Aprovada!Veja o depoimento de Larissa Braz, aprovada no concurso AFRFB

Entrevista:

Larissa Braz – Aprovada no concurso para Auditor Fiscal da Receita Federal/2014

“Sem dúvida, o mais difícil foi ter que me afastar das pessoas, especialmente da minha filha. Houve dias em que a deixei na casa da minha mãe, ela chorando e eu saindo de lá chorando também; outros dias ainda em que ela queria atenção e o que eu podia dar era pouco, ficava procurando distrações para ela”

O que é mais difícil na caminhada como concurseiro: abrir mão de uma vida social plena? Abrir mão de passar mais tempo ao lado das pessoas que ama? Conseguir ter foco e disciplina? ou conseguir superar as reprovações? Na verdade, acho que não existe nada fácil, ou menos difícil, na vida de quem se dedica a ser aprovado em um concurso público. E na trajetória da psicóloga Larissa Braz não foi diferente.

Larissa precisou abrir mão de tudo para se dedicar aos estudos, inclusive de passar mais tempo ao lado de sua filha. Ela passou por decepções, por momentos de angústia e pensou até em desistir. Mas a vontade de ter uma profissão estável e poder proporcionar a sua família uma qualidade de vida melhor, falou mais alto. E foi com muita força de vontade que ela seguiu em frente e atingiu seu maior objetivo: ser aprovada no concurso da Receita Federal para o cargo de Auditor Fiscal.

Confira o depoimento de Larissa Braz e veja que não existem obstáculos para quem, de fato, deseja ter um sonho realizado.

Estratégia Concursos: Conte-nos um pouco sobre você, para que nosso leitor possa te conhecer melhor. Você é formado em que área? Trabalhava e estudava, ou se dedicava inteiramente aos estudos? Quantos e quais concursos já foi aprovada? Qual o último?

Larissa Braz: Sou formada em Psicologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). Como não tenho nenhuma afinidade especial com nenhuma área, logo que me formei, em 2005, fiquei um tanto perdida, até que encontrei um edital de concurso para psicólogo do Tribunal de Justiça de SP e decidi fazê-lo. O salário era razoável para os parâmetros da profissão, e isso sempre foi importante para mim. Passei dentro das vagas, mas nunca saiu a nomeação. Foi esse concurso que me inspirou a entrar no mundo dos concursos, mas depois disso decidi que não ia tentar concursos em Psicologia.

Em seguida, engravidei e decidi esperar a nomeação, curtir a gravidez, minha filha, e assim fiquei por mais de dois anos. Quando decidi largar a vida de mãe com dedicação exclusiva, decidi estudar para tribunais, mas estudava quase nada e frequentava aulas (nessa época, fiz concursos para TRT’s – nenhuma aprovação).

Apenas depois que ela entrou na escola, já em 2009, comecei a estudar num ritmo melhor. Saiu o edital do concurso para Assistente Técnico Administrativo do Ministério da Fazenda, e como as únicas matérias que eu nunca tinha estudado eram direito tributário e previdenciário, decidi tentar e fui aprovada como excedente, tendo tomado posse em meados de 2010, permanecendo no cargo até hoje. Logo que tomei posse, dei uma relaxada e fiquei sem estudar até o início de 2012.

Ao longo de 2011, com o contato com os colegas, decidi mudar de área e me dedicar à área fiscal. Como tinha algumas viagens planejadas, me programei para voltar aos estudos em janeiro de 2012, obtendo agora a tão sonhada aprovação.

Estratégia: Como era sua vida social durante a preparação para concursos? Você saía com amigos, família, etc? Ou adotou uma postura radical, abdicando do convívio social para passar no concurso o mais rápido possível?

Larissa: Na época em que estudava para tribunais, eu não abri mão de muita coisa, e nem sabia como fazer isso. Precisei aprofundar minha convivência com pessoas que já tinham passado por isso para ter noção do tanto que precisaria focar nos estudos.

