{"id":107042,"date":"2018-02-23T15:23:06","date_gmt":"2018-02-23T18:23:06","guid":{"rendered":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/?p=107042"},"modified":"2018-02-23T23:08:17","modified_gmt":"2018-02-24T02:08:17","slug":"camara-de-bh-prova-comentada-portugues","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/camara-de-bh-prova-comentada-portugues\/","title":{"rendered":"C\u00e2mara de BH &#8211; Provas Comentadas &#8211; Portugu\u00eas + Revis\u00e3o Consulplan"},"content":{"rendered":"<p>Ol\u00e1, pessoal, tudo tranquilo?<\/p>\n<p>Trago aqui o coment\u00e1rio das provas de T\u00e9cnico de Seguran\u00e7a e de Consultor Legislativo, aplicadas no \u00faltimo fim de semana pela Consulplan. H\u00e1 quest\u00f5es pesadas, ent\u00e3o vamos entender aqui o racioc\u00ednio da banca. Esse material \u00e9 muito valioso para quem vai prestar prova no dia 18\/03.<\/p>\n<p>V\u00e1rias provas de n\u00edvel superior foram id\u00eanticas a esta, ent\u00e3o confira se n\u00e3o foi o caso do seu cargo espec\u00edfico, ok?<\/p>\n<p>Vamos l\u00e1!<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-104237\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/01\/28150853\/M%C3%8DDIAS-SOCIAIS-FELIPE.png\" alt=\"\" width=\"724\" height=\"125\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/01\/28150853\/M%C3%8DDIAS-SOCIAIS-FELIPE.png 724w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/01\/28150853\/M%C3%8DDIAS-SOCIAIS-FELIPE.png 300w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/01\/28150853\/M%C3%8DDIAS-SOCIAIS-FELIPE.png 610w\" sizes=\"auto, (max-width: 724px) 100vw, 724px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>Prova T\u00e9cnico de Seguran\u00e7a (Tipo 01 &#8211; Branca)<\/strong><\/p>\n<p>Leia o texto para responder \u00e0s quest\u00f5es de 01 a 13.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><strong><u>Qu\u00e3o rara \u00e9 a Terra?<\/u><\/strong><\/p>\n<p>Agora que temos a certeza de que existe um n\u00famero enorme de planetas com caracter\u00edsticas f\u00edsicas semelhantes \u00e0s da Terra, vale perguntar se eles t\u00eam, de fato, a chance de abrigar formas de vida e, se tiverem, que vida seria essa.<\/p>\n<p>Antes, alguns n\u00fameros importantes. Os melhores dados com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 exist\u00eancia de outros planetas v\u00eam do sat\u00e9lite da NASA Kepler, que anda buscando planetas como a Terra mapeando 100 mil estrelas na nossa regi\u00e3o c\u00f3smica.<\/p>\n<p>Pelo desenho da miss\u00e3o, a identifica\u00e7\u00e3o dos planetas usa um efeito chamado de tr\u00e2nsito: quando um planeta passa em frente \u00e0 sua estrela (por exemplo, V\u00eanus passando em frente ao Sol) o brilho da estrela \u00e9 ligeiramente diminu\u00eddo.<\/p>\n<p>Marcando o tempo que demora para o planeta passar em frente \u00e0 estrela, a diminui\u00e7\u00e3o do brilho e, se poss\u00edvel, o per\u00edodo da \u00f3rbita (quando o planeta retorna ao seu ponto inicial), \u00e9 poss\u00edvel determinar o tamanho e massa do planeta.<\/p>\n<p>Com isso, a miss\u00e3o estima que cerca de 5,4% de planetas na nossa gal\u00e1xia t\u00eam massa semelhante \u00e0 da Terra e, possivelmente, est\u00e3o na zona habit\u00e1vel, o que significa que a temperatura na sua superf\u00edcie permite a exist\u00eancia de \u00e1gua l\u00edquida (se houver \u00e1gua l\u00e1).<\/p>\n<p>Como sabemos que o n\u00famero de estrelas na nossa gal\u00e1xia \u00e9 em torno de 200 bilh\u00f5es, a estimativa da miss\u00e3o Kepler implica que devem existir em torno de 10 bilh\u00f5es de planetas com dimens\u00f5es semelhantes \u00e0s da Terra.<\/p>\n<p>Nada mal, se supusermos que basta isso para que exista vida. Por\u00e9m, a situa\u00e7\u00e3o \u00e9 bem mais complexa e depende das propriedades da vida e, em particular, da hist\u00f3ria geol\u00f3gica do planeta.<\/p>\n<p>Aqui na Terra, a vida surgiu 3,5 bilh\u00f5es de anos atr\u00e1s. Por\u00e9m, durante aproximadamente 3 bilh\u00f5es de anos, a vida aqui era constitu\u00edda essencialmente de seres unicelulares, pouco sofisticados. Digamos, um planeta de amebas.<\/p>\n<p>Apenas quando a atmosfera da Terra foi \u201coxigenada\u201d, e isso devido \u00e0 \u201cdescoberta\u201d da fotoss\u00edntese por essas bact\u00e9rias (cianobact\u00e9rias, na verdade), \u00e9 que seres multicelulares surgiram. Essa mudan\u00e7a tamb\u00e9m gerou algo de muito importante: quando o oxig\u00eanio atmosf\u00e9rico sofreu a a\u00e7\u00e3o da radia\u00e7\u00e3o solar \u00e9 que se formou a camada de oz\u00f4nio que acaba por proteger a superf\u00edcie do planeta. Sem essa prote\u00e7\u00e3o, a vida complexa na superf\u00edcie seria invi\u00e1vel.<\/p>\n<p>Fora isso, a Terra tem uma lua pesada, o que estabiliza o seu eixo de rota\u00e7\u00e3o: a Terra \u00e9 como um pi\u00e3o que est\u00e1 por cair, rodopiando em torno de si mesma numa inclina\u00e7\u00e3o de 23,5 graus.<\/p>\n<p>Esta inclina\u00e7\u00e3o \u00e9 a respons\u00e1vel pelas esta\u00e7\u00f5es do ano e por manter o clima da Terra relativamente agrad\u00e1vel. Sem nossa Lua, o eixo de rota\u00e7\u00e3o teria um movimento ca\u00f3tico e a temperatura variaria de forma aleat\u00f3ria.<\/p>\n<p>Juntemos a isso o campo magn\u00e9tico terrestre, que nos protege tamb\u00e9m da radia\u00e7\u00e3o solar e de outras formas de radia\u00e7\u00e3o letal que v\u00eam do espa\u00e7o, e o movimento das placas tect\u00f4nicas, que funciona como um termostato terrestre e regula a circula\u00e7\u00e3o de g\u00e1s carb\u00f4nico na atmosfera, e vemos que s\u00e3o muitas as propriedades que fazem o nosso planeta especial.<\/p>\n<p>Portanto, mesmo que existam outras \u201cTerras\u201d pela gal\u00e1xia, defendo ainda a raridade do nosso planeta e da vida complexa que nele existe.<\/p>\n<p>(Marcelo Gleiser \u2013 Dispon\u00edvel em: <a href=\"http:\/\/www1.folha.uol.com.br\/colunas\/marcelogleiser\/1172152-quao-rara-e-a-terra.shtml\">http:\/\/www1.folha.uol.com.br\/colunas\/marcelogleiser\/1172152-quao-rara-e-a-terra.shtml<\/a>.)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>01 Considerando suas caracter\u00edsticas textuais e sem\u00e2nticas, o texto de Marcelo Gleiser se apresenta como um texto<\/p>\n<ol>\n<li>A) injuntivo. B) narrativo. C) explicativo. D) argumentativo.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Coment\u00e1rios:<\/p>\n<p>O texto tem uma tese clara: a terra \u00e9 um planeta raro. Essa afirma\u00e7\u00e3o consta j\u00e1 afirmada no t\u00edtulo e \u00e9 retomada na conclus\u00e3o, deixando bem claro que \u00e9 o ideia central do texto e o ponto de vista que ser\u00e1 defendido pelo autor.<\/p>\n<p>Para dar consist\u00eancia a seus argumentos e convencer o leitor de que a Terra \u00e9 mesmo muito particular, ele usa argumentos como dados t\u00e9cnicos sobre nosso planeta, tais como a exist\u00eancia de uma camada de oz\u00f4nio, uma lua pesada que estabiliza a rota\u00e7\u00e3o da terra, de modo que temos esta\u00e7\u00f5es regulares e uma temperatura que varia de modo sistem\u00e1tico, n\u00e3o aleat\u00f3rio. Al\u00e9m disso, menciona que o campo magn\u00e9tico espec\u00edfico da terra, que protege a terra da radia\u00e7\u00e3o solar, entre outros fatores.<\/p>\n<p>Esses dados s\u00e3o exemplos que provam que a Terra tem propriedade muito espec\u00edficas, que permitem a exist\u00eancia de vida. O texto explica muita coisa, mas \u00e9 com foco na argumenta\u00e7\u00e3o, por isso o texto \u00e9 predominantemente argumentativo.<\/p>\n<p>Observe que o autor traz uma clara \u2018conclus\u00e3o\u2019 categ\u00f3rica, com uma constata\u00e7\u00e3o, e ainda usa expressamente a palavra \u201cdefendo\u201d, indicativa de sua finalidade argumentativa:<\/p>\n<p>\u201cPortanto, mesmo que existam outras \u2018Terras\u2019 pela gal\u00e1xia, defendo ainda a raridade do nosso planeta e da vida complexa que nele existe.\u201d<\/p>\n<p>Gabarito letra D.<\/p>\n<p>S\u00f3 para relembrar: texto injuntivo \u00e9 aquele que traz instru\u00e7\u00f5es para um procedimento, regras gerais, impessoais, como leis, manuais, tutoriais, receitas de bolo.<\/p>\n<p>Texto narrativo \u00e9 aquele que tem foco em contar uma hist\u00f3ria, com personagens, a\u00e7\u00f5es sequenciais, seguindo um enredo que direciona o leitor a um cl\u00edmax, um desfecho. Aqui, n\u00e3o h\u00e1 hist\u00f3ria alguma sendo contada.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>02 O autor converge no texto informa\u00e7\u00f5es de diferentes naturezas para compor o texto. Tomando tais informa\u00e7\u00f5es por refer\u00eancia, tem-se que o tema central do texto \u00e9<\/p>\n<ol>\n<li>A) as caracter\u00edsticas astrof\u00edsicas da Terra.<\/li>\n<li>B) as especificidades da Terra em rela\u00e7\u00e3o a outros astros.<\/li>\n<li>C) as possibilidades de se encontrar vida em outros planetas.<\/li>\n<li>D) as formas de se mensurar os fatores necess\u00e1rios para exist\u00eancia de vida em um astro.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Coment\u00e1rios:<\/p>\n<p>Essa quest\u00e3o \u00e9 uma continua\u00e7\u00e3o da anterior. O tema central do texto est\u00e1 sinalizado no t\u00edtulo: \u201cQu\u00e3o rara \u00e9 a Terra\u201d. Ent\u00e3o, vai dissertar sobre a raridade da terra, isto \u00e9, das caracter\u00edsticas espec\u00edficas que fazem da terra um planeta \u00fanico.<\/p>\n<p>Essas caracter\u00edsticas est\u00e3o por todo o texto, como a exist\u00eancia de uma camada de oz\u00f4nio; uma lua pesada que estabiliza a rota\u00e7\u00e3o da terra, de modo que temos esta\u00e7\u00f5es regulares; uma temperatura que varia de modo sistem\u00e1tico, n\u00e3o aleat\u00f3rio; um campo magn\u00e9tico espec\u00edfico, que protege a terra da radia\u00e7\u00e3o solar, entre outros fatores.<\/p>\n<p>As caracter\u00edsticas astrof\u00edsicas, a possibilidade de haver vidas em outros planetas e as formas de mensurar fatores necess\u00e1rios para a exist\u00eancia de vida em um astro s\u00e3o sim mencionadas no texto, de forma tangencial, mas n\u00e3o s\u00e3o o assunto principal.<\/p>\n<p>Gabarito letra B.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>03 O texto apresenta diferentes fatores que fazem da Terra um planeta raro (14\u00ba\u00a7). Dentre as alternativas apresentadas, s\u00f3 N\u00c3O constitui um desses fatores:<\/p>\n<ol>\n<li>A) A tranquilidade mec\u00e2nica da sua geologia.<\/li>\n<li>B) A exist\u00eancia de astro que lhe d\u00e1 suporte vetorial.