{"id":1179141,"date":"2023-03-01T03:29:31","date_gmt":"2023-03-01T06:29:31","guid":{"rendered":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/?p=1179141"},"modified":"2023-03-01T03:29:33","modified_gmt":"2023-03-01T06:29:33","slug":"informativo-stf-1083-comentado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/informativo-stf-1083-comentado\/","title":{"rendered":"Informativo STF 1083 Comentado"},"content":{"rendered":"\n<p>Informativo n\u00ba 1083 do STF\u00a0<strong>COMENTADO.\u00a0<\/strong>Fique ligado aqui\u00a0no Estrat\u00e9gia Carreiras Jur\u00eddicas!<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><strong><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2023\/03\/01032900\/stf-1083.pdf\">DOWNLOAD do PDF<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"lyte-wrapper\" style=\"width:853px;max-width:100%;margin:5px;\"><div class=\"lyMe\" id=\"WYL_GcD3gVaX2mw\"><div id=\"lyte_GcD3gVaX2mw\" data-src=\"\/\/i.ytimg.com\/vi\/GcD3gVaX2mw\/hqdefault.jpg\" class=\"pL\"><div class=\"tC\"><div class=\"tT\"><\/div><\/div><div class=\"play\"><\/div><div class=\"ctrl\"><div class=\"Lctrl\"><\/div><div class=\"Rctrl\"><\/div><\/div><\/div><noscript><a href=\"https:\/\/youtu.be\/GcD3gVaX2mw\" rel=\"nofollow\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i.ytimg.com\/vi\/GcD3gVaX2mw\/0.jpg\" alt=\"YouTube video thumbnail\" width=\"853\" height=\"460\" \/><br \/>Assista a este v\u00eddeo no YouTube<\/a><\/noscript><\/div><\/div><div class=\"lL\" style=\"max-width:100%;width:853px;margin:5px;\"><\/div><figcaption><\/figcaption><\/figure>\n\n\n<h1 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-direito-administrativo\"><a>DIREITO ADMINISTRATIVO<\/a><\/h1>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-1-advogados-publicos-federais-e-retribuicao-por-substituicao-de-integrantes-que-nao-exercem-funcoes-previstas-em-lei\"><a>1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Advogados p\u00fablicos federais e retribui\u00e7\u00e3o por substitui\u00e7\u00e3o de integrantes que n\u00e3o exercem fun\u00e7\u00f5es previstas em lei<\/a><\/h2>\n\n\n\n<p><strong>A\u00c7\u00c3O DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o cabe ao Poder Judici\u00e1rio, sob o fundamento de isonomia, conceder retribui\u00e7\u00e3o por substitui\u00e7\u00e3o a advogados p\u00fablicos federais em hip\u00f3teses n\u00e3o previstas em lei.<\/p>\n\n\n\n<p>ADI 5.519\/DF, relator Ministro Roberto Barroso, julgamento virtual finalizado em 17.2.2023 (Info 1083)<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-1-1-situacao-fatica\"><a>1.1.&nbsp; Situa\u00e7\u00e3o F\u00c1TICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<p>A Associa\u00e7\u00e3o Nacional dos Advogados P\u00fablicos Federais (Anafe) ajuizou a ADI 5519 no STF contra dispositivo da Lei 8.112\/1990&nbsp; que concede retribui\u00e7\u00e3o pelo trabalho extraordin\u00e1rio resultante do ac\u00famulo de atribui\u00e7\u00f5es apenas aos procuradores federais que substituem colegas que estejam investidos em cargo ou fun\u00e7\u00e3o de dire\u00e7\u00e3o ou chefia e os que ocupam cargo de natureza especial, nos casos de impedimentos legais ou regulamentares do titular e na vac\u00e2ncia do cargo.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo a entidade &#8211; que representa membros da AGU -, a previs\u00e3o, constante do artigo 38, caput e par\u00e1grafos 1\u00ba e 2\u00ba da Lei 8.112\/1990, beneficiaria apenas um seleto grupo de advogados p\u00fablicos que acumulam atribui\u00e7\u00f5es, criando uma situa\u00e7\u00e3o anti-ison\u00f4mica, desproporcional e permitindo o benef\u00edcio da Administra\u00e7\u00e3o P\u00fablica quanto ao trabalho extraordin\u00e1rio prestado pelos demais advogados p\u00fablicos, sem que estes recebam a devida contrapresta\u00e7\u00e3o pelo esfor\u00e7o profissional.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-1-2-analise-estrategica\"><a>1.2.&nbsp; An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-1-2-1-questao-juridica\"><a>1.2.1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Quest\u00e3o JUR\u00cdDICA.<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p>Lei 8.112\/1990: \u201cArt. 38. Os servidores investidos em cargo ou fun\u00e7\u00e3o de dire\u00e7\u00e3o ou chefia e os ocupantes de cargo de Natureza Especial ter\u00e3o substitutos indicados no regimento interno ou, no caso de omiss\u00e3o, previamente designados pelo dirigente m\u00e1ximo do \u00f3rg\u00e3o ou entidade. (Reda\u00e7\u00e3o dada pela Lei n\u00ba 9.527, de 10.12.97) \u00a7 1\u00ba O substituto assumir\u00e1 autom\u00e1tica e cumulativamente, sem preju\u00edzo do cargo que ocupa, o exerc\u00edcio do cargo ou fun\u00e7\u00e3o de dire\u00e7\u00e3o ou chefia e os de Natureza Especial, nos afastamentos, impedimentos legais ou regulamentares do titular e na vac\u00e2ncia do cargo, hip\u00f3teses em que dever\u00e1 optar pela remunera\u00e7\u00e3o de um deles durante o respectivo per\u00edodo. (Reda\u00e7\u00e3o dada pela Lei n\u00ba 9.527, de 10.12.97) \u00a7 2\u00ba O substituto far\u00e1 jus \u00e0 retribui\u00e7\u00e3o pelo exerc\u00edcio do cargo ou fun\u00e7\u00e3o de dire\u00e7\u00e3o ou chefia ou de cargo de Natureza Especial, nos casos dos afastamentos ou impedimentos legais do titular, superiores a trinta dias consecutivos, paga na propor\u00e7\u00e3o dos dias de efetiva substitui\u00e7\u00e3o, que excederem o referido per\u00edodo. (Reda\u00e7\u00e3o dada pela Lei n\u00ba 9.527, de 10.12.97)\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Lei 11.358\/2006: \u201cArt. 5\u00ba Al\u00e9m das parcelas de que tratam os arts. 2\u00ba, 3\u00ba e 4\u00ba desta Lei, n\u00e3o s\u00e3o devidas aos integrantes das Carreiras a que se refere o art. 1\u00ba desta Lei as seguintes esp\u00e9cies remunerat\u00f3rias: (&#8230;) XI &#8211; adicional pela presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7o extraordin\u00e1rio;<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-1-2-2-pode-o-judiciario-entrar-na-parada\"><a>1.2.2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Pode o Judici\u00e1rio entrar na parada<\/a>?