{"id":1141420,"date":"2022-12-21T02:30:22","date_gmt":"2022-12-21T05:30:22","guid":{"rendered":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/?p=1141420"},"modified":"2022-12-21T02:30:25","modified_gmt":"2022-12-21T05:30:25","slug":"informativo-stf-1077-comentado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/informativo-stf-1077-comentado\/","title":{"rendered":"Informativo STF 1077 Comentado"},"content":{"rendered":"\n<p>Informativo n\u00ba 1077 do STF\u00a0<strong>COMENTADO.\u00a0<\/strong>Fique ligado aqui\u00a0no Estrat\u00e9gia Carreiras Jur\u00eddicas!<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><strong><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2022\/12\/21023002\/stf-1077.pdf\">DOWNLOAD do PDF<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"lyte-wrapper\" style=\"width:853px;max-width:100%;margin:5px;\"><div class=\"lyMe\" id=\"WYL__HI2gH8N5FM\"><div id=\"lyte__HI2gH8N5FM\" data-src=\"\/\/i.ytimg.com\/vi\/_HI2gH8N5FM\/hqdefault.jpg\" class=\"pL\"><div class=\"tC\"><div class=\"tT\"><\/div><\/div><div class=\"play\"><\/div><div class=\"ctrl\"><div class=\"Lctrl\"><\/div><div class=\"Rctrl\"><\/div><\/div><\/div><noscript><a href=\"https:\/\/youtu.be\/_HI2gH8N5FM\" rel=\"nofollow\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i.ytimg.com\/vi\/_HI2gH8N5FM\/0.jpg\" alt=\"YouTube video thumbnail\" width=\"853\" height=\"460\" \/><br \/>Assista a este v\u00eddeo no YouTube<\/a><\/noscript><\/div><\/div><div class=\"lL\" style=\"max-width:100%;width:853px;margin:5px;\"><\/div><figcaption><\/figcaption><\/figure>\n\n\n<h1 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-direito-administrativo\"><a>DIREITO ADMINISTRATIVO<\/a><\/h1>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-1-requisitos-para-a-ratificacao-pela-uniao-de-registros-imobiliarios-decorrentes-de-titulos-expedidos-pelos-estados-referentes-a-alienacoes-e-concessoes-de-terras-publicas-situadas-nas-faixas-de-fronteira\"><a>1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Requisitos para a ratifica\u00e7\u00e3o pela Uni\u00e3o de registros imobili\u00e1rios decorrentes de t\u00edtulos expedidos pelos estados referentes a aliena\u00e7\u00f5es e concess\u00f5es de terras p\u00fablicas situadas nas faixas de fronteira<\/a><\/h2>\n\n\n\n<p><strong>A\u00c7\u00c3O DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 constitucional a ratifica\u00e7\u00e3o de registros imobili\u00e1rios prevista na Lei 13.178\/2015, desde que observados os requisitos e condi\u00e7\u00f5es exigidos pela pr\u00f3pria norma e os previstos pela Constitui\u00e7\u00e3o Federal de 1988 concernentes \u00e0 pol\u00edtica agr\u00edcola, ao plano nacional de reforma agr\u00e1ria e \u00e0 prote\u00e7\u00e3o dos bens im\u00f3veis que atendam a sua fun\u00e7\u00e3o social.<\/p>\n\n\n\n<p>ADI 5623\/DF, relatora Ministra C\u00e1rmen L\u00facia, julgamento virtual finalizado em 25.11.2022 (Info 1077)<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-1-1-situacao-fatica\"><a>1.1.&nbsp; Situa\u00e7\u00e3o F\u00c1TICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<p>A Confedera\u00e7\u00e3o Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag) ajuizou a ADI 5623 no STF contra a Lei 13.178\/2015, que disp\u00f5e sobre a ratifica\u00e7\u00e3o dos registros imobili\u00e1rios decorrentes de aliena\u00e7\u00f5es e concess\u00f5es de terras p\u00fablicas situadas&nbsp;em faixas de fronteira. A Contag requereu que o STF d\u00ea \u00e0 norma interpreta\u00e7\u00e3o conforme a Constitui\u00e7\u00e3o para que seus dispositivos sejam aplicados de forma harm\u00f4nica com a pol\u00edtica da reforma agr\u00e1ria, declarando inconstitucionais regras que conduzam a resultados conflitantes com seu objetivo.<\/p>\n\n\n\n<p>A Contag argumenta que a lei questionada ter\u00e1 um impacto direto e irrevers\u00edvel sobre a estrutura fundi\u00e1ria de uma parcela significativa do territ\u00f3rio nacional, ao transferir para a propriedade privada um patrim\u00f4nio p\u00fablico que, como indicam c\u00e1lculos do Incra, alcan\u00e7a \u00e1rea superior&nbsp;\u00e0 de v\u00e1rios pa\u00edses europeus.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-1-2-analise-estrategica\"><a>1.2.&nbsp; An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-1-2-1-questao-juridica\"><a>1.2.1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Quest\u00e3o JUR\u00cdDICA.<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p>CF\/1988:<\/p>\n\n\n\n<p>Art. 5\u00ba Todos s\u00e3o iguais perante a lei, sem distin\u00e7\u00e3o de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no Pa\u00eds a inviolabilidade do direito \u00e0 vida, \u00e0 liberdade, \u00e0 igualdade, \u00e0 seguran\u00e7a e \u00e0 propriedade, nos termos seguintes: (&#8230;) XXIII &#8211; a propriedade atender\u00e1 a sua fun\u00e7\u00e3o social; (&#8230;)<\/p>\n\n\n\n<p>Art. 170. A ordem econ\u00f4mica, fundada na valoriza\u00e7\u00e3o do trabalho humano e na livre iniciativa, tem por fim assegurar a todos exist\u00eancia digna, conforme os ditames da justi\u00e7a social, observados os seguintes princ\u00edpios: (&#8230;) III &#8211; fun\u00e7\u00e3o social da propriedade; (&#8230;)<\/p>\n\n\n\n<p>Art. 186. A fun\u00e7\u00e3o social \u00e9 cumprida quando a propriedade rural atende, simultaneamente, segundo crit\u00e9rios e graus de exig\u00eancia estabelecidos em lei, aos seguintes requisitos: I &#8211; aproveitamento racional e adequado; II &#8211; utiliza\u00e7\u00e3o adequada dos recursos naturais dispon\u00edveis e preserva\u00e7\u00e3o do meio ambiente; III &#8211; observ\u00e2ncia das disposi\u00e7\u00f5es que