{"id":1051320,"date":"2022-06-28T09:02:59","date_gmt":"2022-06-28T12:02:59","guid":{"rendered":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/?p=1051320"},"modified":"2022-06-28T09:03:01","modified_gmt":"2022-06-28T12:03:01","slug":"informativo-stf-1059-comentado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/informativo-stf-1059-comentado\/","title":{"rendered":"Informativo STF 1059 Comentado"},"content":{"rendered":"<p>Informativo n\u00ba 1059 do STF <strong>COMENTADO. <\/strong>Fique ligado aqui\u00a0no Estrat\u00e9gia Carreiras Jur\u00eddicas!<\/p>\n<p><!-- \/wp:post-content --><\/p>\n<p><!-- wp:paragraph {\"align\":\"center\",\"fontSize\":\"huge\"} --><\/p>\n<p class=\"has-text-align-center has-huge-font-size\"><strong><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2022\/06\/28090230\/stf-1059.pdf\">DOWNLOAD do PDF AQUI!<\/a><\/strong><\/p>\n<div class=\"lyte-wrapper\" style=\"width:853px;max-width:100%;margin:5px;\"><div class=\"lyMe\" id=\"WYL_kgu0v842bHE\"><div id=\"lyte_kgu0v842bHE\" data-src=\"\/\/i.ytimg.com\/vi\/kgu0v842bHE\/hqdefault.jpg\" class=\"pL\"><div class=\"tC\"><div class=\"tT\"><\/div><\/div><div class=\"play\"><\/div><div class=\"ctrl\"><div class=\"Lctrl\"><\/div><div class=\"Rctrl\"><\/div><\/div><\/div><noscript><a href=\"https:\/\/youtu.be\/kgu0v842bHE\" rel=\"nofollow\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i.ytimg.com\/vi\/kgu0v842bHE\/0.jpg\" alt=\"YouTube video thumbnail\" width=\"853\" height=\"460\" \/><br \/>Assista a este v\u00eddeo no YouTube<\/a><\/noscript><\/div><\/div><div class=\"lL\" style=\"max-width:100%;width:853px;margin:5px;\"><\/div><\/p>\n<h1><a name=\"_Toc107047428\"><\/a>DIREITO ADMINISTRATIVA<\/h1>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h2><a name=\"_Toc107047429\"><\/a>1.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Requisi\u00e7\u00e3o administrativa de bens ou servi\u00e7os p\u00fablicos<\/h2>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong>A\u00c7\u00c3O DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE<\/strong><\/p>\n<p>A requisi\u00e7\u00e3o administrativa \u201cpara atendimento de necessidades coletivas, urgentes e transit\u00f3rias, decorrentes de situa\u00e7\u00f5es de perigo iminente, de calamidade p\u00fablica ou de irrup\u00e7\u00e3o de epidemias\u201d \u2014 prevista na Lei Org\u00e2nica do Sistema \u00danico de Sa\u00fade (Lei 8.080\/1990) \u2014 n\u00e3o recai sobre bens e\/ou servi\u00e7os p\u00fablicos de outro ente federativo.<\/p>\n<p>ADI 3454-DF julgado em 20\/06\/2022 (Info 1059)<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h3><a name=\"_Toc107047430\"><\/a>1.1.\u00a0 Situa\u00e7\u00e3o F\u00c1TICA.<\/h3>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>O STF recebeu a ADI 3454 em que o PFL (Partido da Frente Liberal) pede liminar para suspender dispositivo legal que embasou a interven\u00e7\u00e3o\u00a0decretada pelo governo federal em hos\u00adpitais do Rio de Janeiro. Segundo o partido, a iniciativa desrespeitou o \u201cpacto federativo\u201d porque foram ocupados os hospitais Souza Aguiar e Miguel Couto, que s\u00e3o municipais.<\/p>\n<p>O dispositivo supostamente inconstitucional \u00e9 o inciso XIII do artigo 15 da Lei n\u00ba 8.080, que em setembro de 1990 regulamentou o SUS (Sistema \u00danico de Sa\u00fade). Ele permite que a Uni\u00e3o, os Estados e os Munic\u00edpios requisitem bens e servi\u00e7os de pessoas naturais e jur\u00eddicas em caso de perigo iminente, calamidade p\u00fablica ou epidemias. Segundo o PFL, o inciso deixa em aberto a interpreta\u00e7\u00e3o sobre quais pessoas jur\u00eddicas ficam sujeitas \u00e0 requisi\u00e7\u00e3o, permitindo que bens e servi\u00e7os p\u00fablicos e privados sejam alvo da norma.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h3><a name=\"_Toc107047431\"><\/a>1.2.\u00a0 An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/h3>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h4><a name=\"_Toc107047432\"><\/a>1.2.1.