<\/h4>\n\n\n\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> <strong>Negativo!<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Por INEXISTIR norma constitucional que imponha o deferimento de retribui\u00e7\u00e3o financeira por substitui\u00e7\u00e3o a advogados p\u00fablicos federais que n\u00e3o exercem fun\u00e7\u00f5es expressamente especificadas em lei, a concess\u00e3o, ou n\u00e3o, de benef\u00edcio dessa natureza configura ju\u00edzo de DISCRICIONARIDADE do legislador ordin\u00e1rio, <strong>o que impede o Poder Judici\u00e1rio de faz\u00ea-lo.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A Lei 11.358\/2006, ao fixar a remunera\u00e7\u00e3o devida aos advogados p\u00fablicos federais, estabeleceu par\u00e2metros suficientes para remunerar esse grupo profissional pelo exerc\u00edcio das atividades inerentes ao cargo efetivo que ocupam, e EXCLUIU o adicional pela presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7o extraordin\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<p>Nesse contexto, <strong>o deferimento da retribui\u00e7\u00e3o questionada configuraria verdadeiro aumento de vencimentos por parte do Poder Judici\u00e1rio, em evidente afronta \u00e0 Constitui\u00e7\u00e3o Federal e \u00e0 pac\u00edfica jurisprud\u00eancia da Corte<\/strong> no sentido de vedar o aumento de vencimentos pelo Poder Judici\u00e1rio com base no princ\u00edpio da isonomia, na equipara\u00e7\u00e3o salarial e na extens\u00e3o do alcance de vantagens pecuni\u00e1rias previstas em norma infraconstitucional. Esse posicionamento, inclusive, foi consolidado com a edi\u00e7\u00e3o do enunciado da&nbsp;S\u00famula Vinculante 37.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-1-2-3-resultado-final\"><a>1.2.3.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Resultado final.<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p>Com base nesse entendimento, o Plen\u00e1rio, por unanimidade, julgou improcedente a a\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-2-poder-normativo-e-instituicao-do-sistema-integrado-de-transferencia-pelo-tribunal-de-contas-do-estado-do-parana\"><a>2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Poder normativo e institui\u00e7\u00e3o do Sistema Integrado de Transfer\u00eancia pelo Tribunal de Contas do Estado do Paran\u00e1<\/a><\/h2>\n\n\n\n<p><strong>A\u00c7\u00c3O DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 leg\u00edtima \u2014 desde que observados os respectivos limites de controle externo, a preced\u00eancia das disposi\u00e7\u00f5es legais (princ\u00edpio da legalidade) e as prerrogativas pr\u00f3prias conferidas aos \u00f3rg\u00e3os do Poder Executivo \u2014 a edi\u00e7\u00e3o de atos normativos por tribunais de contas estaduais com o objetivo de regulamentar procedimentalmente o exerc\u00edcio de suas compet\u00eancias constitucionais.<\/p>\n\n\n\n<p>ADI 4.872\/PR, relator Ministro Marco Aur\u00e9lio, redator do ac\u00f3rd\u00e3o Ministro Gilmar Mendes, julgamento finalizado em 15.2.2023 (Info 1083)<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-2-1-situacao-fatica\"><a>2.1.&nbsp; Situa\u00e7\u00e3o F\u00c1TICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<p>Na ADI 4872, o governo do Paran\u00e1 sustentava que v\u00e1rios dispositivos da Resolu\u00e7\u00e3o 28\/2011 do TCE-PR e da Instru\u00e7\u00e3o Normativa 61\/2011 do TCE-PR usurparam a compet\u00eancia do Legislativo e do Executivo, ao tratar de atividades e procedimentos de \u00f3rg\u00e3os administrativos deste Poder. Entre os pontos questionados estavam exig\u00eancias de formaliza\u00e7\u00e3o, documenta\u00e7\u00e3o e acompanhamento dos expedientes administrativos que, por for\u00e7a da legisla\u00e7\u00e3o, devem ser observados para a transfer\u00eancia desses recursos.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-2-2-analise-estrategica\"><a>2.2.&nbsp; An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-2-2-1-os-atos-normativos-encontram-amparo-na-cf\"><a>2.2.1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Os atos normativos encontram amparo na CF?<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> <strong>Yeaph!!!!<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>A inexist\u00eancia de um poder normativo expressamente previsto na Constitui\u00e7\u00e3o Federal serve como guia para a compreens\u00e3o do papel que essa atribui\u00e7\u00e3o infraconstitucional dos tribunais de contas deve desempenhar<\/strong>, assim como o estabelecimento de seus limites.<\/p>\n\n\n\n<p>Na esp\u00e9cie, verificou-se que o Tribunal de Contas do Estado do Paran\u00e1 N\u00c3O EXTRAPOLOU os limites de seu controle externo. <strong>As normas impugnadas<\/strong> \u2014 que, essencialmente, visam regulamentar as pr\u00e1ticas de fiscaliza\u00e7\u00e3o e a presta\u00e7\u00e3o de contas de recursos p\u00fablicos repassados a entidades privadas sem fins lucrativos, por meio do Sistema Integrado de Transfer\u00eancias (SIT) \u2014 <strong>n\u00e3o inovaram no ordenamento jur\u00eddico<\/strong>. O conte\u00fado delas \u00e9 meramente EXPLETIVO ou DECLARAT\u00d3RIO e, muitas das vezes, representa simples desenvolvimentos de dispositivos constantes em atos normativos prim\u00e1rios. Al\u00e9m disso, elas <strong>foram editadas em decorr\u00eancia de exig\u00eancias derivadas do pr\u00f3prio texto constitucional (CF\/1988, art. 71, par\u00e1grafo \u00fanico), cuja observ\u00e2ncia \u00e9 OBRIGAT\u00d3RIA por parte dos estados-membros<\/strong> (CF\/1988, art. 75).<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-2-2-2-resultado-final\"><a>2.2.2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Resultado final.<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p>Com base nesse entendimento, o Plen\u00e1rio, por maioria, conheceu em parte da a\u00e7\u00e3o e, na parte conhecida, a julgou improcedente.<\/p>\n\n\n\n<h1 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-direito-eleitoral\"><a>DIREITO ELEITORAL<\/a><\/h1>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-3-clausula-de-desempenho-individual-e-escolha-de-suplentes\"><a>3.