{"id":110851,"date":"2018-03-13T12:00:54","date_gmt":"2018-03-13T15:00:54","guid":{"rendered":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/?p=110851"},"modified":"2018-03-13T11:57:56","modified_gmt":"2018-03-13T14:57:56","slug":"prova-comentada-detran-ce-arquiteto","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/prova-comentada-detran-ce-arquiteto\/","title":{"rendered":"PROVA COMENTADA &#8211; DETRAN CE &#8211; Arquiteto (com recurso!)"},"content":{"rendered":"<p>PROVA COMENTADA &#8211; DETRAN CE &#8211; Analista de Tr\u00e2nsito e Transportes Arquitetura &#8211; Prova 1 &#8211; 11\/03\/2018<\/p>\n<p>Oi alunos!!!!!<\/p>\n<p>Bom dia!<\/p>\n<p>Creio que voc\u00eas se deram bem na prova! Vou coment\u00e1-la abaixo! (caso n\u00e3o esteja visualizando as ilustra\u00e7\u00f5es, favor acessar o artigo no site do Estrat\u00e9gia)<\/p>\n<p><strong>Cabe recurso na quest\u00e3o 43!<\/strong><\/p>\n<h1><span style=\"font-size: 10pt\">PROVA OBJETIVA PARA O CARGO DE\u00a0<\/span><span style=\"font-size: 10pt\">ANALISTA DE TR\u00c2NSITO E TRANSPORTES\u00a0<\/span><span style=\"font-size: 10pt\">\u2014 ARQUITETURA \u2014<\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: 10pt\">DATA DA APLICA\u00c7\u00c3O: 11 DE MAR\u00c7O DE 2018<\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: 10pt\">DURA\u00c7\u00c3O: 3 HORAS E 30 MINUTOS<\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: 10pt\">IN\u00cdCIO: 9H30 T\u00c9RMINO: 13 HORAS<\/span><\/h1>\n<h5>CONHECIMENTOS ESPEC\u00cdFICOS<\/h5>\n<p><strong>41.<\/strong> O uso da ventila\u00e7\u00e3o natural \u00e9 um dos princ\u00edpios b\u00e1sicos da arquitetura sustent\u00e1vel, ou da boa arquitetura, afinal o vento \u00e9 um recurso natural, gratuito e renov\u00e1vel. Analise as seguintes afirma\u00e7\u00f5es sobre ventila\u00e7\u00e3o natural e assinale com V as verdadeiras e com F as falsas:<\/p>\n<p>( ) A ventila\u00e7\u00e3o natural em ambientes \u00e9 dissoci\u00e1vel da orienta\u00e7\u00e3o e da implanta\u00e7\u00e3o do edif\u00edcio no terreno.<br \/>\n( ) O vento predominante do inverno deve ser explorado para resfriar os ambientes quando necess\u00e1rio.<br \/>\n( ) O vento predominante do ver\u00e3o deve ser evitado, pois neste per\u00edodo do ano se quer evitar as perdas de calor da edifica\u00e7\u00e3o para o exterior.<br \/>\n( ) Vegeta\u00e7\u00e3o ou superf\u00edcies edificadas podem servir de barreiras de ventos. Quanto mais alta a barreira, menor a sombra de vento que ela produz.<br \/>\nEst\u00e1 correta, de cima para baixo, a seguinte sequ\u00eancia:<\/p>\n<p>A) V, V, F, V.<br \/>\nB) V, V, V, V.<br \/>\nC) F, F, V, F.<br \/>\nD) F, F, F, F.<\/p>\n<p>Coment\u00e1rio: Gabarito <strong>(D)<\/strong><\/p>\n<p>Todas falsas! Essa ficou f\u00e1cil demais.<\/p>\n<p>(F)\u00a0A ventila\u00e7\u00e3o natural em ambientes <span style=\"color: #ff0000\">n\u00e3o<\/span> \u00e9 dissoci\u00e1vel da orienta\u00e7\u00e3o e da implanta\u00e7\u00e3o do edif\u00edcio no terreno.<br \/>\n(F)\u00a0O vento predominante do inverno deve ser <span style=\"color: #ff0000\">bloqueado<\/span> para n\u00e3o resfriar os ambientes.<span style=\"font-size: 10pt\"> (Abaixo, ilustra\u00e7\u00e3o do livro &#8220;Efici\u00eancia Energ\u00e9tica na Arquitetura&#8221; Lamberts et. al)<\/span><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/12155125\/Barreira-vento.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-110856\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/12155125\/Barreira-vento.png\" alt=\"\" width=\"665\" height=\"389\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/12155125\/Barreira-vento.png 1409w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/12155125\/Barreira-vento.png 300w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/12155125\/Barreira-vento.png 768w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/12155125\/Barreira-vento.png 1024w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/12155125\/Barreira-vento.png 610w\" sizes=\"auto, (max-width: 665px) 100vw, 665px\" \/><\/a><br \/>\n(F ) O vento predominante do ver\u00e3o deve ser <span style=\"color: #ff0000\">explorado<\/span>, pois neste per\u00edodo do ano se quer <span style=\"color: #ff0000\">maximiza<\/span>r as perdas de calor da edifica\u00e7\u00e3o para o exterior.\u00a0<span style=\"font-size: 10pt\">(Abaixo, ilustra\u00e7\u00e3o do livro &#8220;Efici\u00eancia Energ\u00e9tica na Arquitetura&#8221; Lamberts et. al)<\/span><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/12155506\/Ventila%C3%A7%C3%A3o-natural.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-110858\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/12155506\/Ventila%C3%A7%C3%A3o-natural.jpg\" alt=\"\" width=\"622\" height=\"286\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/12155506\/Ventila%C3%A7%C3%A3o-natural.jpg 1130w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/12155506\/Ventila%C3%A7%C3%A3o-natural.jpg 300w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/12155506\/Ventila%C3%A7%C3%A3o-natural.jpg 768w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/12155506\/Ventila%C3%A7%C3%A3o-natural.jpg 1024w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/12155506\/Ventila%C3%A7%C3%A3o-natural.jpg 610w\" sizes=\"auto, (max-width: 622px) 100vw, 622px\" \/><\/a><br \/>\n(F ) Vegeta\u00e7\u00e3o ou superf\u00edcies edificadas podem servir de barreiras de ventos. Quanto mais alta a barreira, maior a sombra de vento que ela produz.\u00a0<span style=\"font-size: 10pt\">(Abaixo, ilustra\u00e7\u00e3o do livro &#8221; Sol, Vento &amp; Luz&#8221; Brown &amp; DeKay)<\/span><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/12155923\/Sol-Vento-Luz-Fluxo-de-ventos-ao-redor-das-edifica%C3%A7%C3%B5es.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-110859\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/12155923\/Sol-Vento-Luz-Fluxo-de-ventos-ao-redor-das-edifica%C3%A7%C3%B5es.jpg\" alt=\"\" width=\"1049\" height=\"822\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/12155923\/Sol-Vento-Luz-Fluxo-de-ventos-ao-redor-das-edifica%C3%A7%C3%B5es.jpg 2368w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/12155923\/Sol-Vento-Luz-Fluxo-de-ventos-ao-redor-das-edifica%C3%A7%C3%B5es.jpg 300w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/12155923\/Sol-Vento-Luz-Fluxo-de-ventos-ao-redor-das-edifica%C3%A7%C3%B5es.jpg 768w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/12155923\/Sol-Vento-Luz-Fluxo-de-ventos-ao-redor-das-edifica%C3%A7%C3%B5es.jpg 1024w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/12155923\/Sol-Vento-Luz-Fluxo-de-ventos-ao-redor-das-edifica%C3%A7%C3%B5es.jpg 610w\" sizes=\"auto, (max-width: 1049px) 100vw, 1049px\" \/><\/a><\/p>\n<p><strong>42.<\/strong> As trocas de calor que envolvem varia\u00e7\u00f5es de temperatura s\u00e3o denominadas trocas secas, em contraposi\u00e7\u00e3o \u00e0 denomina\u00e7\u00e3o de trocas \u00famidas, relativa \u00e0s trocas t\u00e9rmicas que envolvem a \u00e1gua. Os mecanismos de trocas secas s\u00e3o convec\u00e7\u00e3o, radia\u00e7\u00e3o e condu\u00e7\u00e3o. Atente ao que se diz a seguir sobre esses mecanismos:<\/p>\n<p>I.Convec\u00e7\u00e3o \u00e9 a troca de calor entre dois corpos, sendo um deles s\u00f3lido e o outro um fluido (l\u00edquido ou g\u00e1s). As trocas de calor por convec\u00e7\u00e3o s\u00e3o ativadas pela velocidade do ar, quando se trata de superf\u00edcies verticais.<br \/>\nII. Radia\u00e7\u00e3o \u00e9 o mecanismo de troca de calor entre dois corpos \u2014 que guardam entre si uma dist\u00e2ncia qualquer \u2014 atrav\u00e9s de sua capacidade de emitir e de absorver energia t\u00e9rmica.\u00a0 Esse mecanismo de troca \u00e9 consequ\u00eancia da natureza eletromagn\u00e9tica da energia, que, ao ser absorvida, provoca efeitos t\u00e9rmicos, o que permite sua transmiss\u00e3o sem necessidade de meio para propaga\u00e7\u00e3o, ocorrendo mesmo no v\u00e1cuo.<br \/>\nIII. Condu\u00e7\u00e3o \u00e9 a troca de calor entre dois corpos que se tocam ou mesmo partes do corpo que estejam a temperaturas diferentes.<br \/>\nEst\u00e1 correto o que se afirma em<\/p>\n<p>A) I, II e III.<br \/>\nB) I e II apenas.<br \/>\nC) II e III apenas.<br \/>\nD) I e III apenas.<\/p>\n<p>Coment\u00e1rio: Gabarito <strong>(A)<\/strong><\/p>\n<p>Todas certas! Abaixo, trechos da nossa aula:<\/p>\n<ul>\n<li><strong>Convec\u00e7\u00e3o<\/strong><\/li>\n<\/ul>\n<p>Troca de calor entre dois corpos, sendo um deles s\u00f3lido e o outro um fluido (l\u00edquido ou g\u00e1s).<\/p>\n<p>As trocas de calor por convec\u00e7\u00e3o s\u00e3o ativadas pela velocidade do ar, quando se trata de superf\u00edcies verticais. Nesse caso, mesmo que o movimento do ar advenha de causas naturais, como o vento, o mecanismo de troca entre a superf\u00edcie e o ar passa a ser considerado convec\u00e7\u00e3o for\u00e7ada.<\/p>\n<p>No caso de superf\u00edcie horizontal, o sentido do fluxo desempenha importante papel. Quando o fluxo \u00e9 ascendente, h\u00e1 coincid\u00eancia do sentido do fluxo com o natural deslocamento ascendente das massas de ar aquecidas, enquanto no caso de fluxo descendente, o ar, aquecido pelo contato com a superf\u00edcie, encontra nela mesma uma barreira para sua ascens\u00e3o, dificultando a convec\u00e7\u00e3o \u2014 seu deslocamento e sua substitui\u00e7\u00e3o por nova camada de ar \u00e0 temperatura inferior \u00e0 sua.