{"id":1146951,"date":"2023-01-03T20:51:18","date_gmt":"2023-01-03T23:51:18","guid":{"rendered":"https:\/\/blog-estrategia.mystagingwebsite.com\/blog\/?p=1146951"},"modified":"2023-01-03T20:51:22","modified_gmt":"2023-01-03T23:51:22","slug":"informativo-stf-1079-comentado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/informativo-stf-1079-comentado\/","title":{"rendered":"Informativo STF 1079 Comentado"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Informativo n\u00ba 1079 do STF\u00a0<strong>COMENTADO.\u00a0<\/strong>Fique ligado aqui\u00a0no Estrat\u00e9gia Carreiras Jur\u00eddicas!<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center wp-block-paragraph\"><strong><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2023\/01\/03204907\/stf-1079.pdf\">DOWNLOAD do PDF<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"lyte-wrapper\" style=\"width:853px;max-width:100%;margin:5px;\"><div class=\"lyMe\" id=\"WYL_h7hACMsEARI\"><div id=\"lyte_h7hACMsEARI\" data-src=\"\/\/i.ytimg.com\/vi\/h7hACMsEARI\/hqdefault.jpg\" class=\"pL\"><div class=\"tC\"><div class=\"tT\"><\/div><\/div><div class=\"play\"><\/div><div class=\"ctrl\"><div class=\"Lctrl\"><\/div><div class=\"Rctrl\"><\/div><\/div><\/div><noscript><a href=\"https:\/\/youtu.be\/h7hACMsEARI\" rel=\"nofollow\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i.ytimg.com\/vi\/h7hACMsEARI\/0.jpg\" alt=\"YouTube video thumbnail\" width=\"853\" height=\"460\" \/><br \/>Assista a este v\u00eddeo no YouTube<\/a><\/noscript><\/div><\/div><div class=\"lL\" style=\"max-width:100%;width:853px;margin:5px;\"><\/div><figcaption><\/figcaption><\/figure>\n\n\n<h1 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-direito-administrativo\"><a>DIREITO ADMINISTRATIVO<\/a><\/h1>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-1-repercussao-na-esfera-administrativa-da-nulidade-de-provas-no-processo-penal\"><a>1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Repercuss\u00e3o na esfera administrativa da nulidade de provas no processo penal<\/a><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>RECURSO EXTRAORDIN\u00c1RIO COM AGRAVO<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">S\u00e3o inadmiss\u00edveis, em processos administrativos de qualquer esp\u00e9cie, provas consideradas il\u00edcitas pelo Poder Judici\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">ARE 1316369\/DF, relator Ministro Edson Fachin, redator do ac\u00f3rd\u00e3o Ministro Gilmar Mendes, julgamento finalizado no Plen\u00e1rio Virtual em 9.12.2022 (Info 1079)<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-1-1-situacao-fatica\"><a>1.1.&nbsp; Situa\u00e7\u00e3o F\u00c1TICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Uma empresa do ramo de gases industriais foi condenada pelo CADE em processo administrativo por forma\u00e7\u00e3o de cartel. Ocorre que as provas utilizadas no processo administrativo foram obtidas de forma il\u00edcita no respectivo processo penal que fora anteriormente ajuizado.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Inconformada, a empresa alega em recurso extraordin\u00e1rio a inadmissibilidade das provas il\u00edcitas no processo administrativo.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-1-2-analise-estrategica\"><a>1.2.&nbsp; An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-1-2-1-questao-juridica\"><a>1.2.1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Quest\u00e3o JUR\u00cdDICA.<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">CF\/1988: \u201cArt. 5\u00ba Todos s\u00e3o iguais perante a lei, sem distin\u00e7\u00e3o de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no Pa\u00eds a inviolabilidade do direito \u00e0 vida, \u00e0 liberdade, \u00e0 igualdade, \u00e0 seguran\u00e7a e \u00e0 propriedade, nos termos seguintes: (&#8230;) LVI &#8211; s\u00e3o inadmiss\u00edveis, no processo, as provas obtidas por meios il\u00edcitos;<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-1-2-2-admite-se-a-prova-ilicita\"><a>1.2.2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Admite-se a prova il\u00edcita?<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> <strong>Obviamente que N\u00c3O!!!!<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a>As provas declaradas il\u00edcitas pelo Poder Judici\u00e1rio n\u00e3o podem ser utilizadas, valoradas ou aproveitadas em processos administrativos de qualquer esp\u00e9cie.<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A Constitui\u00e7\u00e3o Federal <strong>preconiza, de modo expresso, a inadmissibilidade, no processo, de provas obtidas com viola\u00e7\u00e3o a normas constitucionais ou legais<\/strong>. Nesse sentido, n\u00e3o \u00e9 dado a nenhuma autoridade p\u00fablica valer-se de provas il\u00edcitas em preju\u00edzo do cidad\u00e3o, seja no \u00e2mbito judicial, seja na esfera administrativa, independentemente da natureza das pretens\u00f5es deduzidas pelas partes. Ademais, as provas declaradas nulas em processos judiciais n\u00e3o podem ser valoradas e aproveitadas, em desfavor do cidad\u00e3o, em qualquer \u00e2mbito ou inst\u00e2ncia decis\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Nesse contexto, a compreens\u00e3o consolidada do Tribunal \u00e9 no sentido de que, <strong>para ser admitida em processos administrativos, a prova emprestada do processo penal deve ser produzida de forma leg\u00edtima e regular, com observ\u00e2ncia das regras inerentes ao devido processo legal<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-1-2-3-resultado-final\"><a>1.2.3.