{"id":1075786,"date":"2022-08-25T08:18:00","date_gmt":"2022-08-25T11:18:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/?p=1075786"},"modified":"2022-08-15T15:58:01","modified_gmt":"2022-08-15T18:58:01","slug":"issqn-e-a-juriprudencia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/issqn-e-a-juriprudencia\/","title":{"rendered":"O ISSQN e a Jurisprud\u00eancia"},"content":{"rendered":"\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-conceitos-iniciais\"><strong>Conceitos Iniciais<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Este artigo tem o objetivo de expor e explicar o Imposto Sobre Servi\u00e7os de Qualquer Natureza (ISSQN) e a jurisprud\u00eancia. &nbsp;O ISSQN \u00e9 o Imposto Sobre Servi\u00e7os de Qualquer Natureza, cujo fato gerador \u00e9 a presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os \u2013 e, por defini\u00e7\u00e3o, a presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os envolve um fator <strong>intang\u00edvel<\/strong>, diferentemente de impostos como o IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados, federal), ou o ICMS (Imposto sobre Circula\u00e7\u00e3o de Mercadorias e Servi\u00e7os de Comunica\u00e7\u00e3o, Transporte), que, de forma <strong>predominante<\/strong> possuem <strong>correla\u00e7\u00e3o<\/strong> com produtos <strong>tang\u00edveis.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Este imposto, o ISSQN, possui previs\u00e3o na <a href=\"http:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/constituicao\/constituicao.htm\">Constitui\u00e7\u00e3o Federal de 1988 (CF\/88)<\/a>, em seu art. 156, descrito entre os impostos que s\u00e3o de compet\u00eancia dos Munic\u00edpios instituir e cobrar.<\/p>\n\n\n\n<p>S\u00f3 que as origens do ISSQN s\u00e3o bem mais antigas do que a Constitui\u00e7\u00e3o atual. Seus prim\u00f3rdios datam da chegada da fam\u00edlia real portuguesa ao Brasil, em 1808. Como houve a mudan\u00e7a da corte real para o Brasil, em decorr\u00eancia da transfer\u00eancia da sede administrativa da coroa portuguesa, por conta das guerras do per\u00edodo napole\u00f4nico, este empreendimento foi bastante oneroso.<\/p>\n\n\n\n<p>Com o objetivo de arranjar fundos para bancar essa mudan\u00e7a, foi institu\u00eddo o <strong>imposto do Banco<\/strong>, que incidia sobre itens diversos como <strong>carruagens, lojas, armaz\u00e9ns, sobrados e navios<\/strong> \u2013 tudo isso buscando arrecadar fundos para o rec\u00e9m criado <strong>Banco do Brasil.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A Lei or\u00e7ament\u00e1ria n\u00ba 70\/1836 modificou o Imposto do Banco, passando a denomin\u00e1-lo <strong>Imposto sobre as Lojas<\/strong> e aumentando seu campo de incid\u00eancia, passando a englobar <strong>qualquer casa<\/strong>, englobando <strong>presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os<\/strong> ou <strong>venda de manufatura<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>Em 2 de setembro de 1860 foi criada a Lei or\u00e7ament\u00e1ria n\u00ba 1174, instituindo o <strong>Imposto<\/strong> sobre <strong>Ind\u00fastrias e Profiss\u00f5es<\/strong>, a fim de substituir o Imposto sobre as Lojas, com incid\u00eancia muito mais ampla, uma vez que passou a abranger todas as ind\u00fastrias e profiss\u00f5es, recaindo sobre qualquer atividade lucrativa.