isto \u00e9, no argumento de que a obra n\u00e3o \u00e9 tratada como \u201carte\u201d propriamente dita, nesse caso, pelo pr\u00f3prio material.<\/li>\n<li>d) Incorreto. Se for suprimido o ponto de interroga\u00e7\u00e3o, a interrogativa vai virar uma \u201cinterrogativa indireta\u201d. Contudo, isso em nada muda o \u201cpor que\u201d, que deve ser separado em interrogativas diretas e indiretas, igualmente. Usamos \u201cporque\u201d junto nas respostas, como conjun\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<li>e) Alternativa muito avan\u00e7ada. Est\u00e1 correta, a banca usa \u201crelativizam\u201d justamente porque as aspas indicam que esse conceito de \u201cpessoas certas\u201d \u00e9 relativo e tamb\u00e9m \u00e9 relativo aquilo que \u00e9 considerado \u201cocidental\u201d. Isso porque a arte ind\u00edgena \u00e9 produzida no mesm\u00edssimo ocidente em que \u00e9 produzida a arte \u201cconsiderada ocidental\u201d. Em outras palavras, \u201cocidental\u201d pode variar de sentido e n\u00e3o se aplicado a um objeto que \u00e9 objetivamente, geograficamente ocidental, mas n\u00e3o \u00e9 considerado \u201carte ocidental\u201d, mas sim arte ind\u00edgena, ou rural, ou do folclore etc&#8230;<\/li>\n<\/ol>\n<p>Em \u201csim, poderia ser arte\u201d, reproduz-se a voz hipot\u00e9tica de algu\u00e9m (um dito \u201cespecialista\u201d) que olharia uma obra e, s\u00f3 pelo fato de ser de cer\u00e2mica, diria \u201csim, isso poderia ser arte\u201d. Esse tipo de an\u00e1lise a autora chamou no texto de \u201ccrit\u00e9rios ocidentais\u201d. Para confirmar, vejam no texto:<\/p>\n<p><em>Acredito que as pessoas, inclusive os especialistas em arte, tendem a julgar como bom aquilo que j\u00e1 conhecem. As pessoas, em sua maioria, n\u00e3o pensam que cresceram em um mundo visual espec\u00edfico. Esse mundo serve como uma esp\u00e9cie de norma. <\/em><\/p>\n<p>Gabarito letra E.<\/p>\n<ol start=\"4\">\n<li><strong>(FCC \/ SABESP \/ T\u00c9CNICO EM GEST\u00c3O \/ 2018) <\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p>Quanto \u00e0 ocorr\u00eancia de crase, \u00e9 correto afirmar:<\/p>\n<p>(A) Em E voc\u00ea encontrou uma resposta <u>a essa<\/u> pergunta? (3\u00ba par\u00e1grafo), pode-se substituir o segmento sublinhado por \u201c\u00e0\u201d, do mesmo modo que em para responder <u>a sua<\/u> pergunta (2\u00ba par\u00e1grafo).<\/p>\n<p>(B) Em o mundo da arte aceita com prazer <u>a<\/u> cer\u00e2mica (3\u00ba par\u00e1grafo), pode ser acrescentado o sinal indicativo de crase ao termo sublinhado, uma vez que a reg\u00eancia do verbo \u201caceitar\u201d o permite.<\/p>\n<p>(C) Em o mundo da arte <strong>aceita<\/strong> com prazer a cer\u00e2mica (3\u00ba par\u00e1grafo), caso o verbo em destaque seja substitu\u00eddo por \u201cprefere\u201d, o termo sublinhado dever\u00e1 ser tamb\u00e9m substitu\u00eddo por \u201c\u00e0\u201d.<\/p>\n<p>(D) Em especialista em quest\u00f5es ligadas \u00e0 Amaz\u00f4nia (1\u00ba par\u00e1grafo), o sinal de crase pode ser suprimido, uma vez que se trata de uso opcional da preposi\u00e7\u00e3o \u201ca\u201d.<\/p>\n<p>(E) Em o nome da regi\u00e3o <u>de<\/u> que a arte em quest\u00e3o <strong>vem<\/strong> (2\u00ba par\u00e1grafo), caso se substitua o verbo em destaque por \u201cadv\u00e9m\u201d, o termo sublinhado ter\u00e1 de ser substitu\u00eddo por \u201c\u00e0\u201d.<\/p>\n<p>Coment\u00e1rios:<\/p>\n<ol>\n<li>a) Correto. H\u00e1 tr\u00eas formas v\u00e1lidas.<\/li>\n<\/ol>\n<p>voc\u00ea encontrou uma resposta <strong><em><u>a essa<\/u><\/em><\/strong> pergunta? (n\u00e3o ocorre crase porque o pronome demonstrativo \u201cessa\u201d n\u00e3o aceita artigo, ent\u00e3o falta um A, metade da crase. )<\/p>\n<p>voc\u00ea encontrou uma resposta <strong><em><u>\u00e0<\/u><\/em><\/strong> pergunta? (Ocorre crase pela fus\u00e3o: resposta A+A pergunta)<\/p>\n<p>voc\u00ea encontrou uma resposta <strong><em><u>a sua<\/u><\/em><\/strong> pergunta? (n\u00e3o ocorre crase porque diante de pronome possessivo adjetivo, a crase \u00e9 facultativa. O autor poderia optar por n\u00e3o usar.)