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Resultado final.<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Com base nesse entendimento, o Plen\u00e1rio, por unanimidade, reconheceu a exist\u00eancia da repercuss\u00e3o geral da quest\u00e3o constitucional suscitada (Tema 1238 RG) e, no m\u00e9rito, por maioria, reafirmou a jurisprud\u00eancia dominante sobre a mat\u00e9ria para negar provimento ao recurso extraordin\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<h1 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-direito-constitucional\"><a>DIREITO CONSTITUCIONAL<\/a><\/h1>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-2-transformacao-de-juizos-e-juizados-e-definicao-de-suas-respectivas-competencias\"><a>2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Transforma\u00e7\u00e3o de ju\u00edzos e juizados e defini\u00e7\u00e3o de suas respectivas compet\u00eancias<\/a><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>A\u00c7\u00c3O DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00c9 constitucional \u2014 por n\u00e3o violar o princ\u00edpio da legalidade \u2014 lei estadual que prev\u00ea que o \u00d3rg\u00e3o Especial do Tribunal de Justi\u00e7a pode transformar, instalar juizado em substitui\u00e7\u00e3o a adjunto e fixar a compet\u00eancia dos juizados especiais.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">ADI 4235\/RJ, relator Ministro Edson Fachin, julgamento virtual finalizado em 12.12.2022 (Info 1079)<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-2-1-situacao-fatica\"><a>2.1.&nbsp; Situa\u00e7\u00e3o F\u00c1TICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A OAB ajuizou a ADI 4235 no STF contra dispositivos legais que autorizam o \u00f3rg\u00e3o especial do TJ-RJ a criar, extinguir e transformar juizados especiais e varas judici\u00e1rias no estado.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A a\u00e7\u00e3o questiona o artigo 3\u00ba da Lei 2.556\/96 e o artigo 4\u00ba da Lei 3.603\/01, ambas do Rio de Janeiro, sob o argumento de que eles autorizam que mat\u00e9ria sobre organiza\u00e7\u00e3o judici\u00e1ria dos tribunais seja tratada pelo TJ-RJ por meio de resolu\u00e7\u00e3o. O primeiro dispositivo permite que o tribunal estadual fa\u00e7a as seguintes altera\u00e7\u00f5es: transforme juizados c\u00edveis e criminais em juizados especiais; transforme juizados especiais e juizados adjuntos c\u00edveis em criminais; transforme juizados criminais em c\u00edveis; e instale novos juizados especiais adjuntos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O segundo dispositivo autoriza o TJ-RJ a fixar a distribui\u00e7\u00e3o de compet\u00eancia entre os \u00f3rg\u00e3os do Judici\u00e1rio estadual, al\u00e9m de permitir a redistribui\u00e7\u00e3o de feitos nas comarcas, ju\u00edzes e juizados.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-2-2-analise-estrategica\"><a>2.2.&nbsp; An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-2-2-1-tudo-certo-arnaldo\"><a>2.2.1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Tudo certo, Arnaldo?<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> <strong>Segue o jogo!!!<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Na linha da jurisprud\u00eancia do STF, a mat\u00e9ria relativa \u00e0 organiza\u00e7\u00e3o e ao funcionamento dos \u00f3rg\u00e3os jurisdicionais e administrativos n\u00e3o est\u00e1 submetida \u00e0 disciplina exclusiva da lei (CF\/1988, art. 96), uma vez que a Constitui\u00e7\u00e3o Federal conferiu aos tribunais essa compet\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No caso, as normas impugnadas n\u00e3o criaram \u00f3rg\u00e3os jurisdicionais, mas somente dispuseram sobre a compet\u00eancia de ju\u00edzos j\u00e1 existentes, sobre a instala\u00e7\u00e3o progressiva dos juizados, a fim de permitir melhor organiza\u00e7\u00e3o e economicidade para a implanta\u00e7\u00e3o do sistema de juizados introduzido pela Lei 9.099\/1995.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-2-2-2-resultado-final\"><a>2.2.2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Resultado final.<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Com base nesse entendimento, o Plen\u00e1rio, por unanimidade, julgou improcedente a a\u00e7\u00e3o para declarar a constitucionalidade do art. 3\u00ba da Lei 2.556\/1996 e do art. 4\u00ba da Lei 3.603\/2001, ambas do Estado do Rio de Janeiro.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-3-exercicio-da-competencia-comum-para-a-protecao-do-meio-ambiente\"><a>3.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Exerc\u00edcio da compet\u00eancia comum para a prote\u00e7\u00e3o do meio ambiente<\/a><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>A\u00c7\u00c3O DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A reparti\u00e7\u00e3o de compet\u00eancias comuns, institu\u00edda pela LC 140\/2011, mediante atribui\u00e7\u00e3o pr\u00e9via e est\u00e1tica das compet\u00eancias administrativas de fiscaliza\u00e7\u00e3o ambiental aos entes federados, atende \u00e0s exig\u00eancias do princ\u00edpio da subsidiariedade e do perfil cooperativo do modelo de Federa\u00e7\u00e3o, cuja finalidade \u00e9 conferir efetividade nos encargos constitucionais de prote\u00e7\u00e3o dos valores e direitos fundamentais.