{"id":11220,"date":"2013-10-09T16:48:14","date_gmt":"2013-10-09T19:48:14","guid":{"rendered":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/?p=11220"},"modified":"2017-05-15T15:10:45","modified_gmt":"2017-05-15T18:10:45","slug":"mpu-comentarios-as-questoes-de-comunicacao-social-cargo-3","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/mpu-comentarios-as-questoes-de-comunicacao-social-cargo-3\/","title":{"rendered":"MPU &#8211; Coment\u00e1rios \u00e0s quest\u00f5es de Comunica\u00e7\u00e3o Social (Cargo 3)"},"content":{"rendered":"<p>\n\t<strong>Quest&otilde;es Comentadas de Comunica&ccedil;&atilde;o Social do Concurso MPU 2013&nbsp;<\/strong>\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\tOi pessoal!\n<\/p>\n<p>\n\tIndo direto ao ponto, enxergo possibilidade de recursos nas quest&otilde;es 80, 87, 91, 94, 108 e 110. Abaixo est&atilde;o os coment&aacute;rios que fiz a TODAS as quest&otilde;es. Quero aproveitar a oportunidade para agradecer a confian&ccedil;a e desejar todo o sucesso para voc&ecirc;s :)\n<\/p>\n<p>\n\tAbra&ccedil;os!\n<\/p>\n<p>\n\tPaolla Marletti<br \/>\n\tpaollamarletti@estrategiaconcursos.com.br\n<\/p>\n<p>\n\t51 O conceito de ind&uacute;stria cultural foi criado durante a Segunda Grande Guerra no contexto dos estudos que buscavam compreender como a comunica&ccedil;&atilde;o de massa estava ligada ao processo hist&oacute;rico capitalista.<br \/>\n\tCOMENT&Aacute;RIOS: Tendo visto bem o conceito de Ind&uacute;stria Cultural, adoramos de cara a primeira quest&atilde;o, n&atilde;o &eacute;? Vimos que a Ind&uacute;stria Cultural foi fruto da Segunda Guerra. Promovida por judeus perseguidos, a Ind&uacute;stria Cultural questionava tudo o que era imposto, principalmente, pelo capitalismo.<br \/>\n\tGABARITO: C\n<\/p>\n<p>\n\t52 Ao contr&aacute;rio dos estudos culturais, que enfatizam o papel ativo da audi&ecirc;ncia na recep&ccedil;&atilde;o das mensagens dos meios de comunica&ccedil;&atilde;o, o conceito de ind&uacute;stria cultural remete &agrave; manipula&ccedil;&atilde;o e &agrave; perda de autonomia dos indiv&iacute;duos.<br \/>\n\tCOMENT&Aacute;RIOS: De acordo com a Ind&uacute;stria Cultural, o indiv&iacute;duo perde o poder de interpreta&ccedil;&atilde;o e a arte deixa de ter o car&aacute;ter de &ldquo;cr&iacute;tica social&rdquo; de sua g&ecirc;nese, passando a ser apenas uma reprodu&ccedil;&atilde;o padronizada.<br \/>\n\tGABARITO: C\n<\/p>\n<p>\n\t53 O conceito de ind&uacute;stria cultural &eacute; pertinente para o entendimento das v&aacute;rias teorias da comunica&ccedil;&atilde;o, entre elas, inclusive, a teoria da informa&ccedil;&atilde;o.<br \/>\n\tCOMENT&Aacute;RIOS: Uma coisa n&atilde;o tem nada a ver com a outra&#8230; Basta conhecer as duas teorias para saber que a teoria da informa&ccedil;&atilde;o traz uma an&aacute;lise linear t&eacute;cnica e a ind&uacute;stria cultural, por sua vez, um racioc&iacute;nio cr&iacute;tico e complexo.<br \/>\n\tGABARITO: E\n<\/p>\n<p>\n\t54 O conceito de ind&uacute;stria cultural foi desenvolvido no &acirc;mbito da teoria cr&iacute;tica, proposta pela escola de Chicago, e constituiu-se em uma forma de denominar as empresas de comunica&ccedil;&atilde;o.<br \/>\n\tCOMENT&Aacute;RIOS: A ind&uacute;stria cultural foi desenvolvida em outra &eacute;poca, sem mencionar que foi em outro continente. Como vimos nas aulas, a formadora desse conceito foi a escola de Frankfurt.<br \/>\n\tGABARTIO: E\n<\/p>\n<p>\n\t55 Entre outros elementos, o termo ind&uacute;stria cultural refere-se ao processo de convers&atilde;o da cultura em mercadoria, ocorrido no in&iacute;cio do s&eacute;culo XX, e designa pr&aacute;tica social em que a produ&ccedil;&atilde;o cultural e intelectual &eacute; orientada pela possibilidade de consumo no mercado.<br \/>\n\tCOMENT&Aacute;RIOS: A quest&atilde;o descreve bem o conceito e trata da produ&ccedil;&atilde;o &ldquo;em s&eacute;rie&rdquo; da cultura.<br \/>\n\tGABARITO: C\n<\/p>\n<p>\n\t56 O agendamento pressup&otilde;e um fluxo descont&iacute;nuo de informa&ccedil;&otilde;es que gera na mem&oacute;ria dos indiv&iacute;duos o chamado &quot;efeito de enciclop&eacute;dia&quot;.<br \/>\n\tCOMENT&Aacute;RIOS: Essa quest&atilde;o foi um pouco mais profunda&#8230; O efeito enciclop&eacute;dia &eacute; o agrupamento de assuntos em nossa mem&oacute;ria, que &eacute; gerado pelo agenda-setting. Na quest&atilde;o ele fala de fluxo descont&iacute;nuo de informa&ccedil;&otilde;es, mas, para que haja esse agrupamento, &eacute; preciso um fluxo cont&iacute;nuo, com foco num determinado assunto ou tema, capaz de promover o agrupamento ao longo do tempo.<br \/>\n\tGABARITO: E\n<\/p>\n<p>\n\t57 De acordo com White, o processo de sele&ccedil;&atilde;o de not&iacute;cias pelo gatekeeper &eacute; subjetivo e arbitr&aacute;rio, posto que tem por base, muitas vezes, o conjunto de experi&ecirc;ncias, atitudes e expectativas dos jornalistas.<br \/>\n\tCOMENT&Aacute;RIOS: Vimos que o gatekeeper &eacute; encarregado de selecionar as not&iacute;cias e que essa sele&ccedil;&atilde;o acaba passando por quest&otilde;es subjetivas do pr&oacute;prio indiv&iacute;duo (editor chefe) e da reda&ccedil;&atilde;o em que trabalha.<br \/>\n\tGABARITO: C\n<\/p>\n<p>\n\t58 De acordo com a perspectiva dos estudos culturais ingleses, os meios de comunica&ccedil;&atilde;o agem como elementos ativos nas constru&ccedil;&otilde;es culturais coletivas, mas tamb&eacute;m s&atilde;o influenciados pelo p&uacute;blico de forma din&acirc;mica.<br \/>\n\tCOMENT&Aacute;RIOS: Os estudos culturais observam a constru&ccedil;&atilde;o da cultura, a participa&ccedil;&atilde;o dos meios nesse processo.<br \/>\n\tGABARITO: C\n<\/p>\n<p>\n\t59 Com base nos estudos de newsmaking, &eacute; poss&iacute;vel afirmar que a noticiabilidade est&aacute; ligada &agrave;s estruturas rotineiras de produ&ccedil;&atilde;o jornal&iacute;stica e &agrave; cultura profissional dos jornalistas.<br \/>\n\tCOMENT&Aacute;RIOS: &ldquo;Noticiabilidade&rdquo; &eacute; a condi&ccedil;&atilde;o que leva determinada informa&ccedil;&atilde;o ou fato se tornar not&iacute;cia. &Eacute; sobre esse processo que trata o newsmaking: da rotina de produ&ccedil;&atilde;o jornal&iacute;stica.<br \/>\n\tGABARITO: C\n<\/p>\n<p>\n\t60 O agendamento pressup&otilde;e que os meios de comunica&ccedil;&atilde;o influenciam o receptor em curto prazo, &agrave; semelhan&ccedil;a da teoria hipod&eacute;rmica.