<\/li>\n<li>C) A correla\u00e7\u00e3o entre massa e temperatura do planeta.<\/li>\n<li>D) A presen\u00e7a de determinados gases em sua atmosfera.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Coment\u00e1rios:<\/p>\n<p>Essa quest\u00e3o foi bem dif\u00edcil, pela forma ampla e nebulosa como a Consulplan redige as alternativas.<\/p>\n<p>Come\u00e7ando pela letra B, seria dif\u00edcil saber o que \u00e9 \u201csuporte vetorial\u201d na hora da prova, mas era poss\u00edvel, com muito esfor\u00e7o, perceber que o suporte e o astro referidos aqui s\u00e3o a lua pesada e a estabiliza\u00e7\u00e3o que proporciona \u00e0 rota\u00e7\u00e3o da Terra. Veja:<\/p>\n<p>Fora isso, a Terra tem uma lua pesada, o que estabiliza o seu eixo de rota\u00e7\u00e3o: a Terra \u00e9 como um pi\u00e3o que est\u00e1 por cair, rodopiando em torno de si mesma numa inclina\u00e7\u00e3o de 23,5 graus.<\/p>\n<p>Na letra C, a rela\u00e7\u00e3o entre tamanho e massa \u00e9 o que determina a velocidade com que passa ao longo de uma estrela. Essa rela\u00e7\u00e3o \u00e9 o que determina se o planeta est\u00e1 na \u201czona habit\u00e1vel\u201d e se teria condi\u00e7\u00f5es, em tese, de abrigar vida. Veja:<\/p>\n<p><em>Pelo desenho da miss\u00e3o, a identifica\u00e7\u00e3o dos planetas usa um efeito chamado de tr\u00e2nsito: quando um planeta passa em frente \u00e0 sua estrela (por exemplo, V\u00eanus passando em frente ao Sol) o brilho da estrela \u00e9 ligeiramente diminu\u00eddo. <\/em><\/p>\n<p><strong><em>Marcando o tempo que demora para o planeta passar em frente \u00e0 estrela, a diminui\u00e7\u00e3o do brilho e, se poss\u00edvel, o per\u00edodo da \u00f3rbita (quando o planeta retorna ao seu ponto inicial), \u00e9 poss\u00edvel determinar o tamanho e massa do planeta. <\/em><\/strong><\/p>\n<p><em>Com isso, a miss\u00e3o estima que cerca de 5,4% de planetas na nossa gal\u00e1xia t\u00eam massa semelhante \u00e0 da Terra e, <strong>possivelmente, est\u00e3o na zona habit\u00e1vel, o que significa que a temperatura na sua superf\u00edcie permite a exist\u00eancia de \u00e1gua l\u00edquida<\/strong> (se houver \u00e1gua l\u00e1). <\/em><\/p>\n<p><em>Como sabemos que o n\u00famero de estrelas na nossa gal\u00e1xia \u00e9 em torno de 200 bilh\u00f5es, a estimativa da miss\u00e3o Kepler implica que devem existir em torno de 10 bilh\u00f5es de planetas com dimens\u00f5es semelhantes \u00e0s da Terra. <\/em><\/p>\n<p>Portanto, o que n\u00e3o foi mencionado foi essa \u201ctranquilidade mec\u00e2nica\u201d. Gabarito letra A.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>04 A t\u00e9cnica de identifica\u00e7\u00e3o aos planetas buscados na miss\u00e3o conduzida pelo sat\u00e9lite da NASA Kepler se vale da correla\u00e7\u00e3o entre quais elementos para categorizar um planeta?<\/p>\n<ol>\n<li>A) Tamanho e massa do planeta.<\/li>\n<li>B) Dimens\u00e3o e densidade do planeta.<\/li>\n<li>C) Redu\u00e7\u00e3o da irradia\u00e7\u00e3o da estrela e tempo de transi\u00e7\u00e3o da estrela pelo planeta.<\/li>\n<li>D) Eleva\u00e7\u00e3o da claridade da estrela e dura\u00e7\u00e3o da passagem da estrela pelo planeta.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Coment\u00e1rios:<\/p>\n<p>A classifica\u00e7\u00e3o referida aqui \u00e9 mencionada no texto como \u201cZona Habit\u00e1vel\u201d.<\/p>\n<p>A t\u00e9cnica para verificar se o planeta tem rela\u00e7\u00e3o massa\/tamanho compat\u00edvel com os da terra \u2500\u2500sendo em tese, habit\u00e1vel\u2500\u2500 \u00e9 a medi\u00e7\u00e3o do tempo que este leva para passar pela estrela, que tem seu brilho reduzido durante este tempo de transi\u00e7\u00e3o:<\/p>\n<p><em>Pelo desenho da miss\u00e3o, a identifica\u00e7\u00e3o dos planetas usa um efeito chamado de tr\u00e2nsito: quando um planeta passa em frente \u00e0 sua estrela (por exemplo, V\u00eanus passando em frente ao Sol) o brilho da estrela \u00e9 ligeiramente diminu\u00eddo. <\/em><\/p>\n<p><strong><em>Marcando o tempo que demora para o planeta passar em frente \u00e0 estrela, a diminui\u00e7\u00e3o do brilho e, se poss\u00edvel, o per\u00edodo da \u00f3rbita (quando o planeta retorna ao seu ponto inicial), \u00e9 poss\u00edvel determinar o tamanho e massa do planeta. <\/em><\/strong><\/p>\n<p>Gabarito letra C.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>05 No trecho \u201cPortanto, mesmo que existam outras \u2018<strong><u>Terras<\/u><\/strong>\u2019 pela gal\u00e1xia, defendo ainda a raridade do nosso planeta e da vida complexa que nele existe.\u201d (14\u00ba\u00a7), a palavra destacada indica<\/p>\n<ol>\n<li>A) planetas que abrigam vida.<\/li>\n<li>B) o planeta Terra propriamente dito.<\/li>\n<li>C) planetas capazes de abrigar vida complexa.<\/li>\n<li>D) planetas com caracter\u00edsticas estruturais pr\u00f3ximas \u00e0s da Terra.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Coment\u00e1rios:<\/p>\n<p>Terras, com letra mai\u00fasculas, sinaliza uma refer\u00eancia ao planeta Terra. Como est\u00e1 no plural, sabemos que n\u00e3o \u00e9 exatamente a nossa Terra, mas outros planetas com caracter\u00edsticas semelhantes \u00e0s da terra, como a camada de oz\u00f4nio, a lua pesada, o campo magn\u00e9tico etc&#8230;<\/p>\n<p>Veja:<\/p>\n<p>Juntemos a isso o campo magn\u00e9tico terrestre, que nos protege tamb\u00e9m da radia\u00e7\u00e3o solar e de outras formas de radia\u00e7\u00e3o letal que v\u00eam do espa\u00e7o, e o movimento das placas tect\u00f4nicas, que funciona como um termostato terrestre e regula a circula\u00e7\u00e3o de g\u00e1s carb\u00f4nico na atmosfera, e vemos que s\u00e3o muitas as propriedades que fazem o nosso planeta especial.<\/p>\n<p>Portanto, mesmo que existam outras \u201cTerras\u201d pela gal\u00e1xia, defendo ainda a raridade do nosso planeta e da vida complexa que nele existe.<\/p>\n<ol>\n<li>a) Incorreto. Afirma que outros planetas abrigam vida, isso n\u00e3o consta no texto.<\/li>\n<li>b) Incorreto. Se s\u00e3o \u201coutras\u201d Terras, n\u00e3o pode ser exatamente a Terra propriamente dita.<\/li>\n<li>c) Incorreto. Alternativa perigosa, mas o texto n\u00e3o afirma que h\u00e1 outros planetas capazes de abrigar vida, o autor sugere ter s\u00e9rias d\u00favidas, pela ora\u00e7\u00e3o concessiva: \u201cainda que existam outras terras\u201d (no sentido de: \u201cprovavelmente n\u00e3o existe\u201d). A tese \u00e9 justamente de que a terra \u00e9 \u00fanica e dificilmente outro planeta reproduz as condi\u00e7\u00f5es espec\u00edficas para a exist\u00eancia da vida como conhecemos.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Gabarito letra D.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>06 Releia o trecho: \u201c<strong><u>Com isso<\/u><\/strong>, a miss\u00e3o estima que cerca de 5,4% de planetas na nossa gal\u00e1xia t\u00eam massa semelhante \u00e0 da Terra e, possivelmente, est\u00e3o na zona habit\u00e1vel, o que significa que a temperatura na sua superf\u00edcie permite a exist\u00eancia de \u00e1gua l\u00edquida (se houver \u00e1gua l\u00e1).\u201d (5\u00ba\u00a7)<\/p>\n<p>A express\u00e3o destacada estabelece que tipo de rela\u00e7\u00e3o entre o conte\u00fado do par\u00e1grafo que introduz e o conte\u00fado do par\u00e1grafo anterior?<\/p>\n<ol>\n<li>A) Adi\u00e7\u00e3o. B) Conclus\u00e3o. C) Explica\u00e7\u00e3o. D) Adversidade.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Coment\u00e1rios:<\/p>\n<p>\u201cCom isso\u201d conclui o racioc\u00ednio anterior, que mostra o procedimento de \u201ctr\u00e2nsito\u201d. A informa\u00e7\u00e3o de que h\u00e1 um n\u00famero de planetas com massa semelhante \u00e0 da terra decorre do que foi dito antes, do procedimento mencionado, \u00e9 uma conclus\u00e3o do experimento.<\/p>\n<p>Veja que conseguir\u00edamos trocar por \u201cDesse modo, assim, ent\u00e3o\u201d:<\/p>\n<p>Marcando o tempo que demora para o planeta passar em frente \u00e0 estrela, a diminui\u00e7\u00e3o do brilho e, se poss\u00edvel, o per\u00edodo da \u00f3rbita (quando o planeta retorna ao seu ponto inicial), \u00e9 poss\u00edvel determinar o tamanho e massa do planeta.<\/p>\n<p><strong><em>Assim\/Ent\u00e3o<\/em><\/strong><em>, a miss\u00e3o estima que cerca de 5,4% de planetas na nossa gal\u00e1xia t\u00eam massa semelhante \u00e0 da Terra e, possivelmente, est\u00e3o na zona habit\u00e1vel, o que significa que a temperatura na sua superf\u00edcie permite a exist\u00eancia de \u00e1gua l\u00edquida (se houver \u00e1gua l\u00e1). <\/em><\/p>\n<p>Gabarito letra B.<\/p>\n<p>Se voc\u00ea marcou \u201cexplica\u00e7\u00e3o\u201d, saiba que \u00e9 um racioc\u00ednio cab\u00edvel tamb\u00e9m. Contudo, tendo uma quest\u00e3o de conectivos, observe que seria poss\u00edvel trocar \u201ccom isso\u201d por conectivos conclusivos, mas n\u00e3o seria poss\u00edvel trocar por conectivos explicativos como \u201cporque ou pois\u201d.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>07 \u201cPortanto, mesmo que existam outras \u2018Terras\u2019 pela gal\u00e1xia, defendo ainda a raridade do nosso planeta e da vida complexa que nele existe.\u201d (14\u00ba\u00a7).<\/p>\n<p>Considerando o par\u00e1grafo, analise as afirmativas a seguir.<\/p>\n<ol>\n<li>\u201cmesmo que existam outras \u2018Terras\u2019 pela gal\u00e1xia\u201d \u00e9 uma ora\u00e7\u00e3o subordinada adverbial concessiva de \u201cdefendo ainda a raridade do nosso planeta e da vida complexa que nele existe\u201d.<\/li>\n<li>Trata-se de um per\u00edodo composto por coordena\u00e7\u00e3o e subordina\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<\/ol>\n<p>III. \u201cque nele existe\u201d \u00e9 uma ora\u00e7\u00e3o subordinada adjetiva explicativa. Est\u00e1(\u00e3o) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s)<\/p>\n<ol>\n<li>A) I. B) III. C) I e II. D) II e III.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Coment\u00e1rios:<\/p>\n<p>Vejamos:<\/p>\n<p>I \u2013 Mesmo que \u00e9 um cl\u00e1ssico conectivo concessivo e introduz uma ora\u00e7\u00e3o adverbial concessiva, subordinada \u00e0 ora\u00e7\u00e3o principal: \u201cdefendo ainda a raridade do nosso planeta e da vida complexa que nele existe\u201d<\/p>\n<p>Organizando, ter\u00edamos:<\/p>\n<p>\u201cdefendo ainda a raridade do nosso planeta&#8230;<strong>ainda que<\/strong> existam outras terras&#8230;\u201d<\/p>\n<p>II- O per\u00edodo \u00e9 composto por subordina\u00e7\u00e3o, pois temos ora\u00e7\u00e3o principal e duas subordinadas, uma concessiva, outra adjetiva.