<\/p>\n\n\n\n<p>E assim este imposto permaneceu, em uma arrecada\u00e7\u00e3o que compartilhada entre Estados e Munic\u00edpios, em partes iguais \u2013 at\u00e9 a Emenda Constitucional n. 18\/65, que instituiu o <strong>ICM<\/strong> (antecessor do <strong>ICMS<\/strong>, que incidia sobre as opera\u00e7\u00f5es de vendas de <strong>mercadorias<\/strong>, de compet\u00eancia dos <strong>Estados<\/strong>) e o <strong>ISSQN<\/strong> (denominado ent\u00e3o o Imposto Sobre <strong>Servi\u00e7os<\/strong> de Qualquer Natureza). A partir desse ponto o imposto adquire sua nomenclatura atual, sendo de compet\u00eancia <strong>municipal<\/strong>. Com esta mudan\u00e7a (ainda sob a Constitui\u00e7\u00e3o de 1946), o ISSQN passou a ser previsto na lei n. 5.172\/1966, conhecido como <a href=\"http:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/leis\/l5172compilado.htm\"><strong>C\u00f3digo Tribut\u00e1rio Nacional <\/strong>(CTN)<\/a> <strong>\u2013 <\/strong>sendo revogada a parte referente somente ao ISSQN (artigos 71 a 73) pelo <a href=\"http:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/decreto-lei\/del0406.htm\">Decreto-lei n. 406\/68 (DL 406\/68)<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-o-issqn-no-ctn-e-no-decreto-lei-n-406-68\"><strong>O ISSQN no CTN e no Decreto-lei n. 406\/68<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>A reda\u00e7\u00e3o original do CTN j\u00e1 previa o ISSQN com um car\u00e1ter <strong>residual<\/strong>, considerando o campo de incid\u00eancia do ent\u00e3o IPI (federal) e ICMS (estadual) em seu <strong>fato gerador<\/strong>, conforme o j\u00e1 revogado art. 71: \u201c(&#8230;) <em>a presta\u00e7\u00e3o, por empresa ou profissional aut\u00f4nomo, com ou sem estabelecimento fixo, de servi\u00e7o que n\u00e3o configure, por si s\u00f3, fato gerador de imposto de compet\u00eancia da Uni\u00e3o ou dos Estados.\u201d<\/em> Dessa forma, evitava-se o conflito que resultasse em <strong>bitributa\u00e7\u00e3o<\/strong> \u2013 que \u00e9 a ocorr\u00eancia de um <strong>mesmo fato gerador<\/strong> para dois <strong>impostos<\/strong> de <strong>diferentes entes federativos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Nesse mesmo diapas\u00e3o, a reda\u00e7\u00e3o do CTN dava uma defini\u00e7\u00e3o buscando abranger tudo o que n\u00e3o envolvesse mercadoria f\u00edsica: o fornecimento de <strong>trabalho<\/strong>, <strong>com ou sem<\/strong> utiliza\u00e7\u00e3o de <strong>m\u00e1quinas, ferramentas ou ve\u00edculos<\/strong>, a usu\u00e1rios ou consumidores finais; a <strong>loca\u00e7\u00e3o de bens im\u00f3veis<\/strong>; e a <strong>loca\u00e7\u00e3o de espa\u00e7o<\/strong> em <strong>bens im\u00f3veis<\/strong>, a t\u00edtulo de <strong>hospedagem<\/strong> ou para <strong>guarda de bens<\/strong> de qualquer natureza.<\/p>\n\n\n\n<p>O CTN, em sua vers\u00e3o original, j\u00e1 previa a possibilidade de <strong>opera\u00e7\u00f5es h\u00edbridas<\/strong> \u2013 opera\u00e7\u00f5es nas quais poderia haver a <strong>presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os combinada com a entrega de mercadorias<\/strong>. A lei trouxe <strong>dois crit\u00e9rios<\/strong> para dirimir tais situa\u00e7\u00f5es. Um deles \u00e9 o crit\u00e9rio de a presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7o ser o seu <strong>objeto essencial<\/strong> e contribuir com <strong>mais de<\/strong> <strong>75% da receita m\u00e9dia mensal da atividade<\/strong> \u2013 cumpridos esses <strong>requisitos<\/strong>, se estaria falando de <strong>servi\u00e7o<\/strong>, e <strong>n\u00e3o mercadoria.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O outro crit\u00e9rio foi sobre o que constituiria a respectiva <strong>base de c\u00e1lculo<\/strong>, que, em regra, seria o <strong>pr\u00f3prio pre\u00e7o do servi\u00e7o<\/strong>, <strong>salvo<\/strong> em <strong>duas situa\u00e7\u00f5es: <\/strong>quando a presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7o seja feita sob a forma de <strong>trabalho pessoal do pr\u00f3prio contribuinte<\/strong>, o que muda a base de c\u00e1lculo para <strong>al\u00edquotas fixas ou vari\u00e1veis<\/strong>, em fun\u00e7\u00e3o da <strong>natureza do servi\u00e7o e outros fatores pertinentes<\/strong>, o que afastaria a incid\u00eancia sobre o <strong>valor<\/strong> que envolvesse a <strong>remunera\u00e7\u00e3o do pr\u00f3prio trabalho<\/strong>; e quando houvesse o <strong>fornecimento de mercadoria concomitantemente \u00e0 presta\u00e7\u00e3o do servi\u00e7o<\/strong>, o que traria a incid\u00eancia de ICMS e ISSQN, cada um sobre <strong>50% do valor total da opera\u00e7\u00e3o<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>O <strong>DL 406\/68<\/strong> revogou a parte do ISSQN contida no CTN, al\u00e9m de ter estabelecido uma lista de <strong>servi\u00e7os sobre os quais <\/strong>o ISSQN poderia ser cobrado como <strong>imposto fixo<\/strong>. \u00c9 o principal diploma legal que estabelece esta hip\u00f3tese.