ENTREVISTA: Pedro Henrique Guimarães Costa - Aprovado no Concurso da Polícia Civil MG no cargo de Delegado

Entrevista:

ENTREVISTA: Pedro Henrique Guimarães Costa – Aprovado no Concurso da Polícia Civil MG no cargo de Delegado

“Para mim, não há um método certo ou mais eficaz. Acredito que cada um deve ter o seu método, o seu jeito e acreditar nele. Estudar deve se tornar algo natural, e não um sofrimento. Nos momentos de dificuldade, os quais inevitavelmente vão acontecer, é bom dar um tempo, espairecer, e depois voltar renovado, com maior foco no seu objetivo.”

Confira nossa entrevista com Pedro Henrique Guimarães Costa, aprovado no concurso da Polícia Civil de Minas Gerais no cargo de Delegado:

Estratégia Concursos: Conte-nos um pouco sobre você, para que nossos leitores possam te conhecer melhor. Qual sua idade? De onde você é?

Pedro Henrique Guimarães Costa: Meu nome é Pedro Henrique Guimarães Costa, tenho 25 anos e sou natural de Belo Horizonte/MG. Sou bacharel em direito pela Faculdade de Direito da UFMG, tendo colado grau em 2017. Atualmente, exerço a advocacia.

Estratégia: O que te levou a tomar a decisão de começar a estudar para concursos? Por que a área Policial?

Pedro: Durante minha trajetória acadêmica, fiz estágios em excelentes órgãos públicos, notadamente o MPMG e a PRMG/MPF. Assim, sempre me interessei pela carreira pública, em especial o Parquet. O concurso para Delegado de Polícia Civil de Minas Gerais foi o primeiro da área policial que prestei.

Estratégia: Durante sua caminhada como concurseiro você trabalhava e estudava (como conciliava trabalho e estudos?), ou se dedicava inteiramente aos estudos para concurso?

Pedro: Durante a maior parte do tempo me dedicava integralmente aos estudos. Entretanto, também advogava autonomamente, de modo que durante alguns períodos meu tempo de estudos diminuía drasticamente. Apesar disso, tentava manter a constância, mesmo que durante poucas horas por dia.

Estratégia: Quantos e em quais concursos já foi aprovado? Qual o último? Em qual cargo e em que colocação?

Pedro: Recentemente fui aprovado para o cargo de Analista do Ministério Público de São Paulo, na região da Capital. Ainda não há colocação, visto que o certame encontra-se em fase recursal, após o resultado da discursiva. Não obstante, acredito que estarei entre os nomeados na 1ª chamada.

Estratégia: Qual foi sua sensação ao ver seu nome na lista dos aprovados?

Pedro: Uma sensação de dever cumprido.

Estratégia: Como era sua vida social durante a preparação para concursos? Você saía com amigos, família, etc? Ou adotou uma postura radical, abdicando do convívio social?

Pedro: Nunca deixei de sair com meus amigos e família, apesar de que certas restrições são inevitáveis. Acredito que qualquer postura radical de abdicação total de diversão ou prazer no convívio social é absolutamente antinatural, tendendo a prejudicar mais que ajudar.

Estratégia: Você é casado? Tem filhos? Namora? Mora com seus pais? Sua família entendeu e apoiou sua caminhada como concurseiro? Se sim, de que forma?

Pedro: Sou solteiro, sem filhos e não namoro. Moro com meus pais, que sempre me encorajaram e apoiaram.

Estratégia: Você acha que vale a pena fazer outros concursos, com foco diferente daquele concurso que é realmente seu objetivo maior? (Se esse ainda não é o concurso dos seus sonhos, se possível, citar qual é se pretende continuar se preparando para alcançar esse objetivo)

Pedro: Acredito que toda oportunidade de concurso, desde que compatível com a área dos seus estudos, é válida. Pessoalmente, prestei o concurso para Delegado de Minas pelos pontos em comum com o concurso que desejo, Promotor de Justiça. Pretendo, assim, continuar estudando até alcançar esse objetivo final.

Estratégia: Você estudou por quanto tempo direcionado ao concurso em que foi aprovado?

Pedro: Especificamente para o concurso de Delegado de Polícia de Minas Gerais, 4 meses, mas já me encontrava estudando regularmente há 1 ano e 6 meses.

Estratégia: Durante a fase pré-edital, como fazia para manter a disciplina nos estudos?

Pedro: Tentava estudar sempre, todos os dias, ainda que por pouco tempo. Acredito que a chave é o foco, criar um hábito de estudo que se torne natural.