<\/p>\n<p>III \u2013 A ora\u00e7\u00e3o \u00e9 restritiva, pois n\u00e3o veio marcada por v\u00edrgula. Ora\u00e7\u00f5es adjetivas explicativas s\u00e3o marcadas por pontua\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Gabarito letra A.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>08 Releia o trecho a seguir: \u201cPelo desenho da miss\u00e3o, a <strong><u>identifica\u00e7\u00e3o<\/u><\/strong> dos planetas usa um efeito chamado de tr\u00e2nsito [&#8230;].\u201d (3\u00ba\u00a7).<\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 forma\u00e7\u00e3o da palavra destacada, ela \u00e9 formada por um processo de<\/p>\n<ol>\n<li>A) deriva\u00e7\u00e3o sufixal.<\/li>\n<li>C) deriva\u00e7\u00e3o parassint\u00e9tica.<\/li>\n<li>B) deriva\u00e7\u00e3o prefixal.<\/li>\n<li>D) composi\u00e7\u00e3o por aglutina\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Coment\u00e1rios:<\/p>\n<p>Identifica\u00e7\u00e3o \u00e9 um substantivo abstrato, indicativo de a\u00e7\u00e3o, pois \u00e9 derivado de um verbo que recebeu sufixo formador de substantivo &#8211;<strong>\u00e7\u00e3o<\/strong>:<\/p>\n<p>Identificar&gt; Identifica<strong>\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Gabarito letra A.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><strong>Vamos relembrar abaixo os principais processos de forma\u00e7\u00e3o de palavras!<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong>Composi\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>A composi\u00e7\u00e3o \u00e9 o processo de forma\u00e7\u00e3o de palavras que consiste em unir radicais. Ent\u00e3o, uma palavra simples s\u00f3 tem um radical (homem). Uma palavra composta tem dois ou mais radicais (homem-bomba, bicho de sete cabe\u00e7as).<\/p>\n<p>Esse processo pode ser dividido em composi\u00e7\u00e3o por aglutina\u00e7\u00e3o ou por justaposi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A composi\u00e7\u00e3o por <strong>AGLUTINA\u00c7\u00c3O<\/strong> envolve a uni\u00e3o de radicais com altera\u00e7\u00e3o fon\u00e9tica. Os radicais sofrer\u00e3o altera\u00e7\u00e3o, perda de letras.\u00a0 Vejamos os principais exemplos:<\/p>\n<p><strong>Fidalgo<\/strong> (filho+de+algo)<\/p>\n<p><strong>Petr\u00f3leo<\/strong> (pedra+\u00f3leo)<\/p>\n<p><strong>Pernilongo <\/strong>(perna+longa)<\/p>\n<p><strong>Vinagre <\/strong>(vinho+agre)<\/p>\n<p><strong>Embora <\/strong>(em+boa+hora)<\/p>\n<p><strong>Planalto<\/strong> (plano+alto)<\/p>\n<p><strong>Lobisomem<\/strong> (lobo+homem)<\/p>\n<p><strong>Aguardente<\/strong> (\u00e1gua+ardente)<\/p>\n<p>A composi\u00e7\u00e3o por JUSTAPOSI\u00c7\u00c3O forma palavras compostas sem perda ou altera\u00e7\u00e3o fon\u00e9tica. Ent\u00e3o, os radicais v\u00e3o ser conservados, n\u00e3o perder\u00e3o elementos estruturais.<\/p>\n<p><strong>Girassol (<\/strong>Gira + Sol<strong>)<\/strong><\/p>\n<p><strong>Passatempo (<\/strong>Passa + Tempo<strong>)<\/strong><\/p>\n<p><strong>Paraquedas (<\/strong>para + quedas<strong>)<\/strong><\/p>\n<p><strong>Dezoito (<\/strong>dez + oito<strong>) <\/strong><\/p>\n<p><strong>Couve-flor (<\/strong>Couve + Flor<strong>)<\/strong><\/p>\n<p><strong>Guarda-chuva (<\/strong>guarda + chuva<strong>)<\/strong><\/p>\n<p><strong>Homem-bomba (<\/strong>homem + bomba<strong>)<\/strong><\/p>\n<p><strong>Azul-marinho (<\/strong>Azul + Marinho<strong>)<\/strong><\/p>\n<p>Obs: Em \u201caguardente\u201d, o radical \u201cardente\u201d perdeu seu \u201ca\u201d.<\/p>\n<p>Processos de <strong>Deriva\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>A deriva\u00e7\u00e3o \u00e9 a forma\u00e7\u00e3o de palavras novas a partir da uni\u00e3o de radicais com prefixos ou sufixos ou pela supress\u00e3o de elementos de uma palavra primitiva. Veremos tamb\u00e9m que h\u00e1 um tipo de deriva\u00e7\u00e3o em que a palavra n\u00e3o sofre qualquer modifica\u00e7\u00e3o, apenas muda de classe (deriva\u00e7\u00e3o impr\u00f3pria).<\/p>\n<p>Deriva\u00e7\u00e3o Prefixal<\/p>\n<p>Consiste na forma\u00e7\u00e3o de uma palavra derivada por uni\u00e3o de <strong>Prefixo + Radical<\/strong> ou palavra. Em outras palavras, esse processo ocorre quando adicionamos um prefixo a uma palavra primitiva ou quando o prefixo \u00e9 o elemento unido por \u00faltimo a uma palavra que j\u00e1 sofrera processo de deriva\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>A<\/strong>normal<\/p>\n<p><strong>A<\/strong>t\u00edpico<\/p>\n<p><strong>Des<\/strong>onesto<\/p>\n<p><strong>In<\/strong>justo<\/p>\n<p><strong>In<\/strong>feliz<\/p>\n<p><strong>Com<\/strong>por<\/p>\n<p><strong>Re<\/strong>compor<\/p>\n<p>Deriva\u00e7\u00e3o sufixal<\/p>\n<p>Sufixo \u00e9 o morfema derivacional que vem <u>ap\u00f3s<\/u> o radical. Ent\u00e3o, deriva\u00e7\u00e3o sufixal \u00e9 a forma\u00e7\u00e3o de nova palavra pelo acr\u00e9scimo de sufixos.<\/p>\n<p>Felici<strong>dade<\/strong><\/p>\n<p>Justi<strong>\u00e7a<\/strong><\/p>\n<p>Emagreci<strong>mento<\/strong><\/p>\n<p>Nata<strong>\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Gentil<strong>mente<\/strong><\/p>\n<p>Bel<strong>eza<\/strong><\/p>\n<p>Gost<strong>oso<\/strong><\/p>\n<p>Pedr<strong>eiro<\/strong><\/p>\n<p>Deriva\u00e7\u00e3o prefixal e sufixal<\/p>\n<p>Trata-se da mistura dos dois processos acima, ou seja, uni\u00e3o de prefixo e sufixo independentemente, de forma <strong><u>n\u00e3o simult\u00e2nea<\/u><\/strong>.<\/p>\n<p><strong><em>Des<\/em><\/strong><em>leal<strong>dade<\/strong>, <strong>in<\/strong>felici<strong>dade<\/strong>, <strong>ultra<\/strong>pass<strong>agem<\/strong>, <strong>re<\/strong>considera<strong>\u00e7\u00e3o<\/strong>. <\/em><\/p>\n<p>Os prefixos e sufixos s\u00e3o independentes, porque, se retirarmos um ou outro, a palavra resultante ainda \u00e9 uma palavra existente na l\u00edngua. Ent\u00e3o, teremos:<\/p>\n<p><em>Leal<strong>dade<\/strong>, felici<strong>dade<\/strong>, pass<strong>agem<\/strong>, considera<strong>\u00e7\u00e3o<\/strong>. <\/em><\/p>\n<p><strong><em>Des<\/em><\/strong><em>leal, <strong>in<\/strong>feliz, <strong>ultra<\/strong>passar, <strong>re<\/strong>considerar. <\/em><\/p>\n<p>Deriva\u00e7\u00e3o Parassint\u00e9tica<\/p>\n<p>Consiste na forma\u00e7\u00e3o de palavras derivadas pelo acr\u00e9scimo SIMULT\u00c2NEO de prefixos e sufixos. Ao contr\u00e1rio do caso acima, os afixos n\u00e3o s\u00e3o independentes e sua retirada vai resultar em uma palavra inexistente.<\/p>\n<p><strong>E<\/strong>magr<strong>ecer<\/strong><\/p>\n<p><strong>En<\/strong>velh<strong>ecer<\/strong><\/p>\n<p><strong>E<\/strong>mud<strong>ecer<\/strong><\/p>\n<p><strong>A<\/strong>manh<strong>ecer<\/strong><\/p>\n<p><strong>A<\/strong>madur<strong>ecer<\/strong><\/p>\n<p><strong>En<\/strong>trist<strong>ecer<\/strong><\/p>\n<p><strong>Des<\/strong>boc<strong>ado<\/strong><\/p>\n<p><strong>Sub<\/strong>terr\u00e2<strong>neo<\/strong><\/p>\n<p><strong>A<\/strong>cebol<strong>ado<\/strong><\/p>\n<p><strong>A<\/strong>vermelh<strong>ado<\/strong><\/p>\n<p><strong>A<\/strong>cebol<strong>ado<\/strong><\/p>\n<p><strong>En<\/strong>solar<strong>ado<\/strong><\/p>\n<p>Para diferenciar a parass\u00edntese da deriva\u00e7\u00e3o \u201cprefixal e sufixal\u201d, temos que observar se a retirada do prefixo\/sufixo vai fazer restar uma palavra v\u00e1lida na l\u00edngua portuguesa, compreens\u00edvel, que mantenha o sentido do radical. Ent\u00e3o, vamos tomar alguns exemplos para ilustrar que o acr\u00e9scimo dos afixos \u00e9 simult\u00e2neo e dependente:<\/p>\n<p><strong>E<\/strong>magr<strong>ecer<\/strong> (n\u00e3o existe \u201cmagrecer\u201d nem \u201cemagro\u201d)<\/p>\n<p><strong>A<\/strong>madur<strong>ecer<\/strong> (n\u00e3o existe \u201cmadurecer\u201d nem \u201camaduro\u201d)<\/p>\n<p><strong>En<\/strong>solar<strong>ado<\/strong> (n\u00e3o existe \u201csolarado\u201d nem \u201censolar\u201d)<\/p>\n<p><strong>A<\/strong>cebol<strong>ado<\/strong> (n\u00e3o existe \u201ccebolado\u201d nem \u201cacebola\u201d)<\/p>\n<p>Portanto, percebemos que prefixo e sufixo entram ao mesmo tempo na forma\u00e7\u00e3o da palavra. Por isso, n\u00e3o conseguimos retirar nenhum dos dois. N\u00e3o \u00e9 o mesmo caso de quando temos uma palavra primitiva e apenas acrescentamos os afixos de forma individual.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>09 Dos pares de palavras apresentados, em apenas um o uso de acento gr\u00e1fico n\u00e3o \u00e9 justificado pela mesma regra. Assinale a alternativa que cont\u00e9m esse par de palavras. A) \u201ct\u00eam\u201d e \u201cv\u00eam\u201d.<\/p>\n<ol>\n<li>C) \u201cconstitu\u00edda\u201d e \u201csuperf\u00edcie\u201d.<\/li>\n<li>B) \u201cV\u00eanus\u201d e \u201cposs\u00edvel\u201d.<\/li>\n<li>D) \u201ccaracter\u00edsticas\u201d e \u201ctr\u00e2nsito\u201d<\/li>\n<\/ol>\n<p>Coment\u00e1rios:<\/p>\n<p>Vejamos as regras que justificam a acentua\u00e7\u00e3o:<\/p>\n<ol>\n<li>A) \u201ct\u00eam\u201d e \u201cv\u00eam\u201d. (acento diferencial de n\u00famero aplic\u00e1vel \u00e0 terceira pessoa do plural dos verbos Ter e Vir: ele tem\/vem x eles t\u00eam\/v\u00eam)<\/li>\n<li>C) \u201cconstitu\u00edda\u201d (regra do hiato) e \u201csuperf\u00edcie\u201d (parox\u00edtona terminada em ditongo). Aqui temos regras diferentes.<\/li>\n<li>B) \u201cV\u00eanus\u201d e \u201cposs\u00edvel\u201d. (regra geral das parox\u00edtonas, que inclui as termina\u00e7\u00f5es em Us e L)<\/li>\n<li>D) \u201ccaracter\u00edsticas\u201d e \u201ctr\u00e2nsito\u201d (regra das proparox\u00edtonas)<\/li>\n<\/ol>\n<p>Gabarito letra C.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>10 O uso do acento grave indicador de crase s\u00f3 \u00e9 opcional em<\/p>\n<ol>\n<li>A) \u201cOs melhores dados com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 exist\u00eancia de outros planetas v\u00eam do sat\u00e9lite da NASA Kepler [&#8230;]\u201d<\/li>\n<li>B) \u201cAgora que temos a certeza de que existe um n\u00famero enorme de planetas com caracter\u00edsticas f\u00edsicas semelhantes \u00e0s da Terra [&#8230;]\u201d<\/li>\n<li>C) \u201cMarcando o tempo que demora para o planeta passar em frente \u00e0 estrela [&#8230;] \u00e9 poss\u00edvel determinar o tamanho e massa do planeta.\u201d<\/li>\n<li>D) \u201c[&#8230;] quando um planeta passa em frente \u00e0 sua estrela (por exemplo, V\u00eanus passando em frente ao Sol) o brilho da estrela \u00e9 ligeiramente diminu\u00eddo.