ENTREVISTA: Silvia Ferrari - Aprovada no concurso MPU em 145º lugar para o Rio de Janeiro no cargo de Técnico na Especialidade Administração

Entrevista:

ENTREVISTA: Silvia Ferrari – Aprovada no concurso MPU em 145º lugar para o Rio de Janeiro no cargo de Técnico na Especialidade Administração

“Conheça a maneira mais eficaz de estudar: leitura, vídeoaula, áudio. Cada um tem uma maneira de aprender e a pessoa tem que descobrir qual é. E claro, ter foco, disciplina e seguir em frente”

Confira nossa entrevista com Silvia Ferrari, aprovada no concurso do Ministério Público da União, em 145º lugar, para o Rio de Janeiro no cargo de Técnico na Especialidade Administração:

Thaís Mendes (Estratégia Concursos): Conte-nos um pouco sobre você, para que nossos leitores possam te conhecer melhor. Você é formada em que área? Qual sua idade? De onde você é?

Silvia Ferrari: Eu sou de São Paulo, mas moro no Rio de Janeiro desde 1996. Sou formada em propaganda e marketing, pela ESPM, tenho 47 anos.

Thaís: O que te levou a tomar a decisão de começar a estudar para concursos?

Silvia: Eu já tinha muita vontade de estudar para concursos e tentei iniciar esse projeto, tendo feito até alguns concursos na área de comunicação, porém nunca levei a sério e sempre abandonava o caminho dos concursos. Porém, em dezembro de 2017 a empresa, que estava em crise desde 2015, demitiu mais uma leva e eu fui nesse grupo. Como estava sem emprego e com o dia todo livre, resolvi retomar os estudos para concurso em 2018.

Thaís: Durante sua caminhada como concurseira, você trabalhava e estudava (como conciliava trabalho e estudos?), ou se dedicava inteiramente aos estudos para concurso?

Silvia: Eu passei pelas duas fases: de trabalhar e tentar estudar para concurso, porém não levei adiante. Em fevereiro de 2018 comecei a estudar de forma séria e planejada, me dedicando inteiramente aos concursos.

Thaís: Quantos e em quais concursos já foi aprovada? Qual o último? Em qual cargo e em que colocação?

Silvia: Fui aprovada em concursos na área de comunicação (porém sem ter sido nomeada): Petrobras (Publicitário – colocação 57, mais ou menos), Eletrobras (Analista de Comunicação – 9 lugar), Eletronuclear (colocação 200 e pouco), TBG (3 lugar). Esse ano, já estudando para concursos fora da área de comunicação, fui aprovada no IPHAN (9 lugar, mas ainda tem a análise de títulos) e no MPU (pela listagem extraoficial 145º lugar).

Thaís: Qual foi sua sensação ao ver seu nome na lista dos aprovados/classificados?

Silvia: É um misto de sensações. Falando mais precisamente do Iphan e do MPU, foi um mix de alegria, estado de choque, lágrimas de felicidade. No MPU eu abri a lista pelo celular e procurei meu nome no local errado e achei que não tinha passado. Depois que eu vi meu nome não acreditei!

Thaís: Como era sua vida social durante a preparação para concursos? Você saía com amigos, família, etc? Ou adotou uma postura radical, abdicando do convívio social?

Silvia: Com certeza a vida social sofre muita restrição. Deixei de fazer muita coisa com amigos, inclusive de dançar no espetáculo de fim de ano da companhia de dança da minha professora. Mas saía com meu namorado e almoçava na casa dos meus pais aos domingos. Mas não tem jeito, para focar e passar tem sim que abdicar de muita coisa.

Thaís: Você é casada? Tem filhos? Namora? Mora com seus pais? Sua família entendeu e apoiou sua caminhada como concurseira? Se sim, de que forma?

Silvia: Moro sozinha, sou divorciada, não tenho filhos e namoro. Meu namorado e família apoiaram muito minha decisão e vibram com cada vitória.

Thaís: Você acha que vale a pena fazer outros concursos, com foco diferente daquele concurso que é realmente seu objetivo maior? 

Silvia: Ainda não sei bem qual é o meu objetivo maior nos concursos. No momento, meu objetivo é me restabelecer profissionalmente e ter segurança financeira e estabilidade. Continuo estudando.

Thaís: Você estudou por quanto tempo direcionado ao concurso que foi aprovada?

Silvia: Comecei a estudar para o MPU em abril de 2018. Em junho saiu o edital do Iphan e eu dei uma pequena desviada na rota, para estudar para o Iphan, aproveitando que havia muitas matérias comuns entre os dois. Após a prova do Iphan, voltei a focar no MPU.

Thaís: Chegou a estudar sem ter edital na praça? Durante esse tempo, como você fazia para manter a disciplina nos estudos?

Silvia: Estudei sem edital de abril até junho (Iphan) e agosto (MPU). Eu sou muito focada. Para mim foi fácil manter a disciplina, até mesmo porque me ocupava o dia todo e não ficava pensando em desemprego etc.

Thaís: Que materiais você usou em sua preparação para o concurso? Aulas presenciais, telepresenciais, livros, cursos em PDF, videoaulas? Quais foram as principais vantagens e desvantagens de cada um?

