{"id":108506,"date":"2018-03-01T08:54:46","date_gmt":"2018-03-01T11:54:46","guid":{"rendered":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/?p=108506"},"modified":"2018-03-01T08:54:46","modified_gmt":"2018-03-01T11:54:46","slug":"recursos-direito-civil-na-camara-de-salvador","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/recursos-direito-civil-na-camara-de-salvador\/","title":{"rendered":"Recursos!? Direito Civil na C\u00e2mara de Salvador"},"content":{"rendered":"<p>Ol\u00e1 galera,<\/p>\n<p>Prof. <a href=\"prof.phms@gmail.com\">Paulo Sousa<\/a> (<a href=\"http:\/\/instagram.com\/prof.phms\">Insta<\/a> e <a href=\"http:\/\/facebook.com\/prof.phms\">FB<\/a>) e Prof. <a href=\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/professor\/aline-santiago-3228\">Aline Santiago<\/a>, de Direito Civil, aqui do Estrat\u00e9gia Concursos, na \u00e1rea de novo!<\/p>\n<p>Neste artigo vamos analisar a prova de Direito Civil da C\u00e2mara Municipal de Salvador (BA) realizada h\u00e1 pouco. Foram 9 quest\u00f5es de Direito Civil na prova de Analista Legislativo Municipal e quest\u00f5es de Direito Civil na prova de Advogado Legislativo!!! Das 4, 3 foram sobre a Parte Geral e uma sobre Responsabilidade Civil; ou seja, 75% da prova de Civil se focou na Parte Geral. De novo, nossas apostas foram certeiras; o Prof. Paulo frisou bastante isso nas videoaulas e o PDF da Prof. Aline se estendeu bastante nesses temas.<\/p>\n<p>Bora dar uma olhada na prova?<\/p>\n<p><strong>ANALISTA<\/strong> <strong>LEGISLATIVO MUNICIPAL &#8211; \u00c1REA DE LICITA\u00c7\u00c3O, CONTRATOS E CONV\u00caNIOS &#8211; 02 (LICITA\u00c7\u00c3O, CONTRATOS E CONV\u00caNIOS)<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"59\">\n<li>Ricardo, com 10 anos de idade, aluno da rede municipal de ensino, representado por seus pais, autoriza, de forma gratuita, o uso de sua imagem, captada em fotografia, na capa de cadernos escolares distribu\u00eddos pelo Munic\u00edpio no ano letivo de 2008. Em 2018, o Munic\u00edpio volta a utilizar a imagem de Ricardo em folheto com instru\u00e7\u00f5es para matr\u00edcula de alunos na rede municipal de ensino.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Diante desses fatos, Ricardo, insatisfeito com a divulga\u00e7\u00e3o:<\/p>\n<p>(A) nada poder\u00e1 fazer, uma vez que a utiliza\u00e7\u00e3o daquela imagem j\u00e1 havia sido consentida;<\/p>\n<p>(B) poder\u00e1 pleitear a retirada de circula\u00e7\u00e3o do folheto, mas n\u00e3o far\u00e1 jus \u00e0 eventual indeniza\u00e7\u00e3o, pois a pretens\u00e3o se encontra prescrita;<\/p>\n<p>(C) ter\u00e1 direito \u00e0 indeniza\u00e7\u00e3o pelos danos sofridos, visto que n\u00e3o consentiu com a nova divulga\u00e7\u00e3o e por ve\u00edculo diverso;<\/p>\n<p>(D) receber\u00e1 repara\u00e7\u00e3o pelos danos morais, mas n\u00e3o materiais, eis que a divulga\u00e7\u00e3o \u00e9 pela administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica;<\/p>\n<p>(E) nada poder\u00e1 fazer, pois deca\u00eddo o direito de revogar a autoriza\u00e7\u00e3o para divulga\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rio:<\/strong><\/p>\n<p><em>Art. 20. <strong>Salvo se autorizadas<\/strong>, ou se necess\u00e1rias \u00e0 administra\u00e7\u00e3o da justi\u00e7a ou \u00e0 manuten\u00e7\u00e3o da ordem p\u00fablica, a divulga\u00e7\u00e3o de escritos, a transmiss\u00e3o da palavra, ou a publica\u00e7\u00e3o, <strong>a exposi\u00e7\u00e3o ou a utiliza\u00e7\u00e3o da imagem de uma pessoa poder\u00e3o ser proibidas, a seu requerimento e sem preju\u00edzo da indeniza\u00e7\u00e3o que couber,<\/strong> se lhe atingirem a honra, a boa fama ou a respeitabilidade, ou se se destinarem a fins comerciais.<\/em><\/p>\n<p>Gabarito letra C.