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Quest\u00e3o JUR\u00cdDICA.<\/h4>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>CF\/1988: \u201cArt. 5\u00ba (&#8230;) XXV \u2013 no caso de iminente perigo p\u00fablico, a autoridade competente poder\u00e1 usar de propriedade particular, assegurada ao propriet\u00e1rio indeniza\u00e7\u00e3o ulterior, se houver dano;&#8221;<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Lei 8.080\/1990: \u201cArt. 15. A Uni\u00e3o, os Estados, o Distrito Federal e os Munic\u00edpios exercer\u00e3o, em seu \u00e2mbito administrativo, as seguintes atribui\u00e7\u00f5es: (&#8230;) XIII \u2013 para atendimento de necessidades coletivas, urgentes e transit\u00f3rias, decorrentes de situa\u00e7\u00f5es de perigo iminente, de calamidade p\u00fablica ou de irrup\u00e7\u00e3o de epidemias, a autoridade competente da esfera administrativa correspondente<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h4><a name=\"_Toc107047433\"><\/a>1.2.2.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Poss\u00edvel a requisi\u00e7\u00e3o de bens de outro ente federativo?<\/h4>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> <strong>Nooops!!!!<\/strong><\/p>\n<p>O permissivo constitucional para a requisi\u00e7\u00e3o administrativa de bens PARTICULARES, em caso de iminente perigo p\u00fablico, tem aplica\u00e7\u00e3o nas rela\u00e7\u00f5es entre Poder P\u00fablico e patrim\u00f4nio privado, n\u00e3o sendo poss\u00edvel estender a hip\u00f3tese \u00e0s rela\u00e7\u00f5es entre as unidades da Federa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Nos termos da jurisprud\u00eancia desta Corte<strong>, ofende o princ\u00edpio federativo a requisi\u00e7\u00e3o de bens e servi\u00e7os de um ente federado por outro<\/strong>, o que somente se admitiria excepcionalmente \u00e0 Uni\u00e3o durante a vig\u00eancia de estado de defesa (CF\/1988, art. 136, \u00a7 1\u00ba, II) e estado de s\u00edtio (CF\/1988, art. 139, VII).<\/p>\n<p><u>Entre os entes federados n\u00e3o h\u00e1 hierarquia, sendo-lhes assegurado tratamento ison\u00f4mico, ressalvadas apenas as distin\u00e7\u00f5es porventura constantes na pr\u00f3pria CF\/1988<\/u>. Portanto, como as rela\u00e7\u00f5es entre eles se caracterizam pela coopera\u00e7\u00e3o e horizontalidade, tal requisi\u00e7\u00e3o, ainda que a pretexto de acudir situa\u00e7\u00e3o f\u00e1tica de extrema necessidade, importa ferimento da autonomia daquele cujos bens ou servi\u00e7os p\u00fablicos s\u00e3o requisitados, acarretando-lhe incontest\u00e1vel desorganiza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h4><a name=\"_Toc107047434\"><\/a>1.2.3.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Resultado final.<\/h4>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Com base nesse entendimento, o Plen\u00e1rio, por unanimidade, julgou procedente a a\u00e7\u00e3o para atribuir interpreta\u00e7\u00e3o conforme a Constitui\u00e7\u00e3o ao art. 15, XIII, da Lei 8.080\/1990, excluindo a possibilidade de requisi\u00e7\u00e3o administrativa de bens e servi\u00e7os p\u00fablicos de titularidade de outros entes federativos.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h1><a name=\"_Toc107047435\"><\/a>DIREITO CONSTITUCIONAL<\/h1>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h2><a name=\"_Toc107047436\"><\/a>2.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Conselho Nacional de Justi\u00e7a e an\u00e1lise pr\u00e9via de anteprojetos de lei de cria\u00e7\u00e3o de cargos, fun\u00e7\u00f5es e unidades judici\u00e1rias dos tribunais de justi\u00e7a<\/h2>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong>A\u00c7\u00c3O DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 constitucional a Resolu\u00e7\u00e3o 184\/2013 do CNJ no que determina aos tribunais de justi\u00e7a estaduais o encaminhamento, para eventual elabora\u00e7\u00e3o de nota t\u00e9cnica, de c\u00f3pia dos anteprojetos de lei de cria\u00e7\u00e3o de cargos, fun\u00e7\u00f5es comissionadas e unidades judici\u00e1rias.