{"id":1020538,"date":"2022-05-03T18:08:08","date_gmt":"2022-05-03T21:08:08","guid":{"rendered":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/?p=1020538"},"modified":"2022-05-03T18:08:10","modified_gmt":"2022-05-03T21:08:10","slug":"informativo-stf-1051-comentado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/informativo-stf-1051-comentado\/","title":{"rendered":"Informativo STF 1051 Comentado"},"content":{"rendered":"<p>Informativo n\u00ba 1051 do STF <strong>COMENTADO. <\/strong>Fique ligado aqui\u00a0no Estrat\u00e9gia Carreiras Jur\u00eddicas!<\/p>\n<p><!-- \/wp:post-content --><\/p>\n<p><!-- wp:paragraph {\"align\":\"center\",\"fontSize\":\"huge\"} --><\/p>\n<p class=\"has-text-align-center has-huge-font-size\"><strong><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2022\/05\/03180755\/stf-1051.pdf\">DOWNLOAD do PDF AQUI!<\/a><\/strong><\/p>\n<div class=\"lyte-wrapper\" style=\"width:853px;max-width:100%;margin:5px;\"><div class=\"lyMe\" id=\"WYL_0btBGUjiMxA\"><div id=\"lyte_0btBGUjiMxA\" data-src=\"\/\/i.ytimg.com\/vi\/0btBGUjiMxA\/hqdefault.jpg\" class=\"pL\"><div class=\"tC\"><div class=\"tT\"><\/div><\/div><div class=\"play\"><\/div><div class=\"ctrl\"><div class=\"Lctrl\"><\/div><div class=\"Rctrl\"><\/div><\/div><\/div><noscript><a href=\"https:\/\/youtu.be\/0btBGUjiMxA\" rel=\"nofollow\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i.ytimg.com\/vi\/0btBGUjiMxA\/0.jpg\" alt=\"YouTube video thumbnail\" width=\"853\" height=\"460\" \/><br \/>Assista a este v\u00eddeo no YouTube<\/a><\/noscript><\/div><\/div><div class=\"lL\" style=\"max-width:100%;width:853px;margin:5px;\"><\/div><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h1><a name=\"_Toc102147726\"><\/a>DIREITO CONSTITUCIONAL<\/h1>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h2><a name=\"_Toc102147727\"><\/a>1.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Proposi\u00e7\u00f5es legislativas e ado\u00e7\u00e3o do rito de urg\u00eancia<\/h2>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong>A\u00c7\u00c3O DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 constitucional a previs\u00e3o regimental de rito de urg\u00eancia para proposi\u00e7\u00f5es que tramitam na C\u00e2mara dos Deputados e no Senado Federal, descabendo ao Poder Judici\u00e1rio examinar concretamente as raz\u00f5es que justificam sua ado\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>ADI 6968\/DF, relator Min. Edson Fachin, julgamento virtual finalizado em 20.4.2022 (Info 1051)<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h3><a name=\"_Toc102147728\"><\/a>1.1.\u00a0 Situa\u00e7\u00e3o F\u00c1TICA.<\/h3>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>O Partido Verde ajuizou a ADI 6968 na qual afirma que o regime de urg\u00eancia previsto nos artigos 336 (Regimento Interno do Senado) e 153 e 155 (Regimento Interno da C\u00e2mara) tem hip\u00f3teses taxativas para a tramita\u00e7\u00e3o. Contudo, esse rito estaria sendo atribu\u00eddo a <u>qualquer proposi\u00e7\u00e3o<\/u>, sem nenhum embasamento concreto ou individualizado, permitindo que propostas sem real urg\u00eancia tramitem pelo regime sum\u00e1rio.<\/p>\n<p>Segundo o PV, o regime de tramita\u00e7\u00e3o de urg\u00eancia est\u00e1 sendo utilizado para encurtar o debate nas Casas, dispensando a apresenta\u00e7\u00e3o de pareceres das comiss\u00f5es, o que interferiria gravemente no devido processo legislativo.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h3><a name=\"_Toc102147729\"><\/a>1.2.\u00a0 An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/h3>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h4><a name=\"_Toc102147730\"><\/a>1.2.1.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Quest\u00e3o JUR\u00cdDICA.