{"id":115717,"date":"2018-04-11T00:58:23","date_gmt":"2018-04-11T03:58:23","guid":{"rendered":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/?p=115717"},"modified":"2023-05-23T09:23:56","modified_gmt":"2023-05-23T12:23:56","slug":"prova-comentada-ale-rs-arquiteto","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/prova-comentada-ale-rs-arquiteto\/","title":{"rendered":"PROVA COMENTADA ALE RS ARQUITETO"},"content":{"rendered":"<p>Pessoal,<\/p>\n<p>Segue a prova COMENTADA ALE RS ARQUITETO da FUNDATEC! (aplicada em 08\/04\/2018)<\/p>\n<p>N\u00c3O VISLUMBREI POSSIBILIDADE DE RECURSO.<\/p>\n<p><strong>QUEST\u00c3O 41 \u2013<\/strong> O modelo de arquitetura e urbanismo conhecido como Modernista &#8230; Assinale a alternativa que n\u00e3o corresponde&#8230;<\/p>\n<table>\n<tbody>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" width=\"599\"><strong>Coment\u00e1rio:<\/strong><\/p>\n<p>Vamos relembrar os cinco pontos da Arquitetura Moderna de Le Corbusier?<\/p>\n<p>\u00b7\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Planta livre: atrav\u00e9s de uma estrutura independente permite a livre loca\u00e7\u00e3o das paredes, j\u00e1 que estas n\u00e3o mais precisam exercer a fun\u00e7\u00e3o estrutural.<\/p>\n<p>\u00b7\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Terra\u00e7o Jardim: &#8220;recupera&#8221; o solo ocupado pelo pr\u00e9dio, &#8220;transferindo-o&#8221; para cima do pr\u00e9dio na forma de um jardim.<\/p>\n<p>\u00b7\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Fachada livre: resulta igualmente da independ\u00eancia da estrutura. Assim, a fachada pode ser projetada sem impedimentos.<\/p>\n<p>\u00b7\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Janelas em fita: possibilitadas pela fachada livre, permitem uma rela\u00e7\u00e3o desimpedida com a paisagem.<\/p>\n<p>\u00b7\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Pilotis: sistema de pilares que elevam o pr\u00e9dio do ch\u00e3o, permitindo o tr\u00e2nsito por debaixo do mesmo.<\/p>\n<p>A alternativa incorreta \u00e9: \u201cdisposi\u00e7\u00e3o de estrutura dependente e ornamentos discretos, tanto interna, como externamente\u201d.<\/p>\n<p>A estrutura independente e a aus\u00eancia de ornamento \u00e9 que s\u00e3o caracter\u00edsticas da arquitetura moderna.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"300\"><strong>Gabarito: alternativa<\/strong><\/td>\n<td width=\"299\"><strong>E<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong>QUEST\u00c3O 42 <\/strong>\u2013 &#8230; Dentre os arquitetos modernistas brasileiros que se destacam, encontra-se Affonso Eduardo Reidy. Qual obra N\u00c3O teve participa\u00e7\u00e3o desse arquiteto em seu projeto?<\/p>\n<table>\n<tbody>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" width=\"599\"><strong>Coment\u00e1rio:<\/strong><\/p>\n<p>As seguintes obras tiveram a participa\u00e7\u00e3o de Affonso Eduardo Reidy:<\/p>\n<p>\u00b7\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.<\/p>\n<p>\u00b7\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Edif\u00edcios e Equipamentos do Parque do Flamengo.<\/p>\n<p>\u00b7\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Conjunto Residencial Pedregulho.<\/p>\n<p>\u00b7\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Col\u00e9gio Experimental Paraguai-Brasil.<\/p>\n<p>O Hospital Sul-Am\u00e9rica &#8211; Hospital da Lagoa &#8211; tem como autores Oscar Niemeyer e H\u00e9lio Uchoa.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"300\"><strong>Gabarito: alternativa<\/strong><\/td>\n<td width=\"299\"><strong>B<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong>QUEST\u00c3O 43 <\/strong>\u2013 &#8230; F\u00e1bio Duarte (1999) menciona o conceito de arquitetura virtual, proposto por Peter Weibel, como aquela que \u00e9 constru\u00edda como interface mediada por m\u00e1quinas inteligentes entre usu\u00e1rios e ambiente. Sendo assim, analise as assertivas abaixo:<\/p>\n<p>&#8230;<\/p>\n<p>Quais s\u00e3o as INCORRETAS?<\/p>\n<table>\n<tbody>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" width=\"599\"><strong>Coment\u00e1rio:<\/strong><\/p>\n<p>A \u00fanica incorreta \u00e9 a:<\/p>\n<p>II. Os meios eletr\u00f4nicos da realidade virtual podem construir uma arquitetura multifuncional, multissensorial, <span style=\"text-decoration: line-through;\">com restri\u00e7\u00f5es multidimensionais.<\/span><\/p>\n<p><strong><em>I CAP\u00cdTULO 10<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>INCORPORA\u00c7\u00c3O: Tecnologias Eletr\u00f4nicas e Arquitetura<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>10.1 Ambientes Virtuais: Peter Weibel<\/em><\/strong><\/p>\n<p><em>Peter Weibel, artista e cientista, por diversos anos foi coordenador do Festival ARS Eletr\u00f4nica realizado em Linz, na \u00c1ustria, onde se encontram profissionais de diversas \u00e1reas para discutir as influ\u00eancias das m\u00eddias contempor\u00e2neas no conhecimento humano. Em 1989 nomeou Arquitetura Virtual a arquitetura que se constr\u00f3i como uma interface mediada por m\u00e1quinas inteligentes entre os usu\u00e1rios e o ambiente, numa rela\u00e7\u00e3o comunicacional de entrada (&#8220;input&#8221;) e sa\u00edda (&#8220;output&#8221;), onde cada a\u00e7\u00e3o do usu\u00e1rio reflete no conjunto ambiental ou as pr\u00f3prias modifica\u00e7\u00f5es do ambiente refletem na apreens\u00e3o espacial do usu\u00e1rio &#8211; essas rela\u00e7\u00f5es traduzidas de um para outro por computadores e dispositivos eletr\u00f4nicos. Assim, os meios eletr\u00f4nicos poderiam construir uma arquitetura multifuncional, multidimensional, multisensorial e multinterpretativa.<\/em><\/p>\n<p><em>Desse modo, a no\u00e7\u00e3o de Arquitetura Virtual n\u00e3o se restringe a imagens 3D geradas em computador de um projeto arquitet\u00f4nico est\u00e1tico e com concep\u00e7\u00f5es cartesianas do espa\u00e7o, mas na intera\u00e7\u00e3o proporcionada pelas tecnologias eletr\u00f4nicas e digitais amplificando as possibilidades de apreens\u00e3o dos ambientes.<\/em><\/p>\n<p><em>Peter Weibel prop\u00f5e que isso \u00e9 uma possibilidade de se desvencilhar o pensar<\/em><\/p>\n<p><em>arquitetura como jogos de pe\u00e7as e materiais, e sim que potencializa a dissolu\u00e7\u00e3o &#8220;da materialidade do edif\u00edcio&#8221;.<\/em><\/p>\n<p><em>(&#8230;)<\/em><\/p>\n<p><strong><em>CAP\u00cdTULO 11<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>IMERSAO: Simula\u00e7\u00f5es<\/em><\/strong><em> <strong>Digitais de Arquitetura<\/strong><\/em><\/p>\n<p><strong><em>11.1 Modelos e Simula\u00e7\u00f5es<\/em><\/strong><\/p>\n<p><em>\u00c9 hoje um tanto comum, mesmo em bancas de revistas, encontrar publica\u00e7\u00f5es a respeito de &#8220;Arquitetura Virtual&#8221;. Normalmente s\u00e3o produtos realizados em softwares de aux\u00edlio ao desenho, como o AutoCad, e posteriormente texturizados e animados em outros softwares, como o 3D Studio, entre outros. Esse instrumental tem grande valia nos escrit\u00f3rios de arquitetura por v\u00e1rios motivos, entre eles a otimiza\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os: a partir de um \u00fanico desenho completo e simulado no computador e poss\u00edvel se reproduzir quantas plantas, cortes e fachadas necess\u00e1rias em quaisquer escalas desejadas; e h\u00e1 tamb\u00e9m o valor comercial da simula\u00e7\u00e3o, possibilitando, por exemplo, a experimenta\u00e7\u00e3o das cores e materiais a serem utilizados no edif\u00edcio. Contudo, uma ferramenta que agora vem sendo mais explorada pelos profissionais da \u00e1rea \u00e9 a pr\u00f3pria simula\u00e7\u00e3o: construindo um edif\u00edcio simulado no computador, \u00e9 poss\u00edvel sintetizar uma s\u00e9rie de imagens e mesmo fazer anima\u00e7\u00f5es por percursos que ser\u00e3o importantes na apreens\u00e3o do objeto arquitet\u00f4nico quando da sua realiza\u00e7\u00e3o.<\/em><\/p>\n<p><em>Philippe Qu\u00e9au, respons\u00e1vel pela organiza\u00e7\u00e3o do lmagina, festival de realizadores em imagens eletr\u00f4nica que tem encontros anuais em M\u00f4naco, coloca que as imagens virtuais s\u00e3o, al\u00e9m de apenas imagens, possibilidades de explora\u00e7\u00f5es, pois s\u00e3o apenas representa\u00e7\u00f5es de modelos que possuem infinitas dimens\u00f5es, podendo trazer \u00e0 tona as ideias que engendram.<\/em><\/p>\n<p><em>Dessa maneira, \u00e9 importante considerar os trabalhos de simula\u00e7\u00e3o de arquitetura como fundamentais \u00e0s experiencia\u00e7\u00f5es pr\u00e9vias de projetos; &#8230;<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"300\"><strong>Gabarito: alternativa<\/strong><\/td>\n<td width=\"299\"><strong>B<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong>QUEST\u00c3O 44 <\/strong>\u2013 De acordo com Limmer (1997), &#8230; Assinale a alternativa que N\u00c3O faz parte dos custos administrativos.<\/p>\n<table>\n<tbody>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" width=\"599\"><strong>Coment\u00e1rio:<\/strong><\/p>\n<p>Segundo Limmer, temos pelo menos, dois tipos de custos:<\/p>\n<p>\u00b7\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <strong>Custo direto<\/strong>: gasto feito com insumos como m\u00e3o-de-obra, materiais e, ainda, equipamentos e meios, incorporados ou n\u00e3o ao produto;<\/p>\n<p>\u00b7\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <strong>Custo indireto<\/strong>: somat\u00f3rio de todos os gastos com elementos coadjuvantes necess\u00e1rios \u00e0 correta elabora\u00e7\u00e3o do produto ou, ent\u00e3o, de gastos de dif\u00edcil aloca\u00e7\u00e3o a uma determinada atividade ou servi\u00e7o, sendo por isso dilu\u00eddos por certo grupo de atividades ou mesmo pelo projeto todo.