\u201d<\/li>\n<\/ol>\n<p>Coment\u00e1rios:<\/p>\n<p>O acento grave, indicativo de crase, \u00e9 facultativo em tr\u00eas casos:<\/p>\n<p>Antes de pronome possessivo adjetivo<\/p>\n<p>Antes de nome pr\u00f3prio feminino<\/p>\n<p>Na locu\u00e7\u00e3o \u201cat\u00e9 a\u201d<\/p>\n<p>Em \u201cem frente \u00e0 sua estrela\u201d, temos crase facultativa, j\u00e1 que \u201csua\u201d \u00e9 pronome possessivo adjetivo, ligado ao substantivo \u201cestrela\u201d.<\/p>\n<p>Cuidado, se o pronome possessivo estiver sozinho, a crase \u00e9 obrigat\u00f3ria.<\/p>\n<p>Ex: Obede\u00e7o minhas leis e voc\u00ea obedece \u00e0s suas.<\/p>\n<p>Vejamos a justificativa dos demais casos:<\/p>\n<ol>\n<li>a) com rela\u00e7\u00e3o a + a exist\u00eancia<\/li>\n<li>b) semelhantes a + as da Terra<\/li>\n<li>c) em frente a + a estrela<\/li>\n<\/ol>\n<p>Gabarito letra D.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>11 Analise a forma verbal destacada no trecho a seguir e assinale a alternativa que apresenta a classifica\u00e7\u00e3o adequada de tal forma verbal: \u201cPortanto, mesmo que <u>existam<\/u> outras \u2018Terras\u2019 pela gal\u00e1xia, defendo ainda a raridade do nosso planeta e da vida complexa que nele existe.\u201d<\/p>\n<ol>\n<li>A) Presente do indicativo.<\/li>\n<li>C) Pret\u00e9rito perfeito do indicativo.<\/li>\n<li>B) Presente do subjuntivo.<\/li>\n<li>D) Pret\u00e9rito imperfeito do subjuntivo.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Coment\u00e1rios:<\/p>\n<p>Existam est\u00e1 no presente do subjuntivo, marcado pela termina\u00e7\u00e3o em <strong>A\/E:<\/strong><\/p>\n<p>Maria quer que eu <strong>\u201cfa\u00e7A, fujA, estudE, tentE&#8230;\u201d<\/strong><\/p>\n<p>O modo subjuntivo indica hip\u00f3tese, d\u00favida, o que \u00e9 coerente com a ideia da ora\u00e7\u00e3o concessiva <strong><em>mesmo que <u>existam<\/u> outras \u2018Terras\u2019 pela gal\u00e1xia<\/em><\/strong><em>, <\/em>indicativa da incerteza sobre a exist\u00eancia de outros planetas como a Terra.\u00a0 Gabarito letra B.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>12 Analise sintaticamente o per\u00edodo apresentado a seguir: \u201cOs melhores dados com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 exist\u00eancia de outros planetas v\u00eam do sat\u00e9lite da NASA Kepler\u201d (2\u00ba\u00a7). Marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.<\/p>\n<p>( ) \u201cplanetas\u201d \u00e9 o n\u00facleo do sujeito da ora\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>( ) \u201cde outros planetas\u201d \u00e9 complemento nominal de \u201cdados\u201d.<\/p>\n<p>( ) \u201cOs melhores dados com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 exist\u00eancia de outros planetas\u201d \u00e9 o sujeito da ora\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>( ) \u201cdo sat\u00e9lite da NASA Kepler\u201d \u00e9 complemento verbal do tipo objeto indireto do verbo \u201cvir\u201d.<\/p>\n<p>A sequ\u00eancia est\u00e1 correta em<\/p>\n<ol>\n<li>A) V, F, V, F.<\/li>\n<li>B) V, V, F, V.<\/li>\n<li>C) F, V, V, F.<\/li>\n<li>D) F, F, V, V.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Coment\u00e1rios:<\/p>\n<p>(F) \u201cdados\u201d \u00e9 o n\u00facleo do sujeito da ora\u00e7\u00e3o, que \u00e9 a express\u00e3o <strong><em>\u201cOs melhores <u>dados <\/u>com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 exist\u00eancia de outros planetas.\u201d <\/em><\/strong><\/p>\n<p>(F) \u201cde outros planetas\u201d \u00e9 adjunto adnominal de \u201cdados\u201d, pois indica posse\/pertin\u00eancia.<\/p>\n<p>(V) \u201cOs melhores dados com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 exist\u00eancia de outros planetas\u201d \u00e9 o sujeito da ora\u00e7\u00e3o e o n\u00facleo \u00e9 \u2018dados\u2019, por isso o verbo veio no plural: \u201cv\u00eam\u201d.<\/p>\n<p>(V) \u201cdo sat\u00e9lite da NASA Kepler\u201d \u00e9 complemento verbal do tipo objeto indireto do verbo \u201cvir\u201d: V\u00eam DE onde? V\u00eam do sat\u00e9lite&#8230;<\/p>\n<p>Gabarito letra D.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>13 Assinale a alternativa cujo conte\u00fado est\u00e1 totalmente de acordo com as regras de concord\u00e2ncia (verbal e\/ou nominal) institu\u00eddas pela gram\u00e1tica normativa da l\u00edngua portuguesa.<\/p>\n<ol>\n<li>A) \u201cPelo desenho da miss\u00e3o, a identifica\u00e7\u00e3o dos planetas usa efeitos chamado de tr\u00e2nsito.\u201d<\/li>\n<li>B) \u201cdefendo ainda a raridade do nosso planeta e da vida e complexidade que nele existem.\u201d<\/li>\n<li>C) \u201cO melhor dado com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 exist\u00eancia de outros planetas v\u00eam do sat\u00e9lite da NASA Kepler.\u201d<\/li>\n<li>D) \u201co movimento das placas tect\u00f4nicas funcionam como um termostato terrestre e regulam a circula\u00e7\u00e3o de g\u00e1s carb\u00f4nico na atmosfera.\u201d<\/li>\n<\/ol>\n<p>Coment\u00e1rios:<\/p>\n<p>Est\u00e1 correto o per\u00edodo: \u201cdefendo ainda a raridade do nosso planeta e da vida e complexidade que nele existem.\u201d<\/p>\n<p>Existem est\u00e1 no plural porque o sujeito \u00e9 composto, formado por dois n\u00facleos: Vida e Complexidade.<\/p>\n<p>Fa\u00e7amos as corre\u00e7\u00f5es:<\/p>\n<ol>\n<li>A) \u201cPelo desenho da miss\u00e3o, a identifica\u00e7\u00e3o dos planetas usa efeitos <strong>chamadoS<\/strong> de tr\u00e2nsito.\u201d (chamados concorda com efeitos)<\/li>\n<li>C) \u201cO melhor dado com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 exist\u00eancia de outros planetas <strong>vem<\/strong> do sat\u00e9lite da NASA Kepler.\u201d (o n\u00facleo \u2018dado\u2019 \u00e9 singular, logo verbo fica no singular)<\/li>\n<li>D) \u201co movimento das placas tect\u00f4nicas funcionam como um termostato terrestre e <strong>regula<\/strong> a circula\u00e7\u00e3o de g\u00e1s carb\u00f4nico na atmosfera.\u201d (o n\u00facleo \u2018movimento\u2019 \u00e9 singular, logo verbo fica no singular)<\/li>\n<\/ol>\n<p>Gabarito letra B.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-107690\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/02\/23151806\/prova-consulplan-tst.jpg\" alt=\"\" width=\"797\" height=\"293\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/02\/23151806\/prova-consulplan-tst.jpg 797w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/02\/23151806\/prova-consulplan-tst.jpg 300w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/02\/23151806\/prova-consulplan-tst.jpg 768w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2018\/02\/23151806\/prova-consulplan-tst.jpg 610w\" sizes=\"auto, (max-width: 797px) 100vw, 797px\" \/><\/p>\n<p>14 O humor da est\u00e1 amparado, principalmente,<\/p>\n<ol>\n<li>A) na improbidade da conversa entre uma crian\u00e7a e um tigre.<\/li>\n<li>B) na divaga\u00e7\u00e3o filos\u00f3fica de Haroldo, o tigre, ante a pergunta de Calvin, a crian\u00e7a.<\/li>\n<li>C) no fato de uma crian\u00e7a questionar algo t\u00e3o complexo e incomum ao seu mundo.<\/li>\n<li>D) no contraste entre complexidade da pergunta e a simplicidade da resposta da Calvin.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Coment\u00e1rios:<\/p>\n<ol>\n<li>A) Incorreto. Improbidade \u00e9 sin\u00f4nimo de desonestidade, falta de decoro, \u00e9tica. N\u00e3o h\u00e1 nada disso na conversa.<\/li>\n<li>B) Incorreto. A divaga\u00e7\u00e3o na verdade parte do menino, Calvin.<\/li>\n<li>C) Incorreto. O humor est\u00e1 amparado principalmente na conclus\u00e3o da tirinha, quando toda complexidade do universo, da vida e das estrelas \u00e9 resumida apenas a um fato simples e concreto: \u201ceu fa\u00e7o o que meus pais determinam\u201d.<\/li>\n<li>D) Correto. Como vimos antes, o humor est\u00e1 no contraste entre complexidade da pergunta e a simplicidade da resposta da Calvin, na contraposi\u00e7\u00e3o entre uma pergunta profunda e filos\u00f3fica e uma resposta direta e pr\u00e1tica. Gabarito letra D.<\/li>\n<\/ol>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Obs: Pessoal, aqui entre n\u00f3s, achei essa alternativa D problem\u00e1tica, porque quem faz a pergunta \u00e9 o pr\u00f3prio Calvin e quem responde \u00e9 o tigre. O coment\u00e1rio final de Calvin n\u00e3o \u00e9 uma reposta \u00e0 pergunta, \u00e9 uma constata\u00e7\u00e3o contr\u00e1ria ao \u00faltimo coment\u00e1rio de Haroldo. \u00a0A Consulplan erra muito na elabora\u00e7\u00e3o de suas quest\u00f5es, temos sempre que ser flex\u00edveis e procurar alguma resposta mais razo\u00e1vel.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>15 Analise a frase: \u201cVoc\u00ea acredita que nossos destinos s\u00e3o controlados pelas estrelas?\u201d e as afirmativas a seguir.<\/p>\n<ol>\n<li>Podemos encontrar, no per\u00edodo, um verbo em voz ativa e outro em voz passiva.<\/li>\n<li>\u201cPelas estrelas\u201d atua sintaticamente como complemento verbal.<\/li>\n<\/ol>\n<p>III. \u201cnossos destinos\u201d \u00e9 um sujeito do tipo paciente.<\/p>\n<p>Est\u00e1(\u00e3o) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s)<\/p>\n<ol>\n<li>A) III.<\/li>\n<li>B) I e II.<\/li>\n<li>C) I e III.<\/li>\n<li>D) II e III.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Coment\u00e1rios:<\/p>\n<ol>\n<li>Correto. Podemos encontrar, no per\u00edodo, um verbo em voz ativa (acredita) e outro em voz passiva (controlados).<\/li>\n<li>Incorreto. \u201cPelas estrelas\u201d atua sintaticamente como agente da passiva.<\/li>\n<\/ol>\n<p>III. Correto. \u201cnossos destinos\u201d \u00e9 um sujeito do tipo paciente, pois sofre passivamente o controle, isto \u00e9, \u201cnossos destinos <strong>s\u00e3o controlados<\/strong>\u201d.<\/p>\n<p>Gabarito letra C.<\/p>\n<p><strong>Prova Consultor Legislativo (Tipo 01 &#8211; Branca)<\/strong><\/p>\n<p><strong>Texto para responder \u00e0s quest\u00f5es de 01 a 05.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><strong><u>O menino de 13 anos que criou o Braille<\/u><\/strong><\/p>\n<p><em>Sistema permaneceu insuper\u00e1vel por 200 anos.<\/em><\/p>\n<p><em>\u00a0<\/em>Aos 3 anos, Louis foi explorar a oficina de seu pai e, por acidente, machucou um dos olhos com uma navalha. A infec\u00e7\u00e3o atingiu ambos os olhos e, em poucos meses, o garoto estava completamente cego.<\/p>\n<p>O drama era pior do que parece hoje. Na \u00e9poca, in\u00edcio do s\u00e9culo 19, ser cego significava incapacidade para aprender, estudar e ganhar a vida. Ou seja: ele estava condenado a depender da fam\u00edlia ou da caridade dos outros.<\/p>\n<p>Por\u00e9m, aos 7 anos, Louis j\u00e1 estava completamente familiarizado com a nova vida. Era t\u00e3o esperto e interessado que chamou a aten\u00e7\u00e3o do professor da escola local que, contrariando o pensamento dominante (de que n\u00e3o valia a pena ensinar cegos), admitiu-o em uma das classes.