<\/p>\n<p>Segundo L\u00facia Mascar\u00f3, o calor pode ser transmitido por um fluido em movimento como o ar, por exemplo. Em um espa\u00e7o onde as paredes n\u00e3o s\u00e3o adequadas do ponto de vista t\u00e9rmico, o ar, em contato com a parede exterior, ganha calor na esta\u00e7\u00e3o quente e o perde na esta\u00e7\u00e3o fria. No inverno, pode-se perder calor por convec\u00e7\u00e3o quando o ar quente de um interior sobe e encontra frestas, infiltrando-se para o exterior.<\/p>\n<ul>\n<li><strong>Radia\u00e7\u00e3o<\/strong><\/li>\n<\/ul>\n<p>Mecanismo de troca de calor entre dois corpos \u2014 que guardam entre si uma dist\u00e2ncia qualquer \u2014 atrav\u00e9s de sua capacidade de emitir e de absorver energia t\u00e9rmica. Esse mecanismo de troca \u00e9 consequ\u00eancia da natureza eletromagn\u00e9tica da energia, que, ao ser absorvida, provoca efeitos t\u00e9rmicos, o que permite sua transmiss\u00e3o sem necessidade de meio para propaga\u00e7\u00e3o, ocorrendo mesmo no v\u00e1cuo.<\/p>\n<p>Segundo L\u00facia Mascar\u00f3, qualquer objeto pode radiar calor da mesma forma que o sol. Em um local onde as paredes, coberturas e aberturas n\u00e3o est\u00e3o devidamente desenhadas e protegidas, facilmente se ganha ou se perde calor (no ver\u00e3o ou inverno, respectivamente) do interior para o exterior.<\/p>\n<p>Uma pessoa ao ar livre est\u00e1 submetida a dois tipos de radia\u00e7\u00e3o:<\/p>\n<ol>\n<li>radia\u00e7\u00e3o vis\u00edvel e infravermelha de onda curta, chamada radia\u00e7\u00e3o solar porque se origina do sol;<\/li>\n<li>radia\u00e7\u00e3o infravermelha de onda longa, chamada de radia\u00e7\u00e3o t\u00e9rmica, resultante da diferen\u00e7a de temperatura entre a superf\u00edcie da pessoa e a dos objetos que a rodeiam, tais como a terra e os edif\u00edcios.<\/li>\n<\/ol>\n<ul>\n<li><strong>Condu\u00e7\u00e3o<\/strong><\/li>\n<\/ul>\n<p>Troca de calor entre dois corpos que se tocam ou mesmo partes do corpo que estejam a temperaturas diferentes.<\/p>\n<p>O coeficiente de condutibilidade t\u00e9rmica do material \u2014 \u03bb \u2014 \u00e9 definido como sendo \u201co fluxo de calor que passa, na unidade de tempo, atrav\u00e9s da unidade\u00a0\u00a0\u00a0 de \u00e1rea de uma parede com espessura unit\u00e1ria e dimens\u00f5es suficientemente grandes para que fique eliminada a influ\u00eancia de contorno, quando se estabelece, entre os par\u00e2metros dessa parede, uma diferen\u00e7a de temperatura unit\u00e1ria\u201d \u2014Gomes. Este coeficiente depende de:<\/p>\n<ul>\n<li>densidade do material \u2014 a mat\u00e9ria \u00e9 sempre muito mais condutora que o ar contido em seus poros;<\/li>\n<li>natureza qu\u00edmica do material \u2014 os materiais amorfos s\u00e3o geralmente menos condutores que os cristalinos;<\/li>\n<li>a umidade do material \u2014 a \u00e1gua \u00e9 mais condutora que o ar.<\/li>\n<\/ul>\n<p>O coeficiente \u03bb varia com a temperatura, por\u00e9m, para as faixas de temperatura correntes na constru\u00e7\u00e3o, pode ser considerado com uma caracter\u00edstica de cada material.<\/p>\n<p><strong>43<\/strong>. Os conceitos da arquitetura hospitalar v\u00eam mudando nos \u00faltimos anos, resultando em ambientes mais confort\u00e1veis, aconchegantes e humanizados. O bem-estar dos pacientes, acompanhantes, visitantes e funcion\u00e1rios precisa ser garantido pelo projeto arquitet\u00f4nico, que inclui a infraestrutura, a ilumina\u00e7\u00e3o, o tipo de piso e outros revestimentos, a sustentabilidade, entre tantos outros itens. Sobre a arquitetura hospitalar, \u00e9 correto afirmar que<\/p>\n<p>A) os compartimentos para quartos de pacientes, enfermarias, alojamento, recupera\u00e7\u00e3o, repouso, cirurgia e curativos ter\u00e3o p\u00e9-direito m\u00ednimo de 3,00 m e portas com largura de 0,80 m, no m\u00ednimo.<br \/>\nB) na circula\u00e7\u00e3o dos locais de ingresso e sa\u00edda, a largura m\u00ednima ser\u00e1 de 2,00 m.<br \/>\nC) nas rampas de uso comum ou coletivo, a largura m\u00ednima ser\u00e1 de 1,20 m e a declividade n\u00e3o superior a 8%.<br \/>\nD) ter\u00e3o quartos ou apartamentos para pacientes, com \u00e1rea m\u00ednima de 8,00 m\u00b2 quando destinados a um s\u00f3 paciente e \u00e1rea de 12,00 m\u00b2 quando destinados a dois pacientes.<\/p>\n<p>Coment\u00e1rio: Gabarito <strong>(D)<\/strong><\/p>\n<p>Discordo&#8230; De acordo com a RDC 50\/2002, a \u00e1rea m\u00ednima para quarto de um leito \u00e9 de 10,00 m2 e para 2 leitos, 14,00 m2.<\/p>\n<p>Vou comentar as alternativas:<\/p>\n<p>A) Para a maioria dos compartimentos, a RDC 50\/2002 pede para verificar o p\u00e9-direito m\u00ednimo do C\u00f3digo Municipal. Para os que ela explicita, o p\u00e9-direito \u00e9 de 2,70 m. Quanto a largura das portas, a largura m\u00ednima \u00e9 de 0,80 m, por\u00e9m, para compartimentos onde h\u00e1 passagem de macas, a largura m\u00ednima \u00e9 de 1,10 m. Logo, quartos, enfermaria, salas de cirurgia, etc. t\u00eam a exig\u00eancia de porta com largura m\u00ednima de 1,10 m.<\/p>\n<p>B) Levando-se em considera\u00e7\u00e3o que as sa\u00eddas comuns das edifica\u00e7\u00f5es devem servir como sa\u00eddas de emerg\u00eancia, vamos \u00e0 NBR 9077.<\/p>\n<p><strong>NBR 9077\/2001 &#8211;\u00a0Sa\u00eddas de emerg\u00eancia em edif\u00edcios<\/strong><\/p>\n<p><em>4.4.2 Larguras m\u00ednimas a serem adotadas<\/em><br \/>\n<em>As larguras m\u00ednimas das sa\u00eddas, em qualquer caso, devem\u00a0<\/em><em>ser as seguintes:<\/em><br \/>\n<em>a) 1,10 m, correspondendo a duas unidades de passagem e 55 cm, para as ocupa\u00e7\u00f5es em geral, ressalvado<\/em><br \/>\n<em>o disposto a seguir;<\/em><br \/>\n<em>b)<span style=\"color: #ff0000\"> 2,20<\/span> m, para permitir a passagem de macas, camas, e outros, nas ocupa\u00e7\u00f5es do grupo H, divis\u00e3o H-3.<\/em><\/p>\n<p>C) Nas rampas de uso comum ou coletivo, a largura m\u00ednima ser\u00e1 de <span style=\"color: #ff0000\">1,50<\/span> m e a declividade varia de acordo com a altura do desn\u00edvel.<\/p>\n<p>D) Ter\u00e3o quartos ou apartamentos para pacientes, com \u00e1rea m\u00ednima de <span style=\"color: #ff0000\">10,00<\/span> m\u00b2 quando destinados a um s\u00f3 paciente e \u00e1rea de <span style=\"color: #ff0000\">14,00<\/span> m\u00b2 quando destinados a dois pacientes.<\/p>\n<p>Um pouco sobre a RDC 50\/2002:<\/p>\n<p><strong><em>PARTE III<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>CRIT\u00c9RIOS PARA PROJETOS DE ESTABELECIMENTOS ASSISTENCIAIS DE SA\u00daDE<\/em><\/strong><br \/>\n<strong><em>4 &#8211; CIRCULA\u00c7\u00d5ES EXTERNAS E INTERNAS<\/em><\/strong><\/p>\n<p><em>As circula\u00e7\u00f5es externas e internas do EAS s\u00e3o seus acessos, estacionamentos e circula\u00e7\u00f5es horizontais e verticais caracterizadas a seguir e em conformidade com a norma NBR-9050 da ABNT,\u00a0Acessibilidade de pessoas portadoras de defici\u00eancias a edifica\u00e7\u00f5es, espa\u00e7o, mobili\u00e1rio e equipamentos urbanos.<\/em><\/p>\n<p>(&#8230;)<\/p>\n<p><strong><em>4.3- CIRCULA\u00c7\u00d5ES HORIZONTAIS<\/em><\/strong><br \/>\n<em>As circula\u00e7\u00f5es horizontais adotadas no EAS devem seguir as seguintes orienta\u00e7\u00f5es:<\/em><\/p>\n<p>(&#8230;)<\/p>\n<p><strong><em>b) Portas<\/em><\/strong><br \/>\n<em>Todas as portas de acesso a pacientes devem ter dimens\u00f5es m\u00ednimas de 0,80 (v\u00e3o livre) x\u00a02,10 m, inclusive sanit\u00e1rios.<\/em><br \/>\n<em>Todas as portas de acesso aos ambientes aonde forem instalados equipamentos de grande\u00a0porte t\u00eam de possuir folhas ou paneis remov\u00edveis, com largura compat\u00edvel com o tamanho do equipamento,\u00a0permitindo assim sua sa\u00edda.<\/em><br \/>\n<em>Todas as portas utilizadas para a passagem de camas\/macas e de laborat\u00f3rios devem ter\u00a0dimens\u00f5es m\u00ednimas de 1,10 (v\u00e3o livre) x 2,10 m, exceto as portas de acesso as unidades de diagn\u00f3stico e\u00a0terapia, que necessitam acesso de maca. As salas de exame ou terapias t\u00eam de possuir dimens\u00f5es\u00a0m\u00ednimas de 1,20 x 2,10 m.<\/em><br \/>\n<em>As portas de banheiros e sanit\u00e1rios de pacientes devem abrir para fora do ambiente, ou\u00a0permitir a retirada da folha pelo lado de fora, a fim de que sejam abertas sem necessidade de empurrar o\u00a0paciente eventualmente ca\u00eddo atr\u00e1s da porta. As portas devem ser dotadas de fechaduras que permitam\u00a0facilidade de abertura em caso de emerg\u00eancia e barra horizontal a 90 cm do piso.<\/em><br \/>\n<em>As portas das salas cir\u00fargicas, parto, quartos de isolamento e quartos ou enfermarias de\u00a0pediatria devem possuir visores.<\/em><br \/>\n<em>As ma\u00e7anetas das portas devem ser do tipo alavanca ou similares.