<\/p>\n<p>Segundo o mesmo autor, os custos indiretos de administra\u00e7\u00e3o s\u00e3o estimados, geralmente, pela aplica\u00e7\u00e3o de um percentual sobre os custos diretos de produ\u00e7\u00e3o, sendo este percentual determinado em fun\u00e7\u00e3o do efetivo necess\u00e1rio \u00e0 administra\u00e7\u00e3o do projeto.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"300\"><strong>Gabarito: alternativa<\/strong><\/td>\n<td width=\"299\"><strong>E<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong>QUEST\u00c3O 45 <\/strong>\u2013 Para avalia\u00e7\u00e3o do desempenho de edifica\u00e7\u00f5es, quanto a sua adequa\u00e7\u00e3o ao clima&#8230;<\/p>\n<table>\n<tbody>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" width=\"599\"><strong>Coment\u00e1rio:<\/strong><\/p>\n<p>A avalia\u00e7\u00e3o do desempenho t\u00e9rmico de uma edifica\u00e7\u00e3o engloba a resposta global do projeto arquitet\u00f4nico proposto em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s trocas t\u00e9rmicas entre o ambiente constru\u00eddo e o ambiente externo, onde a caracteriza\u00e7\u00e3o das condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas locais \u00e9 uma das etapas mais importantes. As condi\u00e7\u00f5es de exposi\u00e7\u00e3o da edifica\u00e7\u00e3o ao clima s\u00e3o caracterizadas pelos valores locais hor\u00e1rios da radia\u00e7\u00e3o solar, da temperatura e umidade relativa do ar e, tamb\u00e9m, pela velocidade predominante do vento.<\/p>\n<p><strong>(V)<\/strong> Conhecimento do clima local, principalmente em termos das vari\u00e1veis de que \u00e9 fun\u00e7\u00e3o o conforto t\u00e9rmico (temperatura do ar, umidade relativa do ar, radia\u00e7\u00e3o solar e ventos).<\/p>\n<p><strong>(V)<\/strong> Escolha dos dados clim\u00e1ticos para o projeto de ambiente t\u00e9rmico.<\/p>\n<p><em>O ambiente t\u00e9rmico pode ser definido como o conjunto das vari\u00e1veis t\u00e9rmicas do posto de trabalho que influenciam o organismo do trabalhador, sendo assim um fator importante que interv\u00e9m, de forma direta ou indireta na sa\u00fade e bem estar do mesmo, e na realiza\u00e7\u00e3o das tarefas que lhe est\u00e3o atribu\u00eddas.<\/em><\/p>\n<p><em>Um ambiente neutro ou confort\u00e1vel \u00e9 um ambiente que permite que a produ\u00e7\u00e3o de calor metab\u00f3lico, se equilibre com as trocas de calor (perdas e\/ou ganhos) provenientes do ar \u00e0 volta do trabalhador. Fora desta situa\u00e7\u00e3o de equil\u00edbrio, podem existir situa\u00e7\u00f5es adversas em que a troca de energia calor\u00edfica constitui um risco para a sa\u00fade da pessoa, pois mesmo tendo em conta os mecanismos de termorregula\u00e7\u00e3o do organismo, n\u00e3o conseguem manter a temperatura interna constante e adequada. Nestas situa\u00e7\u00f5es pode-se falar de stress t\u00e9rmico, por calor ou frio.<\/em><\/p>\n<p><em>AVALIA\u00c7\u00c3O DO AMBIENTE T\u00c9RMICO<\/em><\/p>\n<p><em>Para avaliar as situa\u00e7\u00f5es a que est\u00e1 submetido um trabalhador exposto a determinadas condi\u00e7\u00f5es ambientais e de trabalho utilizam-se m\u00e9todos ou crit\u00e9rios objetivos, que se determinam principalmente em fun\u00e7\u00e3o de:<\/em><\/p>\n<p><em>\u2022 temperatura do ar;<\/em><\/p>\n<p><em>\u2022 humidade do ar;<\/em><\/p>\n<p><em>\u2022 calor radiante;<\/em><\/p>\n<p><em>\u2022 velocidade do ar;<\/em><\/p>\n<p><em>\u2022 metabolismo;<\/em><\/p>\n<p><em>\u2022 vestu\u00e1rio.<\/em><\/p>\n<p><em>Conforto t\u00e9rmico \u00e9 definido pela ISO 7730 como \u201cum estado de esp\u00edrito que expressa satisfa\u00e7\u00e3o com o ambiente que envolve uma pessoa (nem quente nem frio)\u201d.<\/em><\/p>\n<p><em>\u00c9 portanto, uma sensa\u00e7\u00e3o subjetiva que depende de aspetos biol\u00f3gicos, f\u00edsicos e emocionais dos ocupantes, n\u00e3o sendo desta forma, poss\u00edvel satisfazer a todos os indiv\u00edduos que ocupam um recinto, com uma determinada condi\u00e7\u00e3o t\u00e9rmica.<\/em><\/p>\n<p><strong>(V)<\/strong> Ado\u00e7\u00e3o do partido arquitet\u00f4nico cujas caracter\u00edsticas sejam adequadas ao clima, ao entorno e \u00e0s fun\u00e7\u00f5es do edif\u00edcio.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"300\"><strong>Gabarito: alternativa<\/strong><\/td>\n<td width=\"299\"><strong>B<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong>QUEST\u00c3O 46 <\/strong>\u2013 No livro \u201cEm busca de uma arquitetura suatent\u00e1vel para os tr\u00f3picos\u201d Corbela &amp; Yannas (2010)<\/p>\n<table>\n<tbody>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" width=\"599\"><strong>Coment\u00e1rio:<\/strong><\/p>\n<p>Segundo Corbella &amp; Yannas, o objetivo do projeto de Arquitetura Bioclim\u00e1tica \u00e9 prover um ambiente constru\u00eddo com conforto f\u00edsico, sadio e agrad\u00e1vel, adaptado ao clima local, que minimize o consumo de energia convencional e precise da instala\u00e7\u00e3o da menor pot\u00eancia el\u00e9trica poss\u00edvel, o que tamb\u00e9m leva \u00e0 m\u00ednima produ\u00e7\u00e3o de polui\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>As estrat\u00e9gias sugeridas para clima tropical \u00famido s\u00e3o:<\/p>\n<p>1.\u00a0\u00a0 Controlar ganhos de calor.<\/p>\n<p>2.\u00a0\u00a0 Dissipar a energia t\u00e9rmica do interior do edif\u00edcio.<\/p>\n<p>3.\u00a0\u00a0 Remover a umidade em excesso e promover o movimento de ar.<\/p>\n<p>4.\u00a0\u00a0 Promover o uso da ilumina\u00e7\u00e3o natural.<\/p>\n<p>5.\u00a0\u00a0 Controlar o ru\u00eddo.<\/p>\n<p>Para promover o uso da ilumina\u00e7\u00e3o natural, devem ser estudadas as aberturas que deixar\u00e3o entrar a luz natural, sem permitir a entrada da radia\u00e7\u00e3o solar direta. Isto se conjuga com a necessidade de controlar a carga t\u00e9rmica provinda da energia solar.<\/p>\n<p>Segundo os mesmos autores, o projeto de ilumina\u00e7\u00e3o deve ter como base a complementa\u00e7\u00e3o e n\u00e3o a substitui\u00e7\u00e3o da ilumina\u00e7\u00e3o natural pela el\u00e9trica.<\/p>\n<p>As estrat\u00e9gias para conseguir uma boa ilumina\u00e7\u00e3o natural s\u00e3o: (Corbella &amp; Yannas, 2009)<\/p>\n<p>\u00b7\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Organiza\u00e7\u00e3o dos espa\u00e7os interiores compat\u00edvel com a forma e a melhor orienta\u00e7\u00e3o;<\/p>\n<p>\u00b7\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Estudo da localiza\u00e7\u00e3o, forma e dimens\u00f5es das aberturas;<\/p>\n<p>\u00b7\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Estudo da geometria e cores das superf\u00edcies internas, de maneira a conseguir uma distribui\u00e7\u00e3o <strong>homog\u00eanea<\/strong> da luz no interior;<\/p>\n<p>\u00b7\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Bom projeto das partes fixas e m\u00f3veis dos elementos que controlar\u00e3o a entrada da luz e da radia\u00e7\u00e3o direta;<\/p>\n<p>\u00b7\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Decis\u00e3o sobre o controle da ilumina\u00e7\u00e3o, passivo ou ativo, manual ou computadorizado;<\/p>\n<p>\u00b7\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Conhecimento das propriedades t\u00e9rmicas e lum\u00ednicas dos materiais transparentes utilizados;<\/p>\n<p>\u00b7\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Conhecimento da sensibilidade \u00e0s cores decorrentes da cultura e costumes locais.<\/p>\n<p>Logo, das 4 afirmativas retiradas do livro citado pela banca, est\u00e3o corretas as alternativas I, III e IV.<\/p>\n<p>Os erros da segunda afirmativa s\u00e3o que a distribui\u00e7\u00e3o deve ser homog\u00eanea (lembram-se que o contraste deve ser evitado?) e \u00e9 no interior do edif\u00edcio, n\u00e3o no exterior.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"300\"><strong>Gabarito: alternativa<\/strong><\/td>\n<td width=\"299\"><strong>D<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong>QUEST\u00c3O 47 <\/strong>\u2013 Em uma condi\u00e7\u00e3o de clima quente \u00famido, o projeto arquitet\u00f4nico tem que levar em considera\u00e7\u00e3o diversos fatores que influenciam na qualidade do projeto. Frota &amp; Schiffer (2003), no Manual de Conforto T\u00e9rmico, apontam para v\u00e1rios aspectos que devem ser observados, sendo assim, analise as assertivas abaixo:<\/p>\n<ol>\n<li>Como a varia\u00e7\u00e3o da temperatura noturna \u00e9 muito significativa, a ventila\u00e7\u00e3o noturna n\u00e3o interfere na qualidade t\u00e9rmica da edifica\u00e7\u00e3o. INCORRETA<\/li>\n<li>Deve-se prever aberturas suficientemente grandes para permitir a ventila\u00e7\u00e3o nas horas do dia em que a temperatura externa est\u00e1 mais baixa que a interna. CORRETA<\/li>\n<\/ol>\n<ul>\n<li>Deve-se proteger as aberturas da radia\u00e7\u00e3o solar indireta e gerar condi\u00e7\u00f5es de obst\u00e1culos aos ventos. INCORRETA<\/li>\n<\/ul>\n<ol>\n<li>As constru\u00e7\u00f5es n\u00e3o devem ter uma in\u00e9rcia muito grande, pois isso dificulta a retirada do calor interno armazenado durante o dia. CORRETA<\/li>\n<\/ol>\n<p>Quais est\u00e3o INCORRETAS?<\/p>\n<table>\n<tbody>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" width=\"599\"><strong>Coment\u00e1rio:<\/strong><\/p>\n<p><strong><em>3.2.6 Clima quente \u00famido: a Arquitetura e o Urbano (Frota &amp; Schiffer, 2007)<\/em><\/strong><\/p>\n<p><em>Com rela\u00e7\u00e3o ao clima quente \u00famido, decis\u00f5es quanto ao partido arquitet\u00f4nico relativo \u00e0s edifica\u00e7\u00f5es s\u00e3o bastante distintas das adotadas para o clima quente seco.<\/em><\/p>\n<p><em>Como a varia\u00e7\u00e3o da temperatura noturna n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o significativa, neste clima, que cause sensa\u00e7\u00e3o de frio, mas suficiente para provocar al\u00edvio t\u00e9rmico, a ventila\u00e7\u00e3o noturna \u00e9 bastante desej\u00e1vel.