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Cl\u00e1usula de desempenho individual e escolha de suplentes<\/a><\/h2>\n\n\n\n<p><strong>A\u00c7\u00c3O DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A exce\u00e7\u00e3o \u00e0 exig\u00eancia de vota\u00e7\u00e3o nominal m\u00ednima, prevista para a posse de suplentes, constante do art. 112, par\u00e1grafo \u00fanico, do C\u00f3digo Eleitoral, n\u00e3o ofende a Constitui\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>ADI 6.657\/DF, relator Ministro Roberto Barroso, julgamento virtual finalizado em 17.2.2023 (Info 1083)<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-3-1-situacao-fatica\"><a>3.1.&nbsp; Situa\u00e7\u00e3o F\u00c1TICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<p>Por meio da ADI 6657, o Partido Social Crist\u00e3o (PSC) pede a declara\u00e7\u00e3o de inconstitucionalidade parcial do artigo 112, par\u00e1grafo \u00fanico, do C\u00f3digo Eleitoral, com a reda\u00e7\u00e3o conferida pela minirreforma eleitoral de 2015 (Lei 13.165\/2015, artigo 4\u00ba). O dispositivo dispensa a necessidade de vota\u00e7\u00e3o nominal m\u00ednima para a defini\u00e7\u00e3o de suplentes de vereador e deputados estadual e federal.<\/p>\n\n\n\n<p>Na a\u00e7\u00e3o, o PSC alega que, ao permitir que suplentes sejam empossados nos cargos sem terem obtido vota\u00e7\u00e3o nominal de 10% do quociente eleitoral, a regra viola a soberania popular e a representa\u00e7\u00e3o proporcional adequada. Segundo o partido, a cl\u00e1usula de barreira \u00e9 uma exig\u00eancia legal para que o candidato, mesmo que suplente e diplomado, seja apto a tomar posse, e que aqueles que n\u00e3o obtiveram vota\u00e7\u00e3o m\u00ednima de 10% do quociente eleitoral ficam impedidos de serem empossados.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-3-2-analise-estrategica\"><a>3.2.&nbsp; An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-3-2-1-questao-juridica\"><a>3.2.1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Quest\u00e3o JUR\u00cdDICA.<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p>C\u00f3digo Eleitoral: \u201cArt. 108. Estar\u00e3o eleitos, entre os candidatos registrados por um partido que tenham obtido votos em n\u00famero igual ou superior a 10% (dez por cento) do quociente eleitoral, tantos quantos o respectivo quociente partid\u00e1rio indicar, na ordem da vota\u00e7\u00e3o nominal que cada um tenha recebido. (Reda\u00e7\u00e3o dada pela Lei n\u00ba14.211, de 2021) (&#8230;) Art.112. Considerar-se-\u00e3o suplentes da representa\u00e7\u00e3o partid\u00e1ria: (&#8230;) Par\u00e1grafo \u00fanico. Na defini\u00e7\u00e3o dos suplentes da representa\u00e7\u00e3o partid\u00e1ria, n\u00e3o h\u00e1 exig\u00eancia de vota\u00e7\u00e3o nominal m\u00ednima prevista pelo art. 108. (Inclu\u00eddo pela Lei n\u00ba 13.165, de 2015).\u201d<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-3-2-2-a-norma-ofende-a-cf\"><a>3.2.2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A norma ofende a CF?<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> <strong>Nooops!!!!<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 constitucional \u2014 por aus\u00eancia de viola\u00e7\u00e3o ao princ\u00edpio democr\u00e1tico ou ao sistema proporcional das elei\u00e7\u00f5es para o Poder Legislativo \u2014 a inexig\u00eancia de cl\u00e1usula de desempenho individual para a defini\u00e7\u00e3o de suplentes de vereador e de deputados federal e estadual<strong>.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Cabe \u00e0 legisla\u00e7\u00e3o infraconstitucional estabelecer os detalhes das regras atinentes ao sistema eleitoral proporcional<\/strong>, n\u00e3o sendo poss\u00edvel extrair qualquer interpreta\u00e7\u00e3o da Constitui\u00e7\u00e3o Federal que condicione a posse dos suplentes de parlamentares \u00e0 vota\u00e7\u00e3o m\u00ednima de 10% do quociente eleitoral.<\/p>\n\n\n\n<p>A pondera\u00e7\u00e3o legislativa se mostra RAZO\u00c1VEL e prestigia o sistema proporcional e os partidos pol\u00edticos, pois assegura que o partido do titular mantenha a sua REPRESENTATIVIDADE, mesmo no caso de posse do suplente, al\u00e9m de preservar uma linha partid\u00e1rio-ideol\u00f3gica que seja harmoniosa entre a pessoa que assumir\u00e1 o cargo legislativo e a que o deixou.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-3-2-3-resultado-final\"><a>3.2.3.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Resultado final.<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p>Com base nesse entendimento, o Plen\u00e1rio, por unanimidade, julgou improcedente a a\u00e7\u00e3o para assentar a constitucionalidade do art. 112, par\u00e1grafo \u00fanico, da Lei 4.737\/1965 (C\u00f3digo Eleitoral), na reda\u00e7\u00e3o dada pelo art. 4\u00ba da Lei 13.165\/2015.<\/p>\n\n\n\n<h1 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-direito-finaneiro\"><a>DIREITO FINANEIRO<\/a><\/h1>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-4-plano-de-auxilio-aos-estados-e-ao-distrito-federal-desistencia-e-nao-ajuizamento-de-acoes-judiciais-como-condicao-para-a-concessao-e-manutencao-dos-beneficios\"><a>4.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Plano de Aux\u00edlio aos estados e ao Distrito Federal: desist\u00eancia e n\u00e3o ajuizamento de a\u00e7\u00f5es judiciais como condi\u00e7\u00e3o para a concess\u00e3o e manuten\u00e7\u00e3o dos benef\u00edcios<\/a><\/h2>\n\n\n\n<p><strong>A\u00c7\u00c3O DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 constitucional a exig\u00eancia legal de ren\u00fancia expressa e irrevog\u00e1vel pelos Estados-membros ao direito em que se fundam a\u00e7\u00f5es judiciais que discutem d\u00edvida ou contrato objeto de renegocia\u00e7\u00e3o com a Uni\u00e3o<\/p>\n\n\n\n<p>ADI 7.168\/DF, relator Ministro Roberto Barroso, julgamento virtual finalizado em 17.2.2023 (Info 1083)<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-4-1-situacao-fatica\"><a>4.1.