<\/p>\n<ol>\n<li>b) Incorreto. Aceitar n\u00e3o pede preposi\u00e7\u00e3o, ent\u00e3o n\u00e3o pode haver crase.<\/li>\n<li>c) Incorreto. Preferir pede dois complementos: Preferir um coisa (OD) A outra (OI). Nesse caso, o termo \u201ca cer\u00e2mica\u201d \u00e9 o objeto direto (OD), ent\u00e3o n\u00e3o h\u00e1 preposi\u00e7\u00e3o, logo n\u00e3o h\u00e1 crase.<\/li>\n<li>d) Incorreto. Temos fus\u00e3o de Ligado A+ A Amaz\u00f4nia. Trata-se de crase obrigat\u00f3ria, n\u00e3o facultativa.<\/li>\n<li>e) Incorreto. O verbo \u2018advir\u2019 pediria a mesma preposi\u00e7\u00e3o. Gabarito letra A.<\/li>\n<li><strong>(FCC \/ SABESP \/ T\u00c9CNICO EM GEST\u00c3O \/ 2018) <\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p>Em <u>enquanto<\/u> um cesto tran\u00e7ado j\u00e1 \u00e9 mais dif\u00edcil (3\u00ba par\u00e1grafo), mantendo-se, em linhas gerais, o sentido original, o termo sublinhado pode ser substitu\u00eddo por:<\/p>\n<p>(A) ainda que<\/p>\n<p>(B) portanto<\/p>\n<p>(C) concomitantemente<\/p>\n<p>(D) ao passo que<\/p>\n<p>(E) ao mesmo tempo em que<\/p>\n<p>Coment\u00e1rios:<\/p>\n<p>Esse \u00e9 o caso em que o \u201cenquanto\u201d \u00e9 usado para fazer um paralelo entre dois fatos:<\/p>\n<p>Os c\u00e3es s\u00e3o ligados ao dono, <strong>ao passo que<\/strong>\/<strong>enquanto<\/strong> os gatos s\u00e3o ligados \u00e0 casa.<\/p>\n<p>A pegadinha estava no fato de que a conjun\u00e7\u00e3o \u201cenquanto\u201d pode indicar tempo concomitante, em que duas a\u00e7\u00f5es ocorrem ao mesmo tempo:<\/p>\n<p>Eu escovo os dentes enquanto tomo banho (fa\u00e7o os dois ao mesmo tempo). Contudo, N\u00c3O \u00c9 O CASO DESSA QUEST\u00c3O, que trouxe o \u201cenquanto\u201d esvaziado do valor de tempo, com fun\u00e7\u00e3o de tra\u00e7ar um paralelo entre duas realidades. Por isso, C e E eram pegadinhas.<\/p>\n<p>Ainda que tem sentido concessivo; portanto tem sentido conclusivo. Gabarito letra D.<\/p>\n<ol start=\"6\">\n<li><strong>(FCC \/ SABESP \/ T\u00c9CNICO EM GEST\u00c3O \/ 2018) <\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p>O verbo em destaque deve sua flex\u00e3o ao elemento sublinhado em:<\/p>\n<p>(A) <strong>h\u00e1<\/strong> muito pouco <u>autoquestionamento<\/u> no que concerne ao que nos marcou esteticamente.<\/p>\n<p>(B) <u>trabalhos<\/u> de mulheres ind\u00edgenas que vivem em zonas n\u00e3o urbanas <strong>t\u00eam<\/strong> dificuldade<\/p>\n<p>(C) \u00c9 o tipo de arte que <u>os pa\u00edses<\/u> n\u00e3o querem usar para <strong>represent\u00e1<\/strong>-los no exterior.<\/p>\n<p>(D) Quando uma <u>produ\u00e7\u00e3o<\/u> deriva de formas de express\u00e3o rurais, <strong>coloca<\/strong>-se a obra no Museu do Folclore<\/p>\n<p>(E) a\u00ed sim ele pode iniciar <u>o caminho<\/u> para que se <strong>torne<\/strong> um artista reconhecido<\/p>\n<p>Coment\u00e1rios:<\/p>\n<p>Esse tipo de enunciado, traduzido, significa: ache o n\u00facleo do sujeito. Ent\u00e3o, vamos marcar o termo que \u00e9 respons\u00e1vel pela flex\u00e3o:<\/p>\n<p>(A) h\u00e1 muito pouco autoquestionamento no que concerne ao que nos marcou esteticamente.<\/p>\n<p>Aqui, o verbo haver \u00e9 impessoal, ent\u00e3o n\u00e3o tem sujeito, logo n\u00e3o se flexiona.<\/p>\n<p>(B) trabalhos de <strong>mulheres<\/strong> ind\u00edgenas que vivem em zonas n\u00e3o urbanas <strong>t\u00eam<\/strong> dificuldade (as mulheres t\u00eam dificuldade)<\/p>\n<p>(C) \u00c9 o tipo de <strong>arte<\/strong> que os pa\u00edses n\u00e3o querem usar para <strong>represent\u00e1<\/strong>-los no exterior. (a arte vai representar os pa\u00edses)<\/p>\n<p>(D) Quando uma produ\u00e7\u00e3o deriva de formas de express\u00e3o rurais, <strong>coloca<\/strong>-se a <strong>obra<\/strong> no Museu do Folclore (a obra \u00e9 colocada no Museu)<\/p>\n<p>(E) a\u00ed sim <strong>ele <\/strong>pode iniciar o caminho para que se <strong>torne<\/strong> um artista reconhecido (ele se torna)<\/p>\n<p>Gabarito letra B.