{"id":1190181,"date":"2023-03-22T02:03:30","date_gmt":"2023-03-22T05:03:30","guid":{"rendered":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/?p=1190181"},"modified":"2023-03-22T02:03:32","modified_gmt":"2023-03-22T05:03:32","slug":"informativo-stf-1086-comentado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/informativo-stf-1086-comentado\/","title":{"rendered":"Informativo STF 1086 Comentado"},"content":{"rendered":"\n<p>Informativo n\u00ba 1086 do STF\u00a0<strong>COMENTADO.\u00a0<\/strong>Fique ligado aqui\u00a0no Estrat\u00e9gia Carreiras Jur\u00eddicas!<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><strong><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2023\/03\/22020316\/stf-1086.pdf\">DOWNLOAD do PDF<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"lyte-wrapper\" style=\"width:853px;max-width:100%;margin:5px;\"><div class=\"lyMe\" id=\"WYL_yrZo-3o5xn4\"><div id=\"lyte_yrZo-3o5xn4\" data-src=\"\/\/i.ytimg.com\/vi\/yrZo-3o5xn4\/hqdefault.jpg\" class=\"pL\"><div class=\"tC\"><div class=\"tT\"><\/div><\/div><div class=\"play\"><\/div><div class=\"ctrl\"><div class=\"Lctrl\"><\/div><div class=\"Rctrl\"><\/div><\/div><\/div><noscript><a href=\"https:\/\/youtu.be\/yrZo-3o5xn4\" rel=\"nofollow\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i.ytimg.com\/vi\/yrZo-3o5xn4\/0.jpg\" alt=\"YouTube video thumbnail\" width=\"853\" height=\"460\" \/><br \/>Assista a este v\u00eddeo no YouTube<\/a><\/noscript><\/div><\/div><div class=\"lL\" style=\"max-width:100%;width:853px;margin:5px;\"><\/div><figcaption><\/figcaption><\/figure>\n\n\n<h1 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-direito-administrativo\"><a>DIREITO ADMINISTRATIVO<\/a><\/h1>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-1-estatuto-do-desarmamento-e-sua-regulamentacao-mediante-decreto-presidencial\"><a>1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Estatuto do Desarmamento e sua regulamenta\u00e7\u00e3o mediante decreto presidencial<\/a><\/h2>\n\n\n\n<p><strong>A\u00c7\u00c3O DIRETA DE CONSTITUCIONALIDADE<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Encontram-se presentes os requisitos para a concess\u00e3o da medida cautelar, pois (i) h\u00e1 plausibilidade jur\u00eddica quanto \u00e0 alega\u00e7\u00e3o de constitucionalidade e legalidade do Decreto 11.366\/2023; e (ii) h\u00e1 perigo da demora na presta\u00e7\u00e3o jurisdicional decorrente da constata\u00e7\u00e3o de controv\u00e9rsia constitucional relevante e da exist\u00eancia de decis\u00f5es judiciais conflitantes acerca do tema.<\/p>\n\n\n\n<p>ADC 85 MC-Ref\/DF, relator Ministro Gilmar Mendes, julgamento virtual finalizado em 10.3.2023 (Info 1086)<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-1-1-situacao-fatica\"><a>1.1.&nbsp; Situa\u00e7\u00e3o F\u00c1TICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<p>O presidente da Rep\u00fablica, Luiz In\u00e1cio Lula da Silva, acionou o STF para que a Corte declare a constitucionalidade do decreto que suspendeu os registros de armas de fogo.<\/p>\n\n\n\n<p>O Decreto 11.366\/2023, assinado durante a posse presidencial, em 1\u00b0 de janeiro, suspendeu os registros para aquisi\u00e7\u00e3o e transfer\u00eancia de armas de fogo e muni\u00e7\u00f5es de uso restrito por ca\u00e7adores, colecionadores, atiradores e particulares.<\/p>\n\n\n\n<p>O decreto tem sido questionado no Poder Judici\u00e1rio, especialmente por meio de mandados de seguran\u00e7a. Na ADC 58, o presidente argumenta que a norma n\u00e3o imp\u00f4s restri\u00e7\u00e3o desarrazoada aos direitos dos cidad\u00e3os, mas apenas reorganizou a pol\u00edtica p\u00fablica de registro, posse e comercializa\u00e7\u00e3o, a fim de conter o aumento desordenado da circula\u00e7\u00e3o de armas no pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-1-2-analise-estrategica\"><a>1.2.&nbsp; An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-1-2-1-questao-juridica\"><a>1.2.1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Quest\u00e3o JUR\u00cdDICA.<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p>CF\/1988: \u201cArt. 84. Compete privativamente ao Presidente da Rep\u00fablica: (&#8230;) IV &#8211; sancionar, promulgar e fazer publicar as leis, bem como expedir decretos e regulamentos para sua fiel execu\u00e7\u00e3o;<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-1-2-2-viavel-a-concessao-de-cautelar\"><a>1.2.2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Vi\u00e1vel a concess\u00e3o de cautelar?<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> <strong>Yeaph!!!<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Em an\u00e1lise superficial da quest\u00e3o sob exame, v\u00ea-se que o Presidente da Rep\u00fablica, ao editar o referido decreto, agiu com base na compet\u00eancia prevista no art. 84,&nbsp;caput, IV, da CF\/1988, sem t\u00ea-la exorbitado, sendo que as mat\u00e9rias nele tratadas se inserem na esfera de regulamenta\u00e7\u00e3o da&nbsp;Lei 10.826\/2003&nbsp;(Estatuto do Desarmamento). Outros temas abordados pelo decreto, ainda que n\u00e3o haja previs\u00e3o expressa no texto da mencionada lei no sentido de que devam constar em seu regulamento, configuram normas de procedimento que se incluem no poder regulamentar privativo do Presidente da Rep\u00fablica.