Entrevista: Giuseppe Iennaco - Aprovado no concurso da Polícia Civil de Minas Gerais para o cargo de Delegado

Entrevista:

Entrevista: Giuseppe Iennaco – Aprovado no concurso da Polícia Civil de Minas Gerais para o cargo de Delegado

“Demorei 8 anos para realizar meu objetivo. Devo isso à disciplina e à paciência.  Não desistam. Concurso não é só para gênios ou para pessoas que sempre se deram bem nas avaliações escolares. Concurso é para quem se dedica de forma organizada e disciplinada. É para quem não se abala e aprende com os inúmeros percalços, desafios e derrotas que fatalmente farão parte do processo. Desistir jamais pode ser uma opção”

Confira nossa entrevista com Giuseppe Iennaco, aprovado no concurso da Polícia Civil de Minas Gerais para o cargo de Delegado:

Conte-nos um pouco sobre você, para que nossos leitores possam te conhecer melhor. Qual sua idade? De onde você é?

Chamo-me Giuseppe Schettini Iennaco, tenho 33 anos. Sou natural de Leopoldina/MG, tendo cursado Direito na UFJF (Universidade Federal de Juiz de Fora), local no qual também realizei minha especialização em Ciências Criminais.

O que te levou a tomar a decisão de começar a estudar para concursos? Por que a área Policial?

Desde antes de ser aprovado no vestibular já possuía o desejo de ser delegado de polícia; desejo esse encetado pelo exemplo que tinha em casa ( um primo que fora delegado de polícia). Acompanhando os relatos deste primo acerca da dinâmica e relevância social da atividade policial, comecei a refletir vocacionalmente para a carreira de delegado. Portanto, ingressei na UFJF com esse objetivo.  Para ingressar na federal também foi uma luta. Após 2 anos de muito estudo, logrei a aprovação. Durante a faculdade não estudei focado em concursos; o objetivo era aprender a raciocinar utilizando as ferramentas que o curso ofertava. Nessa ocasião li doutrinas densas (não necessariamente voltadas a concursos). Foi um período no qual formei uma base doutrinária sólida, que, posteriormente, foi útil nas provas dissertativas.

Durante sua caminhada como concurseiro, você trabalhava e estudava (como conciliava trabalho e estudos?), ou se dedicava inteiramente aos estudos para concurso?

Advoguei por um período, até pela necessidade de comprovar a prática jurídica, requisito exigido em alguns editais voltados ao cargo de Delegado de polícia. Metade do período de estudo foi de conciliação das atividades de “concurseiro” e advogado. Outra metade foi dedicada inteiramente aos estudos; foi, certamente, o período mais difícil, já que a cobrança pessoal e de terceiros era uma constante.

Quantos e em quais concursos já foi aprovado? Qual o último? Em qual cargo e em que colocação?

Antes de ser aprovado no concurso de delegado em MG, tive experiências com aprovações e muitas reprovações em outros Estados.  Reprovei-me em mais de oito (8) concursos de delegado até ser aprovado; experimentei reprovações nos Estados de MG (2011) , SP (2011), MA (2012) , ES (2 reprovações), SC (2014), DF (2014), RJ (2011) etc.  

Em 2013 comecei a colher os frutos da labuta sobre os livros; cheguei ao TAF de delegado/GO, após passar pelas fases objetiva e discursiva e estar bem classificado, mas infelizmente uma lesão comprometeu meu rendimento nos treinos, o que levou à minha reprovação no teste de Cooper (2400); no mesmo ano, logrei aprovação no concurso de delegado/PR. Apesar de aprovado, fiquei classificado na posição 217 (foram previstas 26 vagas no edital e chamaram cerca de 190 candidatos). Deu-se o encerramento do prazo de validade do concurso em abril de 2018 e o Estado não nomeou todos os aprovados. Essa, sem dúvida, foi a experiência mais traumática pela qual passei nessa vida de ‘concurseiro’, superando a reprovação no TAF em GO; a sensação de morrer na praia após enfrentar um mar revolto, se fez presente diuturnamente.

Apesar das dificuldades e de bater na trave, não desisti. Em 2018 saíram os editais de MG, SP e RS (de 2013 a 2018 experimentamos um período de poucos concursos; cheguei a fazer um de técnico administrativo do TRF-1, no qual fui aprovado). Resolvi encarar essas provas. Infelizmente não pude realizar a prova de GO (edital de 2018), já que a primeira fase coincidiu com a segunda fase de MG; optei por fazer MG, já que estava numa fase mais adiantada. Fui aprovado dentro das vagas previstas no edital de MG ( 46º, aguardando nomeação), estou na oral em SP (prova em 31/07/2019)  e aguardando o TAF no RS. Se tivesse desistido…..