<\/em><\/p>\n<p><em>Devem-se, ent\u00e3o, prever aberturas suficientemente grandes para permitir a ventila\u00e7\u00e3o nas horas do dia em que a temperatura externa est\u00e1 mais baixa que a interna.<\/em><\/p>\n<p><em>Do mesmo modo, devem-se proteger as aberturas da radia\u00e7\u00e3o solar <strong>direta<\/strong>, mas n\u00e3o fazer destas prote\u00e7\u00f5es obst\u00e1culos aos ventos.<\/em><\/p>\n<p><em>No clima quente \u00famido as constru\u00e7\u00f5es n\u00e3o devem ter uma in\u00e9rcia muito grande, pois isto dificulta a retirada do calor interno armazenado durante o dia, prejudicando o resfriamento da constru\u00e7\u00e3o quando a temperatura externa noturna est\u00e1 mais agrad\u00e1vel que internamente. Nesse sentido, deve-se prever uma in\u00e9rcia de m\u00e9dia a leve, por\u00e9m com elementos isolantes nos vedos, para impedir que grande parte do calor da radia\u00e7\u00e3o solar recebida pelos vedos atravesse a constru\u00e7\u00e3o e gere calor interno em demasia.<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"300\"><strong>Gabarito: alternativa<\/strong><\/td>\n<td width=\"299\"><strong>B<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong>QUEST\u00c3O 48 <\/strong>\u2013 Com base na NBR n\u00ba 5.626\/1998, assinale a alternativa INCORRETA quanto \u00e0s informa\u00e7\u00f5es que devem ser previamente levantadas pelo arquiteto\/projetista no que se refere ao abastecimento d\u2019\u00e1gua em uma edifica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<table>\n<tbody>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" width=\"599\"><strong>Coment\u00e1rio:<\/strong><\/p>\n<p>NBR 5626 Instala\u00e7\u00e3o predial de \u00e1gua fria: (ABNT, 1998)<\/p>\n<p><strong><em>5.1.4 Informa\u00e7\u00f5es preliminares<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>5.1.4.1 <\/em><\/strong><em>As seguintes informa\u00e7\u00f5es devem ser previamente levantadas pelo projetista:<\/em><\/p>\n<p><em>a) caracter\u00edsticas do consumo predial (volumes, vaz\u00f5es m\u00e1ximas e m\u00e9dias, caracter\u00edsticas da \u00e1gua, etc.);<\/em><\/p>\n<p><em>b) caracter\u00edsticas da oferta de \u00e1gua (disponibilidade de vaz\u00e3o, faixa de varia\u00e7\u00e3o das press\u00f5es, const\u00e2ncia do abastecimento, caracter\u00edsticas da \u00e1gua, etc.);<\/em><\/p>\n<p><em>c) necessidades de reserva\u00e7\u00e3o, inclusive para combate a inc\u00eandio;<\/em><\/p>\n<p><em>d) no caso de capta\u00e7\u00e3o local de \u00e1gua, as caracter\u00edsticas da \u00e1gua, a posi\u00e7\u00e3o do n\u00edvel do len\u00e7ol subterr\u00e2neo e a previs\u00e3o quanto ao risco de contamina\u00e7\u00e3o.<\/em><\/p>\n<p>A alternativa incorreta \u00e9:<\/p>\n<p>E) medi\u00e7\u00e3o de contamina\u00e7\u00e3o e de compartilhamento de reserva\u00e7\u00e3o com edifica\u00e7\u00f5es de entorno.<\/p>\n<p>As outras alternativas est\u00e3o listadas na norma acima.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"300\"><strong>Gabarito: alternativa<\/strong><\/td>\n<td width=\"299\"><strong>E<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong>QUEST\u00c3O 49 \u2013 <\/strong>A NBR n\u00ba 9077\/2001, que trata de sa\u00eddas de emerg\u00eancia em edif\u00edcios, apresenta um conjunto de defini\u00e7\u00f5es. Sobre os diferentes tipos de escada, relacione a Coluna 1 \u00e0 Coluna 2.<\/p>\n<p><strong>Coluna 1<\/strong><\/p>\n<ol>\n<li>Escada de emerg\u00eancia.<\/li>\n<li>Escada n\u00e3o enclausurada ou escada comum.<\/li>\n<li>Escada enclausurada \u00e0 prova de fuma\u00e7a.<\/li>\n<li>Escada enclausurada protegida.<\/li>\n<\/ol>\n<p><strong>Coluna 2<\/strong><\/p>\n<p>(4) Escada devidamente ventilada situada em ambiente envolvido por paredes corta-fogo e dotada de portas resistentes ao fogo.<\/p>\n<p>(3) Escada cuja caixa \u00e9 envolvida por paredes corta-fogo e dotada de portas corta-fogo, cujo acesso \u00e9 por antec\u00e2mara igualmente enclausurada ou local aberto, de modo a evitar fogo e fuma\u00e7a em caso de inc\u00eandio.<\/p>\n<p>(1) Escada integrante de uma rota de sa\u00edda, podendo ser uma escada enclausurada \u00e0 prova de fuma\u00e7a, escada enclausurada protegida ou escada n\u00e3o enclausurada.<\/p>\n<p>(2) Escada que, embora possa fazer parte de uma rota de sa\u00edda, se comunica diretamente com os demais ambientes, como corredores, halls e outros, em cada pavimento, n\u00e3o possuindo portas corta-fogo.<\/p>\n<table>\n<tbody>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" width=\"599\"><strong>Coment\u00e1rio:<\/strong><\/p>\n<p>NBR 9077: (ABNT, 2001)<\/p>\n<p><strong><em>3.22 Escada de emerg\u00eancia<\/em><\/strong><\/p>\n<p><em>Escada integrante de uma rota de sa\u00edda, podendo ser uma escada enclausurada \u00e0 prova de fuma\u00e7a, escada enclausurada protegida ou escada n\u00e3o enclausurada.<\/em><\/p>\n<p><strong><em>3.23 Escada \u00e0 prova de fuma\u00e7a pressurizada (PFP)<\/em><\/strong><\/p>\n<p><em>Escada \u00e0 prova de fuma\u00e7a, cuja condi\u00e7\u00e3o de estanqueidade \u00e0 fuma\u00e7a \u00e9 obtida por m\u00e9todo de pressuriza\u00e7\u00e3o.<\/em><\/p>\n<p><strong><em>3.24 Escada enclausurada \u00e0 prova de fuma\u00e7a (PF)<\/em><\/strong><\/p>\n<p><em>Escada cuja caixa \u00e9 envolvida por paredes corta-fogo e dotada de portas corta-fogo, cujo acesso \u00e9 por antec\u00e2mara igualmente enclausurada ou local aberto, de modo a evitar fogo e fuma\u00e7a em caso de inc\u00eandio.<\/em><\/p>\n<p><strong><em>3.25 Escada enclausurada protegida (EP)<\/em><\/strong><\/p>\n<p><em>Escada devidamente ventilada situada em ambiente envolvido por paredes corta-fogo e dotada de portas resistentes ao fogo.<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"300\"><strong>Gabarito: alternativa<\/strong><\/td>\n<td width=\"299\"><strong>D<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong>QUEST\u00c3O 50 \u2013 <\/strong>A Constitui\u00e7\u00e3o Brasileira (1988) aponta para compet\u00eancias exclusivas conferidas a cada um dos entes integrantes da Federa\u00e7\u00e3o Brasileira (Uni\u00e3o, Estados e Munic\u00edpios), sobretudo no que se refere ao planejamento e gest\u00e3o do territ\u00f3rio. Sendo assim, relacione a Coluna 1 \u00e0 Coluna 2.<\/p>\n<p><strong>Coluna 1<\/strong><\/p>\n<ol>\n<li>Uni\u00e3o<\/li>\n<li>Estado<\/li>\n<li>Munic\u00edpio<\/li>\n<\/ol>\n<p><strong>Coluna 2<\/strong><\/p>\n<p>(3) Zoneamento Urbano.<\/p>\n<p>(1) Defini\u00e7\u00e3o dos crit\u00e9rios de outorga de direito de uso dos recursos h\u00eddricos.<\/p>\n<p>(3) Legisla\u00e7\u00e3o edil\u00edcia.<\/p>\n<p>(2) A institui\u00e7\u00e3o de regi\u00f5es metropolitanas, aglomera\u00e7\u00f5es urbanas e microrregi\u00f5es.<\/p>\n<p>(1) Institui\u00e7\u00e3o de diretrizes para o desenvolvimento urbano.<\/p>\n<table>\n<tbody>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" width=\"599\"><strong>Coment\u00e1rio:<\/strong><\/p>\n<p>O planejamento urbano compete \u00e0 Uni\u00e3o, aos Estados, aos Munic\u00edpios e ao Distrito federal. No Direito Urban\u00edstico, a compet\u00eancia legislativa \u00e9 concorrente, ou seja, exige a coopera\u00e7\u00e3o entre os entes federados. A pol\u00edtica urbana deve ser desenvolvida pelos Munic\u00edpios, conforme atribui\u00e7\u00e3o da Constitui\u00e7\u00e3o Federal, cabendo aos Estados legislarem sobre a cria\u00e7\u00e3o e regulamenta\u00e7\u00e3o de regi\u00f5es metropolitanas e \u00e0 Uni\u00e3o, a institui\u00e7\u00e3o das normas gerais para o desenvolvimento urbano.<\/p>\n<p><strong>Constitui\u00e7\u00e3o Federal: (Presid\u00eancia da Rep\u00fablica, 1988)<\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Art. 21. Compete \u00e0 Uni\u00e3o:<\/em><\/strong><\/p>\n<p><em>XX instituir diretrizes para o desenvolvimento urbano, inclusive habita\u00e7\u00e3o, saneamento b\u00e1sico e transportes urbanos\u037e<\/em><\/p>\n<p><em>\u00a7 2\u00ba A compet\u00eancia da Uni\u00e3o para legislar sobre normas gerais n\u00e3o exclui a compet\u00eancia suplementar dos Estados.<\/em><\/p>\n<p><em>\u00a7 3\u00ba Inexistindo lei federal sobre normas gerais, os Estados exercer\u00e3o a compet\u00eancia legislativa plena, para atender a suas peculiaridades.<\/em><\/p>\n<p><em>\u00a7 4\u00ba A superveni\u00eancia de lei federal sobre normas gerais suspende a efic\u00e1cia da lei estadual, no que lhe for contr\u00e1rio.<\/em><\/p>\n<p><strong><em>Art. 25. Os Estados organizam-se e regem-se pelas Constitui\u00e7\u00f5es e leis que adotarem, observados os princ\u00edpios desta Constitui\u00e7\u00e3o.<\/em><\/strong><\/p>\n<p><em>\u00a7 1\u00ba S\u00e3o reservadas aos Estados as compet\u00eancias que n\u00e3o lhes sejam vedadas por esta Constitui\u00e7\u00e3o.<\/em><\/p>\n<p><strong><em>Art. 30. Compete aos Munic\u00edpios:<\/em><\/strong><\/p>\n<p><em>I legislar sobre assuntos de interesse local\u037e<\/em><\/p>\n<p><em>II suplementar a legisla\u00e7\u00e3o federal e a estadual no que couber\u037e<\/em><\/p>\n<p><em>VIII promover, no que couber, adequado ordenamento territorial, mediante planejamento e controle do uso, do parcelamento e da ocupa\u00e7\u00e3o do solo urbano\u037e<\/em><\/p>\n<p><strong><em>CAP\u00cdTULO II<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>DA POL\u00cdTICA URBANA<\/em><\/strong><\/p>\n<p><em>Art. 182. A <strong>pol\u00edtica de desenvolvimento urbano<\/strong>, executada pelo <strong>Poder<\/strong> <strong>P\u00fablico municipal<\/strong>, conforme diretrizes gerais fixadas em lei, tem por objetivo ordenar o pleno desenvolvimento das fun\u00e7\u00f5es sociais da cidade e garantir o bem-estar de seus habitantes.