<br \/>\n\tCOMENT&Aacute;RIOS: Podemos dizer que, de modo geral, nenhuma teoria depois do behaviorismo relacionado &agrave; teoria hipod&eacute;rmica considerou influ&ecirc;ncia a curto prazo dos meios de comunica&ccedil;&atilde;o.<br \/>\n\tGABARITO: E\n<\/p>\n<p>\n\t61 Por meio do agendamento entende-se como a agenda de temas da m&iacute;dia tende a influenciar a agenda social, impondo o que os indiv&iacute;duos v&atilde;o pensar a longo prazo.<br \/>\n\tCOMENT&Aacute;RIOS: O agendamento n&atilde;o imp&otilde;e nada&#8230;<br \/>\n\tGABARITO: E\n<\/p>\n<p>\n\tA respeito de rela&ccedil;&otilde;es p&uacute;blicas, julgue os itens seguintes.<br \/>\n\t62 Entre as m&uacute;ltiplas finalidades, a auditoria de opini&atilde;o permite conhecer a imagem e a percep&ccedil;&atilde;o que os p&uacute;blicos preferenciais t&ecirc;m da organiza&ccedil;&atilde;o, inclusive de seus produtos e servi&ccedil;os e de sua conduta junto &agrave; comunidade.<br \/>\n\tCOMENT&Aacute;RIOS: A auditoria de imagem &eacute; um tipo de auditoria de opini&atilde;o (que tamb&eacute;m pode ser auditoria de clima organizacional, auditoria do perfil organizacional) e visa exatamente conhecer como &ldquo;anda&rdquo; a imagem da empresa e os seus produtos e servi&ccedil;os junto a seus p&uacute;blicos.<br \/>\n\tGABARITO: C\n<\/p>\n<p>\n\t63 Stakeholders s&atilde;o os p&uacute;blicos que mant&ecirc;m poucas rela&ccedil;&otilde;es, influ&ecirc;ncias ou interesses com uma organiza&ccedil;&atilde;o.<br \/>\n\tCOMENT&Aacute;RIOS: Podemos at&eacute; dizer que h&aacute; grupos de stakeholders que t&ecirc;m mais rela&ccedil;&otilde;es ou interesses do que outros&#8230; Mas dizer eles se resumem aos p&uacute;blicos que mant&ecirc;m POUCAS rela&ccedil;&otilde;es ou interesses com uma organiza&ccedil;&atilde;o est&aacute; errad&iacute;ssimo.<br \/>\n\tGABARITO: E\n<\/p>\n<p>\n\t64 Os eventos permitem que as organiza&ccedil;&otilde;es cheguem a seus p&uacute;blicos de interesse a fim de mostrar produtos e servi&ccedil;os sem intermedi&aacute;rios e, assim, sensibilizar p&uacute;blicos espec&iacute;ficos.<br \/>\n\tCOMENT&Aacute;RIOS: Os eventos s&atilde;o uma forma de atingir p&uacute;blicos espec&iacute;ficos de uma forma diferenciada e sem intermedi&aacute;rios.<br \/>\n\tGABARITO: C\n<\/p>\n<p>\n\t65 A comunica&ccedil;&atilde;o dirigida tem por finalidade transmitir informa&ccedil;&otilde;es a fim de estabelecer uma comunica&ccedil;&atilde;o limitada, orientada e pouco frequente com determinados p&uacute;blicos.<br \/>\n\tCOMENT&Aacute;RIOS: A comunica&ccedil;&atilde;o dirigida &eacute; limitada, na medida em que n&atilde;o &eacute; amplamente divulgada, mas &eacute; especializada em um determinado segmento do p&uacute;blico, e por isso tamb&eacute;m podemos dizer que &eacute; orientada. Mas a frequ&ecirc;ncia n&atilde;o deve ser baixa (claro que quem define isso &eacute; o planejamento estrat&eacute;gico), mas, em regra, para gerar o v&iacute;nculo &ldquo;pessoal&rdquo; desejado pela comunica&ccedil;&atilde;o dirigida, a frequ&ecirc;ncia n&atilde;o deve ser necessariamente baixa &ndash; mas adequada! (&ldquo;Alta&rdquo; ou &ldquo;baixa&rdquo; s&atilde;o conceitos relativos de cada situa&ccedil;&atilde;o).<br \/>\n\tGABARITO: E\n<\/p>\n<p>\n\tJulgue os itens a seguir, a respeito das atividades de assessoria de imprensa.<br \/>\n\t66 As notas oficiais expressam o posicionamento oficial das organiza&ccedil;&otilde;es, s&atilde;o veiculadas mediante pagamento e devem ser redigidas em formato jornal&iacute;stico.<br \/>\n\tCOMENT&Aacute;RIOS: A nota oficial &eacute;, sim, o posicionamento oficial das organiza&ccedil;&otilde;es, mas n&atilde;o precisam ser redigidas em formato jornal&iacute;stico, pois s&atilde;o declara&ccedil;&otilde;es. A organiza&ccedil;&atilde;o tem alto interesse na veicula&ccedil;&atilde;o dessas informa&ccedil;&otilde;es (geralmente elas s&atilde;o fruto de um boato, por exemplo), e por isso n&atilde;o tem sentido elas serem veiculadas mediante pagamento.<br \/>\n\tGABARITO: E\n<\/p>\n<p>\n\t67 A atividade de assessoria de imprensa pode ser conceituada como a gest&atilde;o do relacionamento e dos fluxos de informa&ccedil;&atilde;o entre assessores e assessorados.<br \/>\n\tCOMENT&Aacute;RIOS: &Eacute; claro que assessores e assessorados precisam &ldquo;conversar&rdquo;, mas a assessoria de imprensa n&atilde;o &eacute; baseada nesse fluxo&#8230; Mas na manuten&ccedil;&atilde;o de fluxos entre o assessorado\/assessor e a imprensa.<br \/>\n\tGABARITO: E\n<\/p>\n<p>\n\t68 Clipping e releases est&atilde;o entre os produtos e servi&ccedil;os comumente utilizados no trabalho de assessoria de imprensa.<br \/>\n\tCOMENT&Aacute;RIOS: Como vimos nas aulas, essas s&atilde;o ferramentas usadas pelas assessorias de imprensa para conseguirem seus objetivos. Por isso, podemos dizer que s&atilde;o produtos e servi&ccedil;os oferecidos por essa categoria.<br \/>\n\tGABARITO: C\n<\/p>\n<p>\n\t69 O clipping pode ser utilizado para avalia&ccedil;&atilde;o da imagem e na an&aacute;lise do posicionamento das organiza&ccedil;&otilde;es.<br \/>\n\tCOMENT&Aacute;RIOS: Avaliar o posicionamento e avaliar a imagem das organiza&ccedil;&otilde;es (da pr&oacute;pria e da concorr&ecirc;ncia) s&atilde;o as principais fun&ccedil;&otilde;es do clipping.<br \/>\n\tGABARITO: C\n<\/p>\n<p>\n\t70 As entrevistas coletivas s&atilde;o indicadas para comunicar assuntos relevantes que mobilizem a aten&ccedil;&atilde;o do p&uacute;blico e tenham impacto na vida de pessoas ou organiza&ccedil;&otilde;es.<br \/>\n\tCOMENT&Aacute;RIOS: Exatamente! A entrevista coletiva &eacute; indicada nesses casos de grande impacto e relev&acirc;ncia social e que precisem mobilizar uma parcela grande da aten&ccedil;&atilde;o do p&uacute;blico de uma vez.<br \/>\n\tGABARITO: C\n<\/p>\n<p>\n\t71 Cabe ao assessor orientar o assessorado acerca da validade de uma entrevista coletiva e avaliar os riscos de realiz&aacute;-la.<br \/>\n\tCOMENT&Aacute;RIOS: O assessor de imprensa deve estar atento para a pertin&ecirc;ncia de se fazer ou n&atilde;o uma entrevista coletiva (se o assunto &eacute; relevante o suficiente para mobilizar &ldquo;tanta&rdquo; gente) assim como calcular os riscos de sua realiza&ccedil;&atilde;o (se a informa&ccedil;&atilde;o for negativa, de um erro cometido, falha da produ&ccedil;&atilde;o, por exemplo).