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"681\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2022\/08\/10225808\/adult-1866533-1024x681.jpg\" alt=\"A presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os sofre a incid\u00eancia do ISSQN e h\u00e1 v\u00e1rios servi\u00e7os previstos em lei\" class=\"wp-image-1075790\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2022\/08\/10225808\/adult-1866533-1024x681.jpg 1024w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2022\/08\/10225808\/adult-1866533-300x200.jpg 300w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2022\/08\/10225808\/adult-1866533-768x511.jpg 768w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2022\/08\/10225808\/adult-1866533-1536x1022.jpg 1536w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2022\/08\/10225808\/adult-1866533-2048x1363.jpg 2048w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2022\/08\/10225808\/adult-1866533-610x406.jpg 610w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2022\/08\/10225808\/adult-1866533-150x100.jpg 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption>A presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os sofre a incid\u00eancia do ISSQN e h\u00e1 v\u00e1rios servi\u00e7os previstos em lei<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-o-issqn-na-constituicao-federal-de-1988-cf-88-e-na-lei-complementar-n-116-2003\">O ISSQN na <strong>Constitui\u00e7\u00e3o Federal de 1988 (CF\/88) e na Lei Complementar n. 116\/2003<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>O <strong>DL 406\/68 <\/strong>permaneceu regulando o ISSQN at\u00e9 a <a href=\"http:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/constituicao\/constituicao.htm\">Constitui\u00e7\u00e3o Federal de 1988 (CF\/88)<\/a>, inclusive emprestando a interpreta\u00e7\u00e3o <strong>subsidi\u00e1ria<\/strong> do que \u00e9 servi\u00e7o, conforme o art. 156: \u201c<em>Compete aos Munic\u00edpios instituir impostos sobre:<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>(&#8230;) III &#8211; servi\u00e7os de qualquer natureza, n\u00e3o compreendidos no art. 155, II, definidos em lei complementar.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Os servi\u00e7os que est\u00e3o contidos no art. 155, II s\u00e3o aqueles sobre os quais incide o ICMS; logo, <strong>se n\u00e3o forem esses servi\u00e7os<\/strong>, poder\u00e3o ser objeto de incid\u00eancia, desde que <strong>definidos em lei complementar<\/strong>. E a Lei Complementar n. 116 (LC 116\/03) s\u00f3 foi promulgada em 2003 \u2013 <strong>revogando o DL 406\/68<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>E a <a href=\"http:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/leis\/lcp\/lcp116.htm\">Lei Complementar n. 116\/2003<\/a> trouxe ainda algumas <strong>inova\u00e7\u00f5es<\/strong> \u2013 como a <strong>n\u00e3o incid\u00eancia<\/strong> sobre <strong>exporta\u00e7\u00f5es de servi\u00e7os ao exterior do pa\u00eds<\/strong>, sobre a presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os em <strong>rela\u00e7\u00e3o de emprego, dos trabalhadores avulsos, dos diretores e membros de conselho consultivo ou de conselho fiscal de sociedades e funda\u00e7\u00f5es, bem como dos s\u00f3cios-gerentes e dos gerentes-delegados, <\/strong>sobre o <strong>valor intermediado<\/strong> no mercado de <strong>t\u00edtulos e valores mobili\u00e1rios<\/strong>, o <strong>valor<\/strong> dos <strong>dep\u00f3sitos banc\u00e1rios<\/strong>, o <strong>principal, juros e acr\u00e9scimos morat\u00f3rios<\/strong> relativos a <strong>opera\u00e7\u00f5es de cr\u00e9dito<\/strong> realizadas por <strong>institui\u00e7\u00f5es financeiras<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>E, como ressalva sobre a <strong>n\u00e3o incid\u00eancia <\/strong>do ISSQN sobre a exporta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os ao <strong>exterior<\/strong>, h\u00e1 tamb\u00e9m <strong>uma ressalva<\/strong>: a de que o <strong>resultado <\/strong>da opera\u00e7\u00e3o <strong>n\u00e3o se verifique no Brasil<\/strong>, pois dessa forma bastaria contatar um tomador no exterior e ele pagar por um servi\u00e7o que seja feito e cujo resultado seja no Brasil, sendo considerado isso uma <strong>exporta\u00e7\u00e3o<\/strong> \u2013 um poss\u00edvel <strong>subterf\u00fagio <\/strong>para o prestador se esquivar de recolher o imposto, em uma hipot\u00e9tica presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7o de constru\u00e7\u00e3o civil paga por cliente do exterior sobre uma constru\u00e7\u00e3o civil no Brasil, por exemplo.<strong>\u00a0 <\/strong>\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>A LC 116\/03 tratou dos diversos aspectos do <strong>fato gerador<\/strong>: definiu o <strong>aspecto material <\/strong>(a presta\u00e7\u00e3o do servi\u00e7o e a lista dos servi\u00e7os), seu <strong>aspecto temporal <\/strong>(o momento da presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7o), sua <strong>base de c\u00e1lculo<\/strong> (o pre\u00e7o do servi\u00e7o) e sua <strong>al\u00edquota<\/strong> (m\u00e1ximo de 5% sobre o pre\u00e7o do servi\u00e7o), e seu <strong>aspecto espacial <\/strong>(onde se considera prestado o servi\u00e7o: em <strong>regra, <\/strong>no <strong>estabelecimento do prestador<\/strong>).<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-o-issqn-na-jurisprudencia-em-sumulas-do-stf\"><strong>O ISSQN na jurisprud\u00eancia em S\u00famulas do STF<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Como o ISSQN foi uma constru\u00e7\u00e3o ao longo de d\u00e9cadas, o imposto rendeu muitas discuss\u00f5es judiciais nos tribunais superiores: o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Superior Tribunal de Justi\u00e7a (STJ) \u2013 tanto gerando <strong>s\u00famulas<\/strong> como <strong>entendimentos<\/strong> sobre diversas quest\u00f5es judiciais.<\/p>\n\n\n\n<p>Uma destas quest\u00f5es foi que havia um entendimento que o Decreto-lei n. 406\/68 <strong>havia sido integralmente revogado <\/strong>pela Lei Complementar n. 116\/2003. Entretanto, no Decreto havia uma previs\u00e3o de cobran\u00e7a diferenciada do ISSQN de contribuintes que prestassem servi\u00e7os em <strong>car\u00e1ter pessoal<\/strong>, de forma <strong>fixa \u2013 <\/strong>dispositivo que <strong>n\u00e3o consta <\/strong>na Lei Complementar, de forma <strong>n\u00e3o possibilitaria sua cobran\u00e7a diferenciada<\/strong>. O STF ent\u00e3o publicou a S\u00famula 663-STF: \u201c<em>Os \u00a7\u00a7 1\u00ba e 3\u00ba do art. 9\u00ba do Dl. 406\/68 foram recebidos pela Constitui\u00e7\u00e3o\u201d<\/em>. Desta forma, foi <strong>recepcionada<\/strong> a <strong>hip\u00f3tese<\/strong> da cobran\u00e7a de ISSQN de forma fixa, conforme existia no revogado Decreto.<\/p>\n\n\n\n<p>Outra situa\u00e7\u00e3o foi a quest\u00e3o do conceito de presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7o. Vers\u00f5es anteriores das leis at\u00e9 a Lei Complementar n. 116\/2003 foram elaboradas considerando o <strong>conceito econ\u00f4mico de servi\u00e7o<\/strong>. A partir de uma mudan\u00e7a na jurisprud\u00eancia do Supremo, em 2010, o servi\u00e7o passou a ser definido pelo <strong>conceito jur\u00eddico de servi\u00e7o<\/strong> \u2013 que \u00e9 uma <strong>obriga\u00e7\u00e3o de fazer<\/strong>, o que teve <strong>impacto direto<\/strong> em servi\u00e7os como <strong>loca\u00e7\u00e3o de bens m\u00f3veis. <\/strong>Isso ocorreu porque, no entendimento do tribunal, o servi\u00e7o de <strong>loca\u00e7\u00e3o <\/strong>\u00e9 uma <strong>obriga\u00e7\u00e3o de dar<\/strong>, <strong>n\u00e3o <\/strong>uma <strong>obriga\u00e7\u00e3o de fazer<\/strong>, como ocorre em outros servi\u00e7os.