<\/p>\n<ol start=\"7\">\n<li><strong>(FCC \/ SABESP \/ T\u00c9CNICO EM GEST\u00c3O \/ 2018) <\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p>Acredito que as pessoas, inclusive os especialistas em arte, tendem a julgar como bom aquilo que j\u00e1 conhecem. As pessoas, em sua maioria, n\u00e3o pensam que cresceram em um mundo visual espec\u00edfico. Esse mundo serve como uma esp\u00e9cie de norma.<\/p>\n<p>Mantendo-se, em linhas gerais, o sentido original, as frases acima formam um \u00fanico per\u00edodo, com clareza e corre\u00e7\u00e3o, em:<\/p>\n<p>(A) A maioria das pessoas, al\u00e9m dos especialistas em arte, n\u00e3o pensam ter crescido em um mundo visual espec\u00edfico que, tendem a julgar como bom, pois aquilo que j\u00e1 conhecem lhes serve como uma esp\u00e9cie de norma.<\/p>\n<p>(B) Acredito que, para al\u00e9m da maior parte das pessoas, os especialistas em arte tamb\u00e9m n\u00e3o pensam em crescer em um mundo visual espec\u00edfico, do qual serve como uma esp\u00e9cie de norma, na medida em que tendem a julgar como bom aquilo que j\u00e1 conhecem.<\/p>\n<p>(C) Acredito que n\u00e3o s\u00f3 a maioria das pessoas, mas tamb\u00e9m os especialistas em arte n\u00e3o pensam ter crescido em um mundo visual espec\u00edfico, que serve como uma esp\u00e9cie de norma, de maneira que tendem a julgar como bom aquilo que j\u00e1 conhecem.<\/p>\n<p>(D) Acredito que as pessoas, em sua maioria e, inclusive, os especialistas em arte que n\u00e3o pensam que cresceram em um mundo visual espec\u00edfico, tendem a us\u00e1-lo como norma a julgar como bom aquilo que j\u00e1 conhecem.<\/p>\n<p>(E) Esse mundo visual espec\u00edfico, no qual a maioria das pessoas e, inclusive, dos especialistas em arte cresceram, serve-lhes como uma esp\u00e9cie de norma, a tal ponto de que tendem a julgar como bom aquilo que j\u00e1 conhecem.<\/p>\n<p>Coment\u00e1rios:<\/p>\n<p>Observem que existe uma rela\u00e7\u00e3o de causa e consequ\u00eancia:<\/p>\n<p>As pessoas <u>(e tamb\u00e9m os especialistas)<\/u> n\u00e3o pensam que cresceram em um mundo visual espec\u00edfico. <strong>COMO CONSEQU\u00caNCIA, <\/strong>julgam como bom aquilo que j\u00e1 conhecem.<\/p>\n<p>Resumindo mais ainda, temos que as pessoas e os cr\u00edticos n\u00e3o percebem que foram criados sempre vendo o mesmo tipo de arte e, consequentemente, s\u00f3 sabem apreciar, considerar como bom aquilo que j\u00e1 conhecem.<\/p>\n<p>Dentro da primeira parte, temos tamb\u00e9m uma adi\u00e7\u00e3o, que foi sublinhada. Ent\u00e3o, ter\u00edamos agora que achar a alternativa que traga esse nexo de consequ\u00eancia. Isso pode ser visto no conectivo <strong>\u201cde maneira que\u201d<\/strong>, locu\u00e7\u00e3o conjuntiva consecutiva.<\/p>\n<p>Na letra A, o \u201cpois\u201d indica uma explica\u00e7\u00e3o, precis\u00e1vamos de uma ideia de consequ\u00eancia.<\/p>\n<p>Na B, \u201cna medida em que\u201d traz ideia de causa. Na D, a v\u00edrgula antes de \u2018tendem\u2019 separa o sujeito do verbo. Na E, a alternativa \u00e9 confusa e tamb\u00e9m h\u00e1 mudan\u00e7a radical do sentido original, pois sugere que \u201ca maioria dos especialistas em arte\u201d vivem no mundo visual espec\u00edfico. \u00a0A reda\u00e7\u00e3o original n\u00e3o fala de \u201cmaioria dos especialistas\u201d, mas sim de \u201cmaioria das pessoas\u201d. Gabarito letra C.