{"id":119184,"date":"2018-05-03T03:47:51","date_gmt":"2018-05-03T06:47:51","guid":{"rendered":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/?p=119184"},"modified":"2018-05-03T03:47:51","modified_gmt":"2018-05-03T06:47:51","slug":"prova-magistratura-tjrs-2018-direito-empresarial-questoes-comentadas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/prova-magistratura-tjrs-2018-direito-empresarial-questoes-comentadas\/","title":{"rendered":"Prova Magistratura TJRS (2018) &#8211; Direito Empresarial &#8211; Quest\u00f5es Comentadas"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify\">Ol\u00e1 pessoal, tudo bom?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Abaixo, apresento, inicialmente, as quest\u00f5es sem coment\u00e1rios, em seguida com gabarito simples\u00a0<strong><span style=\"color: #0000ff\">e, ao final, todas as quest\u00f5es comentadas (alternativa por alternativa)<\/span><\/strong>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Como as quest\u00f5es foram, em regra, resolvidas com base em texto de lei, n\u00e3o constatei margem para recurso.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">De qualquer modo, se acharem que alguma quest\u00e3o d\u00e1 abertura para recurso, por favor, deixem um coment\u00e1rio ou me encaminhem um e-mail.<\/p>\n<h2 style=\"text-align: justify\"><a name=\"_Toc505512421\"><\/a><a name=\"_Toc505508122\"><\/a><a name=\"_Toc504428632\"><\/a><a name=\"_Toc504425413\"><\/a>Lista de Quest\u00f5es Sem Coment\u00e1rios<\/h2>\n<p style=\"text-align: justify\">Ano: 2018<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Banca: VUNESP<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\u00d3rg\u00e3o: TJ-RS<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Prova: Juiz de Direito Substituto<\/p>\n<ol style=\"text-align: justify\" start=\"71\">\n<li>O artigo 966 do C\u00f3digo Civil define como empres\u00e1rio aquele que exerce:<\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>(a)<\/strong> atividade profissional econ\u00f4mica organizada com a finalidade de produ\u00e7\u00e3o ou circula\u00e7\u00e3o de bens ou de servi\u00e7os.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>(b)<\/strong> atividade eventual econ\u00f4mica, organizada com a finalidade de circula\u00e7\u00e3o de bens ou servi\u00e7os.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>(c)<\/strong> atividade profissional organizada com a finalidade de produ\u00e7\u00e3o ou circula\u00e7\u00e3o de bens ou de servi\u00e7os.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>(d)<\/strong> atividade profissional econ\u00f4mica organizada com a finalidade de produ\u00e7\u00e3o e circula\u00e7\u00e3o de bens ou de servi\u00e7os.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>(e)<\/strong> atividade eventual econ\u00f4mica n\u00e3o organizada com a finalidade de produ\u00e7\u00e3o e circula\u00e7\u00e3o de bens ou de servi\u00e7os.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Ano: 2018<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Banca: VUNESP<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\u00d3rg\u00e3o: TJ-RS<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Prova: Juiz de Direito Substituto<\/p>\n<ol style=\"text-align: justify\" start=\"72\">\n<li>Caio \u00e9 s\u00f3cio propriet\u00e1rio de uma empresa que fabrica m\u00f3veis. Nos \u00faltimos cinco anos houve uma importante queda em seu faturamento, resultado do cen\u00e1rio econ\u00f4mico vivenciado em nosso pa\u00eds. Infelizmente, hoje sua empresa se encontra devedora de d\u00e9bitos trabalhistas, tribut\u00e1rios e banc\u00e1rios. Para avalia\u00e7\u00e3o acerca da viabilidade de uma recupera\u00e7\u00e3o extrajudicial, \u00e9 preciso saber que tipos de credores poder\u00e3o ser atingidos pelo seu plano de recupera\u00e7\u00e3o. Assim, de acordo com o texto legal, s\u00e3o credores que possuem seus direitos preservados do plano de recupera\u00e7\u00e3o extrajudicial:<\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>(a)<\/strong> credor titular da posi\u00e7\u00e3o de propriet\u00e1rio fiduci\u00e1rio de bens m\u00f3veis ou im\u00f3veis, de arrendador mercantil, propriet\u00e1rio em contrato de venda com reserva de dom\u00ednio; credores de d\u00e9bitos trabalhistas; e institui\u00e7\u00e3o financeira credora por adiantamento ao exportador.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>(b)<\/strong> credor titular da posi\u00e7\u00e3o de propriet\u00e1rio fiduci\u00e1rio de bens m\u00f3veis ou im\u00f3veis, de arrendador mercantil, propriet\u00e1rio em contrato de venda com reserva de dom\u00ednio; credores de d\u00e9bitos trabalhistas; credores de d\u00e9bitos tribut\u00e1rios e institui\u00e7\u00e3o financeira credora por adiantamento ao exportador.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>(c)<\/strong> credor titular da posi\u00e7\u00e3o de fiduci\u00e1rio de bens m\u00f3veis e im\u00f3veis, propriet\u00e1rios em contrato de venda sem reserva de dom\u00ednio, credores de d\u00e9bitos trabalhistas, credores de d\u00e9bitos tribut\u00e1rios e institui\u00e7\u00e3o financeira.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>(d)<\/strong> credor titular da posi\u00e7\u00e3o de propriet\u00e1rio fiduci\u00e1rio de bens m\u00f3veis ou im\u00f3veis, de arrendador mercantil, propriet\u00e1rio em contrato de venda com reserva de dom\u00ednio, credores de d\u00e9bitos tribut\u00e1rios e institui\u00e7\u00e3o financeira credora por adiantamento ao exportador.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>(e)<\/strong> credor titular da posi\u00e7\u00e3o de propriet\u00e1rio fiduci\u00e1rio de bens m\u00f3veis ou im\u00f3veis, de arrendador mercantil, propriet\u00e1rio em contrato de venda com reserva de dom\u00ednio, credores trabalhistas e credores tribut\u00e1rios.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Ano: 2018<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Banca: VUNESP<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\u00d3rg\u00e3o: TJ-RS<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Prova: Juiz de Direito Substituto<\/p>\n<ol style=\"text-align: justify\" start=\"73\">\n<li>A respeito do tema teoria da desconsidera\u00e7\u00e3o da personalidade jur\u00eddica, o Superior Tribunal de Justi\u00e7a em muitos de seus julgados faz men\u00e7\u00e3o \u00e0 teoria maior e \u00e0 teoria menor da desconsidera\u00e7\u00e3o. Com base nessa informa\u00e7\u00e3o, assinale a alternativa correta.<\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>(a)<\/strong> Considera-se correta a aplica\u00e7\u00e3o da teoria maior da desconsidera\u00e7\u00e3o, regra excepcional em nosso sistema jur\u00eddico brasileiro, com a comprova\u00e7\u00e3o da prova da insolv\u00eancia da pessoa jur\u00eddica juntamente com o desvio de finalidade ou confus\u00e3o patrimonial. A teoria menor, por consequ\u00eancia, regra geral em nosso sistema jur\u00eddico, considera-se correta sua aplica\u00e7\u00e3o apenas diante da comprova\u00e7\u00e3o da insolv\u00eancia da pessoa jur\u00eddica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>(b)<\/strong> Para devida incid\u00eancia da aplica\u00e7\u00e3o da teoria maior da desconsidera\u00e7\u00e3o, regra geral do sistema jur\u00eddico brasileiro, torna-se necess\u00e1ria a comprova\u00e7\u00e3o da insolv\u00eancia da pessoa jur\u00eddica, a demonstra\u00e7\u00e3o do desvio de finalidade e da demonstra\u00e7\u00e3o de confus\u00e3o patrimonial. Para a correta aplica\u00e7\u00e3o da teoria menor, por sua vez, regra excepcional em nosso sistema jur\u00eddico, basta a comprova\u00e7\u00e3o da insolv\u00eancia da pessoa jur\u00eddica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>(c)<\/strong> Caracteriza-se a teoria maior da desconsidera\u00e7\u00e3o, regra geral do sistema jur\u00eddico brasileiro, com a identifica\u00e7\u00e3o apenas do desvio de finalidade da pessoa jur\u00eddica, ao passo que a teoria menor da desconsidera\u00e7\u00e3o concretiza-se com a comprova\u00e7\u00e3o somente da insolv\u00eancia da pessoa jur\u00eddica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>(d)<\/strong> Para aplica\u00e7\u00e3o da teoria maior da desconsidera\u00e7\u00e3o, regra aplicada excepcionalmente em nosso sistema jur\u00eddico, basta a comprova\u00e7\u00e3o da prova da insolv\u00eancia da pessoa jur\u00eddica, enquanto para incid\u00eancia da teoria menor da desconsidera\u00e7\u00e3o \u00e9 preciso apenas a demonstra\u00e7\u00e3o de confus\u00e3o patrimonial.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>(e)<\/strong> Para incid\u00eancia da teoria maior da desconsidera\u00e7\u00e3o, regra geral do sistema jur\u00eddico brasileiro, exige-se para al\u00e9m da prova da insolv\u00eancia, ou a demonstra\u00e7\u00e3o de desvio de finalidade ou a demonstra\u00e7\u00e3o de confus\u00e3o patrimonial. Para caracteriza\u00e7\u00e3o da teoria menor, por sua vez, regra excepcional, basta a prova de insolv\u00eancia da pessoa jur\u00eddica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Ano: 2018<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Banca: VUNESP<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\u00d3rg\u00e3o: TJ-RS<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Prova: Juiz de Direito Substituto<\/p>\n<ol style=\"text-align: justify\" start=\"74\">\n<li>Para os efeitos da Lei Complementar n o 123\/2006, consideram-se microempresas ou empresas de pequeno porte, a sociedade empres\u00e1ria, a sociedade simples, a empresa individual de responsabilidade limitada e o empres\u00e1rio a que se refere o artigo 966 do C\u00f3digo Civil em vigor, devidamente registrados no Registro de Empresas Mercantis ou no Registro Civil de Pessoas Jur\u00eddicas, conforme o caso, desde que:<\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>(a)<\/strong> no caso da microempresa, aufira em cada ano-calend\u00e1rio, receita bruta igual ou inferior a R$ 360.000,00 (trezentos e sessenta mil reais); no caso de empresa de pequeno porte aufira receita bruta superior a R$360.000,00 (trezentos e sessenta mil reais) e igual ou inferior a R$4.800.000,00 (quatro milh\u00f5es e oitocentos mil reais).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>(b)<\/strong> no caso da microempresa, aufira em cada ano-calend\u00e1rio, receita bruta igual ou inferior a R$380.000,00 (trezentos e oitenta mil reais); no caso de empresa de pequeno porte, aufira receita bruta superior a R$380.000,00 (trezentos e oitenta mil reais) e igual ou inferior a R$4.800.000,00 (quatro milh\u00f5es e oito- centos mil reais).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>(c)<\/strong> no caso da microempresa, aufira em cada ano-calend\u00e1rio, receita bruta igual ou inferior a R$ 400.000,00 (quatrocentos mil reais); no caso de empresa de pequeno porte, aufira receita bruta superior a R$400.000,00 (quatrocentos mil reais) e igual ou inferior a R$4.800.000,00 (quatro milh\u00f5es e oitocentos mil reais).