{"id":1044729,"date":"2022-06-14T11:00:20","date_gmt":"2022-06-14T14:00:20","guid":{"rendered":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/?p=1044729"},"modified":"2022-06-14T11:00:24","modified_gmt":"2022-06-14T14:00:24","slug":"informativo-stf-1057-comentado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/informativo-stf-1057-comentado\/","title":{"rendered":"Informativo STF 1057 Comentado"},"content":{"rendered":"<p>Informativo n\u00ba 1057 do STF <strong>COMENTADO. <\/strong>Fique ligado aqui\u00a0no Estrat\u00e9gia Carreiras Jur\u00eddicas!<\/p>\n<p><!-- \/wp:post-content --><\/p>\n<p><!-- wp:paragraph {\"align\":\"center\",\"fontSize\":\"huge\"} --><\/p>\n<p class=\"has-text-align-center has-huge-font-size\"><strong><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2022\/06\/14110005\/stf-1057.pdf\">DOWNLOAD do PDF AQUI!<\/a><\/strong><\/p>\n\n<figure class=\"wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"lyte-wrapper\" style=\"width:853px;max-width:100%;margin:5px;\"><div class=\"lyMe\" id=\"WYL_Z_oFXDuxL5k\"><div id=\"lyte_Z_oFXDuxL5k\" data-src=\"\/\/i.ytimg.com\/vi\/Z_oFXDuxL5k\/hqdefault.jpg\" class=\"pL\"><div class=\"tC\"><div class=\"tT\"><\/div><\/div><div class=\"play\"><\/div><div class=\"ctrl\"><div class=\"Lctrl\"><\/div><div class=\"Rctrl\"><\/div><\/div><\/div><noscript><a href=\"https:\/\/youtu.be\/Z_oFXDuxL5k\" rel=\"nofollow\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i.ytimg.com\/vi\/Z_oFXDuxL5k\/0.jpg\" alt=\"YouTube video thumbnail\" width=\"853\" height=\"460\" \/><br \/>Assista a este v\u00eddeo no YouTube<\/a><\/noscript><\/div><\/div><div class=\"lL\" style=\"max-width:100%;width:853px;margin:5px;\"><\/div><figcaption><\/figcaption><\/figure>\n\n<!-- wp:heading {\"level\":1} -->\n<h1 id=\"h-direito-constitucional\"><a>DIREITO CONSTITUCIONAL<\/a><\/h1>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:heading -->\n<h2 id=\"h-1-norma-estadual-e-emenda-parlamentar-impositiva-em-lei-orcamentaria\"><a>1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Norma estadual e emenda parlamentar impositiva em lei or\u00e7ament\u00e1ria<\/a><\/h2>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p><strong>A\u00c7\u00c3O DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE<\/strong><\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>S\u00e3o inconstitucionais emendas parlamentares estaduais de car\u00e1ter impositivo em lei or\u00e7ament\u00e1ria anteriores <a>\u00e0 vig\u00eancia das ECs 86\/2015 e 100\/2019<\/a>.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>ADI 6308\/PR, julgada em 03\/06\/2022(Info 1057)<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:heading {\"level\":3} -->\n<h3 id=\"h-1-1-situacao-fatica\"><a>1.1.&nbsp; Situa\u00e7\u00e3o F\u00c1TICA.<\/a><\/h3>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>O governador do Estado de Roraima requereu ao STF a suspens\u00e3o imediata de emendas parlamentares impositivas individuais e coletivas no or\u00e7amento estadual. A solicita\u00e7\u00e3o foi feita na ADI 6308, ajuizada com pedido de medida cautelar.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Segundo o governador, as Emendas \u00e0 Constitui\u00e7\u00e3o do Estado de Roraima (ECs) 41\/2014 e 61\/2019 criaram or\u00e7amento impositivo para emendas parlamentares individuais e coletivas em limites superiores aos par\u00e2metros previsto na Constitui\u00e7\u00e3o Federal. O governador sustenta que as emendas parlamentares impositivas \u00e0 Lei de Diretrizes Or\u00e7ament\u00e1rias (LDO) e \u00e0 Lei Or\u00e7ament\u00e1ria Anual (LOA) trazem previs\u00f5es que exorbitam a sistem\u00e1tica adotada pela Constitui\u00e7\u00e3o Federal, que restringe as emendas parlamentares individuais a 1,2% da receita corrente l\u00edquida, enquanto em Roraima o limite \u00e9 de 2%. Assim, haveria viola\u00e7\u00e3o aos princ\u00edpios constitucionais da separa\u00e7\u00e3o de Poderes, do modelo constitucional or\u00e7ament\u00e1rio e da compet\u00eancia da Uni\u00e3o para legislar sobre direito financeiro, entre outros.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:heading {\"level\":3} -->\n<h3 id=\"h-1-2-analise-estrategica\"><a>1.2.&nbsp; An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/a><\/h3>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:heading {\"level\":4} -->\n<h4 id=\"h-1-2-1-questao-juridica\"><a>1.2.1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Quest\u00e3o JUR\u00cdDICA.