regulam as rela\u00e7\u00f5es de trabalho; IV &#8211; explora\u00e7\u00e3o que favore\u00e7a o bem-estar dos propriet\u00e1rios e dos trabalhadores<\/p>\n\n\n\n<p>Art. 188. A destina\u00e7\u00e3o de terras p\u00fablicas e devolutas ser\u00e1 compatibilizada com a pol\u00edtica agr\u00edcola e com o plano nacional de reforma agr\u00e1ria. \u00a7 1\u00ba A aliena\u00e7\u00e3o ou a concess\u00e3o, a qualquer t\u00edtulo, de terras p\u00fablicas com \u00e1rea superior a dois mil e quinhentos hectares a pessoa f\u00edsica ou jur\u00eddica, ainda que por interposta pessoa, depender\u00e1 de pr\u00e9via aprova\u00e7\u00e3o do Congresso Nacional. \u00a7 2\u00ba Excetuam-se do disposto no par\u00e1grafo anterior as aliena\u00e7\u00f5es ou as concess\u00f5es de terras p\u00fablicas para fins de reforma agr\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-1-2-2-possivel-a-ratificacao-dos-registros\"><a>1.2.2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Poss\u00edvel a ratifica\u00e7\u00e3o dos registros?<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> <strong>Desde que observados os requisitos legais e constitucionais, SIM!!!<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A ratifica\u00e7\u00e3o de registro imobili\u00e1rio n\u00e3o se confunde com a doa\u00e7\u00e3o de terras p\u00fablicas ou a desapropria\u00e7\u00e3o para fins de reforma agr\u00e1ria. Entretanto, a destina\u00e7\u00e3o dos im\u00f3veis, diante de sua origem p\u00fablica, deve ser COMPAT\u00cdVEL com a pol\u00edtica agr\u00edcola e com o plano nacional de reforma agr\u00e1ria (CF\/1988, art. 188) \u2014 <strong>controle da destina\u00e7\u00e3o racional aos bens<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>O objetivo \u00e9 impedir que a ratifica\u00e7\u00e3o de t\u00edtulo se converta em autom\u00e1tica transfer\u00eancia de bens im\u00f3veis da Uni\u00e3o<\/strong>, at\u00e9 mesmo porque n\u00e3o seria leg\u00edtimo que essa medida, permitida legalmente, pudesse ser realizada sem obedi\u00eancia ao conjunto das normas constitucionais que conferem efetividade ao princ\u00edpio da FUN\u00c7\u00c3O SOCIAL DA PROPRIEDADE (CF\/1988, arts. 5\u00ba, XXIII; 170,&nbsp;caput&nbsp;e III; e 186).<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-1-2-3-resultado-final\"><a>1.2.3.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Resultado final.<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p>Com base nesse entendimento, o Plen\u00e1rio, por unanimidade, julgou parcialmente procedente a a\u00e7\u00e3o para atribuir interpreta\u00e7\u00e3o conforme a Constitui\u00e7\u00e3o aos artigos 1\u00ba, 2\u00ba e 3\u00ba da Lei 13.178\/2015, fixando-se como condi\u00e7\u00e3o para a ratifica\u00e7\u00e3o de registros imobili\u00e1rios, al\u00e9m dos requisitos formais previstos naquele diploma, que os respectivos im\u00f3veis rurais se submetam \u00e0 pol\u00edtica agr\u00edcola e ao plano nacional de reforma agr\u00e1ria previstos no art. 188 da CF\/1988 e aos demais dispositivos constitucionais que protegem os bens im\u00f3veis que atendam a sua fun\u00e7\u00e3o social.<\/p>\n\n\n\n<h1 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-direito-constitucional\"><a>DIREITO CONSTITUCIONAL<\/a><\/h1>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-2-prerrogativa-do-ministerio-publico-de-posicionar-se-ao-lado-do-magistrado-nos-julgamentos\"><a>2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Prerrogativa do Minist\u00e9rio P\u00fablico de posicionar-se ao lado do magistrado nos julgamentos<\/a><\/h2>\n\n\n\n<p><a><strong>A\u00c7\u00c3O DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n<p>A prerrogativa atribu\u00edda aos membros do Minist\u00e9rio P\u00fablico de situar-se no mesmo plano e imediatamente \u00e0 direita dos magistrados nas audi\u00eancias e sess\u00f5es de julgamento (Lei Complementar 75\/1993, art. 18, I, \u201ca\u201d; e Lei 8.625\/1993, art. 41, XI) n\u00e3o fere os princ\u00edpios da isonomia, do devido processo legal, da ampla defesa e do contradit\u00f3rio (CF\/1988, art. 5\u00ba, I, LIV e LV) nem compromete a necess\u00e1ria paridade de armas que deve existir entre a defesa e a acusa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>ADI 4768\/DF, relatora Ministra C\u00e1rmen L\u00facia, julgamento finalizado em 23.11.2022. (Info 1077)<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-2-1-situacao-fatica\"><a>2.1.&nbsp; Situa\u00e7\u00e3o F\u00c1TICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<p>O Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) ajuizou a ADI 4768 no STF contra dispositivos do estatuto do Minist\u00e9rio P\u00fablico da Uni\u00e3o e da Lei Org\u00e2nica Nacional do Minist\u00e9rio P\u00fablico que garantem a membros do \u00f3rg\u00e3o a prerrogativa de se sentarem do lado direito de ju\u00edzes durante julgamentos.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo a OAB, os dispositivos legais estabelecem ampla e irrestrita prerrogativa ao Minist\u00e9rio P\u00fablico de sentar-se lado a lado com o magistrado em detrimento do advogado quando representantes do \u00f3rg\u00e3o atuam como parte no processo.<\/p>\n\n\n\n<p>A entidade ressalva, entretanto, que n\u00e3o ocorre nenhuma inconstitucionalidade quando o membro do MP, na condi\u00e7\u00e3o de fiscal da lei, o chamado&nbsp;<em>custos legis<\/em>, se senta ao lado do juiz. No entanto, argumenta a OAB, quando atua como parte acusadora, o fato de o representante do MP sentar-se estar ao lado do juiz representaria uma disparidade de tratamento entre acusa\u00e7\u00e3o e defesa.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-2-2-analise-estrategica\"><a>2.2.