<\/p>\n<p>Em pouco tempo, Louis se transformou em um dos melhores alunos da escola. Surpresos com o potencial, pai e professor tiveram a ideia de envi\u00e1-lo para uma escola destinada a crian\u00e7as cegas em Paris \u2013 a primeira no mundo especializada na defici\u00eancia.<\/p>\n<p>Assim, aos 10 anos, o garoto estava matriculado no L\u2019Institut Royal des Enfants Aveugles. Foi ali que Louis aperfei\u00e7oou o sistema vigente de leitura para cegos e, aos 13 anos, apresentou sua pr\u00f3pria cria\u00e7\u00e3o: o M\u00e9todo Braille. Em algumas d\u00e9cadas, o sistema foi adotado oficialmente em todo o mundo.<\/p>\n<p>Apenas recentemente, com o surgimento de aplicativos como Be My Eyes, smart glasses e assistentes digitais como Siri e Alexa, os deficientes visuais est\u00e3o tendo acesso \u00e0 cultura e informa\u00e7\u00e3o sem a necessidade do m\u00e9todo criado h\u00e1 quase 2 s\u00e9culos por um menino de 13 anos.<\/p>\n<p>(Carlos Domingos, 21 nov. 2017. Dispon\u00edvel em: https:\/\/exame.abril.com.br\/blog\/oportunidades-disfarcadas\/o-menino-de-13-anos-que-criou-obraille\/.)<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<ol>\n<li><strong>01<\/strong>. O \u00faltimo par\u00e1grafo do texto \u00e9 introduzido por express\u00e3o que demonstra<\/li>\n<li>A) a preocupa\u00e7\u00e3o da sociedade atual em eliminar lacunas antigas na assist\u00eancia aos deficientes visuais.<\/li>\n<li>B) o processo de amplia\u00e7\u00e3o de suportes espec\u00edficos para atender com efici\u00eancia pessoas portadoras de necessidades especiais.<\/li>\n<li>C) o descaso com os deficientes visuais, visto que as tecnologias implementadas na atualidade passaram por um longo processo at\u00e9 serem disponibilizadas para o p\u00fablico a que se destina.<\/li>\n<li>D) que o enunciador, de forma impl\u00edcita, considera que h\u00e1 um longo per\u00edodo entre a cria\u00e7\u00e3o de novas tecnologias e o m\u00e9todo citado durante todo o texto para a leitura dos deficientes visuais.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Coment\u00e1rios:<\/p>\n<p>O trecho \u00e9 este:<\/p>\n<p>Apenas recentemente, com o surgimento de aplicativos como Be My Eyes, smart glasses e assistentes digitais como Siri e Alexa, os deficientes visuais est\u00e3o tendo acesso \u00e0 cultura e informa\u00e7\u00e3o sem a necessidade do m\u00e9todo criado h\u00e1 quase 2 s\u00e9culos por um menino de 13 anos.<\/p>\n<p>Observe que a palavra \u201capenas\u201d indica implicitamente que o autor entende que o acesso \u00e0 cultura demorou demais, tendo os meios digitais de acessibilidade para deficientes visuais surgido quase 200 anos ap\u00f3s a cria\u00e7\u00e3o do sistema Braille. Esse \u201capenas\u201d tem sentido de \u201cs\u00f3 agora\u201d, ou seja, \u201cdepois de tanto tempo\u201d.<\/p>\n<p>Gabarito letra D.<\/p>\n<p>Obs: As palavras \u201cs\u00f3\u201d e \u201capenas\u201d e seus valores discursivos foram cobradas v\u00e1rias vezes pela Consulplan nas \u00faltimas provas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"2\">\n<li><strong>02<\/strong>. Leia: \u201c<em>Em algumas d\u00e9cadas, o sistema foi adotado oficialmente em todo o mundo<\/em>.\u201d (5\u00ba\u00a7) A frase destacada ilustra uma forma\u00e7\u00e3o t\u00edpica de voz verbal cuja constru\u00e7\u00e3o permite a omiss\u00e3o do agente podendo ser expressa por meio da formula\u00e7\u00e3o:<\/li>\n<li>A) Em algumas d\u00e9cadas, o mundo adotou oficialmente o sistema.<\/li>\n<li>B) Em algumas d\u00e9cadas, adotou-se o sistema oficialmente em todo o mundo.<\/li>\n<li>C) Em todo o mundo, adotaram-se em algumas d\u00e9cadas o sistema oficialmente.<\/li>\n<li>D) O sistema que se adotou oficialmente em todo o mundo, em algumas d\u00e9cadas.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Coment\u00e1rios:<\/p>\n<p>A voz passiva anal\u00edtica, formada por SER+Partic\u00edpio, admite a omiss\u00e3o do agente da passiva, quando n\u00e3o se sabe ou n\u00e3o se quer evidenciar o agente. A passiva sint\u00e9tica, com SE apassivador, por sua vez, quase sempre ocorre sem agente da passiva, sendo uma estrutura t\u00edpica de omiss\u00e3o do agente.<\/p>\n<p>Queremos a estrutura com agente omitido. Vejamos:<\/p>\n<ol>\n<li>A) Em algumas d\u00e9cadas, o mundo adotou oficialmente o sistema. (temos voz ativa, o agente est\u00e1 claro, \u00e9 \u201co mundo\u201d)<\/li>\n<li>B) Em algumas d\u00e9cadas, adotou-se o sistema oficialmente em todo o mundo. (Aqui temos voz passiva sint\u00e9tica, sem agente expl\u00edcito. Essa \u00e9 nossa resposta.)<\/li>\n<li>C) Em todo o mundo, adotaram-se em algumas d\u00e9cadas o sistema oficialmente. (Aqui h\u00e1 erro de concord\u00e2ncia, a forma correta seria: adotou-se o sistema.)<\/li>\n<li>D) O sistema que se adotou oficialmente em todo o mundo, em algumas d\u00e9cadas. (Tamb\u00e9m h\u00e1 erro, pois temos apenas uma ora\u00e7\u00e3o adjetiva, sem ora\u00e7\u00e3o principal, o que gerou um truncamento sint\u00e1tico, uma estrutura incoerente.)<\/li>\n<\/ol>\n<p>Gabarito letra B.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"3\">\n<li>De acordo com o emprego das palavras\/express\u00f5es destacadas, assinale a op\u00e7\u00e3o em que a substitui\u00e7\u00e3o sugerida provocaria INCORRE\u00c7\u00c3O gramatical ou altera\u00e7\u00e3o do sentido expresso originalmente no texto.<\/li>\n<li>A) \u201c<em>Louis se <u>transformou em um<\/u> dos melhores alunos da escola<\/em>.\u201d (4\u00ba\u00a7) \/ tornou um<\/li>\n<li>B) <em>\u201c[&#8230;] os deficientes visuais <u>est\u00e3o tendo<\/u> acesso \u00e0 cultura [&#8230;]\u201d <\/em>(6\u00ba\u00a7) \/ passaram a ter<\/li>\n<li>C) \u201c<em><u>Por\u00e9m<\/u>, aos 7 anos, Louis j\u00e1 estava completamente familiarizado com a nova vida<\/em>.\u201d (3\u00ba\u00a7) \/ Todavia<\/li>\n<li>D) \u201c<em><u>Era<\/u> t\u00e3o esperto e interessado que chamou a aten\u00e7\u00e3o do professor da escola local [&#8230;]<\/em>\u201d (3\u00ba\u00a7) \/ Fosse<\/li>\n<\/ol>\n<p>Coment\u00e1rios:<\/p>\n<ol>\n<li>a) Correta. Tornar-se e Virar s\u00e3o verbos de liga\u00e7\u00e3o, indicativos de mudan\u00e7a de estado.<\/li>\n<li>b) Correta. Isoladamente, essas duas formas parecem n\u00e3o ter o mesmo sentido. Contudo, \u201cpassaram a ter\u201d tem sentido incoativo, de algo que come\u00e7ou a acontecer, de um processo rec\u00e9m-iniciado. Esse \u00e9 o exato sentido do texto, pois o acesso come\u00e7ou recentemente, a partir da inven\u00e7\u00e3o das tecnologias mencionadas no texto. Veja:<\/li>\n<\/ol>\n<p>Apenas recentemente, com o surgimento de aplicativos como Be My Eyes, smart glasses e assistentes digitais como Siri e Alexa, os deficientes visuais <strong>passaram a ter<\/strong> acesso \u00e0 cultura e informa\u00e7\u00e3o<\/p>\n<ol>\n<li>c) Correta. Por\u00e9m e todavia s\u00e3o conjun\u00e7\u00f5es adversativas, perfeitamente equivalentes.<\/li>\n<li>d) Era \u00e9 forma do verbo ser no pret\u00e9rito imperfeito do indicativo, tempo que indica certeza. A forma \u201cfosse\u201d est\u00e1 no pret\u00e9rito imperfeito do subjuntivo, indicativo de hip\u00f3tese. A troca seria totalmente incoerente.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Gabarito letra D.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<ol start=\"4\">\n<li>Tendo em vista aspectos sint\u00e1ticos da l\u00edngua, pode-se afirmar que em <em>\u201c[&#8230;] os deficientes visuais est\u00e3o tendo acesso \u00e0 cultura e informa\u00e7\u00e3o sem a necessidade do m\u00e9todo criado h\u00e1 quase 2 s\u00e9culos por um menino de 13 anos.\u201d <\/em>(6\u00ba\u00a7) \u00e9 poss\u00edvel observar<\/li>\n<li>A) o predicado nominal, j\u00e1 que existe verbo de liga\u00e7\u00e3o seguido de predicativo do sujeito.<\/li>\n<li>B) ocorr\u00eancia de ora\u00e7\u00e3o sem sujeito trazendo verbo impessoal que se apresenta na terceira pessoa do singular.<\/li>\n<li>C) a ocorr\u00eancia de um sujeito hipot\u00e9tico em \u201ch\u00e1 quase 2 s\u00e9culos\u201d que retoma informa\u00e7\u00f5es do per\u00edodo anterior.<\/li>\n<li>D) que em \u201cest\u00e3o tendo\u201d, o verbo impessoal acompanhado de auxiliar transmite a este sua impessoalidade, motivo de haver ora\u00e7\u00e3o sem sujeito.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Coment\u00e1rios:<\/p>\n<ol>\n<li>a) Incorreta. N\u00e3o h\u00e1 nenhum verbo de liga\u00e7\u00e3o. Em \u201cest\u00e3o tendo\u201d, \u201cest\u00e3o\u201d \u00e9 verbo auxiliar.<\/li>\n<li>b) Correta. A ora\u00e7\u00e3o \u201cH\u00e1 dois anos\u201d traz o verbo haver impessoal, no sentido de tempo decorrido, formando uma ora\u00e7\u00e3o sem sujeito. Por isso, o verbo fica na terceira pessoa do singular.<\/li>\n<li>c) Incorreta. Essa ora\u00e7\u00e3o \u00e9 sem sujeito.<\/li>\n<li>d) Incorreta. N\u00e3o h\u00e1 verbo impessoal nessa locu\u00e7\u00e3o, tanto que o auxiliar \u201cest\u00e3o\u201d concorda com seu sujeito \u201c<em>os deficientes visuais\u201d. <\/em>Gabarito letra B.<\/li>\n<\/ol>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"5\">\n<li>Depreende-se do texto que<\/li>\n<li>A) a situa\u00e7\u00e3o vivida pelo menino Louis, aos 3 anos, n\u00e3o pode ser observada em propor\u00e7\u00f5es reais em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 sua gravidade devido \u00e0 aus\u00eancia de recursos tecnol\u00f3gicos.<\/li>\n<li>B) a interven\u00e7\u00e3o externa e uma rea\u00e7\u00e3o pessoal atuaram como facilitadores no processo de reconstru\u00e7\u00e3o da aprendizagem e desenvolvimento cognitivo do menino que havia se tornado cego.<\/li>\n<li>C) pode-se reconhecer que a exclus\u00e3o em virtude de determinada defici\u00eancia mant\u00e9m-se, na atualidade, assim como nos s\u00e9culos passados apesar do desenvolvimento cient\u00edfico e tecnol\u00f3gico.<\/li>\n<li>D) as dificuldades advindas da defici\u00eancia adquirida por meio de um acidente n\u00e3o puderam ser concretizadas de fato na vida do menino citado no texto devido a determinadas caracter\u00edsticas que o diferenciavam, confirmando as expectativas.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Coment\u00e1rios:<\/p>\n<ol>\n<li>a) Incorreta. O autor explica muito bem a situa\u00e7\u00e3o do menino e sua gravidade espec\u00edfica, pois menciona que na \u00e9poca ser cego era praticamente ser um inv\u00e1lido. Veja:<\/li>\n<\/ol>\n<p>O drama era pior do que parece hoje. Na \u00e9poca, in\u00edcio do s\u00e9culo 19, ser cego significava incapacidade para aprender, estudar e ganhar a vida. Ou seja: ele estava condenado a depender da fam\u00edlia ou da caridade dos outros.