<\/p>\n<ol start=\"8\">\n<li><strong>(FCC \/ SABESP \/ T\u00c9CNICO EM GEST\u00c3O \/ 2018) <\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p>de <u>que<\/u> a arte em quest\u00e3o vem (2\u00ba par\u00e1grafo)<\/p>\n<p><u>cujo<\/u> curr\u00edculo seja adequado (3\u00ba par\u00e1grafo)<\/p>\n<p><u>que<\/u> n\u00e3o conhecem (4\u00ba par\u00e1grafo)<\/p>\n<p>Os pronomes sublinhados acima referem-se respectivamente a:<\/p>\n<p>(A) regi\u00e3o \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u2212 artista urbano \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u2212 especialistas em arte<\/p>\n<p>(B) exposi\u00e7\u00e3o \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u2212 autoria \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u2212 especialistas em arte<\/p>\n<p>(C) exposi\u00e7\u00e3o \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u2212 artista urbano \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u2212 especialistas em arte<\/p>\n<p>(D) regi\u00e3o \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u2212 autoria \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u2212 tradi\u00e7\u00f5es art\u00edsticas<\/p>\n<p>(E) regi\u00e3o \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u2212 artista urbano \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u2212 tradi\u00e7\u00f5es art\u00edsticas<\/p>\n<p>Coment\u00e1rios:<\/p>\n<p>Quest\u00e3o direta: a arte vem da regi\u00e3o. O curr\u00edculo \u00e9 do artista. Os especialistas n\u00e3o julgam conhecem as tradi\u00e7\u00f5es e n\u00e3o podem julg\u00e1-las.<\/p>\n<p>Gabarito letra E.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-104237\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/01\/28150853\/M%C3%8DDIAS-SOCIAIS-FELIPE.png\" alt=\"\" width=\"724\" height=\"125\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/01\/28150853\/M%C3%8DDIAS-SOCIAIS-FELIPE.png 724w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/01\/28150853\/M%C3%8DDIAS-SOCIAIS-FELIPE.png 300w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/01\/28150853\/M%C3%8DDIAS-SOCIAIS-FELIPE.png 610w\" sizes=\"auto, (max-width: 724px) 100vw, 724px\" \/><\/p>\n<p>Aten\u00e7\u00e3o: Considere o texto abaixo para responder \u00e0s quest\u00f5es de n\u00fameros 9 a 14.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>A mitifica\u00e7\u00e3o dos homens \u00e9 um fato social comum, e um dos mais perniciosos. Desde que um nome emerge, por qualquer raz\u00e3o, da massa an\u00f4nima, est\u00e1 o seu dono sujeito a virar mito. Com isso, naturalmente, soma-se \u00e0s for\u00e7as dessa pessoa um dinamismo novo, que raramente reverte em benef\u00edcio dos demais homens. De qualquer modo, uma coisa preciosa se perde: a verdade da condi\u00e7\u00e3o real desse indiv\u00edduo.<\/em><\/p>\n<p><em>O escritor \u00e9 um dos tipos sociais mais sujeitos a esse fen\u00f4meno. J\u00e1 ouvi, in\u00fameras vezes, queixas como esta: \u201cQue decep\u00e7\u00e3o, o Fulano. Julgava-o diferente. \u00c9 um homem como outro qualquer\u201d. Sim, as pessoas se surpreendem que os escritores comam, tropecem no bei\u00e7o da cal\u00e7ada, assoem o nariz etc. Isso, nos casos mais graves de del\u00edrio adolescente. Mas \u00e9 muito comum pensar-se que os escritores t\u00eam o mundo totalmente decifrado dentro de sua cabe\u00e7a e n\u00e3o s\u00e3o suscet\u00edveis de vacilar um instante sobre que decis\u00e3o tomar em face desta ou daquela conting\u00eancia.<\/em><\/p>\n<p><em>E o curioso \u00e9 que essa vontade idealista do p\u00fablico se reflete frequentemente no escritor: e ei-lo se compondo, como diante do fot\u00f3grafo, a fim de n\u00e3o contrariar a imagem que os leitores criaram de sua pessoa. A prop\u00f3sito desse fen\u00f4meno, que termina por influenciar diretamente a pr\u00f3pria obra do escritor, Roland Barthes escreveu que, na Fran\u00e7a, os homens de letras tinham todos se educado na \u201carte de morrer em p\u00fablico\u201d. \u00c9 a frase do g\u00eanio alem\u00e3o, \u00e0 hora da morte: \u201cmais luz, mais luz\u201d. (Se Goethe disse isso ou n\u00e3o, pouco importa: a frase \u00e9 necess\u00e1ria para compor o mito.) No entanto, o velho e s\u00e1bio S\u00f3crates n\u00e3o se preocupou com que sua derradeira frase fosse esta: \u201cCr\u00edton, n\u00f3s devemos um galo a Ascl\u00e9pio; n\u00e3o te esque\u00e7as de pag\u00e1-lo\u201d.