<br \/>\n\tGABARITO: C\n<\/p>\n<p>\n\tO marketing institucional volta-se para a imagem das organiza&ccedil;&otilde;es a fim de buscar reconhecimento p&uacute;blico e tornar s&oacute;lida sua reputa&ccedil;&atilde;o. Concernente a esse assunto, julgue os pr&oacute;ximos itens.<br \/>\n\t72 O marketing institucional substitui o marketing empresarial das organiza&ccedil;&otilde;es.<br \/>\n\tCOMENT&Aacute;RIOS: O marketing empresarial &eacute; a aplica&ccedil;&atilde;o da l&oacute;gica mercadol&oacute;gica &agrave; comunica&ccedil;&atilde;o empresarial, o marketing institucional &eacute; uma das vertentes desse campo mais amplo. Ele n&atilde;o o substitui, mas o apoia em apenas um aspecto, o institucional, temos ainda o relacional, mercadol&oacute;gico&#8230;<br \/>\n\tGABARITO: E\n<\/p>\n<p>\n\t73 O marketing institucional pode ser utilizado para melhorar a imagem de uma organiza&ccedil;&atilde;o.<br \/>\n\tCOMENT&Aacute;RIOS: Em termos bem b&aacute;sicos, &eacute; para isso que serve o marketing institucional!<br \/>\n\tGABARITO: C\n<\/p>\n<p>\n\t74 O marketing institucional se aplica somente a organiza&ccedil;&otilde;es privadas.<br \/>\n\tCOMENT&Aacute;RIOS: Durante todo o nossos estudos vimos que a comunica&ccedil;&atilde;o organizacional engloba as organiza&ccedil;&otilde;es privadas e as p&uacute;blicas, ONGs etc. O marketing institucional, sendo uma das ferramentas para essa comunica&ccedil;&atilde;o, tamb&eacute;m pode ser aplicado &agrave;s institui&ccedil;&otilde;es p&uacute;blicas.<br \/>\n\tGABARITO: E\n<\/p>\n<p>\n\tCom rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s pesquisas de opini&atilde;o e mercado, julgue os itens subsecutivos.<br \/>\n\t75 Nos grupos focais, o pesquisador pode observar as rea&ccedil;&otilde;es dos participantes por meio de uma entrevista realizada pelo moderador.<br \/>\n\tCOMENT&Aacute;RIOS: Os grupos focais tamb&eacute;m s&atilde;o chamados de &ldquo;entrevista em grupo&rdquo;, mas n&atilde;o caracterizam, propriamente, uma entrevista feita pelo moderador. O papel dele est&aacute; mais relacionado &agrave; observa&ccedil;&atilde;o dos aspectos relevantes de uma conversa espont&acirc;nea. Ele direciona o assunto e auxilia a comunica&ccedil;&atilde;o (para que n&atilde;o haja l&iacute;deres e uma opini&atilde;o seja dominada, por exemplo).<br \/>\n\tGABARITO: E\n<\/p>\n<p>\n\t76 A padroniza&ccedil;&atilde;o ou n&atilde;o das perguntas de um question&aacute;rio pode impactar diretamente no resultado da pesquisa.<br \/>\n\tCOMENT&Aacute;RIOS: Os question&aacute;rios s&atilde;o instrumentos de pesquisa. Segundo Kotler, eles podem ser com perguntas abertas ou fechadas. Devem tamb&eacute;m ser planejada com cuidado a ordem das perguntas, pois sua formula&ccedil;&atilde;o pode influenciar no resultado. E, logicamente, a padroniza&ccedil;&atilde;o ou n&atilde;o tamb&eacute;m influencia. &Eacute; natural que, em pesquisas diferentes, sejam obtidos resultados diferentes&#8230;<br \/>\n\tGABARITO: C\n<\/p>\n<p>\n\t77 A op&ccedil;&atilde;o dicot&ocirc;mica &eacute; a forma mais simples de formula&ccedil;&atilde;o de perguntas fechadas em um question&aacute;rio.<br \/>\n\tCOMENT&Aacute;RIOS: A quest&atilde;o tentou complicar algo simples&#8230; &ldquo;Op&ccedil;&atilde;o dicot&ocirc;mica&rdquo; significa dizer que s&oacute; tem duas op&ccedil;&otilde;es, que se anulam. Geralmente &ldquo;sim ou n&atilde;o&rdquo;, &ldquo;este ou aquele&rdquo; e essa &eacute; a forma mais simples de perguntas fechadas (ou seja, perguntas em que se apresentam op&ccedil;&otilde;es padronizadas).<br \/>\n\tGABARITO: C\n<\/p>\n<p>\n\t78 Amostras de julgamento, de agrupamento e bola de neve s&atilde;o consideradas t&eacute;cnicas de amostragem n&atilde;o probabil&iacute;stica.<br \/>\n\tCOMENT&Aacute;RIOS: Amostragem Bola de Neve &eacute; aquela em que o pesquisador entra em contato com um grupo e o pr&oacute;prio grupo indica outros indiv&iacute;duos para serem entrevistados. Essa e a amostragem por julgamento s&atilde;o op&ccedil;&otilde;es n&atilde;o probabil&iacute;sticas. No entanto, como vimos, a por grupos (agrupamento, por cluster) &eacute; uma op&ccedil;&atilde;o probabil&iacute;stica.<br \/>\n\tGABARITO: E\n<\/p>\n<p>\n\t79 Nos grupos focais, &eacute; poss&iacute;vel utilizar um guia de discuss&atilde;o com uma lista de verifica&ccedil;&atilde;o de todos os t&oacute;picos que devem ser obrigatoriamente discutidos pelo moderador.<br \/>\n\tCOMENT&Aacute;RIOS: Na minha opini&atilde;o, essa quest&atilde;o foi mal escrita. Como sabemos, o moderador, nos grupos focais, direcionam a conversa, ou seja, ele deve ter um controle dos assuntos que devem estar na pauta de discuss&atilde;o. No entanto, ele tamb&eacute;m deve ter consci&ecirc;ncia que a indisposi&ccedil;&atilde;o para a discuss&atilde;o de determinado assunto &eacute; um dado relevante. Portanto, acredito estar a&iacute; o erro da quest&atilde;o: t&oacute;picos que DEVEM SER OBRIGATORIAMENTE DISCUTIDOS pelo moderador.<br \/>\n\tSem contar tamb&eacute;m que o moderador n&atilde;o discute, mas, sim, os participantes.<br \/>\n\tGABARITO: E\n<\/p>\n<p>\n\t80 Em compara&ccedil;&atilde;o &agrave;s pesquisas quantitativas, as pesquisas qualitativas utilizam amostras pequenas e possibilitam analisar motiva&ccedil;&otilde;es e sentimentos dos consumidores.<br \/>\n\tCOMENT&Aacute;RIOS: Pequeno ou grande s&atilde;o conceitos relativos, no entanto, a quest&atilde;o estabelece um par&acirc;metro: &ldquo;em compara&ccedil;&atilde;o &agrave;s pesquisas quantitativas&rdquo;. Portanto, podemos dizer que os m&eacute;todos de abordagem para as pesquisas quantitativas permitem um n&uacute;mero muito maior de entrevistados, sim.<br \/>\n\tMesmo assim, me incomoda o uso do termo &ldquo;amostra pequenas&rdquo;, seria mais apropriado &ldquo;amostras menores&rdquo;. Se a amostra vai ser pequena ou grande, depende muito mais dos recursos despendidos do que o fato de que ser &ldquo;quali&rdquo; ou &ldquo;quanti&rdquo;. Acredito que caberia um recurso para anula&ccedil;&atilde;o desta quest&atilde;o, que ficou d&uacute;bia.<br \/>\n\tGABARITO: C\n<\/p>\n<p>\n\tNo que diz respeito &agrave; responsabilidade social, consumo sustent&aacute;vel e rela&ccedil;&otilde;es com a comunidade, julgue os itens que se seguem.