<\/em><\/p>\n<p><strong>Estatuto da Cidade: (Congresso Nacional, 2001)<\/strong><\/p>\n<p><em>Art. 3o Compete \u00e0 Uni\u00e3o, entre outras atribui\u00e7\u00f5es de interesse da pol\u00edtica urbana:<\/em><\/p>\n<p><em>I \u2013 legislar sobre <strong>normas gerais<\/strong> de direito urban\u00edstico;<\/em><\/p>\n<p><em>II \u2013 legislar sobre normas para a coopera\u00e7\u00e3o entre a Uni\u00e3o, os Estados, o Distrito Federal e os Munic\u00edpios em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 pol\u00edtica urbana, tendo em vista o equil\u00edbrio do desenvolvimento e do bem-estar em \u00e2mbito nacional;<\/em><\/p>\n<p><em>III &#8211; promover, por iniciativa pr\u00f3pria e em conjunto com os Estados, o Distrito Federal e os Munic\u00edpios, programas de constru\u00e7\u00e3o de moradias e melhoria das condi\u00e7\u00f5es habitacionais, de saneamento b\u00e1sico, das cal\u00e7adas, dos passeios p\u00fablicos, do mobili\u00e1rio urbano e dos demais espa\u00e7os de uso p\u00fablico; (Reda\u00e7\u00e3o dada pela Lei n\u00ba 13.146, de 2015) (Vig\u00eancia)<\/em><\/p>\n<p><em>IV &#8211; instituir diretrizes para desenvolvimento urbano, inclusive habita\u00e7\u00e3o, saneamento b\u00e1sico, transporte e mobilidade urbana, que incluam regras de acessibilidade aos locais de uso p\u00fablico; (Reda\u00e7\u00e3o dada pela Lei n\u00ba 13.146, de 2015) (Vig\u00eancia)<\/em><\/p>\n<p><em>V \u2013 elaborar e executar planos nacionais e regionais de ordena\u00e7\u00e3o do territ\u00f3rio e de desenvolvimento econ\u00f4mico e social.<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"300\"><strong>Gabarito: alternativa<\/strong><\/td>\n<td width=\"299\"><strong>A<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>QUEST\u00c3O 51 \u2013 <\/strong>De acordo com a NBR n\u00ba 13752\/1996, existem diferentes tipos de per\u00edcias. Analise as afirma\u00e7\u00f5es abaixo e assinale a alternativa INCORRETA.<\/p>\n<table>\n<tbody>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" width=\"599\"><strong>Coment\u00e1rio:<\/strong><\/p>\n<p><strong>NBR 13752\/1996<\/strong>: (ABNT, 1996)<\/p>\n<p><strong><em>3.6 Arbitramento<\/em><\/strong><\/p>\n<p><em>Atividade que envolve a tomada de decis\u00e3o ou posi\u00e7\u00e3o entre as alternativas tecnicamente controversas ou que decorrem de aspectos subjetivos.<\/em><\/p>\n<p><strong><em>3.10 Avalia\u00e7\u00e3o<\/em><\/strong><\/p>\n<p><em>Atividade que envolve a determina\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica do valor qualitativo ou monet\u00e1rio de um bem, de um direito ou de um empreendimento.<\/em><\/p>\n<p><strong><em>3.45 Formal de partilha<\/em><\/strong><\/p>\n<p><em>T\u00edtulo extra\u00eddo dos autos de invent\u00e1rio, que menciona e discrimina os bens atribu\u00eddos ao herdeiro, transferindo-lhe o dom\u00ednio do bem e a sua posse, quando <strong>mansa e pac\u00edfica<\/strong>.<\/em><\/p>\n<p><strong><em>3.44 Exame<\/em><\/strong><\/p>\n<p><em>Inspe\u00e7\u00e3o, por meio de perito, sobre pessoa, coisas, m\u00f3veis e semoventes, para verifica\u00e7\u00e3o de fatos ou circunst\u00e2ncias que interessem \u00e0 causa.<\/em><\/p>\n<p><strong><em>3.77 Vistoria<\/em><\/strong><\/p>\n<p><em>Constata\u00e7\u00e3o de um fato, mediante exame circunstanciado e descri\u00e7\u00e3o minuciosa dos elementos que o constituem.<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"300\"><strong>Gabarito: alternativa<\/strong><\/td>\n<td width=\"299\"><strong>C<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>QUEST\u00c3O 52 \u2013 <\/strong>A deprecia\u00e7\u00e3o constitui-se em um processo de desvaloriza\u00e7\u00e3o de determinados bens, seja por desgaste do uso ao longo de um dado recorte de tempo, seja por obsolesc\u00eancia de seu uso ou ainda por a\u00e7\u00e3o da natureza. A NBR n 13752\/1996 define diferentes tipos de deprecia\u00e7\u00e3o, apontando suas defini\u00e7\u00f5es. Analise os conte\u00fados a seguir e relacione a Coluna 1 \u00e0 Coluna2.<\/p>\n<p><strong>Coluna 1<\/strong><\/p>\n<ol>\n<li>Decrepitude.<\/li>\n<li>Deteriora\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<li>Mutila\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<li>Obsolesc\u00eancia<\/li>\n<li>Desmontagem<\/li>\n<\/ol>\n<p><strong>Coluna 2<\/strong><\/p>\n<p>(3) Deprecia\u00e7\u00e3o de um bem devida \u00e0 retirada de sistemas ou componentes originalmente existentes.<\/p>\n<p>(5) Deprecia\u00e7\u00e3o de um bem devido aos efeitos delet\u00e9rios decorrentes dos trabalhos normais de desmontagem, necess\u00e1rios para a remo\u00e7\u00e3o do equipamento. N\u00e3o inclui custos de m\u00e3o-de-obra de desmontagem e transporte.<\/p>\n<p>(2) Deprecia\u00e7\u00e3o de um bem devido ao desgaste de seus componentes ou falhas de funcionamento de sistemas, em raz\u00e3o de uso ou manuten\u00e7\u00e3o inadequados.<\/p>\n<p>(4) Deprecia\u00e7\u00e3o de um bem devido \u00e0 supera\u00e7\u00e3o da tecnologia do equipamento ou sistema.<\/p>\n<p>(1) Deprecia\u00e7\u00e3o de um bem pela idade, no decorrer de sua vida \u00fatil, em conseq\u00fc\u00eancia de sua utiliza\u00e7\u00e3o, desgaste e manuten\u00e7\u00e3o normais.<\/p>\n<table>\n<tbody>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" width=\"599\"><strong>Coment\u00e1rio:<\/strong><\/p>\n<p><strong>NBR 13752\/1996<\/strong>: (ABNT, 1996)<\/p>\n<p><strong><em>3.30 Deprecia\u00e7\u00e3o<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>3.30.1 Decrepitude<\/em><\/strong><\/p>\n<p><em>Deprecia\u00e7\u00e3o de um bem pela idade, no decorrer de sua vida \u00fatil, em conseq\u00fc\u00eancia de sua utiliza\u00e7\u00e3o, desgaste e manuten\u00e7\u00e3o normais.<\/em><\/p>\n<p><strong><em>3.30.2 Deteriora\u00e7\u00e3o<\/em><\/strong><\/p>\n<p><em>Deprecia\u00e7\u00e3o de um bem devido ao desgaste de seus componentes ou falhas de funcionamento de sistemas, em raz\u00e3o de uso ou manuten\u00e7\u00e3o inadequados.<\/em><\/p>\n<p><strong><em>3.30.3 Mutila\u00e7\u00e3o<\/em><\/strong><\/p>\n<p><em>Deprecia\u00e7\u00e3o de um bem devido \u00e0 retirada de sistemas ou componentes originalmente existentes.<\/em><\/p>\n<p><strong><em>3.30.4 Obsolesc\u00eancia<\/em><\/strong><\/p>\n<p><em>Deprecia\u00e7\u00e3o de um bem devido \u00e0 supera\u00e7\u00e3o da tecnologia do equipamento ou sistema.<\/em><\/p>\n<p><strong><em>3.30.5 Desmontagem<\/em><\/strong><\/p>\n<p><em>Deprecia\u00e7\u00e3o de um bem devido aos efeitos delet\u00e9rios decorrentes dos trabalhos normais de desmontagem, necess\u00e1rios para a remo\u00e7\u00e3o do equipamento. N\u00e3o inclui custos de m\u00e3o-de-obra de desmontagem e transporte.<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"300\"><strong>Gabarito: alternativa<\/strong><\/td>\n<td width=\"299\"><strong>B<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>QUEST\u00c3O 53 \u2013 <\/strong>Na topografia, os equipamentos s\u00e3o necess\u00e1rios para os levantamentos e loca\u00e7\u00f5es, dividindo-se em instrumentais e acess\u00f3rios. Sendo assim, assinale a alternativa correta.<\/p>\n<table>\n<tbody>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" width=\"599\"><strong>Coment\u00e1rio:<\/strong><\/p>\n<p>De acordo com o livro \u201cTopografia Geral\u201d, temos: (J\u00fanior, Neto, &amp; Andrade, 2014)<\/p>\n<p><em>Os equipamentos de Topografia s\u00e3o indispens\u00e1veis para os levantamentos e loca\u00e7\u00f5es. Dividem-se em instrumentos (equipamentos usados nas medi\u00e7\u00f5es) e acess\u00f3rios (equipamentos que auxiliam na medi\u00e7\u00e3o). Como exemplos de instrumentos t\u00eam-se: esta\u00e7\u00e3o total, n\u00edvel de luneta, teodolito, trena, distanci\u00f4metro eletr\u00f4nico, mira-falante (quando usado como tren), receptor GNSS (instrumento de Geod\u00e9sia), entre outros. Como acess\u00f3rios t\u00eam-se mira-falante (quando usada para auxiliar o n\u00edvel de luneta e teodolito utilizando seus fios), n\u00edvel de cantoneira, baliza, piquete, estaca, estaca testemunha, bast\u00e3o com prisma, trip\u00e9, etc.<\/em><\/p>\n<p><strong><em>1.\u00a0\u00a0 <\/em><\/strong><strong><em>Acess\u00f3rios<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>\u00a0<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>1.1.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/em><\/strong><strong><em>Piquetes, estacas, estacas testemunhas, pontos de pregos, pontos de tinta e pontos de parafusos.<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>\u00a0<\/em><\/strong><\/p>\n<p><em>Os piquetes s\u00e3o utilizados para materializar os pontos topogr\u00e1ficos. Eles podem ser feitos artesanalmente em madeira de boa qualidade para penetrar no solo<\/em><em>. Tamb\u00e9m s\u00e3o fabricados por empresas especializadas utilizando pl\u00e1stico em sua composi\u00e7\u00e3o. (&#8230;)<\/em><\/p>\n<p><em>As estacas testemunhas possuem 40 a 50 cm de altura, apresentando como caracter\u00edstica um corte na parte superior. Sua fun\u00e7\u00e3o \u00e9 auxiliar a localiza\u00e7\u00e3o dos piquetes, pois em terrenos grandes ou locais que possuem vegeta\u00e7\u00e3o, n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o f\u00e1cil encontrar os piquetes. (&#8230;)<\/em><\/p>\n<p><strong><em>1.2.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/em><\/strong><strong><em>Balizas<\/em><\/strong><\/p>\n<p><em>A baliza \u00e9 um acess\u00f3rio utilizado para facilitar a visualiza\u00e7\u00e3o dos pontos topogr\u00e1ficos, materializados por piquetes, no momento da medi\u00e7\u00e3o dos \u00e2ngulos horizontais. \u00c9 utilizada tamb\u00e9m para auxiliar no alinhamento de uma poligonal, perfil, se\u00e7\u00e3o transversal e na medi\u00e7\u00e3o horizontal atrav\u00e9s de trena<\/em><em>, e, tamb\u00e9m, juntamente com a trena, serve para medir \u00e2ngulos de 90\u00ba. Apresenta colora\u00e7\u00e3o vermelha e branca para contrastar com a vegeta\u00e7\u00e3o e o c\u00e9u claro, facilitando sua identifica\u00e7\u00e3o em campo. (&#8230;)<\/em><\/p>\n<p><strong><em>1.3.