<\/p>\n<ol>\n<li>b) Correta. A interven\u00e7\u00e3o externa foi ajuda do professor e sua experi\u00eancia na escola de cegos. A rea\u00e7\u00e3o pessoal foi sua adapta\u00e7\u00e3o \u00e0 cegueira e seu entusiasmo em aprender.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Isso se confirma na seguinte passagem:<\/p>\n<p><em>Por\u00e9m, aos 7 anos, Louis j\u00e1 estava completamente familiarizado com a nova vida. Era t\u00e3o esperto e interessado que chamou a aten\u00e7\u00e3o do professor da escola local que, contrariando o pensamento dominante (de que n\u00e3o valia a pena ensinar cegos), admitiu-o em uma das classes.<\/em><\/p>\n<p><em>Em pouco tempo, Louis se transformou em um dos melhores alunos da escola. Surpresos com o potencial, pai e professor tiveram a ideia de envi\u00e1-lo para uma escola destinada a crian\u00e7as cegas em Paris \u2013 a primeira no mundo especializada na defici\u00eancia.<\/em><\/p>\n<p><em>Assim, aos 10 anos, o garoto estava matriculado no L\u2019Institut Royal des Enfants Aveugles.<\/em><\/p>\n<ol>\n<li>c) Cuidado. Isso pode at\u00e9 ser verdade, mas n\u00e3o \u00e9 o que consta no texto. Al\u00e9m disso, n\u00e3o \u00e9 exatamente \u201ccomo nos s\u00e9culos passados\u201d, pois h\u00e1 novas tecnologias que facilitaram o acesso \u00e0 cultura, como o Braille e aplicativos como Be My Eyes, smart glasses e assistentes digitais como Siri e Alexa.<\/li>\n<li>d) O menino contrariou as expectativas, n\u00e3o confirmou expectativas.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Gabarito letra B.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"6\">\n<li>Leia o texto a seguir.<\/li>\n<\/ol>\n<p><strong> Senhor Feudal<\/strong><\/p>\n<p>(Oswald de Andrade.)<\/p>\n<p>Se Pedro Segundo<\/p>\n<p>Vier aqui<\/p>\n<p>Com hist\u00f3ria<\/p>\n<p>Eu boto ele na cadeia.<\/p>\n<p>(Poemas de Coloniza\u00e7\u00e3o. In Oswald de Andrade. Literatura comentada. S\u00e3o Paulo. Nova Cultural, s.d. p. 28.)<\/p>\n<p>Considerando-se o texto de Oswald de Andrade e os conhecimentos acerca da varia\u00e7\u00e3o lingu\u00edstica, assinale a afirmativa verdadeira.<\/p>\n<ol>\n<li>A) O autor condena, de forma cr\u00edtica, o uso de variedade lingu\u00edstica de menor prest\u00edgio.<\/li>\n<li>B) O uso que o autor faz da norma-padr\u00e3o, no texto, busca efeitos que expressam ironia e cr\u00edtica.<\/li>\n<li>C) A linguagem empregada pelo autor, liter\u00e1ria, n\u00e3o pode ser considerada sin\u00f4nimo de norma-padr\u00e3o.<\/li>\n<li>D) A partir do emprego da variedade lingu\u00edstica utilizada no texto, \u00e9 poss\u00edvel observar dom\u00ednio prec\u00e1rio da l\u00edngua.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Coment\u00e1rios:<\/p>\n<p>Quest\u00e3o direta. O uso do pronome reto como objeto em \u201cEu boto ele na cadeia\u201d deixa bem claro que essa linguagem n\u00e3o observa os rigores gramaticais que caracterizam a norma culta. Por\u00e9m, o autor usa essa linguagem para um efeito estil\u00edstico, est\u00e9tico e proposital, condizente com a linguagem liter\u00e1ria do poema. N\u00e3o \u00e9 porque desconhece a norma. Tamb\u00e9m n\u00e3o \u00e9 sua inten\u00e7\u00e3o criticar a variante mais informal da lingual. Pelo contr\u00e1rio, visa aproximar sua linguagem da fala informal. Gabarito letra C.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><em>\u201cPortugu\u00eas \u00e9 f\u00e1cil de aprender porque \u00e9 uma l\u00edngua que se escreve exatamente como se fala.\u201d<\/em><\/strong><\/p>\n<p>Pois \u00e9. U purtugu\u00eais \u00e9 muinto f\u00e1ciu di aprender, purqui \u00e9 uma l\u00edngua qui a genti iscrevi ixatamenti cumu si fala. Num \u00e9 cumu ingl\u00eais qui d\u00e1 at\u00e9 vontadi di ri quandu a genti discobri cumu \u00e9 qui si iscrevi algumas palavras. Im purtugu\u00eais n\u00e3o. \u00c9 s\u00f3 prest\u00e1ten\u00e7\u00e3o. U alem\u00e3o pur exemplu. Qu\u00e9 coisa mais doida? Num bate nada cum nada. At\u00e9 nu espanhol qui \u00e9 parecidu, si iscrevi muinto diferenti. Qui bom qui a minha l\u00edngua \u00e9 u purtugu\u00eais. Quem soub\u00e9 fal\u00e1 sabi iscrev\u00ea.<\/p>\n<p>(J\u00f4 Soares.)<\/p>\n<p>Acerca do texto de J\u00f4 Soares, pode-se afirmar que<\/p>\n<ol>\n<li>A) a ideia expressa pelo autor denuncia o car\u00e1ter de exclus\u00e3o inerente da gram\u00e1tica normativa.<\/li>\n<li>B) h\u00e1 uma refer\u00eancia a duas modalidades diferentes da l\u00edngua utilizando-se, para isso, humor ao registrar o c\u00f3digo lingu\u00edstico.<\/li>\n<li>C) a refer\u00eancia \u00e0 variedade de menor prest\u00edgio da l\u00edngua \u00e9 identificada por meio do registro de constru\u00e7\u00f5es e vocabul\u00e1rios espec\u00edficos.<\/li>\n<li>D) o autor tem por objetivo demonstrar que a tradi\u00e7\u00e3o trabalha com normas, diferentemente das gram\u00e1ticas de funcionamento das l\u00ednguas.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Coment\u00e1rios:<\/p>\n<p>O autor basicamente escreve as palavras da forma como seriam pronunciadas, justamente para provar a enorme diferen\u00e7a entre a modalidade escrita e a modalidade falada da l\u00edngua portuguesa. Ent\u00e3o, ironiza o pr\u00f3prio teor da afirma\u00e7\u00e3o: \u201cU purtugu\u00eais \u00e9 muinto f\u00e1ciu di aprender, purqui \u00e9 uma l\u00edngua qui a genti iscrevi ixatamenti cumu si fala\u201d. Gabarito letra B.<\/p>\n<p>O teor do texto tem essa finalidade mencionada acima, n\u00e3o se pode afirmar que fala de exclus\u00e3o, prest\u00edgio ou tradi\u00e7\u00e3o das normas gramaticais. Esses s\u00e3o temas relacionados ao campo de ideias do texto, mas n\u00e3o fazem parte do texto e est\u00e3o ali s\u00f3 para o aluno viajar e errar.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Texto para responder \u00e0s quest\u00f5es de 08 a 20.<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong><u>O despreparo da gera\u00e7\u00e3o mais preparada<\/u><\/strong><\/p>\n<p><strong><u>\u00a0<\/u><\/strong><\/p>\n<p>A cren\u00e7a de que a felicidade \u00e9 um direito tem tornado despreparada a gera\u00e7\u00e3o mais preparada. Preparada do ponto de vista das habilidades, despreparada porque n\u00e3o sabe lidar com frustra\u00e7\u00f5es. Preparada porque \u00e9 capaz de usar as ferramentas da tecnologia, despreparada porque despreza o esfor\u00e7o. Preparada porque conhece o mundo em viagens protegidas, despreparada porque desconhece a fragilidade da mat\u00e9ria da vida. E por tudo isso sofre, sofre muito, porque foi ensinada a acreditar que nasceu com o patrim\u00f4nio da felicidade. E n\u00e3o foi ensinada ___ criar _____ partir da dor.<\/p>\n<p>H\u00e1 uma gera\u00e7\u00e3o de classe m\u00e9dia que estudou em bons col\u00e9gios, \u00e9 fluente em outras l\u00ednguas, viajou para o exterior e teve acesso \u00e0 cultura e \u00e0 tecnologia. Uma gera\u00e7\u00e3o que teve muito mais do que seus pais. Ao mesmo tempo, cresceu com a ilus\u00e3o de que a vida \u00e9 f\u00e1cil. Ou que j\u00e1 nascem prontos \u2013 bastaria apenas que o mundo reconhecesse a sua genialidade.<\/p>\n<p>Tenho me deparado com jovens que esperam ter no mercado de trabalho uma continua\u00e7\u00e3o de suas casas \u2013 onde o chefe seria um pai ou uma m\u00e3e complacente, que tudo concede. Foram ensinados a pensar que merecem, seja l\u00e1 o que for que queiram. E quando isso n\u00e3o acontece \u2013 porque obviamente n\u00e3o acontece \u2013 sentem-se tra\u00eddos, revoltam-se com a \u201cinjusti\u00e7a\u201d e boa parte se emburra e desiste.<\/p>\n<p>Como esses estreantes na vida adulta foram crian\u00e7as e adolescentes que ganharam tudo, sem ter de lutar por quase nada de relevante, desconhecem que a vida \u00e9 constru\u00e7\u00e3o \u2013 e para conquistar um espa\u00e7o no mundo \u00e9 preciso ralar muito. Com \u00e9tica e honestidade \u2013 e n\u00e3o a cotoveladas ou aos gritos. Como seus pais n\u00e3o conseguiram dizer, \u00e9 o mundo que anuncia a eles que: viver \u00e9 para os insistentes.<\/p>\n<p>Por que boa parte dessa nova gera\u00e7\u00e3o \u00e9 assim? Penso que este \u00e9 um questionamento importante para quem est\u00e1 educando uma crian\u00e7a ou um adolescente hoje. Nossa \u00e9poca tem sido marcada pela ilus\u00e3o de que a felicidade \u00e9 uma esp\u00e9cie de direito. E tenho testemunhado a ang\u00fastia de muitos pais para garantir que os filhos sejam \u201cfelizes\u201d. Pais que fazem malabarismos para dar tudo aos filhos e proteg\u00ea-los de todos os perrengues \u2013 sem esperar nenhuma responsabiliza\u00e7\u00e3o nem reciprocidade.<\/p>\n<p>Nossa classe m\u00e9dia parece desprezar o esfor\u00e7o. Prefere a genialidade. O valor est\u00e1 no dom, naquilo que j\u00e1 nasce pronto. Dizer que \u201cfulano \u00e9 esfor\u00e7ado\u201d \u00e9 quase uma ofensa. Ter de dar duro para conquistar algo parece j\u00e1 vir assinalado com o carimbo de perdedor. Bacana \u00e9 o cara que n\u00e3o estudou, passou a noite na balada e foi aprovado no vestibular de Medicina. Este atesta a excel\u00eancia dos genes de seus pais. Esfor\u00e7ar-se \u00e9, no m\u00e1ximo, coisa para os filhos da classe C, que ainda precisam assegurar seu lugar no pa\u00eds.<\/p>\n<p>Da mesma forma que supostamente seria poss\u00edvel construir um lugar sem esfor\u00e7o, existe a cren\u00e7a n\u00e3o menos fantasiosa de que \u00e9 poss\u00edvel viver sem sofrer. De que as dores inerentes a toda vida s\u00e3o uma anomalia e, como percebo em muitos jovens, uma esp\u00e9cie de trai\u00e7\u00e3o ao futuro que deveria estar garantido. Pais e filhos t\u00eam pagado caro pela cren\u00e7a de que a felicidade \u00e9 um direito. E a frustra\u00e7\u00e3o um fracasso. Talvez a\u00ed esteja uma pista para compreender a gera\u00e7\u00e3o do \u201ceu mere\u00e7o\u201d.<\/p>\n<p>(Eliane Brum. Dispon\u00edvel em: http:\/\/www.portalraizes.com\/28-2\/. Fragmento.)<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<ol start=\"8\">\n<li>No sexto par\u00e1grafo do texto, a autora afirma que \u201c<em>Dizer que \u2018fulano \u00e9 esfor\u00e7ado\u2019 \u00e9 quase uma ofensa.<\/em>\u201d. O termo \u201c<em>fulano<\/em>\u201d \u00e9 tratamento vago e indeterminado, mas que \u2013 no texto \u2013 pode ser retomado e identificado como<\/li>\n<li>A) o filho da classe C.<\/li>\n<li>B) o jovem da classe m\u00e9dia.