<\/p>\n\n\n\n<p>Essa jurisprud\u00eancia foi conhecida atrav\u00e9s da S\u00famula Vinculante n. 31: \u201c<em>\u00c9 inconstitucional a incid\u00eancia do imposto sobre servi\u00e7os de qualquer natureza &#8211; ISS sobre opera\u00e7\u00f5es de loca\u00e7\u00e3o de bens m\u00f3veis<\/em><strong>.\u201d<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Uma \u00faltima quest\u00e3o levada ao Supremo questionava sobre se os dep\u00f3sitos banc\u00e1rios, as comiss\u00f5es e taxas de desconto cobradas pelos bancos. Aqui ocorre um fen\u00f4meno interessante, pois estes valores n\u00e3o representam presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os em si \u2013 <strong>n\u00e3o se confundindo<\/strong> com servi\u00e7os de <strong>corretagem<\/strong> e <strong>agenciamento<\/strong>. Isso originou a S\u00famula 588-STF: \u201c<em>O imposto sobre servi\u00e7os n\u00e3o incide sobre os dep\u00f3sitos, as comiss\u00f5es e taxas de desconto, cobrados pelos estabelecimentos banc\u00e1rios<\/em>.\u201d<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2022\/08\/10230651\/car-5246178-1024x683.jpg\" alt=\"Como a loca\u00e7\u00e3o de autom\u00f3vel \u00e9 uma loca\u00e7\u00e3o de bem m\u00f3vel, n\u00e3o incide o ISSQN, de acordo com o STF\" class=\"wp-image-1075793\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2022\/08\/10230651\/car-5246178-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2022\/08\/10230651\/car-5246178-300x200.jpg 300w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2022\/08\/10230651\/car-5246178-768x512.jpg 768w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2022\/08\/10230651\/car-5246178-1536x1024.jpg 1536w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2022\/08\/10230651\/car-5246178-2048x1365.jpg 2048w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2022\/08\/10230651\/car-5246178-610x407.jpg 610w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2022\/08\/10230651\/car-5246178-150x100.jpg 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption>Como a loca\u00e7\u00e3o de autom\u00f3vel \u00e9 uma loca\u00e7\u00e3o de bem m\u00f3vel, n\u00e3o incide o ISSQN, de acordo com o STF<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-o-issqn-na-jurisprudencia-em-sumulas-do-stj\"><strong>O ISSQN na jurisprud\u00eancia em S\u00famulas do STJ<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Na jurisprud\u00eancia do tribunal da cidadania (o \u201capelido\u201d do STJ) existem mais algumas s\u00famulas, com quest\u00f5es como a S\u00famula 138-STJ: <em>\u201cO ISS incide na opera\u00e7\u00e3o de arrendamento mercantil de coisas m\u00f3veis.\u201d <\/em>O <strong><em>Leasing<\/em><\/strong><em>, <\/em>ou <strong>arrendamento mercantil<\/strong> \u00e9 uma <strong>opera\u00e7\u00e3o <\/strong>bem mais complexa que a simples loca\u00e7\u00e3o \u2013 essa foi a vis\u00e3o do colegiado.<\/p>\n\n\n\n<p>Houve tamb\u00e9m o caso de uma gr\u00e1fica, que por imprimir r\u00f3tulos e etiquetas que n\u00e3o seriam para consumidores finais, havia sido autuada a recolher ICMS \u2013 o que levou a reclamar judicialmente de que se tratava de um servi\u00e7o de composi\u00e7\u00e3o gr\u00e1fica, personalizada, n\u00e3o um produto \u201cde prateleira\u201d, pleito acolhido pelo STJ na S\u00famula 156-STJ: \u201c<em>A presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7o de composi\u00e7\u00e3o gr\u00e1fica, personalizada e sob encomenda, ainda que envolva fornecimento de mercadorias, est\u00e1 sujeita, apenas, ao ISS.