{"id":108221,"date":"2018-03-07T17:54:26","date_gmt":"2018-03-07T20:54:26","guid":{"rendered":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/?p=108221"},"modified":"2023-05-23T10:06:25","modified_gmt":"2023-05-23T13:06:25","slug":"prova-comentada-fgv-camara-municipal-salvador-2018-cargo-arquiteto","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/prova-comentada-fgv-camara-municipal-salvador-2018-cargo-arquiteto\/","title":{"rendered":"Prova comentada &#8211; FGV C\u00e2mara Municipal Salvador 2018 &#8211; cargo: arquiteto"},"content":{"rendered":"<p>Oi pessoal! Vamos ver a prova da\u00a0FGV C\u00e2mara Municipal de Salvador?<\/p>\n<p>Para quem est\u00e1 pensando em fazer concurso para cargo de arquiteto, segue prova comentada &#8220;fresquinha&#8221;! Ainda n\u00e3o saiu o gabarito oficial e as respostas est\u00e3o conforme o gabarito preliminar.<\/p>\n<p>Eu considero as provas da FGV bem dif\u00edceis. Normalmente, o primeiro lugar acerta, mais ou menos, 70% da prova como um todo. J\u00e1 teve concurso sem nenhum aprovado. Logo, n\u00e3o se desesperem.<\/p>\n<p>Para os meus alunos, a prova completa, com ilustra\u00e7\u00f5es e bibliografia est\u00e1 postada na \u00e1rea do aluno.<\/p>\n<p>Abra\u00e7os! Moema<\/p>\n<h1>Prova arquiteto &#8211;\u00a0FGV C\u00e2mara Municipal Salvador 2018<\/h1>\n<p><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/07171800\/311.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-109861\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/07171800\/311.png\" alt=\"\" width=\"332\" height=\"245\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/07171800\/311.png 332w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/07171800\/311.png 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 332px) 100vw, 332px\" \/><\/a><\/p>\n<p><strong>31<\/strong><\/p>\n<p>A figura acima mostra o Teatro da Ribeira dos Ic\u00f3s, o mais antigo teatro do estado do Cear\u00e1, projetado pelo arquiteto Henrique Th\u00e9berge e constru\u00eddo em 1860. Essa obra exemplifica um estilo arquitet\u00f4nico que se iniciou com a chegada da miss\u00e3o cultural francesa ao Rio de Janeiro, em 1816.<\/p>\n<p>Da an\u00e1lise do estilo arquitet\u00f4nico do teatro e da \u00e9poca de sua constru\u00e7\u00e3o, \u00e9 correto concluir que o teatro \u00e9 um exemplo da Arquitetura:<\/p>\n<p>(A) Colonial;<\/p>\n<p>(B) Art Deco;<\/p>\n<p>(C) Neocl\u00e1ssica;<\/p>\n<p>(D) Moderna;<\/p>\n<p>(E) Ecl\u00e9tica.<\/p>\n<table style=\"height: 224px; width: 1514px;\">\n<tbody>\n<tr>\n<td style=\"width: 1500px;\" colspan=\"2\"><strong>Coment\u00e1rio:<\/strong><\/p>\n<p>No campo da arquitetura a Miss\u00e3o Francesa desenvolveu o estilo Neocl\u00e1ssico, abandonando os princ\u00edpios do barroco colonial portugu\u00eas.<\/p>\n<p>Os artistas da Miss\u00e3o Art\u00edstica Francesa pintavam, desenhavam, esculpiam e constru\u00edam \u00e0 moda europeia. Obedeciam ao estilo neocl\u00e1ssico, ou seja, um estilo art\u00edstico que propunha a volta aos padr\u00f5es da arte cl\u00e1ssica (greco-romana) da Antiguidade e do Renascimento. O artista n\u00e3o deve imitar a realidade, mas tentar recriar a beleza ideal em suas obras, por meio da imita\u00e7\u00e3o dos cl\u00e1ssicos.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 641px;\"><strong>Gabarito: alternativa<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 859px;\"><strong>C<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong>32 <\/strong>\u201cO principal objetivo destes tr\u00eas instrumentos, de aplica\u00e7\u00e3o sucessiva, \u00e9 o combate \u00e0 reten\u00e7\u00e3o de terrenos ociosos em setores da cidade que, cada vez mais, se valorizam ao serem dotados, pelo poder p\u00fablico municipal, de infraestrutura e servi\u00e7os urbanos, aumentando os custos de urbaniza\u00e7\u00e3o e expandindo, desnecessariamente, as \u00e1reas urbanas.\u201d Oliveira, Isabel Cristina Eiras de. Estatuto da cidade; para compreender. Rio de Janeiro: IBAM\/DUMA, 2001.<\/p>\n<p>Diante do exposto, os instrumentos descritos no par\u00e1grafo acima s\u00e3o:<\/p>\n<p>(A) imposto predial e territorial urbano progressivo no tempo; outorga onerosa do direito de construir; preemp\u00e7\u00e3o de im\u00f3vel urbano de interesse do munic\u00edpio;<\/p>\n<p>(B) imposto predial e territorial urbano progressivo no tempo; preemp\u00e7\u00e3o de im\u00f3vel urbano de interesse do munic\u00edpio; desapropria\u00e7\u00e3o com pagamento em t\u00edtulos da d\u00edvida p\u00fablica;<\/p>\n<p>(C) outorga onerosa do direito de construir; parcelamento, edifica\u00e7\u00e3o ou utiliza\u00e7\u00e3o compuls\u00f3rios; preemp\u00e7\u00e3o de im\u00f3vel urbano de interesse do munic\u00edpio;<\/p>\n<p>(D) parcelamento, edifica\u00e7\u00e3o ou utiliza\u00e7\u00e3o compuls\u00f3rios; imposto predial e territorial urbano progressivo no tempo; desapropria\u00e7\u00e3o com pagamento em t\u00edtulos da d\u00edvida p\u00fablica;<\/p>\n<p>(E) imposto predial e territorial urbano progressivo no tempo; parcelamento, edifica\u00e7\u00e3o ou utiliza\u00e7\u00e3o compuls\u00f3rios; desapropria\u00e7\u00e3o com pagamento em t\u00edtulos da d\u00edvida p\u00fablica.<\/p>\n<table style=\"width: 1508.67px;\">\n<tbody>\n<tr>\n<td style=\"width: 1496.67px;\" colspan=\"2\"><strong>Coment\u00e1rio:<\/strong><\/p>\n<p><em>\u201cEm diversas cidades brasileiras, h\u00e1 uma quantidade expressiva e inaceit\u00e1vel de terrenos ociosos no tecido urbano, estocados em geral com fins especulativos. O propriet\u00e1rio aguarda a valoriza\u00e7\u00e3o do lugar, a partir da interven\u00e7\u00e3o, exclusiva e privilegiada, do poder p\u00fablico com a instala\u00e7\u00e3o de infra-estrutura b\u00e1sica e implanta\u00e7\u00e3o de equipamentos urbanos essenciais. Al\u00e9m de interferirem negativamente no mercado de terras, estas \u00e1reas oneram o poder p\u00fablico municipal, pois, muitas vezes, o munic\u00edpio se v\u00ea obrigado a atender \u00e0s justas reivindica\u00e7\u00f5es dos moradores de \u00e1reas desprovidas de toda e qualquer infra-estrutura e, nesta tarefa, dota de servi\u00e7os e equipamentos tamb\u00e9m os terrenos ociosos existentes no caminho.<\/em><\/p>\n<p><em>A reten\u00e7\u00e3o especulativa de im\u00f3vel urbano ocorre quando o respectivo propriet\u00e1rio n\u00e3o investe em seu terreno e tamb\u00e9m n\u00e3o o vende, esperando que seu valor de mercado aumente ao longo do tempo, em virtude dos investimentos feitos na vizinhan\u00e7a pelo poder p\u00fablico e, tamb\u00e9m, por agentes privados.<\/em><\/p>\n<p><em>O preju\u00edzo que a ociosidade de im\u00f3veis pode causar \u00e0 popula\u00e7\u00e3o de uma cidade\u00a0<\/em><em>\u00e9 o alto custo, por habitante, de equipamentos e servi\u00e7os p\u00fablicos. Isso acontece quando muitos terrenos permanecem baldios no interior de bairros j\u00e1 consolidados e quando, ao redor da cidade, se multiplicam loteamentos e conjuntos residenciais, dispersos, em \u00e1rea ainda n\u00e3o urbanizada e distantes dos locais onde h\u00e1 oferta de empregos, com\u00e9rcio e servi\u00e7os urbanos.<\/em><\/p>\n<p><strong><em>O artigo 182 da Constitui\u00e7\u00e3o Federal, em seu par\u00e1grafo quarto, diz que \u00e9 facultado ao poder p\u00fablico municipal, mediante lei espec\u00edfica para \u00e1rea inclu\u00edda no Plano Diretor, exigir nos termos da lei federal, do propriet\u00e1rio do solo urbano n\u00e3o edificado, subutilizado ou n\u00e3o utilizado que promova seu adequado aproveitamento, sob pena, sucessivamente, de: parcelamento, edifica\u00e7\u00e3o ou utiliza\u00e7\u00e3o compuls\u00f3rios; imposto predial e territorial urbano progressivo no tempo; e a desapropria\u00e7\u00e3o com pagamento em t\u00edtulos da d\u00edvida p\u00fablica.<\/em><\/strong><\/p>\n<p><em>O principal objetivo destes tr\u00eas instrumentos, de aplica\u00e7\u00e3o sucessiva, \u00e9 o combate \u00e0 reten\u00e7\u00e3o de terrenos ociosos em setores da cidade que, cada vez mais, se valorizam ao serem dotados, pelo poder p\u00fablico municipal, de infraestrutura e servi\u00e7os urbanos, aumentando os custos de urbaniza\u00e7\u00e3o e expandindo, desnecessariamente, as \u00e1reas urbanas.\u201d<\/em><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/polis.org.br\/wp-content\/uploads\/estatuto_cidade_compreender.pdf\">http:\/\/polis.org.br\/wp-content\/uploads\/estatuto_cidade_compreender.pdf<\/a><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 297px;\"><strong>Gabarito: alternativa<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 1199.67px;\"><strong>D<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong>33 <\/strong>A NBR 13.531 &#8211; Elabora\u00e7\u00e3o de Projetos de Edifica\u00e7\u00f5es \u2013 Atividades T\u00e9cnicas, estabelece as atividades que s\u00e3o exigidas para o projeto de uma edifica\u00e7\u00e3o, e a NBR 13.532 \u2013 Elabora\u00e7\u00e3o de Projetos de Edifica\u00e7\u00f5es \u2013 Arquitetura, a complementa, fixando as condi\u00e7\u00f5es exig\u00edveis para a elabora\u00e7\u00e3o de projetos de arquitetura especificamente, sendo aplic\u00e1vel a todas as classes tipol\u00f3gicas formais e funcionais de edifica\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Considere as seguintes afirmativas.<\/p>\n<p>I. A etapa de Levantamento para o Projeto de Arquitetura tem como objetivo coletar dados que representem as condi\u00e7\u00f5es do terreno destinado ao projeto, como levantamento planialtim\u00e9trico, dados ambientais, clim\u00e1ticos, ecol\u00f3gicos, geol\u00f3gicos, entre outros, excetuando-se as informa\u00e7\u00f5es sobre constru\u00e7\u00f5es preexistentes.<\/p>\n<p>II. Faz parte da etapa de levantamento a pesquisa e a identifica\u00e7\u00e3o das leis municipais de parcelamento de solo e de zoneamento que se aplicam ao terreno da futura edifica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>III. N\u00e3o faz parte da fase de levantamento a elabora\u00e7\u00e3o do Programa de Necessidades, que \u00e9 a etapa na qual se definem as exig\u00eancias prescritivas ou de desempenho a serem satisfeitas pela edifica\u00e7\u00e3o a ser concebida.<\/p>\n<p>Est\u00e1 correto somente o que se afirma em:<\/p>\n<p>(A) I;<\/p>\n<p>(B) II;<\/p>\n<p>(C) III;<\/p>\n<p>(D) I e II;<\/p>\n<p>(E) II e III.<\/p>\n<table style=\"width: 1528.67px; height: 821px;\">\n<tbody>\n<tr style=\"height: 782px;\">\n<td style=\"width: 1517.67px; height: 782px;\" colspan=\"2\"><strong>Coment\u00e1rio:<\/strong><\/p>\n<p>Antes de comentar a quest\u00e3o, gostaria de ressaltar que as 2 normas citadas foram substitu\u00eddas pelas seguintes: NBR 16636-1 \u2013 \u201cElabora\u00e7\u00e3o e desenvolvimento de servi\u00e7os t\u00e9cnicos especializados de projetos arquitet\u00f4nicos e urban\u00edsticos &#8211; Parte 1: Diretrizes e terminologia\u201c (15.12.2017) e a NBR 16636-2 \u201cElabora\u00e7\u00e3o e desenvolvimento de servi\u00e7os t\u00e9cnicos especializados de projetos arquitet\u00f4nicos e urban\u00edsticos &#8211; Parte 2: Projeto arquitet\u00f4nico\u201d (19.12.2017).<\/p>\n<p>Agora, vamos comentar as alternativas:<\/p>\n<p>I.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 A etapa de Levantamento para o Projeto de Arquitetura tem como objetivo coletar dados que representem as condi\u00e7\u00f5es do terreno destinado ao projeto, como levantamento planialtim\u00e9trico, dados ambientais, clim\u00e1ticos, ecol\u00f3gicos, geol\u00f3gicos, entre outros, <strong>incluindo-se<\/strong> as informa\u00e7\u00f5es sobre constru\u00e7\u00f5es preexistentes.<\/p>\n<p>II.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Correta. De acordo com a NBR 13.531 temos:<\/p>\n<p><strong><em>2.4.1\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/em><\/strong><strong><em>Levantamento (LV)<\/em><\/strong><\/p>\n<p><em>Etapa destinada \u00e0 coleta das informa\u00e7\u00f5es de refer\u00eancia que representem as condi\u00e7\u00f5es pr\u00e9-existentes, de interesse para instruir a elabora\u00e7\u00e3o do projeto, podendo incluir os seguintes tipos de dados:<\/em><\/p>\n<p><em>a) f\u00edsicos: planialtim\u00e9tricos; cadastrais (edifica\u00e7\u00f5es, redes, etc.); geol\u00f3gicos, h\u00eddricos; ambientais, clim\u00e1ticos, ecol\u00f3gicos; outros;<\/em><\/p>\n<p><em>b) t\u00e9cnicos;<\/em><\/p>\n<p><em>c) legais e jur\u00eddicos;<\/em><\/p>\n<p><em>d) sociais<\/em><\/p>\n<p><em>e) econ\u00f4micos;<\/em><\/p>\n<p><em>f) financeiros;<\/em><\/p>\n<p><em>g) outros.<\/em><\/p>\n<p>III.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Correta. De acordo com a NBR 13.531 temos:<\/p>\n<p><strong><em>2.4.2\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/em><\/strong><strong><em>Programa de necessidades (PN)<\/em><\/strong><\/p>\n<p><em>Etapa destinada \u00e0 determina\u00e7\u00e3o das exig\u00eancias de car\u00e1ter prescritivo ou de desempenho (necessidades e expectativas dos usu\u00e1rios) a serem satisfeitas pela edifica\u00e7\u00e3o a ser concebida.<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 292px;\"><strong>Gabarito: alternativa<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 1225.67px;\"><strong>E<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong>34 <\/strong>A pol\u00edtica urbana teve um cap\u00edtulo especial na Constitui\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica de 1988. Uma das novas exig\u00eancias da Constitui\u00e7\u00e3o \u00e9 a necessidade de Plano Diretor para cidades com popula\u00e7\u00e3o acima de:<\/p>\n<p>(A) 5.000 habitantes;<\/p>\n<p>(B) 7.000 habitantes;<\/p>\n<p>(C) 10.000 habitantes;<\/p>\n<p>(D) 15.000 habitantes;<\/p>\n<p>(E) 20.000 habitantes.<\/p>\n<table style=\"width: 1537px;\">\n<tbody>\n<tr style=\"height: 518px;\">\n<td style=\"width: 1526px; height: 518px;\" colspan=\"2\"><strong>Coment\u00e1rio:<\/strong><\/p>\n<p>Essa a gente cansou de fazer e olha ela a\u00ed!<\/p>\n<p><strong><em>CAP\u00cdTULO II<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>DA POL\u00cdTICA URBANA<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Art. 182.<\/em><\/strong><em> A pol\u00edtica de desenvolvimento urbano, executada pelo Poder P\u00fablico municipal, conforme diretrizes gerais fixadas em lei, tem por objetivo ordenar o pleno desenvolvimento das fun\u00e7\u00f5es sociais da cidade e garantir o bem-estar de seus habitantes.<\/em><\/p>\n<p><em>\u00a7 1\u00ba O plano diretor, aprovado pela C\u00e2mara Municipal, obrigat\u00f3rio para cidades com mais de <strong>vinte mil habitantes<\/strong>, \u00e9 o instrumento b\u00e1sico da pol\u00edtica de desenvolvimento e de expans\u00e3o urbana.<\/em><\/p>\n<p><em>\u00a7 2\u00ba A propriedade urbana cumpre sua fun\u00e7\u00e3o social quando atende \u00e0s exig\u00eancias fundamentais de ordena\u00e7\u00e3o da cidade expressas no plano diretor.<\/em><\/p>\n<p><em>\u00a7 3\u00ba As desapropria\u00e7\u00f5es de im\u00f3veis urbanos ser\u00e3o feitas com pr\u00e9via e justa indeniza\u00e7\u00e3o em dinheiro.<\/em><\/p>\n<p><em>\u00a7 4\u00ba \u00c9 facultado ao Poder P\u00fablico municipal, mediante lei espec\u00edfica para \u00e1rea inclu\u00edda no plano diretor, exigir, nos termos da lei federal, do propriet\u00e1rio do solo urbano n\u00e3o edificado, subutilizado ou n\u00e3o utilizado, que promova seu adequado aproveitamento, sob pena, sucessivamente, de:<\/em><\/p>\n<p><em>I parcelamento ou edifica\u00e7\u00e3o compuls\u00f3rios\u037e<\/em><\/p>\n<p><em>II imposto sobre a propriedade predial e territorial urbana progressivo no tempo\u037e<\/em><\/p>\n<p><em>III desapropria\u00e7\u00e3o com pagamento mediante t\u00edtulos da d\u00edvida p\u00fablica de emiss\u00e3o previamente aprovada pelo Senado Federal, com prazo de resgate de at\u00e9 dez anos, em parcelas anuais, iguais e sucessivas, assegurados o valor real da indeniza\u00e7\u00e3o e os juros legais.<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr style=\"height: 58px;\">\n<td style=\"width: 298px; height: 58px;\"><strong>Gabarito: alternativa<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 1228px; height: 58px;\"><strong>E<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong>35 <\/strong>O planejamento de uma constru\u00e7\u00e3o civil deve prever que, antes do in\u00edcio da obra, seja realizado um registro das condi\u00e7\u00f5es das edifica\u00e7\u00f5es vizinhas.<\/p>\n<p>A respeito desse registro, analise as afirmativas a seguir.<\/p>\n<p>I. Deve ser realizado por meio de uma per\u00edcia nas edifica\u00e7\u00f5es antes do in\u00edcio das obras.<\/p>\n<p>II. A escolha das edifica\u00e7\u00f5es deve contemplar pelo menos as que tenham limite com a constru\u00e7\u00e3o a ser realizada.<\/p>\n<p>III. Tem a finalidade de salvaguardar o propriet\u00e1rio do im\u00f3vel submetido a esse registro.<\/p>\n<p>Est\u00e1 correto somente o que se afirma em:<\/p>\n<p>(A) I;<\/p>\n<p>(B) II;<\/p>\n<p>(C) III;<\/p>\n<p>(D) I e II;<\/p>\n<p>(E) II e III.<\/p>\n<table style=\"width: 1544.33px;\">\n<tbody>\n<tr>\n<td style=\"width: 1537.33px;\"><strong>Coment\u00e1rio:<\/strong><\/p>\n<p>Uma importante etapa do in\u00edcio de obra \u00e9 o \u201cregistro das condi\u00e7\u00f5es das edifica\u00e7\u00f5es vizinhas\u201d. Esta etapa, antigamente relegada a segundo plano, vem ganhando cada vez mais import\u00e2ncia, uma vez que permite maior seguran\u00e7a \u00e0 empresa que constr\u00f3i.\u00a0 A verifica\u00e7\u00e3o pr\u00e9via das condi\u00e7\u00f5es da vizinhan\u00e7a permite que a empresa n\u00e3o tenha surpresa desagrad\u00e1vel durante a produ\u00e7\u00e3o do empreendimento, seja com a ocorr\u00eancia de patologias diversas como trincas excessivas ou mesmo chegando-se a situa\u00e7\u00f5es de desabamentos de resid\u00eancias vizinhas. Por outro lado, permite, ainda, que se previna quanto \u00e0s reclama\u00e7\u00f5es infundadas de vizinhos. O registro deve ser feito em relat\u00f3rio t\u00e9cnico espec\u00edfico contendo \u201ccroqui\u201d com indica\u00e7\u00e3o das ocorr\u00eancias, relacionados a fotos devidamente datadas e relatos das observa\u00e7\u00f5es realizadas. O relat\u00f3rio realizado dever\u00e1 ser registrado em Cart\u00f3rio.