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"60\">\n<li>Por meio de escritura p\u00fablica, Juscelino institui Funda\u00e7\u00e3o Pr\u00f3-Meio Ambiente (FPMA), que tem por objeto a pesquisa de tecnologia para o desenvolvimento sustent\u00e1vel. Destinou, para a pessoa jur\u00eddica, determinado n\u00famero de bens, os quais, no entanto, verificou-se que s\u00e3o insuficientes para a constitui\u00e7\u00e3o da FPMA. Tendo em vista que nada se disp\u00f4s no estatuto acerca dessa hip\u00f3tese, sobre o destino dos bens da Funda\u00e7\u00e3o, \u00e9 correto afirmar que:<\/li>\n<\/ol>\n<p>(A) ser\u00e3o destinados a outra funda\u00e7\u00e3o de livre escolha a ser efetuada por Juscelino;<\/p>\n<p>(B) incorporar\u00e3o o patrim\u00f4nio do Munic\u00edpio em que foi constitu\u00edda;<\/p>\n<p>(C) ser\u00e3o destinados a fundo pr\u00f3prio do Minist\u00e9rio P\u00fablico Estadual;<\/p>\n<p>(D) retornar\u00e3o ao patrim\u00f4nio de Juscelino, pois \u00e9 condi\u00e7\u00e3o resolutiva t\u00e1cita de sua constitui\u00e7\u00e3o a exist\u00eancia de bens suficientes para suas atividades;<\/p>\n<p>(E) ser\u00e3o incorporados ao patrim\u00f4nio de funda\u00e7\u00e3o que possua finalidade semelhante.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rio:<\/strong><\/p>\n<p><em>Art. 63. <strong>Quando insuficientes para constituir a funda\u00e7\u00e3o, os bens a ela destinados ser\u00e3o<\/strong>, se de outro modo n\u00e3o dispuser o instituidor, <strong>incorporados em outra funda\u00e7\u00e3o que se proponha a fim igual ou semelhante.<\/strong><\/em><\/p>\n<p>Gabarito letra E.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"61\">\n<li>A Construtora Im\u00f3veis Novos Ltda. (CIN) contrata com Loteamentos Urbanos Ltda. (LU) a permuta de determinado lote de propriedade da LU com o direito de quatro unidades no pr\u00e9dio de dez andares que CIN incorporar\u00e1 no local. Antes de iniciar a obra, CIN solicita autoriza\u00e7\u00e3o para constru\u00e7\u00e3o junto \u00e0 municipalidade, que, no entanto, nega, sob o fundamento de que naquela \u00e1rea apenas \u00e9 poss\u00edvel realizar a constru\u00e7\u00e3o de edifica\u00e7\u00e3o de at\u00e9 tr\u00eas andares com tr\u00eas unidades imobili\u00e1rias, conforme legisla\u00e7\u00e3o vigente antes mesmo da permuta. Diante da negativa administrativa, o neg\u00f3cio jur\u00eddico \u00e9:<\/li>\n<\/ol>\n<p>(A) eficaz, mas poder\u00e1 ser anulado por erro de direito;<\/p>\n<p>(B) inv\u00e1lido, pois viciada a vontade das partes;<\/p>\n<p>(C) eficaz, n\u00e3o sendo poss\u00edvel o desfazimento, tendo em vista que a ningu\u00e9m \u00e9 dado desconhecer a lei;<\/p>\n<p>(D) inexistente, por ausente o motivo;<\/p>\n<p>(E) v\u00e1lido, por\u00e9m ineficaz, ante o v\u00edcio sobre o motivo.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rio:<\/strong><\/p>\n<p><em>Art. 139. O erro \u00e9 substancial quando:<\/em><\/p>\n<p><em>III &#8211; sendo de direito e n\u00e3o implicando recusa \u00e0 aplica\u00e7\u00e3o da lei, for o motivo \u00fanico ou principal do neg\u00f3cio jur\u00eddico.<\/em><\/p>\n<p>O erro de direito \u2013 error juris \u2013 trata-se de ignor\u00e2ncia ou falso conhecimento de norma jur\u00eddica ou de suas consequ\u00eancias.<\/p>\n<p>O erro de direito para anular o neg\u00f3cio precisa ter sido o \u00fanico ou principal motivo ao determinar \u00e0 vontade.<\/p>\n<p>Gabarito letra A.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"62\">\n<li>Minera\u00e7\u00e3o S\/A contratou seguro de responsabilidade civil com Seguradora S\/A, que tinha como objeto a garantia de indeniza\u00e7\u00e3o por eventuais danos ambientais que a contratante viesse a ocasionar. Dentre as cl\u00e1usulas contratuais, as partes estabeleceram, sob pena de perda da garantia, que na hip\u00f3tese de ocorr\u00eancia de qualquer dano pass\u00edvel de indeniza\u00e7\u00e3o, Minera\u00e7\u00e3o S\/A deveria comunicar o ocorrido em at\u00e9 30 (trinta) dias. Tamb\u00e9m ajustaram reduzir os prazos prescricionais pela metade, tudo com o intento de adequar o valor do pr\u00eamio.<\/li>\n<\/ol>\n<p>A respeito de ambas as cl\u00e1usulas, \u00e9 correto afirmar que:<\/p>\n<p>(A) s\u00e3o nulas, visto que n\u00e3o se faculta \u00e0s partes alterar prazos decadenciais e prescricionais;<\/p>\n<p>(B) \u00e9 v\u00e1lida a disposi\u00e7\u00e3o acerca do prazo decadencial;<\/p>\n<p>(C) s\u00e3o v\u00e1lidas, pois tratam de condi\u00e7\u00f5es do neg\u00f3cio jur\u00eddico;<\/p>\n<p>(D) \u00e9 v\u00e1lido o ajuste quanto ao prazo prescricional;<\/p>\n<p>(E) s\u00e3o nulas, pois encerram condi\u00e7\u00f5es meramente potestativas para o segurado.