<br \/>\n\t81 Marketing de causas &eacute; considerado como iniciativa corporativa utilizada pelas organiza&ccedil;&otilde;es para equilibrar crit&eacute;rios conflitantes como lucro empresarial, satisfa&ccedil;&atilde;o do cliente e interesse p&uacute;blico.<br \/>\n\tCOMENT&Aacute;RIOS: O Marketing de causas &eacute; um assunto bem recente nas pautas da comunica&ccedil;&atilde;o empresarial. Ele se baseia na premissa de que: &ldquo;a filantropia n&atilde;o estimula a transforma&ccedil;&atilde;o social, mas a transforma&ccedil;&atilde;o social incentiva a filantropia; as atividades filantr&oacute;picas s&atilde;o capazes de gerar impacto imediato. (KOTLER)&rdquo; Portanto, pretende equilibrar o interesse &ldquo;lucrativo&rdquo;, o interesse mercadol&oacute;gico (do cliente) e o interesse p&uacute;blico (social).<br \/>\n\tGABARITO: C\n<\/p>\n<p>\n\t82 A responsabilidade social das organiza&ccedil;&otilde;es n&atilde;o est&aacute; restrita &agrave;s a&ccedil;&otilde;es sociais, pois implica, tamb&eacute;m, as pr&aacute;ticas de di&aacute;logo e intera&ccedil;&atilde;o com os p&uacute;blicos da organiza&ccedil;&atilde;o.<br \/>\n\tCOMENT&Aacute;RIOS: Vimos que as pr&aacute;ticas de responsabilidade social e sustentabilidade permeiam o &acirc;mago da gest&atilde;o empresarial, repercutindo n&atilde;o s&oacute; em a&ccedil;&otilde;es sociais, mas tamb&eacute;m na comunica&ccedil;&atilde;o com os p&uacute;blicos.<br \/>\n\tGABARITO: C\n<\/p>\n<p>\n\tConsiderando que o planejamento de comunica&ccedil;&atilde;o organizacional pressup&otilde;e tanto uma vis&atilde;o estrat&eacute;gica da comunica&ccedil;&atilde;o quanto uma vontade pol&iacute;tica, julgue os itens de 83 a 87.<br \/>\n\t83 O planejamento de comunica&ccedil;&atilde;o organizacional prescinde da administra&ccedil;&atilde;o estrat&eacute;gica.<br \/>\n\tCOMENT&Aacute;RIOS: O termo &ldquo;prescinde&rdquo; quer dizer &ldquo;dispensa&rdquo;, o que torna a quest&atilde;o errada. A administra&ccedil;&atilde;o estrat&eacute;gica &eacute; essencial para o planejamento de comunica&ccedil;&atilde;o organizacional.<br \/>\n\tGABARITO: E\n<\/p>\n<p>\n\t84 No &acirc;mbito do planejamento de comunica&ccedil;&atilde;o organizacional, a comunica&ccedil;&atilde;o deve ser compreendida a partir do modelo de &ldquo;sistema geral de comunica&ccedil;&atilde;o&rdquo; proposto por Shannon, o qual considera as dimens&otilde;es humana, instrumental e estrat&eacute;gica.<br \/>\n\tCOMENT&Aacute;RIOS: A quest&atilde;o me parece bem formulada e simples. Voc&ecirc; tem que lembrar da caracter&iacute;stica simplista e t&eacute;cnica que Shannon deu a seu modelo. Sendo assim, ele n&atilde;o considerava o conte&uacute;do, nem mesmo as dimens&otilde;es humanas e estrat&eacute;gicas (a instrumental talvez, em certo n&iacute;vel). N&atilde;o encontro na literatura, tamb&eacute;m, nada que sustente essa denomina&ccedil;&atilde;o (&ldquo;sistema geral de comunica&ccedil;&atilde;o&rdquo;) para o modelo proposto por Shannon.<br \/>\n\tGABARITO: E\n<\/p>\n<p>\n\t85 O planejamento organizacional pode ser esquematizado em tr&ecirc;s n&iacute;veis: estrat&eacute;gico, t&aacute;tico e operacional. O primeiro se refere a a&ccedil;&otilde;es de longo prazo e se vincula a grandes decis&otilde;es; o segundo faz men&ccedil;&atilde;o a a&ccedil;&otilde;es administrativas de curto prazo, com vistas a objetivos mais imediatos; o terceiro diz respeito ao detalhamento documental e &agrave; descri&ccedil;&atilde;o de etapas e metodologias.<br \/>\n\tCOMENT&Aacute;RIO: Essa &eacute; mat&eacute;ria mais da administra&ccedil;&atilde;o do que nossa, no entanto, apresenta intersec&ccedil;&otilde;es em suas aplica&ccedil;&otilde;es e est&aacute; correta.<br \/>\n\tGABARITO: C\n<\/p>\n<p>\n\t86 A matriz SWOT &eacute; cada vez mais utilizada no planejamento de comunica&ccedil;&atilde;o organizacional, pois possibilita o mapeamento anal&iacute;tico de contextos nos quais s&atilde;o delineadas amea&ccedil;as, demandas e oportunidades t&iacute;picas do ambiente externo, ao mesmo tempo em que permite identificar a rea&ccedil;&atilde;o da organiza&ccedil;&atilde;o quanto aos seus pontos fortes e fracos.<br \/>\n\tCOMENT&Aacute;RIOS: Sabemos que a matriz SWOT parte dos pontos fortes e fracos do ambiente interno e das oportunidades e amea&ccedil;as do ambiente externo. A quest&atilde;o pode confundir ao usar &ldquo;amea&ccedil;as, demandas e oportunidades&rdquo; no ambiente externo. No entanto, n&atilde;o acredito que isso signifique erro. Demandas e oportunidades, nesse contexto, podem ser encarados como sin&ocirc;nimos.<br \/>\n\tGABARITO: C\n<\/p>\n<p>\n\t87 O envolvimento de todos os setores da organiza&ccedil;&atilde;o na elabora&ccedil;&atilde;o do planejamento estrat&eacute;gico &eacute; fundamental para a busca de solu&ccedil;&otilde;es inovadoras, uma vez que o comprometimento comum na tomada de decis&otilde;es fortalece o ambiente interno diante das amea&ccedil;as externas.<br \/>\n\tCOMENT&Aacute;RIOS: Essa quest&atilde;o foi &ldquo;bem&rdquo; mal escrita! Ela misturou alguns assuntos e comprometeu o entendimento do que o examinador realmente queria dizer. Vamos separ&aacute;-la em duas partes:<br \/>\n\t1) &ldquo;O envolvimento de todos os setores da organiza&ccedil;&atilde;o na elabora&ccedil;&atilde;o do planejamento estrat&eacute;gico &eacute; fundamental para a busca de solu&ccedil;&otilde;es inovadoras,&rdquo; \uf0e0 Essa primeira parte est&aacute; correta. Quanto mais os setores estiverem trabalhando de forma conjunta para a promo&ccedil;&atilde;o de uma comunica&ccedil;&atilde;o integrada, mais vi&aacute;veis e eficientes ser&atilde;o as solu&ccedil;&otilde;es apresentadas.<br \/>\n\t2) &ldquo;uma vez que o comprometimento comum na tomada de decis&otilde;es fortalece o ambiente interno diante das amea&ccedil;as externas.&rdquo; \uf0e0 Essa parte procura justificar a primeira (observe a utiliza&ccedil;&atilde;o da express&atilde;o &ldquo;uma vez que&rdquo;), nesse sentido ela est&aacute; incorreta, pois n&atilde;o justifica a primeira parte. No entanto, se estivesse desvinculada daquela, poderia estar correta, pois o comprometimento em conjunto na tomada de decis&otilde;es fortalece o ambiente interno, sim, e isso &eacute; positivo para o posicionamento diante de amea&ccedil;as da concorr&ecirc;ncia.\n<\/p>\n<p>\n\tNa minha opini&atilde;o, essa quest&atilde;o foi mal formulada e isso comprometeu o seu entendimento. Acredito que podemos recorrer para que seja anulada.