&nbsp; An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-2-2-1-questao-juridica\"><a>2.2.1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Quest\u00e3o JUR\u00cdDICA.<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p>CF\/1988:<\/p>\n\n\n\n<p>Art. 127. O Minist\u00e9rio P\u00fablico \u00e9 institui\u00e7\u00e3o permanente, essencial \u00e0 fun\u00e7\u00e3o jurisdicional do Estado, incumbindo-lhe a defesa da ordem jur\u00eddica, do regime democr\u00e1tico e dos interesses sociais e individuais indispon\u00edveis. (&#8230;)<\/p>\n\n\n\n<p>Art. 129.&nbsp;S\u00e3o fun\u00e7\u00f5es institucionais do Minist\u00e9rio P\u00fablico: I&nbsp;&#8211; promover, privativamente, a a\u00e7\u00e3o penal p\u00fablica, na forma da lei; II&nbsp;&#8211; zelar pelo efetivo respeito dos Poderes P\u00fablicos e dos servi\u00e7os de relev\u00e2ncia p\u00fablica aos direitos assegurados nesta Constitui\u00e7\u00e3o, promovendo as medidas necess\u00e1rias a sua garantia; III&nbsp;&#8211; promover o inqu\u00e9rito civil e a a\u00e7\u00e3o civil p\u00fablica, para a prote\u00e7\u00e3o do patrim\u00f4nio p\u00fablico e social, do meio ambiente e de outros interesses difusos e coletivos; IV&nbsp;&#8211; promover a a\u00e7\u00e3o de inconstitucionalidade ou representa\u00e7\u00e3o para fins de interven\u00e7\u00e3o da Uni\u00e3o e dos Estados, nos casos previstos nesta Constitui\u00e7\u00e3o; V&nbsp;&#8211; defender judicialmente os direitos e interesses das popula\u00e7\u00f5es ind\u00edgenas; VI &#8211; expedir notifica\u00e7\u00f5es nos procedimentos administrativos de sua compet\u00eancia, requisitando informa\u00e7\u00f5es e documentos para instru\u00ed-los, na forma da lei complementar respectiva; VII &#8211; exercer o controle externo da atividade policial, na forma da lei complementar mencionada no artigo anterior; VIII &#8211; requisitar dilig\u00eancias investigat\u00f3rias e a instaura\u00e7\u00e3o de inqu\u00e9rito policial, indicados os fundamentos jur\u00eddicos de suas manifesta\u00e7\u00f5es processuais; IX &#8211; exercer outras fun\u00e7\u00f5es que lhe forem conferidas, desde que compat\u00edveis com sua finalidade, sendo-lhe vedada a representa\u00e7\u00e3o judicial e a consultoria jur\u00eddica de entidades p\u00fablicas<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-2-2-2-a-prerrogativa-ofende-a-isonomia-ou-paridade-de-armas\"><a>2.2.2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A prerrogativa ofende a isonomia ou paridade de armas?<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> <strong>Em absoluto!!!!<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A atual posi\u00e7\u00e3o dos sujeitos processuais na sala de audi\u00eancias e de julgamento \u00e9 <strong>justificada seja pela TRADI\u00c7\u00c3O, seja pela diferenciada fun\u00e7\u00e3o desempenhada pelo \u00f3rg\u00e3o ministerial como representante do povo<\/strong>, uma vez que atua de forma IMPARCIAL para alcan\u00e7ar os fins que lhe foram constitucionalmente conferidos.<\/p>\n\n\n\n<p>O direito \u00e0 igualdade das partes \u00e9 substancial, n\u00e3o figurativa. Inclusive, a impessoalidade dos magistrados e dos membros do Minist\u00e9rio P\u00fablico \u00e9 assegurada pela organiza\u00e7\u00e3o legal das carreiras. Se assim n\u00e3o fosse, poderia ocorrer o subjetivismo nos julgamentos e a mudan\u00e7a de locais segundo afetos e desafetos, de modo que, ao determinar os lugares, a lei evita essa possibilidade.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, a atua\u00e7\u00e3o do&nbsp;Parquetpode conjugar, simult\u00e2nea ou alternadamente, os pap\u00e9is de parte processual e de&nbsp;custos legis, dada a singela circunst\u00e2ncia de sua atribui\u00e7\u00e3o em defender o interesse p\u00fablico e a sociedade. Assim, n\u00e3o se pode afirmar que a proximidade f\u00edsica entre o integrante do Minist\u00e9rio P\u00fablico e o magistrado, por si s\u00f3, propicie algum tipo de influ\u00eancia ou comprometimento aos julgamentos.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-2-2-3-resultado-final\"><a>2.2.3.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Resultado final.<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p>Com base nesses entendimentos, o Plen\u00e1rio, por maioria, julgou improcedente a a\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-3-proibicao-de-apreensao-e-retencao-de-motocicletas-motonetas-ou-ciclomotores-de-ate-150-cilindradas-por-falta-de-pagamento-do-ipva\"><a>3.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Proibi\u00e7\u00e3o de apreens\u00e3o e reten\u00e7\u00e3o de motocicletas, motonetas ou ciclomotores de at\u00e9 150 cilindradas por falta de pagamento do IPVA<\/a><\/h2>\n\n\n\n<p><strong>A\u00c7\u00c3O DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 inconstitucional \u2014 por violar a compet\u00eancia privativa da Uni\u00e3o para legislar sobre tr\u00e2nsito e transporte (CF\/1988, art. 22, XI) e conferir tratamento diverso do previsto no C\u00f3digo de Tr\u00e2nsito Brasileiro \u2014 lei estadual que pro\u00edbe a apreens\u00e3o e a remo\u00e7\u00e3o de motocicletas, motonetas e ciclomotores de at\u00e9 150 cilindradas, por autoridade de tr\u00e2nsito, em raz\u00e3o da falta de pagamento do IPVA.<\/p>\n\n\n\n<p>ADI 6997\/RN, relator Ministro Gilmar Mendes julgamento virtual finalizado em 25.11.2022 (Info 1077)<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-3-1-situacao-fatica\"><a>3.1.&nbsp; Situa\u00e7\u00e3o F\u00c1TICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<p>O PGR ajuizou no STF a ADI 6997 na qual alega que a Lei estadual 10.963\/2021 teria invadido compet\u00eancia privativa da Uni\u00e3o para legislar sobre tr\u00e2nsito e transporte.