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>(d)<\/strong> no caso da microempresa, aufira em cada ano-calend\u00e1rio, receita bruta igual ou inferior a R$ 400.000,00 (quatrocentos mil reais); no caso de empresa de pequeno porte aufira receita bruta superior a R$400.000,00 (quatrocentos mil reais) e igual ou inferior a R$5.000.000,00 (cinco milh\u00f5es de reais).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>(e)<\/strong> no caso da microempresa, aufira em cada ano-calend\u00e1rio, receita bruta igual ou inferior a R$360.000,00 (trezentos e sessenta mil reais); no caso de empresa de pequeno porte, aufira receita bruta superior a R$360.000,00 (trezentos e sessenta mil reais) e igual ou inferior a R$5.000.000,00 (cinco milh\u00f5es de reais).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Ano: 2018<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Banca: VUNESP<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\u00d3rg\u00e3o: TJ-RS<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Prova: Juiz de Direito Substituto<\/p>\n<ol style=\"text-align: justify\" start=\"75\">\n<li>De acordo com o artigo 11 da Lei n o 9.279\/96 (Lei de Propriedade Industrial), a inven\u00e7\u00e3o e o modelo de utilidade s\u00e3o considerados novos quando n\u00e3o compreendidos no estado da t\u00e9cnica. Assinale a alternativa que corresponde ao conceito legal de estado da t\u00e9cnica.<\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>(a)<\/strong> O estado da t\u00e9cnica \u00e9 constitu\u00eddo por tudo aquilo tornado acess\u00edvel ao p\u00fablico antes da data de dep\u00f3sito do pedido de patente, por descri\u00e7\u00e3o escrita ou oral, por uso ou qualquer outro meio, no exterior, ressalvado o disposto nos arts. 12, 16 e 17.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>(b)<\/strong> O estado da t\u00e9cnica \u00e9 constitu\u00eddo por tudo aquilo tornado acess\u00edvel ao p\u00fablico antes da data de dep\u00f3sito do pedido de patente, por descri\u00e7\u00e3o escrita ou oral, no Brasil ou no exterior, ressalvado o disposto nos arts. 12, 16 e 17.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>(c)<\/strong> O estado da t\u00e9cnica \u00e9 constitu\u00eddo por tudo aquilo tornado acess\u00edvel ao p\u00fablico antes da data de dep\u00f3sito do pedido de patente, por descri\u00e7\u00e3o escrita ou oral, por uso ou qualquer outro meio, no Brasil ou no exterior, ressalvado o disposto nos arts. 12, 16 e 17.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>(d)<\/strong> O estado da t\u00e9cnica \u00e9 constitu\u00eddo por tudo aquilo tornado acess\u00edvel ao p\u00fablico antes da data de dep\u00f3sito do pedido de patente, por descri\u00e7\u00e3o escrita ou oral, por uso ou qualquer outro meio, no Brasil, ressalvado o disposto nos arts. 12, 16 e 17.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>(e)<\/strong> O estado da t\u00e9cnica \u00e9 constitu\u00eddo por tudo aquilo tornado acess\u00edvel ao p\u00fablico ap\u00f3s a data de dep\u00f3sito do pedido de patente, por descri\u00e7\u00e3o escrita ou oral, por uso ou qualquer outro meio, no Brasil ou no exterior, ressalvado o disposto nos arts. 12, 16 e 17.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Ano: 2018<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Banca: VUNESP<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\u00d3rg\u00e3o: TJ-RS<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Prova: Juiz de Direito Substituto<\/p>\n<ol style=\"text-align: justify\" start=\"76\">\n<li>Assinale a alternativa que corresponde ao conceito de t\u00edtulo de cr\u00e9dito disposto no artigo 887 do C\u00f3digo Civil.<\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>(a)<\/strong> O t\u00edtulo de cr\u00e9dito, documento necess\u00e1rio ao exerc\u00edcio do direito nele contido, produz efeito independentemente de preenchidos os requisitos legais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>(b)<\/strong> O t\u00edtulo de cr\u00e9dito \u00e9 o documento necess\u00e1rio ao exerc\u00edcio do direito literal e aut\u00f4nomo nele contido, que produz seus efeitos independentemente de preenchidos os requisitos legais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>(c)<\/strong> O t\u00edtulo de cr\u00e9dito \u00e9 o documento necess\u00e1rio ao exerc\u00edcio do direito aut\u00f4nomo nele contido, que somente produz efeito se preenchidos os requisitos legais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>(d)<\/strong> O t\u00edtulo de cr\u00e9dito, documento necess\u00e1rio ao exerc\u00edcio do direito literal e aut\u00f4nomo nele contido, somente produz efeito quando preencha os requisitos da lei.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>(e)<\/strong> O t\u00edtulo de cr\u00e9dito, documento dispens\u00e1vel ao exerc\u00edcio do direito literal e aut\u00f4nomo nele contido, somente produz efeito quando preencha os requisitos da lei.<\/p>\n<h2 style=\"text-align: justify\"><a name=\"_Toc505512422\"><\/a><a name=\"_Toc505508123\"><\/a><a name=\"_Toc504428633\"><\/a><a name=\"_Toc504425414\"><\/a>Gabarito Sem Coment\u00e1rios<\/h2>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-size: 10pt\">Ano: 2018<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-size: 10pt\">Banca: VUNESP<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-size: 10pt\">\u00d3rg\u00e3o: TJ-RS<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-size: 10pt\">Prova: Juiz de Direito Substituto<\/span><\/p>\n<ol style=\"text-align: justify\" start=\"71\">\n<li><span style=\"font-size: 10pt\">O artigo 966 do C\u00f3digo Civil define como empres\u00e1rio aquele que exerce:<\/span><\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-size: 10pt\"><strong>(a)<\/strong> atividade profissional econ\u00f4mica organizada com a finalidade de produ\u00e7\u00e3o ou circula\u00e7\u00e3o de bens ou de servi\u00e7os.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #0000ff;font-size: 10pt\"><strong>[CORRETA]<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-size: 10pt\"><strong>(b)<\/strong> atividade eventual econ\u00f4mica, organizada com a finalidade de circula\u00e7\u00e3o de bens ou servi\u00e7os.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #ff0000;font-size: 10pt\"><strong>[INCORRETA]<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-size: 10pt\"><strong>(c)<\/strong> atividade profissional organizada com a finalidade de produ\u00e7\u00e3o ou circula\u00e7\u00e3o de bens ou de servi\u00e7os.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #ff0000;font-size: 10pt\"><strong>[INCORRETA]<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-size: 10pt\"><strong>(d)<\/strong> atividade profissional econ\u00f4mica organizada com a finalidade de produ\u00e7\u00e3o e circula\u00e7\u00e3o de bens ou de servi\u00e7os.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #ff0000;font-size: 10pt\"><strong>[INCORRETA]<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-size: 10pt\"><strong>(e)<\/strong> atividade eventual econ\u00f4mica n\u00e3o organizada com a finalidade de produ\u00e7\u00e3o e circula\u00e7\u00e3o de bens ou de servi\u00e7os.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #ff0000;font-size: 10pt\">[<strong>INCORRETA<\/strong>]<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-size: 10pt\">Ano: 2018<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-size: 10pt\">Banca: VUNESP<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-size: 10pt\">\u00d3rg\u00e3o: TJ-RS<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-size: 10pt\">Prova: Juiz de Direito Substituto<\/span><\/p>\n<ol style=\"text-align: justify\" start=\"72\">\n<li><span style=\"font-size: 10pt\">Caio \u00e9 s\u00f3cio propriet\u00e1rio de uma empresa que fabrica m\u00f3veis. Nos \u00faltimos cinco anos houve uma importante queda em seu faturamento, resultado do cen\u00e1rio econ\u00f4mico vivenciado em nosso pa\u00eds. Infelizmente, hoje sua empresa se encontra devedora de d\u00e9bitos trabalhistas, tribut\u00e1rios e banc\u00e1rios. Para avalia\u00e7\u00e3o acerca da viabilidade de uma recupera\u00e7\u00e3o extrajudicial, \u00e9 preciso saber que tipos de credores poder\u00e3o ser atingidos pelo seu plano de recupera\u00e7\u00e3o. Assim, de acordo com o texto legal, s\u00e3o credores que possuem seus direitos preservados do plano de recupera\u00e7\u00e3o extrajudicial:<\/span><\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-size: 10pt\"><strong>(a)<\/strong> credor titular da posi\u00e7\u00e3o de propriet\u00e1rio fiduci\u00e1rio de bens m\u00f3veis ou im\u00f3veis, de arrendador mercantil, propriet\u00e1rio em contrato de venda com reserva de dom\u00ednio; credores de d\u00e9bitos trabalhistas; e institui\u00e7\u00e3o financeira credora por adiantamento ao exportador.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #ff0000;font-size: 10pt\"><strong>[INCORRETA]<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-size: 10pt\"><strong>(b)<\/strong> credor titular da posi\u00e7\u00e3o de propriet\u00e1rio fiduci\u00e1rio de bens m\u00f3veis ou im\u00f3veis, de arrendador mercantil, propriet\u00e1rio em contrato de venda com reserva de dom\u00ednio; credores de d\u00e9bitos trabalhistas; credores de d\u00e9bitos tribut\u00e1rios e institui\u00e7\u00e3o financeira credora por adiantamento ao exportador.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-size: 10pt;color: #0000ff\"><strong>[CORRETA]<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-size: 10pt\"><strong>(c)<\/strong> credor titular da posi\u00e7\u00e3o de fiduci\u00e1rio de bens m\u00f3veis e im\u00f3veis, propriet\u00e1rios em contrato de venda sem reserva de dom\u00ednio, credores de d\u00e9bitos trabalhistas, credores de d\u00e9bitos tribut\u00e1rios e institui\u00e7\u00e3o financeira.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #ff0000;font-size: 10pt\"><strong>[INCORRETA]<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-size: 10pt\"><strong>(d)<\/strong> credor titular da posi\u00e7\u00e3o de propriet\u00e1rio fiduci\u00e1rio de bens m\u00f3veis ou im\u00f3veis, de arrendador mercantil, propriet\u00e1rio em contrato de venda com reserva de dom\u00ednio, credores de d\u00e9bitos tribut\u00e1rios e institui\u00e7\u00e3o financeira credora por adiantamento ao exportador.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #ff0000;font-size: 10pt\"><strong>[INCORRETA]<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-size: 10pt\"><strong>(e)<\/strong> credor titular da posi\u00e7\u00e3o de propriet\u00e1rio fiduci\u00e1rio de bens m\u00f3veis ou im\u00f3veis, de arrendador mercantil, propriet\u00e1rio em contrato de venda com reserva de dom\u00ednio, credores trabalhistas e credores tribut\u00e1rios.