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/em><\/strong><strong><em>Miras-falantes<\/em><\/strong><\/p>\n<p><em>As miras falantes, tamb\u00e9m chamadas de miras estadim\u00e9tricas ou est\u00e1dia, s\u00e3o r\u00e9guas centimetradas que servem para auxiliar as medi\u00e7\u00f5es de dist\u00e2ncias horizontais, atrav\u00e9s da Taqueometria, utilizando os fios superior, m\u00e9dio e inferior e dist\u00e2ncias verticais com o uso do fio m\u00e9dio. (&#8230;)<\/em><\/p>\n<p><strong><em>1.4.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/em><\/strong><strong><em>N\u00edvel de cantoneira<\/em><\/strong><\/p>\n<p><em>\u00c9 um pequeno acess\u00f3rio com um n\u00edvel de bolha que pode ser acoplado \u00e0s balizas, miras falantes e bast\u00f5es objetivando a verticaliza\u00e7\u00e3o desses acess\u00f3rios.<\/em><\/p>\n<p><strong><em>1.5 Trip\u00e9s<\/em><\/strong><\/p>\n<p><em>S\u00e3o acess\u00f3rios de madeira ou alum\u00ednio que servem para apoiar os teodolitos, n\u00edveis de luneta, esta\u00e7\u00f5es totais e antenas GNSS\u00b4s. Al\u00e9m disso auxiliam na calagem dos instrumentos. (..)<\/em><\/p>\n<p><strong><em>2.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/em><\/strong><strong><em>Instrumentos<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>\u00a0<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>2.1.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/em><\/strong><strong><em>Trenas<\/em><\/strong><\/p>\n<p><em>As trenas s\u00e3o instrumentos muito utilizados para mensurar diferen\u00e7as de n\u00edvel e principalmente dist\u00e2ncias horizontais. Se utilizados de forma adequada proporcionam boas respostas quanto \u00e0 exatid\u00e3o. (&#8230;)<\/em><\/p>\n<p><strong><em>2.2.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/em><\/strong><strong><em>Teodolitos<\/em><\/strong><\/p>\n<p><em>Os goni\u00f4metros s\u00e3o instrumentos destinados apenas a medi\u00e7\u00f5es de \u00e2ngulos verticais e horizontais, pois n\u00e3o possuem os fios estadim\u00e9tricos. J\u00e1 os teodolitos s\u00e3o instrumentos destinados \u00e0 medi\u00e7\u00e3o de \u00e2ngulos verticais e horizontais (com aux\u00edlio das balizas) e juntamente com o aux\u00edlio das miras falantes, tamb\u00e9m fazem a medi\u00e7\u00e3o de dist\u00e2ncias horizontais (utilizando-se da taqueometria planim\u00e9trica) e verticais (nivelamento taqueom\u00e9trico e nivelamento trigonom\u00e9trico), pois possuem os fios estadim\u00e9tricos. (&#8230;)<\/em><\/p>\n<p><strong><em>2.3.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/em><\/strong><strong><em>N\u00edvel de luneta<\/em><\/strong><\/p>\n<p><em>Os n\u00edveis de luneta, n\u00edveis de engenheiro ou simplesmente n\u00edveis, s\u00e3o instrumentos que servem para mensura\u00e7\u00e3o de dist\u00e2ncias verticais entre dois ou mais pontos. Tamb\u00e9m podem ser utilizados para medir dist\u00e2ncias horizontais com aux\u00edlio da mira falante, aplicando-se a Taqueometria planim\u00e9trica<\/em><em>. (&#8230;)<\/em><\/p>\n<p><strong><em>2.4.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/em><\/strong><strong><em>Esta\u00e7\u00e3o total<\/em><\/strong><\/p>\n<p><em>Esta\u00e7\u00e3o total \u00e9 um instrumento eletr\u00f4nico utilizado na obten\u00e7\u00e3o de \u00e2ngulos, dist\u00e2ncias e coordenadas usados para representar graficamente uma \u00e1rea do terreno, sem a necessidade de anota\u00e7\u00f5es, pois todos os dados s\u00e3o gravados no seu interior e descarregados para um PC<\/em><em>, atrav\u00e9s de um software, podendo ser trabalhados com aux\u00edlio de outros softwares. Esse instrumento pode ser considerado como a evolu\u00e7\u00e3o do teodolito, onde adicionou-se um distanci\u00f4metro eletr\u00f4nico, uma mem\u00f3ria tempor\u00e1ria fixa (disco r\u00edgido) e uma conex\u00e3o com um PC, montados num s\u00f3 bloco.<\/em><\/p>\n<p><strong><em>2.5.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/em><\/strong><strong><em>GNSS<\/em><\/strong><\/p>\n<p><em>Global Navigation Satellite System \u2013 GNSS (Sistema Global de Navega\u00e7\u00e3o por Sat\u00e9lite) s\u00e3o sistemas que permitem a localiza\u00e7\u00e3o tridimensional de um objeto em qualquer parte da superf\u00edcie da Terra, atrav\u00e9s de aparelhos que receptamondas de r\u00e1dio emitidas por seus respectivos sat\u00e9lites. O GNSS inclui diversos sistemas, s\u00e3o eles: GPS, GLONASS, GALILEO e COMPASS.<br \/>\n(&#8230;)<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"300\"><strong>Gabarito: alternativa<\/strong><\/td>\n<td width=\"299\"><strong>B<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>QUEST\u00c3O 54 \u2013 <\/strong>Sobre o uso da tecnologia do Building Information Modeling (BIM), em projetos de arquitetura, assinale a alternativa INCORRETA.<\/p>\n<table>\n<tbody>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" width=\"599\"><strong>Coment\u00e1rio:<\/strong><\/p>\n<p>A alternativa incorreta \u00e9 a C). A modela\u00e7\u00e3o ocorre durante a elabora\u00e7\u00e3o do projeto e a tecnologia usada n\u00e3o \u00e9 via CAD.<\/p>\n<p><em>Nos \u00faltimos anos, desde que os BIM e os seus conceitos come\u00e7aram a fazer parte da ind\u00fastria de edifica\u00e7\u00e3o, detectou-se uma crescente expans\u00e3o da sua utiliza\u00e7\u00e3o a todo o ciclo de vida dos edif\u00edcios. Primeiramente, no dom\u00ednio da concep\u00e7\u00e3o pura, seguido pela \u00e1rea do projecto de execu\u00e7\u00e3o, pelo marketing e nas vendas e por fim, os planificadores da constru\u00e7\u00e3o (o 4D) que tamb\u00e9m passaram a adoptar esta tecnologia. <\/em><\/p>\n<p><em>Na sua dimens\u00e3o, os modelos BIM mais ousados dizem-se \u201cnD\u201d e qualificam o sector dimensional que vai al\u00e9m das vulgares tr\u00eas dimens\u00f5es do espa\u00e7o euclidiano.<\/em><\/p>\n<p><em>Os BIM possuem ent\u00e3o uma quarta dimens\u00e3o (4D) que ser\u00e1 o factor tempo, caracterizado pela capacidade de retratar o ciclo de vida da constru\u00e7\u00e3o, estratificando o modelo por fases de execu\u00e7\u00e3o da constru\u00e7\u00e3o e permitindo ainda uma vis\u00e3o singular da evolu\u00e7\u00e3o do edif\u00edcio no decorrer do per\u00edodo. Em contrapartida, esta arquitectura pode ser ainda beneficiada no contexto das aplica\u00e7\u00f5es de planeamento dos processos produtivos. Face a esta quarta dimens\u00e3o, podemos ainda usufruir de uma quinta dimens\u00e3o (5D) que ser\u00e3o os custos. O modelo, possui uma capacidade de atribuir valores aos elementos do edif\u00edcio, auxiliando e agilizando, de certa forma, os processos de or\u00e7amenta\u00e7\u00e3o. Assim, esta funcionalidade permite assegurar pareceres coerentes com o estado actual do projeto. Estas duas vantajosas dimens\u00f5es s\u00e3o, neste momento, o \u201cextra\u201d mais propagado. No entanto, o potencial dos BIM permite outras dimens\u00f5es, sobretudo a n\u00edvel de simula\u00e7\u00f5es e c\u00e1lculo.<\/em><\/p>\n<p>(Cardoso, Maia, Santos, Neves, &amp; Martins, 2012\/13)<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"300\"><strong>Gabarito: alternativa<\/strong><\/td>\n<td width=\"299\"><strong>C<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>QUEST\u00c3O 55 \u2013 <\/strong>De acordo com a NBR n 9050\/2015, no que se refere \u00e0 classifica\u00e7\u00e3o e categoriza\u00e7\u00e3o de sinaliza\u00e7\u00e3o, relacione a Coluna 1 \u00e0 Coluna 2.<\/p>\n<p><strong>Coluna 1<\/strong><\/p>\n<ol>\n<li>Instru\u00e7\u00e3o<\/li>\n<li>Advert\u00eancia.<\/li>\n<li>Informativa.<\/li>\n<li>Direcional.<\/li>\n<li>Emerg\u00eancia.<\/li>\n<\/ol>\n<p><strong>Coluna 2<\/strong><\/p>\n<p>(5) Utilizada para indicar as rotas de fuga e sa\u00eddas de emerg\u00eancia das edifica\u00e7\u00f5es, dos espa\u00e7os e do ambiente urbano.<\/p>\n<p>(1) Tem a propriedade de instruir uma a\u00e7\u00e3o de forma positiva e afirmativa.<\/p>\n<p>(3) Utilizada para identificar os diferentes ambientes ou elementos de um espa\u00e7o ou de uma edifica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>(4) Relaciona-se \u00e0 indica\u00e7\u00e3o de percurso ou \u00e0 distribui\u00e7\u00e3o de elementos de um espa\u00e7o e de uma edifica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>(2) Tem a propriedade de alerta pr\u00e9vio a uma instru\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<table>\n<tbody>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" width=\"599\"><strong>Coment\u00e1rio:<\/strong><\/p>\n<p>NBR 9050\/2015: (ABNT, 2015)<\/p>\n<p><strong><em>5.2 Sinaliza\u00e7\u00e3o<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>5.2.1 Geral<\/em><\/strong><\/p>\n<p><em>A sinaliza\u00e7\u00e3o deve ser autoexplicativa, percept\u00edvel e leg\u00edvel para todos, inclusive \u00e0s pessoas com defici\u00eancia, e deve ser disposta conforme 5.2.8. Recomenda-se que as informa\u00e7\u00f5es com textos sejam complementadas com os s\u00edmbolos apresentados em 5.3.<\/em><\/p>\n<p><strong><em>5.2.2 Classifica\u00e7\u00e3o<\/em><\/strong><\/p>\n<p><em>Os sinais podem ser classificados como: sinais de localiza\u00e7\u00e3o, sinais de advert\u00eancia e sinais de instru\u00e7\u00e3o, e podem ser utilizados individualmente ou combinados.<\/em><\/p>\n<p><em>Em situa\u00e7\u00f5es de inc\u00eandio, p\u00e2nico e evacua\u00e7\u00e3o, devem ser observadas as normas estabelecidas pelo Corpo de Bombeiros.<\/em><\/p>\n<p><strong><em>5.2.2.1 Sinaliza\u00e7\u00e3o de localiza\u00e7\u00e3o<\/em><\/strong><\/p>\n<p><em>S\u00e3o sinais que, independentemente de sua categoria, orientam para a localiza\u00e7\u00e3o de um determinado elemento em um espa\u00e7o. Os sinais visuais, sonoros e vibrat\u00f3rios devem ser intermitentes com per\u00edodo de 1 ciclo por segundo, \u00b1 10 %.