<\/p>\n\n\n\n<p>A lei em quest\u00e3o pro\u00edbe autoridades estaduais de tr\u00e2nsito de apreenderem motocicletas, motonetas e ciclomotores de at\u00e9 155 cilindradas, em caso de n\u00e3o pagamento do Imposto sobre a Propriedade de Ve\u00edculos Automotores (IPVA).<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-3-2-analise-estrategica\"><a>3.2.&nbsp; An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-3-2-1-questao-juridica\"><a>3.2.1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Quest\u00e3o JUR\u00cdDICA.<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p>CTB\/1977: Art. 131. O Certificado de Licenciamento Anual ser\u00e1 expedido ao ve\u00edculo licenciado, vinculado ao Certificado de Registro, no modelo e especifica\u00e7\u00f5es estabelecidos pelo CONTRAN. (&#8230;) \u00a7 2\u00ba O ve\u00edculo somente ser\u00e1 considerado licenciado estando quitados os d\u00e9bitos relativos a tributos, encargos e multas de tr\u00e2nsito e ambientais, vinculados ao ve\u00edculo, independentemente da responsabilidade pelas infra\u00e7\u00f5es cometidas. (&#8230;)<\/p>\n\n\n\n<p>Art. 230. Conduzir o ve\u00edculo: (&#8230;) V &#8211; que n\u00e3o esteja registrado e devidamente licenciado; VI &#8211; com qualquer uma das placas de identifica\u00e7\u00e3o sem condi\u00e7\u00f5es de legibilidade e visibilidade: Infra\u00e7\u00e3o &#8211; grav\u00edssima; Penalidade &#8211; multa e apreens\u00e3o do ve\u00edculo; Medida administrativa &#8211; remo\u00e7\u00e3o do ve\u00edculo; (\u2026)<\/p>\n\n\n\n<p>Art. 270. O ve\u00edculo poder\u00e1 ser retido nos casos expressos neste C\u00f3digo. (&#8230;) \u00a7 2\u00ba N\u00e3o sendo poss\u00edvel sanar a falha no local da infra\u00e7\u00e3o, o ve\u00edculo, desde que ofere\u00e7a condi\u00e7\u00f5es de seguran\u00e7a para circula\u00e7\u00e3o, poder\u00e1 ser liberado e entregue a condutor regularmente habilitado, mediante recolhimento do Certificado de Licenciamento Anual, contra apresenta\u00e7\u00e3o de recibo, assinalando-se prazo razo\u00e1vel ao condutor para regularizar a situa\u00e7\u00e3o, para o que se considerar\u00e1, desde logo, notificado. (Reda\u00e7\u00e3o dada pela Lei n\u00ba 13.160, de 2015). \u00a7 3\u00ba O Certificado de Licenciamento Anual ser\u00e1 devolvido ao condutor no \u00f3rg\u00e3o ou entidade aplicadores das medidas administrativas, t\u00e3o logo o ve\u00edculo seja apresentado \u00e0 autoridade devidamente regularizado. (&#8230;) \u00a7 6\u00ba N\u00e3o efetuada a regulariza\u00e7\u00e3o no prazo a que se refere o \u00a7 2\u00ba, ser\u00e1 feito registro de restri\u00e7\u00e3o administrativa no Renavam por \u00f3rg\u00e3o ou entidade executivo de tr\u00e2nsito dos Estados e do Distrito Federal, que ser\u00e1 retirada ap\u00f3s comprovada a regulariza\u00e7\u00e3o. (Inclu\u00eddo pela Lei n\u00ba 13.160, de 2015). \u00a7 7\u00ba O descumprimento das obriga\u00e7\u00f5es estabelecidas no \u00a7 2\u00ba resultar\u00e1 em recolhimento do ve\u00edculo ao dep\u00f3sito, aplicando-se, nesse caso, o disposto no art. 271. (Inclu\u00eddo pela Lei n\u00ba 13.160, de 2015).<\/p>\n\n\n\n<p>Art. 271. O ve\u00edculo ser\u00e1 removido, nos casos previstos neste C\u00f3digo, para o dep\u00f3sito fixado pelo \u00f3rg\u00e3o ou entidade competente, com circunscri\u00e7\u00e3o sobre a via. \u00a7 1\u00ba A restitui\u00e7\u00e3o do ve\u00edculo removido s\u00f3 ocorrer\u00e1 mediante pr\u00e9vio pagamento de multas, taxas e despesas com remo\u00e7\u00e3o e estada, al\u00e9m de outros encargos previstos na legisla\u00e7\u00e3o espec\u00edfica. (Inclu\u00eddo pela Lei n\u00ba 13.160, de 2015). \u00a7 2\u00ba A libera\u00e7\u00e3o do ve\u00edculo removido \u00e9 condicionada ao reparo de qualquer componente ou equipamento obrigat\u00f3rio que n\u00e3o esteja em perfeito estado de funcionamento. (Inclu\u00eddo pela Lei n\u00ba 13.160, de 2015). \u00a7 3\u00ba Se o reparo referido no \u00a7 2\u00ba demandar provid\u00eancia que n\u00e3o possa ser tomada no dep\u00f3sito, a autoridade respons\u00e1vel pela remo\u00e7\u00e3o liberar\u00e1 o ve\u00edculo para reparo, na forma transportada, mediante autoriza\u00e7\u00e3o, assinalando prazo para reapresenta\u00e7\u00e3o. (Reda\u00e7\u00e3o dada pela Lei n\u00ba 13.281, de 2016). \u00a7 4\u00ba Os servi\u00e7os de remo\u00e7\u00e3o, dep\u00f3sito e guarda de ve\u00edculo poder\u00e3o ser realizados por \u00f3rg\u00e3o p\u00fablico, diretamente, ou por particular contratado por licita\u00e7\u00e3o p\u00fablica, sendo o propriet\u00e1rio do ve\u00edculo o respons\u00e1vel pelo pagamento dos custos desses servi\u00e7os. (Reda\u00e7\u00e3o dada pela Lei n\u00ba 13.281, de 2016). \u00a7 5\u00ba O propriet\u00e1rio ou o condutor dever\u00e1 ser notificado, no ato de remo\u00e7\u00e3o do ve\u00edculo, sobre as provid\u00eancias necess\u00e1rias \u00e0 sua restitui\u00e7\u00e3o e sobre o disposto no art. 328, conforme regulamenta\u00e7\u00e3o do CONTRAN. (Inclu\u00eddo pela Lei n\u00ba 13.160, de 2015).&nbsp; \u00a7 6\u00ba Caso o propriet\u00e1rio ou o condutor n\u00e3o esteja presente no momento da remo\u00e7\u00e3o do ve\u00edculo, a autoridade de tr\u00e2nsito, no prazo de 10 (dez) dias contado da data da remo\u00e7\u00e3o, dever\u00e1 expedir ao propriet\u00e1rio a notifica\u00e7\u00e3o prevista no \u00a7 5\u00ba, por remessa postal ou por outro meio tecnol\u00f3gico h\u00e1bil que assegure a sua ci\u00eancia, e, caso reste frustrada, a notifica\u00e7\u00e3o poder\u00e1 ser feita por edital. (Reda\u00e7\u00e3o dada pela Lei n\u00ba 13.281, de 2016). (&#8230;) \u00a7 9\u00ba N\u00e3o caber\u00e1 remo\u00e7\u00e3o nos casos em que a irregularidade puder ser sanada no local da infra\u00e7\u00e3o. (Inclu\u00eddo pela Lei n\u00ba 13.160, de 2015)<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-3-2-2-houve-invasao-de-competencia\"><a>3.2.2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Houve invas\u00e3o de compet\u00eancia?