<\/p>\n<p>ADI 5119-DF, julgado em 20\/06\/2022 (Info 1059)<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h3><a name=\"_Toc107047437\"><\/a>2.1.\u00a0 Situa\u00e7\u00e3o F\u00c1TICA.<\/h3>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>A Associa\u00e7\u00e3o Nacional dos Magistrados Estaduais (Anamages) ajuizou a ADI 5119 no STF, contra o par\u00e1grafo 3\u00ba do artigo 1\u00ba da Resolu\u00e7\u00e3o 184\/2013, do Conselho Nacional de Justi\u00e7a (CNJ). Esse dispositivo imp\u00f5e aos Tribunais de Justi\u00e7a dos estados o dever de encaminhar ao CNJ c\u00f3pia dos anteprojetos de lei que tratam\u00a0da cria\u00e7\u00e3o de cargos de magistrados e servidores, cargos em comiss\u00e3o, fun\u00e7\u00f5es comissionadas e unidades judici\u00e1rias no \u00e2mbito desses tribunais.<\/p>\n<p>Conforme a ADI, a Resolu\u00e7\u00e3o 184\/2013 do CNJ \u2013 ao estabelecer crit\u00e9rios para cria\u00e7\u00e3o de cargos, fun\u00e7\u00f5es e unidades judici\u00e1rias no \u00e2mbito do Poder Judici\u00e1rio, exceto no STF \u2013 cont\u00e9m normas que se aplicam <u>indistintamente<\/u> a todos os segmentos do Judici\u00e1rio. Por\u00e9m, h\u00e1 norma espec\u00edfica, contida em seu artigo 1\u00ba, par\u00e1grafo 3\u00ba, aplic\u00e1vel apenas aos Tribunais de Justi\u00e7a estaduais, o que, no entender da entidade, configura diferen\u00e7a de tratamento.\u00a0<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h3><a name=\"_Toc107047438\"><\/a>2.2.\u00a0 An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/h3>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h4><a name=\"_Toc107047439\"><\/a>2.2.1.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Tudo certo, Arnaldo?<\/h4>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> <strong>Segue o jogo!!!!<\/strong><\/p>\n<p>A referida Resolu\u00e7\u00e3o foi editada em considera\u00e7\u00e3o \u00e0 Lei Complementar 101\/2000 (Lei de Responsabilidade Fiscal) e da Lei de Diretrizes Or\u00e7ament\u00e1rias quanto \u00e0 gera\u00e7\u00e3o de novas despesas p\u00fablicas, visando \u00e0 execu\u00e7\u00e3o or\u00e7ament\u00e1ria de forma respons\u00e1vel e equilibrada, nos termos do art. 167 da CF\/1988. <u>Insere-se, portanto, na perspectiva de uma gest\u00e3o do Poder Judici\u00e1rio com responsabilidade, planejamento, avalia\u00e7\u00e3o, controle, limite e transpar\u00eancia<\/u>, a fim de fomentar o uso racional dos recursos p\u00fablicos mediante an\u00e1lise pr\u00e9via de anteprojetos de lei.<\/p>\n<p>Nesse contexto, inexiste qualquer tratamento normativo anti-ison\u00f4mico, pois a ado\u00e7\u00e3o da nota t\u00e9cnica, no que couber, quanto aos estados-membros e respectivos tribunais de justi\u00e7a prestigia <u>(i) o cumprimento da miss\u00e3o constitucional do CNJ para realizar o controle financeiro em rela\u00e7\u00e3o a toda a magistratura nacional, bem como<\/u> (ii) <strong>o respeito ao federalismo, \u00e0 autonomia dos entes federativos quanto \u00e0 programa\u00e7\u00e3o financeiro-or\u00e7ament\u00e1ria<\/strong> (CF\/1988, art. 24, I), e ao AUTOGOVERNO dos tribunais de justi\u00e7a quanto \u00e0 gest\u00e3o de recursos humanos (CF\/1988, art. 96, I).<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h4><a name=\"_Toc107047440\"><\/a>2.2.2.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Resultado final.<\/h4>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Com base nesse entendimento, o Plen\u00e1rio, por maioria, julgou improcedente a a\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<h2><a name=\"_Toc107047441\"><\/a>3.