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #ff0000;font-size: 10pt\">[<strong>INCORRETA<\/strong>]<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-size: 10pt\">Ano: 2018<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-size: 10pt\">Banca: VUNESP<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-size: 10pt\">\u00d3rg\u00e3o: TJ-RS<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-size: 10pt\">Prova: Juiz de Direito Substituto<\/span><\/p>\n<ol style=\"text-align: justify\" start=\"73\">\n<li><span style=\"font-size: 10pt\">A respeito do tema teoria da desconsidera\u00e7\u00e3o da personalidade jur\u00eddica, o Superior Tribunal de Justi\u00e7a em muitos de seus julgados faz men\u00e7\u00e3o \u00e0 teoria maior e \u00e0 teoria menor da desconsidera\u00e7\u00e3o. Com base nessa informa\u00e7\u00e3o, assinale a alternativa correta.<\/span><\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-size: 10pt\"><strong>(a)<\/strong> Considera-se correta a aplica\u00e7\u00e3o da teoria maior da desconsidera\u00e7\u00e3o, regra excepcional em nosso sistema jur\u00eddico brasileiro, com a comprova\u00e7\u00e3o da prova da insolv\u00eancia da pessoa jur\u00eddica juntamente com o desvio de finalidade ou confus\u00e3o patrimonial. A teoria menor, por consequ\u00eancia, regra geral em nosso sistema jur\u00eddico, considera-se correta sua aplica\u00e7\u00e3o apenas diante da comprova\u00e7\u00e3o da insolv\u00eancia da pessoa jur\u00eddica.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #ff0000;font-size: 10pt\"><strong>[INCORRETA]<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-size: 10pt\"><strong>(b)<\/strong> Para devida incid\u00eancia da aplica\u00e7\u00e3o da teoria maior da desconsidera\u00e7\u00e3o, regra geral do sistema jur\u00eddico brasileiro, torna-se necess\u00e1ria a comprova\u00e7\u00e3o da insolv\u00eancia da pessoa jur\u00eddica, a demonstra\u00e7\u00e3o do desvio de finalidade e da demonstra\u00e7\u00e3o de confus\u00e3o patrimonial. Para a correta aplica\u00e7\u00e3o da teoria menor, por sua vez, regra excepcional em nosso sistema jur\u00eddico, basta a comprova\u00e7\u00e3o da insolv\u00eancia da pessoa jur\u00eddica.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #ff0000;font-size: 10pt\"><strong>[INCORRETA]<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-size: 10pt\"><strong>(c)<\/strong> Caracteriza-se a teoria maior da desconsidera\u00e7\u00e3o, regra geral do sistema jur\u00eddico brasileiro, com a identifica\u00e7\u00e3o apenas do desvio de finalidade da pessoa jur\u00eddica, ao passo que a teoria menor da desconsidera\u00e7\u00e3o concretiza-se com a comprova\u00e7\u00e3o somente da insolv\u00eancia da pessoa jur\u00eddica.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #ff0000;font-size: 10pt\"><strong>[INCORRETA]<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-size: 10pt\"><strong>(d)<\/strong> Para aplica\u00e7\u00e3o da teoria maior da desconsidera\u00e7\u00e3o, regra aplicada excepcionalmente em nosso sistema jur\u00eddico, basta a comprova\u00e7\u00e3o da prova da insolv\u00eancia da pessoa jur\u00eddica, enquanto para incid\u00eancia da teoria menor da desconsidera\u00e7\u00e3o \u00e9 preciso apenas a demonstra\u00e7\u00e3o de confus\u00e3o patrimonial.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #ff0000;font-size: 10pt\"><strong>[INCORRETA]<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-size: 10pt\"><strong>(e)<\/strong> Para incid\u00eancia da teoria maior da desconsidera\u00e7\u00e3o, regra geral do sistema jur\u00eddico brasileiro, exige-se para al\u00e9m da prova da insolv\u00eancia, ou a demonstra\u00e7\u00e3o de desvio de finalidade ou a demonstra\u00e7\u00e3o de confus\u00e3o patrimonial. Para caracteriza\u00e7\u00e3o da teoria menor, por sua vez, regra excepcional, basta a prova de insolv\u00eancia da pessoa jur\u00eddica.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-size: 10pt;color: #0000ff\">[<strong>CORRETA<\/strong>]<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-size: 10pt\">Ano: 2018<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-size: 10pt\">Banca: VUNESP<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-size: 10pt\">\u00d3rg\u00e3o: TJ-RS<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-size: 10pt\">Prova: Juiz de Direito Substituto<\/span><\/p>\n<ol style=\"text-align: justify\" start=\"74\">\n<li><span style=\"font-size: 10pt\">Para os efeitos da Lei Complementar n o 123\/2006, consideram-se microempresas ou empresas de pequeno porte, a sociedade empres\u00e1ria, a sociedade simples, a empresa individual de responsabilidade limitada e o empres\u00e1rio a que se refere o artigo 966 do C\u00f3digo Civil em vigor, devidamente registrados no Registro de Empresas Mercantis ou no Registro Civil de Pessoas Jur\u00eddicas, conforme o caso, desde que:<\/span><\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-size: 10pt\"><strong>(a)<\/strong> no caso da microempresa, aufira em cada ano-calend\u00e1rio, receita bruta igual ou inferior a R$ 360.000,00 (trezentos e sessenta mil reais); no caso de empresa de pequeno porte aufira receita bruta superior a R$360.000,00 (trezentos e sessenta mil reais) e igual ou inferior a R$4.800.000,00 (quatro milh\u00f5es e oitocentos mil reais).<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-size: 10pt;color: #0000ff\"><strong>[CORRETA]<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-size: 10pt\"><strong>(b)<\/strong> no caso da microempresa, aufira em cada ano-calend\u00e1rio, receita bruta igual ou inferior a R$380.000,00 (trezentos e oitenta mil reais); no caso de empresa de pequeno porte, aufira receita bruta superior a R$380.000,00 (trezentos e oitenta mil reais) e igual ou inferior a R$4.800.000,00 (quatro milh\u00f5es e oito- centos mil reais).<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #ff0000;font-size: 10pt\"><strong>[INCORRETA]<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-size: 10pt\"><strong>(c)<\/strong> no caso da microempresa, aufira em cada ano-calend\u00e1rio, receita bruta igual ou inferior a R$ 400.000,00 (quatrocentos mil reais); no caso de empresa de pequeno porte, aufira receita bruta superior a R$400.000,00 (quatrocentos mil reais) e igual ou inferior a R$4.800.000,00 (quatro milh\u00f5es e oitocentos mil reais).<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #ff0000;font-size: 10pt\"><strong>[INCORRETA]<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-size: 10pt\"><strong>(d)<\/strong> no caso da microempresa, aufira em cada ano-calend\u00e1rio, receita bruta igual ou inferior a R$ 400.000,00 (quatrocentos mil reais); no caso de empresa de pequeno porte aufira receita bruta superior a R$400.000,00 (quatrocentos mil reais) e igual ou inferior a R$5.000.000,00 (cinco milh\u00f5es de reais).<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #ff0000;font-size: 10pt\"><strong>[INCORRETA]<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-size: 10pt\"><strong>(e)<\/strong> no caso da microempresa, aufira em cada ano-calend\u00e1rio, receita bruta igual ou inferior a R$360.000,00 (trezentos e sessenta mil reais); no caso de empresa de pequeno porte, aufira receita bruta superior a R$360.000,00 (trezentos e sessenta mil reais) e igual ou inferior a R$5.000.000,00 (cinco milh\u00f5es de reais).<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #ff0000;font-size: 10pt\">[<strong>INCORRETA<\/strong>]<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-size: 10pt\">Ano: 2018<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-size: 10pt\">Banca: VUNESP<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-size: 10pt\">\u00d3rg\u00e3o: TJ-RS<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-size: 10pt\">Prova: Juiz de Direito Substituto<\/span><\/p>\n<ol style=\"text-align: justify\" start=\"75\">\n<li><span style=\"font-size: 10pt\">De acordo com o artigo 11 da Lei n o 9.279\/96 (Lei de Propriedade Industrial), a inven\u00e7\u00e3o e o modelo de utilidade s\u00e3o considerados novos quando n\u00e3o compreendidos no estado da t\u00e9cnica. Assinale a alternativa que corresponde ao conceito legal de estado da t\u00e9cnica.<\/span><\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-size: 10pt\"><strong>(a)<\/strong> O estado da t\u00e9cnica \u00e9 constitu\u00eddo por tudo aquilo tornado acess\u00edvel ao p\u00fablico antes da data de dep\u00f3sito do pedido de patente, por descri\u00e7\u00e3o escrita ou oral, por uso ou qualquer outro meio, no exterior, ressalvado o disposto nos arts. 12, 16 e 17.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #ff0000;font-size: 10pt\"><strong>[INCORRETA]<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-size: 10pt\"><strong>(b)<\/strong> O estado da t\u00e9cnica \u00e9 constitu\u00eddo por tudo aquilo tornado acess\u00edvel ao p\u00fablico antes da data de dep\u00f3sito do pedido de patente, por descri\u00e7\u00e3o escrita ou oral, no Brasil ou no exterior, ressalvado o disposto nos arts. 12, 16 e 17.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #ff0000;font-size: 10pt\"><strong>[INCORRETA]<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-size: 10pt\"><strong>(c)<\/strong> O estado da t\u00e9cnica \u00e9 constitu\u00eddo por tudo aquilo tornado acess\u00edvel ao p\u00fablico antes da data de dep\u00f3sito do pedido de patente, por descri\u00e7\u00e3o escrita ou oral, por uso ou qualquer outro meio, no Brasil ou no exterior, ressalvado o disposto nos arts. 12, 16 e 17.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-size: 10pt;color: #0000ff\"><strong>[CORRETA]<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-size: 10pt\"><strong>(d)<\/strong> O estado da t\u00e9cnica \u00e9 constitu\u00eddo por tudo aquilo tornado acess\u00edvel ao p\u00fablico antes da data de dep\u00f3sito do pedido de patente, por descri\u00e7\u00e3o escrita ou oral, por uso ou qualquer outro meio, no Brasil, ressalvado o disposto nos arts. 12, 16 e 17.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #ff0000;font-size: 10pt\"><strong>[INCORRETA]<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-size: 10pt\"><strong>(e)<\/strong> O estado da t\u00e9cnica \u00e9 constitu\u00eddo por tudo aquilo tornado acess\u00edvel ao p\u00fablico ap\u00f3s a data de dep\u00f3sito do pedido de patente, por descri\u00e7\u00e3o escrita ou oral, por uso ou qualquer outro meio, no Brasil ou no exterior, ressalvado o disposto nos arts. 12, 16 e 17.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #ff0000;font-size: 10pt\">[<strong>INCORRETA<\/strong>]<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-size: 10pt\">Ano: 2018<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-size: 10pt\">Banca: VUNESP<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-size: 10pt\">\u00d3rg\u00e3o: TJ-RS<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-size: 10pt\">Prova: Juiz de Direito Substituto<\/span><\/p>\n<ol style=\"text-align: justify\" start=\"76\">\n<li><span style=\"font-size: 10pt\">Assinale a alternativa que corresponde ao conceito de t\u00edtulo de cr\u00e9dito disposto no artigo 887 do C\u00f3digo Civil.<\/span><\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-size: 10pt\"><strong>(a)<\/strong> O t\u00edtulo de cr\u00e9dito, documento necess\u00e1rio ao exerc\u00edcio do direito nele contido, produz efeito independentemente de preenchidos os requisitos legais.