<\/p>\n<p><strong>I.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/strong>De acordo com a NBR 13752, em seu item 3.61, per\u00edcia\u00a0 \u00e9 <em>Atividade que envolve apura\u00e7\u00e3o das causas que motivaram determinado evento ou da asser\u00e7\u00e3o de direitos.<\/em><\/p>\n<p><em>4.1.6 Esp\u00e9cies de per\u00edcias<\/em><\/p>\n<p><em>Podem ser:<\/em><\/p>\n<p><em>a) arbitramentos;<\/em><\/p>\n<p><em>b) avalia\u00e7\u00f5es;<\/em><\/p>\n<p><em>c) exames;<\/em><\/p>\n<p><em>d) vistorias;<\/em><\/p>\n<p><em>e) outras.<\/em><\/p>\n<p><em>\u00a0<\/em><\/p>\n<p><em>4.1.7 Tipos de ocorr\u00eancias que envolvem ou podem envolver per\u00edcias<\/em><\/p>\n<p><em>Podem ser:<\/em><\/p>\n<p><em>a)\u00a0\u00a0 <\/em><em>a\u00e7\u00f5es judiciais;<\/em><\/p>\n<p><em>b)\u00a0\u00a0 <\/em><em>a\u00e7\u00f5es administrativas;<\/em><\/p>\n<p><em>c)\u00a0\u00a0\u00a0 <\/em><em>extrajudiciais.<\/em><\/p>\n<p>Segundo SILVA, A. P.; Jonov, C. M. P.(2014), Vistoria \u00e9 a constata\u00e7\u00e3o de um fato, mediante exame circunstanciado e minucioso dos elementos que o constituem, sem a indaga\u00e7\u00e3o das causas que o motivaram.<\/p>\n<p>Conforme o IBAPE\/MG (2014), Vistoria Cautelar tem o objetivo de vistoriar e analisar tecnicamente o estado geral dos im\u00f3veis vizinhos confrontantes com uma obra a ser edificada e as imedia\u00e7\u00f5es desta. Ser\u00e3o analisadas e relatadas as condi\u00e7\u00f5es f\u00edsicas e estruturais dos im\u00f3veis, as caracter\u00edsticas construtivas, as anomalias, os defeitos e os danos f\u00edsicos existentes. Estes dados dever\u00e3o ser documentados, registrados e ainda fotografados na data da vistoria.<\/p>\n<p><strong>II.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/strong>Correta.<\/p>\n<p><strong>III.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/strong>Errada. Tem a finalidade de salvaguardar a construtora de reclama\u00e7\u00f5es infundadas de vizinhos.<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<table style=\"width: 1548.67px;\">\n<tbody>\n<tr>\n<td style=\"width: 298px;\"><strong>Gabarito: alternativa<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 1240.67px;\"><strong>B<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong>36 <\/strong>\u00a0\u00c0s v\u00e9speras da finaliza\u00e7\u00e3o da obra de constru\u00e7\u00e3o de uma resid\u00eancia, Ana, arquiteta respons\u00e1vel pela empreitada, recebe o contratante e dono do im\u00f3vel. Em rela\u00e7\u00e3o a um determinado c\u00f4modo, ele solicita uma mudan\u00e7a de tens\u00e3o na tomada dedicada (de 127 V para 220 V), que alimentaria o condicionador de ar de janela, mas ele j\u00e1 possu\u00eda o aparelho de 220 V. Sabe-se que os aparelhos de 127 V e 220 V possuem pot\u00eancia, rendimento e fator de pot\u00eancia iguais.<\/p>\n<p>O propriet\u00e1rio, diante das circunst\u00e2ncias, afirma que:<\/p>\n<p>I. O aparelho de 220 V que ser\u00e1 usado permitir\u00e1 uma economia na conta de energia el\u00e9trica em rela\u00e7\u00e3o ao de 127 V.<\/p>\n<p>II. O disjuntor de prote\u00e7\u00e3o do circuito considerado, instalado no Quadro Geral de Prote\u00e7\u00e3o e Distribui\u00e7\u00e3o, precisaria ser revisto e recalculado.<\/p>\n<p>III. O cabeamento do circuito deve ser modificado, aumentando sua se\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Est\u00e1 correto somente o que se afirma em:<\/p>\n<p>(A) I;<\/p>\n<p>(B) II;<\/p>\n<p>(C) III;<\/p>\n<p>(D) I e II;<\/p>\n<p>(E) II e III.<\/p>\n<table style=\"width: 1528px;\">\n<tbody>\n<tr>\n<td style=\"width: 1517px;\" colspan=\"2\"><strong>Coment\u00e1rio:<\/strong><\/p>\n<p><strong>I.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/strong>Errada. Isso \u00e9 um mito. De acordo com o enunciado, os aparelhos 127 V e 220 V possuem pot\u00eancia, rendimento e fator de pot\u00eancia iguais.<\/p>\n<p><em>\u201cO quanto uma pessoa gasta de energia el\u00e9trica numa casa depende da pot\u00eancia dos equipamentos instalados e do tempo de uso de cada um deles. Como exemplo, apresenta-se o c\u00e1lculo do consumo do chuveiro, que \u00e9 um aparelho que consome muita energia dentro de casa. Considerando-se um chuveiro de 4.400 W, se ele ficar ligado por uma hora, a energia consumida ser\u00e1 de 4.400 W x 1 h, o que representa um consumo de 4.400 Wh, ou seja, 4,4 kWh, pois 1 kW \u00e9 igual a 1.000 W. Se todos os dias do m\u00eas o chuveiro for utilizado pelo mesmo tempo, ent\u00e3o, no fim do m\u00eas, o consumo com banho ser\u00e1 de 4,4 kWh x 30 dias, que \u00e9 igual a 132 kWh. Para saber quanto, em valores monet\u00e1rios, gastar\u00e1 esse chuveiro durante o m\u00eas, basta multiplicar 132 kWh de energia consumida pelo valor do kWh que est\u00e1 na conta de luz.\u201d (J\u00fanior, Instala\u00e7\u00f5es El\u00e9tricas e o projeto de arquitetura, 2017)<\/em><\/p>\n<p><strong>II.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/strong>Correta. A divis\u00e3o da instala\u00e7\u00e3o el\u00e9trica em circuitos terminais segue crit\u00e9rios estabelecidos na NBR 5410 (Instala\u00e7\u00f5es El\u00e9tricas de Baixa Tens\u00e3o \u2013 Procedimentos)<\/p>\n<p>Para cada circuito terminal, dever\u00e1 ser previsto um dispositivo de prote\u00e7\u00e3o no quadro de distribui\u00e7\u00e3o. \u00c9 muito importante utilizar disjuntores ou fus\u00edveis adequados nas instala\u00e7\u00f5es el\u00e9tricas. A capacidade desses equipamentos \u00e9 dada em ampere (A), que indica a intensidade de carga el\u00e9trica que pode passar por eles. A utiliza\u00e7\u00e3o de disjuntores com capacidade acima do necess\u00e1rio poder\u00e1 danificar as instala\u00e7\u00f5es e os aparelhos el\u00e9tricos; por outro lado, se a amperagem for abaixo, ocorrer\u00e1 o desarme dos disjuntores ou a queima excessiva de fus\u00edveis, \u00e0s vezes, sem necessidade.<\/p>\n<p>A pot\u00eancia \u00e9 uma rela\u00e7\u00e3o entre tens\u00e3o el\u00e9trica e corrente el\u00e9trica, expressada pela formula P=V * I (pot\u00eancia P \u00e9 igual a tens\u00e3o el\u00e9trica V vezes a corrente el\u00e9trica I), logicamente baseado nesta f\u00f3rmula se eu mudar minha tens\u00e3o de 110V para 220V vou ter uma mudan\u00e7a na corrente el\u00e9trica. Exemplo:<\/p>\n<p>P = V x I, logo I = P\/V<\/p>\n<p>Se eu tenho 2 aparelhos com pot\u00eancia de 5.500 W, por exemplo, vamos ter as seguintes intensidades para cada tens\u00e3o:<\/p>\n<p>I = 5.500 W\/110 V = 50 A e<\/p>\n<p>I= 5.500 W\/220 V = 25 A<\/p>\n<p>Logo, para o equipamento de 220 V, precisar\u00edamos de um disjuntor de menor capacidade.<\/p>\n<p>Aproveitando, na divis\u00e3o das pot\u00eancias por circuitos, temos os seguintes limites:<\/p>\n<p>\u00b7\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Tens\u00e3o de 127 V: limite de pot\u00eancia 1.200 W.<\/p>\n<p>\u00b7\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Tens\u00e3o de 220 V: limite de pot\u00eancia 2.500 W.<\/p>\n<p><strong>III.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/strong>Errada. A corrente el\u00e9trica que passa pelos fios \u00e9 medida em amp\u00e8res ou A. A quantidade de corrente que pode passar pelo fio depende de sua se\u00e7\u00e3o (di\u00e2metro), e o valor do fus\u00edvel ou do disjuntor deve ser igual ao valor da corrente que o fio suporta.<\/p>\n<p>Como j\u00e1 vimos, pot\u00eancia el\u00e9trica \u00e9 o resultado do produto da a\u00e7\u00e3o da corrente e da tens\u00e3o. Logo, se temos 2 aparelhos com a mesma pot\u00eancia e tens\u00f5es diferentes, para um equipamento de tens\u00e3o 220 V, precisaremos de cabeamento de di\u00e2metro menor do que para o equipamento de 110 V. (vide exemplo da quest\u00e3o anterior)<\/p>\n<p>Uma se\u00e7\u00e3o de fio adequada permite a passagem da corrente el\u00e9trica sem aquecimento excessivo e permite que a queda de tens\u00e3o seja mantida dentro dos valores limite normalizados.<\/p>\n<p>De modo geral, quanto mais grosso \u00e9 o fio, maior \u00e9 sua capacidade de conduzir a corrente el\u00e9trica.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 298px;\"><strong>Gabarito: alternativa<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 1219px;\"><strong>B<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong>37 <\/strong>M\u00e9todo de loca\u00e7\u00e3o aplicado em obras de grande porte onde s\u00e3o empregados equipamentos de topografia e uma estrutura de madeira, composta por pontaletes nos quais s\u00e3o pregadas t\u00e1buas ao longo de todo o per\u00edmetro da edifica\u00e7\u00e3o, para posicionar os elementos de obra.<\/p>\n<p>A descri\u00e7\u00e3o se refere ao m\u00e9todo:<\/p>\n<p>(A) do Gabarito;<\/p>\n<p>(B) da Poligonal;<\/p>\n<p>(C) do Cavalete;<\/p>\n<p>(D) do Esquadro;<\/p>\n<p>(E) da Envolt\u00f3ria.<\/p>\n<table style=\"width: 1521px;\">\n<tbody>\n<tr>\n<td style=\"width: 1509px;\" colspan=\"2\"><strong>Coment\u00e1rio:<\/strong><\/p>\n<p>O processo topogr\u00e1fico \u00e9 utilizado principalmente em obras de grande envergadura ou em obras executadas com estruturas pr\u00e9-fabricadas. Nestes casos qualquer erro poder\u00e1 comprometer seriamente a obra. Nos casos de obras de pequeno porte \u00e9 comum o emprego dos procedimentos manuais. Em qualquer um dos casos a materializa\u00e7\u00e3o da demarca\u00e7\u00e3o da obra exigir\u00e1 um elemento auxiliar, o qual poder\u00e1 ser constitu\u00eddo por simples piquete, por cavaletes ou pela tabeira (tamb\u00e9m denominada tapume, t\u00e1bua corrida ou gabarito).<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/07172147\/Loca%C3%A7%C3%A3o-gabarito1.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-109863 alignleft\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/07172147\/Loca%C3%A7%C3%A3o-gabarito1.png\" alt=\"\" width=\"840\" height=\"541\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/07172147\/Loca%C3%A7%C3%A3o-gabarito1.png 977w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/07172147\/Loca%C3%A7%C3%A3o-gabarito1.png 300w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/07172147\/Loca%C3%A7%C3%A3o-gabarito1.png 768w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/07172147\/Loca%C3%A7%C3%A3o-gabarito1.png 610w\" sizes=\"auto, (max-width: 840px) 100vw, 840px\" \/><\/a><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 298px;\"><strong>Gabarito: alternativa<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 1211px;\"><strong>A<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong>38 <\/strong>Deseja-se realizar o escoramento das formas para concretagem de uma viga interna, utilizando pontaletes de eucalipto como escoras.<\/p>\n<p>Considere os seguintes dados do projeto:<\/p>\n<ul>\n<li>Peso total a ser suportado pelas escoras: 512 kgf\/m<\/li>\n<li>\u00c1rea da se\u00e7\u00e3o da escora: 80 cm2<\/li>\n<li>Coeficiente de Rondelet: 0,4<\/li>\n<li>Tens\u00e3o admiss\u00edvel do eucalipto: 50 kgf\/cm2<\/li>\n<li>Fator de seguran\u00e7a da tens\u00e3o admiss\u00edvel da escora: 2,5<\/li>\n<\/ul>\n<p>O espa\u00e7amento m\u00ednimo entre cada escora, em metros, \u00e9:<\/p>\n<p>(A) 1,00;<\/p>\n<p>(B) 1,18;<\/p>\n<p>(C) 1,25;<\/p>\n<p>(D) 1,35;<\/p>\n<p>(E) 1,50.<\/p>\n<table style=\"width: 1493px;\">\n<tbody>\n<tr>\n<td style=\"width: 1481px;\" colspan=\"2\"><strong>Coment\u00e1rio:<\/strong><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 14pt;\">\u03c3 = F\/A &#8211; F =\u00a0\u03c3 . A<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 14pt;\">F<\/span>resistente = 0,40 x 50Kgf\/cm2 x 80 cm\u00b2 = 1.600 Kgf<\/p>\n<p>For\u00e7a resistente em cada escora: Fresistente\/FS (fator de seguran\u00e7a) = 1.600 Kgf\/2,5 = 640 Kgf<\/p>\n<p>Espa\u00e7amento entre as escoras: Raz\u00e3o = 640 kgf\/512 Kgf = 1,25<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 298px;\"><strong>Gabarito: alternativa<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 1183px;\"><strong>C<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong>39 <\/strong>A respeito da atividade de elabora\u00e7\u00e3o do Projeto de Arquitetura, assinale V para afirmativa verdadeira e F para falsa.<\/p>\n<p>( ) As informa\u00e7\u00f5es t\u00e9cnicas produzidas em quaisquer das etapas de elabora\u00e7\u00e3o do projeto de arquitetura devem ser apresentadas sempre por meio de desenhos, maquetes e textos.<\/p>\n<p>( ) Os documentos t\u00e9cnicos (desenhos e textos) produzidos para o projeto de arquitetura, que forem rejeitados parcial ou totalmente pelo contratante, devem ser revistos ou alterados apenas pelo seu autor e submetidos \u00e0 nova avalia\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>( ) Para o desenvolvimento do Projeto para Execu\u00e7\u00e3o de Arquitetura, ou Projeto Executivo (PE-ARQ), devem ser utilizadas as seguintes informa\u00e7\u00f5es de refer\u00eancia: o anteprojeto ou projeto b\u00e1sico de arquitetura, anteprojetos ou projetos b\u00e1sicos produzidos por outras atividades t\u00e9cnicas, e outras informa\u00e7\u00f5es que sejam relevantes.<\/p>\n<p>A sequ\u00eancia correta \u00e9:<\/p>\n<p>(A) F, V, V;<\/p>\n<p>(B) V, F, V;<\/p>\n<p>(C) F, V, F;<\/p>\n<p>(D) V, F, F;<\/p>\n<p>(E) V, V, V.<\/p>\n<table style=\"width: 1485px;\">\n<tbody>\n<tr>\n<td style=\"width: 1475px;\" colspan=\"2\"><strong>Coment\u00e1rio:<\/strong><\/p>\n<p><strong><em>4.4 Execu\u00e7\u00e3o das etapas do projeto de arquitetura<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>4.4.1 Elabora\u00e7\u00e3o do projeto de arquitetura<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>4.4.1.1<\/em><\/strong><em> A elabora\u00e7\u00e3o do projeto de arquitetura deve ser orientada, em cada uma das suas etapas, por:<\/em><\/p>\n<p><em>a) informa\u00e7\u00f5es de refer\u00eancia a utilizar;<\/em><\/p>\n<p><em>b) informa\u00e7\u00f5es t\u00e9cnicas a produzir;<\/em><\/p>\n<p><em>c) documentos t\u00e9cnicos a apresentar.<\/em><\/p>\n<p><strong><em>4.4.1.2<\/em><\/strong><em> As informa\u00e7\u00f5es t\u00e9cnicas produzidas em quaisquer das etapas de elabora\u00e7\u00e3o do projeto de arquitetura devem ser apresentadas mediante documentos t\u00e9cnicos (originais e\/ou c\u00f3pias) em conformidade com os padr\u00f5es estabelecidos nas normas pertinentes, podendo ser:<\/em><\/p>\n<p><em>a) desenhos;<\/em><\/p>\n<p><em>b) textos (memoriais, relat\u00f3rios, rela\u00e7\u00f5es e listagens);<\/em><\/p>\n<p><em>c) planilhas e tabelas;<\/em><\/p>\n<p><em>d) fluxogramas e cronogramas;<\/em><\/p>\n<p><em>e) fotografias;<\/em><\/p>\n<p><em>f) maquetes;<\/em><\/p>\n<p><em>g) outros meios de representa\u00e7\u00e3o.<\/em><\/p>\n<p><em>(&#8230;)<\/em><\/p>\n<p><strong><em>4.4.9 Projeto para execu\u00e7\u00e3o de arquitetura (PE-ARQ)<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>4.4.9.1<\/em><\/strong><em> Informa\u00e7\u00f5es de refer\u00eancia a utilizar:<\/em><\/p>\n<p><em>a) anteprojeto ou projeto b\u00e1sico de arquitetura (AP-ARQ ou PB-ARQ );<\/em><\/p>\n<p><em>b) anteprojetos ou projetos b\u00e1sicos produzidos por outras atividades t\u00e9cnicas;<\/em><\/p>\n<p><em>c) outras informa\u00e7\u00f5es.<\/em><\/p>\n<p><em>(&#8230;)<\/em><\/p>\n<p><strong><em>6 Aceita\u00e7\u00e3o e rejei\u00e7\u00e3o<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>6.1 Avalia\u00e7\u00f5es t\u00e9cnicas<\/em><\/strong><\/p>\n<p><em>(&#8230;)<\/em><\/p>\n<p><em>6.1.3 Os documentos t\u00e9cnicos (desenhos e textos) que forem rejeitados parcial ou totalmente devem ser revistos ou alterados apenas pelo seu autor e submetidos a nova avalia\u00e7\u00e3o.<\/em><\/p>\n<p>(ABNT, 1995)<\/p>\n<p>Logo, tendo em vista os trechos acima retirados da NBR 13532, a sequencia correta \u00e9 F, V, V.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 298px;\"><strong>Gabarito: alternativa<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 1177px;\"><strong>A<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong>40 <\/strong>A Arquitetura Bioclim\u00e1tica re\u00fane estrat\u00e9gias de projeto para reduzir o consumo de energia de uma edifica\u00e7\u00e3o, utilizando dados microclim\u00e1ticos do s\u00edtio como base. Em geral, s\u00e3o duas as maneiras de melhorar o desempenho energ\u00e9tico de um edif\u00edcio: atrav\u00e9s do aproveitamento das caracter\u00edsticas favor\u00e1veis do s\u00edtio e da prote\u00e7\u00e3o contra os aspectos desfavor\u00e1veis.<\/p>\n<p>No contexto da Arquitetura Bioclim\u00e1tica, \u00e9 correto afirmar que:<\/p>\n<p>(A) para as esta\u00e7\u00f5es quentes, as janelas de uma edifica\u00e7\u00e3o devem estar localizadas na dire\u00e7\u00e3o contr\u00e1ria do vento dominante favor\u00e1vel;<\/p>\n<p>(B) a ventila\u00e7\u00e3o natural deve ser constante nos climas quente-\u00famidos, a fim de dar conforto ao usu\u00e1rio do edif\u00edcio, manter a qualidade do ar e resfriar as superf\u00edcies interiores do local, durante o per\u00edodo quente;<\/p>\n<p>(C) a temperatura de uma superf\u00edcie exposta \u00e0 radia\u00e7\u00e3o intensa geralmente \u00e9 menor do que a do ar. Portanto, nos climas quente-\u00famidos, o efeito da convec\u00e7\u00e3o em superf\u00edcies expostas \u00e0 radia\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 desej\u00e1vel, porque o movimento do ar tende a esfri\u00e1-las por evapora\u00e7\u00e3o;<\/p>\n<p>(D) a orienta\u00e7\u00e3o na implanta\u00e7\u00e3o de um edif\u00edcio em fun\u00e7\u00e3o da radia\u00e7\u00e3o solar perde sua import\u00e2ncia para locais com alta latitude;<\/p>\n<p>(E) deve-se aproveitar o movimento do ar sobre as superf\u00edcies expostas \u00e0 radia\u00e7\u00e3o intensa, a fim de resfri\u00e1-las, escolhendo-se lugares altos ou em encostas para implantar a edifica\u00e7\u00e3o, pois a velocidade do vento diminui com a altitude.