\u201d<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Alguns servi\u00e7os s\u00e3o complexos em seus componentes. Exemplo disso \u00e9 o servi\u00e7o de constru\u00e7\u00e3o civil chamado de <strong>concretagem<\/strong>. Como o concreto \u00e9 vendido como produto, sobre ele incide o ICMS. Mas ele n\u00e3o vai sozinho aplicado em uma laje. Ele deve ser <strong>misturado em betoneiras com cimento e outros componentes<\/strong>. Esse processo de mistura, em si, \u00e9 a concretagem, o que originou a S\u00famula 167-STJ: \u201c<em>O fornecimento de concreto, por empreitada, para constru\u00e7\u00e3o civil, preparado no trajeto at\u00e9 a obra em betoneiras acopladas a caminh\u00f5es, \u00e9 presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7o, sujeitando-se apenas \u00e0 incid\u00eancia do ISS.\u201d<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Tamb\u00e9m ocorreu uma a\u00e7\u00e3o judicial em que se questionava alguns custos na base de c\u00e1lculo do ISSQN sobre <strong>servi\u00e7os m\u00e9dicos<\/strong>. Algumas vezes, no bojo de um atendimento hospitalar com interna\u00e7\u00e3o por meio de conv\u00eanio h\u00e1 despesas de di\u00e1rias de hospital, refei\u00e7\u00f5es e outras. Os questionamentos desta a\u00e7\u00e3o levaram o STJ a publicar a S\u00famula 274-STJ: \u201c<em>O ISS incide sobre o valor dos servi\u00e7os de assist\u00eancia m\u00e9dica, incluindo-se neles as refei\u00e7\u00f5es, os medicamentos e as di\u00e1rias hospitalares.\u201d<\/em><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2022\/08\/10230041\/medical-3447369-1024x683.jpg\" alt=\"Sobre os servi\u00e7os de assit\u00eancia m\u00e9dica incide o ISSQN\" class=\"wp-image-1075791\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2022\/08\/10230041\/medical-3447369-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2022\/08\/10230041\/medical-3447369-300x200.jpg 300w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2022\/08\/10230041\/medical-3447369-768x512.jpg 768w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2022\/08\/10230041\/medical-3447369-1536x1024.jpg 1536w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2022\/08\/10230041\/medical-3447369-2048x1365.jpg 2048w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2022\/08\/10230041\/medical-3447369-610x407.jpg 610w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2022\/08\/10230041\/medical-3447369-150x100.jpg 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption>Sobre os servi\u00e7os de assist\u00eancia m\u00e9dica incide o ISSQN<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Esse entendimento inclusive \u00e9 utilizado em quest\u00f5es como hospedagem em hot\u00e9is, que, quando incluem presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os de restaurante, junto da hospedagem, s\u00e3o objeto de incid\u00eancia do ISSQN.<\/p>\n\n\n\n<p>Uma \u00faltima s\u00famula envolve o servi\u00e7o de cess\u00e3o de m\u00e3o de obra, no qual uma empresa pode fornecer profissionais, <strong>agenciando <\/strong>a rela\u00e7\u00e3o contratante-empregados, ou ela \u00e9 ela mesmo <strong>contratada<\/strong> por outra empresa. Nesta segunda situa\u00e7\u00e3o, os empregados s\u00e3o da ag\u00eancia. Qual a base de c\u00e1lculo nestas duas situa\u00e7\u00f5es?<\/p>\n\n\n\n<p>Para isso foi elaborada a S\u00famula 524-STJ:<em> \u201cNo tocante \u00e0 base de c\u00e1lculo, o ISSQN incide apenas sobre a taxa de agenciamento quando o servi\u00e7o prestado por sociedade empres\u00e1ria de trabalho tempor\u00e1rio for de intermedia\u00e7\u00e3o, devendo, entretanto, englobar tamb\u00e9m os valores dos sal\u00e1rios e encargos sociais dos trabalhadores por ela contratados nas hip\u00f3teses de fornecimento de m\u00e3o de obra. \u201c<\/em><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-o-issqn-na-jurisprudencia-em-informativos-das-cortes-superiores\"><strong>O ISSQN na jurisprud\u00eancia em informativos das cortes superiores<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m das s\u00famulas, que englobam entendimentos consolidados dos colegiados superiores, existem os boletins informativos dos tribunais superiores. S\u00e3o entendimentos que indicam a constru\u00e7\u00e3o de teses, que podem vir a se tornar s\u00famulas no futuro.