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #ff0000;font-size: 10pt\"><strong>[INCORRETA]<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-size: 10pt\"><strong>(b)<\/strong> O t\u00edtulo de cr\u00e9dito \u00e9 o documento necess\u00e1rio ao exerc\u00edcio do direito literal e aut\u00f4nomo nele contido, que produz seus efeitos independentemente de preenchidos os requisitos legais.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #ff0000;font-size: 10pt\"><strong>[INCORRETA]<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-size: 10pt\"><strong>(c)<\/strong> O t\u00edtulo de cr\u00e9dito \u00e9 o documento necess\u00e1rio ao exerc\u00edcio do direito aut\u00f4nomo nele contido, que somente produz efeito se preenchidos os requisitos legais.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #ff0000;font-size: 10pt\"><strong>[INCORRETA]<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-size: 10pt\"><strong>(d)<\/strong> O t\u00edtulo de cr\u00e9dito, documento necess\u00e1rio ao exerc\u00edcio do direito literal e aut\u00f4nomo nele contido, somente produz efeito quando preencha os requisitos da lei.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #0000ff;font-size: 10pt\"><strong>[CORRETA]<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-size: 10pt\"><strong>(e)<\/strong> O t\u00edtulo de cr\u00e9dito, documento dispens\u00e1vel ao exerc\u00edcio do direito literal e aut\u00f4nomo nele contido, somente produz efeito quando preencha os requisitos da lei.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #ff0000;font-size: 10pt\">[<strong>INCORRETA<\/strong>]<\/span><\/p>\n<h2 style=\"text-align: justify\"><a name=\"_Toc505512423\"><\/a><a name=\"_Toc505508124\"><\/a><a name=\"_Toc504428634\"><\/a><a name=\"_Toc504425415\"><\/a>Lista de Quest\u00f5es com Coment\u00e1rios<\/h2>\n<p style=\"text-align: justify\">Ano: 2018<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Banca: VUNESP<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\u00d3rg\u00e3o: TJ-RS<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Prova: Juiz de Direito Substituto<\/p>\n<ol style=\"text-align: justify\" start=\"71\">\n<li>O artigo 966 do C\u00f3digo Civil define como empres\u00e1rio aquele que exerce:<\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>(a)<\/strong> atividade profissional econ\u00f4mica organizada com a finalidade de produ\u00e7\u00e3o ou circula\u00e7\u00e3o de bens ou de servi\u00e7os.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #0000ff\"><strong>[<\/strong><strong>CORRETA<\/strong><strong>]<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong><u>Coment\u00e1rios<\/u><\/strong>: embora o mais correto fosse \u201cexerce profissionalmente atividade econ\u00f4mica\u201d, visto que n\u00e3o \u00e9 a atividade que \u00e9 profissional, mas sim a forma de exerc\u00ea-la; autores como RICARDO NEGR\u00c3O e HAROLDO VER\u00c7OSA utilizam a expressa \u201catividade profissional\u201d. De resto, a assertiva apresenta os elementos constantes da defini\u00e7\u00e3o legal de empres\u00e1rio.<\/p>\n<ul style=\"text-align: justify\">\n<li><strong>Base para resolu\u00e7\u00e3o<\/strong>: legisla\u00e7\u00e3o e doutrina.<\/li>\n<li><strong>Legisla\u00e7\u00e3o<\/strong>: \u201c<strong> 966, <em>caput<\/em>, do CC<\/strong>. Considera-se empres\u00e1rio quem <strong><u>exerce profissionalmente<\/u><\/strong> atividade econ\u00f4mica organizada para a produ\u00e7\u00e3o ou a circula\u00e7\u00e3o de bens ou de servi\u00e7os.\u201d<\/li>\n<li><strong>Doutrina<\/strong>: \u201cAtividade profissional (profissionalidade) \u2013 n\u00e3o ocasional, assumindo em nome pr\u00f3prio os riscos da empresa.\u201d (<strong>Ricardo Negr\u00e3o<\/strong>)<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>(b)<\/strong> atividade eventual econ\u00f4mica, organizada com a finalidade de circula\u00e7\u00e3o de bens ou servi\u00e7os.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #ff0000\"><strong>[<\/strong><strong>INCORRETA<\/strong><strong>]<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong><u>Coment\u00e1rios<\/u><\/strong>: esta assertiva pode ser resolvida com base na legisla\u00e7\u00e3o, visto que no art. 966, <em>caput<\/em>, n\u00e3o h\u00e1 previs\u00e3o de \u201catividade eventual\u201d, ou a partir da doutrina, porquanto o termo \u201cprofissionalmente\u201d compreende 3 (tr\u00eas) atributos: pessoalidade, habitualidade e monop\u00f3lio das informa\u00e7\u00f5es. Al\u00e9m disso, no art. 966, <em>caput<\/em>, do CC, ainda consta \u201cprodu\u00e7\u00e3o de bens ou servi\u00e7os\u201d.<\/p>\n<ul style=\"text-align: justify\">\n<li><strong>Base para resolu\u00e7\u00e3o<\/strong>: legisla\u00e7\u00e3o ou doutrina.<\/li>\n<li><strong>Legisla\u00e7\u00e3o<\/strong>: \u201c<strong> 966, caput, do CC<\/strong>. Considera-se empres\u00e1rio quem exerce profissionalmente atividade econ\u00f4mica organizada para a produ\u00e7\u00e3o ou a circula\u00e7\u00e3o de bens ou de servi\u00e7os.\u201d<\/li>\n<li><strong>Doutrina<\/strong>: \u201cA no\u00e7\u00e3o de exerc\u00edcio de certa atividade \u00e9 associada, na doutrina, a considera\u00e7\u00f5es de tr\u00eas ordens. A primeira diz respeito \u00e0 <strong>HABITUALIDADE<\/strong>. N\u00e3o se considera profissional quem realiza tarefas de modo espor\u00e1dico. N\u00e3o ser\u00e1 empres\u00e1rio, por conseguinte, aquele que organizar episodicamente a produ\u00e7\u00e3o de certa mercadoria, mesmo destinando-se \u00e0 venda no mercado. (&#8230;) O segundo aspecto do profissionalismo \u00e9 a <strong>PESSOALIDADE<\/strong>. O empres\u00e1rio, no exerc\u00edcio da atividade empresarial, deve contratar empregados. S\u00e3o estes que, materialmente falando, produzem ou fazem circular bens ou servi\u00e7os. O requisito da pessoalidade explica por que n\u00e3o \u00e9 o empregado considerado empres\u00e1rio. Enquanto este \u00faltimo, na condi\u00e7\u00e3o de profissional, exerce a atividade empresarial pessoalmente, os empregados, quando produzem ou circulam bens ou servi\u00e7os, fazem-no em nome do empregador. Estes dois pontos normalmente destacados pela doutrina, na discuss\u00e3o do conceito de profissionalismo, n\u00e3o s\u00e3o os mais importantes. A decorr\u00eancia mais relevante da no\u00e7\u00e3o est\u00e1 no <strong>MONOP\u00d3LIO DAS INFORMA\u00c7\u00d5ES<\/strong> que o empres\u00e1rio det\u00e9m sobre o produto ou servi\u00e7o objeto de sua empresa.\u201d (<strong>F\u00e1bio Ulhoa Coelho<\/strong>)<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>(c)<\/strong> atividade profissional organizada com a finalidade de produ\u00e7\u00e3o ou circula\u00e7\u00e3o de bens ou de servi\u00e7os.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #ff0000\"><strong>[<\/strong><strong>INCORRETA<\/strong><strong>]<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong><u>Coment\u00e1rios<\/u><\/strong>: faltou o atributo \u201cecon\u00f4mica\u201d referente \u00e0 atividade desempenhada, por isso a assertiva est\u00e1 incorreta.<\/p>\n<ul style=\"text-align: justify\">\n<li><strong>Base para resolu\u00e7\u00e3o<\/strong>: legisla\u00e7\u00e3o ou doutrina.<\/li>\n<li><strong>Legisla\u00e7\u00e3o<\/strong>: \u201c<strong> 966, caput, do CC<\/strong>. Considera-se empres\u00e1rio quem exerce profissionalmente atividade econ\u00f4mica organizada para a produ\u00e7\u00e3o ou a circula\u00e7\u00e3o de bens ou de servi\u00e7os.\u201d<\/li>\n<li><strong>Doutrina<\/strong>: \u201cA atividade empresarial \u00e9 econ\u00f4mica no sentido de que busca gerar lucro para quem explora.\u201d (<strong>F\u00e1bio Ulhoa Coelho<\/strong>)<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>(d)<\/strong> atividade profissional econ\u00f4mica organizada com a finalidade de produ\u00e7\u00e3o e circula\u00e7\u00e3o de bens ou de servi\u00e7os.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #ff0000\"><strong>[<\/strong><strong>INCORRETA<\/strong><strong>]<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong><u>Coment\u00e1rios<\/u><\/strong>: a assertiva est\u00e1 incorreta, pois o exerc\u00edcio profissional da atividade econ\u00f4mica tem como finalidade a produ\u00e7\u00e3o <strong>OU<\/strong> a circula\u00e7\u00e3o de bens ou de servi\u00e7os.<\/p>\n<ul style=\"text-align: justify\">\n<li><strong>Base para resolu\u00e7\u00e3o<\/strong>: legisla\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<li><strong>Legisla\u00e7\u00e3o<\/strong>: \u201c<strong> 966, caput, do CC<\/strong>. Considera-se empres\u00e1rio quem exerce profissionalmente atividade econ\u00f4mica organizada para a produ\u00e7\u00e3o ou a circula\u00e7\u00e3o de bens ou de servi\u00e7os.\u201d<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>(e)<\/strong> atividade eventual econ\u00f4mica n\u00e3o organizada com a finalidade de produ\u00e7\u00e3o e circula\u00e7\u00e3o de bens ou de servi\u00e7os.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #ff0000\">[<strong>INCORRETA<\/strong>]<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong><u>Coment\u00e1rios<\/u><\/strong>: esta assertiva pode ser resolvida com base na legisla\u00e7\u00e3o, visto que no art. 966, <em>caput<\/em>, n\u00e3o h\u00e1 previs\u00e3o de \u201catividade eventual\u201d, ou a partir da doutrina, porquanto o termo \u201cprofissionalmente\u201d compreende 3 (tr\u00eas) atributos: pessoalidade, habitualidade e monop\u00f3lio das informa\u00e7\u00f5es. Al\u00e9m disso, no art. 966, <em>caput<\/em>, do CC, ainda consta \u201catividade organizada\u201d e para \u201cprodu\u00e7\u00e3o OU circula\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n<ul style=\"text-align: justify\">\n<li><strong>Base para resolu\u00e7\u00e3o<\/strong>: legisla\u00e7\u00e3o ou doutrina.<\/li>\n<li><strong>Legisla\u00e7\u00e3o<\/strong>: \u201c<strong> 966, caput, do CC<\/strong>. Considera-se empres\u00e1rio quem exerce profissionalmente atividade econ\u00f4mica organizada para a produ\u00e7\u00e3o ou a circula\u00e7\u00e3o de bens ou de servi\u00e7os.\u201d<\/li>\n<li><strong>Doutrina<\/strong>: \u201cA no\u00e7\u00e3o de exerc\u00edcio de certa atividade \u00e9 associada, na doutrina, a considera\u00e7\u00f5es de tr\u00eas ordens. A primeira diz respeito \u00e0 <strong>HABITUALIDADE<\/strong>. N\u00e3o se considera profissional quem realiza tarefas de modo espor\u00e1dico. N\u00e3o ser\u00e1 empres\u00e1rio, por conseguinte, aquele que organizar episodicamente a produ\u00e7\u00e3o de certa mercadoria, mesmo destinando-se \u00e0 venda no mercado. (&#8230;) O segundo aspecto do profissionalismo \u00e9 a <strong>PESSOALIDADE<\/strong>. O empres\u00e1rio, no exerc\u00edcio da atividade empresarial, deve contratar empregados. S\u00e3o estes que, materialmente falando, produzem ou fazem circular bens ou servi\u00e7os. O requisito da pessoalidade explica por que n\u00e3o \u00e9 o empregado considerado empres\u00e1rio. Enquanto este \u00faltimo, na condi\u00e7\u00e3o de profissional, exerce a atividade empresarial pessoalmente, os empregados, quando produzem ou circulam bens ou servi\u00e7os, fazem-no em nome do empregador. Estes dois pontos normalmente destacados pela doutrina, na discuss\u00e3o do conceito de profissionalismo, n\u00e3o s\u00e3o os mais importantes. A decorr\u00eancia mais relevante da no\u00e7\u00e3o est\u00e1 no <strong>MONOP\u00d3LIO DAS INFORMA\u00c7\u00d5ES<\/strong> que o empres\u00e1rio det\u00e9m sobre o produto ou servi\u00e7o objeto de sua empresa.