ENTREVISTA: Rafael Petry - Aprovado no concurso da PM-SP em 8º lugar no cargo de Soldado

Entrevista:

ENTREVISTA: Rafael Petry – Aprovado no concurso da PM-SP em 8º lugar no cargo de Soldado

“Primeiramente, ter em mente que concursos públicos atualmente são muito disputados, motivo pelo qual não se pode desistir ao ver que foi reprovado em determinado concurso. Além disso, vejo que é muito importante conviver com pessoas que tenham objetivos semelhantes aos seus e que te apoiem. O convívio com pessoas negativas e desinteressadas pode ser muito tóxico não só aos estudos, mas também para a vida social”

Confira nossa entrevista com Rafael Petry, aprovado no concurso da PM-SP em 8º lugar no cargo de Soldado:

Estratégia Concursos: Conte-nos um pouco sobre você, para que nossos leitores possam te conhecer melhor. Você é formado em que área? Qual sua idade? De onde você é?

Rafael Petry: Tenho 26 anos de idade, graduado em Direito pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), sou de Florianópolis/SC e atualmente servidor do Estado de Santa Catarina.

Estratégia: O que te levou a tomar a decisão de começar a estudar para concursos? Por que a área Policial?

Rafael: Após me formar, passei a ocupar um cargo de provimento em comissão no meu Estado, onde acabei conhecendo melhor o serviço público e decidindo nele seguir. Contudo, queria ocupar um cargo no qual pudesse exercer atividades de relevância social, auxiliar efetivamente a população. Por isso acabei optando pelos cargos de carreira policial.

Estratégia: Durante sua caminhada como concurseiro, você trabalhava e estudava, ou se dedicava inteiramente aos estudos para concurso?

Rafael: Durante os meus estudos eu sempre trabalhei, exercendo uma carga horária de no mínimo 8 (oito) horas por dia, à qual ainda tinha que somar os longos períodos em que passava no terrível trânsito de Florianópolis. Assim, costumava acordar às 6h da manhã para poder estudar, em média, 2 (duas) horas por dia.

Estratégia: Quantos e em quais concursos já foi aprovado? Qual o último? Em qual cargo e em que colocação?

Rafael: Fui aprovado no concurso de técnico da Universidade do Estado de Santa Catarina, de Agente da PCSC, de Agente de Telecomunicações da PCSP, Escrivão da PCSP e, agora, na primeira fase de Soldado da PMSP (8º colocado).

Estratégia: Qual foi sua sensação ao ver seu nome na lista dos aprovados/classificados(as) na primeira fase do certame?

Rafael: Quando saiu o resultado eu estava viajando, então não tive tempo de consultar o Diário Oficial. Quem me comunicou o resultado foi a Renata Martins, da equipe do Estratégia. Como eu ainda não sabia do resultado, achei que ela estava me confundindo com outra pessoa, motivo pelo qual, inclusive, fiquei tentando a corrigir. Na hora fui correndo ver o Diário Oficial e vi que realmente tinha sido aprovado. Ou seja, além da sensação de alívio em ver meu nome na lista de aprovados, foi uma situação bastante engraçada. Mas foi muito bom receber a notícia através do pessoal do Estratégia.

Estratégia: Como era sua vida social durante a preparação para concursos? Você saía com amigos, família, etc? Ou adotou uma postura radical, abdicando do convívio social?

Rafael: Tive que limitar bastante meu convívio com amigos e familiares, mas não totalmente, pois o convívio com as pessoas de que gostava sempre foi um estímulo para dar seguimento aos estudos.

Estratégia: Você é casado? Tem filhos? Namora? Mora com seus pais? Sua família entendeu e apoiou sua caminhada como concurseiro? Se sim, de que forma?

Rafael: Eu namoro e atualmente moro com meus pais. Todos entenderam perfeitamente a rotina de estudos e toda a maratona que precede a aprovação em um concurso público.

Estratégia: Você acha que vale a pena fazer outros concursos, com foco diferente daquele concurso que é realmente seu objetivo maior?

Rafael: Considerando a alta concorrência dos concursos públicos, entendo que focar em uma carreira específica é melhor do que arriscar diversos concursos ao mesmo tempo. No meu caso, direcionei os estudos para aquelas matérias mais comuns aos concursos da área policial, e assim pretendo continuar até alcançar o cargo de Delegado ou então Oficial.

Estratégia: Você estudou por quanto tempo direcionado ao concurso em que foi aprovado?

Rafael: Desde meados de 2018 venho estudando matérias que são mais comuns em concursos da área policial. Após sair o edital, foquei naquelas matérias específicas do cargo em questão.

Estratégia: Chegou a estudar sem ter edital na praça? Durante esse tempo, como você fazia para manter a disciplina nos estudos?