<\/p>\n<table style=\"width: 1480px;\">\n<tbody>\n<tr>\n<td style=\"width: 1469px;\" colspan=\"2\"><strong>Coment\u00e1rio:<\/strong><\/p>\n<p>(A)\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 para as esta\u00e7\u00f5es quentes, as janelas de uma edifica\u00e7\u00e3o devem estar localizadas na dire\u00e7\u00e3o <span style=\"text-decoration: line-through;\">contr\u00e1ria<\/span> do vento dominante favor\u00e1vel;<\/p>\n<p>(B)\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 correta;<\/p>\n<p>(C)\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Portanto, nos climas quente-\u00famidos, o efeito da convec\u00e7\u00e3o em superf\u00edcies expostas \u00e0 radia\u00e7\u00e3o <span style=\"text-decoration: line-through;\">n\u00e3o<\/span> \u00e9 desej\u00e1vel, porque o movimento do ar tende a esfri\u00e1-las por evapora\u00e7\u00e3o;<\/p>\n<p>(D)\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 a orienta\u00e7\u00e3o na implanta\u00e7\u00e3o de um edif\u00edcio em fun\u00e7\u00e3o da radia\u00e7\u00e3o solar perde sua import\u00e2ncia para locais com baixa latitude;<\/p>\n<p>(E)\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 deve-se aproveitar o movimento do ar sobre as superf\u00edcies expostas \u00e0 radia\u00e7\u00e3o intensa, a fim de resfri\u00e1-las, escolhendo-se lugares altos ou em encostas para implantar a edifica\u00e7\u00e3o, pois a velocidade do vento aumenta com a altitude.<\/p>\n<p>Pode ser que alguns estejam se perguntando porque a import\u00e2ncia da orienta\u00e7\u00e3o em fun\u00e7\u00e3o da radia\u00e7\u00e3o t\u00e9rmica diminui \u00e0 medida que as latitudes ficam mais baixas. L\u00facia Mascar\u00f3 traz essa quest\u00e3o para dizer que a orienta\u00e7\u00e3o em fun\u00e7\u00e3o dos ventos passa a ser mais importante que a orienta\u00e7\u00e3o em fun\u00e7\u00e3o da radia\u00e7\u00e3o t\u00e9rmica. Mas, n\u00e3o confundam, a orienta\u00e7\u00e3o levando-se em conta, tamb\u00e9m, a radia\u00e7\u00e3o t\u00e9rmica \u00e9 muito importante.<\/p>\n<p>Vamos entender melhor essa quest\u00e3o. Nas faixas clim\u00e1ticas de baixa latitude, os raios solares incidem de forma quase que perpendicular, diante desse fator, as temperaturas s\u00e3o elevadas, em m\u00e9dia sempre acima de 20\u00baC. Por\u00e9m, a radia\u00e7\u00e3o solar sobre as coberturas \u00e9 bem mais intensa que nas fachadas.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 298px;\"><strong>Gabarito: alternativa<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 1171px;\"><strong>B<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<table width=\"612\">\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"612\"><strong>41 <\/strong>A tabela da esquerda apresenta um conjunto de elementos construtivos e a tabela da direita um conjunto de descri\u00e7\u00f5es.<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/07172437\/41.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-109864 alignleft\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/07172437\/41.png\" alt=\"\" width=\"539\" height=\"708\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/07172437\/41.png 539w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/07172437\/41.png 228w\" sizes=\"auto, (max-width: 539px) 100vw, 539px\" \/><\/a><\/p>\n<table>\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"536\">A correta associa\u00e7\u00e3o entre os elementos construtivos \u00e0 sua respectiva descri\u00e7\u00e3o, de cima para baixo, \u00e9:<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>(A) 1, 3, 5, 2 e 4;<\/p>\n<p>(B) 2, 4, 1, 5 e 3;<\/p>\n<p>(C) 3, 1, 2, 4 e 5;<\/p>\n<p>(D) 4, 2, 3, 5 e 1;<\/p>\n<p>(E) 5, 2, 1, 4 e 3.<\/p>\n<table style=\"width: 1532.33px;\">\n<tbody>\n<tr>\n<td style=\"width: 1526.33px;\"><strong>Coment\u00e1rio:<\/strong><\/p>\n<p><strong>(5)<\/strong> Janela localizada acima do v\u00e3o da porta, separada deste por um travess\u00e3o \u2013 <strong>bandeira<\/strong><\/p>\n<p>De acordo com a NBR 15930-1:2011 \u2013 Portas de madeira para edifica\u00e7\u00f5es \u2013 Parte 1: Terminologia e Simbologia, item 2.1.7, bandeira \u00e9 esquadria fixa ou m\u00f3vel, eventualmente presente acima da(s) folha(s) da porta.<\/p>\n<p><strong>(2)<\/strong> Marco de um v\u00e3o de uma porta, que possui dois montantes e uma travessa \u2013 <strong>batente<\/strong><\/p>\n<p>De acordo com a NBR 15930-1:2011 \u2013 Portas de madeira para edifica\u00e7\u00f5es \u2013 Parte 1: Terminologia e Simbologia, item 2.1.2, marco \u00e9 componente ou parte fixa da porta destinada a guarnecer o v\u00e3o e sustentar a(s) folha(s) da porta. O marco tamb\u00e9m \u00e9 conhecido como caixa, caix\u00e3o, aduela, <strong>batente<\/strong>, forra, forra\u00e7\u00e3o, forramento ou portal.<\/p>\n<p><strong>(1)<\/strong> L\u00e2mina fina de chapa met\u00e1lica ou outro material imperme\u00e1vel, com fun\u00e7\u00e3o de evitar a penetra\u00e7\u00e3o da \u00e1gua atrav\u00e9s das juntas de uma edifica\u00e7\u00e3o \u2013 <strong>rufo<\/strong><\/p>\n<p><strong>(4)<\/strong> Abertura em um teto, vedada com material transparente ou transl\u00facido, para permitir a ilumina\u00e7\u00e3o natural \u2013 <strong>claraboia<\/strong><\/p>\n<p>De acordo com a NBR 15215-1:2005 \u2013 Ilumina\u00e7\u00e3o Natural, item 3.2.2.2, claraboia \u00e9 a abertura situada numa cobertura plana ou inclinada, que permite a entrada zenital de luz natural e pode permitir tamb\u00e9m ventila\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>(3)<\/strong> Dispositivo para escoamento das \u00e1guas pluviais, de modo a impedir que escorram por uma parede \u2013 <strong>Pingadeira<\/strong><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/07172621\/Rufo.gif\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-109865 alignleft\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/07172621\/Rufo.gif\" alt=\"\" width=\"736\" height=\"268\" \/><\/a><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<table>\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"300\"><strong>Gabarito: alternativa<\/strong><\/td>\n<td width=\"299\"><strong>E<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong>42 <\/strong>Na figura a seguir est\u00e1 representado de forma resumida um sistema predial de distribui\u00e7\u00e3o de \u00e1gua fria.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/07172913\/Rede-distribui%C3%A7%C3%A3o-%C3%A1gua.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-109868 alignleft\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/07172913\/Rede-distribui%C3%A7%C3%A3o-%C3%A1gua.png\" alt=\"\" width=\"464\" height=\"560\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/07172913\/Rede-distribui%C3%A7%C3%A3o-%C3%A1gua.png 464w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/07172913\/Rede-distribui%C3%A7%C3%A3o-%C3%A1gua.png 249w\" sizes=\"auto, (max-width: 464px) 100vw, 464px\" \/><\/a><\/p>\n<p>Na figura acima, I, II, III e IV correspondem, respectivamente, a:<\/p>\n<p>(A) barrilete, ramal, tubula\u00e7\u00e3o de recalque, e coluna de distribui\u00e7\u00e3o;<\/p>\n<p>(B) ramal, barrilete, coluna de distribui\u00e7\u00e3o, e tubula\u00e7\u00e3o de recalque;<\/p>\n<p>(C) tubula\u00e7\u00e3o de recalque, ramal, barrilete, e coluna de distribui\u00e7\u00e3o;<\/p>\n<p>(D) barrilete, coluna de distribui\u00e7\u00e3o, ramal, e tubula\u00e7\u00e3o de recalque;<\/p>\n<p>(E) coluna de distribui\u00e7\u00e3o, ramal, tubula\u00e7\u00e3o de recalque, e barrilete.<\/p>\n<table>\n<tbody>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" width=\"599\"><strong>Coment\u00e1rio:<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/07172856\/Rede-distribui%C3%A7%C3%A3o-%C3%A1gua-comentada1.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-109867\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/07172856\/Rede-distribui%C3%A7%C3%A3o-%C3%A1gua-comentada1.jpg\" alt=\"\" width=\"1220\" height=\"1158\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/07172856\/Rede-distribui%C3%A7%C3%A3o-%C3%A1gua-comentada1.jpg 1220w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/07172856\/Rede-distribui%C3%A7%C3%A3o-%C3%A1gua-comentada1.jpg 300w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/07172856\/Rede-distribui%C3%A7%C3%A3o-%C3%A1gua-comentada1.jpg 768w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/07172856\/Rede-distribui%C3%A7%C3%A3o-%C3%A1gua-comentada1.jpg 1024w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/07172856\/Rede-distribui%C3%A7%C3%A3o-%C3%A1gua-comentada1.jpg 610w\" sizes=\"auto, (max-width: 1220px) 100vw, 1220px\" \/><\/a><\/p>\n<p><strong>(J\u00fanior, Instala\u00e7\u00f5es Hidr\u00e1ulicas e o Projeto de Arquitetura, 2017)<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"300\"><strong>Gabarito: alternativa<\/strong><\/td>\n<td width=\"299\"><strong>D<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong>43 <\/strong>Segundo o Estatuto do Portador de Defici\u00eancia F\u00edsica, a constru\u00e7\u00e3o, amplia\u00e7\u00e3o, reforma ou adequa\u00e7\u00e3o de edifica\u00e7\u00f5es de uso p\u00fablico, devem dispor de sanit\u00e1rios acess\u00edveis destinados ao uso por pessoa com defici\u00eancia:<\/p>\n<p>Diante do exposto, \u00e9 correto afirmar que:<\/p>\n<p>(A) nas edifica\u00e7\u00f5es de uso p\u00fablico a serem constru\u00eddas, os sanit\u00e1rios destinados ao uso por pessoa com defici\u00eancia ser\u00e3o distribu\u00eddos na raz\u00e3o de, no m\u00ednimo, uma cabine para cada sexo, por pavimento;<\/p>\n<p>(B) as edifica\u00e7\u00f5es de uso p\u00fablico j\u00e1 existentes ter\u00e3o prazo definido em regulamento para garantir pelo menos um banheiro acess\u00edvel a cada dois pavimentos;<\/p>\n<p>(C) nas edifica\u00e7\u00f5es de uso coletivo, exce\u00e7\u00e3o feitas \u00e0s edifica\u00e7\u00f5es privadas a serem constru\u00eddas, ampliadas, reformadas ou adequadas, o sanit\u00e1rio acess\u00edvel \u00e9 facultativo;<\/p>\n<p>(D) nas edifica\u00e7\u00f5es de uso p\u00fablico a serem constru\u00eddas, dever\u00e1 ser previsto 1 (um) sanit\u00e1rio acess\u00edvel a ser compartilhado por ambos os sexos;<\/p>\n<p>(E) nas edifica\u00e7\u00f5es de uso p\u00fablico a serem constru\u00eddas, os sanit\u00e1rios acess\u00edveis podem ter entrada compartilhada com os sanit\u00e1rios coletivos.<\/p>\n<table style=\"width: 1448px;\">\n<tbody>\n<tr>\n<td style=\"width: 1436px; text-align: center;\" colspan=\"2\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Coment\u00e1rio:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na realidade, o Estatuto do Portador de Defici\u00eancia F\u00edsica (<a href=\"http:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/_ato2015-2018\/2015\/lei\/l13146.htm\">http:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/_ato2015-2018\/2015\/lei\/l13146.htm<\/a>) deixa a cargo das normas t\u00e9cnicas a quest\u00e3o, que, no nosso caso, \u00e9 a NBR 9050:2015.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A alternativa (A) poderia ser mais completa, pois, na realidade, o n\u00famero m\u00ednimo de sanit\u00e1rios acess\u00edveis com entradas independentes \u00e9 de 5% do total de cada pe\u00e7a sanit\u00e1ria, com no m\u00ednimo um, para cada sexo em cada pavimento, onde houver sanit\u00e1rios. Achei a quest\u00e3o mal formulada e cab\u00edvel de anula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Segue tabela 9 da NBR 9050:2015 abaixo:<a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/07173113\/Tabela-9-NBR-9050.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-109869 alignleft\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/07173113\/Tabela-9-NBR-9050.png\" alt=\"\" width=\"828\" height=\"584\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/07173113\/Tabela-9-NBR-9050.png 1144w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/07173113\/Tabela-9-NBR-9050.png 300w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/07173113\/Tabela-9-NBR-9050.png 768w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/07173113\/Tabela-9-NBR-9050.png 1024w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/07173113\/Tabela-9-NBR-9050.png 610w\" sizes=\"auto, (max-width: 828px) 100vw, 828px\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">(ABNT, 2015)<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 297px; text-align: center;\"><strong>Gabarito: alternativa<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 1139px; text-align: center;\"><strong>A<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong>44 <\/strong>Com o objetivo de sensibilizar e mobilizar as cidades brasileiras para que se desenvolvam de forma econ\u00f4mica, social e ambientalmente sustent\u00e1vel, o Programa Cidades Sustent\u00e1veis oferece aos gestores p\u00fablicos uma agenda de sustentabilidade urbana com 12 eixos tem\u00e1ticos, um conjunto de indicadores associados a essa agenda e um banco de refer\u00eancia com casos pr\u00e1ticos nacionais e internacionais, dispon\u00edveis na plataforma cidadessustentaveis.org.br.<\/p>\n<p>O eixo \u201cPlanejamento e Desenho Urbano\u201d tem como objetivo reconhecer o papel estrat\u00e9gico do planejamento e do desenho urbano na abordagem das quest\u00f5es ambientais, sociais, econ\u00f4micas, culturais e da sa\u00fade, para benef\u00edcio de todos.<\/p>\n<p>Diante do exposto, pode-se dizer que o eixo \u201cPlanejamento e Desenho Urbano\u201d favorece:<\/p>\n<p>I. o ordenamento e desenvolvimento urbano no interior dos espa\u00e7os constru\u00eddos, com a recupera\u00e7\u00e3o dos ambientes urbanos degradados, assegurando densidades urbanas apropriadas.<\/p>\n<p>II. o aproveitamento dos recursos e fen\u00f4menos naturais no planejamento urbano;<\/p>\n<p>III. a setoriza\u00e7\u00e3o funcional dos bairros, estimulando a cria\u00e7\u00e3o de bairros com fun\u00e7\u00f5es e usos espec\u00edficos, dando prioridade para a voca\u00e7\u00e3o tur\u00edstica dos centros das cidades.<\/p>\n<p>Est\u00e1 correto somente o que se afirma em:<\/p>\n<p>(A) I;<\/p>\n<p>(B) II;<\/p>\n<p>(C) III;<\/p>\n<p>(D) I e II;<\/p>\n<p>(E) I e III.<\/p>\n<table style=\"width: 1444.57px;\">\n<tbody>\n<tr>\n<td style=\"width: 1432.57px;\" colspan=\"2\"><strong>Coment\u00e1rio:<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.cidadessustentaveis.org.br\/eixos\/planejamento-e-desenho-urbano\">http:\/\/www.cidadessustentaveis.org.br\/eixos\/planejamento-e-desenho-urbano<\/a><\/p>\n<p>I.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Correta.<\/p>\n<p>II.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Correta.<\/p>\n<p>III.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Incorreta. Eixos espec\u00edficos do Planejamento e Desenho Urbano:<\/p>\n<p>&#8211; Reutilizar e regenerar \u00e1reas abandonadas ou socialmente degradadas;<\/p>\n<p>&#8211; Evitar a expans\u00e3o urbana no territ\u00f3rio, dando prioridade ao adensamento e desenvolvimento urbano no interior dos espa\u00e7os constru\u00eddos, com a recupera\u00e7\u00e3o dos ambientes urbanos degradados, assegurando densidades urbanas apropriadas;<\/p>\n<p>&#8211; Assegurar a compatibilidade de usos do solo nas \u00e1reas urbanas, oferecendo adequado equil\u00edbrio entre empregos, transportes, habita\u00e7\u00e3o e equipamentos socioculturais e esportivos, dando prioridade ao adensamento residencial nos centros das cidades;<\/p>\n<p>&#8211; Assegurar uma adequada conserva\u00e7\u00e3o, renova\u00e7\u00e3o e utiliza\u00e7\u00e3o\/reutiliza\u00e7\u00e3o do patrim\u00f4nio cultural urbano;<\/p>\n<p>&#8211; Adotar crit\u00e9rios de desenho urbano e de constru\u00e7\u00e3o sustent\u00e1veis, respeitando e considerando os recursos e fen\u00f4menos naturais no planejamento.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 297px;\"><strong>Gabarito: alternativa<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 1135.57px;\"><strong>D<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong>45 <\/strong>Para fins de an\u00e1lise das malhas vi\u00e1rias, pode-se dividi-las em tr\u00eas tipos: regular, irregular e contempor\u00e2nea.<\/p>\n<p>A esse respeito, analise as defini\u00e7\u00f5es a seguir:<\/p>\n<p>I. regular: malhas vi\u00e1rias propiciam uma boa mobilidade urbana;<\/p>\n<p>II. irregular: possui uma mobilidade urbana dificultada pela conforma\u00e7\u00e3o de sua estrutura vi\u00e1ria com forma\u00e7\u00e3o labir\u00edntica em muitos casos;<\/p>\n<p>III. contempor\u00e2nea: \u00e9 a melhor estrutura vi\u00e1ria das apresentadas, pois possui uma regularidade das vias, al\u00e9m dos arcos vi\u00e1rios.<\/p>\n<p>Est\u00e1 correto somente o que se afirma em:<\/p>\n<p>(A) I;<\/p>\n<p>(B) II;<\/p>\n<p>(C) III;<\/p>\n<p>(D) I e II;<\/p>\n<p>(E) II e III.<\/p>\n<table style=\"width: 1436.14px;\">\n<tbody>\n<tr>\n<td style=\"width: 1425.14px;\" colspan=\"2\"><strong>Coment\u00e1rio:<\/strong><\/p>\n<p>I.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Correta. A malha regular apresenta maior homogeneidade vi\u00e1ria, menor \u00edndice de convers\u00e3o e maior m\u00e9dia de integra\u00e7\u00e3o. O tecido urbano, quando semelhante a um padr\u00e3o de tabuleiro de xadrez, por exemplo, aumenta a quantidade de rotas e trajetos poss\u00edveis, otimizando as rela\u00e7\u00f5es de fluxo e movimento. \u00a0O bairro \u00e9 tamb\u00e9m aquele que apresenta os maiores valores de sinergia (0,65), o que revela uma boa articula\u00e7\u00e3o entre as propriedades globais e locais. Tamb\u00e9m h\u00e1 maior inteligibilidade espacial (0,26), revelando uma predisposi\u00e7\u00e3o \u00e0 facilidade de leitura por parte dos usu\u00e1rios.<\/p>\n<p>(BARROS, MARTINEZ, VIEGAS, SILVA, &amp; HOLANDA)<\/p>\n<p>II.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Correta. A malha vi\u00e1ria irregular possui baixa inteligibilidade e integra\u00e7\u00e3o. A conforma\u00e7\u00e3o labir\u00edntica, normalmente, \u00e9 produto do relevo acentuado e dos aclives afins, o que reduz as possibilidades de rotas e trajetos.