\u201d (<strong>F\u00e1bio Ulhoa Coelho<\/strong>)<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify\">Ano: 2018<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Banca: VUNESP<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\u00d3rg\u00e3o: TJ-RS<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Prova: Juiz de Direito Substituto<\/p>\n<ol style=\"text-align: justify\" start=\"72\">\n<li>Caio \u00e9 s\u00f3cio propriet\u00e1rio de uma empresa que fabrica m\u00f3veis. Nos \u00faltimos cinco anos houve uma importante queda em seu faturamento, resultado do cen\u00e1rio econ\u00f4mico vivenciado em nosso pa\u00eds. Infelizmente, hoje sua empresa se encontra devedora de d\u00e9bitos trabalhistas, tribut\u00e1rios e banc\u00e1rios. Para avalia\u00e7\u00e3o acerca da viabilidade de uma recupera\u00e7\u00e3o <u>extrajudicial<\/u>, \u00e9 preciso saber que tipos de credores poder\u00e3o ser atingidos pelo seu plano de recupera\u00e7\u00e3o. <strong>Assim, de acordo com o texto legal, s\u00e3o credores que possuem seus direitos <u>PRESERVADOS<\/u> do plano de recupera\u00e7\u00e3o <u>extrajudicial<\/u><\/strong>:<\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>(a)<\/strong> credor titular da posi\u00e7\u00e3o de propriet\u00e1rio fiduci\u00e1rio de bens m\u00f3veis ou im\u00f3veis, de arrendador mercantil, propriet\u00e1rio em contrato de venda com reserva de dom\u00ednio; credores de d\u00e9bitos trabalhistas; e institui\u00e7\u00e3o financeira credora por adiantamento ao exportador.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #ff0000\"><strong>[<\/strong><strong>INCORRETA<\/strong><strong>]<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong><u>Coment\u00e1rios<\/u><\/strong>: a assertiva est\u00e1 incorreta, pois n\u00e3o prev\u00ea os credores de d\u00e9bitos tribut\u00e1rios.<\/p>\n<ul style=\"text-align: justify\">\n<li><strong>Base para resolu\u00e7\u00e3o<\/strong>: legisla\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<li><strong>Legisla\u00e7\u00e3o<\/strong>: arts. 161, \u00a7 1\u00ba, 49, \u00a73\u00ba, e 86, <em>caput<\/em>, inciso II, da Lei n\u00ba 11.101\/05.<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>(b)<\/strong> credor titular da posi\u00e7\u00e3o de propriet\u00e1rio fiduci\u00e1rio de bens m\u00f3veis ou im\u00f3veis, de arrendador mercantil, propriet\u00e1rio em contrato de venda com reserva de dom\u00ednio; credores de d\u00e9bitos trabalhistas; credores de d\u00e9bitos tribut\u00e1rios e institui\u00e7\u00e3o financeira credora por adiantamento ao exportador.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #0000ff\"><strong>[<\/strong><strong>CORRETA<\/strong><strong>]<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong><u>Coment\u00e1rios<\/u><\/strong>: quando o enunciado menciona \u201cs\u00e3o credores que possuem seus direitos PRESERVADOS do plano de recupera\u00e7\u00e3o extrajudicial\u201d, quer dizer que os credores mencionados n\u00e3o t\u00eam seus cr\u00e9ditos renegociados na recupera\u00e7\u00e3o judicial. Ou seja, seus cr\u00e9ditos n\u00e3o podem ser alterados por meio de recupera\u00e7\u00e3o judicial.<\/p>\n<ul style=\"text-align: justify\">\n<li><strong>Base para resolu\u00e7\u00e3o<\/strong>: legisla\u00e7\u00e3o e doutrina.<\/li>\n<li><strong>Legisla\u00e7\u00e3o<\/strong>: \u201c<strong> 161 da Lei n\u00ba 11.101\/05<\/strong>. (&#8230;) \u00a7 1\u00ba N\u00e3o se aplica o disposto neste Cap\u00edtulo a titulares de cr\u00e9ditos de natureza tribut\u00e1ria, derivados da legisla\u00e7\u00e3o do trabalho ou decorrentes de acidente de trabalho, assim como \u00e0queles previstos nos arts. 49, \u00a7 3o, e 86, inciso II do caput, desta Lei.\u201d<\/li>\n<li><strong>Legisla\u00e7\u00e3o<\/strong>: \u201c<strong> 49 da Lei n\u00ba 11.101\/05<\/strong>. (&#8230;).\u00a7 3\u00ba Tratando-se de credor titular da posi\u00e7\u00e3o de propriet\u00e1rio fiduci\u00e1rio de bens m\u00f3veis ou im\u00f3veis, de arrendador mercantil, de propriet\u00e1rio ou promitente vendedor de im\u00f3vel cujos respectivos contratos contenham cl\u00e1usula de irrevogabilidade ou irretratabilidade, inclusive em incorpora\u00e7\u00f5es imobili\u00e1rias, ou de propriet\u00e1rio em contrato de venda com reserva de dom\u00ednio, seu cr\u00e9dito n\u00e3o se submeter\u00e1 aos efeitos da recupera\u00e7\u00e3o judicial e prevalecer\u00e3o os direitos de propriedade sobre a coisa e as condi\u00e7\u00f5es contratuais, observada a legisla\u00e7\u00e3o respectiva, n\u00e3o se permitindo, contudo, durante o prazo de suspens\u00e3o a que se refere o \u00a7 4\u00ba do art. 6\u00ba desta Lei, a venda ou a retirada do estabelecimento do devedor dos bens de capital essenciais a sua atividade empresarial.\u201d<\/li>\n<li><strong>Legisla\u00e7\u00e3o<\/strong>: \u201c<strong> 86, <em>caput<\/em>, da Lei n\u00ba 11.101\/05<\/strong>. Proceder-se-\u00e1 \u00e0 restitui\u00e7\u00e3o em dinheiro: (&#8230;). II \u2013 da import\u00e2ncia entregue ao devedor, em moeda corrente nacional, decorrente de adiantamento a contrato de c\u00e2mbio para exporta\u00e7\u00e3o, na forma do art. 75, \u00a7\u00a7 3\u00ba e 4\u00ba, da Lei n\u00ba 4.728, de 14 de julho de 1965, desde que o prazo total da opera\u00e7\u00e3o, inclusive eventuais prorroga\u00e7\u00f5es, n\u00e3o exceda o previsto nas normas espec\u00edficas da autoridade competente;\u201d<\/li>\n<li><strong>Doutrina<\/strong>: \u201cA recupera\u00e7\u00e3o extrajudicial n\u00e3o altera minimamente os direitos de algumas categorias de credores. S\u00e3o sujeitos que n\u00e3o podem renegociar os cr\u00e9ditos que det\u00eam perante empres\u00e1rio ou sociedade empres\u00e1ria por meio do expediente da recupera\u00e7\u00e3o extrajudicial. A renegocia\u00e7\u00e3o se faz exclusivamente por regras pr\u00f3prias da disciplina legal do cr\u00e9dito em quest\u00e3o ou, quando inexistentes, pelas do direito das obriga\u00e7\u00f5es. Os credores preservados da recupera\u00e7\u00e3o extrajudicial s\u00e3o: <em><u>a) Credores trabalhistas<\/u><\/em>. (&#8230;) <em><u>b) Cr\u00e9ditos tribut\u00e1rios<\/u><\/em>. (&#8230;) <em><u>c) Propriet\u00e1rio fiduci\u00e1rio, arrendador mercantil, vendedor ou promitente vendedor de im\u00f3vel por contrato irrevog\u00e1vel e vendedor titular de reserva de dom\u00ednio<\/u><\/em>. (&#8230;) <em><u>d) Institui\u00e7\u00e3o financeira credora por adiantamento ao exportador (ACC)<\/u><\/em>. (&#8230;).\u201d (<strong>F\u00e1bio Ulhoa Coelho<\/strong>)<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>(c)<\/strong> credor titular da posi\u00e7\u00e3o de fiduci\u00e1rio de bens m\u00f3veis e im\u00f3veis, propriet\u00e1rios em contrato de venda sem reserva de dom\u00ednio, credores de d\u00e9bitos trabalhistas, credores de d\u00e9bitos tribut\u00e1rios e institui\u00e7\u00e3o financeira.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #ff0000\"><strong>[<\/strong><strong>INCORRETA<\/strong><strong>]<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong><u>Coment\u00e1rios<\/u><\/strong>: a assertiva est\u00e1 incorreta, pois n\u00e3o prev\u00ea os credores de d\u00e9bitos trabalhistas e n\u00e3o s\u00e3o todas as institui\u00e7\u00f5es financeiras, mas institui\u00e7\u00e3o financeira credora por adiantamento ao exportador.<\/p>\n<ul style=\"text-align: justify\">\n<li><strong>Base para resolu\u00e7\u00e3o<\/strong>: legisla\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<li><strong>Legisla\u00e7\u00e3o<\/strong>: arts. 161, \u00a7 1\u00ba, 49, \u00a73\u00ba, e 86, <em>caput<\/em>, inciso II, da Lei n\u00ba 11.101\/05.<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>(d)<\/strong> credor titular da posi\u00e7\u00e3o de propriet\u00e1rio fiduci\u00e1rio de bens m\u00f3veis ou im\u00f3veis, de arrendador mercantil, propriet\u00e1rio em contrato de venda com reserva de dom\u00ednio, credores de d\u00e9bitos tribut\u00e1rios e institui\u00e7\u00e3o financeira credora por adiantamento ao exportador.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #ff0000\"><strong>[<\/strong><strong>INCORRETA<\/strong><strong>]<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong><u>Coment\u00e1rios<\/u><\/strong>: a assertiva est\u00e1 incorreta, pois n\u00e3o prev\u00ea os credores de d\u00e9bitos trabalhistas.<\/p>\n<ul style=\"text-align: justify\">\n<li><strong>Base para resolu\u00e7\u00e3o<\/strong>: legisla\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<li><strong>Legisla\u00e7\u00e3o<\/strong>: arts. 161, \u00a7 1\u00ba, 49, \u00a73\u00ba, e 86, <em>caput<\/em>, inciso II, da Lei n\u00ba 11.101\/05.<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>(e)<\/strong> credor titular da posi\u00e7\u00e3o de propriet\u00e1rio fiduci\u00e1rio de bens m\u00f3veis ou im\u00f3veis, de arrendador mercantil, propriet\u00e1rio em contrato de venda com reserva de dom\u00ednio, credores trabalhistas e credores tribut\u00e1rios.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #ff0000\">[<strong>INCORRETA<\/strong>]<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong><u>Coment\u00e1rios<\/u><\/strong>: a assertiva est\u00e1 incorreta, pois n\u00e3o prev\u00ea a institui\u00e7\u00e3o financeira credora por adiantamento ao exportador.<\/p>\n<ul style=\"text-align: justify\">\n<li><strong>Base para resolu\u00e7\u00e3o<\/strong>: legisla\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<li><strong>Legisla\u00e7\u00e3o<\/strong>: arts. 161, \u00a7 1\u00ba, 49, \u00a73\u00ba, e 86, <em>caput<\/em>, inciso II, da Lei n\u00ba 11.101\/05.<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify\">Ano: 2018<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Banca: VUNESP<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\u00d3rg\u00e3o: TJ-RS<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Prova: Juiz de Direito Substituto<\/p>\n<ol style=\"text-align: justify\" start=\"73\">\n<li>A respeito do tema teoria da desconsidera\u00e7\u00e3o da personalidade jur\u00eddica, o Superior Tribunal de Justi\u00e7a em muitos de seus julgados faz men\u00e7\u00e3o \u00e0 teoria maior e \u00e0 teoria menor da desconsidera\u00e7\u00e3o. Com base nessa informa\u00e7\u00e3o, assinale a alternativa correta.