<\/em><\/p>\n<p>(&#8230;)<\/p>\n<p><strong><em>4.4 &#8211; CIRCULA\u00c7\u00d5ES VERTICAIS<\/em><\/strong><\/p>\n<p>(&#8230;)<\/p>\n<p><strong><em>b) Rampas<\/em><\/strong><br \/>\n<em>EAS que utilizam rampas para pacientes devem obedecer os seguintes crit\u00e9rios:<\/em><\/p>\n<ul>\n<li><em> rampas s\u00f3 podem ser utilizadas como \u00fanico meio de circula\u00e7\u00e3o vertical quando vencerem\u00a0no m\u00e1ximo dois pavimentos independentemente do andar onde se localiza. Ex.: poder\u00e1 ser do t\u00e9rreo ao 2\u00ba\u00a0pavimento, ou do 10\u00ba ao 12\u00ba pavimento. \u00c9 livre o n\u00famero de lances quando complementada por elevadores\u00a0para pacientes;<\/em><\/li>\n<li><em> admite-se o vencimento de mais um pavimento al\u00e9m dos dois previstos, quando esse for\u00a0destinado exclusivamente a servi\u00e7os, no caso dos EAS que n\u00e3o possuam elevador;<\/em><\/li>\n<li><em> a largura m\u00ednima ser\u00e1 de 1,50m, declividade conforme tabela a seguir e patamares\u00a0nivelados no in\u00edcio e no topo. Rampa s\u00f3 para funcion\u00e1rios e servi\u00e7os pode ter 1,20 m de largura;<\/em><\/li>\n<li><em> quando as rampas mudarem de dire\u00e7\u00e3o, deve haver patamares intermedi\u00e1rios destinados a\u00a0descanso e seguran\u00e7a. Esses patamares devem possuir largura m\u00ednima de 1,20cm;<\/em><\/li>\n<li><em> as rampas devem ter o piso n\u00e3o escorregadio, corrim\u00e3o e guarda-corpo;<\/em><\/li>\n<li><em> n\u00e3o \u00e9 permitida a abertura de portas sobre a rampa. Em caso de necessidade deve existir\u00a0vest\u00edbulo com largura m\u00ednima de 1,50 m e comprimento de 1,20 m, mais a largura da folha da porta ;<\/em><\/li>\n<li><em> em nenhum ponto da rampa o p\u00e9-direito poder\u00e1 ser inferior a 2,00m; e<\/em><\/li>\n<li><em> para rampas curvas, admite-se inclina\u00e7\u00e3o m\u00e1xima de 8,33% e raio m\u00ednimo de 3,0 m medidos no per\u00edmetro interno \u00e0 curva.<\/em><\/li>\n<\/ul>\n<p><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/12182935\/2018-03-12-5.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-110928\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/12182935\/2018-03-12-5.png\" alt=\"\" width=\"1514\" height=\"644\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/12182935\/2018-03-12-5.png 1514w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/12182935\/2018-03-12-5.png 300w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/12182935\/2018-03-12-5.png 768w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/12182935\/2018-03-12-5.png 1024w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/12182935\/2018-03-12-5.png 610w\" sizes=\"auto, (max-width: 1514px) 100vw, 1514px\" \/><\/a><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/12182512\/2018-03-12-4.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-110923\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/12182512\/2018-03-12-4.png\" alt=\"\" width=\"1522\" height=\"632\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/12182512\/2018-03-12-4.png 1522w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/12182512\/2018-03-12-4.png 300w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/12182512\/2018-03-12-4.png 768w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/12182512\/2018-03-12-4.png 1024w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/12182512\/2018-03-12-4.png 610w\" sizes=\"auto, (max-width: 1522px) 100vw, 1522px\" \/><\/a><\/p>\n<p><strong>44.<\/strong> A planta que compreende o projeto como um todo, contendo, al\u00e9m do projeto de arquitetura, as informa\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias dos projetos complementares, tais como movimento de terra, arruamento, redes hidr\u00e1ulica, el\u00e9trica e de drenagem, entre outros, \u00e9 denominada planta de<\/p>\n<p>A) situa\u00e7\u00e3o.<br \/>\nB) teto refletivo.<br \/>\nC) loca\u00e7\u00e3o.<br \/>\nD) edifica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Coment\u00e1rio: Gabarito <strong>(C)<\/strong><\/p>\n<p>Segundo a NBR 6492\/1994, na parte de defini\u00e7\u00f5es, temos: (Aula 01)<\/p>\n<p><em>3.2 <strong>Planta de loca\u00e7\u00e3o<\/strong> (ou implanta\u00e7\u00e3o)<\/em><br \/>\n<em>Planta que compreende o projeto como um todo, contendo, al\u00e9m do projeto de arquitetura, as informa\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias dos projetos complementares, tais como movimento de terra, arruamento, redes hidr\u00e1ulica, el\u00e9trica e de drenagem, entre outros.<\/em><br \/>\n<em>Nota: A loca\u00e7\u00e3o das edifica\u00e7\u00f5es, assim como a das eventuais constru\u00e7\u00f5es complementares s\u00e3o indicadas nesta planta.<\/em><\/p>\n<p><strong>45.<\/strong> No que diz respeito \u00e0 acessibilidade das edifica\u00e7\u00f5es, do mobili\u00e1rio, dos espa\u00e7os e dos equipamentos urbanos, relacione corretamente os termos listados a seguir \u00e0s respectivas defini\u00e7\u00f5es, numerando a Coluna II de acordo com a Coluna I.<a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/12162817\/2018-03-12-2.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-110871\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/12162817\/2018-03-12-2.png\" alt=\"\" width=\"339\" height=\"515\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/12162817\/2018-03-12-2.png 534w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/12162817\/2018-03-12-2.png 198w\" sizes=\"auto, (max-width: 339px) 100vw, 339px\" \/><\/a>A) 2, 3, 4, 1.<br \/>\nB) 4, 1, 2, 3.<br \/>\nC) 3, 4, 1, 2.<br \/>\nD) 1, 2, 3, 4.<\/p>\n<p>Coment\u00e1rio: Gabarito <strong>(B)<\/strong><\/p>\n<p>Segundo a NBR 9050\/2015 temos:<\/p>\n<p><strong><em>3 Termos, defini\u00e7\u00f5es e abreviaturas<\/em><\/strong><br \/>\n<em>Para os efeitos deste documento, aplicam-se os seguintes termos, defini\u00e7\u00f5es e abreviaturas.<\/em><\/p>\n<p><strong><em>3.1 Termos e defini\u00e7\u00f5es<\/em><\/strong><\/p>\n<p><em>3.1.1\u00a0acessibilidade<\/em><br \/>\n<em>possibilidade e condi\u00e7\u00e3o de alcance, percep\u00e7\u00e3o e entendimento para utiliza\u00e7\u00e3o, com seguran\u00e7a e\u00a0<\/em><em>autonomia, de espa\u00e7os, mobili\u00e1rios, equipamentos urbanos, edifica\u00e7\u00f5es, transportes, informa\u00e7\u00e3o e\u00a0<\/em><em>comunica\u00e7\u00e3o, inclusive seus sistemas e tecnologias, bem como outros servi\u00e7os e instala\u00e7\u00f5es abertos\u00a0<\/em><em>ao p\u00fablico, de uso p\u00fablico ou privado de uso coletivo, tanto na zona urbana como na rural, por pessoa\u00a0<\/em><em>com defici\u00eancia ou mobilidade reduzida<\/em><\/p>\n<p><em>3.1.2<strong>\u00a0acess\u00edvel<\/strong><\/em><br \/>\n<em>espa\u00e7os, mobili\u00e1rios, equipamentos urbanos, edifica\u00e7\u00f5es, transportes, informa\u00e7\u00e3o e comunica\u00e7\u00e3o,\u00a0<\/em><em>inclusive seus sistemas e tecnologias ou elemento que possa ser alcan\u00e7ado, acionado, utilizado\u00a0<\/em><em>e vivenciado por qualquer pessoa<\/em><\/p>\n<p><em>3.1.3\u00a0<strong>adapt\u00e1vel<\/strong><\/em><br \/>\n<em>espa\u00e7o, edifica\u00e7\u00e3o, mobili\u00e1rio, equipamento urbano ou elemento cujas caracter\u00edsticas possam ser\u00a0<\/em><em>alteradas para que se torne acess\u00edvel<\/em><\/p>\n<p><em>3.1.4\u00a0<strong>adaptado<\/strong><\/em><br \/>\n<em>espa\u00e7o, edifica\u00e7\u00e3o, mobili\u00e1rio, equipamento urbano ou elemento cujas caracter\u00edsticas originais foram\u00a0<\/em><em>alteradas posteriormente para serem acess\u00edveis<\/em><\/p>\n<p><em>3.1.5 <strong>adequado<\/strong><br \/>\nespa\u00e7o, edifica\u00e7\u00e3o, mobili\u00e1rio, equipamento urbano ou elemento cujas caracter\u00edsticas foram originalmente planejadas para serem acess\u00edveis<\/em><\/p>\n<p><strong>46.<\/strong> O modelo das portas utilizado em um projeto pode fazer toda a diferen\u00e7a quando o assunto \u00e9 design e seguran\u00e7a. H\u00e1 uma infinidade de tipologias de portas. Observe a figura abaixo, que apresenta 5 (cinco) diferentes tipos de porta.<a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/12164319\/2018-03-12-3.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-110875\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/12164319\/2018-03-12-3.png\" alt=\"\" width=\"487\" height=\"286\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/12164319\/2018-03-12-3.png 756w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/12164319\/2018-03-12-3.png 300w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/12164319\/2018-03-12-3.png 610w\" sizes=\"auto, (max-width: 487px) 100vw, 487px\" \/><\/a><\/p>\n<p>Assinale a op\u00e7\u00e3o que corresponde \u00e0 correta rela\u00e7\u00e3o entre os n\u00fameros apresentados na figura acima e os respectivos tipos de porta.<br \/>\nA) 2. de correr; 3. pivotante de eixo lateral; 4. pantogr\u00e1fica<br \/>\nB) 1. pivotante de eixo lateral; 2. pantogr\u00e1fica; 5. sanfonada<br \/>\nC) 2. de correr; 3. pivotante de eixo central; 5. pantogr\u00e1fica<br \/>\nD) 1. de abrir; 3. pivotante de eixo lateral; 4. camar\u00e3o<\/p>\n<p>Coment\u00e1rio: Gabarito <strong>(C)<\/strong><\/p>\n<ol>\n<li>Porta de giro. Usamos muito o termo porta de abrir, embora todas abram. <em>rs\u00a0As portas de giro, quando puxadas ou empurradas, em torno de um eixo vertical, atrav\u00e9s de dobradi\u00e7as ou articula\u00e7\u00f5es localizadas em uma das extremidades. S\u00e3o reconhecidas por assegurarem qualidades termoac\u00fasticas muito boas nos recintos internos gra\u00e7as \u00e0 sua excelente capacidade de veda\u00e7\u00e3o de vento e ru\u00eddos. \u00a0\u00a0 \u00a0 \u00a0<\/em><\/li>\n<li>Porta de correr.\u00a0<em>As portas de correr s\u00e3o aquelas que se deslocam, geralmente paralela \u00e0 parede, deslizando sobre um trilho. Elas s\u00e3o bastante utilizadas como solu\u00e7\u00e3o divis\u00f3ria m\u00f3vel entre ambientes internos. H\u00e1 tamb\u00e9m quem opte por us\u00e1-la em ambientes menores, pois, \u00e9 poss\u00edvel embuti-las nas paredes.