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 atribui\u00e7\u00e3o do Poder Executivo, nos termos do estatuto, instituir e manter os cadastros e registros de armas, clubes e escolas de tiro e dos pr\u00f3prios indiv\u00edduos pela lei qualificados como colecionadores, atiradores e ca\u00e7adores (CACs). Assim, no \u00e2mbito de sua compet\u00eancia regulamentar, por extens\u00e3o, <strong>adv\u00e9m a prerrogativa de suspender a inscri\u00e7\u00e3o de novos assentos nos respectivos cadastros e registros, desde que diante de raz\u00f5es f\u00e1tico-jur\u00eddicas relevantes<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>Nesse contexto, o Decreto 11.366\/2023 visa frear a tend\u00eancia de exagerada flexibiliza\u00e7\u00e3o das normas de acesso a armas de fogo e muni\u00e7\u00f5es no Brasil enquanto se discute uma nova regulamenta\u00e7\u00e3o da mat\u00e9ria. Verifica-se uma inequ\u00edvoca proporcionalidade entre as medidas regulamentares nele fixadas e o prop\u00f3sito pretendido, uma vez que elas se mostram plenamente id\u00f4neas e apropriadas, em especial diante da car\u00eancia de uma pol\u00edtica satisfat\u00f3ria de controle da circula\u00e7\u00e3o de armas de fogo no Pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-1-2-3-resultado-final\"><a>1.2.3.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Resultado final.<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p>Com base nesses entendimentos, o Plen\u00e1rio, por maioria, referendou a&nbsp;medida cautelar concedida&nbsp;para determinar: (i) a suspens\u00e3o do julgamento de todos os processos em curso cujo objeto ou a causa de pedir digam com a constitucionalidade, legalidade ou efic\u00e1cia do Decreto 11.366\/2023 do Presidente da Rep\u00fablica; e (ii) a suspens\u00e3o da efic\u00e1cia de quaisquer decis\u00f5es judiciais que eventualmente tenham, de forma expressa ou t\u00e1cita, afastado a aplica\u00e7\u00e3o do aludido ato normativo.<\/p>\n\n\n\n<h1 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-direito-constitucional\"><a>DIREITO CONSTITUCIONAL<\/a><\/h1>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-2-requisicao-de-instauracao-de-inquerito-policial-pela-defensoria-publica\"><a>2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Requisi\u00e7\u00e3o de instaura\u00e7\u00e3o de inqu\u00e9rito policial pela Defensoria P\u00fablica<\/a><\/h2>\n\n\n\n<p><strong>A\u00c7\u00c3O DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 inconstitucional norma estadual que confere \u00e0 Defensoria P\u00fablica o poder de requisi\u00e7\u00e3o para instaurar inqu\u00e9rito policial.<\/p>\n\n\n\n<p>ADI 4.346\/MG, relator Ministro Roberto Barroso, redator do ac\u00f3rd\u00e3o Ministro Alexandre de Moraes, julgamento virtual finalizado em 10.3.2023 (Info 1086)<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-2-1-situacao-fatica\"><a>2.1.&nbsp; Situa\u00e7\u00e3o F\u00c1TICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<p>A Associa\u00e7\u00e3o Nacional dos Membros do Minist\u00e9rio P\u00fablico (Conamp) ajuizou no STF a ADI n\u00ba 4346, impugnando dispositivos de lei mineira que torna privativa da Defensoria P\u00fablica a assist\u00eancia jur\u00eddica aos necessitados e inclui entre as atribui\u00e7\u00f5es da Defensoria a requisi\u00e7\u00e3o e instaura\u00e7\u00e3o de inqu\u00e9rito policial.<\/p>\n\n\n\n<p>A Conamp alega que os dispositivos impugnados ofendem os artigos 5\u00ba, incisos LV e LXXIV; o artigo 22, I; o caput do artigo 127 e os incisos I, III e VI do artigo 129, todos da CF.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-2-2-analise-estrategica\"><a>2.2.&nbsp; An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-2-2-1-questao-juridica\"><a>2.2.1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Quest\u00e3o JUR\u00cdDICA.<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p>CPP\/1941: \u201cArt. 5\u00ba Nos crimes de a\u00e7\u00e3o p\u00fablica o inqu\u00e9rito policial ser\u00e1 iniciado: I &#8211; de of\u00edcio; II &#8211; mediante requisi\u00e7\u00e3o da autoridade judici\u00e1ria ou do Minist\u00e9rio P\u00fablico, ou a requerimento do ofendido ou de quem tiver qualidade para represent\u00e1-lo.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-2-2-2-a-norma-e-constitucional\"><a>2.2.2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A norma \u00e9 constitucional?<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> <strong>Nooops!!!!<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table><tbody><tr><td>N\u00e3o pode ser estendida \u00e0 requisi\u00e7\u00e3o de instaura\u00e7\u00e3o de inqu\u00e9rito policial o racioc\u00ednio inerente ao reconhecimento da constitucionalidade do poder concedido \u00e0 Defensoria P\u00fablica de requisitar, de qualquer autoridade e de seus agentes, certid\u00f5es, exames, per\u00edcias, vistorias, dilig\u00eancias, processos, documentos, informa\u00e7\u00f5es, esclarecimentos e demais provid\u00eancias necess\u00e1rias ao exerc\u00edcio de suas atribui\u00e7\u00f5es.<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>O poder de requisitar a instaura\u00e7\u00e3o de inqu\u00e9rito policial est\u00e1 intrinsecamente ligado \u00e0 persecu\u00e7\u00e3o penal no Pa\u00eds, o que exige uma disciplina uniforme em todo o territ\u00f3rio nacional<\/strong>. Nesse contexto, o C\u00f3digo de Processo Penal \u2014 norma editada no exerc\u00edcio da compet\u00eancia privativa da Uni\u00e3o para legislar sobre direito processual (CF\/1988, art. 22, I) \u2014 j\u00e1 delimitou essa atribui\u00e7\u00e3o, conferindo-a SOMENTE \u00e0 autoridade judici\u00e1ria ou ao Minist\u00e9rio P\u00fablico.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-2-2-3-resultado-final\"><a>2.2.3.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Resultado final.<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p>Com base nesse entendimento, o Plen\u00e1rio,&nbsp;por unanimidade, conheceu em parte da a\u00e7\u00e3o e, nessa extens\u00e3o, por maioria, a julgou parcialmente procedente apenas para declarar a inconstitucionalidade da express\u00e3o \u201c<em>a instaura\u00e7\u00e3o de inqu\u00e9rito policial<\/em>\u201d, constante do art. 45, XXI, da Lei Complementar 65\/2003 do Estado de Minas Gerais.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-3-vinculacao-da-remuneracao-do-ministerio-publico-com-a-da-magistratura\"><a>3.