Silvia: Eu só uso aula a distância – videoaulas- e mesclo com livros, pdfs, questões. Acho que as videoaulas e materiais escritos se complementam, são camadas que vamos colocando nos estudos. A vantagem do curso a distância é poder fazer seu horário, estudar no seu ritmo, na sua casa. Acho que a desvantagem é não te o professor ali na hora para perguntar as dúvidas. Mas para isso tem a área do aluno, onde podemos colocar as dúvidas.

Thaís: Como conheceu o Estratégia Concursos?

Silvia: Conheci nas redes sociais de concurseiros. Foi na época em que abriu o edital do Iphan. Eu procurei algum material para esse concurso, que era bem específico, e só achei no Estratégia. Fiquei encantada com a qualidade.

Thaís: Uma das principais dificuldades de todo o concursando é a quantidade de assuntos que deve ser memorizada. Como você fez para estudar todo o conteúdo do concurso? Falando de modo mais específico: você estudava várias matérias ao mesmo tempo? Quantas? Costumava fazer resumos? Focava mais em exercícios, ou na leitura e releitura da teoria? Como montou seu plano de estudos? Quantas horas por dia costumava estudar?

Silvia: Quando eu comecei a estudar, já havia boatos de que o concurso do MPU sairia a qualquer momento. Então, eu resolvi já colocar todas as matérias no ciclo de estudos, pois, caso o concurso saísse, eu já teria alguma base nelas.

Eu não faço resumos, mas faço esquemas (os mapas mentais) e depois que eu finalizo uma matéria, só estudo por eles. E muitas questões também, pois é com as questões que conseguimos praticar o conteúdo.

Em matérias que eu nunca tinha estudado (direito const. e adm.) eu preferi ver as videoaulas, porque não iria entender nada se só lesse. Matérias como raciocínio lógico e AFO eu também preciso ver as videoaulas. Mas as demais, prefiro estudar por leitura.

Thaís: Você tinha mais dificuldades em alguma(s) disciplina(s)? Quais? Como você fez para superar estas dificuldades?

Silvia: Sim, as de direito, porque eram uma novidade para mim. E em raciocínio lógico, AFO. Eu optei por ver as videoaulas, pois conseguia compreender melhor o conteúdo.

Thaís: A reta final é sempre um período estressante. Como foi sua rotina de estudos na semana que antecedeu a prova? E véspera de prova: foi dia de descanso ou dia de estudo?

Silvia: As semanas que antecedem é de estudo do nascer do sol até de noite. Já focada em revisão e questões. Fiz os simulados do Estratégia, as aulas de Copa de Questões (que iam até de madrugada) e as aulas de revisão na semana anterior.

No dia anterior fiquei revisando o que dava. Não consigo me desligar. Tenho a sensação de que vou esquecer tudo. rs

Thaís: No seu concurso, não tivemos provas discursivas, apenas objetivas. Mas no caso do Iphan, sim! Como foi seu estudo para esta importante parte do certame? O que você aconselha?

Silvia: No concurso do MPU realmente não teve, mas no Iphan sim. Discursiva é muito treino e leitura. Quem é um bom leitor é um bom escritor. Mas como eu não tinha ideia de como era discursiva de concurso, fiz o curso de discursiva do Estratégia e aprendi muito as regras (de margens, tipo de letra, o que fazer se errar, como treinar) além da base para o conteúdo.

Thaís: Se você tivesse que apontar ERROS em sua preparação (se é que houve), quais seriam? Diga-nos também quais foram os maiores ACERTOS?

Silvia: Acho que os acertos foi foco, disciplina e acreditar em mim. Os erros talvez tenham sido não fazer mais questões para treinar e não ler as leis secas.

Thaís: O que foi mais difícil nessa caminhada rumo à aprovação? Chegou a pensar, por algum momento, em desistir? Se sim, como fez para seguir em frente?

Silvia: Acho que o mais difícil é a incerteza de quando essa fase vai acabar. Nunca pensei em desistir, porque estudar para concurso é uma construção em que colocamos um tijolinho a cada dia. Então dá para ver os resultados a cada dia que passa.

Thaís: Qual foi sua principal motivação?

Silvia: A minha motivação é ter uma vida segura e estável.

Thaís: Por fim, o que você aconselharia a alguém que está iniciando seus estudos para concurso. Deixe-nos sua mensagem para todos aqueles que um dia almejam chegar aonde você chegou!

Silvia: Meu conselho é se conhecer e saber como é a maneira mais eficaz para você de estudar: leitura, vídeoaula, áudio. Cada um tem uma maneira de aprender e a pessoa tem que descobrir qual é. E claro, ter foco, disciplina e seguir em frente.

Thaís: Obrigada Silvia pela entrevista! Mais uma vez parabéns pela aprovação e que venham mais conquistas!

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Foi aprovado e deseja dividir com a gente e com outros concurseiros como foi sua trajetória até a aprovação?! Me mande um e-mail! [email protected]

Grande abraço!

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Resultados:

  • Concurso TJ PR Dos 275 aprovados, 31 são nossos alunos
  • Concurso Banrisul 2018 (Escrituário) Dos 185 aprovados, 46 são nossos alunos
  • Concurso Sefaz RS 2018 (Papiloscopista) Dos 119 aprovados, 66 são nossos alunos
  • Concurso Sefaz RS 2018 (Escrivão) Dos 100 aprovados, 50 são nossos alunos
  • Concurso Sefaz RS 2018 (Agente) Dos 180 aprovados, 113 são nossos alunos

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