\u00a0<\/em><\/li>\n<li>Porta pivotante de eixo central.\u00a0<em>As portas pivotante ficam apoiadas em um eixo central ou lateral e gira entorno deste. Normalmente, possuem dimens\u00f5es superiores \u00e0s portas comuns, e s\u00e3o feitas sob medida para destacar a entrada principal do edif\u00edcio, seja ele residencial ou comercial.\u00a0 \u00a0 \u00a0<\/em><\/li>\n<li>Porta sanfonada. <em>A folha da porta sanfonada\u00a0funciona como uma sanfona: presa a um trilho superior, ela dobra-se em partes quando aberta. Por isso, as portas sanfonadas s\u00e3o ideais na\u00a0economia de espa\u00e7o, dividindo ambientes com efici\u00eancia, beleza e praticidade, quer sejam eles simples ou sofisticados.\u00a0<\/em><em>Elas diferem das<span style=\"text-decoration: underline\"><span style=\"color: #000000;text-decoration: underline\">\u00a0<a style=\"color: #000000;text-decoration: underline\" href=\"http:\/\/www.cliquearquitetura.com.br\/portal\/dicas\/view\/porta-articulada-ou-porta-camarao\/157\">portas camar\u00e3o<\/a>:<\/span>\u00a0<\/span>enquanto a sanfonada corre em um trilho dobrando-se em pequenas partes, a camar\u00e3o tamb\u00e9m corre em um trilho, mas \u00e9 composta por folhas maiores articuladas (h\u00e1 dobradi\u00e7as entre as partes).<\/em><\/li>\n<li>Porta pantogr\u00e1fica ou camar\u00e3o.<\/li>\n<\/ol>\n<p><strong>47.<\/strong> O som \u00e9 definido como a propaga\u00e7\u00e3o de uma frente de compress\u00e3o mec\u00e2nica ou onda longitudinal, propagando-se tridimensionalmente pelo espa\u00e7o e apenas em meios materiais, como o ar ou a \u00e1gua. Considerando a propaga\u00e7\u00e3o do som no ar, analise as seguintes afirma\u00e7\u00f5es:<\/p>\n<p>I. Ondas que t\u00eam frequ\u00eancia menor que 20 Hz s\u00e3o denominadas ondas de infrassom.<br \/>\nII. Ondas que possuem frequ\u00eancia acima de 20000 Hz s\u00e3o denominadas ondas de ultrassom.<br \/>\nIII. A velocidade do som no ar a 20 \u00b0C \u00e9 aproximadamente de 343 m\/s.<br \/>\nEst\u00e1 correto o que se afirma em<\/p>\n<p>A) I, II e III.<br \/>\nB) I e II apenas.<br \/>\nC) I e III apenas.<br \/>\nD) II e III apenas.<\/p>\n<p>Coment\u00e1rio: Gabarito <strong>(A<\/strong><strong>)<\/strong><\/p>\n<p>Todas corretas!<a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/12223820\/2018-03-12-11.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-110986\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/12223820\/2018-03-12-11.png\" alt=\"\" width=\"597\" height=\"290\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/12223820\/2018-03-12-11.png 1395w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/12223820\/2018-03-12-11.png 300w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/12223820\/2018-03-12-11.png 768w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/12223820\/2018-03-12-11.png 1024w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/12223820\/2018-03-12-11.png 610w\" sizes=\"auto, (max-width: 597px) 100vw, 597px\" \/><\/a><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/12222827\/Ultrassom.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-110979\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/12222827\/Ultrassom.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"255\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/12222827\/Ultrassom.jpg 600w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/12222827\/Ultrassom.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px\" \/><\/a><\/p>\n<p><strong>48.<\/strong> O arquiteto e urbanista, nas rela\u00e7\u00f5es com seus contratantes, deve exercer suas atividades profissionais de maneira consciente, competente, imparcial e sem preconceitos, com habilidade, aten\u00e7\u00e3o e dilig\u00eancia, respeitando as leis, os contratos e as normas t\u00e9cnicas reconhecidas. Considerando o C\u00f3digo de \u00c9tica e Disciplina, \u00e9 correto afirmar que o arquiteto e urbanista<\/p>\n<p>A) n\u00e3o deve orientar seus contratantes quanto a valoriza\u00e7\u00f5es enganosas referentes aos meios ou recursos humanos, materiais e financeiros destinados \u00e0 concep\u00e7\u00e3o e execu\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os profissionais.<br \/>\nB) deve assumir servi\u00e7os profissionais somente quando considerar que os recursos materiais e financeiros necess\u00e1rios est\u00e3o adequadamente definidos e dispon\u00edveis para o cumprimento dos compromissos a firmar com o contratante.<br \/>\nC) pode receber qualquer honor\u00e1rio, provento, remunera\u00e7\u00e3o, comiss\u00e3o, gratifica\u00e7\u00e3o, vantagem, retribui\u00e7\u00e3o ou presente de qualquer natureza \u2013 seja na forma de consultoria, produto, mercadoria ou m\u00e3o de obra \u2013 oferecidos pelos fornecedores de insumos de seus contratantes, conforme o que determina o inciso VI do art. 18 da Lei n\u00ba 12.378, de 2010.<br \/>\nD) propriet\u00e1rio ou representante de qualquer marca ou empresa de material de constru\u00e7\u00e3o, componente, equipamento ou patente que venha a ter aplica\u00e7\u00e3o em determinada obra, poder\u00e1 prestar, em virtude desta qualidade, servi\u00e7os de Arquitetura e Urbanismo a t\u00edtulo gratuito ou manifestamente sub-remunerados.<\/p>\n<p>Coment\u00e1rio: Gabarito <strong>(B<\/strong><strong>)<\/strong><\/p>\n<p>Segundo o C\u00f3digo de \u00c9tica e Disciplina do CAU, na parte sobre as obriga\u00e7\u00f5es para com o contratante, temos:<\/p>\n<p><strong><em>3. OBRIGA\u00c7\u00d5ES PARA COM O CONTRATANTE<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>3.1. PRINC\u00cdPIOS:<\/em><\/strong><br \/>\n<em>3.1.1. O arquiteto e urbanista, nas rela\u00e7\u00f5es com seus contratantes, deve exercer suas atividades profissionais\u00a0<\/em><em>de maneira consciente, competente, imparcial e sem preconceitos, com habilidade, aten\u00e7\u00e3o e\u00a0<\/em><em>dilig\u00eancia, respeitando as leis, os contratos e as normas t\u00e9cnicas reconhecidas.<\/em><br \/>\n<em>3.1.2. O arquiteto e urbanista deve orientar sua conduta profissional e prestar servi\u00e7os profissionais a\u00a0<\/em><em>seus contratantes em conformidade com os princ\u00edpios \u00e9ticos e morais do decoro, da honestidade,\u00a0<\/em><em>da imparcialidade, da lealdade, da prud\u00eancia, do respeito e da toler\u00e2ncia, assim como os demais\u00a0<\/em><em>princ\u00edpios discriminados neste C\u00f3digo.<\/em><\/p>\n<p><strong><em>3.2. REGRAS:<\/em><\/strong><br \/>\n<em>3.2.1. O arquiteto e urbanista deve assumir servi\u00e7os profissionais somente quando estiver de posse das\u00a0<\/em><em>habilidades e dos conhecimentos art\u00edsticos, t\u00e9cnicos e cient\u00edficos necess\u00e1rios \u00e0 satisfa\u00e7\u00e3o dos compromissos\u00a0<\/em><em>espec\u00edficos a firmar com o contratante.<\/em><\/p>\n<p><em>3.2.2. O arquiteto e urbanista deve oferecer propostas para a presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os somente ap\u00f3s obter\u00a0<\/em><em>informa\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias e suficientes sobre a natureza e extens\u00e3o dos servi\u00e7os profissionais solicitados\u00a0<\/em><em>por seu contratante.<\/em><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000\"><em>3.2.3. O arquiteto e urbanista deve orientar seus contratantes quanto a valoriza\u00e7\u00f5es enganosas referentes aos meios ou recursos humanos, materiais e financeiros destinados \u00e0 concep\u00e7\u00e3o e execu\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os profissionais.<\/em><\/span><\/p>\n<p><em>3.2.4. O arquiteto e urbanista deve discriminar, nas propostas para contrata\u00e7\u00e3o de seus servi\u00e7os profissionais,\u00a0<\/em><em>as informa\u00e7\u00f5es e especifica\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias sobre sua natureza e extens\u00e3o, de maneira a informar\u00a0<\/em><em>corretamente os contratantes sobre o objeto do servi\u00e7o, resguardando-os contra estimativas\u00a0<\/em><em>de honor\u00e1rios inadequadas.<\/em><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000\"><em>3.2.5. O arquiteto e urbanista deve assumir servi\u00e7os profissionais somente quando considerar que os\u00a0<\/em><em>recursos materiais e financeiros necess\u00e1rios est\u00e3o adequadamente definidos e dispon\u00edveis para o\u00a0<\/em><em>cumprimento dos compromissos a firmar com o contratante.<\/em><\/span><\/p>\n<p>(&#8230;)<\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000\"><em>3.2.16. O arquiteto e urbanista deve recusar-se a receber, sob qualquer pretexto, qualquer honor\u00e1rio, provento, remunera\u00e7\u00e3o, comiss\u00e3o, gratifica\u00e7\u00e3o, vantagem, retribui\u00e7\u00e3o ou presente de qualquer natureza \u2013 seja na forma de consultoria, produto, mercadoria ou m\u00e3o de obra \u2013 oferecidos pelos fornecedores de insumos de seus contratantes, conforme o que determina o inciso VI do art. 18 da Lei N\u00ba 12.378, de 2010.<\/em><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000\"><em>3.2.17. O arquiteto e urbanista propriet\u00e1rio ou representante de qualquer marca ou empresa de material de constru\u00e7\u00e3o, componente, equipamento ou patente que venha a ter aplica\u00e7\u00e3o em determinada obra, n\u00e3o poder\u00e1 prestar, em virtude desta qualidade, servi\u00e7os de Arquitetura e Urbanismo a t\u00edtulo gratuito ou manifestamente sub-remunerados.