<\/h4>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>CF\/1988: \u201cArt. 58. O Congresso Nacional e suas Casas ter\u00e3o comiss\u00f5es permanentes e tempor\u00e1rias, constitu\u00eddas na forma e com as atribui\u00e7\u00f5es previstas no respectivo regimento ou no ato de que resultar sua cria\u00e7\u00e3o. (&#8230;) \u00a7 2\u00ba \u00c0s comiss\u00f5es, em raz\u00e3o da mat\u00e9ria de sua compet\u00eancia, cabe: I &#8211; discutir e votar projeto de lei que dispensar, na forma do regimento, a compet\u00eancia do Plen\u00e1rio, salvo se houver recurso de um d\u00e9cimo dos membros da Casa; (&#8230;)<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h4><a name=\"_Toc102147731\"><\/a>1.2.2.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Tudo certo na previs\u00e3o de rito de urg\u00eancia?<\/h4>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> <strong>Yeaph!!!!<\/strong><\/p>\n<p><u>Inexiste viola\u00e7\u00e3o ao devido processo legislativo, pois as normas dos Regimentos Internos reduzem as formalidades processuais para casos espec\u00edficos, devidamente reconhecidos pela maioria legislativa, o que \u00e9 permitido pela pr\u00f3pria Constitui\u00e7\u00e3o.<\/u><\/p>\n<p><strong>O sil\u00eancio constitucional quanto \u00e0 indica\u00e7\u00e3o das Comiss\u00f5es das Casas Legislativas e \u00e0 defini\u00e7\u00e3o do momento e oportunidade da interven\u00e7\u00e3o deve ser interpretado como OP\u00c7\u00c3O pela disciplina regimental, sob pena de inviabilizar os pr\u00f3prios trabalhos legislativos<\/strong>.<\/p>\n<p>Portanto, a ado\u00e7\u00e3o do rito \u00e9 mat\u00e9ria\u00a0<strong>interna corporis<\/strong>, sendo defeso ao STF adentrar em tal seara, o que implicaria indevido controle jurisdicional sobre a interpreta\u00e7\u00e3o do sentido e do alcance de normas meramente regimentais, infringindo o princ\u00edpio da separa\u00e7\u00e3o dos Poderes.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h4><a name=\"_Toc102147732\"><\/a>1.2.3.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Resultado final.<\/h4>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Com base nesse entendimento, o Plen\u00e1rio, por unanimidade, julgou improcedente a a\u00e7\u00e3o direta.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h2><a name=\"_Toc102147733\"><\/a>2.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Energia el\u00e9trica e regulamenta\u00e7\u00e3o por medida provis\u00f3ria com posterior convers\u00e3o em lei<\/h2>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong>A\u00c7\u00c3O DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE<\/strong><\/p>\n<p>A Medida Provis\u00f3ria 144\/2003, convertida na Lei 10.848\/2004, que disp\u00f5e sobre a comercializa\u00e7\u00e3o de energia el\u00e9trica, n\u00e3o viola o art. 246 da Constitui\u00e7\u00e3o Federal.<\/p>\n<p>ADI 3090\/DF, relatora Min. Rosa Weber, julgamento virtual finalizado em 20.4.2022 (Info 1051)<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h3><a name=\"_Toc102147734\"><\/a>2.1.\u00a0 Situa\u00e7\u00e3o F\u00c1TICA.<\/h3>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>O PSDB ajuizou a ADI 3090 contra a Medida Provis\u00f3ria 144\/2003, que definiu o modelo do setor el\u00e9trico. O partido alega que o instituto da medida provis\u00f3ria n\u00e3o pode alterar a legisla\u00e7\u00e3o relacionada com o par\u00e1grafo 1\u00ba do artigo 176 da Constitui\u00e7\u00e3o Federal. Esse dispositivo teve a reda\u00e7\u00e3o alterada em 1995, quando houve a implanta\u00e7\u00e3o do regime de livre concorr\u00eancia para o setor.<\/p>\n<p>Sustenta que o artigo 246 da Constitui\u00e7\u00e3o Federal veda, de forma expressa, a ado\u00e7\u00e3o de medida provis\u00f3ria na regulamenta\u00e7\u00e3o de artigo da Constitui\u00e7\u00e3o cuja reda\u00e7\u00e3o tenha sido alterada por meio de emenda promulgada entre 1\u00ba de janeiro de 1995 at\u00e9 a promulga\u00e7\u00e3o da Emenda Constitucional n\u00ba 32, de 2001.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h3><a name=\"_Toc102147735\"><\/a>2.2.