&nbsp; Situa\u00e7\u00e3o F\u00c1TICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<p>Por meio da ADI 7168, o Partido Republicano da Ordem Social (PROS) questiona no STF, altera\u00e7\u00f5es legais que preveem, como requisito para a ades\u00e3o ao regime de recupera\u00e7\u00e3o fiscal (RRF), a desist\u00eancia, pelos estados, de a\u00e7\u00f5es judiciais que discutam o pagamento da d\u00edvida da Uni\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>O dispositivo contestado \u00e9 o artigo 1\u00ba, par\u00e1grafo 8\u00ba, da Lei Complementar (LC) 156\/2016, que prev\u00ea que a Uni\u00e3o, nos contratos de refinanciamento de d\u00edvidas celebrados com os estados e o Distrito Federal, poder\u00e1 adotar prazo adicional de 240 meses para o pagamento das d\u00edvidas refinanciadas somente se o estado desistir de eventual a\u00e7\u00e3o judicial que envolva d\u00edvida ou contratos renegociados. A legenda pede, tamb\u00e9m, a suspens\u00e3o da efic\u00e1cia de dispositivos das Leis Complementares 159\/2017 e 178\/2021, que impuseram novos crit\u00e9rios e estabeleceram o Programa de Acompanhamento e Transpar\u00eancia Fiscal e o Plano de Promo\u00e7\u00e3o do Equil\u00edbrio Fiscal em nova formata\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-4-2-analise-estrategica\"><a>4.2.&nbsp; An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-4-2-1-questao-juridica\"><a>4.2.1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Quest\u00e3o JUR\u00cdDICA.<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p>LC 156\/2016: \u201cArt. 1<sup>o<\/sup>&nbsp; A Uni\u00e3o poder\u00e1 adotar, nos contratos de refinanciamento de d\u00edvidas celebrados com os Estados e o Distrito Federal com base na&nbsp;Lei n\u00ba 9.496, de 11 de setembro de 1997, e nos contratos de abertura de cr\u00e9dito firmados com os Estados ao amparo da&nbsp;Medida Provis\u00f3ria n\u00ba 2.192-70, de 24 de agosto de 2001, mediante celebra\u00e7\u00e3o de termo aditivo, o prazo adicional de at\u00e9 duzentos e quarenta meses para o pagamento das d\u00edvidas refinanciadas. (&#8230;) \u00a7 8\u00ba A concess\u00e3o do prazo adicional de at\u00e9 duzentos e quarenta meses de que trata o caput deste artigo e da redu\u00e7\u00e3o extraordin\u00e1ria da presta\u00e7\u00e3o mensal de que trata o art. 3\u00ba depende da desist\u00eancia de eventuais a\u00e7\u00f5es judiciais que tenham por objeto a d\u00edvida ou o contrato ora renegociados, sendo causa de rescis\u00e3o do termo aditivo a manuten\u00e7\u00e3o do lit\u00edgio ou o ajuizamento de novas a\u00e7\u00f5es.\u201d<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-4-2-2-a-exigencia-de-renuncia-encontra-amparo-constitucional\"><a>4.2.2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A exig\u00eancia de ren\u00fancia encontra amparo constitucional?<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> <strong>Yeaph!!!!<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 constitucional \u2014 por aus\u00eancia de ofensa aos princ\u00edpios da inafastabilidade da jurisdi\u00e7\u00e3o e aos postulados da razoabilidade e da proporcionalidade \u2014 dispositivo legal que, nos contratos de refinanciamento das d\u00edvidas dos estados e do Distrito Federal com a Uni\u00e3o, imp\u00f5e como condi\u00e7\u00e3o para a concess\u00e3o e a manuten\u00e7\u00e3o dos benef\u00edcios previstos na lei a desist\u00eancia e o n\u00e3o ajuizamento de a\u00e7\u00f5es judiciais que tenham por objeto a d\u00edvida ou o contrato renegociado<strong>.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A jurisprud\u00eancia da Corte, diante da faculdade em celebrar o termo aditivo de repactua\u00e7\u00e3o, j\u00e1 <strong>reconheceu o car\u00e1ter volunt\u00e1rio da ades\u00e3o ao programa de renegocia\u00e7\u00e3o da d\u00edvida previsto pela Lei Complementar (LC) 156\/2016, a qual estabelece o Plano de Aux\u00edlio aos estados e ao Distrito Federal<\/strong>. Nesse contexto, o ente devedor pode escolher se mant\u00e9m a discuss\u00e3o judicial sobre a d\u00edvida espec\u00edfica ou se, em ju\u00edzo de oportunidade e conveni\u00eancia, desiste do processo judicial correspondente para que o seu d\u00e9bito receba o tratamento mais ben\u00e9fico proporcionado pela lei.<\/p>\n\n\n\n<p>Essa exig\u00eancia legal tem por escopo a pr\u00f3pria concretiza\u00e7\u00e3o operacional do referido Plano de Aux\u00edlio, em especial a apura\u00e7\u00e3o e a consolida\u00e7\u00e3o segura dos saldos devedores, uma vez que elimina interfer\u00eancias externas, assegura previsibilidade aos contratantes e distribui de forma mais equitativa os \u00f4nus do ajuste entre as partes envolvidas.<\/p>\n\n\n\n<p>Ademais, <strong>a condi\u00e7\u00e3o imposta n\u00e3o gera situa\u00e7\u00e3o de vantagem desproporcional por parte da Uni\u00e3o, pois concede benesse financeira aos entes mediante a prorroga\u00e7\u00e3o do prazo de pagamento de seus d\u00e9bitos e a redu\u00e7\u00e3o dos valores das presta\u00e7\u00f5es mensais das d\u00edvidas<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-4-2-3-resultado-final\"><a>4.2.3.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Resultado final.<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p>Com base nesses entendimentos, o Plen\u00e1rio, por unanimidade, julgou improcedente a a\u00e7\u00e3o para declarar a constitucionalidade do art. 1\u00ba, \u00a7 8\u00ba, da LC 156\/2016.<\/p>\n\n\n\n<h1 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-direito-processual-penal\"><a>DIREITO PROCESSUAL PENAL<\/a><\/h1>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-5-policia-rodoviaria-federal-e-a-possibilidade-de-lavrar-termo-circunstanciado-em-casos-de-crime-federal-de-menor-potencial-ofensivo\"><a>5.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Pol\u00edcia Rodovi\u00e1ria Federal e a possibilidade de lavrar termo circunstanciado em casos de crime federal de menor potencial ofensivo<\/a><\/h2>\n\n\n\n<p><strong>A\u00c7\u00c3O DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O Termo Circunstanciado de Ocorr\u00eancia (TCO) n\u00e3o possui natureza investigativa, podendo ser lavrado por integrantes da pol\u00edcia judici\u00e1ria ou da pol\u00edcia administrativa.