Quando comecei a estudar para a área fiscal, passei a abdicar da convivência com família, amigos, passeios, viagens… Durante esse período, quando não havia nenhum edital previsto e eu tinha tempo, programava alguma viagem curta para mudar os ares, desopilar, desenferrujar, e vivia esse descanso intensamente para retomar o pique.

Estratégia: Ao longo de sua jornada, você tentou outros concursos, para treinar e se manter com uma alta motivação ou decidiu manter o foco apenas naquele concurso que era o seu sonho? Você acha que vale a pena fazer outros concursos, com foco diferente daquele concurso que é realmente seu objetivo maior? 

Larissa: Primeiramente, sendo realista, um dos critérios que envolveu minha decisão pela área fiscal foi o financeiro, então desde o início eu tinha em mente focar nessa área e arriscar outros concursos cujas matérias a serem estudadas fossem similares. Acho válido tentar alguns concursos diferentes do objetivo maior, desde que o candidato não se afaste muito do foco quanto ao conteúdo a ser estudado.

Em 2012, logo que comecei a estudar, fiz o concurso do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), porém sem grandes ambições, considerando que estava fazendo um curso telepresencial para concurso da Receita Federal e não pretendia sair do foco, já que mal tinha iniciado. Em seguida, tentei o AFRFB, tendo ficado de fora por quatro pontos. Depois, tentei o da Secretaria do Tesouro Nacional (STN) em 2013. Cheguei a fazer a prova discursiva, e fiquei fora dos aprovados por 0,75. Observava que estava me aproximando cada vez mais da aprovação e cada vez mais eu me cobrava.

Como prefiro estudar com edital, decidi fazer o concurso do Tribunal de Contas da União em 2013, mas esse foi uma grande decepção, do tipo difícil de ultrapassar. Não consegui estudar as matérias que desconhecia e praticar a resolução de questões do CESPE, já que todos os anteriores foram organizados pela ESAF. Tive um rendimento muito abaixo do que esperava, considerando e evolução que eu me via ter ao longo do tempo.

Agora, com a aprovação como AFRFB, pretendo me aposentar da vida de concurseira. Posso até mudar de ideia, mas, por hora, estou parando de estudar para concursos.

Estratégia: Você estudou por quanto tempo, contando toda a sua preparação? Durante este tempo de estudo, como você fazia para manter a disciplina nos estudos mesmo naqueles períodos em que não havia edital na mão?

Larissa: Divido meus estudos em duas fases. Enquanto eu estudava para tribunais, o estudo era entre idas e vindas, não tenho isso bem definido, talvez algo na faixa de um ano, e esse período me deu uma boa base em direito constitucional e administrativo (dentro do que pode ser aproveitado para a área fiscal).

Já do início dos estudos para a área fiscal até a aprovação, foram dois anos e quatro meses.

Entre uma prova e a autorização do concurso seguinte, sempre aliviava um pouco o ritmo de estudos: uma ou duas semanas de folga após cada prova, tentando sempre viajar nesse período; em seguida, retomava os estudos, mas tentava dormir bem, passar um tempinho cotidianamente com minha filha; e assim que saía autorização, me dedicava aos estudos com intensidade máxima, delegava o máximo que podia, diminuía as horas de sono. Sem exagero, até os banhos por dia foram reduzidos – um é suficiente.

Estratégia: Que materiais você usou em sua preparação para o concurso? Aulas presenciais, telepresenciais, livros, cursos em PDF, videoaulas? Quais foram as principais vantagens e desvantagens de cada um?

Larissa: Para iniciar, fiz um curso telepresencial, que me ajudou a construir uma base em todas as matérias. Como alguns professores forneciam um material bom, estudava por esse material; em relação àqueles cujo material tinha qualidade inferior, procurei outros materiais, livros ou cursos em PDF, a depender da matéria.

Após o fim desse curso, fiquei estudando com base principalmente em livros, optando por cursos em PDF para algumas matérias. Usava videoaulas eventualmente para alguma matéria em que tivesse mais dificuldade.

Por fim, após o edital, surgiu um curso presencial que julguei valer a pena e me matriculei. De fato, ajudou muito.