<br \/>\n\tGABARITO: E\n<\/p>\n<p>\n\tO contexto atual exige que as organiza&ccedil;&otilde;es desenvolvam metodologias de trabalho que considerem o equil&iacute;brio entre seu interesse interno e os interesses do p&uacute;blico externo. Considerando o car&aacute;ter estrat&eacute;gico dos processos de comunica&ccedil;&atilde;o no ambiente organizacional, julgue os itens subsequentes.<br \/>\n\t88 Para ajustar os processos de gest&atilde;o interna &agrave;s transforma&ccedil;&otilde;es culturais, pol&iacute;ticas e sociais do nosso tempo, as organiza&ccedil;&otilde;es devem ser sens&iacute;veis &agrave;s demandas dos funcion&aacute;rios, implementando modelos de comunica&ccedil;&atilde;o interna mais dial&oacute;gicos.<br \/>\n\tCOMENT&Aacute;RIOS: Esse modelo dial&oacute;gico retoma o modelo sim&eacute;trico de duas m&atilde;os, pois deve promover o di&aacute;logo e pretende sanar demandas dos funcion&aacute;rios, assim como da chefia.<br \/>\n\tGABARITO: C\n<\/p>\n<p>\n\t89 O profissional de rela&ccedil;&otilde;es p&uacute;blicas tem sua atua&ccedil;&atilde;o centrada no di&aacute;logo da organiza&ccedil;&atilde;o com a sociedade, portanto, n&atilde;o interfere nos processos internos de gest&atilde;o.<br \/>\n\tCOMENT&Aacute;RIOS: A quest&atilde;o contraria a si mesma. &Eacute; justamente por ter sua atua&ccedil;&atilde;o centrada no di&aacute;logo que o profissional de RP interfere nos processos internos de gest&atilde;o.<br \/>\n\tGABARITO: E\n<\/p>\n<p>\n\t90 A &aacute;rea de rela&ccedil;&otilde;es p&uacute;blicas e a &aacute;rea de recursos humanos ou de gest&atilde;o de pessoas devem trabalhar de forma integrada, de modo que cada uma tenha liberdade para interferir em todos os campos de atua&ccedil;&atilde;o da outra.<br \/>\n\tCOMENT&Aacute;RIOS: Se isso fosse poss&iacute;vel (uma interferir em TODOS os campos de atua&ccedil;&atilde;o da outra), seria prefer&iacute;vel que elas se fundissem, formando apenas um departamento. No entanto, isso n&atilde;o &eacute; apropriado, pois n&atilde;o dizem respeito exatamente &agrave;s mesmas coisas.<br \/>\n\tAs rela&ccedil;&otilde;es p&uacute;blicas trabalham o relacionamento com os p&uacute;blicos internos e externos. Os recursos humanos\/gest&atilde;o de pessoas, tamb&eacute;m tratam dos p&uacute;blicos internos, mas n&atilde;o apenas de seu relacionamento (existem quest&otilde;es financeiras, funcionais e operacionais envolvidas, por exemplo). Elas se interseccionam apenas na quest&atilde;o do relacionamento entre os p&uacute;blicos internos e nesse aspecto devem ter liberdade para opinarem e interferirem uma na outra, mas n&atilde;o em todos os aspectos.<br \/>\n\tGABARITO: E\n<\/p>\n<p>\n\tJulgue os pr&oacute;ximos itens, relativos &agrave; comunica&ccedil;&atilde;o interna.<br \/>\n\t91 A abertura pol&iacute;tica e democr&aacute;tica no Brasil configura um novo cen&aacute;rio para as rela&ccedil;&otilde;es de trabalho e influencia o redesenho de modelos de comunica&ccedil;&atilde;o interna das empresas a partir do protagonismo dos sindicatos.<br \/>\n\tCOMENT&Aacute;RIOS: Principalmente nas situa&ccedil;&otilde;es de crise no relacionamento interno, os sindicatos assumem um papel de destaque. No entanto, n&atilde;o acredito ser poss&iacute;vel generalizar esse aspecto para todos os momentos da gest&atilde;o da comunica&ccedil;&atilde;o interna. Dizer que o redesenho partiu do protagonismo dos sindicatos me parece uma generaliza&ccedil;&atilde;o equivocada.<br \/>\n\tGABARITO: C\n<\/p>\n<p>\n\t92 A comunica&ccedil;&atilde;o interna diz respeito &agrave;queles processos comunicacionais restritos ao universo institucional.<br \/>\n\tCOMENT&Aacute;RIOS: O universo institucional tamb&eacute;m abrange a percep&ccedil;&atilde;o do p&uacute;blico externo.<br \/>\n\tGABARITO: E\n<\/p>\n<p>\n\t93 A comunica&ccedil;&atilde;o interna &eacute; definida como um conjunto de recomenda&ccedil;&otilde;es did&aacute;ticas para os funcion&aacute;rios.<br \/>\n\tCOMENT&Aacute;RIOS: Caso a quest&atilde;o tratasse de comunica&ccedil;&atilde;o administrativa, poder&iacute;amos come&ccedil;ar a conversa&#8230; Mas, como vimos em nossas aulas, a comunica&ccedil;&atilde;o interna &eacute; muito mais do que isso, &eacute; todo fluxo de comunica&ccedil;&atilde;o entre os p&uacute;blicos internos e n&atilde;o se constitui apenas de recomenda&ccedil;&otilde;es did&aacute;ticas para os funcion&aacute;rios.<br \/>\n\tGABARITO: E\n<\/p>\n<p>\n\tO aprimoramento das tecnologias de comunica&ccedil;&atilde;o e de informa&ccedil;&atilde;o tem transformado processos decis&oacute;rios e comunicacionais nas mais diferentes institui&ccedil;&otilde;es e formas organizativas. S&atilde;o exemplos disso as consultas p&uacute;blicas realizadas pelo governo federal, a atua&ccedil;&atilde;o de movimentos sociais com base no &ldquo;hackeativismo&rdquo; e na luta pela transpar&ecirc;ncia e os modelos de produ&ccedil;&atilde;o colaborativa implementados pelas empresas.<br \/>\n\tA respeito da comunica&ccedil;&atilde;o digital e sua rela&ccedil;&atilde;o com a atua&ccedil;&atilde;o desses agentes sociais governamentais e n&atilde;o governamentais, julgue os itens subsecutivos.<br \/>\n\t94 Hackeamento &eacute; uma pr&aacute;tica que tem origem no mundo digital, mas n&atilde;o se restringe a ele.<br \/>\n\tCOMENT&Aacute;RIOS: N&atilde;o encontrei na literatura algo que corroborasse com esse conceito. Encontrei alguns estudos aplicando o hackeamento &agrave;s artes virtuais, mas n&atilde;o consegui retirar essa pr&aacute;tica do mundo digital. Acredito (e quero acreditar) que o Cespe esteja se baseando em algum material pouco conhecido, mas certamente vale a pena impetrar um recurso.<br \/>\n\tGABARITO: C\n<\/p>\n<p>\n\t95 Wikis s&atilde;o padr&otilde;es de comunica&ccedil;&atilde;o digital empresarial verticalizadas e hierarquizadas, em que apenas a comunica&ccedil;&atilde;o nas bases da organiza&ccedil;&atilde;o s&atilde;o horizontais e fluidas.<br \/>\n\tCOMENT&Aacute;RIOS: Os sites ou softwares do tipo wiki s&atilde;o os que permitem a colabora&ccedil;&atilde;o e n&atilde;o necessitam que seu conte&uacute;do seja revisto antes de sua publica&ccedil;&atilde;o. Nada tem a ver com a comunica&ccedil;&atilde;o descrita na quest&atilde;o.