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Iniciativa de leis sobre a organiza\u00e7\u00e3o do Minist\u00e9rio P\u00fablico estadual<\/h2>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong>A\u00c7\u00c3O DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE<\/strong><\/p>\n<p>A atribui\u00e7\u00e3o de iniciativa privativa ao Governador do Estado para leis que disponham sobre a organiza\u00e7\u00e3o do Minist\u00e9rio P\u00fablico estadual contraria o modelo delineado pela Constitui\u00e7\u00e3o Federal nos arts. 61, \u00a7 1\u00ba, II, d, e 128, \u00a7 5\u00ba.<\/p>\n<p>ADI 400\/ES, julgamento em 20\/06\/2022 (Info 1059)<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h3><a name=\"_Toc107047442\"><\/a>3.1.\u00a0 Situa\u00e7\u00e3o F\u00c1TICA.<\/h3>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Trata-se de ADI ajuizada pelo PGR para obter a declara\u00e7\u00e3o de inconstitucionalidade do artigo 63, par\u00e1grafo \u00fanico, V, da Constitui\u00e7\u00e3o do Esp\u00edrito Santo, que estabelece ser de <u>iniciativa privativa do governador do estado<\/u> o ajuizamento de ADI contra lei que disponha sobre a organiza\u00e7\u00e3o do Minist\u00e9rio P\u00fablico, da Procuradoria-Geral do estado e da Defensoria P\u00fablica.<\/p>\n<p>Alegou a PGR, ante representa\u00e7\u00e3o do presidente da Associa\u00e7\u00e3o Esp\u00edrito-Santense do Minist\u00e9rio P\u00fablico, que essa norma viola\u00a0os artigos 25,\u00a0<em>caput<\/em>, e 128, par\u00e1grafo 5\u00ba, da Constitui\u00e7\u00e3o, al\u00e9m de violar a limita\u00e7\u00e3o do artigo 11 do ADCT.\u00a0<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h3><a name=\"_Toc107047443\"><\/a>3.2.\u00a0 An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/h3>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h4><a name=\"_Toc107047444\"><\/a>3.2.1.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Quest\u00e3o JUR\u00cdDICA.<\/h4>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>CF\/1988:<\/p>\n<p>Art. 66. A Casa na qual tenha sido conclu\u00edda a vota\u00e7\u00e3o enviar\u00e1 o projeto de lei ao Presidente da Rep\u00fablica, que, aquiescendo, o sancionar\u00e1. \u00a7 1\u00ba Se o Presidente da Rep\u00fablica considerar o projeto, no todo ou em parte, inconstitucional ou contr\u00e1rio ao interesse p\u00fablico, vet\u00e1-lo-\u00e1 total ou parcialmente, no prazo de quinze dias \u00fateis, contados da data do recebimento, e comunicar\u00e1, dentro de quarenta e oito horas, ao Presidente do Senado Federal os motivos do veto. (&#8230;) \u00a7 3\u00ba Decorrido o prazo de quinze dias, o sil\u00eancio do Presidente da Rep\u00fablica importar\u00e1 san\u00e7\u00e3o. \u00a7 4\u00ba O veto ser\u00e1 apreciado em sess\u00e3o conjunta, dentro de trinta dias a contar de seu recebimento, s\u00f3 podendo ser rejeitado pelo voto da maioria absoluta dos Deputados e Senadores.<\/p>\n<p>Art. 128 (&#8230;) \u00a7 5\u00ba Leis complementares da Uni\u00e3o e dos Estados, cuja iniciativa \u00e9 facultada aos respectivos Procuradores-Gerais, estabelecer\u00e3o a organiza\u00e7\u00e3o, as atribui\u00e7\u00f5es e o estatuto de cada Minist\u00e9rio P\u00fablico, observadas, relativamente a seus membros:<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h4><a name=\"_Toc107047445\"><\/a>3.2.2.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 A norma \u00e9 constitucional?<\/h4>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> <strong>Nooops!!!!<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 inconstitucional a atribui\u00e7\u00e3o de iniciativa privativa a governador de estado para leis que disponham sobre a organiza\u00e7\u00e3o do Minist\u00e9rio P\u00fablico estadual.<\/p>\n<p>Nos estados, <strong>os Minist\u00e9rios P\u00fablicos poder\u00e3o estabelecer regras sobre sua organiza\u00e7\u00e3o, atribui\u00e7\u00f5es de seus membros e seu estatuto por meio de lei complementar de iniciativa do respectivo Procurador-Geral de Justi\u00e7a<\/strong>.