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">ADI 4757\/DF, relatora Ministra Rosa Weber, julgamento virtual finalizado em 12.12.2022 (Info 1079)<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-3-1-situacao-fatica\"><a>3.1.&nbsp; Situa\u00e7\u00e3o F\u00c1TICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A Associa\u00e7\u00e3o Nacional dos Servidores da Carreira de Especialista em Meio Ambiente (ASIBAMA) ajuizou no STF a ADI 4757 contra a Lei Complementar 140\/2011. A lei fixa normas para a coopera\u00e7\u00e3o entre a Uni\u00e3o, os Estados, o Distrito Federal e os Munic\u00edpios nas a\u00e7\u00f5es administrativas decorrentes do exerc\u00edcio da compet\u00eancia comum relativas \u00e0 prote\u00e7\u00e3o das paisagens naturais, do Meio Ambiente, e do combate \u00e0 polui\u00e7\u00e3o, al\u00e9m da preserva\u00e7\u00e3o das florestas, da fauna e da flora.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">De acordo com a ASIBAMA, o Meio Ambiente ficou menos protegido com o estabelecimento de compet\u00eancias ambientais privativas para estados, DF e munic\u00edpios, uma vez que a maioria deles n\u00e3o est\u00e1 preparada para tais a\u00e7\u00f5es, e a Uni\u00e3o estaria impedida de agir, pois teria perdido essas atribui\u00e7\u00f5es com a promulga\u00e7\u00e3o da lei.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A associa\u00e7\u00e3o sustenta que a atua\u00e7\u00e3o do IBAMA permitia \u00e0 Uni\u00e3o atuar em qualquer hip\u00f3tese quando a legisla\u00e7\u00e3o ambiental n\u00e3o era cumprida e que, agora, a limita\u00e7\u00e3o das compet\u00eancias ambientais dos entes federativos dificulta a atua\u00e7\u00e3o da Uni\u00e3o em um cen\u00e1rio em que os demais \u00f3rg\u00e3os ambientais carecem de infraestrutura adequada.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-3-2-analise-estrategica\"><a>3.2.&nbsp; An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-3-2-1-questao-juridica\"><a>3.2.1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Quest\u00e3o JUR\u00cdDICA.<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&nbsp;LC 140\/2011:<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Art. 4\u00ba Os entes federativos podem valer-se, entre outros, dos seguintes instrumentos de coopera\u00e7\u00e3o institucional: (&#8230;) V &#8211; delega\u00e7\u00e3o de atribui\u00e7\u00f5es de um ente federativo a outro, respeitados os requisitos previstos nesta Lei Complementar; VI &#8211; delega\u00e7\u00e3o da execu\u00e7\u00e3o de a\u00e7\u00f5es administrativas de um ente federativo a outro, respeitados os requisitos previstos nesta Lei Complementar. (&#8230;) Art. 14 (&#8230;) \u00a7 3\u00ba O decurso dos prazos de licenciamento, sem a emiss\u00e3o da licen\u00e7a ambiental, n\u00e3o implica emiss\u00e3o t\u00e1cita nem autoriza a pr\u00e1tica de ato que dela dependa ou decorra, mas instaura a compet\u00eancia supletiva referida no art. 15.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Art. 14 (\u2026) \u00a7 4o A renova\u00e7\u00e3o de licen\u00e7as ambientais deve ser requerida com anteced\u00eancia m\u00ednima de 120 (cento e vinte) dias da expira\u00e7\u00e3o de seu prazo de validade, fixado na respectiva licen\u00e7a, ficando este automaticamente prorrogado at\u00e9 a manifesta\u00e7\u00e3o definitiva do \u00f3rg\u00e3o ambiental competente.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Art. 15.&nbsp; Os entes federativos devem atuar em car\u00e1ter supletivo nas a\u00e7\u00f5es administrativas de licenciamento e na autoriza\u00e7\u00e3o ambiental, nas seguintes hip\u00f3teses:<a><\/a>&nbsp;I &#8211; inexistindo \u00f3rg\u00e3o ambiental capacitado ou conselho de meio ambiente no Estado ou no Distrito Federal, a Uni\u00e3o deve desempenhar as a\u00e7\u00f5es administrativas estaduais ou distritais at\u00e9 a sua cria\u00e7\u00e3o;&nbsp;<a><\/a>II &#8211; inexistindo \u00f3rg\u00e3o ambiental capacitado ou conselho de meio ambiente no Munic\u00edpio, o Estado deve desempenhar as a\u00e7\u00f5es administrativas municipais at\u00e9 a sua cria\u00e7\u00e3o; e&nbsp;<a><\/a>III &#8211; inexistindo \u00f3rg\u00e3o ambiental capacitado ou conselho de meio ambiente no Estado e no Munic\u00edpio, a Uni\u00e3o deve desempenhar as a\u00e7\u00f5es administrativas at\u00e9 a sua cria\u00e7\u00e3o em um daqueles entes federativos.&nbsp;<a><\/a>Art. 16.&nbsp; A a\u00e7\u00e3o administrativa subsidi\u00e1ria dos entes federativos dar-se-\u00e1 por meio de apoio t\u00e9cnico, cient\u00edfico, administrativo ou financeiro, sem preju\u00edzo de outras formas de coopera\u00e7\u00e3o.&nbsp;<a><\/a>Par\u00e1grafo \u00fanico. &nbsp;A a\u00e7\u00e3o subsidi\u00e1ria deve ser solicitada pelo ente originariamente detentor da atribui\u00e7\u00e3o nos termos desta Lei Complementar.&nbsp;<a><\/a>Art. 17.&nbsp; Compete ao \u00f3rg\u00e3o respons\u00e1vel pelo licenciamento ou autoriza\u00e7\u00e3o, conforme o caso, de um empreendimento ou atividade, lavrar auto de infra\u00e7\u00e3o ambiental e instaurar processo administrativo para a apura\u00e7\u00e3o de infra\u00e7\u00f5es \u00e0 legisla\u00e7\u00e3o ambiental cometidas pelo empreendimento ou atividade licenciada ou autorizada.