<\/a><\/h4>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>CF\/1988: \u201cArt. 24. Compete \u00e0 Uni\u00e3o, aos Estados e ao Distrito Federal legislar concorrentemente sobre: (&#8230;) I \u2013 direito tribut\u00e1rio, financeiro, penitenci\u00e1rio, econ\u00f4mico e urban\u00edstico; (&#8230;) \u00a7 1\u00ba No \u00e2mbito da legisla\u00e7\u00e3o concorrente, a compet\u00eancia da Uni\u00e3o limitar-se-\u00e1 a estabelecer normas gerais. \u00a7 2\u00ba A compet\u00eancia da Uni\u00e3o para legislar sobre normas gerais n\u00e3o exclui a compet\u00eancia suplementar dos Estados. \u00a7 3\u00ba Inexistindo lei federal sobre normas gerais, os Estados exercer\u00e3o a compet\u00eancia legislativa plena, para atender a suas peculiaridades. \u00a7 4\u00ba A superveni\u00eancia de lei federal sobre normas gerais suspende a efic\u00e1cia da lei estadual, no que lhe for contr\u00e1rio.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:heading {\"level\":4} -->\n<h4 id=\"h-1-2-2-tais-normas-sao-inconstitucionais\"><a>1.2.2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Tais normas s\u00e3o inconstitucionais?<\/a><\/h4>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> <strong>Se anteriores \u00e0 vig\u00eancia das ECs 86\/2015 e 100\/2019, SIM!!!!<\/strong><\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>A figura do or\u00e7amento impositivo foi introduzida no ordenamento jur\u00eddico estadual de Roraima em 2014, antes, portanto, de sua admiss\u00e3o no plano federal, que s\u00f3 ocorreu com a Emenda Constitucional 86\/2015. A Constitui\u00e7\u00e3o Federal determina que \u00e9 da Uni\u00e3o a compet\u00eancia para a edi\u00e7\u00e3o de normas gerais de direito financeiro, que abrangem a elabora\u00e7\u00e3o da lei or\u00e7ament\u00e1ria anual, a gest\u00e3o financeira e os crit\u00e9rios para a execu\u00e7\u00e3o de programa\u00e7\u00f5es de car\u00e1ter obrigat\u00f3rio, como as emendas parlamentares impositivas.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>O constituinte do Estado de Roraima, ao inovar e tratar da execu\u00e7\u00e3o de emendas parlamentares impositivas (individuais ou coletivas), n\u00e3o agiu dentro da compet\u00eancia suplementar permitida na seara da legisla\u00e7\u00e3o concorrente, uma vez que disp\u00f4s em sentido contr\u00e1rio \u00e0s normas gerais federais que efetivamente j\u00e1 existiam \u00e0 \u00e9poca sobre o tema e que n\u00e3o contemplavam o instituto.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Al\u00e9m disso, <strong>inexiste no ordenamento jur\u00eddico brasileiro a figura da constitucionalidade superveniente, de modo que n\u00e3o h\u00e1 se falar na consequente convalida\u00e7\u00e3o das normas<\/strong>. N\u00e3o cabe \u00e0 Constitui\u00e7\u00e3o estadual instituir a figura das programa\u00e7\u00f5es or\u00e7ament\u00e1rias impositivas fora das hip\u00f3teses previstas no regramento nacional. A compreens\u00e3o doutrin\u00e1ria e jurisprudencial anota que as normas da CF\/1988 sobre processo legislativo em geral e processo legislativo das leis or\u00e7ament\u00e1rias em especial s\u00e3o de reprodu\u00e7\u00e3o obrigat\u00f3ria pelas Constitui\u00e7\u00f5es estaduais, por for\u00e7a do princ\u00edpio da simetria.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>No caso, <strong>apesar de a CF\/1988 ter passado a prever expressamente sobre o tema, fixou limites DIFERENTES dos adotados pelo Estado roraimense.<\/strong><\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:heading {\"level\":4} -->\n<h4 id=\"h-1-2-3-resultado-final\"><a>1.2.3.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Resultado final.<\/a><\/h4>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Com base nesses entendimentos, o Plen\u00e1rio, por unanimidade, conheceu parcialmente da a\u00e7\u00e3o e, nessa parte, a julgou procedente para declarar a inconstitucionalidade do art. 113, \u00a7\u00a7 3\u00ba, 3\u00ba-A, 4\u00ba, 6\u00ba, 7\u00ba, 8\u00ba e 9\u00ba, da Constitui\u00e7\u00e3o do Estado de Roraima, acrescidos pelas Emendas Constitucionais 41\/2014 e 61\/2019, e, por arrastamento, do art. 24, \u00a7\u00a7 1\u00ba, 2\u00ba, 4\u00ba, 5\u00ba e 6\u00ba, da Lei 1.327\/2019 (Lei de Diretrizes Or\u00e7ament\u00e1rias) e do art. 8\u00ba da Lei 1.371\/2020 (Lei Or\u00e7ament\u00e1ria Anual para o exerc\u00edcio de 2020), ambas do Estado de Roraima, mantidos os efeitos da cautelar no per\u00edodo em que vigeu<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:heading -->\n<h2 id=\"h-2-custas-e-emolumentos-judiciais-majoracao-e-criacao-de-sancoes-processuais-por-ente-estadual\"><a>2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Custas e emolumentos judiciais: majora\u00e7\u00e3o e cria\u00e7\u00e3o de san\u00e7\u00f5es processuais por ente estadual<\/a><\/h2>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p><strong>A\u00c7\u00c3O DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE<\/strong><\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>\u00c9 inconstitucional norma estadual que institui san\u00e7\u00f5es processuais diversas da legisla\u00e7\u00e3o federal para litigantes que abusem do seu direito \u00e0 presta\u00e7\u00e3o jurisdicional e um procedimento mais restritivo para requerer o benef\u00edcio da gratuidade de justi\u00e7a.