<\/p>\n<p>Assim, na esfera estadual, coexistem DOIS regimes de organiza\u00e7\u00e3o: (i)<strong> a Lei Org\u00e2nica Nacional (Lei 8.625\/1993);<\/strong> e (ii) <strong>a Lei Org\u00e2nica do estado-membro<\/strong>, que delimita as regras acima referidas e que, como visto, se d\u00e1 atrav\u00e9s de lei complementar de iniciativa do Procurador-Geral de Justi\u00e7a.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h4><a name=\"_Toc107047446\"><\/a>3.2.3.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Resultado final.<\/h4>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Com base nesse entendimento, o Plen\u00e1rio, por maioria, julgou procedente a a\u00e7\u00e3o para declarar a inconstitucionalidade da express\u00e3o \u201cdo Minist\u00e9rio P\u00fablico\u201d, contida no art. 63, par\u00e1grafo \u00fanico, V, da Constitui\u00e7\u00e3o do Estado do Esp\u00edrito Santo.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h2><a name=\"_Toc107047447\"><\/a>4.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Extemporaneidade do veto presidencial<\/h2>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong>ARGUI\u00c7\u00c3O DE DESCUMPRIMENTO DE PRECEITO FUNDAMENTAL<\/strong><\/p>\n<p>O poder de veto previsto no art. 66, \u00a7 1\u00ba, da Constitui\u00e7\u00e3o n\u00e3o pode ser exercido ap\u00f3s o decurso do prazo constitucional de 15 (quinze) dias.<\/p>\n<p>ADPF 893-DF, julgamento em 20\/06\/2022 (Info 1059)<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h3><a name=\"_Toc107047448\"><\/a>4.1.\u00a0 Situa\u00e7\u00e3o F\u00c1TICA.<\/h3>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>O Presidente Jair Bolsonaro realizou veto de trecho de lei ap\u00f3s o prazo de quinze dias constitucionalmente previsto para tanto. Ao tomar ci\u00eancia do veto extempor\u00e2neo, o Partido Solidariedade ajuizou a ADPF 893 na qual apontou les\u00e3o ao preceito fundamental da separa\u00e7\u00e3o de Poderes diante do veto do presidente da Rep\u00fablica ao artigo 8\u00ba da Lei 14.183\/2021, divulgado na edi\u00e7\u00e3o extra do Di\u00e1rio Oficial da Uni\u00e3o (DOU) do dia 15\/07\/2021, sendo que o prazo para tanto expirou em 14\/07\/2021.<\/p>\n<p>\u00a0A divulga\u00e7\u00e3o do veto, explicou o partido, foi feita horas depois da promulga\u00e7\u00e3o e publica\u00e7\u00e3o da norma, resultado da san\u00e7\u00e3o do Projeto de Lei de Convers\u00e3o (PLV) 12\/2021.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h3><a name=\"_Toc107047449\"><\/a>4.2.\u00a0 An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/h3>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h4><a name=\"_Toc107047450\"><\/a>4.2.1.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Quest\u00e3o JUR\u00cdDICA.<\/h4>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>CF\/1988:<\/p>\n<p>Art. 66. A Casa na qual tenha sido conclu\u00edda a vota\u00e7\u00e3o enviar\u00e1 o projeto de lei ao Presidente da Rep\u00fablica, que, aquiescendo, o sancionar\u00e1. \u00a7 1\u00ba Se o Presidente da Rep\u00fablica considerar o projeto, no todo ou em parte, inconstitucional ou contr\u00e1rio ao interesse p\u00fablico, vet\u00e1-lo-\u00e1 total ou parcialmente, no prazo de quinze dias \u00fateis, contados da data do recebimento, e comunicar\u00e1, dentro de quarenta e oito horas, ao Presidente do Senado Federal os motivos do veto. (&#8230;) \u00a7 3\u00ba Decorrido o prazo de quinze dias, o sil\u00eancio do Presidente da Rep\u00fablica importar\u00e1 san\u00e7\u00e3o. \u00a7 4\u00ba O veto ser\u00e1 apreciado em sess\u00e3o conjunta, dentro de trinta dias a contar de seu recebimento, s\u00f3 podendo ser rejeitado pelo voto da maioria absoluta dos Deputados e Senadores.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h4><a name=\"_Toc107047451\"><\/a>4.2.2.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Prazo fatal?<\/h4>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> <strong>Mas \u00e9 claro!!!!