Jafé Praia – Aprovado no concurso da Superintendência da Zona Franca de Manaus (SUFRAMA) para o cargo de Analista-Técnico Administrativo

Entrevista:

Jafé Praia – Aprovado no concurso da Superintendência da Zona Franca de Manaus (SUFRAMA) para o cargo de Analista-Técnico Administrativo

“Quem quer passar além do Bojador
Tem que passar além da dor.
Deus ao mar o perigo e o abismo deu,
Mas nele é que espelhou o céu”.

Disciplina. Essa é a palavra-chave para quem deseja ser aprovado em um concurso público. E foi depois de reconhecer que faltava esse elemento em sua preparação, que Jafé Praia conseguiu alcançar o sucesso: sua aprovação!

Depois de suas primeiras reprovações, o Administrador, de 22 anos, percebeu que, apesar de ter potencial, sem disciplina não conseguiria ser bem sucedido em nenhum concurso. Baseado em sua experiencias anteriores, Jafé decidiu fazer diferente e realmente se dedicar rumo aprovação! E foi o que aconteceu: Jafé foi aprovado no concurso da Superintendência da Zona Franca de Manaus – SUFRAMA para o cargo de Analista-Técnico Administrativo.

Mas esse concurseiro não pretende parar por aqui. Agora que descobriu o segredo da aprovação, pretende continuar nessa caminhada buscando bons resultados nos concursos que agora são seu foco: Agências Reguladoras

Confira nossa entrevista com Jafé Praia e veja o quanto é importante refletir sobres seus erros e, principalmente, acreditar no seu potencial!

 

Estratégia Concursos: Conte-nos um pouco sobre você, para que nosso leitor possa te conhecer melhor. Você é formado em que área? Trabalhava e estudava, ou se dedicava inteiramente aos estudos? Em quantos e quais concursos já foi aprovado(a)? Qual o último?

Jafé Praia: Olá, amigos do Estratégia Concursos! Sou formado em Administração, pela Universidade Federal do Amazonas, tenho 22 anos. Minha trajetória como concurseiro começou durante a graduação, quando resolvi seguir a vocação da minha família (minha também agora): todos servidores públicos. Durante a preparação, eu tive períodos que só estudei e outros em que tinha conciliar com estágio obrigatório. Este concurso da Suframa foi o primeiro em que obtive aprovação dentro do número de vagas. O primeiro que fiz, tinha 19 anos, foi em 2011, para o TRT 11°, meu resultado foi pífio, não tinha noção de como a aprovação exigia grande preparação, bons materiais e disciplina. Foi uma lição para os próximos.

Estratégia: Como era sua vida social durante a preparação para concursos? Você saía com amigos, família, etc? Ou adotou uma postura radical, abdicando do convívio social para passar no concurso o mais rápido possível?

Jafé: Bom, como a maior parte da minha preparação tive a oportunidade de só estudar, no fim-de-semana, à noite, saía com os amigos, tirava o domingo para descansar e outras atividades de lazer afins. Durante a semana abdicava do lazer e só estudava, interrompia para resolver problemas urgentes da graduação (provas ou trabalhos), ou quando estava estagiando (durante a tarde), ou para meu ponto fraco: assistir aos jogos do Palmeiras. Mas o importante é sempre estudar, nem que seja uma lida rápida num material, fazer uma bateria de exercícios de alguma matéria.

Quando saía o edital, eu estudava de domingo a domingo, só ia a programas leves. Mesmo quando saía para uma festa, estudava no outro dia, senão ficava com a consciência pesada.

Estratégia: Ao longo de sua jornada, você tentou outros concursos, para treinar e se manter com uma alta motivação ou decidiu manter o foco apenas naquele concurso que era o seu sonho? Você acha que vale a pena fazer outros concursos, com foco diferente daquele concurso que é realmente seu objetivo maior?

Jafé: Para dizer a verdade, agora que saí da faculdade e aprovado na Suframa é que estabeleci um concurso foco: agências reguladoras. Mas fui prestando os concursos que iam aparecendo, e nesse que fui aprovado, posso dizer que foi graças a outros certames.