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Vincula\u00e7\u00e3o da remunera\u00e7\u00e3o do Minist\u00e9rio P\u00fablico com a da Magistratura<\/a><\/h2>\n\n\n\n<p><a><strong>A\u00c7\u00c3O DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n<p>A vincula\u00e7\u00e3o entre os subs\u00eddios dos membros do Minist\u00e9rio P\u00fablico, ou de fun\u00e7\u00e3o essencial \u00e0 Justi\u00e7a, e a remunera\u00e7\u00e3o da magistratura \u00e9 vedada pelo art. 37, XIII, da Constitui\u00e7\u00e3o Federal de 1988.<\/p>\n\n\n\n<p>ADI 570\/PE, relator Ministro Roberto Barroso, julgamento virtual finalizado em 10.3.2023 (Info 1086)<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-3-1-situacao-fatica\"><a>3.1.&nbsp; Situa\u00e7\u00e3o F\u00c1TICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<p>A Associa\u00e7\u00e3o dos Magistrados Brasileiros-AMB ajuizou a ADI 570 por meio da qual requer a declara\u00e7\u00e3o da inconstitucionalidade dos dispositivos das Leis estaduais n\u00ba 10.437 e n\u00ba 10.438, ambas do estado de Pernambuco, por violarem o artigo 37, incisos IX, XI e XIII, da CF, pois concediam gratifica\u00e7\u00f5es aos membros do Minist\u00e9rio P\u00fablico e equiparavam seus vencimentos aos dos magistrados daquele estado em caso de reajuste. Al\u00e9m disso, faziam o mesmo com diversos cargos de procuradores, auditores etc., para que tivessem equipara\u00e7\u00e3o aos membros da magistratura e do MP.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-3-2-analise-estrategica\"><a>3.2.&nbsp; An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-3-2-1-questao-juridica\"><a>3.2.1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Quest\u00e3o JUR\u00cdDICA.<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p>CF\/1988:<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cArt. 37. A administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica direta e indireta de qualquer dos Poderes da Uni\u00e3o, dos Estados, do Distrito Federal e dos Munic\u00edpios obedecer\u00e1 aos princ\u00edpios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e efici\u00eancia e, tamb\u00e9m, ao seguinte: (&#8230;) XIII &#8211; \u00e9 vedada a vincula\u00e7\u00e3o ou equipara\u00e7\u00e3o de quaisquer esp\u00e9cies remunerat\u00f3rias para o efeito de remunera\u00e7\u00e3o de pessoal do servi\u00e7o p\u00fablico; (Reda\u00e7\u00e3o dada pela Emenda Constitucional n\u00ba 19, de 1998)\u201d<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-3-2-2-possivel-a-vinculacao\"><a>3.2.2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Poss\u00edvel a vincula\u00e7\u00e3o?<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> <strong>Nooops!!!!<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Tanto a disciplina constitucional origin\u00e1ria quanto a nova reda\u00e7\u00e3o trazida pela EC 19\/1998 vedam a vincula\u00e7\u00e3o remunerat\u00f3ria entre cargos p\u00fablicos cujas atribui\u00e7\u00f5es sejam distintas, como \u00e9 o caso de magistrados e membros do Minist\u00e9rio P\u00fablico.<\/p>\n\n\n\n<p>Por outro lado, <strong>\u00e9 poss\u00edvel estabelecer gratifica\u00e7\u00e3o por exerc\u00edcio de fun\u00e7\u00e3o essencial \u00e0 Justi\u00e7a, em favor de membro do Minist\u00e9rio P\u00fablico com base no mesmo percentual e na mesma forma da gratifica\u00e7\u00e3o dada ao magistrado<\/strong>, uma vez que o percentual incide sobre o vencimento base de cada qual e constitui apenas um par\u00e2metro de c\u00e1lculo.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-3-2-3-resultado-final\"><a>3.2.3.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Resultado final.<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p>Com base nesse entendimento, o Plen\u00e1rio, por unanimidade, (i) julgou parcialmente procedente a a\u00e7\u00e3o para declarar inconstitucionais o art. 3\u00ba da Lei 10.437\/1990 e o&nbsp;caput&nbsp;do art. 3\u00ba da Lei 10.438\/1990, ambas do Estado de Pernambuco; e (ii) julgou improcedente a a\u00e7\u00e3o com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 parte final do art. 2\u00ba dos referidos diplomas legais.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-4-defensoria-publica-autonomia-administrativa-e-determinacao-judicial-para-o-preenchimento-de-cargo-de-defensor-em-localidades-desamparadas\"><a>4.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Defensoria P\u00fablica: autonomia administrativa e determina\u00e7\u00e3o judicial para o preenchimento de cargo de defensor em localidades desamparadas<\/a><\/h2>\n\n\n\n<p><strong>RECURSO EXTRAORDIN\u00c1RIO<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Ofende a autonomia administrativa das Defensorias P\u00fablicas decis\u00e3o judicial que determine a lota\u00e7\u00e3o de defensor p\u00fablico em localidade desamparada, em desacordo com os crit\u00e9rios previamente definidos pela pr\u00f3pria institui\u00e7\u00e3o, desde que observados os crit\u00e9rios do art. 98, caput e \u00a7 2\u00ba, do Ato das Disposi\u00e7\u00f5es Constitucionais Transit\u00f3rias \u2013 ADCT.<\/p>\n\n\n\n<p>RE 887.671\/CE, relator Ministro Marco Aur\u00e9lio, redator do ac\u00f3rd\u00e3o Ministro Ricardo Lewandowski (Info 1086)<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-4-1-situacao-fatica\"><a>4.1.