<\/em><\/p>\n<p><strong><em>5.2.2.2 Sinaliza\u00e7\u00e3o de advert\u00eancia<\/em><\/strong><\/p>\n<p><em>S\u00e3o sinais que, independentemente de sua categoria, t\u00eam a propriedade de alerta pr\u00e9vio a uma instru\u00e7\u00e3o. Os sinais visuais, sonoros e vibrat\u00f3rios devem ser intermitentes com per\u00edodo de 5 ciclos por segundo, \u00b1 10 %.<\/em><\/p>\n<p><strong><em>5.2.2.3 Sinaliza\u00e7\u00e3o de instru\u00e7\u00e3o<\/em><\/strong><\/p>\n<p><em>S\u00e3o sinais que t\u00eam a propriedade de instruir uma a\u00e7\u00e3o de forma positiva e afirmativa. Quando utilizados em rotas de fuga ou situa\u00e7\u00f5es de risco, devem preferencialmente ser n\u00e3o intermitentes, de forma cont\u00ednua.<\/em><\/p>\n<p><strong><em>5.2.3 Amplitude<\/em><\/strong><\/p>\n<p><em>As amplitudes dos sinais sonoros devem estar em conformidade com 4.10 e 5.2.8.5.3, ou com normas espec\u00edficas de aplica\u00e7\u00f5es e equipamentos.<\/em><\/p>\n<p><strong><em>5.2.4 Categorias<\/em><\/strong><\/p>\n<p><em>A sinaliza\u00e7\u00e3o quanto \u00e0s categorias pode ser informativa, direcional e de emerg\u00eancia.<\/em><\/p>\n<p><strong><em>5.2.4.1 Informativa<\/em><\/strong><\/p>\n<p><em>Sinaliza\u00e7\u00e3o utilizada para identificar os diferentes ambientes ou elementos de um espa\u00e7o ou de uma edifica\u00e7\u00e3o. No mobili\u00e1rio esta sinaliza\u00e7\u00e3o deve ser utilizada para identificar comandos.<\/em><\/p>\n<p><strong><em>5.2.4.2 Direcional<\/em><\/strong><\/p>\n<p><em>Sinaliza\u00e7\u00e3o utilizada para indicar dire\u00e7\u00e3o de um percurso ou a distribui\u00e7\u00e3o de elementos de um espa\u00e7o e de uma edifica\u00e7\u00e3o. Na forma visual, associa setas indicativas de dire\u00e7\u00e3o a textos, figuras ou s\u00edmbolos. Na forma t\u00e1til, utiliza recursos como guia de balizamento ou piso t\u00e1til. Na forma sonora, utiliza recursos de \u00e1udio para explana\u00e7\u00e3o de direcionamentos e seguran\u00e7a, como em alarmes e rotas de fuga.<\/em><\/p>\n<p><strong><em>5.2.4.3 Emerg\u00eancia<\/em><\/strong><\/p>\n<p><em>Sinaliza\u00e7\u00e3o utilizada para indicar as rotas de fuga e sa\u00eddas de emerg\u00eancia das edifica\u00e7\u00f5es, dos espa\u00e7os e do ambiente urbano, ou ainda para alertar quando h\u00e1 um perigo, como especificado na ABNT NBR 13434 (todas as partes).<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"300\"><strong>Gabarito: alternativa<\/strong><\/td>\n<td width=\"299\"><strong>D<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>QUEST\u00c3O 56 \u2013 <\/strong>Saurin &amp; Formoso (2006), citando Illingworth (1993), afirmam que h\u00e1 tr\u00eas tipos de canteiros de obra: restritos, amplos e longos e estreitos. Sendo assim, relacione a Coluna 1 \u00e0 Coluna 2.<\/p>\n<p><strong>Coluna 1<\/strong><\/p>\n<ol>\n<li>Restritos.<\/li>\n<li>Amplos.<\/li>\n<li>Longos e estreitos.<\/li>\n<\/ol>\n<p><strong>Coluna 2<\/strong><\/p>\n<p>(3) H\u00e1 possibilidade de acesso em poucos pontos do canteiro e destinam-se, entre outras obras, a trabalhos em estradas de ferro e rodagem, por exemplo.<\/p>\n<p>(1) A constru\u00e7\u00e3o ocupa o terreno completo ou alta percentagem desse. S\u00e3o adequados para constru\u00e7\u00f5es em \u00e1reas centrais da cidade, amplia\u00e7\u00f5es e reformas.<\/p>\n<p>(2) H\u00e1 disponibilidade de acesso para ve\u00edculos e \u00e1reas de armazenamento. Indicados para conjuntos habitacionais horizontais, por exemplo.<\/p>\n<table>\n<tbody>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" width=\"599\"><strong>Coment\u00e1rio:<\/strong><\/p>\n<p><em>Como descrito por Illingworth (1993 apud SAURIN &amp; FORMOSO, 2006), os canteiros de obra podem ser enquadrados dentro de um dos tr\u00eas seguintes tipos: restritos, amplos e longos e estreitos: <\/em><\/p>\n<p><em>a) Restritos: Apresentam alto \u00edndice de ocupa\u00e7\u00e3o do terreno, al\u00e9m de possuir acesso restrito. Estes tipos de terrenos s\u00e3o facilmente encontrados em \u00e1reas centrais da cidade, onde o entorno do empreendimento a ser constru\u00eddo j\u00e1 est\u00e1 ocupado. Tal regi\u00e3o apresenta elevado custo de aquisi\u00e7\u00e3o do terreno o que resultam na m\u00e1xima utiliza\u00e7\u00e3o do mesmo, visando potencializar sua rentabilidade. <\/em><\/p>\n<p><em>b) Amplos: A constru\u00e7\u00e3o ocupa uma parcela relativamente pequena do terreno, tornando f\u00e1cil o acesso de ve\u00edculos e pessoas, al\u00e9m de proporcionar amplos ambientes de armazenamento de material. Costumam ser encontrados em grandes constru\u00e7\u00f5es, como barragens ou usinas hidroel\u00e9tricas e em outras obras tal como conjuntos habitacionais horizontais e em plantas industriais. <\/em><\/p>\n<p><em>c) Longos e estreitos: S\u00e3o restritos em apenas um das extremidades, com dif\u00edcil acesso devido ao n\u00famero reduzido de entradas. Ex: trabalhos em estradas de ferro ou rodagem e em alguns casos de edifica\u00e7\u00f5es em zonas urbanas.<\/em><\/p>\n<p>(Moro, 2015)<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"300\"><strong>Gabarito: alternativa<\/strong><\/td>\n<td width=\"299\"><strong>A<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong>QUEST\u00c3O 57 \u2013 <\/strong>Sobre os instrumentos da pol\u00edtica urbana, previstos no Estatuto da Cidade (Lei n\u00ba 257\/2001), relacione a Coluna 1 \u00e0 Coluna 2.<\/p>\n<p><strong>Coluna 1<\/strong><\/p>\n<ol>\n<li>Planejamento municipal.<\/li>\n<li>Institutos tribut\u00e1rios e financeiros.<\/li>\n<li>Institutos jur\u00eddicos e pol\u00edticos.<\/li>\n<\/ol>\n<p><strong>Coluna 2<\/strong><\/p>\n<p>(1) Disciplina do parcelamento, do uso e da ocupa\u00e7\u00e3o do solo.<\/p>\n<p>(3) Desapropria\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>(3) Tombamento de im\u00f3veis ou de mobili\u00e1rio urbano.<\/p>\n<p>(2) Imposto sobre a propriedade predial e territorial urbana \u2013 IPTU.<\/p>\n<p>(1) Plano plurianual.<\/p>\n<p>(2) Contribui\u00e7\u00e3o de melhoria.<\/p>\n<table>\n<tbody>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" width=\"599\"><strong>Coment\u00e1rio:<\/strong><\/p>\n<p>Houve um erro de digita\u00e7\u00e3o da banca, o Estatuto da Cidade \u00e9 a Lei n\u00ba 10.257\/2001.<\/p>\n<p>Dito isso, vamos \u00e0 pr\u00f3pria:<\/p>\n<p><strong><em>Se\u00e7\u00e3o I<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Dos instrumentos em geral<\/em><\/strong><\/p>\n<p><em>Art. 4\u00ba Para os fins desta Lei, ser\u00e3o utilizados, entre outros instrumentos:<\/em><\/p>\n<p><em>I \u2013 planos nacionais, regionais e estaduais de ordena\u00e7\u00e3o do territ\u00f3rio e de desenvolvimento econ\u00f4mico e social;<\/em><\/p>\n<p><em>II \u2013 planejamento das regi\u00f5es metropolitanas, aglomera\u00e7\u00f5es urbanas e microrregi\u00f5es;<\/em><\/p>\n<p><em>III \u2013 <strong>planejamento municipal<\/strong>, em especial:<\/em><\/p>\n<p><em>a) plano diretor;<\/em><\/p>\n<p><em>b) disciplina do parcelamento, do uso e da ocupa\u00e7\u00e3o do solo;<\/em><\/p>\n<p><em>c) zoneamento ambiental;<\/em><\/p>\n<p><em>d) plano plurianual;<\/em><\/p>\n<p><em>e) diretrizes or\u00e7ament\u00e1rias e or\u00e7amento anual;<\/em><\/p>\n<p><em>f) gest\u00e3o or\u00e7ament\u00e1ria participativa;<\/em><\/p>\n<p><em>g) planos, programas e projetos setoriais;<\/em><\/p>\n<p><em>h) planos de desenvolvimento econ\u00f4mico e social;<\/em><\/p>\n<p><em>IV \u2013 <strong>institutos tribut\u00e1rios e financeiros<\/strong>:<\/em><\/p>\n<p><em>a) imposto sobre a propriedade predial e territorial urbana &#8211; IPTU;<\/em><\/p>\n<p><em>b) contribui\u00e7\u00e3o de melhoria;<\/em><\/p>\n<p><em>c) incentivos e benef\u00edcios fiscais e financeiros;<\/em><\/p>\n<p><em>V \u2013 <strong>institutos jur\u00eddicos e pol\u00edticos<\/strong>:<\/em><\/p>\n<p><em>a) desapropria\u00e7\u00e3o;<\/em><\/p>\n<p><em>b) servid\u00e3o administrativa;<\/em><\/p>\n<p><em>c) limita\u00e7\u00f5es administrativas;<\/em><\/p>\n<p><em>d) tombamento de im\u00f3veis ou de mobili\u00e1rio urbano;<\/em><\/p>\n<p><em>e) institui\u00e7\u00e3o de unidades de conserva\u00e7\u00e3o;<\/em><\/p>\n<p><em>f) institui\u00e7\u00e3o de zonas especiais de interesse social;<\/em><\/p>\n<p><em>g) concess\u00e3o de direito real de uso;<\/em><\/p>\n<p><em>h) concess\u00e3o de uso especial para fins de moradia;<\/em><\/p>\n<p><em>i) parcelamento, edifica\u00e7\u00e3o ou utiliza\u00e7\u00e3o compuls\u00f3rios;<\/em><\/p>\n<p><em>j) usucapi\u00e3o especial de im\u00f3vel urbano;<\/em><\/p>\n<p><em>l) direito de superf\u00edcie;<\/em><\/p>\n<p><em>m) direito de preemp\u00e7\u00e3o;<\/em><\/p>\n<p><em>n) outorga onerosa do direito de construir e de altera\u00e7\u00e3o de uso;<\/em><\/p>\n<p><em>o) transfer\u00eancia do direito de construir;<\/em><\/p>\n<p><em>p) opera\u00e7\u00f5es urbanas consorciadas;<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"300\"><strong>Gabarito: alternativa<\/strong><\/td>\n<td width=\"299\"><strong>E<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>QUEST\u00c3O 58 \u2013 <\/strong>O risco em projeto de obras pode ser gerenciado a partir de diferentes fases, sendo uma delas a formula\u00e7\u00e3o da estrat\u00e9gia para redu\u00e7\u00e3o de risco. Assinale a alternativa que N\u00c2O corresponde a essa fase.<\/p>\n<table>\n<tbody>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" width=\"599\"><strong>Coment\u00e1rio:<\/strong><\/p>\n<p>Segundo Limmer (Limmer, 2017), o risco, como qualquer elemento de um projeto ou obra, deve ser gerenciado, compreendendo quatro fases distintas: <u>identifica\u00e7\u00e3o do risco<\/u>, <u>previs\u00e3o e estima\u00e7\u00e3o do risco<\/u>, <u>formula\u00e7\u00e3o da estrat\u00e9gia para redu\u00e7\u00e3o do risco<\/u> e <u>implementa\u00e7\u00e3o, acompanhamento e controle<\/u>.<\/p>\n<p>Sobre a fase de formula\u00e7\u00e3o da estrat\u00e9gia para redu\u00e7\u00e3o do risco, o autor admite uma das quatro estrat\u00e9gias seguintes:<\/p>\n<p>I.