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rio:<\/strong><\/p>\n<p>Os prazos prescricionais n\u00e3o podem ser alterados pela vontade das partes, de acordo com o art. 192 do CC.<\/p>\n<p>J\u00e1 a decad\u00eancia convencional, que \u00e9 a acordada pelas partes, pode ser ajustada.<\/p>\n<p>Gabarito letra B.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"63\">\n<li>A Incorporadora Bens Im\u00f3veis Ltda. (IBI) juntamente com a Construtora Cimento Forte Ltda. (CCF) contrataram a entrega de um elevador por Elevadores \u00c1geis Ltda. (EA), que poderia ser um elevador do modelo \u2018A\u2019 ou \u2018B\u2019. No dia convencionado para a entrega do bem, EA transportou o elevador \u2018A\u2019 para o local de pagamento da obriga\u00e7\u00e3o. L\u00e1 chegando, encontrou o preposto de IBI, mas n\u00e3o viu presente a CCF.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Nessa hip\u00f3tese, para bem haver a quita\u00e7\u00e3o da d\u00edvida, o administrador da EA deve:<\/p>\n<p>(A) entregar o bem \u00e0 IBI, visto que as contratantes s\u00e3o solid\u00e1rias;<\/p>\n<p>(B) exigir, para entrega do bem, uma cau\u00e7\u00e3o de ratifica\u00e7\u00e3o pelo preposto de IBI;<\/p>\n<p>(C) disponibilizar ambos os elevadores para a entrega, sob pena de incorrer em mora;<\/p>\n<p>(D) consignar em pagamento qualquer um dos elevadores para haver a quita\u00e7\u00e3o judicial;<\/p>\n<p>(E) entregar o bem \u00e0 IBI, pois, ainda que n\u00e3o sejam solid\u00e1rias, as sociedades contrataram conjuntamente.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rio:<\/strong><\/p>\n<p><em>Art. 260. Se a pluralidade for dos credores, poder\u00e1 cada um destes exigir a d\u00edvida inteira; mas o devedor ou devedores se desobrigar\u00e3o, pagando:<\/em><\/p>\n<p align=\"justify\"><em>I &#8211; a todos conjuntamente;<\/em><\/p>\n<p align=\"justify\"><em><a name=\"art260ii\"><\/a>II &#8211; a um, dando este cau\u00e7\u00e3o de ratifica\u00e7\u00e3o dos outros credores.<\/em><\/p>\n<p>Gabarito letra B.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"64\">\n<li>Arlindo e Geraldo, vizinhos no Munic\u00edpio de Salvador, estabeleceram contrato de m\u00fatuo nas seguintes condi\u00e7\u00f5es: Arlindo emprestaria R$ 30.000,00 (trinta mil reais) a Geraldo, que deveria lhe pagar, em 06 (seis) meses, a import\u00e2ncia principal acrescida de corre\u00e7\u00e3o pela varia\u00e7\u00e3o do d\u00f3lar norte-americano e juros remunerat\u00f3rios de 2,5% ao m\u00eas. A respeito do m\u00fatuo, que, por livre vontade, veio a ser contratado, \u00e9 correto afirmar que:<\/li>\n<\/ol>\n<p>(A) o m\u00fatuo \u00e9 nulo de pleno direito, nada devendo Geraldo a Arlindo, visto que n\u00e3o s\u00e3o l\u00edcitas as condi\u00e7\u00f5es financeiras do neg\u00f3cio;<\/p>\n<p>(B) Geraldo deve pagar o valor principal acrescido da varia\u00e7\u00e3o cambial, posto que o pacto de juros \u00e9 ilegal;<\/p>\n<p>(C) o valor devido por Geraldo ser\u00e1 apenas o montante principal, visto que n\u00e3o se pode aplicar varia\u00e7\u00e3o cambial e tampouco os juros neste \u00edndice;<\/p>\n<p>(D) Geraldo deve pagar o valor total, visto que sua vontade foi livre e desembara\u00e7ada e manifestada sob plena liberdade contratual;<\/p>\n<p>(E) a import\u00e2ncia devida ser\u00e1 o valor principal acrescido de juros remunerat\u00f3rios de acordo com o \u00edndice legal.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rio:<\/strong><\/p>\n<p><em>Art. 586. O m\u00fatuo \u00e9 o empr\u00e9stimo de coisas fung\u00edveis. O mutu\u00e1rio \u00e9 obrigado a restituir ao mutuante o que dele recebeu em coisa do mesmo g\u00eanero, qualidade e quantidade.<\/em><\/p>\n<p><em>Art. 591. Destinando-se o m\u00fatuo a fins econ\u00f4micos, presumem-se devidos juros, os quais, sob pena de redu\u00e7\u00e3o, n\u00e3o poder\u00e3o exceder a taxa a que se refere o art. 406, permitida a capitaliza\u00e7\u00e3o anual.