Rafael: Antes de lançado o edital, eu estudava as matérias que costumam ser mais cobradas em concursos policiais, tal como direito penal, direito constitucional, português, informática, dentre outras. Para manter a disciplina nos estudos, cortei todas as ferramentas que não eram produtivas, que consumiam muito tempo e atrapalhavam na concentração, como redes sociais, principalmente.

Estratégia: Que materiais você usou em sua preparação para o concurso? Aulas presenciais, telepresenciais, livros, cursos em PDF, videoaulas? Quais foram as principais vantagens e desvantagens de cada um?

Rafael: Eu sempre utilizei as apostilas em PDF do Estratégia. A grande vantagem é que, apesar de ser apresentada toda a matéria do edital, é dado especial foco àquelas questões que costumam estar mais presentes nas provas, o que aumenta muito a efetividade dos estudos.

Estratégia: Como conheceu o Estratégia Concursos?

Rafael: Conheci através da indicação de amigos que já eram alunos do Estratégia, os quais, inclusive, já foram aprovados em diversos concursos pelo Brasil. Vendo o sucesso que eles tiveram com os materiais do Estratégia, resolvi virar aluno também e não me arrependo.

Estratégia: Uma das principais dificuldades de todo concursando é a quantidade de assuntos que deve ser memorizada. Como você fez para estudar todo o conteúdo do concurso? Falando de modo mais específico: você estudava várias matérias ao mesmo tempo? Quantas? Costumava fazer resumos? Focava mais em exercícios, ou na leitura e releitura da teoria? Como montou seu plano de estudos? Quantas horas por dia costumava estudar?

Rafael: Costumava estudar, em média, 2 (duas) horas por dia. Sempre procurei seguir o cronograma de matérias apresentado pelos professores do Estratégia, o qual era bastante lógico e eficiente no processo de consolidação do conhecimento para o concurso. Além disso, costumava focar na leitura das apostilas em PDF e na resolução de exercícios, o que ajudava demais na fixação do conteúdo lido e também para entender como a banca costumava abordar a matéria em suas questões.

Estratégia: Você tinha mais dificuldades em alguma(s) disciplina(s)? Quais? Como você fez para superar estas dificuldades?

Rafael: Sempre tive certa dificuldade em estudar informática. Para superar tal situação, tentei utilizar os conhecimentos obtidos no meu dia a dia, principalmente no trabalho.

Estratégia: A reta final é sempre um período estressante. Como foi sua rotina de estudos na semana que antecedeu a prova? E véspera de prova: foi dia de descanso ou dia de estudo?

Rafael: Na semana que antecedia a prova eu costumava intensificar os estudos, revisando aquelas matérias na qual estava mais inseguro. Contudo, na véspera do concurso sempre tentei descansar, para chegar mais relaxado e focado na hora da prova.

Estratégia: Se você tivesse que apontar ERROS em sua preparação (se é que houve), quais seriam? Diga-nos também quais foram os maiores ACERTOS?

Rafael: Quando comecei a estudar, eu não tinha uma área específica para estudar, o que acabava atrapalhando a concentração. A partir do momento em que arrumei um “cantinho dos estudos”, os estudos passaram a ser mais efetivos e os resultados muito mais satisfatórios. Definitivamente, esse foi meu maior acerto durante esta jornada.

Estratégia: O que foi mais difícil nessa caminhada rumo à aprovação? Chegou a pensar, por algum momento, em desistir? Se sim, como fez para seguir em frente?

Rafael: Concursos da área policial costumam ter diversas fases e, consequentemente, ser bastante longos, o que, em determinadas ocasiões, gera impaciência e desânimo.

Em alguns momentos, inevitavelmente, emergiu a ideia de desistir, mas o incentivo de meus familiares e minha namorada sempre me motivou a seguir em frente.

Estratégia: Qual foi sua principal motivação?

Rafael: Sempre convivi com pessoas bastante guerreiras e determinadas, dentre as quais destaco meus pais e minha namorada. O convívio com eles mostrava que desistir nunca seria uma alternativa viável.

Estratégia: Por fim, o que você aconselharia a alguém que está iniciando seus estudos para concurso. Deixe-nos sua mensagem para todos aqueles que um dia almejam chegar aonde você chegou!

Rafael: Primeiramente, ter em mente que concursos públicos atualmente são muito disputados, motivo pelo qual não se pode desistir ao ver que foi reprovado em determinado concurso. Além disso, vejo que é muito importante conviver com pessoas que tenham objetivos semelhantes aos seus e que te apoiem. O convívio com pessoas negativas e desinteressadas pode ser muito tóxico não só aos estudos, mas também para a vida social.

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