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>ADI 7063\/RJ, julgamento em 03\/06\/2022(Info 1057)<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:heading {\"level\":3} -->\n<h3 id=\"h-2-1-situacao-fatica\"><a>2.1.&nbsp; Situa\u00e7\u00e3o F\u00c1TICA.<\/a><\/h3>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>O partido Podemos ajuizou, no STF, a ADI 7063, em que contesta altera\u00e7\u00f5es na cobran\u00e7a de custas judiciais no Estado do Rio de Janeiro. A a\u00e7\u00e3o tem por objeto dispositivos da Lei estadual 9.507\/2021 que modificaram a Lei de Custas Judiciais (Lei estadual 3.350\/1999) e o C\u00f3digo Tribut\u00e1rio estadual (Decreto-Lei 5\/1975). Segundo o Podemos, a mudan\u00e7a criou uma nova modalidade de multa processual, dez vezes maior do que o valor j\u00e1 previsto para as custas devidas pela parte que, eventualmente, abandonar ou paralisar o processo ou apresentar recursos considerados protelat\u00f3rios, sem preju\u00edzo das san\u00e7\u00f5es previstas na legisla\u00e7\u00e3o processual e normas correlatas.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Para o partido, a altera\u00e7\u00e3o ofende a Constitui\u00e7\u00e3o Federal (artigo 22, inciso I), que prev\u00ea a compet\u00eancia privativa da Uni\u00e3o para legislar sobre direito processual.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:heading {\"level\":3} -->\n<h3 id=\"h-2-2-analise-estrategica\"><a>2.2.&nbsp; An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/a><\/h3>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:heading {\"level\":4} -->\n<h4 id=\"h-2-2-1-questao-juridica\"><a>2.2.1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Quest\u00e3o JUR\u00cdDICA.<\/a><\/h4>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>CTN\/1966: \u201cArt. 3\u00ba Tributo \u00e9 toda presta\u00e7\u00e3o pecuni\u00e1ria compuls\u00f3ria, em moeda ou cujo valor nela se possa exprimir, que n\u00e3o constitua san\u00e7\u00e3o de ato il\u00edcito, institu\u00edda em lei e cobrada mediante atividade administrativa plenamente vinculada.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:heading {\"level\":4} -->\n<h4 id=\"h-2-2-2-a-norma-e-constitucional\"><a>2.2.2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A norma \u00e9 constitucional?<\/a><\/h4>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> <strong>Nooops!!!<\/strong><\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Isso porque compete \u00e0 Uni\u00e3o legislar sobre direito processual (CF\/1988, art. 22, I) e j\u00e1 existe, no C\u00f3digo de Processo Civil, express\u00e3o legislativa exaustiva sobre a mat\u00e9ria.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Al\u00e9m disso, as custas e os emolumentos classificam-se como tributo da esp\u00e9cie taxa, cuja aplica\u00e7\u00e3o \u00e9 direcionada ao sistema de justi\u00e7a e, por essa raz\u00e3o, n\u00e3o podem ter como fato gerador principal um ato il\u00edcito.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p><strong>Vale ressaltar: \u00e9 constitucional norma estadual que fixa custas processuais mais elevadas para causas consideradas de alto valor ou alta complexidade, <\/strong>desde que haja PERTIN\u00caNCIA entre o valor das custas e o custo do servi\u00e7o judicial prestado, o que se revela como efetiva progressividade tribut\u00e1ria.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>No entanto, a determina\u00e7\u00e3o de \u201cdobra de custas\u201d sem a necess\u00e1ria correla\u00e7\u00e3o entre o valor da taxa e o custo dos servi\u00e7os prestados constitui afronta ao texto constitucional (CF\/1988, art. 145, II). Portanto, se o crit\u00e9rio adotado \u00e9 a qualidade do usu\u00e1rio do servi\u00e7o, resta evidente a falta dessa referibilidade.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:heading {\"level\":4} -->\n<h4 id=\"h-2-2-3-resultado-final\"><a>2.2.3.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Resultado final.<\/a><\/h4>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Com base nesses e em outros entendimentos, o Plen\u00e1rio, por unanimidade, julgou parcialmente procedente a a\u00e7\u00e3o para declarar a inconstitucionalidade dos arts. 15-A; 15-B, caput; e 15-F a 15-I da Lei 3.350\/1999, e arts. 135-D a 135-H do Decreto-Lei 5\/1975, acrescidos respectivamente pelos arts. 1\u00ba e 2\u00ba da Lei 9.507\/2021, todos do Estado do Rio de Janeiro.