&nbsp;<a><\/a>\u00a7 1<sup>o<\/sup>&nbsp;Qualquer pessoa legalmente identificada, ao constatar infra\u00e7\u00e3o ambiental decorrente de empreendimento ou atividade utilizadores de recursos ambientais, efetiva ou potencialmente poluidores, pode dirigir representa\u00e7\u00e3o ao \u00f3rg\u00e3o a que se refere o&nbsp;<strong>caput<\/strong>, para efeito do exerc\u00edcio de seu poder de pol\u00edcia.&nbsp;<a><\/a>\u00a7 2<sup>o<\/sup>&nbsp;Nos casos de imin\u00eancia ou ocorr\u00eancia de degrada\u00e7\u00e3o da qualidade ambiental, o ente federativo que tiver conhecimento do fato dever\u00e1 determinar medidas para evit\u00e1-la, fazer cess\u00e1-la ou mitig\u00e1-la, comunicando imediatamente ao \u00f3rg\u00e3o competente para as provid\u00eancias cab\u00edveis.&nbsp;<a><\/a>\u00a7 3<sup>o<\/sup>&nbsp;O disposto no&nbsp;<strong>caput<\/strong>&nbsp;deste artigo n\u00e3o impede o exerc\u00edcio pelos entes federativos da atribui\u00e7\u00e3o comum de fiscaliza\u00e7\u00e3o da conformidade de empreendimentos e atividades efetiva ou potencialmente poluidores ou utilizadores de recursos naturais com a legisla\u00e7\u00e3o ambiental em vigor, prevalecendo o auto de infra\u00e7\u00e3o ambiental lavrado por \u00f3rg\u00e3o que detenha a atribui\u00e7\u00e3o de licenciamento ou autoriza\u00e7\u00e3o a que se refere o&nbsp;<strong>caput<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-3-2-2-a-norma-fere-a-cf\"><a>3.2.2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A norma fere a CF?<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> <strong>Nooops!!!!<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Essa escolha legislativa <strong>imprime racionalidade e efici\u00eancia na organiza\u00e7\u00e3o administrativa do poder de pol\u00edcia ambiental, uma vez que afasta a atua\u00e7\u00e3o simult\u00e2nea e sobreposta dos diversos \u00f3rg\u00e3os ambientais dos entes federativos para o mesmo procedimento ou ato<\/strong>. Al\u00e9m disso, o princ\u00edpio da SUBSIDIARIEDADE \u2014 enquanto express\u00e3o do valor da democracia e dos deveres fundamentais de prote\u00e7\u00e3o&nbsp;\u2014est\u00e1 devidamente observado, pois o modelo federativo privilegia a atua\u00e7\u00e3o prec\u00edpua do ente pol\u00edtico mais pr\u00f3ximo \u00e0 realidade do fato e da sociedade, cabendo ao ente pol\u00edtico maior uma atua\u00e7\u00e3o supletiva.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No caso, <strong>n\u00e3o h\u00e1 que se falar em substitui\u00e7\u00e3o da compet\u00eancia comum por compet\u00eancia privativa<\/strong>, porque essa dimens\u00e3o est\u00e1tica das compet\u00eancias administrativas \u00e9 articulada \u00e0 dimens\u00e3o din\u00e2mica, performada pelas atua\u00e7\u00f5es supletivas e subsidi\u00e1rias.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ademais, a previs\u00e3o de instrumentos de coopera\u00e7\u00e3o institucional interfederativa \u2014 a exemplo da delega\u00e7\u00e3o volunt\u00e1ria de atribui\u00e7\u00f5es e da execu\u00e7\u00e3o de a\u00e7\u00f5es administrativas, nos limites da previs\u00e3o legislativa, com prazo indeterminado \u2014 fortalece o vi\u00e9s cooperativo idealizado pela legisla\u00e7\u00e3o impugnada, visto que autoriza e fomenta a conversa\u00e7\u00e3o institucional para o remanejamento das compet\u00eancias federativas, seja de licenciamento, seja de controle ou de fiscaliza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Como deve ocorrer a atua\u00e7\u00e3o conjunta dos entes?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No exerc\u00edcio da coopera\u00e7\u00e3o administrativa cabe atua\u00e7\u00e3o suplementar&nbsp;\u2014&nbsp;ainda que n\u00e3o conflitiva&nbsp;\u2014&nbsp;da Uni\u00e3o com a dos \u00f3rg\u00e3os estadual e municipal.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Nesse contexto, <strong>o crit\u00e9rio da preval\u00eancia de auto de infra\u00e7\u00e3o do \u00f3rg\u00e3o licenciador (LC 140\/2011, art. 17, \u00a7 3\u00ba) n\u00e3o oferece resposta aos deveres fundamentais de prote\u00e7\u00e3o, nas situa\u00e7\u00f5es de omiss\u00e3o ou falha da atua\u00e7\u00e3o daquele \u00f3rg\u00e3o na atividade fiscalizat\u00f3ria e sancionat\u00f3ria<\/strong>, por insufici\u00eancia ou inadequa\u00e7\u00e3o da medida adotada para prevenir ou reparar situa\u00e7\u00e3o de il\u00edcito ou dano ambiental.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-3-2-3-prorroga-licenca-automaticamente\"><a>3.2.3.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Prorroga licen\u00e7a automaticamente?<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> <strong>A\u00ed n\u00e3o n\u00e9&#8230;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A mesma norma permite uma esp\u00e9cie de prorroga\u00e7\u00e3o autom\u00e1tica de licen\u00e7as ambientais enquanto os Estados n\u00e3o se organizarem para realizar a fiscaliza\u00e7\u00e3o devida.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00c9 inconstitucional regra que autoriza estado indeterminado de prorroga\u00e7\u00e3o autom\u00e1tica de licen\u00e7a ambiental.