\u00a0 An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/h3>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h4><a name=\"_Toc102147736\"><\/a>2.2.1.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Quest\u00e3o JUR\u00cdDICA.<\/h4>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>CF: \u201cArt. 246. \u00c9 vedada a ado\u00e7\u00e3o de medida provis\u00f3ria na regulamenta\u00e7\u00e3o de artigo da Constitui\u00e7\u00e3o cuja reda\u00e7\u00e3o tenha sido alterada por meio de emenda promulgada entre 1\u00ba de janeiro de 1995 at\u00e9 a promulga\u00e7\u00e3o desta emenda, inclusive.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h4><a name=\"_Toc102147737\"><\/a>2.2.2.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 A norma \u00e9 constitucional?<\/h4>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> <strong>Sim sinh\u00f4 (e sinhora)!!!<\/strong><\/p>\n<p><u>Em primeiro lugar, porque a Emenda Constitucional (EC) 6\/1995 n\u00e3o promoveu altera\u00e7\u00e3o substancial na disciplina constitucional do setor el\u00e9trico, mas, em raz\u00e3o da revoga\u00e7\u00e3o do art. 171 da CF, restringiu-se a substituir a express\u00e3o \u201cempresa brasileira de capital nacional\u201d pela express\u00e3o \u201cempresa constitu\u00edda sob as leis brasileiras e que tenha sua sede e administra\u00e7\u00e3o no pa\u00eds<\/u>\u201d, inclu\u00edda no \u00a7 1\u00ba do art. 176 da CF pela EC 6\/1995.<\/p>\n<p>Com efeito, <strong>o setor el\u00e9trico j\u00e1 estava, antes dessa altera\u00e7\u00e3o, aberto ao capital privado. Houve apenas amplia\u00e7\u00e3o colateral em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s empresas que poderiam ser destinat\u00e1rias de autoriza\u00e7\u00e3o ou concess\u00e3o para explorar o servi\u00e7o.<\/strong><\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, a MP n\u00e3o se destinou a dar efic\u00e1cia \u00e0s modifica\u00e7\u00f5es introduzidas pela EC 6\/1995, mas a regulamentar o art. 175 da CF, que disp\u00f5e sobre o regime de presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os p\u00fablicos no setor el\u00e9trico.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h4><a name=\"_Toc102147738\"><\/a>2.2.3.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Resultado final.<\/h4>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Com base nesses fundamentos, o Plen\u00e1rio, por unanimidade conheceu em parte das a\u00e7\u00f5es diretas de constitucionalidade analisadas em conjunto, e, nas partes conhecidas, julgou improcedentes os pedidos.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h2><a name=\"_Toc102147739\"><\/a>3.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Liberdade de express\u00e3o e limites<\/h2>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong>A\u00c7\u00c3O PENAL <\/strong><\/p>\n<p>A liberdade de express\u00e3o existe para a manifesta\u00e7\u00e3o de opini\u00f5es contr\u00e1rias, jocosas, sat\u00edricas e at\u00e9 mesmo err\u00f4neas, mas n\u00e3o para opini\u00f5es criminosas, discurso de \u00f3dio ou atentados contra o Estado Democr\u00e1tico de Direito e a democracia.<\/p>\n<p>AP 1044\/DF, relator Min. Alexandre de Moraes, julgamento em 20.4.2022 (Info 1051)<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h3><a name=\"_Toc102147740\"><\/a>3.1.\u00a0 Situa\u00e7\u00e3o F\u00c1TICA.<\/h3>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>O deputado federal Daniel Silveira foi condenado a \u200boito anos e \u200bnove meses de reclus\u00e3o, em regime inicial fechado, por crimes de amea\u00e7a ao Estado Democr\u00e1tico de Direito e coa\u00e7\u00e3o no curso do processo.<\/p>\n<p>Conforme o inqu\u00e9rito, o deputado teria realizado amea\u00e7as f\u00edsicas por meio de suas redes sociais, al\u00e9m de defender a cassa\u00e7\u00e3o de ministros do STF e mencionar que \u201cdesejava um novo AI-5\u201d para esta finalidade.