<br \/>\n\tGABARITO: E\n<\/p>\n<p>\n\t96 A ado&ccedil;&atilde;o de plataformas de comunica&ccedil;&atilde;o colaborativas adotadas pelo Estado brasileiro em todos os n&iacute;veis federativos &mdash; tais como os canais de escuta, de opini&otilde;es e de manifesta&ccedil;&atilde;o de interesses &mdash; &eacute; um exemplo de comunica&ccedil;&atilde;o digital 3.0.<br \/>\n\tCOMENT&Aacute;RIOS: A comunica&ccedil;&atilde;o 3.0 &eacute; um conceito idealizado por Kotler para denominar a comunica&ccedil;&atilde;o baseada no relacionamento (marketing 1.0 &eacute; no produto, o 2.0 &eacute; no consumidor). O consumidor e a organiza&ccedil;&atilde;o acumulam experi&ecirc;ncias entre si. As ferramentas apresentadas na quest&atilde;o s&atilde;o mais adequadas &agrave; comunica&ccedil;&atilde;o 2.0 pois, apesar de considerarem o cidad&atilde;o como fonte de informa&ccedil;&otilde;es importantes para o bom funcionamento dos servi&ccedil;os, n&atilde;o geram, necessariamente, um relacionamento entre a administra&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica e a sociedade.<br \/>\n\tGABARITO: E\n<\/p>\n<p>\n\tEm meados do ano de 2013 diversas manifesta&ccedil;&otilde;es populares aconteceram em um grande n&uacute;mero de cidades do pa&iacute;s e foram objeto de aten&ccedil;&atilde;o midi&aacute;tica, pol&iacute;tica e social. Al&eacute;m da variedade de pautas e estrat&eacute;gias de express&atilde;o da opini&atilde;o, esses eventos colocaram em evid&ecirc;ncia a relev&acirc;ncia das novas tecnologias e formas de media&ccedil;&atilde;o em rede.<br \/>\n\tConsiderando a centralidade da comunica&ccedil;&atilde;o digital nesses processos, julgue os itens de 97 a 99.<br \/>\n\t97 O coletivo M&iacute;dia NINJA (Narrativas Independentes, Jornalismo e A&ccedil;&atilde;o), que cobriu as manifesta&ccedil;&otilde;es por todo o pa&iacute;s de forma colaborativa, transmitindo em tempo real via streaming, &eacute; um exemplo de &ldquo;p&oacute;s-TV&rdquo;, pois se baseia em uma ambi&ecirc;ncia digital que subverte o modelo de produ&ccedil;&atilde;o televisiva tradicional e o papel da audi&ecirc;ncia.<br \/>\n\tCOMENT&Aacute;RIOS: Como falamos em nossas aulas, comunica&ccedil;&atilde;o digital &eacute; a que mais t&ecirc;m se modificado, a cada nova ferramenta, surge um novo jeito de se comunicar.<br \/>\n\tA quest&atilde;o descreve corretamente a atua&ccedil;&atilde;o desse canal que ganhou destaque nas manifesta&ccedil;&otilde;es de junho.<br \/>\n\tGABARITO: C\n<\/p>\n<p>\n\t98 Por meio de uma rede de comunica&ccedil;&atilde;o digital social, solid&aacute;ria e colaborativa, a atua&ccedil;&atilde;o do coletivo M&iacute;dia NINJA pautou a m&iacute;dia corporativa e os telejornais durante a transmiss&atilde;o das manifesta&ccedil;&otilde;es.<br \/>\n\tCOMENT&Aacute;RIOS: Sim, a m&iacute;dia corporativa e &ldquo;oficial&rdquo; acabou tendo que se &ldquo;curvar&rdquo; &agrave; pauta do coletivo M&iacute;dia NINJA. Claro que n&atilde;o foi em todos os aspectos, mas vimos que muita coisa precisou ser veiculada por esses meios para que n&atilde;o ficassem em total falta de sintonia com as redes sociais.<br \/>\n\tGABARITO: C\n<\/p>\n<p>\n\t99 &Eacute; caracter&iacute;stico das mobiliza&ccedil;&otilde;es em rede que elas amplifiquem bandeiras e interesses j&aacute; consolidados por grupos, organiza&ccedil;&otilde;es e institui&ccedil;&otilde;es pol&iacute;ticas e comerciais estabelecidos, revelando-se como corrente de transmiss&atilde;o de padr&otilde;es de decis&atilde;o de elites corporativas, pol&iacute;ticas e econ&ocirc;micas.<br \/>\n\tCOMENT&Aacute;RIOS: &Eacute; justamente a padroniza&ccedil;&atilde;o das elites corporativas que as mobiliza&ccedil;&otilde;es em rede v&ecirc;m quebrar. Elas trazem, em cada novo canal, a possibilidade de uma nova vis&atilde;o.<br \/>\n\tGABARITO: E\n<\/p>\n<p>\n\tAcerca das estrat&eacute;gias de relacionamento com o consumidor, julgue os itens que se seguem.<br \/>\n\t100 A partir do reconhecimento de que o consumo se d&aacute; no &acirc;mbito de um sistema sociocultural, algumas institui&ccedil;&otilde;es v&ecirc;m incorporando a etnografia &agrave;s suas metodologias com o intuito de conhecer mais profundamente o seu p&uacute;blico e aprimorar os processos de relacionamento com o consumidor.<br \/>\n\tCOMENT&Aacute;RIOS: A etnografia &eacute; um m&eacute;todo, bastante usado na antropologia, que busca o contato direto entre o pesquisador e o seu objeto (no caso, os grupos sociais) para que seja analisado. Esse m&eacute;todo contribui para os processos de relacionamento com o consumidor.<br \/>\n\tGABARITO: C\n<\/p>\n<p>\n\t101 Em termos de comunica&ccedil;&atilde;o organizacional, a observ&acirc;ncia dos aspectos legais presentes no c&oacute;digo do consumidor se sobrep&otilde;e &agrave;s perspectivas focadas no relacionamento com o consumidor.<br \/>\n\tCOMENT&Aacute;RIOS: As institui&ccedil;&otilde;es obviamente precisam observar os aspectos legais, mas isso n&atilde;o significa que suas perspectivas de relacionamento com o consumidor sejam sobrepostas. Muito pelo contr&aacute;rio, uma empresa que respeita os direitos do consumidor fortalece seu relacionamento com seus clientes.<br \/>\n\tGABARITO: E\n<\/p>\n<p>\n\t102 O telemarketing ativo &eacute; uma forma de marketing direto de grande efici&ecirc;ncia em que o consumidor estabelece pedidos diretamente ao utilizar os servi&ccedil;os de centrais 0800.<br \/>\n\tCOMENT&Aacute;RIOS: No telemarketing ativo, o operador de telemarketing entra em contato com o consumidor. Nesse caso, n&atilde;o existe a possibilidade de o pr&oacute;prio consumidor estabelecer a comunica&ccedil;&atilde;o.<br \/>\n\tGABARITO: E\n<\/p>\n<p>\n\t103 Cada vez mais as empresas usam sites corporativos para oferecer suporte p&oacute;s-venda e ter um feedback dos clientes.<br \/>\n\tCOMENT&Aacute;RIOS: As empresas t&ecirc;m estabelecido um elo maior com os consumidores no p&oacute;s-venda, atrav&eacute;s de seus sites, oferecendo suporte e obtendo feedback.<br \/>\n\tGABARITO: C\n<\/p>\n<p>\n\tCom rela&ccedil;&atilde;o &agrave; comunica&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica, julgue os itens a seguir.<br \/>\n\t104 A comunica&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica est&aacute; estreitamente vinculada ao exerc&iacute;cio da cidadania, e ambas se realizam na esfera p&uacute;blica, de acordo com a perspectiva de Habermas.<br \/>\n\tCOMENT&Aacute;RIOS: A esfera p&uacute;blica &eacute; um conceito complexo, mas de grande import&acirc;ncia para a funcionaliza&ccedil;&atilde;o da comunica&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica.<br \/>\n\tGABARITO: C\n<\/p>\n<p>\n\t105 A ouvidoria de comunica&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica &eacute; servi&ccedil;o essencial em um Estado democr&aacute;tico de direito, uma vez que, ao ouvir as demandas dos cidad&atilde;os, a ouvidoria tem autonomia para elaborar an&aacute;lises estrat&eacute;gicas e sugerir mudan&ccedil;as com a finalidade de prevenir irregularidades no servi&ccedil;o p&uacute;blico.<br \/>\n\tCOMENT&Aacute;RIOS: Podemos dizer que a ouvidoria p&uacute;blica tem duas grandes finalidades: possibilitar o atendimento da demanda do cidad&atilde;o que procura o &oacute;rg&atilde;o ou entidade p&uacute;blica, e servidor como instrumento de gest&atilde;o, de forma a identificar fragilidades e pontos que precisam ser melhorados na atua&ccedil;&atilde;o do &oacute;rg&atilde;o ou entidade.<br \/>\n\tGABARITO: C\n<\/p>\n<p>\n\tA respeito da imagem institucional das organiza&ccedil;&otilde;es, julgue os itens subsecutivos.<br \/>\n\t106 O papel do gestor de imagem &eacute; construir estrat&eacute;gias de divulga&ccedil;&atilde;o e preserva&ccedil;&atilde;o da identidade da institui&ccedil;&atilde;o, uma vez que a identidade, representada pela marca, se constitui como o ativo mais importante de uma organiza&ccedil;&atilde;o.<br \/>\n\tCOMENT&Aacute;RIOS: A identidade institucional &eacute; uma express&atilde;o que abrange a pr&oacute;pria personalidade da organiza&ccedil;&atilde;o, incluindo as defini&ccedil;&otilde;es de miss&atilde;o, vis&atilde;o e valores&#8230; A marca &eacute; apenas um dos aspectos que constroem essa identidade. N&atilde;o podemos dizer tampouco que a marca &eacute; necessariamente o ativo mais importante de uma organiza&ccedil;&atilde;o.<br \/>\n\tGABARITO: E\n<\/p>\n<p>\n\t107 Em um ambiente empresarial, a constru&ccedil;&atilde;o de uma imagem institucional coerente e consistente requer a compreens&atilde;o das descontinuidades entre o que os membros dessa empresa consideram fundamental, o que a empresa comunica por meio de sua marca e como o p&uacute;blico externo percebe esses atributos.<br \/>\n\tCOMENT&Aacute;RIOS: Exatamente. Todas essas quest&otilde;es (no ambiente interno e externo) devem ser consideradas para a constru&ccedil;&atilde;o de uma imagem s&oacute;lida e coerente no mercado.<br \/>\n\tGABARITO: C\n<\/p>\n<p>\n\t108 Os processos que definem a constru&ccedil;&atilde;o de imagem institucional t&ecirc;m uma dimens&atilde;o hist&oacute;rica, uma vez que a imagem &eacute; uma elabora&ccedil;&atilde;o de longo prazo, sendo constru&iacute;da no decorrer do tempo.<br \/>\n\tCOMENT&Aacute;RIOS: O que aprendemos &eacute; que a imagem institucional tem uma dimens&atilde;o estrat&eacute;gica, de longo prazo. Essa, todavia, n&atilde;o retira a dimens&atilde;o hist&oacute;rica de que trata a quest&atilde;o. N&atilde;o encontrei na literatura nada que confirme textualmente essa ideia, mas acredito que o bom senso possa nos levar a crer que a quest&atilde;o n&atilde;o est&aacute; errada, uma vez que as a&ccedil;&otilde;es e decis&otilde;es feitas na &ldquo;hist&oacute;ria&rdquo; da empresa contribuem para a constru&ccedil;&atilde;o da imagem institucional.<br \/>\n\tGABARITO: E\n<\/p>\n<p>\n\tConsiderando os procedimentos de organiza&ccedil;&atilde;o de eventos, bem como as dimens&otilde;es de cerimonial e protocolo, julgue os pr&oacute;ximos itens.<br \/>\n\t109 O Decreto Presidencial n.&deg; 70.274\/1972 &mdash; o qual define a ordem de preced&ecirc;ncia entre as autoridades nacionais &mdash; &eacute; um exemplo de protocolo utilizado em todos os eventos oficiais no Brasil.<br \/>\n\tCOMENT&Aacute;RIOS: Acredito que seja cab&iacute;vel um recurso aqui, primeiramente porque trata-se de um Decreto, e n&atilde;o de uma lei, e, portanto, essa norma n&atilde;o poderia vincular os outros poderes al&eacute;m do Executivo. Depois, no pr&oacute;prio art. 5&ordm; do Decreto &eacute; mencionada uma outra norma de Cerimonial Militar.<br \/>\n\tGABARITO: C\n<\/p>\n<p>\n\t110 Cerim&ocirc;nias s&atilde;o manifesta&ccedil;&otilde;es de natureza marcadamente simb&oacute;lica que envolvem gestos, falas, posturas, al&eacute;m de uma s&eacute;rie de objetos com valor simb&oacute;lico que se articulam para reorganizar hierarquias, condutas e lugares de fala.<br \/>\n\tCOMENT&Aacute;RIOS: Estou pesquisando para descobrir porque esta quest&atilde;o est&aacute; errada&#8230; Na minha opini&atilde;o e no material e manuais que tenho, n&atilde;o encontrei erro.<br \/>\n\tGABARITO: E\n<\/p>\n<p>\n\t111 Os principais interesses que mobilizam as organiza&ccedil;&otilde;es para a realiza&ccedil;&atilde;o de eventos s&atilde;o de natureza institucional e promocional.<br \/>\n\tCOMENT&Aacute;RIOS: a promo&ccedil;&atilde;o da pr&oacute;pria imagem e de seus produtos (lan&ccedil;amento, reformula&ccedil;&atilde;o visual) s&atilde;o as principais motiva&ccedil;&otilde;es para a formula&ccedil;&atilde;o de um evento.<br \/>\n\tGABARITO: C\n<\/p>\n<p>\n\t112 O evento, devido a sua intangibilidade, &eacute; um produto que n&atilde;o pode ser testado antes que aconte&ccedil;a, de modo que a a&ccedil;&atilde;o geralmente adotada para minimizar poss&iacute;veis riscos &eacute; a avalia&ccedil;&atilde;o das possibilidades de sucesso a partir de compara&ccedil;&otilde;es com eventos realizados anteriormente.<br \/>\n\tCOMENT&Aacute;RIOS: n&atilde;o &eacute; dif&iacute;cil chegar &agrave; conclus&atilde;o de que o profissional encarregado do planejamento de eventos de ter em mente o hist&oacute;rico de problemas que tenham ocorrido no passado e como eles foram solucionados.<br \/>\n\tGABARITO: C\n<\/p>\n<p>\n\tAcerca da &eacute;tica no servi&ccedil;o p&uacute;blico e do comportamento profissional, julgue os itens subsequentes.<br \/>\n\t113 O fato de o servidor p&uacute;blico ligar seu nome a um empreendimento de cunho duvidoso pode interferir em sua vida profissional, ainda que se trate de atua&ccedil;&atilde;o t&iacute;pica de sua vida privada. COMENT&Aacute;RIOS: O Decreto n&ordm; 1.171\/1994 deixa mais do que claro que os atos da vida privada do servidor PODEM interferir no seu bom conceito na vida funcional (inciso VI).