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No ponto, o legislador foi INSUFICIENTE em sua regulamenta\u00e7\u00e3o, uma vez que <strong>n\u00e3o disciplinou qualquer consequ\u00eancia para a hip\u00f3tese da omiss\u00e3o ou mora imotivada e desproporcional do \u00f3rg\u00e3o ambiental diante de pedido de renova\u00e7\u00e3o de licen\u00e7a ambiental<\/strong>. Deve incidir o mesmo resultado normativo previsto para a hip\u00f3tese de omiss\u00e3o do agir administrativo no processo de licenciamento, eis que o legislador ofereceu resposta adequada, consistente na atua\u00e7\u00e3o supletiva de outro ente federado (LC 140\/2011, art. 15).<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-3-2-4-resultado-final\"><a>3.2.4.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Resultado final.<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Com base nesses e em outros entendimentos, o Plen\u00e1rio, por unanimidade, julgou improcedentes os pedidos de declara\u00e7\u00e3o de inconstitucionalidade dos arts. 4\u00ba, V e VI, 7\u00ba, XIII, XIV,&nbsp;<strong>h<\/strong>, XV e par\u00e1grafo \u00fanico, 8\u00ba, XIII e XIV, 9\u00ba, XIII e XIV, 14, \u00a7 3\u00ba, 15, 17,&nbsp;caput&nbsp;e \u00a7\u00a7 2\u00ba, 20 e 21, todos da LC 140\/2011 e, por arrastamento, da integralidade da legisla\u00e7\u00e3o; e julgou parcialmente procedente a a\u00e7\u00e3o para conferir interpreta\u00e7\u00e3o conforme a Constitui\u00e7\u00e3o Federal: (i) ao \u00a7 4\u00ba do art. 14 da LC 140\/2011, para o fim de estabelecer que a omiss\u00e3o ou mora administrativa imotivada e desproporcional na manifesta\u00e7\u00e3o definitiva sobre os pedidos de renova\u00e7\u00e3o de licen\u00e7as ambientais instaura a compet\u00eancia supletiva do art. 15; e (ii) ao \u00a7 3\u00ba do art. 17 da LC 140\/2011, esclarecendo que&nbsp;<a>a preval\u00eancia do auto de infra\u00e7\u00e3o lavrado pelo \u00f3rg\u00e3o originalmente competente para o licenciamento ou autoriza\u00e7\u00e3o ambiental n\u00e3o exclui a atua\u00e7\u00e3o supletiva de outro ente federado, desde que comprovada omiss\u00e3o ou insufici\u00eancia na tutela fiscalizat\u00f3ria.<\/a><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-4-inconstitucionalidade-do-bloqueio-e-penhora-de-receitas-publicas-vinculadas-a-contratos-de-gestao-firmados-entre-o-poder-publico-e-entidades-do-terceiro-setor\"><a>4.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Inconstitucionalidade do bloqueio e penhora de receitas p\u00fablicas vinculadas a contratos de gest\u00e3o firmados entre o Poder P\u00fablico e entidades do terceiro setor<\/a><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>ARGUI\u00c7\u00c3O DE DESCUMPRIMENTO DE PRECEITO FUNDAMENTAL<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">S\u00e3o inconstitucionais \u2014 por violarem os princ\u00edpios da separa\u00e7\u00e3o de Poderes, da legalidade or\u00e7ament\u00e1ria, da efici\u00eancia administrativa e da continuidade dos servi\u00e7os p\u00fablicos \u2014 decis\u00f5es judiciais que determinam a penhora ou o bloqueio de receitas p\u00fablicas destinadas \u00e0 execu\u00e7\u00e3o de contratos de gest\u00e3o para o pagamento de despesas estranhas aos seus objetos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">ADPF 1012\/PA, relator Ministro Edson Fachin, julgamento virtual finalizado em 12.12.2022 (Info 1079)<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-4-1-situacao-fatica\"><a>4.1.&nbsp; Situa\u00e7\u00e3o F\u00c1TICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O governador do Par\u00e1 ajuizou a ADPF 1012 na qual alega que medidas de constri\u00e7\u00e3o (arresto, sequestro, bloqueio, penhora e libera\u00e7\u00e3o de valores) foram determinadas em 11 decis\u00f5es da Justi\u00e7a do Trabalho e da Justi\u00e7a comum de outros estados (Bahia, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro e S\u00e3o Paulo) em a\u00e7\u00f5es movidas contra a Pr\u00f3-Sa\u00fade. O Par\u00e1 n\u00e3o foi parte nas a\u00e7\u00f5es, e os d\u00e9bitos da Pr\u00f3-Sa\u00fade n\u00e3o tinham rela\u00e7\u00e3o com os contratos mantidos com o estado. As medidas resultaram no bloqueio de R$ 3,1 milh\u00f5es que seriam destinados \u00e0 execu\u00e7\u00e3o dos contratos com a Pr\u00f3-Sa\u00fade.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O governador alega na a\u00e7\u00e3o que as d\u00edvidas decorrentes de outros neg\u00f3cios jur\u00eddicos da organiza\u00e7\u00e3o social n\u00e3o podem ser pagas com recursos do estado, sob pena de descontinuidade da presta\u00e7\u00e3o do servi\u00e7o p\u00fablico e grave preju\u00edzo aos usu\u00e1rios do sistema de sa\u00fade.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-4-2-analise-estrategica\"><a>4.2.&nbsp; An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-4-2-1-questao-juridica\"><a>4.2.1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Quest\u00e3o JUR\u00cdDICA.<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">CF\/1988:<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Art. 167. S\u00e3o vedados: (&#8230;) VI &#8211; a transposi\u00e7\u00e3o, o remanejamento ou a transfer\u00eancia de recursos de uma categoria de programa\u00e7\u00e3o para outra ou de um \u00f3rg\u00e3o para outro, sem pr\u00e9via autoriza\u00e7\u00e3o legislativa; (&#8230;) X&nbsp;&#8211; a transfer\u00eancia volunt\u00e1ria de recursos e a concess\u00e3o de empr\u00e9stimos, inclusive por antecipa\u00e7\u00e3o de receita, pelos Governos Federal e Estaduais e suas institui\u00e7\u00f5es financeiras, para pagamento de despesas com pessoal ativo, inativo e pensionista, dos Estados, do Distrito Federal e dos Munic\u00edpios. (&#8230;) Art. 175.