<\/p>\n\n\n\n<p>ADI 6.245\/DF, relator Ministro Roberto Barroso, julgamento virtual finalizado em 17.2.2023 (Info 1083)<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-5-1-situacao-fatica\"><a>5.1.&nbsp; Situa\u00e7\u00e3o F\u00c1TICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<p>A Associa\u00e7\u00e3o Nacional dos Delegados de Pol\u00edcia Federal ajuizou a ADI 6245 contra o artigo 6\u00ba do Decreto 10.073\/2019, que possibilita \u00e0 Pol\u00edcia Rodovi\u00e1ria Federal (PRF) lavrar termo circunstanciado de ocorr\u00eancia (TCO). Segundo a associa\u00e7\u00e3o, a norma usurpa a compet\u00eancia da Pol\u00edcia Federal e viola os princ\u00edpios da legalidade estrita, da efici\u00eancia e da supremacia do interesse p\u00fablico.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A entidade argumenta que a lavratura do TCO \u00e9 um procedimento jur\u00eddico e investigativo que visa apurar circunst\u00e2ncias, materialidade e autoria de infra\u00e7\u00f5es penais de menor potencial ofensivo, de forma semelhante ao que ocorre no inqu\u00e9rito policial. Assim, sustenta que esse instituto seria pr\u00f3prio da Pol\u00edcia Federal (pol\u00edcia judici\u00e1ria), e n\u00e3o da PRF (pol\u00edcia administrativa), a qual cabe exclusivamente o patrulhamento ostensivo das rodovias, nos termos da Constitui\u00e7\u00e3o Federal.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-5-2-analise-estrategica\"><a>5.2.&nbsp; An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-5-2-1-questao-juridica\"><a>5.2.1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Quest\u00e3o JUR\u00cdDICA.<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p>Decreto 10.073\/2019: \u201cArt. 6\u00ba O Anexo I ao Decreto n\u00ba 9.662, de 2019, passa a vigorar com as seguintes altera\u00e7\u00f5es: (&#8230;) \u2018Art. 47. \u00c0 Pol\u00edcia Rodovi\u00e1ria Federal cabe exercer as compet\u00eancias estabelecidas no \u00a7 2\u00ba do art. 144 da Constitui\u00e7\u00e3o, no art. 20 da Lei n\u00ba 9.503, de 23 de setembro de 1997 &#8211; C\u00f3digo de Tr\u00e2nsito Brasileiro, no Decreto n\u00ba 1.655, de 3 de outubro de 1995, e, especificamente. (&#8230;) XII &#8211; lavrar o termo circunstanciado de que trata o art. 69 da Lei n\u00ba 9.099, de 26 de setembro de 1995\u2019<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-5-2-2-tco-pela-policia-administrativa\"><a>5.2.2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; TCO pela pol\u00edcia administrativa?<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> <strong>Yeaph!!!!<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 constitucional \u2014 por aus\u00eancia de usurpa\u00e7\u00e3o das fun\u00e7\u00f5es das pol\u00edcias judici\u00e1rias \u2014 a prerrogativa conferida \u00e0 Pol\u00edcia Rodovi\u00e1ria Federal de lavrar termo circunstanciado de ocorr\u00eancia (TCO), o qual, diversamente do inqu\u00e9rito policial, n\u00e3o constitui ato de natureza investigativa,dada a sua finalidade de apenas constatar um fato e registr\u00e1-lo com detalhes.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>O TCO, nos moldes definidos pela&nbsp;Lei 9.099\/1995, destina-se a registrar ocorr\u00eancias de crimes de menor potencial ofensivo, sem dar margem a qualquer procedimento que acarrete dilig\u00eancias<\/strong> para esclarecimento dos fatos ou da autoria delitiva.<\/p>\n\n\n\n<p>Esta Corte j\u00e1 reputou constitucional a lavratura de TCO por autoridade policial que n\u00e3o seja delegado de pol\u00edcia, por considerar que essa atribui\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 exclusiva da pol\u00edcia judici\u00e1ria, tal como ocorre nos casos submetidos \u00e0 investiga\u00e7\u00e3o mediante inqu\u00e9rito policial.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-5-2-3-resultado-final\"><a>5.2.3.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Resultado final.<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p>Com base nesse entendimento, o Plen\u00e1rio, por unanimidade, em aprecia\u00e7\u00e3o conjunta, julgou improcedentes as a\u00e7\u00f5es para assentar a constitucionalidade do art. 6\u00ba do Decreto 10.073\/2019, na parte em que modificou o art. 47, XII, do Decreto 9.662\/2019.<\/p>\n\n\n\n<h1 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-direito-tributario\"><a>DIREITO TRIBUT\u00c1RIO<\/a><\/h1>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-6-prescricao-intercorrente-tributaria-e-prazo-de-um-ano-de-suspensao-da-execucao-fiscal\"><a>6.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Prescri\u00e7\u00e3o intercorrente tribut\u00e1ria e prazo de um ano de suspens\u00e3o da execu\u00e7\u00e3o fiscal<\/a><\/h2>\n\n\n\n<p><strong>RECURSO EXTRAORDIN\u00c1RIO<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 constitucional o art. 40 da Lei 6.830\/1980 (Lei de Execu\u00e7\u00e3o Fiscal \u2013 LEF), tendo natureza processual o prazo de um ano de suspens\u00e3o da execu\u00e7\u00e3o fiscal. Ap\u00f3s o decurso desse prazo, inicia-se automaticamente a contagem do prazo prescricional tribut\u00e1rio de cinco anos.<\/p>\n\n\n\n<p>RE 636.562\/SC, relator Ministro Roberto Barroso, julgamento virtual finalizado em 17.2.2023 (Info 1083)<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-6-1-situacao-fatica\"><a>6.1.&nbsp; Situa\u00e7\u00e3o F\u00c1TICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<p>A Uni\u00e3o ajuizou execu\u00e7\u00e3o fiscal em face da empresa Quer\u00eancia para cobrar cr\u00e9ditos tribut\u00e1rios relativos a contribui\u00e7\u00f5es previdenci\u00e1rias. O juiz suspendeu o curso do processo por um ano, conforme previsto na LEF. Ap\u00f3s mais de cinco anos desde o encerramento da suspens\u00e3o anual, sem nenhuma movimenta\u00e7\u00e3o do processo pela Uni\u00e3o, foi reconhecida a prescri\u00e7\u00e3o intercorrente, com a extin\u00e7\u00e3o do direito de cobran\u00e7a do cr\u00e9dito.<\/p>\n\n\n\n<p>O TRF-4, ao julgar apela\u00e7\u00e3o da sempre sedenta Uni\u00e3o, manteve a senten\u00e7a. No RE, a Fazenda Nacional questionou a constitucionalidade das regras que disciplinam a prescri\u00e7\u00e3o ocorrida no curso dos processos de execu\u00e7\u00e3o fiscal (prescri\u00e7\u00e3o intercorrente tribut\u00e1ria).