<\/em><\/p>\n<p><em>Art. 406. Quando os juros morat\u00f3rios n\u00e3o forem convencionados, ou o forem sem taxa estipulada, ou quando provierem de determina\u00e7\u00e3o da lei, ser\u00e3o fixados segundo a taxa que estiver em vigor para a mora do pagamento de impostos devidos \u00e0 Fazenda Nacional<\/em>.<\/p>\n<p>Gabarito letra E.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"65\">\n<li>Marta, adolescente de 14 anos, recebeu vultosa heran\u00e7a que seu tio, solteiro e sem filhos, destinou-lhe por testamento. A seus pais, pessoas de poucos recursos financeiros, coube o usufruto e a administra\u00e7\u00e3o legais dos bens de sua filha. Certo dia, chateada com Carla, sua amiga de escola, Marta cria perfil falso em rede social e passa a atentar contra a imagem e honra de sua amiga, o que veio a ser descoberto pelos pais de Carla. Inconformados, os pais de Carla, representando sua filha, aju\u00edzam a\u00e7\u00e3o judicial com pedido de repara\u00e7\u00e3o de danos morais em face dos pais de Marta, o qual:<\/li>\n<\/ol>\n<p>(A) n\u00e3o dever\u00e1 ser acolhido, visto que o dano foi causado por pessoa absolutamente incapaz;<\/p>\n<p>(B) caso acolhido, e se os pais de Marta n\u00e3o tiverem recursos pr\u00f3prios para o pagamento da indeniza\u00e7\u00e3o, caber\u00e1 a declara\u00e7\u00e3o de sua insolv\u00eancia;<\/p>\n<p>(C) na hip\u00f3tese de acolhimento, e caso os bens dos pais de Marta e os pr\u00f3prios da adolescente n\u00e3o forem suficientes para a satisfa\u00e7\u00e3o da condena\u00e7\u00e3o, a obriga\u00e7\u00e3o ser\u00e1 extinta;<\/p>\n<p>(D) n\u00e3o dever\u00e1 ser acolhido, pois a v\u00edtima \u00e9 pessoa absolutamente incapaz;<\/p>\n<p>(E) se acolhido, e se os pais de Marta n\u00e3o tiverem recursos pr\u00f3prios para satisfa\u00e7\u00e3o da obriga\u00e7\u00e3o, Marta pagar\u00e1 a indeniza\u00e7\u00e3o, desde que n\u00e3o comprometa o seu sustento.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rio:<\/strong><\/p>\n<p><em>Art. 932. S\u00e3o tamb\u00e9m respons\u00e1veis pela repara\u00e7\u00e3o civil:<\/em><\/p>\n<p><em>I &#8211; os pais, pelos filhos menores que estiverem sob sua autoridade e em sua companhia;<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>Art. 928. O incapaz responde pelos preju\u00edzos que causar, se as pessoas por ele respons\u00e1veis n\u00e3o tiverem obriga\u00e7\u00e3o de faz\u00ea-lo ou n\u00e3o dispuserem de meios suficientes.<\/em><\/p>\n<p><em>Par\u00e1grafo \u00fanico. A indeniza\u00e7\u00e3o prevista neste artigo, que dever\u00e1 ser eq\u00fcitativa, n\u00e3o ter\u00e1 lugar se privar do necess\u00e1rio o incapaz ou as pessoas que dele dependem.<\/em><\/p>\n<p>Gabarito letra E.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"69\">\n<li>Wagner, ao celebrar contrato de compra e venda com Wanderley, estipulou que seu irm\u00e3o Urandi, credor de Wanderley, concederia morat\u00f3ria a este t\u00e3o logo o contrato fosse celebrado. Diante da promessa da concess\u00e3o de morat\u00f3ria (fato de terceiro), \u00e9 correto afirmar que Wagner:<\/li>\n<\/ol>\n<p>(A) ter\u00e1 obriga\u00e7\u00e3o de indenizar Wanderley se Urandi, tendo aceito a concess\u00e3o de morat\u00f3ria prometida por Wagner, n\u00e3o a cumprir;<\/p>\n<p>(B) n\u00e3o ter\u00e1 nenhuma obriga\u00e7\u00e3o perante Wanderley, porque \u00e9 defeso nos contratos sinalagm\u00e1ticos prometer fato de terceiro;<\/p>\n<p>(C) assumir\u00e1 pessoalmente a promessa de morat\u00f3ria de Urandi feita a Wanderley, podendo esse exigir seu cumprimento, afastada indeniza\u00e7\u00e3o substitutiva;<\/p>\n<p>(D) responder\u00e1 por perdas e danos perante Wanderley, se Urandi n\u00e3o lhe conceder morat\u00f3ria;<\/p>\n<p>(E) nenhuma obriga\u00e7\u00e3o ter\u00e1 perante Wanderley, porque Urandi \u00e9 parente consangu\u00edneo colateral do promitente.