&nbsp; Situa\u00e7\u00e3o F\u00c1TICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<p>A Justi\u00e7a cearense acolheu a\u00e7\u00e3o civil p\u00fablica ajuizada pelo MP-CE para determinar ao estado a obriga\u00e7\u00e3o de prover imediatamente o cargo de defensor p\u00fablico na Comarca de Jati, seja pela convoca\u00e7\u00e3o de candidatos aprovados, remanescentes do \u00faltimo concurso, ou mediante designa\u00e7\u00e3o de defensor lotado em comarca pr\u00f3xima, para exerc\u00edcio tempor\u00e1rio pelo menos por um dia da semana. O&nbsp;governo estadual&nbsp;recorreu ao TJ-CE, que reformou a decis\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo o ac\u00f3rd\u00e3o questionado, compelir o Estado do Cear\u00e1 a nomear um defensor p\u00fablico para a localidade violaria o princ\u00edpio da separa\u00e7\u00e3o dos Poderes e comprometeria a pr\u00f3pria autonomia da Defensoria que, al\u00e9m de independ\u00eancia organizacional, det\u00e9m a melhor possibilidade de mensurar as necessidades administrativas e as possibilidades or\u00e7ament\u00e1rias.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-4-2-analise-estrategica\"><a>4.2.&nbsp; An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-4-2-1-a-decisao-ofende-a-autonomia-da-defensoria\"><a>4.2.1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A decis\u00e3o ofende a autonomia da defensoria?<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> <strong>Yeaph!!!!<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><a>\u00c9 inconstitucional \u2014 por violar a autonomia administrativa da Defensoria P\u00fablica \u2014 a imposi\u00e7\u00e3o, por via judicial, de lota\u00e7\u00e3o de defensor p\u00fablico em diverg\u00eancia com os crit\u00e9rios prefixados pela pr\u00f3pria institui\u00e7\u00e3o<\/a><strong>, <\/strong>quando estes j\u00e1 considerem a proporcionalidade da efetiva demanda de seus servi\u00e7os e a respectiva popula\u00e7\u00e3o na unidade jurisdicional, com prioridade de atendimento \u00e0s regi\u00f5es com maiores \u00edndices de exclus\u00e3o social e adensamento populacional.<\/p>\n\n\n\n<p>A Defensoria P\u00fablica \u00e9 institui\u00e7\u00e3o essencial \u00e0 fun\u00e7\u00e3o jurisdicional do Estado Democr\u00e1tico de Direito (CF\/1988, art. 134), uma vez que promove a efetiva\u00e7\u00e3o dos direitos fundamentais, notadamente para a igualdade e a dignidade de pessoas hipossuficientes, assim como o acesso \u00e0 Justi\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>A partir da EC 80\/2014, foi assegurado \u00e0 Defensoria P\u00fablica o poder de autogoverno na tomada de decis\u00f5es, raz\u00e3o pela qual lhe cabe, por meio de seus \u00f3rg\u00e3os de dire\u00e7\u00e3o, decidir onde deve lotar os seus membros<\/strong>, com a devida observ\u00e2ncia aos crit\u00e9rios por ela mesma preestabelecidos, em aten\u00e7\u00e3o especial \u00e0 efetiva demanda, \u00e0 cobertura populacional e \u00e0 hipossufici\u00eancia de seus assistidos.<\/p>\n\n\n\n<p>Na esp\u00e9cie, o Minist\u00e9rio P\u00fablico estadual ajuizou a\u00e7\u00e3o civil p\u00fablica com fins de obrigar o Estado do Cear\u00e1 a preencher cargo de defensor p\u00fablico na comarca de Jati\/CE. Apesar de julgada procedente pelo ju\u00edzo de primeiro grau, o tribunal de justi\u00e7a local reformou a senten\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-4-2-2-resultado-final\"><a>4.2.2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Resultado final.<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p>Com base nesse entendimento, o Plen\u00e1rio, por maioria, ao apreciar o&nbsp;Tema 847 da repercuss\u00e3o geral, negou provimento ao recurso extraordin\u00e1rio, mantendo o ac\u00f3rd\u00e3o recorrido. Por unanimidade, o Tribunal fixou a tese supracitada.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-5-vinculacao-da-assessoria-juridica-estadual-a-respectiva-procuradoria-geral\"><a>5.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Vincula\u00e7\u00e3o da Assessoria Jur\u00eddica estadual \u00e0 respectiva Procuradoria-Geral<\/a><\/h2>\n\n\n\n<p><strong>A\u00c7\u00c3O DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 inconstitucional norma de Constitui\u00e7\u00e3o estadual que, ap\u00f3s o advento da Constitui\u00e7\u00e3o Federal de 1988, cria \u00f3rg\u00e3o de assessoramento jur\u00eddico auxiliar (\u201cAssessoria Jur\u00eddica estadual\u201d) em car\u00e1ter permanente e vinculado expressamente \u00e0 Procuradoria-Geral do estado, \u00e0s quais compete o exerc\u00edcio de atividades de representa\u00e7\u00e3o judicial, consultoria e assessoramento jur\u00eddico.<\/p>\n\n\n\n<p>ADI 6.500\/RN, relator Ministro Edson Fachin, julgamento virtual finalizado em 10.3.2023 (Info 1086)<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-5-1-situacao-fatica\"><a>5.1.&nbsp; Situa\u00e7\u00e3o F\u00c1TICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<p>A Associa\u00e7\u00e3o Nacional dos Procuradores dos Estados e do Distrito Federal (Anape) ajuizou no STF a ADI 6500 contra normas do Rio Grande do Norte que tratam da Assessoria Jur\u00eddica Estadual.<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com a entidade, a Assessoria Jur\u00eddica Estadual tem atribui\u00e7\u00f5es de consultoria jur\u00eddica que s\u00e3o pr\u00f3prias da Procuradoria-Geral do Estado, o que viola o artigo 132 da Constitui\u00e7\u00e3o Federal. O dispositivo estabelece que os procuradores dos estados e do Distrito Federal exercer\u00e3o a representa\u00e7\u00e3o judicial e a consultoria jur\u00eddica das unidades federadas.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-5-2-analise-estrategica\"><a>5.2.&nbsp; An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-5-2-1-questao-juridica\"><a>5.2.1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Quest\u00e3o JUR\u00cdDICA.<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p>CF\/1988: \u201cArt. 132. Os Procuradores dos Estados e do Distrito Federal, organizados em carreira, na qual o ingresso depender\u00e1 de concurso p\u00fablico de provas e t\u00edtulos, com a participa\u00e7\u00e3o da Ordem dos Advogados do Brasil em todas as suas fases, exercer\u00e3o a representa\u00e7\u00e3o judicial e a consultoria jur\u00eddica das respectivas unidades federadas.\u201d&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>ADCT: \u201cArt. 69.