<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-6-2-analise-estrategica\"><a>6.2.&nbsp; An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-6-2-1-questao-juridica\"><a>6.2.1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Quest\u00e3o JUR\u00cdDICA.<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p>LEF\/1980: \u201cArt. 40 &#8211; O Juiz suspender\u00e1 o curso da execu\u00e7\u00e3o, enquanto n\u00e3o for localizado o devedor ou encontrados bens sobre os quais possa recair a penhora, e, nesses casos, n\u00e3o correr\u00e1 o prazo de prescri\u00e7\u00e3o. \u00a7 1\u00ba \u2013 Suspenso o curso da execu\u00e7\u00e3o, ser\u00e1 aberta vista dos autos ao representante judicial da Fazenda P\u00fablica. \u00a7 2\u00ba \u2013 Decorrido o prazo m\u00e1ximo de 1 (um) ano, sem que seja localizado o devedor ou encontrados bens penhor\u00e1veis, o Juiz ordenar\u00e1 o arquivamento dos autos. \u00a7 3\u00ba \u2013 Encontrados que sejam, a qualquer tempo, o devedor ou os bens, ser\u00e3o desarquivados os autos para prosseguimento da execu\u00e7\u00e3o. \u00a7 4\u00ba \u2013 Se da decis\u00e3o que ordenar o arquivamento tiver decorrido o prazo prescricional, o juiz, depois de ouvida a Fazenda P\u00fablica, poder\u00e1, de of\u00edcio, reconhecer a prescri\u00e7\u00e3o intercorrente e decret\u00e1-la de imediato. \u00a7 5\u00ba \u2013 A manifesta\u00e7\u00e3o pr\u00e9via da Fazenda P\u00fablica prevista no \u00a7 4\u00ba deste artigo ser\u00e1 dispensada no caso de cobran\u00e7as judiciais cujo valor seja inferior ao m\u00ednimo fixado por ato do Ministro de Estado da Fazenda.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>CF\/1988: \u201cArt. 146. Cabe \u00e0 lei complementar: (&#8230;) III &#8211; estabelecer normas gerais em mat\u00e9ria de legisla\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria, especialmente sobre: (&#8230;) b) obriga\u00e7\u00e3o, lan\u00e7amento, cr\u00e9dito, prescri\u00e7\u00e3o e decad\u00eancia tribut\u00e1rios;\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>CTN\/1966: \u201cArt. 174. A a\u00e7\u00e3o para a cobran\u00e7a do cr\u00e9dito tribut\u00e1rio prescreve em cinco anos, contados da data da sua constitui\u00e7\u00e3o definitiva. Par\u00e1grafo \u00fanico. A prescri\u00e7\u00e3o se interrompe: I &#8211; pelo despacho do juiz que ordenar a cita\u00e7\u00e3o em execu\u00e7\u00e3o fiscal; (Reda\u00e7\u00e3o dada pela Lcp n\u00ba 118, de 2005) II &#8211; pelo protesto judicial; III &#8211; por qualquer ato judicial que constitua em mora o devedor; IV &#8211; por qualquer ato inequ\u00edvoco ainda que extrajudicial, que importe em reconhecimento do d\u00e9bito pelo devedor.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-6-2-2-a-norma-e-constitucional\"><a>6.2.2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A norma \u00e9 constitucional?<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> <strong>Yeaph!!!!<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 constitucional \u2014 por n\u00e3o afrontar a exig\u00eancia de lei complementar para tratar da mat\u00e9ria (CF\/1988, art. 146, III, \u201cb\u201d) \u2014 o art. 40 da LEF \u2014 lei ordin\u00e1ria nacional \u2014 quanto \u00e0 prescri\u00e7\u00e3o intercorrente tribut\u00e1ria e ao prazo de um ano de suspens\u00e3o da execu\u00e7\u00e3o fiscal. E o \u00a7 4\u00ba do aludido dispositivo deve ser lido de modo que, <strong>ap\u00f3s o decurso do prazo de um ano de suspens\u00e3o da execu\u00e7\u00e3o fiscal, a contagem do prazo de prescri\u00e7\u00e3o de cinco anos seja iniciada automaticamente<\/strong>.<a><\/a><\/p>\n\n\n\n<p>A compet\u00eancia privativa da Uni\u00e3o para legislar sobre direito processual (CF\/1988, art. 22, I), assim como a norma do art. 146, III,&nbsp;b, da CF\/1988, garantem a UNIFORMIDADE do tratamento da mat\u00e9ria em \u00e2mbito nacional e, consequentemente, a preserva\u00e7\u00e3o da ISONOMIA entre os sujeitos passivos nas execu\u00e7\u00f5es fiscais em todo o Pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n<p>Nesse contexto, inexiste v\u00edcio de inconstitucionalidade formal, pois o dispositivo impugnado, embora positivado mediante lei ordin\u00e1ria, n\u00e3o extrapola a norma constitucional a que atende. <strong>Ao estabelecer o termo inicial para a prescri\u00e7\u00e3o intercorrente, ele apenas prev\u00ea um marco processual para a contagem do prazo, sem que deixe de observar o prazo de cinco anos, estabelecido na Lei 5.172\/1966<\/strong> (C\u00f3digo Tribut\u00e1rio Nacional &#8211; CTN). Em outras palavras, o legislador ordin\u00e1rio se limitou a transpor o modelo estabelecido no art. 174 do CTN, adaptando-o \u00e0s particularidades da prescri\u00e7\u00e3o observada no curso de uma execu\u00e7\u00e3o fiscal.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Impedir o in\u00edcio autom\u00e1tico da contagem do prazo da prescri\u00e7\u00e3o intercorrente \u2014 ap\u00f3s o t\u00e9rmino da suspens\u00e3o \u2014 pode acarretar a ETERNIZA\u00c7\u00c3O das execu\u00e7\u00f5es fiscais, em contrariedade aos princ\u00edpios da seguran\u00e7a jur\u00eddica e do devido processo legal<\/strong>, bem como \u00e0 exig\u00eancia da razo\u00e1vel dura\u00e7\u00e3o do processo, o que justifica a necessidade de se conferir interpreta\u00e7\u00e3o conforme a Constitui\u00e7\u00e3o ao \u00a7 4\u00ba do art. 40 da LEF.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-6-2-3-resultado-final\"><a>6.2.3.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Resultado final.<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p>Com base nesse entendimento, o Plen\u00e1rio, por unanimidade, ao apreciar o&nbsp;Tema 390 da repercuss\u00e3o geral, negou provimento ao recurso extraordin\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-7-incidencia-de-iss-sobre-cessao-de-direito-de-uso-de-espacos-em-cemiterios-para-sepultamento\"><a>7.