Me dou muitíssimo bem com aulas, principalmente se assistir a aula e for anotando tudo o que houver de importante. Minha capacidade de assimilar é imensamente otimizada assim.

No entanto, não há tempo de aula no mundo que cubra todo o assunto. Acho mais fácil cobrir mais assuntos com a leitura de materiais de boas fontes, sejam livros ou cursos, então a maior parte dos meus estudos foi com leitura.

Sites de resolução de questões com comentários foram parte importante dos meus estudos. Fiz uso deles desde que comecei a estudar até a prova.

Fundamental ainda foi acompanhar as decisões do STF e STJ, tendo mantido esse hábito até perto das provas.

Estratégia: Uma das principais dificuldades de todo o concursando é a quantidade de assuntos que deve ser memorizada. Como você fez para estudar todo o conteúdo do concurso? Falando de modo mais específico: você estudava várias matérias ao mesmo tempo? Quantas? Costumava fazer resumos? Focava mais em exercícios, ou na leitura e re-leitura da teoria?

Larissa: Diferentemente do que ocorre com a maioria dos concurseiros, desorganização é comigo mesmo, então meu estudo era extremamente caótico. O único período em que consegui estudar várias matérias ao mesmo tempo de maneira organizada foi enquanto fazia o curso telepresencial, época em que me obrigava a estudar o assunto antes de cada aula.

Depois disso, passei a estudar uma matéria por vez, do início ao fim, e revisar resolvendo questões. Enquanto estudava, rabiscava, fazia anotações, mas apenas com a função de ajudar na fixação do assunto. Poucas vezes usei minhas anotações para revisão, sempre preferi revisar com questões.

Apesar da minha extrema falta de organização, consigo avaliar bem como está indo minha preparação através da resolução de questões. Era com base nisso que eu definia quais assuntos mereciam uma releitura integral, uma revisão mais rápida, um aprofundamento em jurisprudência…

Estratégia: De onde veio a confiança de que uma das vagas seria sua? E, ainda, de onde veio a motivação para se preparar?

Larissa: Foi observando as pessoas ao redor que eu me convenci que o único segredo para passar era estudar, estudar e estudar, e foi com isso que trilhei meu caminho. Percebi que a única coisa que poderia me levar à aprovação seria o manter o foco, abrir mão, sentar e estudar.

Passar em um concurso público deste nível estava de acordo com o que eu vislumbrava para a minha vida: bons salários e estabilidade trazendo uma vida confortável para mim e minha família.

Havia, então, duas coisas em que pensava para manter o ânimo e seguir firme no objetivo: me imaginar no futuro com as condições que eu desenhava e ver meu nome na lista de aprovados. Pensava nisso cotidianamente. Houve épocas em que chorava quase todo dia uns cinco minutinhos (filha chorando sem querer ficar longe, cansaço, momentos de pessimismo e outros motivos mais), mas aí pensava nisso, retomava forças, enxugava as lágrimas, comia um chocolate/sorvete/qualquer besteira que me agradasse, para em seguida voltar aos estudos… um momento de extravasar para retomar o ritmo.

Estratégia: Você tinha mais dificuldades em alguma(s) disciplina(s)? Quais? Como você fez para superar estas dificuldades?

Larissa: O aspecto ter dificuldade nunca foi muito levado em consideração por mim. Contabilidade é difícil? Talvez, mas mergulhei de cabeça e aprendi a gostar, e assim foi com todas as matérias.

O que eu achava mais complicado era estudar algumas matérias que considerava massantes. Ainda que não seja difícil, é cansativo, rende pouco. Auditoria se encaixava nesse perfil: o estudo parece que não sai do canto. Quando começava a desanimar por me sentir estagnada, intercalava algum assunto que fluísse melhor, mas isso era exceção, pois, como já disse, tenho dificuldades para me organizar (e nisso seguida muito meu “feeling”).

Outra matéria que não acho difícil, mas em algumas provas me saí pior do que o esperado é direito administrativo – possui uma gama enorme de normas, jurisprudência para todos os lados, de fato exploradas pelas bancas. O rendimento acabou ficando muitas vezes aquém do esperado, e em relação a isso, houve muito esforço, mas também sorte por ter conseguido pelo menos os 40% necessários para ultrapassar o corte (foi a única matéria em que fiquei no limite cravado no concurso).