<\/em><\/p>\n<p><em>H\u00e1, por outro lado, um esfor\u00e7o permanente dos bi\u00f3grafos para fazer dos escritores e dos artistas personagens ideais. Ou para detrat\u00e1-los, lan\u00e7ando m\u00e3o de detalhes de sua vida particular. Tanto num caso, como noutro, deixa-se de lado o fato simples de que a obra de arte, quando acontece, \u00e9 uma vit\u00f3ria da pessoa sobre seus defeitos e suas virtudes cotidianas.<\/em><\/p>\n<p>(GULLAR, Ferreira. Melhores Cr\u00f4nicas. S\u00e3o Paulo, Global, 2012, ed. digital)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"9\">\n<li><strong>(FCC \/ SABESP \/ T\u00c9CNICO EM GEST\u00c3O \/ 2018) <\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p>Ao substituir-se o elemento sublinhado pelo que est\u00e1 entre par\u00eanteses, o verbo que dever\u00e1 ser flexionado no plural encontra-se em:<\/p>\n<p>(A) essa vontade idealista <u>do p\u00fablico<\/u> se reflete frequentemente no escritor (das pessoas)<\/p>\n<p>(B) um galo a Ascl\u00e9pio; n\u00e3o <u>te<\/u> esque\u00e7as de pag\u00e1-lo (nos)<\/p>\n<p>(C) o fato simples de que a <u>obra de arte<\/u>, quando acontece (as obras de arte)<\/p>\n<p>(D) A prop\u00f3sito desse fen\u00f4meno, que termina por influenciar diretamente <u>a pr\u00f3pria obra do escritor<\/u> (os escritores)<\/p>\n<p>(E) H\u00e1, por outro lado, <u>um esfor\u00e7o permanente<\/u> dos bi\u00f3grafos (esfor\u00e7os cont\u00ednuos)<\/p>\n<p>Coment\u00e1rios:<\/p>\n<ol>\n<li>a) O n\u00facleo \u00e9 \u201cvontade\u201d, mudar o determinante \u201cdo p\u00fablico\u201d para \u201cdas pessoas\u201d n\u00e3o afeta a concord\u00e2ncia.<\/li>\n<li>b) O sujeito \u00e9 \u201cCr\u00edton\u201d, ent\u00e3o o verbo n\u00e3o vai ao plural, independentemente do pronome.<\/li>\n<li>c) Obra de arte \u00e9 o sujeito de \u2018acontece\u2019. Se for ao plural, o verbo tamb\u00e9m vai. Este \u00e9 nosso gabarito.<\/li>\n<li>d) Esse termo \u00e9 objeto direto de \u201cinfluenciar\u201d, em nada afeta a concord\u00e2ncia.<\/li>\n<li>e) Esse termo \u00e9 objeto direto de \u201ch\u00e1\u201d, em nada afeta a concord\u00e2ncia.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Gabarito letra C.<\/p>\n<ol start=\"10\">\n<li><strong>(FCC \/ SABESP \/ T\u00c9CNICO EM GEST\u00c3O \/ 2018) <\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p>Conforme o texto,<\/p>\n<p>(A) a mitifica\u00e7\u00e3o dos escritores, tratada como exemplo particular de uma formula\u00e7\u00e3o geral feita no in\u00edcio do texto, faz com que muitas vezes eles se tornem ref\u00e9ns da imagem alimentada pelo p\u00fablico e mesmo por seus pr\u00f3prios bi\u00f3grafos.<\/p>\n<p>(B) embora, no geral, escritores se caracterizem por ter excepcional clareza sobre o mundo em que vivem, de modo a direcionar suas a\u00e7\u00f5es, fazer disso uma regra e cobrar de todos que assim se comportem \u00e9 pr\u00f3prio da mitifica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>(C) a mitifica\u00e7\u00e3o dos escritores tem como exemplo maior a figura de S\u00f3crates, que, embora eivada de comicidade, \u00e9 semelhante \u00e0 tr\u00e1gica figura de Goethe, ambas a compor mitos que obscurecem a verdade de sua real condi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>(D) ainda que a mitifica\u00e7\u00e3o seja corriqueira junto ao p\u00fablico leitor, \u00e9 claro para os bi\u00f3grafos o fato de que a obra de arte \u00e9 uma vit\u00f3ria sobre os erros e acertos da vida cotidiana.<\/p>\n<p>(E) frases como Que decep\u00e7\u00e3o, o Fulano. Julgava-o diferente s\u00e3o exemplos da confus\u00e3o que o p\u00fablico leitor faz entre a obra dos escritores e sua vida particular, passando a adotar esta como par\u00e2metro para mitific\u00e1-los.<\/p>\n<p>Coment\u00e1rios:<\/p>\n<p>Sejamos objetivos, sem perder tempo com viagem. A tese do texto \u00e9 bem simples: os escritores muitas vezes s\u00e3o elevados ao status de mito, ent\u00e3o as pessoas esquecem que s\u00e3o pessoas normais, que s\u00e3o falhas e cometem erros, e se decepcionam com elas. Ao mesmo tempo, alguns escritores, como reflexo de serem objeto dessa alta expectativa moral, acabam tentando parecer t\u00e3o bons quanto o patamar que se espera deles, na condi\u00e7\u00e3o de mitos.