&nbsp;Ser\u00e1 permitido aos Estados manter consultorias jur\u00eddicas separadas de suas Procuradorias-Gerais ou Advocacias-Gerais, desde que, na data da promulga\u00e7\u00e3o da Constitui\u00e7\u00e3o, tenham \u00f3rg\u00e3os distintos para as respectivas fun\u00e7\u00f5es.\u201d<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-5-2-2-a-norma-encontra-amparo-na-cf\"><a>5.2.2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A norma encontra amparo na CF?<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> <strong>Nooops!!!!<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O princ\u00edpio da unicidade da representa\u00e7\u00e3o judicial e da consultoria jur\u00eddica dos estados e do Distrito Federal veda a cria\u00e7\u00e3o de \u00f3rg\u00e3o de assessoria jur\u00eddica na Administra\u00e7\u00e3o direta e indireta diverso da Procuradoria do estado para exercer parte das atividades que s\u00e3o privativas dos procuradores, ainda que haja previs\u00e3o de vincula\u00e7\u00e3o \u00e0 Procuradoria-Geral do estado.<\/p>\n\n\n\n<p>Ademais, a exce\u00e7\u00e3o prevista no ADCT deixa evidente que, depois da promulga\u00e7\u00e3o da Constitui\u00e7\u00e3o Federal de 1988, <strong>n\u00e3o seria mais poss\u00edvel a cria\u00e7\u00e3o de \u00f3rg\u00e3os jur\u00eddicos distintos da Procuradoria-Geral do estado, admitindo-se apenas a manuten\u00e7\u00e3o das consultorias jur\u00eddicas j\u00e1 existentes<\/strong> quando do advento da nova ordem constitucional&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-5-2-3-resultado-final\"><a>5.2.3.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Resultado final.<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p>Com base nesse entendimento, o Plen\u00e1rio, por unanimidade, conheceu parcialmente da a\u00e7\u00e3o e, nessa extens\u00e3o, a julgou procedente para declarar a inconstitucionalidade do art. 88,&nbsp;caput, da Constitui\u00e7\u00e3o do Estado do Rio Grande do Norte, da \u00edntegra da Lei Complementar 518\/2014 e do art. 8\u00ba da Lei Complementar 424\/2010, ambas do Estado do Rio Grande do Norte. Ademais, com o fim de evitar o efeito repristinat\u00f3rio indesejado, declarou a n\u00e3o recep\u00e7\u00e3o da Lei estadual 5.542\/1986, a inconstitucionalidade da Lei estadual 6.623\/1994 e da Lei Complementar estadual 229\/2002, e a recep\u00e7\u00e3o da Lei estadual 5.542\/1986, nos estritos e tempor\u00e1rios termos do art. 69 do ADCT. Por fim, o Tribunal modulou os efeitos da declara\u00e7\u00e3o de inconstitucionalidade para (i) tornar o \u00f3rg\u00e3o de assessoria jur\u00eddica e os cargos de assessores jur\u00eddicos uma carreira em extin\u00e7\u00e3o; e (ii) impedir que seus atuais ocupantes exer\u00e7am fun\u00e7\u00f5es privativas relativas \u00e0 assessoria jur\u00eddica, sen\u00e3o sob a supervis\u00e3o direta de procuradores e procuradoras do estado.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-6-agentes-penitenciarios-concessao-de-porte-de-arma-de-fogo-por-norma-estadual\"><a>6.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Agentes penitenci\u00e1rios: concess\u00e3o de porte de arma de fogo por norma estadual<\/a><\/h2>\n\n\n\n<p><strong>A\u00c7\u00c3O DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 inconstitucional \u2014 por violar a compet\u00eancia privativa da Uni\u00e3o para legislar sobre direito penal e material b\u00e9lico (CF\/1988, art.&nbsp; 22, I e XXI) \u2014 norma estadual que concede, de forma incondicionada, o porte de arma de fogo a agentes penitenci\u00e1rios.<\/p>\n\n\n\n<p>ADI 5.076\/RO, relator Ministro Gilmar Mendes, julgamento virtual finalizado em 10.3.2023 (Info 1086)<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-6-1-situacao-fatica\"><a>6.1.&nbsp; Situa\u00e7\u00e3o F\u00c1TICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<p>O governador do Estado de Rond\u00f4nia ajuizou a ADI 5076 contra norma que disp\u00f5e sobre o porte de arma dos agentes penitenci\u00e1rios do Estado, aprovada pela Assembleia Legislativa rondoniense. A lei autoriza o porte de arma de fogo aos agentes penitenci\u00e1rios, ainda que fora de servi\u00e7o, em todo Estado de Rond\u00f4nia.<\/p>\n\n\n\n<p>Com base na Constitui\u00e7\u00e3o Federal, o governador alega que a Lei estadual apresenta inconstitucionalidade formal e material por v\u00edcio de iniciativa. Segundo ele, o porte de arma de fogo \u00e9 mat\u00e9ria relativa a direito penal, j\u00e1 que est\u00e1 relacionado ao uso de material b\u00e9lico. Assim, propor lei sobre esse tema seria de compet\u00eancia privativa da Uni\u00e3o, nos termos do artigo 21 (inciso VI) e artigo 22 (inciso XXI) da CF.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-6-2-analise-estrategica\"><a>6.2.&nbsp; An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-6-2-1-questao-juridica\"><a>6.2.1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Quest\u00e3o JUR\u00cdDICA.<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p>&nbsp;Lei 10.826\/2003: \u201cArt. 4\u00ba Para adquirir arma de fogo de uso permitido o interessado dever\u00e1, al\u00e9m de declarar a efetiva necessidade, atender aos seguintes requisitos: (&#8230;) III \u2013 comprova\u00e7\u00e3o de capacidade t\u00e9cnica e de aptid\u00e3o psicol\u00f3gica para o manuseio de arma de fogo, atestadas na forma disposta no regulamento desta Lei. (&#8230;) Art. 6<sup>o<\/sup>&nbsp;\u00c9 proibido o porte de arma de fogo em todo o territ\u00f3rio nacional, salvo para os casos previstos em legisla\u00e7\u00e3o pr\u00f3pria e para (&#8230;) VII \u2013 os integrantes do quadro efetivo dos agentes e guardas prisionais, os integrantes das escoltas de presos e as guardas portu\u00e1rias; \u00a7 1\u00ba As pessoas previstas nos incisos I, II, III, V e VI do caput deste artigo ter\u00e3o direito de portar arma de