<\/strong><\/p>\n<p>A prerrogativa do poder de veto presidencial somente pode ser exercida dentro do prazo expressamente previsto na Constitui\u00e7\u00e3o, n\u00e3o se admitindo exerc\u00ea-la ap\u00f3s a sua expira\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>No caso, <strong>apenas no dia imediatamente seguinte \u00e0 expira\u00e7\u00e3o do prazo, a Presid\u00eancia da Rep\u00fablica providenciou a publica\u00e7\u00e3o de edi\u00e7\u00e3o extra do Di\u00e1rio Oficial da Uni\u00e3o para a divulga\u00e7\u00e3o de novo texto legal com a aposi\u00e7\u00e3o adicional de veto a dispositivo que havia sido sancionado anteriormente<\/strong>.<\/p>\n<p>Esse tipo de procedimento <u>n\u00e3o se coaduna com a Constitui\u00e7\u00e3o Federal, de modo que, ultrapassado o per\u00edodo do art. 66, \u00a7 1\u00ba, da CF\/1988, o texto do projeto de lei \u00e9, necessariamente, sancionado (art. 66, \u00a7 3\u00ba) e o poder de veto n\u00e3o pode mais ser exercido<\/u>.<\/p>\n<p>Ademais, a manuten\u00e7\u00e3o de veto extempor\u00e2neo na forma do art. 66, \u00a7 4\u00ba, da CF\/1988 n\u00e3o retira a sua inconstitucionalidade, pois o ato apreciado pelo Congresso Nacional sequer poderia ter sido praticado. Nessa hip\u00f3tese, caso o Legislativo deseje encerrar a vig\u00eancia de dispositivo legal por ele aprovado, deve retir\u00e1-lo da ordem jur\u00eddica por meio da sua revoga\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h4><a name=\"_Toc107047452\"><\/a>4.2.3.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Resultado final.<\/h4>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Com base nesse entendimento, o Plen\u00e1rio, por maioria, julgou procedente a a\u00e7\u00e3o para declarar a inconstitucionalidade do veto adicional publicado na edi\u00e7\u00e3o extra do Di\u00e1rio Oficial da Uni\u00e3o de 15.7.2021 e, assim, restabelecer a vig\u00eancia do art. 8\u00ba da Lei 14.183\/2021.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h1><a name=\"_Toc107047453\"><\/a>DIREITO TRIBUT\u00c1RIO<\/h1>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h2><a name=\"_Toc107047454\"><\/a>5.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Sal\u00e1rio-educa\u00e7\u00e3o: crit\u00e9rio para a distribui\u00e7\u00e3o da arrecada\u00e7\u00e3o<\/h2>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong>ARGUI\u00c7\u00c3O DE DESCUMPRIMENTO DE PRECEITO FUNDAMENTAL<\/strong><\/p>\n<p>\u00c0 luz da EC 53\/2006, \u00e9 incompat\u00edvel com a ordem constitucional vigente a ado\u00e7\u00e3o, para fins de reparti\u00e7\u00e3o das quotas estaduais e municipais referentes ao sal\u00e1rio-educa\u00e7\u00e3o, do crit\u00e9rio legal de unidade federada em que realizada a arrecada\u00e7\u00e3o desse tributo, devendo-se observar unicamente o par\u00e2metro quantitativo de alunos matriculados no sistema de educa\u00e7\u00e3o b\u00e1sica.<\/p>\n<p>ADPF 188-DF, julgamento em 15\/06\/2022 (Info 1059)<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h3><a name=\"_Toc107047455\"><\/a>5.1.\u00a0 Situa\u00e7\u00e3o F\u00c1TICA.<\/h3>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Governadores dos nove Estados nordestinos ajuizaram a ADPF 188 no STF. Na a\u00e7\u00e3o, os autores alegam afronta ao preceito fundamental do direito \u00e0 educa\u00e7\u00e3o, contido nos artigos 212, par\u00e1grafo 6\u00ba, e 149, da Constitui\u00e7\u00e3o Federal de 1988.<\/p>\n<p>Eles contestam o conjunto normativo composto pelo artigo 15, par\u00e1grafo 1\u00ba, Lei federal n\u00ba 9.424\/96, e pelo artigo 2\u00ba, da Lei federal 9.766\/98, ambos alterados pela Lei 10.832\/03. De acordo com a a\u00e7\u00e3o, esses dispositivos t\u00eam sido interpretados pela Funda\u00e7\u00e3o Nacional de Desenvolvimento da Educa\u00e7\u00e3o (FNDE) de modo que a distribui\u00e7\u00e3o das cotas estaduais, relativas \u00e0 cobran\u00e7a do sal\u00e1rio-educa\u00e7\u00e3o, leva em considera\u00e7\u00e3o <u>n\u00e3o s\u00f3 o crit\u00e9rio constitucional do n\u00famero de alunos matriculados, mas tamb\u00e9m o da origem da fonte de arrecada\u00e7\u00e3o<\/u>.