<\/p>\n<p>Isso \u00e9 parafraseado em :<\/p>\n<p>a mitifica\u00e7\u00e3o dos escritores, tratada como exemplo particular de uma formula\u00e7\u00e3o geral feita no in\u00edcio do texto, faz com que muitas vezes eles se tornem ref\u00e9ns da imagem alimentada pelo p\u00fablico e mesmo por seus pr\u00f3prios bi\u00f3grafos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Gabarito letra A.<\/p>\n<ol start=\"11\">\n<li><strong>(FCC \/ SABESP \/ T\u00c9CNICO EM GEST\u00c3O \/ 2018) <\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p>Caso se atribua sentido hipot\u00e9tico ao segmento as pessoas se surpreendem que os escritores comam, tropecem no bei\u00e7o da cal\u00e7ada (2\u00ba par\u00e1grafo), sua reda\u00e7\u00e3o deve assumir a seguinte forma:<\/p>\n<p>(A) Que se surpreendam as pessoas, que os escritores comem e tropecem no bei\u00e7o da cal\u00e7ada.<\/p>\n<p>(B) Iriam se surpreender as pessoas quando os escritores comerem, trope\u00e7arem no bei\u00e7o da cal\u00e7ada.<\/p>\n<p>(C) As pessoas se surpreendiam porque os escritores comiam, trope\u00e7avam no bei\u00e7o da cal\u00e7ada.<\/p>\n<p>(D) As pessoas se surpreendessem, caso os escritores comam, tropecem no bei\u00e7o da cal\u00e7ada.<\/p>\n<p>(E) As pessoas se surpreenderiam se os escritores comessem, trope\u00e7assem no bei\u00e7o da cal\u00e7ada.<\/p>\n<p>Coment\u00e1rios:<\/p>\n<p>A banca falou de hip\u00f3tese, ent\u00e3o est\u00e1 pedindo o modo subjuntivo, especificamente na estrutura condicional. Falando s\u00e9rio, avisei trocentas vezes no nosso curso, a banca SEMPRE PEDE A BENDITA MESMA CORRELA\u00c7\u00c3O VERBAL:<\/p>\n<p>SE EU PUDE<strong><u>SSE<\/u><\/strong>, FAR<strong><u>IA<\/u><\/strong><\/p>\n<p>Usando os verbos da quest\u00e3o, teremos:<\/p>\n<p>As pessoas se <strong>SURPREENDE<u>RIA<\/u>M<\/strong> se os escritores <strong>COME<u>SSE<\/u>M, TROPE\u00c7A<u>SSE<\/u>M<\/strong> no bei\u00e7o da cal\u00e7ada.<\/p>\n<p>Gabarito letra E.<\/p>\n<ol start=\"12\">\n<li><strong>(FCC \/ SABESP \/ T\u00c9CNICO EM GEST\u00c3O \/ 2018) <\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p>A correta transposi\u00e7\u00e3o do verbo sublinhado para a voz passiva encontra-se entre par\u00eanteses em:<\/p>\n<p>(A) a imagem que os leitores <u>criaram<\/u> de sua pessoa (foi criada)<\/p>\n<p>(B) Que decep\u00e7\u00e3o, o Fulano. <u>Julgava<\/u>-o diferente. (fui julgado)<\/p>\n<p>(C) Desde que um nome <u>emerge<\/u> (\u00e9 emergido)<\/p>\n<p>(D) um dinamismo novo, que raramente <u>reverte<\/u> em benef\u00edcio dos demais homens (s\u00e3o revertidos)<\/p>\n<p>(E) J\u00e1 <u>ouvi<\/u>, in\u00fameras vezes, queixas como esta (havia ouvido)<\/p>\n<p>Coment\u00e1rios:<\/p>\n<p>Quest\u00e3o cl\u00e1ssica de convers\u00e3o de voz verbal. Vejam os passos:<\/p>\n<p>O objeto direto da voz ativa vira sujeito na voz passiva. Ent\u00e3o, \u201cimagem\u201d vira sujeito. Depois, usamos a locu\u00e7\u00e3o SER+Partic\u00edpio, MANTENDO O TEMPO ORIGINAL (criaram- pret\u00e9rito perfeito). Logo, teremos: \u00ad<\/p>\n<p>A imagem FOI CRIADA<\/p>\n<p>Gabarito letra A.<\/p>\n<ol start=\"13\">\n<li><strong>(FCC \/ SABESP \/ T\u00c9CNICO EM GEST\u00c3O \/ 2018) <\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p>Em Roland Barthes escreveu <u>que, na Fran\u00e7a, os homens de letras tinham todos se educado na \u201carte de morrer em p\u00fablico<\/u>\u201d. (3\u00ba par\u00e1grafo), a ora\u00e7\u00e3o sublinhada complementa o sentido de um<\/p>\n<p>(A) nome e pode ser substitu\u00edda por um adv\u00e9rbio.<\/p>\n<p>(B) substantivo e pode ser substitu\u00edda por um adjetivo.<\/p>\n<p>(C) nome e pode ser substitu\u00edda por um complemento nominal.<\/p>\n<p>(D) verbo e pode ser substitu\u00edda por um substantivo.