<\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>(a)<\/strong> Considera-se correta a aplica\u00e7\u00e3o da teoria maior da desconsidera\u00e7\u00e3o, regra excepcional em nosso sistema jur\u00eddico brasileiro, com a comprova\u00e7\u00e3o da prova da insolv\u00eancia da pessoa jur\u00eddica juntamente com o desvio de finalidade ou confus\u00e3o patrimonial. A teoria menor, por consequ\u00eancia, regra geral em nosso sistema jur\u00eddico, considera-se correta sua aplica\u00e7\u00e3o apenas diante da comprova\u00e7\u00e3o da insolv\u00eancia da pessoa jur\u00eddica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #ff0000\"><strong>[<\/strong><strong>INCORRETA<\/strong><strong>]<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong><u>Coment\u00e1rios<\/u><\/strong>: a assertiva est\u00e1 incorreta por n\u00e3o seguir a ementa do REsp 279.273\/SP, do qual se extrai: (i) a teoria maior \u00e9 a regra geral; (ii) nela exige-se demonstra\u00e7\u00e3o de insolv\u00eancia mais desvio de finalidade OU confus\u00e3o patrimonial; (iii) a teoria menor \u00e9 excepcionalmente aceita; (iv) nela exige-se apenas a demonstra\u00e7\u00e3o de insolv\u00eancia.<\/p>\n<ul style=\"text-align: justify\">\n<li><strong>Base para resolu\u00e7\u00e3o<\/strong>: jurisprud\u00eancia.<\/li>\n<li><strong>Jurisprud\u00eancia<\/strong>: \u201c(&#8230;) &#8211; A <strong><u>teoria maior<\/u><\/strong> da desconsidera\u00e7\u00e3o, regra geral no sistema jur\u00eddico brasileiro, n\u00e3o pode ser aplicada com a mera demonstra\u00e7\u00e3o de estar a pessoa jur\u00eddica insolvente para o cumprimento de suas obriga\u00e7\u00f5es. Exige-se, aqui, para al\u00e9m da prova de insolv\u00eancia, ou a demonstra\u00e7\u00e3o de desvio de finalidade (teoria subjetiva da desconsidera\u00e7\u00e3o), ou a demonstra\u00e7\u00e3o de confus\u00e3o patrimonial (teoria objetiva da desconsidera\u00e7\u00e3o). &#8211; A <strong><u>teoria menor<\/u><\/strong> da desconsidera\u00e7\u00e3o, acolhida em nosso ordenamento jur\u00eddico excepcionalmente no Direito do Consumidor e no Direito Ambiental, incide com a mera prova de insolv\u00eancia da pessoa jur\u00eddica para o pagamento de suas obriga\u00e7\u00f5es, independentemente da exist\u00eancia de desvio de finalidade ou de confus\u00e3o patrimonial. (&#8230;).\u201d (<strong>STJ, REsp 279.273\/SP, Rel. Ministro ARI PARGENDLER, Rel. p\/ Ac\u00f3rd\u00e3o Ministra NANCY ANDRIGHI, TERCEIRA TURMA, julgado em 04\/12\/2003, DJ 29\/03\/2004<\/strong>)<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>(b)<\/strong> Para devida incid\u00eancia da aplica\u00e7\u00e3o da teoria maior da desconsidera\u00e7\u00e3o, regra geral do sistema jur\u00eddico brasileiro, torna-se necess\u00e1ria a comprova\u00e7\u00e3o da insolv\u00eancia da pessoa jur\u00eddica, a demonstra\u00e7\u00e3o do desvio de finalidade e da demonstra\u00e7\u00e3o de confus\u00e3o patrimonial. Para a correta aplica\u00e7\u00e3o da teoria menor, por sua vez, regra excepcional em nosso sistema jur\u00eddico, basta a comprova\u00e7\u00e3o da insolv\u00eancia da pessoa jur\u00eddica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #ff0000\"><strong>[<\/strong><strong>INCORRETA<\/strong><strong>]<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong><u>Coment\u00e1rios<\/u><\/strong>: a assertiva est\u00e1 incorreta por n\u00e3o seguir a ementa do REsp 279.273\/SP, do qual se extrai: (i) a teoria maior \u00e9 a regra geral; (ii) nela exige-se demonstra\u00e7\u00e3o de insolv\u00eancia mais desvio de finalidade OU confus\u00e3o patrimonial; (iii) a teoria menor \u00e9 excepcionalmente aceita; (iv) nela exige-se apenas a demonstra\u00e7\u00e3o de insolv\u00eancia.<\/p>\n<ul style=\"text-align: justify\">\n<li><strong>Base para resolu\u00e7\u00e3o<\/strong>: jurisprud\u00eancia.<\/li>\n<li><strong>Jurisprud\u00eancia<\/strong>: \u201c(&#8230;) &#8211; A <strong><u>teoria maior<\/u><\/strong> da desconsidera\u00e7\u00e3o, regra geral no sistema jur\u00eddico brasileiro, n\u00e3o pode ser aplicada com a mera demonstra\u00e7\u00e3o de estar a pessoa jur\u00eddica insolvente para o cumprimento de suas obriga\u00e7\u00f5es. Exige-se, aqui, para al\u00e9m da prova de insolv\u00eancia, ou a demonstra\u00e7\u00e3o de desvio de finalidade (teoria subjetiva da desconsidera\u00e7\u00e3o), ou a demonstra\u00e7\u00e3o de confus\u00e3o patrimonial (teoria objetiva da desconsidera\u00e7\u00e3o). &#8211; A <strong><u>teoria menor<\/u><\/strong> da desconsidera\u00e7\u00e3o, acolhida em nosso ordenamento jur\u00eddico excepcionalmente no Direito do Consumidor e no Direito Ambiental, incide com a mera prova de insolv\u00eancia da pessoa jur\u00eddica para o pagamento de suas obriga\u00e7\u00f5es, independentemente da exist\u00eancia de desvio de finalidade ou de confus\u00e3o patrimonial. (&#8230;).\u201d (<strong>STJ, REsp 279.273\/SP, Rel. Ministro ARI PARGENDLER, Rel. p\/ Ac\u00f3rd\u00e3o Ministra NANCY ANDRIGHI, TERCEIRA TURMA, julgado em 04\/12\/2003, DJ 29\/03\/2004<\/strong>)<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>(c)<\/strong> Caracteriza-se a teoria maior da desconsidera\u00e7\u00e3o, regra geral do sistema jur\u00eddico brasileiro, com a identifica\u00e7\u00e3o apenas do desvio de finalidade da pessoa jur\u00eddica, ao passo que a teoria menor da desconsidera\u00e7\u00e3o concretiza-se com a comprova\u00e7\u00e3o somente da insolv\u00eancia da pessoa jur\u00eddica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #ff0000\"><strong>[<\/strong><strong>INCORRETA<\/strong><strong>]<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong><u>Coment\u00e1rios<\/u><\/strong>: a assertiva est\u00e1 incorreta por n\u00e3o seguir a ementa do REsp 279.273\/SP, do qual se extrai: (i) a teoria maior \u00e9 a regra geral; (ii) nela exige-se demonstra\u00e7\u00e3o de insolv\u00eancia mais desvio de finalidade OU confus\u00e3o patrimonial; (iii) a teoria menor \u00e9 excepcionalmente aceita; (iv) nela exige-se apenas a demonstra\u00e7\u00e3o de insolv\u00eancia.<\/p>\n<ul style=\"text-align: justify\">\n<li><strong>Base para resolu\u00e7\u00e3o<\/strong>: jurisprud\u00eancia.<\/li>\n<li><strong>Jurisprud\u00eancia<\/strong>: \u201c(&#8230;) &#8211; A <strong><u>teoria maior<\/u><\/strong> da desconsidera\u00e7\u00e3o, regra geral no sistema jur\u00eddico brasileiro, n\u00e3o pode ser aplicada com a mera demonstra\u00e7\u00e3o de estar a pessoa jur\u00eddica insolvente para o cumprimento de suas obriga\u00e7\u00f5es. Exige-se, aqui, para al\u00e9m da prova de insolv\u00eancia, ou a demonstra\u00e7\u00e3o de desvio de finalidade (teoria subjetiva da desconsidera\u00e7\u00e3o), ou a demonstra\u00e7\u00e3o de confus\u00e3o patrimonial (teoria objetiva da desconsidera\u00e7\u00e3o). &#8211; A <strong><u>teoria menor<\/u><\/strong> da desconsidera\u00e7\u00e3o, acolhida em nosso ordenamento jur\u00eddico excepcionalmente no Direito do Consumidor e no Direito Ambiental, incide com a mera prova de insolv\u00eancia da pessoa jur\u00eddica para o pagamento de suas obriga\u00e7\u00f5es, independentemente da exist\u00eancia de desvio de finalidade ou de confus\u00e3o patrimonial. (&#8230;).\u201d (<strong>STJ, REsp 279.273\/SP, Rel. Ministro ARI PARGENDLER, Rel. p\/ Ac\u00f3rd\u00e3o Ministra NANCY ANDRIGHI, TERCEIRA TURMA, julgado em 04\/12\/2003, DJ 29\/03\/2004<\/strong>)<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>(d)<\/strong> Para aplica\u00e7\u00e3o da teoria maior da desconsidera\u00e7\u00e3o, regra aplicada excepcionalmente em nosso sistema jur\u00eddico, basta a comprova\u00e7\u00e3o da prova da insolv\u00eancia da pessoa jur\u00eddica, enquanto para incid\u00eancia da teoria menor da desconsidera\u00e7\u00e3o \u00e9 preciso apenas a demonstra\u00e7\u00e3o de confus\u00e3o patrimonial.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #ff0000\"><strong>[<\/strong><strong>INCORRETA<\/strong><strong>]<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong><u>Coment\u00e1rios<\/u><\/strong>: a assertiva est\u00e1 incorreta por n\u00e3o seguir a ementa do REsp 279.273\/SP, do qual se extrai: (i) a teoria maior \u00e9 a regra geral; (ii) nela exige-se demonstra\u00e7\u00e3o de insolv\u00eancia mais desvio de finalidade OU confus\u00e3o patrimonial; (iii) a teoria menor \u00e9 excepcionalmente aceita; (iv) nela exige-se apenas a demonstra\u00e7\u00e3o de insolv\u00eancia.<\/p>\n<ul style=\"text-align: justify\">\n<li><strong>Base para resolu\u00e7\u00e3o<\/strong>: jurisprud\u00eancia.<\/li>\n<li><strong>Jurisprud\u00eancia<\/strong>: \u201c(&#8230;) &#8211; A <strong><u>teoria maior<\/u><\/strong> da desconsidera\u00e7\u00e3o, regra geral no sistema jur\u00eddico brasileiro, n\u00e3o pode ser aplicada com a mera demonstra\u00e7\u00e3o de estar a pessoa jur\u00eddica insolvente para o cumprimento de suas obriga\u00e7\u00f5es. Exige-se, aqui, para al\u00e9m da prova de insolv\u00eancia, ou a demonstra\u00e7\u00e3o de desvio de finalidade (teoria subjetiva da desconsidera\u00e7\u00e3o), ou a demonstra\u00e7\u00e3o de confus\u00e3o patrimonial (teoria objetiva da desconsidera\u00e7\u00e3o). &#8211; A <strong><u>teoria menor<\/u><\/strong> da desconsidera\u00e7\u00e3o, acolhida em nosso ordenamento jur\u00eddico excepcionalmente no Direito do Consumidor e no Direito Ambiental, incide com a mera prova de insolv\u00eancia da pessoa jur\u00eddica para o pagamento de suas obriga\u00e7\u00f5es, independentemente da exist\u00eancia de desvio de finalidade ou de confus\u00e3o patrimonial. (&#8230;).\u201d (<strong>STJ, REsp 279.273\/SP, Rel. Ministro ARI PARGENDLER, Rel. p\/ Ac\u00f3rd\u00e3o Ministra NANCY ANDRIGHI, TERCEIRA TURMA, julgado em 04\/12\/2003, DJ 29\/03\/2004<\/strong>)<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>(e)<\/strong> Para incid\u00eancia da teoria maior da desconsidera\u00e7\u00e3o, regra geral do sistema jur\u00eddico brasileiro, exige-se para al\u00e9m da prova da insolv\u00eancia, ou a demonstra\u00e7\u00e3o de desvio de finalidade ou a demonstra\u00e7\u00e3o de confus\u00e3o patrimonial. Para caracteriza\u00e7\u00e3o da teoria menor, por sua vez, regra excepcional, basta a prova de insolv\u00eancia da pessoa jur\u00eddica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #0000ff\">[<strong>CORRETA<\/strong>]<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong><u>Coment\u00e1rios<\/u><\/strong>: a assertiva \u00e9 reprodu\u00e7\u00e3o de trecho de ementa de precedente do SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTI\u00c7A, do qual se extrai: (i) a teoria maior \u00e9 a regra geral; (ii) nela exige-se demonstra\u00e7\u00e3o de insolv\u00eancia mais desvio de finalidade OU confus\u00e3o patrimonial; (iii) a teoria menor \u00e9 excepcionalmente aceita; (iv) nela exige-se apenas a demonstra\u00e7\u00e3o de insolv\u00eancia.<\/p>\n<ul style=\"text-align: justify\">\n<li><strong>Base para resolu\u00e7\u00e3o<\/strong>: jurisprud\u00eancia.<\/li>\n<li><strong>Jurisprud\u00eancia<\/strong>: \u201c(&#8230;) &#8211; A <strong><u>teoria maior<\/u><\/strong> da desconsidera\u00e7\u00e3o, regra geral no sistema jur\u00eddico brasileiro, n\u00e3o pode ser aplicada com a mera demonstra\u00e7\u00e3o de estar a pessoa jur\u00eddica insolvente para o cumprimento de suas obriga\u00e7\u00f5es. Exige-se, aqui, para al\u00e9m da prova de insolv\u00eancia, ou a demonstra\u00e7\u00e3o de desvio de finalidade (teoria subjetiva da desconsidera\u00e7\u00e3o), ou a demonstra\u00e7\u00e3o de confus\u00e3o patrimonial (teoria objetiva da desconsidera\u00e7\u00e3o). &#8211; A <strong><u>teoria menor<\/u><\/strong> da desconsidera\u00e7\u00e3o, acolhida em nosso ordenamento jur\u00eddico excepcionalmente no Direito do Consumidor e no Direito Ambiental, incide com a mera prova de insolv\u00eancia da pessoa jur\u00eddica para o pagamento de suas obriga\u00e7\u00f5es, independentemente da exist\u00eancia de desvio de finalidade ou de confus\u00e3o patrimonial. (&#8230;).