<\/p>\n<p>Tal fato violaria o preceito constitucional do direito \u00e0 educa\u00e7\u00e3o, que estabelece como crit\u00e9rio \u00fanico e exclusivo para a distribui\u00e7\u00e3o dos valores relativos ao sal\u00e1rio-educa\u00e7\u00e3o o n\u00famero de alunos matriculados nas escolas.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h3><a name=\"_Toc107047456\"><\/a>5.2.\u00a0 An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/h3>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h4><a name=\"_Toc107047457\"><\/a>5.2.1.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Quest\u00e3o JUR\u00cdDICA.<\/h4>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>CF\/1988:<\/p>\n<p>Art. 212 (&#8230;) \u00a7 6\u00ba as cotas estaduais e municipais da arrecada\u00e7\u00e3o da contribui\u00e7\u00e3o social do sal\u00e1rio-educa\u00e7\u00e3o ser\u00e3o distribu\u00eddas proporcionalmente ao n\u00famero de alunos matriculados na educa\u00e7\u00e3o b\u00e1sica nas respectivas redes p\u00fablicas de ensino.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Lei 9.424\/1996:<\/p>\n<p>Art 15. O Sal\u00e1rio-Educa\u00e7\u00e3o, previsto no art. 212, \u00a7 5\u00ba, da Constitui\u00e7\u00e3o Federal e devido pelas empresas, na forma em que vier a ser disposto em regulamento, \u00e9 calculado com base na al\u00edquota de 2,5% (dois e meio por cento) sobre o total de remunera\u00e7\u00f5es pagas ou creditadas, a qualquer t\u00edtulo, aos segurados empregados, assim definidos no art. 12, inciso I, da Lei n\u00ba 8.212, de 24 de julho de 1991. \u00a7 1o O montante da arrecada\u00e7\u00e3o do Sal\u00e1rio-Educa\u00e7\u00e3o, ap\u00f3s a dedu\u00e7\u00e3o de 1% (um por cento) em favor do Instituto Nacional do Seguro Social &#8211; INSS, calculado sobre o valor por ele arrecadado, ser\u00e1 distribu\u00eddo pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educa\u00e7\u00e3o &#8211; FNDE, observada, em 90% (noventa por cento) de seu valor, a arrecada\u00e7\u00e3o realizada em cada Estado e no Distrito Federal, em quotas, da seguinte forma:<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h4><a name=\"_Toc107047458\"><\/a>5.2.2.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Poss\u00edvel a vincula\u00e7\u00e3o \u00e0 arrecada\u00e7\u00e3o?<\/h4>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> <strong>Nooops!!!!<\/strong><\/p>\n<p>O sal\u00e1rio-educa\u00e7\u00e3o \u00e9 uma contribui\u00e7\u00e3o social cobrada sobre o total das remunera\u00e7\u00f5es pagas ou creditadas pelas empresas, a qualquer t\u00edtulo, aos segurados empregados, destinando-se \u00e0 manuten\u00e7\u00e3o de programas, projetos e a\u00e7\u00f5es voltados para o financiamento da educa\u00e7\u00e3o b\u00e1sica p\u00fablica.<\/p>\n<p>A partir da EC 53\/2006, que incluiu o \u00a7 6\u00ba ao art. 212 da CF\/1988, as cotas do sal\u00e1rio-educa\u00e7\u00e3o destinadas aos estados e munic\u00edpios t\u00eam o n\u00famero de alunos matriculados nas redes p\u00fablicas de ensino como \u00fanico crit\u00e9rio de distribui\u00e7\u00e3o da arrecada\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A regra prevista no \u00a7 1\u00ba do art. 15 da Lei 9.424\/1996, com a reda\u00e7\u00e3o dada pela Lei 10.832\/2003, se <u>tornou incompat\u00edvel com a CF\/1988 ap\u00f3s o advento da referida emenda. Isso porque a literalidade do texto constitucional evidencia exatamente que as cotas destinadas aos estados e munic\u00edpios (2\/3 do montante arrecadado) devem ser distribu\u00eddas nacionalmente de acordo com o n\u00famero de alunos matriculados nas redes de ensino<\/u>, j\u00e1 que n\u00e3o h\u00e1 qualquer refer\u00eancia \u00e0 lei e tampouco \u00e0 proporcionalidade quanto ao valor arrecadado em cada estado.