Qual foi sua sensação ao ver seu nome na lista dos aprovados?

A sensação de ser aprovado dentro das vagas é de felicidade plena; ter o direito subjetivo de ser nomeado no cargo almejado, não tem preço. A aprovação dá uma sensação de dever cumprido e de que tudo valeu a pena.

Como era sua vida social durante a preparação para concursos? Você saía com amigos, família, etc? Ou adotou uma postura radical, abdicando do convívio social?

Sempre fui bastante caseiro. Deixava um dia da semana para relaxar (salvo em vésperas de provas). O objetivo sempre foi estudar no mínimo 6h líquidas por dia (o que viesse a mais era lucro). Quando não conseguia esse objetivo, utilizava o dia de lazer para compensar. Acredito que devemos manter uma rotina de estudos sadia, sem extremos, buscando conciliar a labuta sobre os livros com o convívio com as pessoas queridas; com disciplina é possível alcançar o equilíbrio.

Você é casado? Tem filhos? Namora? Mora com seus pais? Sua família entendeu e apoiou sua caminhada como concurseiro? Se sim, de que forma?

Sou casado desde 2014, após 4 anos de formado. Minha família e esposa sempre me apoiaram, seja respeitando minhas horas de estudo, seja prestando algum auxílio, inclusive material, quando os dispendiosos concursos requerem.

Você acha que vale a pena fazer outros concursos, com foco diferente daquele concurso que é realmente seu objetivo maior? (Se esse ainda não é o concurso dos seus sonhos, se possível, citar qual é se pretende continuar se preparando para alcançar esse objetivo)

Quanto a fazer outros concursos além daquele que é o objetivo maior, penso que depende da realidade de cada um. A realização de um concurso é dispendiosa. Quem não possui amparo econômico e se dedica exclusivamente aos estudos, tem mais dificuldade de seguir por muito tempo só estudando. Nesse caso, é interessante realizar concursos “escada”; para a área policial, quem pretende ser delegado, pode realizar concursos para as demais carreiras policiais, por exemplo.

Já quem tem condições de se manter como “concurseiro” por alguns anos, o estudo focado no cargo almejado é essencial; o grande segredo da aprovação é a constância nos estudos, de modo que focar num cargo permite que as matérias específicas do edital sejam revisitadas, o que facilita a compreensão  da matéria e a memorização do conteúdo. Cheguei a prestar o concurso de técnico do TRF-1, mas ainda não fui nomeado; a ideia era utilizá-lo como concurso “meio”. Felizmente angariei aprovação no cargo almejado, de modo que não pretendo mais prestar outros concursos.

Você estudou por quanto tempo direcionado ao concurso em que foi aprovado?

Formei-me no segundo semestre de 2010.  No mesmo ano fui aprovado na OAB. Em 2011, Comecei a estudar, de fato, focando no cargo perseguido (Delegado de Polícia).  Desde o início dos estudos para o concurso almejado, até a efetiva aprovação “dentro das vagas” previstas no edital, passaram-se 8 anos. Até a aprovação para Delegado/PR, passaram-se 2 anos, mas , a aprovação dentro das vagas, gerando direito subjetivo à nomeação, só se deu 8 anos após iniciar os estudos para concursos.

Durante a fase pré-edital, como fazia para manter a disciplina nos estudos?

A publicação de um edital, em si, já é uma baita motivação que ajuda muito a manter-se disciplinado. O grande problema são os períodos nos quais não há nenhum edital publicado. Nesse caso, a disciplina dependerá de muita força de vontade.  Minha maior motivação era a ausência de um plano B. Ou eu passava no cargo pretendido, ou eu passava; não tinha para onde correr. Isso me motivou bastante, tanto, que permaneci firme por quase uma década de estudos.

Que materiais você usou em sua preparação para o concurso? Aulas presenciais, telepresenciais, livros, cursos em PDF, videoaulas? Quais foram as principais vantagens e desvantagens de cada um?

Utilizei basicamente livros e apostilas (PDF); não sou afeito a aulas presenciais ou telepresenciais, já que demandam um tempo que pode ser melhor aproveitado com a leitura de obras ou apostilas.

Como conheceu o Estratégia Concursos?

Conheci o Estratégia pela necessidade de adquirir um material menos denso (sem perder a completude) e confiável. Amigos indicaram-me o curso e adquiri algumas apostilas. O material apostilado é confiável e serviu para que eu pudesse realizar as revisões propostas, essenciais para a aprovação.

Uma das principais dificuldades de todo o concursando é a quantidade de assuntos que deve ser memorizada. Como você fez para estudar todo o conteúdo do concurso? Falando de modo mais específico: você estudava várias matérias ao mesmo tempo? Quantas? Costumava fazer resumos? Focava mais em exercícios, ou na leitura e releitura da teoria? Como montou seu plano de estudos? Quantas horas por dia costumava estudar?