<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> <strong>Com certeza!!!!<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O STF, em v\u00e1rias oportunidades, declarou a inconstitucionalidade de normas estaduais an\u00e1logas, tendo, inclusive, retirado do ordenamento jur\u00eddico, em recente julgado e pelos mesmos fundamentos ora utilizados, leis fluminenses que permitiam a circula\u00e7\u00e3o de ve\u00edculos automotores nas vias p\u00fablicas sem o regular pagamento do IPVA.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-3-2-3-resultado-final\"><a>3.2.3.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Resultado final.<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p>Com base nesse entendimento, o Plen\u00e1rio, por unanimidade, julgou procedente a a\u00e7\u00e3o para declarar a inconstitucionalidade formal da Lei 10.963\/2021 do Estado do Rio Grande do Norte.<\/p>\n\n\n\n<h1 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-direito-eleitoral\"><a>DIREITO ELEITORAL<\/a><\/h1>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-4-prazo-para-o-ajuizamento-de-representacao-que-visa-apurar-condutas-em-desacordo-com-as-normas-eleitorais-relativas-a-arrecadacao-e-gastos-de-recursos\"><a>4.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Prazo para o ajuizamento de representa\u00e7\u00e3o que visa apurar condutas em desacordo com as normas eleitorais relativas a arrecada\u00e7\u00e3o e gastos de recursos<\/a><\/h2>\n\n\n\n<p><strong>A\u00c7\u00c3O DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A fixa\u00e7\u00e3o do prazo de 15 (quinze) dias para o ajuizamento da representa\u00e7\u00e3o prevista no art. 30-A da Lei 9.504 \/1997, com a reda\u00e7\u00e3o dada pela Lei 12.034\/2009, n\u00e3o compromete os valores da isonomia entre os candidatos nem afronta o sistema de prote\u00e7\u00e3o \u00e0 lisura e \u00e0 legitimidade das elei\u00e7\u00f5es (CF\/1988, art. 14, \u00a7 9\u00ba).<\/p>\n\n\n\n<p>ADI 4532\/DF, relator Ministro Dias Toffoli, julgamento virtual finalizado em 25.11.2022 (Info 1077)<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-4-1-situacao-fatica\"><a>4.1.&nbsp; Situa\u00e7\u00e3o F\u00c1TICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<p>A Procuradoria-Geral da Rep\u00fablica ajuizou a ADI 4532 para que seja declarada a inconstitucionalidade da express\u00e3o \u201cno prazo de 15 dias da diploma\u00e7\u00e3o\u201d para o ajuizamento da representa\u00e7\u00e3o prevista no art. 30-A da Lei 9.504\/1997. Para a PGR, a cria\u00e7\u00e3o de prazo t\u00e3o \u201cex\u00edguo\u201d impediria o controle efetivo do financiamento das campanhas pol\u00edticas, desvirtuando o prop\u00f3sito que levou \u00e0 inclus\u00e3o do referido artigo na Lei Eleitoral.<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com o pedido da PGR, o artigo 30-A foi acrescido \u00e0 Lei 9.504\/97 pela Lei 11.300\/2006 com o evidente prop\u00f3sito de moralizar as campanhas eleitorais. At\u00e9 ent\u00e3o, sustenta que as irregularidades do financiamento de campanhas redundavam ou na desaprova\u00e7\u00e3o formal das contas, sem consequ\u00eancias; ou, na propositura de a\u00e7\u00e3o de investiga\u00e7\u00e3o judicial eleitoral por abuso de poder econ\u00f4mico, cujo limite de ajuizamento era a data da diploma\u00e7\u00e3o dos eleitos.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-4-2-analise-estrategica\"><a>4.2.&nbsp; An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-4-2-1-questao-juridica\"><a>4.2.1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Quest\u00e3o JUR\u00cdDICA.<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p>CF\/1988:<\/p>\n\n\n\n<p>Art. 14. A soberania popular ser\u00e1 exercida pelo sufr\u00e1gio universal e pelo voto direto e secreto, com valor igual para todos, e, nos termos da lei, mediante: (&#8230;) \u00a7 9\u00ba Lei complementar estabelecer\u00e1 outros casos de inelegibilidade e os prazos de sua cessa\u00e7\u00e3o, a fim de proteger a probidade administrativa, a moralidade para exerc\u00edcio de mandato considerada vida pregressa do candidato, e a normalidade e legitimidade das elei\u00e7\u00f5es contra a influ\u00eancia do poder econ\u00f4mico ou o abuso do exerc\u00edcio de fun\u00e7\u00e3o, cargo ou emprego na administra\u00e7\u00e3o direta ou indireta.<\/p>\n\n\n\n<p>Lei 9.504\/1997: Art. 30-A. Qualquer partido pol\u00edtico ou coliga\u00e7\u00e3o poder\u00e1 representar \u00e0 Justi\u00e7a Eleitoral, no prazo de 15 (quinze) dias da diploma\u00e7\u00e3o, relatando fatos e indicando provas, e pedir a abertura de investiga\u00e7\u00e3o judicial para apurar condutas em desacordo com as normas desta Lei, relativas \u00e0 arrecada\u00e7\u00e3o e gastos de recursos. (Reda\u00e7\u00e3o dada pela Lei 12.034\/2009)<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-4-2-2-tudo-certo-camarada\"><a>4.2.2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Tudo certo, camarada?<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> <strong>Segue o jogo!!!!