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Incid\u00eancia de ISS sobre cess\u00e3o de direito de uso de espa\u00e7os em cemit\u00e9rios para sepultamento<\/a><\/h2>\n\n\n\n<p><strong>A\u00c7\u00c3O DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 constitucional a incid\u00eancia de ISS sobre a cess\u00e3o de direito de uso de espa\u00e7os em cemit\u00e9rios para sepultamento, pois configura opera\u00e7\u00e3o mista que, como tal, engloba a presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7o consistente na guarda e conserva\u00e7\u00e3o de restos mortais inumados.<\/p>\n\n\n\n<p>ADI 5.869\/DF, relator Ministro Gilmar Mendes, julgamento virtual finalizado em 17.2.2023 (Info 1083)<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-7-1-situacao-fatica\"><a>7.1.&nbsp; Situa\u00e7\u00e3o F\u00c1TICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<p>A ADI 5869 foi ajuizada pela Acembra contra a altera\u00e7\u00e3o na lista de servi\u00e7os da Lei Complementar 116\/2003 \u2013 inclu\u00edda pelo artigo 3\u00ba da Lei Complementar 157\/2016 \u2013, que sujeita a cess\u00e3o de direito de uso de espa\u00e7os para sepultamento \u00e0 incid\u00eancia do ISS. Para a associa\u00e7\u00e3o, o dispositivo atacado viola o artigo 156, inciso III, da CF, sob o argumento de que a cess\u00e3o de uso de espa\u00e7os em cemit\u00e9rios para sepultamentos \u201cnitidamente n\u00e3o tem natureza de servi\u00e7o, mas t\u00e3o somente uma obriga\u00e7\u00e3o de dar\/disponibilizar o espa\u00e7o cedido\u201d, e, portanto, jamais poderia ser enquadrada como fato gerador do ISS.<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com a entidade, o dispositivo constitucional fixa a compet\u00eancia municipal para tributar servi\u00e7os de qualquer natureza, os quais dever\u00e3o ser definidos em lei complementar. Sustenta que, como o pr\u00f3prio nome do tributo indica, n\u00e3o se trata de imposto sobre atividades de qualquer natureza, mas sim sobre servi\u00e7os.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-7-2-analise-estrategica\"><a>7.2.&nbsp; An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-7-2-1-constitucional-a-incidencia-do-iss-pa-na-cova\"><a>7.2.1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Constitucional a incid\u00eancia do ISS <\/a>p\u00e1 na cova?<\/h4>\n\n\n\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> <strong>Com certeza!<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A jurisprud\u00eancia da Corte evoluiu substancialmente no que se refere \u00e0s hip\u00f3teses de incid\u00eancia do ISS: <strong>superou-se a classifica\u00e7\u00e3o eminentemente civilista de obriga\u00e7\u00f5es de dar ou de fazer para conferir maior relev\u00e2ncia \u00e0 lista de servi\u00e7os definida por lei complementar e ao car\u00e1ter imaterial da presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os<\/strong>. Nesse contexto, em que pese a dissocia\u00e7\u00e3o da \u201cpresta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7o\u201d da \u201cobriga\u00e7\u00e3o de fazer\u201d, mant\u00e9m-se a ideia de que o ISS incide sobre o oferecimento de utilidade a outrem, podendo se realizar, ou n\u00e3o, com \u201cobriga\u00e7\u00e3o de dar\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Na esp\u00e9cie, a inclus\u00e3o da atividade de \u201ccess\u00e3o de uso de espa\u00e7os em cemit\u00e9rios para sepultamento\u201d N\u00c3O se restringe a uma mera obriga\u00e7\u00e3o de dar, no sentido de loca\u00e7\u00e3o do espa\u00e7o f\u00edsico pura e simples, visto que tamb\u00e9m abrange a presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os relativos \u00e0 guarda ou \u00e0 cust\u00f3dia de cad\u00e1veres ou restos mortais, os quais se enquadram no conceito TRADICIONAL DE SERVI\u00c7OS.<\/p>\n\n\n\n<p>Ademais, <strong>as obriga\u00e7\u00f5es mistas (fornecimento de mercadoria conjunto com presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os) encontram-se sujeitas ao ISS, desde que previstas em lei complementar<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-7-2-2-resultado-final\"><a>7.2.2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Resultado final.<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p>Com base nesses entendimentos, o Plen\u00e1rio, por unanimidade, julgou improcedente a a\u00e7\u00e3o para reconhecer a constitucionalidade do subitem 25.05 da lista de servi\u00e7os anexa \u00e0 Lei Complementar 116\/2003, o qual prev\u00ea a incid\u00eancia do ISS sobre a cess\u00e3o de uso de espa\u00e7os em cemit\u00e9rios para sepultamento.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-8-trading-companies-venda-do-servico-de-frete-e-imunidade-tributaria\"><a>8.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; \u201cTrading companies\u201d: venda do servi\u00e7o de frete e imunidade tribut\u00e1ria<\/a><\/h2>\n\n\n\n<p><strong>EMBARGOS DE DIVERG\u00caNCIA NO RECURSO EXTRAORDIN\u00c1RIO<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o incide a contribui\u00e7\u00e3o para o PIS e a COFINS sobre as receitas auferidas pelo operador de transporte com o servi\u00e7o de frete contratado por&nbsp;trading companies.<\/p>\n\n\n\n<p>RE 1.367.071 AgR-EDv\/PR, relator Ministro Ricardo Lewandowski, redator do ac\u00f3rd\u00e3o Ministro Alexandre de Moraes, julgamento virtual finalizado em 17.2.2023 (Info 1083)<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-8-1-situacao-fatica\"><a>8.1.&nbsp; Situa\u00e7\u00e3o F\u00c1TICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<p>Trata-se de RE no qual \u00e9 questionado alcance da imunidade tribut\u00e1ria de exportadores sobre as receitas auferidas pelo operador de transporte com o servi\u00e7o de frete contratado por&nbsp;<em>trading companies<\/em>.<\/p>\n\n\n\n<p>Por se tratar de empresas comerciais que atuam como intermedi\u00e1rias entre empresas fabricantes e empresas compradoras, a Uni\u00e3o alegava em embargos no RE a diverg\u00eancia entre o entendimento da 1\u00aa Turma com julgados da 2\u00aa Turma que conclu\u00edram que a imunidade prevista no artigo 149, par\u00e1grafo segundo, inciso I, da Constitui\u00e7\u00e3o n\u00e3o se estende \u00e0s receitas do servi\u00e7o de transporte em territ\u00f3rio nacional de mercadorias destinadas \u00e0 exporta\u00e7\u00e3o. Segundo esse dispositivo, as contribui\u00e7\u00f5es sociais e de interven\u00e7\u00e3o no dom\u00ednio econ\u00f4mico n\u00e3o incidem sobre as receitas decorrentes de exporta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-8-2-analise-estrategica\"><a>8.2.