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rio:<\/strong><\/p>\n<p>Na estipula\u00e7\u00e3o em favor de terceiro temos a presen\u00e7a de tr\u00eas figuras, que s\u00e3o: o estipulante \u2013 aquele que estipula em benef\u00edcio da terceira pessoa; o promitente \u2013 aquele que se obriga a cumprir o acordo em favor do benefici\u00e1rio; e o benefici\u00e1rio (que \u00e9 o terceiro) &#8211; a pessoa determinada ou indeterminada que receber\u00e1 o benef\u00edcio.<\/p>\n<p>Assim, de acordo com o art. 439 do CC:<\/p>\n<p><em>Art. 439. Aquele que tiver prometido fato de terceiro responder\u00e1 por perdas e danos, quando este o n\u00e3o executar.<\/em><\/p>\n<p>Gabarito letra D.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"70\">\n<li>Souto aceitou transportar mercadorias que lhe foram entregues por S\u00e1tiro. Foi estipulado no contrato por S\u00e1tiro que a carga dever\u00e1 ser entregue a Am\u00e9lia, que n\u00e3o \u00e9 parte no contrato. Consideradas essas informa\u00e7\u00f5es e o disposto na legisla\u00e7\u00e3o civil sobre estipula\u00e7\u00f5es contratuais em favor de terceiros, \u00e9 correto afirmar que:<\/li>\n<\/ol>\n<p>(A) somente S\u00e1tiro, na condi\u00e7\u00e3o de estipulante, pode exigir o cumprimento da obriga\u00e7\u00e3o de entrega da carga perante o transportador Souto;<\/p>\n<p>(B) somente Am\u00e9lia, na condi\u00e7\u00e3o de terceiro em favor de quem se estipulou a obriga\u00e7\u00e3o, pode exigir o cumprimento da entrega da carga perante o transportador Souto;<\/p>\n<p>(C) se \u00e0 Am\u00e9lia for atribu\u00eddo o direito de reclamar do transportador a entrega da carga, poder\u00e1 S\u00e1tiro exonerar Souto dessa obriga\u00e7\u00e3o;<\/p>\n<p>(D) tanto o estipulante S\u00e1tiro quanto a destinat\u00e1ria Am\u00e9lia poder\u00e3o, individual ou conjuntamente, exigir o cumprimento da obriga\u00e7\u00e3o de Souto e alterar as condi\u00e7\u00f5es e normas do contrato;<\/p>\n<p>(E) S\u00e1tiro, na qualidade de estipulante, pode reservar-se o direito de substituir a destinat\u00e1ria da carga, Am\u00e9lia, independentemente da sua anu\u00eancia e da do transportador.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rio:<\/strong><\/p>\n<p>Na estipula\u00e7\u00e3o em favor de terceiro temos a presen\u00e7a de tr\u00eas figuras, que s\u00e3o: o estipulante \u2013 aquele que estipula em benef\u00edcio da terceira pessoa; o promitente \u2013 aquele que se obriga a cumprir o acordo em favor do benefici\u00e1rio; e o benefici\u00e1rio (que \u00e9 o terceiro) &#8211; a pessoa determinada ou indeterminada que receber\u00e1 o benef\u00edcio.<\/p>\n<p>Assim, de acordo com o art. 438 do CC:<\/p>\n<p><em>Art. 438. O <strong>estipulante pode reservar-se o direito de substituir o terceiro designado no contrato,<\/strong> independentemente da sua anu\u00eancia e da do outro contratante.<\/em><\/p>\n<p><em>Par\u00e1grafo \u00fanico. A substitui\u00e7\u00e3o pode ser feita por ato entre vivos ou por disposi\u00e7\u00e3o de \u00faltima vontade.<\/em><\/p>\n<p>Gabarito letra E.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>ADVOGADO LEGISLATIVO<\/strong><\/p>\n<ol start=\"52\">\n<li>Carlos, devedor de Paula, oferece \u00e0 sua credora, na data prevista para o pagamento, o autom\u00f3vel XYZ para solver a d\u00edvida de R$ 30.000,00 (trinta mil reais). Paula aceita a oferta, mas, ap\u00f3s 60 (sessenta) dias da tradi\u00e7\u00e3o e registro da transfer\u00eancia do ve\u00edculo na autarquia de tr\u00e2nsito, o bem veio a ser apreendido pela autoridade policial. No dia seguinte, Paula descobriu que, ap\u00f3s o registro da transfer\u00eancia, a autarquia de tr\u00e2nsito recebeu ordem judicial de apreens\u00e3o do ve\u00edculo, por for\u00e7a de senten\u00e7a transitada em julgado que reconhecera ser Joaquim o propriet\u00e1rio do autom\u00f3vel.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Diante desses fatos, Paula faz jus:<\/p>\n<p>(A) \u00e0 indeniza\u00e7\u00e3o a ser paga por Joaquim, que corresponder\u00e1 ao valor da d\u00edvida extinta;<\/p>\n<p>(B) ao valor da d\u00edvida, acrescida de juros legais incidentes a partir da data da perda do bem, a ser cobrada de Carlos;<\/p>\n<p>(C) \u00e0 reten\u00e7\u00e3o do ve\u00edculo, at\u00e9 recebimento da indeniza\u00e7\u00e3o pelo valor do ve\u00edculo, a ser paga por Carlos ou Joaquim;<\/p>\n<p>(D) ao pagamento do valor da d\u00edvida por Carlos, acrescido dos encargos morat\u00f3rios a partir do vencimento;<\/p>\n<p>(E) a reaver o valor da d\u00edvida de Carlos, sob pena de enriquecimento sem causa do ex-devedor.