<\/li>\n<li>C) aquele que n\u00e3o tem privil\u00e9gios.<\/li>\n<li>D) sujeito qualquer, sem import\u00e2ncia.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Coment\u00e1rios:<\/p>\n<p>A cr\u00edtica do autor recai sobre os jovens da classe m\u00e9dia e da educa\u00e7\u00e3o que recebem.<\/p>\n<p>Veja:<\/p>\n<p><strong>Nossa classe m\u00e9dia<\/strong> parece desprezar o esfor\u00e7o. Prefere a genialidade. O valor est\u00e1 no dom, naquilo que j\u00e1 nasce pronto. Dizer que \u201cfulano \u00e9 esfor\u00e7ado\u201d \u00e9 quase uma ofensa.<\/p>\n<p>Ent\u00e3o, a refer\u00eancia \u00e9 claramente ao jovem da classe m\u00e9dia.<\/p>\n<p>Gabarito letra B.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"9\">\n<li>Assim como em \u201c<em>Por que boa parte dessa nova gera\u00e7\u00e3o \u00e9 assim<\/em>?\u201d (5\u00ba\u00a7) o uso do \u201c<em>por que<\/em>\u201d est\u00e1 de acordo com a norma padr\u00e3o da l\u00edngua em:<\/li>\n<li>A) A reuni\u00e3o foi suspensa por que?<\/li>\n<li>B) Esse \u00e9 o motivo por que me atrasei.<\/li>\n<li>C) Ningu\u00e9m conhece o por que de tal decis\u00e3o.<\/li>\n<li>D) N\u00e3o estarei presente por que j\u00e1 tenho um compromisso.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Coment\u00e1rios:<\/p>\n<p>Relembrando os porqu\u00eas, temos:<\/p>\n<p>\u201cporque\u201d \u2013 conjun\u00e7\u00e3o explicativa\/causal<\/p>\n<p>\u201cporqu\u00ea\u201d \u2013 substantivo, normalmente acompanhado de artigo ou outro determinante.<\/p>\n<p>\u201cpor que\u201d \u2013 utilizado em interrogativas diretas ou indiretas ou como substituto de \u201cpelo (a)(s) qual (is)\u201d, \u00e9 aquele que traz ideia de \u201cpor qual motivo\u201d.<\/p>\n<p>\u201cpor qu\u00ea\u201d \u2013 tamb\u00e9m usado em interrogativas, ocorre quando o \u201cqu\u00ea\u201d \u00e9 t\u00f4nico, antes de pausa.<\/p>\n<p>Nosso gabarito est\u00e1 em B) Esse \u00e9 o motivo por que me atrasei. \u201cpor que\u201d = \u201cpor qual motivo\u201d.<\/p>\n<p>Fazendo as devidas corre\u00e7\u00f5es, teremos:<\/p>\n<ol>\n<li>A) A reuni\u00e3o foi suspensa por qu\u00ea? (por que antes de pontua\u00e7\u00e3o)<\/li>\n<li>C) Ningu\u00e9m conhece o porqu\u00ea de tal decis\u00e3o. (substantivo)<\/li>\n<li>D) N\u00e3o estarei presente porque j\u00e1 tenho um compromisso. (porque conjun\u00e7\u00e3o)<\/li>\n<\/ol>\n<p>Gabarito letra B.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"10\">\n<li>No primeiro par\u00e1grafo do texto, a autora utiliza como recurso para fazer o texto progredir, mantendo-se o fio discursivo, determinada sequencia\u00e7\u00e3o textual. Acerca desta atividade espec\u00edfica, pode-se afirmar que<\/li>\n<li>A) h\u00e1 uma recorr\u00eancia de estruturas sint\u00e1ticas com fun\u00e7\u00e3o persuasiva no texto.<\/li>\n<li>B) o mesmo conte\u00fado sem\u00e2ntico \u00e9 apresentado sob formas estruturais diferentes.<\/li>\n<li>C) a express\u00e3o \u201c<em>por tudo isso<\/em>\u201d introduz uma par\u00e1frase empregada como recurso da coes\u00e3o textual.<\/li>\n<li>D) n\u00e3o h\u00e1 nenhum tipo de recorr\u00eancia entre as ora\u00e7\u00f5es do par\u00e1grafo, sendo de alta informatividade.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Coment\u00e1rios:<\/p>\n<p>Quest\u00e3o dif\u00edcil, mais pela linguagem do que pelo conte\u00fado. Vejamos:<\/p>\n<ol>\n<li>A) h\u00e1 uma recorr\u00eancia de estruturas sint\u00e1ticas com fun\u00e7\u00e3o persuasiva no texto.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Correta. Observe que o autor estruturou o primeiro par\u00e1grafo de forma repetitiva, com estruturas paralelas, em pares opositivos e sim\u00e9tricos, de um lado explicando \u201cpreparado\u201d, de outro explicando \u201cdespreparado\u201d:<\/p>\n<p>A cren\u00e7a de que a felicidade \u00e9 um direito tem tornado despreparada a gera\u00e7\u00e3o mais preparada.<\/p>\n<p><strong><em>Preparada<\/em><\/strong><em> do ponto de vista das habilidades, <strong>despreparada<\/strong> porque n\u00e3o sabe lidar com frustra\u00e7\u00f5es. <\/em><\/p>\n<p><strong><em>Preparada<\/em><\/strong><em> porque \u00e9 capaz de usar as ferramentas da tecnologia, <strong>despreparada<\/strong> porque despreza o esfor\u00e7o. <\/em><\/p>\n<p><strong><em>Preparada <\/em><\/strong><em>porque conhece o mundo em viagens protegidas, <strong>despreparada<\/strong> porque desconhece a fragilidade da mat\u00e9ria da vida.<\/em><\/p>\n<p>Essa divis\u00e3o mostra seu ponto de vista de oposi\u00e7\u00e3o entre duas caracter\u00edsticas dos jovens: o conhecimento t\u00e9cnico e a imaturidade a respeito da vida real.<\/p>\n<p>Assim sendo, podemos sim perceber que a divis\u00e3o tem inten\u00e7\u00e3o persuasiva, pois organiza a contraposi\u00e7\u00e3o que o autor defende em seu texto.<\/p>\n<ol>\n<li>B) o mesmo conte\u00fado sem\u00e2ntico \u00e9 apresentado sob formas estruturais diferentes.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Incorreta. N\u00e3o \u00e9 o mesmo conte\u00fado sem\u00e2ntico, s\u00e3o lados diferentes, ideias diferentes.<\/p>\n<ol>\n<li>C) a express\u00e3o \u201c<em>por tudo isso<\/em>\u201d introduz uma par\u00e1frase empregada como recurso da coes\u00e3o textual.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Par\u00e1frase \u00e9 uma reescritura de uma parte do trecho, com outras palavras. N\u00e3o \u00e9 o que ocorre aqui, n\u00e3o h\u00e1 reescritura, apenas o uso de um conectivo.<\/p>\n<ol>\n<li>D) n\u00e3o h\u00e1 nenhum tipo de recorr\u00eancia entre as ora\u00e7\u00f5es do par\u00e1grafo, sendo de alta informatividade.<\/li>\n<\/ol>\n<p>H\u00e1 recorr\u00eancia sim, a repeti\u00e7\u00e3o de estrutura que vimos na letra A.<\/p>\n<p>Gabarito letra A.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"11\">\n<li>Assinale a op\u00e7\u00e3o que apresenta o grupo de palavras acentuadas de acordo com a mesma regra.<\/li>\n<li>A) \u00e9, col\u00e9gios.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 C) m\u00e9dia, f\u00e1cil.<\/li>\n<li>B) h\u00e1, l\u00ednguas.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 D) mat\u00e9ria, patrim\u00f4nio.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Coment\u00e1rios:<\/p>\n<p>Quest\u00e3o cl\u00e1ssica de acentua\u00e7\u00e3o:<\/p>\n<p>Mat\u00e9ria e patrim\u00f4nio s\u00e3o acentuadas por serem parox\u00edtonas terminadas em ditongo.<\/p>\n<p>Vejamos a regra que justifica as demais palavras:<\/p>\n<ol>\n<li>A) \u00e9 (monoss\u00edlabo t\u00f4nico terminado em E); col\u00e9gios (parox\u00edtona terminada em ditongo).<\/li>\n<li>B) h\u00e1 (monoss\u00edlabo t\u00f4nico terminado em E), l\u00ednguas (parox\u00edtona terminada em ditongo)<\/li>\n<li>C) m\u00e9dia (parox\u00edtona terminadas em ditongo), f\u00e1cil (parox\u00edtona terminada em L)<\/li>\n<\/ol>\n<p>Gabarito letra D.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"12\">\n<li><em>E quando isso n\u00e3o acontece \u2013 porque obviamente n\u00e3o acontece \u2013 sentem-se tra\u00eddos, revoltam-se com a \u201cinjusti\u00e7a\u201d e boa parte se emburra e desiste.<\/em> (3\u00ba\u00a7)<\/li>\n<\/ol>\n<p>No trecho destacado anteriormente, o uso de aspas tem por objetivo<\/p>\n<ol>\n<li>A) indicar a intercala\u00e7\u00e3o de uma indica\u00e7\u00e3o acess\u00f3ria no texto.<\/li>\n<li>B) fazer sobressair um termo n\u00e3o peculiar \u00e0 linguagem do enunciador.<\/li>\n<li>C) real\u00e7ar a ironia da autora em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 desist\u00eancia dos jovens diante dos obst\u00e1culos.<\/li>\n<li>D) acentuar o valor significativo de acordo com o contexto em que o termo foi empregado.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Coment\u00e1rios:<\/p>\n<p>Essa quest\u00e3o foi muito debatida, \u00e9 amb\u00edgua mesmo. Por\u00e9m, vamos entender o racioc\u00ednio da banca.<\/p>\n<p>As aspas aqui foram utilizadas para indicar o valor que \u201cinjusti\u00e7a\u201d assume no contexto. \u201cInjusti\u00e7a\u201d na verdade \u00e9 a vis\u00e3o que os jovens mimados t\u00eam da situa\u00e7\u00e3o real em que o mundo n\u00e3o d\u00e1 o que eles supostamente merecem. Ent\u00e3o, injusti\u00e7a \u00e9 como os jovens veem o fato de o mercado de trabalho n\u00e3o ser complacente como est\u00e3o acostumados em suas casas. Injusti\u00e7a \u00e9 o nome da sensa\u00e7\u00e3o que eles sentem, mesmo n\u00e3o sendo injusti\u00e7a de fato.<\/p>\n<p>Porque n\u00e3o \u00e9 ironia? Porque o autor n\u00e3o usou aspas para indicar que \u201cinjusti\u00e7a\u201d tem sentido oposto \u00e0 literalidade, n\u00e3o foi com sentido de \u201cjusti\u00e7a\u201d, mas sim para ilustrar o sentido que essa palavra tem no contexto, que \u00e9 a sensa\u00e7\u00e3o de injusti\u00e7ados que os jovens experimentam no mundo real que n\u00e3o d\u00e1 a eles tudo que querem. Al\u00e9m disso, sendo ainda mais r\u00edgido, o texto n\u00e3o fala que todos os jovens desistem, esse coment\u00e1rio se restringe a boa parte deles, mas n\u00e3o a todos como faz sugerir a alternativa.<\/p>\n<p>Gabarito letra D.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"13\">\n<li>Em \u201c<em>E por tudo isso sofre, sofre muito, porque foi ensinada a acreditar que nasceu com o patrim\u00f4nio da felicidade<\/em>.\u201d (1\u00ba\u00a7), acerca da repeti\u00e7\u00e3o do termo \u201c<em>sofre<\/em>\u201d pode-se afirmar que<\/li>\n<li>A) por meio da recorr\u00eancia do termo, \u00e9 poss\u00edvel identificar a ironia com que a autora trata o assunto.<\/li>\n<li>B) h\u00e1 altera\u00e7\u00e3o tanto de sentido quanto de classe gramatical entre a primeira ocorr\u00eancia e a segunda.<\/li>\n<li>C) a recorr\u00eancia tem por objetivo persuadir o leitor a questionar sobre o sofrimento abordado no trecho em an\u00e1lise.<\/li>\n<li>D) n\u00e3o h\u00e1 efeito de sentido id\u00eantico nesta recorr\u00eancia, a reitera\u00e7\u00e3o deste termo traz consigo o acr\u00e9scimo de novas instru\u00e7\u00f5es de sentido.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Coment\u00e1rios:<\/p>\n<p>Outra quest\u00e3o bem pesada, vejamos a l\u00f3gica da banca.<\/p>\n<ol>\n<li>a) N\u00e3o h\u00e1 ironia, apenas repeti\u00e7\u00e3o enf\u00e1tica. O sofrimento \u00e9 algo real.<\/li>\n<li>b) A classe \u00e9 a mesma nas duas ocorr\u00eancias: verbo.<\/li>\n<li>c) A recorr\u00eancia \u00e9 apenas para dar ideia de repeti\u00e7\u00e3o, intensidade.<\/li>\n<li>d) O segundo sofre acrescenta novos sentidos, pois adiciona a ideia de reitera\u00e7\u00e3o e intensidade. Sofre, sofre tem sentido de \u201csofre muito, sofre de modo constante e doloroso\u201d. Gabarito letra D.