&nbsp;Incumbe ao Poder P\u00fablico, na forma da lei, diretamente ou sob regime de concess\u00e3o ou permiss\u00e3o, sempre atrav\u00e9s de licita\u00e7\u00e3o, a presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os p\u00fablicos. Par\u00e1grafo \u00fanico. A lei dispor\u00e1 sobre: I&nbsp;&#8211; o regime das empresas concession\u00e1rias e permission\u00e1rias de servi\u00e7os p\u00fablicos, o car\u00e1ter especial de seu contrato e de sua prorroga\u00e7\u00e3o, bem como as condi\u00e7\u00f5es de caducidade, fiscaliza\u00e7\u00e3o e rescis\u00e3o da concess\u00e3o ou permiss\u00e3o; II&nbsp;&#8211; os direitos dos usu\u00e1rios; III&nbsp;&#8211; pol\u00edtica tarif\u00e1ria; IV&nbsp;&#8211; a obriga\u00e7\u00e3o de manter servi\u00e7o adequado.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-4-2-2-as-medidas-de-constricao-sao-inconstitucionais\"><a>4.2.2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; As medidas de constri\u00e7\u00e3o s\u00e3o inconstitucionais?<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> <strong>Yeaph!!!!<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No caso, as verbas atribu\u00eddas ao cumprimento de contratos de gest\u00e3o s\u00e3o receitas p\u00fablicas da sa\u00fade com destina\u00e7\u00e3o or\u00e7ament\u00e1ria definida pelos entes respons\u00e1veis, sendo vedado ao Poder Judici\u00e1rio alterar a sua aplica\u00e7\u00e3o, conforme se observa da jurisprud\u00eancia consolidada do STF.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-4-2-3-resultado-final\"><a>4.2.3.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Resultado final.<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Com base nesse entendimento, o Plen\u00e1rio, por unanimidade, julgou procedente a a\u00e7\u00e3o para suspender e cassar os efeitos das decis\u00f5es judiciais que determinaram a constri\u00e7\u00e3o (arresto, sequestro, bloqueio, penhora e libera\u00e7\u00e3o de valores) de recursos p\u00fablicos do Estado do Par\u00e1, destinados \u00e0 execu\u00e7\u00e3o dos Contratos de Gest\u00e3o 23\/2014, 01\/2017, 03\/2017, 04\/2017 e 05\/2017, referidos na peti\u00e7\u00e3o inicial e executados pela Organiza\u00e7\u00e3o Social Pr\u00f3-Sa\u00fade, declarando a inconstitucionalidade dos atos impugnados.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-5-competencia-para-o-julgamento-de-contas-dos-poderes-estaduais-e-simetria-federativa\"><a>5.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Compet\u00eancia para o julgamento de contas dos Poderes estaduais e simetria federativa<\/a><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>A\u00c7\u00c3O DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00c9 inconstitucional norma de Constitui\u00e7\u00e3o Estadual que amplia as compet\u00eancias de Assembleia Legislativa para julgamento de contas de gestores p\u00fablicos, sem observar a simetria com a Constitui\u00e7\u00e3o Federal, por viola\u00e7\u00e3o aos arts. 71, II, e 75 da CF\/1988.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">ADI 6981\/SP, relator Ministro Roberto Barroso, julgamento virtual finalizado em 12.12.2022 (Info 1079)<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-5-1-situacao-fatica\"><a>5.1.&nbsp; Situa\u00e7\u00e3o F\u00c1TICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A PGR ajuizou a ADI 6981 em face da norma da Constitui\u00e7\u00e3o do Estado de S\u00e3o Paulo que dava \u00e0 Assembleia Legislativa local (Alesp) compet\u00eancia para proceder \u00e0 tomada e ao julgamento anual das contas prestadas pelos Poderes Legislativo, Executivo e Judici\u00e1rio estaduais.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-5-2-analise-estrategica\"><a>5.2.&nbsp; An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-5-2-1-questao-juridica\"><a>5.2.1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Quest\u00e3o JUR\u00cdDICA.<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">CF\/1988:<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Art. 49. \u00c9 da compet\u00eancia exclusiva do Congresso Nacional: (&#8230;) IX \u2013 julgar anualmente as contas prestadas pelo Presidente da Rep\u00fablica e apreciar os relat\u00f3rios sobre a execu\u00e7\u00e3o dos planos de governo;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Art. 71. O controle externo, a cargo do Congresso Nacional, ser\u00e1 exercido com o aux\u00edlio do Tribunal de Contas da Uni\u00e3o, ao qual compete: (&#8230;) II \u2013 julgar as contas dos administradores e demais respons\u00e1veis por dinheiros, bens e valores p\u00fablicos da administra\u00e7\u00e3o direta e indireta, inclu\u00eddas as funda\u00e7\u00f5es e sociedades institu\u00eddas e mantidas pelo Poder P\u00fablico federal, e as contas daqueles que derem causa a perda, extravio ou outra irregularidade de que resulte preju\u00edzo ao er\u00e1rio p\u00fablico;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Art. 75. As normas estabelecidas nesta se\u00e7\u00e3o aplicam-se, no que couber, \u00e0 organiza\u00e7\u00e3o, composi\u00e7\u00e3o e fiscaliza\u00e7\u00e3o dos Tribunais de Contas dos Estados e do Distrito Federal, bem como dos Tribunais e Conselhos de Contas dos Munic\u00edpios. Par\u00e1grafo \u00fanico. As Constitui\u00e7\u00f5es estaduais dispor\u00e3o sobre os Tribunais de Contas respectivos, que ser\u00e3o integrados por sete Conselheiros<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-5-2-2-deve-ser-observada-a-simetria\"><a>5.2.2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Deve ser observada a simetria?