<\/p>\n<p>(BARROS, MARTINEZ, VIEGAS, SILVA, &amp; HOLANDA)<\/p>\n<p>III.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Errada. A malha contempor\u00e2nea apresenta o pior desempenho. A inteligibilidade \u00e9 bastante reduzida (0,07), significativamente inferior em rela\u00e7\u00e3o aos demais tipos de malha, o que traduz uma comprometida leitura espacial.<\/p>\n<p>A malha contempor\u00e2nea \u00e9 resultado das experimenta\u00e7\u00f5es contempor\u00e2neas oriundas de uma matriz moderna. Sua malha n\u00e3o apresenta um padr\u00e3o claramente definido, pois ora assemelha-se \u00e0 regular, enquanto em outros momentos deriva para uma aparente irregularidade \u201cordenada\u201d: s\u00e3o constantes os cruzamentos \u201cX\u201d e em \u201cT\u201d, tamb\u00e9m \u00e9 frequente a exist\u00eancia de quarteir\u00f5es excessivamente alongados (aqui tamb\u00e9m sem regularidade no tamanho e na forma).<\/p>\n<p>(BARROS, MARTINEZ, VIEGAS, SILVA, &amp; HOLANDA)<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 298px;\"><strong>Gabarito: alternativa<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 1127.14px;\"><strong>D<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong>46 <\/strong>\u00a0Com o fim da Segunda Guerra Mundial, processos de interven\u00e7\u00e3o em centros urbanos internacionais ocorreram com objetivos, estrat\u00e9gias e resultados diferentes. Destaca-se aqui a Renova\u00e7\u00e3o e a Preserva\u00e7\u00e3o Urbana.<\/p>\n<p>Nesse contexto, \u00e9 correto afirmar que:<\/p>\n<p>(A) logo o p\u00f3s-guerra, a Preserva\u00e7\u00e3o Urbana deu prefer\u00eancia ao novo. Na Europa houve um contrafluxo ao movimento de suburbaniza\u00e7\u00e3o, e, nos Estados Unidos, as a\u00e7\u00f5es de demolir, construir para renovar, expressavam o Movimento Moderno;<\/p>\n<p>(B) a Renova\u00e7\u00e3o Urbana na Europa buscou manter as edifica\u00e7\u00f5es hist\u00f3ricas, como com\u00e9rcios, ind\u00fastrias, museus, afirmando seus valores e culturas que precederam a Segunda Guerra Mundial;<\/p>\n<p>(C) o processo de Renova\u00e7\u00e3o Urbana traz em seu escopo a nega\u00e7\u00e3o do movimento que lhe antecedeu: a moderniza\u00e7\u00e3o. A preserva\u00e7\u00e3o e a restaura\u00e7\u00e3o passam a ser vistas como novo status de distin\u00e7\u00e3o;<\/p>\n<p>(D) os Estados Unidos renovaram o interesse social e nacional em seu bicenten\u00e1rio de independ\u00eancia. Com isso se inicia uma nova fase, que coincide com a ideia das elites de renovar, buscando-se, assim, a constru\u00e7\u00e3o para a Renova\u00e7\u00e3o Urbana;<\/p>\n<p>(E) a Preserva\u00e7\u00e3o Urbana do patrim\u00f4nio hist\u00f3rico dos grandes centros usa como estrat\u00e9gia a ideia de melhora de padr\u00e3o de vida ao se conviver com a natureza, o que leva os americanos a buscar os sub\u00farbios.<\/p>\n<table style=\"width: 1439.16px;\">\n<tbody>\n<tr>\n<td style=\"width: 1427.16px;\" colspan=\"2\"><strong>Coment\u00e1rio:<\/strong><\/p>\n<p>Baseando-se no livro: \u201cInterven\u00e7\u00f5es em Centros Urbanos: Objetivos, Estrat\u00e9gias e Resultados\u201d (Vargas &amp; Castilho, 2015)<\/p>\n<p><strong>(A)\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/strong>Errada. A Renova\u00e7\u00e3o Urbana (1950-1970) foi um processo de interven\u00e7\u00e3o urbana que assumiu a prefer\u00eancia pelo novo. Na Europa, a ideologia do urbanismo do Movimento Moderno une-se \u00e0 pr\u00e1tica de reconstru\u00e7\u00e3o do p\u00f3s-guerra. Na Am\u00e9rica do Norte, a renova\u00e7\u00e3o aparece no contrafluxo do processo de suburbaniza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A proposta de urbanismo do Movimento Moderno , exposta na Carta de Atenas de 1933, deu ind\u00edcios das a\u00e7\u00f5es que se sucederam.<\/p>\n<p>Demolir e construir para renovar viriam a ser o prop\u00f3sito daquela gera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Nos EUA, a intensidade da deteriora\u00e7\u00e3o dos centros urbanos atribu\u00edda \u00e0 migra\u00e7\u00e3o para os sub\u00farbios e ao impacto dos shoppings perif\u00e9ricos induziu ao processo de renova\u00e7\u00e3o urbana de grandes propor\u00e7\u00f5es, quando comparadas com outras partes do mundo.<\/p>\n<p>Em contraposi\u00e7\u00e3o, os centros das cidades europeias e seus significados culturais conseguiram refrear o processo de deteriora\u00e7\u00e3o e impedir as demoli\u00e7\u00f5es em larga escala, al\u00e9m daquelas j\u00e1 causadas pelas guerras.<\/p>\n<p><strong>(B)\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/strong>A Preserva\u00e7\u00e3o Urbana (1970-1990) incluiu a preserva\u00e7\u00e3o e a restaura\u00e7\u00e3o de edif\u00edcios hist\u00f3ricos e aproximou-se mais da vers\u00e3o europeia de interven\u00e7\u00e3o. Utilizaram-se nesse processo antigas estruturas industriais, esta\u00e7\u00f5es de trem, armaz\u00e9ns, mercados e teatros, introduzindo nesses espa\u00e7os o com\u00e9rcio e os servi\u00e7os varejistas, as atividades de lazer e a cultura. Creio que essa alternativa possa ser considerada correta&#8230; j\u00e1 que, mesmo no per\u00edodo de Renova\u00e7\u00e3o Urbana (1950-1970), a Europa n\u00e3o optou por demoli\u00e7\u00f5es em larga escala como os EUA.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, Vargas e Castilho, apesar de terem dividido os processos de interven\u00e7\u00e3o em centros urbanos em 3 per\u00edodos principais (Renova\u00e7\u00e3o Urbana, Preserva\u00e7\u00e3o Urbana e Reinven\u00e7\u00e3o Urbana), ressaltam que esses per\u00edodos n\u00e3o s\u00e3o rigorosos nas suas delimita\u00e7\u00f5es nem excludentes entre si.<\/p>\n<p><strong>(C)\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/strong><em>\u201cO processo de mudan\u00e7a da fase da renova\u00e7\u00e3o urbana para a fase da preserva\u00e7\u00e3o urbana carregou consigo a nega\u00e7\u00e3o do movimento anterior: o modernismo. O estilo internacional fora criado nas bases do socialismo europeu e refletia a vis\u00e3o de igualdade que tanto incomodava a elite detentora do capital e \u00e1vida pela diferencia\u00e7\u00e3o. Esta refor\u00e7ou a import\u00e2ncia da preserva\u00e7\u00e3o das vizinhan\u00e7as e a restaura\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica de edif\u00edcios considerados significativos como os novos s\u00edmbolos de status e distin\u00e7\u00e3o.\u201d<\/em> (Vargas &amp; Castilho, 2015) Logo, apesar de esse ser gabarito preliminar, creio que essa alternativa est\u00e1 errada.<\/p>\n<p><strong>(D)\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/strong>Errada. Os Estados Unidos renovaram o interesse social e nacional em seu bicenten\u00e1rio de independ\u00eancia. Com isso se inicia uma nova fase, que coincide com a ideia das elites de preservar edif\u00edcios hist\u00f3ricos para resguardar conquistas e elementos afetivos.<\/p>\n<p><strong>(E)\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/strong>Errada. A estrat\u00e9gia para a Preserva\u00e7\u00e3o Urbana do patrim\u00f4nio hist\u00f3rico dos grandes centros urbanos visava, justamente, a atrair os americanos que haviam migrado para os sub\u00farbios com a ideia de morar junto \u00e0 natureza.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 298px;\"><strong>Gabarito: alternativa<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 1129.16px;\"><strong>C<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong>47 <\/strong>\u00a0Al\u00e9m de contribu\u00edrem para o bem-estar psicol\u00f3gico e f\u00edsico dos cidad\u00e3os e de reduzir a polui\u00e7\u00e3o, a arboriza\u00e7\u00e3o urbana contribui sobremaneira para a melhoria de outros aspectos da cidade, que por vezes podem passar desapercebidos.<\/p>\n<p>Considere uma cidade hipot\u00e9tica onde a prefeitura decidiu criar parques pr\u00f3ximos \u00e0 \u00e1rea urbana. Passados alguns anos, como era de se esperar, houve uma melhoria nos indicadores de polui\u00e7\u00e3o da cidade. Entretanto, percebeu-se tamb\u00e9m uma redu\u00e7\u00e3o do consumo de energia el\u00e9trica nos domic\u00edlios.<\/p>\n<p>Um dos motivos pelos quais a arboriza\u00e7\u00e3o urbana pode ter contribu\u00eddo para a redu\u00e7\u00e3o do consumo de energia el\u00e9trica da cidade pode ser:<\/p>\n<p>(A) a desapropria\u00e7\u00e3o realizada para o plantio das \u00e1rvores reduziu o n\u00famero de resid\u00eancias da cidade, diminuindo o consumo de energia;<\/p>\n<p>(B) as \u00e1rvores melhoraram o conforto t\u00e9rmico da cidade, e por sua vez, reduziram a necessidade do gasto com energia para a climatiza\u00e7\u00e3o dos ambientes das edifica\u00e7\u00f5es;<\/p>\n<p>(C) a libera\u00e7\u00e3o do g\u00e1s carb\u00f4nico no processo de respira\u00e7\u00e3o das \u00e1rvores ameniza a temperatura, reduzindo o gasto com refrigera\u00e7\u00e3o;<\/p>\n<p>(D) a desvaloriza\u00e7\u00e3o da \u00e1rea arborizada, que passou a ser ocupada por habitantes com menor poder aquisitivo, com perfil de consumo de energia menor;<\/p>\n<p>(E) as \u00e1reas urbanizadas diminu\u00edram o sedentarismo das pessoas, que passaram a consumir menos energia el\u00e9trica.<\/p>\n<table style=\"width: 1434.23px;\">\n<tbody>\n<tr>\n<td style=\"width: 1422.23px;\" colspan=\"2\"><strong>Coment\u00e1rio:<\/strong><\/p>\n<p>As \u00e1rvores melhoraram o conforto t\u00e9rmico da cidade, e por sua vez, reduziram a necessidade do gasto com energia para a climatiza\u00e7\u00e3o dos ambientes das edifica\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p><em>A vegeta\u00e7\u00e3o contribui de forma significativa ao estabelecimento dos micro climas. O pr\u00f3prio processo de fotoss\u00edntese auxilia na umidifica\u00e7\u00e3o do ar atrav\u00e9s do vapor d\u2019\u00e1gua que libera.<\/em><\/p>\n<p><em>A vegeta\u00e7\u00e3o auxilia na diminui\u00e7\u00e3o da temperatura do ar, absorve energia, favorece a manuten\u00e7\u00e3o do ciclo oxig\u00eanio-g\u00e1s carb\u00f4nico essencial \u00e0 renova\u00e7\u00e3o do ar.<\/em><\/p>\n<p><em>A vegeta\u00e7\u00e3o deve ser estudada n\u00e3o s\u00f3 em rela\u00e7\u00e3o ao espa\u00e7o urbano como um todo, mas devem ser analisados seus efeitos sobre a circula\u00e7\u00e3o do vento no interior dos edif\u00edcios. Em geral, a vegeta\u00e7\u00e3o deve proporcionar sombra quando esta \u00e9 necess\u00e1ria, sem, no entanto, interferir com as brisas e, essencialmente, auxiliar na diminui\u00e7\u00e3o da temperatura, a partir do consumo do calor latente por evaporiza\u00e7\u00e3o. (Romero, 2000)<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 298px;\"><strong>Gabarito: alternativa<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 1124.23px;\"><strong>B<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong>48 <\/strong>O Programa Monumenta, concebido no final da d\u00e9cada de 90, foi um marco na Preserva\u00e7\u00e3o do patrim\u00f4nio cultural brasileiro, pois viabilizou a recupera\u00e7\u00e3o de 300 edif\u00edcios, beneficiando mais de mil moradores de centros hist\u00f3ricos, atrav\u00e9s do financiamento para a recupera\u00e7\u00e3o de im\u00f3veis privados. O Programa buscou garantir a diversidade social e funcional nas \u00e1reas de interven\u00e7\u00e3o, com especial incentivo do uso para a habita\u00e7\u00e3o, ampliando as possibilidades para al\u00e9m do turismo cultural, e promovendo a ocupa\u00e7\u00e3o das edifica\u00e7\u00f5es sob prote\u00e7\u00e3o de forma integrada com a requalifica\u00e7\u00e3o dos espa\u00e7os p\u00fablicos.<\/p>\n<p>Os conceitos sobre como e o qu\u00ea preservar, conservar e restaurar evolu\u00edram ao longo de s\u00e9culos de desenvolvimento de experimentos e reflex\u00f5es.<\/p>\n<p>Sobre os princ\u00edpios e diretrizes que orientam as pr\u00e1ticas de restauro de edifica\u00e7\u00f5es, \u00e9 correto afirmar que:<\/p>\n<p>(A) entende-se por princ\u00edpio da utiliza\u00e7\u00e3o a regula\u00e7\u00e3o das inser\u00e7\u00f5es de materiais, acr\u00e9scimos ou pr\u00f3teses no edif\u00edcio em processo de restaura\u00e7\u00e3o, que devem ser compat\u00edveis com o material existente, sem causar danos ou agress\u00f5es quando inseridos;<\/p>\n<p>(B) se o diagn\u00f3stico pr\u00e9vio de uma interven\u00e7\u00e3o de restauro apontar acr\u00e9scimos e contribui\u00e7\u00f5es de \u00e9pocas posteriores \u00e0 da constru\u00e7\u00e3o original, devem-se remover os acr\u00e9scimos, objetivando uma unidade estil\u00edstica original, de acordo com os preceitos da Carta de Veneza;<\/p>\n<p>(C) os elementos destinados a substituir partes faltantes, quando necess\u00e1rio, devem integrar-se harmoniosamente ao conjunto, distinguindo-se das partes originais, a fim de que a restaura\u00e7\u00e3o n\u00e3o falsifique o documento da hist\u00f3ria;<\/p>\n<p>(D) em todos os casos, \u00e9 fundamental a qualidade da interven\u00e7\u00e3o, e que os novos elementos a serem introduzidos sejam de car\u00e1ter irrevers\u00edvel e se harmonizem com o conjunto;<\/p>\n<p>(E) o diagn\u00f3stico pr\u00e9vio de uma interven\u00e7\u00e3o de restauro \u00e9 facultativo quando os servi\u00e7os limitam-se \u00e0 recomposi\u00e7\u00e3o da pintura.<\/p>\n<table style=\"width: 1446.12px;\">\n<tbody>\n<tr>\n<td style=\"width: 1439.12px;\"><strong>Coment\u00e1rio:<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/portal.iphan.gov.br\/uploads\/ckfinder\/arquivos\/Carta%20de%20Veneza%201964.pdf\">http:\/\/portal.iphan.gov.br\/uploads\/ckfinder\/arquivos\/Carta%20de%20Veneza%201964.pdf<\/a><\/p>\n<p><strong><em>Carta de Veneza<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Restaura\u00e7\u00e3o<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Art 12\u00ba<\/em><\/strong><em> &#8211; Os elementos destinados a substituir as partes faltantes devem integrar-se harmoniosamente ao conjunto, distinguindo-se, todavia, das partes originais a fim de que a restaura\u00e7\u00e3o n\u00e3o falsifique o documento de arte e de hist\u00f3ria.<\/em><\/p>\n<p>Logo, a alternativa correta \u00e9 a (C). Vamos comentar as outras.<\/p>\n<p><strong>(A)\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/strong>Errada. As interven\u00e7\u00f5es para utiliza\u00e7\u00e3o de edifica\u00e7\u00f5es sob prote\u00e7\u00e3o nada tem a ver com inser\u00e7\u00f5es de materiais, acr\u00e9scimos ou pr\u00f3teses no edif\u00edcio, sendo essas pr\u00e1ticas n\u00e3o recomendadas.<\/p>\n<p>A preserva\u00e7\u00e3o do patrim\u00f4nio cultural abrange diversos aspectos daquilo que \u00e9 considerado monumento hist\u00f3rico. No caso dos bens arquitet\u00f4nicos essa discuss\u00e3o relaciona-se intimamente com uma de suas caracter\u00edsticas intr\u00ednsecas, o uso: \u201cA arquitetura \u00e9 a \u00fanica, entre as artes maiores, cujo uso faz parte de sua ess\u00eancia e mant\u00e9m uma rela\u00e7\u00e3o complexa com suas finalidades est\u00e9tica e simb\u00f3lica\u201d (CHOAY, 2001, p. 230).<\/p>\n<p>A funcionalidade de uma obra arquitet\u00f4nica suscita diversas reflex\u00f5es, pois, al\u00e9m de seu papel simb\u00f3lico relativo \u00e0s representa\u00e7\u00f5es sociais, \u00e9 amplamente reconhecida a necessidade de uma destina\u00e7\u00e3o \u00fatil para a preserva\u00e7\u00e3o de qualquer bem, j\u00e1 que o abandono \u00e9 uma das principais causas da degrada\u00e7\u00e3o dos monumentos.<\/p>\n<p>Na Carta de Atenas de 1931 \u2013 documento internacional inaugural do campo da preserva\u00e7\u00e3o &#8211; entre os princ\u00edpios gerais foi enunciada a utiliza\u00e7\u00e3o dos monumentos, contanto respeitosa, compat\u00edvel com suas especificidades, de modo a n\u00e3o sobrepor a necessidade de um novo uso \u00e0 preserva\u00e7\u00e3o: \u201cA &#8211; I: [&#8230;] A confer\u00eancia recomenda que se mantenha uma utiliza\u00e7\u00e3o dos monumentos, que assegure a continuidade de sua vida, [&#8230;]\u201d (SOCIEDADE das Na\u00e7\u00f5es, 1931)<\/p>\n<p><strong>(B)\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/strong><em>Art 11\u00ba &#8211; Devem ser respeitadas as contribui\u00e7\u00f5es v\u00e1lidas de todos os per\u00edodos feitas ao edif\u00edcio ou monumento, uma vez que o objetivo do restauro <strong>n\u00e3o \u00e9<\/strong> a unidade de estilo. Quando um edif\u00edcio inclui obras sobrepostas de diferentes per\u00edodos, a revela\u00e7\u00e3o do estado subjacente s\u00f3 pode ser justificada em circunst\u00e2ncias excepcionais e quando o que for removido tiver pouco interesse e o material que for posto a descoberto for de grande valor hist\u00f3rico, arqueol\u00f3gico ou est\u00e9tico, e o seu estado de preserva\u00e7\u00e3o suficientemente bom para justificar esta a\u00e7\u00e3o. A avalia\u00e7\u00e3o da import\u00e2ncia dos elementos envolvidos e a decis\u00e3o sobre o que pode ser destru\u00eddo n\u00e3o pode ser apenas da compet\u00eancia do indiv\u00edduo respons\u00e1vel pela obra. (ICOMOS, 1964)<\/em><\/p>\n<p><strong>(C)\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/strong>Correta.