O presente artigo procura classificar os estudos para concurso público, utilizado para prestar provas de bancas como a Fundação Carlos Chagas (FCC) e outras grandes bancas, em dois tipos. Os estudos de longo e de curto prazo.
A jornada de estudos, do início até a aprovação, pode ser longa e árdua.
Existem disciplinas, nos editais, que não são abordadas nas escolas, como os Direitos Públicos e a Administração Pública. O formato e dificuldade das questões são diferentes da abordagem do ensino tradicional.
A concorrência é grande, e para grandes carreiras, como as de auditoria, por exemplo, pode haver provas com mais de 20 disciplinas diferentes.
No caminho para a aprovação, pode haver algumas reprovações, e a jornada pode exigir paciência, resiliência, disciplina e adaptação ou mudanças.
Iniciando o assunto estudos de longo e curto prazo, o tópico são os estudos de longo prazo. Esta parte da análise será dividida entre a fase de começo de estudos e a de manutenção de estudos, quando não há edital aberto.
O passo inicial dos estudos, começar a estudar sem ter nenhum contato anterior com concursos, pode ser um dos mais difíceis da jornada de estudos.
O ensino tradicional tem professores, turma de colegas de sala, e as provas não envolvem concorrência e significam uma vaga disputada entre todos que a realizam. Nos concursos, o ensino é solitário, autodidata e voltado para uma vaga única que depende da nota da prova.
Matérias como Direito Constitucional, Direito Administrativo e outros Direitos, Raciocínio Lógico, Informática/TI, Administração Geral e Pública terão que ser aprendidas por pessoas de diversas áreas. Às vezes até do nível médio.
A dica aqui é escolher um edital em aberto, ou um já ocorrido, e escolher o nível (médio ou superior) e a área de estudos (policial, tribunais, fiscal, controle, entre outras). Seleciona as disciplinas que precisam ser melhoradas, como Português (que em concursos tem uma abordagem diferente) e as que precisam ser aprendidas.
E, principalmente, ter paciência e disciplina, aprender a estudar sozinho, escolher bons materiais, e entrar nessa nova jornada com determinação e estratégia.
Continuando a análise sobre estudos de longo e curto prazo, disserta-se sobre a manutenção dos estudos em épocas sem edital publicado.
Após definir a área de estudo, pode existir fases em que o edital almejado vai demorar a ser publicado.
Porém, o núcleo de estudos (matérias que costumam sempre cair em provas da área) já foi traçado. E como o candidato já realizou alguma prova, já tem o termômetro do que melhorar. Com esse conteúdo em mãos, na fase de manutenção de estudos, é tempo de se aprimorar.
Caso seja de interesse, existem editais extensos, que permitem a realização de provas menores durante o aguardo do edital almejado. São os chamados concursos de escada. Podem servir para treino. Caso haja aprovação, podem servir para adquirir experiência na área e salários para investimento em mais concursos.
É possível, também, expandir as áreas, utilizando conhecimentos de umas para as outras, na fase de manutenção. Pode-se criar um núcleo comum, e outro específico, e estudar áreas. Por exemplo, tribunais, estudar o base, e prestar provas para trabalho e eleitoral com o mesmo núcleo de estudos básicos. Ou auditor, estudando a base, e utilizando para fiscal e controle.
Prosseguindo com o tema estudos de longo e curto prazo, passa-se para o curto prazo, com estudo com edital em aberto e matérias específicas.
Quando o edital é publicado, existem coisas importantes a se realizar no planejamento dos estudos.
O primeiro ponto é entender muito bem o edital, e o que vai ser cobrado na prova alvo em específico. O peso das disciplinas, como elas estão expressas, já ajuda a entender o que será realmente cobrado, e como os estudos precisam ser adaptados.
É fundamental, neste ponto, mapear a banca. Como ela aborda as disciplinas, como ela raciocina e o que ela costuma cobrar. Isto para cada nível de escolaridade, cada cargo, o que pode variar.
E o melhor meio de fazer isso é jogar o foco dos estudos em exercícios e provas anteriores da banca, para traçar o perfil dela.
É o foco do estudo pós-edital: banca e edital.
Finalizando o artigo “Estudo de longo e curto prazo”, no curto prazo, aborda-se as disciplinas específicas e o reforço das necessárias.
Existem matérias próprias de um só órgão. Como os regimentos internos, códigos de ética. Ou até mesmo leis específicas de impostos próprios de Estados ou Municípios. Geralmente servem para provas específicas. Podem ter poucas questões anteriores, e ser atualizadas entre um concurso e outro.
Por estarem fora do núcleo básico, pode ser mais fácil estudá-las na fase pós-edital.
Além das matérias específicas, na fase de pós-edital, o candidato já sabe seus fracos e fortes. E, com o edital em mãos, é momento de fortalecer seus pontos fracos, para realizar uma boa prova.
Use Estratégia, seja aprovado.
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