fogo de propriedade particular ou fornecida pela respectiva corpora\u00e7\u00e3o ou institui\u00e7\u00e3o, mesmo fora de servi\u00e7o, nos termos do regulamento desta Lei, com validade em \u00e2mbito nacional para aquelas constantes dos incisos I, II, V e VI. \u00a7 1\u00ba-B. Os integrantes do quadro efetivo de agentes e guardas prisionais poder\u00e3o portar arma de fogo de propriedade particular ou fornecida pela respectiva corpora\u00e7\u00e3o ou institui\u00e7\u00e3o, mesmo fora de servi\u00e7o, desde que estejam: I \u2013 submetidos a regime de dedica\u00e7\u00e3o exclusiva; II \u2013 sujeitos \u00e0 forma\u00e7\u00e3o funcional, nos termos do regulamento; e III \u2013 subordinados a mecanismos de fiscaliza\u00e7\u00e3o e de controle interno. (&#8230;) \u00a7 2\u00ba A autoriza\u00e7\u00e3o para o porte de arma de fogo aos integrantes das institui\u00e7\u00f5es descritas nos incisos V, VI, VII e X do caput deste artigo est\u00e1 condicionada \u00e0 comprova\u00e7\u00e3o do requisito a que se refere o inciso III do caput do art. 4\u00ba desta Lei nas condi\u00e7\u00f5es estabelecidas no regulamento desta Lei.\u201d<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-6-2-2-houve-invasao-de-competencia\"><a>6.2.2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Houve invas\u00e3o de compet\u00eancia?<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> <strong>Yeaph!!!<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Conforme jurisprud\u00eancia desta Corte, devidamente observado o sistema constitucional de reparti\u00e7\u00e3o de compet\u00eancias, n\u00e3o \u00e9 franqueada aos estados e ao Distrito Federal a prerrogativa de legislar sobre a mat\u00e9ria em debate, em especial porque tamb\u00e9m compete \u00e0 Uni\u00e3o autorizar e fiscalizar a produ\u00e7\u00e3o e o com\u00e9rcio de material b\u00e9lico (CF\/1988, art.&nbsp; 21, VI), o que lhe viabiliza definir os requisitos sobre o porte funcional de arma de fogo.<\/p>\n\n\n\n<p>Nesse contexto, o Estatuto do Desarmamento, lei federal que trata do tema, previu a possibilidade do porte de arma de fogo pelos agentes penitenci\u00e1rios em dedica\u00e7\u00e3o exclusiva, com forma\u00e7\u00e3o funcional e subordinados a mecanismos de fiscaliza\u00e7\u00e3o e de controle interno. Contudo, essa autoriza\u00e7\u00e3o dependeria necessariamente de comprova\u00e7\u00e3o da capacidade t\u00e9cnica e de aptid\u00e3o psicol\u00f3gica para o seu manuseio, atestadas nos termos dispostos no regulamento da lei.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>A previs\u00e3o contida na referida norma federal<\/strong> \u2014 editada com o objetivo de atender aos interesses p\u00fablicos priorit\u00e1rios e de fixar uma pol\u00edtica criminal nacional uniforme \u00e0 luz do pacto federativo, tratando de mat\u00e9rias de predominante interesse geral \u2014 <strong>n\u00e3o autorizou o porte de arma de fogo a agentes penitenci\u00e1rios de forma incondicionada, eis que sujeito ao preenchimento de requisitos espec\u00edficos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-6-2-3-resultado-final\"><a>6.2.3.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Resultado final.<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p>Com base nesse entendimento, o Plen\u00e1rio, por maioria, julgou procedente a a\u00e7\u00e3o para declarar a inconstitucionalidade da Lei 3.230\/2013, e, por arrastamento, da Lei 2.775\/2012, ambas do Estado de Rond\u00f4nia.<\/p>\n\n\n\n<h1 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-direito-previdenciario\"><a>DIREITO PREVIDENCI\u00c1RIO<\/a><\/h1>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-7-sistema-previdenciario-estadual-e-participacao-do-ministerio-publico\"><a>7.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Sistema previdenci\u00e1rio estadual e participa\u00e7\u00e3o do Minist\u00e9rio P\u00fablico<\/a><\/h2>\n\n\n\n<p><strong>A\u00c7\u00c3O DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>1. \u00c9 constitucional norma de lei estadual que imponha ao Minist\u00e9rio P\u00fablico (i) a vincula\u00e7\u00e3o ao regime pr\u00f3prio de previd\u00eancia social do respectivo ente federado; e (ii) a participa\u00e7\u00e3o, juntamente com os poderes e demais \u00f3rg\u00e3os aut\u00f4nomos, do custeio previdenci\u00e1rio. 2. \u00c9 inconstitucional norma de lei estadual que autorize a Secretaria de Estado de Fazenda a reter o valor correspondente \u00e0s contribui\u00e7\u00f5es previdenci\u00e1rias devidas pelo Minist\u00e9rio P\u00fablico, seus membros e servidores.<\/p>\n\n\n\n<p>ADI 4.824\/PI, relator Ministro Roberto Barroso, julgamento virtual finalizado em 10.3.2023 (Info 1086)<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-7-1-situacao-fatica\"><a>7.1.&nbsp; Situa\u00e7\u00e3o F\u00c1TICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<p>Na ADI 4824, a Associa\u00e7\u00e3o Nacional dos Membros do Minist\u00e9rio P\u00fablico (Conamp) questiona a inclus\u00e3o da express\u00e3o \u201cMinist\u00e9rio P\u00fablico\u201d, contida em alguns dispositivos das Leis Complementares 39\/2004 e 40\/2004, do Estado do Piau\u00ed, as quais tratam do regime pr\u00f3prio de previd\u00eancia social dos servidores p\u00fablicos estaduais.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo a associa\u00e7\u00e3o, as normas impugnadas determinam ao MP o recolhimento de contribui\u00e7\u00f5es de seus membros e servidores em atividade ou inativos e pensionistas. Assim, pelo plano de aposentadoria previsto, estabeleceu-se contribui\u00e7\u00e3o obrigat\u00f3ria e reten\u00e7\u00e3o de receitas para custeio da previd\u00eancia antes de seu repasse ao Minist\u00e9rio P\u00fablico. Para a entidade, tal ato ofende a autonomia administrativa e financeiro-or\u00e7ament\u00e1ria do Minist\u00e9rio P\u00fablico.