<\/p>\n<p>Nesse contexto, <strong>crit\u00e9rio de distribui\u00e7\u00e3o com base na proporcionalidade do local de arrecada\u00e7\u00e3o n\u00e3o atende ao objetivo da Rep\u00fablica de reduzir as desigualdades regionais, pois contribui para aumentar a discrep\u00e2ncia entre os valores dispensados com o financiamento de cada aluno no Brasil<\/strong>. Por exemplo, em 2021, a distribui\u00e7\u00e3o ao Maranh\u00e3o foi de R$ 55,94 por matr\u00edcula, enquanto S\u00e3o Paulo recebeu R$ 816,05.<\/p>\n<p>A reparti\u00e7\u00e3o igualit\u00e1ria da arrecada\u00e7\u00e3o da contribui\u00e7\u00e3o social em refer\u00eancia \u00e9 uma forma de concretiza\u00e7\u00e3o do princ\u00edpio federativo, com \u00eanfase na coopera\u00e7\u00e3o fiscal entre os diversos centros de governo para a progressiva realiza\u00e7\u00e3o da igualdade das condi\u00e7\u00f5es sociais de vida em todo o territ\u00f3rio nacional.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h4><a name=\"_Toc107047459\"><\/a>5.2.3.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Resultado final.<\/h4>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Com base nesse entendimento, o Plen\u00e1rio, por maioria, julgou procedente a a\u00e7\u00e3o para dar interpreta\u00e7\u00e3o conforme ao conjunto normativo compreendido pelo art. 15, \u00a7 1\u00ba, da Lei federal 9.424\/1996, e pelo art. 2\u00ba da Lei federal 9.766\/1998, ambas alteradas pela Lei 10.832\/2003, de modo a determinar que as cotas estaduais e municipais cab\u00edveis, a t\u00edtulo de sal\u00e1rio-educa\u00e7\u00e3o, sejam integralmente distribu\u00eddas, observando-se t\u00e3o somente a proporcionalidade do n\u00famero de alunos matriculados de forma linear. Por fim, o Tribunal, por unanimidade, modulou os efeitos da decis\u00e3o, para que produza efeitos somente a partir de 1\u00ba.1.2024.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n\n<!-- wp:file {\"id\":1051322,\"href\":\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2022\/06\/28090230\/stf-1059.pdf\",\"displayPreview\":true} -->\n<div class=\"wp-block-file\"><object><\/object><a id=\"wp-block-file--media-360bb469-7c95-4eb5-a482-42ece20aa472\" href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2022\/06\/28090230\/stf-1059.pdf\">stf-1059<\/a><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2022\/06\/28090230\/stf-1059.pdf\" class=\"wp-block-file__button\" download aria-describedby=\"wp-block-file--media-360bb469-7c95-4eb5-a482-42ece20aa472\">Baixar<\/a><\/div>\n<!-- \/wp:file -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Informativo n\u00ba 1059 do STF COMENTADO. Fique ligado aqui\u00a0no Estrat\u00e9gia Carreiras Jur\u00eddicas! DOWNLOAD do PDF AQUI! Assista a este v\u00eddeo no YouTube DIREITO ADMINISTRATIVA \u00a0 1.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Requisi\u00e7\u00e3o administrativa de bens ou servi\u00e7os p\u00fablicos \u00a0 A\u00c7\u00c3O DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE A requisi\u00e7\u00e3o administrativa \u201cpara atendimento de necessidades coletivas, urgentes e transit\u00f3rias, decorrentes de situa\u00e7\u00f5es de perigo iminente, [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":833,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"post_tipo":"article","footnotes":""},"categories":[1984],"tags":[],"tax_estado":[219989],"class_list":["post-1051320","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-tribunais","tax_estado-sp"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO Premium plugin v27.2 (Yoast SEO v27.2) - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-premium-wordpress\/ -->\n<title>Informativo STF 1059 Comentado<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/informativo-stf-1059-comentado\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Informativo STF 1059 Comentado\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Informativo n\u00ba 1059 do STF COMENTADO. 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