<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> <strong>Com certeza!!!<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O art. 75 da CF\/1988 determina expressamente que o modelo federal de controle or\u00e7ament\u00e1rio e financeiro se aplica aos Tribunais de Contas dos estados, vinculando, assim, o constituinte estadual.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em \u00e2mbito federal, <strong>apenas as contas da Presid\u00eancia da Rep\u00fablica s\u00e3o julgadas pelo Congresso Nacional<\/strong>. Nas demais hip\u00f3teses, inclusive quanto aos Poderes Legislativo e Judici\u00e1rio, a compet\u00eancia \u00e9 do Tribunal de Contas da Uni\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Desse modo, em aten\u00e7\u00e3o ao postulado da simetria, <strong>compete \u00e0 Assembleia Legislativa estadual, t\u00e3o somente, o julgamento das contas do governador e a aprecia\u00e7\u00e3o dos relat\u00f3rios sobre a execu\u00e7\u00e3o dos planos de governo<\/strong>. Caso contr\u00e1rio, haveria restri\u00e7\u00e3o indevida da compet\u00eancia do Tribunal de Contas local.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-5-2-3-resultado-final\"><a>5.2.3.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Resultado final.<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Com base nesses entendimentos, o Plen\u00e1rio, por unanimidade, julgou procedente a a\u00e7\u00e3o para declarar a inconstitucionalidade das express\u00f5es \u201cpela Mesa da Assembleia Legislativa\u201d e \u201ce pelo Presidente do Tribunal de Justi\u00e7a, respectivamente, do Poder Legislativo, do Poder Executivo e do Poder Judici\u00e1rio\u201d, constantes do art. 20, VI, da Constitui\u00e7\u00e3o do Estado de S\u00e3o Paulo.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-6-reeleicao-ou-reconducao-de-membros-de-mesa-diretora-de-assembleias-legislativas\"><a>6.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Reelei\u00e7\u00e3o ou recondu\u00e7\u00e3o de membros de Mesa Diretora de Assembleias Legislativas<\/a><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a><strong>A\u00c7\u00c3O DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">(i) a elei\u00e7\u00e3o dos membros das Mesas das Assembleias Legislativas estaduais deve observar o limite de uma \u00fanica reelei\u00e7\u00e3o ou recondu\u00e7\u00e3o, limite cuja observ\u00e2ncia independe de os mandatos consecutivos referirem-se \u00e0 mesma legislatura; (ii) a veda\u00e7\u00e3o \u00e0 reelei\u00e7\u00e3o ou recondu\u00e7\u00e3o aplica-se somente para o mesmo cargo da mesa diretora, n\u00e3o impedindo que membro da mesa anterior se mantenha no \u00f3rg\u00e3o de dire\u00e7\u00e3o, desde que em cargo distinto; (iii) o limite de uma \u00fanica reelei\u00e7\u00e3o ou recondu\u00e7\u00e3o, acima veiculado, deve orientar a forma\u00e7\u00e3o da Mesa da Assembleia Legislativa no per\u00edodo posterior \u00e0 data de publica\u00e7\u00e3o da ata de julgamento da ADI 6.524, de modo que n\u00e3o ser\u00e3o consideradas, para fins de inelegibilidade, as composi\u00e7\u00f5es eleitas antes de 7.1.2021, salvo se configurada a antecipa\u00e7\u00e3o fraudulenta das elei\u00e7\u00f5es como burla ao entendimento do Supremo Tribunal Federal.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">ADI 6688\/PR, relator Ministro Gilmar Mendes, julgamento finalizado em 7.12.2022 (Info 1079)<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-6-1-situacao-fatica\"><a>6.1.&nbsp; Situa\u00e7\u00e3o F\u00c1TICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O Partido Republicano da Ordem Social (PROS) ajuizou oito ADIs no STF contra dispositivos de normas estaduais que permitem a reelei\u00e7\u00e3o de membros das Mesas das Assembleias Legislativas para o mesmo cargo na elei\u00e7\u00e3o imediatamente subsequente dentro da mesma legislatura.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Segundo o PROS, a pr\u00e1tica de recondu\u00e7\u00f5es do mesmo parlamentar \u00e0 presid\u00eancia de Assembleias Legislativas estaria permitindo que deputados estaduais sejam reconduzidos ao cargo de presidente por at\u00e9 cinco vezes consecutivas (no caso do Piau\u00ed), por quatro vezes (Paran\u00e1, Rio Grande do Norte e Sergipe) e por tr\u00eas vezes consecutivas (Amap\u00e1, Esp\u00edrito Santo, Maranh\u00e3o e Pernambuco).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O partido pede que o STF d\u00ea interpreta\u00e7\u00e3o conforme a Constitui\u00e7\u00e3o Federal aos dispositivos questionados, de modo a assentar que n\u00e3o h\u00e1 a possibilidade de recondu\u00e7\u00e3o, conforme o entendimento consolidado no julgamento da ADI 6524, em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s Mesas da C\u00e2mara dos Deputados e do Senado Federal.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-6-2-analise-estrategica\"><a>6.2.