Estratégia: A reta final é sempre um período estressante. Como você levou seus estudos neste período? Você se concentrava nas matérias de maior peso ou distribuía seus estudos de maneira mais homogênea? Focava mais na re-leitura, em resumos, em exercícios, etc ?

Larissa: Em todos os concursos que fiz, tentei focar na resolução de questões na reta final. Acho uma ótima maneira de revisar, além de pegar o jeito da banca. Ler, reler, revisar, só se sentisse necessidade em algum assunto específico ou precisasse fechar algum assunto não finalizado.

Como o cansaço começa a bater mais forte, tentava também aproveitar o momento para ler leis. Lia alguns artigos… Cansei? Parava e mudava. Lia estritamente o tempo que julgava assimilar bem, e o mais literalmente possível, os dispositivos.

Especificamente em relação a esse concurso, como já trazia uma bagagem comigo e tudo correu muito rapidamente da autorização à prova, optei por estudar quase exclusivamente as matérias de maior peso. Foi uma aposta que deu certo, mas só ousei fazer isso porque estava razoavelmente preparada nas matérias de conhecimentos gerais. Se não fosse assim, correria o risco de me sair bem na prova de conhecimentos específicos e ficar abaixo do ponto de corte em alguma matéria.

Estratégia: Na semana da prova, nós sempre observamos vários candidatos assumindo uma verdadeira maratona de estudos (estudando intensamente dia e noite). Por outro lado, também vemos concurseiros que preferem desacelerar um pouco, para chegar no dia da prova com a mente mais descansada. O que você aconselha?

Larissa: Eu estudava até o último minuto ou até o meu limite. Na última semana, tive momentos de começar a errar tudo o que respondia. Nessa circunstância, duas vezes parei e fui dar uma caminhada. Voltava para casa com a cabeça melhor, rendia melhor, mas a folga era somente essa. Não cheguei a sentir necessidade de relaxar mais que isso. Na hora da prova, levava material, revisava alguma coisa, olhava o mundo ao redor; lia mais um pontinho, cumprimentava algum conhecido que passasse. Enfim, tentava fazer meu tempo render, mas sem ficar esgotada.

Nessa trajetória, aprendi a encontrar meu ponto de equilíbrio, ou no mínimo de menos loucura (porque é uma loucura, é muita pressão). Tive a ajuda de muita gente para conseguir manter família, estudar, trabalhar. Marido, filha, mãe, pai, irmã, empregada… ao longo desses anos, todas essas pessoas me ajudaram, apesar de ter a convivência comigo restringida. Por isso, eu me cobrava, e muito! Nunca tinha tido enxaqueca, passei a tê-las com certa frequência (e tenho histórias, no plural mesmo, para contar só em torno disso). Do nada, o coração começava a bater acelerado. Dores nas costas, nas pernas. No início, em diversos momentos, isso interferiu no que meu estudo rendia. Depois, aprendi a contornar parte dos males que o stress me trazia, de modo que o estudo começou a render melhor.

Estratégia: No seu concurso, tivemos, além das provas objetivas, as provas discursivas. Como foi seu estudo para esta importante parte do certame? O que você aconselha?

Larissa: Para esse concurso especificamente, não cheguei a fazer nenhum curso de discursivas. Tinha feito anteriormente para o concurso da STN e do TCU, e como o tempo para estudar era curto, optei por focar em estudar o conteúdo. Os cursos anteriores, bem como os concursos, me fizeram aprender muito. Aprendi com o conteúdo dos cursos e erros e acertos no concurso, e algo me dizia que era melhor fixar bem o conteúdo.

Não escrevi um único texto para praticar. Deu certo, mas, mais uma vez, a decisão levou em consideração a bagagem. É fundamental saber o que a banca quer que você escreva, como ela quer que seja escrito… e isso adquiri nos cursos. Os erros me ensinaram o que não fazer na discursiva, bem como me ensinaram que de nada adianta eu escrever uma linda redação se não tiver pontos suficientes na objetiva para tê-la corrigida.