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rio:<\/strong><\/p>\n<p>O caso descrito na quest\u00e3o trata-se de da\u00e7\u00e3o em pagamento, em que o credor aceita receber coisa diversa da que lhe \u00e9 devida. E, ainda, ocorre a evic\u00e7\u00e3o, a perda da coisa que foi dada como pagamento. Para resolver esta situa\u00e7\u00e3o temos o art. 359 do CC:<\/p>\n<p><em>Art. 359. Se o credor for evicto da coisa recebida em pagamento, restabelecer-se-\u00e1 a obriga\u00e7\u00e3o primitiva, ficando sem efeito a quita\u00e7\u00e3o dada, ressalvados os direitos de terceiros.<\/em><\/p>\n<p>Com o restabelecimento da obriga\u00e7\u00e3o primitiva, volta, tamb\u00e9m, a data de vencimento original da obriga\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Gabarito letra D.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"53\">\n<li>Roberto adquiriu, mediante o pagamento de R$ 15.000,00 (quinze mil reais), a posse que era exercida, sem t\u00edtulo, por Pedro sobre im\u00f3vel de propriedade da Uni\u00e3o. Enquanto Roberto refletia sobre o uso do bem, o im\u00f3vel veio a ser ocupado por Francisco, que assumiu sua posse, por julgar estar o bem abandonado. Sessenta dias ap\u00f3s ter ci\u00eancia, por terceiros, do exerc\u00edcio da posse por Francisco, Roberto retorna ao im\u00f3vel e constata, pessoalmente, o esbulho. Inconformado, a Roberto caber\u00e1:<\/li>\n<\/ol>\n<p>(A) assumir o preju\u00edzo, visto que o im\u00f3vel n\u00e3o poderia ser cedido;<\/p>\n<p>(B) valer-se do desfor\u00e7o possess\u00f3rio e retirar, por conta pr\u00f3pria, Francisco do im\u00f3vel;<\/p>\n<p>(C) reaver indeniza\u00e7\u00e3o do cedente pela perda da posse;<\/p>\n<p>(D) ajuizar a\u00e7\u00e3o judicial pr\u00f3pria em face de Francisco para reaver a posse;<\/p>\n<p>(E) pleitear indeniza\u00e7\u00e3o da Uni\u00e3o, por for\u00e7a de responsabilidade civil por conduta omissiva.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rio:<\/strong><\/p>\n<p>Para todos os efeitos, Roberto era possuidor do im\u00f3vel. Sendo assim tem o direito de defender a sua posse, conforme artigo a seguir:<\/p>\n<p><em>Art. 1.210. O possuidor tem direito a ser mantido na posse em caso de turba\u00e7\u00e3o, restitu\u00eddo no de esbulho, e segurado de viol\u00eancia iminente, se tiver justo receio de ser molestado.<\/em><\/p>\n<ul>\n<li><em>1\u00ba. O possuidor turbado, ou esbulhado, poder\u00e1 manter-se ou restituir-se por sua pr\u00f3pria for\u00e7a, contanto que o fa\u00e7a logo; os atos de defesa, ou de desfor\u00e7o, n\u00e3o podem ir al\u00e9m do indispens\u00e1vel \u00e0 manuten\u00e7\u00e3o, ou restitui\u00e7\u00e3o da posse.<\/em><\/li>\n<li><em> 2\u00ba. N\u00e3o obsta \u00e0 manuten\u00e7\u00e3o ou reintegra\u00e7\u00e3o na posse a alega\u00e7\u00e3o de propriedade, ou de outro direito sobre a coisa.<\/em><\/li>\n<\/ul>\n<p>Gabarito letra D.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"54\">\n<li>A Funda\u00e7\u00e3o Mem\u00f3ria do Escritor (FME), pessoa jur\u00eddica de direito privado, mant\u00e9m acervo de livros raros e, mediante cobran\u00e7a de simb\u00f3lico pre\u00e7o, exp\u00f5e sua biblioteca \u00e0 visita\u00e7\u00e3o regular. Marcos, adolescente de 15 anos, quando visitava o acervo desacompanhado de seus pais ou outro representante, sofre ferimentos em seu bra\u00e7o em decorr\u00eancia da queda de reboco na sala de visita\u00e7\u00e3o da FME. A Funda\u00e7\u00e3o formula escusas pelo ocorrido e oferece a Marcos a visita\u00e7\u00e3o livre e gratuita por um ano, o que \u00e9 imediatamente por ele aceita. Ao chegar em casa, seus pais, inconformados com o acidente, pretendem postular para Marcos indeniza\u00e7\u00e3o pelos danos comprovadamente por ele sofridos, a qual:<\/li>\n<\/ol>\n<p>(A) ter\u00e1 seus encargos morat\u00f3rios iniciados ap\u00f3s a fixa\u00e7\u00e3o do valor reparat\u00f3rio;<\/p>\n<p>(B) ser\u00e1 devida pela FME mediante a demonstra\u00e7\u00e3o de culpa;<\/p>\n<p>(C) n\u00e3o ser\u00e1 devida, visto que j\u00e1 extinta a obriga\u00e7\u00e3o reparat\u00f3ria por transa\u00e7\u00e3o;<\/p>\n<p>(D) ter\u00e1 seus encargos morat\u00f3rios iniciados ap\u00f3s o ajuizamento da demanda;<\/p>\n<p>(E) ser\u00e1 devida independentemente de culpa.