<\/em><\/span><\/p>\n<p><em>3.2.18. O arquiteto e urbanista deve recusar-se a receber honor\u00e1rios, pagamentos, ou vantagens de duas partes de um mesmo contrato vigente.<\/em><\/p>\n<p><strong>49.<\/strong> Os 3 Rs da sustentabilidade \u2013 Reduzir, Reutilizar e Reciclar \u2013 s\u00e3o a\u00e7\u00f5es pr\u00e1ticas que visam minimizar o desperd\u00edcio de materiais e produtos, al\u00e9m de poupar a natureza da extra\u00e7\u00e3o inesgot\u00e1vel de recursos. Adotando-se essas pr\u00e1ticas, \u00e9 poss\u00edvel diminuir o custo de vida reduzindo gastos, al\u00e9m de favorecer o desenvolvimento sustent\u00e1vel.<br \/>\nConsiderando essa proposi\u00e7\u00e3o, analise o que se diz a seguir.<br \/>\nI. A reutiliza\u00e7\u00e3o consiste em a\u00e7\u00f5es que visem \u00e0 diminui\u00e7\u00e3o da gera\u00e7\u00e3o de res\u00edduos, seja por meio da minimiza\u00e7\u00e3o na fonte ou por meio da diminui\u00e7\u00e3o do desperd\u00edcio.<br \/>\nII. A reciclagem \u00e9 processo de transforma\u00e7\u00e3o dos res\u00edduos s\u00f3lidos que envolve a altera\u00e7\u00e3o de suas propriedades f\u00edsicas, f\u00edsico-qu\u00edmicas ou biol\u00f3gicas, com vistas \u00e0 transforma\u00e7\u00e3o em insumos ou novos produtos.<br \/>\nIII. Reduzir \u00e9 processo de aproveitamento dos res\u00edduos s\u00f3lidos sem sua transforma\u00e7\u00e3o biol\u00f3gica, f\u00edsica ou f\u00edsico-qu\u00edmica.<br \/>\nEst\u00e1 correto o que se afirma somente em<\/p>\n<p>A) II.<br \/>\nB) I e II.<br \/>\nC) I e III.<br \/>\nD) III.<\/p>\n<p>Coment\u00e1rio: Gabarito <strong>(B<\/strong><strong>)<\/strong><\/p>\n<p>Abaixo trecho da nossa aula:<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/12225943\/3-Rs-Sustentabilidade.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-110991\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/12225943\/3-Rs-Sustentabilidade.jpg\" alt=\"\" width=\"161\" height=\"223\" \/><\/a><\/p>\n<p><strong><em>Reduzir<\/em><\/strong><\/p>\n<p><em>Reduzir consiste em a\u00e7\u00f5es que visem \u00e0 diminui\u00e7\u00e3o da gera\u00e7\u00e3o de res\u00edduos, seja por meio da minimiza\u00e7\u00e3o na fonte ou por meio da redu\u00e7\u00e3o do desperd\u00edcio. Na redu\u00e7\u00e3o, o objetivo \u00e9 comprar bens e servi\u00e7os de acordo com nossas necessidades para evitar desperd\u00edcios, adotando um consumo n\u00e3o apenas com consci\u00eancia ambiental, mas tamb\u00e9m econ\u00f4mico. Exemplos de atitudes que visam \u00e0 redu\u00e7\u00e3o do desperd\u00edcio s\u00e3o: uso racional da \u00e1gua, economia de energia el\u00e9trica e de combust\u00edveis.<\/em><\/p>\n<p><strong><em>Reutilizar<\/em><\/strong><\/p>\n<p><em>Quando um produto \u00e9 reutilizado, este \u00e9 reaproveitado na mesma fun\u00e7\u00e3o ou em diversas outras possibilidades de uso. Assim, pap\u00e9is, por exemplo, podem ser utilizados em blocos de rascunho ou garrafas podem se tornar objetos de decora\u00e7\u00e3o.\u00a0<\/em><em>Jogamos muitas coisas no lixo que poderiam ser reutilizadas para outros fins. Al\u00e9m disso, vale lembrar que a doa\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m pode ser uma boa alternativa, pois outra pessoa que necessita pode utilizar aquele objetivo que para voc\u00ea n\u00e3o tem mais utilidade.<\/em><\/p>\n<p><strong><em>Reciclar<\/em><\/strong><\/p>\n<p><em>A reciclagem envolve o processamento de um material com sua transforma\u00e7\u00e3o f\u00edsica ou qu\u00edmica, seja para sua reutiliza\u00e7\u00e3o sob a forma original ou como mat\u00e9ria-prima para produ\u00e7\u00e3o de novos materiais com finalidades diversas. Por exemplo, pneus antigos podem se tornar componentes para asfalto ou latas de alum\u00ednio podem ser fundidas para darem origem a novas latas.<\/em><\/p>\n<p><strong>50.<\/strong> No que concerne \u00e0s modalidades de licita\u00e7\u00e3o, relacione corretamente os termos apresentados a seguir com as respectivas defini\u00e7\u00f5es, numerando a Coluna II de acordo com a Coluna I.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/12230122\/2018-03-12-10.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-110992\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/12230122\/2018-03-12-10.png\" alt=\"\" width=\"371\" height=\"930\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/12230122\/2018-03-12-10.png 371w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/12230122\/2018-03-12-10.png 120w\" sizes=\"auto, (max-width: 371px) 100vw, 371px\" \/><\/a><\/p>\n<p>A sequ\u00eancia correta, de cima para baixo, \u00e9:<\/p>\n<p>A) 2, 4, 3, 1.<br \/>\nB) 4, 2, 1, 3.<br \/>\nC) 3, 1, 2, 4.<br \/>\nD) 1, 3, 4, 2.<\/p>\n<p>Coment\u00e1rio: Gabarito <strong>(C<\/strong><strong>)<\/strong><\/p>\n<p><strong>Lei 8.666\/93:<\/strong><\/p>\n<p><em>Art. 22. S\u00e3o modalidades de licita\u00e7\u00e3o:<\/em><br \/>\n<em>I &#8211; concorr\u00eancia;<\/em><br \/>\n<em>II &#8211; tomada de pre\u00e7os;<\/em><br \/>\n<em>III &#8211; convite;<\/em><br \/>\n<em>IV &#8211; concurso;<\/em><br \/>\n<em>V &#8211; leil\u00e3o.<\/em><\/p>\n<p><em>\u00a7 1o <span style=\"color: #ff0000\">Concorr\u00eancia<\/span> \u00e9 a modalidade de licita\u00e7\u00e3o entre quaisquer interessados que, na fase inicial de habilita\u00e7\u00e3o\u00a0<\/em><em>preliminar, comprovem possuir os requisitos m\u00ednimos de qualifica\u00e7\u00e3o exigidos no edital para execu\u00e7\u00e3o de seu objeto.<\/em><\/p>\n<p><em>\u00a7 2o <span style=\"color: #ff0000\">Tomada de pre\u00e7os<\/span> \u00e9 a modalidade de licita\u00e7\u00e3o entre interessados devidamente cadastrados ou que\u00a0<\/em><em>atenderem a todas as condi\u00e7\u00f5es exigidas para cadastramento at\u00e9 o terceiro dia anterior \u00e0 data do recebimento das<\/em><\/p>\n<p><em>\u00a7 3o <span style=\"color: #ff0000\">Convite<\/span> \u00e9 a modalidade de licita\u00e7\u00e3o entre interessados do ramo pertinente ao seu objeto, cadastrados ou\u00a0<\/em><em>n\u00e3o, escolhidos e convidados em n\u00famero m\u00ednimo de 3 (tr\u00eas) pela unidade administrativa, a qual afixar\u00e1, em local\u00a0<\/em><em>apropriado, c\u00f3pia do instrumento convocat\u00f3rio e o estender\u00e1 aos demais cadastrados na correspondente\u00a0<\/em><em>especialidade que manifestarem seu interesse com anteced\u00eancia de at\u00e9 24 (vinte e quatro) horas da apresenta\u00e7\u00e3o\u00a0<\/em><em>das propostas.<\/em><\/p>\n<p><em>\u00a7 4o <span style=\"color: #ff0000\">Concurso<\/span> \u00e9 a modalidade de licita\u00e7\u00e3o entre quaisquer interessados para escolha de trabalho t\u00e9cnico,\u00a0<\/em><em>cient\u00edfico ou art\u00edstico, mediante a institui\u00e7\u00e3o de pr\u00eamios ou remunera\u00e7\u00e3o aos vencedores, conforme crit\u00e9rios\u00a0<\/em><em>constantes de edital publicado na imprensa oficial com anteced\u00eancia m\u00ednima de 45 (quarenta e cinco) dias.<\/em><\/p>\n<p><em>\u00a7 5o Leil\u00e3o \u00e9 a modalidade de licita\u00e7\u00e3o entre quaisquer interessados para a venda de bens m\u00f3veis inserv\u00edveis\u00a0<\/em><em>para a administra\u00e7\u00e3o ou de produtos legalmente apreendidos ou penhorados, ou para a aliena\u00e7\u00e3o de bens im\u00f3veis\u00a0<\/em><em>prevista no art. 19, a quem oferecer o maior lance, igual ou superior ao valor da avalia\u00e7\u00e3o. (Reda\u00e7\u00e3o dada\u00a0<\/em><em>pela Lei n\u00ba 8.883, de 1994)<\/em><\/p>\n<p><strong>51.<\/strong>\u00a0Muitas vezes n\u00e3o se sabe como s\u00e3o determinados os sentidos de fluxo, limites de velocidade, permiss\u00e3o de estacionamento e sinaliza\u00e7\u00e3o de uma via. Entender as caracter\u00edsticas das vias permite compreender as regras que as regem e, dessa forma, segui-las. Atente ao que se diz sobre as caracter\u00edsticas das vias apresentadas a seguir e assinale com V o que for verdadeiro e com F o que for falso.<\/p>\n<p>( ) A via de tr\u00e2nsito r\u00e1pido \u00e9 caracterizada por acessos especiais com tr\u00e2nsito livre, sem interse\u00e7\u00f5es em n\u00edvel, sem acessibilidade direta aos lotes lindeiros e sem travessia<br \/>\nde pedestres em n\u00edvel.<br \/>\n( ) A via arterial \u00e9 caracterizada por interse\u00e7\u00f5es em n\u00edvel, geralmente controladas por sem\u00e1foro, com acessibilidade aos lotes lindeiros e \u00e0s vias secund\u00e1rias e locais, possibilitando o tr\u00e2nsito entre as regi\u00f5es da cidade.<br \/>\n( ) A via coletora \u00e9 destinada a coletar e distribuir o tr\u00e2nsito que tenha necessidade de entrar ou sair das vias locais, possibilitando o tr\u00e2nsito dentro das regi\u00f5es da cidade.<br \/>\n( ) A via local \u00e9 caracterizada por interse\u00e7\u00f5es em n\u00edvel n\u00e3o semaforizadas, destinadas apenas ao acesso local ou a \u00e1reas restritas.<br \/>\nEst\u00e1 correta, de cima para baixo, a seguinte sequ\u00eancia:<\/p>\n<p>A) V, V, V, F.<br \/>\nB) V, V, F, V.<br \/>\nC) F, F, V, F.<br \/>\nD) F, F, F, V.