<\/li>\n<\/ol>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"14\">\n<li>No t\u00edtulo do texto, a autora utiliza palavras que s\u00e3o formadas a partir de um mesmo radical \u201c<em>despreparo<\/em>\u201d e \u201c<em>preparada<\/em>\u201d. O prefixo empregado em uma delas possui o mesmo sentido expresso pelo destacado em:<\/li>\n<li>A) <u>a<\/u>teu, <u>in<\/u> C) <u>a<\/u>vers\u00e3o, <u>a<\/u>mov\u00edvel.<\/li>\n<li>B) <u>de<\/u>cair, <u>de<\/u> D) <u>ad<\/u>vent\u00edcio, <u>contr<\/u>asselar.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Coment\u00e1rios:<\/p>\n<p>Quest\u00e3o direta. Em \u201cdespreparo\u201d, o \u201cdes\u201d indica nega\u00e7\u00e3o, aus\u00eancia. Isso tamb\u00e9m ocorre em \u201c<u>a<\/u>teu, <u>in<\/u>ativo\u201d, palavras em que os prefixos sublinhados tamb\u00e9m indicam nega\u00e7\u00e3o (ateu \u2013 sem deus; inativo \u2013 n\u00e3o ativo). Gabarito letra A.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"15\">\n<li>No terceiro par\u00e1grafo do texto, \u00e9 poss\u00edvel observar o emprego de alguns termos que fazem refer\u00eancia a um termo (express\u00e3o) j\u00e1 citado(a); estabelecendo uma rela\u00e7\u00e3o entre ora\u00e7\u00f5es diferentes e contribuindo, deste modo, para a coes\u00e3o textual. Os termos destacados a seguir t\u00eam seu referente corretamente indicado em, EXCETO:<\/li>\n<li>A) \u201csentem-<u>se<\/u> tra\u00eddos, revoltam-se.\u201d \/ jovens<\/li>\n<li>B) \u201c<u>que<\/u> tudo concede.\u201d \/ um pai ou uma m\u00e3e complacente<\/li>\n<li>C) \u201c<u>onde<\/u> o chefe seria um pai ou uma m\u00e3e complacente\u201d \/ suas casas<\/li>\n<li>D) \u201cE quando <u>isso<\/u> n\u00e3o acontece\u201d \/ que merecem, seja l\u00e1 o que for que queiram<\/li>\n<\/ol>\n<p>Coment\u00e1rios:<\/p>\n<p>Cuidado, o termo \u201conde\u201d retoma \u201cmercado de trabalho\u201d, pois \u00e9 no mercado de trabalho que h\u00e1 um chefe que n\u00e3o \u00e9 como seu pai ou m\u00e3e. Na casa dos jovens, n\u00e3o h\u00e1 chefe, ent\u00e3o a refer\u00eancia n\u00e3o era essa. Nas demais alternativas, a refer\u00eancia est\u00e1 clara e correta. Gabarito letra C.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"16\">\n<li>O trecho \u201c<em>Nossa classe m\u00e9dia parece desprezar o esfor\u00e7o. Prefere a genialidade<\/em>.\u201d (6\u00ba\u00a7) permanece correto, alterando-se a pontua\u00e7\u00e3o empregada, de acordo com a norma-padr\u00e3o da l\u00edngua portuguesa, em:<\/li>\n<li>A) Nossa classe m\u00e9dia parece desprezar o esfor\u00e7o, prefere a genialidade.<\/li>\n<li>B) Nossa classe m\u00e9dia; parece desprezar o esfor\u00e7o, prefere a genialidade.<\/li>\n<li>C) Nossa classe m\u00e9dia, parece desprezar o esfor\u00e7o. Prefere a genialidade.<\/li>\n<li>D) Nossa classe m\u00e9dia \u2013 parece desprezar o esfor\u00e7o, prefere a genialidade.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Coment\u00e1rios:<\/p>\n<p>Quest\u00e3o tranquila. Na letra A, apenas foi trocado o ponto final pela v\u00edrgula separando ora\u00e7\u00f5es coordenadas, como manda a tradi\u00e7\u00e3o gramatical. No texto original, o ponto \u00e9 usado como recurso estil\u00edstico, para enfatizar a divis\u00e3o e o fluxo da leitura.<\/p>\n<p>Nas demais op\u00e7\u00f5es, o sujeito \u201cNossa classe m\u00e9dia\u201d foi inadequadamente separado do verbo \u201cparece\u201d, com ponto e v\u00edrgula, v\u00edrgula e travess\u00e3o. Gabarito letra A.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"17\">\n<li>No primeiro par\u00e1grafo, h\u00e1 lacunas que devem ser preenchidas, de acordo com a norma-padr\u00e3o da l\u00edngua portuguesa, com, respectivamente:<\/li>\n<li>A) a \/ a.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 B) a \/ \u00e0.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 C) \u00e0 \/ a.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 D) \u00e0 \/ \u00e0.<\/li>\n<\/ol>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Coment\u00e1rios:<\/p>\n<p>N\u00e3o h\u00e1 como haver crase diante de verbos, ent\u00e3o teremos s\u00f3 preposi\u00e7\u00e3o A nas duas lacunas.<\/p>\n<p>E n\u00e3o foi ensinada _A_ criar _A__ partir da dor.<\/p>\n<p>Gabarito letra A.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"18\">\n<li>\u00c9 correto concluir, a partir da leitura do texto, que a autora faz uma cr\u00edtica<\/li>\n<li>A) \u00e0 busca da felicidade como forma de vida, em harmonia com o semelhante na busca de seus ideais.<\/li>\n<li>B) a uma nova gera\u00e7\u00e3o de jovens brilhantes intelectualmente e respons\u00e1veis, mas que negam suas origens.<\/li>\n<li>C) ao comportamento de determinada classe social cujas a\u00e7\u00f5es excluem valores morais respons\u00e1veis pelo desenvolvimento sadio e equilibrado mesmo diante das dificuldades.<\/li>\n<li>D) \u00e0 gera\u00e7\u00e3o atual que despreza conceitos e valores morais vividos e ensinados por seus pais e preferem, por outro lado, viver um modelo imposto pela sociedade do consumo.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Coment\u00e1rios:<\/p>\n<ol>\n<li>a) Incorreta. A cr\u00edtica \u00e9 ao despreparo dos jovens para a vida real, no sentido de que n\u00e3o sabem lidar com frustra\u00e7\u00e3o e acreditam que merecem tudo de bandeja, como vimos nas quest\u00f5es anteriores.<\/li>\n<li>b) Incorreta. N\u00e3o foi dito que s\u00e3o brilhantes, muito menos respons\u00e1veis.<\/li>\n<li>c) Correta. Isso mesmo. A cr\u00edtica recai \u00e0 mentalidade dos jovens de classe m\u00e9dia, que, segundo a autora, geralmente n\u00e3o reconhecem o valor do esfor\u00e7o e da dor na constru\u00e7\u00e3o de uma vida.<\/li>\n<li>d) Incorreta. Extrapola\u00e7\u00e3o total, nada foi dito sobre \u201csociedade de consumo\u201d. Isso \u00e9 isca para o candidato apaixonado viajar e fazer conex\u00f5es fora do texto.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Gabarito letra C.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"19\">\n<li>Segundo a autora, a ideia de que a felicidade \u00e9 um direito \u00e9<\/li>\n<li>A) acertada.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 B) plaus\u00edvel.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 C) equivocada.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 D) impreter\u00edvel.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Coment\u00e1rios:<\/p>\n<p>Segundo a autora, a felicidade n\u00e3o \u00e9 um \u201cdireito\u201d, \u00e9 algo que se constr\u00f3i e conquista com esfor\u00e7o e dor. Direito significa que voc\u00ea pode exigir algo e ponto final. A felicidade como um \u201cdireito\u201d \u00e9 equivocada, n\u00e3o existe esse direito. Gabarito letra C.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"20\">\n<li>De acordo com a opini\u00e3o da autora, expressa no texto, a classe m\u00e9dia a que se refere<\/li>\n<li>A) tem uma postura que foge dos padr\u00f5es necess\u00e1rios ao desenvolvimento do ser humano em uma sociedade competitiva.<\/li>\n<li>B) \u00e9 respons\u00e1vel por fatores de exclus\u00e3o social que levam \u00e0 grande diferen\u00e7a de ordem econ\u00f4mica que vive a sociedade atualmente.<\/li>\n<li>C) possui grande genialidade intr\u00ednseca, bastando apenas que a sociedade reconhe\u00e7a tal fato para que os benef\u00edcios advindos de tal reconhecimento sejam efetivados.<\/li>\n<li>D) vive um processo de decad\u00eancia moral de modo que n\u00e3o consegue encontrar seu lugar no mercado de trabalho n\u00e3o tendo havido preparo para o exerc\u00edcio da carreira profissional escolhida.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Coment\u00e1rios:<\/p>\n<p>Em resumo, a cr\u00edtica da autora recai no fato de que a cren\u00e7a de que a \u201cfelicidade \u00e9 um direito\u201d faz o jovem sofrer, porque a realidade nega esse \u201cdireito\u201d e o jovem n\u00e3o sabe lidar com a frustra\u00e7\u00e3o de n\u00e3o receber facilmente o que deseja. Ent\u00e3o, essa educa\u00e7\u00e3o superprotetora dos pais, que valoriza a genialidade acima do esfor\u00e7o e trata a dor como uma anomalia, faz que o jovem esteja despreparado para a realidade de um mundo competitivo. Em suma, os jovens de classe m\u00e9dia s\u00e3o mimados, n\u00e3o valorizam o esfor\u00e7o e a resili\u00eancia e esperam que receber\u00e3o tudo t\u00e3o facilmente como recebiam dos pais complacentes.<\/p>\n<p>Relembre essas ideias na conclus\u00e3o do texto:<\/p>\n<p><em>Nossa classe m\u00e9dia parece desprezar o esfor\u00e7o. Prefere a genialidade. O valor est\u00e1 no dom, naquilo que j\u00e1 nasce pronto. Dizer que \u201cfulano \u00e9 esfor\u00e7ado\u201d \u00e9 quase uma ofensa. Ter de dar duro para conquistar algo parece j\u00e1 vir assinalado com o carimbo de perdedor. Bacana \u00e9 o cara que n\u00e3o estudou, passou a noite na balada e foi aprovado no vestibular de Medicina. Este atesta a excel\u00eancia dos genes de seus pais. Esfor\u00e7ar-se \u00e9, no m\u00e1ximo, coisa para os filhos da classe C, que ainda precisam assegurar seu lugar no pa\u00eds.<\/em><\/p>\n<p><em>Da mesma forma que supostamente seria poss\u00edvel construir um lugar sem esfor\u00e7o, existe a cren\u00e7a n\u00e3o menos fantasiosa de que \u00e9 poss\u00edvel viver sem sofrer. De que as dores inerentes a toda vida s\u00e3o uma anomalia e, como percebo em muitos jovens, uma esp\u00e9cie de trai\u00e7\u00e3o ao futuro que deveria estar garantido. Pais e filhos t\u00eam pagado caro pela cren\u00e7a de que a felicidade \u00e9 um direito. E a frustra\u00e7\u00e3o um fracasso. Talvez a\u00ed esteja uma pista para compreender a gera\u00e7\u00e3o do \u201ceu mere\u00e7o\u201d.<\/em><\/p>\n<p>Gabarito letra A.<\/p>\n<p>Ent\u00e3o \u00e9 isso pessoal, revisem os principais pontos cobrados aqui!<\/p>\n<p>Dia 01\/03\/2018, o estrat\u00e9gia far\u00e1 uma grande revis\u00e3o para o cargo de T\u00e9cnico Legislativo II, n\u00e3o percam!<\/p>\n<p>Abra\u00e7o e bons estudos.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ol\u00e1, pessoal, tudo tranquilo? Trago aqui o coment\u00e1rio das provas de T\u00e9cnico de Seguran\u00e7a e de Consultor Legislativo, aplicadas no \u00faltimo fim de semana pela Consulplan. H\u00e1 quest\u00f5es pesadas, ent\u00e3o vamos entender aqui o racioc\u00ednio da banca. Esse material \u00e9 muito valioso para quem vai prestar prova no dia 18\/03. 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