Nestes 8 anos dedicados à realização de um objetivo, experimentei diversos métodos de estudo; relatarei aquele que me auxiliou. Importante ressaltar que não existe um método infalível; o método de estudo é muito pessoal e o que pode funcionar para um, talvez não funcione para outro. Os instrumentos imprescindíveis para uma preparação eficiente são: doutrina, jurisprudência, exercícios e o principal deles, a revisão.  

Quanto a doutrina, busquei utilizar um livro base de cada matéria (aqui é muito pessoal, porém indico livros que sejam direcionados para concursos). Quanto à jurisprudência, acompanhei o site do Dizer o Direito e quanto às questões de concurso, utilizei o site Qconcursos.

A revisão, certamente, é a parte mais importante da preparação para concursos. É ela que permite a memorização do conteúdo que será cobrado nas provas. É aqui que o material do Estratégia se mostra muito eficaz. Para revisar o conteúdo de determinada matéria eu grifava e relia os grifos das obras doutrinárias. Além do livro, gostava de ter um material mais resumido, sem deixar de ser completo, como instrumento de revisão.  Aqui indico cadernos de algum curso (de preferência feito por você mesmo) ou apostilas (o material do Estratégia é excelente).  Para melhor compreensão da matéria, eu resumia o material da apostila ou caderno  em fichas. Como o caderno ou apostila condensava de forma mais objetiva o conteúdo das obras doutrinárias, nas fichas eu colocava aquilo que era realmente essencial , de forma que reduzia pela metade a gama de informações.  Com a utilização dos grifos dos livros, eu não relia as obras inteiras e com a utilização das fichas, eu não relia mais os cadernos ou apostilas; isso foi imprescindível para que eu ganhasse tempo nas fases orais e discursivas.

No início dos estudos, até grifar as obras e montar as fichas, estudava 2 matérias por dia. Após dois anos fazendo isso, dediquei-me a uma matéria por dia, concentrando-me nas revisões dos grifos e fichas. Estudava de 6 a 9 horas líquidas por dia; nos 4 primeiros anos conciliei com a advocacia, então, com muita dificuldade, conseguia 5h líquidas.

Você tinha mais dificuldades em alguma(s) disciplina(s)? Quais? Como você fez para superar estas dificuldades?

 Não tive dificuldades com nenhuma disciplina cobrada nos certames para delegado. Felizmente, não tive que estudar comercial (rs).

A reta final é sempre um período estressante. Como foi sua rotina de estudos na semana que antecedeu a prova? E véspera de prova: foi dia de descanso ou dia de estudo?

Particularmente a ansiedade me trava em vésperas de prova; tinha dificuldade de ler o meu material. Na semana que antecedia a prova objetiva, por exemplo, eu  lia os artigos que tinham os asteriscos (os artigos que havia destacado por serem cobrados nas questões; método listado abaixo) e fazia questões. Na semana que antecedia a prova discursiva ou oral, focava nos grifos e fichas. No dia anterior à prova eu não estudava, apenas descansava.

No seu concurso, tivemos, além das provas objetivas, as provas discursivas. Como foi seu estudo para esta importante parte do certame? O que você aconselha?

Antes de mencionar o método de estudo que utilizei para a fase discursiva, convém tecer comentários em relação à preparação para a prova objetiva, até porque não fiz um estudo segmentado; desde a preparação para a objetiva, já estudava para a discursiva, mas dando preponderância àquela.

Preparação para  a fase objetiva: não fiz uma preparação exclusiva para essa fase. Já neste momento dos estudos, grifava meus livros e resumia as apostilas ou cadernos em fichas. Contudo, dividi meu tempo de forma a dar preponderância à letra da lei e aos exercícios; metade do tempo destinava aos grifos e a outra metade, à lei e aos exercícios.  

Quanto ao estudo da lei, eu conjugava com exercícios; lia determinado número de artigos e após resolvia questões relacionadas à matéria estudada na lei. Quando o exercício cobrava determinado artigo, eu voltava ao Vade Mecum e marcava com um asterisco o artigo cobrado. Quando relia o Vade Mecum, muitos dos artigos estavam com vários asteriscos, o que me deixava mais alerta em relação àqueles que tinham mais chances de serem cobrados. Não tinha um número determinado de questões a serem feitas por dia, mas tentava fazer o máximo possível. Em relação a jurisprudência, tirava 45 minutos diários para seu estudo.