\u201d (<strong>STJ, REsp 279.273\/SP, Rel. Ministro ARI PARGENDLER, Rel. p\/ Ac\u00f3rd\u00e3o Ministra NANCY ANDRIGHI, TERCEIRA TURMA, julgado em 04\/12\/2003, DJ 29\/03\/2004<\/strong>)<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify\">Ano: 2018<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Banca: VUNESP<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\u00d3rg\u00e3o: TJ-RS<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Prova: Juiz de Direito Substituto<\/p>\n<ol style=\"text-align: justify\" start=\"74\">\n<li>Para os efeitos da Lei Complementar n o 123\/2006, consideram-se microempresas ou empresas de pequeno porte, a sociedade empres\u00e1ria, a sociedade simples, a empresa individual de responsabilidade limitada e o empres\u00e1rio a que se refere o artigo 966 do C\u00f3digo Civil em vigor, devidamente registrados no Registro de Empresas Mercantis ou no Registro Civil de Pessoas Jur\u00eddicas, conforme o caso, desde que:<\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>(a)<\/strong> no caso da microempresa, aufira em cada ano-calend\u00e1rio, receita bruta igual ou inferior a R$360.000,00 (trezentos e sessenta mil reais); no caso de empresa de pequeno porte aufira receita bruta superior a R$360.000,00 (trezentos e sessenta mil reais) e igual ou inferior a R$4.800.000,00 (quatro milh\u00f5es e oitocentos mil reais).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #0000ff\"><strong>[<\/strong><strong>CORRETA<\/strong><strong>]<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong><u>Coment\u00e1rios<\/u><\/strong>: a assertiva est\u00e1 correta por reproduzir o conceito legal de microempresa e empresa de pequeno porte previsto no art. 3\u00ba da Lei Complementar n\u00ba 123\/06.<\/p>\n<ul style=\"text-align: justify\">\n<li><strong>Base para resolu\u00e7\u00e3o<\/strong>: legisla\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<li><strong>Legisla\u00e7\u00e3o<\/strong>: \u201cArt. 3\u00ba da Lei Complementar n\u00ba 123\/06. Para os efeitos desta Lei Complementar, consideram-se microempresas ou empresas de pequeno porte, a sociedade empres\u00e1ria, a sociedade simples, a empresa individual de responsabilidade limitada e o empres\u00e1rio a que se refere o art. 966 da Lei no 10.406, de 10 de janeiro de 2002 (C\u00f3digo Civil), devidamente registrados no Registro de Empresas Mercantis ou no Registro Civil de Pessoas Jur\u00eddicas, conforme o caso, desde que: I &#8211; no caso da microempresa, aufira, em cada ano-calend\u00e1rio, receita bruta igual ou inferior a R$360.000,00 (trezentos e sessenta mil reais); II &#8211; no caso de empresa de pequeno porte, aufira, em cada ano-calend\u00e1rio, receita bruta superior a R$360.000,00 (trezentos e sessenta mil reais) e igual ou inferior a R$4.800.000,00 (quatro milh\u00f5es e oitocentos mil reais). (Reda\u00e7\u00e3o dada pela Lei Complementar n\u00ba 155, de 2016) (&#8230;).\u201d<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>(b)<\/strong> no caso da microempresa, aufira em cada ano-calend\u00e1rio, receita bruta igual ou inferior a R$380.000,00 (trezentos e oitenta mil reais); no caso de empresa de pequeno porte, aufira receita bruta superior a R$380.000,00 (trezentos e oitenta mil reais) e igual ou inferior a R$4.800.000,00 (quatro milh\u00f5es e oitocentos mil reais).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #ff0000\"><strong>[<\/strong><strong>INCORRETA<\/strong><strong>]<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong><u>Coment\u00e1rios<\/u><\/strong>: a assertiva est\u00e1 incorreta por deturpar o conceito legal de microempresa e empresa de pequeno porte previsto no art. 3\u00ba da Lei Complementar n\u00ba 123\/06.<\/p>\n<ul style=\"text-align: justify\">\n<li><strong>Base para resolu\u00e7\u00e3o<\/strong>: legisla\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<li><strong>Legisla\u00e7\u00e3o<\/strong>: art. 3\u00ba da Lei Complementar n\u00ba 123\/06.<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>(c)<\/strong> no caso da microempresa, aufira em cada ano-calend\u00e1rio, receita bruta igual ou inferior a R$ 400.000,00 (quatrocentos mil reais); no caso de empresa de pequeno porte, aufira receita bruta superior a R$400.000,00 (quatrocentos mil reais) e igual ou inferior a R$4.800.000,00 (quatro milh\u00f5es e oitocentos mil reais).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #ff0000\"><strong>[<\/strong><strong>INCORRETA<\/strong><strong>]<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong><u>Coment\u00e1rios<\/u><\/strong>: a assertiva est\u00e1 incorreta por deturpar o conceito legal de microempresa e empresa de pequeno porte previsto no art. 3\u00ba da Lei Complementar n\u00ba 123\/06.<\/p>\n<ul style=\"text-align: justify\">\n<li><strong>Base para resolu\u00e7\u00e3o<\/strong>: legisla\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<li><strong>Legisla\u00e7\u00e3o<\/strong>: art. 3\u00ba da Lei Complementar n\u00ba 123\/06.<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>(d)<\/strong> no caso da microempresa, aufira em cada ano-calend\u00e1rio, receita bruta igual ou inferior a R$400.000,00 (quatrocentos mil reais); no caso de empresa de pequeno porte aufira receita bruta superior a R$400.000,00 (quatrocentos mil reais) e igual ou inferior a R$5.000.000,00 (cinco milh\u00f5es de reais).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #ff0000\"><strong>[<\/strong><strong>INCORRETA<\/strong><strong>]<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong><u>Coment\u00e1rios<\/u><\/strong>: a assertiva est\u00e1 incorreta por deturpar o conceito legal de microempresa e empresa de pequeno porte previsto no art. 3\u00ba da Lei Complementar n\u00ba 123\/06.<\/p>\n<ul style=\"text-align: justify\">\n<li><strong>Base para resolu\u00e7\u00e3o<\/strong>: legisla\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<li><strong>Legisla\u00e7\u00e3o<\/strong>: art. 3\u00ba da Lei Complementar n\u00ba 123\/06.<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>(e)<\/strong> no caso da microempresa, aufira em cada ano-calend\u00e1rio, receita bruta igual ou inferior a R$360.000,00 (trezentos e sessenta mil reais); no caso de empresa de pequeno porte, aufira receita bruta superior a R$360.000,00 (trezentos e sessenta mil reais) e igual ou inferior a R$5.000.000,00 (cinco milh\u00f5es de reais).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #ff0000\">[<strong>INCORRETA<\/strong>]<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong><u>Coment\u00e1rios<\/u><\/strong>: a assertiva est\u00e1 incorreta por deturpar o conceito legal de microempresa e empresa de pequeno porte previsto no art. 3\u00ba da Lei Complementar n\u00ba 123\/06.<\/p>\n<ul style=\"text-align: justify\">\n<li><strong>Base para resolu\u00e7\u00e3o<\/strong>: legisla\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<li><strong>Legisla\u00e7\u00e3o<\/strong>: art. 3\u00ba da Lei Complementar n\u00ba 123\/06.<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify\">Ano: 2018<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Banca: VUNESP<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\u00d3rg\u00e3o: TJ-RS<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Prova: Juiz de Direito Substituto<\/p>\n<ol style=\"text-align: justify\" start=\"75\">\n<li>De acordo com o artigo 11 da Lei n\u00ba 9.279\/96 (Lei de Propriedade Industrial), a inven\u00e7\u00e3o e o modelo de utilidade s\u00e3o considerados novos quando n\u00e3o compreendidos no estado da t\u00e9cnica. Assinale a alternativa que corresponde ao conceito legal de estado da t\u00e9cnica.<\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>(a)<\/strong> O estado da t\u00e9cnica \u00e9 constitu\u00eddo por tudo aquilo tornado acess\u00edvel ao p\u00fablico antes da data de dep\u00f3sito do pedido de patente, por descri\u00e7\u00e3o escrita ou oral, por uso ou qualquer outro meio, no exterior, ressalvado o disposto nos arts. 12, 16 e 17.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #ff0000\"><strong>[<\/strong><strong>INCORRETA<\/strong><strong>]<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong><u>Coment\u00e1rios<\/u><\/strong>: a assertiva est\u00e1 incorreta por deturpar o \u00a7 1\u00ba do art. 11 da Lei n\u00ba 9.279\/96: faltou \u201cno Brasil ou no exterior\u201d.<\/p>\n<ul style=\"text-align: justify\">\n<li><strong>Base para resolu\u00e7\u00e3o<\/strong>: legisla\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<li><strong>Legisla\u00e7\u00e3o<\/strong>: \u201c<strong> 11, \u00a7 1\u00ba, da Lei n\u00ba 9.279\/96<\/strong>. O estado da t\u00e9cnica \u00e9 constitu\u00eddo por tudo aquilo tornado acess\u00edvel ao p\u00fablico antes da data de dep\u00f3sito do pedido de patente, por descri\u00e7\u00e3o escrita ou oral, por uso ou qualquer outro meio, no Brasil ou no exterior, ressalvado o disposto nos arts. 12, 16 e 17.\u201d<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>(b)<\/strong> O estado da t\u00e9cnica \u00e9 constitu\u00eddo por tudo aquilo tornado acess\u00edvel ao p\u00fablico antes da data de dep\u00f3sito do pedido de patente, por descri\u00e7\u00e3o escrita ou oral, no Brasil ou no exterior, ressalvado o disposto nos arts. 12, 16 e 17.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #ff0000\"><strong>[<\/strong><strong>INCORRETA<\/strong><strong>]<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong><u>Coment\u00e1rios<\/u><\/strong>: a assertiva est\u00e1 incorreta por deturpar o \u00a7 1\u00ba do art. 11 da Lei n\u00ba 9.279\/96: faltou \u201cpor uso ou qualquer outro meio\u201d.<\/p>\n<ul style=\"text-align: justify\">\n<li><strong>Base para resolu\u00e7\u00e3o<\/strong>: legisla\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<li><strong>Legisla\u00e7\u00e3o<\/strong>: \u201c<strong> 11, \u00a7 1\u00ba, da Lei n\u00ba 9.279\/96<\/strong>. O estado da t\u00e9cnica \u00e9 constitu\u00eddo por tudo aquilo tornado acess\u00edvel ao p\u00fablico antes da data de dep\u00f3sito do pedido de patente, por descri\u00e7\u00e3o escrita ou oral, por uso ou qualquer outro meio, no Brasil ou no exterior, ressalvado o disposto nos arts. 12, 16 e 17.\u201d<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>(c)<\/strong> O estado da t\u00e9cnica \u00e9 constitu\u00eddo por tudo aquilo tornado acess\u00edvel ao p\u00fablico antes da data de dep\u00f3sito do pedido de patente, por descri\u00e7\u00e3o escrita ou oral, por uso ou qualquer outro meio, no Brasil ou no exterior, ressalvado o disposto nos arts. 12, 16 e 17.