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-7-2-analise-estrategica\"><a>7.2.&nbsp; An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-7-2-1-possivel-a-retencao-das-contribuicoes-na-fonte\"><a>7.2.1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Poss\u00edvel a reten\u00e7\u00e3o das contribui\u00e7\u00f5es na fonte?<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> <strong>Nooops!!!!<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 inconstitucional \u2014 por violar a independ\u00eancia do Minist\u00e9rio P\u00fablico \u2014 norma estadual que permite que a Secretaria de Fazenda do estado retenha, na fonte, as contribui\u00e7\u00f5es previdenci\u00e1rias devidas pelo \u00f3rg\u00e3o ministerial, e por seus membros e servidores.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>A autonomia financeira e or\u00e7ament\u00e1ria do&nbsp;Parquet&nbsp;envolve o direito de exigir o repasse das dota\u00e7\u00f5es or\u00e7ament\u00e1rias previstas em seu favor, em duod\u00e9cimos<\/strong>, at\u00e9 o dia 20 de cada m\u00eas (CF\/1988, art. 168), independentemente das circunst\u00e2ncias vivenciadas pelo ente pol\u00edtico, tais como crise econ\u00f4mica e calamidade financeira. Essa autonomia impede reten\u00e7\u00f5es ou contingenciamentos pelo Poder Executivo, devendo o repasse dos duod\u00e9cimos abranger a integralidade das verbas destinadas ao \u00f3rg\u00e3o aut\u00f4nomo,&nbsp;<a>ao qual cabe gerenciar os pr\u00f3prios recursos<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>E a norma que prev\u00ea a vincula\u00e7\u00e3o ao RPPS?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>A\u00ed tudo bem!!!<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>S\u00e3o constitucionais normas estaduais que imp\u00f5em: (i) a vincula\u00e7\u00e3o do Minist\u00e9rio P\u00fablico ao regime pr\u00f3prio de previd\u00eancia social daquela unidade federativa e (ii) a participa\u00e7\u00e3o do referido \u00f3rg\u00e3o no financiamento do sistema previdenci\u00e1rio estadual, inclusive mediante o custeio do abono de perman\u00eancia dos seus membros e servidores.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>\u00c9 uma imposi\u00e7\u00e3o constitucional a inclus\u00e3o de servidores e membros do Minist\u00e9rio P\u00fablico estadual no regime pr\u00f3prio de previd\u00eancia social do estado<\/strong>. O art. 40, \u00a7 20, da CF\/1988, inserido pela EC 41\/2003, estabeleceu a unicidade de regime previdenci\u00e1rio e de unidade gestora em cada ente federativo, vedando a exist\u00eancia de leis que privilegiem determinadas categorias do servi\u00e7o p\u00fablico.<\/p>\n\n\n\n<p><a><u>A \u00f3tica contributiva e solid\u00e1ria do regime de reparti\u00e7\u00e3o simples (CF\/1988, art. 40,&nbsp;caput) imp\u00f5e que o Estado tamb\u00e9m responda por eventuais insufici\u00eancias<\/u><\/a>, motivo pelo qual n\u00e3o se deve considerar apenas o Poder Executivo se o regime pr\u00f3prio de previd\u00eancia social \u00e9 \u00fanico para todo o ente federado.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-7-2-2-resultado-final\"><a>7.2.2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Resultado final.<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p>Com base nesses e em outros entendimentos, o Plen\u00e1rio, por unanimidade, julgou parcialmente procedente a a\u00e7\u00e3o para declarar a inconstitucionalidade do art. 7\u00ba da Lei Complementar 39\/2004 do Estado do Piau\u00ed.<a><\/a><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-8-sistema-previdenciario-estadual-e-participacao-do-poder-judiciario\"><a>8.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Sistema previdenci\u00e1rio estadual e participa\u00e7\u00e3o do Poder Judici\u00e1rio<\/a><\/h2>\n\n\n\n<p><strong>A\u00c7\u00c3O DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>1. \u00c9 constitucional norma de lei estadual que imponha ao Poder Judici\u00e1rio (i) participar, juntamente com os demais poderes e \u00f3rg\u00e3os aut\u00f4nomos, da cobertura de d\u00e9ficit e do custeio do regime pr\u00f3prio de previd\u00eancia social e (ii) realizar o pagamento do abono de perman\u00eancia dos seus membros e servidores. 2. \u00c9 inconstitucional norma de lei estadual que autorize a Secretaria de Estado de Fazenda a reter o valor correspondente \u00e0s contribui\u00e7\u00f5es previdenci\u00e1rias devidas pelo Poder Judici\u00e1rio, seus membros e servidores.<\/p>\n\n\n\n<p>ADI 4.859\/PI, relator Ministro Roberto Barroso, julgamento virtual finalizado em 10.3.2023 (Info 1086)<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-8-1-situacao-fatica\"><a>8.1.&nbsp; Situa\u00e7\u00e3o F\u00c1TICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<p>A Associa\u00e7\u00e3o dos Magistrados Brasileiros (AMB) requereu ao STF a suspens\u00e3o de dispositivos de duas leis complementares do Estado do Piau\u00ed que tratam da gest\u00e3o do Fundo de Previd\u00eancia Social dos servidores p\u00fablicos estaduais, a cargo do Instituto de Assist\u00eancia e Previd\u00eancia do Estado do Piau\u00ed (IAPEP).<\/p>\n\n\n\n<p>Na ADI 4859, a entidade questiona parte das Leis Complementares 39\/04 e 40\/04. Segundo a AMB, tais dispositivos imp\u00f5em a destina\u00e7\u00e3o de recursos do or\u00e7amento do Poder Judici\u00e1rio ao Fundo de Previd\u00eancia Social estadual, violando o princ\u00edpio da autonomia financeira do Poder Judici\u00e1rio previsto no artigo 99 da Constitui\u00e7\u00e3o Federal.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-8-2-analise-estrategica\"><a>8.2.&nbsp; An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-8-2-1-possivel-a-retencao-das-contribuicoes-na-fonte\"><a>8.2.1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Poss\u00edvel a reten\u00e7\u00e3o das contribui\u00e7\u00f5es na fonte?