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h3><a name=\"_Toc102147741\"><\/a>3.2.\u00a0 An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/h3>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h4><a name=\"_Toc102147742\"><\/a>3.2.1.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Quest\u00e3o JUR\u00cdDICA.<\/h4>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>CF: \u201cArt. 53. Os Deputados e Senadores s\u00e3o inviol\u00e1veis, civil e penalmente, por quaisquer de suas opini\u00f5es, palavras e votos.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h4><a name=\"_Toc102147743\"><\/a>3.2.2.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 A liberdade de express\u00e3o dos Congressistas \u00e9 ampla?<\/h4>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> <strong>Para o STF, N\u00c3O se abranger opini\u00f5es criminosas, discurso de \u00f3dio ou atentados contra a democracia!<\/strong><\/p>\n<p><u>A Constitui\u00e7\u00e3o garante a liberdade de express\u00e3o, com responsabilidade. A liberdade de express\u00e3o n\u00e3o pode ser usada para a pr\u00e1tica de atividades il\u00edcitas ou para a pr\u00e1tica de discursos de \u00f3dio, contra a democracia ou contra as institui\u00e7\u00f5es.<\/u><\/p>\n<p><strong>Nesse sentido, s\u00e3o inadmiss\u00edveis manifesta\u00e7\u00f5es proferidas em redes sociais que objetivem a aboli\u00e7\u00e3o do Estado de Direito e o impedimento, com graves amea\u00e7as, do livre exerc\u00edcio de seus poderes constitu\u00eddos e de suas institui\u00e7\u00f5es.<\/strong><\/p>\n<p>Ademais, conforme jurisprud\u00eancia do STF, a garantia constitucional da imunidade parlamentar incide apenas sobre manifesta\u00e7\u00f5es proferidas no desempenho da fun\u00e7\u00e3o legislativa ou em raz\u00e3o desta, n\u00e3o sendo poss\u00edvel utiliz\u00e1-la como escudo protetivo para a pr\u00e1tica de atividades il\u00edcitas.<\/p>\n<p>N\u00e3o configurada\u00a0<em>abolitio criminis<\/em>\u00a0com rela\u00e7\u00e3o aos delitos previstos na Lei de Seguran\u00e7a Nacional (Lei 7.170\/1983).<\/p>\n<p><u>Quando determinada conduta t\u00edpica (e suas elementares) permanece descrita na nova lei penal, com a manuten\u00e7\u00e3o do car\u00e1ter proibido da conduta, h\u00e1 a configura\u00e7\u00e3o do fen\u00f4meno processual penal da continuidade normativo-t\u00edpica.<\/u><\/p>\n<p>Na hip\u00f3tese, <strong>o legislador n\u00e3o pretendeu abolir as condutas atentat\u00f3rias \u00e0 democracia, ao Estado de Direito e ao livre exerc\u00edcio dos poderes. Na realidade, aprimorou, sob o manto democr\u00e1tico, a defesa do Estado, de suas institui\u00e7\u00f5es e de seus poderes.<\/strong><\/p>\n<p>Observa-se, assim, a ocorr\u00eancia de continuidade normativo-t\u00edpica entre as condutas previstas nos arts. 18 e 23, IV, da Lei 7.170\/1983 e a conduta prevista no art. 359-L do CP (com reda\u00e7\u00e3o dada pela Lei 14.197\/2021), bem como entre a conduta prevista no art. 23, II, da Lei 7.170\/1983 e o conduta t\u00edpica prevista no art. 286, par\u00e1grafo \u00fanico, do CP, com reda\u00e7\u00e3o dada pela Lei 14.197\/2021.\u00a0<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h4><a name=\"_Toc102147744\"><\/a>3.2.3.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Resultado final.<\/h4>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Com base nesses e em outros fundamentos, o Plen\u00e1rio, por maioria, julgou parcialmente procedente a\u00e7\u00e3o penal.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h2><a name=\"_Toc102147745\"><\/a>4.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Processo legislativo para a autoriza\u00e7\u00e3o de aliena\u00e7\u00e3o de a\u00e7\u00f5es de empresa estatal e obten\u00e7\u00e3o de cr\u00e9dito para o custeio de despesas correntes de estado-membro<\/h2>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong>A\u00c7\u00c3O DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE<\/strong><\/p>\n<p>N\u00e3o podem ser realizadas junto a institui\u00e7\u00f5es financeiras estatais opera\u00e7\u00f5es financeiras com a finalidade de obten\u00e7\u00e3o de cr\u00e9dito para pagamento de pessoal ativo, inativo e pensionista, dos estados, do Distrito Federal e dos munic\u00edpios.