<\/p>\n\n\n\n<p>Um destes boletins do STF suscitou duas quest\u00f5es sobre o ISSQN. Uma delas era sobre se operadoras de sa\u00fade (os planos de sa\u00fade) prestavam servi\u00e7os sujeitos \u00e0 incid\u00eancia do ISS, o que o STF entendeu que elas est\u00e3o sujeitas. No mesmo boletim outra quest\u00e3o chamava a aten\u00e7\u00e3o sobre a constitucionalidade da lei municipal que permitia a <strong>exclus\u00e3o<\/strong> <strong>de valores <\/strong>da <strong>base de c\u00e1lculo<\/strong> \u2013 o que o tribunal entendeu <strong>inconstitucional<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>No STJ, outras a\u00e7\u00f5es foram apreciadas. Uma delas questionava em servi\u00e7os de marketing a <strong>possibilidade de dedu\u00e7\u00e3o <\/strong>de <strong>valores <\/strong>da <strong>base de c\u00e1lculo<\/strong> por serem valores de <strong>reembolso<\/strong>, o que foi <strong>recha\u00e7ado<\/strong> pelo tribunal. Outra quest\u00e3o \u00e9 sobre para qual munic\u00edpio \u00e9 devido o ISSQN no <strong>arrendamento mercantil<\/strong>, o que gerou um entendimento <strong>duplo:<\/strong> na vig\u00eancia do Decreto-lei n. 406\/68 e antes da Lei Complementar n. 116\/2003 \u00e9 devido no munic\u00edpio onde se encontrava o estabelecimento prestador; na vig\u00eancia da Lei Complementar n. 116\/2003 ele \u00e9 devido no munic\u00edpio onde o servi\u00e7o \u00e9 efetivamente prestado.<\/p>\n\n\n\n<p>Houve tamb\u00e9m o pleito de cart\u00f3rios de pagamento do ISSQN no regime fixo, sob a alega\u00e7\u00e3o da presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os em <strong>car\u00e1ter<\/strong> <strong>pessoal<\/strong>, o que <strong>n\u00e3o foi acatado<\/strong> pelo STJ.<\/p>\n\n\n\n<p>Outra a\u00e7\u00e3o tratava de verificar qual seria o munic\u00edpio competente para cobrar o ISSQN sobre o servi\u00e7o de an\u00e1lises cl\u00ednicas. Ocorre que existem laborat\u00f3rios que coletam amostras laboratoriais e as enviam para o servi\u00e7o de an\u00e1lise a outros munic\u00edpios. Nestes casos, o STJ entendeu que o ISSQN \u00e9 devido ao munic\u00edpio onde o tomador do servi\u00e7o (nesse caso, a pessoa examinada) entregou sua amostra \u2013 e n\u00e3o no munic\u00edpio onde ocorreu a an\u00e1lise.<\/p>\n\n\n\n<p>Outro pleito se referia a incid\u00eancia sobre o servi\u00e7o de troca de pneus por borracharias, em que o tribunal estabeleceu que, ainda que o borracheiro forne\u00e7a pneus, o servi\u00e7o de troca sofre a incid\u00eancia de ISSQN.<\/p>\n\n\n\n<p>Tamb\u00e9m houve questionamento judicial sobre a incid\u00eancia de ISSQN sobre o servi\u00e7o de prote\u00e7\u00e3o ao cr\u00e9dito oferecido por sindicato ou C\u00e2mara de Diretores Lojistas aos seus associados. A quest\u00e3o j\u00e1 teve entendimento diverso, mas a vis\u00e3o atual do STJ \u00e9 a de que incide o ISSQN. Uma \u00faltima quest\u00e3o envolve a pol\u00eamica sobre valores cobrados por munic\u00edpios aos Correios a t\u00edtulo de ISSQN sobre a presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os postais \u2013 ao que o tribunal reconheceu a imunidade dos Correios, concedendo \u00e0 empresa a repeti\u00e7\u00e3o do ind\u00e9bito (restitui\u00e7\u00e3o) dos valores de ISSQN pagos, <strong>desde que n\u00e3o tivessem sido repassados <\/strong>aos <strong>tomadores dos servi\u00e7os.