<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O estabelecimento do referido prazo decadencial se harmoniza com os princ\u00edpios que regem o exerc\u00edcio da jurisdi\u00e7\u00e3o eleitoral, em especial o da seguran\u00e7a jur\u00eddica, da celeridade e da dura\u00e7\u00e3o razo\u00e1vel do processo (CF\/1988, art. 5\u00ba, LXXVIII; e Lei 9.504\/1997, art. 97-A), com o objetivo de proporcionar a ESTABILIZA\u00c7\u00c3O do resultado das urnas, de modo a refletir a vontade soberana do eleitor.<\/p>\n\n\n\n<p>Nesse contexto, <strong>os meios de impugna\u00e7\u00e3o e os recursos espec\u00edficos da Justi\u00e7a Eleitoral s\u00e3o taxativos e submetidos a ex\u00edguos prazos preclusivos, adequando-se a cada fase do processo eleitoral<\/strong>, circunst\u00e2ncias justific\u00e1veis pela necessidade de estabiliza\u00e7\u00e3o das rela\u00e7\u00f5es jur\u00eddicas, pelos resultados das elei\u00e7\u00f5es e pela temporalidade dos mandatos pol\u00edticos.<\/p>\n\n\n\n<p>Ademais, o intuito da norma foi suprir lacuna procedimental decorrente da aus\u00eancia de san\u00e7\u00e3o imediata no \u00e2mbito das presta\u00e7\u00f5es de contas, uma vez que a desaprova\u00e7\u00e3o jamais repercutiu diretamente nos diplomas ou mandatos dos candidatos eleitos e no direito \u00e0 obten\u00e7\u00e3o de quita\u00e7\u00e3o eleitoral.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-4-2-3-resultado-final\"><a>4.2.3.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Resultado final.<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p>Com base nesse entendimento, o Plen\u00e1rio, por unanimidade, julgou improcedente a a\u00e7\u00e3o para declarar a constitucionalidade da express\u00e3o \u201cno prazo de 15 (quinze) dias da diploma\u00e7\u00e3o\u201d, constante do art. 30-A da Lei 9.504\/1997, com a reda\u00e7\u00e3o que lhe foi conferida pela Lei 12.034\/2009.<\/p>\n\n\n\n<h1 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-direito-tributario\"><a>DIREITO TRIBUT\u00c1RIO<\/a><\/h1>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-5-regime-nao-cumulativo-da-contribuicao-ao-pis-pasep-e-da-cofins\"><a>5.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Regime n\u00e3o cumulativo da contribui\u00e7\u00e3o ao PIS\/Pasep e da Cofins<\/a><\/h2>\n\n\n\n<p><strong>RECURSO EXTRAORDIN\u00c1RIO<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>I. O legislador ordin\u00e1rio possui autonomia para disciplinar a n\u00e3o cumulatividade a que se refere o art. 195, \u00a7 12, da CF\/1988, respeitados os demais preceitos constitucionais, como a matriz constitucional das contribui\u00e7\u00f5es ao PIS e Cofins e os princ\u00edpios da razoabilidade, da isonomia, da livre concorr\u00eancia e da prote\u00e7\u00e3o \u00e0 confian\u00e7a; II. \u00c9 infraconstitucional, a ela se aplicando os efeitos da aus\u00eancia de repercuss\u00e3o geral, a discuss\u00e3o sobre a express\u00e3o \u2018insumo\u2019 presente no art. 3\u00ba, II, das Leis 10.637\/2002 e 10.833\/2003 e sobre a compatibilidade, com essas leis, das IN\/SRF 247\/2002 (considerada a atualiza\u00e7\u00e3o pela IN\/SRF 358\/2003) e 404\/2004; III. \u00c9 constitucional o \u00a7 3\u00ba do art. 31 da Lei 10.865\/2004.<\/p>\n\n\n\n<p>RE 841979\/PE, relator Ministro Dias Toffoli, julgamento virtual finalizado em 25.11.2022 (Info 1077)<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-5-1-situacao-fatica\"><a>5.1.&nbsp; Situa\u00e7\u00e3o F\u00c1TICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<p>Trata-se de recurso foi interposto pela Unilever Brasil Industrial Ltda. contra decis\u00e3o do TRF-5 que negou pedido da empresa para aproveitamento de cr\u00e9ditos das contribui\u00e7\u00f5es mediante o afastamento de disposi\u00e7\u00f5es das Leis 10.637\/2002 e 10.833\/2003.<\/p>\n\n\n\n<p>No STF, a Unilever alegava que as leis estariam em descompasso com o princ\u00edpio da n\u00e3o cumulatividade, pois teriam institu\u00eddo restri\u00e7\u00f5es ao direito de cr\u00e9dito das contribui\u00e7\u00f5es. Sustentava que instru\u00e7\u00f5es normativas da Secretaria da Receita Federal tamb\u00e9m teriam restringido indevidamente o conceito da express\u00e3o \u201cinsumo\u201d, prevista nas duas leis.<\/p>\n\n\n\n<p>Outro ponto de questionamento era a veda\u00e7\u00e3o, prevista no par\u00e1grafo 3\u00ba do artigo 31 da Lei 10.865\/2004, ao creditamento relativo a despesas decorrentes de alugu\u00e9is, arrendamento e deprecia\u00e7\u00e3o de bens j\u00e1 integrantes do patrim\u00f4nio do contribuinte.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-5-2-analise-estrategica\"><a>5.2.&nbsp; An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-5-2-1-questao-juridica\"><a>5.2.1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Quest\u00e3o JUR\u00cdDICA.<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p>CF\/1988:<\/p>\n\n\n\n<p>Art. 195. A seguridade social ser\u00e1 financiada por toda a sociedade, de forma direta e indireta, nos termos da lei, mediante recursos provenientes dos or\u00e7amentos da Uni\u00e3o, dos Estados, do Distrito Federal e dos Munic\u00edpios, e das seguintes contribui\u00e7\u00f5es sociais: I \u2013 do empregador, da empresa e da entidade a ela equiparada na forma da lei, incidentes sobre: (&#8230;) b) a receita ou o faturamento; (&#8230;) \u00a7 12. A lei definir\u00e1 os setores de atividade econ\u00f4mica para os quais as contribui\u00e7\u00f5es incidentes na forma dos incisos I,&nbsp;<strong>b<\/strong>; e IV do&nbsp;<strong>caput<\/strong>, ser\u00e3o n\u00e3o-cumulativas.