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:heading -->\n<h2 id=\"h-3-ministerio-publico-de-contas-estadual-e-limites-legais-de-gastos-do-poder-executivo\"><a>3.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Minist\u00e9rio P\u00fablico de Contas estadual e limites legais de gastos do Poder Executivo<\/a><\/h2>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p><strong>A\u00c7\u00c3O DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE<\/strong><\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>\u00c9 inconstitucional, por ofensa ao princ\u00edpio da separa\u00e7\u00e3o dos Poderes, norma estadual que submete as despesas com pessoal do Minist\u00e9rio P\u00fablico de Contas aos limites or\u00e7ament\u00e1rios fixados para o Poder Executivo.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>ADI 5563\/RR, julgamento em 03\/06\/2022(Info 1057)<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:heading {\"level\":3} -->\n<h3 id=\"h-3-1-situacao-fatica\"><a>3.1.&nbsp; Situa\u00e7\u00e3o F\u00c1TICA.<\/a><\/h3>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>A ent\u00e3o governadora de Roraima, Suely Campos, ajuizou a ADI 5563 para questionar dispositivo inserido por emenda na Constitui\u00e7\u00e3o do estado segundo o qual \u201cas despesas do Minist\u00e9rio P\u00fablico de Contas ocorrer\u00e3o por conta da dota\u00e7\u00e3o or\u00e7ament\u00e1ria anual, dentro dos limites legais destinados ao Poder Executivo estadual\u201d.&nbsp; A governadora alega que a altera\u00e7\u00e3o constitucional afeta diretamente os limites impostos pela Lei de Responsabilidade Fiscal para gastos com pessoal do Poder Executivo.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Segundo a ADI, ao estipular que o or\u00e7amento do MP de Contas de Roraima \u2013 \u00f3rg\u00e3o que n\u00e3o integra a estrutura do Poder Executivo segundo a Constitui\u00e7\u00e3o Federal \u2013 estaria submetido aos limites legais destinados ao Poder Executivo estadual, a norma constitucional estadual viola diretamente a Constitui\u00e7\u00e3o Federal, na medida em que inova no ordenamento jur\u00eddico estadual, ofendendo o princ\u00edpio da simetria federativa.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:heading {\"level\":3} -->\n<h3 id=\"h-3-2-analise-estrategica\"><a>3.2.&nbsp; An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/a><\/h3>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:heading {\"level\":4} -->\n<h4 id=\"h-3-2-1-a-norma-ofende-a-separacao-dos-poderes\"><a>3.2.1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A norma ofende a separa\u00e7\u00e3o dos poderes?<\/a><\/h4>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> <strong>Yeaph!!!!<\/strong><\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Cabe ao pr\u00f3prio Tribunal de Contas a iniciativa de leis que tratem de sua organiza\u00e7\u00e3o e estrutura internas, o que inclui a organiza\u00e7\u00e3o do Minist\u00e9rio P\u00fablico junto ao Tribunal de Contas estadual, n\u00e3o sendo admiss\u00edvel que ato legislativo de iniciativa do Executivo disponha sobre a mat\u00e9ria.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>&nbsp;Ademais, <strong>o Parquet junto ao Tribunal de Contas integra, em termos estruturais, as Cortes de Contas, \u00f3rg\u00e3os auxiliares do Poder Legislativo no mister de controle externo, motivo pelo qual suas despesas n\u00e3o devem se submeter aos limites or\u00e7ament\u00e1rios fixados para o Poder Executivo<\/strong>, sendo certo, ainda, que o limite prudencial de despesas com pessoal se aplica a cada um dos Poderes do ente federativo.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Al\u00e9m disso, \u00e0 luz do princ\u00edpio da simetria, as normas relativas \u00e0 organiza\u00e7\u00e3o do Tribunal de Contas da Uni\u00e3o devem ser observadas no desenho institucional dos demais tribunais de contas.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:heading {\"level\":4} -->\n<h4 id=\"h-3-2-2-resultado-final\"><a>3.2.2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Resultado final.<\/a><\/h4>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Com base nesses entendimentos, o Plen\u00e1rio, por unanimidade, julgou procedente a a\u00e7\u00e3o para declarar a inconstitucionalidade do art. 47-A, \u00a7 3\u00ba, da Constitui\u00e7\u00e3o do Estado de Roraima.