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-conclusoes\"><strong>Conclus\u00f5es<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Um dos impostos mais importantes para os munic\u00edpios, o ISSQN nem sempre foi um imposto municipal. Ele come\u00e7a na \u00e9poca da chegada da corte real portuguesa ao Brasil, sofrendo transforma\u00e7\u00f5es ao longo do Brasil imp\u00e9rio, que o tornariam relacionado \u00e0s atividades comerciais, sendo aos poucos afetado pelas transforma\u00e7\u00f5es do com\u00e9rcio e ind\u00fastria durante o s\u00e9culo XIX e XX.<\/p>\n\n\n\n<p>Ao longo do s\u00e9culo XX, com a chegada da industrializa\u00e7\u00e3o ao Brasil, houve um constante aumento no sortimento de itens de com\u00e9rcio, produtos em geral, sendo que o ent\u00e3o imposto das lojas se transformou em um imposto sobre as profiss\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>No p\u00f3s 2\u00b0 guerra, o com\u00e9rcio aumentou muito. Os sistemas tribut\u00e1rios no mundo come\u00e7am a incidir sobre <strong>valores agregados em cadeia de produ\u00e7\u00e3o e comercializa\u00e7\u00e3o<\/strong>. Como uma forma de construir um caminho para custear um estado federalizado, foi criado o ICMS, que passou a incidir sobre as trocas comerciais.<\/p>\n\n\n\n<p>Na esteira da cria\u00e7\u00e3o do ICMS, criou o Imposto Sobre Servi\u00e7os de Qualquer Natureza, o ISSQN, que, em car\u00e1ter subsidi\u00e1rio, abrangeu os servi\u00e7os que n\u00e3o apresentavam produtos f\u00edsicos, ou em que a exist\u00eancia de um produto f\u00edsico n\u00e3o descaracterizasse seu car\u00e1ter essencial de presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os. &nbsp;Assim o ISSQN se estabeleceu, sob a compet\u00eancia de outro ente federativo que come\u00e7ava a demonstrar suas capacidades na administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica: os munic\u00edpios.<\/p>\n\n\n\n<p>Assim se deu a cria\u00e7\u00e3o do ISSQN, que possui um car\u00e1ter <strong>essencialmente intang\u00edvel<\/strong>: a <strong>presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os<\/strong>. E ele continua em <strong>constante muta\u00e7\u00e3o. <\/strong>Em uma economia cada vez mais globalizada, digital e imediata, ele est\u00e1 assumindo <strong>novas tend\u00eancias<\/strong>, como a constante <strong>fragmenta\u00e7\u00e3o<\/strong> de <strong>novos servi\u00e7os<\/strong>, como servi\u00e7os banc\u00e1rios de rede de transa\u00e7\u00f5es, que <strong>n\u00e3o s\u00f3 se desdobram em mais servi\u00e7os<\/strong>, como cada vez mais <strong>influenciam <\/strong>na determina\u00e7\u00e3o <strong>espacial<\/strong> de <strong>onde \u00e9 devido <\/strong>o imposto, tamb\u00e9m cada vez mais <strong>pulverizado<\/strong> nas <strong>m\u00faltiplas possibilidades de incid\u00eancia<\/strong> das presta\u00e7\u00f5es de servi\u00e7os.<\/p>\n\n\n\n<p>Ricardo Pereira de Oliveira<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"has-text-align-center wp-block-heading\" id=\"h-cursos-e-assinaturas\">Cursos e Assinaturas <\/h2>\n\n\n\n<p>Prepare-se com o melhor material e com quem mais aprova em Concursos P\u00fablicos em todo o pa\u00eds!<\/p>\n\n\n\n<div class=\"container\" id=\"boxes\">\n  <div class=\"row\">\n    <div class=\"col-sm\">\n      <div class=\"estrategia\" id=\"box-assinatura\">\n        <h3 class=\"titulo-assinatura\">Assinatura de Concursos<\/h3>\n        <p class=\"subtitulo-assinatura\">Assinatura de 1 ano ou 2 anos<\/p>\n        <div class=\"box-botao\">\n          <a class=\"btn-assinatura\" target=\"_blank\" href=\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/assinaturas\/\" role=\"button\" rel=\"noopener noreferrer\">ASSINE AGORA<\/a>\n        <\/div>\n      <\/div>\n      <p class=\"texto-auxiliar\"><\/p>\n    <\/div>\n    <div class=\"col-sm\">\n      <div class=\"questoes\" id=\"box-assinatura\">\n        <h3 class=\"titulo-assinatura\">Sistema de Quest\u00f5es<\/h3>\n        <p class=\"subtitulo-assinatura\">Assinatura de 1 ano ou 2 anos\n<\/p>\n        <div class=\"box-botao\">\n          <a class=\"btn-assinatura\" target=\"_blank\" 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