<\/p>\n<p><strong>(D)\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/strong><em>A ado\u00e7\u00e3o de novos usos para aqueles edif\u00edcios de valor cultural \u00e9 fact\u00edvel sempre que exista reconhecimento aprior\u00edstico do edif\u00edcio e diagn\u00f3stico preciso de quais interven\u00e7\u00f5es que ele aceita e suporta. Em todos os casos, \u00e9 fundamental a qualidade da interven\u00e7\u00e3o, e que os novos elementos a serem introduzidos sejam de car\u00e1ter <strong>revers\u00edvel<\/strong> e se harmonizem com o conjunto<\/em><em>. <\/em><em>(Cone Sul, 1995)<\/em><\/p>\n<p><strong>(E)\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/strong>A PORTARIA N\u00ba 420, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2010 disp\u00f5e sobre os procedimentos a serem observados para a concess\u00e3o de autoriza\u00e7\u00e3o para realiza\u00e7\u00e3o de interven\u00e7\u00f5es em bens edificados tombados e nas respectivas \u00e1reas de entorno. Abaixo, seguem os documentos necess\u00e1rios para se requerer a autoriza\u00e7\u00e3o de interven\u00e7\u00e3o para restaura\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong><em>IV \u2013 para Restaura\u00e7\u00e3o:<\/em><\/strong><\/p>\n<p><em>a) anteprojeto da obra contendo, no m\u00ednimo, planta de situa\u00e7\u00e3o, implanta\u00e7\u00e3o, plantas de todos os pavimentos, planta de cobertura, corte transversal e longitudinal e fachadas, diferenciando partes a demolir, manter e a construir, conforme normas da ABNT;<\/em><\/p>\n<p><em>b) levantamento de dados sobre o bem, contendo pesquisa hist\u00f3rica, levantamento planialtim\u00e9trico, levantamento fotogr\u00e1fico, an\u00e1lise tipol\u00f3gica, identifica\u00e7\u00e3o de materiais e sistema construtivo;<\/em><\/p>\n<p><em>c) diagn\u00f3stico do estado de conserva\u00e7\u00e3o do bem, incluindo mapeamento de danos, analisando-se especificamente os materiais, sistema estrutural e agentes degradadores;<\/em><\/p>\n<p><em>d) memorial descritivo e especifica\u00e7\u00f5es;<\/em><\/p>\n<p><em>e) planta com a especifica\u00e7\u00e3o de materiais existentes e propostos.<\/em><\/p>\n<p><em>\u00a71\u00ba A crit\u00e9rio do requerente, poder\u00e1 ser apresentado o projeto executivo em lugar do anteprojeto.<\/em><\/p>\n<p><em>\u00a72\u00ba Para a realiza\u00e7\u00e3o de pesquisa hist\u00f3rica, o Iphan disponibilizar\u00e1 o acesso aos arquivos desta Autarquia Federal pertinentes ao bem em quest\u00e3o.<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<table>\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"300\"><strong>Gabarito: alternativa<\/strong><\/td>\n<td width=\"299\"><strong>C<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<table style=\"width: 1444.22px;\">\n<tbody>\n<tr>\n<td style=\"width: 1438.22px;\"><strong>49 <\/strong>Um gestor ficou encarregado de gerenciar uma obra de constru\u00e7\u00e3o civil, composta de v\u00e1rias atividades, com uma dura\u00e7\u00e3o total planejada de 12 meses.<\/p>\n<p>A tabela abaixo mostra a avalia\u00e7\u00e3o realizada por esse gestor ao fim do 5\u00ba m\u00eas da obra, referente a apenas uma atividade espec\u00edfica da obra.<a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/07173357\/49.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-109870 alignleft\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/07173357\/49.png\" alt=\"\" width=\"634\" height=\"209\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/07173357\/49.png 677w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/07173357\/49.png 300w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/07173357\/49.png 610w\" sizes=\"auto, (max-width: 634px) 100vw, 634px\" \/><\/a><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<table width=\"631\">\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"631\">A dura\u00e7\u00e3o remanescente da atividade \u00e9 de:<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>(A) 1 m\u00eas;<\/p>\n<p>(B) 2 meses;<\/p>\n<p>(C) 3 meses;<\/p>\n<p>(D) 4 meses;<\/p>\n<p>(E) 5 meses.<\/p>\n<table style=\"width: 1440.22px;\">\n<tbody>\n<tr>\n<td style=\"width: 1429.22px;\" colspan=\"2\"><strong>Coment\u00e1rio:<\/strong><\/p>\n<p>De acordo com a tabela apresentada na quest\u00e3o, estima-se que a dura\u00e7\u00e3o remanescente da atividade \u00e9 de 3 meses.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 298px;\"><strong>Gabarito: alternativa<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 1131.22px;\"><strong>C<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong>50 <\/strong>Segundo a Lei n\u00ba 8666\/93, o Projeto B\u00e1sico \u00e9 o conjunto de elementos necess\u00e1rios e suficientes, com n\u00edvel de precis\u00e3o adequado, para caracterizar a obra ou servi\u00e7o, ou complexo de obras ou servi\u00e7os objeto da licita\u00e7\u00e3o, elaborado com base nas indica\u00e7\u00f5es dos estudos t\u00e9cnicos preliminares, que assegurem a viabilidade t\u00e9cnica e o adequado tratamento do impacto ambiental do empreendimento, e que possibilite a avalia\u00e7\u00e3o do custo da obra e a defini\u00e7\u00e3o dos m\u00e9todos e do prazo de execu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>De modo a atender o que prescreve a Lei, o Projeto B\u00e1sico dever\u00e1 apresentar:<\/p>\n<p>(A) desenvolvimento da solu\u00e7\u00e3o escolhida, de forma a fornecer vis\u00e3o detalhada da obra e identificar todos os seus elementos constitutivos com clareza;<\/p>\n<p>(B) solu\u00e7\u00f5es t\u00e9cnicas globais e localizadas, suficientemente detalhadas, de forma a minimizar a necessidade de reformula\u00e7\u00e3o ou de variantes durante as fases de elabora\u00e7\u00e3o do projeto conceitual;<\/p>\n<p>(C) identifica\u00e7\u00e3o dos tipos de servi\u00e7os a executar, ficando o levantamento dos materiais e equipamentos para a fase do projeto executivo;<\/p>\n<p>(D) subs\u00eddios para montagem do plano de licita\u00e7\u00e3o e gest\u00e3o da obra, compreendendo a sua programa\u00e7\u00e3o, a estrat\u00e9gia de suprimentos, as normas de fiscaliza\u00e7\u00e3o e outros dados necess\u00e1rios em cada caso;<\/p>\n<p>(E) or\u00e7amento resumido do custo global da obra, fundamentado em quantitativos de servi\u00e7os e fornecimentos propriamente avaliados.<\/p>\n<table style=\"width: 1439.6px;\">\n<tbody>\n<tr>\n<td style=\"width: 1426.6px;\" colspan=\"2\"><strong>Coment\u00e1rio:<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/Leis\/L8666cons.htm\">http:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/Leis\/L8666cons.htm<\/a><\/p>\n<p><strong><em>Se\u00e7\u00e3o II<br \/>\nDas Defini\u00e7\u00f5es<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Art.\u00a06<u><sup>o<\/sup><\/u><\/em><\/strong><em>\u00a0\u00a0Para os fins desta Lei, considera-se:<\/em><\/p>\n<p><strong><em>IX &#8211; Projeto B\u00e1sico<\/em><\/strong><em> &#8211; conjunto de elementos necess\u00e1rios e suficientes, com n\u00edvel de precis\u00e3o adequado, para caracterizar a obra ou servi\u00e7o, ou complexo de obras ou servi\u00e7os objeto da licita\u00e7\u00e3o, elaborado com base nas indica\u00e7\u00f5es dos estudos t\u00e9cnicos preliminares, que assegurem a viabilidade t\u00e9cnica e o adequado tratamento do impacto ambiental do empreendimento, e que possibilite a avalia\u00e7\u00e3o do custo da obra e a defini\u00e7\u00e3o dos m\u00e9todos e do prazo de execu\u00e7\u00e3o, devendo conter os seguintes elementos:<\/em><\/p>\n<p><em>a)\u00a0\u00a0 <\/em><em>desenvolvimento da solu\u00e7\u00e3o escolhida de forma a fornecer vis\u00e3o global da obra e identificar todos os seus elementos constitutivos com clareza;<\/em><\/p>\n<p><em>b)\u00a0\u00a0 <\/em><em>solu\u00e7\u00f5es t\u00e9cnicas globais e localizadas, suficientemente detalhadas, de forma a minimizar a necessidade de reformula\u00e7\u00e3o ou de variantes durante as fases de elabora\u00e7\u00e3o do projeto executivo e de realiza\u00e7\u00e3o das obras e montagem;<\/em><\/p>\n<p><em>c)\u00a0\u00a0\u00a0 <\/em><em>identifica\u00e7\u00e3o dos tipos de servi\u00e7os a executar e de materiais e equipamentos a incorporar \u00e0 obra, bem como suas especifica\u00e7\u00f5es <\/em><em>que assegurem os melhores resultados para o empreendimento, sem frustrar o car\u00e1ter competitivo para a sua execu\u00e7\u00e3o;<\/em><\/p>\n<p><em>d)\u00a0\u00a0 <\/em><em>informa\u00e7\u00f5es que possibilitem o estudo e a dedu\u00e7\u00e3o de m\u00e9todos construtivos, instala\u00e7\u00f5es provis\u00f3rias e condi\u00e7\u00f5es organizacionais para a obra, sem frustrar o car\u00e1ter competitivo para a sua execu\u00e7\u00e3o;<\/em><\/p>\n<p><em>e)\u00a0\u00a0 <\/em><em>subs\u00eddios para montagem do plano de licita\u00e7\u00e3o e gest\u00e3o da obra, compreendendo a sua programa\u00e7\u00e3o, a estrat\u00e9gia de suprimentos, as normas de fiscaliza\u00e7\u00e3o e outros dados necess\u00e1rios em cada caso;<\/em><\/p>\n<p><em>f)\u00a0\u00a0\u00a0 <\/em><em>or\u00e7amento detalhado do custo global da obra, fundamentado em quantitativos de servi\u00e7os e fornecimentos propriamente avaliados;<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 297px;\"><strong>Gabarito: alternativa<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 1129.6px;\"><strong>D<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong>51 <\/strong>O or\u00e7amento de uma obra pode tomar terminologias diferentes, em fun\u00e7\u00e3o da fase de projeto em que \u00e9 elaborado.<\/p>\n<p>Dentre as terminologias do or\u00e7amento de uma obra, aquela que corresponde \u00e0 avalia\u00e7\u00e3o de custo obtida atrav\u00e9s de levantamento e estimativa de quantidades de materiais, servi\u00e7os e equipamentos e pesquisa de pre\u00e7os m\u00e9dios, usualmente utilizada a partir do anteprojeto da obra, \u00e9 denominada:<\/p>\n<p>(A) estimativa de custo;<\/p>\n<p>(B) or\u00e7amento preliminar;<\/p>\n<p>(C) or\u00e7amento estimativo;<\/p>\n<p>(D) or\u00e7amento anal\u00edtico ou detalhado;<\/p>\n<p>(E) or\u00e7amento sint\u00e9tico ou or\u00e7amento reduzido.<\/p>\n<table style=\"width: 1449.23px;\">\n<tbody>\n<tr>\n<td style=\"width: 1438.23px;\" colspan=\"2\"><strong>Coment\u00e1rio:<\/strong><\/p>\n<p>Segundo Aldo Mattos, em seu livro \u201cComo preparar or\u00e7amentos de obras\u201d, h\u00e1 v\u00e1rios graus do or\u00e7amento:<\/p>\n<p><strong><em>Grau de detalhe do or\u00e7amento<\/em><\/strong><\/p>\n<p><em>A depender do grau de detalhamento de um or\u00e7amento, ele pode ser classificado como:<\/em><\/p>\n<p><em>\u00bb<strong>Estimativa de custo<\/strong> &#8211; avalia\u00e7\u00e3o expedita com base em custos hist\u00f3ricos e compara\u00e7\u00e3o com projetos similares. D\u00e1 uma ideia aproximada da ordem de grandeza do custo do empreendimento;<\/em><\/p>\n<p><em>\u00bb<strong>Or\u00e7amento preliminar<\/strong> &#8211; mais detalhado do que a estimativa de custos pressup\u00f5e o levantamento de quantidades e requer a pesquisa de pre\u00e7os dos principais insumos e servi\u00e7os. Seu grau de incerteza \u00e9 menor;<\/em><\/p>\n<p><em>\u00bb<strong>Or\u00e7amento anal\u00edtico ou detalhado<\/strong> &#8211; elaborado com composi\u00e7\u00e3o de custos e extensa pesquisa de pre\u00e7os dos insumos. Procura chegar a um valor bem pr\u00f3ximo do custo &#8220;real&#8221;, com uma reduzida margem de incerteza.<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 298px;\"><strong>Gabarito: alternativa<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 1140.23px;\"><strong>B<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong>52 <\/strong>A respeito da Per\u00edcia T\u00e9cnica, \u00e9 correto afirmar que:<\/p>\n<p>(A) \u00e9 efetuada na esfera criminal, tendo o profissional respons\u00e1vel a incumb\u00eancia de emitir uma conclus\u00e3o sobre o julgado;<\/p>\n<p>(B) o seu pedido n\u00e3o pode ser acompanhado de quesitos, a fim de manter a imparcialidade no trabalho;<\/p>\n<p>(C) o profissional respons\u00e1vel pode proceder \u00e0 interven\u00e7\u00e3o sobre o objeto de seu trabalho;<\/p>\n<p>(D) o profissional respons\u00e1vel, ao perceber a exist\u00eancia de acordo, deve relatar no final de seu trabalho;<\/p>\n<p>(E) \u00e9 uma atividade estritamente t\u00e9cnica, em que o profissional deve-se abster das quest\u00f5es processuais.<\/p>\n<table style=\"width: 1440.82px;\">\n<tbody>\n<tr>\n<td style=\"width: 1428.82px;\" colspan=\"2\"><strong>Coment\u00e1rio:<\/strong><\/p>\n<p><strong>(A)\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/strong>Errada. Abaixo, trecho retirado da NBR 13752\/1996 &#8211; Per\u00edcias de engenharia na constru\u00e7\u00e3o civil: (ABNT, 1996)<\/p>\n<p><strong><em>4.1.6 Esp\u00e9cies de per\u00edcias<\/em><\/strong><\/p>\n<p><em>Podem ser:<\/em><\/p>\n<p><em>a) arbitramentos;<\/em><\/p>\n<p><em>b) avalia\u00e7\u00f5es;<\/em><\/p>\n<p><em>c) exames;<\/em><\/p>\n<p><em>d) vistorias;<\/em><\/p>\n<p><em>e) outras.<\/em><\/p>\n<p><strong><em>4.1.7 Tipos de ocorr\u00eancias que envolvem ou podem envolver per\u00edcias<\/em><\/strong><\/p>\n<p><em>Podem ser:<\/em><\/p>\n<p><em>a) a\u00e7\u00f5es judiciais;<\/em><\/p>\n<p><em>b) a\u00e7\u00f5es administrativas;<\/em><\/p>\n<p><em>c) extrajudiciais.<\/em><\/p>\n<p><strong>(B)\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/strong>\u00a0Errada. O pedido deve ser acompanhado de quesitos, ou seja, perguntas a serem respondidas pelo perito. Abaixo, trecho do C\u00f3digo de \u00c9tica Profissional e Disciplinar do Conselho Nacional dos Peritos Judiciais da Republica Federativa do Brasil. (Conselho Nacional dos Peritos Judiciais da Republica Federativa do Brasil, 2010)<\/p>\n<p>Dispondo sobre a estrutura\u00e7\u00e3o do <strong>laudo pericial<\/strong>, o artigo 473 do C\u00f3digo <strong>de Processo Civil<\/strong> exige que o perito judicial apresente:<\/p>\n<p><em>a) <strong>a exposi\u00e7\u00e3o do objeto da per\u00edcia<\/strong> \u2013 trata-se de uma explana\u00e7\u00e3o clara do perito sobre os elementos que integram o objeto da per\u00edcia, inclusive destacando as principais quest\u00f5es a serem esclarecidas pelo trabalho pericial.<\/em><\/p>\n<p><em>b) <strong>a an\u00e1lise t\u00e9cnica ou cient\u00edfica realizada<\/strong> \u2013 o perito deve relatar detalhadamente e atrav\u00e9s de linguagem simples como desenvolveu o trabalho t\u00e9cnico ou cient\u00edfico, de modo a permitir que o juiz, as partes<\/em> e <em>o Minist\u00e9rio P\u00fablico compreendam todos os fundamentos que o levaram a uma determinada conclus\u00e3o.<\/em><\/p>\n<p><em>c) <strong>a indica\u00e7\u00e3o do m\u00e9todo utilizado<\/strong>, esclarecendo-o e demonstrando ser predominantemente aceito pelos especialistas da \u00e1rea do conhecimento da qual se originou \u2013 al\u00e9m de relatar a \u201can\u00e1lise t\u00e9cnica ou cient\u00edfica realizada\u201d, deve o perito indicar e esclarecer qual m\u00e9todo utilizou para alcan\u00e7ar suas conclus\u00f5es, comprovando que tal metodologia \u00e9 a predominantemente aceita pelos especialistas dessa \u00e1rea do saber.<\/em><\/p>\n<p><em>d) <strong>respostas conclusivas a todos os quesitos apresentados pelo juiz, pelas partes e pelo \u00f3rg\u00e3o do Minist\u00e9rio P\u00fablico<\/strong> \u2013 no laudo o perito tem o dever de apresentar \u201crespostas conclusivas\u201d a todos os quesitos apresentados pelo juiz, pelas partes e pelo Minist\u00e9rio P\u00fablico. Somente n\u00e3o dever\u00e1 responder aos quesitos impertinentes indeferidos pelo magistrado. Tamb\u00e9m n\u00e3o ter\u00e1 o dever de apresentar, no laudo, respostas aos quesitos suplementares formulados pelas partes durante o trabalho pericial, podendo optar por respond\u00ea-los apenas na audi\u00eancia de instru\u00e7\u00e3o e julgamento (art. 469, CPC).<\/em><\/p>\n<p><em>Note-se que o artigo 473, IV, do C\u00f3digo de Processo Civil \u00e9 expresso ao cobrar do perito \u201crespostas conclusivas\u201d, n\u00e3o se admitindo que quesitos sejam respondidos sem a devida fundamenta\u00e7\u00e3o, como ocorre, por exemplo, quando o expert se limita a responder apenas \u201csim\u201d, \u201cn\u00e3o\u201d ou \u201cprejudicado\u201d.<\/em><\/p>\n<p>Dispon\u00edvel em: <a href=\"https:\/\/carlosadprossi.jusbrasil.com.br\/artigos\/324083771\/a-prova-pericial-na-lei-n-13105-2015-novo-codigo-de-processo-civil\">https:\/\/carlosadprossi.jusbrasil.com.br\/artigos\/324083771\/a-prova-pericial-na-lei-n-13105-2015-novo-codigo-de-processo-civil<\/a><\/p>\n<p><strong>(C)\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/strong>Errada. O profissional respons\u00e1vel n\u00e3o pode proceder \u00e0 interven\u00e7\u00e3o sobre o objeto de seu trabalho.<\/p>\n<p><strong>(D)\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/strong>Certa.<\/p>\n<p><strong>(E)\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/strong>Errada.<\/p>\n<p><strong><em>Artigo 25\u00ba<\/em><\/strong><em>. O Perito, em Ju\u00edzo ou fora dele, dever\u00e1:<\/em><\/p>\n<p><em>I. recusar sua indica\u00e7\u00e3o, desde que reconhe\u00e7a n\u00e3o se achar capacitado, em face de especializa\u00e7\u00e3o, para bem desempenhar o encargo;<\/em><\/p>\n<p><em>II. evitar interpreta\u00e7\u00f5es tendenciosas sobre a mat\u00e9ria que constitui objeto da per\u00edcia, mantendo absoluta independ\u00eancia moral e t\u00e9cnica na elabora\u00e7\u00e3o do respectivo laudo;<\/em><\/p>\n<p><em>III. abster-se de expender argumentos ou dar a conhecer sua convic\u00e7\u00e3o pessoal sobre os direitos de qualquer das partes interessadas, ou da justi\u00e7a da causa em que estiver servindo como perito, mantendo seu laudo no \u00e2mbito t\u00e9cnico legal;<\/em><\/p>\n<p><em>IV. considerar com imparcialidade o pensamento exposto em laudo pericial submetido \u00e0 sua aprecia\u00e7\u00e3o;<\/em><\/p>\n<p><em>V. mencionar obrigatoriamente fatos que conhe\u00e7a e repute em condi\u00e7\u00f5es de exercer efeito sobre pe\u00e7as objeto de seu laudo;<\/em><\/p>\n<p><em>VI. abster-se de dar parecer ou emitir opini\u00e3o sem estar suficientemente informado e documentado;<\/em><\/p>\n<p><em>VII. assinalar enganos ou diverg\u00eancias que encontrar.<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 297px;\"><strong>Gabarito: alternativa<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 1131.82px;\"><strong>D<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong>53<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/07173708\/53-a.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-109871 alignleft\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/07173708\/53-a.png\" alt=\"\" width=\"444\" height=\"364\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/07173708\/53-a.png 716w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/07173708\/53-a.png 300w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/07173708\/53-a.png 610w\" sizes=\"auto, (max-width: 444px) 100vw, 444px\" \/><\/a><\/p>\n<p>A figura acima apresenta o croqui de um c\u00f4modo de uma resid\u00eancia onde as cotas indicadas est\u00e3o em metros. No <em>layout <\/em>do programa AutoCad \u00e9 acessada a ferramenta <em>Add Scale <\/em>e, na caixa de di\u00e1logo que se abre, s\u00e3o lan\u00e7adas as informa\u00e7\u00f5es mostradas na figura abaixo.