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:heading {\"level\":1} -->\n<h1 id=\"h-direito-do-trabalho\"><a>DIREITO DO TRABALHO<\/a><\/h1>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:heading -->\n<h2 id=\"h-4-acordos-e-convencoes-coletivos-limitacao-ou-afastamento-de-direitos-trabalhistas-e-horas-in-itinere\"><a>4.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Acordos e conven\u00e7\u00f5es coletivos: limita\u00e7\u00e3o ou afastamento de direitos trabalhistas e horas \u201cin itinere\u201d<\/a><\/h2>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p><strong>RECURSO EXTRAORDIN\u00c1RIO COM AGRAVO<\/strong><\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>S\u00e3o constitucionais os acordos e as conven\u00e7\u00f5es coletivos que, ao considerarem a adequa\u00e7\u00e3o setorial negociada, pactuam limita\u00e7\u00f5es ou afastamentos de direitos trabalhistas, independentemente da explicita\u00e7\u00e3o especificada de vantagens compensat\u00f3rias, desde que respeitados os direitos absolutamente indispon\u00edveis.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>ARE 1121633\/GO, julgamento em 02\/06\/2022 (Info 1057)<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:heading {\"level\":3} -->\n<h3 id=\"h-4-1-situacao-fatica\"><a>4.1.&nbsp; Situa\u00e7\u00e3o F\u00c1TICA.<\/a><\/h3>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Minas Energia questiona em recurso extraordin\u00e1rio a decis\u00e3o do TST que havia afastado a aplica\u00e7\u00e3o de norma coletiva que previa o fornecimento, pela empresa, de transporte para deslocamento dos empregados ao trabalho e a supress\u00e3o do pagamento do tempo de percurso. O fundamento da decis\u00e3o foi o fato de a mineradora estar situada em local de dif\u00edcil acesso e de o hor\u00e1rio do transporte p\u00fablico ser incompat\u00edvel com a jornada de trabalho.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>No recurso, a mineradora sustentava que, ao negar validade \u00e0 cl\u00e1usula, o TST teria ultrapassado o princ\u00edpio constitucional da preval\u00eancia da negocia\u00e7\u00e3o coletiva.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:heading {\"level\":3} -->\n<h3 id=\"h-4-2-analise-estrategica\"><a>4.2.&nbsp; An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/a><\/h3>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:heading {\"level\":4} -->\n<h4 id=\"h-4-2-1-questao-juridica\"><a>4.2.1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Quest\u00e3o JUR\u00cdDICA.<\/a><\/h4>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>CF\/1988: \u201cArt. 7\u00ba S\u00e3o direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, al\u00e9m de outros que visem \u00e0 melhoria de sua condi\u00e7\u00e3o social: (&#8230;) XXVI \u2013 reconhecimento das conven\u00e7\u00f5es e acordos coletivos de trabalho;\u201d<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:heading {\"level\":4} -->\n<h4 id=\"h-4-2-2-o-tst-se-excedeu\"><a>4.2.2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O TST se excedeu<\/a>?<\/h4>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> <strong>S\u00f3 pra variar&#8230;<\/strong><\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>\u00c9 constitucional norma oriunda de negocia\u00e7\u00e3o coletiva que, apesar de limitar ou afastar direitos trabalhistas, assegura aos trabalhadores os direitos absolutamente indispon\u00edveis.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Os acordos e conven\u00e7\u00f5es coletivas devem ser interpretados com base no princ\u00edpio da EQUIVAL\u00caNCIA entre os negociantes, de modo que a autonomia coletiva \u2014 cujo reconhecimento n\u00e3o significa ren\u00fancia ao acesso \u00e0 Justi\u00e7a \u2014 n\u00e3o pode ser simplesmente substitu\u00edda pela invoca\u00e7\u00e3o do princ\u00edpio protetivo ou da primazia da realidade, oriundos do direito individual trabalhista.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>&nbsp;Al\u00e9m disso<strong>, ajustes acordados com aval sindical s\u00e3o revestidos de boa-f\u00e9 e a invalidade deles deve ser a exce\u00e7\u00e3o, n\u00e3o a regra<\/strong>. A anula\u00e7\u00e3o dos acordos, na parte em que supostamente interessa ao empregador, mantidos os \u00f4nus assumidos no que diz respeito ao trabalhador, ao mesmo tempo em que viola o art. 7\u00ba, XXVI, da CF\/1988, leva a um claro desest\u00edmulo \u00e0 negocia\u00e7\u00e3o coletiva, que deveria ser valorizada e respeitada, especialmente em momentos de crise.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Conjugada a autonomia coletiva com o princ\u00edpio da adequa\u00e7\u00e3o setorial negociada, \u00e9 poss\u00edvel a disponibilidade dos direitos trabalhistas em acordos e conven\u00e7\u00f5es coletivos, desde que resguardado um patamar m\u00ednimo civilizat\u00f3rio, o qual \u00e9 composto, em linhas gerais<strong>, pelas normas constitucionais, pelas normas de tratados e conven\u00e7\u00f5es internacionais incorporados ao direito brasileiro e pelas normas que, mesmo infraconstitucionais, asseguram garantias m\u00ednimas de cidadania aos trabalhadores<\/strong>.