<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> <strong>Nooops!!!!<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 inconstitucional \u2014 por violar a independ\u00eancia do Poder Judici\u00e1rio \u2014 norma estadual que permite que a Secretaria de Fazenda do estado retenha, na fonte, as contribui\u00e7\u00f5es previdenci\u00e1rias devidas pelo Poder Judici\u00e1rio, e por seus membros e servidores.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>A autonomia financeira e or\u00e7ament\u00e1ria do Poder Judici\u00e1rio envolve o direito de exigir o repasse das dota\u00e7\u00f5es or\u00e7ament\u00e1rias previstas em seu favor<\/strong>, em duod\u00e9cimos,&nbsp;<a>at\u00e9 o dia 20 de cada m\u00eas (CF\/1988, art. 168),&nbsp;<\/a>independentemente das circunst\u00e2ncias vivenciadas pelo ente pol\u00edtico, tais como crise econ\u00f4mica e calamidade financeira. autonomia impede reten\u00e7\u00f5es ou contingenciamentos pelo Poder Executivo, devendo o repasse dos duod\u00e9cimos abranger a integralidade das verbas destinadas ao Poder Judici\u00e1rio, ao qual cabe gerenciar os pr\u00f3prios recursos.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>E a norma que prev\u00ea a participa\u00e7\u00e3o do Judici\u00e1rio de forma impositiva?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>A\u00ed OK!!!!<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>S\u00e3o constitucionais normas estaduais que imp\u00f5em a participa\u00e7\u00e3o do Poder Judici\u00e1rio no financiamento do sistema previdenci\u00e1rio estadual mediante (i) a cobertura de d\u00e9ficits e o custeio do regime pr\u00f3prio de previd\u00eancia social; (ii) o recolhimento da contribui\u00e7\u00e3o patronal relativa a seus servidores inativos e pensionistas; ou (iii) o custeio do abono de perman\u00eancia dos seus membros e servidores.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>A \u00f3tica contributiva e solid\u00e1ria do regime de reparti\u00e7\u00e3o simples (CF\/1988, art. 40,&nbsp;caput) imp\u00f5e que o Estado tamb\u00e9m responda por eventuais insufici\u00eancias<a>,<\/a><\/strong> motivo pelo qual n\u00e3o se deve considerar apenas o Poder Executivo se o regime pr\u00f3prio de previd\u00eancia social \u00e9 \u00fanico para todo o ente federado.<\/p>\n\n\n\n<p>No que se refere \u00e0 obriga\u00e7\u00e3o do Poder Judici\u00e1rio estadual de recolher a contribui\u00e7\u00e3o patronal relativa aos seus servidores inativos e pensionistas, o STF, com fundamento no princ\u00edpio da solidariedade, j\u00e1 reputou constitucional a cobran\u00e7a de contribui\u00e7\u00e3o por aposentados e pensionistas. Como decorr\u00eancia, a contribui\u00e7\u00e3o patronal deve continuar a ser paga pelo empregador, isto \u00e9, pelo \u00f3rg\u00e3o ou entidade de origem do servidor inativo ou instituidor da pens\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Relativamente ao custeio do abono de perman\u00eancia, trata-se de contrapresta\u00e7\u00e3o pela continuidade em servi\u00e7o para al\u00e9m do tempo necess\u00e1rio, de car\u00e1ter remunerat\u00f3rio. Assim sendo, compete a cada Poder ou \u00f3rg\u00e3o aut\u00f4nomo arcar com o pagamento dessa parcela para os respectivos membros e servidores p\u00fablicos.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-8-2-2-resultado-final\"><a>8.2.2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Resultado final.<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p>Com base nesses e em outros entendimentos, o Plen\u00e1rio, por unanimidade, conheceu em parte da a\u00e7\u00e3o e, nessa extens\u00e3o, a julgou parcialmente procedente para declarar a inconstitucionalidade do art. 7\u00ba da Lei Complementar 39\/2004 do Estado do Piau\u00ed.<\/p>\n\n\n\n<div data-wp-interactive=\"core\/file\" class=\"wp-block-file\"><object aria-label=\"Incorporar PDF\" data-wp-bind--hidden=\"!state.hasPdfPreview\" hidden><\/object><a id=\"wp-block-file--media-cf598fd3-cd7b-441c-ac1a-752abb87daf7\" href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2023\/03\/22020316\/stf-1086.pdf\">stf-1086<\/a><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2023\/03\/22020316\/stf-1086.pdf\" class=\"wp-block-file__button wp-element-button\" download aria-describedby=\"wp-block-file--media-cf598fd3-cd7b-441c-ac1a-752abb87daf7\">Baixar<\/a><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Informativo n\u00ba 1086 do STF\u00a0COMENTADO.\u00a0Fique ligado aqui\u00a0no Estrat\u00e9gia Carreiras Jur\u00eddicas! DOWNLOAD do PDF DIREITO ADMINISTRATIVO 1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Estatuto do Desarmamento e sua regulamenta\u00e7\u00e3o mediante decreto presidencial A\u00c7\u00c3O DIRETA DE CONSTITUCIONALIDADE Encontram-se presentes os requisitos para a concess\u00e3o da medida cautelar, pois (i) h\u00e1 plausibilidade jur\u00eddica quanto \u00e0 alega\u00e7\u00e3o de constitucionalidade e legalidade do Decreto 11.366\/2023; e [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":833,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"post_tipo":"article","footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"tax_estado":[],"class_list":["post-1190181","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-cursos-e-concursos"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO Premium plugin v27.2 (Yoast SEO v27.2) - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-premium-wordpress\/ -->\n<title>Informativo STF 1086 Comentado<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/informativo-stf-1086-comentado\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Informativo STF 1086 Comentado\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Informativo n\u00ba 1086 do STF\u00a0COMENTADO.\u00a0Fique ligado aqui\u00a0no Estrat\u00e9gia Carreiras Jur\u00eddicas! 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