Considero o início da minha preparação, de fato, em dezembro de 2012, quando havia grande expectativa para o concurso do Tribunal de Justiça do Amazonas. Foi quando comecei a adquirir experiência, base de conhecimentos, amigos deste mundo de concursos; enfim, tudo que um concurseiro passa até chegar numa aprovação. Infelizmente, por uma questão, não fui aprovado dentro do número de vagas, fiquei muito desapontado e, por falta de maturidade, relaxei bastante nos estudos, procurei estágio. Um erro, é claro.

Fui realizando outros certames, como: MPE-AM, TRE-AM, Ifam, mas sem o estudo e disciplina observados no TJ-AM, claro que não fui aprovado em nenhum deles, mas percebi que tinha potencial, pois só com a base que tinha adquirido, conseguia pontuações razoáveis. Portanto, só me faltavam disciplina e uma melhor preparação.

Em novembro do ano passado, comecei a revisar as matérias básicas de qualquer concurso. Quando saiu o edital da Suframa, foi dedicação total!

Estratégia: Você estudou por quanto tempo, contando toda a sua preparação? Durante este tempo de estudo, como você fazia para manter a disciplina nos estudos mesmo naqueles períodos em que não havia edital na mão?

Jafé: Para aprovação na Suframa, a preparação foi de um ano e três meses. Aqui fica uma lição aos amigos que estão nessa caminhada, não deixem de estudar com afinco quando não há edital! Para aqueles que não têm um concurso como foco, estudem, ao menos, as matérias básicas: português, raciocínio lógico, direito administrativo, constitucional, ética no serviço público, informática.

Estratégia: Que materiais você usou em sua preparação para o concurso? Aulas presenciais, telepresenciais, livros, cursos em PDF, videoaulas? Quais foram as principais vantagens e desvantagens de cada um?

Jafé: No início da minha preparação, eu ia a aulas presenciais e utilizava livros (estes se forem de qualidade, só têm a acrescentar). Acredito que a importância das aulas presenciais são duas: dar a base de conhecimento e, a que considero principal, conhecer o mundo dos concursos, isso inclui: concurseiros mais experientes, materiais, saber como está seu nível. As desvantagens são conhecidas: perca de tempo na locomoção, professores fracos, turmas fracas, distração durante a aula e afins.

Com o tempo, percebi que já tinha uma base sólida, então ia à biblioteca. Para o concurso da Suframa, utilizei vídeo-aulas, livros e os cursos em PDF do Estratégia. O curso em PDF é prático, de excelente qualidade e melhora a qualidade do estudo, pois, em cada aula, há teoria e exercícios.

Estratégia: Uma das principais dificuldades de todo o concursando é a quantidade de assuntos que deve ser memorizada. Como você fez para estudar todo o conteúdo do concurso? Falando de modo mais específico: você estudava várias matérias ao mesmo tempo? Quantas? Costumava fazer resumos? Focava mais em exercícios, ou na leitura e re-leitura da teoria?

Jafé: Essa foi uma das grandes dificuldades para esse concurso da Suframa. Para o cargo de Analista-técnico Administrativo, o CESPE pediu duas matérias que só tinha estudado, bem pouco, na faculdade: Administração Financeira e Orçamentária (AFO) e Administração Pública, mais a legislação da autarquia, que era totalmente nova para mim. Graças ao curso do Estratégia, consegui estabelecer um cronograma de estudo, embora o tempo para prova fosse curto (3 meses). Não havia tempo a perder! Imprimi o edital e todo o dia estudava três matérias, dando maior tempo de preparação as já citadas. Claro que a base das outras matérias (direito administrativo, constitucional, português, R.L e ética) facilitou, pois só resolvia exercícios ou revisava alguma matéria que não lembrava muito.

Com a aproximação do dia da prova, já tinha fechado boa parte do edital, comecei uma revisão dos conteúdos que julgava mais importante para prova e todos os dias fazia bastante exercício. Enfim, posso dizer que minha preparação foi a conhecida fórmula: teoria e exercícios.

Estratégia: Você tinha mais dificuldades em alguma(s) disciplina(s)? Quais? Como você fez para superar estas dificuldades?