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>No caso, quanto \u00e0s horas in itinere \u2014 cuja quest\u00e3o se vincula diretamente ao sal\u00e1rio e \u00e0 jornada de trabalho \u2014, trata-se de direito DISPON\u00cdVEL, <strong>sujeito, portanto, \u00e0 autonomia da vontade coletiva.<\/strong><\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:heading {\"level\":4} -->\n<h4 id=\"h-4-2-3-resultado-final\"><a>4.2.3.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Resultado final.<\/a><\/h4>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Com base nesses entendimentos, o Plen\u00e1rio, por maioria, ao apreciar o Tema 1.046 da repercuss\u00e3o geral, deu provimento ao recurso.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:heading {\"level\":1} -->\n<h1 id=\"h-direito-processual-penal\"><a>DIREITO PROCESSUAL PENAL<\/a><\/h1>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:heading -->\n<h2 id=\"h-5-autorizacao-para-o-prosseguimento-de-investigacoes-contra-magistrados\"><a>5.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Autoriza\u00e7\u00e3o para o prosseguimento de investiga\u00e7\u00f5es contra magistrados<\/a><\/h2>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p><strong>A\u00c7\u00c3O DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE<\/strong><\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>\u00c9 inconstitucional norma estadual de acordo com a qual compete a \u00f3rg\u00e3o colegiado do tribunal autorizar o prosseguimento de investiga\u00e7\u00f5es contra magistrados, por criar prerrogativa n\u00e3o prevista na Lei Org\u00e2nica da Magistratura Nacional e n\u00e3o extens\u00edvel a outras autoridades com foro por prerrogativa de fun\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>ADI 5331\/MG, julgamento em 03\/06\/2022 (Info 1057)<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:heading {\"level\":3} -->\n<h3 id=\"h-5-1-situacao-fatica\"><a>5.1.&nbsp; Situa\u00e7\u00e3o F\u00c1TICA.<\/a><\/h3>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>O ent\u00e3o procurador-geral da Rep\u00fablica, Rodrigo Janot, ajuizou no STF a ADI 5331 contra o par\u00e1grafo 1\u00ba do artigo 90 da Lei Complementar (LC) 59\/2001, de Minas Gerais, que disp\u00f5e sobre organiza\u00e7\u00e3o e divis\u00e3o judici\u00e1rias do estado. O dispositivo questionado determina a remessa dos autos para delibera\u00e7\u00e3o do Tribunal de Justi\u00e7a estadual (TJ-MG) quando, no curso de investiga\u00e7\u00e3o, se detectar ind\u00edcio de participa\u00e7\u00e3o de juiz, a fim de a corte local deliberar sobre a continuidade da apura\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Rodrigo Janot alega que tal regra confere ao tribunal estadual prerrogativa que n\u00e3o estaria prevista na Constitui\u00e7\u00e3o Federal nem na Lei Org\u00e2nica da Magistratura Nacional (Lei Complementar 35\/1979).<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:heading {\"level\":3} -->\n<h3 id=\"h-5-2-analise-estrategica\"><a>5.2.&nbsp; An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/a><\/h3>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:heading {\"level\":4} -->\n<h4 id=\"h-5-2-1-questao-juridica\"><a>5.2.1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Quest\u00e3o JUR\u00cdDICA.<\/a><\/h4>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>LOMAN: \u201cArt. 33 \u2013 S\u00e3o prerrogativas do magistrado: (&#8230;) Par\u00e1grafo \u00fanico \u2013 Quando, no curso de investiga\u00e7\u00e3o, houver ind\u00edcio da pr\u00e1tica de crime por parte do magistrado, a autoridade policial, civil ou militar, remeter\u00e1 os respectivos autos ao Tribunal ou \u00f3rg\u00e3o especial competente para o julgamento, a fim de que prossiga na investiga\u00e7\u00e3o.\u201d<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:heading {\"level\":4} -->\n<h4 id=\"h-5-2-2-norma-que-preve-a-autorizacao-para-investigacao-de-magistrados-encontra-respaldo-na-cf\"><a>5.2.2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Norma que prev\u00ea a autoriza\u00e7\u00e3o para investiga\u00e7\u00e3o de magistrados encontra respaldo na CF?<\/a><\/h4>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> <strong>Nooops!!!!