&nbsp; An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-6-2-1-questao-juridica\"><a>6.2.1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Quest\u00e3o JUR\u00cdDICA.<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">CF\/1988:<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Art. 57. O Congresso Nacional reunir-se-\u00e1, anualmente, na Capital Federal, de 2 de fevereiro a 17 de julho e de 1\u00ba de agosto a 22 de dezembro. (&#8230;) \u00a7 4\u00ba Cada uma das Casas reunir-se-\u00e1 em sess\u00f5es preparat\u00f3rias, a partir de 1\u00ba de fevereiro, no primeiro ano da legislatura, para a posse de seus membros e elei\u00e7\u00e3o das respectivas Mesas, para mandato de 2 (dois) anos, vedada a recondu\u00e7\u00e3o para o mesmo cargo na elei\u00e7\u00e3o imediatamente subseq\u00fcente.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Lei 9.868\/1999: \u201cArt. 28. Dentro do prazo de dez dias ap\u00f3s o tr\u00e2nsito em julgado da decis\u00e3o, o Supremo Tribunal Federal far\u00e1 publicar em se\u00e7\u00e3o especial do Di\u00e1rio da Justi\u00e7a e do Di\u00e1rio Oficial da Uni\u00e3o a parte dispositiva do ac\u00f3rd\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-6-2-2-como-ficou-entao\"><a>6.2.2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Como ficou ent\u00e3o?<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> <strong>Permitida somente UMA REELEI\u00c7\u00c3O sucessiva ao mesmo cargo!!!!<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00c9 permitida apenas uma reelei\u00e7\u00e3o ou recondu\u00e7\u00e3o sucessiva ao mesmo cargo da Mesa Diretora, mantida a composi\u00e7\u00e3o das mesas das Assembleias Legislativas eleitas antes da data de publica\u00e7\u00e3o da ata de julgamento da ADI 6524\/DF<strong>(7.1.2021).<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Conforme precedentes do STF, a regra proibitiva contida no art. 57, \u00a7 4\u00ba, da CF\/1988 n\u00e3o constitui preceito de observ\u00e2ncia obrigat\u00f3ria pelos estados e o Distrito Federal, de modo que n\u00e3o pode funcionar como par\u00e2metro de controle da constitucionalidade de regra inserida nas Constitui\u00e7\u00f5es estaduais, pois configura pleno exerc\u00edcio de suas autonomias pol\u00edtico-administrativas (CF\/1988, art. 18).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Por outro lado&nbsp;<strong>\u2014&nbsp;<\/strong>ainda que observada a relativa autonomia das Casas Legislativas estaduais para reger o processo eletivo da Mesa Diretora&nbsp;<strong>\u2014&nbsp;a possibilidade de reelei\u00e7\u00f5es sucessivas e ilimitadas para os cargos diretivos do Poder Legislativo estadual mostra-se incompat\u00edvel com os princ\u00edpios republicano e democr\u00e1tico<\/strong>, os quais exigem a altern\u00e2ncia de poder e a temporariedade dos mandatos, sendo-lhes permitida uma \u00fanica recondu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 defini\u00e7\u00e3o do MARCO TEMPORAL para a atribui\u00e7\u00e3o de efeitos em sede de controle concentrado de constitucionalidade, <strong>o Tribunal tem adotado como refer\u00eancia a data da publica\u00e7\u00e3o da ata de julgamento, considerando o que disp\u00f5e o art. 28 da Lei 9.868\/1999<\/strong>. Desse modo, o precedente firmado no julgamento da ADI 6524\/DF deve ser aplicado aos parlamentares que tomaram posse em cargos diretivos das Assembleias Legislativas a partir da data da publica\u00e7\u00e3o de sua ata de julgamento, salvo se configurada a antecipa\u00e7\u00e3o fraudulenta das elei\u00e7\u00f5es como burla ao entendimento do STF.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-6-2-3-resultado-final\"><a>6.2.3.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Resultado final.<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Com base nesses entendimentos, o Plen\u00e1rio, por maioria, em sess\u00e3o de julgamento presencial designada para a proclama\u00e7\u00e3o de resultados\u00a0<strong>\u2014\u00a0<\/strong>tendo em vista que as a\u00e7\u00f5es foram oportunamente apreciadas de modo conjunto no ambiente virtual\u00a0<strong>\u2014<\/strong>, proclamou individualmente cada um deles e fixou as referidas teses.<\/p>\n\n\n\n<div data-wp-interactive=\"core\/file\" class=\"wp-block-file\"><object aria-label=\"Incorporar PDF\" data-wp-bind--hidden=\"!state.hasPdfPreview\" hidden><\/object><a id=\"wp-block-file--media-6a436bfe-afb7-4a69-a4f4-6e4daab8a2fb\" href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2023\/01\/03204907\/stf-1079.pdf\">stf-1079<\/a><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2023\/01\/03204907\/stf-1079.pdf\" class=\"wp-block-file__button\" download aria-describedby=\"wp-block-file--media-6a436bfe-afb7-4a69-a4f4-6e4daab8a2fb\">Baixar<\/a><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Informativo n\u00ba 1079 do STF\u00a0COMENTADO.\u00a0Fique ligado aqui\u00a0no Estrat\u00e9gia Carreiras Jur\u00eddicas! DOWNLOAD do PDF DIREITO ADMINISTRATIVO 1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Repercuss\u00e3o na esfera administrativa da nulidade de provas no processo penal RECURSO EXTRAORDIN\u00c1RIO COM AGRAVO S\u00e3o inadmiss\u00edveis, em processos administrativos de qualquer esp\u00e9cie, provas consideradas il\u00edcitas pelo Poder Judici\u00e1rio. 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