<\/p>\n<p>Coment\u00e1rio: Gabarito <strong>(B<\/strong><strong>)<\/strong><\/p>\n<p>Vamos ao nosso C\u00f3digo de Tr\u00e2nsito:<\/p>\n<p><strong><em>ANEXO I<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>DOS CONCEITOS E DEFINI\u00c7\u00d5ES<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Para efeito deste C\u00f3digo adotam-se as seguintes defini\u00e7\u00f5es:<\/em><\/strong><\/p>\n<p><em>VIA &#8211; superf\u00edcie por onde transitam ve\u00edculos, pessoas e animais, compreendendo a pista, a cal\u00e7ada, o acostamento, ilha e canteiro central.<\/em><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000\"><em>VIA DE TR\u00c2NSITO R\u00c1PIDO &#8211; aquela caracterizada por acessos especiais com tr\u00e2nsito livre, sem interse\u00e7\u00f5es em n\u00edvel, sem acessibilidade direta aos lotes lindeiros e sem travessia de pedestres em n\u00edvel.<\/em><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000\"><em>VIA ARTERIAL &#8211; aquela caracterizada por interse\u00e7\u00f5es em n\u00edvel, geralmente controlada por sem\u00e1foro, com acessibilidade aos lotes lindeiros e \u00e0s vias secund\u00e1rias e locais, possibilitando o tr\u00e2nsito entre as regi\u00f5es da cidade.<\/em><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000\"><em>VIA COLETORA &#8211; aquela destinada a coletar e distribuir o tr\u00e2nsito que tenha necessidade de entrar ou sair <strong>das vias de tr\u00e2nsito r\u00e1pido ou arteriais,<\/strong> possibilitando o tr\u00e2nsito dentro das regi\u00f5es da cidade.<\/em><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000\"><em>VIA LOCAL &#8211; aquela caracterizada por interse\u00e7\u00f5es em n\u00edvel n\u00e3o semaforizadas, destinada apenas ao acesso local ou a \u00e1reas restritas.<\/em><\/span><\/p>\n<p><em>VIA RURAL &#8211; estradas e rodovias.<\/em><\/p>\n<p><em>VIA URBANA &#8211; ruas, avenidas, vielas, ou caminhos e similares abertos \u00e0 circula\u00e7\u00e3o p\u00fablica, situados na \u00e1rea urbana, caracterizados principalmente por possu\u00edrem im\u00f3veis edificados ao longo de sua extens\u00e3o.<\/em><\/p>\n<p><em>VIAS E \u00c1REAS DE PEDESTRES &#8211; vias ou conjunto de vias destinadas \u00e0 circula\u00e7\u00e3o priorit\u00e1ria de pedestres.<\/em><\/p>\n<p><strong>52.<\/strong>\u00a0O equipamento auxiliar utilizado na ilumina\u00e7\u00e3o, que \u00e9 um dispositivo eletr\u00f4nico cuja fun\u00e7\u00e3o \u00e9 fornecer \u00e0s l\u00e2mpadas de descarga em alta press\u00e3o um pulso de tens\u00e3o necess\u00e1rio para seus acendimentos \u00e9 denominado<\/p>\n<p>A) ignitor.<br \/>\nB) transformador.<br \/>\nC) reator.<br \/>\nD) starter.<\/p>\n<p>Coment\u00e1rio: Gabarito <strong>(A<\/strong><strong>)<\/strong><\/p>\n<p>Trecho da aula cuja fonte foi o Manual de Ilumina\u00e7\u00e3o &#8211; PROCEL:<\/p>\n<p><em><strong>2.2 EQUIPAMENTOS AUXILIARES UTILIZADOS EM ILUMINA\u00c7\u00c3O <\/strong><\/em><\/p>\n<p><em><strong>SOQUETE\/BASE <\/strong><\/em><\/p>\n<p><em>Tem como fun\u00e7\u00e3o garantir fixa\u00e7\u00e3o mec\u00e2nica e a conex\u00e3o el\u00e9trica da l\u00e2mpada.<\/em><\/p>\n<p><em><strong>TRANSFORMADOR <\/strong><\/em><\/p>\n<p><em>Equipamento auxiliar cuja fun\u00e7\u00e3o \u00e9 converter a tens\u00e3o de rede (tens\u00e3o prim\u00e1ria) para outro valor de tens\u00e3o (tens\u00e3o secund\u00e1ria). Um \u00fanico transformador poder\u00e1 alimentar mais de uma l\u00e2mpada, desde que o somat\u00f3rio das pot\u00eancias de todas as l\u00e2mpadas a ele conectadas n\u00e3o ultrapasse a pot\u00eancia m\u00e1xima do mesmo.<\/em><\/p>\n<p><em><strong>REATORES <\/strong><\/em><\/p>\n<p><em>Tem por finalidade provocar um aumento de tens\u00e3o durante a igni\u00e7\u00e3o e uma redu\u00e7\u00e3o na intensidade da corrente, durante o funcionamento da l\u00e2mpada. Em termos construtivos, podem se apresentar de duas formas: reatores eletromagn\u00e9ticos ou reatores eletr\u00f4nicos.<\/em><\/p>\n<p><em><strong>REATORES ELETROMAGN\u00c9TICOS <\/strong><\/em><\/p>\n<p><em>S\u00e3o os mais comuns nas instala\u00e7\u00f5es antigas. Geralmente compostos de n\u00facleo de ferro, bobinas de cobre e capacitores para corre\u00e7\u00e3o do fator de pot\u00eancia. Devido \u00e0s suas perdas el\u00e9tricas, emiss\u00e3o de ru\u00eddo aud\u00edvel, efeito flicker e carga t\u00e9rmica elevada, n\u00e3o contribuem para o uso eficiente da energia el\u00e9trica.<\/em><\/p>\n<p><em><strong>REATORES ELETR\u00d4NICOS <\/strong><\/em><\/p>\n<p><em>S\u00e3o os mais procurados por profissionais voltados ao uso eficiente da energia. Trabalham em alta frequ\u00eancia (20 kHz a 50 kHz), sendo mais eficientes que os eletromagn\u00e9ticos na convers\u00e3o de pot\u00eancia el\u00e9trica em pot\u00eancia luminosa. A qualidade do produto, no entanto, \u00e9 um fator que deve ser levado em considera\u00e7\u00e3o para que se obtenha sucesso na execu\u00e7\u00e3o do projeto.<\/em><\/p>\n<p><em>Os aspectos b\u00e1sicos a serem considerados s\u00e3o o fator de pot\u00eancia (FP) e a distor\u00e7\u00e3o harm\u00f4nica (THD).<\/em><\/p>\n<p><em><strong>STARTER <\/strong><\/em><\/p>\n<p><em>Elemento bimet\u00e1lico com fun\u00e7\u00e3o de pr\u00e9-aquecer os eletrodos das l\u00e2mpadas fluorescentes e fornecer, em conjunto com reator eletromagn\u00e9tico convencional, um pulso de tens\u00e3o necess\u00e1rio para o acendimento da l\u00e2mpada. Os reatores eletr\u00f4nicos e partida r\u00e1pida n\u00e3o utilizam starter.<\/em><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000\"><em><strong>IGNITOR <\/strong><\/em><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000\"><em>Dispositivo eletr\u00f4nico com fun\u00e7\u00e3o de fornecer \u00e0 l\u00e2mpada um pulso de tens\u00e3o necess\u00e1rio para o seu acendimento.<\/em><\/span><\/p>\n<p><em><strong>CAPACITOR <\/strong><\/em><\/p>\n<p><em>Acess\u00f3rio com fun\u00e7\u00e3o de corrigir o fator de pot\u00eancia de um sistema que utiliza reator eletromagn\u00e9tico. Da mesma forma que para cada l\u00e2mpada de descarga existe seu reator espec\u00edfico, existe tamb\u00e9m um capacitor espec\u00edfico para cada reator.<\/em><\/p>\n<p><em><strong>DIMMER <\/strong><\/em><\/p>\n<p><em>Tem como fun\u00e7\u00e3o variar continuamente a intensidade da luz de acordo com a necessidade.<\/em><\/p>\n<p><strong>53.<\/strong>\u00a0O teclado do computador exerce in\u00fameras fun\u00e7\u00f5es nos comandos do AutoCAD. Atente \u00e0s descri\u00e7\u00f5es das fun\u00e7\u00f5es dos comandos listados a seguir e assinale-as com V ou F conforme sejam verdadeiras ou falsas.<\/p>\n<p>( ) Comando Stretch, de atalho SC, permite distorcer objetos a partir de uma janela de sele\u00e7\u00e3o.<br \/>\n( ) O comando Boundary, de atalho BO, permite criar uma polilinha fechada sobre entidades j\u00e1 existentes que formem um espa\u00e7o fechado.<br \/>\n( ) O comando Align, de atalho AL, permite ajustar objetos a um alinhamento de forma pr\u00e1tica, dispensando o uso repetitivo dos comandos Move e Rotate.<br \/>\n( ) O comando Measure, de atalho ME, permite dividir uma entidade em v\u00e1rios segmentos de dimens\u00f5es definidas.<br \/>\nEst\u00e1 correta, de cima para baixo, a seguinte sequ\u00eancia:<\/p>\n<p>A) V, F, V, V.<br \/>\nB) V, F, F, F.<br \/>\nC) F, V, V, V.<br \/>\nD) F, V, F, F.<\/p>\n<p>Coment\u00e1rio: Gabarito <strong>(C<\/strong><strong>)<\/strong><\/p>\n<p><strong>STRETCH <\/strong>&#8211; ESTICAR (comando)<\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000\">Estica<\/span> os objetos cruzados por uma janela ou pol\u00edgono de sele\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>As outras alternativas est\u00e3o certas.<\/p>\n<p><strong>54.<\/strong> Os \u00edndices urban\u00edsticos s\u00e3o conjuntos de normas que regulam os dimensionamentos das edifica\u00e7\u00f5es, em rela\u00e7\u00e3o ao terreno onde ser\u00e3o constru\u00eddas e ao uso a que se destinam.<br \/>\nConsiderando esses \u00edndices, atente \u00e0s defini\u00e7\u00f5es apresentadas a seguir e assinale-as com V ou F conforme sejam verdadeiras ou falsas.<\/p>\n<p>( ) \u00c1rea Total Constru\u00edda \u00e9 a soma das \u00e1reas cobertas de todos os pavimentos de uma edifica\u00e7\u00e3o.<br \/>\n( ) Coeficiente de Aproveitamento \u00e9 a rela\u00e7\u00e3o entre a \u00e1rea constru\u00edda comput\u00e1vel e a \u00e1rea do lote.<br \/>\n( ) Taxa de Ocupa\u00e7\u00e3o \u00e9 a rela\u00e7\u00e3o entre a \u00e1rea da proje\u00e7\u00e3o horizontal da edifica\u00e7\u00e3o ou edifica\u00e7\u00f5es e a \u00e1rea do lote.<br \/>\n( ) Taxa de Permeabilidade \u00e9 a rela\u00e7\u00e3o entre a parte perme\u00e1vel, que permite a infiltra\u00e7\u00e3o de \u00e1gua no solo, livre de qualquer edifica\u00e7\u00e3o, e a \u00e1rea do lote.<br \/>\nEst\u00e1 correta, de cima para baixo, a seguinte sequ\u00eancia:<\/p>\n<p>A) V, F, F, F.<br \/>\nB) F, V, V, F.<br \/>\nC) F, F, F, V.<br \/>\nD) V, V, V, V.<\/p>\n<p>Coment\u00e1rio: Gabarito <strong>(D<\/strong><strong>)<\/strong><\/p>\n<p>Todas certas!<\/p>\n<p>Trecho da aula 03:<\/p>\n<p>Alguns par\u00e2metros urban\u00edsticos:<\/p>\n<ul>\n<li><u>Gabarito<\/u>; expressa, em pavimentos ou metros, a altura m\u00e1xima permitida para as edifica\u00e7\u00f5es em uma dada zona.<\/li>\n<li><u>Afastamento<\/u>: \u00e9 a dist\u00e2ncia entre a edifica\u00e7\u00e3o e as divisas do lote.<\/li>\n<li><u>\u00c1rea constru\u00edda<\/u>: consiste na soma das \u00e1reas de todos os pavimentos de uma edifica\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<li><u>Taxa de ocupa\u00e7\u00e3o<\/u>: \u00e9 a rela\u00e7\u00e3o entre a \u00e1rea de proje\u00e7\u00e3o horizontal da edifica\u00e7\u00e3o e a \u00e1rea total do lote.