<\/strong><\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>\u00c9 inconstitucional norma estadual que imp\u00f5e a necessidade de pr\u00e9via autoriza\u00e7\u00e3o do \u00f3rg\u00e3o colegiado do tribunal competente para prosseguir com investiga\u00e7\u00f5es que objetivam apurar suposta pr\u00e1tica de crime cometido por magistrado.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Atualmente, a disciplina das mat\u00e9rias institucionais da magistratura nacional decorre da Lei complementar 35\/1979 (Lei Org\u00e2nica da Magistratura Nacional \u2013 LOMAN), <strong>segundo a qual n\u00e3o h\u00e1 qualquer previs\u00e3o dessa condicionante para a continuidade das investiga\u00e7\u00f5es<\/strong>. Tamb\u00e9m n\u00e3o h\u00e1 se falar, na hip\u00f3tese, em aplica\u00e7\u00e3o da <em>ratio decidendi<\/em> da ADI 7083.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p><em>Quanto \u00e0 necessidade de supervis\u00e3o judicial dos atos investigat\u00f3rios, tem-se, pela interpreta\u00e7\u00e3o sistem\u00e1tica da CF\/88 e com fulcro na jurisprud\u00eancia consolidada desta Corte, que <strong>o mesmo tratamento conferido \u00e0s autoridades com foro por prerrogativa de fun\u00e7\u00e3o no STF deve ser aplicado, por simetria, \u00e0quelas com foro em outros tribunais, em observ\u00e2ncia ao princ\u00edpio da isonomia<\/strong>, que garante o mesmo tratamento aos que estejam em situa\u00e7\u00e3o igual.<\/em><\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>\u00c9 constitucional a norma de Regimento Interno de Tribunal de Justi\u00e7a que condiciona a instaura\u00e7\u00e3o de inqu\u00e9rito \u00e0 autoriza\u00e7\u00e3o do desembargador-relator nos feitos de compet\u00eancia origin\u00e1ria daquele \u00f3rg\u00e3o.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>ADI 7083\/AP, relatora Min. C\u00e1rmen L\u00facia, julgamento virtual finalizado em 13.5.2022 (Info 1054)<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Nesse contexto, a norma estadual impugnada, ao dispor de modo distinto \u00e0 lei federal, promove indevida inova\u00e7\u00e3o, afrontando o art. 93 da CF\/1988. Ademais, ofende o princ\u00edpio da isonomia, pois cria garantia mais extensa aos ju\u00edzes estaduais mineiros do que a prevista aos demais membros da magistratura nacional e demais autoridades com foro por prerrogativa de fun\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:heading {\"level\":4} -->\n<h4 id=\"h-5-2-3-resultado-final\"><a>5.2.3.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Resultado final.<\/a><\/h4>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Com base nesses entendimentos, o Plen\u00e1rio, por maioria, julgou parcialmente procedente o pedido para declarar a inconstitucionalidade da express\u00e3o \u201cna primeira sess\u00e3o\u201d do art. 90, \u00a7 1\u00ba, da Lei Complementar 59\/2001 do Estado de Minas Gerais, e atribuir interpreta\u00e7\u00e3o conforme a Constitui\u00e7\u00e3o \u00e0 express\u00e3o \u201c\u00f3rg\u00e3o competente do Tribunal de Justi\u00e7a\u201d, prevista no mesmo dispositivo, a fim de estabelecer que caber\u00e1 ao relator autorizar o prosseguimento das investiga\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:heading {\"level\":1} -->\n<h1 id=\"h-direito-tributario\"><a>DIREITO TRIBUT\u00c1RIO<\/a><\/h1>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:heading -->\n<h2 id=\"h-6-pensao-alimenticia-e-incidencia-do-imposto-de-renda\"><a>6.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Pens\u00e3o aliment\u00edcia e incid\u00eancia do imposto de renda<\/a><\/h2>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p><strong>A\u00c7\u00c3O DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE<\/strong><\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>\u00c9 inconstitucional norma que prev\u00ea a incid\u00eancia do imposto de renda sobre valores percebidos pelo alimentado a t\u00edtulo de alimentos ou pens\u00e3o aliment\u00edcia.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>ADI 5422\/DF, julgamento em 03\/06\/2011(Info 1057)<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:heading {\"level\":3} -->\n<h3 id=\"h-6-1-situacao-fatica\"><a>6.1.&nbsp; Situa\u00e7\u00e3o F\u00c1TICA.<\/a><\/h3>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>O Instituto Brasileiro de Direito de Fam\u00edlia (IBDFAM) ajuizou a ADI 5422 no STF para questionar dispositivos da Lei 7.713\/1988&nbsp;que preveem a incid\u00eancia de imposto de renda nas obriga\u00e7\u00f5es alimentares.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Para a entidade, a incid\u00eancia do IR sobre pens\u00e3o aliment\u00edcia \u00e9 incompat\u00edvel com a Ordem Constitucional. O legislador, segundo o instituto, tem limita\u00e7\u00f5es estabelecidas pela Constitui\u00e7\u00e3o Federal para definir o conte\u00fado de \u201crenda e proventos de qualquer natureza\u201d, sobre os quais deve incidir o imposto.