Fase discursiva:  ao chegar nessa fase, continuei a grifar os livros e a resumir em fichas os cadernos ou apostilas. Como já vinha adotando esse método desde a prova objetiva, neste momento  eu concentrava os esforços para dar fim à leitura de todos os livros e cadernos. Na semana que antecedia as provas, eu relia os grifos e as fichas à exaustão; não cheguei a fazer questões em casa. Adquiri livros de questões comentadas e tentava resolvê-las mentalmente. Meu objetivo principal era reler o material que reduzi em grifos e fichas de modo a memorizá-los. No tempo livre, lia textos e artigos da internet (recomendo o site conjur).

Como foi sua preparação para o TAF? E para a prova oral?

Realizei duas provas orais, em MG e RS; a prova em SP foi marcada para julho de 2019. Para essa fase fiz um curso de oratória; esse curso ensinou-me técnicas de postura e comportamento perante uma banca examinadora. Nessa fase, o importante é saber verbalizar de forma clara, objetiva e precisa o conteúdo que você já tem e que foi adquirido no estudo das fases anteriores. Aqui eu utilizei exclusivamente as minhas fichas. Importante também treinar a verbalização do conteúdo; eu treinava com um colega ou perante o espelho mesmo, de forma a simular de fato a prova oral.

Importante ressaltar que nessa fase obtive notas razoáveis, que não fizeram que eu ganhasse posições e nem as perdesse. Reputo meu desempenho nessa fase satisfatório, principalmente porque sempre fui bastante tímido. Conheço pessoas que deixam de fazer determinado concurso por existir a fase oral; eu mesmo duvidava que um dia conseguiria passar dessa fase. Aos amigos tímidos digo que é possível; basta treinar bastante as arguições orais e principalmente a autoconfiança.

Quanto ao TAF o segredo aqui é manter-se dentro do peso (é muito mais fácil correr ou pular quando se está  leve) e não ser sedentário. Reserve ao menos 3 dias na semana para atividades esportivas. Malogrei no TAF de Goiás porque não tomei essa precaução; o excesso de peso e os treinamentos  intensos ocasionaram uma lesão que me fez correr apenas 2 km dos 2,4 necessários à aprovação.

Se você tivesse que apontar ERROS em sua preparação (se é que houve), quais seriam? Diga-nos também quais foram os maiores ACERTOS?

O meu maior erro nesses anos de estudo, certamente, foi não ter confiado que a aprovação era possível. Eu realizei os primeiros concursos com a intenção de “aprender” para os concursos vindouros; não ia para as provas com a intenção e vontade de passar, vez que acreditava não estar ainda preparado. Temos que ir para as provas, mesmo as primeiras, com vontade de passar; a atitude de vencedor faz muita diferença, dá muita confiança  e isso é essencial. Nas provas em que fui aprovado, a confiança de que era possível e de que eu estava preparado naquele momento, foram cruciais para a aprovação.

Já o meu maior acerto, além de adquirir mais confiança em mim mesmo, foi fazer as revisões. Revisitar matérias de forma incansável facilita a memorização.

O que foi mais difícil nessa caminhada rumo à aprovação? Chegou a pensar, por algum momento, em desistir? Se sim, como fez para seguir em frente?

Aos amigos que estão nesse momento estudando para concurso, sugiro que não desistam.  Com 2 anos de estudo pensei ter realizado meu sonho, porém não imaginava que uma lesão (TAF em GO) e um governo irresponsável (administração Beto Richa no PR) frustrariam minhas expectativas.  Muitos teriam desistido no meu lugar. Porém, após 6 anos desses reveses e após 8 anos desde o dia em que comecei a estudar para concursos, realizei meu sonho; fui aprovado para o cargo de delegado de polícia em MG e estou em fases avançadas de outros dois certames  de delegado (SP e RS).

Nesse período, pensei em desistir várias vezes, mas tudo ficou no campo da cogitação; quando cansava, retirava 1 semana de descanso e voltava na semana seguinte com sangue nos olhos. Não tinha um plano B; entrei nessa batalha e só admitia um resultado como possível: a aprovação.

Qual foi sua principal motivação?

Motivação é uma coisa muito pessoal. Particularmente ver-me feliz, realizando uma atividade prazerosa e que gerasse recursos bastantes para ter uma vida simples e tranquila (sem os dissabores da falta de estabilidade) era minha motivação.

Por fim, o que você aconselharia a alguém que está iniciando seus estudos para concurso. Deixe-nos sua mensagem para todos aqueles que um dia almejam chegar aonde você chegou!

Demorei 8 anos para realizar meu objetivo. Devo isso à disciplina e à paciência.  Não desistam. Concurso não é só para gênios ou para pessoas que sempre se deram bem nas avaliações escolares. Concurso é para quem se dedica de forma organizada e disciplinada. É para quem não se abala e aprende com os inúmeros percalços, desafios e derrotas que fatalmente farão parte do processo. Desistir jamais pode ser uma opção.

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