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/07173714\/53-b.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-109872 alignleft\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/07173714\/53-b.png\" alt=\"\" width=\"308\" height=\"248\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/07173714\/53-b.png 308w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/07173714\/53-b.png 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 308px) 100vw, 308px\" \/><\/a><\/p>\n<p>Diante do exposto, o croqui ser\u00e1 plotado na escala:<\/p>\n<p>(A) 1000:50;<\/p>\n<p>(B) 1:5;<\/p>\n<p>(C) 1:20;<\/p>\n<p>(D) 20:1;<\/p>\n<p>(E) 1:50.<\/p>\n<table style=\"width: 1440.21px;\">\n<tbody>\n<tr>\n<td style=\"width: 1428.21px;\" colspan=\"2\"><strong>Coment\u00e1rio:<\/strong><\/p>\n<p>Normalmente as margens tem suas dimens\u00f5es em mil\u00edmetros e o nosso desenho est\u00e1 em metros, por isso colocamos 1000:50 quando queremos plotar um desenho na escala de 1:50.<\/p>\n<p>1000 mm= 1 m<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 298px;\"><strong>Gabarito: alternativa<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 1130.21px;\"><strong>E<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong>54 <\/strong>Referente ao C\u00f3digo de \u00c9tica e Disciplina do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil, \u00e9 correto afirmar que:<\/p>\n<p>(A) os itens classificados como recomenda\u00e7\u00f5es devem ser seguidos de forma espec\u00edfica e restrita \u00e0s suas circunst\u00e2ncias, cuja transgress\u00e3o \u00e9 pass\u00edvel de puni\u00e7\u00e3o disciplinar;<\/p>\n<p>(B) os itens classificados como recomenda\u00e7\u00f5es refletem boas pr\u00e1ticas da profiss\u00e3o, n\u00e3o tendo nenhuma rela\u00e7\u00e3o com san\u00e7\u00f5es disciplinares;<\/p>\n<p>(C) os itens classificados como regras s\u00e3o de observ\u00e2ncia obrigat\u00f3ria a todo arquiteto e urbanista, cuja transgress\u00e3o resulta em cassa\u00e7\u00e3o imediata do registro do profissional;<\/p>\n<p>(D) \u00e9 vedado ao arquiteto e urbanista o exerc\u00edcio simult\u00e2neo da doc\u00eancia e da atividade profissional na esfera p\u00fablica;<\/p>\n<p>(E) \u00e9 dever do arquiteto e urbanista adotar solu\u00e7\u00f5es que garantam a qualidade da constru\u00e7\u00e3o nos servi\u00e7os de sua autoria e responsabilidade.<\/p>\n<table style=\"width: 1438.66px;\">\n<tbody>\n<tr>\n<td style=\"width: 1426.66px;\" colspan=\"2\"><strong>Coment\u00e1rio:<\/strong><\/p>\n<p>C\u00f3digo de \u00c9tica e Disciplina do CAU\/BR:<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.caubr.gov.br\/resolucao52\/\">http:\/\/www.caubr.gov.br\/resolucao52\/<\/a><\/p>\n<p>(A)\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Errada. As recomenda\u00e7\u00f5es, quando descumpridas, n\u00e3o pressup\u00f5em a aplica\u00e7\u00e3o de san\u00e7\u00f5es, todavia, sua observ\u00e2ncia ou inobserv\u00e2ncia poder\u00e3o fundamentar argumento atenuante ou agravante para a aplica\u00e7\u00e3o das san\u00e7\u00f5es disciplinares.<\/p>\n<p>(B)\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Errada. Poder\u00e3o fundamentar argumento atenuante ou agravante para a aplica\u00e7\u00e3o das san\u00e7\u00f5es disciplinares.<\/p>\n<p>(C)\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Errada. As regras s\u00e3o derivadas dos princ\u00edpios e devem ser seguidas de forma espec\u00edfica e restrita \u00e0s circunst\u00e2ncias objetivas e concretas. A transgress\u00e3o \u00e0s regras ser\u00e1 considerada infra\u00e7\u00e3o \u00e9tico-disciplinar imput\u00e1vel.<\/p>\n<p>(D)\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Errada.<\/p>\n<p>(E)\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Certa.<\/p>\n<p><strong><em>2.2. REGRAS:<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>2.2.7.<\/em><\/strong><em> O arquiteto e urbanista deve adotar solu\u00e7\u00f5es que garantam a qualidade da constru\u00e7\u00e3o, o bem-estar e a seguran\u00e7a das pessoas, nos servi\u00e7os de sua autoria e responsabilidade. (CAU, 2013)<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 297px;\"><strong>Gabarito: alternativa<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 1129.66px;\"><strong>E<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong>55 <\/strong>Relativo \u00e0s caracter\u00edsticas de \u00e1guas naturais, \u00e9 correto afirmar que:<\/p>\n<p>(A) a turbidez \u00e9 sempre sinal de mat\u00e9ria t\u00f3xica em suspens\u00e3o, tornando a \u00e1gua impr\u00f3pria para consumo;<\/p>\n<p>(B) o sabor e o odor nem sempre s\u00e3o indicativos de \u00e1gua impr\u00f3pria para o consumo, de forma que o tratamento para redu\u00e7\u00e3o dessas caracter\u00edsticas tem o objetivo de evitar repugn\u00e2ncia do usu\u00e1rio ao consumo da \u00e1gua;<\/p>\n<p>(C) a cor natural da \u00e1gua \u00e9 um indicativo de toxidez, sendo necess\u00e1rio realiza\u00e7\u00e3o de tratamento da \u00e1gua para retirar a colora\u00e7\u00e3o antes do consumo;<\/p>\n<p>(D) o mangan\u00eas \u00e9 uma subst\u00e2ncia inerte, comumente encontrada em \u00e1guas de superf\u00edcie, cuja concentra\u00e7\u00e3o n\u00e3o impacta a potabilidade da \u00e1gua;<\/p>\n<p>(E) \u00e1guas subterr\u00e2neas n\u00e3o cont\u00eam agentes biol\u00f3gicos, devido \u00e0 alta concentra\u00e7\u00e3o de mangan\u00eas, dispensando o uso do cloro para sua esteriliza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<table style=\"width: 1452.14px;\">\n<tbody>\n<tr>\n<td style=\"width: 1440.14px;\" colspan=\"2\"><strong>Coment\u00e1rio:<\/strong><\/p>\n<p><strong>(A)\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/strong>Errada. A turbidez da \u00e1gua \u00e9 atribu\u00edda principalmente \u00e0s part\u00edculas s\u00f3lidas em suspens\u00e3o, que diminuem a transpar\u00eancia e reduzem a transmiss\u00e3o da luz no meio. Pode ser provocada por pl\u00e2ncton, algas, detritos org\u00e2nicos e outras subst\u00e2ncias, como zinco, ferro, compostos de mangan\u00eas e areia, resultantes do processo natural de eros\u00e3o ou da adi\u00e7\u00e3o de despejos dom\u00e9sticos ou industriais.<\/p>\n<p>A turbidez, al\u00e9m do aspecto est\u00e9tico, pode reduzir a efici\u00eancia da clora\u00e7\u00e3o, pela prote\u00e7\u00e3o f\u00edsica dos microorganismos do contato direto com os desinfetantes. Adicionalmente, as part\u00edculas de turbidez transportam mat\u00e9ria org\u00e2nica adsorvida<\/p>\n<p>que podem provocar sabor e odor.<\/p>\n<p><em>A turbidez pode ser definida como uma medida do grau de interfer\u00eancia \u00e0 passagem da luz atrav\u00e9s do l\u00edquido. A altera\u00e7\u00e3o \u00e0 penetra\u00e7\u00e3o da luz na \u00e1gua decorre da presen\u00e7a de material em suspens\u00e3o, sendo expressa por meio de unidades de turbidez (tamb\u00e9m denominadas unidades de Jackson ou nefelom\u00e9tricas).<\/em><\/p>\n<p><em>A turbidez dos corpos d\u2019\u00e1gua \u00e9 particularmente alta em regi\u00f5es com solos erod\u00edveis, onde a precipita\u00e7\u00e3o pluviom\u00e9trica pode carrear part\u00edculas de argila, silte, areia, fragmentos de rocha e \u00f3xidos met\u00e1licos do solo. Grande parte das \u00e1guas de rios brasileiros \u00e9 naturalmente turva em decorr\u00eancia das caracter\u00edsticas geol\u00f3gicas das bacias de drenagem, ocorr\u00eancia de altos \u00edndices pluviom\u00e9tricos e uso de pr\u00e1ticas agr\u00edcolas muitas vezes inadequadas. Ao contr\u00e1rio da cor, que \u00e9 causada por subst\u00e2ncias dissolvidas, a turbidez \u00e9 provocada por part\u00edculas em suspens\u00e3o, sendo, portanto, reduzida por sedimenta\u00e7\u00e3o. Em lagos e represas, onde a velocidade de escoamento da \u00e1gua \u00e9 menor, a turbidez pode ser bastante baixa. Al\u00e9m da ocorr\u00eancia de origem natural, a turbidez da \u00e1gua pode tamb\u00e9m ser causada por lan\u00e7amentos de esgotos dom\u00e9sticos ou industriais.<\/em><\/p>\n<p><em>A turbidez natural das \u00e1guas est\u00e1, geralmente, compreendida na faixa de 3 a 500 unidades. Para fins de potabilidade, a turbidez deve ser inferior a uma unidade. Tal restri\u00e7\u00e3o fundamenta-se na influ\u00eancia da turbidez nos processos usuais de desinfec\u00e7\u00e3o, atuando como escudo aos microorganismos patog\u00eanicos e assim minimizando a a\u00e7\u00e3o do desinfetante.<\/em><\/p>\n<p><em>Um outro par\u00e2metro diretamente associado \u00e0 turbidez \u00e9 a transpar\u00eancia da \u00e1gua, a qual \u00e9 usada principalmente no caso de lagos e represas. A transpar\u00eancia \u00e9 medida mergulhando-se na \u00e1gua um disco de aproximadamente 20 cm de di\u00e2metro (disco de Secchi, em homenagem a seu inventor, um naturalista italiano) e anotando-se a profundidade de desaparecimento. Lagos turvos apresentam transpar\u00eancias reduzidas, da ordem de poucos cent\u00edmetros at\u00e9 um metro, enquanto em lagos cristalinos a transpar\u00eancia pode atingir algumas dezenas de metros. (Minist\u00e9rio da Sa\u00fade, 2006)<\/em><\/p>\n<p><strong>(B)\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/strong>Correta.<\/p>\n<p><em>A conceitua\u00e7\u00e3o de sabor envolve uma intera\u00e7\u00e3o de gosto (salgado, doce, azedo e amargo) com o odor. No entanto, genericamente usa-se a express\u00e3o conjunta: sabor e odor. Sua origem est\u00e1 associada tanto \u00e0 presen\u00e7a de subst\u00e2ncias qu\u00edmicas ou gases dissolvidos, quanto \u00e0 atua\u00e7\u00e3o de alguns microorganismos, notadamente algas. Neste \u00faltimo caso s\u00e3o obtidos odores que podem at\u00e9 mesmo ser agrad\u00e1veis (odor de ger\u00e2nio e de terra molhada, etc.), al\u00e9m daqueles considerados repulsivos (odor de ovo podre, por exemplo). Despejos industriais que cont\u00eam fenol, mesmo em pequenas concentra\u00e7\u00f5es, apresentam odores bem caracter\u00edsticos. Vale destacar que subst\u00e2ncias altamente delet\u00e9rias aos organismos aqu\u00e1ticos, como metais pesados e alguns compostos organossint\u00e9ticos, n\u00e3o conferem nenhum sabor ou odor \u00e0 \u00e1gua. Para consumo humano e usos mais nobres, o padr\u00e3o de potabilidade exige que a \u00e1gua seja completamente inodora. (Minist\u00e9rio da Sa\u00fade, 2006)<\/em><\/p>\n<p><strong>(C)\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/strong>Errada.<\/p>\n<p><em>A cor da \u00e1gua e produzida pela reflex\u00e3o da luz em part\u00edculas min\u00fasculas de dimens\u00f5es inferiores a 1 <\/em><em>\u03bc<\/em><em>m <\/em><em>\u2013<\/em><em> denominadas coloides <\/em><em>\u2013<\/em><em> finamente dispersas, de origem org\u00e2nica (\u00e1cidos h\u00famicos e f\u00falvidos) ou mineral (res\u00edduos industriais, compostos de ferro e mangan\u00eas). Corpos d<\/em><em>\u2019<\/em><em>agua de cores naturalmente escuras s\u00e3o encontrados em regi\u00f5es ricas em vegeta\u00e7\u00e3o, em decorr\u00eancia da maior produ\u00e7\u00e3o de \u00e1cidos h\u00famicos. Um exemplo internacionalmente conhecido e o do Rio Negro, afluente do Rio Amazonas, cujo nome faz refer\u00eancia a sua cor escura, causada pela presen\u00e7a de produtos de decomposi\u00e7\u00e3o da vegeta\u00e7\u00e3o e pigmentos de origem bacteriana (Chromobacterium violaceum).<\/em><\/p>\n<p><em>A clora\u00e7\u00e3o de \u00e1guas coloridas com a finalidade de abastecimento dom\u00e9stico pode gerar produtos potencialmente cancer\u00edgenos (trihalometanos), derivados da complexa\u00e7\u00e3o do cloro com a mat\u00e9ria org\u00e2nica em solu\u00e7\u00e3o.<\/em><\/p>\n<p><em>Para efeito de caracteriza\u00e7\u00e3o de \u00e1guas para abastecimento, distingue-se a cor aparente, na qual se consideram as part\u00edculas suspensas, da cor verdadeira. A determina\u00e7\u00e3o da segunda realiza-se ap\u00f3s centrifuga\u00e7\u00e3o da amostra. Para atender ao padr\u00e3o de potabilidade, a \u00e1gua deve apresentar intensidade de cor aparente inferior a cinco unidades. (Minist\u00e9rio da Sa\u00fade, 2006)<\/em><\/p>\n<p><strong>(D)\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/strong>Errada.<\/p>\n<p><em>Os elementos ferro e mangan\u00eas, por apresentarem comportamento qu\u00edmico semelhante, podem ter seus efeitos na qualidade da \u00e1gua abordados conjuntamente. Muito embora esses elementos n\u00e3o apresentem inconvenientes \u00e0 sa\u00fade nas concentra\u00e7\u00f5es normalmente encontradas nas \u00e1guas naturais, eles podem provocar problemas de ordem est\u00e9tica (manchas em roupas ou em vasos sanit\u00e1rios) ou prejudicar determinados usos industriais da \u00e1gua.<\/em><\/p>\n<p><em>Dessa forma, o padr\u00e3o de potabilidade das \u00e1guas determina valores m\u00e1ximos de 0,3 mg\/L para o ferro e 0,1 mg\/L para o mangan\u00eas. (Minist\u00e9rio da Sa\u00fade, 2006)<\/em><\/p>\n<p><strong>(E)\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/strong>Errada.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 298px;\"><strong>Gabarito: alternativa<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 1142.14px;\"><strong>B<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong>56 <\/strong>Len\u00e7\u00f3is subterr\u00e2neos muito profundos geralmente apresentam uma \u00e1gua com boa qualidade. No entanto, \u00e9 comum apresentarem falta de oxig\u00eanio e presen\u00e7a de g\u00e1s carb\u00f4nico.<\/p>\n<p>Para esses problemas, o processo de tratamento adequado \u00e9:<\/p>\n<p>(A) flota\u00e7\u00e3o;<\/p>\n<p>(B) decanta\u00e7\u00e3o;<\/p>\n<p>(C) arejamento;<\/p>\n<p>(D) filtra\u00e7\u00e3o;<\/p>\n<p>(E) desinfec\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<table style=\"width: 1453.57px;\">\n<tbody>\n<tr>\n<td style=\"width: 1441.57px;\" colspan=\"2\"><strong>Coment\u00e1rio:<\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Tratamento de \u00c1guas Subterr\u00e2neas<\/em><\/strong><\/p>\n<p><em>O tratamento da \u00e1gua para consumo humano \u00e9\u00a0<strong>essencial para garantir a sua potabilidade<\/strong>, isto \u00e9, promover a prote\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o de modo a que \u00e1gua seja agrad\u00e1vel ao paladar e \u00e0 vista da popula\u00e7\u00e3o. Na Natureza a \u00e1gua est\u00e1 em constante\u00a0<\/em><strong><em>ciclo<\/em><\/strong><em>, denominado de ciclo hidrol\u00f3gico da \u00e1gua.<\/em><\/p>\n<p><em>A \u00e1gua para consumo humano pode ter\u00a0<strong>duas origens<\/strong>: superficial ou subterr\u00e2nea. A \u00e1gua superficial \u00e9 captada em rios, ribeiras, albufeiras e barragens. No que respeita \u00e0 \u00e1gua subterr\u00e2nea, esta tem origem em nascentes, len\u00e7\u00f3is fre\u00e1ticos, furos e po\u00e7os. Independentemente da sua origem, toda \u00e1gua destinada a consumo passa pela ETA (Esta\u00e7\u00e3o de Tratamento de \u00c1guas).<\/em><\/p>\n<p><em>A \u00e1gua de origem subterr\u00e2nea, normalmente, tem um\u00a0<strong>grau de polui\u00e7\u00e3o menor<\/strong>, recebe menos tratamentos na ETA. De um modo geral, a \u00e1gua subterr\u00e2nea n\u00e3o contem oxig\u00e9nio dissolvido. No entanto, existe a presen\u00e7a de di\u00f3xido de carbono (CO2), ferro (Fe2+), mangan\u00eas (Mn), am\u00f3nia (NH3) e em algumas zonas de agricultura a presen\u00e7a de nitratos (NO3) e alguns pesticidas.<\/em><\/p>\n<p><em>De acordo com a constitui\u00e7\u00e3o da \u00e1gua, esta sofre o tratamento adequado.<\/em><\/p>\n<p><em>Assim:<br \/>\n\u2022\u00a0<strong>Arejamento<\/strong>\u00a0\u2013 Serve para oxigenar a \u00e1gua, de modo a retirar o di\u00f3xido de carbono;<\/em><\/p>\n<p><em>\u2022\u00a0<strong>Filtra\u00e7\u00e3o<\/strong>\u00a0\u2013 Utilizados\u00a0<\/em><a href=\"http:\/\/static.hsw.com.br\/gif\/swimming-pool-1.jpg\"><strong><em>filtros de areia<\/em><\/strong><\/a><em>, de modo a eliminar o ferro, mangan\u00eas e poss\u00edvel am\u00f3nia;<\/em><\/p>\n<p><em>\u2022\u00a0<strong>Desinfec\u00e7\u00e3o<\/strong>\u00a0\u2013 Geralmente \u00e9 feita atrav\u00e9s de uma solu\u00e7\u00e3o de hipoclorito de s\u00f3dio (NaOCl). Este processo de\u00a0tratamento indispens\u00e1vel, uma vez que esse processo destr\u00f3i os microrganismos patog\u00e9nicos (transmissores de doen\u00e7as), da \u00e1gua. Mesmo que a \u00e1gua n\u00e3o esteja contaminada \u00e9 sempre necess\u00e1rio este tratamento, uma vez que pode existir a poss\u00edvel contamina\u00e7\u00e3o atrav\u00e9s dos sistemas de adu\u00e7\u00e3o e de distribui\u00e7\u00e3o.<\/em><\/p>\n<p><em>\u2022 No caso de\u00a0<strong>existirem nitratos e pesticidas na \u00e1gua<\/strong>, este s\u00e3o removidos atrav\u00e9s de tratamentos espec\u00edficos.<\/em><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/planetahidrico.blogspot.com.br\/2008\/04\/tratamento-de-guas-subterrneas.html\">http:\/\/planetahidrico.blogspot.com.br\/2008\/04\/tratamento-de-guas-subterrneas.html<\/a><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 297px;\"><strong>Gabarito: alternativa<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 1144.57px;\"><strong>C<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong>57 <\/strong>No processo f\u00edsico de filtra\u00e7\u00e3o, o projeto da esta\u00e7\u00e3o do tratamento de \u00e1guas \u00e9 robustamente impactado pela qualidade e volume de \u00e1gua a ser tratada, dentre outras caracter\u00edsticas.