<\/li>\n<li><u>Coeficiente de aproveitamento<\/u>: \u00e9 a rela\u00e7\u00e3o entre a \u00e1rea total constru\u00edda e a \u00e1rea total do lote.<\/li>\n<li><u>Taxa de permeabilidade<\/u>: rela\u00e7\u00e3o entre a parte do terreno que permite a infiltra\u00e7\u00e3o da \u00e1gua e a parte total do mesmo. \u00c9 um \u00edndice muito importante do ponto de vista ambiental, uma vez que a impermeabiliza\u00e7\u00e3o excessiva dos terrenos de uma parte da cidade tende a contribuir para a forma\u00e7\u00e3o de ilhas de calor, acarretando grande desconforto t\u00e9rmico. Al\u00e9m disso, \u00e9 necess\u00e1rio garantir condi\u00e7\u00f5es m\u00ednimas de absor\u00e7\u00e3o da \u00e1gua das chuvas como medida para preven\u00e7\u00e3o de enchentes.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Temos a NBR 6505\/1994 que trata sobre \u00cdndices Urban\u00edsticos, o qual define taxa de ocupa\u00e7\u00e3o como rela\u00e7\u00e3o direta entre a \u00e1rea da proje\u00e7\u00e3o horizontal das edifica\u00e7\u00f5es e a \u00e1rea total do terreno em que elas se situam.<\/p>\n<p><strong>55.<\/strong> Janelas s\u00e3o consideradas um elemento vital para qualquer edif\u00edcio, n\u00e3o apenas para trazer vida a estes, mas tamb\u00e9m para adicionar vitalidade e personalidade. Observe a figura abaixo, que apresenta 6 (seis) diferentes tipos de janela.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/12233456\/2018-03-12-9.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-111003\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/12233456\/2018-03-12-9.png\" alt=\"\" width=\"501\" height=\"376\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/12233456\/2018-03-12-9.png 501w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/12233456\/2018-03-12-9.png 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 501px) 100vw, 501px\" \/><\/a><\/p>\n<p>Assinale a op\u00e7\u00e3o que corresponde \u00e0 correta rela\u00e7\u00e3o entre os n\u00fameros apresentados na figura acima e os respectivos tipos de janela.<br \/>\nA) 1. de abrir; 2. de correr; 5. pivotante vertical<br \/>\nB) 2. basculante; 4. de abrir; 6. projetante e de tombar<br \/>\nC) 1. de correr; 5. projetante e de tombar; 6. projetante deslizante maxim-ar<br \/>\nD) 2. pivotante vertical; 3. de folha fixa; 4. basculante<\/p>\n<p>Coment\u00e1rio: Gabarito <strong>(C<\/strong><strong>)<\/strong><\/p>\n<p>De acordo com a\u00a0NBR 10821-1 Esquadrias para edifica\u00e7\u00f5es \u2013 Parte 1: Terminologia, temos:<a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/13011754\/2018-01-05-18.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-111040\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/13011754\/2018-01-05-18.png\" alt=\"\" width=\"606\" height=\"739\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/13011754\/2018-01-05-18.png 750w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/13011754\/2018-01-05-18.png 246w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/13011754\/2018-01-05-18.png 610w\" sizes=\"auto, (max-width: 606px) 100vw, 606px\" \/><\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/13011829\/2018-01-05-191.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-111042\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/13011829\/2018-01-05-191.png\" alt=\"\" width=\"598\" height=\"596\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/13011829\/2018-01-05-191.png 767w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/13011829\/2018-01-05-191.png 150w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/13011829\/2018-01-05-191.png 300w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/13011829\/2018-01-05-191.png 610w\" sizes=\"auto, (max-width: 598px) 100vw, 598px\" \/><\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/13011912\/2018-01-05-20.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-111043\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/13011912\/2018-01-05-20.png\" alt=\"\" width=\"559\" height=\"707\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/13011912\/2018-01-05-20.png 694w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/13011912\/2018-01-05-20.png 237w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/13011912\/2018-01-05-20.png 610w\" sizes=\"auto, (max-width: 559px) 100vw, 559px\" \/><\/a><\/p>\n<p><strong>56.<\/strong> No processo de elabora\u00e7\u00e3o do projeto arquitet\u00f4nico, deve-se estudar os n\u00edveis de ru\u00eddos para localizar a edifica\u00e7\u00e3o no terreno e optar por medidas que auxiliem na minimiza\u00e7\u00e3o dos impactos dos ru\u00eddos externos. Atente ao que se diz a seguir sobre isolamento ac\u00fastico.<\/p>\n<p>I. As placas compostas por materiais fibrosos ou porosos refletem o som sem absorver, como um escudo, ao passo que as placas r\u00edgidas e planas absorvem bem o som.<br \/>\nII. As fachadas voltadas para \u00e1reas com ru\u00eddos devem concentrar baixa quantidade de janelas ou at\u00e9 mesmo evit\u00e1-las.<br \/>\nIII. Um meio natural de evitar a propaga\u00e7\u00e3o dos ru\u00eddos externos, proveniente de tr\u00e1fego de autom\u00f3veis, tr\u00e2nsito de pedestres e ru\u00eddos em geral, \u00e9 o emprego da vegeta\u00e7\u00e3o como elemento de absor\u00e7\u00e3o e controle.<br \/>\nEst\u00e1 correto o que se afirma em<\/p>\n<p>A) I e II apenas.<br \/>\nB) II e III apenas.<br \/>\nC) I e III apenas.<br \/>\nD) I, II e III.<\/p>\n<p>Coment\u00e1rio: Gabarito <strong>(B<\/strong><strong>)<\/strong><\/p>\n<p>Vimos bastante esse assunto!<\/p>\n<p>A afirmativa I est\u00e1 errada, a banca trocou os materiais:<\/p>\n<p>As placas r\u00edgidas e planas refletem o som sem absorver, como um escudo, ao passo que as\u00a0placas compostas por materiais fibrosos ou porosos absorvem bem o som.<\/p>\n<p>Bons absorventes ac\u00fasticos s\u00e3o necessariamente materiais macios, porosos ou fibrosos, que t\u00eam capacidade de absorver sons que neles incidem:<a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/13012442\/Materiais-fibrosos-e-porosos.bmp\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-111044\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/13012442\/Materiais-fibrosos-e-porosos.bmp\" alt=\"\" width=\"492\" height=\"253\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/13012442\/Materiais-fibrosos-e-porosos.bmp 868w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/13012442\/Materiais-fibrosos-e-porosos.bmp 300w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/13012442\/Materiais-fibrosos-e-porosos.bmp 768w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/13012442\/Materiais-fibrosos-e-porosos.bmp 610w\" sizes=\"auto, (max-width: 492px) 100vw, 492px\" \/><\/a><\/p>\n<p>As outras alternativas est\u00e3o corretas. Lembrando que a vegeta\u00e7\u00e3o, apesar de diminuir a reflex\u00e3o sonora que retorna \u00e0 fonte, n\u00e3o \u00e9 uma barreira eficiente. Para sua utiliza\u00e7\u00e3o como barreira ac\u00fastica, deve ser constitu\u00edda de extensa massa vegetativa.<\/p>\n<p><strong>57.\u00a0<\/strong>Quando n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel iluminar fazendo aberturas nas paredes, uma alternativa \u00e9 usar a ilumina\u00e7\u00e3o zenital, que \u00e9 uma por\u00e7\u00e3o de luz natural produzida pela luz que entra atrav\u00e9s dos fechamentos superiores dos espa\u00e7os internos. Relacione, corretamente, o tipo de ilumina\u00e7\u00e3o zenital com sua respectiva defini\u00e7\u00e3o, numerando a Coluna II de acordo com a Coluna I.<a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/12234034\/2018-03-12-8.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-111006\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/12234034\/2018-03-12-8.png\" alt=\"\" width=\"359\" height=\"589\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/12234034\/2018-03-12-8.png 544w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/12234034\/2018-03-12-8.png 183w\" sizes=\"auto, (max-width: 359px) 100vw, 359px\" \/><\/a>A sequ\u00eancia correta, de cima para baixo, \u00e9:<br \/>\nA) 2, 3, 4, 1.<br \/>\nB) 4, 1, 2, 3.<br \/>\nC) 3, 4, 1, 2.<br \/>\nD) 1, 2, 3, 4.<\/p>\n<p>Coment\u00e1rio: Gabarito <strong>(A<\/strong><strong>)<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/13000309\/Lamberts-Fig-5-9-Tipos-de-Ilumina%C3%A7%C3%A3o-Zenital.bmp\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-111014\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/13000309\/Lamberts-Fig-5-9-Tipos-de-Ilumina%C3%A7%C3%A3o-Zenital.bmp\" alt=\"\" width=\"781\" height=\"272\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/13000309\/Lamberts-Fig-5-9-Tipos-de-Ilumina%C3%A7%C3%A3o-Zenital.bmp 887w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/13000309\/Lamberts-Fig-5-9-Tipos-de-Ilumina%C3%A7%C3%A3o-Zenital.bmp 300w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/13000309\/Lamberts-Fig-5-9-Tipos-de-Ilumina%C3%A7%C3%A3o-Zenital.bmp 768w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/13000309\/Lamberts-Fig-5-9-Tipos-de-Ilumina%C3%A7%C3%A3o-Zenital.bmp 610w\" sizes=\"auto, (max-width: 781px) 100vw, 781px\" \/><\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/13000848\/Lanternim-3.