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Esperar para ver o que acontece. Estrat\u00e9gia de assumir risco, confiando nas margens de risco embutidas nas estimativas de tempo e dura\u00e7\u00e3o e de custos do projeto.<\/p>\n<p>II.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Submeter-se ao risco, minimizando, posteriormente, as consequ\u00eancias das poss\u00edveis perdas, tamb\u00e9m conhecida como estrat\u00e9gia de \u201capagar inc\u00eandios\u201d ou de \u201ccolocar a tranca depois da casa arrombada\u201d.<\/p>\n<p>III.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Fazer o que \u00e9 esperado, reduzindo as margens de risco mediante um gerenciamento eficaz. Nessa estrat\u00e9gia procura-se, pelo acompanhamento passo a passo do projeto, prever as tend\u00eancias de seu andamento e por meio de a\u00e7\u00f5es adequadas corrigir desvios de rumo.<\/p>\n<p>IV.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Converter o risco em oportunidade, sempre que poss\u00edvel.<\/p>\n<p>Logo, a \u00fanica estrat\u00e9gia que n\u00e3o corresponde a essa fase \u00e9 a da alternativa C), <em>investir, com anteced\u00eancia, em equipamentos ou procedimentos de resolu\u00e7\u00e3o do risco.<\/em><\/p>\n<p>Lembrando que \u201c<em>O risco do projeto \u00e9 um evento ou condi\u00e7\u00e3o incerta que, se ocorrer, provocar\u00e1 um efeito positivo ou negativo em um ou mais objetivos do projeto tais como escopo, cronograma, custo e qualidade. Um risco pode ter uma ou mais causas e, se ocorrer, pode ter um ou mais impactos. Uma causa pode ser um requisito, premissa, restri\u00e7\u00e3o ou condi\u00e7\u00e3o potencial que crie a possibilidade de resultados negativos ou positivos\u201d.<\/em> (Project Management Institute, 2013)<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"300\"><strong>Gabarito: alternativa<\/strong><\/td>\n<td width=\"299\"><strong>C<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>QUEST\u00c3O 59 \u2013 <\/strong>As pavimenta\u00e7\u00f5es no espa\u00e7o urbano, segundo Mascar\u00f3 (2016), cont\u00eam caracter\u00edsticas que merecem ser observadas. Analise as afirma\u00e7\u00f5es abaixo e assinale a alternativa INCORRETA.<\/p>\n<table>\n<tbody>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" width=\"599\"><strong>Coment\u00e1rio:<\/strong><\/p>\n<p>A alternativa B) est\u00e1, claramente, errada, a baixa resist\u00eancia \u00e0 circula\u00e7\u00e3o n\u00e3o pode ser uma qualidade para vias de tr\u00e1fego intenso de ve\u00edculos pesados.<\/p>\n<p>Juan Luis Mascaro trata sobre pavimenta\u00e7\u00f5es em algumas obras, como \u201cA Infraestrutura da Paisagem\u201d, \u201cLoteamentos Urbanos\u201d e \u201cInfraestrutura Urbana\u201d, como vimos no nosso curso. (Mascaro, 2008)\u00a0(Mascar\u00f3, Loteamentos Urbanos, 2005)\u00a0(Mascar\u00f3 &amp; Yoshinaga, Infra-estrutura Urbana, 2004)<\/p>\n<p><em>Segundo Mascar\u00f3 e Yoshinaga (2005), o pavimento urbano, para tr\u00e1fego de automotores, deve atender \u00e0s seguintes exig\u00eancias:<\/em><\/p>\n<p>\u00b7\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <em>alta resist\u00eancia \u00e0s cargas verticais e horizontais, o desgaste e a impermeabilidade, para evitar a deteriora\u00e7\u00e3o da base;<\/em><\/p>\n<p>\u00b7\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <em>baixa resist\u00eancia \u00e0 circula\u00e7\u00e3o de ve\u00edculos, para diminuir o consumo de combust\u00edvel;<\/em><\/p>\n<p>\u00b7\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <em>facilidade de conserva\u00e7\u00e3o;<\/em><\/p>\n<p>\u00b7\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <em>alto coeficiente de atrito, para permitir boa frenagem, inclusive sob chuva ou geada;<\/em><\/p>\n<p>\u00b7\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <em>baixa sonoridade, para n\u00e3o aumentar, excessivamente, o ru\u00eddo urbano;<\/em><\/p>\n<p>\u00b7\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <em>cor adequada, para que os motoristas e pedestres tenham uma boa visibilidade, mesmo a noite ou com nevoeiro.<\/em><\/p>\n<p><em>Segundo os mesmos autores (2005, p. 64), os pavimentos sofrem esfor\u00e7os muito complexos, os quais podem agrupar-se em duas categorias: as dos esfor\u00e7os produzidos pelo tr\u00e1fego de ve\u00edculos (compress\u00e3o, tra\u00e7\u00e3o, flex\u00e3o e corte), em a\u00e7\u00e3o est\u00e1tica (em estacionamentos) ou din\u00e2mica (nas faixas de rolamento); e as dos esfor\u00e7os produzidos por varia\u00e7\u00f5es de umidade e temperatura, j\u00e1 que \u201ca a\u00e7\u00e3o devido \u00e0 umidade em alguns pavimentos \u00e9 not\u00e1vel, outros perdem grande parte de sua resist\u00eancia com o calor, outros se contraem acentuadamente com as grandes varia\u00e7\u00f5es de temperatura.\u201d.<\/em><\/p>\n<p>(Teodoro)<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"300\"><strong>Gabarito: alternativa<\/strong><\/td>\n<td width=\"299\"><strong>B<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>QUEST\u00c3O 60 \u2013 <\/strong>Segundo a Constitui\u00e7\u00e3o Federal (1988) em seu artigo 216, constituem Patrim\u00f4nio Cultural brasileiro os bens de natureza material e imaterial, tomados individualmente ou em conjunto, portadores de refer\u00eancia \u00e0 identidade, \u00e0 a\u00e7\u00e3o, \u00e0 mem\u00f3ria dos diferentes grupos formadores da sociedade brasileira. Assinale a alternativa que N\u00c2O se configura em Patrim\u00f4nio Cultural.<\/p>\n<table>\n<tbody>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" width=\"599\"><strong>Coment\u00e1rio:<\/strong><\/p>\n<p>Constitui\u00e7\u00e3o Federal (1988):<\/p>\n<p><em>Art. 216. Constituem patrim\u00f4nio cultural brasileiro os bens de natureza material e imaterial, tomados individualmente ou em conjunto, portadores de refer\u00eancia \u00e0 identidade, \u00e0 a\u00e7\u00e3o, \u00e0 mem\u00f3ria dos diferentes grupos formadores da sociedade brasileira, nos quais se incluem:<\/em><\/p>\n<p><em>I as formas de express\u00e3o\u037e<\/em><\/p>\n<p><em>II os modos de criar, fazer e viver\u037e<\/em><\/p>\n<p><em>III as cria\u00e7\u00f5es cient\u00edficas, art\u00edsticas e tecnol\u00f3gicas\u037e<\/em><\/p>\n<p><em>IV as obras, objetos, documentos, edifica\u00e7\u00f5es e demais espa\u00e7os destinados \u00e0s manifesta\u00e7\u00f5es art\u00edstico-culturais\u037e<\/em><\/p>\n<p><em>V os conjuntos urbanos e s\u00edtios de valor hist\u00f3rico, paisag\u00edstico, art\u00edstico, arqueol\u00f3gico, paleontol\u00f3gico, ecol\u00f3gico e cient\u00edfico.<\/em><\/p>\n<p>A \u00fanica que n\u00e3o se enquadra no texto acima \u00e9 a alternativa D), benfeitorias particulares reformadas.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"300\"><strong>Gabarito: alternativa<\/strong><\/td>\n<td width=\"299\"><strong>D<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>Grande abra\u00e7o! Estou na torcida e espero not\u00edcias de voc\u00eas!<\/p>\n<p>Moema<\/p>\n<p>OBS.: Vou inserir a prova comentada no site para meus alunos.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pessoal, Segue a prova COMENTADA ALE RS ARQUITETO da FUNDATEC! (aplicada em 08\/04\/2018) N\u00c3O VISLUMBREI POSSIBILIDADE DE RECURSO. QUEST\u00c3O 41 \u2013 O modelo de arquitetura e urbanismo conhecido como Modernista &#8230; Assinale a alternativa que n\u00e3o corresponde&#8230; Coment\u00e1rio: Vamos relembrar os cinco pontos da Arquitetura Moderna de Le Corbusier? \u00b7\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Planta livre: atrav\u00e9s de uma [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":524,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"post_tipo":"article","footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"tax_estado":[],"class_list":["post-115717","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-cursos-e-concursos"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO Premium plugin v27.2 (Yoast SEO v27.2) - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-premium-wordpress\/ -->\n<title>PROVA COMENTADA ALE RS ARQUITETO<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/prova-comentada-ale-rs-arquiteto\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"PROVA COMENTADA ALE RS ARQUITETO\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Pessoal, Segue a prova COMENTADA ALE RS ARQUITETO da FUNDATEC! (aplicada em 08\/04\/2018) N\u00c3O VISLUMBREI POSSIBILIDADE DE RECURSO. QUEST\u00c3O 41 \u2013 O modelo de arquitetura e urbanismo conhecido como Modernista &#8230; Assinale a alternativa que n\u00e3o corresponde&#8230; Coment\u00e1rio: Vamos relembrar os cinco pontos da Arquitetura Moderna de Le Corbusier? \u00b7\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Planta livre: atrav\u00e9s de uma [&hellip;]\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/prova-comentada-ale-rs-arquiteto\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Estrat\u00e9gia Concursos\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2018-04-11T03:58:23+00:00\" \/>\n<meta property=\"article:modified_time\" content=\"2023-05-23T12:23:56+00:00\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"Moema Machado\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:creator\" content=\"@EstratConcursos\" \/>\n<meta name=\"twitter:site\" content=\"@EstratConcursos\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"Moema Machado\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"34 minutos\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\/\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"NewsArticle\",\"@id\":\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/prova-comentada-ale-rs-arquiteto\/#article\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/prova-comentada-ale-rs-arquiteto\/\"},\"author\":{\"name\":\"Moema