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rio:<\/strong><\/p>\n<p>Trata-se de responsabilidade por dano infecto, que se entende independente de culpa, de acordo com o art. 937 do CC:<\/p>\n<p><em>Art. 937. O dono de edif\u00edcio ou constru\u00e7\u00e3o responde pelos danos que resultarem de sua ru\u00edna, se esta provier de falta de reparos, cuja necessidade fosse manifesta.<\/em><\/p>\n<p>Gabarito letra E.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"55\">\n<li>Joana era companheira de Ant\u00f4nio, sem que houvessem, contudo, formalizado por documento escrito a rela\u00e7\u00e3o. Ao longo da uni\u00e3o est\u00e1vel, iniciada quando ambos n\u00e3o tinham bens pr\u00f3prios, o casal teve quatro filhos e amealhou consider\u00e1vel patrim\u00f4nio comum. Diante do falecimento de Ant\u00f4nio, a Joana caber\u00e1:<\/li>\n<\/ol>\n<p>(A) metade dos bens do casal;<\/p>\n<p>(B) metade do que couber a cada um dos filhos;<\/p>\n<p>(C) metade dos bens do casal e um quinto da mea\u00e7\u00e3o de Ant\u00f4nio;<\/p>\n<p>(D) um quarto dos bens do casal;<\/p>\n<p>(E) metade dos bens do casal e um quarto da mea\u00e7\u00e3o de Ant\u00f4nio.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rio:<\/strong><\/p>\n<p><em>Art. 1.829. A sucess\u00e3o leg\u00edtima defere-se na ordem seguinte:\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/em><\/p>\n<p><strong><em>I &#8211; aos descendentes, em concorr\u00eancia com o c\u00f4njuge sobrevivente, salvo se casado este com o falecido no regime da comunh\u00e3o universal, ou no da separa\u00e7\u00e3o obrigat\u00f3ria de bens (art. 1.640, par\u00e1grafo \u00fanico); ou se, no regime da comunh\u00e3o parcial, o autor da heran\u00e7a n\u00e3o houver deixado bens particulares;<\/em><\/strong><\/p>\n<p><em>II &#8211; aos ascendentes, em concorr\u00eancia com o c\u00f4njuge;<\/em><\/p>\n<p><em>III &#8211; ao c\u00f4njuge sobrevivente;<\/em><\/p>\n<p><em>IV &#8211; aos colaterais.<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>Decis\u00e3o: O Tribunal, apreciando o tema 809 da repercuss\u00e3o geral, por maioria e nos termos do voto do Ministro Relator, deu provimento ao recurso, para reconhecer de forma incidental a inconstitucionalidade do art. 1.790 do CC\/2002 e declarar o direito da recorrente a participar da heran\u00e7a de seu companheiro em conformidade com o regime jur\u00eddico estabelecido no art. 1.829 do C\u00f3digo Civil de 2002, vencidos os Ministros Dias Toffoli, Marco Aur\u00e9lio e Ricardo Lewandowski, que votaram negando provimento ao recurso. Em seguida, o Tribunal, vencido o Ministro Marco Aur\u00e9lio, fixou tese nos seguintes termos: <strong>\u201c\u00c9 inconstitucional a distin\u00e7\u00e3o de regimes sucess\u00f3rios entre c\u00f4njuges e companheiros prevista no art. 1.790 do CC\/2002, devendo ser aplicado, tanto nas hip\u00f3teses de casamento quanto nas de uni\u00e3o est\u00e1vel, o regime do art. 1.829 do CC\/2002\u201d.<\/strong> Ausentes, justificadamente, os Ministros Dias Toffoli e Celso de Mello, que votaram em assentada anterior, e, neste julgamento, o Ministro Luiz Fux, que votou em assentada anterior, e o Ministro Gilmar Mendes. N\u00e3o votou o Ministro Alexandre de Moraes, sucessor do Ministro Teori Zavascki, que votara em assentada anterior. Presidiu o julgamento a Ministra C\u00e1rmen L\u00facia. Plen\u00e1rio, 10.5.2017.\u00a0\u00a0<\/em><\/p>\n<p>Gabarito letra A.