Jafé: Administração Financeira e Orçamentária e a Legislação da Suframa foram as mais complicadas para mim. Tive que aprender do zero as duas em pouco tempo. Eu dediquei mais tempo de preparação para essas duas matérias, com leitura e exercícios do material do Estratégia. Também fui a aulas de resoluções de exercícios em cursinhos da cidade.

Estratégia: A reta final é sempre um período estressante. Como você levou seus estudos neste período? Você se concentrava nas matérias de maior peso ou distribuía seus estudos de maneira mais homogênea? Focava mais na re-leitura, em resumos, em exercícios, etc ?

Jafé: Depois de fechar o edital da prova, baixei muitas provas do CESPE, pois o cargo a que concorria (Analista) tem matérias bem parecidas, então, fui analisando os conteúdos que mais eram cobrados e dava uma revisada em anotações ou leituras no material. Também refiz o máximo de exercícios que constam nos materiais de PDF. De resto, foi tentar não deixar a ansiedade tomar conta, mas isso foi bem difícil. Então, estudava mais… hahaha

Estratégia: Na semana da prova, nós sempre observamos vários candidatos assumindo uma verdadeira maratona de estudos (estudando intensamente dia e noite). Por outro lado, também vemos concurseiros que preferem desalecerar um pouco, para chegar no dia da prova com a mente mais descansada. O que você aconselha?

Jafé: Bom, o que fiz na última semana, dificilmente algum concurseiro faria.. hahaha. Eu cheguei esgotado mentalmente e a prova coincidia com a semana do carnaval. Acabei indo a uma banda na segunda-feira (prova era no domingo seguinte), dormi no outro dia e me senti leve para os dias finais antes da prova e fiquei resolvendo exercícios de todas as matérias. Na verdade, era quase um passatempo para matar a ansiedade. Enfim, posso dizer que fiz um pouco de cada: descanso e revisão.

Acredito que chegar muito esgotado, pode ser prejudicial na prova. Mas isso é pessoal, cada pessoa encara de uma forma a última semana.

Estratégia: Se você tivesse que apontar ERROS em sua preparação (se é que houve), quais seriam? Diga-nos também quais foram os maiores ACERTOS?

Jafé: De acertos, foi aquisição de bons materiais, isso é muito importante, pois qualifica o estudo. Também preservar em horas seguidas de estudo, fazer muitos exercícios, fazer um planejamento e se organizar.

Houve muitos erros, com certeza, dinheiro gasto em materiais errados, falta de planejamento de estudo… Mas acredito que meu maior erro foi não seguir estudando em um ritmo forte após a prova do TJ-AM, ter sido displicente no estudo, abater-me com decepções. Enfim, esses erros foram importantes para o amadurecimento e, nesses 3 meses de preparação para prova da Suframa, procurei não repeti-los.

Estratégia: Pela sua experiência e contato com outros concurseiros, diga-nos quais são os maiores erros que as pessoas cometem quando decidem se preparar para concursos?

Jafé: Falta de bons materiais, compram aquelas apostilas de banca de revistas, que são baratas e ruins demais! Não investem em materiais de qualidade e não fazem o básico: estudar.

Estratégia: O que foi mais difícil nessa caminhada rumo à aprovação?

Jafé: Além de matérias que nunca tinha estudado, acho que a minha dificuldade foi a pressão psicológica que punha em mim. Ficava pensando: sua faculdade está acabando, logo você estará desempregado, passa logo num concurso. Juro que sonhava que resolvia provas, era reprovado. Ansiedade é cruel.

Estratégia: Por fim, o que você aconselharia a alguém que está iniciando seus estudos para um concurso? Deixe-nos sua mensagem para todos aqueles que um dia almejam chegar aonde você chegou!

Jafé: Além dos conselhos de sempre: planejamento, organização, ter bons materiais, perseverar. Eu sempre lia um poema do Fernando Pessoa, “Mar Português”, que na última estrofe diz tudo sobre a caminhada para aprovação, é assim:

Quem quer passar além do Bojador
Tem que passar além da dor.
Deus ao mar o perigo e o abismo deu,
Mas nele é que espelhou o céu.

Bons estudos, amigos!

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http://www.estrategiaconcursos.com.br/depoimentos/

Assessoria de Comunicação

Resultados:

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