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-111017\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/13000848\/Lanternim-3.png\" alt=\"\" width=\"526\" height=\"176\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/13000848\/Lanternim-3.png 568w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/13000848\/Lanternim-3.png 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 526px) 100vw, 526px\" \/><\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/13000904\/Lanternim-2.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-111018\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/13000904\/Lanternim-2.png\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"380\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/13000904\/Lanternim-2.png 741w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/13000904\/Lanternim-2.png 300w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/13000904\/Lanternim-2.png 610w\" sizes=\"auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px\" \/><\/a><\/p>\n<p><strong>58.<\/strong> Considerando que duas cidades do Cear\u00e1 est\u00e3o separadas por um segmento de reta de 5 cm e que a escala do mapa \u00e9 de 1: 3000000, pode-se afirmar corretamente que a dist\u00e2ncia real entre essas duas cidades, em Km, \u00e9<\/p>\n<p>A) 15.<br \/>\nB) 60.<br \/>\nC) 150.<br \/>\nD) 600.<\/p>\n<p>Coment\u00e1rio: Gabarito <strong>(C<\/strong><strong>)<\/strong><\/p>\n<p>5 x 3000000 = 15.000.000 cm = 150 Km<\/p>\n<p><strong>59.<\/strong> Loteamento seria uma forma de parcelamento do solo urbano, fracionando-o em por\u00e7\u00f5es menores, com o objetivo de alienar ao p\u00fablico as partes, em presta\u00e7\u00f5es sucessivas e peri\u00f3dicas. Atente ao que se diz a seguir sobre loteamento e assinale com V o que for verdadeiro e com F o que for falso.<\/p>\n<p>( ) Os lotes ter\u00e3o \u00e1rea m\u00ednima de 125 m\u00b2 (cento e vinte e cinco metros quadrados) e frente m\u00ednima de 5 (cinco) metros, salvo quando o loteamento se destinar a urbaniza\u00e7\u00e3o espec\u00edfica ou edifica\u00e7\u00e3o de conjuntos habitacionais de interesse social, previamente aprovados pelos \u00f3rg\u00e3os p\u00fablicos competentes.<br \/>\n( ) Ao longo das \u00e1guas correntes e dormentes, e das faixas de dom\u00ednio p\u00fablico das rodovias e ferrovias, ser\u00e1 obrigat\u00f3ria a reserva de uma faixa n\u00e3o edific\u00e1vel de 20 (vinte) metros de cada lado, salvo maiores exig\u00eancias da legisla\u00e7\u00e3o espec\u00edfica.<br \/>\n( ) As \u00e1reas destinadas a sistemas de circula\u00e7\u00e3o, a implanta\u00e7\u00e3o de equipamento urbano e comunit\u00e1rio, bem como a espa\u00e7os livres de uso p\u00fablico ser\u00e3o proporcionais \u00e0 densidade de ocupa\u00e7\u00e3o prevista pelo plano diretor ou aprovada por lei municipal para a zona em que se situem.<br \/>\n( ) As vias de loteamento dever\u00e3o articular-se com as vias adjacentes oficiais, somente as existentes, e harmonizar-se com a topografia local.<br \/>\nEst\u00e1 correta, de cima para baixo, a seguinte sequ\u00eancia:<\/p>\n<p>A) F, V, F, V.<br \/>\nB) V, F, V, V.<br \/>\nC) F, V, F, F.<br \/>\nD) V, F, V, F.<\/p>\n<p>Coment\u00e1rio: Gabarito <strong>(D<\/strong><strong>)<\/strong><\/p>\n<p>Vamos a nossa<strong> Lei 6.766\/79<\/strong>:<\/p>\n<p>CAP\u00cdTULO II<br \/>\nDos Requisitos Urban\u00edsticos para Loteamento<br \/>\nArt. 4\u00ba. Os loteamentos dever\u00e3o atender, pelo menos, aos seguintes requisitos:<\/p>\n<p>I &#8211; <span style=\"color: #ff0000\">as \u00e1reas destinadas a sistemas de circula\u00e7\u00e3o, a implanta\u00e7\u00e3o de equipamento urbano e comunit\u00e1rio, bem como a espa\u00e7os livres de uso p\u00fablico, ser\u00e3o proporcionais \u00e0 densidade de ocupa\u00e7\u00e3o prevista pelo plano diretor ou aprovada por lei municipal para a zona em que se situem.<\/span> (Reda\u00e7\u00e3o dada pela Lei n\u00ba 9.785, de 1999)<\/p>\n<p>II &#8211; <span style=\"color: #ff0000\">os lotes ter\u00e3o \u00e1rea m\u00ednima de 125m\u00b2 (cento e vinte e cinco metros quadrados) e frente m\u00ednima de 5 (cinco) metros, salvo quando o loteamento se destinar a urbaniza\u00e7\u00e3o espec\u00edfica ou edifica\u00e7\u00e3o de conjuntos habitacionais de interesse social, previamente aprovados pelos \u00f3rg\u00e3os p\u00fablicos competentes<\/span>;<\/p>\n<p>III &#8211; ao longo das \u00e1guas correntes e dormentes e das faixas de dom\u00ednio p\u00fablico das rodovias e ferrovias, ser\u00e1 obrigat\u00f3ria a reserva de uma faixa n\u00e3o-edific\u00e1vel de <span style=\"color: #ff0000\">15 (quinze) metros<\/span> de cada lado, salvo maiores exig\u00eancias da legisla\u00e7\u00e3o espec\u00edfica; (Reda\u00e7\u00e3o dada pela Lei n\u00ba 10.932, de 2004)<\/p>\n<p>IV &#8211; as vias de loteamento dever\u00e3o articular-se com as vias adjacentes oficiais,<span style=\"color: #ff0000\"> existentes ou projetadas<\/span>, e harmonizar-se com a topografia local.<\/p>\n<p><strong>60.<\/strong> Em 1932, foi projetada a cidade de Broadacre, cujo conceito central era a descentraliza\u00e7\u00e3o e baixa densidade para tentar minimizar e \u201cdiluir\u201d ao m\u00e1ximo o impacto da cidade na paisagem natural. Essa cidade era uma malha de estradas que se estendia indefinidamente e dividia a regi\u00e3o em quadrados de um acre (cerca de 4.000 m\u00b2), da\u00ed no nome do projeto, em que cada um desses acres seria destinado a uma fam\u00edlia. Dentro de cada acre poderiam coexistir planta\u00e7\u00f5es, ind\u00fastrias, servi\u00e7os e casas, fazendo de cada acre uma unidade aut\u00f4noma.<br \/>\nDesta forma, propunha a descentraliza\u00e7\u00e3o, que foi idealizada pelo arquiteto como sendo n\u00e3o s\u00f3 urbana mas tamb\u00e9m pol\u00edtica. Essa cidade foi projetada por<\/p>\n<p>A) Frank Lloyd Wright.<br \/>\nB) Le Corbusier.<br \/>\nC) Jane Jacobs.<br \/>\nD) Alvar Aalto.<\/p>\n<p>Coment\u00e1rio: Gabarito <strong>(A<\/strong><strong>)<\/strong><\/p>\n<p><em>Broadacre City \u00e9 um conceito proposto por Frank Lloyd Wright nas \u00faltimas d\u00e9cadas de sua vida. A id\u00e9ia foi apresentada no livro\u00a0The Disappearing City\u00a0de 1932. Alguns anos depois ele apresentou ao p\u00fablico uma maquete de cerca de 3,7 m por 3,7 m bem detalhada, feita por estudantes estagi\u00e1rios de Taliesin, na \u00e9poca o escrit\u00f3rio- escola mantido por Wright.<\/em><\/p>\n<p><em>Broadacre City era a antitese da cidade e a apoteose da rec\u00e9m-nacida vida suburbana, segundo a vis\u00e3o particular de Wright. Era, al\u00e9m de uma proposta urbana, um esquema pol\u00edtico-social, pois a comunidade concebida pelo arquiteto nasceria de doa\u00e7\u00f5es de lotes de cerca de 4 000 m\u00b2 \u00e0s fam\u00edlias interessadas. Broadacre tem muito em comum com a Cidade-Jardim e as ideias de Ebenezer Howard.\u00a0https:\/\/coisasdaarquitetura.wordpress.com\/2010\/11\/24\/broadacre-a-utopia-de-wright\/<\/em><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/13002805\/f-ll-wright-e-a-maquete-da-broadacre.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-111029\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/13002805\/f-ll-wright-e-a-maquete-da-broadacre.jpg\" alt=\"\" width=\"512\" height=\"404\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/13002805\/f-ll-wright-e-a-maquete-da-broadacre.jpg 512w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/13002805\/f-ll-wright-e-a-maquete-da-broadacre.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 512px) 100vw, 512px\" \/><\/a><\/p>\n<p>Abra\u00e7os! Moema<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>PROVA COMENTADA &#8211; DETRAN CE &#8211; Analista de Tr\u00e2nsito e Transportes Arquitetura &#8211; Prova 1 &#8211; 11\/03\/2018 Oi alunos!!!!! Bom dia! Creio que voc\u00eas se deram bem na prova! Vou coment\u00e1-la abaixo! (caso n\u00e3o esteja visualizando as ilustra\u00e7\u00f5es, favor acessar o artigo no site do Estrat\u00e9gia) Cabe recurso na quest\u00e3o 43! 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Bom dia! Creio que voc\u00eas se deram bem na prova! Vou coment\u00e1-la abaixo! (caso n\u00e3o esteja visualizando as ilustra\u00e7\u00f5es, favor acessar o artigo no site do Estrat\u00e9gia) Cabe recurso na quest\u00e3o 43! PROVA OBJETIVA PARA O [&hellip;]","og_url":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/prova-comentada-detran-ce-arquiteto\/","og_site_name":"Estrat\u00e9gia Concursos","article_published_time":"2018-03-13T15:00:54+00:00","og_image":[{"url":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/Barreira-vento.png","type":"","width":"","height":""}],"author":"Moema Machado","twitter_card":"summary_large_image","twitter_creator":"@EstratConcursos","twitter_site":"@EstratConcursos","twitter_misc":{"Escrito por":"Moema Machado","Est. tempo de leitura":"36 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"NewsArticle","@id":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/prova-comentada-detran-ce-arquiteto\/#article","isPartOf":{"@id":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/prova-comentada-detran-ce-arquiteto\/"},"author":{"name":"Moema Machado","@id":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/#\/schema\/person\/e2a129484af400a0e96b32dee7e7008a"},"headline":"PROVA COMENTADA &#8211; 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