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:heading {\"level\":3} -->\n<h3 id=\"h-6-2-analise-estrategica\"><a>6.2.&nbsp; An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/a><\/h3>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:heading {\"level\":4} -->\n<h4 id=\"h-6-2-1-deve-incidir-o-irpf-sobre-a-pensao-alimenticia\"><a>6.2.1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Deve incidir o IRPF sobre a pens\u00e3o aliment\u00edcia?<\/a><\/h4>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> <strong>Obviamente que N\u00c3O!!!<\/strong><\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>A materialidade do imposto de renda (IR) est\u00e1 necessariamente ligada \u00e0 exist\u00eancia de acr\u00e9scimo patrimonial. Nesse contexto, <strong>os alimentos ou pens\u00e3o aliment\u00edcia oriundos do direito de fam\u00edlia representam, para os alimentados, apenas entrada de valores, pois se revelam como montantes retirados dos acr\u00e9scimos patrimoniais auferidos pelo alimentante<\/strong>.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Assim, o recebimento de renda ou provento de qualquer natureza pelo alimentante \u2013 de onde ele retira a parcela a ser paga ao credor dos alimentos \u2013 j\u00e1 configura, por si s\u00f3, fato gerador do IR. Por isso, <strong>submeter tamb\u00e9m os valores recebidos pelo alimentado representa nova incid\u00eancia do mesmo tributo sobre a mesma realidade, configurando bis in idem camuflado e sem justifica\u00e7\u00e3o leg\u00edtima<\/strong>, em evidente viola\u00e7\u00e3o ao texto constitucional.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:heading {\"level\":4} -->\n<h4 id=\"h-6-2-2-resultado-final\"><a>6.2.2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Resultado final.<\/a><\/h4>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Com base nesse entendimento, o Plen\u00e1rio, por maioria, conheceu em parte da a\u00e7\u00e3o e, nessa parte, a julgou procedente para dar interpreta\u00e7\u00e3o conforme a Constitui\u00e7\u00e3o ao art. 3\u00ba, \u00a7 1\u00ba, da Lei 7.713\/1988, aos arts. 4\u00ba e 46 do Anexo do Decreto 9.580\/2018, e aos arts. 3\u00ba, caput e \u00a7 1\u00ba; e 4\u00ba do Decreto-lei 1.301\/1973, com o intuito de afastar a incid\u00eancia do imposto de renda sobre valores decorrentes do direito de fam\u00edlia percebidos pelos alimentados a t\u00edtulo de alimentos ou de pens\u00f5es aliment\u00edcias.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:file {\"id\":1044739,\"href\":\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2022\/06\/14110005\/stf-1057.pdf\",\"displayPreview\":true} -->\n<div class=\"wp-block-file\"><object><\/object><a id=\"wp-block-file--media-32165cfb-b9ac-4f9b-bbb1-8b2337f67fad\" href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2022\/06\/14110005\/stf-1057.pdf\">stf-1057<\/a><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2022\/06\/14110005\/stf-1057.pdf\" class=\"wp-block-file__button\" download aria-describedby=\"wp-block-file--media-32165cfb-b9ac-4f9b-bbb1-8b2337f67fad\">Baixar<\/a><\/div>\n<!-- \/wp:file -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Informativo n\u00ba 1057 do STF COMENTADO. Fique ligado aqui\u00a0no Estrat\u00e9gia Carreiras Jur\u00eddicas! DOWNLOAD do PDF AQUI! Assista a este v\u00eddeo no YouTube DIREITO CONSTITUCIONAL 1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Norma estadual e emenda parlamentar impositiva em lei or\u00e7ament\u00e1ria A\u00c7\u00c3O DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE S\u00e3o inconstitucionais emendas parlamentares estaduais de car\u00e1ter impositivo em lei or\u00e7ament\u00e1ria anteriores \u00e0 vig\u00eancia das ECs 86\/2015 [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":833,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"post_tipo":"article","footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"tax_estado":[],"class_list":["post-1044729","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-cursos-e-concursos"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO Premium plugin v27.2 (Yoast SEO v27.2) - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-premium-wordpress\/ -->\n<title>Informativo STF 1057 Comentado<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/informativo-stf-1057-comentado\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Informativo STF 1057 Comentado\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Informativo n\u00ba 1057 do STF COMENTADO. 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