<\/p>\n<p>(E) verbo e pode ser substitu\u00edda por um adv\u00e9rbio.<\/p>\n<p>Coment\u00e1rios:<\/p>\n<p>Temos aqui uma ora\u00e7\u00e3o subordinada substantiva objetiva direta, em termos mais amig\u00e1veis, um objeto direto do verbo escrever, mas em forma de ora\u00e7\u00e3o:<\/p>\n<p><em>escreveu [<strong><u>ALGUMA COISA<\/u>]<\/strong><\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>escreveu [<strong><u>que, na Fran\u00e7a, os homens de letras tinham todos se educado na \u201carte de morrer em p\u00fablico<\/u>\u201d]<\/strong><\/em><\/p>\n<p><em>escreveu [<strong><u>ISTO<\/u>]<\/strong><\/em><\/p>\n<p>Como temos uma ora\u00e7\u00e3o substantiva, ela faz o papel de um substantivo, poderia ser substitu\u00edda por um substantivo, por exemplo:<\/p>\n<p><em>escreveu [<strong><u>LIVROS<\/u>]<\/strong><\/em><\/p>\n<p>Gabarito letra D.<\/p>\n<ol start=\"14\">\n<li><strong>(FCC \/ SABESP \/ T\u00c9CNICO EM GEST\u00c3O \/ 2018) <\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p>Est\u00e1 correto o que consta de:<\/p>\n<p>(A) Em uma coisa preciosa se perde: a verdade da condi\u00e7\u00e3o (1\u00ba par\u00e1grafo), os dois-pontos podem ser substitu\u00eddos por ponto e v\u00edrgula, visto se tratar de segmento de mesmo valor sint\u00e1tico que o anterior.<\/p>\n<p>(B) O termo sublinhado em e um dos mais <u>perniciosos<\/u> (1\u00ba par\u00e1grafo) pode ser substitu\u00eddo por \u201cnocivos\u201d, sem preju\u00edzo para o sentido original e a corre\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>(C) Os termos sublinhados em sobre que decis\u00e3o tomar em face <u>desta<\/u> ou <u>daquela<\/u> conting\u00eancia (2\u00ba par\u00e1grafo) podem ser substitu\u00eddos respectivamente por \u201c\u00e0 esta\u201d e \u201c\u00e0quela\u201d.<\/p>\n<p>(D) O segmento sublinhado em n\u00e3o s\u00e3o <u>suscet\u00edveis de<\/u> vacilar um instante (2\u00ba par\u00e1grafo) pode ser substitu\u00eddo por \u201captos a\u201d, mantendo-se a corre\u00e7\u00e3o e o sentido da frase.<\/p>\n<p>(E) Em Ou para detrat\u00e1-los, lan\u00e7ando m\u00e3o de detalhes (\u00faltimo par\u00e1grafo), caso se substitua o verbo \u201cdetratar\u201d por \u201cdifamar\u201d, o pronome \u201clos\u201d dever\u00e1 ser substitu\u00eddo por \u201clhes\u201d, em fun\u00e7\u00e3o da nova reg\u00eancia verbal.<\/p>\n<p>Coment\u00e1rios:<\/p>\n<ol>\n<li>a) Incorreto. O termo ap\u00f3s o sinal de dois-pontos \u00e9 um aposto, n\u00e3o pode ser separado por ponto e v\u00edrgula.<\/li>\n<li>b) Correto. Quest\u00e3o direta de vocabul\u00e1rio: pernicioso significa \u201cque faz mal; nocivo, ruinoso\u201d.<\/li>\n<li>c) Incorreto. N\u00e3o h\u00e1 crase antes de \u201cesta\u201d, porque \u201cesta\u201d n\u00e3o aceita artigo; n\u00e3o h\u00e1 um \u201ca\u201d diante dele, logo n\u00e3o h\u00e1 como haver crase.<\/li>\n<li>d) Incorreto. O sentido \u00e9 diferente: \u201capto\u201d tem ideia de habilidade\/capacidade; \u201csuscet\u00edveis\u201d \u00e9 sin\u00f4nimo de \u201csujeitos, pass\u00edveis&#8230;\u201d.<\/li>\n<li>e) Incorreto. Difamar tamb\u00e9m \u00e9 verbo transitivo direto e o pronome -LHE N\u00c3O PODE SER OBJETO DIRETO.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Gabarito letra B.<\/p>\n<ol start=\"15\">\n<li><strong>(FCC \/ SABESP \/ T\u00c9CNICO EM GEST\u00c3O \/ 2018) <\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p>O elemento sublinhado est\u00e1 empregado corretamente em:<\/p>\n<p>(A) O p\u00fablico leitor, \u00e1vido por hist\u00f3rias <u>da qual<\/u> distrair-se, n\u00e3o perdoa sequer a reputa\u00e7\u00e3o dos artistas.<\/p>\n<p>(B) Ao atribuir determinadas caracter\u00edsticas aos escritores <u>de que<\/u> admiramos, na verdade buscamos nos identificar a eles.<\/p>\n<p>(C) O escritor, no fim das contas, acaba moldando-se aos ideais <u>cujos<\/u> leitores arbitrariamente lhe inculcam.<\/p>\n<p>(D) O mais das vezes fantasiosas, as hist\u00f3rias <u>de que<\/u> contam dos poetas costumam desviar de suas obras a aten\u00e7\u00e3o necess\u00e1ria.