Estratégia: Se você tivesse que apontar ERROS em sua preparação (se é que houve), quais seriam? Diga-nos também quais foram os maiores ACERTOS?

Larissa: Logo no início, enquanto estava no curso telepresencial, tive aulas com um professor cujo proveito foi quase nada. Assisti a várias aulas para chegar à conclusão que não valia a pena já no final. Perda de tempo, mas passou.

Já um pouco mais a frente, acho que errei ao mudar de ESAF para CESPE no concurso do TCU. Fez mal à minha autoestima, já que eu estava me aproximando da aprovação e dei um pulo lá para trás.

Quanto a acertos, o maior deles foi abrir mão de tudo o que pudesse. Não consigo me ver aprovada se não fosse assim.

Estratégia: Pela sua experiência e contato com outros concurseiros, diga-nos quais são os maiores erros que as pessoas cometem quando decidem se preparar para concursos?

Larissa: Ficar pulando de galho em galho, não focar em uma área. Dessa forma, sempre haverá alguém ultrapassando. Escolher uma área para se dedicar é fundamental, possibilita que o concurseiro tenha um conhecimento mais profundo, e é esse aprofundamento que faz a diferença entre entrar ou ficar fora.

Estratégia: O que foi mais difícil nessa caminhada rumo à aprovação?

Larissa: Sem dúvida, ter que me afastar das pessoas, especialmente da minha filha. Houve dias em que a deixei na casa da minha mãe, ela chorando e eu saindo de lá chorando também; outros dias ainda em que ela queria atenção e o que eu podia dar era pouco, ficava procurando distrações para ela.

Paralelamente, praticamente deixei de encontrar amigos. Acho que consigo contar nos dedos as vezes em que os encontrei ao longo desses anos. Durante esse período, me mudei de Natal para Brasília, e era tão raro vê-los que a frequência permaneceu a mesma.

Dona de casa? Eu? Meu marido tomava conta de tudo: fazia compras, pagava contas, gerenciava a empregada, resolvia todos os problemas que surgiam. Um dia logo depois da prova um senhor me abordou no supermercado perguntando quanto eu gastava por semana com frutas/verduras. Ficou sem resposta, não tinha a menor noção. Era a primeira vez que eu ia ao mercado em muitos meses. Enquanto isso, ele ficava sobrecarregado. Para completar, ainda tinha menos da minha companhia, obviamente.

Isso e um tanto mais foi limitado por um tempo, por um objetivo. Ter uma vida normal não era para mim. Como cheguei aqui em Brasília já estudando, minha rede de amigos aqui é muito restrita. Não saía, nem no trabalho conversava muito, pois se tivesse quaisquer minutinhos livres, aproveitava para dar uma lida em alguma decisão do STF, ler meia dúzia de artigos de qualquer lei importante ou qualquer outra coisa ligada ao concurso.

Abrir mão disso tudo é o que julgo mais difícil. Manter a decisão dia a dia é complicado.

Em alguns momentos eu me questionava se conseguiria. Pensava em tantas pessoas sem filhos, sem trabalho, com o dia livre para se dedicar aos estudos, e eu com o dia cheio. Pensava se a ritalina ajudaria a dar um gás, mas tenho vício em bula de remédio – olhei a bula na internet e desisti. Questionamentos mil que me deixavam em dúvida; eu me aproximando, mas com medo de ficar sempre faltando um pouquinho para passar.

Dificuldades são muitas, mas no momento em que a aprovação chega, tudo passa e resta uma alegria imensa.

Estratégia: Por fim, o que você aconselharia a alguém que está iniciando seus estudos para concurso. Deixe-nos sua mensagem para todos aqueles que um dia almejam chegar aonde você chegou!

Larissa: Isso é simples. Estudar!!! É difícil, mas simples. É preciso ter em mente o objetivo almejado e se alimentar desse objetivo, respirar concurso e deixar o resto de lado. Só assim o sonho se realizará.

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