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #0000ff\"><strong>[<\/strong><strong>CORRETA<\/strong><strong>]<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong><u>Coment\u00e1rios<\/u><\/strong>: a assertiva est\u00e1 correta por se tratar de reprodu\u00e7\u00e3o do \u00a7 1\u00ba do art. 11 da Lei n\u00ba 9.279\/96.<\/p>\n<ul style=\"text-align: justify\">\n<li><strong>Base para resolu\u00e7\u00e3o<\/strong>: legisla\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<li><strong>Legisla\u00e7\u00e3o<\/strong>: \u201c<strong> 11, \u00a7 1\u00ba, da Lei n\u00ba 9.279\/96<\/strong>. O estado da t\u00e9cnica \u00e9 constitu\u00eddo por tudo aquilo tornado acess\u00edvel ao p\u00fablico antes da data de dep\u00f3sito do pedido de patente, por descri\u00e7\u00e3o escrita ou oral, por uso ou qualquer outro meio, no Brasil ou no exterior, ressalvado o disposto nos arts. 12, 16 e 17.\u201d<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>(d)<\/strong> O estado da t\u00e9cnica \u00e9 constitu\u00eddo por tudo aquilo tornado acess\u00edvel ao p\u00fablico antes da data de dep\u00f3sito do pedido de patente, por descri\u00e7\u00e3o escrita ou oral, por uso ou qualquer outro meio, no Brasil, ressalvado o disposto nos arts. 12, 16 e 17.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #ff0000\"><strong>[<\/strong><strong>INCORRETA<\/strong><strong>]<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong><u>Coment\u00e1rios<\/u><\/strong>: a assertiva est\u00e1 incorreta por deturpar o \u00a7 1\u00ba do art. 11 da Lei n\u00ba 9.279\/96:faltou \u201cno Brasil ou no exterior\u201d.<\/p>\n<ul style=\"text-align: justify\">\n<li><strong>Base para resolu\u00e7\u00e3o<\/strong>: legisla\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<li><strong>Legisla\u00e7\u00e3o<\/strong>: \u201c<strong> 11, \u00a7 1\u00ba, da Lei n\u00ba 9.279\/96<\/strong>. O estado da t\u00e9cnica \u00e9 constitu\u00eddo por tudo aquilo tornado acess\u00edvel ao p\u00fablico antes da data de dep\u00f3sito do pedido de patente, por descri\u00e7\u00e3o escrita ou oral, por uso ou qualquer outro meio, no Brasil ou no exterior, ressalvado o disposto nos arts. 12, 16 e 17.\u201d<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>(e)<\/strong> O estado da t\u00e9cnica \u00e9 constitu\u00eddo por tudo aquilo tornado acess\u00edvel ao p\u00fablico ap\u00f3s a data de dep\u00f3sito do pedido de patente, por descri\u00e7\u00e3o escrita ou oral, por uso ou qualquer outro meio, no Brasil ou no exterior, ressalvado o disposto nos arts. 12, 16 e 17.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #ff0000\">[<strong>INCORRETA<\/strong>]<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong><u>Coment\u00e1rios<\/u><\/strong>: a assertiva est\u00e1 incorreta por deturpar o \u00a7 1\u00ba do art. 11 da Lei n\u00ba 9.279\/96: \u201cantes da data de dep\u00f3sito\u201d.<\/p>\n<ul style=\"text-align: justify\">\n<li><strong>Base para resolu\u00e7\u00e3o<\/strong>: legisla\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<li><strong>Legisla\u00e7\u00e3o<\/strong>: \u201c<strong> 11, \u00a7 1\u00ba, da Lei n\u00ba 9.279\/96<\/strong>. O estado da t\u00e9cnica \u00e9 constitu\u00eddo por tudo aquilo tornado acess\u00edvel ao p\u00fablico antes da data de dep\u00f3sito do pedido de patente, por descri\u00e7\u00e3o escrita ou oral, por uso ou qualquer outro meio, no Brasil ou no exterior, ressalvado o disposto nos arts. 12, 16 e 17.\u201d<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify\">Ano: 2018<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Banca: VUNESP<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\u00d3rg\u00e3o: TJ-RS<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Prova: Juiz de Direito Substituto<\/p>\n<ol style=\"text-align: justify\" start=\"76\">\n<li>Assinale a alternativa que corresponde ao conceito de t\u00edtulo de cr\u00e9dito disposto no artigo 887 do C\u00f3digo Civil.<\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>(a)<\/strong> O t\u00edtulo de cr\u00e9dito, documento necess\u00e1rio ao exerc\u00edcio do direito nele contido, produz efeito independentemente de preenchidos os requisitos legais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #ff0000\"><strong>[<\/strong><strong>INCORRETA<\/strong><strong>]<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong><u>Coment\u00e1rios<\/u><\/strong>: a assertiva est\u00e1 incorreta por deturpar o art. 887 do C\u00f3digo Civil: faltou \u201cdo direito literal e aut\u00f4nomo nele contido\u201d e a parte final deveria ser \u201csomente produz efeito quando preencha os requisitos da lei\u201d.<\/p>\n<ul style=\"text-align: justify\">\n<li><strong>Base para resolu\u00e7\u00e3o<\/strong>: legisla\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<li><strong>Legisla\u00e7\u00e3o<\/strong>: \u201c<strong> 887 do CC<\/strong>. O t\u00edtulo de cr\u00e9dito, documento necess\u00e1rio ao exerc\u00edcio do direito literal e aut\u00f4nomo nele contido, somente produz efeito quando preencha os requisitos da lei.\u201d<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>(b)<\/strong> O t\u00edtulo de cr\u00e9dito \u00e9 o documento necess\u00e1rio ao exerc\u00edcio do direito literal e aut\u00f4nomo nele contido, que produz seus efeitos independentemente de preenchidos os requisitos legais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #ff0000\"><strong>[<\/strong><strong>INCORRETA<\/strong><strong>]<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong><u>Coment\u00e1rios<\/u><\/strong>: a assertiva est\u00e1 incorreta por deturpar o art. 887 do C\u00f3digo Civil: a parte final deveria ser \u201csomente produz efeito quando preencha os requisitos da lei\u201d.<\/p>\n<ul style=\"text-align: justify\">\n<li><strong>Base para resolu\u00e7\u00e3o<\/strong>: legisla\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<li><strong>Legisla\u00e7\u00e3o<\/strong>: \u201c<strong> 887 do CC<\/strong>. O t\u00edtulo de cr\u00e9dito, documento necess\u00e1rio ao exerc\u00edcio do direito literal e aut\u00f4nomo nele contido, somente produz efeito quando preencha os requisitos da lei.\u201d<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>(c)<\/strong> O t\u00edtulo de cr\u00e9dito \u00e9 o documento necess\u00e1rio ao exerc\u00edcio do direito aut\u00f4nomo nele contido, que somente produz efeito se preenchidos os requisitos legais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #ff0000\"><strong>[<\/strong><strong>INCORRETA<\/strong><strong>]<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong><u>Coment\u00e1rios<\/u><\/strong>: a assertiva est\u00e1 incorreta por deturpar o art. 887 do C\u00f3digo Civil: faltou \u201cdo direito literal <em>e aut\u00f4nomo<\/em> nele contido\u201d.<\/p>\n<ul style=\"text-align: justify\">\n<li><strong>Base para resolu\u00e7\u00e3o<\/strong>: legisla\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<li><strong>Legisla\u00e7\u00e3o<\/strong>: \u201c<strong> 887 do CC<\/strong>. O t\u00edtulo de cr\u00e9dito, documento necess\u00e1rio ao exerc\u00edcio do direito literal e aut\u00f4nomo nele contido, somente produz efeito quando preencha os requisitos da lei.\u201d<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>(d)<\/strong> O t\u00edtulo de cr\u00e9dito, documento necess\u00e1rio ao exerc\u00edcio do direito literal e aut\u00f4nomo nele contido, somente produz efeito quando preencha os requisitos da lei.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #0000ff\"><strong>[<\/strong><strong>CORRETA<\/strong><strong>]<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong><u>Coment\u00e1rios<\/u><\/strong>: a assertiva est\u00e1 correta por reproduzir o art. 887 do C\u00f3digo Civil.<\/p>\n<ul style=\"text-align: justify\">\n<li><strong>Base para resolu\u00e7\u00e3o<\/strong>: legisla\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<li><strong>Legisla\u00e7\u00e3o<\/strong>: \u201c<strong> 887 do CC<\/strong>. O t\u00edtulo de cr\u00e9dito, documento necess\u00e1rio ao exerc\u00edcio do direito literal e aut\u00f4nomo nele contido, somente produz efeito quando preencha os requisitos da lei.\u201d<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>(e)<\/strong> O t\u00edtulo de cr\u00e9dito, documento dispens\u00e1vel ao exerc\u00edcio do direito literal e aut\u00f4nomo nele contido, somente produz efeito quando preencha os requisitos da lei.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #ff0000\">[<strong>INCORRETA<\/strong>]<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong><u>Coment\u00e1rios<\/u><\/strong>: a assertiva est\u00e1 incorreta por deturpar o art. 887 do C\u00f3digo Civil: o t\u00edtulo de cr\u00e9dito \u00e9 \u201cdocumento necess\u00e1rio\u201d.<\/p>\n<ul style=\"text-align: justify\">\n<li><strong>Base para resolu\u00e7\u00e3o<\/strong>: legisla\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<li><strong>Legisla\u00e7\u00e3o<\/strong>: \u201c<strong> 887 do CC<\/strong>. O t\u00edtulo de cr\u00e9dito, documento necess\u00e1rio ao exerc\u00edcio do direito literal e aut\u00f4nomo nele contido, somente produz efeito quando preencha os requisitos da lei.\u201d<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Para dicas di\u00e1rias sobre Direito Empresarial:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-114523\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/04\/05031406\/Instagram-S%C3%ADmbolo.jpg\" alt=\"\" width=\"44\" height=\"43\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/04\/05031406\/Instagram-S%C3%ADmbolo.jpg 175w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/04\/05031406\/Instagram-S%C3%ADmbolo.jpg 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 44px) 100vw, 44px\" \/><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/proflucasevangelinos\/?hl=pt-br\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">@proflucasevangelinos<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Se gostou do material, fica o convite para dar uma olhada nos meus cursos aqui do Estrat\u00e9gia:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-114766\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/04\/06031127\/ECJ.jpg\" alt=\"\" width=\"163\" height=\"55\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/04\/06031127\/ECJ.jpg 543w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/04\/06031127\/ECJ.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 163px) 100vw, 163px\" \/><a href=\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/cursosPorProfessor\/lucas-de-abreu-evangelinos-3722\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">CURSOS &#8211; LUCAS DE ABREU EVANGELINOS<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Por fim, d\u00favidas, sugest\u00f5es ou cr\u00edticas:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-115153 size-full\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/04\/09030905\/GMAIL.jpg\" alt=\"\" width=\"48\" height=\"36\" \/>proflucasevangelinos@gmail.com<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Abra\u00e7o e bons estudos!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ol\u00e1 pessoal, tudo bom? 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