<\/p>\n<p>ADI 5683\/RJ, relator Min. Roberto Barroso, julgamento virtual finalizado em 20.4.2022 (Info 1051)<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h3><a name=\"_Toc102147746\"><\/a>4.1.\u00a0 Situa\u00e7\u00e3o F\u00c1TICA.<\/h3>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>A Rede Sustentabilidade e o Partido Socialismo e Liberdade ajuizaram no STF a ADI 5683, para questionar a Lei 7.529\/2017, do Estado do Rio de Janeiro, que autorizou a privatiza\u00e7\u00e3o da Companhia Estadual de \u00c1guas e Esgotos (Cedae).<\/p>\n<p>As legendas alegam que a norma foi editada sem que houvesse efetiva delibera\u00e7\u00e3o parlamentar e sem que se colhesse a manifesta\u00e7\u00e3o dos munic\u00edpios afetados, aos quais cabe a presta\u00e7\u00e3o do servi\u00e7o, configurando-se hip\u00f3tese de &#8220;evidente deslealdade federativa&#8221;, incompat\u00edvel com o federalismo cooperativo adotado pela CF.<\/p>\n<p>Ainda de acordo com as legendas, a lei prev\u00ea que os recursos resultantes da opera\u00e7\u00e3o de cr\u00e9dito de R$ 3,5 bilh\u00f5es ao estado, autorizada pela norma, dever\u00e3o ser prioritariamente utilizados no pagamento da folha dos servidores ativos, inativos e pensionistas. Por\u00e9m, a finalidade da opera\u00e7\u00e3o \u2013 de pagar despesas correntes com pessoal \u2013 seria expressamente vedada pela CF, artigo 167, incisos III e X.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h3><a name=\"_Toc102147747\"><\/a>4.2.\u00a0 An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/h3>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h4><a name=\"_Toc102147748\"><\/a>4.2.1.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Quest\u00e3o JUR\u00cdDICA.<\/h4>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>CF\/1988:<\/p>\n<p>Art. 167. S\u00e3o vedados: (&#8230;) III \u2013 a realiza\u00e7\u00e3o de opera\u00e7\u00f5es de cr\u00e9ditos que excedam o montante das despesas de capital, ressalvadas as autorizadas mediante cr\u00e9ditos suplementares ou especiais com finalidade precisa, aprovados pelo Poder Legislativo por maioria absoluta;<\/p>\n<p>X \u2013 a transfer\u00eancia volunt\u00e1ria de recursos e a concess\u00e3o de empr\u00e9stimos, inclusive por antecipa\u00e7\u00e3o de receita, pelos Governos Federal e Estaduais e suas institui\u00e7\u00f5es financeiras, para pagamento de despesas com pessoal ativo, inativo e pensionista, dos Estados, do Distrito Federal e dos Munic\u00edpios.\u201d\u00a0<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h4><a name=\"_Toc102147749\"><\/a>4.2.2.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Tudo certo, Arnaldo?<\/h4>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> <strong>N\u00e3o \u00e9 bem assim!!!!<\/strong><\/p>\n<p>Primeiro, <u>sob o aspecto formal, em especial sobre eventual desrespeito ao devido processo legislativo, a norma estadual impugnada n\u00e3o possui qualquer v\u00edcio a comprometer sua constitucionalidade<\/u>. <strong>Ou seja, quanto \u00e0 PRIVATIZA\u00c7\u00c3O est\u00e1 tudo ok<\/strong>!<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>Agora, quanto \u00e0 opera\u00e7\u00e3o de cr\u00e9dito, complicou!<\/strong><\/p>\n<p><u>A \u201cregra de ouro\u201d das finan\u00e7as p\u00fablicas versada no art. 167, III, da CF\/1988, segundo a qual o ente p\u00fablico n\u00e3o deve se endividar mais que o necess\u00e1rio para realizar suas despesas de capital, n\u00e3o impede a contrata\u00e7\u00e3o de opera\u00e7\u00f5es de cr\u00e9dito para o custeio de despesas correntes<\/u>. O estado pode financiar suas despesas de capital mediante receitas de opera\u00e7\u00f5es de cr\u00e9dito, desde que estas n\u00e3o excedam o montante das despesas de capital. Isso dever\u00e1 ser observado pelo chefe do Poder Executivo quando fizer a opera\u00e7\u00e3o financeira autorizada por lei.