Estratégia: Que materiais você usou em sua preparação para o concurso? Aulas presenciais, telepresenciais, livros, cursos em PDF, videoaulas? Quais foram as principais vantagens e desvantagens de cada um?

Pedro: Utilizava livros de doutrina para as matérias principais, Direito Penal, Processo Penal, Constitucional, etc. Para matérias mais específicas, como Criminologia, busquei materiais mais sucintos e diretos, como, por exemplo, os cursos do Estratégia direcionados para o concurso de Delegado. Ademais, lia sempre a lei seca e informativos de jurisprudência. Acredito que a leitura de doutrina forma uma base muito forte, apesar de, em determinados momentos, ser bem maçante e demorada. Já a leitura da lei seca e informativos, entendo como absolutamente imprescindível, notadamente para as fases iniciais de qualquer concurso.

Estratégia: Como conheceu o Estratégia Concursos?

Pedro: Conheci pela internet, quando buscava materiais específicos para o concurso de Delegado de Polícia de Minas Gerais.

Estratégia: Uma das principais dificuldades de todo o concursando é a quantidade de assuntos que deve ser memorizada. Como você fez para estudar todo o conteúdo do concurso? Falando de modo mais específico: você estudava várias matérias ao mesmo tempo? Quantas? Costumava fazer resumos? Focava mais em exercícios, ou na leitura e releitura da teoria? Como montou seu plano de estudos? Quantas horas por dia costumava estudar?

Pedro: Estudava, geralmente, uma ou duas matérias por dia. Gostava de manter as mesmas matérias durante uma semana, até esgotar o conteúdo do edital. Não fazia resumos, mas costumava grifar as partes importantes dos livros doutrinários, com vistas à posterior revisão. Ao final, fazia exercícios, os quais entendo serem uma das melhores formas de revisão do conteúdo. Lia os livros de capa a capa e ia relendo, após, as partes grifadas. Tentava manter o estudo diário por volta de 04 a 06 horas, às vezes menos e outras, mais.

Estratégia: Você tinha mais dificuldades em alguma(s) disciplina(s)? Quais? Como você fez para superar estas dificuldades?

Pedro: Matérias como criminologia e medicina legal foram mais complicadas, pois eram inéditas para mim. Assim, busquei adquirir materiais específicos e direcionados para o conteúdo cobrado no concurso.

Estratégia: A reta final é sempre um período estressante. Como foi sua rotina de estudos na semana que antecedeu a prova? E véspera de prova: foi dia de descanso ou dia de estudo?

Pedro: Na semana antes da prova, apenas li a lei seca, súmulas dos Tribunais Superiores e fiz exercícios. Na véspera da prova, relaxei, não tendo encostado em qualquer material.

Estratégia: No seu concurso, tivemos, além das provas objetivas, as provas discursivas. Como foi seu estudo para esta importante parte do certame? O que você aconselha?

Pedro: Meu estudo para a discursiva foi focado na doutrina e jurisprudência. Recomendo, também, a resolução de questões e a produção de peças práticas, dependendo do exigido no Edital, notadamente provas antigas do concurso.

Estratégia: Como foi sua preparação para o TAF? E para a prova oral?

Pedro: O TAF de Delegado de Minas não é tão complicado, então treinei por conta própria. Para a oral, continuei lendo doutrina, além de fazer um curso específico em Belo Horizonte.

Estratégia: Se você tivesse que apontar ERROS em sua preparação (se é que houve), quais seriam? Diga-nos também quais foram os maiores ACERTOS?

Pedro: Os erros foram ter pecado na revisão, que acredito facilita, e muito o aprendizado principalmente para as fases iniciais. E meu maior acerto foi ter criado um hábito de estudos, sem o qual acredito que não teria conseguido lograr êxito.

Estratégia: O que foi mais difícil nessa caminhada rumo à aprovação? Chegou a pensar, por algum momento, em desistir? Se sim, como fez para seguir em frente?

Pedro: Acho bastante difícil lidar com a ansiedade dos resultados, porém nunca pensei em desistir.

Estratégia: Qual foi sua principal motivação?

Pedro: Minha principal motivação era ver, ao final, meu nome na lista de aprovados.

Estratégia: Por fim, o que você aconselharia a alguém que está iniciando seus estudos para concurso. Deixe-nos sua mensagem para todos aqueles que um dia almejam chegar onde você chegou!

Pedro: Para mim, não há um método certo ou mais eficaz. Acredito que cada um deve ter o seu método, o seu jeito e acreditar nele. Estudar deve se tornar algo natural, e não um sofrimento. Nos momentos de dificuldade, os quais inevitavelmente vão acontecer, é bom dar um tempo, espairecer, e depois voltar renovado, com maior foco no seu objetivo.

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