<\/p>\n<p>Nesse contexto, considerando as vari\u00e1veis e caracter\u00edsticas do processo de filtra\u00e7\u00e3o lenta e do processo de filtra\u00e7\u00e3o r\u00e1pida, \u00e9 correto afirmar que:<\/p>\n<p>(A) a filtragem lenta \u00e9 simples e eficiente, aplicada apenas a \u00e1guas de pouca turbidez e com taxas de filtra\u00e7\u00e3o menores, com a vantagem de exigir poucas obras civis e terrenos pequenos;<\/p>\n<p>(B) na filtra\u00e7\u00e3o r\u00e1pida s\u00e3o considerados seguros e eficientes o uso dos filtros de dupla camada: carv\u00e3o antracito e areia. O tamanho das \u00e1reas desses filtros pode chegar a dezenas de metros quadrados;<\/p>\n<p>(C) carreira de filtra\u00e7\u00e3o \u00e9 o tempo em que o filtro passa em opera\u00e7\u00e3o entre duas lavagens seguidas, podendo durar de tr\u00eas a cinco dias, alongando-se tais intervalos principalmente no in\u00edcio do per\u00edodo chuvoso;<\/p>\n<p>(D) os filtros r\u00e1pidos convencionais de areia, fluxo ascendente, apresentam taxa de filtra\u00e7\u00e3o 20m3\/m2.dia, camada de pedregulho estreita (altura aproximada de 5 cm) e grande remo\u00e7\u00e3o de odor e sabor;<\/p>\n<p>(E) os filtros lentos t\u00eam desempenho na remo\u00e7\u00e3o de bact\u00e9rias inferior ao dos filtros r\u00e1pidos, mas s\u00e3o excelentes para \u00e1guas de elevada turbidez e apresentam boa remo\u00e7\u00e3o de odor e sabor.<\/p>\n<table style=\"width: 1447.16px;\">\n<tbody>\n<tr>\n<td style=\"width: 1435.16px;\" colspan=\"2\"><strong>Coment\u00e1rio:<\/strong><\/p>\n<p>(A)\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Errada. A filtragem lenta \u00e9 simples e eficiente, aplicada apenas a \u00e1guas de pouca turbidez e com taxas de filtra\u00e7\u00e3o menores, com a desvantagem de exigir muitas obras civis e terrenos grandes.<\/p>\n<p>(B)\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Correta.<\/p>\n<p>(C)\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Errada. O tempo em que o filtro passa trabalhando entre duas lavagens consecutivas \u00e9 chamado de carreira de filtra\u00e7\u00e3o. Ao final desse per\u00edodo, deve ser lavado para a retirada da sujeira que ficou retida no leito de filtragem. Uma carreira de filtra\u00e7\u00e3o fica em torno de 20 a 30 horas, podendo em situa\u00e7\u00f5es espor\u00e1dicas, principalmente no in\u00edcio do per\u00edodo chuvoso, ocorrer mais de uma lavagem por dia.<\/p>\n<p>(D)\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Errada. os filtros r\u00e1pidos convencionais de areia, fluxo descendente, apresentam taxa de filtra\u00e7\u00e3o 120 m3\/m2.dia, camada de pedregulho (altura aproximada de 50 cm) e baixa remo\u00e7\u00e3o de odor e sabor;<\/p>\n<p>(E)\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Errada. Os filtros lentos t\u00eam desempenho na remo\u00e7\u00e3o de bact\u00e9rias superior ao dos filtros r\u00e1pidos, mas s\u00e3o aplic\u00e1veis, somente, para \u00e1guas de baixa turbidez e apresentam boa remo\u00e7\u00e3o de odor e sabor.<\/p>\n<p><em>A filtra\u00e7\u00e3o \u00e9 um processo f\u00edsico em que a \u00e1gua atravessa um leito filtrante, em geral areia ou areia e carv\u00e3o, de modo que part\u00edculas em suspens\u00e3o sejam retidas produzindo um efluente mais limpo. Tradicionalmente existem dois processos distintos de filtra\u00e7\u00e3o: filtra\u00e7\u00e3o lenta e filtra\u00e7\u00e3o r\u00e1pida. A op\u00e7\u00e3o por um dos m\u00e9todos depende principalmente da qualidade da \u00e1gua bruta e do volume a ser tratado e implica em profundas diferen\u00e7as no projeto da ETA.<\/em><\/p>\n<p><em>O processo de filtra\u00e7\u00e3o lenta \u00e9 um pouco est\u00e1tico em suas alternativas de projeto. O processo de filtra\u00e7\u00e3o r\u00e1pida \u00e9 bastante din\u00e2mico em termos de alternativas de desenhos, podendo ser projetado com materiais diferentes no leito filtrante, dispositivos para aumento da capacidade de filtra\u00e7\u00e3o, bem como fluxos por gravidade ou for\u00e7ados, ascensionais ou descendentes.<\/em><\/p>\n<p><em>A filtra\u00e7\u00e3o lenta \u00e9 um processo simples e de grande efici\u00eancia. O inconveniente \u00e9 que ele funciona com taxas de filtra\u00e7\u00e3o muito baixas,<\/em> <em>sendo aplic\u00e1vel apenas \u00e0s \u00e1guas de pouca turbidez (at\u00e9 50 ppm), exigindo, por isso, grandes \u00e1reas de terreno e volume elevado de obras civis.<\/em><\/p>\n<p><em>Quanto aos resultados os filtros lentos t\u00eam um excelente desempenho na remo\u00e7\u00e3o de bact\u00e9rias, superiores aos filtros r\u00e1pidos quanto \u00e0 uniformidade dos resultados. Em geral podem ser apresentados como expectativa os seguintes valores:<\/em><\/p>\n<p>\u00b7\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <em>remo\u00e7\u00e3o de turbidez &#8211; 100%;<\/em><\/p>\n<p>\u00b7\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <em>remo\u00e7\u00e3o de cor (baixa) &#8211; &lt; 30%;<\/em><\/p>\n<p>\u00b7\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <em>remo\u00e7\u00e3o de Ferro &#8211; at\u00e9 60%;<\/em><\/p>\n<p>\u00b7\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <em>boa remo\u00e7\u00e3o de odor e sabor;<\/em><\/p>\n<p>\u00b7\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <em>grande remo\u00e7\u00e3o de bact\u00e9rias &#8211; &gt; 95%.<\/em><\/p>\n<p><em>A operacionalmente tem as vantagens de facilidade e simplicidade de opera\u00e7\u00e3o e f\u00e1cil controle, por\u00e9m s\u00e3o importantes desvantagens a sua inviabilidade para turbidez superior a 40ppm ou para turbidez + cor acima de 50ppm e, tamb\u00e9m, sua baixa velocidade de filtra\u00e7\u00e3o, o que implica em grandes \u00e1reas de ocupa\u00e7\u00e3o. Assim os filtros lentos t\u00eam sua aplicabilidade restrita a tratamento de pequenas vaz\u00f5es de consumo, \u00e1guas pr\u00e9-sedimentadas ou de baixa turbidez, e para localidades onde os terrenos n\u00e3o sejam muito valorizados.<\/em><\/p>\n<p><em>Na filtra\u00e7\u00e3o r\u00e1pida, cinquenta a sessenta por cento das impurezas ficam retidas no decantador. A \u00e1gua com o restante das impurezas, flocos mais leves e part\u00edculas n\u00e3o floculadas, sai dos decantadores e segue para o processo de filtragem, para retirada desse restante das impurezas. Nesta fase os filtros r\u00e1pidos tornam-se unidades essenciais em uma esta\u00e7\u00e3o convencional, e por isso exigem cuidadosa opera\u00e7\u00e3o. Eles constituem uma &#8220;barreira sanit\u00e1ria&#8221; importante, podendo reter microrganismos patog\u00eanicos que resistem a outros processos de tratamento.<\/em><\/p>\n<p><em>O tamanho dos filtros varia desde alguns metros quadrados at\u00e9 \u00e1rea de 40 m2. Al\u00e9m disso, em esta\u00e7\u00f5es grandes geralmente adotam-se filtros duplos por raz\u00f5es econ\u00f4micas. Atualmente reconhecem-se as grandes vantagens dos filtros de dupla camada: carv\u00e3o antracito e areia. S\u00e3o mais seguros e mais eficientes.<\/em><\/p>\n<p><em>Os <strong>filtros r\u00e1pidos convencionais de areia<\/strong>, fluxo descendente, apresentam as seguintes caracter\u00edsticas:<\/em><\/p>\n<p>\u00b7\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <em>Taxa de filtra\u00e7\u00e3o: 120m3\/m2.dia;<\/em><\/p>\n<p>\u00b7\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <em>Lavagens 1 a 2 vezes por dia, tempo de 10 minutos, taxa de 800 a 1300m3\/m2.dia, consumo aproximado de 6% da \u00e1gua produzida;<\/em><\/p>\n<p>\u00b7\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <em>Caracter\u00edsticas da areia: 0,60mm \u2264 D \u2264 1,41mm com 0,40mm \u2264 De \u2264 0,60mm e coeficiente de uniformidade inferior a 1,55;<\/em><\/p>\n<p>\u00b7\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <em>A camada de pedregulho suporte do leito filtrante deve ter uma altura aproximada de 50 cm, sendo constitu\u00edda de uma varia\u00e7\u00e3o de granulometria, de cima para baixo, de 3\/16 e 3\/32&#8243;, numa espessura de cerca de 0,06 m; de 1\/2 e 3\/16&#8243; 0,07 m; 3\/4 e \u00bd&#8221; 0,10 m; 1 1\/2 e \u00be&#8221; 0,12 m; 2 1\/2 e 1 \u00bd&#8221; 0,15 m.<\/em><\/p>\n<p><em>Sob a camada de pedregulho fica o sistema de fundo com dimens\u00f5es e forma que que dependem do tipo selecionado pelo projetista, inclusive algumas padronizadas tradicionais como o tipo Manifold.<\/em><\/p>\n<p><em>Como resultados apresentam uma boa remo\u00e7\u00e3o de bact\u00e9rias (90 a 95%), grande remo\u00e7\u00e3o de cor e turbidez, pouca remo\u00e7\u00e3o de odor e sabor. Como vantagens s\u00e3o citadas maior rendimento, menor \u00e1rea, aproveitamento de \u00e1guas de pior qualidade, e como desvantagens requerem um controle rigoroso da ETA, pessoal habilitado e especializado, casa de qu\u00edmica, laborat\u00f3rio de an\u00e1lise, al\u00e9m de um significativo consumo de \u00e1gua tratada. Esse consumo pode atingir cerca de 8% da produ\u00e7\u00e3o di\u00e1ria de \u00e1gua tratada em uma ETA.<\/em><\/p>\n<p><strong><em>Filtra\u00e7\u00e3o em leitos duplos (areia + antracito)<\/em><\/strong><\/p>\n<p><em>A estrutura dos filtros compreende as seguintes camadas:<\/em><\/p>\n<p>\u00b7\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <em>altura livre acima da \u00e1gua: 0,20 a 0,40 m;<\/em><\/p>\n<p>\u00b7\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <em>camada de \u00e1gua a filtrar: 1,40 a 1,80 m;<\/em><\/p>\n<p>\u00b7\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <em>camada de antracito: 0,45 a 0,60 m;<\/em><\/p>\n<p>\u00b7\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <em>camada de areia: 0,20 a 0,30 m;<\/em><\/p>\n<p>\u00b7\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <em>camada de pedregulho: 0,20 a 0,50 m;<\/em><\/p>\n<p>\u00b7\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <em>Altura total: 2,45 a 3,60 m.<\/em><\/p>\n<p><em>Sob a camada de pedregulho fica o sistema de fundo com dimens\u00f5es que dependem do tipo selecionado.<\/em><\/p>\n<p><em>Os materiais filtrantes devem seguir a seguintes especifica\u00e7\u00f5es:<\/em><\/p>\n<p>\u00b7\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <em>tamanho efetivo da areia: 0,4 a 0,5 mm;<\/em><\/p>\n<p>\u00b7\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <em>coeficiente de uniformidade: inferior a 1.55;<\/em><\/p>\n<p>\u00b7\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <em>tamanho efetivo do antracito: 0,8 a 1,0 mm.<\/em><\/p>\n<p><em>Existem estudos onde o antracito foi substitu\u00eddo por carv\u00e3o vegetal (coco baba\u00e7u) com resultados bastante satisfat\u00f3rios. <\/em>(Filho)<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 298px;\"><strong>Gabarito: alternativa<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 1137.16px;\"><strong>B<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<table style=\"width: 1444.3px;\">\n<tbody>\n<tr>\n<td style=\"width: 1439.3px;\"><strong>58 <\/strong>Voc\u00ea est\u00e1 realizando o projeto de uma fossa s\u00e9ptica, de c\u00e2mara \u00fanica, de um pequeno pr\u00e9dio residencial com 12 apartamentos. Estima-se que o n\u00famero m\u00e9dio de moradores por apartamento \u00e9 4. Sabe-se que, para o im\u00f3vel em quest\u00e3o, adota-se o valor de 200 L\/dia de contribui\u00e7\u00e3o unit\u00e1ria de esgotos e 1 L\/dia para lodo fresco.<a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/07173843\/58.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-109873\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/07173843\/58.png\" alt=\"\" width=\"497\" height=\"337\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/07173843\/58.png 571w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/03\/07173843\/58.png 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 497px) 100vw, 497px\" \/><\/a><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<table style=\"width: 1277.33px;\">\n<tbody>\n<tr>\n<td style=\"width: 1270.33px;\">Em fun\u00e7\u00e3o dos dados fornecidos e da Tabela do Per\u00edodo de deten\u00e7\u00e3o mostrada acima, o volume, em litros, da fossa s\u00e9ptica \u00e9:<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>(A) 10.560;<\/p>\n<p>(B) 11.040;<\/p>\n<p>(C) 11.960;<\/p>\n<p>(D) 12.000;<\/p>\n<p>(E) 14.400.<\/p>\n<table style=\"width: 1442.27px;\">\n<tbody>\n<tr>\n<td style=\"width: 1431.27px;\" colspan=\"2\"><strong>Coment\u00e1rio:<\/strong><\/p>\n<p>S\u00e3o 12 apartamentos com n\u00famero m\u00e9dio de 4 pessoas em cada um, logo a nossa popula\u00e7\u00e3o \u00e9 de 48 pessoas. A contribui\u00e7\u00e3o unit\u00e1ria de esgoto mais lodo fresco \u00e9 de 201 L\/dia.<\/p>\n<p>Logo, a contribui\u00e7\u00e3o total ser\u00e1 de 48 x 201= 9.648 L\/dia<\/p>\n<p>De acordo com H\u00e9lio Creder, no dimensionamento das fossas s\u00e9pticas de c\u00e2mara \u00fanica, o volume \u00fatil \u00e9 calculado pela f\u00f3rmula: (Creder, 2008)<\/p>\n<p>V = N (CT + 100Lf)<\/p>\n<p>V = volume \u00fatil em litros;<\/p>\n<p>N = n\u00famero de contribuintes;<\/p>\n<p>C = contribui\u00e7\u00e3o de despejos;<\/p>\n<p>T = per\u00edodo de deten\u00e7\u00e3o em dias;<\/p>\n<p>Lf = contribui\u00e7\u00e3o de lodos frescos.<\/p>\n<p>Sendo o volume \u00fatil m\u00ednimo admiss\u00edvel de 1.250 litros.<\/p>\n<p>Aplicando os dados da quest\u00e3o \u00e0 f\u00f3rmula, temos:<\/p>\n<p>V = 48 (200<span style=\"font-size: 10pt;\">x<\/span>0,65 + 100<span style=\"font-size: 10pt;\">x<\/span>1)<\/p>\n<p>V = 11.040 litros.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 298px;\"><strong>Gabarito: alternativa<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 1133.27px;\"><strong>B<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong>59 <\/strong>Quanto \u00e0 gest\u00e3o de res\u00edduos s\u00f3lidos, nos termos da Lei n\u00ba 12.305, de 02 de agosto de 2010, \u00e9 correto afirmar que:<\/p>\n<p>(A) deve ser observada a seguinte ordem de prioridade: tratamento, reciclagem, reutiliza\u00e7\u00e3o e disposi\u00e7\u00e3o final ambientalmente adequada;<\/p>\n<p>(B) s\u00e3o consideradas geradoras de res\u00edduos s\u00f3lidos as pessoas jur\u00eddicas, de direito privado, que geram res\u00edduos s\u00f3lidos por meio de suas atividades, excetuando o consumo pr\u00f3prio;<\/p>\n<p>(C) rejeitos s\u00e3o res\u00edduos s\u00f3lidos que n\u00e3o podem ser reaproveitados nem tratados, devendo ser reciclados;<\/p>\n<p>(D) a log\u00edstica reversa diz respeito ao conjunto de a\u00e7\u00f5es que viabilizam a restitui\u00e7\u00e3o dos res\u00edduos s\u00f3lidos ao setor empresarial, para que este fa\u00e7a a destina\u00e7\u00e3o final ambientalmente adequada;<\/p>\n<p>(E) os estabelecimentos comerciais n\u00e3o s\u00e3o obrigados a elaborar um plano de gest\u00e3o de res\u00edduos s\u00f3lidos, desde que eles n\u00e3o gerem res\u00edduos perigosos.<\/p>\n<table style=\"width: 1446.59px;\">\n<tbody>\n<tr>\n<td style=\"width: 1433.59px;\" colspan=\"2\"><strong>Coment\u00e1rio:<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/_ato2007-2010\/2010\/lei\/l12305.htm\">http:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/_ato2007-2010\/2010\/lei\/l12305.htm<\/a><\/p>\n<p><strong>(A)\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/strong>Errada.<\/p>\n<p><strong><em>Art. 9\u00ba<\/em><\/strong><em> Na gest\u00e3o e gerenciamento de res\u00edduos s\u00f3lidos, deve ser observada a seguinte ordem de prioridade: n\u00e3o gera\u00e7\u00e3o, redu\u00e7\u00e3o, reutiliza\u00e7\u00e3o, reciclagem, tratamento dos res\u00edduos s\u00f3lidos e disposi\u00e7\u00e3o final ambientalmente adequada dos rejeitos. (Congresso Nacional, 2010)<\/em><\/p>\n<p><strong>(B)\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/strong>Errada.<\/p>\n<p><strong><em>Art. 1\u00ba<\/em><\/strong><em> Esta Lei institui a Pol\u00edtica Nacional de Res\u00edduos S\u00f3lidos, dispondo sobre seus princ\u00edpios, objetivos e instrumentos, bem como sobre as diretrizes relativas \u00e0 gest\u00e3o integrada e ao gerenciamento de res\u00edduos s\u00f3lidos, inclu\u00eddos os perigosos, \u00e0s responsabilidades dos geradores e do poder p\u00fablico e aos instrumentos econ\u00f4micos aplic\u00e1veis.<\/em><\/p>\n<p><strong><em>\u00a7 1o<\/em><\/strong><em> Est\u00e3o sujeitas \u00e0 observ\u00e2ncia desta Lei as pessoas f\u00edsicas ou jur\u00eddicas, de direito p\u00fablico ou privado, respons\u00e1veis, direta ou indiretamente, pela gera\u00e7\u00e3o de res\u00edduos s\u00f3lidos e as que desenvolvam a\u00e7\u00f5es relacionadas \u00e0 gest\u00e3o integrada ou ao gerenciamento de res\u00edduos s\u00f3lidos.<\/em><\/p>\n<p><strong>(C)\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/strong>Errada.<\/p>\n<p><strong><em>XV<\/em><\/strong><em> &#8211; rejeitos: res\u00edduos s\u00f3lidos que, depois de esgotadas todas as possibilidades de tratamento e recupera\u00e7\u00e3o por processos tecnol\u00f3gicos dispon\u00edveis e economicamente vi\u00e1veis, n\u00e3o apresentem outra possibilidade que n\u00e3o a disposi\u00e7\u00e3o final ambientalmente adequada;<\/em><\/p>\n<p><strong>(D)\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/strong>Certa.<\/p>\n<p><strong><em>XII<\/em><\/strong><em> &#8211; log\u00edstica reversa: instrumento de desenvolvimento econ\u00f4mico e social caracterizado por um conjunto de a\u00e7\u00f5es, procedimentos e meios destinados a viabilizar a coleta e a restitui\u00e7\u00e3o dos res\u00edduos s\u00f3lidos ao setor empresarial, para reaproveitamento, em seu ciclo ou em outros ciclos produtivos, ou outra destina\u00e7\u00e3o final ambientalmente adequada;<\/em><\/p>\n<p><strong>(E)\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/strong>Errada.