<\/p>\n\n\n\n<p>Lei 10.865\/2004:<\/p>\n\n\n\n<p>Art. 31. \u00c9 vedado, a partir do \u00faltimo dia do terceiro m\u00eas subseq\u00fcente ao da publica\u00e7\u00e3o desta Lei, o desconto de cr\u00e9ditos apurados na forma do&nbsp;inciso III do \u00a7 1\u00ba&nbsp;do art. 3\u00ba das Leis 10.637, de 30 de dezembro de 2002,&nbsp;e&nbsp;10.833, de 29 de dezembro de 2003,&nbsp;relativos \u00e0 deprecia\u00e7\u00e3o ou amortiza\u00e7\u00e3o de bens e direitos de ativos imobilizados adquiridos at\u00e9 30 de abril de 2004. (&#8230;) \u00a7 3\u00ba \u00c9 tamb\u00e9m vedado, a partir da data a que se refere o caput, o cr\u00e9dito relativo a aluguel e contrapresta\u00e7\u00e3o de arrendamento mercantil de bens que j\u00e1 tenham integrado o patrim\u00f4nio da pessoa jur\u00eddica.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-5-2-2-a-norma-e-constitucional\"><a>5.2.2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A norma \u00e9 constitucional?<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> <strong>Yeaph!!!!<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O \u00a7 12 do art. 195 da CF\/1988 autoriza a coexist\u00eancia dos regimes cumulativo e n\u00e3o cumulativos da contribui\u00e7\u00e3o para os Programas de Integra\u00e7\u00e3o Social e de Forma\u00e7\u00e3o do Patrim\u00f4nio do Servidor P\u00fablico (PIS\/Pasep) e da Contribui\u00e7\u00e3o para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), contudo, ao exercer essa op\u00e7\u00e3o e ao disciplinar o regime n\u00e3o cumulativo, <strong>o legislador deve ser coerente e racional, observando o princ\u00edpio da isonomia, a fim de n\u00e3o gerar desequil\u00edbrios concorrenciais e discrimina\u00e7\u00f5es arbitr\u00e1rias ou injustificadas<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>Nesse contexto, s\u00e3o V\u00c1LIDAS as disposi\u00e7\u00f5es previstas nas Leis 10.637\/2002 e 10.833\/2003 que: (i) <strong>estabeleceram como se deve aproveitar o cr\u00e9dito decorrente, dentre outros itens, de ativos produtivos, de edifica\u00e7\u00f5es e de benfeitorias<\/strong> (art. 3\u00ba, \u00a7 1\u00ba, III); e (ii) <strong>impossibilitaram o aproveitamento de cr\u00e9ditos quanto ao valor de m\u00e3o de obra paga a pessoa f\u00edsica e ao da aquisi\u00e7\u00e3o de bens ou servi\u00e7os n\u00e3o sujeitos ao pagamento da contribui\u00e7\u00e3o ao PIS\/Pasep ou da Cofins<\/strong>, inclusive no caso de isen\u00e7\u00e3o, esse \u00faltimo quando revendidos ou utilizados como insumo em produtos ou servi\u00e7os sujeitos \u00e0 al\u00edquota zero, isentos ou n\u00e3o alcan\u00e7ados pela contribui\u00e7\u00e3o (art. 3\u00ba, \u00a7 2\u00ba, I e II).<\/p>\n\n\n\n<p>Por outro lado, n\u00e3o se depreende diretamente do texto constitucional o que se deve entender pelo voc\u00e1bulo \u201cinsumo\u201d para fins da n\u00e3o cumulatividade da contribui\u00e7\u00e3o ao PIS e da Cofins, cabendo \u00e0 legisla\u00e7\u00e3o INFRACONSTITUCIONAL dispor sobre o assunto.<\/p>\n\n\n\n<p>A&nbsp;revoga\u00e7\u00e3o total da possibilidade de cr\u00e9dito, sem a limita\u00e7\u00e3o temporal espec\u00edfica estabelecida no&nbsp;caputdo art. 31 da Lei 10.865\/2004, n\u00e3o ofende a irretroatividade tribut\u00e1ria ou a prote\u00e7\u00e3o da confian\u00e7a. J\u00e1 a proibi\u00e7\u00e3o contida no \u00a7 3\u00ba desse dispositivo legal vale para todos os contribuintes inseridos no regime n\u00e3o cumulativo das contribui\u00e7\u00f5es, respeitou a anterioridade nonagesimal e est\u00e1 dentro do poder de conforma\u00e7\u00e3o do legislador.<\/p>\n\n\n\n<p>Ademais, quando do in\u00edcio da produ\u00e7\u00e3o dos efeitos desse dispositivo, os contribuintes s\u00f3 possu\u00edam direito adquirido a cr\u00e9dito da contribui\u00e7\u00e3o ao PIS\/Pasep e da Cofins em rela\u00e7\u00e3o ao valor dos alugu\u00e9is ou das contrapresta\u00e7\u00f5es de arrendamento mercantil concernentes aos meses decorridos at\u00e9 a v\u00e9spera daquela data. De qualquer forma, inexiste direito adquirido a regime jur\u00eddico, inclusive em sede de mat\u00e9ria tribut\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-5-2-3-resultado-final\"><a>5.2.3.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Resultado final.<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p>Com base nesses entendimentos, o Plen\u00e1rio, por maioria, ao apreciar o&nbsp;Tema 756 da repercuss\u00e3o geral, negou provimento ao recurso extraordin\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<h1 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-direito-constitucional-e-economico\"><a>DIREITO CONSTITUCIONAL E ECON\u00d4MICO<\/a><\/h1>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-6-gratuidade-de-acesso-as-salas-de-cinemas-para-idosos\"><a>6.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Gratuidade de acesso \u00e0s salas de cinemas para idosos<\/a><\/h2>\n\n\n\n<p><strong>RECURSO EXTRAORDIN\u00c1RIO COM AGRAVO<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 inconstitucional \u2014 por tratar de mat\u00e9ria que diz respeito a norma de direito econ\u00f4mico e contrariar a disciplina conferida a benef\u00edcio j\u00e1 previsto no art. 23 da Lei federal 10.741\/2003 (Estatuto do Idoso) \u2014&nbsp;lei municipal que institui o acesso gratuito de idosos \u00e0s salas de cinema da cidade, de segunda a sexta-feira.<\/p>\n\n\n\n<p>ARE 1307028\/SP, relator Ministro Edson Fachin, redator do ac\u00f3rd\u00e3o Ministro Gilmar Mendes, julgado em 22.11.2022 (Info 1077)<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-6-1-situacao-fatica\"><a>6.1.&nbsp; Situa\u00e7\u00e3o F\u00c1TICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<p>Cinemark S.A ajuizou a\u00e7\u00e3o por meio da qual questionava a constitucionalidade da lei do Munic\u00edpio de Cotia (SP) que instituiu o acesso gratuito de pessoas a partir de 60 anos \u00e0s salas de cinema da cidade, de segunda a sexta-feira.