<\/p>\n<p><strong>Ademais, o art. 167, X, da CF n\u00e3o pro\u00edbe a concess\u00e3o de empr\u00e9stimos para pagamento de pessoal. O dispositivo veda, contudo, que os empr\u00e9stimos realizados junto a institui\u00e7\u00f5es financeiras dos governos federal e estaduais sejam utilizados para aquele fim. <\/strong>Impede-se, portanto, a aloca\u00e7\u00e3o das receitas obtidas com institui\u00e7\u00f5es financeiras estatais para o custeio de pessoal ativo e inativo. Nada impede a realiza\u00e7\u00e3o de empr\u00e9stimos com institui\u00e7\u00f5es financeiras privadas para pagamento de despesas com pessoal, porquanto a proibi\u00e7\u00e3o n\u00e3o as alcan\u00e7a.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<table>\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"271\">\n<p><strong>Institui\u00e7\u00e3o financeira ESTATAL<\/strong><\/p>\n<\/td>\n<td width=\"287\">\n<p><strong>Institui\u00e7\u00e3o financeira PRIVADA<\/strong><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"271\">\n<p><strong>N\u00c3O PODE!<\/strong><\/p>\n<\/td>\n<td width=\"287\">\n<p><strong>LIBEROU GERAL!<\/strong><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>No caso, o Estado do Rio de Janeiro aprovou lei ordin\u00e1ria que autoriza o Poder Executivo a alienar a\u00e7\u00f5es representativas do capital social da Companhia Estadual de \u00c1guas e Esgotos \u2013 CEDAE, como meio de garantia para obten\u00e7\u00e3o de empr\u00e9stimo para o pagamento da folha dos servidores ativos, inativos e pensionistas.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h4><a name=\"_Toc102147750\"><\/a>4.2.3.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Resultado final.<\/h4>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Com esses entendimentos, o Plen\u00e1rio, por maioria, confirmando a medida cautelar concedida, julgou parcialmente procedente pedido formulado em a\u00e7\u00e3o direta de inconstitucionalidade para dar interpreta\u00e7\u00e3o conforme \u00e0 CF\/1988 ao art. 2\u00ba, \u00a7 2\u00ba, da Lei 7.529\/2017 do Estado do Rio de Janeiro. Vencido o ministro Andr\u00e9 Mendon\u00e7a.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h1><a name=\"_Toc102147751\"><\/a>DIREITO TRIBUT\u00c1RIO<\/h1>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h2><a name=\"_Toc102147752\"><\/a>5.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Imunidade rec\u00edproca de sociedade de economia mista prestadora exclusiva de servi\u00e7o p\u00fablico essencial<\/h2>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong>A\u00c7\u00c3O CIVIL ORIGIN\u00c1RIA<\/strong><\/p>\n<p>Sociedade de economia mista estadual prestadora exclusiva do servi\u00e7o p\u00fablico de abastecimento de \u00e1gua pot\u00e1vel e coleta e tratamento de esgotos sanit\u00e1rios faz jus \u00e0 imunidade tribut\u00e1ria rec\u00edproca sobre impostos federais incidentes sobre patrim\u00f4nio, renda e servi\u00e7os.<\/p>\n<p>ACO 3410\/SE, relator Min. Roberto Barroso, julgamento virtual finalizado em 20.4.2022 (Info 1051)<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h3><a name=\"_Toc102147753\"><\/a>5.1.\u00a0 Situa\u00e7\u00e3o F\u00c1TICA.<\/h3>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>A Companhia de Saneamento de Sergipe (Deso) ajuizou no STF a ACO 3410 por meio da qual intentava ter reconhecida a imunidade rec\u00edproca sobre impostos federais incidentes sobre seu patrim\u00f4nio, renda e servi\u00e7os.<\/p>\n<p>\u00a0A Deso \u00e9 sociedade de economia mista estadual, que presta servi\u00e7os p\u00fablicos essenciais de abastecimento de \u00e1gua pot\u00e1vel, coleta e tratamento de esgotos sanit\u00e1rios. Al\u00e9m disso, sua atua\u00e7\u00e3o se d\u00e1 de forma exclusiva em 71 dos 75 munic\u00edpios do estado, e 99% de seu capital social \u00e9 titularizado pelo governo estadual.