<\/p>\n<p><strong><em>Art. 20<\/em><\/strong><em>. Est\u00e3o sujeitos \u00e0 elabora\u00e7\u00e3o de plano de gerenciamento de res\u00edduos s\u00f3lidos:<\/em><\/p>\n<p><strong><em>I <\/em><\/strong><em>&#8211; os geradores de res\u00edduos s\u00f3lidos previstos nas al\u00edneas \u201ce\u201d, \u201cf\u201d, \u201cg\u201d e \u201ck\u201d do inciso I do art. 13;<\/em><\/p>\n<p><strong><em>II<\/em><\/strong><em> &#8211; os estabelecimentos comerciais e de presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os que:<\/em><\/p>\n<p><em>a) gerem res\u00edduos perigosos;<\/em><\/p>\n<p><em>b) gerem res\u00edduos que, mesmo caracterizados como n\u00e3o perigosos, por sua natureza, composi\u00e7\u00e3o ou volume, n\u00e3o sejam equiparados aos res\u00edduos domiciliares pelo poder p\u00fablico municipal;<\/em><\/p>\n<p><strong><em>III<\/em><\/strong><em> &#8211; as empresas de constru\u00e7\u00e3o civil, nos termos do regulamento ou de normas estabelecidas pelos \u00f3rg\u00e3os do Sisnama;<\/em><\/p>\n<p><strong><em>IV <\/em><\/strong><em>&#8211; os respons\u00e1veis pelos terminais e outras instala\u00e7\u00f5es referidas na al\u00ednea \u201cj\u201d do inciso I do art. 13 e, nos termos do regulamento ou de normas estabelecidas pelos \u00f3rg\u00e3os do Sisnama e, se couber, do SNVS, as empresas de transporte;<\/em><\/p>\n<p><strong><em>V <\/em><\/strong><em>&#8211; os respons\u00e1veis por atividades agrossilvopastoris, se exigido pelo \u00f3rg\u00e3o competente do Sisnama, do SNVS ou do Suasa.<\/em><\/p>\n<p><em>Par\u00e1grafo \u00fanico. Observado o disposto no Cap\u00edtulo IV deste T\u00edtulo, ser\u00e3o estabelecidas por regulamento exig\u00eancias espec\u00edficas relativas ao plano de gerenciamento de res\u00edduos perigosos.<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 297px;\"><strong>Gabarito: alternativa<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 1136.59px;\"><strong>D<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong>60 <\/strong>O escoamento em redes de esgoto sanit\u00e1rio preferencialmente deve ser orientado no sentido dos pontos de maiores para os de menores cotas, a fim de que esse escoamento seja realizado por gravidade.<\/p>\n<p>Para as localidades de baixa declividade, o tra\u00e7ado mais adequado, entre os apresentados, \u00e9:<\/p>\n<p>(A) radial;<\/p>\n<p>(B) leque;<\/p>\n<p>(C) espinha de peixe;<\/p>\n<p>(D) perpendicular;<\/p>\n<p>(E) em rede.<\/p>\n<table style=\"width: 1456.64px;\">\n<tbody>\n<tr>\n<td style=\"width: 1444.64px;\" colspan=\"2\"><strong>Coment\u00e1rio:<\/strong><\/p>\n<p>Temos os tra\u00e7ados de rede em leque (ou espinha de peixe), radial (ou distrital) e o perpendicular.<\/p>\n<p>O <strong>tra\u00e7ado radial<\/strong> \u00e9 caracter\u00edstico de cidades planas. Faz-se a divis\u00e3o da cidade em distritos ou setores independentes, e, em cada setor, \u00e9 criado pontos baixos para o direcionamento do esgoto. O ponto mais baixo \u00e9 o recalque para distrito vizinho ou destino final.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/edisciplinas.usp.br\/pluginfile.php\/4103430\/mod_resource\/content\/0\/Aula%203%20-%20Sistemas%20de%20Esgotamento%20Sanit%C3%A1rio%20-%20Parte%201.pdf\">https:\/\/edisciplinas.usp.br\/pluginfile.php\/4103430\/mod_resource\/content\/0\/Aula%203%20-%20Sistemas%20de%20Esgotamento%20Sanit%C3%A1rio%20-%20Parte%201.pdf<\/a><\/p>\n<p>O <strong>tra\u00e7ado em leque<\/strong> \u00e9 pr\u00f3prio de terrenos acidentados. Os coletores troncos ficam no fundo do vale.<\/p>\n<p>O tra\u00e7ado perpendicular \u00e9 caracter\u00edstico de cidades circundadas ou atravessadas por cursos d\u00b4\u00e1gua. Tem-se v\u00e1rios troncos independentes e um tra\u00e7ado mais ou menos perpendicular ao curso d\u2019\u00e1gua.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 333px;\"><strong>Gabarito: alternativa<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 1111.64px;\"><strong>A<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong>61 <\/strong>O processo de impermeabiliza\u00e7\u00e3o do solo ocasionado pelas constru\u00e7\u00f5es urbanas (ruas, cal\u00e7adas, p\u00e1tios, etc) est\u00e1 relacionado com as enchentes: a \u00e1gua que se infiltraria no solo passa a correr na superf\u00edcie. Em particular, constru\u00e7\u00f5es de passeios p\u00fablicos, pra\u00e7as, estacionamentos, resid\u00eancias, com\u00e9rcios e ind\u00fastria, al\u00e9m de lixos, entulhos e outros detritos, junto \u00e0s vias urbanas e rodovias inseridas em ambientes urbanos, somados a potenciais altera\u00e7\u00f5es que essas podem causar no caminho natural das \u00e1guas, resulta em um quadro geral complexo ao se tratar de drenagens urbanas.<\/p>\n<p>Como parte da drenagem, considere a exist\u00eancia de um bueiro sob uma via, dimensionado como canal para o tempo de recorr\u00eancia de 25 anos e a verifica\u00e7\u00e3o como orif\u00edcio para um tempo de recorr\u00eancia de 50 anos.<\/p>\n<p>A partir da f\u00f3rmula de Manning, a vaz\u00e3o que o bueiro opera \u00e9:<\/p>\n<p>(A) proporcional \u00e0 \u00e1rea e inversamente proporcional ao coeficiente de rugosidade;<\/p>\n<p>(B) proporcional \u00e0 \u00e1rea e proporcional ao quadrado do coeficiente de rugosidade;<\/p>\n<p>(C) proporcional \u00e0 velocidade de escoamento e proporcional ao coeficiente de rugosidade;<\/p>\n<p>(D) proporcional \u00e0 velocidade de escoamento e inversamente proporcional a declividade do bueiro;<\/p>\n<p>(E) proporcional ao quadrado da velocidade de escoamento e proporcional \u00e0 declividade do bueiro.<\/p>\n<table style=\"width: 1451.34px;\">\n<tbody>\n<tr>\n<td style=\"width: 1440.34px;\" colspan=\"2\"><strong>Coment\u00e1rio:<\/strong><\/p>\n<p>A equa\u00e7\u00e3o mais usada em microdrenagem e macrodrenagem sem d\u00favida alguma \u00e9 a equa\u00e7\u00e3o de Manning:<\/p>\n<p>V= (1\/n) x R (2\/3) x S0,5<\/p>\n<p>Sendo:<\/p>\n<p>V= velocidade m\u00e9dia (m\/s)<\/p>\n<p>R= raio hidr\u00e1ulico(m)= A\/P<\/p>\n<p>A= \u00e1rea molhada (m2)<\/p>\n<p>P= per\u00edmetro molhado (m)<\/p>\n<p>Q= A x V = equa\u00e7\u00e3o da continuidade<\/p>\n<p>Q= vaz\u00e3o de pico (m3\/s)<\/p>\n<p>n= coeficiente de rugosidade de Manning<\/p>\n<p>S= declividade (m\/m)<\/p>\n<p>Assim temos que a vaz\u00e3o do bueiro \u00e9 o produto da \u00e1rea pela velocidade. Logo, fica claro que a vaz\u00e3o \u00e9 proporcional \u00e0 \u00e1rea.<\/p>\n<p>Analisando a f\u00f3rmula de velocidade de Manning, vemos que a velocidade \u00e9 inversamente proporcional ao coeficiente de rugosidade, logo a vaz\u00e3o tamb\u00e9m ser\u00e1 inversamente proporcional ao coeficiente de rugosidade.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 298px;\"><strong>Gabarito: alternativa<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 1142.34px;\"><strong>A<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong>62 <\/strong>Grandes cidades sofrem com a polui\u00e7\u00e3o atmosf\u00e9rica. O grande n\u00famero de autom\u00f3veis e ind\u00fastrias fazem com que grandes quantidades de poluentes sejam lan\u00e7adas na atmosfera, reduzindo a qualidade do ar.<\/p>\n<p>Um dos fatores que agravam a polui\u00e7\u00e3o do ar nas grandes cidades \u00e9(s\u00e3o):<\/p>\n<p>(A) a alta velocidade dos ventos, que contribui para o ac\u00famulo dos poluentes;<\/p>\n<p>(B) as grandes zonas de convec\u00e7\u00e3o nessas regi\u00f5es, que impedem a dispers\u00e3o dos poluentes;<\/p>\n<p>(C) a grande estabilidade atmosf\u00e9rica, que facilita a dilui\u00e7\u00e3o dos poluentes no ar limpo;<\/p>\n<p>(D) o relevo com muitos obst\u00e1culos, que provoca a redu\u00e7\u00e3o da velocidade dos ventos, impedindo a dispers\u00e3o dos poluentes;<\/p>\n<p>(E) a baixa estabilidade atmosf\u00e9rica, que aumenta a concentra\u00e7\u00e3o dos poluentes no ar.<\/p>\n<table style=\"width: 1454.23px;\">\n<tbody>\n<tr>\n<td style=\"width: 1442.23px;\" colspan=\"2\"><strong>Coment\u00e1rio:<\/strong><\/p>\n<p>A ventila\u00e7\u00e3o \u00e9 extremamente necess\u00e1ria para evitar-se a concentra\u00e7\u00e3o de poluentes. A \u00fanica alternativa que faz sentido \u00e9 a (D).<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 298px;\"><strong>Gabarito: alternativa<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 1144.23px;\"><strong>D<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong>63 <\/strong>Ao analisar o bem-estar de seus habitantes com o objetivo fundamental da Pol\u00edtica Urbana, \u00e9 primordial inserir nesse contexto a preocupa\u00e7\u00e3o com o ambiente preservado. A Constitui\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica de 1988, em seu Art. 225, esbo\u00e7a semelhante preocupa\u00e7\u00e3o ao abordar a defesa do meio ambiente.<\/p>\n<p>\u00c9 uma quest\u00e3o norteadora da pol\u00edtica municipal do meio ambiente o que se apresenta em:<\/p>\n<p>(A) o meio ambiente como bem de uso privado;<\/p>\n<p>(B) a preval\u00eancia do interesse particular;<\/p>\n<p>(C) o acesso reservado \u00e0 informa\u00e7\u00e3o;<\/p>\n<p>(D) a efetiva participa\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o na defesa e preserva\u00e7\u00e3o do meio ambiente;<\/p>\n<p>(E) a prioriza\u00e7\u00e3o das pol\u00edticas econ\u00f4micas.<\/p>\n<table style=\"width: 1455.19px;\">\n<tbody>\n<tr>\n<td style=\"width: 1443.19px;\" colspan=\"2\"><strong>Coment\u00e1rio:<\/strong><\/p>\n<p>As pol\u00edticas p\u00fablicas de meio ambiente s\u00e3o compet\u00eancia comum de todos os entes federados e devem envolver a sociedade, tal como prev\u00ea a Constitui\u00e7\u00e3o Federal. Como afirma a Constitui\u00e7\u00e3o Federal de 1988, meio ambiente \u00e9 um bem de uso comum do povo e direito de todos, ou seja, meio ambiente \u00e9 elemento fundamental na intera\u00e7\u00e3o entre os atores sociais.<\/p>\n<p><em>Art. 225. Todos t\u00eam direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial \u00e0 sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder P\u00fablico e \u00e0 coletividade o dever de defende-lo e preserv\u00e1-lo para as presentes e futuras gera\u00e7\u00f5es.<\/em> (Presid\u00eancia da Rep\u00fablica, 1988)<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 298px;\"><strong>Gabarito: alternativa<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 1145.19px;\"><strong>D<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong>64 <\/strong>Segundo o que pode ser verificado no Decreto n\u00ba 4.340, de 22 de agosto de 2002, que regulamenta artigos da Lei n\u00ba 9.985, de 18 de julho de 2000 (disp\u00f5e sobre o Sistema Nacional de Unidades de Conserva\u00e7\u00e3o da Natureza &#8211; SNUC, e d\u00e1 outras provid\u00eancias), as unidades de conserva\u00e7\u00e3o poder\u00e3o ter conselho consultivo ou deliberativo, presididos pelo chefe da unidade de conserva\u00e7\u00e3o, que designar\u00e1 os demais conselheiros.<\/p>\n<p>Dado: OSCIP \u00e9 abrevia\u00e7\u00e3o de Organiza\u00e7\u00e3o da Sociedade Civil de Interesse P\u00fablico.<\/p>\n<p>\u00c9 pertinente aos conselhos:<\/p>\n<p>(A) firmar o termo de parceria para a gest\u00e3o compartilhada de unidade de conserva\u00e7\u00e3o por OSCIP, regulando tal gest\u00e3o;<\/p>\n<p>(B) prestar obrigat\u00f3rio apoio \u00e0 participa\u00e7\u00e3o do \u00f3rg\u00e3o executor nas reuni\u00f5es, sempre que solicitado e devidamente justificado;<\/p>\n<p>(C) compor seus conselheiros indicados dentre integrantes de entidades da sociedade civil n\u00e3o governamental. S\u00e3o vetados os conselheiros ligados a quaisquer esferas p\u00fablicas;<\/p>\n<p>(D) acompanhar a gest\u00e3o da unidade de conserva\u00e7\u00e3o por OSCIP e recomendar a rescis\u00e3o do termo de parceria, quando constatada irregularidade;<\/p>\n<p>(E) realizar, nos casos em que h\u00e1 compensa\u00e7\u00e3o ambiental, o correlato c\u00e1lculo de compensa\u00e7\u00e3o, observando as informa\u00e7\u00f5es legais e pertinentes.<\/p>\n<table style=\"width: 1460.63px;\">\n<tbody>\n<tr>\n<td style=\"width: 1447.63px;\" colspan=\"2\"><strong>Coment\u00e1rio:<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/decreto\/2002\/d4340.htm\">http:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/decreto\/2002\/d4340.htm<\/a><\/p>\n<p><em>Art. 20.\u00a0 Compete ao conselho de unidade de conserva\u00e7\u00e3o:<\/em><\/p>\n<p><em>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 I &#8211; elaborar o seu regimento interno, no prazo de noventa dias, contados da sua instala\u00e7\u00e3o;<\/em><\/p>\n<p><em>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 II &#8211; acompanhar a elabora\u00e7\u00e3o, implementa\u00e7\u00e3o e revis\u00e3o do Plano de Manejo da unidade de conserva\u00e7\u00e3o, quando couber, garantindo o seu car\u00e1ter participativo;<\/em><\/p>\n<p><em>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 III &#8211; buscar a integra\u00e7\u00e3o da unidade de conserva\u00e7\u00e3o com as demais unidades e espa\u00e7os territoriais especialmente protegidos e com o seu entorno;<\/em><\/p>\n<p><em>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 IV &#8211; esfor\u00e7ar-se para compatibilizar os interesses dos diversos segmentos sociais relacionados com a unidade;<\/em><\/p>\n<p><em>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 V &#8211; avaliar o or\u00e7amento da unidade e o relat\u00f3rio financeiro anual elaborado pelo \u00f3rg\u00e3o executor em rela\u00e7\u00e3o aos objetivos da unidade de conserva\u00e7\u00e3o;<\/em><\/p>\n<p><em>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 VI &#8211; opinar, no caso de conselho consultivo, ou ratificar, no caso de conselho deliberativo, a contrata\u00e7\u00e3o e os dispositivos do termo de parceria com OSCIP, na hip\u00f3tese de gest\u00e3o compartilhada da unidade;<\/em><\/p>\n<p><em>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 VII &#8211; acompanhar a gest\u00e3o por OSCIP e recomendar a rescis\u00e3o do termo de parceria, quando constatada irregularidade;<\/em><\/p>\n<p><em>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 VIII &#8211; manifestar-se sobre obra ou atividade potencialmente causadora de impacto na unidade de conserva\u00e7\u00e3o, em sua zona de amortecimento, mosaicos ou corredores ecol\u00f3gicos; e<\/em><\/p>\n<p><em>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 IX &#8211; propor diretrizes e a\u00e7\u00f5es para compatibilizar, integrar e otimizar a rela\u00e7\u00e3o com a popula\u00e7\u00e3o do entorno ou do interior da unidade, conforme o caso.<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 297px;\"><strong>Gabarito: alternativa<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 1150.63px;\"><strong>D<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong>65 <\/strong>Sobre a Pol\u00edtica Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustent\u00e1vel da Prefeitura de Salvador\/BA, \u00e9 correto afirmar que:<\/p>\n<p>(A) se na constru\u00e7\u00e3o de quaisquer obras n\u00e3o for poss\u00edvel evitar a destrui\u00e7\u00e3o da vegeta\u00e7\u00e3o original, ser\u00e1 obrigat\u00f3ria a implementa\u00e7\u00e3o de medidas compensat\u00f3rias que garantam a conserva\u00e7\u00e3o em \u00e1reas pr\u00f3ximas ou em outras \u00e1reas de interesse ambiental no Munic\u00edpio;<\/p>\n<p>(B) empresas que se cadastrarem no CMPAD, denominado Cadastro Municipal para Prote\u00e7\u00e3o do Ambiente contra Danos, t\u00eam direito a at\u00e9 10% de desconto no IPTU, de acordo com a extens\u00e3o de suas pr\u00e1ticas sustent\u00e1veis;<\/p>\n<p>(C) a TCFA\/Salvador, denominada Taxa de Controle e Fiscaliza\u00e7\u00e3o Ambiental de Salvador, \u00e9 equivalente a 20% da TCFA devida ao IBAMA;<\/p>\n<p>(D) s\u00e3o isentas do pagamento da TCFA\/Salvador todas as entidades p\u00fablicas e as entidades privadas cadastradas no CMPAD;<\/p>\n<p>(E) \u00e9 vedada a concess\u00e3o da ASV, denominada Autoriza\u00e7\u00e3o de Supress\u00e3o de Vegeta\u00e7\u00e3o, para corte ou supress\u00e3o de vegeta\u00e7\u00e3o de Mata Atl\u00e2ntica.<\/p>\n<table style=\"width: 1460.51px;\">\n<tbody>\n<tr style=\"height: 182px;\">\n<td style=\"width: 1448.51px; height: 182px;\" colspan=\"2\"><strong>Coment\u00e1rio:<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/leismunicipais.com.br\/a\/ba\/s\/salvador\/lei-ordinaria\/2015\/891\/8915\/lei-ordinaria-n-8915-2015-dispoe-sobre-a-politica-municipal-de-meio-ambiente-e-desenvolvimento-sustentavel-institui-o-cadastro-municipal-de-atividades-potencialmente-degradadoras-e-utilizadoras-de-recursos-naturais-cmapd-e-a-taxa-de-controle-e-fiscalizacao-ambiental-tcfa-no-municipio-de-salvador-e-da-outras-providencias\">https:\/\/leismunicipais.com.br\/a\/ba\/s\/salvador\/lei-ordinaria\/2015\/891\/8915\/lei-ordinaria-n-8915-2015-dispoe-sobre-a-politica-municipal-de-meio-ambiente-e-desenvolvimento-sustentavel-institui-o-cadastro-municipal-de-atividades-potencialmente-degradadoras-e-utilizadoras-de-recursos-naturais-cmapd-e-a-taxa-de-controle-e-fiscalizacao-ambiental-tcfa-no-municipio-de-salvador-e-da-outras-providencias<\/a><\/p>\n<p><strong><em>Art. 191<\/em><\/strong><em> Na constru\u00e7\u00e3o de quaisquer obras, p\u00fablicas ou privadas, devem ser adotadas medidas para evitar a destrui\u00e7\u00e3o ou degrada\u00e7\u00e3o da vegeta\u00e7\u00e3o original, e, no caso de necess\u00e1ria supress\u00e3o, ser\u00e1 obrigat\u00f3ria a implementa\u00e7\u00e3o de medidas compensat\u00f3rias que garantam a conserva\u00e7\u00e3o em \u00e1reas pr\u00f3ximas ou em outras \u00e1reas de interesse ambiental no Munic\u00edpio. (C\u00e2mara Municipal de Salvador, 2015)<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr style=\"height: 39px;\">\n<td style=\"width: 297px; height: 39px;\"><strong>Gabarito: alternativa<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 1151.51px; height: 39px;\"><strong>A<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/01\/22112744\/CONCURSOS-ARQ-1024x536.jpg\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><a href=\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/curso\/arquitetura-para-concursos-curso-regular-2017\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Curso para Concurso Arquitetura &#8211; Regular<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Oi pessoal! Vamos ver a prova da\u00a0FGV C\u00e2mara Municipal de Salvador? Para quem est\u00e1 pensando em fazer concurso para cargo de arquiteto, segue prova comentada &#8220;fresquinha&#8221;! 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