&nbsp; An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-8-2-1-questao-juridica\"><a>8.2.1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Quest\u00e3o JUR\u00cdDICA.<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p>CF\/1988: \u201cArt. 149. Compete exclusivamente \u00e0 Uni\u00e3o instituir contribui\u00e7\u00f5es sociais, de interven\u00e7\u00e3o no dom\u00ednio econ\u00f4mico e de interesse das categorias profissionais ou econ\u00f4micas, como instrumento de sua atua\u00e7\u00e3o nas respectivas \u00e1reas, observado o disposto nos arts. 146, III, e 150, I e III, e sem preju\u00edzo do previsto no art. 195, \u00a7 6\u00ba, relativamente \u00e0s contribui\u00e7\u00f5es a que alude o dispositivo. (&#8230;) \u00a7 2\u00ba As contribui\u00e7\u00f5es sociais e de interven\u00e7\u00e3o no dom\u00ednio econ\u00f4mico de que trata o&nbsp;caput&nbsp;deste artigo: I &#8211; n\u00e3o incidir\u00e3o sobre as receitas decorrentes de exporta\u00e7\u00e3o;<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-8-2-2-ha-incidencia-de-pis-e-cofins\"><a>8.2.2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; H\u00e1 incid\u00eancia de PIS e COFINS?<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> <strong>Nooops!!!!<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A Corte j\u00e1 se manifestou no sentido de que <strong>o escopo da imunidade tribut\u00e1ria prevista no art. 149, \u00a7 2\u00ba, I, da Constitui\u00e7\u00e3o Federal \u00e9 a desonera\u00e7\u00e3o da carga tribut\u00e1ria sobre transa\u00e7\u00f5es comerciais que envolvam a venda para o exterior<\/strong>, evitando-se a INDESEJADA exporta\u00e7\u00e3o de tributos, a fim de tornar mais competitivos os produtos nacionais e contribuir para gera\u00e7\u00e3o de divisas e o desenvolvimento nacional.<\/p>\n\n\n\n<p>O pre\u00e7o do frete inclui a carga tribut\u00e1ria sobre ele incidente, a qual ser\u00e1 repassada para a opera\u00e7\u00e3o de exporta\u00e7\u00e3o, tanto realizada diretamente por uma empresa exportadora quanto por uma&nbsp;<em>trading company&nbsp;<\/em>(comercial exportadora com fins espec\u00edficos de exporta\u00e7\u00e3o). Assim, <strong>caso se admita a incid\u00eancia tribut\u00e1ria nessa hip\u00f3tese, frustra-se o principal objetivo pretendido pelo constituinte, que \u00e9 a desonera\u00e7\u00e3o das exporta\u00e7\u00f5es<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-8-2-3-resultado-final\"><a>8.2.3.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Resultado final.<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p>Nesse contexto, apesar de o presente caso apresentar situa\u00e7\u00e3o f\u00e1tica diversa da que foi objeto de an\u00e1lise quando da fixa\u00e7\u00e3o da tese do\u00a0Tema 674 da repercuss\u00e3o geral, os fundamentos adotados nesse \u00faltimo s\u00e3o suficientes para assegurar que a norma imunizante tamb\u00e9m alcance as receitas oriundas do servi\u00e7o de frete destinado \u00e0 mercadoria a ser exportada, seja a empresa contratante a pr\u00f3pria exportadora ou a comercial exportadora. Isso porque, no referido precedente, o ponto determinante da decis\u00e3o n\u00e3o foi quanto ao fato da venda ao exterior ter sido realizada de forma direta ou indireta, mas que o seu fim espec\u00edfico fosse o de destinar um produto \u00e0 exporta\u00e7\u00e3o. Com base nesse entendimento, o Plen\u00e1rio, por maioria, negou provimento aos embargos de diverg\u00eancia e confirmou o ac\u00f3rd\u00e3o recorrido que deu provimento ao recurso extraordin\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<div data-wp-interactive=\"core\/file\" class=\"wp-block-file\"><object aria-label=\"Incorporar PDF\" data-wp-bind--hidden=\"!state.hasPdfPreview\" hidden><\/object><a id=\"wp-block-file--media-3f0b7647-bd60-494a-97b5-a7251a59d41a\" href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2023\/03\/01032900\/stf-1083.pdf\">stf-1083<\/a><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2023\/03\/01032900\/stf-1083.pdf\" class=\"wp-block-file__button wp-element-button\" download aria-describedby=\"wp-block-file--media-3f0b7647-bd60-494a-97b5-a7251a59d41a\">Baixar<\/a><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Informativo n\u00ba 1083 do STF\u00a0COMENTADO.\u00a0Fique ligado aqui\u00a0no Estrat\u00e9gia Carreiras Jur\u00eddicas! DOWNLOAD do PDF DIREITO ADMINISTRATIVO 1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Advogados p\u00fablicos federais e retribui\u00e7\u00e3o por substitui\u00e7\u00e3o de integrantes que n\u00e3o exercem fun\u00e7\u00f5es previstas em lei A\u00c7\u00c3O DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE N\u00e3o cabe ao Poder Judici\u00e1rio, sob o fundamento de isonomia, conceder retribui\u00e7\u00e3o por substitui\u00e7\u00e3o a advogados p\u00fablicos federais em [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":833,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"post_tipo":"article","footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"tax_estado":[],"class_list":["post-1179141","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-cursos-e-concursos"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO Premium plugin v27.2 (Yoast SEO v27.2) - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-premium-wordpress\/ -->\n<title>Informativo STF 1083 Comentado<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/informativo-stf-1083-comentado\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Informativo STF 1083 Comentado\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Informativo n\u00ba 1083 do STF\u00a0COMENTADO.\u00a0Fique ligado aqui\u00a0no Estrat\u00e9gia Carreiras Jur\u00eddicas! 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