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h3><a name=\"_Toc102147754\"><\/a>5.2.\u00a0 An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/h3>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h4><a name=\"_Toc102147755\"><\/a>5.2.1.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Quest\u00e3o JUR\u00cdDICA.<\/h4>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>CF\/1988:<\/p>\n<p>\u201cArt. 150. Sem preju\u00edzo de outras garantias asseguradas ao contribuinte, \u00e9 vedado \u00e0 Uni\u00e3o, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Munic\u00edpios: (&#8230;) VI &#8211; instituir impostos sobre: a) patrim\u00f4nio, renda ou servi\u00e7os, uns dos outros;\u201d<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h4><a name=\"_Toc102147756\"><\/a>5.2.2.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Faz jus \u00e0 imunidade tribut\u00e1ria?<\/h4>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> <strong>Yeaph!!!!<\/strong><\/p>\n<p><u>Prevalece na Corte o entendimento de que, para a extens\u00e3o da imunidade tribut\u00e1ria rec\u00edproca da Fazenda P\u00fablica a sociedades de economia mista e empresas p\u00fablicas, \u00e9 necess\u00e1rio preencher 3 (tr\u00eas) requisitos: (i) a presta\u00e7\u00e3o de um servi\u00e7o p\u00fablico; (ii) a aus\u00eancia do intuito de lucro e (iii) a atua\u00e7\u00e3o em regime de exclusividade, ou seja, sem concorr\u00eancia.<\/u> <strong>No caso, os documentos acostados comprovam que, em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 Companhia de Saneamento de Sergipe &#8211; DESO, os requisitos foram atendidos.<\/strong><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h4><a name=\"_Toc102147757\"><\/a>5.2.3.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Resultado final.<\/h4>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Com base nesse entendimento, o Plen\u00e1rio, por unanimidade, julgou procedente o pedido para reconhecer a imunidade rec\u00edproca \u00e0 DESO, enquanto mantidos os requisitos.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n\n<!-- wp:file {\"id\":1020541,\"href\":\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2022\/05\/03180755\/stf-1051.pdf\",\"displayPreview\":true} -->\n<div class=\"wp-block-file\"><object><\/object><a id=\"wp-block-file--media-708c6102-2a64-42d6-9a26-6d2befb95d9d\" href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2022\/05\/03180755\/stf-1051.pdf\">stf-1051<\/a><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2022\/05\/03180755\/stf-1051.pdf\" class=\"wp-block-file__button\" download aria-describedby=\"wp-block-file--media-708c6102-2a64-42d6-9a26-6d2befb95d9d\">Baixar<\/a><\/div>\n<!-- \/wp:file -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Informativo n\u00ba 1051 do STF COMENTADO. 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Assista a este v\u00eddeo no YouTube \u00a0 DIREITO CONSTITUCIONAL \u00a0 1.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Proposi\u00e7\u00f5es legislativas e ado\u00e7\u00e3o do rito de urg\u00eancia \u00a0 A\u00c7\u00c3O DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE \u00c9 constitucional a previs\u00e3o regimental de rito de urg\u00eancia para proposi\u00e7\u00f5es que tramitam na C\u00e2mara [&hellip;]","og_url":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/informativo-stf-1051-comentado\/","og_site_name":"Estrat\u00e9gia Concursos","article_published_time":"2022-05-03T21:08:08+00:00","article_modified_time":"2022-05-03T21:08:10+00:00","author":"Jean Vilbert","twitter_card":"summary_large_image","twitter_creator":"@EstratConcursos","twitter_site":"@EstratConcursos","twitter_misc":{"Escrito por":"Jean Vilbert","Est. tempo de leitura":"13 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