<\/p>\n<p>(E) Termina-se por constituir um anedot\u00e1rio sobre os escritores, <u>com o qual<\/u> se ilustram suas principais caracter\u00edsticas.<\/p>\n<p>Coment\u00e1rios:<\/p>\n<p>Fa\u00e7amos as devidas corre\u00e7\u00f5es:<\/p>\n<p>(A) O p\u00fablico leitor, \u00e1vido por hist\u00f3rias DAS QUAIS distrair-se, n\u00e3o perdoa sequer a reputa\u00e7\u00e3o dos artistas.<\/p>\n<p>(B) Ao atribuir determinadas caracter\u00edsticas aos escritores QUE admiramos, na verdade buscamos nos identificar a eles.<\/p>\n<p>(C) O escritor, no fim das contas, acaba moldando-se aos ideais QUE leitores arbitrariamente lhe inculcam.<\/p>\n<p>(D) O mais das vezes fantasiosas, as hist\u00f3rias QUE contam dos poetas costumam desviar de suas obras a aten\u00e7\u00e3o necess\u00e1ria.<\/p>\n<p>(E) Termina-se por constituir um anedot\u00e1rio sobre os escritores, <u>com o qual<\/u> se ilustram suas principais caracter\u00edsticas. (Correto. Ilustram as principais caracter\u00edsticas COM UM ANEDOT\u00c1RIO)<\/p>\n<p>Gabarito letra E.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Ent\u00e3o \u00e9 isso, o que acharam?<\/p>\n<p>Quem achar (com fundamento) que alguma quest\u00e3o pode ter mais de uma resposta, pode sugerir aqui!<\/p>\n<p>Abra\u00e7o a todos!<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-104237\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/01\/28150853\/M%C3%8DDIAS-SOCIAIS-FELIPE.png\" alt=\"\" width=\"724\" height=\"125\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/01\/28150853\/M%C3%8DDIAS-SOCIAIS-FELIPE.png 724w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/01\/28150853\/M%C3%8DDIAS-SOCIAIS-FELIPE.png 300w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/01\/28150853\/M%C3%8DDIAS-SOCIAIS-FELIPE.png 610w\" sizes=\"auto, (max-width: 724px) 100vw, 724px\" \/><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"post_tipo":"article","footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"tax_estado":[],"class_list":["post-120081","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-cursos-e-concursos"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO Premium plugin v27.2 (Yoast SEO v27.2) - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-premium-wordpress\/ -->\n<title>PROVA COMENTADA SABESP (FCC) - PORTUGU\u00caS<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/prova-comentada-sabesp-fcc-portugues\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"PROVA COMENTADA SABESP (FCC) - PORTUGU\u00caS\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/prova-comentada-sabesp-fcc-portugues\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Estrat\u00e9gia Concursos\" \/>\n<meta property=\"article:author\" content=\"https:\/\/www.facebook.com\/EstrategiaConcursos\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2018-05-08T23:59:45+00:00\" \/>\n<meta property=\"article:modified_time\" content=\"2018-05-10T19:01:06+00:00\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"Coordena\u00e7\u00e3o\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:creator\" content=\"@EstratConcursos\" \/>\n<meta name=\"twitter:site\" content=\"@EstratConcursos\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"Coordena\u00e7\u00e3o\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"26 minutos\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\/\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"NewsArticle\",\"@id\":\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/prova-comentada-sabesp-fcc-portugues\/#article\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/prova-comentada-sabesp-fcc-portugues\/\"},\"author\":{\"name\":\"Coordena\u00e7\u00e3o\",\"@id\":\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/#\/schema\/person\/b4a388c97673c5f483d72185668afa1f\"},\"headline\":\"PROVA COMENTADA SABESP (FCC) &#8211; 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