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"56\">\n<li><strong>56<\/strong>. O agricultor Cardeal celebrou contrato de comiss\u00e3o com o empres\u00e1rio Elisio. No ajuste foi pactuada a cl\u00e1usula Del Credere. Diante da presen\u00e7a dessa cl\u00e1usula no contrato, o comiss\u00e1rio:<\/li>\n<\/ol>\n<p>(A) responder\u00e1 perante o comitente pelo eventual inadimplemento das pessoas com quem tratar;<\/p>\n<p>(B) n\u00e3o responder\u00e1 perante o comitente pelo eventual inadimplemento das pessoas com quem tratar;<\/p>\n<p>(C) responder\u00e1 perante o comitente apenas pelo inadimplemento doloso das pessoas com quem tratar;<\/p>\n<p>(D) n\u00e3o responder\u00e1 perante o comitente pelo eventual inadimplemento das pessoas com quem tratar, salvo motivo de for\u00e7a maior;<\/p>\n<p>(E) responder\u00e1 perante o comitente, no limite do valor ajustado da comiss\u00e3o, pelo eventual inadimplemento das pessoas com quem tratar.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rio:<\/strong><\/p>\n<p><em>Art. 697. O comiss\u00e1rio n\u00e3o responde pela insolv\u00eancia das pessoas com quem tratar, exceto em caso de culpa e no do artigo seguinte.<\/em><\/p>\n<p><em>Art. 698. Se do contrato de comiss\u00e3o constar a cl\u00e1usula del credere, responder\u00e1 o comiss\u00e1rio solidariamente com as pessoas com que houver tratado em nome do comitente, caso em que, salvo estipula\u00e7\u00e3o em contr\u00e1rio, o comiss\u00e1rio tem direito a remunera\u00e7\u00e3o mais elevada, para compensar o \u00f4nus assumido.<\/em><\/p>\n<p>Em princ\u00edpio, n\u00e3o \u00e9 o comiss\u00e1rio respons\u00e1vel pela solv\u00eancia das pessoas com quem tratou o neg\u00f3cio. Ser\u00e1 respons\u00e1vel somente se no contrato de comiss\u00e3o constar a cl\u00e1usula del credere. Como consequ\u00eancia o comiss\u00e1rio ser\u00e1 respons\u00e1vel pela insolv\u00eancia dos terceiros com quem negociar.<\/p>\n<p>Gabarito letra A.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Conclus\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>A prova foi bem equilibrada, com quest\u00f5es mais simples e quest\u00f5es que exigiam racioc\u00ednio mais elaborado, sem a cobran\u00e7a da literalidade pura da lei. Se o candidato prestou aten\u00e7\u00e3o nas aulas em PDF e revisou o conte\u00fado em v\u00eddeo pouco antes da prova, era sucesso garantido! A prova n\u00e3o apresentou problemas ou, ao que nos parece, nenhuma quest\u00e3o pode se sujeitar a recursos. A banca acabou cobrando, como era de se esperar, al\u00e9m da literalidade da lei, alguns conte\u00fados de maneira criativa em \u201ccasos\u201d.<\/p>\n<p>E voc\u00ea, como foi na prova? J\u00e1 pensando nos pr\u00f3ximos passos e mais pr\u00f3ximo de assumir seu cargo p\u00fablico? Desejamos, desde j\u00e1, sucesso a voc\u00ea!!! E, caso n\u00e3o tenha ido t\u00e3o bem, mais sucesso nas pr\u00f3ximas empreitadas concurseiras; vida de concurseiro \u00e9 assim mesmo, nada f\u00e1cil&#8230;<\/p>\n<p>Se est\u00e1 com a vaga garantida e pretende j\u00e1 seguir para o pr\u00f3ximo concurso, ou se a CM\/SSA j\u00e1 est\u00e1 no passado, d\u00ea uma olhada nos <a href=\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/cursosPorProfessor\/paulo-h-m-sousa-3384\">cursos ministrados pelo Prof. Paulo Sousa<\/a> e nos <a href=\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/cursosPorProfessor\/aline-santiago-3228\">cursos ministrados pela Prof. Aline Santiago<\/a>; ela tem mais foco nos concursos em geral, ele, na OAB e nas Carreiras Jur\u00eddicas. Certamente um tem um curso voltado para voc\u00ea! =)<\/p>\n<p>Grande abra\u00e7o,<\/p>\n<p><a href=\"prof.phms@gmail.com\">Paulo Sousa<\/a> (<a href=\"http:\/\/instagram.com\/prof.phms\">Insta<\/a> e <a href=\"http:\/\/facebook.com\/prof.phms\">FB<\/a>)<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/professor\/aline-santiago-3228\">Aline Santiago<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ol\u00e1 galera, Prof. Paulo Sousa (Insta e FB) e Prof. Aline Santiago, de Direito Civil, aqui do Estrat\u00e9gia Concursos, na \u00e1rea de novo! Neste artigo vamos analisar a prova de Direito Civil da C\u00e2mara Municipal de Salvador (BA) realizada h\u00e1 pouco. 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