Machado\",\"@id\":\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/#\/schema\/person\/e2a129484af400a0e96b32dee7e7008a\"},\"headline\":\"PROVA COMENTADA ALE RS ARQUITETO\",\"datePublished\":\"2018-04-11T03:58:23+00:00\",\"dateModified\":\"2023-05-23T12:23:56+00:00\",\"mainEntityOfPage\":{\"@id\":\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/prova-comentada-ale-rs-arquiteto\/\"},\"wordCount\":6867,\"commentCount\":2,\"publisher\":{\"@id\":\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/#organization\"},\"articleSection\":[\"Concursos P\u00fablicos\"],\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"CommentAction\",\"name\":\"Comment\",\"target\":[\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/prova-comentada-ale-rs-arquiteto\/#respond\"]}],\"copyrightYear\":\"2018\",\"copyrightHolder\":{\"@id\":\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/#organization\"}},{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/prova-comentada-ale-rs-arquiteto\/\",\"url\":\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/prova-comentada-ale-rs-arquiteto\/\",\"name\":\"PROVA COMENTADA ALE RS ARQUITETO\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/#website\"},\"datePublished\":\"2018-04-11T03:58:23+00:00\",\"dateModified\":\"2023-05-23T12:23:56+00:00\",\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/prova-comentada-ale-rs-arquiteto\/#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/prova-comentada-ale-rs-arquiteto\/\"]}]},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/prova-comentada-ale-rs-arquiteto\/#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"In\u00edcio\",\"item\":\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"PROVA COMENTADA ALE RS ARQUITETO\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/#website\",\"url\":\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/\",\"name\":\"Estrat\u00e9gia Concursos\",\"description\":\"O blog da Estrat\u00e9gia Concursos traz not\u00edcias sobre concursos e artigos de professores oferecendo cursos para concursos (pdf + videaulas) no site.\",\"publisher\":{\"@id\":\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/#organization\"},\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":{\"@type\":\"PropertyValueSpecification\",\"valueRequired\":true,\"valueName\":\"search_term_string\"}}],\"inLanguage\":\"pt-BR\"},{\"@type\":\"Organization\",\"@id\":\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/#organization\",\"name\":\"Estrat\u00e9gia Concursos\",\"url\":\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/\",\"logo\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/#\/schema\/logo\/image\/\",\"url\":\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2025\/06\/03203428\/logo_concursos-1.jpg\",\"contentUrl\":\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2025\/06\/03203428\/logo_concursos-1.jpg\",\"width\":230,\"height\":60,\"caption\":\"Estrat\u00e9gia Concursos\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/#\/schema\/logo\/image\/\"},\"sameAs\":[\"https:\/\/x.com\/EstratConcursos\"]},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/#\/schema\/person\/e2a129484af400a0e96b32dee7e7008a\",\"name\":\"Moema Machado\",\"image\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/f6d4a54cce2f69a49a4fd2959222dd05dc4a6436cf3a28026212f62072fe4560?s=96&d=mm&r=g\",\"url\":\"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/f6d4a54cce2f69a49a4fd2959222dd05dc4a6436cf3a28026212f62072fe4560?s=96&d=mm&r=g\",\"contentUrl\":\"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/f6d4a54cce2f69a49a4fd2959222dd05dc4a6436cf3a28026212f62072fe4560?s=96&d=mm&r=g\",\"caption\":\"Moema Machado\"},\"url\":\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/author\/moemamoemamachado-com-br\/\"}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO Premium plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"PROVA COMENTADA ALE RS ARQUITETO","robots":{"index":"index","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"canonical":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/prova-comentada-ale-rs-arquiteto\/","og_locale":"pt_BR","og_type":"article","og_title":"PROVA COMENTADA ALE RS ARQUITETO","og_description":"Pessoal, Segue a prova COMENTADA ALE RS ARQUITETO da FUNDATEC! (aplicada em 08\/04\/2018) N\u00c3O VISLUMBREI POSSIBILIDADE DE RECURSO. QUEST\u00c3O 41 \u2013 O modelo de arquitetura e urbanismo conhecido como Modernista &#8230; Assinale a alternativa que n\u00e3o corresponde&#8230; Coment\u00e1rio: Vamos relembrar os cinco pontos da Arquitetura Moderna de Le Corbusier? \u00b7\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Planta livre: atrav\u00e9s de uma [&hellip;]","og_url":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/prova-comentada-ale-rs-arquiteto\/","og_site_name":"Estrat\u00e9gia Concursos","article_published_time":"2018-04-11T03:58:23+00:00","article_modified_time":"2023-05-23T12:23:56+00:00","author":"Moema Machado","twitter_card":"summary_large_image","twitter_creator":"@EstratConcursos","twitter_site":"@EstratConcursos","twitter_misc":{"Escrito por":"Moema Machado","Est. tempo de leitura":"34 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"NewsArticle","@id":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/prova-comentada-ale-rs-arquiteto\/#article","isPartOf":{"@id":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/prova-comentada-ale-rs-arquiteto\/"},"author":{"name":"Moema Machado","@id":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/#\/schema\/person\/e2a129484af400a0e96b32dee7e7008a"},"headline":"PROVA COMENTADA ALE RS ARQUITETO","datePublished":"2018-04-11T03:58:23+00:00","dateModified":"2023-05-23T12:23:56+00:00","mainEntityOfPage":{"@id":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/prova-comentada-ale-rs-arquiteto\/"},"wordCount":6867,"commentCount":2,"publisher":{"@id":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/#organization"},"articleSection":["Concursos P\u00fablicos"],"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"CommentAction","name":"Comment","target":["https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/prova-comentada-ale-rs-arquiteto\/#respond"]}],"copyrightYear":"2018","copyrightHolder":{"@id":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/#organization"}},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/prova-comentada-ale-rs-arquiteto\/","url":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/prova-comentada-ale-rs-arquiteto\/","name":"PROVA COMENTADA ALE RS ARQUITETO","isPartOf":{"@id":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/#website"},"datePublished":"2018-04-11T03:58:23+00:00","dateModified":"2023-05-23T12:23:56+00:00","breadcrumb":{"@id":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/prova-comentada-ale-rs-arquiteto\/#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/prova-comentada-ale-rs-arquiteto\/"]}]},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/prova-comentada-ale-rs-arquiteto\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"In\u00edcio","item":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"PROVA COMENTADA ALE RS ARQUITETO"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/#website","url":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/","name":"Estrat\u00e9gia Concursos","description":"O blog da Estrat\u00e9gia Concursos traz not\u00edcias sobre concursos e artigos de professores oferecendo cursos para concursos (pdf + videaulas) no site.","publisher":{"@id":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/#organization"},"potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"Organization","@id":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/#organization","name":"Estrat\u00e9gia Concursos","url":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/","logo":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/#\/schema\/logo\/image\/","url":"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2025\/06\/03203428\/logo_concursos-1.jpg","contentUrl":"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2025\/06\/03203428\/logo_concursos-1.jpg","width":230,"height":60,"caption":"Estrat\u00e9gia Concursos"},"image":{"@id":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/#\/schema\/logo\/image\/"},"sameAs":["https:\/\/x.com\/EstratConcursos"]},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/#\/schema\/person\/e2a129484af400a0e96b32dee7e7008a","name":"Moema Machado","image":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/f6d4a54cce2f69a49a4fd2959222dd05dc4a6436cf3a28026212f62072fe4560?s=96&d=mm&r=g","url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/f6d4a54cce2f69a49a4fd2959222dd05dc4a6436cf3a28026212f62072fe4560?s=96&d=mm&r=g","contentUrl":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/f6d4a54cce2f69a49a4fd2959222dd05dc4a6436cf3a28026212f62072fe4560?s=96&d=mm&r=g","caption":"Moema Machado"},"url":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/author\/moemamoemamachado-com-br\/"}]}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/115717","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/524"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=115717"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/115717\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1220434,"href":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/115717\/revisions\/1220434"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=115717"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=115717"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=115717"},{"taxonomy":"tax_estado","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tax_estado?post=115717"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}