<br \/>\n\tGABARITO: C\n<\/p>\n<p>\n\t114 O &ecirc;xito do trabalho desenvolvido por servidor p&uacute;blico perante a comunidade &eacute; considerado acr&eacute;scimo &agrave; administra&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica, e n&atilde;o ao seu pr&oacute;prio bem-estar.<br \/>\n\tCOMENT&Aacute;RIOS: Mais uma vez &eacute; cobrado o texto do Decreto n&ordm; 1.171\/1994. O trabalho desenvolvido pelo servidor p&uacute;blico perante a comunidade deve ser entendido como acr&eacute;scimo a seu pr&oacute;prio bem-estar (inciso V).<br \/>\n\tGABARITO: E\n<\/p>\n<p>\n\t115 O servidor p&uacute;blico que, por descuido, deteriorou bem pertencente ao patrim&ocirc;nio p&uacute;blico incorreu em ofensa ao Estado e a todos os homens de boa vontade que dedicaram seu tempo para constru&iacute;-lo.<br \/>\n\tCOMENT&Aacute;RIOS: Essa quest&atilde;o ficou bem po&eacute;tica, n&atilde;o &eacute;? Pois bem, mais uma vez est&aacute; sendo cobrado o texto do Decreto, que diz que deteriorar o patrim&ocirc;nio p&uacute;blico por descuido ou m&aacute; vontade n&atilde;o constitui apenas uma ofensa ao equipamento e &agrave;s instala&ccedil;&otilde;es ou ao Estado, mas a todos os homens de boa vontade que dedicaram sua intelig&ecirc;ncia, seu tempo, suas esperan&ccedil;as e seus esfor&ccedil;os para constru&iacute;-lo (inciso IX).<br \/>\n\tGABARITO: C\n<\/p>\n<p>\n\tNo que se refere aos principais deveres do servidor, julgue os itens que se seguem.<br \/>\n\t116 O servidor p&uacute;blico que indefira o requerimento apresentado por um cidad&atilde;o, com base em norma interna do &oacute;rg&atilde;o j&aacute; revogada, afronta o seu dever de manter-se atualizado com as normas de servi&ccedil;o e a legisla&ccedil;&atilde;o pertinente ao &oacute;rg&atilde;o no qual exerce suas fun&ccedil;&otilde;es.<br \/>\n\tCOMENT&Aacute;RIOS: O dever de manter-se atualizado est&aacute; expresso no inciso XIV, al&iacute;nea &ldquo;q&rdquo; do Decreto n&ordm; 1.171\/1994.<br \/>\n\tGABARITO: C\n<\/p>\n<p>\n\t117 O tratamento cort&ecirc;s e urbano, embora relevante, n&atilde;o consta do rol dos deveres do servidor p&uacute;blico, j&aacute; que se trata de valor inerente &agrave; pr&oacute;pria forma&ccedil;&atilde;o humana.<br \/>\n\tCOMENT&Aacute;RIOS: O dever de cortesia e urbanidade consta expressamente no inciso XIV, &ldquo;g&rdquo; do Decreto.<br \/>\n\tGABARITO: E\n<\/p>\n<p>\n\tJulgue os seguintes itens, acerca das comiss&otilde;es de &eacute;tica tratadas no C&oacute;digo de &Eacute;tica Profissional do Servidor P&uacute;blico Civil do Poder Executivo Federal.<br \/>\n\t118 Suponha que determinado particular, sem liga&ccedil;&atilde;o direta ou indireta com qualquer &oacute;rg&atilde;o estatal, tenha feito uso de informa&ccedil;&otilde;es privilegiadas obtidas por interm&eacute;dio de seu amigo servidor p&uacute;blico no &acirc;mbito interno do servi&ccedil;o p&uacute;blico. Nessa situa&ccedil;&atilde;o, para fins de apura&ccedil;&atilde;o do comprometimento &eacute;tico, o particular n&atilde;o se enquadrar&aacute; no conceito de servidor p&uacute;blico previsto na lei.<br \/>\n\tCOMENT&Aacute;RIOS: Essa quest&atilde;o ficou f&aacute;cil, n&atilde;o &eacute;? Se o cidad&atilde;o n&atilde;o tem qualquer liga&ccedil;&atilde;o com a Administra&ccedil;&atilde;o P&uacute;blica, n&atilde;o ser&aacute; considerado servidor p&uacute;blico. Este &eacute;, nos termos do Decreto n&ordm; 1.171\/1994, todo aquele que, por for&ccedil;a de lei, contrato ou de qualquer ato jur&iacute;dico, preste servi&ccedil;os de natureza permanente, tempor&aacute;ria ou excepcional, ainda que sem retribui&ccedil;&atilde;o financeira, desde que ligado direta ou indiretamente a qualquer &oacute;rg&atilde;o do poder estatal, como as autarquias, as funda&ccedil;&otilde;es p&uacute;blicas, as entidades paraestatais, as empresas p&uacute;blicas e as sociedades de economia mista, ou em qualquer setor onde prevale&ccedil;a o interesse do Estado (inciso XXIV).<br \/>\n\tGABARITO: C\n<\/p>\n<p>\n\t119 Considere-se que determinado servidor p&uacute;blico, diante da d&uacute;vida a respeito da &eacute;tica no exerc&iacute;cio de sua profiss&atilde;o, tenha procurado orienta&ccedil;&atilde;o junto aos membros integrantes da comiss&atilde;o de &eacute;tica do &oacute;rg&atilde;o a que se encontrava vinculado. Nessa situa&ccedil;&atilde;o, a comiss&atilde;o n&atilde;o poder&aacute; auxili&aacute;-lo, pois n&atilde;o disp&otilde;e de compet&ecirc;ncia para orientar ou aconselhar o servidor, uma vez que &eacute; &oacute;rg&atilde;o destinado &agrave; apura&ccedil;&atilde;o de infra&ccedil;&otilde;es &eacute;ticas e &agrave; aplica&ccedil;&atilde;o de penalidades.<br \/>\n\tCOMENT&Aacute;RIOS: O Decreto n&ordm; 1.171\/1994 confere compet&ecirc;ncia &agrave;s comiss&otilde;es de &eacute;tica n&atilde;o s&oacute; para apurar o comprometimento &eacute;tico dos servidores, mas tamb&eacute;m para responder a consultas quando houver d&uacute;vida.<br \/>\n\tGABARITO: E\n<\/p>\n<p>\n\t120 Considere que a diretoria de determinado &oacute;rg&atilde;o, antes de nomear um servidor p&uacute;blico para ocupar fun&ccedil;&atilde;o de confian&ccedil;a, tenha requerido &agrave; comiss&atilde;o de &eacute;tica do &oacute;rg&atilde;o registros sobre a conduta &eacute;tica desse servidor. Nessa situa&ccedil;&atilde;o, &eacute; vedado &agrave; comiss&atilde;o de &eacute;tica fornecer as informa&ccedil;&otilde;es solicitadas, que devem ficar restritas ao &acirc;mbito de atua&ccedil;&atilde;o da pr&oacute;pria comiss&atilde;o.<br \/>\n\tCOMENT&Aacute;RIOS: As comiss&otilde;es de &eacute;tica t&ecirc;m a obriga&ccedil;&atilde;o de fornecer registros sobre a conduta &eacute;tica do servidor aos organismos encarregados da execu&ccedil;&atilde;o do quadro de carreira dos servidores, para o efeito de instituir e fundamentar promo&ccedil;&otilde;es e para todos os demais procedimentos pr&oacute;prios da carreira do servidor p&uacute;blico.<br \/>\n\tGABARITO: E\n<\/p>\n<p>\n\tLeia mais sobre o <a href=\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/concurso-mpu\/\">Concurso MPU 2017<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Quest&otilde;es Comentadas de Comunica&ccedil;&atilde;o Social do Concurso MPU 2013&nbsp; &nbsp; Oi pessoal! Indo direto ao ponto, enxergo possibilidade de recursos nas quest&otilde;es 80, 87, 91, 94, 108 e 110. Abaixo est&atilde;o os coment&aacute;rios que fiz a TODAS as quest&otilde;es. 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