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-6-2-analise-estrategica\"><a>6.2.&nbsp; An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-6-2-1-questao-juridica\"><a>6.2.1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Quest\u00e3o JUR\u00cdDICA.<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p>CF\/1988:<\/p>\n\n\n\n<p>Art. 24. Compete \u00e0 Uni\u00e3o, aos Estados e ao Distrito Federal legislar concorrentemente sobre: (&#8230;) I &#8211; direito tribut\u00e1rio, financeiro, penitenci\u00e1rio, econ\u00f4mico e urban\u00edstico (&#8230;) \u00a7 1\u00ba No \u00e2mbito da legisla\u00e7\u00e3o concorrente, a compet\u00eancia da Uni\u00e3o limitar-se-\u00e1 a estabelecer normas gerais. \u00a7 2\u00ba A compet\u00eancia da Uni\u00e3o para legislar sobre normas gerais n\u00e3o exclui a compet\u00eancia suplementar dos Estados. \u00a7 3\u00ba Inexistindo lei federal sobre normas gerais, os Estados exercer\u00e3o a compet\u00eancia legislativa plena, para atender a suas peculiaridades. \u00a7 4\u00ba A superveni\u00eancia de lei federal sobre normas gerais suspende a efic\u00e1cia da lei estadual, no que lhe for contr\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<p>Lei 10.471\/2003:<\/p>\n\n\n\n<p>Art. 23. A participa\u00e7\u00e3o das pessoas idosas em atividades culturais e de lazer ser\u00e1 proporcionada mediante descontos de pelo menos 50% (cinquenta por cento) nos ingressos para eventos art\u00edsticos, culturais, esportivos e de lazer, bem como o acesso preferencial aos respectivos locais.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-6-2-2-a-norma-extrapola-limites\"><a>6.2.2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A norma extrapola limites?<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> <strong>Yeaph!!!<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O STF, nas oportunidades em que analisou a constitucionalidade de leis estaduais que concediam o direito \u00e0&nbsp;meia-entrada&nbsp;em estabelecimentos de divers\u00e3o, esporte, cultura e lazer, assentou que a&nbsp;compet\u00eancia&nbsp;para legislar sobre direito econ\u00f4mico \u00e9 concorrente entre a Uni\u00e3o, os estados-membros e o Distrito Federal, e que, inexistindo legisla\u00e7\u00e3o federal a dispor sobre o tema, o ente federado pode se utilizar de sua compet\u00eancia plena.<\/p>\n\n\n\n<p>Por sua vez, o poder legislativo municipal possui compet\u00eancia para SUPLEMENTAR a legisla\u00e7\u00e3o federal e estadual no que couber (CF\/1988, art. 30, II). Contudo, <strong>\u00e9 necess\u00e1rio que haja algum elemento de localidade afeto \u00e0 disciplina legislativa, o que n\u00e3o se v\u00ea no caso analisado.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Nesse contexto, vislumbra-se que o legislador municipal, ao editar a Lei 2.068\/2019, disp\u00f4s sobre mat\u00e9ria j\u00e1 prevista na Lei federal 10.741\/2003, n\u00e3o de forma a complement\u00e1-la, mas de substitu\u00ed-la.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-6-2-3-resultado-final\"><a>6.2.3.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Resultado final.<\/a><\/h4>\n\n\n\n<p>Com base nesse entendimento, a Segunda Turma, por maioria, deu provimento ao agravo regimental para determinar a reforma da decis\u00e3o agravada e a manuten\u00e7\u00e3o do ac\u00f3rd\u00e3o proferido pelo TJ\/SP, objeto do recurso extraordin\u00e1rio, que havia declarado a inconstitucionalidade da Lei 2.068\/2019 do Munic\u00edpio de Cotia\/SP.<\/p>\n\n\n\n<div data-wp-interactive=\"core\/file\" class=\"wp-block-file\"><object aria-label=\"Incorporar PDF\" data-wp-bind--hidden=\"!state.hasPdfPreview\" hidden><\/object><a id=\"wp-block-file--media-9fabe4d4-13a4-4464-abd8-427ad7418a56\" href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2022\/12\/21023002\/stf-1077.pdf\">stf-1077<\/a><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2022\/12\/21023002\/stf-1077.pdf\" class=\"wp-block-file__button\" download aria-describedby=\"wp-block-file--media-9fabe4d4-13a4-4464-abd8-427ad7418a56\">Baixar<\/a><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Informativo n\u00ba 1077 do STF\u00a0COMENTADO.\u00a0Fique ligado aqui\u00a0no Estrat\u00e9gia Carreiras Jur\u00eddicas! DOWNLOAD do PDF DIREITO ADMINISTRATIVO 1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Requisitos para a ratifica\u00e7\u00e3o pela Uni\u00e3o de registros imobili\u00e1rios decorrentes de t\u00edtulos expedidos pelos estados referentes a aliena\u00e7\u00f5es e concess\u00f5es de terras p\u00fablicas situadas nas faixas de fronteira A\u00c7\u00c3O DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE \u00c9 constitucional a ratifica\u00e7\u00e3o de registros imobili\u00e1rios [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":833,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"post_tipo":"article","footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"tax_estado":[],"class_list":["post-1141420","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-cursos-e-concursos"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO Premium plugin v27.2 (Yoast SEO v27.2) - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-premium-wordpress\/ -->\n<title>Informativo STF 1077 Comentado<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/informativo-stf-1077-comentado\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Informativo STF 1077 Comentado\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Informativo n\u00ba 1077 do STF\u00a0COMENTADO.\u00a0Fique ligado aqui\u00a0no Estrat\u00e9gia Carreiras Jur\u00eddicas! 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